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Projeto leva empreendedorismo e engenharia para as escolas públicas

Viabilizado pela Lei de Incentivo ao Esporte, realizado pelo IDEC e patrocinado pela Enel Distribuição Rio, o Desafio 4×4 nas Escolas é uma competição de empreendedorismo e engenharia para alunos e professores de escolas públicas de Magé e Guapimirim. Entre maio e outubro, os alunos receberão treinamentos para desenvolverem suas competências nas áreas de tecnologia, empreendedorismo e cidadania para formar profissionais criativos e cidadãos conscientes de seu potencial na sociedade.

Waldemar Battaglia, coordenador geral do Desafio 4×4 nas Escolas, conta um pouco sobre o impacto do projeto nas vidas dos participantes. “Os alunos são realmente protagonistas dos projetos. Ao deixar as decisões nas mãos deles, o 4×4 nas Escolas estimula a busca de soluções criativas para os desafios que eles enfrentarão”.

A trilha de desenvolvimento dos alunos é planejada para estar alinhada com a nova Base Nacional Comum Curricular, e as atividades visam contribuir para amenizar as dificuldades e os desafios atuais da educação brasileira.

O Desafio 4×4 aproxima os alunos de escolas públicas de novas tecnologias utilizadas no mercado, e busca auxiliar na redução a evasão escolar por meio de projetos desafiadores que estimulam o jovem a trabalhar em equipe e colocar em prática os conceitos aprendidos em sala de aula.

“Tudo que a gente apresenta de novidade empolga os alunos. Estamos levando uma mudança de paradigma, um conceito empreendedor que para os alunos nem sempre é tão fácil ou normal de se compreender”, reforça Douglas Reis, professor do Desafio 4×4.

Para a final presencial, que celebrará o encerramento do projeto, as equipes desenvolvem um carro elétrico de controle remoto, que deverá cumprir uma pista de obstáculos, e apresentar um projeto empreendedor em que detalham uma proposta empreendedora, com planejamento de marca e captação de recursos.

Um dia no automobilismo

Com o objetivo de apresentar os participantes ao universo do automobilismo e proporcionar um momento de descontração e integração entre todos, aconteceu entre os dias 16 e 18 de agosto baterias de corridas em karts elétricos no Kartódromo Internacional de Guapimirim.

Divididos em mais de 10 baterias ao longo dos três dias, os participantes também contaram com uma palestra dada pela piloto Bia Figueiredo, que deu uma aula introdutória aos alunos sobre como andar de kart, segurança no trânsito e na pista e as inúmeras possibilidades de carreira nas corridas, que vão muito além do piloto.

Nas palavras de Bia Figueiredo, “Esses três dias foram muito intensos e especiais, tanto para mim quanto para os alunos. Dar a esses jovens a experiência esportiva no kart e apresentar o leque de possibilidades de trabalho dentro do automobilismo se soma muito com a proposta empreendedora que o Desafio 4×4 proporciona. Vi muita alegria e potencial em todos e acredito que o projeto possa mudar o futuro deles para melhor com as portas e possibilidades que foram abertas”.

Para mais fotos do evento, basta acessar: https://bit.ly/3pvuxbb

Informações para a imprensa

Mariana Franceschinelli | mariana@agenciamam.com | 11 99123.9401



Cloud: quais as utilizações e vantagens da tecnologia para as empresas?

Se as tecnologias já fazem parte do dia a dia das pessoas físicas, para as pessoas jurídicas não é diferente. Exemplo disso, um estudo desenvolvido pela Totvs revelou que 94% dos varejistas brasileiros têm ao menos um canal de vendas no ambiente on-line. Com isso, o comércio eletrônico já é responsável por 14% do faturamento médio dos negócios.

De acordo com dados do estudo, compartilhado pelo site Mercado & Consumo, a maior parte dos negócios investiu em canais virtuais para garantir melhor proximidade e atendimento, além de fidelizar e conquistar os consumidores.

Em entrevista ao site Varejo S.A, Claudenir Andrade, diretor de software houses da Afrac (Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços), afirmou que “toda empresa vai precisar da tecnologia para sobreviver, independente da área de atuação do negócio”.

Cristina Boner, fundadora do grupo Drexell e GW Cloud, destaca que as tecnologias de cloud computing, especificamente, passaram da fase de promessa e começaram a dar resultados reais. “Os serviços de cloud se tornaram estratégicos para o mundo corporativo. A tecnologia de nuvem permite ações mais rápidas, principalmente no que se refere à adequação das mudanças de mercado cada vez mais constantes”.

O setor de nuvem privada/híbrida do Brasil avança diante de questões regulatórias e de segurança, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), em um panorama de crescente aderência ao home office.

Dados do relatório “ISG Provider Lens™ Next-Gen Private/Hybrid Cloud – Data Center Services and Solutions 2022”, publicado pelo ISG (Information Services Group), empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia, apontam que as empresas do país estão engajadas com a resiliência e agilidade de suas operações de TI (Tecnologia da Informação), o que repercute no avanço de serviços de nuvem privada e híbrida. 

Segundo uma análise da base de dados da Sky.One, 87% das empresas que migraram para a nuvem entre 2020 e 2021 são de pequeno porte, com até cinquenta colaboradores. Entre os negócios de grande porte, com mais de cem funcionários, a adesão foi de 13%.

Cloud oferece benefícios para as empresas

Boner conta que o uso da nuvem nos processos corporativos gera ambientes de trabalho flexíveis e permite formar processos mais eficientes por meio da integração de informações, além de usar a automação para ter o mínimo de interferência humana. “O cloud computing é uma tecnologia com bom custo-benefício, dispensa manutenções em data centers e investimentos em hardware utilizado no armazenamento e backup”, completa.

A empresária conta que a nuvem pode trazer mais flexibilidade, agilidade, escalabilidade e mobilidade para um negócio. “A nuvem é onipresente e você não pode fugir. O recurso está em toda parte e permite facilidade de acesso aos dados, oferecendo comunicação fluida”, pontua. “Com o cloud, vários usuários podem trabalhar de forma simultânea em um projeto, sem falhas. Isso diminui o custo e fabrica um modelo de trabalho robusto”, complementa.

Diante desses fatores, na análise da fundadora do grupo Drexell, a adoção da nuvem deve seguir de forma acelerada em um futuro a curto e médio prazo. “De acordo com o 11º edição do relatório ‘State of the Cloud Report 2022’ com  tomadores de decisões de empresas dos segmentos de Médias Empresas e Enterprise, há uma alta maturidade na utilização de tecnologias de nuvem nas Américas”, articula Boner.

Para mais informações, basta acessar: https://www.gwcloud.company/



Investimentos brasileiros em TI ultrapassaram US$ 45 bi em 2021, diz associação

Os investimentos em Tecnologia da Informação (TI) deram um salto em todo mundo por conta da necessidade de digitalizar os negócios como resposta às restrições impostas pela pandemia da Covid-19. No Brasil, em 2021, os investimentos alcançaram US$ 45,7 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). Para 2022, a estimativa é que esses aportes aumentem mais 17,4%, percentual maior que a média global, que deve ficar em 11%.

O país aparece em 10º lugar na lista dos que mais investiram em TI. O primeiro lugar é dos Estados Unidos, que desembolsaram mais de US$ 1 trilhão nesse setor no ano passado. No Brasil, entre os destinos dos investimentos, 57,67%, ou US$ 26,3 bilhões, foram usados para a aquisição de hardwares (máquinas e acessórios). Outros US$ 11,3 bilhões (24,65% do total) foram gastos com softwares e US$ 8,1 bilhões (17,67%) foram investidos em serviços de TI. 

Em todo mundo, segundo outro levantamento, agora da Gartner, os gastos com TI crescerão 3% e alcançarão US$ 4,5 trilhões somente em 2022. Para empresas que investem em softwares, uma das dúvidas que acabam surgindo é sobre o que é mais vantajoso: desenvolver um programa próprio – que dê suporte às equipes de gestão, produção ou atendimento de clientes – ou pagar por programas já existentes no mercado.

Na experiência do gerente de TI, Ricardo do Carmo Martins, para fazer essa escolha, é preciso levar alguns pontos em consideração. “Para comparar os custos com precisão, uma empresa deve considerar todos os aspectos relacionados à aquisição, customização e licenciamento dos itens versus a criação dos itens internamente, o que pode exigir a compra de novos equipamentos, bem como envolver custos operacionais e de evolução”, diz.

Segundo ele, os resultados da análise quantitativa podem ser suficientes para determinar com base na abordagem mais econômica e, às vezes, a análise qualitativa aborda quaisquer preocupações que uma empresa não possa medir especificamente. Em relação a desenvolvimento próprio ou contratação de software, Martins ressalta que alguns prós e contras devem ser considerados.

“Em relação a construir o próprio software, algumas das principais vantagens são: a ferramenta é produzida exatamente para as necessidades do negócio; há uma vasta possibilidade de tecnologias que podem ser utilizadas; não é preciso gerar lock-in (estar preso a um contrato de uso de software de terceiros) e não possuir gastos com licenciamento por usuário”, diz.

Já os fatores contra o desenvolvimento de software próprio, na experiência de Ricardo Martins, são: necessidade de evolução frequente da ferramenta (para corrigir bugs, instalar novos recursos, resolver incidentes, instalar novas estruturas etc.) à medida que o negócio evolui; existência de custos operacionais recorrentes com infraestrutura, dados, monitoração; custos altos relacionados à segurança do software, comprometimento da manutenção ao longo dos anos por conta de constantes atualizações e evoluções no sistema.

Os prós e contras da aquisição de softwares disponíveis no mercado

Depois de analisar os pontos positivos e negativos de se desenvolver o próprio software, o gerente de TI, Ricardo Martins, elenca os fatores contra e a favor que devem ser analisados caso a empresa tenha a possibilidade de contratar ferramentas já existentes no mercado.

Entre os prós, estão: as soluções são maduras e podem ser utilizadas por clientes de todos os portes; alguns modelos não necessitam de nenhum tipo de custo operacional (como os de infraestrutura, dados e monitoração, por exemplo); sem contar que a manutenção, evolução e segurança do software são de responsabilidade do fornecedor da tecnologia.

Já entre os pontos negativos da aquisição estão a necessidade de licenciamento por usuário na empresa; a realização de customizações para atender às necessidades mais específicas da organização, ou precisar mudar a forma de trabalho para se adequar à ferramenta; ficar “preso” a um contrato com fornecedor específico e, em caso de mudança de fornecedor, necessitar de um longo projeto de migração para outro software.

“Como podemos observar, ambos os cenários possuem seus respectivos pontos de atenção, que devem ser avaliados pelos times de Tecnologia da Informação e área de negócios a fim de garantir que uma decisão, tomada hoje, não afete o negócio da empresa no médio-longo prazo”, enfatiza Martins, que tem mais de 20 anos de experiência na área.  



Turismo corporativo movimenta mercado hoteleiro no interior do Mato Grosso

Com o agronegócio no centro da economia brasileira, cidades do interior do Mato Grosso têm registrado altos índices de crescimento e despertado interesse de grandes redes hoteleiras que apostam nas oportunidades que a região traz para o turismo corporativo. Ainda que Cuiabá seja reconhecida por movimentar viajantes corporativos e a lazer, cidades do interior entram nesta equação como novos polos de serviços e eventos.

Rondonópolis, por exemplo, é dona do segundo maior produto interno bruto do estado e está localizada no entroncamento das Rodovias BR-163 e BR-364, por onde é transportada uma grande carga de produção agrícola e industrial aos grandes centros metropolitanos e portos do Brasil.

Sinop, grande produtora de milho, cresce em índices de qualidade de vida e industrialização a cada ano. Sorriso, considerada a capital do agro, e Lucas do Rio Verde também reúnem grandes empresas dos setores agrícolas de insumos como soja e carnes e registram crescimento de suas economias a cada ano. A mesma coisa acontece em Primavera do Leste que registrou crescimento na geração de empregos.

Estes dados representam a criação de um nicho de interesse para o turismo corporativo, que movimenta viajantes com perfil executivo, buscando geralmente hospedagens práticas. Essa demanda passou a atrair grandes redes hoteleiras que até alguns anos não estavam presentes na região.

Esse é o caso da marca Transamerica que está presente em Sinop, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sorriso e Primavera do Leste com hotéis da categoria Fit. Para eles, empreendimentos em cidades com esse perfil devem equilibrar infraestrutura com custo-benefício para curta permanência. Sendo assim, a hotelaria deve estar preparada para se adequar e contribuir para a difusão do turismo no interior do Mato Grosso.



Tratamentos estéticos são opção para o “retardo” do envelhecimento

Daqui a dezessete anos, em 2039, o Brasil deverá ter mais pessoas idosas do que jovens. A projeção, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que, em 2060, um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos.

Diante desta expectativa, cresce a busca por opções para “retardar” o envelhecimento precoce, a começar pela saúde da pele. Prova disso, houve um aumento de 390% na busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos desde 2016, como mostra um levantamento da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica). 

Ednaldo Rodrigues Bacelar, farmacêutico pós-graduado em estética e cosmetologia injetável e sócio-fundador do Instituto Harmonize-se Brasil, afirma que, de fato, determinados tratamentos estéticos podem ser utilizados no retardo do envelhecimento do paciente, atuando no metabolismo e no corpo para atingir esta função.

“O primeiro passo é consultar um profissional de estética ou cosmetologia que possa avaliar e, a partir disso, direcionar o melhor tratamento. Dentre as opções disponíveis, temos o botox, que tem sido bem usado na prevenção. A partir dos 25 e 30 anos já é possível iniciar um tratamento preventivo para chegar aos 60 anos com a pele saudável”, afirma.

De acordo com Bacelar, os tratamentos evoluíram ao longo dos últimos anos, quando houve o aprimoramento dos cuidados com a pele. “Algo que, vinte anos atrás, ninguém dava importância, hoje o famoso ‘passe protetor’ solar funciona até mesmo para os homens, afinal estamos vivendo mais e, com isso, queremos ter qualidade de vida e beleza”.

Ele acrescenta que hoje já há no mercado recursos e mesclas capazes de revitalizar a pele em sessenta dias, fechando poros, hidratando e diminuindo rugas superficiais e retornando o viço da pele. 

Investimento em estética exige cautela

Segundo o sócio-fundador do Instituto Harmonize-se Brasil, o consumidor que busca investir em técnicas e produtos para o retardo do envelhecimento deve adotar alguns cuidados para não cair em “ciladas”.

Para começar, ele ressalta que não se deve tratar a pele como algo fútil. “Com o advento da estética, aumenta o número de clínicas oferecendo pacotes de botox e preenchedores, entre outros. Tenha cautela: não meça o cuidado da sua saúde estética por pacotes. Procure profissionais que tratem o seu corpo como um todo, e não apenas como uma fonte de receita financeira”, adverte.

Os cuidados estéticos são, em sua maior parte, um processo em que a avaliação anamnese e o plano escolhido são determinantes para alcançar um resultado satisfatório, conclui Bacelar. 

Para mais informações, basta acessar: www.harmonizesebrasil.com.br



Aulas gratuitas de terrário no II Festival de Cactos e Suculentas

As aulas serão dadas pelo especialista Roger Evangelista, autor da primeira publicação brasileira de terrários, o livro Plantando Criatividade Colhendo Arte, publicado pela Editora SENAC SP. Roger ensinará, em duas aulas gratuitas, uma no dia 28 de agosto, no Shopping Garden Tatuapé e outra ministrada no dia 4 de setembro, no Shopping Garden Sul, ambas às 10h da manhã, como montar um terrário e os cuidados básicos, usando as suculentas e os cactos.

Outros pontos abordados nas aulas são as características das plantas, os principais gêneros e espécies ideais para terrário, manejo e cuidados que se deve ter ao plantá-las e para mantê-las, as ferramentas e vidros adequados, os tipos de substratos e adubos, além da quantidade de luz necessária para preservar o terrário.

