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Podcast – Mais de 50% das empresas não adotam estratégias ESG, aponta pesquisa.


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Neste Podcast conversei com Luis Arís, gerente de negócios para a América Latina da Paessler e falamos sobre uma pesquisa global da empresa feita com mais de mil empresas e os resultados são surpreendentes. Veja alguns destaques e ouça o Podcast.

· Estudo realizado pela Paessler a partir de entrevistas com 1050 gestores de tecnologia, sendo 44 da América Latina, mostra que embora 85% deste universo reconheça a importância desta bandeira, 61% ainda não utilizam soluções de monitoramento para reforçar o alinhamento dos processos da empresa às melhores práticas em sustentabilidade;

· Em termos das estratégias ESG mais adotadas, 45% dos líderes buscam reduzir o uso de hardware;

· Enquanto 18% dos entrevistados globais afirmaram não se preocupar com a sustentabilidade, na região Américas/América Latina esse número sobe para 25%;

· Entre as maiores angústias dos líderes de TI destacam-se o uso da nuvem híbrida (48%), como manter a resiliência de ambientes cada vez mais distribuídos e heterogêneos (44%) e os desafios de gestão de data storage (31%).


Congresso de TI e EvoluTI Pro se unem em 2023 para jornada tecnológica

O Congresso de TI e o EvoluTI Pro estão programados para ocorrer de forma consecutiva neste ano. 

A velocidade do avanço tecnológico tem impulsionado uma série de inovações no mercado e a dinâmica das colaborações em equipe tem se revelado como um catalisador de sucesso para inúmeras empresas. 

Essa abordagem tem o objetivo de concentrar os esforços na democratização da tecnologia com a realização de um evento inteiramente online e outro com interação presencial. 

O público-alvo dessas iniciativas tem registrado um crescimento constante a cada edição e tem com públicos estudantes de tecnologia, empresas do setor que buscam capacitar e aprimorar seus profissionais e também os veteranos do mercado em busca de aprimoramento e aprendizado em diversas vertentes da atuação tecnológica. 

O Congresso de TI terá sua 10ª edição agendada para os dias 4 e 5 de dezembro, numa experiência completamente online. Este ano contará com a participação de mais de 60 palestrantes, garantindo mais de 30 horas de conteúdo ao vivo, distribuídas em 8 trilhas de aprendizado, com os painéis exclusivos e certificado digital. 

O EvoluTI Pro encerra 2023 no dia 6 de dezembro em um evento presencial para mais de 350 participantes no Cubo Itaú.

Para mais informações acesse os links abaixo:

Clique aqui para saber mais sobre o Congresso de TI. 

Clique aqui para informações detalhadas sobre o EvoluTI Pro. 

Podcast – Você conhece a Confraria do Empreendedor e seus Confrades?


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Neste Podcast conversei com Natália Lazarini, Co-fundadora e diretora da Confraria do Empreendedor. Em poucos anos a Confra conseguiu angariar mais de três mil Confrades – como são chamados seus membros – e vem ajudando e facilitando a jornada de quem é empreendedor aqui no Brasil e também em Portugal.

Para conhecer essa iniciativa ouça ou veja agora o Podcast, curta o canal do YouTube, inscreva-se nele e deixe seu comentário.

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Witec e Trentim anunciam fusão

A Witec It Solutions e a Trentim – Gestão & Tecnologia, empresas Microsoft Gold Partners há mais de dez anos no mercado, anunciam a fusão de suas operações, resultando em um grupo com mais de 100 colaboradores, especialistas certificados por organizações como Microsoft, Watchguard, 3CX, PMI.org, IIBA.org e PMO Global Alliance.

“Queremos proporcionar aos parceiros uma jornada de crescimento e excelência operacional, alavancando o uso da tecnologia como um diferencial competitivo e disseminando soluções para comunicação, colaboração, produtividade e segurança”, explica Carol Lagoa, Co-Founder daWitec IT Solutions.

Combinando produtos e serviços gerenciados nas áreas de comunicação, colaboração, produtividade, segurança, automatização e aplicativos de negócios low-code, as soluções Trentim e Witec ajudam empreendedores e gestores a obterem competitividade e eficiência para seus negócios.

Além disso, a fusão consolida o Witec Hub com o objetivo de educar e capacitar profissionais de tecnologia, bem como conscientizar e orientar as empresas para transformação digital dos seus negócios.

“Por meio do LinkedIn Learning, capacitamos mais de 207 mil pessoas em formações de tecnologia. Além disso, as equipes da Witec e da Trentim Gestão & Tecnologia estão ativamente envolvidas em comunidades técnicas, combinando a experiência prática em projetos internacionais e desenvolvimento de produtos com voluntariado e educação.”, complementa
Mario H Trentim fundador e sócio da Trentim Gestão & Tecnologia.

O portfólio combinado das empresas resulta em sinergias para o atendimento de empresas pequenas, médias e grandes em diferentes indústrias e conforme suas necessidades.

A expertise  da Trentim Gestão & Tecnologia nas áreas de gerenciamento de projetos, agilidade organizacional e transformação digital permite levar as soluções mais modernas e avançadas das grandes empresas para as pequenas e médias.

Por outro lado, o catálogo amplo de serviços da Witec IT Solutions disponibiliza aos clientes infraestrutura, computação em nuvem, telefonia e licenciamento com foco na redução de custos e aumento da produtividade, sem deixar de lado a qualidade e a governança corporativa.

“Desde 2019, a atuação internacional da Trentim na América Latina, Oriente Médio e Europa permitiu identificar tendências e antecipar necessidades dos nossos clientes no Brasil. Agora vamos combinar os produtos e serviços da suíte ModernPMO com o portfólio da Witec e empresas do ecossistema para que possamos oferecer soluções mais completas aos clientes. Sabemos que
as empresas de tecnologia que quiserem prosperar e ter lucratividade precisam estar cada vez mais próximas dos clientes, entender quais são as soluções e produtos que eles precisam e oferecer essas soluções de forma customizada”, enfatiza Gustavo Moraes, Diretor de Operações e sócio da Trentim Gestão & Tecnologia.

A fusão é resultado de uma parceria entre as empresas desde 2020, fazendo parte da estratégia de transformar a gestão das empresas por meio de boas práticas, diagnósticos, modelos de maturidade, consultoria especializada e modernas soluções de tecnologia.

As empresas seguem alinhadas no propósito de acelerar a adoção das soluções Microsoft 365, nas verticais de Power Patform (Power Bi, Power Apps e Power Automate), Segurança e Governança, apoiando os clientes em suas jornadas e desafios relacionados ao novo cenário global. Não há dúvidas de que empresas que saibam unir processos, pessoas e ferramentas, estejam mais capacitadas em um mercado cada vez mais competitivo.

“Esse movimento tem como foco tonar a Witec a maior empresa especializada em produtividade e trabalho remoto seguro do Brasil. Temos a convicção que com a adoção de tais soluções, as empresas têm crescimento significativos em governança, produtividade, processos e segurança, impactando diretamente na escalabilidade dos seus negócios, garantindo assim um crescimento sustentável e seguro”, finaliza Marco Lagoa, CEO da Witec IT Solutions.

9ª Edição do Congresso de TI promete ampliar o conhecimento da área no Brasil


A Witec, hub especializado em soluções de Tecnologia da Informação, realiza a 9ª Edição do Congresso de T.I nos dias 08, 09 e 10 de novembro. Totalmente on-line e gratuito, o evento tem como objetivo promover networking e compartilhar conhecimentos setoriais dos mais de 60 speakers presentes, incluindo nomes como Rodrigo Jorge, Diretor de Segurança da Informação na VTEX, Sandyara Peres, Coordenadora de Acessibilidade no PicPay, Isabella Montalvão, Engenheira Líder de Soluções para Marketing Cloud na Salesforce, entre muitos outros. 

Com trilhas de Segurança, Governança & Privacidade; Cloud Computing; Desenvolvimento; Data Science & Digital e Customer & Employee Experience, o conteúdo é direcionado para estudantes e profissionais do segmento, além de pequenas, médias e grandes empresas.

Interessados podem realizar suas inscrições no link.

As edições anteriores do Congresso contaram com a presença de mais de 400 profissionais renomados, mais de 200 mil espectadores e mais de 500 palestras e cursos. Cada vez mais é importante mostrar que a tecnologia e inovação são essenciais para promover a mudança que a sociedade espera das organizações. O evento tem como proposta capacitar cada vez mais os profissionais de tecnologia e contribuir para o progresso do setor. 

Segundo dados da Brasscom, o setor de tecnologia da informação aponta demanda de 797 mil profissionais até 2025. É uma conta que não fecha porque há mais vagas oferecidas do que pessoas capacitadas no mercado.

“Esse evento é uma oportunidade de trocar experiências e conhecimentos entre os participantes, com a chance de ganhar escala com pessoas que ainda não enxergam as possibilidades que o setor oferece. Tecnologia não é mais a profissão do futuro; a necessidade de profissionais qualificados no mercado é vista no presente”, explica Maria Carolina Lagoa Loyo, CCO, do Congresso de TI.

Serviço
Data: 8 a 10 de novembro
Evento Online
Inscrições gratuitas: https://congressodeti.com.br/9-edicao/


Editora VideoPress lança curso on-line sobre Segurança da Informação para profissionais do setor Público e Privado

A Editora VideoPress, detentora da marca Vida Moderna, anuncia sua nova divisão de cursos on-line com o lançamento do curso “Desmistificando a Segurança da Informação”, que tem como objetivo reforçar o papel estratégico da cibersegurança, apresentando conceitos estratégicos e tecnologias para otimizar as ações de proteção digital dentro de companhias dos setores Público e Privado. A pré-inscrição para o curso está disponível neste link e as vendas serão abertas dia 16 de maio de 2022.

Ao todo, são 12 módulos interativos com conteúdo prático apresentado por André Carneiro, Diretor Geral da Sophos do Brasil, e pelo jornalista Guido Orlando Jr., Diretor da Editora.

“A Segurança da Informação é um tema latente e vital para as empresas de todos os portes e segmentos. Planejar as ações e aplicar as metodologias e ferramentas de proteção de dados, porém, são muitas vezes grandes desafios às companhias, principalmente pela rápida transformação que este setor vive e pela falta de mão de obra global para atender as demandas dessas companhias”, analisa Guido.

Segundo o jornalista, a proposta é desmistificar algumas premissas referentes a este assunto e, principalmente, trazer informação prática para agilizar as iniciativas de proteção digital nas organizações. “Este não é um curso técnico, mas sim uma preparação para tornar a estratégia de Segurança da Informação verdadeiramente alinhada às propostas de negócios nas empresas”, explica.

Neste cenário, para tornar as aulas mais práticas, a ideia é aproximar o conteúdo apresentado à rotina vivida no dia a dia dos times. “Trazemos cases e informações estratégicas a respeito de novas tecnologias, processos e formas para o cumprimento de normas, como a LGPD, além de lives exclusivas e grupos fechados para potencializar a troca de informações entre os participantes. Tudo isso em um formato sob demanda, em que o público pode ver as aulas onde e quando quiser, em seu próprio ritmo. A ideia é tirar dúvidas e facilitar a chegada de práticas bem-sucedidas a todos”, ressalta.

Durante o curso, os alunos terão acesso a conteúdos sobre conceitos fundamentais para a Segurança Digital, dicas para a formação de uma estrutura de cibersegurança do zero e detalhes que devem ser observados pelas companhias diante de novas regras e o aumento dos ataques via ransomware, por exemplo.

“A Segurança da Informação nas companhias públicas e privadas não pode mais ser vista como uma área à parte das empresas. É preciso entender que a proteção de dados deve permear os planos de negócios e todas as iniciativas da corporação. O compromisso desse curso é reforçar essa importância aos profissionais do mercado, mostrando como e onde devemos agir para impulsionar a capacidade de controle dos times”, reforça Carneiro, que é Engenheiro Eletrônico formado pela POLI, da USP, e que soma mais de 20 anos de experiência no mercado de SI.

Pelo caráter voltado aos negócios, as aulas são destinadas a profissionais de tecnologia e executivos de todos os níveis – incluindo CEOs, CIOs, CISOs e CTO, entre outros – e dos mais diversos setores da economia. “Além disso, é uma grande oportunidade para que novos talentos e trabalhadores que estão migrando para a área de Segurança da Informação também possam entender melhor as implicações deste ramo aos resultados das companhias”, acrescenta o engenheiro.

