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Franquias mostram como enfrentar a sazonalidade do varejo

Franquias mostram como enfrentar a sazonalidade do varejo
Franquias mostram como enfrentar a sazonalidade do varejo

Vender sorvete no inverno; comercializar malas de viagem longe das férias: o varejo enfrenta a sazonalidade e é preciso vivência em gestão para que haja lucratividade em negócios que dependem do clima ou de datas muito específicas para garantirem o faturamento de todo o ano.

Melitha Novoa Prado, advogada especializada em franchising, sócia do NPMP Advogados, explica que quem investe em negócios sazonais precisa aprender a geri-los, já que haverá épocas em que o faturamento será maior e outras em que se operará no vermelho. “É necessário equilibrar as contas para ver se vale a pena”, alerta.

E quem não tem qualquer experiência? “Vale a pena investir tempo em procurar uma franquia que lhe ofereça o mais próximo ao que ele precisa para fazer uma boa gestão. Também é importante que o franqueado busque aprimoramento constante, por meio de cursos extras e leitura, afinal, ele ganhará muito com sua própria capacitação”, ensina a advogada.

Quem não tem muita experiência em empreendedorismo pode sentir dificuldade com negócios sazonais, mesmo que eles sejam franquias, porque as compras, em algumas redes, dependem do franqueado. “É fundamental que se ofereça, no segmento de acessórios, por exemplo, curadoria de moda e consultoria para composição de estoque, com os produtos indicados conforme as características do consumidor local”, pondera Shirleine Diniz, Executiva de Expansão da Lebriju, rede com 14 lojas próprias e franqueadas pelo Brasil.

Vender produtos ‘necessários o ano todo’ é uma boa estratégia, especialmente para quem deseja constância no faturamento. A Dr. Shape, rede de franquias de suplementos alimentares e artigos esportivos, com 70 lojas pelo Brasil, também não enfrenta a sazonalidade. A marca acaba de lançar uma microfranquia com investimento de R$ 89,7 mil, ideal para quem quer trabalhar em home office. Trata-se de uma franquia de autoatendimento de totens de venda de suplementos alimentares que podem ser instalados em condomínios residenciais e empresariais, academias, escola, clubes e outras localidades. “Geramos a venda recorrente, o ano todo, e sempre conquistando novos clientes”, explica Felipe Kalaes, sócio-franqueador.

Em Alimentação, fugir da sazonalidade pode ser mais importante do que se imagina. Andreia Freitas, franqueadora da rede Bomdiqueijo, que oferece pães de queijo super recheados, conta que, quando pensou no seu negócio, levou em conta os horários em que a loja ficaria vazia. “Tive a ideia de criar um cardápio que disponibiliza ao cliente verdadeiros sanduíches no pão de queijo, que podem ser pedidos como lanche ou refeição, além do pão de queijo com recheios doces, o pão de queijo tradicional e o pão de queijo sem recheio, mas em algumas versões diferentes”, informa.

Prestação de serviços também é opção

Na prestação de serviços, o setor de Saúde e Beleza se destaca por não sofrer com a sazonalidade. “As pessoas não deixam de se cuidar porque é inverno ou verão e os serviços de Beleza crescem ano a ano”, comenta Helyezer Hasegawa, CEO do grupo Hasegawa, que tem 12 unidades, dentre próprias e franqueadas, das marcas Hasegawa Studio de Beleza (salão de beleza multisserviços); Hasegawa Spa e Hasegawa Barbearia.

Quem concorda com ele é Paulo Silva, franqueador da Barbearia Black Zone, uma rede com 40 barbearias no estado de São Paulo. “Os homens sempre fazem, ao menos, a barba e cortam seus cabelos com regularidade. Essa recorrência mantém o faturamento das lojas com estabilidade”, comenta.

Outra forma de garantir faturamento constante é oferecer aos clientes programas de fidelidade, com descontos na compra de pacotes de serviços. Esse tipo de benefício está cada vez mais presente nas redes de beleza. “Mesmo na pandemia, as clientes permaneceram fiéis ao nosso Clube de Fidelidade, o que nos manteve com faturamento recorrente”, recorda Rômulo Figurelli, CEO da Blow Escova Inteligente.

Por fim, como a dor não tem hora para acontecer, a Doutor Hérnia é uma opção de negócio que não tem qualquer vínculo com a sazonalidade. Especializada em tratamento de hérnia de disco e reabilitação da coluna vertebral, a rede de 270 clínicas distribuídas pelo Brasil, duas no Paraguai e uma nos Estados Unidos atende pacientes o ano todo, faça chuva ou faça sol. “Nosso negócio depende da ação comercial do franqueado, ele precisa fazer parcerias com médicos, divulgar seu negócio localmente, gerir bem a equipe e cuidar da satisfação dos pacientes. Não há preocupação com datas comemorativas ou clima, certamente”, diz Laudelino Risso, sócio-franqueador.

Oportunidades em diversos setores

Abaixo, é possível conferir algumas marcas que atuam no mercado de franchising e estão expandindo para todo o Brasil:

Blow Escova Inteligente – Franquia de salões de beleza especializados em escovar os cabelos, com destaque para as operações de autoatendimento, com investimentos a partir de R$ 295 mil.

Lebriju – Franquia de quiosques e lojas com investimento de R$ 170 mil (quiosque) e R$ 390 mil (loja), incluindo estoque inicial e instalação.

Doutor Hérnia – Microfranquia de clínicas especializadas no tratamento de coluna vertebral com investimento de R$ 150 mil.

Hasegawa Studio de Beleza – Franquia de salões de beleza multisserviços com investimento a partir de R$ 380 mil.

Dr. Shape A marca acaba de lançar uma microfranquia com investimento de R$ 89,7 mil, também com opção de investimento em lojas, a partir de R$ 250 mil.

Bomdiqueijo – Franquia de quiosques e lojas com investimento a partir de R$ 220 mil.

Barbearia Black Zone – Franquia de barbearias com investimento de R$ 150 mil.

Unhas Club – Microfranquia de tratamento e embelezamento de unhas para todas as necessidades femininas e masculinas, com investimento de R$ 129,5 mil.



Mercado de joias no Brasil deve dobrar faturamento até 2030

Mercado de joias no Brasil deve dobrar faturamento até 2030
Mercado de joias no Brasil deve dobrar faturamento até 2030

O mercado de joias brasileiro vem registrando crescimento contínuo, impulsionado pelas tendências de moda e pela busca dos consumidores por acessórios que complementem o estilo pessoal. Nos últimos anos, esse segmento se consolidou como um dos mais promissores da economia criativa nacional, atraindo desde consumidores de alto poder aquisitivo até jovens interessados em peças modernas e acessíveis.

Um levantamento da Mordor Intelligence aponta que o mercado de joias no Brasil alcançou US$ 3,59 bilhões até o final de 2024, com potencial para atingir US$ 5,34 bilhões em 2029. A taxa média de crescimento anual estimada é de 8,31% nos próximos cinco anos, reforçando o papel estratégico do país nesse segmento.

Anéis lideram as vendas, com participação de 33,8% no mercado, mas há expectativa de crescimento para brincos e pulseiras, com taxa anual de 4,5%. O Google Ads registrou aumento de 30% na procura por joias permanentes em 2023, além de crescimento expressivo nas buscas por brincos planos (+63%) e joias à prova d’água (+33%).

O perfil do consumidor brasileiro de joias

As mulheres continuam sendo as principais consumidoras. Dados da Bain revelam que 52% dos acessos às plataformas de artigos de luxo são feitos por elas. O estudo ainda mostra que, embora 75% do poder aquisitivo esteja nas mãos de mulheres acima de 50 anos, jovens de até 35 anos já representam 49% dos gastos nesse mercado.

Esse novo perfil exige estratégias diferenciadas. Samara Luz, especialista em marketing do ecommerce Fábrica do Ouro, explica que Millennials e a Geração Z têm preferência por compras digitais, valorizando joias personalizadas, peças mais sofisticadas e designs mais sustentáveis.

“O consumo de peças personalizadas ganhou destaque. Cada vez mais clientes buscam acessórios únicos, criados sob medida. Outro fator que impulsiona o mercado é a procura por peças com pedras preciosas, tendência já adotada por grandes marcas globais”, afirma Samara.

Expansão das joias sustentáveis

A sustentabilidade também influencia o mercado de joias. Peças produzidas com matérias-primas recicladas ou certificadas, associadas a embalagens ecoeficientes, estão em alta. Segundo Samara, zircônias, rubis e diamantes são as grandes tendências do momento, demonstrando a preocupação dos consumidores com a sustentabilidade.

Joias masculinas em evidência

Embora ainda representem uma fatia menor, as joias voltadas ao público masculino já correspondem a 10% das ofertas das joalherias no Brasil. Esse nicho vem crescendo impulsionado pela mudança cultural no consumo de acessórios.

O mercado de joias no Brasil vive um momento de expansão acelerada, sustentado por mudanças no perfil do consumidor, pelo avanço das vendas online e pela força das novas tendências de moda e sustentabilidade. A expectativa é que o setor dobre seu faturamento até 2030, consolidando o país como um dos principais polos do segmento no mundo. Para acompanhar essa transformação, marcas e joalherias precisam investir em inovação, personalização e experiências digitais capazes de atender às novas gerações de consumidores.



