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Persistência da seca na Amazônia exige logística integrada e resiliente

Persistência da seca na Amazônia exige logística integrada e resiliente
Persistência da seca na Amazônia exige logística integrada e resiliente

A seca que persiste em 22% da bacia amazônica em 2025, segundo dados recentes da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), afeta mais de meio milhão de pessoas e colocou mais de 40 cidades em situação de emergência, impactando diretamente a logística de transporte na região Norte do Brasil.

O transporte fluvial, tradicionalmente essencial para a região, tem enfrentado dificuldades crescentes, tornando o planejamento logístico estratégico ainda mais crítico, o que gera a demanda de soluções específicas. A Viktória Cargas, por exemplo, adotou medidas de diversificação de modais, antecipação de embarques e ampliação da capacidade de armazenamento. Com isso, dados da empresa indicam que, entre 2022 e 2023, o volume de cargas na região Norte cresceu 23% e, de 2023 para 2024, o aumento foi de 85%. Para 2025, a expectativa mínima da empresa é de 15% de crescimento, impulsionada principalmente pelo setor automotivo e pelo fluxo entre São Paulo e Manaus.

A companhia implementou recentemente, em Manaus (AM), uma nova planta logística que visa integrar a armazenagem e a expedição. Além disso, pretende ampliar sua presença no Polo Industrial de Manaus (PIM), um dos maiores centros industriais da América Latina, abrindo e atendendo outros mercados.

A planta visa permitir que os clientes antecipem embarques e mantenham a continuidade das operações mesmo em períodos como este, de seca severa. “Investir em infraestrutura e diversificação é fundamental para dar continuidade às operações logísticas em regiões com desafios climáticos, como a Amazônia — que impacta todo o país e até internacionalmente. Soluções ágeis, integradas e resilientes permitem que as cadeias produtivas se mantenham estáveis”, explica Selly Sayed, CEO da empresa.

A empresa também tem adotado estratégias como a negociação antecipada de espaços em aeronaves e a otimização operacional no novo galpão, que proporciona ganhos de produtividade de até 30% na movimentação e armazenamento de cargas. A integração tecnológica, com sistemas de controle de entrada e saída de mercadorias e uso de inteligência artificial (IA), visa eficiência e acompanhamento contínuo do estoque, respondendo de forma ágil às variações do nível dos rios e à demanda do mercado.

Para 2025, a expectativa é de manutenção desse avanço, reforçando a relevância de soluções logísticas planejadas e resilientes. “A logística eficiente na Amazônia exige planejamento estratégico e capacidade de adaptação a cenários climáticos extremos. A atuação integrada traz segurança e previsibilidade às cadeias produtivas, mesmo diante de desafios prolongados”, conclui Selly Sayed.



Mangueiras de sucção para fossa apoiam saneamento urbano

Mangueiras de sucção para fossa apoiam saneamento urbano
Mangueiras de sucção para fossa apoiam saneamento urbano

No Brasil, cerca de 29,5% dos 77 milhões de domicílios registrados em 2024 não tinham ligação à rede geral de esgoto, segundo a Agência Brasil. Esse cenário evidencia o desafio do saneamento básico no país e a necessidade de soluções alternativas para garantir higiene e segurança à população. Nesse contexto, as mangueiras de sucção para fossa e bueiro desempenham papel fundamental em operações de limpeza e manutenção, especialmente em áreas sem cobertura da rede coletora.

Para o diretor da Maxxflex, Daniel Rodrigues Inocêncio, “esses equipamentos facilitam a remoção de resíduos em áreas sem rede coletora de esgoto, contribuindo para a higiene pública”.

Segundo Daniel, “mangueiras como a ACFS/BE, produzida pela Maxxflex Indústria de Borrachas, são construídas com tubo de borracha natural resistente à abrasão e ao calor, reforçadas com lonas têxteis e espiral de arame de aço. A cobertura em borracha sintética resiste às intempéries, ao ozônio e à abrasão. Essas mangueiras suportam sucção de até 610 mm/Hg e temperaturas de até 110°C. A construção corrugada interna e externa proporciona flexibilidade em aplicações industriais.

“A utilização de mangueiras resistentes é essencial para operações eficientes de limpeza em fossas e bueiros, reduzindo riscos ambientais”, afirma Daniel Rodrigues Inocêncio. Ele observa que materiais duráveis contribuem para evitar vazamentos durante o transporte de resíduos.

De acordo com Daniel Rodrigues Inocêncio, “essas mangueiras são empregadas em serviços de sucção e descarga de resíduos em fossas sépticas e bueiros, comuns em regiões rurais e periféricas urbanas. No Brasil, onde apenas 5,6% da população rural têm acesso à rede coletora, segundo o Instituto de Água e Saneamento, tais equipamentos suportam o manejo de esgoto em sistemas alternativos. A cor preta com faixa espiral prateada e terminais retos ou cuff facilitam a identificação e conexão em veículos de limpeza.

Investimentos em esgotamento sanitário alcançaram R$ 10,89 bilhões em 2023, conforme o relatório SINISA, com foco em coleta e tratamento. “Mangueiras de sucção integram essas operações, auxiliando na manutenção de estações e tanques, reforça o diretor da Maxxflex.

“A produção de mangueiras reflete práticas sustentáveis no setor de borracha. Iniciativas como o selo de sustentabilidade aprovado em 2018 valorizam o látex nacional e técnicas de cultivo que respeitam o meio ambiente. Fabricantes incorporam esses princípios, garantindo que os produtos atendam às demandas de durabilidade sem comprometer recursos naturais”, afirma o especialista.

“A expertise em mangueiras de sucção para fossas reforça o saneamento básico no país. A evolução contínua dessas tecnologias apoia a expansão da cobertura de esgoto e a preservação ambiental, conclui ele.



Filtros melhoram qualidade em máquinas de bebidas comerciais

Filtros melhoram qualidade em máquinas de bebidas comerciais
Filtros melhoram qualidade em máquinas de bebidas comerciais

O setor de bebidas não alcoólicas no Brasil segue em ritmo de expansão. De acordo com o Anuário das Bebidas Não Alcoólicas 2024, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o estoque de empregos formais na indústria cresceu em todas as regiões do país em 2023, refletindo não apenas o aumento de estabelecimentos, mas também a consolidação da categoria como uma das mais dinâmicas da cadeia produtiva de alimentos e bebidas. O levantamento aponta ainda que o setor manteve trajetória positiva mesmo diante de custos de produção mais elevados, confirmando o interesse do consumidor por opções mais saudáveis e diversificadas.

Segundo Fabio de Oliveira, gerente comercial da Asstefil, “filtros projetados para ambientes comerciais removem impurezas químicas e mecânicas, como cloro e sedimentos, protegendo equipamentos e melhorando o resultado final das bebidas”. Esses sistemas são aplicados em máquinas de café, chá e refrigerantes, atendendo a normas de potabilidade estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

“A implementação de filtros adequados em máquinas de bebidas é essencial para eliminar contaminantes e preservar a carbonatação”, observa Nelson Isao Watanabe, especialista em filtragem com mais de 30 anos de experiência. Ele destaca que cartuchos bacteriostáticos e pré-filtros de 1 mícron oferecem proteção contra obstruções e corrosão, conforme especificações técnicas disponíveis em Asstefil.

“Os filtros para máquinas de bebidas incluem pré-filtros que capturam partículas maiores, evitando desgaste em bombas e tubulações. Cartuchos de carbono bacteriostático inibem o crescimento de microrganismos, garantindo água livre de odores e sabores indesejados”, de acordo com Nelson Isao Watanabe. Em ambientes como bares e restaurantes, esses sistemas otimizam o desempenho de equipamentos Post-Mix, onde a qualidade da água impacta diretamente o sabor das bebidas.

“Um exemplo é a aplicação em cafeterias em Santo André (SP), onde filtros mantêm a pureza da água para preparo de café e chá. Outro caso ocorre em estabelecimentos comerciais em Mauá (SP), com sistemas que reduzem a dureza da água, prolongando a vida útil das máquinas. A instalação simples permite trocas rápidas, minimizando interrupções operacionais”, reforça Fabio de Oliveira.

A sustentabilidade integra esses filtros, com materiais que reduzem o desperdício e o uso de químicos. Sistemas de troca rápida diminuem o tempo de manutenção, alinhando-se a práticas ambientais responsáveis no setor de bebidas.

De acordo com o gerente comercial, “além de atender às normas de potabilidade do Ministério da Saúde, a adoção de sistemas avançados de filtragem assegura que o consumidor tenha acesso a produtos de maior qualidade e segurança. Projetos implantados em cidades como Guarujá (SP), com suporte técnico de empresas especializadas em tratamento de água sediadas em polos industriais como Santo André (SP), demonstram a versatilidade dessas tecnologias e sua contribuição para a eficiência operacional das indústrias de bebidas não alcoólicas.

“A evolução dos filtros para máquinas de bebidas posiciona o Brasil em um cenário de inovação, combinando saúde, qualidade e sustentabilidade. Com o crescimento do setor, a filtragem permanece crucial para processos comerciais confiáveis, afirma Fabio.



