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ActiveCampaign lança solução de WhatsApp para atendimento

A ActiveCampaign anuncia o lançamento do ActiveCampaign WhatsApp Messaging, uma solução de automação desenvolvida para empresas que desejam impulsionar marketing e vendas, gerenciar interações com clientes e otimizar operações utilizando o WhatsApp.

“Com taxas médias de abertura de 98%, muito acima dos canais tradicionais, o WhatsApp, com a nova solução, transforma-se em um canal estratégico de negócios, capaz de gerar engajamento mensurável e crescimento de receita”, afirma Jason VandeBoom, fundador e CEO da ActiveCampaign.

A solução inclui um construtor de fluxos e chatbots sem necessidade de programação, caixa de entrada compartilhada para equipes, envio de mensagens em campanhas e integrações com ferramentas empresariais. A ActiveCampaign oferece uma abordagem integrada para que empresas priorizem o WhatsApp como canal principal de comunicação com clientes, sem abrir mão de uma experiência multicanal com e-mail, SMS e redes sociais.

“Embora o WhatsApp seja o canal de comunicação preferido por bilhões de usuários no mundo, muitas empresas ainda têm dificuldade em oferecer experiências realmente personalizadas e consistentes”, diz VandeBoom.

“Nossa abordagem integrada é diferente de soluções que apenas adicionam o WhatsApp a plataformas existentes. Criamos funcionalidades específicas de automação para o WhatsApp que permitem conversões mais eficazes, otimização em tempo real e uma experiência positiva para o cliente, enquanto liberam as equipes para focar em resultados”, declara o CEO.

Impacto nas empresas

A nova solução permite automatizar mensagens no WhatsApp em diferentes etapas da jornada do cliente, como envio de formulários e documentos. As conversas são organizadas automaticamente, com dados atualizados de desempenho e conversão, inclusive de anúncios com botão para o WhatsApp.

De acordo com o CEO, também é possível estruturar o atendimento com fluxos de mensagens que respondem dúvidas comuns e distribuem as conversas entre a equipe. A caixa de entrada compartilhada permite acompanhar o histórico, aplicar etiquetas, registrar notas e utilizar filtros, visando facilitar a gestão e a identificação de melhorias.

“A ferramenta ainda automatiza tarefas como envio de mensagens, imagens, vídeos e PDFs, sem necessidade de programação. Isso permite configurar atualizações de serviço e confirmações de pedido de forma consistente, mesmo por equipes não técnicas”, explica VandeBoom.



Andersen Consulting desenvolve recursos de transformação com soluções digitais exponenciais

A Andersen Consulting prossegue no desenvolvimento de sua plataforma de consultoria digital, em parceria com a Exponential Digital Solutions (10xDS), uma empresa especializada em transformação baseada em IA e tecnologias emergentes.

Fundada em 2016 pelo CEO Binu Koshy, a 10xDS oferece soluções inovadoras em automação, análise, inteligência artificial, segurança cibernética e desenvolvimento de produtos digitais. A abordagem multidisciplinar da empresa integra conhecimentos técnicos com percepções estratégicas, oferecendo suporte aos clientesàmedida que implementam e escalam soluções inovadoras. Com experiência internacional em vários setores, a 10xDS se esforça para corrigir ineficiências operacionais e gerar novo valor por meio da inovação digital.

“Na 10xDS, construímos uma organização alicerçada na inovação e na convicção de que a inteligência artificial e as tecnologias emergentes podem otimizar de maneira considerável os resultados comerciais”, declarou Binu. “Esta colaboração apoia nossa missão de ampliar soluções digitais transformadoras e expandir o alcance dos serviços que podemos disponibilizar a clientes em todo o mundo.”

“A experiência de Binu em serviços profissionais e sua competência em liderar projetos de transformação em larga escala adicionam um ponto de vista valiosoànossa plataforma de consultoria”, afirmou Mark L. Vorsatz, presidente global e CEO da Andersen. “A incorporação da 10xDS evidencia o modelo organizacional com visão de futuro e foco em tecnologia com o qual buscamos nos alinhar — fundamentado na inovação e construído para gerar um impacto real nos negócios. Sua capacidade especializada em automação, IA e execução digital nos possibilitarão oferecer soluções ainda mais completas e tecnológicas aos nossos clientes.”

A Andersen Consulting é uma empresa global de consultoria que oferece um portfólio abrangente de serviços, incluindo estratégia corporativa, negócios, tecnologia, transformação de IA, além de soluções de capital humano. Integrada ao modelo multidimensional da Andersen Global, a empresa oferece consultoria de classe mundial, além de expertise em impostos, direito, avaliação, mobilidade global e assessoria em uma plataforma global com mais de 20.000 profissionais em todo o mundo e presença em mais de 500 localidades por meio de suas firmas-membro e colaboradoras. A Andersen Consulting Holdings LP opera como uma sociedade limitada, fornecendo soluções de consultoria por meio de suas firmas-membros e colaboradoras espalhadas pelo mundo.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

mediainquiries@Andersen.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Violações de dados crescem 24 vezes no Brasil

Nos últimos anos, o mundo entrou na era dos “megavazamentos”, com ataques cibernéticos expondo bilhões de credenciais de acesso a contas em diversas plataformas como Meta, Apple e Google. De fato, números apurados pela Surfshark mostram que o Brasil já está entre os 10 países mais afetados pela ação de cibercriminosos, com o número de contas vazadas crescendo 24 vezes de 2023 para 2024. Recentemente, pesquisadores do Cybernews, veículo independente que lida com notícias de segurança na internet, divulgaram um possível novo vazamento que teria exposto 16 bilhões de senhas.

Para Ibrahim Boufleur, CEO da Tecno it e especialista em tecnologia da informação com mais de 20 anos de atuação no mercado, a magnitude desses números revela um cenário alarmante tanto para empresas quanto para usuários comuns. “Atualmente, todos precisam ter atenção redobrada à segurança digital e à gestão de dados sensíveis, especialmente dentro de grandes organizações”, argumenta.

Cibersegurança e responsabilidade coletiva

Normalmente, esses aglomerados de dados são reunidos em pacotes e circulam em fóruns clandestinos e mercados paralelos. Nesse formato, eles são utilizados por cibercriminosos para tentativas de acesso a contas bancárias, sistemas corporativos, redes sociais e plataformas de e-commerce.

“Quando falamos em bilhões de senhas expostas, não estamos falando apenas de logins esquecidos. Essa dimensão inclui sistemas inteiros, pessoais e corporativos, potencialmente comprometidos por conta de práticas frágeis de segurança”, alerta Boufleur.

Para ele, além das falhas individuais — como o uso de senhas fracas ou repetidas —, muitas empresas ainda não adotam políticas rígidas de proteção, armazenamento e criptografia de dados. “Bancos de dados mal configurados, servidores abertos, backups desprotegidos e softwares desatualizados são fragilidades que abrem portas tanto para ações criminosas como para vazamentos acidentais”, explica.

Como constatar um vazamento

Em meio ao medo de exposição, plataformas voltadas para a verificação de contas expostas, como Have I Been Pwned e Firefox Monitor, são fontes onde usuários podem consultar se suas informações já foram comprometidas.

Esses serviços cruzam e-mails e logins com bases públicas de vazamentos já conhecidos. Assim, caso o endereço apareça listado, é sinal de que ao menos uma credencial associada já foi exposta e precisa ser substituída imediatamente. Contudo, é importante ressaltar que, diante da recente notícia do Cybernews, Troy Hunt, criador do site Have I Been Pwned, afirmou em entrevista que ainda busca entender o novo caso para saber se as informações devem mesmo ser incluídas em sua base.

Dicas de como se proteger

Assim, seja diante da confirmação do vazamento ou mesmo em casos de suspeita, Ibrahim Boufleur recomenda que tanto pessoas físicas quanto empresas adotem medidas imediatas. Para isso, ele lista algumas ações e cuidados que devem ser tomados:

  • Trocar senhas imediatamente, priorizando combinações longas e únicas para cada serviço;
  • Usar autenticação de pelo menos dois fatores (2FA);
  • Sempre evitar usar redes públicas ou desprotegidas, os famosos Wi-Fi grátis, para acessar serviços sensíveis;
  • Monitorar movimentos financeiros e comunicações incomuns, tanto em contas pessoais quanto corporativas.

Além disso, Boufleur destaca que empresas devem revisar seus protocolos de segurança, incluindo o controle de acesso a dados sensíveis, políticas de backup seguro, bem como fazer a atualização contínua dos sistemas que utilizam.

Empresas devem repensar suas infraestruturas

No caso de grandes corporações, o especialista salienta que o cenário exige mais do que medidas emergenciais, sendo necessário revisar toda a arquitetura de segurança. “A proteção não está só na borda da rede, mas em toda a jornada do dado, da coleta até o descarte. É preciso pensar em criptografia, controle de acesso, auditorias periódicas e integração com políticas de conformidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), por exemplo”, reforça Boufleur.

Para isso, ele explica que a defesa deve começar pelos processos de gestão, avaliando e gerindo riscos, definindo políticas e governança claras, realizando mudanças para evitar vulnerabilidades, promovendo treinamentos e uma cultura de segurança, estabelecendo planos de respostas, fazendo auditorias e testes, e, finalmente, monitorando infraestrutura, acessos e interação com fornecedores.