Empresas adotam uniformes corporativos e fortalecem marca

Empresas adotam uniformes corporativos e fortalecem marca
Empresas adotam uniformes corporativos e fortalecem marca

Segundo a matéria desenvolvida pelo Jornal de Brasília, os uniformes corporativos possuem objetivos bem definidos, que vão além de simplesmente vestir os colaboradores de uma empresa, ainda que esse também seja um ponto importante. Eles são como se fossem uma extensão de uma marca, promovendo-a a partir do momento que é utilizada pelos colaboradores, o que contribui para a visibilidade da  identidade visual de uma marca, enquanto reforçam seu profissionalismo, o que, consequentemente, transmite confiança aos clientes.  

A matéria também ressalta o fator de identificação de colaboradores, sobretudo em ambientes de atendimento ao cliente, como forma de facilitar o reconhecimento de quem são os trabalhadores dos estabelecimentos e para tirar dúvidas. Além disso, de acordo com o texto, os uniformes corporativos ajudam a reforçar os valores da marca e sua credibilidade e compromisso com seus clientes e parceiros. 

Além das vantagens práticas, de acordo com o estudo desenvolvido pelo IEMI — Inteligência de Mercado, no ano de 2023, no início da pós-pandemia da covid-19, foram produzidas 190 milhões de toneladas de roupas profissionais no Brasil. O que indica um abrangente uso pelas empresas, fomentando suas utilidades práticas para áreas diferentes. 

Segundo a matéria do PPNews, os uniformes corporativos também oferecem economia para os colaboradores, pois substituem o uso de roupas pessoais e evitam a necessidade de compras de roupas para fins profissionais, enquanto mantêm a coesão da imagem passada pela empresa. 

Conforme levantamento realizado pela redação, por meio do Google Trends, o termo “uniformes” foi pesquisado em todos os estados brasileiros nos últimos 12 meses, com destaque para a região sul, na qual três estados — Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina — representam as principais buscas do Google durante o período levantado.  

Os dados apresentados no Google Trends indicam que o tema é recorrente e, provavelmente, sua busca para fins comerciais também é periódica, o que pode indicar que é um ramo interessante para áreas gráficas, que trabalham com personalização de linha têxtil, incluindo uniformes corporativos. Um exemplo disso é a FuturaIM, gráfica online que vem ampliando sua linha de vestuário e criou uma categoria específica para uniformes corporativos, com diferentes modelagens e materiais. Sobre isso, Willington Bekmer, CEO da FuturaIM, comentou sobre a decisão de desenvolver uma categoria para uniformes corporativos. 

“Os uniformes corporativos são extremamente importantes e como estamos abrangendo a área têxtil, vimos a categoria como uma forma de oferecer qualidade e diversidade para as empresas, buscando o conforto dos trabalhadores”. 

O CEO também falou sobre a escolha dos modelos disponibilizados: 

“Ramos diferentes exigem múltiplas vestimentas, o que não precisa eliminar a personalização e o conforto dos colaboradores no processo. Por isso, nós pensamos em opções para climas e necessidades diferentes, incluindo manga longa e materiais de rápida secagem”.



Ecobag une estilo e sustentabilidade em itens reutilizáveis

Ecobag une estilo e sustentabilidade em itens reutilizáveis
Ecobag une estilo e sustentabilidade em itens reutilizáveis

De acordo com o levantamento produzido pelo Blue Keepers — no ano de 2022, para o Pacto Global da ONU — e divulgado pelo Estadão,  cada brasileiro produz aproximadamente 16 quilos de lixo plástico por ano, o que, considerando a população de 215 milhões de habitantes no país, equivale a uma média de 3,4 milhões de toneladas. 

Além desses dados, o WWF também afirmou que o Brasil era, em 2018, o 4º maior gerador de lixo plástico do mundo. Com isso em mente, a sacola ecobag — geralmente produzida em algodão cru — se torna não só uma opção por gosto pessoal, mas uma forma de mitigar danos ao meio ambiente em usos do cotidiano, como compras de mercado e feiras. A matéria do Estadão ressalta que o uso desse tipo de sacola evita o uso de 12,5 bilhões de sacolas plásticas. 

A sacola ecobag não se torna uma opção apenas por seu aspecto ambiental, ainda que esse fator seja relevante, mas também por vantagens ligadas ao marketing sustentável, descrito pelo Eco DNA, como uma forma das empresas reforçarem suas identidades visuais e também os compromissos com práticas ambientais sustentáveis, o que é valorizado por clientes. 

Esse tipo de sacola também é considerada para a produção de brindes personalizados em eventos e ações sazonais, como forma de atrair consumidores. De acordo com levantamento apontado na matéria do Estadão, que aborda o impacto de brindes personalizados para os clientes, cerca de 81% dos consumidores participantes de uma pesquisa realizada em 2024, afirmaram manter produtos promocionais por um ano. 

Esse percentual reforça o uso de ecobags personalizadas como materiais promocionais por empresas, uma vez que, por permanecer um longo período por grande parte dos consumidores, conforme informado, esse tipo de sacola pode vir a ser uma forma de fixar a marca  responsável pela produção na mente dos clientes por todo o tempo de uso. Vale ressaltar que, se produzido em algodão cru, o item pode ser lavado,  o que mantém a estampa intacta e de fácil visualização por muito mais tempo. 

Conforme levantamento realizado pela redação, por meio do Google Trends, plataforma de análise de buscas do Google, o termo “ecobag” foi pesquisado em todos os estados brasileiros nos últimos 12 meses, o que demonstra que o tema é procurado regularmente, com destaque para a região do Rio de Janeiro na liderança. 

De acordo com o Google Trends, que também oferece alguns dos assuntos relacionados com o termo, que indica buscas semelhantes com “ecobag” e que podem apontar uma pesquisa voltada para compras. Vale ressaltar que “ecobag personalizada” é um dos termos mais pesquisados por meio do Google, destacando que há um direcionamento focado na busca por peças exclusivas. 

Levando em consideração tanto o lado sustentável quanto o uso da ecobag como forma de promoção de marcas, algumas empresas do ramo gráfico têm investido na sua confecção com opções de personalização para cada cliente.  Um exemplo disso é a FuturaIM, uma das maiores gráficas online do país. 

E para abordar esse tema, o CEO da FuturaIM, Willington Bekmer, falou sobre a escolha da marca de produzir esse tipo de sacola: 

“Nós buscamos atender ao máximo as necessidades dos nossos clientes e oferecer a ecobag personalizada ideal não só para aquele que quer promover a sua marca, mas também para quem tem a sustentabilidade como valor imprescindível”. 



Brasileiros valorizam resolução de problemas no trabalho

Brasileiros valorizam resolução de problemas no trabalho
Brasileiros valorizam resolução de problemas no trabalho

A resolução de problemas é a habilidade mais valorizada dos trabalhadores brasileiros no mercado de trabalho, de acordo com a nova pesquisa “Idiomas e Habilidades”, realizada pela Pearson com a Opinion Box. Apontada como prioridade por 63% dos respondentes brasileiros, a capacidade se solucionar problemas é seguida pelas habilidades de comunicação verbal, trabalho em equipe e inteligência emocional, as três apontadas em segundo lugar por 62%. Na sequência, a tomada de decisão e educação financeira foram citadas por 61% como skills importantes. A segunda edição do estudo entrevistou mais de sete mil pessoas no Brasil de 18 a 60 anos, em todas as regiões do país, entre fevereiro e abril deste ano.

As skills menos citadas indicam um gap histórico de desenvolvimento de raciocínio lógico e habilidades STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics) no país, ou seja, habilidades ligadas às carreiras nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. São elas: análise de dados (45%) e habilidades em inteligência artificial, listadas apenas para 38% dos participantes.

“A resolução de problemas como a habilidade mais valorizada pelos profissionais brasileiros reforça uma tendência clara do mercado: o mundo do trabalho exige talentos capazes de agir com autonomia, pensamento crítico e foco em soluções. Ao lado de competências como comunicação, inteligência emocional e tomada de decisão, essa demanda mostra que as chamadas soft skills seguem fundamentais para navegar em um ambiente de trabalho cada vez mais complexo e dinâmico”, afirma Cinthia Nespoli, CEO da Pearson no Brasil.

Habilidades interpessoais

Quando o foco está no desenvolvimento de habilidades interpessoais, a preferência por formações on-line se destaca — citadas por 54% dos respondentes. A interação em redes sociais (33%), cursos presenciais (32%) e a participação em eventos e palestras (também com 32%) aparecem logo depois, refletindo o desejo de combinar a conveniência do digital com troca de experiências. Estratégias como trabalho voluntário (14%), mentoria e coaching (13%) e liderança comunitária (8%) ainda são pouco exploradas como ferramentas de aprimoramento.

“A preferência por cursos on-line como principal forma de desenvolvimento reforça que flexibilidade e acesso continuam sendo fatores decisivos na qualificação profissional”, completa a CEO da Pearson no Brasil, Cinthia Nespoli.

A pesquisa também investigou os meios mais populares de informação e atualização profissional. O Instagram lidera com ampla margem e popularidade no Brasil, sendo utilizado por praticamente 7 em cada 10 entrevistados (66%) para se manterem informados, seguido por blogs, sites de notícias (46%) e televisão (42%). Mais abaixo, foram apontados livros (26%), jornais e revistas impressas ou digitais (24%) como meios de atualização. Plataformas como TikTok (20%), LinkedIn (19%) e X, antigo Twitter (14%) ainda têm adesão menor, apesar do crescimento de conteúdo voltado à carreira nessas redes.

