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SLB anuncia resultados positivos da oferta antecipada e alteração da oferta de troca

A Schlumberger Limited (SLB) (NYSE: SLB) anunciou hoje os resultados da oferta antecipada e a alteração das ofertas anunciadas anteriormente pela Schlumberger Holdings Corporation, uma subsidiária integral indireta da SLB (SHC), para trocar séries de títulos específicos listados abaixo (os “Títulos da SISA existentes”), emitidos pela Schlumberger Investment S. A. (SISA), por até US$ 2 bilhões do valor principal agregado (tal valor, conforme possa vir a ser alterado, o “Valor máximo de troca”) de novos títulos listados abaixo (os “Novos títulos da SHC”), a serem emitidos pela SHC, e a serem total e incondicionalmente garantidos em uma base sênior sem garantia pela SLB. As ofertas para trocar cada série dos Títulos da SISA existentes pela série correspondente de Novos títulos da SHC são coletivamente referidas neste documento como as “Ofertas” e cada uma dessas ofertas individualmente como uma “Oferta”. As Ofertas são feitas nos termos e sujeitas às condições estabelecidas no Memorando da oferta de troca e declaração de solicitação de consentimento, datado de 27 de fevereiro de 2025 (conforme possa vir a ser alterado ou complementado de tempos em tempos, o “Memorando da oferta de troca”). Os termos em maiúsculas usados, mas não definidos neste comunicadoàimprensa, têm o significado que lhes é atribuído no Memorando da oferta de troca. Toda a documentação relativa às Ofertas, incluindo o Memorando da oferta de troca, juntamente com quaisquer atualizações, estão disponíveis com o Agente de informações e o Agente de troca (conforme definido abaixo) e estão disponíveis no seguinte site: http://www.dfking.com/slb.

A tabela abaixo identifica o valor principal agregado de cada série de Títulos da SISA existentes validamente ofertadas (e não validamente retiradas) nas Ofertas a partir das 17h (horário da cidade de Nova York), em 12 de março de 2025 (o “Horário da oferta antecipada”), e aceitas para troca:

Nome dos Títulos da SISA existentes

 

CUSIP /

ISIN

 

Valor principal

agregado a pagar

 

Nível de

prioridade

de aceitação

 

Valor

principal

ofertado

 

Porcentagem do

valor principal

agregado

a pagar

ofertado

5,000% de títulos sênior com vencimento em 2034 (“Títulos de 2034”)

 

806854 AM7 /

US806854AM76

 

$500.000.000

 

1

 

$394.428.000

 

78,89%

4,850% de títulos sênior com vencimento em 2033 (“Títulos de 2033”)

 

806854 AL9 /

US806854AL93

 

$500.000.000

 

2

 

$382.552.000

 

76,51%

4,500% de títulos sênior com vencimento em 2028 (“Títulos de 2028”)

 

806854 AK1 /

US806854AK11

 

$500.000.000

 

3

 

$309.302.000

 

61,86%

2,650% de títulos sênior com vencimento em 2030 (“Títulos de 2030”)

 

806854 AJ4 /

US806854AJ48

 

$1.250.000.000

 

4

 

$793.042.000

 

63,44%

De acordo com as informações fornecidas pela D.F. King & Co, o Agente de informações e Agente de troca para as Ofertas (o “Agente de informações e Agente de troca”), um total de (i) US$ 394.428.000 do valor principal agregado dos Títulos de 2034, (ii) US$ 382.552.000 do valor principal agregado dos Títulos de 2033, (iii) US$ 309.302.000 do valor principal agregado dos Títulos de 2028, e (iv) US$ 793.042.000 do valor principal agregado dos Títulos de 2030 foram ofertados para troca por detentores registrados dos Títulos da SISA existentes (os “Detentores”) no Horário da oferta antecipada. Os Títulos da SISA existentes ofertados para troca estão sujeitos aos Níveis de prioridade de aceitação estabelecidos na tabela acima (os “Níveis de prioridade de aceitação”), ao Valor máximo de troca e ao rateio, conforme descrito no Memorando da oferta de troca.

A SHC espera aceitar todos os Títulos de 2034, Títulos de 2033, Títulos de 2028 e Títulos de 2030 validamente ofertados e não validamente retirados, no ou antes do Horário da oferta antecipada. A SHC também anunciou a alteração do Valor máximo de troca, de até US$ 2 bilhões do valor principal agregado de Novos títulos da SHC a serem emitidos pela SHC, para US$ 1.879.324.000 (tal valor, conforme alterado, o “Novo valor máximo de troca”), a fim de aceitar para troca todos os Títulos da SISA existentes validamente ofertados, e não validamente retirados, no ou antes do Horário da oferta antecipada. Como quaisquer Títulos da SISA existentes adicionais que seriam validamente ofertados, e não validamente retirados, após o Horário da oferta antecipada excederiam o Novo valor máximo de troca de Novos títulos da SHC a serem emitidos de acordo com as Ofertas, a SHC não prevê aceitar quaisquer ofertas adicionais de Títulos da SISA existentes nas Ofertas.

Em conjunto com as Ofertas, e nos termos e sujeito às condições estabelecidas no Memorando da oferta de troca, a SISA anunciou que, como parte de suas solicitações (as “Solicitações de consentimento”) de consentimentos (os “Consentimentos”) dos Detentores para certas alterações propostas (as “Alterações propostas”) às escrituras que regem os Títulos da SISA existentes (as “Escrituras dos títulos da SISA”), a SISA recebeu, a partir do Horário da oferta antecipada, os Consentimentos em relação a mais de 50% do valor principal agregado em circulação de cada uma das séries dos Títulos de 2034, Títulos de 2033, Títulos de 2028 e Títulos de 2030, e todos os Títulos de 2034, Títulos de 2033, Títulos de 2028 e Títulos de 2030 ofertados foram aceitos para troca na respectiva Oferta, o que satisfaz os requisitos para a eficácia das Alterações propostas para todas essas séries de Títulos da SISA existentes.

A SISA e a SLB pretendem executar uma escritura suplementar às Escrituras de emissão dos títulos da SISA aplicáveis com o The Bank of New York Mellon como agente fiduciário com relação às Alterações propostas, com relação aos Títulos de 2034, Títulos de 2033, Títulos de 2028 e Títulos de 2030, imediatamente após o Horário da oferta antecipada.

Os direitos de retirada para as Ofertas e Solicitações de consentimento expiraram a partir do Horário da oferta antecipada, às 17h (horário da cidade de Nova York), em 12 de março de 2025. Os detentores de Títulos da SISA existentes que tenham ofertado validamente e não tenham retirado anteriormente seus Títulos da SISA existentes nas Ofertas não poderão mais retirar os Títulos da SISA existentes, exceto em determinadas circunstâncias limitadas em que direitos de retirada adicionais sejam exigidos por lei.

Detalhes das Ofertas e Solicitações de consentimento

As Ofertas expirarão às 17h (horário da cidade de Nova York), em 27 de março de 2025 (a menos que as Ofertas sejam prorrogadas ou encerradas antecipadamente) (tal data e horário, conforme possam ser prorrogados, o “Horário de vencimento”). Os detentores que ofereceram validamente seus Títulos da SISA existentes no ou antes do Horário da oferta antecipada são elegíveis para receber a Consideração de troca antecipada aplicável (que inclui a Consideração total de troca aplicável e o Prêmio de troca antecipada aplicável [conforme a definição de cada termo no Memorando da oferta de troca]).

A emissão de Novos títulos da SHC em troca de Títulos da SISA existentes validamente ofertados no ou antes do Horário da oferta antecipada e aceitos para troca ocorrerá razoavelmente logo após o Horário da oferta antecipada e deverá ocorrer em 17 de março de 2025, o terceiro dia útil após o Horário da oferta antecipada (a “Data de liquidação antecipada”).

As Ofertas não estão condicionadas a qualquer quantidade mínima de qualquer série de Títulos da SISA existentes que estejam sendo ofertados. As Ofertas estão sujeitas aos Níveis de prioridade de aceitação, ao Novo valor máximo de troca e ao rateio, conforme descrito no Memorando da oferta de troca.

Nenhuma das Ofertas ou Solicitações de consentimento está condicionadaàconclusão de qualquer outra Oferta ou Solicitação de consentimento. Considera-se que os detentores elegíveis de Títulos da SISA existentes que ofereceram tais Títulos da SISA existentes deram consentimento às Alterações propostas com relação às Títulos da SISA existentes.

Cada Novo título da SHC emitido em troca de um Título da SISA existente terá uma taxa de juros e uma data de vencimento iguaisàtaxa de juros eàdata de vencimento atuais do Título da SISA existente ofertado, bem como as mesmas datas de pagamento de juros e termos de resgate opcional. Não serão pagos juros vencidos e não pagos sobre os Títulos da SISA existentes no âmbito das Ofertas. Os detentores de Títulos da SISA existentes que forem aceitos para troca serão considerados como tendo renunciado ao direito de receber qualquer pagamento da SISA por juros acumulados a partir da data do último pagamento de juros para seus Títulos da SISA existentes. No entanto, o primeiro pagamento de juros para os Novos títulos da SHC emitidos na troca incluirá juros a partir da data de pagamento de juros mais recente para os Títulos da SISA existentes ofertados correspondentes sobre o valor principal desses Novos títulos da SHC. .

A SHC contratou a Goldman Sachs & Co. LLC, Morgan Stanley & Co. LLC e a SG Americas Securities, LLC para serem Gerentes do concessionário em conexão com a Oferta (coletivamente, os “Gerentes do concessionário”). Perguntas sobre os termos e condições das Ofertas e das Solicitações de consentimento devem ser dirigidasàGoldman Sachs & Co. LLC por meio de ligação gratuita para (800) 828-3182 ou a cobrar para (212) 934-0773, Morgan Stanley & Co. LLC, por meio de ligação gratuita para (800) 624-1808 ou a cobrar para (212) 761-1057, ou para a SG Americas Securities, LLC, por meio de ligação a cobrar para (855) 851 2108 ou por e-mail para us-glfi-syn-cap@sgcib.com.