Contudo, tudo isso também passa pela incorporação de ferramentas tecnológicas capazes de incrementar o nível de segurança das organizações. Dentre elas, Boufleur lista controles de acesso físico e à rede, autenticação multifator, os chamados Next Generation Firewalls, VPNs, criptografia, e mascaramento e anonimização de dados, além de outras tecnologias.

Ademais, ele alerta para a importância de manter data centers estruturados e protegidos por múltiplas camadas de segurança, algo fundamental para empresas que lidam com grandes volumes de informações. “Trata-se de uma tarefa complexa e, acima de tudo, que envolve o binômio ‘pessoas e tecnologia’. Para que esses processos sejam implementados, consolidando uma cultura de segurança da informação, são necessárias tanto ferramentas tecnológicas específicas como o conhecimento profundo na estruturação dessas soluções e a conexão entre projeto e ferramentas. É fundamental contar com parceiros estratégicos nessa jornada”, pontua o especialista.

Por tudo isso, o CEO da Tecno it reforça que a conscientização é peça-chave para mitigar riscos. “Cibersegurança não é um produto a ser buscado após uma falha, mas sim uma prática contínua. As tecnologias evoluem, mas os ataques também. Por isso, pessoas precisam se educar constantemente e empresas precisam buscar soluções e uma cultura que as mantenham à frente do avanço dos riscos”, finaliza.



Brunx cresce 750% em menos de cinco anos e reforça SC têxtil

Santa Catarina se consolida como o principal polo têxtil do Brasil, com Brusque e outras cidades da região demonstrando vitalidade e crescimento expressivo. O setor, marcado pela inovação e especialização, reflete a força da economia local e a capacidade de adaptação às novas demandas do mercado, incluindo o aquecido segmento de streetwear e o modelo de private label.

O setor têxtil e de confecção de Santa Catarina reafirma sua posição de destaque no cenário nacional, impulsionando a economia estadual por meio do crescimento na produção, arrecadação de impostos e geração de empregos. Segundo dados divulgados pelo NegóciosSC, com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), o estado não somente lidera em valor de transformação industrial no setor, ultrapassando R$ 6,6 bilhões e respondendo por aproximadamente 26,7% da produção nacional, mas também demonstra uma notável capacidade de recuperação e expansão mesmo diante de cenários econômicos desafiadores.

Nesse ambiente de expansão e especialização, confecções que dominam toda a cadeia produtiva, desde a escolha do fio até a entrega de coleções completas, conseguem responder com agilidade e qualidade às demandas de marcas que buscam parceiros para materializar suas ideias. A região do Vale do Itajaí — onde Brusque está inserida — registrou a segunda maior geração de empregos industriais no país entre janeiro e agosto de 2024, com 13 826 vagas formais criadas pelo setor, segundo dados da Facisc. Em maio de 2021, a indústria em Santa Catarina teve um aumento de 38,7% em relação ao mesmo mês de 2020, e um crescimento acumulado de 26,7% até maio daquele ano, conforme levantamento do Observatório FIESC. Nesse mesmo período, a participação da indústria de confecção do vestuário no Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) nacional avançou de 26% para 31% entre 2020 e 2021, um salto de 4,6 pontos percentuais também reportado pelo Observatório FIESC. Esses indicadores evidenciam a ampla capacidade de geração de emprego e a relevância da cadeia produtiva têxtil para a economia de Brusque e do estado.

Esse dinamismo é respaldado por investimentos em inovação e tecnologia. A adoção de soluções alinhadas à Indústria 4.0 — como automação, digitalização de processos e equipamentos inteligentes — tem contribuído para ganhos de produtividade e qualidade nas confecções catarinenses, conforme relatório da FIESC. A digitalização favorece modelos de produção híbridos, combinando produção contínua de peças lisas com personalização e private label, práticas que vêm ganhando adesão no mercado nacional. No segmento de streetwear, empresas sediadas em Brusque, atuam com cadeia produtiva vertical e modelos de atendimento sob demanda, permitindo resposta mais ágil à sazonalidade e à personalização de coleções.

É o caso de empresas localizadas em Brusque, como a Brunx, fundada em 2022 e com experiência produtiva desde 2003. A empresa, focada no desenvolvimento e produção para o mercado streetwear, reportou a produção de 3 milhões de peças e um crescimento de 750%, desde sua fundação. Estes números, quando analisados no contexto do crescimento do polo de Brusque e da demanda por confecções especializadas, ilustram a capacidade de empresas locais em prosperar ao alinhar conhecimento técnico com as tendências de mercado.

“A capacidade de adaptação e o investimento em processos eficientes são fundamentais para atender a um mercado dinâmico como o do streetwear e da moda em geral. Observamos uma demanda crescente por parceiros que ofereçam não apenas produção, mas também inteligência de mercado e desenvolvimento ágil”, comenta Valdecir Knies, CEO da Brunx.

De acordo com a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em 2024 o segmento de vestuário e acessórios no estado cresceu 10,3%, enquanto a fabricação têxtil registrou avanço de 7,1%, patamar superior às médias nacionais de 3,9% e 4,8%. No primeiro semestre de 2025, o boletim da FIESC projetava um crescimento de 1,73% para a indústria catarinense, impactada por fatores macroeconômicos como juros elevados e menor poder de consumo, segundo a FIESC. Esses indicadores apontam que a continuidade do desempenho do setor têxtil catarinense, especialmente em polos como Brusque, dependerá da capacidade de sustentar investimentos em tecnologia, qualificação técnica e adaptação a um mercado global em transformação.



Por que o Pix Automático é um novo marco para PMEs

Uma professora de reforço escolar que passou a cobrar pacotes mensais sem precisar lembrar os alunos todo mês. Um barbeiro que automatizou os atendimentos recorrentes dos clientes mais fiéis. Uma personal trainer que agora oferece planos com renovação automática, como nas grandes academias. Esses são apenas alguns exemplos de como o Pix Automático já começa a transformar a forma como microempreendedores recebem e gerenciam seus pagamentos.

Lançada pelo Banco Central há pouco mais de um mês, a nova funcionalidade permite autorizar cobranças recorrentes diretamente no app do banco, eliminando a necessidade de renegociações mensais, envio de links ou boletos repetitivos. Com isso, o modelo de cobrança recorrente — antes restrito a empresas com infraestrutura tecnológica avançada — passa a ser acessível a milhões de pequenos negócios em todo o Brasil.

“Essa é uma mudança com potencial enorme. O Pix Automático traz previsibilidade de receita, reduz inadimplência e melhora a experiência do cliente, tudo com uma simplicidade impressionante”, afirma Fabricio Costa, diretor de serviços financeiros da CloudWalk. “Estamos vendo, na prática, uma infraestrutura antes disponível a poucas empresas sendo colocada nas mãos de quem mais precisa dela.”

Da improvisação à personalização

Costa reforça que, antes do Pix Automático, pequenos empreendedores dependiam de soluções manuais: envio de boletos por WhatsApp, lembretes mensais ou, muitas vezes, apenas da boa vontade do cliente. Além de trabalhoso, esse modelo era propenso a falhas — impactando a previsibilidade financeira do negócio e prejudicando a experiência de quem paga.

“Agora, com a nova funcionalidade, o cliente autoriza a cobrança uma única vez, e os pagamentos são realizados automaticamente nas datas combinadas. O sistema funciona entre diferentes bancos, sem exigir que pagador e recebedor tenham conta na mesma instituição — o que facilita ainda mais sua adoção em larga escala”, diz Costa.

Uma escada de inclusão

Mais de 160 milhões de brasileiros já utilizam o Pix, além de 15 milhões de empresas, segundo dados do Banco Central. Os pequenos negócios representam uma fatia significativa dos recebedores. Com o Pix Automático, ganham acesso a uma ferramenta que permite escalar com mais estabilidade, previsibilidade e profissionalismo.

“O Pix nasceu para simplificar as transferências. Agora, com o Pix Automático, ele está simplificando a vida de quem precisa cobrar com regularidade — sem depender de infraestrutura complexa ou de equipes financeiras”, conclui Fabricio. “É um passo importante rumo a uma economia mais justa, inclusiva e eficiente.”



Mercado de baterias tracionárias acelera no Brasil

Com a crescente adoção de empilhadeiras elétricas e a necessidade de operações logísticas mais eficientes, o mercado brasileiro de baterias tracionárias passa por um momento de forte expansão. Segundo dados do relatório produzido pela Exactitude Consultancy, o mercado global de empilhadeiras elétricas deve crescer 7,5% ao ano, até 2029. Já informações compiladas pela SNS Insider apontam que o mercado de empilhadeiras elétricas deverá atingir um tamanho de US$ 152,30 bilhões — R$ 773,55 bilhões, em conversão direta — até 2030.

Por trás dessa tendência, está a busca por maior autonomia energética, previsibilidade operacional e, sobretudo, redução de falhas em ambientes produtivos. Em resposta, o Grupo Moura anunciou a ampliação da garantia da sua linha Moura Tração, de 3 para 4 anos (de 36 para 48 meses) na tecnologia de Chumbo.

“As empresas que operam em três turnos diários ou com alta rotação de carga não podem parar. Por isso, nosso objetivo é mostrar para os clientes que entregamos mais do que uma bateria. Oferecemos eficiência operacional, segurança, previsibilidade de custos e parceria tecnológica de longo prazo”, afirma Karina Fagundes, gerente comercial de baterias tracionárias da Moura.

Projetada para resistir a operações severas, a garantia de 4 anos da Moura Tração corresponde a aproximadamente 8 mil horas asseguradas em garantia, mas com histórico de vida útil média de mais de 14.000 horas de operação. Importante considerar que em uma operação de 3 turnos, com 3 baterias, seriam aproximadamente 24 mil horas asseguradas em garantia.

Eficiência, sustentabilidade e segurança

Entre as demandas apontadas pelos clientes do setor estão a redução de paradas não planejadas e o aumento da disponibilidade operacional, que são prioridades absolutas. Entre os compradores, a busca por soluções de manutenção preditiva, logística reversa, suporte técnico local e garantias mais extensas fazem parte dos requisitos. O setor também exige padronização, rastreabilidade e confiabilidade em contratos de longo prazo (leasing e locação de frotas). Ainda entre as tendências, clientes industriais também buscam parceiros com capilaridade nacional e histórico comprovado de confiabilidade em ambientes severos.

“Mais do que fornecedora de baterias, a Moura se consolida como parceira estratégica de operadores logísticos, centros de distribuição, indústrias e varejistas que demandam soluções energéticas. Nosso portfólio atende a diferentes perfis de frota, com cobertura nacional e engenharia de classe mundial, do desenvolvimento ao suporte técnico“, reforça Karina Fagundes.



Amazfit anuncia o corredor de ultramaratona Rod Farvard como novo embaixador da marca

Amazfit, uma marca líder global de wearables inteligentes pertencenteàZepp Health (NYSE: ZEPP), anunciou o ultramaratonista Rod Farvard como seu mais novo embaixador esportivo. A abordagem de Farvard às corridas de resistência, uma combinação de treinamento estratégico e recuperação inteligente, reflete o compromisso da Amazfit em oferecer desempenho inovador e confiável, tecnologias avançadas de recuperação e rastreamento do sono para atletas amadores e profissionais.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250723959709/pt/

Amazfit Announces Ultra Runner Rod Farvard as New Brand Ambassador

Amazfit Announces Ultra Runner Rod Farvard as New Brand Ambassador

Farvard começou como corredor de cross-country no ensino médio, antes de fazer a transição para o triatlo e, por fim, chegar às corridas de ultrarresistência. Ao longo de sua carreira, foi motivado por um resultado de DNF (Did Not Finish) no ensino médio, que o impulsionou a completar algumas das provas de resistência mais difíceis do mundo, incluindo a Western States 100, a UTMB e a Moab 240. Farvard também completou o desafio de vários dias na John Muir Trail, com 214 milhas de extensão, onde estabeleceu o novo Fastest Known Time (suportado, de norte a sul): 3 dias, 16 horas e 2 minutos. Seja correndo em terrenos de alta altitude ou enfrentando os elementos por mais de 100 milhas, ele depende de dados precisos para orientar seu desempenho, recuperação e nutrição. Farvard incorporará o smartwatch Amazfit T-Rex 3, a pulseira Helio e o ecossistema do aplicativo Zeppàsua rotina de treinos e corridas, destacando recursos como GPS preciso, monitoramento de frequência cardíaca, VO₂ Max, rastreamento de sono e recuperação, entre outros.

“A ultramaratona é, acima de tudo, sobre gerenciar variáveis como ritmo, nutrição e recuperação, enquanto você leva o corpo ao limite”, disse Farvard. “Com a Amazfit, tenho acesso a recursos de monitoramento confiáveis e às ferramentas necessárias para otimizar tanto os dias de prova quanto a recuperação. Recebo feedback em tempo real, o que me ajuda a manter a sintonia com meu corpo, independentemente da duração da corrida. É como ter um treinador no pulso — que nunca perde o ritmo.”

Farvard se junta ao corredor de distância italiano Yemaneberhan “Yeman” Crippa e ao triatleta Morgan Pearson na crescente lista de embaixadores de resistência da Amazfit. Ele trabalhará em estreita colaboração com a Amazfit em testes de produtos, conteúdo narrativo protagonizado por atletas e eventos comunitários de base para ajudar a dar vida às inovações da marca voltadas para a resistência. Ele se junta a uma lista crescente de embaixadores da Amazfit que representam a excelência em corrida, condicionamento físico e aventura ao ar livre.

Segundo Scott Shepley, diretor de Marketing Global da Amazfit, “Rod traz um nível incomparável de autenticidadeànossa comunidade orientada para o desempenho. Ele não está apenas correndo provas de 100 milhas, está utilizando dados gerados pelos dispositivos Amazfit para ultrapassar limites e mostrar o que é possível com as ferramentas e a mentalidade certas. Sua perspectiva como ultracorredor contribuirá para que continuemos inovando para as comunidades de corrida e resistência.”

Explore a linha completa de wearables inteligentes da Amazfit e descubra uma inovação que potencializa seu desempenho, acelera a recuperação e aprimora a precisão em www.amazfit.com.

Para informações adicionais, visite Amazfit.com e siga-nos no Facebook, Instagram, Twitter e YouTube.

Sobre a Amazfit

A Amazfit, marca global líder em dispositivos inteligentes com foco em saúde e condicionamento físico, é parte da Zepp Health (NYSE: ZEPP), uma empresa de tecnologia de saúde com sede principal em Gorinchem, nos Países Baixos. A Zepp Health opera como uma organização distribuída, com membros da equipe e escritórios nas Américas, Europa, Ásia e outros mercados globais.

Com uma ampla seleção de smartwatches e pulseiras, o slogan da marca Amazfit, “Discover Amazing”, incentiva as pessoas a romper barreiras, superar expectativas e encontrar alegria em cada momento. A Amazfit é alimentada pela plataforma de gerenciamento de saúde desenvolvida pela Zepp Health, que fornece insights e orientações acionáveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, com base na nuvem, para ajudar os usuários a atingir suas metas de bem-estar.

Reconhecidos por sua excelente qualidade de fabricação, os relógios inteligentes da Amazfit conquistaram muitos prêmios de design, incluindo o iF Design Award e o Red Dot Design Award. Lançada em 2015, a Amazfit conta hoje com a aceitação de milhões de usuários, com produtos disponíveis em mais de 90 países nas regiões das Américas, EMEA e APAC. Para mais informações, acesse www.amazfit.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Assessoria de Mídia:

Mary Woodbury, 914-714-8358, Mary.woodbury@zepp.com

Fonte: BUSINESS WIRE



1Doc economiza quase R$ 2 bilhões em papel

A 1Doc, GovTech especializada na digitalização de processos e modernização da gestão pública, registrou, nos últimos três anos, uma economia estimada em mais de R$ 1,7 bilhão aos cofres públicos em todos os 26 estados brasileiros ao eliminar o uso do papel. A plataforma atua na digitalização de processos e procedimentos da Administração Pública, substituindo documentos físicos por digitais.

Segundo a GovTech, esse impacto foi alcançado ao eliminar a necessidade de impressão de documentos, o que já evitou a produção de mais de um bilhão de páginas, economizou mais de 67 milhões de litros de água e reduziu em quase 28 toneladas as emissões de CO₂ ao longo dos últimos três anos.

Com o processo de 15 mil interações por segundo, a plataforma atende 25% da população brasileira em mais de 900 instituições. A solução atua para que prefeituras e órgãos públicos busquem reduzir o uso de papel, além de automatizar fluxos de trabalho e a possibilidade de fornecer serviços digitais 24 horas por dia à população, como assinatura digital, despacho de documentos, solicitação de serviços, fiscalização e licenciamento de projetos, entre outros. Mensalmente, a 1Doc atende 432,9 mil demandas de cidadãos.

“Acreditamos que tecnologia e sustentabilidade caminham juntas e uma prova disso é o impacto obtido com a digitalização de processos em toda a Administração Pública”, afirma Delza Assis, especialista em Relações Institucionais e Governamentais da 1Doc. Nos últimos três anos, a empresa participou de 426 eventos de transformação digital para servidores públicos, com o propósito de difundir conhecimento sobre governo digital, além de temas como gestão pública baseada em evidências e sustentabilidade com a eliminação do papel.

Além disso, suas operações buscam se alinhar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), um conjunto de 17 metas globais estabelecidas para promover desenvolvimento sustentável em três pilares: social, ambiental e econômico até 2030.

Dessa forma, a empresa contribui diretamente para o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis), que visa garantir padrões sustentáveis de produção e reduzir o desperdício de recursos. A 1Doc também avança no ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), que busca modernizar sistemas e promover tecnologias sustentáveis. Por fim, o impacto reforça o ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), que tem como objetivo construir sociedades mais transparentes e inclusivas. Ao promover transparência, agilidade no atendimento e redução de burocracias, a GovTech ajuda a garantir serviços públicos mais acessíveis e eficientes, fortalecendo a confiança entre cidadãos e instituições.

“Isso se materializa na modernização da gestão pública por meio de soluções digitais, tornando processos mais eficientes e menos dependentes de estruturas tradicionais”, finaliza Assis.



WhatsApp Business altera cobrança no uso de templates

Desde 1º de julho de 2025, o WhatsApp Business Platform passou a operar com um novo modelo de cobrança e categorização de mensagens. A mudança, promovida pela Meta, substitui o sistema baseado em conversas por uma estrutura baseada em mensagens por template, o que traz impactos diretos para empresas que usam a plataforma como canal de relacionamento com seus clientes.

Historicamente, o WhatsApp Business API funcionava com um modelo de cobrança baseado em conversas: uma taxa era aplicada a cada janela de 24 horas iniciada pela empresa, após o envio de uma mensagem. Agora, a Meta migrou para um sistema de cobrança por mensagem de template (mensagens pré-formatadas aprovadas pela Meta), utilizadas para diferentes propósitos, como envio de segunda via, avisos ou campanhas.

Com a nova regra, cada mensagem de template enviada tem um custo, seja ela de marketing, autenticação ou utilidade. A única exceção são os templates de utilidade enviados dentro da janela de atendimento ao cliente, ou seja, em resposta a uma interação do usuário, que permanecem gratuitos.

Outra mudança importante: a janela de 24h agora só começa a contar após a resposta do cliente e, a cada nova resposta, ela é renovada por mais 24h. Isso permite conversas mais longas e interações mais fluídas sem cobrança adicional, desde que o cliente siga respondendo.

Além disso, a Meta também implementou faixas de volume para templates de utilidade e autenticação: empresas com maior uso podem se beneficiar de preços mais baixos por unidade.

O impacto no ecossistema empresarial

A nova precificação representa um desafio e uma oportunidade para as empresas. Estratégias pouco planejadas, com disparos excessivos ou mensagens fora de contexto, podem gerar aumento nos custos. Por outro lado, empresas com boa gestão de jornada e foco em atendimento tendem a se beneficiar do engajamento gerado pela estratégia, além da gratuidade dos templates de utilidade dentro da janela de conversa, se usados corretamente.

Rodrigo Xavier, CEO da startup de marketing conversacional integrado, Hablla, comenta sobre a relevância dessas mudanças para o mercado. “Essa evolução na precificação do WhatsApp não é apenas uma alteração de custo, mas um catalisador para uma comunicação mais intencional e estratégica. As empresas agora são incentivadas a refinar suas mensagens, garantindo que cada interação agregue valor real ao cliente. É um movimento que, a longo prazo, pode elevar a qualidade das interações digitais e fortalecer o relacionamento entre marcas e consumidores.

O papel da inteligência artificial e da integração

Diante desse novo cenário, especialistas indicam que a tecnologia emerge como pilar fundamental para a adaptação das empresas. “A automação e a inteligência artificial (IA) tornam-se ferramentas indispensáveis para gerenciar o volume de mensagens, otimizar o uso de templates e personalizar a comunicação em escala. A capacidade de integrar diferentes sistemas — como CRM, plataformas de atendimento e canais de comunicação — é vital para ter uma visão unificada do cliente e garantir que as mensagens certas sejam enviadas no momento certo, respeitando as novas diretrizes de precificação”, afirma Álvaro Magri, CTO da Hablla.

Álvaro também destaca a importância da infraestrutura tecnológica nesse contexto. “A complexidade crescente das interações digitais exige plataformas que possam auxiliar nessa comunicação de forma inteligente. A IA, por exemplo, pode contribuir para o atendimento rápido, a personalização de conteúdo e a identificação de oportunidades para o uso de templates de utilidade. A integração de sistemas, por sua vez, garante que os dados fluam livremente, permitindo que as empresas tomem decisões baseadas em informações precisas e reajam rapidamente às necessidades dos clientes, otimizando o uso dos templates e evitando custos desnecessários”.

Estratégias para o futuro: otimização e personalização

O sucesso no novo ambiente do WhatsApp Business dependerá da capacidade das empresas de otimizar suas estratégias de comunicação. Isso inclui a revisão e o aprimoramento dos templates existentes, a criação de novos templates que se alinhem às categorias de utilidade e marketing, e a implementação de fluxos automatizados que garantam a conformidade com as políticas da Meta. A personalização em massa, impulsionada por dados e IA, será um diferencial competitivo, permitindo que as empresas entreguem mensagens relevantes e oportunas, sem culminar em custos excessivos.

Marcus Barboza, CRO da Hablla, enfatiza a necessidade de uma abordagem proativa. “As empresas precisam ir além da simples adaptação e buscar a otimização contínua. Isso envolve analisar o desempenho dos templates, testar diferentes abordagens e investir em plataformas que ofereçam a flexibilidade e a inteligência necessárias para navegar nesse novo cenário. O marketing conversacional, agora mais do que nunca, exige uma visão integrada que conecte marketing, vendas e atendimento ao cliente, com a IA no centro da estratégia para garantir que cada interação seja eficiente e eficaz.

“As mudanças no WhatsApp Business Platform marcam uma nova fase na comunicação empresarial. Aquelas empresas que souberem se adaptar, investindo em tecnologia e estratégias de comunicação inteligentes, estarão mais bem posicionadas para prosperar nesse ambiente dinâmico, transformando os desafios em oportunidades para fortalecer o engajamento com seus clientes”, conclui Marcus.

A mudança da Meta marca um ponto de inflexão na comunicação corporativa via WhatsApp. Ainda segundo Marcus, “ela obriga o mercado a sair da lógica de ‘volume por presença’ para uma nova era de ‘valor por contexto’. Nesse cenário, metodologias que promovem a sincronia entre as áreas de marketing, vendas, CS e atendimento são cruciais, como a metodologia MCI (Marketing Conversacional Integrado). Para maximizar o engajamento e auxiliar na minimização de custos, outras soluções são recomendadas, como orquestração via IA generativa, automação inteligente e conversas guiadas por dados e contexto”.



Cirurgias reduzem dependência de óculos e lentes de contato

As cirurgias para correção visual têm como objetivo melhorar a acuidade ocular e reduzir ou eliminar a necessidade do uso de óculos ou lentes de contato. Essas intervenções tratam diferentes tipos de erros refrativos e condições relacionadas à visão, adaptando-se ao perfil e estilo de vida do paciente.

De acordo com a Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR), as diferentes técnicas cirúrgicas para a correção visual são indicadas conforme características específicas do paciente, como idade, grau de erro refrativo e anatomia ocular.

O Dr. Guy Romaguera Canto, oftalmologista e titular da ABCCR, explica que atualmente existem dois grandes grupos de cirurgias para correção visual indicadas para quem deseja se livrar dos óculos: as cirurgias a laser e os implantes de lentes intraoculares.

“As cirurgias a laser remodelam a curvatura da córnea para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo. Já os implantes intraoculares são indicados especialmente para quem tem mais de 45 anos ou começa a notar sinais de presbiopia”, relata o especialista.

A presbiopia é a dificuldade para enxergar de perto conforme o avanço da idade, conhecida popularmente como vista cansada. Segundo o oftalmologista, a ceratomileusis in situ assistida por laser (LASIK) e a ceratectomia fotorrefrativa (PRK) são tipos de cirurgias a laser ideais para pacientes até cerca de 45 anos, com boa espessura corneana.

“A escolha do procedimento depende da idade, do grau, da anatomia ocular e do estilo de vida do paciente. Os implantes de lentes intraoculares podem ser com a troca do cristalino ou com lentes fáficas — colocação de uma lente dentro do olho sem retirar o cristalino natural”, detalha o profissional.

Avanços técnicos e personalização dos tratamentos

Canto aponta que o principal avanço nas cirurgias a laser está na adaptação individualizada do tratamento. “Os avanços mais recentes estão na personalização da ablação, processo em que o laser remove camadas da córnea para corrigir erros de refração. Lasers de alta precisão ajustam o tratamento ao perfil óptico individual de cada córnea”, afirma.

Segundo o oftalmologista, esses avanços reduzem distorções na visão e melhoram a qualidade visual, especialmente à noite. “Além disso, técnicas como PRK transepitelial e o uso de mitomicina tornaram a recuperação mais confortável e segura. Isso reforça a cirurgia refrativa a laser como uma das principais e mais seguras opções para correção da miopia, da hipermetropia e do astigmatismo”, evidencia.

O especialista ressalta que, para pacientes com presbiopia, os avanços mais significativos estão nas lentes intraoculares multifocais e estendidas de foco, que ampliam as opções de correção visual em relação à cirurgia a laser para esta condição.

“A técnica mais eficaz para estes pacientes tem sido a troca do cristalino por lentes intraoculares premium, como as lentes multifocais ou estendidas de foco, que permitem visão para longe, perto e intermediário sem óculos. Com essa tecnologia, muitos pacientes voltam a ler, ver o celular e dirigir sem depender de óculos multifocais”, revela Canto.

De acordo com o médico, as lentes intraoculares evoluíram de forma expressiva. Atualmente existem modelos que reduzem efeitos colaterais, como halos — círculos de luz que aparecem ao redor de fontes luminosas — e reflexos, além de oferecerem boa visão em diferentes distâncias.

“As lentes tóricas corrigem o astigmatismo com precisão, enquanto as multifocais ou de foco estendido devolvem ao paciente uma vida sem óculos para atividades cotidianas. Para quem busca qualidade de vida e liberdade após os 50 anos, é uma das melhores alternativas disponíveis”, afirma Canto.