As aulas acontecerão em paralelo ao II Festival de Cactos e Suculentas, promovido pelo Shopping Garden Sul e Tatuapé, de 26 de agosto até 04 de setembro. Durante os dez dias de festival, os visitantes terão acesso a diversas espécies das minis plantas, algumas com mais de dez anos de existência. O festival gratuito acontecerá simultaneamente nas lojas Shopping Garden Tatuapé e Shopping Garden Sul. Já as aulas, também gratuitas, serão realizadas no Shopping Garden Tatuapé no dia 28 de agosto, às 10h e no Shopping Garden Sul, no dia 4 de setembro, às 10h. As inscrições para as aulas são pelo e-mail marketing@shopgarden.com.br

Aula Gratuita de Terrário

Onde: Shopping Garden Tatuapé e Shopping Garden Sul

Endereço: Av. Salim Farah Maluf, 2211 e Avenida dos Bandeirantes, 5900

Telefone: (11) 2227-8500 – (11) 5591-5555

Quando: 28 de agosto e 4 de setembro

Horário: 10h00

Festival de Cactos e Suculentas

Data: de 26 de agosto a 4 de setembro

Horário: Das 9h às 17h30

Local: Shopping Garden Tatuapé e Shopping Garden Sul

Endereço – Av. Salim Farah Maluf, 2211 e Avenida dos Bandeirante, 5900

Telefone – (11) 2227-8500 / (11) 5591-5555



Qual é a diferença entre seguradoras e associações de proteção veicular?

Há vários projetos em tramitação no Congresso Nacional sobre a regulação do segmento de proteção veicular. O mais adiantado é o PLP (Projeto de Lei Complementar) 519/2018. O PL (Projeto de Lei) 519/2018, de autoria do deputado federal Lucas Vergílio (Solidariedade), em tramitação na Câmara, estabelece regras para a atuação das associações de proteção veicular, e visa proteger os consumidores. “O projeto estabelece regras e protege quem consome proteção veicular”, afirma o parlamentar.

Tais iniciativas têm o intuito de regularizar um segmento que movimenta de R$ 7 a R$ 9 bilhões ao ano no Brasil e representa 27% dos automóveis do país, conforme revela uma pesquisa da Ernest & Young. Com o prêmio médio de R$ 1.800,00, um contingente de 687 associações de proteção veicular atuam partilham 4,5 milhões de associados em todo o Brasil

“Apesar disso, muitos interessados têm dificuldade em entender as diferenças entre as associações de proteção veicular e as seguradoras, assim como os problemas enfrentados por estas duas entidades e o longo caminho que ainda precisam percorrer para que convivam em harmonia”, afirma Alexandre Scarpelli, especialista na área de consultoria e gestão de processos, presidente e responsável pela estruturação da APVS Brasil Proteção Automotiva.

Scarpelli pontua que a Proteção Veicular nasceu da necessidade comum dos consumidores de protegerem seus automóveis. “Com essa visão, e diante da exclusão de grupos pré-determinados pelas seguradoras, a população vislumbrou a possibilidade de se reunir a fim de ratear eventuais despesas sofridas em eventos. Assim, surgiram as associações de proteção veicular, entidades de ajuda mútua sem fins lucrativos que dividem entre os seus associados os prejuízos sofridos”.

O especialista destaca que os motoristas de caminhão começaram com essas iniciativas devido à dificuldade para conseguir seguro para veículos de carga no mercado. “As seguradoras se recusam a aceitar veículos devido ao tempo de uso, perfis de condutor e regiões específicas e, quando o fazem, cobram valores impraticáveis – impossíveis de serem pagos por motoristas autônomos”.

Assim, prossegue, por meio da mútua ajuda, os motoristas garantem proteção ao patrimônio de todos os associados. Além disso, algumas associações oferecem vantagens como rastreamento e monitoramento, descontos em estabelecimentos e produtos para automóveis e combustível.

Proteção veicular X setor de seguros

Scarpelli destaca que, para muitas pessoas, as diferenças entre proteção veicular e seguro automotivo não são claras, o que tende a ser um problema na hora de optar por uma ou outra modalidade. Ele explica que o segmento de proteção veicular se desenvolveu como reflexo da restrição das empresas seguradoras em proteger determinados bens e ou grupos de pessoas.

“A proteção veicular e o seguro tradicional têm características semelhantes, mas se diferenciam de diversas maneiras. Em primeiro lugar, o seguro auto é ofertado por empresas seguradoras que fazem parte da iniciativa privada – ou seja, têm interesses econômicos”, explica. “A proteção veicular, por sua vez, funciona por meio de associações cooperativas sem fins lucrativos. Dessa forma, reúne pessoas para dividir os custos e as despesas com a proteção dos veículos”, complementa.

Segundo Scarpelli, as diferenças não se limitam às formas de contratação do serviço. Normalmente, a proteção veicular é mais barata do que os seguros automotivos. Contudo, é preciso considerar as diferenças de direitos e deveres de cada opção – que podem ser determinantes, dependendo do uso que se faz do veículo e do que se espera da escolha.

“Em linhas gerais, a proteção veicular o veículo é administrado por uma associação devidamente legalizada e registrada, onde os associados dividem entre si as despesas mensais dos eventos ocorridos no período”, define. “No caso de uma associação de proteção veicular, o tamanho da estrutura, o porte da organização, o número de associados e a dedicação integral de um corpo de profissionais qualificados para lidar com as ocorrências mensais garantem que o custo mensal seja inferior”, diz ele.

Aproximação possível

Na visão do presidente e responsável pela estruturação da APVS Brasil Proteção Automotiva, apesar das diferenças, é possível que, em um futuro próximo, haja uma aproximação entre os segmentos de seguros e proteção veicular. “Trata-se de um segmento em crescimento, com possibilidade de expansão. Essa aproximação é inevitável em um próximo cenário de regulamentação, entendendo que ambos os segmentos têm interesses em comum e boas oportunidades de crescimento”, conclui Scarpelli.



Intralogística 4.0: inovações visam melhorar experiência do consumidor

Um dos desdobramentos da Indústria 4.0, que engloba tecnologias avançadas, como inteligência artificial (AI), robótica, internet das coisas (IoT), computação em nuvem, entre outras, é o salto em inovação do segmento de intralogística – com software de coleta de informações, sistemas de classificação etc. A criação e uso de recursos tecnológicos avançados tem levado a uma gestão de qualidade, podendo otimizar processos e serviços dentro de uma empresa. Ou seja, a intralogística 4.0 introduz elementos da quarta revolução industrial ao processo logístico.

A diferença mais relevante entre a logística interna tradicional e a intralogística 4.0 é que, investir em inovações tecnológicas, não se trata apenas de manusear ou movimentar um produto, mas também de coletar e gerenciar informações sobre aquele produto específico. Agora, essas duas atividades formam uma única operação indivisível.

Matéria publicada pela dinamarquesa Becosan mostra como novos centros de distribuição, armazéns e edifícios industriais fundamentados na intralogística 4.0 são formados com base nos conceitos de carga automatizada, uso de robôs, big data e ERP (software/sistema que melhora a gestão empresarial). À medida que o fluxo de informações e produtos apresenta o desafio de um controle mais preciso, as empresas são obrigadas a se tornarem supercompetitivas, principalmente aquelas com planos de internacionalização.

Hoje em dia, muito se fala que a transformação digital foi definitivamente impulsionada pela pandemia de Covid-19 – consolidando o trabalho remoto e incentivando o mínimo contato entre as pessoas envolvidas em vários processos, como na indústria e logística. Isso fez nascer um senso de urgência em muitas empresas para ter acesso ao que há de novo e que possa beneficiar não somente as equipes de trabalho, mas melhorar a experiência entre produção, venda, entrega e recebimento de produtos, informações e serviços. Quem compartilha essa opinião é Rodrigo Miranda, diretor de operações da G.A.C. Brasil – consultoria multinacional especializada em inovação.

“Quando nos referimos à importância da inteligência artificial e big data no processo da intralogística 4.0, devemos ter em mente que uma verdadeira enxurrada de bits e bytes pode trazer insights valiosos, reunidos a partir de grandes volumes de dados: fluxos de mercadorias, rotas e atalhos por meio de armazéns, cronogramas, acertos, erros, tempo de inatividade”, diz Miranda – ressaltando que esses dados são gerados a partir de uma ampla variedade de fontes, desde câmeras e sensores até informações inseridas manualmente em computadores ou capturadas de sistemas de geonavegação. “Enquanto técnicos falam sobre a importância do big data e, especificamente, da inteligência artificial (AI) para processar milhões de registros e identificar certos padrões recorrentes, imaginamos como isso pode formar uma base para melhorar vários processos”.