Dúvidas relacionadas às Ofertas e às Solicitações de consentimento podem ser encaminhadasàD.F. King & Co., Inc. por meio de ligação gratuita para (800) 791-3320 ou a cobrar para (212) 269-5550 ou por e-mail para slb@dfking.com. Você também pode entrar em contato com seu corretor, concessionário, banco comercial, empresa fiduciária ou outra pessoa indicada para obter assistência com relação às Ofertas e às Solicitações de consentimento. O Memorando da oferta de troca pode ser acessado no seguinte site: http://www.dfking.com/slb.

Nem este comunicadoàimprensa nem o Memorando da oferta de troca, ou sua transmissão eletrônica, constituem uma oferta de venda ou compra de Títulos da SISA existentes ou Novos títulos da SHC, conforme aplicável, em qualquer jurisdição na qual, ou para ou de qualquer pessoa para ou de quem, seja ilegal fazer tal oferta ou solicitação de acordo com as leis de valores mobiliários aplicáveis ou de outra forma. A distribuição deste comunicadoàimprensa em determinadas jurisdições pode ser restrita por lei. Nas jurisdições em que as leis de valores mobiliários, blue sky ou outras leis exigem que as Ofertas sejam feitas por um corretor ou negociante licenciado e os Gerentes do Concessionário ou qualquer uma de suas respectivas afiliadas é um corretor ou negociante licenciado em qualquer jurisdição, as Ofertas serão consideradas como feitas pelos Gerentes do concessionário ou tal afiliada (conforme o caso) em nome da SHC em tal jurisdição.

Sobre a SLB

A SLB (NYSE: SLB) é uma empresa mundial de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença internacional em mais de 100 países e funcionários representando quase o dobro de nacionalidades, trabalhamos todos os dias para inovar na área de petróleo e gás, entregando tecnologia digital em escala, descarbonizando indústrias e desenvolvendo e escalonando novos sistemas de energia que aceleram a transição energética. Saiba mais em slb.com.

Declaração de advertência sobre as declarações prospectivas:

Este comunicadoàimprensa contém “declarações prospectivas” de acordo com o significado das leis federais de valores mobiliários, que incluem quaisquer declarações que não sejam fatos históricos. Estas declarações geralmente contêm palavras como “esperar”, “pode”, “planejar”, “potencial”, “expectativas”, “estimar”, “pretender”, “antecipar”, “visar”, “pensar”, “deveria”, “poderia”, “iria”, “irá”, “ver”, “provável” e outras palavras semelhantes. As declarações prospectivas tratam de assuntos que são, em graus variados, incertos, tais como declarações relativas aos termos e prazos para a conclusão das Ofertas e das Solicitações de consentimento, incluindo a aceitação para troca de quaisquer Títulos da SISA existentes validamente ofertados e a Data de liquidação antecipada esperada, e a consideração das Ofertas. A SLB, a SHC e a SISA não podem dar nenhuma garantia de que tais declarações estarão corretas. Estas declarações estão sujeitas, entre outras coisas, aos riscos e incertezas detalhados nos Formulários 10-K, 10-Q e 8-K mais recentes da SLB, arquivados ou fornecidosàComissão de Valores Mobiliários (SEC) dos EUA. Se um ou mais desses ou de outros riscos ou incertezas se materializarem (ou se as consequências de tais mudanças de desenvolvimento se alterarem), ou se as suposições subjacentes da SLB, da SHC ou da SISA se mostrarem incorretas, os resultados reais poderão variar substancialmente daqueles refletidos nas declarações prospectivas. As declarações prospectivas se referem apenas a 13 de março de 2025, e a SLB, a SHC e a SISA se isentam de qualquer intenção ou obrigação de atualizar publicamente ou revisar tais declarações, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outra forma.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa

Josh Byerly – vice-presidente sênior de Comunicação

Moira Duff – diretora de Comunicação Externa

SLB

Tel.: +1 (713) 375-3407

media@slb.com

Investidores

James R. McDonald – vice-presidente sênior de Relações com Investidores e Assuntos da Indústria

Joy V. Domingo – diretora de Relações com Investidores

SLB

Tel.: +1 (713) 375-3535

investor-relations@slb.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Clientes do Cessna Citation X e X+ se beneficiam da disponibilidade de Internet de alta velocidade Starlink

A Textron Aviation anunciou hoje uma solução adicional de conectividadeàInternet de alta velocidade para o Cessna Citation X e X+, após a emissão pela Administração Federal de Aviação (FAA) do Certificado de Tipo Suplementar (STC) da AeroMech para conectividadeàInternet de alta velocidade Starlink. O STC da AeroMech utiliza a constelação de satélites LEO (Low Earth Orbit, órbita terrestre baixa) da Starlink para fornecer conectividade mais confiável em terra, água e áreas remotas, onde o Wi-Fi tradicional a bordo pode não ter serviço.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250313146937/pt/

Textron Aviation announced an additional high-speed internet connectivity solution for the Cessna Citation X and X+ following the Federal Aviation Administration’s (FAA) issuance of AeroMech’s Supplemental Type Certificate (STC) for Starlink high-speed internet connectivity. (Photo Credit: Textron Aviation)

Textron Aviation announced an additional high-speed internet connectivity solution for the Cessna Citation X and X+ following the Federal Aviation Administration’s (FAA) issuance of AeroMech’s Supplemental Type Certificate (STC) for Starlink high-speed internet connectivity. (Photo Credit: Textron Aviation)

Os clientes da Beechcraft, Cessna e Hawker recebem suporte direto da fábrica, manutenção e modificações da Textron Aviation Inc., uma empresa da Textron Inc. (NYSE: TXT), por meio de uma rede global de centros de assistência e peças, unidades móveis de serviço e suporte 1CALL AOG 24 horas por dia, 7 dias por semana.

“A Textron Aviation sabe que os clientes buscam soluções de conectividade que elevem sua experiência de voo e os ajudem a alcançar seus objetivos”, disse Brian Rohloff, vice-presidente sênior de Suporte ao Cliente. “Ao oferecer o Starlink para os modelos Cessna Citation X e X+, proporcionamos aos nossos clientes acesso a uma tecnologia de ponta, garantindo uma das melhores experiências de conectividade e aviação disponíveis atualmente”.

Os clientes podem agendar a atualização para instalação nos centros de serviço da Textron Aviation na América do Norte e em alguns centros de serviço internacionais. O STC da AeroMech utiliza o “sistema autônomo” da Starlink, que consiste em uma antena, fonte de alimentação e roteador, e requer apenas a entrada de energia da aeronave. Saiba mais sobre a atualização aqui.

Sobre a Textron Aviation service

A Textron Aviation, por meio de suas marcas Beechcraft e Cessna, é renomada por sua incomparável rede de serviços global dedicada ao suporte completo ao longo do ciclo de vida. Além de sua ampla presença de instalações próprias, os clientes de jatos e turboélices da Textron Aviation têm acesso a uma rede global de mais de 300 instalações de serviço autorizadas. A Textron Aviation também oferece um programa de suporte móvel com mais de 40 unidades de serviço móvel e técnicos de serviço e suporte no local. Encontre informações adicionais sobre os programas de serviço da Textron Aviation em http://txtav.com/en/service.

Sobre a Textron Aviation

Nós inspiramos a jornada do voo. Há mais de 95 anos, a Textron Aviation Inc., uma empresa da Textron Inc., tem capacitado nosso talento coletivo nas marcas Beechcraft, Cessna e Hawker para projetar e oferecer a melhor experiência de aviação para nossos clientes. Com uma gama que inclui de jatos executivos, turboélices e pistões de alto desempenho a produtos de missão especial, treinamento militar e defesa, a Textron Aviation possui o portfólio de produtos de aviação mais versátil e abrangente do mundo, além de uma força de trabalho que produziu mais da metade de todas as aeronaves de aviação geral no mundo. Clientes em mais de 170 países confiam em nosso desempenho lendário, confiabilidade e versatilidade, juntamente com nossa rede global de atendimento ao cliente, para um voo acessível e flexível.

Saiba mais em www.txtav.com|www.defense.txtav.com|www.scorpionjet.com.

Sobre a Textron Inc.

A Textron Inc. é uma empresa multi-industrial que aproveita sua rede global de negócios de aviação, defesa, indústria e finanças para fornecer aos clientes soluções e serviços inovadores. A Textron é conhecida mundialmente por suas marcas poderosas, como Bell, Cessna, Beechcraft, Pipistrel, Jacobsen, Kautex, Lycoming, E-Z-GO, Arctic Cat, Textron Systems e TRU Simulation. Para obter mais informações, acesse: www.textron.com

Certas declarações neste comunicadoàimprensa são declarações prospectivas que podem projetar receitas ou descrever estratégias, metas, perspectivas ou outros assuntos não históricos; estas declarações são válidas apenas na data em que foram feitas e não assumimos nenhuma obrigação de atualizar ou revisar quaisquer declarações prospectivas. Estas declarações estão sujeitas a riscos conhecidos e desconhecidos, incertezas e outros fatores que podem fazer com que nossos resultados reais sejam materialmente diferentes daqueles expressos ou implícitos em tais declarações prospectivas.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Assessoria de Mídia:

Hailey Tucker

+1 (316) 881-2684

Htucker@txtav.com

txtav.com

Fonte: BUSINESS WIRE



NordicTrack comemora 50 anos de inovação com a estreia da Ultra 1, sua nova esteira de luxo

A iFIT, líder mundial em equipamentos de exercício físico e conteúdo de fitness, lançou seu mais recente produto inteligente: a nova esteira NordicTrack Ultra 1. A NordicTrack projetou a Ultra 1 para ser tanto uma declaração de design quanto um equipamento de fitness premium. Inspirada em móveis sob medida, a Ultra 1 é igualmente confortável em uma academia boutique de alta classe ou em uma sala de estar. Com um acabamento premium, a Ultra 1 combina perfeitamente a tecnologia de ponta com uma estética refinada.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250313885726/pt/

NordicTrack celebrates 50 years of innovation with debut of its new Ultra 1 luxury treadmill.

NordicTrack celebrates 50 years of innovation with debut of its new Ultra 1 luxury treadmill.

