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Bitget Corta Taxas de Negociação de Futuros para Aumentar a Liquidez Diante do Boom da Tokenização

A Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, anunciou hoje uma redução nas taxas de takers para formadores de mercado institucionais que negociam futuros de ações, metais, commodities e índices, com a exchange buscando aumentar a liquidez da sua oferta de derivativos multiativos. A taxa atualizada de 0,0065% entrará em vigor entre 1º de maio e 30 de junho de 2026.

O ajuste ocorre diante da expansão da atividade de negociação para além dos ativos nativos de criptomoedas para ações, commodities e índices tokenizados. Os ativos tokenizados já ultrapassaram o valor de US$ 50 bilhões, com projeções apontando para um crescimento de US$ 16 trilhões ao longo da próxima década. Com o aumento da participação institucional, a liquidez e a eficiência da execução estão se tornando fatores essenciais na forma como o capital é implantado nos mercados.

De acordo com a estrutura atual, os formadores de mercado de futuros elegíveis se beneficiarão das taxas reduzidas dos takers em certos contratos, incluindo futuros de ações, metais, commodities e índices. A iniciativa foi desenvolvida para oferecer suporte a spreads mais apertados, maior profundidade do livro de pedidos e preços mais consistentes diante do aumento da participação institucional nesses mercados.

“A liquidez é o que determina se a negociação de multiativos funciona na prática”, disse Gracy Chen, CEO da Bitget. “Com mais instituições negociando em criptomoedas, ações e commodities, o foco muda para a qualidade da execução e a eficiência dos custos. Essa mudança visa fortalecer essas condições como escalas de atividade.”

A medida se baseia na expansão mais ampla da Bitget para a negociação de multiativos sob a estrutura da UEX, onde os usuários podem acessar criptomoedas, derivativos e exposição tradicional ao mercado em uma única conta. A plataforma tem tido uma crescente tração neste segmento, com derivativos vinculados a ações e produtos de commodities contribuindo com uma parcela crescente da atividade geral da negociação.

Diante da intensificação da competição pelo fluxo institucional em todo o mundo, a eficiência das taxas e o alcance da liquidez estão se tornando fatores essenciais onde o capital está sendo implantado. Ao ajustar sua estrutura de taxas em futuros de ações, commodities e índices, a Bitget se posiciona para capturar uma parcela maior da atividade de negociação institucional em mercados que estão cada vez mais na interseção das criptomoedas e das finanças tradicionais.

Para mais informações sobre a redução da taxa, clique aqui.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 100 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas com a LALIGA e a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

Para mais informação, visite: Website | Twitter | Telegram | LinkedIn | Discord

Para perguntas da mídia, contate: media@bitget.com

Aviso de Risco: Os preços dos ativos digitais estão sujeitos a flutuações e podem ser significantemente voláteis. Os investidores são aconselhados a alocar apenas os fundos que podem perder. O valor de qualquer investimento pode ser afetado, e existe a possibilidade de que os objetivos financeiros não sejam atingidos, nem que o investimento principal recuperado. Aconselhamento financeiro independente deve sempre ser obtido, e a experiência financeira pessoal e a posição devem ser cuidadosamente consideradas. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. A Bitget não se responsabiliza por quaisquer perdas potenciais incorridas. Nada contido neste documento deve ser interpretado como aconselhamento financeiro. Para mais informações, consulte nossos Termos de Uso.

Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/d2c06fe2-408d-42e1-aba0-f6bfd576363e

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GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001181517)

Bitget Habilita Recurso Scan to Pay para Pagamentos Instantâneos via USDT

A Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, lançou seu recurso Scan to Pay no Bitget Pay, viabilizando que os usuários paguem em USDT diretamente offline, por meio da digitalização de códigos QR no Bitget App.

No lançamento, o recurso já está disponível em certos mercados do Sudeste Asiático e da América Latina, onde os pagamentos com QR Code são amplamente adotados, mas o acesso à infraestrutura bancária tradicional permanece desigual. Com a sua integração às redes de pagamento locais existentes, o Scan to Pay viabiliza que os usuários façam pagamentos sem alterar os sistemas comerciais ou depender de bancos intermediários.

O lançamento ocorre no momento em que a adoção de criptomoedas continua a se expandir para além da negociação, para casos de uso do mundo real. Os mercados emergentes do Sudeste Asiático e da América Latina tiveram um dos crescimentos mais rápidos no uso de ativos digitais no ano passado, impulsionados em parte pela demanda por ferramentas financeiras estáveis e acessíveis. Por outro lado, bilhões de adultos em todo o mundo continuam sem acesso aos bancos, apesar do amplo acesso a sistemas de pagamento móvel, criando uma lacuna entre o acesso financeiro e a usabilidade financeira que os novos modelos de pagamento estão começando a adotar.

O Scan to Pay foi desenvolvimento em resposta a isso. Os usuários podem criar um PIN para pagamentos, digitalizar um QR Code do vendedor e finalizar a transação instantaneamente, com USDT convertido e liquidado em segundo plano. A experiência reflete os fluxos de pagamento locais familiares e ao mesmo tempo elimina a necessidade de saques manuais, transferências bancárias ou etapas de conversão de moeda.

“Os pagamentos com QR Code são amplamente usados na vida real, por mais de 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Não há razão para que as criptomoedas não façam o mesmo. Eles se encaixam naturalmente em como as pessoas vivem e gastam”, disse Gracy Chen, CEO da Bitget.

Para usuários em mercados suportados, o recurso permite que as stablecoins funcionem como ferramentas práticas para gastos, em vez de participações passivas. Para viajantes e usuários internacionais, ele oferece uma experiência de pagamento consistente em todas as regiões, sem depender de sistemas bancários locais. Para os comerciantes, a integração não requer mudanças na infraestrutura, pois as transações são liquidadas sem exposição à volatilidade das criptomoedas.

O lançamento reflete uma mudança mais ampla na forma como os ativos digitais estão sendo utilizados nos sistemas financeiros. Com as stablecoins ganhando força como meio de troca, seu papel está se expandindo de pares de negociação para trilhos de pagamento que podem operar em paralelo às redes existentes.

Com o modelo UEX da Bitget, onde negociação, ativos e serviços financeiros são reunidos em um único ambiente, o Scan to Pay estende as criptomoedas do gerenciamento de portfólio para a vida diária. Com a convergência dos serviços financeiros, a distinção entre manter e usar os ativos continua a diminuir, aproximando os ativos digitais do dinheiro cotidiano.

Para mais informações sobre o Scan to Pay, visite aqui.

Isenção de responsabilidade: Scan To Pay é uma interface técnica fornecida pela Bitget. Os serviços de pagamento são fornecidos exclusivamente por prestadores de serviços de pagamento terceirizados. A Bitget não fornece nenhum serviço de pagamento ou transferência fiduciária, seja para usuários ou comerciantes. A Bitget não é responsável por quaisquer atos ou omissões de terceiros.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 100 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas com a LALIGA e a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

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Aviso de Risco: Os preços dos ativos digitais estão sujeitos a flutuações e podem ser significantemente voláteis. Os investidores são aconselhados a alocar apenas os fundos que podem perder. O valor de qualquer investimento pode ser afetado, e existe a possibilidade de que os objetivos financeiros não sejam atingidos, nem que o investimento principal recuperado. Aconselhamento financeiro independente deve sempre ser obtido, e a experiência financeira pessoal e a posição devem ser cuidadosamente consideradas. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. A Bitget não se responsabiliza por quaisquer perdas potenciais incorridas. Nada contido neste documento deve ser interpretado como aconselhamento financeiro. Para mais informações, consulte nossos Termos de Uso.

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GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001181466)

CGTN: Por que o mundo está de olho na próxima Conferência China-EUA?

A convite do presidente chinês, Xi Jinping, o presidente dos EUA, Donald Trump, fará uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da China na segunda-feira.

Em um momento de contínuas tensões geopolíticas e frágil recuperação global, o mundo está observando de perto se os dois líderes podem estabilizar ainda mais as relações China-EUA e trazer a tão necessária certeza para o cenário internacional.

Manter as relações China-EUA no caminho certo

Para muitos observadores, a Conferência reflete uma esperança central: a estabilidade nos laços bilaterais.

Entrevistas conduzidas pela CGTN mostram uma visão comum dos experts de que a diplomacia de chefe de Estado há muito tempo serve como a “âncora” dessa estabilidade.

Como disse Wu Xinbo, reitor do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade de Fudan, essa diplomacia de chefe de Estado “dá o tom e define a direção” dos laços bilaterais.

Da mesma forma, Sun Taiyi, professor associado da Christopher Newport University, observou que a comunicação direta entre líderes ajuda a reduzir a incerteza, evitar erros de cálculo e sinalizar que a estabilidade continua sendo primordial.

No ano passado, os dois líderes mantiveram a comunicação por meio de telefonemas e uma reunião presencial em Busan, na República da Coreia (ROK), ajudando a evitar grandes erros de cálculo e a manter o relacionamento geral estável.

Como Xi disse a Trump em Busan: “Diante dos ventos, das ondas e dos desafios, devemos manter o rumo certo, navegar pela paisagem complexa e manter firme o navio gigante das relações China-EUA”.

A metáfora de “conduzir o navio” pode ser observada no progresso concreto.

Desde 2025, sob o consenso estratégico alcançado pelos dois chefes de Estado, as equipes econômicas de ambos os lados realizaram várias rodadas de negociações, enquanto o aumento das tarifas em grande escala foi interrompido. Uma nova rodada de consultas deve ocorrer na Coreia do Sul de 12 a 13 de maio, pouco antes da Conferência de Pequim.