Para mais informações e fazer o pré-cadastro, acesse bit.ly/3ancyfm.

Lá poderão ser assistidos gratuitamente nove clipes de cada módulo, com destaques das respectivas aulas, para reforçar a tomada de decisão da compra do curso.

JAC Motors lança o e-JS1, o carro 100% elétrico compacto mais barato do mercado brasileiro. Conheça agora.

Sem fazer muito alarde a JAC Motors se consolida como a montadora aqui no Brasil que tem a maior e mais variada oferta de veículos 100% elétricos do país. Na imagem abaixo você pode conferir todos os modelos da montadora chinesa por aqui, que desde 2019 tem como principal acionista o Grupo Volkswagen na China, com 51% das ações.

Modelos 100% elétricos da JAC Motors disponíveis no Brasil

Essa joint venture definitivamente deixa no passado qualquer dúvida que ainda possa existir sobre a qualidade e atendimento dos veículos da montadora chinesa, a coloca em um novo patamar de mercado e a tendência é que ela passará a ser olhada com outros olhos pelos consumidores.

Desenvolvido em parceria com Volkswagen, o JAC e-JS1 estreia no mercado brasileiro para ser o oitavo veículo 100% elétrico da JAC Motors, todos eles livres de emissões de poluentes.

Segundo Eduardo Pincigher, Diretor de Assuntos Corporativos e Comunicação da empresa, “O e-JS1 foi desenvolvido a partir da plataforma do elétrico IEV20 e a VW implementou o design exterior e interior, acabamento e conectividade“, explica.

Slide Show


Destaques
> O compacto urbano livre de emissões da JAC Motors possui 302 km de autonomia (norma NEDC); baterias de fosfato de ferro-lítio têm capacidade máxima de 30,2 kWh;

> Provido de sistema de regeneração de carga, o JAC e-JS1 é extremamente econômico: em média, o modelo consome 9,6 kWh a cada 100 km;

> Com 150 Nm (15,3 kgfm) de torque e apenas 1.180 kg, o JAC e-JS1 é o veículo com menor custo por km rodado do país: 7 centavos por km;

> Para “encher o tanque” ou carregar as baterias, o e-JS1 gasta cerca de R$ 20 (tarifa de R$ 0,65 por kWh). Um carro compacto, com motor a gasolina, que tenha consumo urbano de 13 km/l, exigirá cerca de R$ 135 para rodar os mesmos 302 km.

> O JAC e-JS1 é o oitavo modelo 100% elétrico da JAC Motors no Brasil. De longe é a marca com o maior portifólio de veículos livres de emissões, constituindo uma família completa: um modelo urbano, três SUV´s, uma picape, uma van e dois caminhões.

> Preço sugerido do JAC e-JS1 é de R$ 149.900.

O JAC E-JS1 é uma grande aposta. Será o carro elétrico mais barato do Brasil e atuará em um segmento absolutamente inédito, o de compacto urbano, compatibilizando a aplicação ideal para um veículo totalmente elétrico: o uso dentro da cidade”, explica Sergio Habib, presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil. “Você pode usá-lo em rodovias, nas pequenas viagens? Claro que sim. Mas seu habitat natural é o trânsito urbano”.

Ao contrário do que se pensava, o city-car não substituirá o JAC iEV 20, mas sim complementará a linha. O iEV 20 é um SUV de porte compacto, com suspensão mais alta, rodas e pneus maiores e aptidão para vencer desafios leves no off-road, enquanto o E-JS1 é totalmente destinado ao uso urbano.

Com 30,2 kWh de capacidade de carga elétrica, o E-JS1 possui ótimo rendimento, à medida que, por ser 100% elétrico, ele é leve. São somente 1.180 kg de peso em ordem de marcha, segundo informa a montadora.

Por este motivo, o motor de 150 Nm (15,3 kgfm) de torque entrega um desempenho empolgante para um modelo urbano. São 62 cv de potência e 110 km/h de velocidade máxima.

Menor custo por km rodado do Brasil
Dependendo da tocada do motorista, o e-JS1 é capaz de rodar 302 km, perfazendo um consumo médio de 9,6 kWh por 100 km, e oferece o custo por km rodado mais em conta de todo o mercado brasileiro – 0,36 MJ/km.

Para recarregá-lo por completo, considerando o custo médio de tarifas de R$ 0,65 por kWh, o proprietário do modelo vai desembolsar R$ 6,24 a cada 100 km, segundo dados fornecidos pela montadora.

“Encher o tanque”, ou neste caso, carregar as baterias por esse valor e rodar 302 km significa, em linhas gerais, um custo por km rodado 7,5 vezes menor do que um modelo com motor térmico (a combustão). O custo por km rodado do JAC E-JS1 é pouco mais de 6 centavos.

Mesmo que se adote o custo de R$ 0,90 de kWh, instituído ocasionalmente na “bandeira vermelha”, a despesa de “tanque cheio” salta para somente R$ 26, ou seja, ainda 5,2 vezes mais barato que os mais econômicos modelos a gasolina.

Baterias de fosfato de ferro-lítio são mais estáveis
Por pertencer à oitava geração de modelos 100% elétricos da JAC Motors, o e-JS1 possui grande eficiência dinâmica de todo o conjunto propulsor.

Tanto que a autonomia de 302 km, perfeitamente adequada a um modelo de porte compacto e urbano, foi obtida com a instalação de baterias com somente 30,2 kWh de capacidade máxima de carga, dotadas de células de fosfato de ferro-lítio, que possuem melhor estabilidade química e térmica.

Como resultado, o JAC e-JS1 pesa menos de 1,2 tonelada. Com um peso extremamente contido para um veículo elétrico, adicionado à proposta urbana, ele precisa de um motor com 62 cv de potência.

Na prática, a eficiência do motor e o baixo peso das baterias, além de gerarem um conjunto “enxuto”, garantem aquele consumo enfaticamente reduzido de 9,6 kWh / 100 km.

Por rodar primordialmente nas cidades, onde o torque é muito mais relevante que a potência, o E-JS1 permite acelerações surpreendentes, com seus 150 Nm de torque máximo. De 0 a 100 km/h, o JAC E-JS1 precisa de 10,7 segundos.

E por falar em bateria, uma dúvida que sempre surge entre os consumidores é seu custo de manutenção. Afinal, quanto o dono do carro vai desembolsar caso elas apresentem algum defeito depois que terminar a garantia? Outra dúvida: quanto tempo duram as baterias?

Ouça as explicações de Sérgio Habib neste áudio

Design feito em parceria com a Volkswagen
Contando com total supervisão da Volkswagen no desenvolvimento, o city-car da JAC “escreve um novo paradigma na definição de carro urbano”, segundo a empresa. Não emite nenhum grama de CO2, seu design é moderno e contemporâneo (incrementado pelas cores vivas da carroceria) e mede apenas 3,65 metros de comprimento e 1,67 m de largura, o que é uma grande vantagem para trafegar em grandes cidades.

Na frente, o JAC e-JS1 destaca-se pelo grupo ótico com lanternas trapezoidais invertidas, unidas por uma régua que atravessa toda a frente do carro. Para ornar com esse efeito, ele possui contornos na base do para-choque que envolvem os faróis de neblina nas extremidades. É um conjunto estilístico forte, de personalidade. Possui luzes diurnas em LED (sistema DRL de série).

Visto de lado, o JAC e-JS1 recebeu rodas de desenho exclusivo, com pneus nas medidas 165/65 R14.

Detalhe das rodas

Já a traseira exibe lanternas mais quadradas, decretando solidez no conjunto, além de repetir os mesmos ornamentos no para-choque.

Interior futurista
Toda a parte interna do e-JS1 foi redesenhada a partir do modelo que serviu de base. Possui duas telas à serviço do motorista. A primeira, que é o quadro tradicional de instrumentos atrás do volante, compõe-se de uma tela de TFT de 6,2 polegadas, que concentra as informações de cruzeiro (velocidade, carga de bateria, consumo instantâneo, autonomia etc.).

Detalhe das duas telas do painel

Como diferencial de acabamento, o JAC e-JS1 incorpora molduras em alto relevo de cores contrastantes, compondo um cenário visivelmente de bom gosto com as superfícies revestidas em couro (soft touch). Um console “aéreo” permite guardar pequenos objetivos, como um smartphone bem à mão, assim como funciona como descansa-braços. E o estofamento é de couro sintético.

Detalhe do console “aéreo

Nesse console, inclusive, como é tradicional em qualquer veículo, o condutor do e-JS1 não vai encontrar o botão seletor de marcha. Por ser elétrico, o modelo não requer câmbio, sem os habituais engates “mecânicos”.

O acionamento de sentido de marcha – para frente, identificado convencionalmente com a letra D, de drive, e para trás, pela letra R – é realizado por uma alavanca fixada na coluna de direção, à direita do volante.

Alavanca de seleção do câmbio do lado direito da coluna de direção

Não há controles ou comandos aparentes no painel frontal. Tudo é acionado pela central multimídia (a segunda tela), oferecendo um conjunto prático, clean e de aparência futurista. Apenas à esquerda do volante concentram-se botões de necessidade mais imediata de uso, como desembaçadores e ajustes elétricos dos retrovisores externos.

O volante de direção é multifuncional: o motorista do modelo 100% elétrico praticamente não tira as mãos do volante para as operações mais usuais: comando das funções do rádio, tecla para atender o telefone celular, acionamento do cruise control (controlador de velocidade) e controles do computador de bordo são funções ao alcance das duas mãos.

Visão do volante
Detalhe do volante lado esquerdo
Detalhe do volante lado direito

Central multimídia com tela de 10,25 pol reúne dados de operação
Com tela multimídia de 10,25 polegadas centralizada no alto do painel de instrumentos, o E-JS1 incorpora todos os recursos de conectividade mais modernos do segmento, inclusive compatibilidade para AndroidAuto e Apple CarPlay. Incorpora câmera de ré, além de conexão Bluetooth, leitor de MP3 e entrada USB.

A tela estará traduzida para Português do Brasil

Neste mesmo aparelho, o usuário vai se “divertir” com a infinidade de recursos de monitoramento e utilização dos sistemas de propulsão e regeneração de baterias. Lá se lê, automaticamente, a autonomia remanescente (e com exatidão), a carga de kWh recuperada instantaneamente em cada desaceleração ou frenagem, além de funções mais tradicionais, como “consumo médio ou instantâneo”. Os comandos de climatização também são acionados por essa central.

Lista de equipamentos
O modelo trazido pela JAC Motors é completíssimo, pressupondo-se o alto grau de exigência de um cliente que adquire um modelo na faixa de R$ 150 mil. Sem opcionais, ele vem dotado de diversos equipamentos de série:
• Ar-condicionado Automático e Digital
• Cruise Control com comandos no volante
• Faróis com regulagem elétrica de altura do facho
• Faróis com “Follow Me Home”
• Faróis com DRL (LED diurno)
• Faróis de neblina (dianteira)
• Retrovisor interno antiofuscante
• Bancos revestidos em couro ecológico
• Duplo air bag
• Portas com barras de proteção lateral
• Aviso de cinto não acoplado
• Freio ABS com EBD
• BAS – Brake Assist System (assistente para frenagens de pânico)
• Auto Hold (assistente de partida em rampas)
• TPMS – Tire Pressure Monitoring System (sistema de monitoramento da pressão dos pneus)
• ESP e TCS – Controle Eletrônico de Tração e Estabilidade
• Sensor de estacionamento traseiro
• Câmera de ré
• Entrada USB sob o console central do painel
• Isofix
• iPedal (sistema de regeneração de carga da bateria nas desacelerações e frenagens.

Primeiras impressões
Tive a oportunidade de fazer um teste drive de aproximadamente 100 Km ida e volta até uma cidade perto capital paulista e o carro surpreendeu. Tem ótima dirigibilidade, o volante é preciso e firme, o iPedal responde prontamente quando requerido, é funcional e depois que o condutor se acostuma com a maneira de usá-lo, o freio convencional será usado raramente. E se acostumar, pegar o jeito de utilização, demora minutos e acaba sendo até divertido.

E por falar em divertido, dosar o consumo e a regeneração de energia acaba sendo quase um videogame, pois quando você para de acelerar ou tiver que utilizar o freio, o gráfico de energia da tela de 10,25 polegadas muda de comportamento, ora mostrando o consumo, ora mostrando o carregamento das baterias e isso é muito legal.