Fintechs concederam R$ 35,5 bi em crédito em 2024

O ecossistema de fintechs no Brasil demonstrou maior capacidade de adaptação em um ambiente econômico marcado por juros altos, liquidez restrita e instabilidade de mercados internacionais. A Pesquisa Fintechs de Crédito Digital 2025, realizada pela PwC Brasil e pela Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), mostra que o volume de crédito concedido pelo grupo de respondentes no Brasil em 2024 alcançou R$ 35,5 bilhões, representando um aumento de 68% em relação ao ano anterior (R$ 21,1 bilhões). 

O estudo avalia as operações de fintechs em 2024 e aponta tendências importantes que indicam crescimento sólido na concessão de crédito, ampliação da base de clientes e aposta em novos produtos. “A expansão consistente das fintechs é um mérito das empresas que souberam navegar em águas turbulentas com estratégia, inovação e eficiência, construindo resultados sólidos apesar de um ambiente econômico desafiador”, afirma Willer Marcondes, sócio para serviços financeiros na Strategy&, consultoria estratégica da PwC Brasil.

A pesquisa mostra que a ampliação na base de clientes das empresas participantes superou 67,5 milhões entre as pessoas físicas, uma alta de 26% em relação ao ano anterior, considerando clientes no Brasil e no exterior. O destaque, porém, foi no crédito para empresas, que cresceu 67%, incluindo as micro e pequenas empresas (71,7%), mas também avançou entre as companhias de maior porte (cerca de 800 clientes com faturamento acima de R$ 300 milhões). 

Essa expansão não é apenas quantitativa. Ela reflete a capacidade das fintechs de diversificar suas operações, atingir novos nichos e consolidar mercados previamente pouco explorados. Além disso, o próprio amadurecimento das fintechs é evidenciado pelo porte das empresas nesta edição da pesquisa: um quarto delas tem mais de 300 profissionais e 13% ultrapassaram a marca de mil pessoas nas suas equipes.

Outro destaque é a intensificação do uso de capital próprio como principal fonte de financiamento para sustentar o crescimento robusto dessas fintechs. Quase metade (46%) utiliza capital próprio para financiar suas operações, superando outras opções tradicionais, como linhas de crédito bancário ou captação via mercado de capitais. Além disso, destaca-se o papel dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) como canal de captação para a expansão das fintechs de crédito. 

A Pesquisa Fintechs de Crédito Digital também mostra que cerca de metade das fintechs aposta no desenvolvimento de novas soluções e na revisão dos modelos de concessão de crédito. Nesta edição, 52% das empresas investiram em inovação de produtos, um salto em relação aos 35% da pesquisa anterior. A especialização em nichos estratégicos, como o crédito para pequenas e médias empresas e o crédito com garantias, por exemplo, posicionou as fintechs em mercados que antes eram dominados apenas por grandes bancos. 

“A diversificação de produtos dentro do portfólio é uma estratégia para aumentar o LTV (life time value) do cliente. O produto de crédito tem uma recorrência de receita no pagamento da parcela mas, com contratos de meses ou anos, a recorrência de novas operações é baixa. Quando se amplia a oferta com soluções complementares e relevantes, aumenta-se  significativamente a chance de manter o cliente engajado por mais tempo e com maior valor agregado”, afirma Ann Williams, diretora-presidente da ABCD e COO da Creditas. 

De acordo com Ann, a expansão dos empréstimos com garantias, aliada ao foco em tecnologia, trouxe benefícios claros para a inadimplência, principalmente no crédito a empresas, que apresentou queda significativa, recuando de 5,3% para 3,4%, enquanto para pessoas físicas a taxa média se manteve controlada diante do perfil de risco mais elevado. “Este movimento permite taxas de juros mais competitivas e, ao mesmo tempo, reduz a inadimplência, contribuindo para um mercado de crédito mais eficiente e acessível”, explica.

Isso porque entre as estratégias mais consistentes adotadas pelas fintechs para sustentar o crescimento, além da ampliação da oferta de produtos, está a incorporação de garantias nas operações de crédito. A pesquisa demonstra que 77% das fintechs aceitam garantias em suas operações, em comparação com 70% no ano anterior e apenas 34% em 2021. Entre os tipos de garantias aceitas, consignados e recebíveis lideram, ambos com 46% de participação, seguidos por aplicações financeiras (29%) e bens e imóveis. 

A tecnologia sempre esteve no centro da proposta de valor das fintechs, mas o último ano marcou um salto importante na forma como o setor incorpora novas ferramentas, especialmente no campo da Inteligência Artificial (IA). Os números da pesquisa comprovam essa mudança: 67% das fintechs estão em fase de desenvolvimento ou estudo de soluções baseadas em IA – mais que o dobro em relação ao ano anterior (31%). 

Além disso, mais da metade das empresas (55%) pretende adotar alguma solução de IA nos próximos dois anos, 44% delas citam a IA generativa e 17% apostam em IA responsiva. 

No relacionamento com o cliente, a IA também está presente em chatbots mais sofisticados e assistentes virtuais. Contudo, o uso da IA generativa no front office é visto com cautela. As empresas ainda preferem aguardar por uma regulamentação específica no Brasil, priorizando a segurança de dados e a conformidade com normas existentes, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

O engajamento com o Pix e o Open Finance promete crescer. Nos próximos anos, respectivamente 29% e 44% das fintechs que ainda não participam têm planos de adotar essas iniciativas. Ao mesmo tempo, tecnologias emergentes ganham terreno: enquanto apenas 2% das fintechs atuam hoje com DREX (Real Digital), 33% manifestam interesse em adotar a solução. 

Participam desta edição da Pesquisa Fintechs de Crédito Digital 44 fintechs brasileiras. Embora tenha havido uma variação na composição da amostra entre os últimos dois anos analisados, a metodologia da pesquisa foi ajustada para garantir a comparabilidade dos dados apresentados ao longo do tempo.



Tecnologia, dados e IA transformam as vendas no Brasil

Tecnologia, dados e IA transformam as vendas no Brasil
Tecnologia, dados e IA transformam as vendas no Brasil

A transformação digital tem remodelado a forma como as empresas conduzem suas estratégias de vendas. O uso crescente de tecnologia, dados e inteligência artificial (IA) tem permitido abordagens mais precisas, personalizadas e automatizadas, alterando significativamente o relacionamento com consumidores e o desempenho comercial.

Segundo a consultoria McKinsey, 40% das organizações afirmam que aumentarão os investimentos em IA, impulsionadas pelos avanços da inteligência artificial generativa. Em 2023, um terço das empresas globais já utilizavam IA generativa em ao menos uma função de negócios, sendo vendas e marketing os setores com maior impacto. O uso da tecnologia tem sido aplicado à identificação de leads, análise de comportamento e automação de interações com clientes.

No Brasil, empresas têm aderido à tendência por meio de plataformas voltadas à automação comercial. A Redrive, por exemplo, utiliza dados de comportamento, localização e interações digitais para realizar a segmentação de públicos e a captura de leads de forma automatizada. A estratégia permite a personalização das mensagens e o escalonamento das ações comerciais com base em padrões de comportamento identificados por algoritmos.

Para Daniel Reginatto, CEO da Redrive, a tecnologia tem ampliado o papel estratégico das vendas. “A inteligência artificial na nossa plataforma permite que as empresas entendam melhor o comportamento de seus consumidores, criando abordagens mais assertivas e que realmente conectem as marcas aos seus públicos”, afirma.

Além da personalização, os ganhos operacionais também se destacam. De acordo com a Austral, empresas que implementam automação de vendas registram aumento de até 14% na produtividade. A digitalização de processos e o uso de dados em tempo real tornam as equipes mais eficientes e ajudam a reduzir desperdícios em campanhas e abordagens.

A expansão desse mercado é confirmada por projeções da Bain & Company, que estima que o setor de produtos e serviços de inteligência artificial deve movimentar aproximadamente US$ 990 bilhões até 2027. A aplicação da IA em vendas e atendimento está entre os principais vetores desse crescimento global.

Diante do uso intensivo de dados, cresce também a exigência por conformidade com legislações de privacidade. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece critérios rigorosos para a coleta, o armazenamento e o uso de informações pessoais, obrigando empresas a adotarem práticas mais transparentes e responsáveis.

Nesse contexto, Reginatto reforça a importância do alinhamento entre inovação e legislação. “As ferramentas digitais precisam ser aliadas da conformidade com a legislação. Priorizamos processos que garantem a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, destaca.

À medida que a inteligência artificial se consolida como peça central nas estratégias comerciais, o desafio das empresas será integrar tecnologia, dados e ética para construir experiências de consumo mais eficientes e relações mais sustentáveis com seus públicos.



Padronização de dados ajuda a reduzir custos no mercado B2B

Padronização de dados ajuda a reduzir custos no mercado B2B
Padronização de dados ajuda a reduzir custos no mercado B2B

A transformação digital tem sido uma das principais apostas das empresas para aumentar a competitividade e a eficiência operacional. No entanto, enquanto bilhões são investidos em novas tecnologias, a base que sustenta esses sistemas ainda enfrenta desafios estruturais. Estima-se que nos Estados Unidos, por exemplo, a má qualidade dos dados custa cerca de US$ 3,1 trilhões por ano à economia do país.

No Brasil, o cenário também é preocupante. Uma pesquisa da Experian aponta que 58% das organizações podem enfrentar dificuldades relacionadas à governança de dados, e metade delas afirma que suas análises são prejudicadas por informações imprecisas ou de difícil interpretação. Esses problemas podem afetar diretamente a tomada de decisão, elevar os custos operacionais e dificultar o relacionamento com clientes e fornecedores.

Já no mercado business-to-business (B2B), onde transações entre empresas exigem precisão e agilidade, a padronização das informações tem se mostrado um fator decisivo para reduzir custos, melhorar a produtividade e fortalecer relações comerciais, é o que afirma Renato Ferraz, CEO da EASYB2B, empresa especializada em soluções para transações entre companhias e seus fornecedores. “Essa normatização de dados consiste em estabelecer padrões claros e consistentes para o cadastro e gestão de informações de produtos, fornecedores e clientes”, explica.

O processo está diretamente conectado à Governança de Dados, que envolve práticas, políticas e ferramentas para garantir que os conteúdos sejam gerenciados de forma estruturada, segura e alinhada aos objetivos estratégicos da empresa. “Enquanto a Governança define as diretrizes e o processo contínuo, a normatização garante a padronização e a qualidade da informação na base operacional”, acrescenta Ferraz.

Segundo o executivo, a ausência de um padrão único para as informações pode gerar uma série de problemas operacionais, como cadastros duplicados, dados incompletos ou divergentes, além de erros de classificação.

“Além disso, aumentam os custos logísticos por compras equivocadas ou estoques desbalanceados, e também administrativos devido à necessidade de correções constantes. A consequência direta é a redução da eficiência operacional e da previsibilidade de resultados”, completa.

Outro impacto relevante da inconsistência de dados, segundo o CEO, é sobre a produtividade das equipes que, em vez de se dedicarem a tarefas estratégicas, acabam consumindo tempo validando, corrigindo e conciliando informações.

“Isso afeta prazos, gera atrasos em cotações e entregas e prejudica a experiência do cliente final. No relacionamento com fornecedores, dados incorretos dificultam negociações, causam divergências na especificação de produtos e enfraquecem a confiança entre as partes”, ressalta.

Por outro lado, o executivo reforça que as empresas que implementam normas e padrões bem definidos colhem benefícios tangíveis, entre eles, o aumento da eficiência operacional, a redução de custos com retrabalho e erros, a melhoria na integração entre sistemas internos e externos, maior velocidade na tomada de decisão e ampliação da capacidade de automação de processos.

“A qualidade e confiabilidade da informação fortalecem o relacionamento com fornecedores e clientes, melhoram a previsibilidade de resultados e viabilizam análises mais precisas para o planejamento estratégico”, evidencia. A normatização de dados também se consolida como um diferencial competitivo para empresas que desejam acelerar a digitalização de seus processos. “Sem dados padronizados, qualquer investimento em sistemas ou tecnologias tende a ter resultados limitados, pois a base de informação não é confiável”, avalia Ferraz.

“Esse é o alicerce que sustenta a digitalização real, permitindo que ferramentas como inteligência artificial (IA), automação e analytics entreguem resultados consistentes”, reforça o CEO.

Sobre o futuro do mercado, Ferraz acredita que à medida que o B2B avançar para um cenário mais orientado por dados e automação, a normatização deve se consolidar como fator crítico de conquista.

“A integração entre plataformas e ecossistemas digitais requer interoperabilidade total, o que só é possível com normas consistentes de dados. Tendências como digital twins, blockchain para rastreabilidade e compras autônomas baseadas em IA reforçam que a qualidade da base de dados será determinante para o sucesso operacional”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://www.easyb2b.io/



Mommy Makeover prioriza melhorias estéticas após a gestação

Mommy Makeover prioriza melhorias estéticas após a gestação
Mommy Makeover prioriza melhorias estéticas após a gestação

A abordagem estética voltada para corrigir alterações físicas relacionadas à gravidez engloba diferentes cirurgias plásticas e é conhecida como Mommy Makeover. Os procedimentos combinados são planejados de maneira personalizada de acordo com as preferências de cada paciente, em uma única intervenção.

Em média, cada cirurgião plástico realizou 26,8 procedimentos Mommy Makeover ao longo de 2024, de acordo com a pesquisa global conduzida pela International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), que reúne dados sobre práticas e tendências da cirurgia plástica estética.

O Dr. Ary Leite, médico e cirurgião plástico, explica que o Mommy Makeover é pensado especialmente para mulheres que passaram pela gestação e desejam tratar mudanças no corpo que não melhoram apenas com dieta e exercícios: “O objetivo não é voltar no tempo, mas harmonizar o contorno corporal e resgatar a autoestima, sempre respeitando o corpo e as necessidades de cada paciente”.

Segundo o médico, a intervenção é indicada para mulheres que sintam incômodo com mudanças como flacidez abdominal, excesso de pele, mamas caídas ou perda de volume e, por isso, geralmente inclui procedimentos como mastopexia com ou sem prótese, abdominoplastia, lipoaspiração e cirurgias de correção da diástase abdominal.

“As cirurgias são combinadas sempre de forma personalizada, para atender as queixas e expectativas da paciente, priorizando a segurança. O principal critério é a avaliação médica completa, onde analisamos histórico clínico, exames e objetivos pessoais,” esclarece o cirurgião plástico.

Perfil indicado e avaliação individualizada

De acordo com o especialista, a avaliação individualizada antes de indicar esse tipo de cirurgia é fundamental, porque cada mulher tem uma história, um corpo e um objetivo diferente. “A avaliação individualizada garante que possamos indicar apenas os procedimentos realmente necessários, respeitando os limites de segurança e alinhando expectativas reais com o resultado possível,” evidencia.

O cirurgião plástico ressalta que é recomendado aguardar pelo menos seis meses após o fim da amamentação para passar pelas cirurgias, para que o corpo se estabilize e seja possível avaliar as mudanças definitivas.

O médico revela que, para combater os receios em torno da anestesia, tempo de recuperação e cicatrizes, os aspectos devem ser abordados de forma clara durante a consulta, revelando como é feita a monitorização durante todo o procedimento e quais são as medidas para segurança.

“Uma conversa transparente sobre cada detalhe, explicando qual anestesia será utilizada, a possibilidade de ajustar o planejamento de recuperação à rotina da paciente, detalhando cada fase e orientações sobre técnicas para deixar as cicatrizes o mais discretas possível e cuidados no pós-operatório para uma boa cicatrização são cruciais,” reforça o profissional.

Efeitos na percepção da autoimagem e resgate da autoestima

Conforme aponta Dr Ary Leite, as mudanças visuais mais perceptíveis após o procedimento costumam ser o contorno abdominal mais definido, a melhora no formato e na posição das mamas e a redução de flacidez. No entanto, para ele o impacto vai além da estética.

“Muitas pacientes relatam sentir-se mais confiantes para se vestir, no convívio com o parceiro, para retomar atividades que evitavam e, principalmente, para se olhar e se reconhecer novamente,” conta o cirurgião plástico.

Para o especialista, esta abordagem estética pode contribuir para resgatar a autoestima de mulheres que se sentem inseguras com as mudanças no corpo após a gestação.

“Quando a paciente olha no espelho e volta a gostar do que vê, resgata aquela mulher que era antes, isso pode impactar positivamente a vida social, profissional e pessoal. Não é apenas sobre estética, é sobre devolver a confiança e a liberdade de se sentir bem consigo mesma,” defende o especialista.

O médico observa que a autoestima está fortemente ligada à forma como as pessoas se sentem em relação ao próprio corpo e, para ele, o Mommy Makeover é uma jornada de transformação além da cirurgia. “É sobre acolher, ouvir e planejar cada passo para que a paciente se sinta segura e feliz com sua decisão. O cuidado no pré e pós-operatório são os pilares de um bom trabalho,” ressalta Dr Ary Leite.

Para mais informações, basta acessar: https://www.instagram.com/draryleite/



Abaccus atualiza solução BRMS para atender crescimento

Abaccus atualiza solução BRMS para atender crescimento
Abaccus atualiza solução BRMS para atender crescimento

A Abaccus, startup especializada em gestão de regras de negócio, lançou em agosto de 2025 uma nova versão de sua solução em Business Rules Management System (BRMS), com foco em atender à expansão acelerada de sua base de clientes. A atualização contempla avanços técnicos e funcionais que buscam ampliar a autonomia dos usuários, garantir maior escalabilidade e reforçar a segurança da aplicação em ambientes de alta complexidade.

O movimento ocorre em um cenário de forte crescimento do setor de tecnologia no Brasil. Segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), o mercado brasileiro de Tecnologia da Informação (TI) cresceu 13,9% em 2024, superando a média global de 10,8%. Com isso, o país se consolidou como o maior player de TI da América Latina, responsável por 34,7% dos investimentos na região. Os aportes no setor saltaram de US$ 49,8 bilhões em 2023 para US$ 58,6 bilhões em 2024, impulsionados pelo avanço da inteligência artificial (IA), digitalização empresarial e modernização das infraestruturas de nuvem e segurança cibernética.

