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Congresso Americano da FIA 2025: Inovação e Mobilidade no Paraguai

A Fédération Internationale de l’Automobile (FIA), órgão regulador internacional do automobilismo e federação de organizações de mobilidade a nível mundial, inaugurou hoje oficialmente o Congresso Americano da FIA 2025 no Paraguai.

Este comunicado de imprensa inclui multimídia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250825721066/pt/

FIA President, Mohammed Ben Sulayem, shakes hands with President of the Republic of Paraguay, Santiago Peña.

O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, cumprimenta o Presidente da República do Paraguai, Santiago Peña.

Realizado em Assunção e aberto pelo presidente Santiago Peña e pelo presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, o congresso é um evento emblemático no calendário internacional de mobilidade e automobilismo, reunindo delegados de 33 países das Américas e organizado pelo Touring y Automóvil Club Paraguayo (TACPy).

O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, disse: “O Congresso Americano é a personificação do que a FIA representa: uma federação mundial conectada, líder no automobilismo e na mobilidade. Estamos elevando e inovando em nossos setores, bem como reunindo uma comunidade apaixonada para compartilhar conhecimento e ideias.”

“Aqui no Paraguai, e em todas as Américas, a mobilidade e o automobilismo estão evoluindo com rapidez. Grandes projetos de infraestrutura estão conectando regiões e impulsionando o comércio, e esta semana define um marco histórico para o automobilismo sul-americano com a incorporação do Rally do Paraguai no calendário da FIA WRC pela primeira vez.”

“Gostaria de expressar meus sinceros agradecimentos ao Presidente da República do Paraguai, Sr. Santiago Peña, por se unir a nós nesta ocasião especial, a nossos anfitriões, o Touring y Automóvil Club Paraguayo, eàcidade de Assunção, por sua calorosa hospitalidade.”

O presidente paraguaio, Santiago Peña, disse:“Não somos mais o tesouro mais bem escondido do continente, mas um gigante que ressurge com força total: um povo orgulhoso de suas raízes, de sua história heroica e convencido de seu inevitável futuro de grandeza.”

“Nos próximos dias, você poderá vivenciar a lendária hospitalidade do Paraguai, um país cheio de pessoas atenciosas.”

Com duração de três dias, o Congresso irá se concentrar em temas-chave, como segurança e educação no trânsito, inovação em mobilidade e tecnologia automotiva, além do crescimento contínuo do automobilismo na região. O congresso irá preceder o primeiro Rally do Paraguai da FIA WRC, que irá contar com a presença dos presidentes Peña e Ben Sulayem, da FIA, em Itapúa.

Sobre a Fédération Internationale de l’Automobile

A Fédération Internationale de l’Automobile (FIA) é o órgão regulador do automobilismo mundial e a federação de organizações de mobilidade em todo o mundo. É uma organização sem fins lucrativos comprometida em impulsionar a inovação e defender a segurança, a sustentabilidade e a igualdade no automobilismo e na mobilidade.

Fundada em 1904, com escritórios em Paris, Londres e Genebra, a FIA reúne 245 organizações-membro em cinco continentes, representando milhões de usuários de vias públicas, profissionais do automobilismo e voluntários. Ela desenvolve e aplica regulamentos para o automobilismo, incluindo sete Campeonatos Mundiais da FIA, a fim de garantir que as competições internacionais sejam seguras e justas a todos.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:
Para consultas de mídia, entre em contato com:

Geri Sherwin, Diretora de Comunicações Presidenciais e de Mobilidade: gsherwin@fia.com

Laure Mercier Roussel, Chefe de Comunicações de Mobilidade: lmercier@fia.com

Omar Sharif, Gerente de Comunicações Esportivas: osharif@fia.com

Fonte: BUSINESS WIRE



SLB OneSubsea obtém contrato de EPC para o projeto Fram Sør da Equinor

A empresa mundial de tecnologia energética SLB (NYSE: SLB) anunciou hoje que sua joint venture OneSubsea™ ganhou um contrato de engenharia, aquisição e construção (EPC) da Equinor para um Sistema de Produção Submarina (SPS) totalmente elétrico de 12 poços no campo Fram Sør, na costa da Noruega.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20250825915236/pt/

SLB OneSubsea will deliver 4 subsea templates and 12 all-electric subsea trees, eliminating the need for hydraulic fluid supplied by the host platform and keeping topside modifications to a minimum.

SLB OneSubsea will deliver 4 subsea templates and 12 all-electric subsea trees, eliminating the need for hydraulic fluid supplied by the host platform and keeping topside modifications to a minimum.

A concessão chega após uma fase colaborativa de um ano de Design de Engenharia Front-End, onde a Equinor e a SLB OneSubsea amadureceram o projeto juntas, culminando no plano de desenvolvimento e na decisão final de investimento (FID). Como parte do escopo da EPC resultante, a SLB OneSubsea fornecerá quatro modelos submarinos e 12 árvores submarinas totalmente elétricas, eliminando a necessidade de fluido hidráulico fornecido pela plataforma hospedeira e mantendo as modificações na parte superior ao mínimo. Essa abordagem oferece uma solução econômica para o projeto, ao mesmo tempo em que mantém espaço na parte superior para projetos de expansão adicionais futuros na área.

“Fram Sør é um projeto inovador para nossa indústria, marcando o primeiro sistema de produção submarina totalmente elétrico em grande escala”, disse Mads Hjelmeland, CEO da SLB OneSubsea. “As soluções submarinas totalmente elétricas não apenas reduzem significativamente as necessidades da parte superior para tornar possíveis tiebacks em grande escala, como o desenvolvimento Fram Sør, mas também são a solução para desbloquear mais recursos marginais por meio de sua pegada reduzida e operações simplificadas.”

O projeto será desenvolvido como uma conexão submarinaàplataforma hospedeira Troll C no mar do Norte, contribuindo para a segurança do fornecimento de energia da plataforma continental norueguesa (NCS) para a Europa. Beneficiando-se de uma hospedeira alimentada pela costa norueguesa, a produção de Fram Sør terá emissões muito baixas.

O contrato está sujeitoàaprovação regulatória do plano de desenvolvimento e operações (PDO).

Sobre a SLB

A SLB (NYSE: SLB) é uma empresa mundial de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença internacional em mais de 100 países e funcionários representando quase o dobro de nacionalidades, trabalhamos todos os dias para inovar na área de petróleo e gás, entregando tecnologia digital em escala, descarbonizando indústrias e desenvolvendo e escalonando novos sistemas de energia que aceleram a transição energética. Saiba mais em slb.com.

Sobre a SLB OneSubsea

A SLB OneSubsea está impulsionando a nova era submarina ao aproveitar a inovação digital e tecnológica para otimizar a produção de petróleo e gás de nossos clientes, descarbonizar as operações submarinas e liberar o grande potencial das soluções submarinas para acelerar a transição energética. A OneSubsea é uma joint venture com apoio da SLB, Aker Solutions e Subsea7, com sedes em Oslo e Houston, e 10.000 funcionários ao redor do mundo. Saiba mais em onesubsea.com.

Declaração de Precauções sobre Declarações Prospectivas

Este comunicadoàimprensa contém “declarações prospectivas” conforme o significado das leis federais de valores mobiliários dos EUA, ou seja, declarações sobre o futuro, não sobre eventos passados. Em geral, estas declarações contêm palavras como “esperar”, “é possível”, “pode”, “estimar”, “pretender”, “antecipar”, “irá”, “potencial”, “projetado” e outras palavras semelhantes. Declarações prospectivas abordam assuntos que são, em diversos graus, incertos, como previsões ou expectativas quantoàimplantação ou benefícios previstos de novas tecnologias e parcerias da SLB; declarações sobre metas, planos e projeções quantoàsustentabilidade e questões ambientais; previsões ou expectativas quantoàtransição energética e às mudanças climáticas mundiais; bem como melhorias nos procedimentos operacionais e na tecnologia. Estas declarações estão sujeitas a riscos e incertezas, incluindo, mas não se limitando,àincapacidade de alcançar metas de emissões líquidas de carbono negativas;àincapacidade de reconhecer os benefícios pretendidos das estratégias, iniciativas ou parcerias da SLB, iniciativas legislativas e regulamentares que abordam preocupações ambientais, incluindo iniciativas que abordam o impacto das alterações climáticas mundiais; o momento ou recebimento de aprovações e licenças regulatórias; e outros riscos e incertezas detalhados nos Formulários 10-K, 10-Q e 8-K mais recentes da SLB apresentados ou fornecidosàComissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC). Se um ou mais destes ou outros riscos ou incertezas se materializarem (ou as consequências de tal desenvolvimento mudarem), ou caso as suposições subjacentes se revelem incorretas, os resultados reais poderão variar materialmente daqueles refletidos em nossas declarações prospectivas. As declarações prospectivas são válidas apenas na data deste comunicadoàimprensa, sendo que a SLB se isenta de qualquer intenção ou obrigação de atualizar publicamente ou revisar tais declarações, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outro modo.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:
Imprensa

Josh Byerly – vice-presidente sênior de Comunicação Global

Moira Duff – diretora de Comunicação Externa

SLB

Tel.: +1 (713) 375-3407

media@slb.com

Investidores

James R. McDonald – vice-presidente sênior de Relações com Investidores e Assuntos da Indústria

Joy V. Domingo – diretora de Relações com Investidores

SLB

Tel.: +1 (713) 375-3535

investor-relations@slb.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Pejotização: blog se torna negócio ensinando a “virar PJ”

Pejotização: blog se torna negócio ensinando a "virar PJ"
Pejotização: blog se torna negócio ensinando a "virar PJ"

Criado em 2015 pelo profissional de TI André Aranha, o blog Contrato PJ nasceu com o propósito de esclarecer — em linguagem acessível e sem jargões contábeis — o que significa trabalhar como pessoa jurídica (PJ). A iniciativa foi inspirada em setores como tecnologia, consultoria, marketing e saúde, onde a pejotização é comum. Em uma década, o blog virou um negócio contábil milionário.

Desde o início, o conteúdo do blog foi planejado com técnicas de otimização para mecanismos de busca (SEO), aproveitando o conhecimento técnico do próprio autor. A estratégia atraiu um público crescente de profissionais interessados no tema: já são mais de 2 milhões de acessos acumulados, a maioria oriunda de tráfego orgânico (buscas espontâneas na internet), segundo o idealizador.

O conteúdo preza pela linguagem prática e objetiva, focada nas dúvidas mais recorrentes de quem recebe uma proposta de trabalho como PJ. Entre os materiais mais acessados estão uma “Calculadora CLT x PJ”, com mais de 150 mil downloads, e a FAQ do blog com respostas diretas a perguntas sobre férias, INSS, 13º, impostos, atestados e rescisão — sempre com base na observação do funcionamento real do mercado.

Além do site, o trabalho se expandiu para outras plataformas, como YouTube e Instagram, onde mantém milhares de seguidores. Os vídeos e postagens abordam o cotidiano dos profissionais de áreas pejotizadas e ampliam o alcance das informações.

Fora das mídias digitais, nasceu também a Contrato PJ Serviços, empresa contábil especializada em profissionais assalariados com CNPJ. A contabilidade é gerida por Tarcísio Miranda, contador há 25 anos, e atualmente atende mais de 7 mil profissionais PJ, que prestam serviços para empresas no Brasil e no exterior. A expectativa da empresa é encerrar 2025 com faturamento anual de R$ 1 milhão, considerando exclusivamente a demanda gerada pelo trabalho de conteúdo.

Apesar do crescimento, o foco da iniciativa permanece o mesmo desde o início: ajudar profissionais a tomarem decisões mais conscientes. Nas palavras de André Aranha: “Nosso objetivo nunca foi convencer ninguém a aceitar ou rejeitar uma vaga PJ. O que queremos é que cada profissional entenda o que está sendo proposto, compare com clareza e tome a decisão que fizer mais sentido na sua situação específica”.