Os intercâmbios interpessoais também ganharam impulso. Em abril, Pequim sediou eventos que marcaram o 55º aniversário da “Diplomacia de Ping-Pong” China-EUA, com centenas de jovens chineses e americanos participando de intercâmbios esportivos e culturais. Mais grupos de jovens dos EUA também viajaram para a China para programas de intercâmbio e estudo.

Trazer certeza para um mundo em mudança

Como as duas maiores economias do mundo e com as relações China-EUA sendo um dos laços bilaterais globais mais importantes, o resultado da diplomacia de chefe de Estado entre os dois países além de ajudar a estabilizar as relações bilaterais também têm um impacto mais amplo no desenvolvimento e na governança globais.

Como observou Chad Bown, membro sênior do Peterson Institute, “praticamente todos têm participação no resultado”. O economista da Universidade Cornell, Eswar Prasad, foi mais longe, sugerindo que a reunião pode afetar o comércio global, a geopolítica e até mesmo a “ordem baseada em regras”.

Entrevistas da CGTN com experts destacam os pontos semelhantes.

Zhang Tengjun, pesquisador associado do Instituto de Estudos Internacionais da China, disse que uma cooperação mais profunda poder impulsionar a recuperação global e estabilizar as cadeias industriais e de suprimentos, enfatizando que a trajetória dos laços bilaterais está intimamente ligada ao futuro do mundo.

Sobre esse ponto, o acadêmico Sun disse que as relações estáveis reduzem os riscos de interrupção da cadeia de suprimentos, volatilidade financeira e fragmentação geopolítica.

O reitor Wu observou que, como duas grandes potências tecnológicas do mundo, a China e os Estados Unidos têm a capacidade de gerar “resultados de ganhos mútuos” por meio de cooperação prática, com o apoio ao crescimento global mais amplo e ao progresso científico.

Cui Fan, vice-reitor da University of International Business and Economics, enfatizou que ambos os países compartilham a responsabilidade pela estabilidade da governança global.

Xi também destacou essa responsabilidade em Busan: “O mundo de hoje está enfrentando muitos problemas difíceis. A China e os Estados Unidos podem assumir conjuntamente a responsabilidade como principais países e trabalhar juntos para realizar coisas maiores e mais concretas para o bem dos nossos dois países e do mundo inteiro.”

Este ano oferece uma oportunidade para que essa responsabilidade seja testada, com a China hospedando a APEC e os Estados Unidos hospedando a Conferência de Líderes do G20 – duas plataformas que podem abrir espaço para a coordenação da recuperação global, da segurança alimentar e energética, dos riscos de dívida e da reforma de governança.

Em um telefonema em fevereiro com Trump, Xi estabeleceu um caminho pragmático a seguir: “Com os dois lados trabalhando na mesma direção e com igualdade, respeito e benefício mútuo, certamente poderemos encontrar maneiras de abordar nossas preocupações em comum.”

O mundo assistirá à próxima Conferência para ver como Pequim e Washington podem traduzir em ação o apelo de Xi de “progredir passo a passo para criar confiança mútua, encontrar o caminho certo para o entendimento e fazer de 2026 um ano em que os dois principais países avancem em direção ao respeito mútuo, à coexistência pacífica e à cooperação benéfica a todos”.

https://news.cgtn.com/news/2026-05-11/Why-is-the-world-watching-the-upcoming-China-US-summit–1N3u9OWFqdq/p.html


Contato:

CGTN Digital

cgtn@cgtn.com

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GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9718218)

CORRIGIR E SUBSTITUIR: Samsung Epis Holdings divulga resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026

A Samsung Epis Holdings (KRX: 0126Z0), uma empresa de investimentos dedicada a inovações em biofarmacêuticos e biotecnologia, anunciou hoje seus resultados financeiros para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2026.

“A Samsung Bioepis apresentou um crescimento sólido neste trimestre, impulsionado pelo contínuo avanço de nosso portfólio de biossimilares”, disse Kyung-Ah Kim, presidente e CEO da Samsung Epis Holdings. “Estamos fortalecendo ainda mais nossa posição por meio de novas parcerias globais e da contínua expansão do portfólio. Ao celebrarmos o 10º aniversário do lançamento do nosso primeiro biossimilar na Europa, seguimos focados em construir sobre o nosso legado, ao mesmo tempo em que investimos estrategicamente para apoiar o crescimento de longo prazo. Permanecemos comprometidos em gerar valor sustentável para nossos acionistas.”

Resultados do primeiro trimestre de 2026

No primeiro trimestre de 2026, a Samsung Bioepis registrou, em termos individuais, uma receita de 454,9 bilhões de KRW e um lucro operacional de 144,0 bilhões de KRW. A receita e o lucro operacional no primeiro trimestre aumentaram 14% (54,3 bilhões de KRW) e 13% (16,1 bilhões de KRW) em relação ao mesmo período do ano anterior (YoY), respectivamente.

O crescimento no primeiro trimestre superou em mais de 10% a previsão de janeiro de 2025, refletindo um desempenho melhor do que o esperado em todos os setores de negócios.

A Samsung Epis Holdings registrou receita consolidada de 453,9 bilhões de KRW e lucro operacional de 90,5 bilhões de KRW. Ajustes contábeis não monetários, incluindo a amortização dos custos de desenvolvimento relacionados à alocação do preço de aquisição (PPA), estão refletidos na receita e no lucro operacional consolidados, após uma receita de 251,7 bilhões de KRW e um prejuízo operacional de 63,6 bilhões de KRW em novembro e dezembro de 2025.

[Resultados da Samsung Bioepis, em bilhões de KRW]

1º trimestre de 2024

1º trimestre de 2025

1º trimestre de 2026

Variação em relação ao ano anterior

Receita

280,1

400,6

454,9

+54,3 (+14%)

Lucro operacional

38,1

127,9

144,0

+16,1 (+13%)

Atualizações comerciais

  • Em outubro de 2025, a Samsung Bioepis firmou uma parceria de marca própria com a Cordavis para o OSPOMYV™ (denosumabe-dssb), um biossimilar do Prolia1.
  • O BENEPALI™ (etanercepte), o primeiro biossimilar da Samsung Bioepis na Europa, continua mantendo sua posição de liderança no mercado, comemorando seu 10º aniversário no continente.
  • Em março, a Samsung Bioepis ampliou sua parceria de desenvolvimento e comercialização com a Sandoz, abrangendo até cinco candidatos a biossimilares, incluindo o SB36, um biossimilar do Entyvio (vedolizumabe), em vários mercados.
  • Também em março, teve início um ensaio clínico de fase 1, o primeiro em humanos, para o primeiro candidato a conjugado anticorpo-fármaco (ADC) inovador da Samsung Bioepis, o SBE303. Após o anúncio, a empresa apresentou um pôster com seus dados pré-clínicos na Associação Americana para Pesquisa do Câncer (AACR) 2026, em 20de abril. Os dados demonstraram eficácia, segurança e tolerabilidade encorajadoras, além de uma capacidade promissora de atuar em combinação com terapias imuno-oncológicas existentes.
  • O segundo candidato a novo ADC da Samsung Bioepis, o SBE313, encontra-se atualmente em desenvolvimento pré-clínico em colaboração com a Phrontline Biopharma.

Isenção de responsabilidade

Este documento contém ‘declarações prospectivas’ relacionadas a expectativas, projeções, planos e previsões futuras. As ‘declarações prospectivas’ referem-se aos negócios e ao desempenho financeiro futuro da companhia e estão sujeitas a diversas incertezas, incluindo tendências nos mercados financeiros nacionais e internacionais, como flutuações nas taxas de câmbio e/ou de juros, entre outras.

‘Declarações prospectivas’, por sua natureza, tratam de questões que podem ser incertas; os resultados reais podem diferir substancialmente dos expressos neste documento.

Sobre a Samsung Epis Holdings Co., Ltd.

Como uma holding de investimentos dedicada aos setores biofarmacêutico e de biotecnologia, a Samsung Epis Holdings tem como objetivo maximizar o valor corporativo e para os acionistas por meio de P&D e investimentos proativos, além de otimizar as estratégias de negócios de suas subsidiárias, Samsung Bioepis e Epis NexLab. A Samsung Epis Holdings continua a abraçar desafios futuros e a impulsionar a inovação ao identificar novos vetores de crescimento e fortalecer plataformas globais de colaboração, estabelecendo assim uma base sólida para o crescimento contínuo de suas subsidiárias. Para mais informações, acesse: www.samsungepisholdings.com.

Sobre a Samsung Bioepis Co., Ltd.

Fundada em 2012, a Samsung Bioepis é uma empresa biofarmacêutica comprometida em tornar os cuidados de saúde acessíveis a todos. Por meio de inovações no desenvolvimento de produtos e de um forte compromisso com a qualidade, a Samsung Bioepis busca se tornar a principal empresa biofarmacêutica do mundo. A empresa continua a avançar um amplo pipeline de candidatos biológicos que abrangem diversas áreas terapêuticas, incluindo imunologia, oncologia, oftalmologia, hematologia, nefrologia, neurologia e endocrinologia. Para mais informações, acesse www.samsungbioepis.com e nos siga no LinkedIn e X.

Sobre a Epis NexLab Co., Ltd.

Fundada em 2025 como subsidiária integral da Samsung Epis Holdings, a Epis NexLab dedica-se a impulsionar a inovação por meio do desenvolvimento de plataformas de biotecnologia de próxima geração. Ao transformar tecnologias altamente escaláveis relacionadas a peptídeos em plataformas de desenvolvimento, a Epis NexLab está focada na descoberta de modalidades terapêuticas inovadoras para o desenvolvimento de múltiplos candidatos terapêuticos voltados a uma ampla gama de doenças. Para mais informações, acesse www.samsungepisholdings.com.