Lacuna na importância e uso do inglês no trabalho

O estudo também revela um descompasso importante no domínio do idioma inglês. Embora 73% dos brasileiros considerem o inglês essencial para o mercado de trabalho, apenas 25% afirmam utilizá-lo no ambiente profissional. Além disso, 28% se sentem pouco confiantes em relação às próprias habilidades no idioma. Ainda assim, mais da metade (57%) acredita que aprender uma nova língua ajuda a melhorar a comunicação de forma geral, o que indica que o aprendizado de idiomas continua sendo visto como um diferencial competitivo.

“Aprender inglês deixou de ser apenas uma vantagem e passou a ser uma estratégia para manter a relevância profissional em um mercado veloz e altamente impactado pela inteligência artificial. A fluência no idioma amplia o desenvolvimento pessoal, fortalece a autoconfiança e abre portas para oportunidades globais. Relatórios de instituições como Banco Mundial e OCDE mostram que países com maiores níveis de proficiência em inglês apresentam indicadores econômicos mais robustos e maior competitividade internacional”, ressalta Cinthia Nespoli, CEO da Pearson no Brasil.

A pesquisa mostrou ainda que 48% dos brasileiros estão constantemente em desenvolvimento para buscar novas habilidades e melhorar suas qualificações no idioma inglês; e 45% afirmam que as habilidades interpessoais impactam positivamente o processo de aprendizagem de um novo idioma.

Na hora de buscar qualificação no idioma inglês, os brasileiros também priorizam a praticidade: os cursos on-line são a principal escolha para 63% dos entrevistados. Em seguida, aparecem os vídeos, e-books e podcasts gratuitos (41%), além de eventos e palestras na área de atuação (29%) e cursos presenciais (28%). Graduação e pós-graduação somam 24%, enquanto o ensino acadêmico mais avançado, como mestrado e doutorado, aparece com apenas 8% das preferências.

Sobre a pesquisa

Realizada com 7.088 pessoas no Brasil e 2.034 no México, a pesquisa “Idiomas e Habilidades” abrangeu todas as regiões brasileiras e os principais centros urbanos mexicanos. A amostra considerou participantes de 18 a mais de 60 anos, das classes sociais AB, C e DE, e refletiu diferentes perfis por gênero, ocupação e setor de atividade. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Ranking das habilidades, segundo os brasileiros

  • 1. Resolução de problemas (63%);
  • 2. Comunicação verbal, trabalho em equipe e inteligência emocional (62%);
  • 3. Tomada de decisão e educação financeira (61%);
  • 4. Pensamento estratégico, organização e atendimento ao cliente (58%);
  • 5. Capacidade de usar tecnologias digitais (56%);
  • 6. Colaboração (55%);
  • 7. Resiliência (55%);
  • 8. Comunicação escrita, habilidades tecnológicas e liderança (54%);
  • 9. Habilidades de apresentação (50%);
  • 10. Análise de dados (45%);
  • 11. Persuasão (43%);
  • 12. Habilidades em IA (38%).



Escovas para tanques garantem higiene no setor agropecuário

Escovas para tanques garantem higiene no setor agropecuário
Escovas para tanques garantem higiene no setor agropecuário

A higiene de tanques e equipamentos no setor agropecuário é fundamental para prevenir contaminações e assegurar a qualidade da produção animal. No Brasil, as normas regulatórias enfatizam a necessidade de limpeza adequada, como está estabelecido na Instrução Normativa nº 77/2018 do Ministério da Agricultura, que exige higienização e manutenção de equipamentos de ordenha conforme recomendações do fabricante.

Segundo Jefferson Weinberger, diretor comercial da Weinberger, “escovas para tanques são projetadas com cerdas resistentes em nylon ou materiais semelhantes, torcidas em arame galvanizado, permitindo a remoção eficiente de resíduos em superfícies internas de tanques. Essas ferramentas são utilizadas em produções de leite e derivados, em que a conformidade com padrões sanitários evita riscos à saúde animal e humana”.

O setor agropecuário brasileiro enfrenta desafios para manter a higiene em equipamentos, especialmente em tanques de armazenamento e mistura usados na pecuária leiteira. Escovas técnicas, com comprimentos e diâmetros variados, facilitam a limpeza sem danificar os materiais dos tanques, contribuindo para a prevenção de bactérias e contaminantes. “A manutenção regular de equipamentos com ferramentas adequadas é essencial para garantir a qualidade do leite e cumprir as regulamentações sanitárias”, afirma Jefferson.

“A utilização de escovas especializadas reduz o risco de contaminações, que podem afetar a produtividade em fazendas leiteiras. Ferramentas duráveis, como as fabricadas com materiais atóxicos, promovem eficiência e longevidade, diminuindo a frequência de substituições. Além disso, práticas de limpeza adequada contribuem para a sustentabilidade, ao minimizar desperdícios e garantir a saúde do rebanho”, reforça o diretor comercial.

Dados indicam que o setor agropecuário continua em expansão, com crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio em 2024, impulsionando a necessidade de ferramentas de higiene confiáveis. A conformidade com normas evita perdas econômicas e sanitárias.

De acordo com Jefferson, “o crescimento do agronegócio brasileiro, aliado às exigências regulatórias, deve manter a demanda por escovas técnicas em alta. Fabricantes nacionais, com expertise em soluções de limpeza, respondem a esse cenário ao oferecer produtos que combinam funcionalidade e segurança. A expectativa é que a adoção de ferramentas especializadas fortaleça a competitividade do setor agropecuário”.



NEEX Congress debate microbiota e rendimento físico

NEEX Congress debate microbiota e rendimento físico
NEEX Congress debate microbiota e rendimento físico

A relação direta entre saúde intestinal e função muscular será um dos destaques do NEEX Congress 2025 – Feira Internacional de Suplementação e Nutrição, que acontece nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A palestra da nutricionista Hayane Leite, no dia 18 de outubro, às 9h10, terá como tema “Eixo Intestino-Músculo: preservando massa magra no déficit calórico”. A especialista vai mostrar como uma microbiota intestinal equilibrada pode impactar no emagrecimento saudável, na recuperação pós-treino e na manutenção da massa magra – pontos centrais para atletas e praticantes de atividade física.

Hayane ressalta ainda que dietas ricas em fibras prebióticas (fibras não digeríveis como inulina, FOS, GOS) e polifenóis (frutas vermelhas, chá verde, cacau) e estratégias anti-inflamatórias (ômega-3) modulam positivamente a microbiota intestinal. “Suplementação de probióticos favorece a manutenção da integridade da barreira intestinal, reduzindo a permeabilidade e a inflamação sistêmica, que é um dos grandes vilões da recuperação muscular. Estudos mostram que atletas que suplementam probióticos têm menos episódios de infecção, o que significa menos interrupções nos treinos”, explica. 

O NEEX 2025 reúne profissionais de nutrição esportiva, medicina do esporte, farmácia clínica, educação física e o varejo especializado. O evento contará com mais de 60 horas de conteúdo em quatro salas simultâneas, além de exposição das principais marcas do setor.

Serviço:

NEEX 2025 – Feira Internacional de Suplementação e Nutrição

Data: 17 e 18 de outubro 

Local: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo

Horário: das 9h às 19h 

 



Fractal indica como atender a ANTT em interoperabilidade no transporte

Fractal indica como atender a ANTT em interoperabilidade no transporte
Fractal indica como atender a ANTT em interoperabilidade no transporte

Com a digitalização da cadeia logística e o avanço da regulação do transporte rodoviário, a interoperabilidade entre sistemas de rastreamento e controle tornou-se um dos principais desafios para empresas do setor. A Fractal, focada em segurança tecnológica aplicada à logística, tem investido no desenvolvimento de soluções compatíveis com as diretrizes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no que diz respeito ao monitoramento e à rastreabilidade de cargas.

Segundo Francisco Mascaro, operations manager da Fractal, o transporte de cargas, especialmente aquelas sujeitas a controle sanitário, fiscal ou regulatório, exige que os dados gerados durante o percurso estejam integrados aos sistemas exigidos pela legislação vigente. “A interoperabilidade garante que diferentes tecnologias conversem entre si e que as informações sejam transmitidas em tempo real, o que é fundamental para cumprir exigências legais e aumentar a visibilidade logística”, afirma.

A Resolução ANTT nº 5.232/2016, que trata da rastreabilidade no transporte rodoviário de cargas, destaca a importância de sistemas confiáveis para fins de fiscalização, segurança e melhoria da infraestrutura logística. A Fractal oferece lacres eletrônicos, sensores integrados, plataformas de monitoramento e soluções personalizadas que se adaptam à estrutura tecnológica dos clientes e aos requisitos da ANTT.

Com foco na rastreabilidade, controle de violação e compliance, a empresa atua junto a transportadoras, embarcadores e operadores logísticos que precisam garantir a integridade da carga e atender aos padrões regulatórios.



Inteligência artificial impulsiona o ramo imobiliário

Inteligência artificial impulsiona o ramo imobiliário
Inteligência artificial impulsiona o ramo imobiliário

A inteligência artificial (IA) consolida-se como uma força transformadora no mercado imobiliário global, deixando de ser uma promessa para se tornar uma ferramenta essencial na otimização de operações e na redefinição da experiência do cliente. Em 2025, a tecnologia não apenas automatiza tarefas, mas também oferece insights estratégicos que impulsionam a eficiência e a personalização em um setor tradicionalmente marcado por processos complexos.

Estudos recentes apontam para um impacto econômico significativo. Uma análise da Morgan Stanley Research indica que a IA tem o potencial de automatizar 37% das tarefas no setor, o que poderia representar até US$ 34 bilhões em ganhos de eficiência operacional até 2030. A pesquisa, que avaliou 162 fundos de investimento imobiliário (REITs) e empresas do setor, destaca que as áreas de gestão, vendas, suporte administrativo e manutenção são as mais propensas a se beneficiarem da automação.