E o carro anda muito bem, apesar de ter sua velocidade máxima limitada a 110 Km via software. Lembre-se que ele é um carro basicamente urbano, mas dá para andar em estradas entre cidades próximas de até um percurso de 200 Km ida e volta sem se preocupar com a autonomia, desde que as baterias estejam carregada, claro.

Sinceramente, não precisei em nenhum momento ultrapassar os 110 Km/h, pois mais de 80% do trajeto foi urbano e peguei apenas um trecho de alguns quilômetros da Via Anchieta, que tem velocidade máxima na sua pista central de exatos 110Km/h.

O torque para um carro do seu porte é excelente e chega a arrancar um leve sorriso de canto de boca do condutor. Não que seja fantástico e cole no banco, mas dá para sentir a potência sendo enviada instantaneamente para as rodas, o que não acontece em um carro a combustão. Isso é o que eu mais gosto em um carro elétrico.

A acústica interna é excelente, não só pela falta do ruído do motor e ausência de trepidação, como é de se esperar em um carro 100% elétrico, pois andei por ruas de paralelepípedo e asfalto com buracos. E o ruído interno e rigidez da suspensão se comportaram muito acima do que eu esperava, o que tornam o E-JS1 bastante confortável.

O que deu para sentir desse curto percurso foi isso, além dos olhares das pessoas na rua e outros motoristas, pois ele é um carro com design muito moderno e a cor que escolhi foi o Abacate, que realmente é bonito e chama atenção por onde passa.

Quanto ao porta malas, a capacidade é de 121 litros, o que é suficiente para uma mala pequena e uma compra média de supermercado. É honesto para o tamanho do carro.

Para ver e baixar a ficha técnica do e-JS1 CLIQUE AQUI

Comparativo de preço
No seu material promocional a JAC colocou um comparativos com as marcas que vendem carros 100% elétricos no Brasil e aqui está a tabela. Clique na imagem para aumentá-la.

Tabela comparativa de preço

Acho que eu sei o que você deve estar pensando: “Guido, você compraria esse carro?” Eu respondo: “Sim”.

Babá Certa adota biometria na verificação de babás

Babá Certa adota biometria na verificação de babás
Babá Certa adota biometria na verificação de babás

Babá Certa passou a comparar o rosto da candidata a babá com a foto do seu documento, verificando se há uma pessoa viva diante da câmera, antes de liberar o perfil para as famílias. A biometria se soma à validação dos dados na Receita Federal — nome, CPF e data de nascimento — e à consulta de antecedentes na Polícia Federal.

Na verificação de identidade, a imagem registrada no cadastro é confrontada com a foto do documento oficial, e os dados do documento são lidos e conferidos. A prova de vida serve para distinguir uma pessoa real de uma foto ou de um vídeo exibidos à câmera, recurso comum em tentativas de fraude. Quando o rosto não corresponde ao documento, o cadastro não avança; só depois desse cruzamento o perfil fica visível para quem procura uma profissional.

A mudança acompanha o aumento das fraudes de identidade no país. No Brasil, cerca de 80% das pessoas já se depararam com deepfakes, segundo o Veriff Deepfakes Report 2026, e o acerto médio ao tentar identificar uma falsificação ficou em 0,08 numa escala até 1. Só entre janeiro e setembro de 2025, foram quase 11 milhões de tentativas de fraude, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian.

No trabalho doméstico, esse risco é agravado por um setor de alta informalidade. O país registrou cerca de 5,6 milhões de trabalhadores domésticos no fim de 2025, mais de 75% deles sem carteira assinada, segundo o Ministério do Trabalho. Boa parte da contratação de babás ainda ocorre por indicação, grupos de mensagens e classificados, em que um nome e uma foto bastam para criar um perfil.

Para Cynthia Freitas, fundadora da Babá Certa, a verificação tinha de vir antes do primeiro contato. "Hoje, qualquer pessoa monta um perfil com um nome e uma foto. A biometria serve para confirmar que é mesmo ela", afirma.

A confirmação também pesa para quem se candidata. Para a babá com documentos e referências em ordem, a identidade verificada a separa dos perfis falsos que circulam em anúncios e grupos, e reduz o risco de ter o próprio nome usado por terceiros. A plataforma reúne os dados, mas não emite parecer sobre a candidata.

A fundadora pondera que a tecnologia organiza a conferência, mas não decide por ninguém. "Reunimos biometria, dados na Receita Federal e antecedentes na Polícia Federal, mas a decisão de contratar continua sendo da família", diz Cynthia Freitas. Nenhuma verificação, acrescenta, elimina o risco por completo.

Na prática, a checagem passa a acontecer antes da família ver o perfil. Nas indicações e nos grupos de mensagens, a confirmação de identidade, quando existe, costuma vir apenas depois do primeiro contato.

Após fim da Elo7, artesãos buscam novas alternativas

Após fim da Elo7, artesãos buscam novas alternativas
Após fim da Elo7, artesãos buscam novas alternativas

Ao longo de sua trajetória, a Elo7 reuniu uma ampla comunidade de artesãos, artistas independentes e pequenos empreendedores que encontraram no marketplace um canal para comercializar seus produtos em todo o país. Para muitos desses vendedores, além de ser a principal fonte de renda, a plataforma concentrava parte relevante do histórico de seus negócios, incluindo informações sobre clientes, reputação construída ao longo dos anos e registros de vendas.

Com o encerramento das operações, uma das principais preocupações passou a ser a migração desses dados para outros ambientes digitais com funcionamento parecido. Uma delas é a Artesanou, marketplace criado para a comercialização de produtos artesanais e personalizados, que tem recebido parte dos lojistas que atuavam na Elo7.

Segundo Renato Máximo, fundador da Artesanou, a movimentação ocorreu logo após o anúncio do encerramento da antiga plataforma.

"Começamos a receber contatos de vendedores procurando informações sobre cadastro, importação de produtos e funcionamento da plataforma. Muitos estavam tentando entender como reorganizar seus negócios e quais seriam os próximos passos após o encerramento da Elo7", afirma.

Além da busca por novos canais de venda, a preservação dos dados das lojas tornou-se uma preocupação recorrente entre os empreendedores afetados. Para atender a essa demanda, a Empreender desenvolveu uma funcionalidade no aplicativo Automágico que permite gerar planilhas contendo informações de produtos, clientes e avaliações armazenadas na Elo7.

De acordo com Bruno Brito, CEO da Empreender, a iniciativa surgiu a partir das dúvidas apresentadas pelos próprios vendedores durante o período de transição.

"Observamos que muitos empreendedores estavam procurando maneiras de manter acesso às informações construídas ao longo dos anos. A possibilidade de exportar esses dados ajuda os lojistas a terem mais autonomia para decidir quais caminhos seguir a partir de agora", diz.

A migração para novas plataformas, no entanto, envolve desafios que vão além da transferência de informações. Dependendo da estrutura adotada por cada vendedor, pode ser necessário recriar processos, adaptar cadastros e reconstruir parte da presença digital anteriormente concentrada em um único canal.

Enquanto os lojistas avaliam diferentes alternativas para dar continuidade às suas operações, o encerramento da Elo7 marca uma mudança significativa em um segmento que, durante mais de uma década, teve na plataforma um dos seus principais pontos de encontro no comércio eletrônico brasileiro. Para muitos artesãos, o momento é de adaptação e reorganização, em meio à busca por novas formas de manter seus negócios ativos na internet.

Adriana Souza lança o livro “O Ativo Invisível”

Adriana Souza lança o livro “O Ativo Invisível”
Adriana Souza lança o livro “O Ativo Invisível”

O mercado brasileiro de beleza e cuidados pessoais é um dos maiores e mais dinâmicos do mundo. No entanto, muitos empreendedores que desejam criar uma marca de cosméticos ainda desconhecem um fator decisivo para o sucesso de seus negócios: a importância da área técnica no desenvolvimento de produtos. Com o objetivo de tornar esse conhecimento acessível, a engenheira química e cosmetóloga Adriana Souza lançou o livro O Ativo Invisível, no dia 12 de junho, na Livraria da Travessa do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo.

A obra é um guia prático que apresenta os bastidores do desenvolvimento de produtos cosméticos, traduzindo conceitos técnicos em uma linguagem simples, didática e aplicável ao dia a dia de quem deseja empreender no setor. Com 243 páginas, o livro foi desenvolvido especialmente para empresarios, investidores e profissionais que não possuem formação técnica, mas precisam compreender os processos que impactam diretamente a qualidade, a segurança e o posicionamento de seus produtos no mercado de beleza.

Ao longo da leitura, Adriana compartilha conhecimentos acumulados em mais de duas décadas de atuação na indústria cosmética, abordando temas como os segredos da formulação de produtos, a construção de marcas com autoridade, os desafios regulatórios e as estratégias para evitar erros comuns e reduzir custos durante a fase inicial do negócio.

"O objetivo do livro é democratizar o acesso ao conhecimento técnico e mostrar que, por trás de toda marca, existe uma estrutura de desenvolvimento sólida e estratégica. Muitas vezes, esse trabalho é invisível para o consumidor, mas é justamente ele que sustenta a credibilidade e o crescimento das empresas", explica Adriana Souza.

Com uma trajetória de 25 anos no mercado cosmético, a autora é engenheira química, cosmetóloga e responsável pelo desenvolvimento de mais de 1.500 produtos para empresas do setor. Ao longo de sua carreira, acompanhou de perto a evolução do mercado brasileiro de beleza e identificou a necessidade de aproximar empreendedores das questões técnicas que influenciam diretamente os resultados dos negócios.

Mais do que um livro sobre formulação, O Ativo Invisível propõe uma visão estratégica do desenvolvimento cosmético, mostrando como decisões técnicas podem impactar na inovação, competitividade, rentabilidade e confiança do consumidor.

Para adquirir o livro, basta acessar o Instagram @cosmeticconsulting_assessoria e clicar no link disponível na bio.

Sobre a autora

Adriana Souza é engenheira química, cosmetóloga e especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos. Atua há 25 anos na indústria da beleza e possui um portfólio com mais de 1.500 produtos desenvolvidos para empresas do setor. Sua experiência abrange formulação, inovação, estratégia de desenvolvimento e consultoria para marcas de cosméticos.

Proteína transforma experiências no varejo alimentar

Proteína transforma experiências no varejo alimentar
Proteína transforma experiências no varejo alimentar

A suplementação alimentar vem ampliando sua presença no varejo alimentar brasileiro em meio a transformações relacionadas à praticidade, saudabilidade e conveniência. Produtos com apelo proteico, antes mais associados ao universo esportivo e lojas especializadas, passaram a ocupar espaço crescente nas gôndolas de supermercados, atacarejos e redes de conveniência, acompanhando uma demanda mais ampla por alimentação funcional.

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD) mostram que o consumo de suplementos alimentares vem crescendo de forma consistente no Brasil. Segundo levantamento da entidade, os suplementos alimentares já estão presentes em 59% dos lares brasileiros, representando um crescimento de 10% em comparação aos dados levantados em 2015. O cenário evidencia a ampliação da categoria para além do público esportivo.

Parte desse movimento também acompanha discussões recentes relacionadas ao uso dos medicamentos agonistas de GLP-1, utilizados em tratamentos para obesidade e controle de peso.

Estudos publicados por instituições como a Harvard Health Publishing e análises de especialistas na área da saúde têm reforçado a importância da ingestão adequada de proteínas e da preservação da massa muscular durante processos de emagrecimento, ampliando o interesse por alimentos proteicos, suplementos e produtos voltados à conveniência alimentar.

Proteína avança para além do universo fitness 

A presença crescente de produtos proteicos no varejo reflete uma ampliação das ocasiões de consumo da suplementação alimentar. Antes restrita principalmente ao público praticante de atividade física, a proteína passou a integrar diferentes momentos da rotina do consumidor.

Pesquisas conduzidas por consultorias internacionais, como Mintel e FMCG Gurus, apontam aumento do interesse por alimentos que conciliem indulgência e funcionalidade, especialmente em categorias relacionadas à proteína. A tendência acompanha um movimento global de expansão desses produtos no varejo tradicional.

Realizada entre os dias 18 e 21 de maio, em São Paulo, a APAS Show 2026 reuniu empresas dos setores de alimentos, bebidas, varejo e suplementação, apresentando iniciativas alinhadas às transformações observadas no comportamento do consumidor. Entre os exemplos observados na feira esteve a collab entre a Atlhetica Nutrition® e Bob’s Em Casa, que adaptou o tradicional milk shake de morango da rede para uma versão em whey protein.