Referência

1 Prolia é uma marca registrada da Amgen Inc.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:
Assessoria de mídia

Yoon Kim, yoon1.kim@samsung.com

Anna Nayun Kim, nayun86.kim@samsung.com

Fonte: BUSINESS WIRE

Conheça o “Somos NOLT”, o Novo Canal para quem tem 50+ e Sede de Futuro


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EMGA capta financiamento de dívida de US$ 25 milhões para EVF do Vietnã

LONDRES, May 11, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Emerging Markets Global Advisory LLP (EMGA) anunciou que concluiu sua primeira transação para a EVF General Finance Joint Stock Company (EVF) no Vietnã, garantindo US$ 25 milhões do Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional (OFID).

Comentando sobre a transação, o Dirigente de Mercados de Capitais da EVF, Dinh Ngoc Bao, disse: "Estamos contentes com a parceria com a EMGA para garantir esse recurso do Fundo da OPEP. Essa transação é um marco significativo na estratégia da EVF de expandir o acesso ao financiamento para o setor de PMEs do Vietnã, um dos principais motores propulsores do crescimento econômico e da inovação do país."

"Estamos profundamente alinhados com o Fundo da OPEP no apoio ao empreendedorismo e na promoção do desenvolvimento sustentável do setor privado. Acreditamos que esta parceria estabelece uma plataforma sólida para uma colaboração futura mais ampla, permitindo o maior apoio às empresas, aceleração do desenvolvimento econômico e criação de oportunidades de longo prazo no mercado de capitais internacional."

O Dirigente de Bancos de Investimento e Diretor Executivo da EMGA, Sajeev Chakkalakal, disse: "É com prazer que fechamos esta primeira transação para dar continuidade a visão da EVF de apoiar o setor de PMEs, bem como a ação climática no Vietnã. Também foi uma experiência muito positiva trabalhar com nosso parceiro de longa data OFID, que buscaram ampliar sua exposição no setor financeiro vietnamita."

O Dirigente de Operações e Diretor Executivo da EMGA, Jeremy Dobson, acrescentou: "Esta linha de financiamento amplia o nosso histórico existente no Vietnã sendo a primeira vez que trabalhamos com uma instituição financeira não bancária (NBFI) no país. Acreditamos que este financiamento da dívida irá ajudar a diversificar a base de financiamento da EVF e estamos prontos para aumentar a nossa cooperação em breve."

A EVF General Finance Joint Stock Company (EVF) é uma das principais instituições financeiras não bancárias do Vietnã, estabelecida em 2008 com sede em Hanói. A empresa fornece uma ampla gama de serviços financeiros, incluindo financiamento corporativo, tesouraria, mobilização de capital e soluções de empréstimo para clientes institucionais e de varejo. Listada na Bolsa de Valores de Ho Chi Minh sob o código "EVF", a empresa estabeleceu fortes parcerias com instituições financeiras nacionais e internacionais, apoiando o crescimento do setor privado do Vietnã e da economia das PMEs.

A Emerging Markets Global Advisory LLP (EMGA), com escritórios em Londres e Nova York, ajuda instituições financeiras e empresas que buscam novos recursos de dívidas ou capital próprio. A equipe multinacional da EMGA une as décadas de experiência necessárias para o fechamento de transações em nome dos seus clientes nos mercados emergentes e nas economias de fronteiras globais, incluindo o Vietnã, que continua sendo um mercado essencial. Com um histórico comprovado em formação de capital e consultoria estratégica ao longo de diversos ciclos econômicos, a EMGA continua expandindo seu alcance geográfico e oferta de serviços, solidificando seu lugar no mercado como um dos principais bancos de investimento de nicho do setor, focados nos mercados emergentes.

Contato info@emergingmarketsglobaladvisory.com

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GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001181361)

GIGABYTE revela “Future Landing” na COMPUTEX 2026, enquanto a implementação se torna crucial para a escalabilidade da IA

A GIGABYTE Technology, líder global em computação de alto desempenho, leva seu portfólio completo de infraestrutura de IA para a COMPUTEX 2026 sob o tema “Future Landing”. À medida que a IA transita do treinamento para a inferência em larga escala e a operação no mundo real, a GIGABYTE aborda o desafio mais urgente do setor: não se a IA pode ser construída, mas com que rapidez e confiabilidade ela pode ser implantada, operada e sustentada em escala.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260505538663/pt/

GIGABYTE revela “Future Landing” na COMPUTEX 2026, enquanto a implementação se torna crucial para a escalabilidade da IA

GIGABYTE revela “Future Landing” na COMPUTEX 2026, enquanto a implementação se torna crucial para a escalabilidade da IA

Na COMPUTEX, a GIGABYTE organiza sua apresentação em torno de três estágios que definem o ciclo de vida da infraestrutura de IA em produção.

  • Pronto: sistemas integrados que foram totalmente construídos, simulados, validados e preparados para implantação.

  • Implantável: clusters modulares projetados para rápida implementação em diversos ambientes.

  • Em funcionamento: sistemas de IA em operação, gerando resultados e sustentando operações no mundo real.

“Preparado” para IA na Era da Infraestrutura

Agora, as cargas de trabalho de IA abrangem clusters de treinamento centralizados, implantações de inferência distribuídas e ambientes físicos onde as máquinas precisam agir sobre dados em tempo real. Cada etapa exige uma infraestrutura que funcione como um sistema coordenado, e não como uma coleção de componentes individuais. Velocidade de implantação, estabilidade operacional e eficiência a longo prazo tornaram-se as medidas definidoras da maturidade da infraestrutura de IA.

A GIGABYTE consolida essa capacidade no GAIFA (GIGABYTE AI Factory Accelerator), uma fábrica de IA construída especificamente para esse fim em Taiwan, que integra as mais recentes plataformas de computação, redes de alta velocidade e o software de gerenciamento próprio da GIGABYTE em uma arquitetura completa e totalmente validada. Mais do que um ambiente de testes, o GAIFA representa como uma fábrica de IA pode ser construída, validada e preparada para implantação em escala.

Projetado para Implantação

Implantar infraestrutura de IA rapidamente está se tornando um diferencial crucial. Isso exige sistemas projetados para serem construídos, entregues e operacionais desde o primeiro dia.

A GIGABYTE resolve esse problema com uma abordagem de infraestrutura modular e pré-fabricada que integra computação, refrigeração e energia em unidades implantáveis. Esses sistemas são projetados para reduzir os prazos de implantação, permitindo que as organizações expandam a capacidade de IA sem as demoras da construção tradicional de data centers.

O portfólio da GIGABYTE oferece suporte a cargas de trabalho de IA em todas as etapas de operação e é unificado por meio do GPM (GIGABYTE POD Manager). Essa plataforma de software oferece visibilidade e controle em toda a infraestrutura de data center de IA, permitindo que os operadores gerenciem recursos, otimizem cargas de trabalho e mantenham a estabilidade à medida que os sistemas escalam.

IA em Ação: Da automação física ao suporte à decisão clínica

A medida mais convincente da infraestrutura de IA é o que ela possibilita no mundo real. A GIGABYTE demonstra isso em automação física de IA e na área da saúde.

Na automação física com IA, a GIGABYTE apresenta um pipeline completo, do real à simulação e de volta ao real, mostrando como os modelos de IA passam da simulação para sistemas robóticos que executam tarefas precisas em tempo real — um exemplo prático de IA física em operação, não uma demonstração de pesquisa.

Na área da saúde, a GIGABYTE leva a inferência de IA ao ponto de atendimento, dando suporte a aplicações como detecção de pólipos em tempo real, análise da medula óssea e imagens pulmonares. Toda a inferência é executada localmente, garantindo a privacidade dos dados e uma tomada de decisão clínica mais rápida.

Em ambos os domínios, a IA está se aproximando de onde os dados são gerados e as decisões são tomadas, proporcionando respostas mais rápidas, maior precisão e fluxos de trabalho mais eficientes.

A GIGABYTE convida todos os visitantes do mundo a interagirem com a infraestrutura de IA que já ultrapassou a fase de planejamento. Com “Future Landing”, a GIGABYTE não apenas apresenta uma visão do que a IA poderá se tornar, mas também demonstra como ela será quando estiver pronta, implantada e já em operação no mundo real. Além do estande no 1º andar, a GIGABYTE também apresentará um estande dedicado no 4º andar, com soluções de IA para aplicações de edge computing e para o usuário final, incluindo sistemas da sua AI TOP series, demonstrando como seus recursos de IA se estendem da infraestrutura aos cenários de desktop.

GIGABYTE@COMPUTEX 2026

https://www.gigabyte.com/Events/Computex

2 a 5 de junho de 2026

TaiNEX, Hall 1

Empresas (1º andar, K0802) Consumidores (4º andar, M0520)

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Contato para a Imprensa: brand@gigabyte.com

Fonte: BUSINESS WIRE

ABB cria programa de saúde para colaboradores brasileiros

Empresa de eletrificação e automação industrial com origem na Suíça, a ABB desenvolveu um programa de saúde e bem-estar voltado aos seus cerca de 1.600 colaboradores no Brasil.

Denominado Viver ABB, o programa busca incentivar o protagonismo da força de trabalho no cuidado com a própria saúde, a partir da orientação de médicos do trabalho e de profissionais vinculados aos planos de saúde e ao pacote de benefícios da organização.

"A ABB Brasil conta com uma força de trabalho altamente especializada, de baixa rotatividade e longa trajetória na companhia, que inclui também as novas gerações. Nosso compromisso é buscar manter nossa população saudável ao longo do ciclo na empresa, da melhor forma possível", diz Juliana Molognoni, líder de RH da ABB Brasil.