“Ao comemorar o 50º aniversário, nosso objetivo é revolucionar a experiência de fitness com a Ultra 1, combinando design sofisticado, qualidade meticulosa e inovação de ponta para estabelecer uma nova referência no condicionamento físico doméstico. Durante décadas, a NordicTrack esteve na vanguarda do setor e, hoje, temos orgulho de conduzir a evolução do fitness conectado”, disse Kevin Duffy, CEO.

As inovações da Ultra 1 transportam os usuários por meio da visão, do som e da sensação, para que eles possam aproveitar ao máximo sua experiência de exercício. Os impressionantes montantes de carvalho branco e metal em forma de V abrigam duas das experiências mais imersivas da esteira. Oito ventiladores estrategicamente posicionados criam um sistema de resfriamento de corpo inteiro que envolve os usuários com ar fresco da cabeça aos pés. Também integrados aos montantes estão alto-falantes surround de luxo que envolvem os corredores no som ambiente de seu conteúdo de streaming ou música. Os proprietários da Ultra 1 têm a opção de alterar a velocidade e a graduação da esteira por meio dos controles metálicos inspirados na cabine de um avião ou do dispositivo de anel portátil incluído.

“A criação da Ultra 1 foi mais do que apenas um estudo de design bonito”, afirmou o diretor de Produtos da marca, Keith Hartsfield. “Ficamos obcecados com o que é importante para nossos atletas para proporcionar uma experiência imersiva e ajudá-los a atingir seus objetivos. Do ponto de vista acústico, optamos por motores silenciosos e um áudio incrível e rico. Fizemos um grande esforço para oferecer resfriamento para todo o corpo, das canelas aos ombros, porque sabemos que os detalhes são importantes para nossos atletas. Aproveitamos nossa plataforma de reflexo de qualidade comercial para proteger as articulações de nossos atletas, pois sabemos que isso é importante para os atletas que treinam com frequência. Estamos muito orgulhosos do apelo estético da Ultra 1, e o trabalho artesanal da equipe para fazer uma bela máquina funcionar como nenhuma outra é o que a torna especial.”

Para resolver uma das preocupações mais comuns entre os usuários de esteiras – a vibração –, a NordicTrack projetou a Ultra 1 com dois elementos distintos. O revolucionário design desacoplado do Stability Engine (™) absorve o impacto, garantindo uma corrida excepcionalmente suave e silenciosa, ao mesmo tempo em que mantém uma elegância austera, redefinindo o fitness de luxo.

Quando combinada com a experiência do aplicativo de condicionamento físico iFIT e sua biblioteca de conteúdo indicada ao Emmy, a Ultra 1 oferece uma experiência de condicionamento físico imersiva e inigualável. Com acesso a mais de 10 mil treinos meticulosamente selecionados, os usuários são transportados para os destinos mais deslumbrantes do mundo – das praias imaculadas de Seychelles e Costa Rica aos majestosos cumes do Kilimanjaro e do Everest.

A NordicTrack organizou uma apresentação privada da esteira de luxo no início deste ano na Art Basel Miami Beach. O lançamento da Ultra 1 na Art Basel Miami Beach foi uma escolha deliberada: mais do que uma maravilha da engenharia, é uma verdadeira obra de arte em design e função. Projetada com precisão e sofisticação, a Ultra 1 incorpora a harmonia perfeita de forma, função e luxo, redefinindo a arte do condicionamento físico doméstico.

A Ultra 1 está disponível para clientes comerciais e consumidores selecionados. Quem tiver interesse, pode acessar o site www.Ultra1.com para saber mais sobre os recursos inovadores da esteira e para se inscrever na lista de espera.

Sobre a iFIT Inc.

A iFIT é líder mundial em software de fitness conectado, e a NordicTrack é um dos nomes mais reconhecidos em equipamentos de fitness. Juntas, elas se dedicam a oferecer as experiências de condicionamento físico mais avançadas e personalizadas disponíveis. Seus produtos inovadores e conteúdo atraente são projetados para inspirar, motivar e orientar os usuários em todos os níveis na sua jornada de fitness. Para mais informações, acesse iFIT.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa:

Diretor de RP, Courtney Lake – Courtney.Lake@ifit.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Estudo apresenta dados de sondagem industrial

Relatório divulgado pelo Portal da Indústria, chamado Sondagem Industrial, informou que a produção industrial apresentou queda em relação a dezembro de 2024, seguindo a tendência sazonal do período. No entanto, segundo os dados apresentados, o recuo foi menos acentuado do que nos anos anteriores. O número de empregados, por sua vez, manteve-se praticamente estável, contrariando o padrão histórico de retração no primeiro mês do ano. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) registrou aumento, permanecendo acima das médias mensais da série histórica por onze meses consecutivos com 69%.

Conforme informado na publicação da Sondagem Industrial, houve uma redução dos estoques da indústria, que ficaram abaixo do nível planejado pelo setor pelo segundo mês consecutivo. Esse movimento pode indicar uma retomada gradual da demanda, impulsionando uma previsão otimista para os próximos meses.

O relatório aponta dados sobre a produção industrial, que em janeiro de 2025 alcançou um índice de 48,9 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos, indicando retração. No entanto, esse recuo foi menor do que o observado nos últimos quatro anos. Empresas de pequeno e médio porte registraram queda na produção, enquanto as grandes indústrias tiveram crescimento. Regionalmente, Norte, Sudeste e Centro-Oeste apresentaram retração, enquanto Nordeste e Sul tiveram avanço na produção.

O número de empregados no setor industrial atingiu 49,6 pontos, revelando estabilidade em janeiro, de acordo com a publicação. Esse resultado destoa do padrão histórico, que costuma indicar queda na contratação no início do ano. Empresas de grande porte tiveram aumento no quadro de funcionários, enquanto pequenas e médias registraram redução. No recorte regional, Sul e Centro-Oeste apresentaram crescimento nas contratações, ao passo que Norte, Nordeste e Sudeste registraram queda no emprego industrial.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Fortaleza Trans Obra, afirmou que o relatório da Sondagem Industrial revela tendências importantes para o setor de locação de equipamentos para construção civil e que a queda na produção industrial em janeiro de 2025, embora inferior à dos anos anteriores, reforça o impacto da sazonalidade no setor. José Antônio disse ainda que o comportamento distinto entre empresas de diferentes portes também é um ponto de atenção e que enquanto pequenas e médias indústrias enfrentaram retração, as grandes empresas registraram crescimento na produção e aumento no número de empregados. “Esse cenário indica que o setor de franquias de locação de equipamentos para construção civil pode se beneficiar ao alinhar suas ofertas às necessidades das grandes indústrias, que continuam investindo e expandindo suas operações. Franquias de sucesso estão no setor da construção civil contribuindo para economia com gastos de manutenção em equipamentos comprados em vez de locados”.

Ainda sobre o relatório divulgado, observa-se que a Utilização da Capacidade Instalada da indústria ficou em 69% em janeiro de 2025, um aumento de um ponto percentual em relação a dezembro de 2024 e dois pontos percentuais acima da média histórica para o mês. Esse é o décimo primeiro mês consecutivo em que a UCI se mantém em níveis elevados. O avanço foi impulsionado pelo desempenho das grandes empresas, enquanto médias mantiveram estabilidade e pequenas apresentaram retração, de acordo com o que aponta o relatório.

O estudo ainda mostra que o nível de estoques na indústria recuou pelo terceiro mês consecutivo, atingindo 49 pontos em janeiro de 2025, abaixo da linha divisória de 50 pontos. Apesar disso, a queda foi menos intensa e disseminada do que a observada em dezembro de 2024. Pequenas, médias e grandes empresas registraram redução nos estoques. Regionalmente, somente as indústrias do Norte tiveram crescimento nos estoques, enquanto no Nordeste os níveis se mantiveram estáveis.

Perguntado sobre os dados divulgados, José Antônio disse que o estudo aponta desafios e oportunidades para o setor de locação de equipamentos e que a recuperação gradual da demanda industrial e a estabilidade no número de empregados criam um cenário favorável para empresas que conseguirem se posicionar estrategicamente, especialmente no modelo de franquias de locação de equipamentos para construção civil, que pode atender de forma eficiente às diferentes realidades regionais e às demandas específicas de cada porte de indústria. “O setor de aluguel de máquinas e equipamentos deve oferecer produtos com qualidade para ajudar as empresas a diminuírem o custo com compra e manutenção de máquinas e equipamentos”.



Estudo apresenta dados de sondagem industrial na construção

De acordo com dados publicados no Portal da Indústria, o setor da construção civil registrou uma desaceleração em janeiro de 2025, tanto na comparação com o mês anterior quanto com o mesmo período do ano passado. Segundo os dados apresentados na Sondagem da Indústria da Construção, o nível de atividade do setor atingiu 43,7 pontos, abaixo dos 45,4 pontos registrados em dezembro de 2024 e janeiro de 2024. A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) também apresentou queda, situando-se em 67%, um ponto percentual a menos do que em janeiro de 2024, quando o indicador marcava 68%.

Conforme informado na publicação, a redução na atividade da construção tem sido acompanhada por um cenário de menor confiança dos empresários do setor. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da construção caiu para 49,3 pontos em fevereiro de 2025, abaixo da linha divisória de 50 pontos, indicando falta de confiança. De acordo com a publicação, esse é o segundo mês consecutivo em que o indicador permanece nesse patamar, refletindo a percepção negativa dos empresários em relação às condições econômicas do país e das empresas na comparação com os seis meses anteriores.

Segundo dados apontados no estudo, apesar do desempenho mais fraco da indústria da construção no início do ano, algumas expectativas para os próximos meses seguem positivas. O relatório aponta que os índices de expectativa para nível de atividade, número de empregados e novos empreendimentos se mantêm acima da linha de 50 pontos, sugerindo otimismo do setor para o curto prazo. O índice de novos empreendimentos e serviços, por exemplo, avançou 0,6 ponto, chegando a 53,3 pontos em fevereiro de 2025. Já a expectativa de compra de insumos e matérias-primas apresentou queda de 1,2 ponto, mas ainda se mantém em patamar otimista.