"Hoje, o consumidor busca produtos que conciliem conveniência, sabor e funcionalidade. A presença da suplementação no varejo alimentar acompanha essa mudança de comportamento e amplia as possibilidades de consumo dentro da rotina", afirma Ricardo de Angelis, fundador e CEO da Atlhetica Nutrition®.

A proposta integrou uma estratégia voltada à aproximação entre suplementação alimentar e experiências de consumo mais conectadas ao cotidiano do consumidor. Além dos lançamentos voltados à indulgência, o evento também evidenciou o avanço de categorias ligadas à suplementação funcional e alimentos com apelo proteico.

Dados de mercado e análises setoriais também indicam uma ampliação do público consumidor da categoria. Segundo a Grand View Research, o mercado global de suplementos proteicos foi estimado em US$ 29,78 bilhões em 2025 e poderá alcançar US$ 63,22 bilhões até 2033, impulsionado pela busca por saudabilidade, funcionalidade e conveniência alimentar. O estudo projeta uma taxa média de crescimento anual (CAGR) de 10,3% no período.

A ampliação da presença desses produtos em supermercados e redes varejistas reflete mudanças observadas no mercado brasileiro de alimentação e suplementação nos últimos anos, especialmente em categorias associadas à proteína, snacks funcionais e bebidas com apelo nutricional.

NoPing disponibiliza app móvel com Multi‑Internet

NoPing disponibiliza app móvel com Multi‑Internet
NoPing disponibiliza app móvel com Multi‑Internet

A startup brasileira NoPing anunciou o lançamento de um aplicativo para iOS e Android com suporte à sua tecnologia patenteada de Multi-Internet e Multi-Conexão, solução voltada para reduzir instabilidades em jogos online e aplicativos que dependem de conexão contínua em dispositivos móveis.

O sistema permite utilizar diferentes redes simultaneamente, incluindo Wi-Fi, 4G e 5G, mantendo todas as conexões ativas em paralelo durante a transmissão de dados. Segundo a empresa, a proposta elimina limitações do modelo tradicional de failover, em que uma rede secundária só entra em operação após a falha da principal.

Na nova arquitetura, os pacotes de dados podem seguir por múltiplas rotas ao mesmo tempo. Caso uma conexão apresente degradação, perda de pacotes ou oscilação, as demais rotas já entregaram a informação ao destino, reduzindo interrupções perceptíveis ao usuário.

"O mercado de gaming mobile reúne jogos competitivos que dependem diretamente de estabilidade de conexão. Problemas como ping alto, lag, jitter e instabilidade de rede impactam partidas online em títulos como Free Fire, PUBG Mobile e Mobile Legends", afirma Marcos Guerra, COO da NoPing.

O lançamento ocorre em um cenário de forte crescimento do acesso móvel à internet no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país conectou 6,1 milhões de novos usuários à internet em apenas dois anos. Paralelamente, relatórios da GSMA Intelligence apontam avanço gradual da cobertura 5G no país entre 2025 e 2026.

Segundo a empresa, a expansão para dispositivos móveis também abre caminho para novos aplicativos compatíveis no futuro, especialmente serviços que exigem alta estabilidade de conexão. A startup afirma que trabalha na ampliação gradual do portfólio de plataformas suportadas.

A tecnologia patenteada da empresa combina agregação de redes e roteamento inteligente em tempo real, criando múltiplas rotas simultâneas para transmissão de dados. A proposta busca reduzir problemas comuns em conexões móveis, como internet caindo, perda de pacotes e oscilações de sinal durante jogos e chamadas online.

Sobre NoPing

O NoPing Game Booster é uma plataforma brasileira voltada para otimização de conexão em jogos online para PC e dispositivos móveis. O sistema utiliza tecnologias de roteamento inteligente, Multi-Conexão e Multi-Internet para reduzir problemas relacionados a latência, jitter e perda de pacotes.

Segundo a empresa, a plataforma oferece período de teste gratuito (trial) para novos usuários.

Para mais informações, basta acessar o site do NoPing: https://noping.com/pt

Na era da IA, iFood valoriza trabalho humano com educação

Na era da IA, iFood valoriza trabalho humano com educação
Na era da IA, iFood valoriza trabalho humano com educação

Empresas do mundo inteiro correm para adotar inteligência artificial. Investem em tecnologia, infraestrutura e modelos cada vez mais sofisticados. Mas um relatório recente do Fórum Econômico Mundial identificou o principal gargalo que impede que essas empresas colham os resultados prometidos pela IA: falta de qualificação. O gargalo, portanto, é humano, e não tecnológico. Falta gente preparada para trabalhar com ela. Não é à toa que 84% dos empregadores da América Latina e do Caribe pretendem investir na qualificação dos trabalhadores para atender à demanda crescente por talentos digitais e de tecnologia, segundo o Future of Jobs Report, também do Fórum Econômico Mundial.

O iFood entendeu isso antes de precisar aprender da forma difícil. A empresa tem 12,5 mil agentes de inteligência artificial — mais do que seus cerca de 8 mil colaboradores. Em uma empresa em que a tecnologia é um pilar tão importante, desenvolver quem opera os agentes é mais do que uma prioridade: é uma necessidade.

Diante disso, o iFood anunciou que vai oferecer, a partir de junho, educação ilimitada para todos os seus colaboradores — os cerca de 8 mil FoodLovers, como são chamados. Os profissionais terão acesso a especializações de graduação, pós, cursos livres e de idiomas nas principais instituições de ensino brasileiras e internacionais.

Esse acesso ocorre por meio da Unico Skill, empresa brasileira que criou o benefício educação ilimitada, que funciona como uma espécie de plano de saúde da educação: a companhia paga um valor fixo por mês por colaborador, que passa a ter acesso à plataforma da Unico Skill com as mais de 26 mil opções de graduação, pós, cursos livres, de idiomas e mentorias, em cerca de 100 instituições de ensino, como Ibmec, USP, Mackenzie, Fundação Dom Cabral, Adapta, Coursera, O’Reilly, CNA, entre outras, além das melhores universidades estrangeiras.

Cada colaborador do iFood poderá construir sua própria trilha de aprendizagem, personalizada de acordo com as demandas de projetos e desafios. "Numa empresa AI first, o maior investimento que podemos fazer é nas pessoas que constroem e operam essa inteligência. Na nossa cultura, valorizamos e incentivamos o aprendizado e o desenvolvimento contínuo. Para nós do iFood, capacitação é infraestrutura", diz Camila Pinto, diretora de pessoas do iFood.

Para Joca Oliveira, CEO da Unico Skill, o movimento do iFood confirma uma tese que ele defende há anos. "As empresas que vão ganhar a disputa por talentos são as que entenderem que desenvolver pessoas é tão estratégico quanto qualquer investimento em tecnologia. O iFood já entendeu".

Como funciona o benefício educação

O benefício educação ilimitado da Unico Skill funciona como um plano de saúde, mas voltado à educação. A empresa paga um valor fixo mensal por colaborador, que passa a ter acesso à plataforma que o conecta às instituições de ensino. O profissional pode estudar o que quiser, quando quiser e como quiser, de forma ilimitada. O benefício tem ROI de 4x — o que significa que, a cada real investido pela empresa, o colaborador consome, em média, quatro reais em educação de qualidade.

Atualmente, mais de 100 das maiores empresas do Brasil oferecem o benefício a seus colaboradores. Entre elas, além do iFood, estão Bayer, Bradesco, Aché, Nestlé, Pague Menos, Solar Coca-Cola, Nestlé, Heineken, entre outras, que, juntas, têm mais de 200 mil profissionais.

Regulamentação do Estatuto da Segurança Privada é publicada

Regulamentação do Estatuto da Segurança Privada é publicada
Regulamentação do Estatuto da Segurança Privada é publicada

O Governo Federal publicou, no dia 10 de junho, no Diário Oficial da União, o decreto que regulamenta a Lei nº 14.967/2024, o Estatuto da Segurança Privada, que estabelece as normas gerais de execução do novo marco regulatório do setor. A assinatura foi realizada no dia 9 de junho pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, e contou com a presença da presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), Selma Migliori.

A regulamentação inaugura uma nova fase para a segurança privada no Brasil, especialmente para o segmento de segurança eletrônica (monitoramento de alarme, videomonitoramento, portaria remota, rastreamento e telemetria), que passou a ser formalmente reconhecido como pilar estruturante do setor.

O decreto consolida parâmetros técnicos, operacionais e institucionais que impactam diretamente um mercado que movimentou mais de R$ 16 bilhões em 2025 e reúne cerca de 33 mil empresas em todo o país. A publicação encerra um longo ciclo legislativo iniciado há mais de uma década e abre oficialmente a etapa de regulamentação infralegal, que será conduzida por meio de Portarias e Instruções Normativas da Polícia Federal, detalhando procedimentos técnicos e operacionais que deverão ser observados pelas empresas.

Ou seja, é um movimento que solidifica ainda mais o setor e pavimenta o caminho para os seus próximos ciclos de crescimento, incluindo as empresas e chegando aos consumidores/contratantes com regras ainda mais claras a serem seguidas por todos os atores inseridos nesse mercado. O artigo 48, por exemplo, estabelece que todos os envolvidos em serviços de segurança privada irregular — desde quem oferece até quem contrata — podem ser responsabilizados e multados pela Polícia Federal.

Participação estratégica nas discussões

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) integrou ativamente o processo legislativo e regulatório que culminou na publicação do decreto. A entidade participa da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), órgão colegiado presidido pela Polícia Federal e responsável por acompanhar e orientar os desdobramentos do Estatuto.

A presença na comissão posiciona o segmento de segurança eletrônica no centro das discussões técnicas que definirão a aplicação prática da nova legislação. Nesse cenário, a ABESE atuou para conquistar um capital social diferenciado e reduzido para a segurança eletrônica; retirar a obrigatoriedade do gestor de segurança para projetos de segurança eletrônica; reduzir o número mínimo obrigatório de funcionários; possibilitar a locação de veículo para operação; prazo de 5 anos para a renovação da autorização de funcionamento para empresas do segmento de segurança eletrônica, aprovação de CNAEs para atividade secundária, proibição do profissional vigilante de fazer atividade de inspeção técnica, avaliação e sugestão dos cursos de formação, permissão de autorização única para centrais de portaria remota, monitoramento e rastreamento; autorização de terceirização e serviço centralizado em central única para central de monitoramento, rastreamento e portaria remota; e redução das multas administrativas.

"Estamos diante de um divisor de águas para o setor. A regulamentação traz segurança jurídica, organiza o mercado e estabelece padrões técnicos compatíveis com a complexidade atual da segurança eletrônica, que evoluiu significativamente nos últimos anos", afirma Selma Migliori, presidente da ABESE.

Impactos para o mercado

A nova regulamentação é uma reconfiguração das bases do setor. Centrais de monitoramento 24h, portaria remota e rastreamento passam a responder a exigências mais claras relacionadas à autorização de funcionamento, capital social mínimo, requisitos técnicos operacionais e provisões financeiras proporcionais ao porte. A lei também amplia o papel da Polícia Federal na fiscalização e define os perfis profissionais que serão capacitados pelas escolas de formação. São eles: operadores e supervisores de serviços de monitoramento, rastreamento e portaria remota e técnicos externos (profissional que irá verificar a veracidade do sinal de alarme no local monitorado).

O novo marco tende a reduzir a informalidade, elevar padrões técnicos, aumentar previsibilidade regulatória e estimular movimentos de consolidação no setor. Ao mesmo tempo, a formalização fortalece a concorrência leal e traz maior segurança para contratantes, seguradoras, incorporadoras e administradoras de condomínios que dependem desses serviços.

Próxima etapa: regulamentação operacional

Com a publicação do decreto, o próximo passo será a edição de portarias e instruções normativas da Polícia Federal, que detalharão os procedimentos técnicos e operacionais para adequação das empresas. A ABESE já estruturou um Grupo de Trabalho Regulatório para acompanhar a implementação prática da norma e orientar suas associadas durante o período de transição.

"A regulamentação não é apenas um ato formal. Ela impacta diretamente a arquitetura da segurança no país. Nosso compromisso é contribuir para que a implementação ocorra com equilíbrio, segurança jurídica e respeito à realidade operacional das empresas", conclui Selma.