O oftalmologista reforça que o implante de lentes intraoculares é a preferência em casos de presbiopia, catarata inicial, altos graus de erro refrativo ou quando há contraindicações à cirurgia a laser.

Segundo o especialista, essa técnica é escolhida por muitos pacientes acima dos 45 anos que buscam um resultado definitivo, sem a necessidade de trocar os óculos ao longo do tempo, uma vez que o cristalino natural continua a envelhecer mesmo após uma cirurgia a laser.

Aspectos da correção da visão

Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde (MS), cerca de 285 milhões de pessoas no mundo têm a visão prejudicada, sendo que entre 60% e 80% desses casos poderiam ser evitados ou tratados. No Brasil, esse grupo é de 35 milhões de pessoas.

“Corrigir a visão vai além de enxergar com nitidez. É retomar a autonomia nas tarefas cotidianas, ganhar independência e preservar a liberdade de ir e vir com segurança. Com as possibilidades atuais, esse cuidado se traduz em mais conforto e bem-estar para viver com plenitude todas as fases da vida”, defende o médico.

Canto pontua que uma consulta detalhada, com exames avançados e tempo suficiente para esclarecer todas as dúvidas, é fundamental para afastar os receios naturais de quem considera passar por uma cirurgia para correção visual, que inclui riscos como infecção, olho seco, brilho noturno e, raramente, subcorreção — quando a correção fica aquém do necessário — ou sobrecorreção — quando a correção ultrapassa o ideal para o paciente.

“Embora toda cirurgia envolva riscos, as técnicas modernas oferecem índices de segurança extremamente elevados. Com a tecnologia adequada e um plano cirúrgico personalizado, é possível transformar a visão com tranquilidade. Muitos pacientes relatam que gostariam de ter tomado a decisão antes”, reforça o especialista.

O oftalmologista ressalta que, para garantir os melhores resultados, é fundamental seguir rigorosamente as orientações no pré e pós-operatório, além de escolher um cirurgião experiente, com acesso a tecnologias de ponta e capacitado para indicar o procedimento mais adequado a cada caso.

Para mais informações, basta acessar: guycanto.com.br



Jungle Startup marca estreia literária de Cristina Boner

O primeiro livro da empresária Cristina Boner, intitulado Jungle Startup, foi lançado durante um coquetel realizado no último dia 24 de junho, na Grand Cru do Lago Sul, em Brasília, reunindo aproximadamente 250 convidados.

A obra explora o mundo dos negócios a partir das experiências de Cristina como fundadora de empresas do setor de tecnologia. Os textos fazem analogias com o reino animal e trazem insights para empreendedores que buscam alcançar o sucesso em um mercado cada vez mais competitivo.

O evento de lançamento superou todas as expectativas. Foi uma noite especial, que combinou conteúdo, emoção e propósito. Reunimos cerca de 250 pessoas, entre personalidades, influenciadores, líderes do setor de inovação e amigos”, celebra a autora.

Durante o coquetel, a empresária participou de um bate-papo com o jornalista Teco Medina, colunista da rádio CBN, que conduziu a entrevista para abordar os temas do livro com maior profundidade.

“Um ponto que surgiu nas conversas foi a mudança de mentalidade no perfil dos novos empreendedores. Hoje, vemos um ecossistema que busca mais do que lucro: há uma busca por propósito, impacto social e equilíbrio emocional. Muitos se identificaram com a ideia de que empreender é também uma jornada interna, emocionalmente exigente, e que exige coragem e autenticidade”, detalha Boner.

Outro tema abordado foi a necessidade de criar um diálogo honesto sobre os bastidores dos negócios. De acordo com a autora, é preciso ir além do discurso idealizado sobre a vida do empreendedor e falar mais sobre os altos e baixos da trajetória, como o livro propõe.

Eu vivenciei os altos e baixos da jornada empreendedora e percebi que muitas das narrativas sobre o tema eram excessivamente idealizadas, omitindo os reais desafios que enfrentamos todos os dias“, relembra.

Impacto social

A renda obtida com a venda dos livros durante o lançamento foi revertida para o Instituto Pensando Bem, uma organização sem fins lucrativos que promove a educação, a inclusão digital, o desenvolvimento humano e o fortalecimento de vínculos familiares e sociais, por meio de projetos que impactam diretamente crianças, jovens, mulheres e famílias em situação de vulnerabilidade. A entidade também oferece acesso a cursos, oficinas, capacitações, apoio psicológico e atividades de desenvolvimento social e emocional.

“Para mim, não faria sentido lançar um livro sobre empreendedorismo sem colocar em prática os valores que acredito. Reverter 100% da renda para o Instituto Pensando Bem foi uma escolha natural, pois é uma forma de transformar conhecimento em impacto direto. O lançamento foi também uma forma de dar visibilidade a essa causa, unindo cultura, negócios e solidariedade em um único movimento”, reforça a empresária.

Trajetória

Cristina Boner é considerada uma das pioneiras do mercado nacional de tecnologia, tendo sido responsável por trazer ao Brasil empresas como a Microsoft e o Grupo TATA, por meio de parcerias que tiveram como foco impulsionar o avanço dos setores público e privado no país.

Ao longo de sua trajetória, fundou empresas em áreas como fábrica de software, computação em nuvem, digitalização de serviços, inteligência artificial (IA), segurança da informação e criptografia avançada.

Essas organizações participaram de alguns dos principais projetos de tecnologia da informação desenvolvidos no Brasil, como a declaração do Imposto de Renda pela internet, o sistema de votação eletrônica, o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), o PIX, a Nota Fiscal Eletrônica e a implantação de um dos maiores data centers privados do país.

Para mais informações, basta acessar: https://www.linkedin.com/in/cristina-boner-19646694/



Paul Martin se aposenta e Perficient nomeia Rajesh Mehta como CFO

A Perficient, consultoria global que transforma as empresas mais inovadoras do mundo com soluções que priorizam a IA, anunciou hoje a nomeação de Rajesh Mehta como diretor financeiro (CFO), com efeito imediato. Mehta é o sucessor do CFO de longa data Paul Martin, que se aposentará e continuará atuando como consultor para apoiar a transição.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250717753138/pt/

Rajesh Mehta

Rajesh Mehta

Essa mudança de liderança ocorre no momento em que a Perficient entra em uma nova fase de crescimento acelerado e transformação estratégica liderada pelo recém-nomeado CEO Yusuf Tayob, ex-diretor executivo do Grupo Accenture. Após sua transição para o mercado privado, a Perficient está expandindo sua equipe executiva para dimensionar as operações e avançar sua posição como principal fornecedora de serviços de consultoria de tecnologia de ponta e orientados por IA.

Mehta tem mais de duas décadas de experiência em liderança financeira e operacional no setor de tecnologia, incluindo cargos de executivo sênior na Wipro e na Capgemini. Ele é conhecido por apresentar resultados financeiros alinhados aos negócios, expandir operações globais e liderar integrações complexas de fusões e aquisições. Mehta traz um currículo de liderança que prioriza a IA , desde relatórios financeiros que priorizam a IA até a produtividade de talentos, passando pelo desenvolvimento de modelos comerciais e de preços que lideram o setor para a disponibilização baseada em IA.

“A Perficient é uma reconhecida líder em consultoria de IA, e estou entusiasmado por me juntar a uma equipe global com uma forte reputação de inovação, excelência operacional e cultura centrada nas pessoas”, disse Mehta. “Acredito muito na abordagem de IA em primeiro lugar da Perficient, que permite que os clientes criem rapidamente, de forma inteligente e em escala. Tendo passado minha carreira desenvolvendo empresas de alto desempenho, capacitando equipes e promovendo relacionamentos confiáveis e estratégicos, estou ansioso para trabalhar com Yusuf e a equipe de liderança para gerar valor de longo prazo para nossos clientes, colegas e parceiros.”

Martin atua como CFO desde 2006, ajudando a conduzir a Perficient por diversos ciclos de crescimento, dezenas de aquisições e pela recente privatização da empresa. Ele também supervisionou as operações de recursos humanos, jurídicas, de TI interna e de fusões e aquisições, desempenhando um papel fundamental na construção da base de expansão da empresa.

“Servir a Perficient tem sido uma experiência notável”, disse Martin. “Tenho orgulho de tudo o que alcançamos e acredito que a Perficient está bem posicionada para continuar sua trajetória de crescimento a longo prazo. Agora que estou me aposentando, estou ansioso para ver o sucesso contínuo da Perficient por muitos anos.”

“Por quase duas décadas, Paul tem sido um pilar de força e integridade, guiando a Perficient ao longo de um crescimento transformador”, disse Tayob. “Somos gratos por sua liderança constante e seu impacto duradouro. Ao darmos as boas-vindas a Rajesh, continuamos fazendo investimentos ousados no futuro, ampliando os recursos, expandindo o alcance global e aprimorando nossa posição como uma consultoria confiável que prioriza a IA.”