No entanto, a intenção de investimento da indústria da construção recuou em fevereiro de 2025, atingindo 42 pontos, uma queda de 3,1 pontos em relação ao mês anterior. O indicador também se mostra inferior ao registrado em fevereiro de 2024, quando marcava 44,5 pontos. Apesar da retração, o valor ainda se mantém acima da média histórica de 37,9 pontos, o que demonstra que a propensão a investir continua maior que o usual.

José Antônio Valente, diretor da empresa de franquia de lojas locação de equipamentos para construção civil Franquias Trans Obra, afirmou que o cenário impacta diretamente o segmento da construção civil, essencial para a execução de obras de diferentes portes e com a UCO em queda e a confiança dos empresários abaixo da linha dos 50 pontos, é provável que haja uma retração na demanda por locação de máquinas, especialmente em curto prazo.

Os dados analisados também indicam que a evolução do número de empregados no setor segue estável. O índice ficou em 45,6 pontos em janeiro de 2025, praticamente inalterado em relação a dezembro de 2024, quando havia registrado 45,7 pontos. Na comparação anual, houve um leve avanço, já que em janeiro de 2024 o índice era de 44,9 pontos. A expectativa para os próximos meses também se mantém positiva, com o indicador projetando crescimento no número de contratações. “A locação continua sendo uma alternativa viável para empresas que buscam manter produtividade sem comprometer o capital de giro, especialmente em um cenário econômico instável”.

Perguntado ainda sobre o estudo divulgado, José Antônio disse que a queda na intenção de investimento é um ponto de atenção, pois pode indicar menor renovação de frota e inovação no setor da construção. No entanto, o fato de o indicador estar acima da média histórica sugere que ainda há espaço para investimentos estratégicos e por causa disso as empresas de locação de equipamentos devem estar atentas para oferecer recursos para empresas da construção com qualidade, como acontece com a unidade de locação de equipamentos em Santos, São Paulo. “O setor da construção civil passa por um momento de ajuste, mas a tendência de recuperação nos próximos meses pode impulsionar a demanda por locação de equipamentos, especialmente em regiões com forte atividade imobiliária e infraestrutura”.



Estudo aponta dados de confiança do empresário por setores

De acordo com dados do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), Resultados Setoriais, divulgados no Portal da Indústria, a confiança da indústria brasileira registrou uma recuperação parcial em fevereiro de 2025, após um período de queda generalizada no início do ano. Segundo os dados apresentados pela, o ICEI aumentou em todas as regiões do país e em todas as categorias de porte empresarial. No entanto, de acordo com o estudo, a melhora foi insuficiente para consolidar um cenário de otimismo entre pequenas e médias empresas, bem como em setores específicos da indústria, como produtos minerais não-metálicos e vestuário.

Conforme informado na publicação, o ICEI varia de 0 a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 indicam confiança, enquanto pontuações inferiores são associadas à falta de confiança dos empresários. Em fevereiro, o indicador mostrou avanços em 18 dos 29 setores industriais analisados, mantendo-se estagnado em um e apresentando retração em 10. Entre os segmentos com maior grau de confiança estão os farmoquímicos e farmacêuticos (54,4 pontos), bebidas (52,0 pontos) e calçados (51,4 pontos). Já os setores que continuam demonstrando pessimismo incluem produtos de minerais não-metálicos (43,9 pontos), vestuário e acessórios (44,3 pontos) e produtos de metal (45,1 pontos).

O relatório aponta dados que revelam uma tendência de recuperação desigual entre as regiões do país. A maior alta foi registrada na região Norte (+1,5 ponto), seguida pelo Centro-Oeste (+1,2 ponto) e Nordeste (+0,8 ponto). Apesar da melhora, as regiões Sul e Sudeste seguem abaixo da linha de 50 pontos, indicando que a falta de confiança ainda predomina nessas localidades. No Nordeste, o cenário é mais otimista, com o índice mantendo-se acima da marca de confiança, de acordo com o estudo.

Os dados também mostram uma diferença de percepção entre os portes empresariais. Empresas de grande porte demonstraram um leve crescimento na confiança, alcançando 50,5 pontos em fevereiro. No entanto, pequenas (47,5 pontos) e médias empresas (48,7 pontos) continuam abaixo do nível de confiança. O relatório aponta que, apesar da melhora geral, os menores empreendimentos ainda enfrentam incertezas econômicas e desafios no ambiente de negócios.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Bertioga Trans Obra, afirmou que a recuperação parcial da confiança industrial, embora positiva, ainda não se traduz em um ambiente totalmente favorável para pequenos e médios negócios. José continuou dizendo que a estagnação ou queda da confiança em setores como produtos minerais não-metálicos e produtos de metal é um sinal de alerta, pois essas indústrias estão diretamente ligadas à construção civil e podem impactar a operação dessas empresas. “O mercado de locação de máquinas e equipamentos entra como um apoiador de empresas que desejam reduzir seus custos com manutenção e compra de equipamentos. É importante dizer que a locação de equipamentos pode sim ser uma alternativa importante para empresários do setor”.

Ainda de acordo com a publicação, um aspecto relevante apontado pelo levantamento foi a transição de sete setores da indústria que, entre janeiro e fevereiro, migraram da falta de confiança para a confiança. Em contrapartida, o setor de máquinas e materiais elétricos foi o único a fazer o caminho inverso, registrando uma queda de 50,2 pontos para 48,6 pontos. Isso sugere um cenário ainda volátil, com oscilações no sentimento dos empresários conforme variam as condições econômicas e de mercado.

Perguntado sobre o relatório, José Antônio disse que para empresários que buscam as melhores franquias para investir, o estudo reforça a importância de avaliar mercados regionais e setores que demonstram maior resiliência e no caso da locação de equipamentos, investir em regiões onde o ICEI mostra maior confiança, como o Nordeste, pode ser uma estratégia viável. “A análise do índice de confiança não apenas fornece um termômetro do mercado, mas também auxilia empresas de locação na definição de estratégias para mitigar riscos e identificar oportunidades de crescimento”.



Estudo aponta dados da confiança do empresário industrial

Em estudo publicado no Portal da Indústria, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) manteve-se em 49,1 pontos no mês de fevereiro de 2025, sem variação em relação ao registrado em janeiro. Segundo os dados apresentados, esse patamar permanece abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica falta de confiança entre os empresários do setor. Esse é o segundo mês consecutivo de pessimismo no segmento industrial.

Conforme informado na publicação, o ICEI é um indicador que varia de 0 a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 indicam confiança e, quanto mais elevados, maior a disseminação desse sentimento positivo. Por outro lado, valores abaixo de 50 representam falta de confiança e indicam um ambiente mais cauteloso para os investimentos e contratações no setor industrial. A série histórica revela que o índice está abaixo da média de 53,9 pontos, evidenciando uma piora na percepção dos empresários.

O relatório aponta dados detalhados sobre os componentes do ICEI, incluindo o Índice de Condições Atuais, que variou apenas 0,2 ponto em relação a janeiro, alcançando 44,4 pontos. Esse valor indica que os empresários avaliam a situação atual da economia brasileira de forma negativa, especialmente quando comparada aos últimos seis meses. No entanto, o Índice de Expectativas para os próximos seis meses permaneceu estável em 51,5 pontos, sugerindo uma perspectiva um pouco mais otimista para o futuro das próprias empresas, ainda que a economia geral continue inspirando cautela.

A pesquisa, realizada entre os dias 3 e 7 de fevereiro de 2025, contou com a participação de 1.108 empresas, sendo 447 de pequeno porte, 414 de médio porte e 247 de grande porte. Os dados demonstram que, apesar de dados que apontam melhora nas expectativas empresariais individuais, a percepção sobre a economia do país como um todo segue negativa. O Índice de Expectativas para a economia brasileira ficou em 42,8 pontos, abaixo da linha de confiança, indicando pessimismo quanto ao ambiente macroeconômico.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Jundiaí Trans Obra, afirmou que os dados reforçam um cenário desafiador para o setor industrial, especialmente para segmentos que dependem diretamente de investimentos e expansão, como a construção civil e que a manutenção do índice em 49,1 pontos pelo segundo mês consecutivo sinaliza que os empresários seguem cautelosos, refletindo um mercado retraído e com menor apetite para novos investimentos. “Esse quadro impacta diretamente a renovação e ampliação dos estoques de equipamentos, tornando o planejamento estratégico ainda mais essencial para empresas do setor, além de ser uma oportunidade para o setor de franquias de locação de máquinas e equipamentos para construção civil”.

Ainda de acordo com o relatório, a indústria já havia apresentado sinais de desaquecimento nos últimos meses. Em fevereiro de 2024, o ICEI estava em 52,7 pontos, um nível que indicava confiança moderada. No entanto, a queda ao longo de 2024 e a estabilidade em 49,1 pontos nos últimos dois meses refletem um cenário de incerteza e cautela por parte dos empresários do setor. Entre os fatores que influenciam essa percepção estão a instabilidade econômica, custos elevados de produção e dúvidas sobre o ritmo de crescimento da economia nacional.

Perguntado sobre o cenário da indústria da construção civil, José Antônio disse que, em momentos de instabilidade econômica, a locação de equipamentos se torna uma alternativa estratégica para construtoras e empreiteiras que desejam reduzir custos fixos e otimizar recursos. José continuou dizendo que as franquias de empresas do setor podem se beneficiar desse movimento ao oferecer condições comerciais mais flexíveis, ampliando os prazos de pagamento e adaptando contratos às necessidades específicas de cada cliente. “A gestão eficiente do parque de equipamentos e a busca por diferenciação competitiva tornam-se fatores essenciais para a sustentabilidade do setor. Estratégias como digitalização de processos, ampliação do portfólio de equipamentos e parcerias estratégicas podem ser diferenciais para mitigar os impactos da falta de confiança no ambiente econômico e garantir a resiliência do setor de locação de equipamentos para construção civil”.



Estudo aponta dados das condições de pessoas na Cracolândia

Em estudo divulgado, com nome Cracolândia pelos usuários, e publicado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia da Fundação Getulio Vargas (NEB/FGV), o Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo (CEM/USP) e também o Grupo de Estudos (in)disciplinares do Corpo e do Território (Cóccix), foi apontado que a maioria das pessoas entrevistadas que vivem em situação de rua são homens negros (cis e trans), representando 66% da amostra. Em seguida, estão as mulheres negras (16%) e os homens brancos (14%). O levantamento também identificou a presença de duas mulheres brancas, um homem indígena e um homem amarelo. Todas as pessoas transexuais entrevistadas eram negras, sendo três mulheres e um homem.