Outro objetivo da iniciativa é ampliar a utilização dos benefícios de saúde. Para isso, o programa terá uma página dedicada na intranet da empresa, com informações sobre como acessar os serviços disponíveis. O Viver ABB também prevê campanhas de conscientização, palestras, rodas de conversa e estímulo à prática de atividades físicas.

Atualmente, o pacote de benefícios da ABB garante a todos os colaboradores acesso aos serviços de saúde mental do Hospital Israelita Albert Einstein, atendimento médico e especializado pelos principais planos de saúde do país, além de acompanhamento médico e nutricional e orientação para atividades físicas.

A ABB também promove ações voltadas ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, além de iniciativas de prevenção e enfrentamento de riscos psicossociais, incluindo diferentes formas de assédio, em conformidade com a NR-1, norma regulamentadora de segurança e saúde no trabalho.

O Viver ABB será gerido por um comitê integrado pelo presidente da empresa no Brasil, Luciano Nassif, além de representantes de RH (Recursos Humanos), HSE (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), médicos do trabalho e consultores de benefícios.

"A ideia é ter uma visão integrada da situação e, com base em dados, entender se estamos oferecendo os benefícios necessários e se os colaboradores estão utilizando esses recursos, para orientar continuamente a iniciativa", afirma Molognoni.

RZK Rental amplia operação no Matopiba e investe 80 milhões

RZK Rental amplia operação no Matopiba e investe 80 milhões
RZK Rental amplia operação no Matopiba e investe 80 milhões

A RZK Rental iniciou a safra de algodão no MATOPIBA, região que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, com uma operação de R$ 80 milhões, em um movimento que acompanha a expansão da principal fronteira agrícola do país e o aumento da demanda por mecanização no campo. Com mais de 12 colhedoras de alta performance mobilizadas, a empresa amplia sua presença em um dos polos mais dinâmicos do agronegócio brasileiro, que vem ganhando relevância na produção de algodão e acelerando a incorporação de tecnologia no campo.

Com a chegada da safra de algodão, a operação ocorre em um dos períodos mais estratégicos para o setor e foi estruturada para garantir eficiência e previsibilidade na colheita, combinando escala, suporte técnico e monitoramento em tempo real. A frota é composta exclusivamente por colhedoras modelo CP770, equipamentos de última geração avaliados em cerca de R$ 6,5 milhões por unidade.

Desenvolvidas especificamente para a cultura do algodão, as colhedoras CP770 são projetadas para maximizar a eficiência da colheita, reduzindo perdas e garantindo maior produtividade. Com capacidade média de operação entre 3 e 3,5 hectares por hora, cada máquina pode atingir aproximadamente 1.500 hectares ao longo da safra, a depender das condições de terreno e da janela operacional de cada cliente.

Além dos equipamentos, a operação se apoia em tecnologia embarcada e inteligência de dados. As máquinas contam com sistemas de telemetria, que permitem o monitoramento remoto em tempo real. Um time dedicado da RZK Rental acompanha diariamente a operação, tanto em campo quanto à distância, gerando relatórios frequentes sobre produtividade, desempenho e uso dos equipamentos, além de atuar de forma preventiva para evitar falhas e otimizar resultados.

"A operação no MATOPIBA reflete nosso compromisso em oferecer soluções com tecnologia, disponibilidade de máquinas e suporte técnico próximo ao cliente", afirma Rafael Soares, coordenador de frotas da RZK Rental.

Presente na cidade de Bom Jesus, no Piauí, a empresa acompanha o recente aquecimento do mercado de locação de máquinas agrícolas, especialmente a partir do final de 2024. Atualmente, atende grupos relevantes do setor, como Canel, Franciosi e GSA, além de produtores independentes com atuação consolidada na produção de grãos e fibras.

Para Eduardo Martinatti, diretor da RZK Rental, a expansão acompanha as características específicas da produção de algodão no MATOPIBA, que combina áreas de cultivo em sequeiro e prática agrícola que depende exclusivamente da água da chuva para a produção, e sistemas irrigados por pivô central. "O algodão irrigado, especialmente, traz um nível elevado de produtividade, portanto, exige máquinas altamente capacitadas".

Martinatti completa, dizendo que essas operações não admitem falhas. "A manutenção desses equipamentos precisa seguir um padrão rigoroso, comparável ao da aviação, com foco em revisões preventivas e preditivas", destaca.

O executivo destaca ainda que o alto valor das colhedoras demanda uma análise mais ampla sobre eficiência operacional. Ele diz que esses equipamentos estão entre os mais caros para o produtor rural, porém o custo não pode ser avaliado de forma isolada. "Quando olhamos o projeto como um todo, fica claro que não existem máquinas caras, e sim máquinas inoperantes por incapacidade técnica", acentua Martinatti. A partir dessa lógica, foi estruturada a atuação da RZK Rental, com foco permanente em eficiência.

"A nossa expectativa é consolidar nossa posição como referência em locação de máquinas agrícolas na região, ampliando o relacionamento com os clientes", acrescenta ele. Assim, a Rental espera criar uma base sólida para um crescimento sustentável.

Automação amplia demanda por profissionais de tecnologia

Automação amplia demanda por profissionais de tecnologia
Automação amplia demanda por profissionais de tecnologia

A expansão da automação e das tecnologias baseadas em "inteligência artificial" (IA) redefine o mercado de trabalho e amplia as oportunidades para profissionais do setor de tecnologia.

Conforme estudo da Experis, marca de tecnologia do ManpowerGroup, o avanço da automação inaugura uma etapa de evolução profissional no setor, com exigência crescente por competências técnicas e analíticas.

"O avanço da automação não reduz a necessidade de talentos. Pelo contrário, cresce a demanda por profissionais que compreendam essas tecnologias, saibam supervisioná-las e consigam integrá-las aos processos de negócio", afirma Stefani Pereira, coordenadora de recrutamento e seleção na Experis.

Atualmente, 61% dos empregadores em nível global estão aumentando seus investimentos em automação, refletindo a aceleração da adoção de tecnologias digitais nas organizações.

À medida que empresas automatizam processos operacionais e administrativos, a demanda por profissionais com habilidades tecnológicas tende a crescer consistentemente. Entre os setores com maior potencial de transformação nos próximos cinco anos estão TI e Dados (76%), Manufatura e Produção (71%) e Vendas e Marketing (71%).

Esse movimento amplia a relevância de competências em áreas como análise de dados, desenvolvimento de soluções tecnológicas, automação de processos e "inteligência artificial", que passam a representar diferenciais competitivos no mercado de trabalho.

Ainda assim, o domínio técnico isolado não é suficiente. "As organizações buscam profissionais que, além de utilizar ferramentas tecnológicas, consigam interpretar resultados, questionar informações e atuar de forma colaborativa em equipes multidisciplinares", destaca Stefani.

Embora muitas empresas avancem na identificação de processos automatizáveis, a especialista alerta para os riscos de uma adoção sem supervisão adequada. A ausência de redesenho de processos e de acompanhamento humano pode comprometer a eficiência das operações e gerar falhas relevantes.

"A automação tende a gerar melhores resultados quando complementa o trabalho humano. As organizações precisam de profissionais que possam supervisionar sistemas inteligentes, compreender suas limitações e garantir seu funcionamento adequado", acrescenta a coordenadora.

Nos próximos anos, a tendência é de ambientes com menor interação humana direta, especialmente em setores como "Varejo" e "Serviços". Ainda assim, a necessidade de profissionais preparados para lidar com situações complexas e garantir a qualidade da experiência tende a permanecer como fator crítico.

"Profissionais que desenvolvem habilidades tecnológicas e aprendem a trabalhar com sistemas automatizados terão maior protagonismo no mercado de trabalho", conclui Stefani Pereira.

Curitiba tem mais idosos que crianças e exige novo cuidado

Curitiba tem mais idosos que crianças e exige novo cuidado
Curitiba tem mais idosos que crianças e exige novo cuidado

Curitiba já tem mais moradores com 60 anos ou mais do que crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados pela Prefeitura de Curitiba. A capital paranaense soma 328 mil pessoas idosas, o equivalente a 17,9% da população, enquanto o grupo de 0 a 14 anos reúne 290 mil moradores, ou 15,8% do total. O município também registra cerca de 48 mil habitantes com 80 anos ou mais.

A inversão demográfica observada em Curitiba ocorre em um contexto nacional de envelhecimento populacional. De acordo com o Censo Demográfico 2022, o Brasil tinha 32,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representava 15,6% da população. O mesmo levantamento apontou crescimento de 56% desse grupo em relação a 2010, quando havia 20,6 milhões de idosos no país.

A mudança no perfil etário amplia a necessidade de reorganização do cuidado dentro das famílias. Em muitos lares, filhos e netos passam a acompanhar pais e avós em consultas, exames, internações, controle de medicamentos, alimentação, banho, prevenção de quedas e atividades rotineiras. O desafio tende a ser maior quando o idoso mora sozinho, apresenta perda gradual de autonomia ou precisa de apoio após uma internação.

Uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), elaborada pela pesquisadora Ana Amélia Camarano, aponta que a maior demanda por cuidados remunerados ocorre ao mesmo tempo em que há menor oferta de cuidadores familiares, em razão de fatores como fecundidade abaixo do nível de reposição, maior participação das mulheres no mercado de trabalho e mudanças nos arranjos familiares.

Segundo Bruno Butenas, fundador da Geração de Saúde, empresa especializada em cuidadores de idosos, a procura por apoio profissional costuma crescer quando a família percebe que a rotina deixou de ser segura sem acompanhamento.