Sobre a Perficient

A Perficient é a consultoria global que prioriza a IA. Somos agentes transformadores, obcecados por resultados e movidos pelo pragmatismo e, por meio da velocidade e da agilidade, ajudamos as empresas mais inovadoras e as marcas mais admiradas do mundo a avançar com ousadia nos negócios. Para obter mais informações, acesse www.perficient.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Para mais informações, entre em contato com:

Bill Davis, vice-presidente sênior

314-529-3555

Bill.Davis@perficient.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Expansão da i4H Saúde busca acelerar transformação digital

A plataforma de cuidado digital i4H Saúde utiliza inteligência artificial (IA) para o monitoramento preventivo de pacientes em instituições de saúde. O sistema reúne dados como sinais vitais, exames e informações sobre tratamentos, gera alertas automáticos e agendamentos e integra registros em um prontuário digital unificado.

A solução permite que operadoras de saúde, clínicas e outras instituições criem protocolos personalizados, cadastrem profissionais e realizem atendimentos automatizados por meio de um aplicativo. Integrada ao WhatsApp, a plataforma também disponibiliza aos pacientes uma carteira digital com histórico, exames, prescrições e orientações.

Caio Siracusa, CEO da i4H Saúde, revela que a criação da ferramenta partiu da percepção de falhas estruturais nos sistemas de saúde, sobretudo no que diz respeito à integração de dados.

“O mercado de saúde foi inundado por soluções tecnológicas isoladas que não se comunicam dentro da mesma instituição, muito menos entre empresas diferentes. Isso impede o cruzamento de dados e o reaproveitamento para diagnósticos mais precisos, ou mesmo para diminuição de custos de retrabalho como no caso de exames repetidos”, afirma o empresário.

Para o CEO da i4H, a descontinuidade do cuidado com o paciente fora do ambiente institucional também reforça a necessidade de soluções mais integradas. “Não se pensa na informação enquanto tratamento global do paciente. Quando não está internado, ele passa grande parte do tempo fora de instituições médicas, e ninguém acompanha seu tratamento em casa”, alerta.

O empresário ressalta que essa lacuna no acompanhamento domiciliar está relacionada a um modelo ainda centrado no tratamento de doenças, e não em prevenção. Ele reforça que a baixa adesão aos tratamentos e a ausência de estratégias preventivas podem ter contribuído diretamente para o aumento da sinistralidade no setor.

Quanto ao sistema público de saúde no Brasil, o CEO da i4H afirma que a sobrecarga no atendimento e a falta de ações preventivas podem comprometer a eficiência. “O SUS atende quase 75% da população e é uma referência, mas parte da sua ineficiência vem da quantidade elevada de atendimentos”, lamenta o especialista.

Captação de recursos e parcerias

A i4H Saúde anunciou a captação de 5 milhões de dólares com a entrada de novos sócios investidores, entre eles empresários do mercado nacional. Além do aporte financeiro, os investidores atuarão na formação de um conselho consultivo voltado à expansão da empresa, com foco em operadoras de saúde, clínicas médicas, cartões de desconto e indústria farmacêutica.

Caio Siracusa explica que 30% dos recursos captados serão destinados à expansão do time de tecnologia, enquanto os 70% restantes serão aplicados na ampliação da escala da operação. Ele destaca que, para acompanhar esse crescimento, é fundamental considerar os desafios regulatórios e éticos da saúde digital, e observa que muitas instituições ainda negligenciam a responsabilidade de auditar seus parceiros tecnológicos antes de compartilhar dados sensíveis.

Para Siracusa, o interesse dos investidores está relacionado às funcionalidades trazidas pela plataforma. “A plataforma busca contornar os limites da interoperabilidade dos sistemas tradicionais e automatizar a jornada do paciente com inteligência artificial, além de integrá-lo a ações de prevenção e engajamento à saúde”, explica.

IA e a efetividade no sistema de saúde

Segundo estudo da PwC sobre o uso da inteligência artificial na saúde, 53% dos executivos do setor no Brasil afirmam ter alta confiança na integração da tecnologia aos processos centrais de suas instituições. A pesquisa também indica que 58% já percebem ganhos de eficiência com a IA generativa, 35% apontam aumento de receita e 32% observam crescimento na lucratividade. O levantamento reúne casos reais de aplicação por operadoras, hospitais, laboratórios e a indústria farmacêutica no país.

O CEO da i4H Saúde acredita que a inteligência artificial pode contribuir para transformar os modelos de cuidado no país. “A IA vem como uma caixa de ferramentas que, juntas e integradas, podem ajudar e muito se bem administradas. No entanto, as aplicações desta tecnologia precisam se integrar, deixando de atuar em questões pontuais e focar no paciente, como o centro das soluções”, finaliza.

Para saber mais sobre a i4H Saúde, basta acessar: https://www.i4hsaude.com.br/



Limpeza industrial terceirizada se consolida no Brasil

A terceirização de serviços de facilities, que inclui limpezas industriais, tem ganhado protagonismo no Brasil, impulsionada por fatores como busca por eficiência, redução de custos e foco no core business. Dados da Associação Brasileira de Property, Workplace & Facility Management (ABRAFAC), apontam que o mercado movimenta cerca de R$ 60 bilhões por ano.

De acordo com Daniel Max Klaussner, CEO da Danlex Serviços, o crescimento do setor pode ser atribuído a fatores como a busca por eficiência operacional, redução de custos e maior foco nas atividades estratégicas do negócio. “Outro aspecto relevante é a agilidade que esse modelo pode oferecer. A possibilidade de adaptar rapidamente equipes e serviços à demanda do mercado é uma vantagem, especialmente em cenários de incerteza econômica”, avalia.

O executivo ainda acrescenta que a reforma trabalhista de 2017 trouxe segurança jurídica para a contratação de serviços terceirizados, inclusive para atividades-fim. “Outro atrativo está nos aspectos tributários. Empresas no regime de Lucro Real, por exemplo, podem deduzir custos e despesas no IRPJ/CSLL e aproveitar créditos de PIS e COFINS, tornando a terceirização uma estratégia de economia fiscal”, explica.

Perfil técnico das operações

Com o avanço do modelo, empresas especializadas já observam um aumento expressivo na procura por serviços voltados à limpeza técnica em ambientes industriais de médio e grande porte.

Segundo Klaussner, “o crescimento é impulsionado à medida que as empresas buscam parceiros estratégicos para otimizar operações, garantir aderência às normas regulatórias rigorosas e focar em sua atividade principal”. Nesse cenário, a Danlex Serviços passou a oferecer serviços personalizados como limpeza de máquinas, dutos, sistemas de exaustão, áreas classificadas e cabines de pintura, seguindo protocolos estabelecidos por normas como ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.

“Investimos em equipes de alta performance, tecnologia e, acima de tudo, em segurança e sustentabilidade. A crescente demanda é a prova de que a indústria busca parceiros que agreguem valor real às suas operações”, ressalta.

Setores com maiores demandas

De acordo com o CEO da Danlex, diversos setores industriais podem depender desses serviços para assegurar a integridade de seus produtos e a segurança de seus colaboradores. “Os principais contratantes desse tipo de serviço são as indústrias alimentícia, química e a automotiva, cada um com suas particularidades e exigências específicas”, afirma.

“O setor alimentício, por exemplo, tem como foco eliminar riscos de contaminação cruzada por resíduos químicos ou microbiológicos”, explica. Na indústria química, Klaussner pontua que as atenções se voltam para a manipulação segura de substâncias perigosas.

“Esse tipo de limpeza exige tratamento de efluentes, gerenciamento de resíduos e uso de equipamentos de proteção específicos”, completa. Já no setor automotivo e metalmecânico, o empresário comenta que o grande desafio da limpeza técnica está na remoção de óleos, graxas e cavacos de metal, além dos resíduos de solda e tintas das linhas de produção, maquinários e pisos.

“A compreensão das especificidades de cada setor é fundamental para a escolha de um prestador de serviço qualificado e para a implementação de um programa de limpeza eficaz e seguro”, pontua.

Limpeza como diferencial competitivo

Segundo Klaussner, nos últimos anos a limpeza técnica dos ambientes deixou de ser tratada como atividade secundária para ocupar papel estratégico nos processos industriais. “Ela impacta diretamente na qualidade do produto final, na segurança do trabalhador e no cumprimento de exigências como a NR-12 ou a ISO 14001”, exemplifica.

Ele afirma que, além da melhora na produtividade, as empresas também podem ganhar em sustentabilidade e segurança jurídica: “A rastreabilidade no descarte de resíduos e o cumprimento das legislações ambientais fazem parte da entrega”.

Segundo o executivo, ao se consolidar como parte da cadeia produtiva, a terceirização da limpeza técnica passa a representar uma peça relevante na gestão das indústrias. “Mais do que remover resíduos, trabalhamos com objetivo de garantir ambientes seguros, eficientes e em conformidade com os regulamentos”, finaliza Klaussner.

Para saber mais, basta acessar: http://www.danlex.com.br



Digi lança IA para otimizar execução no PDV da Nestlé

A Digi anunciou uma nova tecnologia desenvolvida exclusivamente para o programa de incentivo Vença, da Nestlé, que ganhou o prêmio IMA Summit 2025. A ferramenta utiliza inteligência artificial (IA) para reconhecer imagens de execução nos pontos de venda (PVD), aplicando métodos de Inteligência de Análise de Negócios (IAN) com o objetivo de otimizar a performance e a tomada de decisão. O recurso de IA também está como finalista na 31ª edição do Prêmio ABEMD.