Nesse contexto, a Abaccus, que faz parte do ecossistema Inovabra, tem buscado evoluir sua plataforma para acompanhar as novas demandas do mercado. “Como startup de tecnologia, entendemos que o produto precisa evoluir continuamente. Direcionamos esforços para atender às principais dores identificadas nos processos de captação e customer success”, afirma Jonatas Felix, co-founder e Chief Technology Officer (CTO) da empresa. Ele destaca que o maior desafio foi implementar funcionalidades estratégicas sem comprometer a estabilidade da plataforma, mantendo o alinhamento entre expectativas técnicas e de negócio.

A nova versão do BRMS da Abaccus apresenta uma interface redesenhada, com foco em usabilidade e responsividade, além de recursos como execução de processos em segundo plano, novos tipos de variáveis, gestão de acesso por perfil de usuário e suporte multilíngue, inicialmente em português e inglês, com previsão de expansão para espanhol e francês.

“Esses avanços têm como objetivo ampliar a autonomia dos times de negócio, que podem operar com mais agilidade, e aumentar a escalabilidade ao permitir que as regras e cálculos sejam aplicados de forma consistente em diferentes ambientes e volumes de operação”, avalia Felix.

Além disso, por se tratar de uma arquitetura de integração baseada em APIs REST, os motores da plataforma não se limitam à execução de regras isoladas. “Eles podem ser conectados a estudos de mercado, apoiar fluxos de automação em ferramentas como n8n, Zapier ou Make (antigo Integromat), e até mesmo serem consumidos por soluções de IA para realizar cálculos complexos e apoiar tomadas de decisão estratégicas”, explica o executivo. “No limite, essa capacidade de integração pode permitir que a solução seja utilizada também em cenários de Internet das Coisas (IoT), ampliando significativamente seu alcance e potencial de uso em diferentes ecossistemas digitais”, complementa.

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente da atualização estão seguros, precificação, varejo e telecomunicações. De acordo com o CTO, esses segmentos exigem agilidade na adaptação de regras sem depender de equipes técnicas, o que se torna essencial para responder às dinâmicas de mercado e manter a competitividade.

BRMS em prática

O case da Unidas ilustra a aplicabilidade prática da solução. A empresa adotou a solução para centralizar regras de metas e bonificações em mais de 180 lojas, permitindo atualizações auditáveis, com integração via APIs e autonomia para as áreas de negócio. “Conseguimos implementar ajustes com controle de versões e integração com nossos canais internos e externos”, afirma Leandro Souza, analista de precificação da Unidas. Segundo ele, a adoção da plataforma reduziu a dependência da TI e aumentou a velocidade de resposta às demandas comerciais.

Outros exemplos incluem a Sura Seguros, que digitalizou a lógica de subscrição e passou a realizar ajustes sem apoio contínuo da área técnica. Além disso, houve redução de 70% no tempo de revisão de regras, ganho de autonomia do time técnico, processo mais auditável, em conformidade com a Susep e respostas mais rápidas e confiáveis a partir de melhorias no corretor.

E a Edenred, que integrou o BRMS ao Salesforce, eliminando o uso de planilhas para fortalecer a governança e a rastreabilidade dos processos decisórios. A empresa também registrou uma redução de tempo na aprovação de combos, de 15 dias úteis para 2 dias, queda nos tickets de alteração de preço em TI, de 200 por mês para menos de 20, maiores simulações de preço semanais, de menos de 10 para mais de 150, via Abaccus e aprovações mais complexas sendo resolvidas apenas por uma a duas pessoas em workflow definido.

O roadmap da Abaccus para os próximos meses prevê novas funcionalidades, como orquestrador low-code, fluxo visual do motor de regras, comparador de auditoria, NPS, marketplace de motores e esteira CI/CD proprietária.

<p“Também estamos apostando no uso estratégico de IA, com aplicações voltadas à geração de sugestões inteligentes de regras e cálculos, construção assistida por chat e, futuramente, na criação de motores completos por meio de interação conversacional”, revela.<p“ A nova versão busca reforçar nosso posicionamento como solução estratégica para empresas que buscam autonomia, velocidade e governança na gestão de regras de negócio, com objetivo de preparar nossos clientes para decisões cada vez mais inteligentes e ágeis”, conclui Felix.

Para saber mais, basta acessar: https://abaccus.com.br/para-empresas



EUA: profissionais STEM podem obter visto e green card

EUA: profissionais STEM podem obter visto e green card
EUA: profissionais STEM podem obter visto e green card

As áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática são consideradas estratégicas para inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico e são agrupadas sob o termo STEM, sigla em inglês para Science, Technology, Engineering and Mathematics.

Segundo um relatório, elaborado pela McKinsey, que analisa as tendências do mercado de trabalho e os impactos da automação e transformação digital em empregos, habilidades e salários, a procura por trabalhadores com alta qualificação tende a aumentar, com destaque para disciplinas de STEM.

Murtaz Navsariwala, advogado especialista em imigração legal para os Estados Unidos e fundador da Murtaz Law, pontua que áreas como inteligência artificial (IA), ciência de dados, engenharia de software e pesquisa científica estão no centro das estratégias de liderança tecnológica dos Estados Unidos, que tem implementado medidas para reforçar sua posição nesses setores.

“Profissionais altamente qualificados nessas áreas são considerados essenciais para o crescimento econômico e a segurança nacional, o que pode beneficiar candidatos a imigração com o visto EB‑2 com National Interest Waiver (NIW), ao comprovar que sua atuação atende a interesses estratégicos do país”, revela o advogado.

De acordo com o Bureau of Labor Statistics (BLS) — órgão oficial de estatísticas trabalhistas dos Estados Unidos — as ocupações STEM no país contavam com 10,7 milhões de trabalhadores em 2023 e devem chegar a 11,8 milhões em 2033, representando um crescimento de 10,4% no período. O salário médio anual nessas ocupações é estimado em US$ 103,580.

Integração ao mercado de trabalho estadunidense

Navsariwala explica que nos Estados Unidos, profissionais altamente qualificados podem se candidatar ao visto EB‑2 com National Interest Waiver (NIW), que permite que solicitem residência permanente sem a necessidade de uma oferta de trabalho, desde que consigam demonstrar que sua atuação tem relevância para os interesses do país.

“O EB‑1A é outra via de green card para indivíduos com realizações extraordinárias, capazes de comprovar reconhecimento contínuo e impacto significativo em suas áreas. A escolha do caminho mais apropriado depende do perfil, histórico acadêmico e profissional do candidato, assim como da existência e natureza de uma oferta de trabalho”, afirma o especialista.

O advogado esclarece que, de forma geral, um profissional STEM é considerado altamente qualificado para processos de imigração quando possui formação acadêmica robusta, como graduação, mestrado ou doutorado na área, experiência profissional relevante e domínio técnico comprovado.

“Contribuições acadêmicas ou técnicas, incluindo publicações científicas, patentes, prêmios ou liderança em projetos de impacto, também são frequentemente valorizadas. Em petições como o O‑1A e o EB‑2 com NIW, é necessário demonstrar realizações significativas, reconhecimento profissional e impacto na área de atuação”, esclarece.

Normalmente, os processos de imigração exigem a apresentação de documentação que comprove as qualificações do profissional, seu histórico de realizações e, dependendo da categoria, a existência ou não de uma oferta formal de trabalho.

“Uma das principais vantagens de vias como o EB‑2 com NIW e EB1 é que elas não exigem vínculo com um empregador nos Estados Unidos. Além disso, essas categorias permitem que o profissional inclua o cônjuge e filhos menores de 21 anos no processo, e levam diretamente à residência permanente”, comenta o especialista.

Especificidades da imigração para os Estados Unidos

Navsariwala aponta que um dos erros mais frequentes cometidos por brasileiros, que buscam uma vaga na área STEM e iniciam o processo de imigração sem orientação jurídica especializada, é subestimar a complexidade dos processos migratórios. Segundo ele, é fundamental compreender não apenas a legislação imigratória, mas também a prática administrativa e o perfil da audiência responsável pela análise dos casos.

“Muitos candidatos escolhem categorias de visto inadequadas ao seu momento profissional, apresentam documentação incompleta ou incorretamente traduzida, ou ignoram requisitos técnicos importantes. Sem uma estratégia bem estruturada e adaptada às particularidades de cada caso, aumentam significativamente os riscos de atrasos, negativas e perda de oportunidades”, destaca o advogado.

De acordo com o especialista em imigração legal para os Estados Unidos, uma oferta formal de trabalho pode ser um fator determinante na escolha do caminho imigratório mais adequado e potencialmente acelerar o processo. Ele acrescenta que, embora não seja exigido formalmente em todos os vistos, o domínio do inglês facilita a integração e o sucesso no mercado americano.