Conforme os dados divulgados, 81% dos participantes se identificaram como homens cisgêneros, enquanto 14% se declararam mulheres cisgêneros. Em relação à cor ou raça, 81% afirmaram ser negros, enquanto 16% se declararam brancos. Além disso, a autodeclaração de negritude apresentou variações, incluindo termos como pretos, pardos e morenos, refletindo diferentes formas de identificação racial entre os entrevistados, de acordo com a publicação.

No que diz respeito à faixa etária, o estudo apontou que 78% dos respondentes têm entre 30 e 49 anos, demonstrando uma predominância de adultos na amostra. Além disso, 13% possuem entre 20 e 29 anos, enquanto apenas quatro participantes relataram estar na faixa dos 50 anos. O estudo também identificou duas pessoas com idade entre 18 e 19 anos e uma com mais de 60 anos. Duas pessoas optaram por não divulgar sua idade.

Em termos de escolaridade, o levantamento revelou que 38% dos entrevistados concluíram até o ensino médio, sendo que quatro deles também obtiveram diploma de curso superior. Já 62% dos entrevistados apresentaram níveis de escolaridade mais baixos, distribuídos entre aqueles que completaram o ensino fundamental I (28%) ou o ensino fundamental II (26%). Outros 8% relataram não terem estudado ou não terem concluído o ensino fundamental I, conforme divulgado no relatório.

O estudo também analisou a condição de moradia dos participantes, revelando que 96% deles se consideram em situação de rua. No entanto, nem todos dormem nas calçadas. Cerca de 69% relataram dormir efetivamente na rua, enquanto 16% afirmaram dormir em outros locais, como pensões ou centros de acolhida. A publicação também apontou que, outros 16% dos entrevistados não informaram onde passam as noites, mas declararam viver em situação de rua.

Sobre o assunto, Miler Nunes Soares, médico psiquiatra e responsável pela Clínica de Recuperação de Drogas Granjimmy, afirmou que o estudo reforça a complexidade da realidade enfrentada por pessoas em situação de rua, especialmente no que se refere ao perfil sociodemográfico e às condições de moradia desses indivíduos. Miler continuou dizendo que como especialista em tratamento para dependência química, é fundamental observar como esses dados influenciam a formulação de políticas públicas voltadas à reabilitação e reinserção social. “Programas de reabilitação precisam ser planejados para atender às especificidades desse público, garantindo acolhimento adequado e estratégias que promovam autonomia e estabilidade”.

Outro aspecto abordado pelo estudo foi o tempo de permanência na rua e na região da Cracolândia. De acordo com os dados, a maioria das pessoas entrevistadas vive em situação de rua há entre 5 e 10 anos (36%). Já 21% afirmaram estar nessa condição há 11 a 20 anos, enquanto 14% declararam viver nas ruas há mais de duas décadas. No que se refere à presença na Cracolândia, 40% dos entrevistados frequentam a região há 5 a 10 anos, e 20% afirmaram estar lá entre 1 e 4 anos.

Perguntado sobre o estudo, Miler Nunes disse que é crucial que os centros de tratamento ampliem sua atuação, indo além do acolhimento emergencial e oferecendo suporte multidisciplinar que contemple saúde mental, capacitação profissional e encaminhamentos habitacionais, como acontece na unidade da Clínica de Recuperação em Mato Grosso. “A pesquisa traz um panorama importante para nortear políticas públicas e iniciativas privadas que busquem soluções efetivas para o tratamento da dependência química”.



Estudo informa índice de preços de disponibilidade interna

De acordo com relatório divulgado no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou uma desaceleração em janeiro, registrando alta de apenas 0,11%. No mês anterior, o índice havia avançado 0,87%. Com este resultado, o indicador acumula variação de 7,27% nos últimos 12 meses. Segundo os dados apresentados, o comportamento dos preços foi impactado pela redução nos custos de commodities essenciais, como soja, minério de ferro e milho, enquanto no varejo, os preços permaneceram relativamente estáveis.

O estudo também apontou dados sobre o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que compõe a maior parte do IGP-DI, e que subiu 0,03% em janeiro, um recuo em relação à taxa de 1,08% registrada em dezembro. Conforme informado na publicação, o grupo de Bens Finais variou 0,04% no mês, menor que os 0,79% observados anteriormente. Já os Bens Intermediários registraram alta de 1,22%, enquanto as Matérias-Primas Brutas caíram 0,74%, impactadas pela queda dos preços de produtos agropecuários. O relatório aponta que a desaceleração desses itens pode contribuir para uma redução futura na inflação ao consumidor.

No varejo, a publicação cita ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também desacelerou, registrando alta de 0,02% em janeiro, após uma variação de 0,31% em dezembro. O relatório aponta que o grupo Habitação apresentou a maior queda, passando de -0,46% para -2,43%, devido à redução nos preços da energia elétrica. Em contrapartida, os grupos Alimentação e Transportes mostraram alta de 1,22% e 0,83%, respectivamente. O núcleo do IPC, que exclui itens com variações extremas, acelerou para 0,48%, ante 0,33% no mês anterior, enquanto o Índice de Difusão subiu para 74,84%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou elevação de 0,83% em janeiro, acelerando em relação aos 0,50% registrados em dezembro, conforme os dados divulgados. O aumento foi puxado principalmente pelo grupo Mão de Obra, cuja variação saltou de 0,49% para 1,27%. Já os grupos Materiais e Equipamentos e Serviços apresentaram movimentos distintos, com o primeiro recuando para 0,49% e o segundo avançando para 0,76%. Conforme indicado pelo FGV IBRE, esse resultado reflete reajustes salariais no setor da construção civil.

José Antônio Valente, diretor da empresa de aluguel de ferramentas Trans Obra, afirmou que a análise do relatório da FGV revela tendências importantes para o setor da construção civil, especialmente no que diz respeito à variação dos custos de materiais, equipamentos e mão de obra e que a elevação do INCC em janeiro, que registrou alta de 0,83%, impulsionada pelo aumento nos custos de mão de obra, reforça a necessidade de estratégias eficientes para controle de despesas nos canteiros de obras. “Com a desaceleração nos preços de insumos agropecuários e a estabilidade no varejo, há uma expectativa de redução gradual na inflação ao consumidor, o que pode impactar positivamente a previsibilidade de custos no setor”.

José Antônio continuou dizendo que é essencial que as empresas do setor avaliem suas estratégias de aquisição e locação de equipamentos, garantindo competitividade e sustentabilidade financeira em um cenário econômico dinâmico e que nesse contexto, a opção pelo aluguel de betoneiras, andaimes ou até mesmo equipamentos de grande porte como máquinas da linha amarela, se apresenta como uma solução viável para otimizar custos, principalmente diante da queda nos preços de materiais e equipamentos. “A locação de equipamentos permite maior flexibilidade financeira para as construtoras, evitando a imobilização de capital na compra de maquinário e garantindo acesso a modelos modernos e bem-mantidos, sem os custos adicionais de manutenção e armazenamento”.

O estudo informou que a próxima divulgação do IGP-DI, referente ao período de 1º a 28 de fevereiro de 2025, está prevista para o dia 10 de março de 2025.



Estudo aponta dados sobre vendas no mercado imobiliário

Conforme dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor imobiliário brasileiro encerrou o quarto trimestre de 2024 com um aumento nas vendas de unidades residenciais em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo os dados apresentados pela CBIC, foram comercializadas 104.194 unidades no período, um crescimento de 19,4% em relação ao quarto trimestre de 2023. Apesar do desempenho positivo no comparativo anual, houve uma queda de 4,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Conforme informado na publicação, a região Norte teve o maior crescimento percentual no volume de vendas, registrando um aumento de 49,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Nordeste e o Centro-Oeste também apresentaram crescimentos expressivos, ambos com aumento de 21,2%. No Sudeste, a alta foi de 23,3%, enquanto a região Sul teve um crescimento mais modesto de 5,5%.

O relatório aponta dados que indicam que, no acumulado de 12 meses, o total de unidades comercializadas atingiu 400.547, um crescimento de 20,9% em relação ao período anterior. O Sudeste se destacou como a região com maior volume de vendas acumuladas, totalizando 205.477 unidades, seguido pelo Sul, com 84.477 unidades, e pelo Nordeste, que registrou 73.413 unidades vendidas. As regiões Centro-Oeste e Norte tiveram volumes menores, com 26.002 e 11.178 unidades, respectivamente.

O relatório ainda aponta que o Valor Geral de Vendas (VGV) também refletiu o aquecimento do setor, alcançando R$ 64 bilhões no quarto trimestre de 2024. Esse montante representa um crescimento de 22,6% em relação ao mesmo período de 2023 e de 9,3% em relação ao trimestre anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, o VGV somou R$ 229 bilhões, consolidando uma tendência de crescimento no setor imobiliário.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Cascavel, Paraná, para construção civil, Trans Obra, afirmou que o crescimento do setor imobiliário, conforme apontado pelos dados da CBIC, sinaliza não apenas uma demanda aquecida por imóveis, mas também uma maior movimentação na construção civil como um todo. José disse ainda que esse cenário impacta de maneira positiva o mercado de locação de máquinas e equipamentos, já que a expansão no volume de unidades comercializadas exige um aumento na capacidade produtiva das construtoras. “O avanço significativo nas vendas, especialmente no Norte e no Nordeste, reforça a necessidade de soluções eficientes para otimizar os canteiros de obras nessas regiões, onde a infraestrutura ainda está em desenvolvimento”.

Ainda sobre o estudo, verifica-se queda nas vendas entre o terceiro e o quarto trimestre de 2024 em algumas regiões, o que pode indicar um possível desaquecimento do mercado a curto prazo. O Sudeste registrou uma retração de 5,6%, enquanto o Centro-Oeste e o Sul apresentaram quedas de 6% e 5,8%, respectivamente. O Nordeste teve um leve recuo de 3%, enquanto o Norte foi a única região que manteve crescimento, com aumento de 42,5% na comparação trimestral.