Sobre a ABESE

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) é a entidade representativa do mercado de segurança eletrônica no Brasil, atuando há 30 anos como protagonista na evolução e fortalecimento do setor. Fundada em 1995, a ABESE representa cerca de 600 empresas associadas com o propósito de profissionalizar, defender a regulamentação, capacitar e fortalecer o setor de segurança eletrônica.

A ABESE permanece firme em defender a tecnologia, a modernização e a segurança dos brasileiros, posicionando-se como interlocutora qualificada junto aos órgãos governamentais e entidades reguladoras e representando a união estratégica de empresas comprometidas com o futuro da segurança no Brasil.

Informações para imprensa: 

Ideal Axicom: abese@ideal-axicom.com

Fábio de Oliveira: fabio.olveira@ideal-axicom.com

Procedimentos apoiam a autoexpressão de pessoas trans

Procedimentos apoiam a autoexpressão de pessoas trans
Procedimentos apoiam a autoexpressão de pessoas trans

Mais do que uma questão de autoestima, alinhar o corpo à identidade de gênero está intrinsecamente ligado à qualidade de vida, ao reconhecimento e à identificação com a própria essência. Para a população transgênero e não-binária — que, segundo levantamento da FMB/Unesp, representa 1,9% dos adultos no Brasil —, essa jornada de autoafirmação pode passar pela busca por traços que expressem visualmente a sua verdadeira identidade.

Para muitos indivíduos nessa jornada, os procedimentos estéticos injetáveis podem ser uma alternativa vantajosa e menos invasiva. Um estudo com 20 adultos transgêneros (dez mulheres trans e dez homens trans), liderado pelo dermatologista Dr. Walter Loureiro (CRM-PA 10995/RQE 3789) e publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia, mostrou o impacto positivo que tratamentos como o ácido hialurônico injetável podem oferecer nesse perfil de paciente.

"O que observamos na prática clínica agora tem comprovação científica: alinhar os traços faciais à identidade de gênero também é uma questão de saúde e bem-estar. Nosso estudo comprovou uma melhora significativa na qualidade de vida geral e bem-estar dos pacientes. Todos os participantes relataram melhorias, sendo que os ganhos na esfera psicológica e social foram especialmente marcantes, o que sugere um impacto profundo na autoconfiança. Isso reforça como esses procedimentos podem ser uma ferramenta poderosa de afirmação de gênero, com impacto real e mensurável na qualidade de vida", explica o Dr. Walter.

O dermatologista, que desde 2021 atende pacientes transgêneros, destaca que os procedimentos com ácido hialurônico injetável são uma opção segura e eficaz. "Seus resultados são notados mais rapidamente, com uma recuperação mais tranquila em comparação com uma cirurgia", afirma. Ele observa que, entre homens trans, a busca se concentra no terço inferior do rosto, com o objetivo de definir o queixo e a mandíbula. "Já entre mulheres trans, a valorização dos lábios é um dos procedimentos mais procurados", complementa.

A paciente Isabella Pamplona, profissional da área da beleza e eleita Miss Beleza T Brasil 2025, é paciente do Dr. Walter e compartilha sua experiência com o tratamento. "Para mim, as mudanças externas funcionam como uma confirmação da nossa identidade. A imagem que projetamos expressa ao mundo como nos identificamos e queremos ser vistas. No meu processo, os procedimentos com o Dr. Walter foram grandes aliados. Comecei em 2021, querendo dar um ‘up’ nos lábios e, em um processo de muita confiança, ele sugeriu outras aplicações, no queixo e nas têmporas, que suavizaram meus traços e trouxeram a delicadeza e naturalidade que eu buscava. Vejo o poder que esses procedimentos, por serem menos invasivos, têm para alinhar nossa imagem à nossa essência e nos ajudar a acordar todos os dias na nossa melhor versão", conta Isabella.

Entre os ácidos hialurônicos injetáveis existentes, Restylane se destaca por oferecer resultados naturais e personalizados. A linha contempla um tipo de ácido hialurônico injetável para cada região do rosto. Quem busca sustentação e efeito lifting, há Restylane Lyft; para contorno e projeção do rosto, Restylane Defyne; para suavizar linhas, olheiras e rugas, Restylane Lidocaine; para volumizar lábios, Restylane Kysse; e para contorno e projeção do queixo, Restylane Shaype. A linha também é indicada para quem busca mais qualidade de pele, já que conta com os Skinboosters, que promovem hidratação e atuam em pontos como tom, textura, maciez, linhas finas, rugas, cicatrizes de acne e poros.

Vale ressaltar que procedimentos com Restylane devem ser realizados por profissionais de saúde habilitados.

Cibersegurança é estratégica para soberania digital do país

Cibersegurança é estratégica para soberania digital do país
Cibersegurança é estratégica para soberania digital do país

O Observatório Softex lançou o artigo "Segurança Cibernética como Política de Estado: Como o Brasil Pode Transformar Proteção em Vantagem Estratégica", novo conteúdo da série Observando. O material analisa o avanço da cibersegurança na agenda pública brasileira e propõe caminhos para transformar proteção digital em instrumento de soberania, resiliência institucional e competitividade econômica.

O conteúdo examina o novo contexto regulatório e institucional da segurança cibernética no país, marcado pela publicação da nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber), instituída pelo Decreto nº 12.573/2025. A análise mostra como a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica para ocupar posição estratégica nos debates sobre capacidade estatal, confiança digital, proteção de infraestruturas críticas e desenvolvimento econômico.

O material também destaca que a aceleração da digitalização ampliou significativamente a exposição do Brasil a ameaças cibernéticas. Atualmente, mais de 161 milhões de brasileiros com dez anos ou mais utilizam a internet, enquanto o número de computadores e smartphones em uso no país chegou a 480 milhões. Hoje, sistemas digitais sustentam serviços públicos, transações financeiras, comunicação, mobilidade e operações estratégicas da economia.

Brasil no centro da pressão cibernética global

O ambiente internacional de ameaças se tornou mais sofisticado, impulsionado pela expansão da inteligência artificial, pela fragmentação geopolítica e pelo aumento da dependência de cadeias digitais complexas. Dados analisados no artigo mostram que 94% dos especialistas ouvidos pelo Fórum Econômico Mundial apontam a IA como principal vetor de transformação da cibersegurança nos próximos anos, enquanto 87% consideram as vulnerabilidades relacionadas à tecnologia como o risco cibernético de crescimento mais acelerado em 2025.

O conteúdo chama atenção ainda para a crescente exposição brasileira no cenário internacional. Em 2025, a América Latina registrou o maior crescimento global na taxa de ataques cibernéticos, com média superior a 3 mil ataques semanais por organização. O Brasil passou a ocupar posição de destaque tanto como alvo prioritário de crimes digitais quanto como origem de ataques de negação de serviço (DDoS), impulsionados pelo uso de dispositivos vulneráveis em redes automatizadas.

Outro ponto abordado é o impacto da fragilidade cibernética sobre serviços essenciais e estruturas governamentais. Casos recentes envolvendo sistemas públicos brasileiros, como ConecteSUS, Siafi e vazamentos de dados ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), são apresentados como exemplos de como incidentes digitais podem comprometer políticas públicas, confiança institucional e continuidade operacional do Estado.

Para os pesquisadores do Observatório Softex, o desafio brasileiro agora é transformar o avanço regulatório em capacidade institucional efetiva, com coordenação nacional, formação de talentos, fortalecimento da infraestrutura crítica e redução da dependência tecnológica externa.

"A cibersegurança deixou de ser uma agenda exclusivamente técnica para se tornar uma dimensão estratégica da soberania digital e da capacidade do Estado. O Brasil avançou na formulação de marcos importantes, mas o próximo passo será transformar diretrizes em capacidade operacional, coordenação federativa e resiliência sistêmica", avalia Rayanny Nunes, coordenadora de Inteligência e Design de Soluções da Softex.

Recomendações para transformar proteção em política de Estado

Além do diagnóstico sobre o cenário brasileiro e internacional, o artigo reúne recomendações de políticas públicas voltadas ao aumento da maturidade cibernética do país. As propostas estão organizadas em ações de curto, médio e longo prazo e defendem uma mudança estrutural na forma como o Brasil trata a segurança digital.

Entre as medidas prioritárias estão a operacionalização integral do Plano Nacional de Cibersegurança (P-Ciber 2026–2027), o fortalecimento do CISC gov.br como centro federal de coordenação de incidentes e a criação de uma linha de base nacional de maturidade cibernética para órgãos públicos e setores críticos. O conteúdo também destaca a necessidade de ampliar a formação de profissionais especializados diante da crescente escassez de talentos em segurança digital.

No médio prazo, o material propõe a criação de uma autoridade nacional de cibersegurança com mandato transversal, responsável por coordenar ações entre União, estados, reguladores e setores estratégicos. O artigo também recomenda a definição de padrões mínimos de resiliência para infraestruturas críticas, a realização periódica de exercícios nacionais de crise cibernética e o fortalecimento dos mecanismos de compartilhamento de inteligência entre governo, sistema financeiro, academia e setor privado.

Já no longo prazo, o conteúdo defende que o Brasil avance na construção de uma política de soberania tecnológica aplicada à cibersegurança, reduzindo dependências externas em software, hardware, nuvem e tecnologias críticas. O artigo ressalta ainda a necessidade de preparar o país para desafios emergentes, como a transição para criptografia pós-quântica e os impactos da inteligência artificial sobre a proteção de dados, sistemas críticos e infraestrutura nacional.

Segundo o Observatório Softex, consolidar a cibersegurança como política de Estado será decisivo para garantir confiança digital, continuidade de serviços essenciais, proteção econômica e maior autonomia tecnológica em um cenário global marcado pelo aumento das disputas geopolíticas e pela crescente centralidade das infraestruturas digitais.

Meeting Brasil abre inscrições para América Latina 2026

Meeting Brasil abre inscrições para América Latina 2026
Meeting Brasil abre inscrições para América Latina 2026

O Meeting Brasil Latin America 2026 abriu inscrições para empresas, destinos e instituições que buscam ampliar relacionamento comercial nos mercados emissores da América do Sul. O roadshow internacional será realizado entre os dias 3 e 13 de agosto de 2026, com etapas em cinco cidades: Lima, Peru, nos dias 3 e 4 de agosto; Santiago, Chile, nos dias 5 e 6 de agosto; Córdoba, Argentina, em 7 de agosto; Buenos Aires, Argentina, em 11 de agosto; e Montevidéu, Uruguai, em 13 de agosto.

A agenda ocorre em um momento de crescimento do turismo internacional no Brasil. Segundo dados da Embratur, com base em informações da Polícia Federal e do Ministério do Turismo, o país registrou 2,33 milhões de visitantes estrangeiros por via aérea no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,4% em relação ao mesmo período de 2025. Considerando todos os modais, o Brasil alcançou 3,74 milhões de chegadas internacionais no trimestre.

Nesse cenário, a edição latino-americana do Meeting Brasil tem como foco aproximar a oferta turística brasileira dos profissionais que atuam na distribuição internacional. O evento conecta destinos, hotéis, resorts, parques temáticos, receptivos, companhias aéreas, atrativos turísticos, centros de convenções e demais fornecedores brasileiros a operadores, agentes de viagem, consolidadores e criadores de conteúdo.

Programação aproxima empresas brasileiras dos canais de venda

Ao longo do circuito, a programação será baseada em reuniões de produto com operadores, rodadas de negócios com agentes de viagem, capacitações de destinos, apresentações comerciais e ações de relacionamento. O formato tem como objetivo apresentar informações sobre produtos turísticos brasileiros aos profissionais que estruturam roteiros, recomendam destinos e comercializam viagens ao Brasil.

Segundo Jair Pasquini, diretor do Meeting Brasil, a presença em mercados internacionais precisa acompanhar o crescimento da demanda pelo país.

"O Brasil está em evidência, mas o interesse do turista internacional precisa chegar aos canais certos. Operadores, agentes de viagem e criadores de conteúdo têm influência direta na escolha dos destinos e produtos brasileiros. O Meeting Brasil aproxima esses profissionais das empresas e regiões que buscam ampliar presença, relacionamento e oportunidades de negócios no exterior", afirma Pasquini.

A edição de 2026 será voltada a empresas e destinos que desejam fortalecer sua atuação nos mercados sul-americanos. A América do Sul representa uma região estratégica para o turismo internacional brasileiro, tanto pela proximidade geográfica quanto pela conectividade aérea, afinidade cultural e histórico de fluxo turístico para o país.