Felipe Ricci, diretor de estratégia da Digi, explica que o Vença tem como principal objetivo elevar o padrão de execução no PDV, buscando garantir que cada promotor esteja capacitado, motivado e engajado com a estratégia comercial da Nestlé. Para isso, a plataforma se apoia em três pilares essenciais: capacitação, motivação e reconhecimento.

Segundo o executivo, a iniciativa oferece treinamentos técnicos e diretrizes sobre execução e exposição de produtos, ao mesmo tempo em que propõe desafios dinâmicos em uma jornada gamificada que tem como foco estimular a busca pela excelência. Além disso, o desempenho dos promotores é reconhecido de forma tangível, buscando valorizar conquistas e fortalecer o vínculo com a marca. 

“O programa foi projetado para transformar o processo de execução no PDV em uma experiência motivadora e recompensadora. Temos, por exemplo, um sistema de pontuação e premiação, em que os promotores acumulam pontos com base na assertividade da execução, podendo resgatá-los em um catálogo com mais de 2 milhões de opções de prêmios, que incluem produtos físicos, entretenimento, alimentação, vestuário, transporte e pagamento de contas”, detalha. 

A tecnologia também oferece concursos mensais, que destaca e premia as melhores execuções, com a premissa de criar assim um ambiente de competitividade saudável e valorização profissional.

Engajamento multicanal e acompanhamento contínuo

Para garantir alto engajamento e eficiência na comunicação, Felipe afirma que a tecnologia adota uma abordagem multicanal, com e-mails semanais que trazem missões detalhadas, instruções técnicas e treinamentos; notificações push que mantêm os promotores atualizados e conectados diariamente; além do Workplace, uma rede social interna que permite a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o reconhecimento de cases de sucesso. 

“O Projeto Vença foi desenvolvido como uma plataforma digital centralizada, funcionando como um hub de incentivo e direcionamento para os promotores. O programa é estruturado em campanhas mensais, adaptadas às necessidades de cada categoria de produto e formato de exposição, com foco em garantir um acompanhamento constante da performance no PDV”, detalha. 

O profissional também ressalta o papel da IA no processo de avaliação automatizada de mais de 100 mil fotos por mês, enviadas pelos promotores. Segundo ele, a tecnologia analisa as imagens com precisão, assegurando que a execução esteja em conformidade com os planos e permitindo um retorno personalizado para cada colaborador. 

“Esse monitoramento permite que cada promotor tenha clareza sobre seu desempenho e que a Nestlé tenha uma visão detalhada sobre a qualidade da execução no PDV, possibilitando ajustes estratégicos em tempo real”, informa. 

Felipe destaca quatro principais resultados alcançados até o momento com a tecnologia do programa Vença:

  • Aumento da eficiência operacional no PDV; 
  • Maior engajamento da força de vendas, comprovado pelo alto volume das fotos recebidas;
  • Melhoria contínua dos resultados comerciais, com impacto direto nas vendas das categorias estratégicas;
  • Fortalecimento do relacionamento interno e da comunicação corporativa. 

“O Projeto Vença é um programa de incentivo que busca ir além da recompensa financeira, criando também uma cultura que impulsiona o engajamento e transforma cada desafio em uma oportunidade de crescimento”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://www.digi.ag/



LUZA explica como driblar a escassez de talentos no Brasil

A escassez de profissionais qualificados afeta diretamente a capacidade de inovação e crescimento das empresas brasileiras. Enquanto há desemprego em várias áreas, faltam justamente os profissionais mais críticos: engenheiros, desenvolvedores, especialistas em manufatura, técnicos de automação, cientistas de dados — a lista só aumenta.

De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2025–2027, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil precisará qualificar cerca de 14 milhões de pessoas para ocupações industriais até 2027 — sendo 2,3 milhões em formação inicial e 11,8 milhões em treinamento e desenvolvimento profissional.

No setor de tecnologia, a situação é igualmente delicada: segundo a Brasscom, entre 2018 e 2023 houve um gap de 30,2% entre a demanda e a oferta de profissionais de tecnologia no Brasil, com necessidade de 665 mil pessoas para o setor frente a apenas 464 mil formados. Até dezembro de 2025, o macrossetor de TIC projeta gerar entre 30 mil e 147 mil empregos formais, sendo 57% deles diretamente em tecnologia.

Diante desse cenário, empresas buscam alternativas para manter suas operações e continuar crescendo. Uma delas é a LUZA, multinacional luso-brasileira especializada em engenharia e tecnologia para setores como Mobilidade, TI, Mineração e Energia.

A LUZA se propõe a conectar talentos a desafios estratégicos de seus clientes por meio de dois modelos principais:

  • Outsourcing técnico especializado: profissionais prontos para acelerar entregas desde o primeiro dia.
  • Projetos full service: do planejamento à entrega final, com autonomia total.

“Hoje, não basta preencher uma vaga. As empresas precisam de equipes que entreguem valor imediato, com método, conhecimento técnico e visão de negócio”, explica Tiago Monteiro, CEO e fundador da LUZA. Segundo ele, a LUZA consegue disponibilizar um profissional pronto para atuar em até 48 horas.

O futuro, reforça Monteiro, exigirá que empresas e o país encarem o desafio de formar, atrair e reter especialistas como um tema estratégico. “A indústria não pode parar porque faltam especialistas”.

Sobre a LUZA

Com quase duas décadas de experiência, a LUZA é uma multinacional de origem portuguesa que oferece soluções em engenharia e tecnologia. Presente em nove países, a empresa se propõe a conectar talentos a desafios estratégicos de clientes por meio de outsourcing e projetos full service, adaptando suas entregas à realidade de cada setor e mercado. Os interessados em participar dos processos seletivos da LUZA, podem acessar o site oficial da empresa, no qual estão disponíveis oportunidades de emprego no Brasil e no exterior: www.luzagroup.com/carreiras



PYXYS completa 8 anos com foco em Performance Publishing

Ao completar oito anos de atuação, a PYXYS, agência especializada em inteligência e monetização digital para publishers, consolida no mercado brasileiro o conceito de Performance Publishing — abordagem que une conteúdo editorial, tecnologia e inteligência de dados para transformar relevância em resultado. Para marcar a data, a empresa lança uma campanha comemorativa com a divulgação de cases de impacto no setor de mídia digital.

Fundada com o propósito de apoiar veículos na transição para modelos digitais sustentáveis, a PYXYS trabalha na interseção entre vocação editorial e viabilidade econômica. A empresa atua no desenvolvimento de estratégias de crescimento de audiência, monetização de conteúdo e criação de novos produtos digitais, sempre com base em dados e performance.

“Pensamos como quem vive de conteúdo, mas atuamos com foco em performance e resultados reais”, afirma Andrés Bruzzone, CEO da PYXYS. “Acreditamos que a inteligência de dados é o elo entre a relevância editorial e a sustentabilidade do negócio.”

De acordo com o executivo, o mercado de mídia digital passa por uma transformação acelerada. Produzir conteúdo de qualidade já não basta. “A nova fronteira para os publishers está em saber como distribuir, engajar e monetizar esse conteúdo de forma estratégica e escalável. Inovar e se reinventar deixou de ser uma vantagem — tornou-se uma necessidade”, destaca.

Apesar da urgência por inovação, muitos produtores de conteúdo ainda enfrentam barreiras estruturais. A forte tradição off-line e a dependência do Google, tanto para tráfego quanto para monetização, dificultam a construção de modelos financeiros sólidos no ambiente digital.

“São poucas as empresas que conseguem estruturar vias consistentes de monetização digital. A atuação da PYXYS busca justamente preencher essa lacuna, conectando visão editorial com performance, dados e tecnologia”, complementa Bruzzone.

Como parte da campanha “8 Anos de Performance Publishing”, a PYXYS apresenta iniciativas que contribuíram para transformar portais, rádios e verticais editoriais em operações mais robustas, orientadas por dados e preparadas para os desafios do futuro. Entre os principais cases estão:

  • – Jornal do Carro (Estadão): combinando visão editorial, inteligência de dados e uma operação full-funnel, ajudamos montadoras e concessionárias a movimentar mais de R$ 1 bilhão em vendas — a partir dos leads gerados pela nossa estratégia.
  • – Agro Estadão: criação e desenvolvimento de um portal do zero que, em menos de dois anos, conquistou posição entre os três maiores do setor em audiência, pensada para conectar produtores, marcas e leitores com conteúdos relevantes, tecnologia de ponta e inteligência de mercado.
  • – O Antagonista: parceria focada na modernização tecnológica da infraestrutura de mídia digital;
  • – Mundo Zero KM: desenvolvimento de um modelo de negócios no setor automotivo com foco na geração e venda de leads;
  • – Nova Brasil FM: construção da presença digital da emissora, com estratégias de distribuição, monetização e relacionamento com audiência;
  • – Estadão Imóveis e Oficina Mobilidade: relançamento de verticais editoriais estruturadas como novos vetores de monetização;
  • – Programática: atuação na gestão estratégica de inventário, otimização de receita e presença em múltiplas plataformas com apoio de inteligência de dados.

A campanha será realizada entre os dias 20 de junho e 30 de julho, com ativações digitais e publicação dos cases em canais próprios e de parceiros. A iniciativa reforça o papel da PYXYS como parceira estratégica de publishers e produtores de conteúdo que buscam autonomia, inovação e sustentabilidade em um mercado cada vez mais competitivo.



Férias escolares: filmes e séries ajudam a entreter crianças

As tão esperadas férias escolares chegaram, e com elas, o desafio dos pais em manter crianças e adolescentes entretidos, longe do tédio e das telas improdutivas. E se o tempo livre também puder ser uma porta de entrada para o aprendizado de inglês de forma leve, divertida e sem pressão? Com a escolha certa de filmes e séries, é possível transformar o entretenimento em uma ferramenta de imersão no idioma.

Segundo Lilian Bittencourt, professora da Fluency Academy, uma das referências em ensino de idiomas no Brasil, o contato com o inglês em situações reais, como nos diálogos naturais de filmes e séries, estimula o cérebro a assimilar o idioma de maneira mais eficiente. “Quando associamos o aprendizado a emoções positivas, como o riso, a curiosidade ou a empolgação com a história, nossa retenção de vocabulário e estruturas gramaticais aumenta significativamente. Além disso, ouvir nativos falando ajuda a desenvolver a compreensão auditiva e a pronúncia”, explica.

Diante disso, a especialista reuniu cinco títulos para estimular o aprendizado da língua inglesa em crianças e adolescentes, combinando entretenimento com o desenvolvimento das habilidades linguísticas.

1. Bluey

Essa série australiana de animação é para os pequenos de 3 a 8 anos. Os episódios são curtos, com vocabulário simples e situações familiares que facilitam a associação entre palavras e ações. Ideal para o primeiro contato com o inglês falado de forma natural e divertida.

2. Pequenos Espiões: Apocalipse

Filme leve e cheio de ação que prende a atenção das crianças a partir dos 7 anos. Os diálogos são dinâmicos, com muitas expressões cotidianas. Uma ótima opção para treinar o inglês em situações de aventura e contexto familiar.

3. Anne with an E

Indicado para adolescentes a partir dos 12 anos, a série tem um vocabulário mais rico, ambientação histórica e muitos diálogos emocionais. Ajuda a expandir o repertório de palavras e desenvolver o entendimento de expressões mais sofisticadas, sem deixar de ser envolvente.

4. Desencantada

Continuação de Encantada, o filme mistura música, magia e realidade. É uma opção para treinar escuta e pronúncia com músicas em inglês, além de estimular a memória auditiva por meio de repetições melódicas.

5. Os Mitchells Contra as Máquinas

Animação moderna, com linguagem atual e muito humor. O ritmo rápido e o uso de gírias tornam a experiência desafiadora e ao mesmo tempo divertida para crianças a partir dos 8 anos. Ótimo para aprender expressões do inglês falado no dia a dia.

A especialista também sugere algumas práticas para otimizar o aprendizado durante o consumo desses conteúdos: ativar as legendas em inglês, repetir cenas ou falas favoritas, anotar novas palavras em um caderno. Além disso, conversar com amigos ou familiares sobre os episódios assistidos, mesmo que em português, ajuda a reforçar a compreensão.

“Aprender inglês durante as férias não precisa ser uma tarefa: pode (e deve) ser uma atividade divertida, leve e parte do dia a dia. E quando o aprendizado se mistura com boas histórias, personagens cativantes e tempo de qualidade em família, os resultados aparecem quase sem a gente perceber”, complementa Lilian.



Empresas adotam IA e gamificação em treinamentos

O uso de inteligência artificial (IA) combinada à gamificação vem sendo incorporado por empresas brasileiras como estratégia para transformar treinamentos corporativos. Segundo a consultoria Mordor Intelligence, o mercado global de gamificação deve crescer de US$ 15,43 bilhões em 2024 para US$ 48,72 bilhões até 2029, com uma taxa média anual (CAGR) de 25,85%.

No Brasil, edtechs como a Ludos Pro aplicam essas tecnologias para personalizar o aprendizado e engajar colaboradores. A empresa utiliza IA generativa para criar conteúdo de acordo com o perfil dos usuários, organizando trilhas de desenvolvimento com mecânicas interativas inspiradas em jogos.

“A convergência entre inteligência artificial e gamificação está redefinindo a forma como as empresas capacitam seus times. Saímos de treinamentos genéricos e pouco atrativos para experiências personalizadas, imersivas e orientadas por dados. Esse movimento não é apenas tecnológico — é estratégico”, afirma Danilo Parise, CEO e cofundador da Ludos Pro.

Plataforma otimiza trilhas de aprendizado

A Ludos Pro oferece uma Plataforma de Experiência de Aprendizagem (Learning Experience Platform — LXP) que otimiza a criação de conteúdos e trilhas de capacitação. Segundo a empresa, a solução reduz o tempo necessário para desenvolvimento de materiais e ajusta a experiência de acordo com as necessidades dos colaboradores.

“Utilizamos inteligência artificial para adaptar os conteúdos de aprendizagem ao perfil dos usuários, considerando seus comportamentos e preferências. A proposta é tornar o processo mais personalizado e eficiente”, explica Matheus Marques, gerente de produto da Ludos Pro.

Entre os clientes que já utilizam a ferramenta estão Saint-Gobain, Harman, Decathlon, Unimed e Construtora Tenda. Dados internos apontam que os usuários da plataforma superam 85% nos indicadores de desempenho educacional.

Diagnóstico orienta o investimento em T&D

De acordo com a pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil 2024/2025, 52% das empresas já definem seus orçamentos de T&D com base em levantamento ou diagnósticos de necessidades específicas, ultrapassando o uso de métricas quantitativas, como horas de curso por colaborador.

A mesma pesquisa mostra que 17% dos profissionais da área utilizam IA (inteligência artificial) para apoiar a pesquisa dos desenvolvedores de cursos; 8%, para verificar necessidades e sugerir conteúdos personalizados; 8%, na criação de imagens, vídeos e telas; e 7%, com chatbots como assistentes de aprendizagem.

Setor de IA na educação cresce no mundo

Globalmente, o mercado de IA na educação também avança. Um estudo da Grand View Research estima que o setor atingirá US$ 32,27 bilhões até 2030, impulsionado pela busca por soluções escaláveis e personalizadas.

Tanto no setor público quanto no privado, a tendência aponta para uma transformação digital na forma como o conhecimento é desenvolvido e compartilhado dentro das organizações.

“A combinação entre inteligência artificial e gamificação não é apenas uma tendência tecnológica — é uma mudança de paradigma. Empresas que colocam o colaborador no centro da estratégia de aprendizagem, com soluções personalizadas, interativas e seguras, já colhem ganhos concretos em performance e engajamento. À medida que o mercado amadurece e a tecnologia avança, o futuro do aprendizado organizacional será definido por quem souber aliar inovação com propósito”, comenta Parise.



Relações de trabalho no Terceiro Setor geram atenção legal

O crescimento do Terceiro Setor no Brasil vem ampliando os desafios relacionados à gestão de pessoas em fundações e organizações da sociedade civil (OSCs). A atuação conjunta de voluntários, aprendizes, prestadores de serviço, empregados com carteira assinada e dirigentes remunerados exige atenção à legislação vigente. Para especialistas em Direito do Trabalho, a falta de clareza sobre os limites legais pode expor essas organizações a riscos de passivos trabalhistas.

Segundo o advogado Tomáz de Aquino Resende, a confusão mais comum ocorre na distinção entre trabalho voluntário e vínculo empregatício. “Enquanto o voluntariado, regido pela Lei nº 9.608/98, não pode envolver remuneração e deve ser formalizado por um termo de adesão, muitas organizações acabam exigindo habitualidade e subordinação, características de um contrato de trabalho”, afirma. “Outro ponto crítico é a remuneração de dirigentes, permitida, desde que siga regras previstas na legislação que rege a certificação obtida pela Organização, além da previsão no Estatuto Social”.

Para o jurista, a boa-fé e a busca por economia de recursos, embora compreensíveis, não protegem as instituições de ações judiciais. “Muitas organizações, para otimizar recursos, acabam criando o que chamamos de ‘vínculo de fato’. Contratam um profissional como Pessoa Jurídica (PJ), mas exigem horário fixo e dão ordens diretas, ou oferecem uma ‘ajuda de custo’ a um voluntário que, na prática, funciona como salário. A Justiça do Trabalho analisa a realidade dos fatos e não apenas o que está no papel. A falta de formalização adequada é um risco que pode comprometer a sustentabilidade financeira de projetos inteiros”, adverte.

A prevenção, segundo o especialista, passa por um diagnóstico jurídico e pela implementação de políticas claras de gestão de pessoas. Isso inclui a elaboração de contratos corretos para cada tipo de vínculo, a formalização do trabalho voluntário e o cuidado para não o descaracterizar, além da assessoria jurídica na definição da remuneração de diretores.

“A linha que separa o voluntário engajado do empregado sem registro é tênue, mas suas consequências jurídicas são gigantescas. Cabe destacar, também, que um dirigente pode ser remunerado, mas a transparência e o cumprimento dos requisitos legais são inegociáveis para não configurar distribuição disfarçada de lucro, o que pode levar à perda de imunidades tributárias”, complementa o advogado. “O investimento em governança trabalhista, portanto, não é um custo, mas uma proteção essencial para que as OSC’s possam focar no que fazem de melhor: gerar impacto social”, finaliza.



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