Perguntado sobre o estudo divulgado, José Antônio disse que o setor de locação de equipamentos tem se tornado cada vez mais atrativo para investidores, pois acompanha a dinâmica do setor imobiliário sem exigir o mesmo capital imobilizado das incorporadoras e que nesse contexto, surgem oportunidades promissoras dentro do segmento, especialmente para quem busca boas franquias para investir, visto que o modelo de negócios baseado em locação oferece alta demanda e potencial de crescimento sustentável no longo prazo. “Esse é um momento oportuno para empresas especializadas em locação ampliarem seu portfólio e oferecerem soluções customizadas para construtoras que buscam eficiência e redução de custos”.



Estudo aponta dados sobre índice geral de preços

Relatório divulgado no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou dados do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que registrou alta de 0,53% em janeiro de 2025, desacelerando em relação ao mês anterior, quando avançou 1,14%. O resultado reflete, principalmente, a redução dos preços de commodities agropecuárias e alimentos processados. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 6,73%, enquanto no mesmo período do ano anterior apresentava queda de 3,20%.

Segundo os dados apresentados no relatório, a desaceleração do IGP-10 foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que registrou variação de 0,57% em janeiro, bem abaixo da taxa de 1,54% observada em dezembro de 2024. As commodities que pressionaram a inflação no final do ano passado começaram a recuar, com destaque para soja, bovinos e leite in natura. Em contrapartida, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registraram aceleração no período.

O relatório aponta dados que indicam que o grupo de Bens Finais do IPA apresentou crescimento de 0,81% em janeiro, desacelerando em relação aos 1,29% registrados em dezembro. O subgrupo Bens Finais, que exclui alimentos in natura e combustíveis para consumo, também desacelerou, passando de 1,73% para 0,65%. Já o grupo de Bens Intermediários teve aceleração, registrando alta de 1,00% contra 0,57% no mês anterior. A categoria de Matérias-Primas Brutas, por sua vez, apresentou uma variação modesta de 0,15%, após avanço significativo de 2,81% em dezembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), informado no estudo, acelerou para 0,26% em janeiro, revertendo a queda de 0,02% observada no mês anterior. Conforme informado na publicação da FGV, seis das oito classes de despesa analisadas registraram avanço nas taxas de variação, com destaque para Alimentação (1,41%) e Vestuário (1,02%). Os grupos de Despesas Diversas e Comunicação, por outro lado, apresentaram desaceleração, registrando variações de 0,32% e 0,05%, respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou aceleração, avançando 0,74% em janeiro, frente aos 0,42% observados em dezembro, conforme dados apontados no estudo. Os três grupos componentes do índice tiveram variação positiva: Materiais e Equipamentos passaram de 0,46% para 0,64%, Serviços subiram de -0,24% para -0,03%, e Mão de Obra teve alta mais expressiva, de 0,48% para 0,98%.

José Antônio Valente, diretor da empresa de franquia de aluguel de equipamentos para construção civil Trans Obra, afirmou que o relatório apresenta dados fundamentais para a análise do cenário econômico, especialmente no setor da construção civil. José disse que a aceleração do INCC para 0,74% em janeiro, impulsionada pelo aumento no custo da mão de obra e dos materiais, tem impacto direto na locação de máquinas e equipamentos, uma vez que eleva os custos operacionais das construtoras e pode influenciar a demanda por aluguel em vez de aquisição de novos ativos. “No contexto do que é o conceito de empreendedorismo, esses dados reforçam a importância da adaptação dos negócios às oscilações econômicas. Empreendedores do setor precisam avaliar estratégias para otimizar custos e garantir competitividade”.

Segundo os dados apresentados pela FGV, a próxima apuração do IGP-10 será divulgada em 17 de fevereiro de 2025, abrangendo o período de coleta entre 11 de janeiro e 10 de fevereiro.



Relatório aponta dados de oferta no mercado imobiliário

Conforme dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a oferta final de unidades imobiliárias no Brasil apresentou uma queda de 7,8% no quarto trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo os dados apresentados pelo relatório da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o total de unidades disponíveis no mercado passou de 316.751 no 4T de 2023 para 291.928 no 4T de 2024. No entanto, em comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve um crescimento de 2% na oferta.

Conforme informado na publicação, a região Norte registrou a maior retração percentual anual, com uma queda de 17,2% no volume de unidades ofertadas. O Centro-Oeste também apresentou uma redução significativa de 8,1%, enquanto o Sudeste teve um recuo de 9,1%. A região Sul acompanhou essa tendência com uma diminuição de 6,9%. Apenas o Nordeste teve uma queda mais branda, de 4,0% também no período de comparação com o 4T do ano anterior, de acordo com os dados apresentados.

O relatório aponta dados relevantes sobre os lançamentos e vendas acumuladas nos últimos 12 meses. Foram 383.483 novas unidades lançadas no país, um crescimento de 18,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas somaram 400.547 unidades, um aumento expressivo de 20,9%.

Outro dado destacado pelo estudo é o tempo estimado para o escoamento total da oferta. Considerando a média de vendas dos últimos 12 meses, caso não haja novos lançamentos, as unidades atualmente disponíveis no mercado se esgotariam em aproximadamente nove meses.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Foz do Iguaçu, Paraná, para construção civil, Trans Obra, afirmou que os dados apresentam um panorama significativo do mercado imobiliário brasileiro, refletindo diretamente nas dinâmicas da construção civil e, consequentemente, no setor de locação de máquinas e equipamentos. José Antônio também disse que a queda de 7,8% na oferta final de unidades no 4T de 2024, apesar do crescimento trimestral de 2%, sugere um cenário de ajuste na produção e comercialização, impactando o setor da construção civil. “O aumento de 18,6% nos lançamentos e de 20,9% nas vendas aponta para um setor que segue aquecido, apesar da redução da oferta disponível. Esse crescimento na comercialização pode indicar um aquecimento futuro na necessidade de equipamentos para novas obras, favorecendo empresas de locação”.

O estudo ainda cita dados sobre o contexto macroeconômico informando que, a taxa Selic, principal referência para os juros no país, atingiu 12,15% ao final de 2024. E embora abaixo do pico de 13,65% registrado em 2022, os níveis elevados ainda impactam as condições de financiamento imobiliário, podendo influenciar futuras dinâmicas do mercado.

Perguntado sobre o assunto, José Antônio disse que o impacto da taxa Selic, que se mantém em patamares elevados, influencia a capacidade de investimento das incorporadoras e, por consequência, o volume de novas obras. José afirmou também que empresas do setor de locação de máquinas precisam estar atentas a esses indicadores, uma vez que períodos de maior restrição ao crédito podem ser uma oportunidade para oferecer produtos através de locação com o objetivo de reduzir custos operacionais de empresas do setor da construção com compra e manutenção de equipamentos e máquinas. “Nesse contexto, modelos de negócio que operam sob o conceito de “franquias de sucesso no Brasil” podem encontrar oportunidades promissoras, possibilitando uma expansão estruturada e uma maior capilaridade no atendimento às construtoras”.



Estudo aponta dados sobre aluguéis residenciais

Relatório divulgado, chamado Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), registrou um aumento de 3,73% em janeiro de 2025, conforme apontam os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Esse movimento reverte a queda observada em dezembro de 2024, quando o índice recuou 1,28%. No acumulado de 12 meses, a variação ficou em 7,99%, uma desaceleração em relação aos 8,63% registrados no mês anterior.

Segundo os dados apresentados, Porto Alegre foi a capital com maior aumento nos aluguéis residenciais, registrando um avanço significativo de 5,97% no índice em janeiro, ante 1,52% no mês anterior. Em São Paulo, a variação passou de -2,07% em dezembro para 4,28% em janeiro. O Rio de Janeiro também registrou aumento, com alta de 2,52%, revertendo a queda de -5,90% observada no mês anterior. Por outro lado, o estudo informa que Belo Horizonte foi a única capital analisada que apresentou retração nos aluguéis, saindo de um crescimento de 1,20% em dezembro para uma queda de -0,75% em janeiro de 2025.

O relatório aponta dados sobre a taxa interanual do aluguel residencial, que apresentou aceleração em duas das quatro capitais analisadas. No Rio de Janeiro, o índice passou de 6,16% em dezembro para 7,45% em janeiro. Em São Paulo, o ritmo de crescimento também aumentou, com a variação interanual passando de 5,52% para 6,15%. Por outro lado, Belo Horizonte e Porto Alegre apresentaram desaceleração nos últimos 12 meses, com Porto Alegre registrando a maior queda entre as cidades analisadas, de 12,64% em dezembro para 8,65% em janeiro.

José Antônio Valente, diretor da empresa de aluguel de ferramentas Trans Obra, afirmou que o estudo indica uma retomada no crescimento dos aluguéis residenciais em janeiro de 2025, após uma queda registrada no mês anterior e que esse cenário reflete diretamente o comportamento do mercado imobiliário, que pode influenciar também o setor da construção civil e a demanda por locação de equipamentos. José continuou dizendo que o aumento dos aluguéis em capitais como Porto Alegre (5,97%) e São Paulo (4,28%) demonstra um reaquecimento do setor, o que pode impulsionar novos projetos e reformas para atender à demanda por moradia. “Na minha opinião, cresce a necessidade de equipamentos como betoneiras e outras máquinas e equipamentos voltados para construção civil, à medida que o setor aquece. São equipamentos essenciais para obras de pequeno e médio porte. Alugar betoneira, andaimes ou equipamentos de grande porte se torna uma opção estratégica para construtoras que buscam reduzir custos operacionais e garantir eficiência nas obras, evitando a necessidade de compra de maquinário próprio”.

Na publicação, observa-se a informação de que os dados do IVAR são obtidos a partir de contratos de locação fornecidos por empresas administradoras de imóveis e representam um indicador estatisticamente significativo para acompanhar a dinâmica do mercado de aluguéis residenciais no Brasil. De acordo com a nota metodológica divulgada pelo FGV IBRE, a atualização dos valores ao longo do tempo ocorre em momentos pré-estabelecidos nos contratos para reajustes ou por negociações entre locadores e locatários.