As modalidades de participação foram estruturadas para diferentes objetivos comerciais. Os expositores poderão realizar apresentações institucionais, reuniões de reconhecimento de produto, capacitações e ações de relacionamento com profissionais do trade internacional.

Para Jair Pasquini, a promoção internacional exige presença recorrente e contato direto com quem comercializa o Brasil.

"Quem deseja ser lembrado, recomendado e vendido precisa estar presente onde a decisão comercial acontece. O Meeting Brasil cria esse ambiente: coloca fornecedores brasileiros frente a frente com operadores, agentes e profissionais que transformam informação qualificada em venda, relacionamento e continuidade de mercado", analisa.

Além da atuação comercial com operadores e agentes de viagem, o Meeting Brasil também passa a incluir, a partir de 2026, ações fixas de ativação com criadores de conteúdo. A iniciativa amplia a divulgação dos destinos para canais digitais de influência, inspiração de viagem e produção de conteúdo sobre o Brasil.

Destinos turísticos, secretarias de turismo, hotéis, resorts, parques temáticos, centros de convenções, companhias aéreas, receptivos e demais fornecedores interessados podem consultar as informações comerciais e modalidades de participação no site oficial do evento.

Sobre o Meeting Brasil

O Meeting Brasil é uma plataforma internacional de promoção turística e geração de negócios que conecta destinos e empresas brasileiras aos mercados emissores da América Latina e da Europa. O evento já ultrapassou mais de 100 edições internacionais e reúne operadores, agentes de viagem, companhias aéreas, criadores de conteúdo, governos e fornecedores do setor turístico.

O formato do evento é baseado em quatro frentes: reunião de produto com operadores, rodada de negócios com agentes de viagem, capacitação dos destinos e ativação com criadores de conteúdo. A programação também conta com a presença e parceria da Embratur, responsável pelas capacitações de abertura nas edições.

Mais informações estão disponíveis em www.meetingbrasil.com.br e +55 (47) 99904 7813

Lançamento do Hyundai i20 2027 impulsiona seguro auto

Lançamento do Hyundai i20 2027 impulsiona seguro auto
Lançamento do Hyundai i20 2027 impulsiona seguro auto

A chegada do Hyundai i20 2027 ao mercado brasileiro tem movimentado não apenas consumidores interessados em um hatch moderno e tecnológico, mas também o setor de seguros automotivos. Com a expectativa de que o modelo se torne uma das principais opções entre motoristas que buscam economia, conectividade e segurança, o seguro auto passa a ser um dos fatores mais relevantes no planejamento de compra do veículo.

O lançamento de novos automóveis costuma gerar uma série de dúvidas relacionadas ao custo de proteção patrimonial, especialmente em um cenário em que furtos, roubos, colisões e eventos climáticos continuam impactando milhares de proprietários em todo o país. Nesse contexto, a busca por informações sobre o seguro do Hyundai i20 2027 tem crescido significativamente entre consumidores que desejam compreender os custos envolvidos antes mesmo da aquisição do veículo.

A contratação de uma apólice adequada representa uma etapa fundamental para garantir tranquilidade financeira diante de imprevistos. Além de proteger contra danos materiais, o seguro pode oferecer coberturas adicionais como assistência 24 horas, carro reserva, proteção contra terceiros e serviços de guincho, benefícios cada vez mais valorizados pelos motoristas brasileiros.

O Hyundai i20 2027 chega ao mercado com a proposta de combinar design moderno, eficiência energética e tecnologias embarcadas que acompanham as tendências globais da indústria automotiva. A expectativa é que o modelo atraia consumidores de diferentes perfis, desde motoristas urbanos até famílias que procuram um veículo compacto com recursos avançados de segurança.

Com a popularização dos sistemas eletrônicos presentes nos novos veículos, o custo de reparos também se torna um fator relevante para as seguradoras. Componentes como sensores, câmeras, centrais multimídia e sistemas de assistência à condução podem influenciar diretamente o cálculo do seguro, tornando indispensável a realização de cotações personalizadas antes da contratação.

A precificação do seguro para modelos recém-lançados envolve diversos critérios técnicos. Entre eles estão o valor de mercado do veículo, índice de sinistralidade, disponibilidade de peças, custos médios de manutenção e perfil do condutor. Esses elementos ajudam as seguradoras a determinar o risco associado ao automóvel e estabelecer o valor da apólice.

A chegada do Hyundai i20 2027 também ocorre em um momento de transformação digital no setor de seguros. Atualmente, consumidores podem comparar propostas de diversas seguradoras de forma online, obtendo informações detalhadas sobre coberturas, franquias e benefícios sem a necessidade de deslocamento. Essa facilidade tem contribuído para ampliar o acesso ao seguro automotivo e estimular a competitividade entre as empresas do segmento.

O comportamento do motorista continua sendo um dos fatores mais importantes para a definição do preço final do seguro. Idade, histórico de sinistros, local de residência, utilização do veículo e tempo de habilitação permanecem entre os principais critérios considerados pelas seguradoras durante o processo de análise de risco.

Outro aspecto que vem chamando atenção é o aumento da procura por seguros específicos para veículos recém-lançados. Muitos consumidores preferem contratar a proteção imediatamente após a compra para evitar exposição financeira durante os primeiros meses de uso, período em que o veículo apresenta maior valor de mercado e, consequentemente, maior impacto patrimonial em caso de perda total.

O mercado brasileiro de seguros automotivos tem demonstrado capacidade de adaptação às mudanças tecnológicas da indústria automotiva. Com o avanço dos carros conectados e a introdução de novos recursos de segurança ativa, seguradoras investem em modelos de análise cada vez mais sofisticados para oferecer produtos alinhados às características dos veículos modernos.

A tendência é que o Hyundai i20 2027 acompanhe esse movimento, atraindo a atenção de seguradoras e consumidores interessados em soluções de proteção adequadas ao perfil do automóvel. Além da cobertura tradicional contra colisões e roubos, cresce o interesse por serviços agregados que proporcionem conveniência e suporte em situações emergenciais.

A conscientização sobre a importância do seguro automotivo tem aumentado nos últimos anos. A proteção deixou de ser vista apenas como uma despesa adicional e passou a integrar o planejamento financeiro de proprietários que desejam preservar seu patrimônio e reduzir riscos decorrentes de eventos inesperados.

O lançamento do Hyundai i20 2027 reforça essa realidade ao evidenciar a necessidade de análise prévia dos custos relacionados à propriedade do veículo. Além do preço de aquisição, despesas com manutenção, documentação, combustível e seguro devem ser consideradas para uma tomada de decisão mais segura e estratégica.

Com perspectivas positivas para o segmento de hatchbacks compactos, o modelo chega ao mercado cercado por expectativas e análises de especialistas. Nesse cenário, o seguro auto surge como um dos principais temas de interesse entre consumidores que acompanham as novidades do setor automotivo e buscam informações completas para avaliar o custo-benefício do novo veículo.

TikTok: live commerce ganha força no Brasil

TikTok: live commerce ganha força no Brasil
TikTok: live commerce ganha força no Brasil

O comércio eletrônico brasileiro vive uma nova fase com a ascensão do live commerce, modelo que combina entretenimento e vendas em tempo real. O formato, que já movimenta bilhões na Ásia, tem ganhado força no Brasil, especialmente por meio do TikTok Shop, que transformou transmissões ao vivo em um dos principais canais de consumo digital.

Segundo relatório do Banco Santander, divulgado pela CNN Brasil, o TikTok deve movimentar cerca de R$ 39 bilhões no Brasil até 2028, consolidando-se como concorrente direto do e-commerce tradicional.

Dados da própria plataforma mostram que o TikTok cresceu 102 vezes apenas no primeiro ano de operação no país, impulsionado pelo modelo de “Compra por Descoberta”. Hoje, 57,8% dos usuários concluem compras diretamente no TikTok Shop após descobrirem um produto durante a navegação.

Para Gustavo Magalhães, CEO da Dreams Nutrition, especializada em suplementos alimentares, o live commerce deixou de ser nicho e se tornou canal principal. “As vendas ao vivo no TikTok Shop cresceram 143% no pico do fim de ano, e o Brasil já figura como o segundo maior mercado global do formato. É como se a TV de vendas dos anos 90 tivesse renascido no celular, com uma diferença: quem fala é uma pessoa real, não uma propaganda polida”, afirma.

O executivo destaca que o comportamento do consumidor mudou diante da combinação entre entretenimento e compra em tempo real. “O consumidor parou de planejar e começou a descobrir. Antes ia até a marca; hoje a marca aparece no meio do entretenimento dele. No vídeo curto, é compra de impulso, com valor baixo e decisão rápida. Na live é o oposto: a pessoa fica trinta, quarenta minutos, faz perguntas, troca mensagem, vê outros compradores na tela. Aqui o ticket sobe, porque, quando a dúvida vira conversa, a objeção cai”, avalia.

A expansão do live commerce está diretamente ligada à creator economy, em que influenciadores digitais se tornam protagonistas da construção de marcas. De acordo com Gustavo Magalhães, o criador virou o filtro de confiança de uma geração que cansou de propaganda. “Quando uma marca fala dela mesma, o consumidor desconfia. Quando uma pessoa comum, que parece com ela, fala que usa o produto, ela acredita. Não é só sobre aparecer bem na câmera, é sobre ter rotina parecida com a da audiência”, afirma.

Nesse cenário, a Dreams Nutrition tem apostado em uma estratégia baseada em comunidade. “Atualmente contamos com mais de mil mulheres criando conteúdo da marca, com produtos desenhados para serem descobertos e formatos fora da cápsula tradicional, fáceis de mostrar e de incluir na rotina. O resultado são milhares de pedidos por live e uma marca que cresce sem precisar de anúncio gigante”, ressalta.

Gustavo Magalhães explica que a funcionalidade do TikTok está na combinação entre algoritmo e experiência integrada, em que a plataforma premia o bom conteúdo e não apenas o criador famoso. “Uma criadora com 4 mil seguidores que fala de um problema real bate o influenciador com um milhão. Conteúdo bom ganha, e a venda vai junto. Além disso, a compra acontece dentro do próprio app, sem fricção”, detalha.

Essa lógica tem transformado o setor de suplementos e outras categorias. Moda, beleza e cuidados pessoais também avançam no modelo, aproveitando a interação em tempo real para quebrar objeções que antes travavam a compra online.

O CEO projeta que, nos próximos anos, o live commerce deve se consolidar como canal padrão de vendas em diversas áreas. “O motivo é simples: na live, a conversa em tempo real quebra objeções que nenhum site quebra. Toda dúvida que vira resposta na hora se transforma em venda. A relação marca-criador deve se profissionalizar, e as empresas que tratarem criadores como sócios, e não apenas como mídia paga, devem crescer ainda mais”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://dreamsnutrition.com.br/

IA influencia e molda cada vez mais a reputação de marcas

IA influencia e molda cada vez mais a reputação de marcas
IA influencia e molda cada vez mais a reputação de marcas

A inteligência artificial generativa já faz parte da rotina de 50 milhões de brasileiros, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2025, do Cetic.br, divulgada em dezembro de 2025. Boa parte dessas pessoas faz aos modelos de linguagem, como ChatGPT, Gemini e Perplexity, perguntas que antes digitavam nos buscadores: qual marca escolher, qual empresa é referência, em que produto confiar. Essa mudança redefine a forma como marcas, produtos e serviços são descobertos e recomendados.

A diferença em relação ao modelo anterior está na resposta. Em vez de devolver uma lista de links para o usuário escolher, a IA entrega uma resposta única, com nomes de empresas e produtos. Marcas que não são citadas tendem a ficar de fora da escolha, o que transfere parte da gestão de reputação para a maneira como os modelos interpretam e resumem informações públicas sobre cada empresa.

Pesquisas recentes indicam de onde a IA extrai essas recomendações. Um estudo da Muck Rack deste ano, que analisou mais de 25 milhões de links, apontou a mídia espontânea como principal origem das citações. Já um levantamento da Meltwater, divulgado em maio de 2026 a partir de 9,5 milhões de citações, mostrou que plataformas como LinkedIn, Reddit e YouTube respondem por 47,5% das menções em respostas de IA, contra 18,7% vindas de sites das próprias empresas. Os dados sugerem que conteúdo de terceiros e cobertura jornalística pesam mais do que material publicado pela própria marca.