Pesquisa da Guidance Automation, que explora a importância da automação intralogística, traz vários dados sobre o novo comportamento no setor. Para começar, 33% das empresas realmente veem a automação como parte fundamental do sucesso do negócio de agora em diante. Mais da metade das organizações participantes (54%) encara a automação como uma forma de lidar com os riscos da Covid-19 ou qualquer outra doença endêmica. Mais de 70% acreditam que o retorno do investimento (ROI) em novas tecnologias e automação vale a pena. Como a automação está impulsionando a necessidade de uma força de trabalho mais habilitada digitalmente, 54% acreditam que a mudança será positiva para a força de trabalho existente, que vai melhorando suas habilidades e conhecimento.

Para o consultor de inovação, a evolução do e-commerce impactou diretamente na necessidade de melhorar a experiência do cliente, sendo a intralogística um dos segmentos mais visados. Miranda chama atenção para dados divulgados no estudo Experience 2030: The Future of Customer Experience is Now. De acordo com a pesquisa, os consumidores esperam adotar determinadas inovações tecnológicas até 2030:

  • 80% dizem que devem aceitar a entrega de um produto por drone ou veículo autônomo;
  • 81% dizem que esperam se envolver com chatbots (software que simulam uma conversa humana);
  • 78% esperam usar aplicativo de realidade aumentada, virtual ou mista para testar um produto;
  • 56% esperam “visitar” locais remotos, como lojas, por meio de dispositivos de realidade mista até 2025 (isso já acontece com alguns museus e espaços artísticos);
  • 80% esperam usar um assistente inteligente para simplificar alguns comandos no dia a dia (como Google Home, Amazon Alexa etc.);
  • 78% dizem que esperam controlar outros dispositivos a partir de um único controle, que pode ser o telefone celular.

Além disso, até 2030, 69% das decisões tomadas durante o envolvimento do cliente serão concluídas por máquinas inteligentes. Essa agilidade e automação extrema impulsionarão a experiência do consumidor – o que reforça a importância da intralogística 4.0. “É mais importante do que nunca acompanhar as evoluções por que passam diversos setores e investir em inovações tecnológicas, atendendo a novos desejos e necessidades do público. Como megatendência, o Metaverso deve ter um impacto duradouro no comércio eletrônico num futuro imediato, oferecendo uma nova presença virtual”, diz Miranda. A ideia central é combinar processos de comércio tradicional e digital para melhorar a experiência dos clientes ou até mesmo gerar uma nova experiência no last mile – entrega final da mercadoria.

O executivo ainda chama atenção para as vantagens da Lei do Bem (11.196), no sentido de estimular o desenvolvimento tecnológico e aumentar a competitividade das empresas. “A Lei do Bem apoia inovações em produtos, processos e serviços do ponto de vista tecnológico. Até mesmo por essa característica, pode ser amplamente utilizada pela Intralogística 4.0 e toda tecnologia de ponta empregada na produção, armazenamento, distribuição de produtos e informação”.

Fontes: Rodrigo Miranda, diretor de operações da G.A.C. Brasil

 



Máquinas mais resistentes evitam contaminações na indústria de alimentos

A população mundial deve chegar a 9,8 bilhões em 2050, segundo projeções da ONU. E um dos maiores desafios da humanidade será garantir alimentos para todos. Essa demanda crescente tem pressionado a indústria alimentícia a elevar constantemente a produtividade, sem deixar de lado os cuidados sanitários. Isso aumenta a necessidade de equipamentos mais eficientes e mais seguros.

Entre as inovações para aprimorar a indústria alimentícia estão sistemas de rolamentos e transmissão de potência com materiais especiais, como polímeros e aço inoxidável, que resistem a temperaturas extremas e a lavagens frequentes, sem o risco de oxidação e contaminação dos alimentos e bebidas.

“A maioria das pessoas ficaria surpresa com a quantidade de tecnologia usada para produzir seus alimentos preferidos”, afirma Steve Boyd, especialista sênior em engenharia de aplicação da Timken, empresa norte-americana que atua em projetos e na manutenção de equipamentos de empresas alimentícias, entre outras.

A Timken ingressou neste mercado em 2016, ao adquirir a EDT Corp., uma fabricante de rolamentos de polímero e de esferas de aço inoxidável para o processamento de alimentos e bebidas. Desde então, o grupo tem investido em pesquisa e desenvolvimento para aprimorar as capacidades técnicas dos equipamentos neste setor.

“Estamos enfrentando desafios nunca vistos”, diz Boyd. Por exemplo, uma panificadora industrial pode produzir mais de 500 mil pães por dia. A massa é misturada e amassada em máquinas pesadas; em seguida, testada e assada em grandes fornos, e, por fim, levada por esteiras transportadoras até as estações de fatiamento e embalagem. Em todos esses processos são utilizados rolamentos especiais, com materiais duráveis, que demandam pouca ou nenhuma manutenção. Isso permite aos fabricantes produzir mais em menos tempo e dentro dos padrões sanitários.

Os rolamentos especiais também são adotados em aplicações mais difíceis, como o processamento de aves. “Uma única instalação pode processar até 45 mil kg por dia. Processadores de aves escolhem nossas soluções devido ao tempo de operação e à capacidade de nossos produtos de resistir às suas práticas de lavagem completa”, explica Boyd.

Higienização constante

Outra preocupação da indústria de alimentos é a necessidade de higienização constante dos equipamentos. Os sistemas de polímeros e aço inoxidável contribuem de duas formas com esses esforços: sendo fáceis de limpar e reduzindo a possibilidade de corrosão nas máquinas e de contaminação dos alimentos pela ferrugem.

A Timken também desenvolveu um sistema de transmissão que não utiliza lubrificantes e conta com revestimentos especialmente formulados para resistir à corrosão. E até os menores detalhes são considerados: os pinos que conectam cada elo de corrente são endurecidos superficialmente com cromo para diminuir o desgaste, o que melhora o tempo de operação e reduz ainda mais o risco de corrosão. Este sistema de transmissão é usado em máquinas de embalagem de película plástica e na fabricação de sorvete.

Timken e Abecom

No Brasil, as soluções da Timken são distribuídas pela Abecom. Com sede em São Paulo e quase 60 anos de atuação, a Abecom atua com foco na redução de custos e aumento da produtividade, através da venda de produtos premium e serviços de preditiva para manutenção industrial. Atualmente, atende mais de 200 grupos industriais, que representam mais de 1 mil plantas fabris.

Além da matriz em São Paulo, a Abecom conta com mais 6 unidades de suporte e atendimento. Para saber mais, basta acessar: https://www.abecom.com.br/



Investimento em prédios certificados tem impacto sustentável

Sustentabilidade no setor de construções não se trata mais de uma opção inovadora. Hoje já pode ser considerada como necessidade básica. Isso fica mais evidente quando se leva em consideração certificações que atestam a eficiência, segurança e qualidade de empreendimentos cujo objetivo mira a preservação do ambiente com gasto mínimo de recursos naturais nos projetos. 

O GBC (Green Building Council Brasil), organização não governamental que atua em 186 países, por exemplo, tem vários tipos de certificações, entre eles o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Há ainda o Casa & Condomínio e o Life (para interiores residenciais), entre outros. A certificação oferece uma maneira de reconhecer o compromisso com o planeta, além de destacar novas tecnologias que contribuem para o desenvolvimento do mercado.

Edificações certificadas consomem em média 25% menos energia e 40% menos água, segundo dados do GBC. Esta média é checada a cada ano pela ONG através do desempenho dos edifícios certificados em relação à média do mercado. Redução de consumo de energia e água e desvio de resíduos da obra de aterro (atualmente em 85%, na média) são alguns dos itens obrigatórios para a certificação. Ela exige ainda a análise de itens sobre conforto, saúde e bem-estar. Todos os itens somados, a obra é certificada se obtiver um número mínimo de pontos. Quanto maior a economia e o desempenho técnico, maior a pontuação obtida para um melhor nível de certificação (que vai de verde à platina).

Economia de recursos naturais e financeiros

Felipe Faria, CEO do GBC, afirma que, mesmo com a pandemia, o total de projetos certificados e em processo de certificação no Green Building aumentou. “No Brasil o acumulado de 2020 a 2021 chegou a 22%, mas em 2019 a porcentagem foi de 43%. Os números mostram que há espaço para o crescimento deste mercado. Investidores relatam que prédios certificados conseguem valores de condomínio menores por conta da operação de custo reduzido e têm prazos mais curtos para a locação ou venda”.