"Muitas famílias só procuram ajuda depois de uma queda, uma internação ou uma situação de esgotamento. Mas existem sinais anteriores que merecem atenção, como esquecimento de remédios, dificuldade para tomar banho, alimentação irregular, medo de ficar sozinho, perda de mobilidade ou confusão em alguns períodos do dia. Quando o cuidado é planejado antes da crise, a família consegue organizar melhor a rotina e reduzir riscos", afirma.

O avanço da idade não significa, necessariamente, perda total de independência. Em muitos casos, o idoso ainda mantém autonomia para diversas atividades, mas precisa de apoio em horários específicos, como no banho, na alimentação, na medicação, em consultas, exames ou deslocamentos. Essa demanda tem levado famílias a buscarem modelos mais flexíveis de cuidado, com plantões pontuais, acompanhamento por algumas horas ou suporte em momentos de maior vulnerabilidade.

A demanda também se intensifica em situações de maior fragilidade, como recuperação após cirurgias, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), diagnóstico de Alzheimer, Parkinson, demências, quedas recorrentes ou internações prolongadas. O Relatório Nacional sobre a Demência, divulgado pelo Ministério da Saúde, estima que cerca de 8,5% da população brasileira com 60 anos ou mais conviva com demência, o equivalente a aproximadamente 1,8 milhão de pessoas, com projeção de 5,7 milhões de casos até 2050.

Para Butenas, o cuidado profissional não substitui o vínculo familiar, mas pode ajudar a reduzir a sobrecarga e organizar uma rotina mais segura.

"O cuidador não entra para afastar a família. Ele entra para apoiar a rotina, observar sinais de alerta, ajudar em tarefas delicadas e permitir que filhos e netos tenham mais qualidade na relação com o idoso. Muitas vezes, a família deixa de viver apenas a parte pesada do cuidado e consegue retomar momentos de convivência mais afetiva", explica.

Na prática, o apoio ao idoso pode envolver desde acompanhamento domiciliar até cuidador hospitalar, plantões emergenciais, ajuda em consultas, exames, pós-operatório, passeios e períodos específicos do dia. Serviços com esse perfil tendem a ganhar relevância em cidades que envelhecem rapidamente, especialmente quando a família precisa conciliar trabalho, filhos, deslocamentos e a atenção necessária ao idoso.

A Geração de Saúde atua com cuidadores de idosos em atendimento domiciliar, hospitalar e pontual, com formatos que podem ser adaptados à necessidade da família, desde apoios por poucas horas até plantões mais longos. A empresa atende situações como acompanhamento em casa, consultas, exames, internações, pós-operatório, alimentação, medicamentos, banho, mobilidade e rotina de idosos que precisam de apoio para manter segurança e autonomia.

Mais informações sobre os serviços estão disponíveis no site da Geração de Saúde: www.gscuidadoresdeidosos.com.br.

Carreiras lineares aumentam o risco na gestão da longevidade

Carreiras lineares aumentam o risco na gestão da longevidade
Carreiras lineares aumentam o risco na gestão da longevidade

A longevidade deixou de ser uma variável demográfica para se tornar um teste de resistência para a governança corporativa. Muitos modelos de carreira ainda operam sob a lógica da "trindade" tradicional: educação, trabalho e aposentadoria. Contudo, em um cenário em que a vida laboral ultrapassa os 50 anos, essa estrutura linear expõe uma fragilidade central: a incapacidade de gerir o capital geracional.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) já sinaliza que o envelhecimento da força de trabalho, se não acompanhado de um redesenho organizacional, pode estagnar a produtividade. Para Fran Winandy, arquiteta em governança do capital geracional, "o erro comum é tratar a longevidade como um tema da área de Diversidade e Inclusão (D&I), quando, na verdade, trata-se de sustentabilidade do mercado". O etarismo, definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a discriminação baseada na idade, atua aqui como um gargalo de eficiência. Ao subestimar profissionais experientes, as empresas desperdiçam o que Winandy denomina ROEx (Return on Experience), o retorno sobre a experiência acumulada que estabiliza crises e acelera a mentoria de novos talentos.

Para Winandy, "a convivência multigeracional não é um item cosmético: é uma vantagem competitiva mensurável". Estudos da London School of Economics reforçam que equipes com alta diversidade etária apresentam maior capacidade de resolução de problemas complexos. O ruído surge apenas quando há ausência de governança. Sem políticas claras de sucessão que contemplem a "longevidade produtiva", a empresa perde memória institucional e velocidade de adaptação.

A falha, para Winandy, é estrutural: "O modelo mental que trata a carreira como uma linha reta está obsoleto. A organização que não reconfigura esse desenho perde a capacidade de renovação estratégica e trava a sucessão".

Essa obsolescência abre espaço para o conceito de Wave Careers (carreiras em ondas), popularizado por Lynda Gratton e Andrew Scott. Diferente da ascensão linear, esse modelo propõe que o profissional navegue por diferentes ciclos de intensidade, com períodos dedicados à produção plena intercalados por ‘vales’ de reskilling e transições de papel, permitindo que a produtividade se sustente de forma saudável por cinco ou seis décadas.

Esse ponto conduz a outra dimensão crítica: a requalificação permanente. Conforme aponta o Fórum Econômico Mundial, a rápida evolução tecnológica e a extensão da vida laboral tornaram o modelo de "carreira em três estágios" (educação, trabalho, aposentadoria) obsoleto. Em seu lugar, emerge a carreira de múltiplos estágios, em que a aprendizagem não é um evento isolado, mas uma disciplina contínua para garantir a resiliência da força de trabalho.

Se a vida laboral se alonga, a empresa precisa criar o ecossistema — tempo, contexto e incentivo — para essa atualização, enquanto o profissional assume o protagonismo de sua própria evolução. A OCDE e o Banco Mundial corroboram essa visão ao tratarem o lifelong learning como o pilar central da "longevidade produtiva", transformando o que antes era um custo de treinamento em um investimento na preservação do capital intelectual da organização.

Um estudo do BCG Henderson Institute (BHI) revelou que, até 2050, todos os 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) terão populações envelhecidas. Em 33 desses países, 21% ou mais da população terá 65 anos ou mais. Frente a este cenário, foi desenvolvido um modelo que, por meio de indicadores específicos, consegue projetar o desempenho econômico de um país e o bem-estar dos seus cidadãos até o ano 2050, comprovando que crescimento econômico e bem-estar estão interligados, com ciclos de retroalimentação negativa e sinergias entre os dois.

Para Winandy, isso sugere uma necessidade de cooperação entre os esforços da área pública e privada no redesenho das organizações, retenção de talentos e sustentabilidade dos negócios. Para conselhos e C-Suites, a mensagem é inequívoca: a longevidade deve integrar a pauta de ESG e gestão de riscos. Revisar métricas de desempenho, políticas de promoção e premissas de saída não é mais opcional.

Apenas 7% das empresas atingem a conformidade total, à medida que a expansão global aumenta a complexidade jurídica

À medida que as empresas aceleram sua expansão global em 2026, a conformidade não acompanha o ritmo. De fato, apenas 7% das organizações relatam conformidade total em todas as suas entidades globais, de acordo com um novo estudo da CSC, líder no fornecimento de soluções globais de administração de negócios e conformidade.

A CSC entrevistou 350 diretores jurídicos (GCs) e profissionais jurídicos seniores na Europa, América do Norte e Ásia-Pacífico para examinar como suas equipes lidam com a expansão internacional, a pressão regulatória e a crescente adoção da inteligência artificial (IA).¹ As conclusões constam do relatório mais recente da CSC, General Counsel Barometer 2026: From Complexity to Control.

A maioria das organizações relata conformidade parcial, com mais da metade (53%) estimando que estão em conformidade entre 50% e 75%, e outros 35% se classificando entre 76% e 99%. Isso significa que apenas 7% das organizações relatam conformidade total em todas as suas entidades globais.

Os diretores jurídicos também relatam baixa confiança em atender às demandas contínuas em meio à expansão global. Mais de dois em cada cinco (44%) afirmam não ter confiança em atender aos requisitos de segurança de dados em diferentes jurisdições. Enquanto isso, 37% relatam desafios na prestação de serviços consistentes globalmente, refletindo a crescente complexidade do ambiente regulatório. Além disso, 47% citam exigências como a de beneficiário final como o maior risco para as operações jurídicas em 2026.

“O ritmo das mudanças regulatórias está se acelerando globalmente, com novas estruturas surgindo em diversas jurisdições que se sobrepõem cada vez mais”, disse Ian McConnel, diretor jurídico da CSC. “De regulamentações como a DORA [Lei de Resiliência Operacional Digital] e estruturas de IA em evolução à expansão dos requisitos de beneficiário final, as equipes jurídicas estão sendo solicitadas a gerenciar uma complexidade crescente em todos os aspectos dos negócios. Isso torna significativamente mais difícil manter o ritmo e o controle.”

Em resposta, a modernização da tecnologia e a automação continuam sendo o principal objetivo das equipes jurídicas em 2026, juntamente com a consolidação de provedores de serviços e a melhoria da transparência dos dados. Essas respostas sinalizam uma mudança em direção a abordagens mais centralizadas e consistentes para a gestão de entidades globais.

Muitas empresas também estão adotando IA para dar suporte à conformidade e à gestão de entidades, com 35% já utilizando-a e outros 26% testando ferramentas. No entanto, expressam preocupações quanto à precisão e confiabilidade dos insights gerados por IA. Fatores que dificultam a adoção mais ampla da IA ​​incluem a necessidade de dados organizados e de alta qualidade, o uso de sistemas legados e a incerteza regulatória.

À medida que a complexidade aumenta, as organizações dependem cada vez mais de parceiros externos para manter a conformidade em diferentes jurisdições. Mais de quatro em cada cinco (83%) entrevistados utilizam vários provedores de serviços corporativos para atender aos diferentes requisitos de cada país, o que evidencia os desafios da gestão de operações globais em redes fragmentadas.