“O visto H‑1B é uma das principais vias para profissionais da tecnologia, desde que a empresa americana esteja disposta a patrocinar o candidato e que a vaga atenda aos critérios de ocupação especializada. Além disso, a oferta de trabalho pode viabilizar um processo de residência permanente por meio do EB‑2 com certificação laboral”, detalha Navsariwala.

O fundador da Murtaz Law destaca que o EB‑2 com NIW é uma via relevante para profissionais STEM que desejam empreender ou desenvolver projetos de pesquisa com potencial de impacto, além de permitir solicitar residência permanente mesmo sem uma oferta formal de trabalho, desde que o candidato comprove que sua atuação atende aos interesses nacionais.

“Profissionais STEM ocupam uma posição estratégica no cenário imigratório, mas devem conduzir seus planos com cautela, orientação qualificada e visão de longo prazo. Ter talento técnico é apenas parte do caminho — é essencial estruturar um processo coerente, com documentação robusta e decisões jurídicas alinhadas ao perfil e aos objetivos do candidato”, pontua o especialista.

Para mais informações, basta acessar: pt.murtazlaw.com/



CORE Summit irá discutir cibersegurança no setor financeiro

CORE Summit irá discutir cibersegurança no setor financeiro
CORE Summit irá discutir cibersegurança no setor financeiro

Nos próximos dias 24 e 25 de setembro será realizado em São Paulo, no Teatro CIEE, o CORE Summit 2025, evento que tem como proposta analisar riscos, fragilidades e formas de atuação diante do aumento das ameaças cibernéticas que colocam em xeque a segurança e a credibilidade do sistema financeiro nacional. 

Promovido pelo Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização (Coremec), a iniciativa também conta com a participação do Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e Superintendência de Seguros Privados (Susep) e parceria com a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac).

De acordo com o diretor de inovação e estratégia da Fenasbac, Rodrigoh Henriques, a segurança cibernética deixou de ser apenas um desafio tecnológico e se tornou uma pauta regulatória, institucional e estratégica. “Este evento tem como objetivo ser um espaço para que os principais atores do país construam, juntos, respostas concretas, inovadoras e aplicáveis”, explica.

O encontro deve reunir aproximadamente 400 participantes, entre representantes de órgãos reguladores, dirigentes de instituições financeiras, especialistas e acadêmicos. Na programação, estão previstos painéis, palestras e discussões com autoridades, além de serviço de tradução simultânea, apresentação de estudos de caso do Brasil e do exterior,  debates sobre modelos de supervisão, práticas de governança em segurança digital e o avanço das normas regulatórias frente às mudanças trazidas pela transformação digital.

Otto Lobo, presidente interino da CVM, afirma que a estabilidade do sistema financeiro depende, cada vez mais, da capacidade coletiva de enfrentar os riscos cibernéticos com inteligência, cooperação e agilidade.

“Este evento promovido é um marco importante para o fortalecimento da resiliência digital do setor, ao reunir diferentes visões e experiências em torno de um objetivo comum: proteger a confiança da sociedade nas instituições financeiras. A cibersegurança é hoje uma dimensão essencial da supervisão prudencial”, acrescenta.

A Fenasbac, que colabora com os reguladores na implementação de iniciativas de inovação voltadas ao Sistema Financeiro Nacional, busca reforçar, com este encontro, seu papel de conectar os desafios atuais às soluções que apontam para o futuro.

Keynote speakers e programação

A abertura oficial do evento está marcada para às 13h30min do dia 24 de setembro e tem como destaque a participação do keynote speaker Chris Brummer, professor de Direito e especialista em regulação de ativos digitais da Georgetown University.

Já no dia 25 de setembro, os trabalhos terão início às 8h30min, com debates que ampliam o foco para os efeitos da inteligência artificial (IA), tokenização e criptoativos, sobre a resiliência cibernética do sistema financeiro, contando com a apresentação do keynote speaker Miguel Diaz, Deputy Head do Bank for International Settlements (BIS). 

Serviço

Evento: CORE Summit

Data: 24 e 25 de setembro de 2025

Horário: 13h30 às 18h (dia 24) | 08h30min às 18h10min (dia 25)

Local: Teatro CIEE – Rua Tabapuã, 445 – Itaim Bibi, São Paulo – SP

Participação: A participação no evento se dará por meio de convites enviados diretamente pelos organizadores. No entanto, integrantes do ecossistema financeiro e tecnológico poderão manifestar interesse em participar pelo link: https://bit.ly/solicitacao-evento-coremec

O aceite da solicitação dependerá da disponibilidade de vagas, bem como do alinhamento do solicitante com a pauta.



Europa: Tratado de Schengen define cobertura de seguro

Europa: Tratado de Schengen define cobertura de seguro
Europa: Tratado de Schengen define cobertura de seguro

O seguro viagem é obrigatório para brasileiros que viajam para a Europa, especificamente para os países que fazem parte do Tratado de Schengen. O Tratado permite a circulação entre os países membros, mas determina condições a fim de oferecer segurança aos turistas.

Dentre os países que exigem a modalidade, ganham maior destaque turístico a Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Polônia, República Tcheca, Suíça e Suécia.

De acordo com um estudo desenvolvido pela Hibou, mais da metade (53%) dos brasileiros planejava viajar em um período de 12 meses, e muitos deles para a Europa, como indicam os dados compartilhados pelo portal Panrotas.

A Europa (21%) é o terceiro destino mais desejado pelos entrevistados, ficando atrás apenas de viagens nacionais (55%) e estaduais (23%). O levantamento ouviu mais de 1,3 mil brasileiros a fim de descobrir quais são os destinos preferidos dos viajantes para viver novas experiências.

Rafael Turra, diretor operacional da Vital Card, destaca que muitos brasileiros ainda se perguntam quais são as exigências do Tratado de Schengen em relação ao seguro viagem e quais coberturas mínimas são exigidas.

“O Tratado de Schengen exige que viajantes de fora da Europa contratem um seguro viagem com cobertura mínima de EUR 30 mil para despesas médico-hospitalares. Esse valor é obrigatório para garantir que o visitante possa arcar com eventuais custos de saúde durante a estadia, sem depender dos sistemas públicos europeus”, explica o especialista.

Ele destaca que, caso o viajante não apresente um seguro viagem que atenda aos critérios exigidos à imigração de um país membro do Tratado, o turista pode ser impedido de entrar no país, mesmo tendo passagem e hospedagem confirmadas.

“Os agentes de imigração têm autoridade para barrar a entrada de quem não cumpre os requisitos do Tratado”, alerta. 

Plano além das coberturas mínimas é recomendado

O diretor operacional da Vital Card ressalta que, além das exigências mínimas, outros tipos de cobertura podem ser recomendados para garantir mais tranquilidade durante a viagem.

“Recomendamos sempre um plano mais completo, com coberturas que vão além do mínimo”, frisa. Entre as coberturas extras mais importantes, o diretor lista as mais adquiridas na Vital Card:

  • Cobertura para covid-19, que ainda é exigência em alguns destinos ou companhias aéreas;
  • Seguro contra extravio ou danos à bagagem, que evita prejuízos em casos comuns durante voos internacionais;
  • Assistência jurídica, importante em casos de acidentes ou imprevistos legais;
  • Cobertura para cancelamento de viagem, ideal para quem tem cronograma apertado.

Escolha da seguradora exige atenção

Turra conta que o viajante deve ficar atento a fim de identificar se um plano oferecido por seguradoras brasileiras é, de fato, aceito pelos países europeus. “O mais importante é verificar se o plano informa claramente que atende às exigências do Tratado de Schengen, com a cobertura mínima de EUR 30 mil para despesas médicas”, ressalta. 

Planos de seguro para viagens a turismo, intercâmbio e negócios: o que muda?

De acordo com o especialista, é possível observar uma série de diferenças entre os planos de seguro voltados a viagens a turismo, intercâmbio ou negócios.

“Há diferenças importantes. Planos para intercâmbio, por exemplo, costumam ter cobertura estendida”, ressalta. 

“Já os planos para negócios podem incluir assistência para perda de voos de conexão, suporte em reuniões ou até cobertura para equipamentos profissionais. O plano deve ser escolhido conforme o perfil da viagem”, acrescenta o diretor.

No caso de viagens longas ou múltiplas entradas em diferentes países europeus, há recomendações específicas em relação ao tipo de seguro contratado.

“Nesses casos, é ideal escolher seguros com cobertura por toda a duração da estadia, sem a necessidade de renovação no meio do caminho. Além disso, recomendamos verificar se o seguro cobre todos os países visitados, mesmo fora do espaço Schengen, e se há cobertura para retorno antecipado ou prolongamento de estadia”, completa Turra. 

Contratação com antecedência

“Não deixe para a última hora: contratar com antecedência permite comparar opções com calma e entender o que está incluso”, ressalta o diretor operacional da Vital Card.

Para Turra, vale priorizar seguradoras com atendimento no Brasil e suporte 24h no exterior, de preferência em português. “E lembre-se: o seguro é um item obrigatório, mas também essencial para a sua segurança durante a viagem”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://www.vitalcard.com.br/



American Tourister promove sorteio para o Caribe brasileiro

American Tourister promove sorteio para o caribe brasileiro
American Tourister promove sorteio para o caribe brasileiro

Para celebrar a implementação do seu primeiro e-commerce no Brasil, a American Tourister escolheu Maragogi como destino do seu sorteio. A escolha atende a pedidos dos seguidores nas mídias sociais e considera a relação da marca com o município, conhecido como “Caribe Brasileiro” pelas piscinas naturais, mar de águas claras com diferentes tonalidades e extensa faixa de recifes. O local apresenta variedade de cenários e cores, além de ser palco de diferentes experiências para os viajantes.

A campanha faz parte das ações da American Tourister para incentivar o turismo e as viagens no país. Fundada em 1933 pelo imigrante polonês Sol Kofller, a marca tem foco na produção de malas para acompanhar viajantes em suas jornadas. Atualmente, reforça seu posicionamento junto à geração atual de viajantes.

O embaixador da marca, o ex-jogador Kaká, participa de iniciativas que destacam o valor das viagens como fonte de aprendizado e experiências, alinhando-se ao propósito da empresa de apoiar diferentes trajetórias.

O sorteio oferece aos seguidores da conta oficial da American Tourister no Instagram no Brasil a possibilidade de uma viagem para Maragogi, Alagoas, oferecendo um par de passagens aéreas, além de um kit de malas da coleção Starvibe, que conta com uma paleta de tons que remetem ao verão e está alinhada ao clima da região.

Com design de contornos arredondados e variedade de cores, a coleção StarVibe foi desenvolvida para apresentar aos aventureiros brasileiros um novo conceito de viajar. A linha incorpora a tecnologia Shield Pro, que aumenta a resistência das malas sem comprometer peso e mobilidade. Os modelos são rígidos e expansíveis, contam com cadeado TSA integrado, rodas duplas giratórias e puxadores reforçados, compondo um conjunto de recursos voltados às demandas práticas das viagens.

A ação terá início em 15 de agosto de 2025, com a publicação do regulamento na conta da marca no Instagram. Para participar, os interessados devem seguir as instruções disponíveis na página oficial do sorteio ou na publicação da @americantouristerbr. O período de inscrições vai de 15 de agosto a 31 de outubro de 2025. O sorteio será realizado em 1º de novembro, com o anúncio do vencedor em 3 de novembro de 2025.

Com essa iniciativa, a American Tourister reforça seu compromisso em acompanhar os viajantes em suas jornadas, unindo tradição, inovação e o incentivo à descoberta de novos destinos.

Sobre a American Tourister

A American Tourister, com mais de 90 anos de história, é uma marca reconhecida globalmente na indústria de bagagens. A empresa foi pioneira ao lançar a primeira bagagem moldada, o modelo Tri-Taper. Desde sua aquisição pela Samsonite Brasil em 1978, a American Tourister tem se comprometido com a inovação e a qualidade, atendendo às demandas dos viajantes modernos.



Crescem as tendências do franchising odontológico para 2026

Crescem as tendências do franchising odontológico para 2026
Crescem as tendências do franchising odontológico para 2026

O franchising brasileiro vem se consolidando como um dos segmentos mais dinâmicos da economia, e o mercado odontológico assume papel de destaque nesse cenário. Com o avanço da tecnologia, a busca por atendimento acessível e a valorização da experiência do paciente, as redes de clínicas odontológicas se posicionam como protagonistas de um setor em transformação.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o franchising de saúde, beleza e bem-estar já figura entre os segmentos que mais crescem no Brasil. As projeções para 2026 indicam que a odontologia continuará ganhando relevância dentro desse movimento, especialmente para marcas que conseguirem unir tecnologia, humanização e formatos de negócio acessíveis.

Segundo o Dr. André Tozi, CEO e fundador da Sorrix, franquia de clínicas odontológicas, o próximo ciclo será marcado pela combinação de inovação com gestão sólida:

“Os pacientes estão mais informados, exigentes e atentos à qualidade do atendimento. Não basta apenas oferecer preço competitivo, é preciso entregar confiança, tecnologia e experiência. O franqueado que estiver alinhado a esse novo perfil de consumidor terá vantagem significativa no mercado.”

Entre as tendências previstas para 2026, Jaques Grinberg, especialista em franchising, vendas e marketing, destaca quatro movimentos principais:

  • Digitalização e inteligência artificial: sistemas inteligentes para avaliação de exames, apoio no diagnóstico e acompanhamento do paciente devem ser cada vez mais comuns, aumentando a eficiência clínica e auxiliando no engajamento e fidelização.
  • Sustentabilidade e responsabilidade social: consumidores valorizam marcas comprometidas com o impacto ambiental e social. Clínicas que adotarem práticas sustentáveis e ações de inclusão terão melhor posicionamento competitivo.
  • Formação de profissionais em vendas e persuasão: mais do que competência técnica, dentistas e equipes precisam desenvolver habilidades de comunicação, negociação e quebra de objeções, elevando os índices de conversão e satisfação.
  • Formatos acessíveis de franquia: modelos mais enxutos, com investimento inicial viável, devem ampliar a capilaridade do setor, alcançando cidades médias e regiões ainda pouco exploradas.

Essas tendências se refletem no desempenho de redes em expansão. A Sorrix, por exemplo, tem implementado treinamentos contínuos, presenciais e on-line, voltados a franqueados e equipes, com foco em vendas, gestão e atendimento, preparando a rede para acompanhar as mudanças e exigências do mercado.

A franqueada Laís do Patrocínio Sant’Ana, de Valença (RJ), relata sua experiência:

“Começamos nossa primeira clínica e, após análise de desempenho e viabilidade, decidimos abrir a segunda unidade em Volta Redonda.”

Natália Assis, Head de Expansão da Sorrix, observa o aumento da abertura de novas unidades:

“Cada vez mais empreendedores da rede têm optado por abrir novas unidades, aumentando o número de multifranqueados e consolidando o modelo de expansão.”

Esse contexto reforça que a odontologia é um dos setores com maior crescimento no franchising brasileiro, combinando tecnologia, acessibilidade e suporte, e atraindo cada vez mais investidores interessados em empreender em um mercado sólido e em expansão.



Produtividade tóxica impacta segurança do trabalho e cultura organizacional

Produtividade tóxica impacta segurança do trabalho e cultura organizacional
Produtividade tóxica impacta segurança do trabalho e cultura organizacional

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) incluiu os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), prevendo a identificação de fatores como pressão excessiva, assédio, isolamento e jornadas extenuantes, que podem afetar a saúde mental e a segurança no trabalho.

O tema, que ainda gera dúvidas entre empresários e CEOs, tem um ponto central: a prática da produtividade tóxica na cultura organizacional das empresas. De acordo com Silvana Beckert, consultora associada da DHEO Consultoria, as mudanças nos formatos de trabalho durante e após a pandemia, o aumento das conexões on-line e a prática da cultura hustle — em que trabalhar enquanto os outros dormem e a pressão por alta performance se tornam comuns — contribuíram para a intensificação desses comportamentos em alguns ambientes corporativos.

Como consequência, ela alerta para alguns sinais que podem indicar que o colaborador está entrando no ciclo da produtividade tóxica. “A pessoa sente culpa ao descansar ou tirar folga. Está sempre em horas extras, trabalha aos finais de semana, mesmo doente ou exausta, e não consegue desligar a mente do trabalho. O valor pessoal passa a ser medido pela quantidade de tarefas cumpridas, e a saúde, o lazer e os relacionamentos são negligenciados em nome de produzir mais”, explica.

Soluções práticas para empresas

Mais do que uma obrigação legal, a atualização da NR-1 reforça a necessidade das empresas adotarem medidas concretas para prevenir danos à saúde mental e física de seus colaboradores. “Entre as ações recomendadas, estão a avaliação periódica do ambiente de trabalho e a criação de canais de escuta e apoio psicológico, garantindo que os colaboradores tenham um espaço seguro para expressar dificuldades e buscar orientação, diz Silvana.

Para a consultora associada da DHEO Consultoria, também é fundamental que empresas desenvolvam indicadores de produtividade que valorizem a qualidade e o foco nas entregas, e não apenas o tempo dedicado ao trabalho. Além disso, medidas corretivas devem ser adotadas para situações de risco ou crises, fortalecendo a prevenção e a segurança emocional no dia a dia.

O papel dos líderes

Para que essas mudanças realmente aconteçam, o papel do CEO, do líder e do gestor é fundamental. Adeildo Nascimento, especialista em cultura organizacional e fundador da DHEO Consultoria, acredita que “é a liderança que deve conduzir a transformação cultural dentro das empresas, criando um ambiente saudável que valorize o descanso, o foco e o bem-estar dos colaboradores.

Com a produtividade tóxica multifacetada, envolvendo aspectos econômicos, culturais e sociais, Silvana complementa que o desafio é real e exige atenção estratégica para criar um ambiente sustentável, produtivo e saudável para todos os colaboradores. “Devemos entender como as relações estão estruturadas na empresa e como a saúde relacional, mental, física e emocional é tratada. Quando esses temas são incorporados às reuniões estratégicas e à cultura da organização, a redução da produtividade tóxica se torna significativa”, finaliza.



CONARH 2025 debate gestão de pessoas e inclusão financeira

CONARH 2025 debate gestão de pessoas e inclusão financeira
CONARH 2025 debate gestão de pessoas e inclusão financeira

O CONARH 2025, considerado um dos maiores eventos de gestão de pessoas da América Latina, de acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), reuniu lideranças do setor para discutir inovação, cultura organizacional e estratégias de retenção de talentos.

Entre os participantes esteve Vanderson Aquino, CEO e fundador do Méntore Bank, que apresentou reflexões sobre inovação e inclusão financeira em um talk show mediado pela atriz Deborah Secco. O executivo abordou temas como liderança, carreira e acesso a soluções financeiras.

Durante a conversa, Aquino destacou os desafios enfrentados por trabalhadores que recebem entre um e cinco salários mínimos e relatou que, muitas vezes, o dinheiro disponível em conta se esgota em apenas três horas após o pagamento. Segundo ele, a proposta do Méntore é ampliar a inclusão financeira para esse público, por meio de crédito acessível e ferramentas de apoio à gestão pessoal.

Ao comentar sua trajetória profissional, Aquino citou a fundação do banco como uma das decisões financeiras mais arriscadas que já tomou. “O Brasil teve por muito tempo apenas cinco grandes bancos, com forte concentração de mercado. A grande aposta foi montar o Méntore. Apesar do risco, o retorno mostrou-se positivo”, afirmou.

A participação no CONARH 2025 reforçou o espaço do setor financeiro nas discussões sobre recursos humanos, ao conectar temas como inovação, bem-estar e novas formas de relacionamento entre pessoas e empresas.



Inovação: uso de tecnologia otimiza cobranças

Inovação: uso de tecnologia otimiza cobranças
Inovação: uso de tecnologia otimiza cobranças

Segundo levantamento da PwC Brasil, no Indicador de Transformação Digital Brasil, 93% das empresas brasileiras relataram adoção de automatização de processos e canais digitais como parte de sua jornada de digitalização. O uso de canais digitais — como o WhatsApp — cresceu de forma acelerada nesse cenário. O Sicoob Credicom buscou aproveitar esta tendência e implantou, em 2025, uma solução automatizada para recuperação de crédito por meio do aplicativo de mensagens, com foco em escalabilidade, eficiência operacional e melhor experiência do cooperado.

A iniciativa foi implementada com base em um sistema de chatbot com inteligência de automação, programado para interagir com cooperados em situação de inadimplência. O robô realiza abordagens personalizadas, apresenta propostas de negociação de acordo com critérios internos da cooperativa e formaliza acordos diretamente no canal digital, integrando todas as informações aos sistemas corporativos do Sicoob Credicom.

De acordo com a Federação Brasileira de Banco (Febraban),os bancos estão comprometidos com uma agenda de transformação digital contínua, com 83% deles priorizando a experiência do cliente como forma de diferenciação e direcionando os investimentos em tecnologia para este propósito. A automação bancária e o uso de inteligência artificial vêm reduzindo os custos operacionais relacionados à cobrança e relacionamento com clientes inadimplentes. No caso do Sicoob Credicom, os primeiros meses de operação apontaram resultados expressivos: em junho de 2025, a área de cobrança recebeu nota média de 4,63 (em uma escala de 0 a 5) nas avaliações internas de atendimento e registrou aumento significativo na adesão dos cooperados ao canal automatizado.

Além de proporcionar maior volume de negociações sem sobrecarregar a equipe de cobrança, o sistema possibilita múltiplas interações simultâneas, com foco em garantir agilidade nas respostas e padronização dos processos. Com isso, a cooperativa conseguiu redirecionar seus colaboradores para atividades mais analíticas e estratégicas, otimizando o uso dos recursos humanos disponíveis.

Outra característica da solução adotada está na adaptação da linguagem do chatbot ao perfil dos usuários do WhatsApp, combinando acessibilidade, tom empático e elementos de gamificação para tornar o processo mais fluido e amigável. Mesmo com a automatização, o sistema simula um atendimento humanizado, respeitando os fluxos de tempo e o contexto de cada cooperado.

A tecnologia utilizada consiste em sistemas de registro eletrônico que capturam, armazenam e gerenciam dados relacionados às interações e etapas das negociações. Sua estratégia envolve a implementação de bancos de dados estruturados e processos automatizados para assegurar a documentação contínua e sistemática das operações. Os propósitos principais são garantir a conformidade com requisitos regulatórios, proporcionar rastreabilidade das ações e facilitar auditorias, além de manter a integridade e a segurança dos dados armazenados.

Com mais de 148 milhões de usuários no Brasil, o WhatsApp se consolida como um canal estratégico para o relacionamento entre instituições financeiras e seus públicos. Para as cooperativas de crédito, que historicamente prezam pela proximidade com seus cooperados, a digitalização de processos representa uma oportunidade de manter esse vínculo em novos formatos, sem perder a eficiência.

A experiência do Sicoob Credicom demonstra a aplicação da transformação digital no setor cooperativista, abordando aspectos relacionados a inovação, agilidade e sustentabilidade na gestão da carteira de crédito. A iniciativa evidencia a utilização de tecnologia como elemento central para o desenvolvimento do cooperativismo financeiro, alinhando-se às mudanças nos hábitos de consumo e comunicação da sociedade atual.



GDSUN destina 50 toneladas de módulos à reciclagem

GDSUN destina 50 toneladas de módulos à reciclagem
GDSUN destina 50 toneladas de módulos à reciclagem

A GDSUN, empresa de geração distribuída de energia solar, deu mais um passo significativo para o setor ao estruturar um processo integrado de coleta, reciclagem e reaproveitamento de módulos fotovoltaicos. Entre maio e junho deste ano, a companhia concluiu a operação de retirada e destinação ambientalmente adequada de aproximadamente 50 toneladas de módulos avariados, adotando um modelo de aterro zero e reinserindo materiais como vidro, alumínio e cobre em novas cadeias produtivas.

A iniciativa marca a consolidação de práticas desenvolvidas desde 2024, quando um projeto-piloto encaminhou 7,3 toneladas de resíduos para reciclagem, servindo de base para a operação atual. Todo o processo envolveu etapas logísticas complexas, com planejamento de rotas, transporte seguro e triagem técnica dos equipamentos, além da parceria com empresas especializadas em reciclagem e economia circular.

“Assumimos a responsabilidade por todo o ciclo de vida dos nossos ativos, do início ao fim. Não se trata apenas de gerar energia limpa, mas de garantir a adoção de práticas responsáveis quando a vida útil de nossos equipamentos se encerra”, afirma Simone Suarez, CEO da GDSUN.

Alinhamento com ODS do Pacto Global

Os módulos retirados eram constituídos de vidro temperado, células fotovoltaicas, alumínio, cabos e polímeros. Após descaracterização industrial e separação técnica, o vidro é transformado em insumos para indústrias de cerâmica, tintas e isolantes térmicos; o alumínio foi direcionado à indústria metalúrgica; e o cobre, reciclado para a produção de fios e motores.

Os rejeitos foram coprocessados, evitando envio para aterros e reduzindo impactos ambientais.

A operação contou com rastreabilidade completa e emissão do Certificado de Destinação Final (CDF), documento que detalha volumes e destinos de cada material. A ação reforça o alinhamento da GDSUN aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), com destaque para:

  • Energia limpa (ODS 7)
  • Inovação e infraestrutura (ODS 9)
  • Cidades sustentáveis (ODS 11)
  • Consumo responsável (ODS 12)
  • Ação climática (ODS 13)

Além de atender às exigências legais, a GDSUN demonstra, com este projeto, que a transição para um modelo de economia circular é possível no setor de energia solar. A iniciativa ainda abre caminho para, no futuro, gerar créditos de carbono voluntários.

Sobre a GDSUN

A GDSUN atua desde 2020 em desenvolvimento, construção, operação e manutenção de plantas de energia solar em todo o Brasil, dentro dos limites da minigeração distribuída. Com visão sustentável e compromisso com a inovação, a empresa investe continuamente em soluções que agregam valor à cadeia produtiva e ao meio ambiente.

A empresa é uma subsidiária integral do Franklin Servtec Energia FIP, fundo de investimentos privados dedicado ao setor de geração de energia no Brasil, que teve início em 2017. O fundo é cogedido pela Franklin Templeton Alternatives (anteriormente Darby) e pela Servtec Energia, ambas com sólido track record no setor de geração de energia. O Fundo combina a experiência na gestão de recursos de terceiros e gestão de negócios da Franklin com a experiência na gestão de projetos e o conhecimento técnico da Servtec Energia.



Cidadania italiana pode envolver dever fiscal na Itália

Cidadania italiana pode envolver dever fiscal na Itália
Cidadania italiana pode envolver dever fiscal na Itália

Um assunto que gera muitas dúvidas para aqueles que recém conquistaram a cidadania italiana ou estão em busca da dupla cidadania são os impostos na Itália. Por isso, os especialistas em cidadania italiana da Nostrali Cidadania Italiana abordam esse tema fundamental para os ítalo-descendentes.