Estudo aponta dados de lançamentos imobiliários no Brasil

De acordo com dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o mercado imobiliário brasileiro registrou crescimento no quarto trimestre de 2024, com 111.671 novas unidades residenciais lançadas. Segundo os dados apresentados pelo relatório da CBIC/CII, esse volume representa um aumento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2023 e de 9,5% na comparação com o terceiro trimestre de 2024. O levantamento também aponta que, no acumulado de 12 meses, foram lançadas 383.483 unidades, evidenciando uma variação positiva de 18,6% em comparação ao período anterior.

Conforme informado na publicação, a região Sudeste se destacou no período, sendo responsável pelo lançamento de 63.543 unidades, um crescimento de 20% na comparação anual e de 21,9% em relação ao trimestre anterior. O Sul do país também apresentou alta, registrando 20.749 novas unidades, um avanço de 3,8% em relação ao quarto trimestre de 2023. Em contrapartida, o estudo aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram quedas de 13,3% e 2,1%, respectivamente, quando comparadas ao mesmo período do ano anterior.

A publicação informa ainda que o Nordeste manteve um patamar elevado de lançamentos, com 19.474 unidades, uma leve retração de 3,4% em relação ao quarto trimestre de 2023, mas com crescimento de 7,7% na comparação com o trimestre anterior. Já o Centro-Oeste, com 6.146 unidades lançadas, apresentou redução de 24,9% na comparação trimestral. A região Norte teve um desempenho mais fraco, com 1.759 novas unidades, representando a maior queda percentual do período, de 36% em relação ao terceiro trimestre de 2024, de acordo com os dados divulgados.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos em Belo Horizonte, Minas Gerais, para construção civil, Trans Obra, afirmou que o crescimento do mercado imobiliário no último trimestre de 2024 reflete uma retomada sólida do setor da construção civil, impulsionada por fatores como acesso ao crédito, demanda habitacional e investimentos estratégicos. José ainda disse que esse cenário abre espaço para investimentos estratégicos, como a expansão de empresas especializadas no aluguel de máquinas pesadas ou equipamentos, especialmente em regiões de crescimento acelerado. “Considerando o avanço do setor e a demanda crescente por infraestrutura, é possível afirmar que franquias que valem a pena investir incluem aquelas voltadas à locação de equipamentos para construção civil, dada a previsibilidade de obras e a busca por alternativas mais econômicas em relação à aquisição de maquinário próprio”.

O relatório aponta dados também sobre o Valor Geral Lançado (VGL), que atingiu R$ 78 bilhões no quarto trimestre de 2024. Esse montante representa um crescimento de 20,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e um avanço de 38% quando comparado ao terceiro trimestre de 2024. No acumulado de 12 meses, o VGL chegou a R$ 233 bilhões, consolidando uma alta de 20,7% em relação ao ano anterior.

Perguntado sobre o estudo, José Antônio disse que a queda registrada nas regiões Norte e Centro-Oeste, por exemplo, reforça a importância de estratégias adaptativas para a indústria, com a diversificação dos serviços e a oferta de soluções modulares para atender a diferentes realidades do mercado. “Em um contexto de expansão imobiliária, a otimização do uso de equipamentos e a logística eficiente tornam-se fatores determinantes para a competitividade das empresas do setor”.



Estudo aponta dados de indicadores industriais

Relatório divulgado no Portal da Indústria, chamado Indicadores Industriais, revela que indicadores econômicos da indústria brasileira apresentaram retração em dezembro de 2024. Segundo os dados apresentados, o faturamento real da indústria caiu 1,3% na passagem de novembro para dezembro, considerando os números dessazonalizados. Apesar dessa redução mensal, o faturamento acumulado no ano ainda registrou crescimento de 5,6% em comparação com 2023.

O estudo aponta também que além do faturamento, as horas trabalhadas na produção também sofreram uma retração de 1,3% entre novembro e dezembro de 2024. No entanto, quando analisado em relação a dezembro de 2023, houve um crescimento de 4,2%, e no acumulado do ano, a alta foi de 4,5%. Conforme informado na publicação, a estabilidade nos meses anteriores foi quebrada com a queda observada no último mês do ano, evidenciando um desempenho industrial menos favorável.

O emprego industrial, por sua vez, manteve-se estável em dezembro de 2024, sem variações significativas na comparação mensal, de acordo com o relatório. No entanto, em relação a dezembro de 2023, houve um avanço de 2,8%, enquanto no acumulado de 2024, o crescimento foi de 2,2% na comparação com o ano anterior. O relatório aponta dados que indicam uma desaceleração do crescimento do emprego industrial nos últimos meses do ano, embora os números permaneçam positivos em relação a 2023.

O estudo mostra que a massa salarial real da indústria recuou 0,5% entre novembro e dezembro de 2024, após ter registrado crescimento no mês anterior. Ainda assim, na comparação com dezembro de 2023, houve um aumento de 0,9%, e no acumulado do ano, a alta foi de 3,0%. O rendimento médio real também apresentou queda de 0,5% na passagem de novembro para dezembro, registrando um recuo anual de 1,9%. No entanto, no acumulado de 2024, o rendimento médio ainda apresenta um leve crescimento de 0,8%.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de máquinas Trans Obra, afirmou que a retração observada nos indicadores econômicos da indústria em dezembro de 2024 reflete um momento de ajuste no setor, após um ano de crescimento acumulado. José continuou dizendo que no segmento de aluguel de betoneiras, essa oscilação pode sugerir uma redução temporária no volume de obras em execução no último mês do ano, comum devido a fatores sazonais e ajustes no orçamento das construtoras. “O crescimento acumulado de 5,6% no faturamento da indústria ao longo de 2024 e o aumento de 4,5% nas horas trabalhadas ao longo do ano indicam que a atividade industrial manteve uma trajetória positiva”.

Ainda sobre o relatório, nota-se que a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), informada na publicação, também fechou dezembro em queda, recuando 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação a novembro, atingindo 78,2%. Na comparação anual, a UCI foi 1,9 p.p. inferior ao registrado em dezembro de 2023. Entretanto, a média anual da UCI em 2024 foi 0,6 p.p. maior do que em 2023, sinalizando que, apesar do recuo no final do ano, a utilização da capacidade instalada manteve um desempenho superior ao do ano anterior, conforme informado na publicação.

Perguntado sobre o relatório, José Antônio disse que a estabilidade do emprego industrial em dezembro, somada ao crescimento anual de 2,2%, reforça que, apesar da desaceleração no último mês do ano, o setor segue aquecido. “No contexto da construção civil, isso pode significar a continuidade da demanda por equipamentos alugados, especialmente em segmentos estratégicos como infraestrutura e edificações”.



Inscrições para o Prêmio Ser Humano 2025 seguem até o dia 31/03

A Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR) continua com as inscrições abertas para o Prêmio Ser Humano (PSH) 2025, que reconhece iniciativas e profissionais que promovem o lado humano da gestão de RH. Empresas e profissionais de Gestão de Pessoas estão aptos a participarem da premiação, considerada uma das mais importantes do Paraná.

As inscrições seguem até o dia 31 de março, pelo site https://psh.abrh-pr.org.br/. Após essa etapa, os projetos poderão ser entregues de 1º a 11 de abril, com validação prevista entre 21 de abril e 30 de maio. A premiação dos vencedores acontecerá no dia 26 de junho.

De acordo com a diretora responsável pelo PSH 2025, Lúcia Fernandes, o prêmio é uma iniciativa de grande relevância que destaca e valoriza as boas práticas de gestão de pessoas. “O PSH reconhece profissionais e projetos que priorizam o ser humano”, pontua. Para ela, iniciativas como essa são essenciais não apenas para premiar, mas para disseminar ideias e práticas que podem fazer a diferença na vida de muitos. “É uma oportunidade de compartilhar experiências e histórias de sucesso que falam de pessoas”, acentua.

Nesta edição, o PSH contará com as seguintes categorias: Desenvolvimento, Excelência Organizacional, ESG (Environmental, Social and Governance), Jovem e Profissional de Destaque em Gestão de Pessoas.

Para mais informações e inscrição, acessar https://psh.abrh-pr.org.br/



Comitês de Determinações de Derivativos de Crédito – Candidaturas de Membros para 2025

A DC Administration Services, Inc. (DCAS) gostaria de convidar todos os membros interessados ​​da ISDA a se candidatar a uma posição como membro dos Comitês de Determinações de Derivativos de Crédito. Há um Comitê de Determinações separado para cada uma das regiões pertinentes. Os membros da ISDA podem se candidatar a membros como Membro Negociador dos Comitês de Determinações ou Membro Não Negociador dos Comitês de Determinações (conforme corresponda).

As partes que desejarem se candidatar a tal posição devem revisar com cuidado e enviar uma Carta de Participação de Negociadores executada (para um possível Membro Negociador) ou uma Carta de Participação do Comitê de Não Negociadores executada (para um possível Membro Não Negociador) até as 17h (horário de Nova York) em 19 de março de 2025 (quarta-feira). Os CCPs também podem se candidatar para participar como Membros do CCP ao enviar uma Carta de Instituição Participante do CCP.

Para mais informações sobre o processo e baixar o formulário da carta correspondente, acesse https://www.cdsdeterminationscommittees.org/about-dc-committees/constitution-of-the-determinations-committees/.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Consultas de imprensa:

Orlando Figueroa

orlando.figueroa@citadelspv.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Fintech iCred é mais nova associada da ABCD

Fundada em Sergipe em 2022 com o objetivo de facilitar o acesso a crédito, a iCred é a mais nova filiada da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). Especializada em empréstimo consignado e antecipação de FGTS, a fintech ultrapassa atualmente os 2,5 milhões de contratos ativos em mais de 5,4 mil municípios, contando com 50 mil agentes credenciados e cobertura de 99,9% do território nacional. 

Desde o início de sua operação, a empresa já atendeu a mais de 5 milhões de brasileiros beneficiários do INSS e trabalhadores celetistas, com foco na desburocratização de processos e concessão rápida. 

“Conseguimos liberar crédito na conta do cliente por meio de transferência via PIX em até três minutos. Além disso, trabalhamos com soluções financeiras digitais que incluem análise de crédito ágil e personalizada, utilizando tecnologia para facilitar a aprovação e liberação de recursos”, afirma Túlio Matos, CEO e cofundador da iCred. 