“Por muito tempo, as equipes jurídicas e de conformidade se concentraram na transformação impulsionada pela tecnologia, mas há um reconhecimento crescente de que a tecnologia por si só não é suficiente”, disse Thijs van Ingen, líder global de Mercado da CSC. “A prioridade agora é retomar o controle, aprimorando a qualidade dos dados, criando uma única fonte de verdade e encontrando o equilíbrio certo entre equipes internas e parceiros externos. As organizações que acertarem nesse ponto estarão em melhor posição para gerenciar a conformidade e apoiar o crescimento.”

Com os desafios de conformidade se tornando cada vez mais multifacetados, as organizações buscam abordagens mais integradas para gerenciar as obrigações regulatórias globais. A CSC apoia as organizações no gerenciamento e conformidade de entidades globais, combinando conhecimento local, dados centralizados e tecnologia premiada — proporcionando às equipes jurídicas uma visão única e confiável de suas entidades e o controle necessário para gerenciar riscos e apoiar o crescimento dos negócios em diferentes jurisdições.

Para baixar uma cópia do relatório General Counsel Barometer 2026: From Complexity to Control da CSC, acesse https://www.cscglobal.com/service/campaigns/general-counsel-barometer-report-2026/

Sobre a CSC

A CSC é a parceira de confiança de mais de 90% das empresas da Fortune 500®, mais de 90% das 100 Melhores Marcas Globais (Interbrand®) e mais de 75% das empresas do PEI 300. Somos a principal fornecedora mundial de soluções globais de administração de negócios e conformidade, serviços de administração especializados para gestores de ativos alternativos em diversas estratégias de fundos, transações envolvendo participantes do mercado de capitais em mercados públicos e privados, gerenciamento de sistemas de nomes de domínio, proteção de marca digital e contra fraudes, e soluções de software para impostos corporativos. Fundada em 1899 e sediada em Wilmington, Delaware, EUA, a CSC é uma empresa privada com gestão profissional há mais de 125 anos. A CSC possui escritórios e operações em mais de 140 jurisdições na Europa, Américas, Ásia-Pacífico e Oriente Médio. Somos uma empresa global capaz de fazer negócios onde quer que nossos clientes estejam — e conseguimos isso empregando especialistas em todos os setores que atendemos. Somos o negócio por trás dos negócios®. Saiba mais em cscglobal.com.

1 A CSC, em parceria com a Pure Profile, entrevistou 350 diretores jurídicos e responsáveis ​​pela conformidade legal nas Américas, Europa (incluindo o Reino Unido) e Ásia-Pacífico. Os participantes da pesquisa representavam diversos setores, incluindo comunicações, serviços bancários e financeiros, saúde, seguros, direito e imobiliário.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:
Para mais informações:

CDR Consultancy

Amber Liu/Hassan Ali

csc@cdrconsultancy.com

CSC

Katie Scott-Kurti

Diretora de Marca e Comunicação | Marketing

katie.scottkurti@cscglobal.com

CSC Sala de Imprensa

Fonte: BUSINESS WIRE

Imóveis compactos ganham força entre os consumidores

Imóveis compactos ganham força entre os consumidores
Imóveis compactos ganham força entre os consumidores

O comportamento do consumidor imobiliário brasileiro vem passando por transformações importantes nos últimos anos. Com decisões mais racionais, maior preocupação com planejamento financeiro e mudanças no perfil das famílias, os imóveis compactos seguem entre os mais procurados, especialmente os de dois dormitórios, impulsionados pela busca por funcionalidade, custo-benefício e condições de pagamento mais acessíveis.

A tendência acompanha estudos de mercado e análises de especialistas do setor. Para Marcus Araújo, fundador da Datastore e referência nacional em comportamento imobiliário, o consumidor atual deixou de priorizar apenas metragem e passou a valorizar a inteligência dos espaços, a praticidade e a eficiência do imóvel no cotidiano.

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que o mercado imobiliário brasileiro registrou crescimento nas vendas em 2025, com forte participação do segmento econômico, responsável por mais da metade dos lançamentos do país. Já levantamentos do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) apontam que apartamentos mais acessíveis permanecem entre os mais demandados, refletindo uma busca crescente por imóveis mais funcionais e compatíveis com a renda das famílias.

Segundo análises da Datastore, esse movimento também está diretamente ligado às mudanças no perfil da população brasileira. As famílias estão menores, a rotina mais dinâmica e os consumidores priorizam imóveis que ofereçam praticidade, segurança e melhor aproveitamento dos ambientes.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforçam esse cenário ao indicar redução no número médio de moradores por domicílio, fator que contribui para o crescimento da procura por unidades compactas e funcionais.

Interior paulista em expansão

No interior paulista, esse movimento ganha ainda mais força diante do crescimento populacional e da expansão urbana. Em Ribeirão Preto, por exemplo, a população estimada já supera 731 mil habitantes, segundo o IBGE. A Região Metropolitana também segue em expansão, ultrapassando 1,7 milhão de habitantes, ampliando a demanda por moradia e pressionando o mercado por soluções mais acessíveis.

Além do valor do imóvel, fatores como segurança, infraestrutura e previsibilidade financeira ganharam peso na decisão de compra. Empreendimentos em condomínios fechados e com áreas comuns estruturadas vêm se destacando principalmente entre consumidores que buscam o primeiro imóvel ou estão inseridos em programas habitacionais.

Para o gerente comercial da Pafil Empreendimentos, Diego Barone, esse cenário revela um consumidor mais consciente e estratégico. "Hoje, a decisão de compra é muito mais planejada. O cliente avalia o impacto das parcelas no orçamento, a localização e o que o imóvel entrega no dia a dia. Os empreendimentos compactos atendem bem essa necessidade porque oferecem equilíbrio entre custo, segurança e qualidade de vida", afirma.

A avaliação acompanha a leitura de mercado apresentada por Marcus Araújo e pela Datastore, que identificam uma valorização crescente de imóveis mais inteligentes, funcionais e alinhados ao novo estilo de vida urbano.

Com demanda sustentada e crescimento contínuo das cidades do interior, o mercado imobiliário aponta para a continuidade da procura por imóveis compactos, que unem viabilidade financeira, funcionalidade e adaptação ao novo perfil do consumidor brasileiro.

IA e sustentabilidade ganham espaço na gestão urbana

IA e sustentabilidade ganham espaço na gestão urbana
IA e sustentabilidade ganham espaço na gestão urbana

O avanço da inteligência artificial, da digitalização urbana e do uso de dados nas cidades tem levantado uma questão cada vez mais estratégica para governos e sociedade: como utilizar a tecnologia para resolver problemas reais da população e promover cidades mais eficientes, sustentáveis e humanas.

Esse será um dos principais temas debatidos no Smart City Business Brazil Congress 2026 (SCB-Br26), que acontece nos dias 16 e 17 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reunirá especialistas brasileiros e internacionais para discutir tendências, soluções e modelos de governança voltados ao futuro das cidades.

Com foco em inteligência artificial, sustentabilidade e governança, o congresso ocorre em um momento de expansão dos investimentos em transformação digital dos municípios brasileiros. O programa federal Prodigita, financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com R$ 1 bilhão, é um dos exemplos que impulsionam a modernização urbana no país.

Para Caio Bonilha, vice-presidente do Instituto Smart City Business America, o uso estratégico de dados será decisivo para o desenvolvimento das cidades inteligentes. "A coleta e o uso estratégico de dados são o que possibilita a construção de cidades mais eficientes, resilientes e humanas", afirma. Segundo ele, cada município precisa desenvolver modelos compatíveis com sua própria realidade e estágio de conectividade.

Entre os convidados internacionais está o futurista dinamarquês Mathias Behn Bjørnhof, diretor da Antecipate, que defenderá uma visão centrada nas pessoas no desenvolvimento urbano. Para ele, o maior risco das cidades inteligentes não é tecnológico, mas humano. "Uma cidade pode se tornar mais inteligente em sentido técnico enquanto se torna mais rasa em sentido humano", alerta.

O especialista ressalta que projetos urbanos devem priorizar desafios reais da população antes da adoção de tecnologias. Entre os exemplos citados está o programa Superblocks, de Barcelona, que reorganizou áreas urbanas para reduzir o tráfego de veículos, ampliar espaços de convivência e melhorar a qualidade do ar.

O evento também recebe o espanhol Ibon Zugasti, diretor da Prospektiker e integrante do Millennium Project. O especialista abordará os riscos da adoção de inteligência artificial sem estratégias claras de governança e planejamento de longo prazo.

"As desigualdades não aparecem por acidente, são resultado de decisões precoces, ou da ausência delas", sustenta Zugasti. Segundo ele, as cidades precisam definir critérios de uso da IA, estabelecer mecanismos de equidade e garantir supervisão humana sobre decisões algorítmicas.

A programação do SCB-Br26 também incluirá debates sobre soberania digital, ecossistemas de dados federados, planejamento urbano com gêmeos digitais, mobilidade urbana, digitalização do transporte público, contratos de cidades inteligentes e formação de consórcios intermunicipais.

Na área de sustentabilidade, o congresso discutirá estratégias para implementação de Planos Locais de Ação Climática (PLACs), diante do aumento dos eventos climáticos extremos que impactam cidades brasileiras.

Promovido pelo IEG Brasil (Italian Exhibition Group), o Smart City Business Brazil 2026 reunirá 120 palestrantes e 300 debatedores em 16 reuniões estratégicas, com expectativa de receber cerca de 5 mil congressistas.