Mas a concretização de projetos verdes, no nível de qualificação necessário, requer sustentabilidade nos modelos de investimento. Complementar a este cenário está a perspectiva de Sandro Gamba, diretor de negócios imobiliários do Santander. De acordo com o profissional, “isso abre não só espaço, mas mostra a necessidade de que instituições financeiras também repensem seus serviços”, pontua Gamba, que recentemente anunciou nova linha de financiamento do Santander direcionada a construções residenciais sustentáveis. A certificação Casa & Condomínio do GBC está compreendida na linha.

Assim também pensa o presidente do Conselho de Administração do Green Building Council Brasil, Raul Penteado, que afirma ser a sustentabilidade um caminho sem volta e que não tem linha de chegada. “Trata-se de um processo contínuo de elevação no nível técnico das construções com foco em eficiência, conforto e sustentabilidade”, diz. A busca da sustentabilidade nas construções é considerada por especialistas um dos principais pontos na luta contra o aquecimento global. Com isso, nasce uma nova demanda para os bancos: a criação de linhas especiais para construções sustentáveis.

Mais informações sobre certificações: http://www.gbcbrasil.org.br



Capital paulista recebe II Festival gratuito de Cactos e Suculentas

As plantas colecionáveis serão destaque durante dez dias nas lojas do Shopping Garden Tatuapé e Shopping Garden Sul, em um festival gratuito e simultâneo nas lojas, que trará uma grande variedade de cactos e suculentas de diversas espécies, formatos, tamanhos e cores. Bastante funcionais, as suculentas e os cactos se adaptam em qualquer ambiente.

No Brasil existem cerca de 200 tipos de cactos e suculentas, ideais para o cultivo em casa ou no escritório, fáceis de cuidar e podar, possuem grande capacidade de armazenar água o que facilita a rega, que não precisa ser constante, um dos motivos pelos quais elas têm se tornado tendência para quem gosta de jardinagem e muita utilizadas em projetos paisagísticos, completando a decoração dos ambientes.

A infinidade de espécies e tamanhos, além do fácil cultivo têm incentivado colecionadores e também um novo caminho para quem quer empreender na área. Minijardins, os famosos terrários, produzidos com cactos e suculentas estão cada vez mais em ascensão entre os presentes para homens e mulheres. As plantas também podem ser plantadas em xícaras ou em taças.

Quem também marcará presença no festival é o especialista em terrários Roger Evangelista, autor da primeira publicação brasileira de Terrários, o livro Plantando Criatividade Colhendo Arte, publicado pela Editora SENAC SP. Roger ensinará, em duas aulas gratuitas, uma no dia 28 de agosto, no Shopping Garden Tatuapé e outra ministrada no dia 4 de setembro, no Shopping Garden Sul, ambas às 10h da manhã, como montar um terrário e os cuidados básicos, usando as suculentas e os cactos.

O Festival de Cactos e Suculentas, é gratuito, promovido pelo Shopping Garden, de 26 de agosto até 04 de setembro e as inscrições para as aulas gratuitas devem ser feitas por meio do e-mail marketing@shopgarden.com.br. O estacionamento é gratuito e os visitantes também podem almoçar ou tomar um café, no restaurante local, em meio à natureza.

Serviço

Festival de Cactos e Suculentas

Shopping Garden Tatuapé e Shopping Garden Sul

Data: 26 de agosto até 4 de setembro de 2022

Horário: De segunda a domingo das 9h às 17h30

Aula gratuita sobre como montar um terrário no Shopping Garden Tatuapé: 28 de agosto, às 10h

Aula gratuita sobre como montar um terrário no Shopping Garden Sul: 4 de setembro, às 10h

Endereços: Shopping Garden Tatuapé: Avenida Salim Farah Maluf, 2211 / Shopping Garden Sul: Avenida dos Bandeirantes, 5900



Quase 22% das empresas de tecnologia não têm sustentabilidade como foco

Estudo feito pela Schneider Electric, em parceria com a 451 Research, apontou que 22% das empresas de tecnologia não abordam as ações sustentáveis como prioridade, embora possam ter iniciativas de eficiência para melhorar áreas específicas de operações. 

A pesquisa foi realizada com 1.100 profissionais responsáveis pela área de TI e concluiu, ainda, que 26% das companhias se identificaram como proprietárias de um programa completo de sustentabilidade que engloba toda a infraestrutura. No entanto, apenas 14% estão tomando iniciativas para implementar os programas. 

Foram consideradas para a obtenção de dados ações de sustentabilidade dentro de empresas de Tecnologia da Informação (TI) e data centers. Com isso, foi analisado o estágio das mesmas em relação a “alcançar a visão de descarbonização”. Além do estudo com a 451 Research, a Schneider Electric lançou mais dois outros levantamentos independentes – também voltados para o mesmo público e objetivos.

Os outros dois foram em parceria com a Forrester e com a Canalys. Dessa forma, foram obtidos dados de mais de 3 mil participantes, incluindo os maiores fornecedores de colocation e nuvem, de soluções de TI e profissionais de empresas de diversos segmentos. No geral, os resultados demonstram consistentemente que há discrepância entre onde as empresas consideram que estão evoluindo nesse tema e como, de fato, implementam programas de sustentabilidade em sua infraestrutura. 

“Os data centers desempenham um papel crítico na condução da Eletricidade 4.0, que acreditamos ser a chave para mudar a trajetória das mudanças climáticas”, afirma Pankaj Sharma, vice-presidente executivo da unidade Secure Power da Schneider Electric. “A pesquisa comprovou que a sustentabilidade precisa ser priorizada pela indústria, mas ainda existem desafios que podem ser superados por meio de um esforço colaborativo. A boa notícia é que a tecnologia para agir em sustentabilidade já existe no mercado.”



Interlagos é palco do primeiro carro esportivo elétrico do Brasil

As preocupações com o meio ambiente e os gases poluentes emitidos pela combustão dos veículos movidos a álcool ou gasolina fazem cada vez mais parte da sociedade, tornando esses veículos verdadeiros vilões. Diversos países já se preparam para a extinção dos veículos a combustão.

Diante desse cenário, os veículos elétricos ganham cada vez mais espaço e o Brasil começa a engatinhar no assunto. Pensando em conquistar esse mercado, a startup Trelus Motors, localizada em Porto Feliz/SP, criou o primeiro protótipo de carro esportivo elétrico do Brasil, que foi apresentado pela montadora no Autódromo de Interlagos/SP no último domingo (21) e que será produzido em série no país. A expectativa é que a produção em larga escala comece no segundo semestre de 2025. “Estamos fazendo todos os testes de segurança antes para que ele possa ser produzido e vendido em escala”, explica Michel Zangeronimo, CEO da Trelus Motors.

Segundo Michel, o Brasil é um país grande e diverso, com alto potencial acadêmico, econômico e ambiental. A hora é de trabalho conjunto entre a iniciativa pública, privado e acadêmico, para que acelere o desenvolvimento de novas tecnologias. O Acordo de Paris, compromisso mundial com as mudanças climáticas, conta com 125 países, entre eles o Brasil; e tem como principal objetivo reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

O Brasil se comprometeu a cortar 37% das emissões até 2025 e atingir o status neutro de emissões até 2060, mostrando a necessidade da inserção no mercado dos veículos elétricos.



Mestre do impressionismo, Monet terá exposição que une arte à tecnologia

A união da tecnologia audiovisual interativa e imersiva à obra de um dos maiores mestres das artes plásticas vai trazer ao público a mostra Monet Le Rêve, com pinturas digitalizadas, ambientes interativos com riqueza cenográfica e experiências inspiradas no mestre francês do impressionismo, com a proposta de fazer o público se sentir na França da segunda metade do século XIX.

Oscar-Claude Monet (1840-1926) é uma das figuras mais emblemáticas das artes plásticas mundiais e um dos poucos artistas a quem se pode atribuir o nascimento de um dos grandes movimentos culturais da história: o impressionismo, precursor da arte moderna. Seu quadro “Impressão, nascer do sol”, de 1872, é unanimemente apontado como a obra inaugural da tendência.

Com obras licenciadas, Le Rêve trará, além de uma nova experiência em exposições, um dos maiores acervos de Monet ao Brasil. E tudo com organização, produção e curadoria 100% brasileira. Toda a realização e produção da mostra está a cargo da Via BR Cenografia, empresa com mais de 30 anos de existência e reconhecimento no mercado de live marketing como uma das maiores empresas realizadora de eventos. A Via BR tem estrutura própria, sedes em Portugal e nos EUA, além de um portfólio com diversos projetos desenvolvidos.