Essa transformação já é visível em aplicações práticas documentadas pela Morgan Stanley Research. Empresas do ramo de autoarmazenamento, por exemplo, relataram que 85% de suas interações com clientes já ocorrem por meios digitais, resultando em uma redução de 30% nas horas de trabalho presenciais. No setor residencial, algumas companhias conseguiram diminuir o quadro de funcionários em 15% desde 2021, ao mesmo tempo em que registraram um aumento na produtividade. Surpreendentemente, a diminuição da presença física de equipes foi acompanhada por um aumento na satisfação tanto dos clientes quanto dos próprios colaboradores.

No Brasil, a percepção é de que a IA atua como uma aliada do profissional, e não como uma substituta. Segundo Aurélio Capua Dallapícula, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 13ª Região (Creci/ES), a tecnologia potencializa as competências dos corretores. “A IA não é uma substituta para o trabalho do corretor, mas sim uma ferramenta que potencializa suas competências e resultados”, afirma. Ferramentas baseadas em IA auxiliam na criação de anúncios mais eficazes, no agendamento de visitas e no acompanhamento de potenciais clientes, liberando os corretores para se concentrarem em atividades que exigem uma abordagem humana, como a negociação e a compreensão das necessidades subjetivas dos clientes.

O horizonte para 2025 inclui inovações como tours virtuais aprimorados com realidade aumentada e análises preditivas que geram recomendações de imóveis altamente personalizadas. Essas tecnologias prometem um mercado mais transparente e eficiente, onde o corretor, munido de dados e insights, se posiciona como um consultor ainda mais qualificado.

Nesse contexto, surgem soluções especializadas que buscam otimizar a jornada do cliente. No Brasil, empresas como a Watrix desenvolvem plataformas de atendimento com inteligência artificial capazes de gerenciar o primeiro contato com leads de forma ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana. “Nenhum lead fica para trás ou é descartado, garantindo que todas as oportunidades sejam aproveitadas”, explica Rodrigo Lucena, fundador da empresa brasileira especializada em IA para o setor imobiliário e profissional com mais de 17 anos de experiência no mercado. Para ele, esse tipo de sistema garante que todos os interessados recebam atenção imediata, independentemente do horário ou do dia, e que o acompanhamento seja feito de forma persistente até que uma visita, ou reunião, seja agendada, momento em que o profissional humano assume a interação.



Uso de dados pode reduzir prêmios e ampliar coberturas, diz Zanini Seguros

Uso de dados pode reduzir prêmios e ampliar coberturas, diz Zanini Seguros
Uso de dados pode reduzir prêmios e ampliar coberturas, diz Zanini Seguros

A digitalização da cadeia logística vem mudando não apenas o transporte de cargas, mas também a forma como os riscos são avaliados e mitigados no setor segurador. Atenta a esse cenário, a Zanini Seguros tem ampliado sua atuação com foco em soluções baseadas em dados para tornar os seguros de transporte mais acessíveis, eficientes e customizados.

“Com a análise em tempo real de informações como rotas, tipo de carga, frequência de sinistros e performance logística, conseguimos oferecer apólices mais ajustadas à realidade de cada cliente”, explica Fanny Sousa, diretora de operações da corretora. Segundo ela, o uso de tecnologia permite identificar padrões de risco, propor coberturas mais adequadas e até negociar prêmios mais competitivos com as seguradoras.

A ZANINI atua com integração a plataformas de rastreamento, sistemas de gerenciamento de risco e relatórios operacionais automatizados. Essa abordagem torna possível a criação de modelos preditivos que ajudam embarcadores e operadores logísticos a tomar decisões mais estratégicas, baseadas em evidências e histórico de desempenho.

Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o setor de seguros registrou crescimento de 12,3% até novembro de 2024, impulsionado por investimentos em tecnologia e inovação para gestão de riscos e personalização de apólices.



Emae vence Leilão de Energia Nova da ANEEL

Emae vence Leilão de Energia Nova da ANEEL
Emae vence Leilão de Energia Nova da ANEEL

A Empresa Metropolitana de Água e Energia (Emae), empresa de geração de energia elétrica sediada em São Paulo, venceu o Leilão de Energia Nova A-5, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O certame, voltado exclusivamente à contratação de novas hidrelétricas com potência de até 50MW, tem como objetivo ampliar a oferta de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN).

A Emae participou do leilão com o projeto da PCH Edgard de Souza, que terá um investimento estimado em mais de R$ 200 milhões. A usina será implantada em Santana de Parnaíba, a partir da estrutura já existente da barragem Edgard de Souza, construída em 1901 para controle de cheias do Rio Tietê.

Embora o Leilão A-5 estabeleça o início do fornecimento de energia para 1º de janeiro de 2030, a expectativa é de que a conclusão da obra seja antecipada, já que o local já dispõe de barragem, reservatório e parte da casa de força. Com isso, a PCH deverá estar pronta em 2028, o que permitirá à Emae disponibilizar sua energia ao mercado livre até o início do atendimento ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O aproveitamento dessa infraestrutura elimina a necessidade de grandes obras civis, como desvios no leito do rio ou construção de novas barragens, tornando o projeto mais sustentável e com menor impacto ambiental. A localização da futura PCH, próxima à Região Metropolitana de São Paulo, também representa um diferencial estratégico.

“Nosso projeto se destacou neste leilão devido ao trabalho das nossas equipes em otimizar investimentos, custos de operação e manutenção, considerando toda expertise interna na operação de usinas hidrelétricas, aliado à proximidade das nossas instalações do maior centro consumidor de energia do país, o que reduz os custos de distribuição. Essa conquista também reforça o papel estratégico da Emae no Sistema Integrado Nacional, ao contribuir para a segurança energética de uma das regiões econômicas mais relevantes do Brasil, incluindo a cidade de São Paulo. Estamos preparados para responder com agilidade às demandas do órgão regulador”, afirma a CEO da Emae, Karla Maciel.

A PCH Edgard de Souza contará com uma potência instalada de 18 MW, suficiente para atender ao consumo energético de uma cidade do porte de São Caetano do Sul (SP), com aproximadamente 65 mil residências. A usina será operada pela Emae, que terá a autorização do projeto por 35 anos.

Sobre a Emae

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) é uma companhia privada que atua no setor de geração de energia elétrica por meio de fonte hídrica para o Sistema Interligado Nacional (SIN), ligado à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Suas usinas e barragens estão localizadas em São Paulo, Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista e Médio Tietê. Comprometida com a transição e segurança energética do país e em diversificar suas fontes de energia, a Emae tem participação na Usina Fotovoltaica Flutuante (UFF Araucária), localizada no reservatório Billing.



MariaDB Adquire SkySQL: Um Salto em DBaaS e IA

A MariaDB plc anunciou hoje que adquiriu a SkySQL Inc., a empresa por trás de uma plataforma de banco de dados como serviço (DBaaS) sem servidor e alimentada por IA. A compra traz de volta o famoso produto DBaaS da SkySQL ao portfólio da MariaDB. A SkySQL foi originalmente desenvolvida pela MariaDB e, desde sua cisão como entidade independente em 2023, ampliou consideravelmente sua oferta de produtos. A aquisição da SkySQL possibilita que a MariaDB atenda às expectativas dos clientes e do mercado em relação a uma maior flexibilidade e alternativas de implantação, englobando inúmeras soluções de nuvem autogerenciadas e totalmente gerenciadas. O MariaDB Cloud englobará a funcionalidade SkySQL, tornando-se uma parte essencial do portfólio de produtos.

“Nossos clientes deixaram evidente que buscam flexibilidade e necessitam de soluções de banco de dados poderosas e confiáveis, independentemente de onde os seus negócios estejam: localmente, na nuvem ou em ambientes híbridos”, afirmou Rohit de Souza, CEO da MariaDB plc. “A aquisição da SkySQL auxilia no avanço dos planos e agrega ainda mais inovação ao MariaDB Cloud. Trata-se de um investimento estratégico em nossos clientes e um passo decisivo para aprimorar nossa capacidade de oferecer uma plataforma de banco de dados abrangente, moderna e de classe mundial, sendo imprescindível para que nossos clientes prosperem e mantenham uma vantagem competitiva.”

De acordo com uma previsão de mercado da IDC, as empresas transferem cada vez mais suas cargas de trabalhos para soluções de banco de dados baseadas na nuvem para obter maior escalabilidade, eficiência de custos e acessibilidade. Esta migração é motivada pela demanda por uma infraestrutura adaptável que possa se ajustar às mudanças nos requisitos de negócios e oferecer suporte a equipes distribuídas (IDC Tech Supplier, “Worldwide Database Management Systems Software Forecast”, 2025–2029, US53032525, junho de 2025). O MariaDB Cloud disponibiliza um banco de dados provisionado, na modalidade de serviço, em todas as três principais plataformas de nuvem pública (AWS, Azure, Google Cloud), além de oferecer um modo sem servidor que permite aos desenvolvedores iniciar a criação de aplicativos nativos da nuvem e voltados para IA de forma imediata e econômica. Além disso, os recursos integrados do IA agente ajudam a transformar como os desenvolvedores interagem com dados operacionais complexos. O MariaDB Cloud possibilitará que os clientes utilizem a MariaDB Enterprise Platform, o produto de maior destaque da empresa, como uma alternativa de nuvem totalmente gerenciada. A MariaDB Enterprise Platform proporciona o máximo em desempenho, segurança de dados, replicação, clustering e alta disponibilidade para cargas de trabalho de produção.

“O nível de sofisticação da SkySQL, desde sua elasticidade incorporada e tecnologia sem servidor avançada até suas funcionalidades de IA agente, é extremamente impressionante”, afirmou Vikas Mathur, diretor de produtos da MariaDB plc. “Com a integração do DBaaS da SkySQL ao portfólio da MariaDB, atendemos imediatamente às expectativas dos nossos clientes e, simultaneamente, estabelecemos uma base sólida para fazer da MariaDB a opção preferencial para a criação de aplicativos GenAI.”

Com a aquisição, toda a equipe da SkySQL se une e se integraàMariaDB, fortalecendo ainda mais as equipes de produto, engenharia, suporte e entrada no mercado da MariaDB ao oferecer experiência adicional em DBaaS.

“Estou imensamente orgulhoso do que formos capazes de construir com a SkySQL em um curto período, um serviço de banco de dados que se adapta sem esforço a cargas de trabalho sem servidor e possibilita aplicativos confiáveis e baseados em IA”, afirmou Jags Ramnarayan, diretor de tecnologia da SkySQL Inc. “Esta aquisição representa uma grande conquista para nossos clientes, que agora se beneficiarão de nossas iniciativas conjuntas e ciclos de inovação mais rápidos e eficazes. Como parte da MariaDB novamente, agora podemos levar esse recurso a clientes do mundo inteiro com maior rapidez e eficácia.”

A aquisição da SkySQL vem na sequência de outra recente aquisição de uma solução de alta disponibilidade, o Galera Cluster, realizada em junho de 2025, e do lançamento de uma nova versão e melhorada da MariaDB Enterprise Platform em janeiro de 2025, que incluiu a introdução da pesquisa vetorial de código aberto. A MariaDB Enterprise Platform foi recentemente premiada como o Melhor Banco de Dados Geral no Prêmio Escolha dos Leitores do DBTA de 2025 e Melhor em IA de Código Aberto no AI TechAwards de 2025. O progresso da MariaDB neste ano segue a transação de aquisição de capital realizada pela K1 Investment Management e após a nomeação de Rohit de Souza como CEO da MariaDB em setembro de 2024.

Comece a usar o MariaDB Cloud hoje mesmo em: mariadb.com/cloud-get-started/.

Recursos adicionais

Sobre a MariaDB

A MariaDB busca eliminar as restrições e a complexidade dos bancos de dados proprietários, permitindo que as empresas reinvistam no que é mais importante: o desenvolvimento rápido de aplicativos inovadores e voltados para o cliente. As empresas podem contar com um único banco de dados completo para todas as suas necessidades, que pode ser implantado em minutos para casos de uso transacional, analítico ou híbrido. Com a confiança de empresas como o Deutsche Bank, DBS Bank, Red Hat, ServiceNow e Samsung, a MariaDB agrega valor ao cliente sem o ônus financeiro de provedores de bancos de dados legados. Para mais informações, visite mariadb.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

pr@mariadb.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Sustentabilidade no agro baliza acesso ao mercado

Sustentabilidade no agro baliza acesso ao mercado
Sustentabilidade no agro baliza acesso ao mercado

Sustentabilidade é um ótimo negócio; do contrário, não é sustentabilidade. A premissa, que atrela a agenda ESG ao retorno financeiro, foi comum às opiniões dos painelistas do evento Pecuária Sustentável: O Brasil que Alimenta e Regenera o Mundo, organizado pela Elanco Saúde Animal e pela KPMO Editora e Comunicação, em agosto, em São Paulo.

O encontro discutiu os rumos da produção de proteína animal em uma economia de baixo carbono com Fernanda Hoe, Diretora-geral da Elanco Brasil; Fábio Barbosa, presidente do Conselho da Natura; Henrique Borges, Diretor de Compras da Danone Brasil; Paulo Planez, Diretor Global de Sustentabilidade da MBRF; Felipe Albuquerque, Head de Sustentabilidade LATAM da Bayer, e Edson Higo, CEO da AYA Earth Partners. A mediação foi de Keila Prado Costa, diretora da KPMO Editora, e Renata Fernandes, gerente de Sustentabilidade da Elanco no Brasil.

O evento marcou também o lançamento do Podcast Protagonistas do Campo, que, ao longo de oito episódios inéditos, curtos e quinzenais, vai dialogar com produtores e profissionais do agronegócio sobre práticas sustentáveis, bem-estar animal e eficiência como consequência para a transição de baixo carbono, visando educar e engajar a cadeia produtiva para promover um impacto positivo no setor. A série estará disponível no Spotify, YouTube, na página Foco Sustentável e nas redes sociais da Elanco Brasil.

Comunicação direcionada

As discussões do evento deixaram claro que o produtor precisa compreender de maneira concreta e experiencial o impacto positivo das iniciativas em sustentabilidade sobre a fazenda, também na perspectiva da rentabilidade. “A compreensão da extensão dos benefícios do cuidado socioambiental para o caixa do produtor passa, primeiramente, pela adoção de uma linguagem e comunicação mais simples e didática sobre o que é uma produção sustentável, como ela se dá e seus efeitos para o negócio”, disse Fernanda Hoe. “O agro é uma audiência diversa, formada por grandes e, sobretudo, médios e pequenos produtores que precisam ser contemplados e incluídos nesse diálogo. O podcast é um exemplo de esforço nesse sentido”, completou Keila Prado.

Estratégias de manejo, como o sistema integrado Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF); parcerias no modelo da inovação aberta; melhoramento genético; o emprego de soluções capazes de mitigar a emissão do gás metano (CH4) proveniente da pecuária; e a crescente preocupação do mercado e do consumidor sobre a procedência da proteína animal que consome foram temas debatidos ao longo do evento.

“A Elanco dialoga sobre sustentabilidade no agronegócio com seus times globais e, a partir daí, percebe-se como o Brasil segue avançado em diferentes contextos de descarbonização, como no uso da energia renovável, no sistema lavoura-pecuária e em aspectos de manejo sanitário”, disse Fernanda. A executiva é a entrevistada do primeiro episódio do Podcast Protagonistas do Campo, falando justamente sobre como iniciativas brasileiras vêm guiando movimentos globais na pecuária.

Para todos os participantes do evento, cada vez mais a sustentabilidade tem se tornado balizadora de acesso ao mercado. A crescente demanda por produtos alinhados ao bem-estar animal e a impactos socioambientais positivos vai, no médio e longo prazo, fechar as portas para quem não tomar essa consciência, em todos os elos da cadeia. “É preciso olhar à frente, acompanhar o comportamento dos consumidores, clientes e investidores”, pontuou Renata Fernandes.

A organização da primeira edição do encontro integra iniciativas da Elanco para o fomento da sustentabilidade atrelada à cadeia de valor do setor e à fazenda.

A Elanco lista abaixo os temas de cada episódio quinzenal do Protagonistas do Campo:

  • O Futuro do Agro Sustentável
  • Tendências Tecnológicas no Agro Sustentável
  • Sustentabilidade no Agro: Estratégia Para Dominar o Mercado
  • Rebanho Produtivo e Sustentável: O Caminho para o Lucro Verde
  • Do Campo ao Mercado Global: Aves e Suínos Sustentáveis na Liderança
  • Alimentação Inovadora: O Segredo para Resultados Sustentáveis no Agro
  • De Frigoríficos a Gigantes Globais: A Sustentabilidade Que Vende Mais
  • Carne Sustentável na Mesa: Escolhas que Transformam o Mundo

Sobre a Elanco

A Elanco Animal Health (NYSE: ELAN) é uma empresa multinacional em saúde animal, dedicada à inovação e ao fornecimento de produtos e serviços para prevenir e tratar doenças em animais de produção e de companhia, agregando valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos-veterinários e da sociedade como um todo. Com 70 anos de tradição no setor, a empresa apoia seus clientes a melhorar a saúde dos animais sob seus cuidados, e, assim, causa um impacto significativo em comunidades locais e globais. A Elanco é movida pela visão de “Alimento e Companheirismo Enriquecendo a Vida” e pelo propósito – Go Beyond for Animals, Customers, Society and Our People (Ir Além por Animais, Clientes, Sociedade e nossos Colaboradores).  

Para informar mais sobre as soluções que oferece ao produtor rural, a Elanco detém o site www.agropecuaria.elanco.com.br e canais em mídias sociais, no Instagram (@elancoagrobr) e no Linkedin (@elancobrasil).

Informações para a imprensa

Elabore Estratégia

Gisele Berto – gisele@elaboreestrategia.com.br – (11) 97016-4446

Luciana Tardioli – luciana@elaboreestrategia.com.br – (11) 97350-6928

Vanessa Costa – vanessa@elaboreestrategia.com.br – (11) 98584-1072



Mostra Mundo Árabe de Cinema acontece até 7 de setembro

Mostra Mundo Árabe de Cinema acontece até 7 de setembro
Mostra Mundo Árabe de Cinema acontece até 7 de setembro

A Mostra Mundo Árabe de Cinema, criada pelo Instituto da Cultura Árabe e realizada em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc São Paulo) e o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB-SP), completa 20 anos em 2025. São duas décadas apresentando ao público brasileiro histórias, contextos e a conjuntura do mundo árabe, em sua diversidade social, política e cultural. As exibições ocorreram no Cinesesc de 13 a 19 de agosto, e no CCBB SP acontecem de 16 de agosto a 7 de setembro. A programação pode ser conferida no site da Mostra.

A abertura, no CineSesc, apresentou o filme “Tudo o que resta de você”, da diretora palestino-americana Cherien Dabis. A cerimônia teve presença da diretora Isabel Fernández, de “Os Construtores de Alhambra”. Esta edição apresenta ao público 18 filmes, com 12 produções inéditas e títulos de edições anteriores da Mostra, que compõem a sessão comemorativa dos 20 anos.

São 22 países, desde o Norte da África até o Oriente Médio e Península Arábica, trazidos para as telas de cinema ao longo desses 20 anos, numa iniciativa que se consolidou no calendário cultural de São Paulo. “É um feito fantástico. Começamos com apenas cinco filmes e um deles era muito emblemático, vinha no momento da criação do Instituto da Cultura Árabe, ‘Selves and Others: a portrait of Edward Said’, o intelectual que inspirou a fundação do ICArabe. Esta produção trouxe para nós uma perspectiva muito importante também da atuação de nosso Instituto, sempre voltado para a cultura, trazendo contribuições intelectuais importantes do mundo, artistas e escritores como Milton Hatoum, entre tantas outras pessoas que contribuíram para que a Mostra chegasse até aqui”, ressalta Soraya Smaili, membro do grupo fundador do Instituto da Cultura Árabe e idealizadora da Mostra.

A realização da Mostra por duas décadas demonstra o interesse do público brasileiro em conhecer mais de perto a realidade dos países árabes. Ao longo dos anos, espectadores do cinema têm se engajado e envolvido, não apenas com os aspectos culturais trazidos pelos filmes, mas também com realidades apresentadas nas telas, como a que vive a Palestina.

Com curadoria de Arthur Jafet, esta edição propõe uma travessia entre o íntimo e o político, entre memórias dispersas e futuros por imaginar. “Em sua 20ª edição, a Mostra Mundo Árabe de Cinema convida o público a atravessar imagens que resistem ao apagamento — e a escutar o que ainda pulsa. Imagens de arquivo, gestos cotidianos e estruturas em ruínas desenham territórios fragmentados, marcados por ausência e permanência. Ao invés de respostas, os filmes oferecem escuta — e fazem do cinema um lugar onde lembrar, resistir e reconstruir tornam-se inseparáveis. Entre espectros, deslocamentos e arquiteturas do visível, o mundo árabe reaparece como linguagem em disputa. O que resta de nós, quando tudo parece ter sido tomado?”, questiona o curador.

Serviço:

20ª Mostra Mundo Árabe de Cinema

Onde: CineSesc – Rua Augusta, 2075, Cerqueira César – São Paulo

Telefone: (11) 3087-0500 | sescsp.org.br/cinesesc

Em cartaz no CineSesc: de 13 a 19 de agosto

Ingressos

Segunda a quinta R$ 24 (inteira); R$ 12 (meia); R$ 8 (credencial plena)

Sexta a domingo e feriados R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia); R$ 10,00 (credencial plena)

Onde: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP | telefone: (11) 4297-0600

Em cartaz no CCBB SP: de 16 de agosto a 7 de setembro

Entrada Gratuita: ingressos disponíveis 1 hora antes de cada sessão na bilheteria do CCBB e em bb.com.br/cultura

Classificação indicativa: de acordo com cada filme

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento: o CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteira do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Transporte público: o CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô

Táxi ou Aplicativo: desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Van: ida e volta gratuitas, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República, das 12h às 21h.



Consórcio bate recorde histórico com 12 mi de participantes

Consórcio bate recorde histórico com 12 mi de participantes
Consórcio bate recorde histórico com 12 mi de participantes

Ao completar sete meses do ano, o sistema de consórcios anotou novos recordes evidenciando confiança e credibilidade do brasileiro no mecanismo. Em julho, o total de consorciados ativos ultrapassou 12,04 milhões, marca inédita nos mais de 62 anos de história da modalidade, de acordo com as estimativas levantadas pela assessoria econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). O crescimento foi de 12,5% sobre os 10,70 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

Na sequência mensal, iniciada há mais de três anos, em janeiro de 2022, o número de participantes assinalava 8,21 milhões. Em julho, passados quarenta e três meses, as quantidades haviam superado consecutivamente todas as marcas anteriores, com exceção da de abril de 2023, quebrando novamente mais um recorde ao atingir 12,04 milhões. O avanço foi de 46,7%.

Também as vendas e os negócios acumulados apontaram recordes, de janeiro a julho. A soma das adesões alcançou 2,88 milhões de cotas, 15,2% acima das 2,50 milhões no mesmo período de 2024. Paralelamente, os negócios, nos mesmos meses, decorrentes das vendas, chegaram a R$ 270 bilhões, 33,9% maior que os R$ 201,65 bilhões anteriores.

A somatória de contemplações nos sete meses foi de 998,10 mil, 1,2% superior às 985,91 mil do mesmo período de 2024. Os créditos concedidos aos consorciados contemplados completaram pouco mais de R$ 67,87 bilhões, 21,4% mais que os R$ 55,89 bilhões do ano passado. 

O tíquete médio de julho foi de R$ 112,52 mil, 43,0% maior que os R$ 78,69 mil, obtidos no mesmo mês de 2024. Trata-se de valor médio considerado ponderadamente os setores de veículos leves, motocicletas, veículos pesados, imóveis, serviços, e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.

Detalhes dos indicadores

Adesões

Na separação setorial, entre as 2,88 milhões de cotas comercializadas e acumuladas nos sete meses, 1,10 milhão foi em veículos leves; 829,97 mil em motocicletas; 695,89 mil em imóveis; 118,37 mil em veículos pesados, 99,47 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 35,15 mil em serviços.

Contemplações

Nos meses de janeiro a julho, os 998,10 mil consorciados contemplados estiveram assim colocados: 432,46 mil de veículos leves; 376,93 mil de motocicletas; 79,57 mil de imóveis; 54,83 mil de veículos pesados; 33,27 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 21,05 mil de serviços.

Participantes ativos

Nos 12,04 milhões de consorciados ativos, cada setor apresentou os seguintes volumes: 5,13 milhões em veículos leves; 3,11 milhões em motocicletas; 2,45 milhões em imóveis; 939,99 mil em veículos pesados; 285,30 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 125,69 mil em serviços.

Tíquete médio de 2021 a 2025

Ao observar o comportamento dos tíquetes médios dos meses de julho nos intervalos dos últimos cinco anos, notou-se aumento nominal de 83,8%. Ao descontar a inflação (IPCA) de 27,07% anotada no período, na relação da diferença de R$ 61,21 mil, em julho de 2021, para R$ 112,52 mil, no mesmo mês de 2025, houve valorização real de 44,7%.

“No primeiro mês do segundo semestre, os indicadores do sistema de consórcios reafirmaram a credibilidade e a confiança no mecanismo que resultaram nos recordes. As razões estão no crescente hábito de planejar as finanças, colocando o consórcio como melhor alternativa para aquisição de bens ou contratação de serviços”, afirma Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

Por entender que o consumidor vem gradativamente aumentando seus conhecimentos sobre educação financeira, Rossi destacou que “ao calcular custos, pesquisar alternativas e assumir responsabilidade para novos compromissos em seus orçamentos, houve maior consolidação da modalidade, resultando, por consequência, em melhores condições da vida financeira pessoal, familiar, profissional ou empresarial.”

A potencial presença dos consórcios na cadeia produtiva

Desde o início da indústria automobilística brasileira na década de 60, quando o mercado financeiro vivia a ausência de linhas de crédito para compra dos primeiros automóveis, a criação do consórcio supriu a necessidade e se desenvolveu como sistema inteligente de autofinanciamento. A alternativa, genuinamente brasileira, abriu um caminho mais simples para o consumidor alcançar os objetivos de aquisição ou troca de automóvel. Nos sete meses de 2025, a potencial presença no setor automotivo esteve em um a cada três veículos leves vendidos no país.

A modalidade tem tido forte presença no segmento de duas rodas. No mesmo período, as contemplações revelaram a potencial aquisição de uma moto a cada três comercializadas no mercado interno.

Outra situação semelhante pode ser constatada nos veículos pesados, cuja nova divisão, a partir de uma recente realidade setorial, aponta aproximadamente 51% para máquinas agrícolas, 41% para caminhões e 8% para outros equipamentos para os setores de transporte rodoviário de carga e implementos rodoviários e agrícolas. Neste setor, o consórcio assinalou uma a cada quatro comercializações de caminhões para ampliação ou renovação de frotas para o setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.

De janeiro a julho, o resumo do consórcio em alguns elos da cadeia produtiva brasileira pode mostrar as potenciais ofertas no mercado por meio das contemplações. O Sistema atingiu 31,8% de eventual presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No setor de motocicletas, houve 30,8% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 26,0% no mês.

No setor imobiliário, durante o primeiro semestre, as contemplações representaram possíveis 24,3% de participação no total de 279,46 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dos consórcios, potencialmente um imóvel a cada quatro comercializados.

 



Seminário FACPCS debate normas contábeis e de sustentabilidade em 17 de setembro

Seminário FACPCS debate normas contábeis e de sustentabilidade em 17 de setembro
Seminário FACPCS debate normas contábeis e de sustentabilidade em 17 de setembro

A Fundação de Apoio aos Comitês de Pronunciamentos Contábeis e de Sustentabilidade (FACPCS) abriu as inscrições para o XXII Seminário Internacional FACPCS, que será realizado em 17 de setembro de 2025, das 8h às 18h, em plataforma digital fechada e com tradução simultânea para espanhol.

O XXII Seminário Internacional FACPCS tem como objetivo proporcionar uma visão prática relacionada com a aplicação das normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS – International Financial Reporting Standards) e dos relatórios de sustentabilidade (ISSB – International Sustainability Standards Board) no Brasil e no mundo, bem como discutir as mudanças mais relevantes que estão em andamento e seus possíveis reflexos.

A programação abordará temas como os impactos da Reforma Tributária nas Demonstrações Contábeis; implantação das Normas Internacionais IFRS S1 e S2; atualizações e impactos nas divulgações; a agenda de Trabalho do IASB e Mudanças Climáticas e os impactos nas Demonstrações Financeiras; normas internacionais de divulgação de informações sobre sustentabilidade no setor público; e a prática da divulgação de informações sobre sustentabilidade nas companhias.

O evento proporcionará créditos nos programas de educação profissional continuada da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Brasil (APIMEC Brasil) – 15 créditos, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) – 6 pontos, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) – 4 créditos, e do Instituto de Certificação Institucional e dos Profissionais de Seguridade Social (ICSS) – 4 pontos.

Programa 

8h Abertura da plataforma

8h30 – Início

– Haroldo Reginaldo Levy Neto, Coordenador-Geral do XXII Seminário Internacional FACPCS

8h35 – Abertura

– Palestrante: Hernan Pablo Casinelli, Presidente do GLENIF

– Palestrante: Sebastian Yoshizato Soares, Presidente do Conselho Curador da FACPCS

– Palestrante: Alexandre Pinheiro dos Santos, Superintendente Geral da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

9h30 – Homenagens

– Edison Arisa, Ex-Presidente da FACPCS e Ex-Coordenador Técnico do CPC

– Guillermo Braunbeck, Ex-Diretor Financeiro da FACPCS e Ex-Vice-Coordenador Técnico do CPC

– João Pedro Nascimento, Ex-Presidente da CVM

9h40 – 1º Painel: Impactos da Reforma Tributária nas Demonstrações Contábeis

– Palestrante: Marcio Rost, Coordenador de Relações Internacionais do CPC

– Debatedor: Mateus Alexandre, Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil

– Debatedora: Tatiana Midori Migiyama, Vice-Presidente da Reforma Tributária da ABRASCA

– Moderador: Alexandre Evaristo Pinto, Diretor Financeiro da FACPCS

10h25 – Debates

10h55 – 2º Painel: Implantação das Normas Internacionais IFRS S1 e S2 – Atualizações e Impactos das Divulgações (painel em espanhol)

– Palestrante – Arturo Rodríguez, Manager of Ibero-American Relationships da IFRS Foundation/ISSB

– Palestrante – Jonathan Bravo, Director of Regulatory Affairs da IFRS Foundation/ISSB

– Moderadora: Daniele Soares, Gerente de Audit & Assurance da Deloitte, Membro do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e ESG do IBRACON

11h55 – Debates

12h25 Parada para almoço

13h25 – 3º Painel: IFRS 18/CPC 51 – Demonstrações Contábeis / Agenda de Trabalho do IASB e Mudanças Climáticas – Impactos nas Demonstrações Financeiras

– Palestrante: Tadeu Cendón Ferreira, Board Member do IASB

– Debatedor: Rogério Mota, Coordenador Técnico do CPC e Diretor Técnico do IBRACON

– Debatedor: Bruno Salotti, Vice-Coordenador Técnico do CPC

– Moderador: Aderbal Hoppe, Sócio da TATICCA, Membro do Board da Allinial Global e CEO da Allinial Global Brasil

14h25 – Debates

15h05 – 4º Painel: Normas Internacionais de divulgação de informações sobre sustentabilidade no setor público

– Palestrante: Patrícia Siqueira Varela, Membro do IPSASB e Membro do Comitê Permanente para Contabilidade Aplicada ao Setor Público/Conselho Federal de Contabilidade

– Debatedor: Alex Fabiane Teixeira, Coordenador da Câmara Técnica de Padronização de Procedimentos Contábeis e Fiscais da Secretaria do Tesouro Nacional e Coordenador Operacional do Comitê Permanente para Contabilidade Aplicada ao Setor Público/Conselho Federal de Contabilidade

– Moderadora: Ana Tércia Lopes Rodrigues, Coordenadora de Operações do CPC e Vice-Presidente Técnica do CFC

15h45 – Debates

16h05 – 5º Painel: A Prática da Divulgação de Informações sobre Sustentabilidade nas Companhias

– Palestrante: Alexsandro Tavares, Gerente Sênior de Controladoria e Controles Internos da Lojas Renner

– Debatedor: Eduardo Flores, Coordenador Técnico do CBPS e Membro do CPC

– Debatedora: Maria Paula Cantusio, Chefe de Análise ESG e Temáticos do Santander e Membro da Comissão de Valuation Setorial com ESG da APIMEC Brasil

– Moderador: Maurício Colombari, Sócio-líder de Sustentabilidade da PwC Brasil

17h05 – Debates

17h30 – Encerramento

– Silvio Takahashi, Presidente da FACPCS

– Haroldo Reginaldo Levy Neto, Coordenador-Geral do XXII Seminário Internacional FACPCS

18h – Término

O XXII Seminário Internacional FACPCS – Normas Internacionais de Contabilidade e Sustentabilidade é uma realização do CBPS, CPC, ABRASCA, ABRAPP, AMEC, APIMEC Brasil, B3, CFC, FIPECAFI, e IBRACON.

Além do apoio institucional das seguintes entidades: ABEL, ABRACICON, ABRACONEE, ANCEP, ANCORD, ANEFAC, ANPCONT; CBARI, CORECON-SP, CRA-SP, FEA-RP/USP, FUNDACE, IBGC, IBRI, IIA, SESCON-SP, SINDICONT-Rio, e SINDCONT-SP.

O evento é organizado pela FACPCS.

São coordenadores do XXII Seminário Internacional FACPCS: Alexandre Evaristo Pinto, Ana Tércia Lopes Rodrigues, Carl Douglas, Cibele Deis, Eduardo Flores, Haroldo Reginaldo Levy Neto, Leandro Ardito, Márcio Rost, Rogério Mota, Sílvio Takahashi e Zulmir Breda.

O XXII Seminário Internacional FACPCS já conta com Patrocínio Master da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), da Deloitte, da Itaúsa, da KPMG, da PwC, da SMS e da TATICCA; Patrocínio Sênior da Iochpe-Maxion e da Suzano; além do Patrocínio Pleno da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP); da Luz Publicidade e da Moore. O evento tem suporte da SB Eventos e apoio de divulgação do Portal Acionista e da Revista RI.

Para mais informações sobre o XXII Seminário Internacional FACPCS, basta acessar: http://www.eventos.facpcs.org.br/home/XXIISeminarioFACPCS



Brasil ultrapassa 800 mil inversores solares instalados

Brasil ultrapassa 800 mil inversores solares instalados
Brasil ultrapassa 800 mil inversores solares instalados

Até o momento, o Brasil registrou a instalação de 811.381 inversores solares. Os números são provenientes de um levantamento interno realizado pela Hoff Analytics, que monitora o mercado de geração distribuída com base em sua própria base proprietária de dados. A partir desta sondagem, foi observado que a região Sudeste concentra mais de 288 mil instalações. Além disso, também foi notado um avanço na região nordeste.

Segundo a Hoff, o monitoramento feito até aqui revela uma trajetória notável de crescimento da energia solar, que vem se consolidando como uma alternativa estratégica na matriz energética brasileira. Para Wesley Bichoff, fundador da Hoff Analytics, o levantamento interno só foi possível de ser viabilizado por conta da tecnologia desenvolvida pela empresa a partir da demanda de um cliente do setor fotovoltaico. “Hoje, não há outra ferramenta que capte com tanta precisão e agilidade esses dados. As informações que levantamos internamente foram mapeadas em poucos minutos, graças à força da inteligência de dados”, afirma.

Ele ainda destaca que o estudo também revela oportunidades em regiões historicamente menos exploradas. “Com os dados disponíveis até agora, o Nordeste, por exemplo, registrou 191.017 inversores instalados, posicionando-se como uma das áreas com grande potencial de crescimento”, observa.

A Hoff Analytics busca acompanhar de perto os movimentos do setor no segundo semestre e projeta que o ritmo de adesão à energia solar deve se manter elevado, impulsionado por políticas de incentivo, redução de custos tecnológicos e maior conscientização dos consumidores.



Andersen Global expande presença no Paquistão com a Bridge Factor

a Andersen Global adiciona recursos de consultoria em transações na Ásia Central por meio de um acordo de colaboração com a Bridge Factor, com sede no Paquistão.

A Bridge Factor é uma empresa de consultoria financeira especializada em captação de recursos, fusões e aquisições, financiamento de projetos, reestruturação e avaliação. Com mais de duas décadas de atuação, a experiência da empresa abrange os setores de energia e energia sustentável, bancos e finanças, infraestrutura, telecomunicações, transporte e manufatura, atendendo a uma base de clientes composta por investidores, multinacionais e entidades governamentais no Paquistão, Oriente Médio, Europa e Ásia.

“Com propósito e precisão, entregamos resultados claros e acionáveis em ambientes financeiros complexos”, afirmou Akbar Bilgrami, CEO da Bridge Factor. “Nossa equipe construiu uma reputação de excelência ao orientar clientes em algumas das transações financeiras mais desafiadoras e transformadoras. A colaboração com a Andersen Global é um marco importante em nossa trajetória, pois amplia nosso alcance e fortalece nossa capacidade de apoiar clientes em situações de alto risco.”