“Até o fim de 2025, pretendemos alcançar R$ 4 bilhões em captações. Também neste ano, lançaremos nosso cartão de crédito consignado INSS e vamos pilotar o novo e-Consignado privado”, antecipa o executivo. 

Sobre a chegada à associação, Matos destaca que a iniciativa visa fortalecer o segmento de crédito digital. “Nesse sentido, nada melhor do que se unir à ABCD. Vimos discussões e mudanças recentes que exigem uma atuação coordenada do setor e por isso decidimos integrar a entidade”, completa. 

Claudia Amira, diretora-executiva da ABCD, aposta em um ano de muitos avanços para o ecossistema das fintechs de crédito e, consequentemente, de relevantes debates envolvendo os players do setor. “Desta forma, é com satisfação que damos as boas-vindas a iCred, que chega à associação fortalecendo nossa representatividade”, ressalta Claudia. 

Mais informações sobre as fintechs que integram a ABCD estão disponíveis em https://creditodigital.org.br/membros-associados/



Dine Brands International anuncia planos de desenvolvimento de restaurantes para 2025

Dine Brands International, uma afiliada da Dine Brands Global, Inc., a empresa-mãe dos restaurantes Applebee’s Neighborhood Grill + Bar®, IHOP® e Fuzzy’s Taco Shop®, está pronta para expandir seu conceito Applebee’s e IHOP de dupla marca em 2025. Esta expansão inclui entrar no mercado da Costa Rica com a franqueada BLT UK Holdings Limited e abrir os primeiros restaurantes não tradicionais no México com os franqueados Grupo Shogua e ATH Group.

O formato de dupla marca, combinando Applebee’s e IHOP sob o mesmo teto, tem sido uma parte essencial da estratégia de crescimento internacional da Dine Brands. Atualmente, há 18 locais de dupla marca em sete mercados: México, Canadá, EAU, Kuwait, Arábia Saudita, Honduras e Peru. Em 2025, a empresa pretende abrir 13 restaurantes de dupla marca adicionais em novos mercados internacionais e concluir 10 conversões duplas, o que elevaria o número total de restaurantes de dupla marca a 41. A franqueada BLT UK Holdings Limited abriu o primeiro restaurante de dupla marca em Honduras em 2024 e planeja abrir um segundo local este ano. Também irão abrir o primeiro restaurante de dupla marca na Costa Rica neste verão em San José.

Com base no sucesso de 2024, quando a Dine Brands International e seus franqueados abriram 36 novos restaurantes e entraram em novos mercados como Honduras, a expansão de 2025 terá foco em oportunidades de crescimento tradicionais e não tradicionais. Além do franqueado ATH Group abrir o primeiro restaurante não tradicional de dupla marca no centro de viagens Parador Pedro Escobedo no México, o franqueado Grupo Shogua também irá abrir um restaurante IHOP no Aeroporto Internacional Felipe Ángeles (AIFA) na Cidade do México.

“Estou imensamente orgulhoso do progresso que estamos fazendo para expandir e crescer com franqueados novos e existentes em todo o mundo”, disse Scott Gladstone, Presidente de Desenvolvimento Internacional e Corporativo na Dine Brands Global. “Nossos planos de expansão criam oportunidades para nos adaptar aos costumes, gostos e tradições locais, bem como novos formatos e diversidade de marcas. Estamos comprometidos em criar oportunidades atraentes e lucrativas para os franqueados e a empresa, além de experiências novas e únicas para nossos clientes.”

A Dine Brands está buscando desenvolvedores máster qualificados em territórios selecionados no México (Baja California Sur, Sonora, Sinaloa, Aguascalientes, Zacatecas, Coahuila, Durango, Nayarit, Colima, Hidalgo, Guerrero, Oaxaca), territórios selecionados no Canadá, bem como franqueados máster / desenvolvedores máster em mercados selecionados na Europa e Ásia, incluindo Coreia do Sul, Japão e Espanha. Para oportunidades de franquia, acesse https://franchise.ihop.com/en/applebees-co-branded-franchising.

Sobre a Dine Brands Global, Inc.

Com sede em Pasadena, Califórnia, a Dine Brands Global, Inc. (NYSE: DIN), através de suas subsidiárias e franqueados, oferece suporte e opera restaurantes sob as marcas Applebee’s Neighborhood Grill + Bar®, IHOP® e Fuzzy’s Taco Shop®. Em 31 de dezembro de 2024, estas três marcas consistiam em mais de 3.500 restaurantes em 19 mercados internacionais. A Dine Brands é uma das maiores empresas de restaurantes de serviço completo do mundo e, em 2022, se expandiu para o segmento Fast Casual. Para mais informações sobre a Dine Brands, acesse o site da empresa localizado em www.dinebrands.com.

BR-INTL

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Contato de mídia

Heather Mann

Diretor de Comunicações Globais

Dine Brands Global, Inc.

Heather.mann@dinebrands.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Taça Yakult será nos próximos fins de semana

Nos dois próximos fins de semana de março, o Centro de Treinamento/Academia de Beisebol da Yakult vai receber a XVI Taça Yakult de Beisebol. As duas etapas da competição – Infantil e Pré-Júnior – reunirão 410 atletas com idades entre 11 e 14 anos. Os times virão de diferentes cidades do Estado de São Paulo e do Paraná para disputas no sábado e no domingo, a partir das 8h. A competição é organizada pela Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS).

Nos dias 15 e 16 de março, 185 jogadores de 11 e 12 anos de idade disputarão a Etapa Infantil da competição. As 12 equipes confirmadas são Anhanguera, Atibaia, Cooper Clube, Gigante, Indaiatuba, Marília, Maringá, Mogi das Cruzes, Nikkei Curitiba, Nippon Blue Jays, Pinheiros e Tozan. Os times serão divididos em quatro grupos de três equipes cada e jogarão um contra todos dentro dos grupos.

“Vamos utilizar os quatro campos do CT Yakult/CBBS para abrigar todos os jogos neste ano, devido à quantidade de times”, afirma o responsável pelo Departamento Técnico da CBBS, Ricardo Iguchi. Os campeões de cada grupo disputarão a chave Ouro, enquanto os vice-campeões disputarão a chave Prata e os terceiros colocados disputarão a chave Bronze. Os campeões de cada grupo farão a semifinal e a final no domingo. 

Etapa Pré-Júnior

Com recorde de equipes neste ano, 225 jogadores de 13 e 14 anos disputarão a Etapa Pré-Júnior da XVI Taça Yakult de Beisebol nos dias 22 e 23 de março. As 15 equipes confirmadas são Atibaia, Bastos, Cooper Clube, Gecebs, Gigante, Indaiatuba, Londrina, Marília, Maringá, Mogi das Cruzes, Nikkei Curitiba A, Nikkei Curitiba B, Nippon Blue Jays, Pinheiros e Presidente Prudente. As equipes serão divididas em três grupos de quatro times e um grupo de três times e jogarão conforme a tabela.

Nesta categoria, os campeões disputarão a chave Ouro, os vice-campeões a chave Prata, os terceiros colocados a chave Bronze e os quartos colocados a chave Incentivo. “Neste ano, notamos uma enorme quantidade de equipes no Pré-Júnior. E muitos atletas que disputarão esta etapa são acadêmicos do CT/Academia Yakult/CBBS. Por isso, sem dúvida os jogos do Pré-Júnior serão muito bons”, acentua Ricardo Iguchi. 

Parceria internacional

Em fevereiro, a CBBS assinou um contrato de parceria com a Major League Baseball (MLB), dos Estados Unidos, para dar suporte aos atletas que treinam no CT/Academia Yakult/CBBS. O objetivo é o treinamento de atletas de alto rendimento. Para isso, a MLB selecionou 50 jogadores para o projeto. As seletivas foram realizadas em agosto do ano passado nas cidades de São Paulo, Atibaia, Presidente Prudente, Marília e Ibiúna (Estado de São Paulo), além de Rio de Janeiro, Recife (Pernambuco), Curitiba e Londrina, ambas no Paraná. Os atletas de 12 a 16 anos foram avaliados a partir de vários testes físicos e técnicos para a escolha dos melhores.

Por meio da parceria, a Major League Baseball dará bolsa completa para os atletas, com direito a frequentarem escola particular, receberem alimentação, moradia, transporte e material de beisebol. “Os atletas também terão treinamento de alto rendimento e atendimento de fisioterapia e psicólogo, e a MLB trará dois treinadores, que são ex-jogadores da Liga, para a comissão técnica”, acrescenta o presidente da CBBS, Thiago Caldeira.

Tradicional apoiadora de beisebol no Japão, onde mantém o time profissional Tokyo Yakult Swallows, a Yakult investe neste esporte no Brasil desde 1999. A empresa é responsável pela manutenção do CT/Academia e dá apoio a algumas competições ao longo do ano – como a Taça Yakult. “O objetivo da multinacional é estimular o gosto pelo beisebol em crianças e jovens brasileiros”, afirma o presidente da Yakult do Brasil, Atsushi Nemoto.

SERVIÇO

XVI Taça Yakult de Beisebol Infantil

Datas e horários – 15 e 16 de março – a partir das 8h 

XVI Taça Yakult de Beisebol Pré-Júnior

Datas e horários – 22 e 23 de março – a partir das 8h

Centro de Treinamento/Academia de Beisebol da Yakult
Local – Rodovia Bunjiro Nakao, km 58,5 – Ibiúna – São Paulo.

Entrada franca

Sobre a Yakult

Fundada em 1955 pelo médico e pesquisador Minoru Shirota, a Yakult Honsha, sediada em Tóquio, no Japão, pesquisa os microrganismos probióticos promotores da saúde. Presente em 40 países e regiões, a marca faz parte dos hábitos alimentares diários de mais de 40 milhões de consumidores no mundo. A filial brasileira completa 57 anos em 2025. Para outras informações, basta acessar o site: www.yakult.com.br ou as redes sociais da empresa: Facebook/yakultbrasiloficial,  Instagram@yakultbrasil e TikTok/yakultbrasil.



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