“Essa exposição é uma concretização muito grande para a nossa empresa. Segue uma tendência de eventos do tipo, como as mostras de Van Gogh e Da Vinci, mas traz ainda mais tecnologia e interação com o público em seus 8 ambientes”, garante Vítor Nunes, diretor da Via BR. “O espaço é grandioso e fora do tradicional, a cenografia vai impressionar e a região é distinta. Uma experiência imersiva e única, é o que queremos oferecer às cerca de 300.000 pessoas esperadas”.

A curadoria do evento está a cargo de Paula Borghi, curadora e crítica de arte com dezenas de trabalhos feitos ao redor do mundo. Entre seus trabalhos, destacam-se a 11ª Bienal do Mercosul, 12ª Bienal de Havana, Ygapó Terra Firme, Museu das Culturas Indígenas e The Atlantic Triangle, no Instituto Goethe.

“Monet é, sem dúvida, uma quebra de paradigmas! Arrojado, atrevido, revolucionário, aglutinador de talentos, apaixonado, pintor incansável, amante da boa vida, que merece uma exposição à própria altura, onde as mais modernas tecnologias ressignificam a sua obra para um novo público”, exaltou a curadora. “Monet foi tudo isso e mais em seus 86 anos vividos intensamente e essa mostra é o sonho que se torna realidade”, afirma Paula.

Oscar-Claude Monet (1840-1926) passou pelas dificuldades financeiras dos jovens pintores, mas desfrutou da riqueza e consagração como artista, além de receber as mais altas honras cívicas de seu país, a França. Foi reconhecido à época como caricaturista, retratista, paisagista, além de liderar e batizar o movimento do Impressionismo. Foi um dos pintores que mais contribuiu para libertar a pintura dos modelos impostos pela Escola de Belas-Artes.

A mostra Monet Le Rêve inaugura em 1º de setembro, no Espaço RISE. Além das obras, contará com ambientes diferentes para o público tirar fotos para as redes sociais, área para performances diversas, além de um ambiente de alimentação, inspirado nos cafés parisienses. A exposição pode receber até 1200 pessoas por dia e conta com 300 vagas de estacionamento. Está localizado no coração de Alphaville, na Alameda Rio Negro, 650.

SERVIÇO:

MONET LE RÊVE

Local: Espaço RISE

Endereço: Alameda Rio Negro, 650 / Alphaville

Período: de 1º de setembro a 30 de novembro

Horário: todos os dias, das 10h às 22h

Ingressos: entre R$ 35 (meia) e R$ 110 – consultar dias e horários da semana

Vendas: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/exposicao-monet-le-reve.aspx



ESG é essencial para a retomada da economia e sustentabilidade

A economia global vive uma crise relacionada à guerra no Leste Europeu e à expectativa de recessão em escala mundial, estimulada pela desaceleração da China e inflação nos Estados Unidos, principais atores deste cenário. Esses fatores integram um contexto maior, que envolve o consumo desenfreado dos recursos naturais do planeta, as consequências ambientais desse movimento e o peso disso entre a população.

“A análise do quadro econômico mundial nos mostra que investir na preservação ambiental e em iniciativas sociais é fundamental não só para a economia, mas para a sobrevivência da sociedade como a conhecemos”, afirma José Maurício Caldeira, acionista e membro do Conselho da Asperbras.

Caldeira pontua que as políticas ligadas ao ESG (defesa do meio ambiente, preocupações sociais e de governança corporativa, da sigla em inglês), que vêm tomando corpo nos últimos anos, tornaram-se fundamentais em uma abordagem realista.

A primeira menção ao ESG surgiu em um relatório de 2005, patrocinado pela ONU, intitulado “Who Cares Wins” (Ganha quem se importa). “O documento trouxe à cena corporativa a percepção de que empresas que adotam melhores práticas de governança, sociais e ambientais, recebem diversos impactos positivos, têm maior lucratividade e conseguem elevar seu valor de mercado ao longo do tempo”, lembra José Maurício Caldeira.

A transição para a economia de baixo carbono, principal vertente ambiental do conceito ESG, requer investimentos em inovação tecnológica, na substituição de combustíveis fósseis, na manutenção e recuperação de florestas, na agricultura de baixo carbono e na transição justa que permita que trabalhadores e comunidades sejam apoiadas e capacitadas para novos ofícios e tecnologias.

Ocorre que hoje a conta de investimentos em descarbonização não fecha. O volume anual de recursos rotulados como financiamento climático é de aproximadamente US$ 600 bilhões. Para o cumprimento das metas climáticas, isso é insuficiente.

Somente para zerar emissões nos setores de energia e no uso da terra, por exemplo, segundo recente relatório da McKinsey, seriam necessários investimentos adicionais na ordem de US$ 3,5 trilhões anuais, além da realocação de determinados investimentos existentes para a economia de baixo carbono. “Esses números indicam que falar em ESG hoje não é apenas importante. É imprescindível”, afirma Caldeira.

ESG NA PRÁTICA

José Maurício Caldeira é um dos dirigentes da Asperbras, que atua há décadas em diversas áreas da indústria, agropecuária e serviços. Ele cita como exemplo de atuação empresarial consciente a GreenPlac, subsidiária responsável pela produção de placas de MDF no Mato Grosso do Sul. A empresa movimentou a economia de Água Clara, cidade de 20 mil habitantes, mudou sua rotina e criou mais de 700 postos de trabalho.

A GreenPlac utiliza em sua produção eucaliptos plantados pela própria Asperbras e que estão em fase de certificação FSC, selo verde mais reconhecido no mundo, emitido pelo Forest Stewardship Council. Além disso, as florestas plantadas pela companhia estão sendo submetidas à certificação Carb (California Air Resources Board), que é concedido a empresas que atendem a padrões elevados de sustentabilidade durante o processo produtivo de painéis de madeira.

O selo Carb é uma exigência para exportação para os Estados Unidos. A GreenPlac reutiliza seus resíduos, que abastecem a indústria moveleira local. Toda a energia que impulsiona o parque industrial da companhia vem, indiretamente, de uma usina termoelétrica instalada em Guarapuava (PR), que funciona também a partir da queima de resíduos de madeira, em um processo de compensação do carbono.

Vale lembrar que a GreenPlac emprega água de reuso das chuvas em seu processo industrial, caracterizado por energia limpa, baixa emissão de carbono, preocupação ambiental e social. A mão de obra da companhia foi treinada pelo Senac do Mato Grosso do Sul, em uma parceria entre a entidade e a empresa, que qualificou os trabalhadores a operarem a tecnologia alemã da Siempelkamp, a mais moderna do mundo na produção de MDF.

“A filosofia de trabalho da GreenPlac é um exemplo prático da aplicação do ESG. E mostra, também, a viabilidade de empreender negócios profundamente enraizados nos conceitos ambientais, sociais e de governança justa e equilibrada”, finaliza José Maurício Caldeira.



Pesquisa diz que 97% dos clientes preferem empresas que personalizam atendimento

As mudanças de hábitos de consumo impulsionadas pela pandemia da Covid-19 tornaram os consumidores cada vez mais exigentes antes de optar por uma marca ou empresa. De acordo com a CX Trend 2022, pesquisa anual de tendências da Zendesk, pelo menos 60% dos consumidores entrevistados afirmaram que agora têm padrões mais altos de atendimento ao cliente, em relação ao período anterior à crise sanitária.

E com maior oferta de canais online para a realização de compras, os clientes exigem do atendimento digital a mesma qualidade oferecida em lojas físicas. A pesquisa revelou ainda que 97% dos clientes afirmaram que gastarão mais com empresas que personalizam o atendimento, ainda que este seja feito de forma digital.

Outro dado do levantamento mostra que os clientes querem sentir que foram ouvidos. Noventa e seis porcento disseram que gastarão mais com empresas que não os faça repetir as informações. E 98% disseram preferir empresas que oferecem sua opção preferida de atendimento, sendo o chat uma das opções mais procuradas. A autonomia dada aos consumidores também é importante, pois 96% disseram que gastarão mais com empresas que lhes permitem encontrar respostas online sem ter que entrar em contato com ninguém.