É nesse cenário que a agência de relações públicas Modocon criou uma nova abordagem no setor, que chamou de reputação generativa. O conceito, ainda novo no mercado, estrutura a gestão de reputação digital em seis camadas conectadas: mídia conquistada, conteúdo próprio, autoridade de marca e de executivos, otimização para busca (SEO), otimização para respostas de IA (GEO) e monitoramento do que os modelos passam a responder sobre a empresa.

Na prática, a lógica está no encadeamento: uma matéria publicada em um veículo jornalístico é indexada pela busca, pode entrar nos resumos de IA e ainda reforça o perfil do executivo nas redes, cada peça sustentando a seguinte. "Uma assessoria de imprensa que não conversa com a estratégia de conteúdo rende mídia, mas perde força na busca e nas IAs. Já a otimização voltada apenas para mecanismos generativos coloca a marca na resposta sem o respaldo editorial que sustenta a recomendação. É preciso integrar as duas pontas", afirma Alex Cabral, diretor da Modocon Comunicação.

Para Cabral, o ponto central não é aparecer na IA, mas manter ao longo do tempo uma narrativa coerente sobre a empresa. "Reputação generativa é tratar mídia conquistada, conteúdo próprio, busca e respostas de IA como um sistema único de reputação digital, para que a empresa seja descrita e percebida pela versão que escolheu contar de si. Quem não acompanha e gerencia a própria narrativa corre o risco de ser apresentado pela versão que a internet montou no automático, e isso é um sério risco reputacional", conclui.

Salute completa 30 anos, recebe prêmio e abre unidades no RS

Salute completa 30 anos, recebe prêmio e abre unidades no RS
Salute completa 30 anos, recebe prêmio e abre unidades no RS

No ano em que a Salute Rede de Clínicas completa três décadas de atuação na Grande Porto Alegre, a empresa foi reconhecida como a marca mais lembrada pelos gaúchos na edição 2026 da pesquisa "Top of Mind RS – As Marcas do Rio Grande", promovida pelo Grupo Amanhã há 36 anos e considerada a mais importante pesquisa regional de marcas do Brasil. O levantamento foi conduzido entre janeiro e abril com 1.200 entrevistados de todas as classes sociais, faixas etárias e mesorregiões do estado; a Salute obteve "16,7% das menções espontâneas" em sua categoria. A metodologia considera a primeira marca que vem à mente do consumidor, sem qualquer indução, o que torna o resultado um indicador direto de presença na memória do público gaúcho.

A premiação acompanha um cenário de crescimento expressivo para o setor de clínicas acessíveis no Brasil. Dados da "Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)" indicam que o Brasil tinha 52,2 milhões de beneficiários de planos médico-hospitalares privados em janeiro de 2025. Considerando a estimativa populacional de 213,4 milhões de habitantes divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ("IBGE") para 2025, isso significa que aproximadamente 160 milhões de pessoas não contam com esse tipo de cobertura privada, dependendo do Sistema Único de Saúde (SUS) ou arcando diretamente com custos de consultas e exames. Para quem arca com os custos do próprio bolso, uma consulta com especialista no sistema particular custa entre R$ 195 e R$ 275, sem nenhuma garantia sobre o quanto será gasto no mês seguinte.

A Salute atua nesse segmento desde 1996, quando foi fundada com a proposta de oferecer atendimento de alto padrão de forma simples e acessível. O modelo é baseado em assinatura mensal, com diferentes "opções de planos" disponíveis no site da empresa. Pela modalidade, o assinante tem acesso imediato e facilitado a consultas em mais de 30 especialidades médicas — entre elas clínica geral, pediatria, cardiologia, psiquiatria, neurologia, dermatologia, ortopedia, endocrinologia e ginecologia —, além de odontologia completa, mais de 1.000 opções de exames com preços exclusivos e pronto atendimento 24 horas.

Os valores são os mesmos para adultos e crianças, sem distinção de valores por faixa etária. Ao contrário dos planos de saúde convencionais, não há período de carência: o uso começa no mesmo dia da adesão, sem formulários nem autorizações prévias. A Assinatura Salute não é um plano de saúde e não garante cobertura financeira ou internação hospitalar; o acesso aos serviços ocorre mediante pagamento a cada evento.

Assinantes com mais de um ano de contrato têm acesso ao programa Salute+, com preços ainda menores. A rede mantém também parceria com laboratórios, centros de diagnóstico e grandes redes de farmácias, que concedem descontos de até 50% em medicamentos. O modelo ainda permite incluir dependentes sem necessidade de vínculo familiar, o que amplia o alcance para casais, grupos e outros arranjos domésticos.

O reconhecimento no Top of Mind coincide com um ciclo de expansão física da rede. Em 2026, a Salute inaugurou unidades no Centro de Porto Alegre e em Viamão, chegando a "dez unidades próprias" distribuídas na capital gaúcha e na região metropolitana, que inclui Gravataí, Alvorada, Canoas e Cachoeirinha. A unidade da Avenida Assis Brasil opera em regime 24 horas todos os dias do ano, incluindo feriados. Novas inaugurações estão previstas para os próximos meses.

Atualmente, a rede soma mais de 50 mil assinantes ativos, realiza mais de 450 mil atendimentos por ano e conta com mais de 600 colaboradores, sendo 200 médicos especialistas. "Conseguimos mostrar que é possível pagar um valor justo por um atendimento médico de qualidade", afirma o CEO Rafael Sá. "O time da Salute é formado por profissionais experientes, apaixonados pelo que fazem e comprometidos com o bem-estar de cada paciente", complementa.

Para Sá, a lógica da expansão é a mesma desde a fundação da empresa: "Crescer, para a Salute, sempre teve um significado claro: estar cada vez mais próxima das pessoas e facilitar o acesso à saúde de qualidade".

A empresa integra o programa "Choosing Wisely", iniciativa internacional de medicina baseada em evidências que incentiva protocolos clínicos auditados para evitar procedimentos desnecessários, trabalho liderado pelo diretor médico "Dr. Erno Harzheim" (CRM-RS 23815). A responsabilidade técnica médica é da Dra. Lídia Sá (CRM-RS 9814) e a odontológica, de Marcelo Goulart (CRO-RS 15225). Informações sobre os serviços, unidades e condições de acesso podem ser consultadas no "site oficial da rede".

Transportadoras devem apresentar três seguros obrigatórios

Transportadoras devem apresentar três seguros obrigatórios
Transportadoras devem apresentar três seguros obrigatórios

A partir de 1º de julho, as Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC), incluindo as registradas como MEI (microempreendedor individual) e ME (microempresa), precisam comprovar a contratação de três seguros obrigatórios ou terão o registro para operar suspenso pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A obrigatoriedade tem base na Lei nº 11.442/2007, alterada pela Lei nº 14.599/2023, que exige que todos os transportadores rodoviários de cargas mantenham as três coberturas ativas: o RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), voltado a danos à carga por acidentes como colisões e tombamentos; o RC-DC (Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga), que cobre casos de roubo ou extravio; e o RC-V (Responsabilidade Civil de Veículo), que protege contra danos a terceiros causados durante o transporte.

Já a Resolução 6.068/2025 da ANTT estabelece que as empresas precisam comprovar essas coberturas ativas para manter seu Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Carga (RNTRC).

A ANTT firmou um convênio com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) para que o período de homologação do sistema de validação eletrônica das apólices, em fase orientativa e educativa, conduzida, se estenda até 30 de junho. A partir de 1º de julho, transportadores sem as três coberturas terão o RNTRC suspenso automaticamente e ficarão impedidos de operar. Os infratores também estarão sujeitos a multas de até R$ 10.500 por ocorrência.

A distinção entre o MEI transportador e o Transportador Autônomo de Cargas (TAC) é central para compreender quem está sujeito à obrigação. O TAC atua, principalmente, como subcontratado de uma transportadora e sua cobertura é garantida pelas apólices do contratante. Já o MEI e o ME, por sua vez, são enquadrados como empresas de transporte e podem ser contratados diretamente por embarcadores, emitindo seus próprios documentos fiscais, ou como subcontratados por uma outra ETC. Em qualquer dessas condições, a contratação das apólices é de sua inteira responsabilidade e obrigatória para manter o RNTRC ativo.

No setor de transporte de cargas, a conformidade regulatória não é apenas uma obrigação legal: é um fator crítico para a segurança operacional e a proteção financeira de embarcadores e transportadoras. Uma falha nesse aspecto pode gerar impactos diretos, como a negativa de cobertura de seguros e riscos à integridade das operações.

Quando um MEI ou ME apresentar irregularidade no seu RCTRC e este não estiver válido, em caso de contratação direta pelo embarcador ou de subcontratação por outra ETC, esta falha poderá implicar na negativa de cobertura do seguro do seu contratante ou subcontratante (bastando proceder à análise das disposições da Carta Circular SUSEP n. 03/12 – SUSEP/DIRAT/CGPRO).

Solução da Pamcary para MEIs

Para atender a essa demanda, a Pamcary, empresa especializada em gestão de riscos e seguros para o transporte rodoviário de cargas, desenvolveu um pacote exclusivo para empresas do setor que atuam como MEI ou ME. O produto reúne as três apólices exigidas pela ANTT, com preços em condições especiais para essas categorias e com validade de 12 meses.

Após a contratação das apólices, a averbação do seguro só é necessária quando o MEI ou ME emitir Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) ou Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico (MDF-e) em nome próprio — momento em que o transportador paga apenas o prêmio correspondente à carga e ao trajeto daquela operação.

A contratação é inteiramente digital pelo aplicativo Telerisco: o motorista realiza cadastro gratuito, acessa o módulo de seguros e recebe propostas, apólices e certificado de seguro de forma instantânea, disponíveis no celular para apresentação imediata à ANTT ou em fiscalizações.

"Nossa solução inovadora foi desenvolvida para que o MEI Transportador possa cumprir suas obrigações sem burocracia, de custo acessível e fácil compreensão, customizada na medida para ele como pequeno empresário. As negociações e contratações são feitas por celular, o que garante mobilidade e acessibilidade incomparáveis para esse profissional da boleia. Com as três apólices contratadas em poucos segundos, de onde quer que esteja, ele garante seu RNTRC ativo, pode seguir operando e ainda amplia suas possibilidades de negócio ao viabilizar sua contratação direta pelos embarcadores", afirma Marcos Gigli, vice-presidente Comercial da Pamcary.

Sobre a Pamcary

A Pamcary é especializada em gestão de riscos e seguros para o transporte rodoviário de cargas no Brasil, com soluções voltadas a transportadores autônomos, MEI, empresas e cooperativas de transporte.

Sobre o Telerisco

Com mais de 35 anos de mercado, o Telerisco é uma plataforma destinada a mitigar riscos na contratação de transporte rodoviário de carga. Seu cadastro conta com mais de 4 milhões de motoristas e proprietários de veículos e mais de 1 milhão de veículos. A cada mês, a plataforma recebe mais de 500 mil consultas e 40 mil pesquisas.

Mais informações disponíveis em: https://www1.gps-pamcary.com.br/ e https://www.telerisco.com.br/

AdLocal alcança 184 mil seguidores em menos de 6 meses

AdLocal alcança 184 mil seguidores em menos de 6 meses
AdLocal alcança 184 mil seguidores em menos de 6 meses

As interações espontâneas nas redes sociais, aquelas que não dependem de impulsionamento pago, vêm apresentando retração em diferentes segmentos do mercado digital. Levantamento da Hootsuite, publicado em abril de 2025, aponta taxa média de engajamento de 3,5% no Instagram, considerando o conjunto das principais indústrias. Já o relatório do Socialinsider identificou queda aproximada de 24% no engajamento ano a ano, especialmente entre contas de médio e grande porte, enquanto a Sprout Social aponta medianas próximas de 0,36% ao calcular interações proporcionais ao número de seguidores.

Nesse cenário de maior concorrência pela atenção do público e de mudanças constantes nos sistemas de recomendação das plataformas, o ritmo de crescimento da base de seguidores passou a ser acompanhado de perto por empresas e criadores como indicador de desempenho nas redes.

É nesse contexto que a AdLocal, agência de marketing digital com sede no Rio Grande do Sul, ultrapassou a marca de 184 mil seguidores em seu perfil no Instagram, total alcançado em menos de seis meses. Segundo dados monitorados pela plataforma mLabs, com base nos relatórios do Instagram, a base acumulou crescimento de 123.780 seguidores no período.