Assim como no Brasil, o principal imposto destinado à pessoa física na Itália é o Imposto de Renda Federal. Ele é conhecido como Imposta sul Reddito delle Personne Fisiche (IRPF) e seu valor é variável, dependendo do nível de renda do cidadão. Além dele, várias regiões italianas também contam com impostos regionais e, alguns municípios possuem cobranças de imposto sobre propriedade ou vendas. A Itália também cobra impostos sobre ganhos de capital, heranças, propriedade e vendas de bens e serviços. Cada imposto tem suas próprias regras e definições.

Porém, o ponto mais importante sobre a maioria deles: estes impostos só são pagos por aqueles que têm residência fiscal declarada na Itália.

O que é a residência fiscal

O que define o pagamento ou não de impostos no Brasil e na Itália é a residência fiscal. Entretanto, ela não interfere em todos os impostos, mas naqueles como o Imposto de Renda e alguns impostos regionais ou municipais. Conforme explica Ana Paula Sosnoski, coordenadora de vendas da Nostrali Cidadania Italiana, “porém, para que o cidadão tenha total clareza do que será pago e mantenha a situação fiscal em dia, é sempre importante ter o auxílio de especialistas em tributação.”

Se uma pessoa reside no Brasil em caráter permanente ou completou 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no país, dentro de um período de até doze meses, é considerado residente a nível fiscal.

Na Itália, o entendimento é similar ao brasileiro. A legislação italiana determina que qualquer pessoa que resida na Itália por mais de 183 dias em um ano fiscal, ou que tenha o centro de seus interesses econômicos no país, é considerada residente fiscal.

Acordos de bitributação entre Brasil e Itália

Para evitar que os cidadãos, inclusive aqueles com dupla nacionalidade, tenham a mesma renda tributada no Brasil e na Itália, os países contam com acordos de bitributação. Desta forma, a renda tributada no Brasil pode ser abatida da declaração na Itália e vice-versa. Além de incluir impostos de pessoa física, o acordo funciona para empresas com um regime de tributação que evita a dupla tributação dos lucros, dividendos, juros e royalties.

Imposto de renda de pessoa física na Itália

Para aqueles que têm a dupla cidadania e se enquadram na definição de residente fiscal italiano, não quer necessariamente dizer que será necessário pagar o IRPF. A coordenadora de vendas da Nostrali pontua que o regime tributário italiano prevê a isenção de declaração em alguns casos:

  • Para quem tem rendimento anual de uma fonte de trabalho ou aposentadoria de até 8.500 euros;
  • Para aqueles que possuem rendimento anual de outras fontes inferior a 7.500 euros e declarado por meio de CU (Certificazione Unica);
  • Aposentados que já tiveram o imposto retido na fonte;
  • Recebam rendimentos provenientes da pensão alimentícia paga pelo cônjuge, se inferiores a 8.500 euros — o cálculo exclui a pensão alimentícia para os filhos.

Quem não se encaixa nestas categorias, precisará fazer o pagamento do imposto na Itália. Para isso, pode optar por declarar através do Modello 730, o mais comum, ou por meio do Modello Redditi Persone Fisiche.

AIRE atualizado: documento informa a residência no exterior

Para os cidadãos com dupla nacionalidade que residem no Brasil, Ana Sosnoski explica que forma mais simples de manter o governo italiano ciente da residência no exterior é por meio da atualização do AIRE. O AIRE, sigla para “Anagrafe Italiani Residenti all’Estero”, é um registro obrigatório mantido pelo governo da Itália. O documento cumpre a função de listar todos os cidadãos italianos que residem no exterior por mais de 12 meses.

Com o endereço atualizado no AIRE, o cidadão não só cumpre um dever, mas também tem acesso aos direitos assegurados pela Constituição da Itália, independentemente do país de residência atual. Para realizar a inscrição no AIRE ou atualizá-la, é necessário acessar o portal Fast-it. Contudo, a inscrição não termina no site: após o preenchimento do cadastro online, é necessário enviar a documentação correta ao Consulado responsável pela região de residência, que por sua vez, encaminhará as informações ao Comune para validação.

“Esse processo pode ser burocrático. Por isso, ter o apoio de uma empresa especialista para realizar a inscrição do AIRE italiano dá mais tranquilidade e segurança”, finaliza Ana.



Transplante de Coração Salva Vida de Criança na Arábia Saudita

RIADE, Arábia Saudita, 27 de agosto de 2025 (GLOBE NEWSWIRE) — O King Faisal Specialist Hospital and Research Centre (KFSHRC) em Riade realizou com sucesso um transplante de coração para salvar a vida de uma criança saudita de 7 anos usando um órgão doado por um doador com morte cerebral em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.

O complexo procedimento foi possível graças à cooperação transfronteiriça contínua entre o Saudi Center for Organ Transplantation e o National Program for Donation and Transplantation of Human Organs and Tissue (HAYAT) dos Emirados Árabes Unidos, com o consentimento total da família do doador e todas as aprovações regulatórias em vigor.

Essa cooperação envolveu uma coordenação médica e logística precisa, começando com a extração do órgão, seguida pelo transporte aéreo para Riad e concluindo com a preparação das salas de cirurgia em tempo recorde. O transplante foi realizado dentro de um período criticamente limitado, salvando a vida de uma criança que não tinha outras opções de tratamento disponíveis.

A equipe médica do KFSHRC realizou o transplante da criança, que sofria de insuficiência cardíaca avançada devido a um complexo defeito cardíaco congênito. Depois de esgotar todas as opções de tratamento disponíveis – incluindo medicamentos, suporte respiratório e implante de marcapasso – sem qualquer melhora significativa, a criança foi colocada na lista de transplante urgente.

O tempo é um fator crítico para as operações de transplante cardíaco. De acordo com os padrões médicos, para a garantia de sucesso, o período entre a remoção do coração do doador e o transplante no paciente não deve exceder cinco horas. Esse limite de tempo cria desafios logísticos significativos, além dos complexos procedimentos médicos, particularmente quando o doador com morte cerebral está localizado em outra região dentro do Reino ou no exterior. Nessas circunstâncias, cada minuto de atraso torna-se crucial para o sucesso da operação.

O KFSHRC Heart Centre é reconhecido como um dos principais centros cardíacos do mundo, tendo alcançado marcos excepcionais, incluindo o primeiro transplante cardíaco totalmente robótico do mundo e o implante robótico de bomba cardíaca artificial sem incisão torácica. Esses avanços médicos sem precedentes demonstram a liderança do Reino em cirurgia cardíaca complexa.

O KFSHRC foi classificado em primeiro lugar no Oriente Médio e Norte da África e em 15º lugar em todo o mundo na lista dos 250 melhores Centros Médicos Acadêmicos pelo segundo ano consecutivo, e foi reconhecido como a marca de saúde mais valiosa do Reino e do Oriente Médio, de acordo com o ranking Brand Finance de 2024. O centro ficou classificado entre os 250 melhores hospitais do mundo, sendo incluído na lista World’ Best Smart Hospitals de 2025 da revista Newsweek.

Para mais informações, visite www.kfshrc.edu.sa ou entre em contato com a nossa equipe de mídia em mediacoverage@kfshrc.edu.sa.

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Manpower e Trivia contratam: 2.400 vagas operacionais em SP

Manpower e Trivia contratam: 2.400 vagas operacionais em SP
Manpower e Trivia contratam: 2.400 vagas operacionais em SP

A empresa de Recursos Humanos, ManpowerGroup Brasil, realiza o recrutamento e seleção de grandes empresas no Brasil e em parceria com a Trivia Trens – concessionária do Grupo Comporte – está contratando 2.400 profissionais para atuarem nas Linhas 11–Coral, 12–Safira e 13–Jade de trens metropolitanos de São Paulo.  
 
Os interessados podem se candidatar para as oportunidades de agente de atendimento e segurança, operador(a) de trem e inspetor(a) de tráfego. Além disso, a empresa apresenta outras opções para banco de talentos, como técnicos(as) de manutenção, centro de controle de operações e agente de atendimento e segurança. As oportunidades também estão abertas a pessoas com deficiência. 
 
Todos os cargos exigem, no mínimo, ensino médio completo. As demais qualificações variam conforme a vaga, podendo incluir: curso técnico em eletrônica, elétrica, transporte de passageiros, logística ou maquinista de trens metropolitanos; conhecimento em sistemas eletromecânicos, via permanente, rede aérea, sinalização e manutenção de pátios. Também podem ser critérios de seleção a posse de CNH categoria B e conhecimentos básicos de pacote Office. 
 
O processo seletivo envolve a candidatura na plataforma Gupy, entrevista com o RH e o gestor, retorno sobre o processo seletivo e admissão.  Além de remuneração compatível com o mercado, os candidatos contratados terão acesso aos benefícios oferecidos pela Trivia Trens. 
 
Os candidatos podem realizar o cadastro, até o dia 27 de agosto, por meio do link: https://ts.manpowergroup.com.br/trivia 
 
Para acessar outras oportunidades de emprego em todo o Brasil, basta acessar o portal de vagas do Manpower e conferir todas as opções disponíveis: https://vagas.manpowergroup.com.br/



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