A administradora de empresas Kamilla Rodrigues Silva reconhece que as empresas precisam reunir esforços para atender ao que ela chama de “novo consumidor”, bem mais consciente do que quer e precisa, especialmente depois da pandemia, em que recursos ficaram escassos e a crise econômica faz as pessoas pensarem duas vezes antes de comprar algo, especialmente se não for um item de primeira necessidade.

“Claramente vemos o reflexo de uma economia instável, com medo de utilizar suas “reservas financeiras” com compras que poderiam esperar. Por outro lado, há a necessidade de fazer a “economia girar”.  Como queremos vender, tivemos que nos reinventar, o que dava certo antes pode não dar neste novo momento”, diz.

Ela reforça que o atendimento ao cliente é uma das áreas da empresa que precisa ser visto como essencial, especialmente se for feito por meios tecnológicos e sem o contato olho no olho com o consumidor. “Mesmo na compra virtual é preciso ser mais humanizado, ter um atendimento de alta qualidade, quebrar barreiras, expressar sentimentos, ter sorriso na voz e ir ao encontro dos sonhos dos clientes”, explica ela que tem experiência no gerenciamento de lojas online em grandes marketplaces.

Treinamento de equipes é essencial para atendimento do cliente pós-pandêmico

Capacitação e treinamento de equipes de vendas e atendimento são duas tarefas que não podem ser adiadas para empresas que querem melhorar suas vendas em um cenário de pandemia, que apesar de maior controle por conta da vacinação, ainda faz vítimas no país.

De acordo com Kamilla Silva, as equipes precisam entender que, devido ao trauma que a doença deixou em muitas famílias, os clientes precisam de cuidados. “É preciso desenvolver equipes para um atendimento mais sensível e humanizado. Elas precisam entender que muita gente está “trincada”, seja emocionalmente ou financeiramente, vivendo seus traumas, perdas, escassez e que está em busca de alívio, satisfação, realização, qualidade e cuidado especial”, ressalta a profissional.

Para a administradora, esse atendimento mais cuidadoso é um caminho sem volta, pois os clientes não aceitarão outro tratamento que não seja o mais atencioso possível. “Ser sensível, humanizado, criativo e inovador parece, sem dúvida, um caminho melhor a percorrer. Quem antes entender isso, conseguirá atingir melhores resultados”, atesta.

Essa tendência é confirmada na pesquisa da Zendesk. Pelo menos 81% dos entrevistados disseram que tomam decisões de compra com base na qualidade do atendimento ao cliente. Outros 92% disseram que uma experiência positiva de atendimento ao cliente aumenta a probabilidade de eles fazerem outra compra com a empresa. E 71% dos entrevistados disseram que mudarão para um concorrente após uma experiência ruim com atendimento de uma empresa. Apesar de maior exigência, 78% dos entrevistados disseram que perdoariam uma empresa por erro depois de receber um serviço excelente.

A pesquisa foi realizada em 21 países, com 3,5 mil consumidores e 4,6 mil empresas entrevistadas. 



Jovens chegam a universidades de ponta com apoio de instituto

A educação é – ou deveria ser – um dos principais focos na elaboração de estratégias para redução da desigualdade social. Perceptível já nos primeiros anos de formação, a disparidade de oportunidades ao longo de toda jornada de formação dos jovens e, mais tarde, no ingresso ao mercado de trabalho, impede o pleno desenvolvimento de talentos especiais com potencial para transformar vidas e influenciar positivamente a sociedade. Um dos impactos desse abismo é a dificuldade em se transformar a realidade dos mais vulneráveis. De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), seriam necessárias 9 gerações para que os descendentes de um brasileiro entre os 10% mais pobres atingissem o nível médio de rendimento do país.

Criado em 2015, o Instituto Ponte tem como meta mudar essa realidade e acelerar exponencialmente a mobilidade social. A instituição já impactou diretamente mais de 250 jovens talentosos de baixa renda. Este ano, são 226 alunos, sendo 110 bolsistas com 100% de desconto em escolas top 5 do ENEM.

A abordagem do instituto é integral. Além das bolsas, oferece apoio pedagógico para organização do aprendizado e melhoria do desempenho escolar e um forte trabalho com as habilidades socioemocionais como autoestima, perseverança, superação de dificuldades.

O foco de atuação está em jovens cursando, em 2022, o 7º, 8º ou 9º ano do Ensino Fundamental ou a 1ª e 2ª série do Ensino Médio e renda familiar de até 1,5 salário mínimo por membro familiar. De olho em alunos com potencial acadêmico, outros critérios são rendimento escolar superior a 70% nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e assiduidade escolar acima de 90%.

A entrada na universidade ocorre por mérito próprio do aluno. Entre os já em nível universitário, 38% cursam Engenharias, Ciências da Computação, Sistema de Informação e Estatística; 12% cursam Medicina; 16% cursam Direito e Economia; 10% cursam Áreas da Saúde como Farmácia e Biomedicina e 24% cursam Psicologia, Arquitetura, Administração, Medicina Veterinária, entre outros.

“É responsabilidade geral cuidar dos jovens, permitir que cresçam e desempenhem integralmente todas as suas vocações e habilidades. Selecionamos alunos que além de uma inteligência acima da média têm vontade de conseguir crescer, de fazer sua ascensão”, afirma Bartira Almeida, fundadora e presidente do Instituto Ponte.

Estímulo a jovens com potencial acadêmico.

A aposta em desenvolvimento socioemocional e cognitivo, aliada ao incentivo da capacitação educacional e profissional vem trazendo bons resultados. Graças ao programa, o filho de um metalúrgico e uma auxiliar de cozinha cursa Medicina; a filha de uma empregada doméstica e pai autônomo estuda Farmácia na USP.

Luiz Felipe Kama, de 19 anos, medalhista de ouro da Olímpiada Nacional de Matemática, saiu de uma cidade com 15 mil habitantes no interior do Espírito Santo para estudar como bolsista integral uma escola de ponta de Vitória, com alojamento e material escolar também financiados pela instituição. Hoje, com apoio do IP, cursa Ciências da Computação no Inteli – Instituto Tecnologia e Liderança, instituto tech inspirado em Stanford e no MIT, em São Paulo.

“Hoje tenho acesso a um novo mundo tecnológico e o desejo de aprender é cada vez maior. Está nos meus planos ampliar minha formação acadêmica na área tecnológica fora do Brasil. Sinto que posso ir além dos meus sonhos”, conta Luiz Felipe.



Brasil Trading Fitness Fair atrai dezenas de marcas nacionais e estrangeiras

A edição 2022 da Brasil Trading Fitness Fair (BTFF) já tem data marcada. O evento que reúne os principais players do setor e diversas atrações será entre os dias 17 e 20 de novembro no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Italian Exhibition Group (IEG), responsável pela organização, montou uma programação especial para estimular o contato entre expositores e visitantes, o que tem surtido resultado, com a confirmação de dezenas de marcas nacionais e estrangeiras. Entre as presenças garantidas estão FTW e Under Labz, de suplementos, Empório Fit e Now!, de nutrição saudável, e Everlast, de equipamentos esportivos.

É a primeira vez que o encontro estará sob a gestão da IEG, um dos principais nomes do setor de feiras e congressos da Europa. Nas edições anteriores, a BTFF reuniu mais de 70 mil visitantes, e se sobressaiu não só pelo público altamente qualificado como também por atrair celebridades do mundo fitness e wellness, como Juju Salimeni, Fernando Sardinha e Gracyanne Barbosa. O foco em 2022, porém, será a geração de negócios.

“Hoje, o bem-estar, a prática de atividades físicas e a alimentação equilibrada são uma tendência com grande potencial, ainda mais se pensarmos que apenas 5% dos brasileiros estão hoje matriculados em uma academia”, afirma Rimantas Sipas, diretor comercial da IEG. “Queremos nos destacar por meio de iniciativas que realmente façam a diferença para nossos clientes e parceiros, e para o público que vem à feira em busca de boas oportunidades”.

As iniciativas incluem o Trade Day, dia exclusivo para profissionais do setor, com abertura antecipada da feira, no qual a visitação será apenas para um público selecionado de 10 mil pessoas; Rodadas de Negócios, com reuniões face-to-face entre expositores e potenciais compradores; Programa Comprador, que consiste da distribuição de convites personalizados para potenciais clientes indicados pelos próprios expositores; e a Sala VIP, espaço de relacionamento com infraestrutura de conforto e conveniências para conversas e negócios.