A operação da agência combina publicação diária com leitura contínua de dados de audiência. A equipe acompanha o desempenho de cada conteúdo para calibrar formatos e abordagens sobre modelos de negócios criativos, produtos, serviços e ideias pouco convencionais, apresentados em formato adaptado ao consumo de vídeos curtos. Essa análise orienta as decisões editoriais seguintes.

Para Filipe Ruga, CEO da AdLocal, acompanhar a evolução do comportamento do público é parte central do trabalho. "As redes sociais e o comportamento das pessoas mudam o tempo todo, e estar atento a essas mudanças é essencial para quem trabalha e se propõe a entregar resultados nesse mercado. Acompanhamos de perto o comportamento da audiência e usamos esses dados para refinar o que publicamos. A frequência mantém o perfil no fluxo de recomendação e a consistência editorial ajuda a converter alcance em novos seguidores", afirma.

As plataformas e os hábitos de consumo de conteúdo se transformam de forma constante, o que tem exigido acompanhamento contínuo de quem busca resultados na área. Nesse contexto, a discussão sobre desempenho nas redes sociais passou a considerar não apenas o tamanho da audiência, mas a capacidade de ampliá-la de forma consistente ao longo do tempo.

Mais informações estão disponíveis em: https://www.adlocal.com.br/

Neurociência ajuda a explicar decisões de consumo

Neurociência ajuda a explicar decisões de consumo
Neurociência ajuda a explicar decisões de consumo

A relação entre emoção, comportamento e tomada de decisão tem sido objeto de estudo em áreas como neurociência, psicologia comportamental e marketing. Pesquisadores como António Damásio e Daniel Kahneman desenvolveram trabalhos que analisam a participação de processos emocionais e cognitivos nas escolhas realizadas pelas pessoas em diferentes contextos.

Esses temas são abordados no e-book Código da Decisão, da estrategista de marca Jessica Otte. A publicação reúne referências de pesquisadores e autores ligados ao estudo do comportamento humano para discutir como fatores emocionais podem influenciar a forma como consumidores interpretam mensagens e tomam decisões.

De acordo com o conteúdo apresentado no material, aspectos relacionados à percepção de relevância, confiança e identificação tendem a participar do processo de interpretação de estímulos e mensagens, incluindo aquelas produzidas por marcas e empresas.

Segundo a autora, compreender esses mecanismos pode contribuir para uma leitura mais ampla sobre comunicação e comportamento.

"A decisão não acontece apenas no campo lógico. Existe um processamento emocional que antecede a justificativa racional, e isso impacta diretamente a forma como as pessoas interpretam mensagens", afirma.

O material também apresenta discussões sobre conceitos associados aos estudos de Daniel Kahneman e Robert Cialdini, além de exemplos utilizados para ilustrar a aplicação desses conhecimentos em contextos de comunicação e marketing.

Outro tema abordado na publicação é o uso de ferramentas tecnológicas, incluindo inteligência artificial, em processos de produção de conteúdo. Segundo a autora, essas tecnologias podem ser utilizadas como apoio operacional em atividades de análise e criação, mantendo a interpretação estratégica como uma atribuição humana.

"Ferramentas de IA podem apoiar a produção e análise de conteúdo, mas a definição estratégica ainda depende da interpretação humana sobre comportamento, contexto e cultura", diz.

A publicação reúne conceitos, referências bibliográficas e estudos de caso relacionados à comunicação, comportamento do consumidor e construção de mensagens em ambientes digitais.

Cooperativas de crédito avançam e ganham força no Brasil

Cooperativas de crédito avançam e ganham força no Brasil
Cooperativas de crédito avançam e ganham força no Brasil

O cooperativismo de crédito segue ganhando espaço no sistema financeiro brasileiro, com crescimento superior ao dos bancos tradicionais e indicadores consistentes de solidez. Dados do Banco Central mostram que o segmento vem se expandindo em ritmo acelerado, consolidando-se como alternativa competitiva no país.

Em 2024, segundo o Banco Central, os ativos das cooperativas atingiram cerca de R$ 885 bilhões, com crescimento acima de 20%, enquanto o restante do sistema financeiro avançou em ritmo menor.

Outro diferencial está na presença territorial. As cooperativas já atendem cerca de 58% dos municípios brasileiros e, em muitos casos, são a única alternativa de atendimento financeiro presencial, ampliando a inclusão financeira no país.

Além da expansão, o modelo se destaca pelos indicadores financeiros. As cooperativas operam com índice médio de Basileia em torno de 18,1%, acima do mínimo regulatório, e estudos apontam níveis de inadimplência inferiores aos dos bancos tradicionais.

Outro aspecto que diferencia o setor é a distribuição dos resultados. Ao contrário dos bancos, que destinam lucros a acionistas, as cooperativas devolvem as chamadas "sobras" aos próprios cooperados.

Exemplo disso é o Sicoob Credicom, que anunciou a distribuição de R$ 209 milhões em sobras referentes a 2025. Para o presidente da instituição, Dr. João Augusto Oliveira Fernandes, o resultado reflete a essência do modelo:

"A distribuição das sobras/cashback é uma das maiores expressões do nosso modelo, representando a devolução de um resultado construído coletivamente, com responsabilidade e participação ativa. Esse resultado reforça a solidez da cooperativa e o compromisso em gerar valor para todos".

Com crescimento consistente, forte capitalização e participação crescente no mercado, o cooperativismo de crédito se consolida como um modelo que alia competitividade, proximidade e geração de valor compartilhado.

Varejista reformula plano de comissões para proteger margem

Varejista reformula plano de comissões para proteger margem
Varejista reformula plano de comissões para proteger margem

Uma grande varejista registrava crescimento de vendas e faturamento, mas sua margem era gradualmente reduzida pelo próprio modelo de comissão. O caso demonstra como planos de remuneração podem estimular comportamentos desalinhados à estratégia da empresa, concentrando esforços em produtos menos rentáveis e comprometendo a qualidade do crescimento.

Em uma operação de varejo especializado com cerca de 140 lojas e mais de 1.300 profissionais na área comercial, receita e margem cresciam, porém os gastos com remuneração variável avançavam em ritmo superior. O resultado era uma expansão cada vez menos eficiente do ponto de vista econômico.

O diagnóstico revelou que o principal produto da empresa respondia por 69% do faturamento, mas apenas 50% da margem total. Mesmo assim, concentrava 55% de toda a comissão paga ao time comercial. Apesar de possuir baixa margem percentual, era um produto conhecido pelo mercado, de venda rápida e que exigia pouco esforço comercial. Para os vendedores, representava a combinação ideal de maior retorno com menor trabalho. Para a empresa, porém, essa lógica prejudicava a rentabilidade.

Segundo Fernando Furtado, fundador da Qore Consultoria e responsável pela reformulação do projeto de remuneração, o comportamento dos vendedores era consequência natural do desenho do plano de remuneração. "O vendedor não estava errado. O desenho econômico é que estava. As pessoas tendem a buscar o maior retorno com o menor esforço possível. Se o plano torna racional focar em um produto mais fácil, não adianta exigir depois uma venda mais consultiva ou estratégica", explica.

A solução foi substituir a comissão fixa de 1,2% por uma faixa variável entre 0,9% e 1,3%, condicionada à venda de outros produtos estratégicos. Itens mais rentáveis tiveram suas comissões aumentadas e foi criado um acelerador que adicionava 10% sobre a comissão mensal para quem atingisse metas de vendas combinadas. O objetivo não era reduzir ganhos, mas direcionar o esforço comercial para produtos mais alinhados à estratégia da empresa.

As simulações mostraram que uma queda de 5% nas vendas do produto principal poderia ser compensada por crescimento semelhante nas demais linhas, preservando a margem total. Uma alternativa mais agressiva chegou a ser estudada, mas foi descartada por ser mais complexa e potencialmente reduzir a remuneração média dos vendedores.

A implementação enfrentou forte resistência. Muitos profissionais interpretaram a mudança como perda de renda e, em algumas lojas, equipes inteiras pediram desligamento. A empresa manteve o projeto, reforçou treinamentos e sustentou o novo modelo.

Seis meses após a implantação, a remuneração média dos vendedores aumentou cerca de 6%. O produto principal continuou relevante, mas houve maior foco em itens de maior margem e mais aderentes à estratégia do negócio. Parte dos profissionais que havia saído demonstrou interesse em retornar ao observar os resultados alcançados pelos colegas.

Para Furtado, a discussão sobre remuneração variável começa pela elegibilidade: nem toda função ou produto deve ter comissão atrelada a vendas. Depois disso, o modelo deve ser desenhado considerando fatores como responsabilidade comercial, ciclo de venda, complexidade da oferta, relevância estratégica e capacidade de mensuração dos resultados.

No projeto, gestores receberam uma estrutura diferente da equipe de vendas, com bônus trimestral baseado em faturamento da loja, venda de produtos estratégicos, margem líquida e satisfação dos clientes. A lógica foi adaptar os incentivos às responsabilidades de cada função.

O caso reforça que o principal desafio da remuneração variável não é definir quanto pagar, mas garantir que os incentivos recompensem os comportamentos que levarão a empresa ao próximo estágio de crescimento. Muitas organizações atualizam produtos, metas e estratégias, mas mantêm planos de remuneração antigos. Quando isso acontece, a estratégia evolui, mas os incentivos continuam premiando o passado. Revisar o modelo de remuneração torna-se, então, uma ferramenta importante para proteger a rentabilidade e sustentar o crescimento do negócio.

Sobre Fernando Furtado

Fernando Furtado é fundador da Qore Consultoria e possui mais de 15 anos de experiência em Recursos Humanos e remuneração estratégica. O caso apresentado é baseado em um projeto real conduzido pelo consultor, com a identidade da empresa e informações sensíveis preservadas por questões de confidencialidade.

Nova IA no atendimento gera 62% mais vendas

Nova IA no atendimento gera 62% mais vendas
Nova IA no atendimento gera 62% mais vendas

O volume de leads gerados por uma operação não diz muito sobre a eficiência dela, principalmente se a empresa não consegue atender rápido. Segundo dados da Velocify, responder em até um minuto aumenta as chances de conversão em até 391%. Na prática, a velocidade e a continuidade do atendimento deixaram de ser diferenciais e passaram a influenciar diretamente os resultados de vendas.

"O problema de muitas empresas hoje não é falta de lead. É falta de estrutura para manter a conversa viva até a venda acontecer", afirma Luis Ribas, CEO da Chronos.

Isso tem levado empresas a buscar alternativas ao atendimento manual por WhatsApp, como os agentes da Chronos IA. Uma empresa especializada no desenvolvimento de agentes de inteligência artificial para empresas via WhatsApp. O funcionamento difere dos chatbots tradicionais: em vez de seguir fluxos fixos de respostas, os agentes interpretam o contexto da conversa, identificam a intenção do lead, fazem follow-ups automáticos e mantêm o atendimento ativo fora do horário comercial. No modelo adotado pelas empresas, o agente conduz as etapas iniciais, como qualificação, perguntas de contexto, dúvidas recorrentes e agendamentos, enquanto o vendedor humano é acionado apenas nos momentos decisivos da negociação, com o histórico completo disponível para orientar a abordagem.

"O mercado ainda confunde automação com inteligência. Muitas soluções apenas aceleram respostas. O desafio real é sustentar uma conversa comercial e trazer venda", completa Luis Ribas.

A eficiência aparece nos números de duas formas diferentes. Em 2024, uma das empresas testou os dois modelos ao mesmo tempo, por 2 meses: de um lado, um agente de IA. Do outro, o time comercial atendendo de forma manual. No modelo com IA, 49% dos leads viraram agendamentos. No fluxo manual, 40%. A diferença ficou mais clara nas vendas fechadas: o modelo com IA gerou 47 vendas, contra 29 no fluxo convencional — um crescimento de 62% no faturamento total.

Já na outra empresa, o resultado já veio na fase de teste do piloto. Logo nos primeiros dias, o agente trouxe um aumento de 30% nos agendamentos. O gargalo identificado pelos gestores não estava na quantidade de leads, mas na capacidade de atender com alta demanda. O lead que antes esfriava por falta de retorno passou a receber atendimento imediato, 24 horas por dia.

A Chronos atua em setores como mercado imobiliário, advocacia, comércio, fábricas e telefonia, com mais de 300 agentes implementados. Qualquer empresa com fluxo de atendimento no WhatsApp pode implementar a solução, com integrações disponíveis em CRM, ERP ou sistemas personalizados conforme a necessidade.

Mais informações estão disponíveis em https://chronos-ia.com/contato?artigo=cases.

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