Serviço:

Evento: Smart City Business Brazil 2026

Data: 16 e 17 de junho

Local: Expo Center Norte – Pavilhão Branco

Endereço: Entrada principal – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme (SP)

Queda na natalidade pressiona sistema previdenciário

Queda na natalidade pressiona sistema previdenciário
Queda na natalidade pressiona sistema previdenciário

O modelo previdenciário brasileiro tem sido tema recorrente de debates diante das transformações demográficas observadas nas últimas décadas. Baseado no sistema de repartição simples, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) funciona por meio da contribuição dos trabalhadores ativos para o pagamento dos benefícios de aposentados atuais. Esse formato depende diretamente do equilíbrio entre a população economicamente ativa e o número de beneficiários. Segundo análise publicada pelo Instituto de Engenharia Econômica, o sistema opera com características que exigem constante renovação da base de contribuintes.

Quando o sistema foi estruturado, o Brasil apresentava uma taxa de fecundidade elevada, com média superior a cinco filhos por mulher, o que contribuía para a manutenção do equilíbrio previdenciário ao longo do tempo. No entanto, dados recentes indicam uma mudança significativa nesse perfil: a taxa de fecundidade caiu para cerca de 1,6 filho por mulher, a menor já registrada no país, com tendência de continuidade da queda.

A redução no número de nascimentos, combinada ao aumento da expectativa de vida, altera a proporção entre contribuintes e aposentados. Esse movimento amplia a pressão sobre o modelo previdenciário, uma vez que menos trabalhadores passam a sustentar um contingente maior de beneficiários. Segundo o IPEA – Instituto de Pesquisas Economicas Aplicadas esse desequilíbrio pode impactar a sustentabilidade do sistema no longo prazo, exigindo adaptações tanto em políticas públicas quanto no comportamento financeiro da população.

Nesse contexto, cresce a busca por alternativas complementares de planejamento financeiro. Entre elas, estratégias voltadas à construção de patrimônio ganham espaço, especialmente aquelas relacionadas ao mercado imobiliário. O consultor Gabriel Albea atua nesse segmento, orientando clientes na estruturação patrimonial com foco em renda futura e independência financeira.

"O cenário demográfico exige maior protagonismo individual no planejamento financeiro de longo prazo", afirma Gabriel Albea.

A atuação do consultor envolve o uso de mecanismos de crédito, com foco em consórcios, modalidade que permite a aquisição de bens sem a incidência de juros típicos de financiamentos tradicionais. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios indicam a relevância do modelo no acesso ao crédito. Em paralelo, análises do setor mostram que financiamentos podem elevar significativamente o custo final de um imóvel ao longo do tempo.

Com mais de uma década de experiência, Albea já atendeu milhares de clientes e participa da estruturação de operações voltadas à aquisição de imóveis como forma de construção de renda passiva. Seu modelo de atuação inclui análise individualizada da situação financeira dos clientes, aproximando-se de práticas adotadas em estruturas de gestão patrimonial mais amplas.

Além do atendimento direto, ele também coordena uma rede de representantes independentes, com foco na disseminação de conhecimento sobre planejamento financeiro e uso de consórcios. Essa operação envolve parcerias com imobiliárias e agentes do mercado financeiro, ampliando o alcance das estratégias adotadas.

O avanço dessas iniciativas ocorre em paralelo ao debate sobre o futuro da previdência no Brasil. A combinação de fatores demográficos e econômicos tem incentivado uma maior diversificação nas formas de preparação para a aposentadoria, reforçando a importância do planejamento financeiro ao longo da vida ativa.

Para mais informações sobre a atuação do consultor, os canais de contato incluem o perfil no Instagram @gabriel.albea e outras redes vinculadas ao nome do profissional.

Iluminação no varejo será tema de espaço da Expolux 2026

Iluminação no varejo será tema de espaço da Expolux 2026
Iluminação no varejo será tema de espaço da Expolux 2026

A influência da iluminação no comportamento do consumidor será um dos temas abordados na edição 2026 da Expolux – Feira Internacional da Indústria da Iluminação, que acontecerá em setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento contará com um espaço voltado ao público varejista, desenvolvido em parceria com a Editora Grau 10 e a Revista Anamaco.

Segundo a organização, o lounge reunirá palestras, conteúdos técnicos e ações voltadas à discussão sobre o papel da iluminação em ambientes comerciais. O espaço também permitirá que visitantes identifiquem e votem em estandes, produtos e tecnologias apresentados durante a feira.

Estudos internacionais têm analisado os impactos da iluminação no varejo. Pesquisa publicada no Journal of Business Research aponta que a forma como a luz é aplicada em ambientes comerciais pode influenciar a percepção dos produtos, o tempo de permanência dos consumidores e o comportamento de compra.

"A iluminação deixou de ter apenas uma função operacional e passou a integrar estratégias relacionadas à experiência do consumidor nos pontos de venda. Dependendo do projeto luminotécnico adotado, é possível direcionar a atenção do cliente para determinados produtos e criar diferentes percepções do ambiente", afirma Thais Ruiz, arquiteta, designer de interiores e embaixadora da edição 2026 da Expolux.

O evento, que acontece em setembro, no Expo Center Norte, inclusive, é um exemplo de vitrine, aplicações, conexões e contextos em que a iluminação toma lugar de protagonismo no impulso de negócios. Além do novo espaço e de reunir os principais fornecedores globais, valorizar a indústria nacional e disponibilizar conteúdo técnico high level, a feira terá atrações como o Decor Light Show, um ambiente que apresenta aplicações práticas e tendências do setor, demonstrando como soluções luminotécnicas podem transformar ambientes comerciais e melhorar a experiência do consumidor, além de uma arena de conteúdo formatada com programação voltada aos varejistas em parceria com a marca Lumavi.

Como aumentar as vendas com iluminação

  1. O foco em produtos estratégicos A iluminação focal pode chamar a atenção para itens promocionais ou de maior valor agregado. "Quando você ilumina bem o produto certo, você não apenas o destaca, mas também cria uma hierarquia visual que influencia diretamente a decisão de compra", conta Thais.
  2. A escolha pela temperatura de cor correta De acordo com a especialista, a temperatura de cor precisa dialogar com o tipo de produto e com a experiência que se deseja proporcionar ao cliente dentro do espaço. "Luzes quentes criam ambientes mais acolhedores, enquanto tons mais frios aumentam a percepção de clareza e ajudam a valorizar detalhes".
  3. O uso da luz para guiar o fluxo do cliente Áreas mais iluminadas atraem naturalmente o olhar e ajudam a direcionar a circulação dentro da loja. A embaixadora explica que a iluminação funciona como um caminho invisível: "Ela conduz o cliente sem que ele perceba, aumentando o tempo de permanência".
  4. Vitrines valorizadas e pontos de destaque "Pense sempre que a vitrine é o primeiro contato emocional da loja com o cliente e, por isso, um espaço bem iluminado aumenta a atratividade do estabelecimento e pode incentivar a entrada do consumidor", enfatiza.
  5. Tecnologia LED Além da eficiência energética, sistemas modernos permitem maior controle da intensidade e da tonalidade. "Use e abuse do LED, porque é uma iluminação que permite que o seu cenário tenha diversificação ao longo do mesmo dia, trazendo informações e destaques diferentes", finaliza Thais.

A Expolux acontecerá de 15 a 18 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Deverão participar mais de 20 mil visitantes qualificados e mais de 400 empresas nacionais e internacionais, além de associações do setor de iluminação.

Solera apresenta ferramenta de IA ao mercado segurador

Solera apresenta ferramenta de IA ao mercado segurador
Solera apresenta ferramenta de IA ao mercado segurador

O futuro da experiência do cliente no mercado segurador já começou, e será definido pela capacidade das seguradoras de transformar jornadas tradicionalmente complexas em experiências digitais rápidas, inteligentes, transparentes e centradas no segurado.

Foi com essa visão que a Solera promoveu, na última semana, no Palácio Tangará, em São Paulo, um encontro exclusivo com lideranças das principais seguradoras do Brasil para apresentar como inteligência artificial (IA), automação e inteligência de dados estão remodelando o setor e criando um novo padrão para a jornada de sinistro.

Além de apresentar soluções, o evento marcou um posicionamento claro da companhia sobre o futuro da indústria: a próxima geração do mercado segurador será liderada por empresas capazes de combinar eficiência operacional, decisões orientadas por dados e criar uma nova experiência a um segurado que já consome e espera por serviços digitalizados e experiências fluidas.

O encontro também reforçou o papel estratégico do Brasil para a Solera. A escolha do país para promover essa discussão reflete a relevância do mercado brasileiro dentro da estratégia global da companhia e o compromisso de longo prazo da empresa em acelerar a evolução tecnológica do ecossistema segurador local. Além disso, a Solera entende que o Brasil é um país com grande capacidade para adoção de novas tecnologias.

"A transformação do mercado não é algo para os próximos anos; ela já está acontecendo. Os players que vão liderar essa nova fase são aqueles capazes de incorporar inteligência aos processos, transformar dados em decisões mais rápidas e precisas para criar experiências que atendam às novas expectativas do consumidor digital", afirma Marcelo Picolo, diretor-executivo da Solera para América do Sul.

A presença e o engajamento das lideranças das principais seguradoras do país evidenciaram que o mercado brasileiro está profundamente comprometido em evoluir a experiência do cliente e construir operações mais inteligentes, resilientes e preparadas para o futuro.

Segundo Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS e moderador do evento da Solera, ficou evidente que a transformação digital deixou de ser apenas uma agenda de inovação para se tornar uma questão estratégica de competitividade e crescimento sustentável.

IA aplicada ao sinistro: produtividade, tempo reduzido e precisão para uma nova experiência do segurado

Um dos destaques apresentados pela Solera foi o Qapter, solução baseada em IA para inspeção e análise automatizada de danos automotivos.