“A nova proposta da BTFF foi, sem dúvida, a maior motivação para participarmos neste ano. Essa transformação para uma plataforma de geração de negócios, que a diferencia de outras feiras, é um fator crucial”, afirma Jaime Andolfato, fundador e CEO da Under Labz. “A experiência sempre foi muito boa, mas, com as novidades, espero uma feira ainda melhor. Teremos um dia voltado inteiramente para os negócios, fechado ao público geral, para que as empresas tenham atendimento personalizado”, complementa Diego Holanda Diniz, sócio-proprietário da Now!.

Ana Consorte, diretora de marketing da FTW, também enalteceu o Trade Day, grande novidade da edição. “Achei bem interessante termos um dia exclusivo, anterior à abertura a todo público. Ganhamos tempo de negociação, pois, no decorrer da feira, por vezes, não conseguimos dar especial atenção a fornecedores e clientes”, observa.

O potencial para novos negócios é, de fato, enorme. Levantamento da McKinsey estima que o setor de bem-estar, nicho no qual o mercado fitness está incluído, movimenta pelo menos US$ 1,5 trilhão anualmente em todo mundo, com crescimento de 5% a 10% a cada ano. O segmento ganhou ainda mais expressão com a crise sanitária, já que as pessoas começaram a investir mais no bem-estar pessoal.

“Ainda temos muito espaço para os setores de saúde e bem-estar e fitness crescerem no País, sempre de olho nas tendências e nas mudanças que aconteceram por causa da pandemia. É preciso estar atento às novas tecnologias que nasceram a partir dessa crise e devem continuar sendo usadas nos próximos anos. Esse é um dos grandes objetivos da BTFF: trazer o que há de novo e de melhor”, assinala Sipas.



Sanofi e Drogarias Pacheco se unem para deixar Paraty ainda mais sustentável

A divisão de Consumer Healthcare na Sanofi se une à Drogarias Pacheco para a inauguração de uma loja ecológica, em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O estabelecimento foi pensado para promover um desenvolvimento sustentável na região e atende os critérios internacionais de sustentabilidade.

Com o apoio da unidade de negócios de consumo da Sanofi, a comunidade local e visitantes passam a contar com recursos especiais como carregador para veículos elétricos, totem para bicicletas, com o intuito de estimular o uso de meios de transporte não poluentes. Com este mesmo objetivo, o delivery será realizado por meio de moto elétrica. O empreendimento possibilitará a captação das águas de chuva e da condensação do ar-condicionado para reuso nos jardins e vasos sanitários. Assim, será possível proporcionar economia e utilização sustentável de um bem que costuma ser desperdiçado: a água.

Com essa parceria, a Sanofi terá visibilidade em todos os “pontos extras” da nova loja, como ponta de gôndolas e balcão. Além de divulgar suas principais marcas nas áreas interativas, academia (área externa), totem, carregador de veículos entre outros espaços de utilidade para os visitantes.

“Para Consumer Healthcare na Sanofi o apoio a uma iniciativa como essa – inauguração da loja ecológica – faz todo o sentido, pois a parceria persegue os mesmos ideais de contribuição ao meio ambiente, bem como beneficiar os moradores e turistas para que façam sua parte cuidando do meio ambiente e assim, possam se sentir mais empoderados para cuidar de sua saúde e adotar hábitos mais saudáveis lembrando de que “a saúde está em suas mãos”, afirma Silvio Silva, Diretor Comercial de Consumer Healthcare na Sanofi.

A loja conta ainda com o uso de arejadores de torneiras e válvulas de descarga com controle de vazão, que também auxiliam a reduzir o consumo de água, uso de energia solar por meio de placas especiais que captam a luz e utilizam o calor dos raios para a geração de eletricidade. Além disso, haverá sistema de ar-condicionado automatizado e inteligente com menor consumo de energia denominado VFR (fluxo de gás refrigerante variável), que permite a programação de horários para funcionamento e sensores de presença proporcionando mais conforto aos colaboradores e clientes. O aspecto visual da loja também é uma novidade, já que contará com um painel de grafite, representando a Mata Atlântica e a fauna da região, feito pelo artista Eduardo Marinho, conhecido no grafite como Crédo.

A nova unidade também possibilitará o descarte adequado de medicamentos em desuso ou vencidos e de pilhas e baterias, prática vigente em outras unidades da companhia. Será composta por mobiliário de madeira de reflorestamento e certificada e um jardim vertical natural, com o plantio de mudas. A loja da Drogarias Pacheco em Paraty, Rio de Janeiro, está situada na Av. Roberto Silveira, 1227, Chácara da Saudade. 



Tendências de cores e texturas para banheiros são apresentadas na CASACOR

Em tempos de ressignificação do morar, o banheiro se torna um espaço cada vez mais importante dentro dos projetos de arquitetura. Nele, os rituais de autocuidado e relaxamento ganham seu próprio lugar.

Grande ou pequeno, moderno ou clássico, colorido ou neutro, estes ambientes estão entre mais funcionais e convidativos. Inspiradas nessa busca por rituais, marcas trazem para CASACOR São Paulo, diversas tendências no uso de cores e texturas em revestimentos e louças que ajudam a tornar os banheiros redutos de bem-estar.

Roberto Migotto – Senses Hall Deca

No Senses Hall Deca, a contemporaneidade ganha o minimalismo oriental em uma paleta sóbria, presente em louças, metais e acessórios que se misturam a madeira clara e a leve rusticidade de revestimentos. No SPA, a área de massagem traz a bancada que acomoda a Cuba Gota, no acabamento Terracota, exclusivo para o ambiente. Com design externo clean, traz em seu interior o efeito visual da água ao ser tocada em sua superfície estática por uma gota. O monocomando LK na textura Trama Senses, em Cinza Antracite, também criada para mostra, apresenta funcionalidade e estética da peça. Nele, o revestimento Vulcan Portinari, desenvolvido para o projeto, está aplicado no piso de todos os espaços e em bancos.

Nildo José – Sertão Portinari

O projeto poetizado por Nildo José traz ambientes integrados e fluidos, tendo como conceito principal a brasilidade. No banheiro, o arquiteto baiano optou pela coleção Senses Decor para as paredes. O porcelanato traz um design que desenvolve os sentidos. Os bricks no formato 10x40cm trazem um apelo frisado, que convida ao toque calmante, com um relevo linear e topo curvo.

A bancada traz louças e metais que que dialogam com a proposta em cores e formatos terrosos, amadeirados e singulares. A cuba de sobrepor redonda, na cor marfim, abraça as rotinas de higiene com acabamento suave, e a Torneira de mesa bica alta para lavatório Orion, com assinatura de Ricardo Bello Dias, na tonalidade Corten, se soma ao espaço, como elemento de design funcional e singular.

Patrícia Hagobian – Casa Vértice Dunelli

Neste projeto, o contraste entre materiais é o grande diferencial e, para manter essa característica, foram escolhidos produtos pensados para maior aconchego. A Cuba de apoio retangular em Inox, na cor Corten, traz uma textura que une tecnologia e funcionalidade para melhor escoamento, sem manchas ou resíduos de água. A mistura de cores e texturas também se faz presente no Misturador monocomando bica alta para lavatório Unic com textura Cristal, em relevo com efeito cravejado . Na área de banho, o Chuveiro Aquamax instalado na estrutura alongada e curva do Misturador Externo Para Chuveiro, criam uma proposta estética atemporal, em cor e forma.

No piso, a opção pelo acabamento hard da coleção Boulevard se estende do living ao banheiro e, junto a textura rústica na parede, confere um visual que colabora na construção do paralelo com o edifício, revisitando o conceito de integração de espaços públicos.

Edgar Rochell + Janaina Casagrande – Estúdio 09

A dupla de arquitetos buscou inspiração na vida noturna paulistana para criar um estúdio com tons de cinza. A estética segue um design marcado com metais em Black Matte e louças em Ébano Fosco. A Cuba de piso quadrada e a Torneira curva de piso Tube se destacam na composição com a Bacia Convencional Piano. A paleta do revestimento Portinari Audaz BK reforça a proposta, com tons escuros da textura naturalmente desgastada da pedra.

A CASACOR São Paulo pode ser visitada até 11 de setembro, no Conjunto Nacional.



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