A MediaTek teve forte desempenho no primeiro trimestre de 2020 na América Latina. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com isso, volta a ocupar a liderança do mercado de chips para smartphones na região. A companhia atingiu no período quase 32% do market share do setor, segundo o estudo Quarterly Mobile Phone Tracker, da IDC, superando todos os outros fabricantes. No mesmo período do ano passado a companhia tinha 18,34% de participação nesse mercado.

Com relação aos principais mercados na região, no Brasil, equipando uma grande oferta de smartphones básicos e intermediários, a MediaTek saltou de 11,09% de participação no mercado de chipsets para smartphones no primeiro trimestre de 2019 para 32,7% nos três primeiros meses de 2020, ocupando no momento o segundo posto.

O forte desempenho da empresa também tem sido registrado em outros países importantes da região, como México, Argentina e Chile, nos quais a MediaTek já conquistou a liderança.  No primeiro deles, o market share saltou de 18,65% no primeiro trimestre do ano passado para cerca de 30% no mesmo período de 2020, enquanto que na Argentina passou de 23,29% para 44,21% e no Chile foi de 9,95% para 27,5%.

“O crescimento e a conquista da liderança na América Latina mostram que a MediaTek está no caminho certo, com a oferta de um portfólio completo de chips 4G, com produtos que integram tecnologia de última geração, com alta confiabilidade e qualidade.  E com novos chipsets 5G a caminho”, afirma Hugo Simg, diretor de vendas corporativas da MediaTek para a América Latina.

Vale lembrar que os chipsets da MediaTek são utilizados por quase todos os principais fabricantes de smartphone do planeta, como LG, Motorola, Samsung e Xiaomi, entre outros.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA
MediaTek recupera a liderança do mercado de chips para smartphones na América Latina

 

Veja também
Home office para quem? Pandemia revela exclusão digital
WhatsApp Web receberá recurso para chamadas de vídeo com até 50 participantes
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap