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Avanços tecnológicos redefinem a dermatologia estética

Avanços tecnológicos redefinem a dermatologia estética
Avanços tecnológicos redefinem a dermatologia estética

Impulsionada por avanços tecnológicos e por uma mudança na abordagem clínica, a dermatologia estética tem passado por diversas transformações nos últimos anos, consolidando-se como uma aliada no rejuvenescimento e na manutenção da saúde da pele.

A dermatologista Dra. Janaina Samorano afirma que, se antes os tratamentos tinham caráter predominantemente corretivo, hoje a especialidade passou a adotar uma abordagem preventiva, regenerativa e estratégica, com foco na longevidade cutânea e no envelhecimento saudável.

De acordo com ela, a tendência não é apenas tratar os sinais do tempo, mas modular processos biológicos do envelhecimento. "O avanço tecnológico revolucionou a prática clínica. Lasers de alta performance, ultrassom microfocado, radiofrequências avançadas, bioestimuladores e tecnologias combinadas permitiram abordagens mais precisas, seguras e sofisticadas, com resultados progressivos e naturais", detalha.

Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) indicam que o total de procedimentos não cirúrgicos cresceu 1,7% entre 2022 e 2023, somando quase 20 milhões de intervenções no período.

Avanços tecnológicos redefinem a dermatologia estética

Segundo a profissional, a abordagem clínica passou por uma mudança significativa, com a transição de procedimentos isolados para planos terapêuticos integrados, personalizados e orientados por um diagnóstico global da face e da pele. Nesse contexto, conceitos como full-face assessment, bioestimulação, regeneração tecidual e qualidade dérmica passaram a assumir papel central.

"A estética contemporânea valoriza menos transformação e mais refinamento. O objetivo deixou de ser ‘mudar’ traços e passou a ser preservar a identidade, restaurar a estrutura e promover resultados elegantes, discretos e harmônicos", destaca.

Tecnologias que atuam nas diferentes camadas da pele

A Dra. Janaina Samorano reforça que, com o avanço da dermatologia estética, tecnologias como ultrassom microfocado, radiofrequência e lasers dermatológicos passaram a ocupar papel central nos tratamentos voltados ao rejuvenescimento e à saúde da pele.

O ultrassom microfocado, segundo a especialista, atua em camadas profundas da pele e no sistema músculo-aponeurótico superficial (SMAS), promovendo pontos precisos de calor que estimulam intensa produção de colágeno e um efeito de sustentação progressivo. "É uma tecnologia muito utilizada para firmeza, contorno facial e melhora da flacidez", pontua.

A radiofrequência, por sua vez, utiliza energia térmica controlada para aquecer a derme, estimulando a remodelação do colágeno existente e a formação de novas fibras. De acordo com a médica, dependendo da tecnologia utilizada, pode melhorar a flacidez, a textura da pele, os poros, cicatrizes e a qualidade cutânea de maneira global.

Já os lasers dermatológicos atuam de forma altamente precisa e podem ter diferentes finalidades, conforme o tipo de laser empregado. Segundo a especialista, alguns tratam manchas e vasos; outros promovem o rejuvenescimento, estimulam o colágeno e melhoram rugas, cicatrizes, poros e a textura da pele.

Embora sejam tecnologias distintas, a dermatologista afirma que elas frequentemente se complementam. "Enquanto algumas atuam mais na sustentação e firmeza, outras trabalham a regeneração, a textura e a qualidade da pele", acrescenta.

Benefícios vão além do rejuvenescimento

Entre os principais benefícios do uso dessas tecnologias, Dra. Janaina Samorano elenca a melhora da firmeza e da sustentação, com suavização da flacidez, redefinição sutil dos contornos faciais e uma pele com textura mais refinada, poros menos evidentes, maior luminosidade, viço e uniformidade.

"Dependendo da tecnologia utilizada, podem ser observadas ainda melhorias em linhas finas, rugas, manchas, cicatrizes, irregularidades do relevo cutâneo e estímulo intenso de colágeno, promovendo uma renovação profunda dos tecidos", detalha.

Segundo a profissional, os resultados costumam incluir:

  • Pele mais firme e com maior sustentação;
  • Melhora da flacidez e do contorno facial;
  • Mais luminosidade, viço e uniformidade;
  • Textura mais refinada e poros menos aparentes;
  • Suavização de rugas e marcas do tempo;
  • Estímulo de colágeno e rejuvenescimento progressivo.

Um dos diferenciais dessas abordagens, conforme explica a dermatologista, é que os resultados tendem a evoluir ao longo dos meses, à medida que a pele responde aos estímulos regenerativos.

A importância do acompanhamento dermatológico

Na análise da Dra. Janaina Samorano, embora as tecnologias dermatológicas sejam altamente avançadas, os resultados estão diretamente ligados ao conhecimento médico por trás de sua indicação e execução. "O dermatologista compreende a anatomia, a fisiologia cutânea, o envelhecimento, a interação entre diferentes tratamentos e o manejo de possíveis intercorrências — o que torna o procedimento mais seguro e muito mais preciso", frisa.

Além disso, a especialista alerta para a necessidade de um cuidado contínuo e estrategicamente conduzido ao longo do tempo, uma vez que a pele responde ao envelhecimento, às mudanças hormonais, ao estilo de vida, à exposição ambiental e a diversos fatores que se transformam com os anos.

O futuro da dermatologia estética

Para os próximos anos, Dra. Janaina Samorano acredita que a dermatologia estética terá uma evolução cada vez mais sofisticada da ciência aplicada à beleza, com foco em regeneração, precisão e naturalidade. Na análise da profissional, o futuro da especialidade estará profundamente conectado à medicina regenerativa, à bioestimulação e a tecnologias capazes de modular o envelhecimento de forma cada vez mais refinada.

"Eu vejo o futuro da dermatologia estética como a união entre alta tecnologia, medicina regenerativa e beleza natural — uma dermatologia menos sobre transformar e cada vez mais sobre preservar, regenerar e envelhecer com elegância", conclui.

Para mais informações, basta acessar o site oficial da Dra. Janaina Samorano: https://drajanainasamorano.com/

Rinoplastia associa correção estética e função respiratória

Rinoplastia associa correção estética e função respiratória
Rinoplastia associa correção estética e função respiratória

A rinoplastia pode envolver não apenas mudanças na forma e proporção do nariz, mas também correções anatômicas que contribuem para a função respiratória. A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) recomenda que o procedimento seja realizado por um otorrinolaringologista, dada a especialização em anatomia nasal e no funcionamento das vias aéreas.

Uma revisão integrativa publicada no Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences aponta avanços nas técnicas de rinoplastia nos últimos dez anos e reforça que a associação entre resultados estéticos e funcionais tem ganhado espaço no planejamento cirúrgico. Em 92% dos casos, pacientes submetidos ao procedimento relataram melhora funcional no pós-operatório, de acordo com pesquisa publicada na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, que também apontou satisfação com os resultados estéticos.

O Dr. Bruno Hay, médico otorrinolaringologista com atuação em rinoplastia e cirurgias faciais, afirma que tratar a rinoplastia apenas como estética é uma visão limitada sobre uma das cirurgias mais complexas da face. Segundo ele, a rinoplastia moderna exige domínio preciso da anatomia e da fisiologia nasal: "Como otorrinolaringologista, vejo o nariz, acima de tudo, como um órgão funcional — e a respiração não é um detalhe, é prioridade. Estética sem função não se sustenta ao longo do tempo".

O especialista explica que a abordagem puramente estética enxerga o nariz como uma estrutura isolada, enquanto a abordagem integrada entende o nariz como parte de um sistema funcional complexo. Ele ressalta que, quando a função é negligenciada, aumentam significativamente os riscos de colapso estrutural, obstrução nasal e resultados artificiais. "A abordagem integrada é a base da formação do otorrinolaringologista. Um nariz bem operado precisa ser estruturalmente estável, funcional e natural", informa o Dr. Bruno Hay.

Um levantamento noticiado pelo g1 mostra que a exposição frequente a selfies e videoconferências contribuiu para o aumento da busca por rinoplastia no país, especialmente durante e após a pandemia, em meio a uma atenção maior com a própria imagem nas telas. Dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) indicam que o procedimento registrou crescimento de 27,1% no volume global entre 2020 e 2024.

Para o otorrinolaringologista, esse crescimento vem acompanhado do aumento das rinoplastias revisionais e pontua que este tipo de cirurgia exige um nível mais elevado de experiência, especialmente na reconstrução estrutural e na reabilitação da função nasal.

"As redes sociais ampliaram o acesso à informação, mas também contribuíram para a banalização da cirurgia e para expectativas muitas vezes irreais. Muitos desses casos revisionais envolvem também comprometimento funcional decorrente da primeira cirurgia", comenta.

Efeitos funcionais da rinoplastia

De acordo com o Dr. Bruno Hay, uma parcela significativa dos pacientes apresenta alterações funcionais, mesmo sem queixa evidente. Entre as mais comuns estão o desvio de septo, a hipertrofia de cornetos e a insuficiência de válvula nasal — uma causa frequentemente subdiagnosticada de obstrução nasal: "Além disso, uma rinoplastia bem indicada e bem executada também passa pela avaliação de alterações estruturais que podem comprometer a dinâmica respiratória e a estabilidade do nariz ao longo do tempo".

O especialista reforça que a formação em otorrinolaringologia permite uma avaliação completa da via aérea, além do diagnóstico de patologias associadas que impactam diretamente o resultado cirúrgico. Ele relata receber com frequência pacientes que foram submetidos a cirurgias em que a função não foi adequadamente considerada, evoluindo com queixas respiratórias. "Muitas vezes, isso leva à necessidade de uma rinoplastia revisional. A escolha do profissional impacta diretamente na função respiratória a longo prazo", alerta.

Segundo o médico, a associação com outros procedimentos faciais pode otimizar o resultado global. Nestes casos, o objetivo é integrar forma e função dentro de um contexto facial mais amplo, respeitando a individualidade de cada paciente. "A rinoplastia nem sempre deve ser analisada de forma isolada. Em alguns casos, a combinação com mentoplastia, blefaroplastia ou lifting facial contribui para uma melhor harmonia e proporção facial", sugere Dr. Bruno Hay.

O otorrinolaringologista orienta que o paciente procure um especialista com formação sólida, experiência comprovada e visão integrada da estética com a função nasal.

"É uma cirurgia de alta complexidade e deve ser encarada com seriedade. O melhor resultado é aquele que preserva a naturalidade, mantém a função respiratória e melhora, de forma equilibrada, a estética e a qualidade de vida do paciente. É fundamental ter expectativas realistas e compreender que cada nariz possui características anatômicas próprias", conclui o médico.

Para saber mais, basta acessar: https://drbrunohay.med.br/

Avanços tecnológicos ampliam resultados da lipoaspiração

Avanços tecnológicos ampliam resultados da lipoaspiração
Avanços tecnológicos ampliam resultados da lipoaspiração

A lipoaspiração, cirurgia plástica mais realizada no Brasil, vem passando por transformações significativas nos últimos anos. A técnica, que tradicionalmente se dedicava à retirada de gordura localizada para afinar a silhueta, evoluiu para a chamada lipoaspiração de alta definição (Lipo HD), capaz de evidenciar contornos musculares de forma mais natural, destacando grupos específicos e proporcionando uma aparência atlética.

Segundo o último relatório divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o procedimento aparece em primeiro lugar no Brasil, com mais de 289 mil cirurgias, seguido pelo aumento das mamas (232.593), pela cirurgia de pálpebras (231.293) e pela abdominoplastia (192.961). Além disso, o país lidera o ranking mundial de cirurgias plásticas, com mais de 2 milhões de procedimentos realizados em 2024.

O cirurgião plástico Dr. Álvaro Rodrigues explica que a principal diferença no procedimento atual está na técnica de escultura utilizada. "A lipoaspiração tradicional foca na redução de volume e na eliminação de depósitos de gordura, buscando uma silhueta mais magra. Já a Lipo HD trabalha de forma tridimensional, removendo gordura de maneira seletiva para valorizar grupos musculares e evidenciar contornos e sulcos que simulam a aparência de um corpo tonificado".

De acordo com o especialista, os avanços tecnológicos têm sido fundamentais para ampliar as possibilidades da cirurgia. Entre os recursos mais utilizados estão o Vaser, que emite ondas capazes de quebrar células de gordura, preservando vasos e nervos; o Microaire, vibrolipoaspirador que facilita a remoção da gordura previamente amolecida; e a ultrassonografia, que permite visualizar com precisão as camadas da pele e do músculo durante o procedimento.

Além disso, tecnologias de retração de pele, como Argoplasma, Renuvion e Quantum, são aplicadas ao final da cirurgia para tratar a flacidez e garantir que a pele se adapte ao novo contorno. "Essas ferramentas permitem uma atuação mais precisa e segura, elevando o padrão dos procedimentos estéticos e ampliando as possibilidades da especialidade", afirma o cirurgião.

Indicação e perfil dos pacientesAinda que a Lipo HD não seja indicada como método de emagrecimento, mas como refinamento estético, o perfil de quem busca o procedimento é predominantemente de pessoas que já praticam atividades físicas e possuem gordura resistente que impede a visualização dos músculos.

O Dr. Álvaro Rodrigues reforça que os critérios para a realização da cirurgia incluem estar próximo ao peso ideal, ter bom tônus muscular e apresentar pouca ou moderada flacidez de pele. "Quem faz o procedimento normalmente está em busca de um visual mais atlético, que destaque abdome, peitorais, deltoides ou a linha de cintura", observa.

Segundo o especialista, a técnica também pode ser combinada com outros procedimentos, como remodelamento glúteo, cirurgias de mama e abdominoplastia, ampliando as possibilidades de harmonização corporal.

Já o pós-operatório da Lipo HD pode exigir cuidados adicionais. "Por ser um procedimento detalhado e com tecnologias envolvidas, precisa ser conduzido por um profissional capacitado. O pós-operatório é tão importante quanto a cirurgia para que o resultado seja excelente", ressalta Dr. Álvaro Rodrigues.

Entre os cuidados destacados pelo cirurgião estão o uso de cintas compressivas, drenagens linfáticas e acompanhamento médico rigoroso. Além disso, o paciente deve manter hábitos saudáveis para preservar os resultados. "A Lipo HD realça a musculatura já existente, mas não substitui a prática de exercícios físicos. Para manter os resultados, é fundamental continuar praticando exercícios e controlando o peso", conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://dralvarorodrigues.com.br/

Apagões recentes elevam busca por geradores nas empresas

Apagões recentes elevam busca por geradores nas empresas
Apagões recentes elevam busca por geradores nas empresas

A recorrência de interrupções no fornecimento de energia em grandes centros urbanos tem ampliado a atenção de empresas para estratégias de continuidade operacional. Em São Paulo, um evento climático registrado no fim de 2025 afetou cerca de 4,4 milhões de unidades consumidoras, segundo a concessionária responsável.

Já o apagão provocado por forte temporal no dia 13 de fevereiro, que deixou cinco cidades da Grande São Paulo sem energia elétrica, foi causado por falha em linha de transmissão após ventos intensos e chuvas volumosas, de acordo com a concessionária.

Os casos acima indicam que fatores climáticos estão entre as principais causas de interrupções não programadas no país.

Nos episódios recentes na Grande São Paulo, operações dependentes de sistemas digitais, refrigeração e logística contínua registraram impactos diretos durante as interrupções no fornecimento.

A demanda por soluções de energia temporária aumentou após eventos de maior escala. De acordo com Maysa Calmona, gerente de comunicação e marketing da Tecnogera, a procura por locação de geradores cresceu aproximadamente 300% nas 24 horas seguintes ao desligamento ocorrido em dezembro. "A prevenção energética passou a integrar o planejamento estratégico de organizações que buscam assegurar a continuidade operacional", afirma.

Segundo Maysa, o atendimento a ocorrências desse tipo envolve a identificação de cargas críticas, o dimensionamento técnico dos equipamentos e a mobilização logística em prazos reduzidos, além da instalação e integração segura aos sistemas já existentes, de acordo com a necessidade de cada operação.

Companhias que já mantinham planos estruturados relatam impactos mais controlados. A AutoZone informa que combina planejamento prévio com acionamentos emergenciais baseados no histórico de instabilidade do fornecimento. "Trabalhamos com planejamento antecipado, considerando cenários de interrupção e seus possíveis reflexos sobre as operações. Isso permite respostas mais rápidas e reduz impactos nas unidades", revela Danilo Beraldo, gerente de manutenção.

Já a Petz, cliente há cerca de três anos, realiza contratações pontuais para situações emergenciais. Segundo Henrique Alencar, analista de manutenção, o episódio mais recente resultou em atendimento parcial em algumas unidades devido à alta demanda simultânea. "A experiência reforçou a importância de estruturar alternativas previamente. Ter um plano de contingência contribui para reduzir impactos quando situações adversas ocorrem", declara.

Em meio à ocorrência de eventos climáticos e ao crescimento do consumo de energia, o tema da continuidade operacional segue na agenda de empresas, especialmente em regiões metropolitanas.

Mommy Makeover demanda avaliação detalhada e planejamento

Mommy Makeover demanda avaliação detalhada e planejamento
Mommy Makeover demanda avaliação detalhada e planejamento

Procedimentos combinados de cirurgia plástica, conhecidos como Mommy Makeover, tratam alterações corporais após a gestação e restauram o contorno físico anterior, com abordagem integrada e personalizada conforme as necessidades da paciente, de acordo com a International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS, ou Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em livre tradução).

Entre os cinco procedimentos mais realizados em mulheres estão a lipoaspiração, com 1,79 milhão de procedimentos, o aumento de mama, com 1,61 milhão, e a abdominoplastia, com 945,6 mil. Cada cirurgião plástico atende, em média, 26,8 pacientes de Mommy Makeover e outros procedimentos combinados, segundo a pesquisa internacional da ISAPS sobre procedimentos estéticos e cosméticos, realizada em 2024.

A Dra. Karina Mendes, médica e cirurgiã plástica, pontua que a gestação provoca alterações naturais no corpo feminino, como flacidez abdominal, diástase — afastamento — dos músculos retos, acúmulo de gordura localizada e mudanças nas mamas, que podem incluir perda de volume, ptose — queda — e assimetrias, o que leva muitas mulheres a buscar a cirurgia plástica como forma de recuperar o contorno corporal e a autoestima.

"Embora esperadas, essas mudanças nem sempre retornam ao estado pré-gestacional, o que pode impactar a autoestima e a relação da mulher com o próprio corpo. A cirurgia plástica surge como uma aliada para restaurar o contorno corporal de forma segura e individualizada", afirma a cirurgiã.

Segundo a especialista, é importante respeitar o tempo de recuperação do organismo para realizar cirurgias plásticas no pós-parto. Ela acrescenta que fatores como a amamentação, estabilidade do peso e recuperação do organismo devem ser levados em conta para maior previsibilidade dos resultados e redução dos riscos cirúrgicos.

"De forma geral, é recomendado aguardar pelo menos seis meses após o parto e o término da amamentação. É fundamental que a paciente esteja com o peso estável, com o organismo recuperado e com exames dentro da normalidade", declara a médica.

Avaliações, planejamento cirúrgico e exames

A Dra. Karina Mendes reforça que uma avaliação médica detalhada é essencial para identificar fatores de risco, indicar o melhor momento cirúrgico e escolher a técnica mais adequada, contribuindo para a segurança da paciente e para a durabilidade dos resultados.

"A análise médica criteriosa permite alinhar expectativas e orientar a paciente sobre limites e possibilidades. Quando bem indicada, a cirurgia tende a apresentar resultados mais duradouros, com menor índice de complicações", comenta a profissional.

De acordo com a especialista, a combinação de técnicas, como abdominoplastia, lipoaspiração e cirurgia mamária, é definida de forma criteriosa, buscando equilíbrio e naturalidade, para proporcionar resultados mais harmônicos.

Para a Dra. Karina Mendes, o planejamento cirúrgico deve ser totalmente personalizado, levando em consideração a anatomia da paciente, suas queixas, estilo de vida e expectativas. Segundo ela, também são avaliadas proporções corporais, qualidade da pele, distribuição de gordura e estrutura muscular.

"São solicitados exames laboratoriais completos, avaliação cardiológica e anestésica, e exames de imagem específicos, como ultrassonografia ou mamografia, dependendo da idade e da cirurgia proposta. Também é fundamental avaliar o histórico clínico da paciente, presença de diástase, qualidade da pele e condições gerais de saúde", relata a médica.

Conforme destaca a profissional, para alcançar resultados naturais e harmoniosos, a atenção deve estar no planejamento adequado e na comunicação transparente entre médico e paciente. "Alinhar expectativas é fundamental para que a paciente compreenda o que pode ser alcançado de forma segura e realista. A cirurgia plástica deve restaurar, e não transformar, respeitando as características individuais", acrescenta.

A médica alerta que, no pré-operatório, as pacientes são orientadas a suspender o tabagismo, ajustar medicações e adequar o preparo nutricional, enquanto no pós-operatório é indicado o uso correto de cintas, drenagem linfática, repouso relativo e seguimento rigoroso das orientações médicas. "O acompanhamento próximo no pós-operatório é decisivo para uma boa recuperação e otimização dos resultados", conclui a Dra. Karina Mendes.

Para mais informações, basta acessar o site oficial da Dra. Karina Mendes: https://drakarinamendes.com/

Pistaches servem como aliados para práticas esportivas

Pistaches servem como aliados para práticas esportivas
Pistaches servem como aliados para práticas esportivas

O consumo de pistaches tem ganhado força entre praticantes de atividades físicas, impulsionado pela busca por alimentos que aliem praticidade, sabor e valor nutricional. Pequenos no tamanho, mas ricos em nutrientes, vêm sendo incorporados à rotina de atletas e entusiastas do exercício como uma alternativa saudável para lanches e pós-treinos.

Com a grande comercialização do pistache, as plantações já extrapolaram as regiões originárias e a produção da castanha ganhou força em países como os Estados Unidos, com destaque para a Califórnia entre os maiores produtores mundiais.

Os pistaches oferecem uma combinação equilibrada de proteínas vegetais, gorduras boas e carboidratos. Essa composição contribui para o fornecimento de energia de forma gradual, fator importante para quem precisa manter o desempenho durante treinos prolongados. Além disso, são fonte de aminoácidos essenciais, que desempenham papel relevante na recuperação e manutenção da massa muscular.

Os pistaches também se destacam pela concentração de micronutrientes importantes, como potássio, magnésio e vitamina B6. O potássio, por exemplo, auxilia no equilíbrio eletrolítico e na prevenção de cãibras, enquanto o magnésio participa de processos ligados à contração muscular e produção de energia. Já a vitamina B6 está envolvida no metabolismo de proteínas e na formação de neurotransmissores.

Para dar vazão à crescente demanda e à produção de pistaches, os produtores norte-americanos são representados pela American Pistachio Growers (APG), associação que reúne mais de 865 produtores dos Estados Unidos e reforça o compromisso com a qualidade, a sustentabilidade e a inovação no mercado global de nozes. A associação também aponta os benefícios nutricionais do pistache e seu papel em uma alimentação saudável, indo além do preparo de sobremesas.

A APG tem ampliado sua presença em mercados estratégicos, como Ásia, Europa e América Latina, atendendo à crescente procura por alimentos saudáveis e sustentáveis. A associação também investe em pesquisas e campanhas educativas para promover os diferenciais do pistache americano.

"O Brasil ainda é um mercado emergente no consumo de pistache", afirma Giovanna Oliveira, analista de Trade & Marketing da APG no Brasil, e com a chegada ao Brasil, a associação irá atuar de forma consistente na construção de uma cultura de consumo em torno da noz, fortalecendo sua imagem como um alimento gourmet e saudável.

Presente em mercados estratégicos como Ásia, Europa e América Latina, a APG trabalha ativamente para divulgar os benefícios nutricionais desse alimento. "Também é papel da associação facilitar o acesso a produtores confiáveis dos EUA, ajudando importadores brasileiros a garantir qualidade e fornecimento estável", complementa Giovanna.

Tensões no Oriente Médio trazem desafios para o agronegócio

Tensões no Oriente Médio trazem desafios para o agronegócio
Tensões no Oriente Médio trazem desafios para o agronegócio

A agropecuária tem sido estrela da economia nacional nos últimos anos – só em 2025 cresceu 11,7% – e a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vem avançando continuamente. Passou de 6,7% do PIB em 2022 para 7,1% no ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As safras recordes, a consistente produção de proteína animal, frutas e outros produtos, além da abertura de 500 novos mercados nos últimos três anos, levaram o Brasil à posição de destaque no comércio internacional.

Em 2025, as exportações do agro alcançaram US$ 169,2 bilhões, um patamar inédito para o país, mesmo diante das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. "É um volume notável, que mostra a resiliência do setor", avalia José Roberto Colnaghi, presidente do Conselho de Administração da holding Colpar Brasil, que opera negócios em segmentos como agropecuária, indústria e urbanismo. Colnaghi acrescenta: "Este ano, o agro está diante de novos desafios em função das incertezas decorrentes das tensões no Oriente Médio".

A balança comercial brasileira já está sendo impactada pelo conflito iniciado no último dia de fevereiro entre Estados Unidos, Israel e Irã, com reflexos nas nações vizinhas ao país persa – que também passou a controlar o fluxo de navios de comércio no estratégico estreito de Ormuz. Por lá passam 20% do petróleo mundial cujos preços globais mudaram de patamar desde então.

Queda nas exportações

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações para o Oriente Médio, um importante mercado para o Brasil, caíram 26% em março. O montante exportado para os 15 países da região caiu de US$ 1,2 bilhão em março de 2025 para US$ 882 milhões neste ano. "O cenário está muito volátil. Se as tensões perdurarem, os prejuízos para o Brasil vão se avolumar", diz José Roberto Colnaghi.

O Oriente Médio, por exemplo, absorve 30% das exportações brasileiras de frango, produto no qual o Brasil é líder global em exportações e, portanto, está mais exposto. Apesar do esforço para tentar manter o fluxo de 200 contêineres/dia para a região afetada, houve queda de 18,5% nos volumes embarcados em março na comparação com fevereiro, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Culturas como milho e açúcar também são bastante sensíveis aos conflitos geopolíticos. Insumo para rações animais, o milho requer fluxos contínuos de transporte e interrupções logísticas no golfo, além de preço elevado do frete marítimo, podem causar excesso de oferta no segundo semestre aqui. Já o açúcar também tem forte exposição ao Oriente Médio, pois o Brasil detém 51,5% das exportações globais do produto, sendo a região tensionada responsável por 17,1% dos embarques para o exterior.

Fertilizantes importados

Outro ponto crucial para o agro são os fertilizantes, pois o Brasil importa cerca de 85% do que utiliza. O Oriente Médio reponde por cerca de 40% do comércio marítimo global de ureia – cujos preços chegaram a subir cerca de 70% — e contribui de forma relevante para a oferta de amônia e fertilizantes fosfatados. Segundo empresa de fertilizantes Yara Brasil, 35% da produção mundial de ureia é proveniente da região. A alta de preços pressiona os custos de produção de culturas como milho, soja e cana-de-açúcar.

Além disso, há o impacto no preço do petróleo, uma vez que o Oriente Médio concentra grandes produtores globais. Com a eclosão do conflito e o fechamento do estreito de Ormuz, a cotação do barril tipo Brent saiu de um patamar em torno de US$ 70 para algo ao redor de US$ 100. No caso do agro brasileiro, esse movimento está associado ao aumento do custo do diesel, essencial para o transporte de insumos e o escoamento da produção, que registrou alta superior a 20%, além de impactar os preços de fretes marítimos. Como resultado, observa-se elevação dos custos ao longo da cadeia logística, podendo reduzir a competitividade das exportações.

"Mesmo que as hostilidades cessem imediatamente, o preço do petróleo não voltaria ao nível anterior rapidamente", pondera José Roberto Colnaghi. Isso porque boa parte da infraestrutura de produção da região foi destruída ou, pelo menos, severamente afetada. A recuperação de refinarias, terminais e oleodutos requer investimentos e tempo – especialistas do setor estimam que a normalização da cadeia pode levar um ano.

Inflação mais alta

Por fim, o resultado é um aumento da inflação no mundo e menor crescimento. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estimou que o PIB global avançará menos este ano (2,9%) do que em 2025 (3,3%). Para 2027, a OCDE cortou a previsão de crescimento mundial de 3,1% para 3%.

No Brasil, as consequências econômicas também já estão sendo vistas. O Banco Central foi bastante cauteloso no corte de juros na reunião de março, reduzindo apenas 0,25 ponto percentual a taxa básica. A inflação também subiu. Em março, os preços aceleraram 0,88% (a previsão era 0,77%) e no acumulado em doze meses o índice subiu para 4,14%, acima dos 3,81% registrados nos doze meses anteriores.

"É um cenário preocupante porque, com a inflação pressionando, os juros devem cair muito lentamente no Brasil. E o patamar altíssimo das taxas atuais inibe os investimentos produtivos, encarece o crédito e impacta negativamente as famílias, que já estão endividadas", diz José Roberto Colnaghi. "Temos uma travessia delicada pela frente neste mar de incertezas," conclui Colnaghi.

Uso de substâncias para emagrecimento exige cautela

Uso de substâncias para emagrecimento exige cautela
Uso de substâncias para emagrecimento exige cautela

A busca pelo emagrecimento vai além da estética. Para muitas pessoas, a perda de peso está relacionada à melhora da autoestima, da disposição e da qualidade de vida após anos convivendo com a obesidade e suas complicações. Nos últimos anos, medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1 e GIP passaram a ocupar papel importante no tratamento da obesidade e de alterações metabólicas. Estudos apontam redução significativa do peso corporal, melhora do controle glicêmico e impacto positivo em marcadores cardiometabólicos.

Ao mesmo tempo em que a medicina metabólica avança, cresce também a divulgação de produtos vendidos de forma irregular, especialmente pela internet e pelas redes sociais. O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) já alertou consumidores sobre anúncios de "canetas emagrecedoras" com promessas de emagrecimento rápido, fácil e sem riscos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também informou que os medicamentos agonistas de GLP-1 aprovados no Brasil dependem de prescrição médica com retenção de receita e que produtos sem registro sanitário não tiveram qualidade, eficácia e segurança avaliadas pela agência.

Entre os produtos divulgados de forma irregular estão as chamadas "canetas paraguaias", peptídeos sem registro sanitário e apresentações comercializadas como retatrutida. A retatrutida é uma molécula ainda investigacional, que atua em receptores de GIP, GLP-1 e glucagon. Em estudo de fase 2 publicado no New England Journal of Medicine, a substância apresentou redução média de peso de até 17,5% em 24 semanas e até 24,2% em 48 semanas. Em comunicado oficial, a farmacêutica Lilly informou que a molécula seguirá para estudos de fase 3, etapa necessária antes de uma eventual aprovação regulatória em larga escala.

Segundo o médico nutrólogo Darwin Ribeiro, uma das principais preocupações atuais é a associação automática entre perda de peso e melhora global da saúde. "A redução ponderal pode contribuir para melhora da glicemia, da pressão arterial, da resistência insulínica e de outros marcadores clínicos. Mas esses benefícios não eliminam a necessidade de avaliação de segurança", afirma.

O especialista destaca que, em tratamentos farmacológicos, também precisam ser considerados fatores como origem do produto, dose real administrada, esterilidade, rastreabilidade, eventos adversos e possíveis efeitos ainda desconhecidos em longo prazo.

A história da medicina reúne exemplos de medicamentos inicialmente considerados promissores que posteriormente passaram por revisões de segurança. Uma revisão sistemática publicada na revista BMC Medicine identificou 462 produtos medicinais retirados do mercado entre 1953 e 2013 devido a reações adversas, sendo a hepatotoxicidade o motivo mais frequente. Para Darwin Ribeiro, os dados reforçam que a avaliação de segurança não termina no momento da aprovação regulatória e que o acompanhamento pós-comercialização é parte essencial da farmacovigilância.

"Mesmo medicamentos aprovados podem ter efeitos identificados apenas após uso em larga escala. Quando falamos de substâncias sem registro sanitário, falsificadas ou ainda em investigação clínica, as incertezas aumentam ainda mais", explica o nutrólogo.

Segundo o especialista, medicamentos regularizados passam por controle sanitário, rastreabilidade e monitoramento contínuo de eventos adversos. Já produtos sem avaliação formal ampliam dúvidas sobre composição, dose real, esterilidade e possíveis efeitos tardios.

Entre os exemplos conhecidos está a lorcaserina, medicamento indicado para controle crônico do peso e retirado do mercado norte-americano após solicitação do FDA, em 2020. Um estudo de segurança identificou maior ocorrência de câncer entre pacientes que utilizaram a substância em comparação ao grupo placebo. Outro precedente citado na literatura médica envolve a fenfluramina, utilizada no tratamento da obesidade e posteriormente associada a preocupações relacionadas à doença valvar cardíaca.

Além das dúvidas sobre as moléculas, autoridades sanitárias também têm demonstrado preocupação com produtos falsificados ou sem controle adequado. Em 2026, a Anvisa determinou a apreensão de lotes falsificados de Mounjaro e Mounjaro KwikPen após identificar unidades com características diferentes das originais, incluindo divergências em número de série, embalagem e leitura do código 2D.

Para Darwin Ribeiro, em medicamentos injetáveis, a procedência pode ser tão importante quanto o próprio efeito farmacológico esperado. "O problema não está no avanço da medicina metabólica, mas na banalização de tratamentos complexos em um mercado irregular", avalia.

O especialista ressalta que medicamentos para obesidade podem ter papel relevante quando indicados de forma adequada, acompanhados por avaliação médica e adquiridos por vias regularizadas. "O risco aumenta quando a promessa de emagrecimento rápido substitui a análise individual, a prescrição formal, o controle sanitário e o acompanhamento dos possíveis efeitos adversos", conclui.

Agência Nagase adquire marca Agência de Tráfego Pago

Agência Nagase adquire marca Agência de Tráfego Pago
Agência Nagase adquire marca Agência de Tráfego Pago

A consolidação do mercado de performance digital no Brasil vem impulsionando movimentos estratégicos entre empresas especializadas em mídia online, inteligência de dados e geração de demanda. Neste cenário de crescimento acelerado do ambiente digital, a Agência Nagase anunciou a aquisição da marca e domínio Agência de Tráfego Pago, ampliando sua presença nacional e fortalecendo seu posicionamento no setor de publicidade digital orientada por performance.

A operação representa mais um avanço estratégico dentro do plano de expansão da empresa, que já vinha registrando crescimento na demanda por campanhas de mídia digital, geração de leads qualificados e estratégias voltadas para previsibilidade comercial. A incorporação da marca reforça a atuação da companhia em segmentos como mercado imobiliário, automotivo, varejo, saúde, serviços e negócios regionais, setores que vêm ampliando investimentos em mídia online nos últimos anos.

Segundo a empresa, a aquisição acompanha um cenário de transformação no comportamento do consumidor brasileiro, cada vez mais conectado e dependente de canais digitais durante a jornada de compra. De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2024, do Cetic.br, 56% dos usuários de internet no Brasil pesquisaram online informações sobre produtos e serviços antes de realizar uma compra, evidenciando que o ambiente digital se consolidou como uma das principais fontes de influência na decisão de consumo dos brasileiros.

Para William Nagase, CEO da empresa e especialista em performance digital, o momento representa uma evolução natural da operação. "O mercado vem exigindo campanhas cada vez mais técnicas, estruturadas e orientadas por dados. A aquisição da marca fortalece nosso posicionamento nacional e amplia nossa capacidade de atuação em projetos de alta performance", afirma.

De acordo com a companhia, a estratégia envolve não apenas expansão comercial, mas também fortalecimento de autoridade digital em palavras-chave ligadas ao setor de mídia paga, performance e gestão de campanhas online. A marca Agência de Tráfego Pago passa a integrar oficialmente o ecossistema da empresa, ampliando o portfólio de ativos digitais administrados pela organização.

O crescimento da demanda por campanhas segmentadas também impulsionou a valorização do trabalho técnico realizado por especialistas em mídia digital. Nesse contexto, o papel do gestor de tráfego pago tornou-se estratégico para empresas que buscam melhorar a eficiência dos investimentos e aumentar a previsibilidade de geração de oportunidades comerciais.

A empresa destaca que o ambiente digital passou a exigir integração entre inteligência de dados, segmentação regional, análise de comportamento e otimização contínua das campanhas. A expansão operacional da Agência de Tráfego Pago Nagase busca justamente atender a essa nova demanda do mercado, oferecendo soluções mais completas em performance digital, mídia online e aquisição de clientes.

Entre os principais setores atendidos estão concessionárias, imobiliárias, clínicas, varejo e empresas de serviços regionais. Segundo a companhia, campanhas regionalizadas e estratégias orientadas por intenção de compra vêm apresentando resultados mais eficientes, especialmente em mercados altamente competitivos.

A aquisição também acompanha o fortalecimento da busca orgânica por termos relacionados à mídia paga, gestão de campanhas e performance digital no Brasil. A expectativa da empresa é ampliar ainda mais a produção de conteúdo estratégico, análises de mercado e estudos voltados ao setor de publicidade online, consolidando a presença da marca no ambiente digital.

Com a incorporação da Agência de Tráfego Pago ao seu portfólio, a Empresa de Tráfego Pago Nagase reforça sua estratégia de expansão e consolida sua atuação como uma das empresas focadas em performance digital, inteligência de mídia e geração de demanda no mercado brasileiro.

Monitoramento inteligente reforça áreas urbanas

Monitoramento inteligente reforça áreas urbanas
Monitoramento inteligente reforça áreas urbanas

A Porter, empresa brasileira que desenvolve soluções tecnológicas para o mercado condominial, com atuação em sistemas de portaria remota, anuncia o lançamento oficial do Porter Security, uma solução de segurança perimetral desenvolvida para reforçar a proteção de áreas públicas e externas no entorno de condomínios, prédios comerciais e espaços urbanos. A novidade contribui para a prevenção de atitudes suspeitas em ruas, bairros, empreendimentos e condomínios.

Porter Security é um poste inteligente integrado ao sistema Porter. Com câmeras integradas, iluminação de alerta e inteligência de vídeo (IA), o Porter Security foi projetado para atuar em pontos estratégicos como acessos, perímetros, ruas, calçadas e locais com menor visibilidade. O objetivo é oferecer prevenção e dissuasão de riscos, indo além do simples registro de ocorrências.

A nova solução é integrada ao Sistema Porter e ao Aplicativo Porter, o que permite que síndicos e usuários autorizados acompanhem imagens em tempo real, recebam alertas automáticos a partir de regras previamente configuradas e tenham acesso a registros que apoiam a tomada de decisão e a gestão da segurança.

O lançamento atende a uma demanda crescente do mercado condominial por soluções mais inteligentes, padronizadas e eficientes, especialmente em um cenário de aumento de circulação de pessoas, entregas, visitas e uso intenso das áreas externas.

"O Porter Security é uma extensão natural do nosso ecossistema. Ele amplifica o olhar do condomínio para além da portaria, reforçando a segurança perimetral com tecnologia, integração e design", destaca Fabio Beal, CEO da Porter.

Solução pensada para diferentes realidades

Além da tecnologia embarcada, o design dos postes foi pensado para transmitir presença, organização e cuidado com o ambiente, colaborando também para a valorização e a sensação de segurança dos espaços onde a solução é instalada. Como complemento, a solução fortalece iniciativas de segurança colaborativa em ruas e bairros, contribuindo para ambientes mais monitorados e seguros para moradores, comércios e circulação de pessoas.

Com foco em prevenção, monitoramento inteligente e integração tecnológica, o Porter Security acompanha uma tendência crescente de uso da tecnologia para apoiar a proteção de áreas urbanas e ampliar a segurança em espaços compartilhados.

Hexnode nomeia Carl Carozza como Vice-Presidente de Vendas Corporativas para as Américas

A Hexnode, divisão de software corporativo da Mitsogo Inc., anunciou hoje a nomeação de Carl Carozza como o novo Vice-Presidente de Vendas Corporativas para as Américas. Neste cargo, Carozza liderará a estratégia de vendas corporativas da Hexnode nos mercados da América do Norte e América Latina (LATAM), com foco na expansão do relacionamento com clientes, no fortalecimento da execução de go-to-market regional e no apoio ao crescimento contínuo de todo o portfólio de gerenciamento de terminais (endpoints), segurança e identidade da empresa.

Carozza traz consigo mais de 20 anos de experiência em vendas de software corporativo, liderança de receita SaaS e estratégia regional de go-to-market. Antes de ingressar na Hexnode, ele atuou como Vice-Presidente de Vendas para as Américas na Appsmith. Ele também ocupou cargos seniores de vendas na Cloud Development Resources, OutSystems e ASG, onde trabalhou em mercados de software altamente competitivos para construir dinâmicas de vendas regionais, fortalecer a adoção pelos clientes e sustentar o crescimento da receita corporativa.

“A experiência de Carl liderando equipes de vendas corporativas em mercados de software dinâmicos faz dele uma adição de peso à liderança da Hexnode”, afirmou Rachana Vijayan, CMO e Diretora de Vendas e Parcerias da Hexnode. “À medida que continuamos a expandir nossa presença corporativa nas Américas, sua compreensão de ambientes de vendas complexos, necessidades dos clientes e execução regional será valiosa para nossas equipes, parceiros e clientes.”

Como Vice-Presidente de Vendas Corporativas (Américas), Carozza trabalhará em estreita colaboração com as equipes de liderança, vendas, canais, sucesso do cliente e produto da Hexnode para fortalecer a dinâmica de vendas corporativas da empresa na região. Suas prioridades incluirão o avanço da estratégia de contas, a melhoria do sales enablement, o aprofundamento do engajamento com o cliente e o apoio às equipes na busca por grandes oportunidades corporativas com um foco regional mais acentuado.

Ao comentar sobre sua nomeação, Carl Carozza disse: “Estou entusiasmado por ingressar na Hexnode em um momento tão crucial de expansão nos mercados da América do Norte e LATAM. Meu foco inicial será impulsionar as iniciativas estratégicas de expansão da Hexnode e escalar nossa presença operacional para atender às crescentes necessidades de segurança desses dois mercados.”

Sobre a Hexnode

A Hexnode é uma fornecedora líder de soluções corporativas que simplificam o gerenciamento de dispositivos, identidade de usuários e segurança de terminais (endpoints). As plataformas da Hexnode incluem o Hexnode UEM, para gerenciamento autônomo de terminais baseado em IA; o Hexnode XDR, para detecção e resposta inteligente a ameaças; e o Hexnode IdP, para gerenciamento de identidade e acesso seguro e consciente do contexto. Capacitando empresas em mais de 130 países, a Hexnode continua a construir um ecossistema integrado de ferramentas conectadas, uma solução de cada vez.

Contato:

pr@hexnode.com

Fonte: BUSINESS WIRE

Cowboy Mounted Shooting é lançado oficialmente no Brasil

Cowboy Mounted Shooting é lançado oficialmente no Brasil
Cowboy Mounted Shooting é lançado oficialmente no Brasil

O Cowboy Mounted Shooting, esporte que combina hipismo e tiro esportivo, passa a ter estrutura oficial no Brasil a partir deste ano. A modalidade será conduzida pela CMS BR, associação que adapta ao Brasil o esporte organizado nos Estados Unidos pela Cowboy Mounted Shooting Association (CMSA), entidade criada em 1994 no Arizona por Jim Rodgers, segundo registros da imprensa especializada. Nas competições, o atleta percorre um trajeto a cavalo e dispara contra balões reativos com dois revólveres de ação simples calibre .45, cada um carregado com cinco cartuchos de munição de festim.

O lançamento oficial acontece no Founders Day, marcado para 13 de junho, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba (PR). O evento, aberto ao público, terá demonstrações com cavalos, apresentação das regras adaptadas ao Brasil e a primeira formação de interessados em atuar como atletas e árbitros. A organização confirmou que etapas-teste serão realizadas no segundo semestre de 2026 com praticantes filiados e capacitados, enquanto o calendário oficial de competições brasileiras está previsto para começar em 2027.

Tradição equestre encontra base no agronegócio

O esporte chega a um mercado em que o tiro esportivo cresce e o trato com cavalos faz parte da rotina rural. O agronegócio brasileiro fechou 2025 com Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,20 trilhões e participação de 25,13% na economia nacional, segundo levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). Para Leandro Strapasson, presidente da CMS Brasil, esse perfil de público sustenta a chegada da modalidade ao país.

"O investimento por atleta é alto, mas o agronegócio reúne adeptos do tiro esportivo e do trabalho com cavalo, o que dá base concreta para o esporte crescer", afirma Strapasson. O número de praticantes de tiro esportivo no Brasil reforça esse cenário: a Polícia Federal informou, em resposta à Lei de Acesso à Informação, que 1.249.875 Certificados de Registro de Arma de Fogo (CRAFs) vinculados a Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) têm vencimento previsto para julho de 2026.

Munição de festim e arena pensada para o público

Um dos organizadores do projeto no Brasil, Lucas Silveira destaca que o esporte é estruturado com regras de segurança herdadas do modelo internacional. "A parte regulatória é complexa, mas o projeto avança em diálogo com os órgãos competentes para que cada etapa cumpra o que o esporte exige", explica. Sobre o impacto da munição, ele esclarece um ponto frequente entre quem desconhece a modalidade: "Usamos munição de festim, sem projétil, ou seja, o disparo gera som e estampido, mas nada é lançado pelo cano. Isso elimina o risco de impacto", acrescenta. A preparação dos cavalos para o ambiente de competição está sob responsabilidade de Vinicius Moreira, especialista em atividades equestres do projeto. A própria Polícia Federal, responsável pela fiscalização de CACs desde 1º de julho de 2025, mantém painéis públicos com os dados do setor.

Para o especialista Sandro Christovam Bearare, instrutor de armamento e tiro e coordenador de cursos da Propoint, escola de formação especializada de Instrutores de Armamento e Tiro e Armeiros, é um dos apoiadores do projeto e já acompanhou eventos da modalidade no exterior. "Acompanhei competições da modalidade fora do país e o efeito sobre o público é marcante, foge do padrão do tiro esportivo brasileiro", relata. Para ele, a estrutura física da arena é o ponto central da operação segura. "A arena foi pensada com perímetro, distâncias e barreiras de proteção, o que assegura condições para atletas, cavalos e público durante o evento", complementa.

Próximos passos e cronograma

Após o Founders Day, a CMS BR seguirá com a formação de núcleos regionais, capacitação de instrutores e Range Masters (responsáveis técnicos pelas pistas de tiro), além da preparação das primeiras competições nacionais. A associação também trabalha na finalização dos trâmites administrativos para alinhamento com o cenário internacional do esporte. Mais informações sobre o evento de lançamento e o processo de filiação estão no site oficial da Cowboy Mounted Shooting Brazil e no Instagram @mountedshootingbr.

Sobre os organizadores

Leandro Strapasson é presidente da Cowboy Mounted Shooting Brazil (CMS BR), associação responsável pela estruturação da modalidade no país. Lucas Silveira atua como diretor técnico de armas de fogo do projeto. Vinicius Moreira é especialista em atividades equestres da associação. Sandro Christovam Bearare é instrutor de armamento e tiro, perito judicial em material bélico e coordenador de cursos da Propoint, escola de formação especializada de Instrutores de Armamento e Tiro e Armeiros.

Pesquisa revela os itens de moda mais comprados no Brasil

Pesquisa revela os itens de moda mais comprados no Brasil
Pesquisa revela os itens de moda mais comprados no Brasil

Pesquisa divulgada pelo Opinion Box, intitulada "Consumo de Moda no Brasil", revela que calçados lideram as compras no setor, com 55% dos entrevistados tendo adquirido ao menos um par nos três meses anteriores à coleta. As blusas aparecem na segunda posição, com índice de 46%, seguidas pelas calças, com 40%. O estudo foi realizado com 1.114 pessoas em todo o país entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, respeitando proporções de gênero, classe social, faixa etária e região.

Os dados também indicam que o consumo de moda integra o orçamento regular dos brasileiros: 29% realizam compras a cada dois ou três meses, enquanto 24% adquirem itens mensalmente. Em termos de gasto, quase metade dos entrevistados, 48%, investe entre R$ 101 e R$ 300 por mês com peças de vestuário e calçados, o que aponta para um padrão de consumo planejado e recorrente ao longo do ano.

A chegada do inverno tende a intensificar esse movimento, especialmente nas categorias de calçados e peças de tecido mais encorpado. Sazonalmente, a demanda por itens que combinam funcionalidade e estilo cresce à medida que as temperaturas caem nas regiões Sul e Sudeste do país, período em que o planejamento do guarda-roupa de frio ganha protagonismo entre os consumidores.

Sobre esse cenário, Marina Souza, consultora de moda da Anellimn, destaca que a temporada de inverno é marcada pela busca por peças que dialoguem entre si. "O inverno é a estação que mais movimenta categorias complementares, como bota feminina texana e blusa manga longa feminina, porque o consumidor planeja o guarda-roupa como um conjunto", afirma.

A pesquisa do Opinion Box reforça ainda que a jornada de compra no setor de moda é cada vez mais híbrida no Brasil: 38% dos consumidores transitam entre lojas físicas e canais digitais, enquanto 23% realizam suas compras majoritariamente pela internet. Esse comportamento evidencia que o planejamento da compra começa online, com o consumidor pesquisando tendências e comparando opções antes de decidir.

Marina Souza observa que o padrão identificado pela pesquisa reflete uma mudança consolidada no comportamento do consumidor brasileiro. "As pessoas chegam ao inverno com mais clareza sobre o que precisam renovar no guarda-roupa, e categorias como calçados e blusas são sempre as primeiras a entrar na lista porque resolvem o look do dia a dia com mais facilidade", diz a consultora.

Sociedades offshore impactam o Brasil, explica Rafael Bastos

Sociedades offshore impactam o Brasil, explica Rafael Bastos
Sociedades offshore impactam o Brasil, explica Rafael Bastos

As sociedades offshore, segundo a Receita Federal, são empresas registradas em países com leis fiscais mais vantajosas e, frequentemente, oferecem sigilo bancário e empresarial. Embora muitas vezes sejam equivocadamente associadas a práticas ilegais, a criação dessas empresas pode ter diversos objetivos legítimos e éticos, sobretudo para indivíduos de alta renda.

Estruturas offshore são associadas a estratégias de planejamento patrimonial e eficiência fiscal, especialmente em operações internacionais e processos de diversificação de ativos.

Rafael Bastos (@rbbastosofc), sócio-fundador da MAM, primeiro multi family office no nordeste brasileiro e planejador financeiro especializado em investidores milionários, explica que "aproximadamente 8% da riqueza mundial, ou cerca de R$ 40 trilhões, está investida por meio de sociedades offshore espalhadas pelo mundo".

Bastos ressalta que a criação de empresas offshore permite a diversificação de investimentos, minimizando riscos associados a crises políticas, instabilidade econômica e mudanças na legislação fiscal de um país. Dessa forma, o investidor pode garantir a proteção de seu patrimônio financeiro, evitando perdas.

Além dos indivíduos milionários, muitas empresas utilizam estruturas offshore para reduzir a carga tributária em seus países de origem, sendo sociedades internacionalmente conhecidas que se utilizam dessas estruturas para reduzir sua carga fiscal total e estruturar o seu planejamento societário.

Observa-se que uma parcela relevante de milionários possui investimentos em paraísos fiscais, como empresas offshore, impulsionada por ambientes com menor carga tributária e investimentos simplificados para abertura e manutenção dessas estruturas.

Segundo especialistas do setor tributário, o sucesso dessa estratégia depende diretamente de um planejamento tributário internacional bem elaborado. Esse planejamento deve considerar ferramentas como a análise da tributação nas jurisdições envolvidas, o uso de mecanismos para evitar a bitributação e a avaliação de possibilidades legais de compensação de tributos.

Além disso, é fundamental planejar cuidadosamente os investimentos internacionais, as remessas de lucros para o exterior, o repatriamento de capitais e todas as operações que envolvam fluxos de câmbio, e sempre com atenção à legislação de cada país envolvido e em conformidade com as normas brasileiras.

De acordo com o site InvestNews, em alguns casos, a criação de empresas offshore também pode ser uma estratégia para proteger a privacidade e a segurança pessoal de indivíduos que sofrem com ameaças ou perseguições políticas ou criminais em seus países de origem. A criação de empresas em jurisdições que oferecem sigilo empresarial pode ajudar a proteger esses indivíduos e suas famílias de possíveis retaliações ou perseguições.

Segundo o site Migalhas, muitos milionários usam empresas offshore com fins sucessórios, objetivando evitar disputas familiares e até proteger seus bens de herdeiros indesejados. Famílias ricas costumam criar empresas offshore para gerir seus negócios e patrimônio, evitando conflitos internos e otimizando a sua governança patrimonial.

Assim, consultores financeiros ressaltam que, ao investir em outros países, diminui a exposição ao risco local e aumentam as chances de obter uma boa performance financeira, de acordo com o site InfoMoney. No entanto, a pesquisa lembra que a criação de empresas offshore deve ser realizada de forma transparente e legal. Muitos casos de evasão fiscal e lavagem de dinheiro são associados à criação de empresas offshore de forma ilícita e desonesta, o que prejudica a economia global e a sociedade como um todo.

Por evasão fiscal, entendem-se as práticas ilegais para evitar tributação. Evasão fiscal nada tem a ver com a elisão fiscal, expressão que representa as práticas lícitas para a redução da carga tributária total, segundo informações do Jusbrasil.

Os dados também destacam que a criação de empresas offshore deve ser feita com o auxílio de profissionais especializados nas áreas tributária, jurídica e patrimonial, garantindo que a estrutura esteja em conformidade com a legislação dos países envolvidos e alinhada aos objetivos do investidor.

MagtiCom Seleciona Mavenir para Lançamento da Tecnologia de Pequenas Células da Próxima Geração em Toda a Geórgia

A Mavenir, empresa de software nativa na nuvem que cria redes móveis de IA por design, anunciou hoje que foi selecionada como parceira estratégica de tecnologia de pequenas células pela MagtiCom,, a maior fornecedora de telecomunicações da Geórgia, para um projeto nacional de implantação de pequenas células. A Mavenir fornecerá sua gama completa de tecnologia de pequenas células 4G e 5G, abrangendo soluções de hardware, software, gerenciamento e orquestração.

A MagtiCom confirmou que a Mavenir é sua parceira preferida de tecnologia de pequenas células após o sucesso de um teste no início deste ano. A implantação em todo o país deve ter início durante o segundo trimestre de 2026, com testes beta para principais clientes residenciais, pequenos escritórios e empresas antes da implantação completa no final deste ano.

A MagtiCom oferece uma ampla gama de serviços, incluindo telefonia móvel, internet de fibra óptica, IPTV e VoIP para mais de 3 milhões de clientes, mantendo consistentemente uma posição de liderança no mercado. A empresa oferece conectividade de alto desempenho, ocupando o 6º lugar global em velocidade de internet móvel 5G nos testes de conectividade da Ookla.¹

Vasil Melikidze, Diretor de Tecnologia da MagtiCom, comentou: “Como a maior operadora de telecomunicações do país, a MagtiCom é sinônimo de conectividade de categoria internacional. A Internet móvel confiável e de alta qualidade agora é parte integrante da vida diária, por isso estamos empenhados em oferecer a melhor experiência possível onde quer que nossos assinantes vivam, trabalhem e viajem. A parceria com a Mavenir como fornecedora de tecnologia confiável para nossa implantação de pequenas células fortalece significativamente essa missão – pois viabiliza uma hábil extensão da nossa capacidade, aumento da cobertura interna e apoio à crescente demanda por dados móveis de alta velocidade. Essa colaboração estratégica irá aumentar a experiência digital dos nossos clientes e confirma o papel da MagtiCom na condução do próximo capítulo da inovação móvel na Geórgia.”

Sachin Karkala, Vice-Presidente Executivo e Gerente Geral de IMS e RAN da Mavenir, disse: “Este lançamento nacional de pequenas células para a MagtiCom realmente destaca a capacidade da Mavenir de transformar a experiência do usuário móvel em escala. De aplicações residenciais a empresariais e rurais, nossas soluções de pequenas células oferecem a capacidade, a cobertura e a eficiência energética de que os operadores precisam em um formato exclusivamente acessível – fácil de implantar, totalmente automatizado, altamente escalável e adaptável. Estamos orgulhosos da nossa parceria com a MagtiCom em apoio à sua agenda de inovação e para ajudar com a expansão da conectividade móvel de alto desempenho e uma experiência digital superior para os clientes em toda a Geórgia.”

O portfólio de pequenas células da Mavenir abrange soluções totalmente nativas da nuvem que oferecem cobertura 4G e 5G em ambientes de rede internas, externas, corporativas, rurais e privadas. O sistema de pequenas células atualizáveis por software da Mavenir foi desenvolvido para aumentar a capacidade e a cobertura, ao mesmo tempo proporcionar suporte a casos de uso avançados em setores como Indústria 4.0, saúde, varejo, aviação, marítimo e comunicações de primeiros socorros.

1. De acordo com dados dos dois primeiros trimestres de 2025, a rede móvel da MagtiCom ficou em 6º lugar no mundo em velocidade de internet – 1 Year with Magti 5G: New Opportunities, Digital Experience, and International Recognition.

Sobre a Mavenir
A Mavenir habilita redes inteligentes, automatizadas e programáveis por meio do desenvolvimento de soluções de software de IA por design, nativas da nuvem, para operadoras de telefonia móvel. A profunda experiência com domínio de telecomunicações da empresa foi comprovada por meio de implantações com mais de 300 operadoras em todo o mundo em mais de 120 países, que juntas atendem mais de 50% dos assinantes de todo o mundo. A Mavenir combina sua profunda experiência em telecomunicações com a experiência em nuvem e TI, e conjuntos de habilidades em ciência de dados essenciais para resolver desafios reais dos clientes. Suas soluções de software comprovadas são IA por design, oferecendo o futuro nativo da IA e a evolução das operadoras para TechCos. Para mais informações, visite www.mavenir.com

Contato com a Mídia

Contatos de RP da Mavenir:
Emmanuela Spiteri
PR@mavenir.com

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Etapas de Rental Kart movimentam kartódromos em maio

Etapas de Rental Kart movimentam kartódromos em maio
Etapas de Rental Kart movimentam kartódromos em maio

A AMIKA Kart, uma das organizações pioneiras na realização de campeonatos e eventos de Rental Kart no Brasil, divulgou o calendário de etapas para o mês de maio, com provas programadas em diferentes kartódromos do estado de São Paulo.

A programação do mês começa no dia 13 de maio com o CKB Night, no Kartódromo Internacional de Nova Odessa (KNO). No dia 14, acontece o CKC Night, no Kartódromo San Marino, em Paulínia (SP). Já no dia 16, o mesmo kartódromo recebe mais uma etapa regular do Clube Kart Campinas (CKC).

No dia 17 de maio, o Kartódromo Internacional de Nova Odessa recebe mais uma etapa do Clube Kart Brasil (CKB). A programação segue no dia 28 com a Copa AMIKA no formato Mini Endurance, no Kartódromo Granja Viana, em Cotia (SP).

O encerramento do mês concentra diferentes competições simultaneamente. No dia 30 de maio, o Speed Park, em Birigui (SP), recebe a Taça AMIKA na versão XTREME. Já no dia 31, acontecem etapas da Taça AMIKA no Speed Park, da Copa AMIKA no Kartódromo Granja Viana e do CPAK, também na Granja Viana.

Segundo Guilherme Putnoki, sócio-proprietário da AMIKA Kart e responsável pelo desenvolvimento esportivo, o avanço da temporada faz com que as disputas se tornem mais equilibradas e competitivas entre os pilotos.

"Conforme o campeonato avança, os pilotos passam a conhecer melhor os adversários, os traçados e as características das corridas, o que naturalmente aumenta o nível de competitividade dentro das categorias", afirma.

De acordo com ele, o formato das etapas também contribui para intensificar o nível técnico das disputas ao longo do campeonato. "A evolução acontece etapa após etapa, tanto na parte técnica quanto estratégica. Os pilotos começam a entender melhor os momentos de atacar, defender posição e administrar a corrida", acrescenta.

Com o avanço das etapas, os campeonatos passam a exigir maior consistência dos pilotos, principalmente em disputas com grids mais competitivos e diferenças menores de desempenho.

Segundo Putnoki, a divisão das categorias e o acompanhamento constante da organização ajudam a manter o equilíbrio das disputas.

"Avaliamos constantemente o desempenho dos pilotos e, quando necessário, realizamos ajustes entre categorias para manter a competitividade e proporcionar corridas equilibradas", explica.

Além da corrida em si, a experiência durante as etapas também envolve diferentes momentos que aproximam o piloto do ambiente competitivo do automobilismo. "A experiência começa antes mesmo da largada, com briefing técnico, orientações de pilotagem e suporte da equipe durante todo o evento", pontua Putnoki.

Ele destaca ainda que a estrutura das etapas inclui elementos que reforçam a imersão dos participantes dentro da competição. "Contamos com transmissão ao vivo, fotografia profissional, classificação oficial e cerimônia de premiação, criando um ambiente muito próximo ao de categorias profissionais", complementa.

Ao longo das etapas, os pilotos também enfrentam desafios relacionados à adaptação em pista, disputas diretas e tomada de decisão sob pressão, fatores que contribuem diretamente para a evolução dentro do kart competitivo.

"O kart exige precisão de traçado, leitura de corrida e capacidade de adaptação constante. Cada etapa traz situações diferentes que aceleram o aprendizado do piloto", sustenta Putnoki.

Para quem ingressa nos campeonatos ao longo da temporada, a adaptação acontece de forma gradual, principalmente em relação ao ritmo de corrida e à experiência acumulada pelos pilotos que participaram das etapas anteriores.

Segundo Putnoki, o regulamento dos campeonatos ajuda a reduzir o impacto para quem inicia durante o ano. "Como os campeonatos contam com descartes ao longo da temporada, a entrada de novos pilotos continua competitiva mesmo após as primeiras etapas", revela.

Além disso, a frequência nas etapas regulares é apontada como um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento técnico e estratégico dos pilotos. "A participação constante ajuda o piloto a desenvolver consistência, melhorar o ritmo de corrida e ganhar confiança nas disputas em grupo", diz.

O crescimento das etapas ao longo do ano também acompanha o aumento da participação de pilotos em diferentes perfis e níveis de experiência. "Hoje temos desde jovens buscando evolução no automobilismo até adultos que encontram no kart uma forma de lazer competitivo e desenvolvimento pessoal", conclui Putnoki.

Além dos campeonatos regulares, a AMIKA também confirmou a abertura das inscrições para o Torneio de Inverno, que acontecerá no dia 4 de julho de 2026, no Kartódromo Granja Viana, em Cotia (SP). A competição faz parte da Liga Nacional de Kart Rental (NKR) e do Paulista de Kart Rental (PKR), reunindo pilotos de diferentes regiões do país. As inscrições já estão abertas.

Para mais informações sobre inscrições, calendário e competições, basta acessar: https://amikakart.com.br/

Hackthepack lança QR Codes inteligentes para embalagens

Hackthepack lança QR Codes inteligentes para embalagens
Hackthepack lança QR Codes inteligentes para embalagens

A hackthepack anuncia o lançamento global de uma nova geração de QR Codes para embalagens. A iniciativa consiste em transformar códigos obrigatórios em canais digitais ativos, programáveis e de propriedade da marca, permitindo a coleta de dados, a conversão de consumidores e a oferta de experiências digitais a partir do produto físico.

O anúncio ocorre em preparação ao projeto Sunrise 2027, liderado pela organização GS1, que tem como meta ampliar a adoção do padrão GS1 Digital Link e integrar QR Codes 2D como elemento estrutural nas embalagens de varejo mundial.

De acordo com Sal Zammataro, CEO e Chief Vision Officer da hackthepack, "a plataforma reduz o custo de engajamento de aproximadamente US$ 12 para US$ 0,03 por consumidor, ao eliminar a dependência de plataformas digitais de terceiros". O modelo permite que a embalagem, já distribuída ao consumidor, funcione como ponto de contato direto, sem necessidade de download ou login.

A solução, denominada Packaging as a Service (PaaS), opera por meio de um QR Code que, ao ser escaneado, abre uma experiência completa no navegador do usuário. A partir daí, o consumidor pode acessar informações técnicas, participar de mecânicas de gamificação, visualizar conteúdos personalizados ou interagir com agentes de inteligência artificial. As tecnologias empregadas incluem WebGL e WebXR para realidade aumentada, além de uma arquitetura de IA multiagente que garante latência inferior a 200 milissegundos e funcionamento independente de plataformas externas.

A hackthepack estrutura a aplicação em três momentos da jornada do consumidor. No pós‑compra, as embalagens servem como ferramenta de relacionamento contínuo, oferecendo transparência e fidelização. No ponto de venda, o QR Code pode apresentar ofertas contextuais e informações de prateleira. Em campanhas publicitárias, a mesma camada permite a criação de experiências dinâmicas que evoluem com base em dados de comportamento.

A empresa adota ainda um modelo de troca de dados que assegura ao consumidor controle total sobre suas informações, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR).

No núcleo da plataforma está a arquitetura de IA multiagente. Cada produto pode ser associado a um agente especializado, treinado com dados de categoria e contexto de uso. Um exemplo citado pelos fundadores é o agente "hacKa", projetado para responder dúvidas, explicar características e orientar o consumo, suportando interações por texto e voz em três níveis de contexto: plataforma, categoria e produto.

Luiz Panareli, cofundador e Chief Artificial Intelligence Officer da hackthepack, descreve o agente como "uma Super Agente de IA construída sobre oito camadas de rigor científico, treinada para explicar, não para vender. O objetivo é criar uma camada de inteligência que conecte o mundo físico ao digital, transformando produtos em interfaces vivas", diz.

Com essa proposta, a hackthepack se posiciona como a camada de inteligência que conecta o mundo físico ao digital, ativando produtos e estabelecendo uma nova infraestrutura para o varejo. "hackthepack é uma daquelas raras oportunidades em que visão, timing e time se encontram no mesmo lugar. O mundo físico precisa de uma camada inteligente. Essa empresa é essa camada", conta Pyr Marcondes, primeiro investidor e membro do board.

A hackthepack iniciou suas operações com presença no Brasil e em Portugal, e planeja expandir a oferta para outros mercados globais nos próximos trimestres.

Disponibilidade

Já é possível testar a plataforma. Basta acessar a Calculadora de Audiência no site, informar marca e categoria, e receber um protótipo em 24 horas. A experiência está no ar em 72 horas.

MTE divulga Q&A aprofundando detalhes de riscos psicossociais

MTE divulga Q&A aprofundando detalhes de riscos psicossociais
MTE divulga Q&A aprofundando detalhes de riscos psicossociais

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou na quarta-feira, 6 de maio, um documento oficial de perguntas e respostas sobre a forma como os riscos psicossociais deverão ser identificados, avaliados e gerenciados dentro do GRO e do PGR nas empresas.

Conforme o documento, questionários isolados e documentos sem rastreabilidade podem não comprovar gestão adequada dos riscos psicossociais, o que pode gerar problemas para os empregadores diante da proximidade da entrada em vigor das exigências relacionadas aos fatores deste tipo de risco na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), prevista ainda para maio de 2026.

"Na prática, o entendimento reforça que a simples aplicação de questionários ou a existência de documentos formais pode não ser suficiente para comprovar a gestão adequada dos riscos ocupacionais relacionados à organização do trabalho", analisa Rogério Luiz Balbinot, diretor da RSData e integrante dos Grupos de Trabalho do eSocial.

Ainda segundo ele, a tendência é que as fiscalizações avancem para uma análise mais profunda da coerência técnica e das evidências de gestão apresentadas pelas empresas.

"O foco deixa de ser apenas possuir documentos e passa a ser a capacidade de demonstrar rastreabilidade, coerência técnica e ações efetivas de gerenciamento dos riscos identificados", afirma o diretor.

O documento do MTE também reforça a importância da AEP (Avaliação Ergonômica Preliminar) como parte importante do processo de identificação dos fatores de riscos psicossociais, especialmente aqueles relacionados à organização do trabalho, metas, pressão, jornadas, comunicação e relações interpessoais.

Para Rogério, um dos maiores erros das empresas neste momento é tratar os riscos psicossociais apenas como uma campanha de questionários, sem conexão real com inventário de riscos, plano de ação e acompanhamento contínuo.

Diante desse cenário, cresce a procura por modelos de gestão capazes de integrar ergonomia, GRO, PGR, evidências documentais e rastreabilidade operacional em uma única estrutura.

Para auxiliar empresas e profissionais de SST nesse processo de adequação, a RSData publicou uma análise técnica sobre os impactos da NR-1 e os principais pontos analisados na fiscalização, detalhando os critérios adotados pelo Ministério do Trabalho para as auditorias relacionadas aos riscos psicossociais.

"Empresas que tratarem o tema apenas como obrigação documental poderão enfrentar dificuldades para comprovar conformidade diante das novas exigências regulatórias. A expectativa é que o tema se torne um dos principais focos das auditorias em SST nos próximos meses", finaliza Rogério.

Biogás reforça segurança energética e a economia circular

Biogás reforça segurança energética e a economia circular
Biogás reforça segurança energética e a economia circular

O relatório da Agência Internacional de Energia (IEA), "Outlook for Biogas and Biomethane", reforça que o biogás e biometano assumem um papel mais estratégico na transição energética. O foco dessa mudança está na capacidade de aproveitar resíduos orgânicos, reduzir emissões de metano, gerar energia local e oferecer flexibilidade ao sistema elétrico.

Em um mercado pressionado pelo avanço da geração solar e eólica, a fonte passou a ser observada não apenas pelo volume produzido, mas pelo momento em que pode entregar energia. Para a IEA, o biogás e biometano já não podem ser tratados como apostas marginais, mas como infraestrutura energética local com potencial para combinar descarbonização, resiliência e desenvolvimento territorial.

No Brasil, o biogás ganha relevância por causa da base agroindustrial, do volume de resíduos disponíveis e do espaço para expansão de soluções descentralizadas.

O artigo "Biogas Overview: Global and Brazilian Perspectives with Emphasis on Paraná State" sustenta que o biogás é um dos vetores mais consistentes da economia circular porque transforma resíduos orgânicos em energia renovável e subprodutos úteis, reduzindo passivos ambientais e dependência de fontes fósseis.

O economista e professor Diercio Ferreira, CEO da Techtalent Innovation, que atua como think tank híbrido de energia e inovação, opina que "a credibilidade ambiental do segmento de biogás e biometano depende de reduzir emissões associadas ao próprio projeto, em especial vazamento de metano, assegurando manejo responsável dos resíduos orgânicos com monitoramento técnico rigoroso, inovação e modelos de negócio capazes de capturar ganhos de escala".

Por que a despachabilidade importa?

O relatório "Technologies for Flexible Bioenergy" da IEA Bioenergy mostra que a despachabilidade energética importa porque o principal diferencial do biogás diante de outras fontes de energia renováveis está na capacidade de gerar energia quando o sistema mais precisa, e não apenas quando o sol brilha ou o vento sopra.

O artigo "O biogás como recurso energético distribuído", de Perícles Pinheiro Filho, diretor da CHP BRASIL e engenheiro do setor de energia, eficiência energética e fontes renováveis, demonstra que, em um sistema elétrico que convive com picos de carga no fim da tarde e com restrições operativas cada vez mais frequentes, o biogás pode ser armazenado, tratado e convertido em eletricidade ou calor conforme a necessidade do operador ou do consumidor.

A tese central do artigo é que, por ser armazenável, modulável e acionável sob demanda, o biogás pode funcionar como uma espécie de "bateria verde". Isso reduz a pressão sobre o sistema em horários de excesso de energia solar e eólica, entrando em operação justamente na ponta da carga, quando a rede mais precisa de energia.

Padronização de contratos e garantias

O engenheiro e advogado Arnaldo Feitosa, MSc pelo Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), argumenta que os projetos de biogás e biometano exigem elevado investimento inicial, operação técnica especializada e prazos longos de retorno. Nesse cenário, a principal barreira à expansão do setor, além de tecnológica, envolve insegurança contratual e dificuldade de financiamento, decorrentes das incertezas.

Assim, para mitigar o problema, Arnaldo Feitosa sugere: "padronizar contratos para reduzir a assimetria de informações, aumentar a previsibilidade dos projetos e melhorar a comparabilidade, reduzindo custos de transação, que é o fator decisivo para a tomada de decisão dos fundos de infraestrutura, bancos e estruturadores de crédito, facilitando a captação de crédito de longo prazo".

Rastreabilidade e integridade ambiental

O executivo sênior Luiz Carlos Martins, gestor global de grandes projetos de engenharia, infraestrutura e operações de fusões e aquisições (M&A), relata que "o biogás só preservará sua vantagem ambiental se houver integridade verificável em toda a cadeia. Incluindo a origem dos resíduos, rastreabilidade do feedstock (insumos para gerar combustíveis) e o controle de emissões fugitivas de metano. Sem monitoramento robusto, o setor corre risco de perder legitimidade junto a financiadores, compradores e reguladores".

Sobre a necessidade de rastreabilidade, Luiz Carlos justifica: "isso ocorre porque investidores, seguradoras e reguladores passaram a exigir maior transparência sobre intensidade de carbono, eficiência operacional e conformidade ESG (ambiental, social e governança) dos projetos. Nesse contexto, o monitoramento robusto, auditoria independente e padronização de indicadores deixam de ser diferenciais e passam a representar requisitos centrais para inserção competitiva do biogás nos mercados energéticos e ambientais".

Bitget Corta Taxas de Negociação de Futuros para Aumentar a Liquidez Diante do Boom da Tokenização

A Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, anunciou hoje uma redução nas taxas de takers para formadores de mercado institucionais que negociam futuros de ações, metais, commodities e índices, com a exchange buscando aumentar a liquidez da sua oferta de derivativos multiativos. A taxa atualizada de 0,0065% entrará em vigor entre 1º de maio e 30 de junho de 2026.

O ajuste ocorre diante da expansão da atividade de negociação para além dos ativos nativos de criptomoedas para ações, commodities e índices tokenizados. Os ativos tokenizados já ultrapassaram o valor de US$ 50 bilhões, com projeções apontando para um crescimento de US$ 16 trilhões ao longo da próxima década. Com o aumento da participação institucional, a liquidez e a eficiência da execução estão se tornando fatores essenciais na forma como o capital é implantado nos mercados.

De acordo com a estrutura atual, os formadores de mercado de futuros elegíveis se beneficiarão das taxas reduzidas dos takers em certos contratos, incluindo futuros de ações, metais, commodities e índices. A iniciativa foi desenvolvida para oferecer suporte a spreads mais apertados, maior profundidade do livro de pedidos e preços mais consistentes diante do aumento da participação institucional nesses mercados.

“A liquidez é o que determina se a negociação de multiativos funciona na prática”, disse Gracy Chen, CEO da Bitget. “Com mais instituições negociando em criptomoedas, ações e commodities, o foco muda para a qualidade da execução e a eficiência dos custos. Essa mudança visa fortalecer essas condições como escalas de atividade.”

A medida se baseia na expansão mais ampla da Bitget para a negociação de multiativos sob a estrutura da UEX, onde os usuários podem acessar criptomoedas, derivativos e exposição tradicional ao mercado em uma única conta. A plataforma tem tido uma crescente tração neste segmento, com derivativos vinculados a ações e produtos de commodities contribuindo com uma parcela crescente da atividade geral da negociação.

Diante da intensificação da competição pelo fluxo institucional em todo o mundo, a eficiência das taxas e o alcance da liquidez estão se tornando fatores essenciais onde o capital está sendo implantado. Ao ajustar sua estrutura de taxas em futuros de ações, commodities e índices, a Bitget se posiciona para capturar uma parcela maior da atividade de negociação institucional em mercados que estão cada vez mais na interseção das criptomoedas e das finanças tradicionais.

Para mais informações sobre a redução da taxa, clique aqui.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 100 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas com a LALIGA e a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

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