“Expandir nossas capacidades transacionais é uma prioridade enquanto seguimos construindo uma plataforma verdadeiramente integrada, capaz de oferecer os melhores serviços de consultoria a clientes em todas as partes do mundo”, afirmou Mark L. Vorsatz, presidente global e CEO da Andersen. “A Bridge Factor agrega profunda experiência, disciplina e relacionamentos estratégicos no mercado – elementos essenciais para navegar pelos complexos cenários financeiros da região. Seu histórico excepcional na execução de contratos de finanças corporativas de alto valor, aliadoàexpertise setorial, fortalece nossa capacidade de entregar soluções estratégicas aos clientes.”

A Andersen Global é uma associação internacional de escritórios de advocacia independentes, legalmente separados, que reúne profissionais das áreas tributária, jurídica e de avaliação de empresas em todo o mundo. Fundada em 2013 pela Andersen Tax LLC, sua empresa americana associada, a Andersen Global conta hoje com mais de 20.000 profissionais em mais de 500 localidades através de seus escritórios associados e colaboradores.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:
Megan Tsuei

Andersen Global

415-764-2700

Fonte: BUSINESS WIRE



Brasiline será patrocinadora Platinum do Mind The Sec 2025

Brasiline será patrocinadora Platinum do Mind The Sec 2025
Brasiline será patrocinadora Platinum do Mind The Sec 2025

A Brasiline Tecnologia confirmou sua participação como patrocinadora Platinum no Mind The Sec 2025, um dos maiores eventos de segurança da informação da América Latina. A iniciativa marca um movimento estratégico da empresa para ampliar sua atuação no setor, fortalecer sua marca e apresentar soluções voltadas à proteção dos ecossistemas digitais.

Segundo Luiz Henrique Silveira, diretor de tecnologia da Brasiline, a decisão de investir na participação em um evento de grande porte está alinhada ao posicionamento da empresa como agente ativo na transformação digital segura.

“Acreditamos que este evento é um ambiente estratégico para apresentar nossas soluções e reforçar nosso compromisso com a proteção de dados, além de uma oportunidade para a troca de conhecimento e aproximação com decisores de alto nível”, afirma.

A participação da Brasiline ocorre em um momento de expansão acelerada do mercado nacional de cibersegurança. De acordo com uma pesquisa recente da Fortinet, divulgada pelo Canaltech, o Brasil registrou 315 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos apenas no primeiro semestre de 2025, o que representa mais de 80% do total de ataques na América Latina. Já um relatório da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom), noticiado pela Febraban Tech, projeta que o setor deve movimentar cerca de R$ 104,6 bilhões até 2028.

Para Silveira, esses números refletem a urgência de investimentos em soluções robustas e inovadoras. “O Brasil vive um crescimento acelerado da demanda por soluções de segurança, impulsionado pela transformação digital e pela sofisticação das ameaças. A Brasiline investe em inovação, parcerias estratégicas e qualificação do time com objetivo de estar sempre à frente dessas mudanças”, explica.

Durante o evento, a empresa pretende gerar novas parcerias, apresentar inovações e compartilhar sua visão sobre o futuro da cibersegurança no Brasil e na América Latina. Entre as soluções que serão apresentadas está o Mantis, ferramenta desenvolvida em parceria com a Safelabs e que utiliza inteligência e automação para detecção e resposta a ameaças.

“Essa participação tem como principal objetivo nos posicionar como referência e parceira confiável no setor, além de reforçar nosso papel como empresa preparada para os desafios atuais e futuros”, destaca Silveira.

Ele também ressalta a importância de compartilhar o espaço com outras grandes empresas do mercado em um ambiente que fomenta networking, conteúdo técnico e tendências globais. “Estar ao lado de grandes players nos permite trocar experiências, criar sinergias e estar na linha de frente das discussões que moldam o futuro da segurança digital.”

O Mind The Sec é reconhecido por reunir especialistas, líderes empresariais e representantes de organizações públicas e privadas para debater os principais desafios e avanços da cibersegurança. Para a edição de 2025, a expectativa é que temas como defesa contra ameaças avançadas, segurança em ambientes híbridos e multinuvem, identidade digital, inteligência artificial (IA) aplicada à proteção de dados e resiliência cibernética dominem os debates.

De acordo com o diretor de tecnologia da Brasiline, a presença no evento também tem como premissa reafirmar o compromisso da empresa com a construção de um ambiente digital mais seguro e resiliente.

“Estar no Mind The Sec 2025 reforça que a segurança não é apenas um serviço que oferecemos, é parte do nosso DNA e da nossa missão de proteger organizações contra riscos cada vez mais complexos”, conclui Silveira.

Para saber mais, basta acessar: brasiline.com.br



Certificados digitais ganham força no comércio exterior

Certificados digitais ganham força no comércio exterior
Certificados digitais ganham força no comércio exterior

O avanço da digitalização nos processos de comércio exterior tem exigido das empresas brasileiras uma atenção cada vez maior à gestão de certificados digitais. Em um cenário marcado por exigências legais rigorosas e operações sensíveis, o controle eficiente desses certificados tornou-se um fator estratégico para garantir segurança jurídica, continuidade operacional e conformidade com órgãos públicos e parceiros internacionais.

De acordo com um relatório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Brasil alcançou um recorde de US$ 301,65 bilhões na corrente de comércio exterior no primeiro semestre de 2025. O resultado, impulsionado pelo fortalecimento de mercados estratégicos, representa o melhor desempenho desde 2022 e reforça a relevância do setor para a economia nacional. Com o crescimento das exportações, aumentam também os desafios operacionais enfrentados pelas empresas que atuam nesse segmento, especialmente no que diz respeito ao uso e controle de credenciais eletrônicas.

Esses documentos são utilizados diariamente em processos críticos, como o acesso ao Portal Único Siscomex, assinatura da Declaração Única de Exportação (DUE) e da Declaração Única de Importação (DUIMP), peticionamentos eletrônicos junto à Receita Federal, ANVISA e MAPA, além da assinatura de contratos e documentos em transações internacionais, incluindo operações de câmbio. Também são empregados em protocolos estaduais, como os da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), para emissão de documentos fiscais eletrônicos relacionados à movimentação de mercadorias.

Apesar da importância desses procedimentos, o especialista José Luiz Vendramini, sales account manager da Redtrust na América Latina, afirma que muitas empresas ainda operam com certificados armazenados localmente nas máquinas dos colaboradores. Segundo ele, esse modelo descentralizado pode dificultar o gerenciamento, aumentar a dependência operacional e expor os processos a falhas humanas, ausências e extravios. “O grande desafio está no controle eficiente desses certificados. A falta de gestão centralizada compromete a segurança jurídica da empresa e pode gerar prejuízos diretos”.

A ausência de uma solução estruturada para o gerenciamento dos certificados digitais também pode acarretar riscos operacionais e jurídicos relevantes. Entre eles, o gerente de contas destaca o uso indevido ou não autorizado dos certificados, a falta de rastreabilidade das assinaturas eletrônicas, o risco de vencimento por falta de acompanhamento e a responsabilização da empresa em casos de fraude ou assinaturas indevidas. “Como o certificado digital tem o mesmo peso legal de uma assinatura física, qualquer falha no controle pode comprometer os responsáveis legais, a companhia, a validade jurídica dos documentos e paralisar operações essenciais”, explica.

Para mitigar esses riscos, empresas têm buscado soluções tecnológicas que permitam a centralização e o controle granular das assinaturas digitais. A Redtrust, por exemplo, oferece uma plataforma que permite que apenas usuários autorizados acessem os documentos, com registros auditáveis de cada uso e alertas automáticos sobre vencimentos iminentes. “Isso garante conformidade com normas técnicas e exigências legais, além de permitir que as empresas sigam suas rotinas com mais segurança e previsibilidade”, destaca o executivo.

No setor de comércio exterior, funcionalidades específicas têm se mostrado especialmente relevantes. A centralização dos certificados em um repositório seguro elimina a necessidade de instalação local, facilitando o acesso remoto por filiais ou equipes externas. O controle de permissões personalizado permite que a empresa defina quem pode utilizar cada certificado, em quais momentos e para quais finalidades.

Além disso, a gestão remota e segura possibilita que colaboradores em home office ou outras unidades utilizem os certificados com segurança, desde que autorizados. “A auditoria detalhada e os relatórios de uso ajudam a acompanhar o histórico completo de utilização, enquanto os alertas automáticos evitam vencimentos e acessos indevidos”, afirma Vendramini.

Essas funcionalidades contribuem diretamente para a agilidade nos registros aduaneiros, redução de riscos operacionais e eficiência na gestão do ciclo de vida dos certificados digitais. Em um ambiente regulatório complexo e dinâmico, como o do comércio exterior, esses fatores podem ser determinantes para o sucesso das operações.

Apesar dos avanços, o gerente de contas da Redtrust afirma que o nível de maturidade digital das empresas brasileiras ainda varia significativamente. “Percebemos uma evolução importante, especialmente em grandes empresas e grupos multinacionais. Contudo, muitas companhias de médio porte ainda mantêm modelos tradicionais de controle, como certificados instalados localmente e ausência de ferramentas de auditoria”.

“A tendência é que cada vez mais empresas busquem soluções modernas, seguras e padronizadas para garantir a continuidade operacional e reduzir riscos legais”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://redtrust.com/pt-br/



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