A tecnologia da Solera utiliza visual intelligence e processamento avançado de fotografias para identificar avarias, estimar reparos e apoiar decisões técnicas com maior precisão e consistência. Na prática, a solução reduz etapas manuais, acelera análises, aumenta produtividade e transforma a experiência do segurado em um momento tradicionalmente sensível da jornada do sinistro.

A discussão mostrou como soluções orientadas por IA permitem que seguradoras ganhem escala e eficiência sem abrir mão da qualidade técnica, ao mesmo tempo em que entregam jornadas mais rápidas, transparentes e intuitivas para o cliente final.

Além de otimizar a experiência do consumidor, o Qapter também contribui para padronizar análises técnicas e potencializar o trabalho dos peritos, tornando toda a cadeia mais eficiente e conectada.

O FNOL no centro da transformação da experiência digital

Outro tema central do encontro foi a evolução do First Notice of Loss (FNOL) — ou Primeira Notificação de Sinistro, em português —, etapa decisiva para a percepção de qualidade, confiança e agilidade por parte do segurado.

Com segurados cada vez mais habituados a experiências digitais fluidas em diferentes setores, a expectativa sobre o relacionamento com as seguradoras mudou profundamente. Hoje, rapidez, clareza e conveniência passaram a ser elementos essenciais da experiência.

"Atualmente, experiência e eficiência caminham juntas. O cliente digital espera rapidez, clareza e previsibilidade desde o primeiro contato — e por meio do seu próprio celular. Modernizar o FNOL significa não apenas otimizar processos, mas construir uma jornada mais alinhada com as novas expectativas do consumidor", destaca Aki Kettunen, vice-presidente de Produtos da Solera.

A discussão reforçou que o futuro do mercado segurador dependerá diretamente da capacidade de transformar jornadas complexas em experiências digitais simples, inteligentes e resolutivas.

Construindo agora o futuro do mercado segurador

Com presença em mais de 120 países, 1 milhão de sinistros e 2 milhões de peças processadas por dia, a Solera atua globalmente na evolução tecnológica do setor, com mais de 60% do mercado global de seguros.

Ao promover o encontro no Brasil, a companhia reforça sua visão de que o país terá papel central na construção dessa nova geração da experiência seguradora.

Além de acompanhar tendências, a proposta da Solera é ajudar o mercado a acelerar a inovação, movimento para prosperar em um cenário cada vez mais digital, conectado e orientado por IA — e conta com o Brasil como um dos principais focos de inovação na América Latina.

Universidades reforçam formação intercultural

Universidades reforçam formação intercultural
Universidades reforçam formação intercultural

A formação intercultural vem ganhando espaço em universidades e programas acadêmicos internacionais diante da crescente demanda por profissionais preparados para atuar em ambientes multiculturais e contextos globais. Instituições de ensino superior têm ampliado iniciativas voltadas à mobilidade acadêmica, residências internacionais e experiências educacionais imersivas como parte das estratégias de internacionalização.

Segundo relatório publicado pela UNESCO sobre mobilidade estudantil internacional, mais de 6 milhões de estudantes realizam atualmente algum tipo de formação fora de seus países de origem, número que continua em crescimento impulsionado pela globalização da educação superior e pela busca por experiências interculturais.

Além da mobilidade tradicional de graduação e pós graduação, instituições passaram a desenvolver programas intensivos de curta duração focados em interculturalidade, experiências práticas e aprendizagem contextualizada. O modelo tem sido adotado especialmente em programas internacionais híbridos e complementares.

Dados apresentados pelo British Council apontam que competências interculturais e colaboração global estão entre os fatores mais valorizados em ambientes acadêmicos e profissionais internacionais, especialmente em setores ligados à educação, liderança e desenvolvimento humano.

O avanço da educação digital também contribuiu para a expansão de modelos acadêmicos globais, permitindo que instituições combinem ensino online com experiências presenciais internacionais de curta duração. Segundo o relatório "Education at a Glance", da OECD, a internacionalização permanece entre as principais tendências do ensino superior contemporâneo.

Para Guilherme Sanches de Araujo, presidente da GAB University, instituição de ensino superior sediada na Flórida, a formação intercultural passou a ocupar papel estratégico no desenvolvimento acadêmico internacional. "O ambiente educacional global passou a valorizar experiências que promovam interação multicultural, compreensão histórica e adaptação a diferentes contextos sociais e culturais", afirma.

Segundo ele, programas internacionais de imersão e residências acadêmicas vêm atraindo estudantes interessados em complementar a formação tradicional com experiências práticas em diferentes regiões do mundo. "As experiências interculturais ampliam o contato com diferentes perspectivas e contribuem para o desenvolvimento de competências cada vez mais exigidas em ambientes internacionais", comenta.

Nos últimos anos, universidades internacionais passaram a ampliar programas de extensão global, intercâmbio acadêmico e residências educacionais temporárias realizadas durante recessos universitários. O modelo busca integrar aprendizado teórico, experiências culturais e atividades práticas em contextos internacionais.

Recentemente, a GAB University anunciou o desenvolvimento do projeto Global Biblical Extensions, iniciativa voltada à criação de programas internacionais opcionais de residência acadêmica e imersão intercultural. A primeira experiência prevista pela instituição deverá ocorrer em Israel a partir de 2027, integrada a um modelo de formação complementar internacional.

Senna Tower marca presença no GP de Miami com ativação

Senna Tower marca presença no GP de Miami com ativação
Senna Tower marca presença no GP de Miami com ativação

Entre motores, conexões estratégicas e experiências, o GP de Miami consolidou-se como um ponto de encontro do circuito global do luxo — e a FG Empreendimentos transformou o evento em uma plataforma internacional de relacionamento, posicionamento de marca e conexão com clientes e investidores de diferentes partes do mundo.

Ao longo do fim de semana da Fórmula 1, a companhia recebeu convidados no MSC Yacht Club, uma das áreas de hospitalidade do circuito. A ativação recebeu 150 clientes ao longo dos três dias de evento e apresentou o Senna Tower, empreendimento desenvolvido pela FG Empreendimentos em parceria com a marca Senna e a Havan, que será o prédio residencial mais alto do mundo.

A FG foi uma das poucas marcas brasileiras a contar com um espaço próprio dentro da área premium do evento, proporcionando aos convidados uma experiência completa de hospitalidade, networking, lifestyle e entretenimento, com open bar e open food assinados pelo Bagatelle.

Além da ação de relacionamento, a iniciativa integra a estratégia de expansão internacional da FG Empreendimentos, liderada pelo presidente e cofundador Jean Graciola, fortalecendo a presença da marca em mercados estratégicos e ampliando conexões com clientes, investidores e parceiros globais.

"Acreditamos que o mercado de luxo evoluiu para além do produto. Hoje, as grandes marcas precisam construir conexões verdadeiras, experiências memoráveis e ambientes capazes de gerar pertencimento, emoção e relacionamento genuíno. O luxo contemporâneo está diretamente ligado à capacidade de criar momentos únicos e relevantes. Estar presente em um dos eventos mais importantes do mundo, ao lado de clientes e parceiros, reforça a forma como a FG enxerga o futuro do alto padrão: um mercado cada vez mais global, sofisticado, experiencial e centrado nas pessoas", destaca Jean Graciola, presidente e cofundador da FG Empreendimentos.

Entre os convidados que passaram pelo espaço da FG no GP de Miami estavam:

  • João Silva, apresentador;
  • Tierry, cantor;
  • Júnior Cigano, lutador;
  • Marcela Tranchesi, empresária;
  • Nati Vozza, empresária;
  • Katia Aveiro, empresária;
  • Gabriel David, empresário;
  • Francisco Mattos, diretor-executivo da Fórmula 1 e da MotoGP;
  • Santiago Vieira, CEO do Nosso Camarote;
  • Juan Moraes, relações públicas;
  • Fernando Bento, empresário;
  • Rodrigo Branco, empresário.

Representando a FG Empreendimentos, Alex Brito, diretor comercial; marketing e experiência do cliente; Josiane Waltrick, gerente de marketing; e Eduarda Graciola, embaixadora de customer experience, receberam os convidados ao longo da programação. A lista contou ainda com Maria Fernanda Wiethorn Aliano, CEO da we.arch, estúdio de arquitetura do grupo FG, e Thiago Fernandes, diretor de negócios da Senna Brands.

Segundo Alex Brito, o movimento reflete uma transformação definitiva no comportamento do consumidor de alto padrão. "A jornada de decisão deixou de ser apenas transacional. Hoje ela é emocional, sensorial e imersiva. O cliente busca experiências que traduzam exclusividade, repertório, lifestyle e conexão genuína com marcas que compartilham da mesma visão de mundo. O imóvel passa a ser apenas parte de um ecossistema muito maior de experiências e valor percebido", afirma.

A ação dá continuidade a um movimento iniciado nos últimos anos. Em 2025, cerca de 150 clientes participaram de uma experiência semelhante promovida pela companhia durante a Fórmula 1 em São Paulo. A ativação em Miami também reforça a presença da FG nos Estados Unidos, onde a companhia mantém um escritório de vendas próprio voltado a relacionamento e negócios com investidores internacionais, que já representam uma parcela relevante das vendas da empresa.

"A nossa presença no GP de Miami não representa apenas uma ativação de marca. Ela simboliza uma nova forma de construir valor no mercado imobiliário de luxo, em que experiência, relacionamento, desejo e posicionamento global passam a ser tão importantes quanto o próprio produto. Além dos empreendimentos, estamos construindo uma marca conectada ao cenário internacional do alto padrão e às experiências que definem o novo luxo contemporâneo", finaliza Alex Brito.

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