Atualmente, o criador do Contrato PJ divide seu foco entre o emprego como gerente de projetos num banco e acompanhar as discussões sobre a Reforma Tributária, visando estar pronto para orientar os profissionais PJ sobre os impactos e adaptações necessárias no novo cenário.



PEC 66 propõe mudança no cálculo dos precatórios

PEC 66 propõe mudança no cálculo dos precatórios
PEC 66 propõe mudança no cálculo dos precatórios

Está em tramitação no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2023, que prevê mudanças significativas na forma de correção dos precatórios – dívidas judiciais reconhecidas pelo poder público. Atualmente, esses débitos são corrigidos pela taxa Selic. A PEC propõe que o índice seja alterado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acrescido de 2% ao ano.

O sócio gestor da Sonar Precatórios, Ricardo Ribeiro, destaca que a mudança, defendida por parte do governo como uma forma de “dar mais previsibilidade e sustentabilidade fiscal”, é vista por especialistas e credores como uma medida que desvaloriza o montante a ser recebido. “Isso porque a Selic, nos últimos anos, tem se mantido acima da inflação, o que garante uma maior atualização dos valores. Já o IPCA+2% tende a ser menos vantajoso para quem tem precatórios a receber”, afirma.

Ele destaca também que outra crítica diz respeito ao impacto nos direitos dos credores, que já enfrentam longas filas e atrasos no pagamento. A troca do índice pode representar, na prática, uma perda significativa no valor real das dívidas reconhecidas judicialmente. “A substituição da Selic por IPCA+2% reduz a correção dos valores a receber, o que representa uma desvalorização do crédito do cidadão perante o Estado. A proposta pode parecer técnica, mas na prática significa que quem já esperou anos por um precatório poderá receber menos do que tem direito”, ressalta.

A PEC 66 já foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora está em análise no Senado. Se aprovada sem alterações, seguirá para promulgação.



Hospital Ipiranga Mogi celebra 63 anos de existência

Hospital Ipiranga Mogi celebra 63 anos de existência
Hospital Ipiranga Mogi celebra 63 anos de existência

Oficialmente inaugurado em 13 de agosto de 1962, o Hospital Ipiranga, em Mogi das Cruzes (SP), completa 63 anos. Para marcar a data, foi realizada uma apresentação musical com a Banda da Polícia Militar para os profissionais da área da saúde e para os pacientes presentes na unidade.

Com um repertório dos clássicos da música brasileira, trilhas instrumentais e canções populares, a iniciativa reforçou o papel da música como ferramenta de acolhimento aos pacientes e colaboradores.

De acordo com a Diretora, Rita de Cássia Cicareli Alfabet, desde o início das atividades, a unidade atende toda a população da cidade e regiões próximas. “A instituição consolida seu papel no atendimento humanizado, assistencial e reforça o seu compromisso com a população”, destaca.

Ao longo das últimas décadas, o Ipiranga Mogi também passou por reformas, ampliou a infraestrutura e os serviços, além de realizar capacitação técnica das equipes. “Essas ações resgatam a assistência e promovem uma adoção de posturas e comportamentos que estimulam a cordialidade entre colaboradores, pacientes e familiares”, explica a médica.



InfinitePay lidera ranking de Open Finance no Brasil

InfinitePay lidera ranking de Open Finance no Brasil
InfinitePay lidera ranking de Open Finance no Brasil

A InfinitePay, plataforma de serviços financeiros da CloudWalk, assumiu a liderança no ranking brasileiro de Open Finance, segundo levantamento trimestral da consultoria Bip. A instituição alcançou 19,5% de todos os consentimentos de compartilhamento de dados de contas de pessoas jurídicas, um crescimento de 97% desde maio, superando bancos e fintechs com bases de clientes PJ maiores.

O Open Finance, vigente no Brasil desde 2020, atingiu em junho 91 milhões de autorizações ativas no país, segundo dados da consultoria Bip.

Tecnologia e impacto“O avanço da InfinitePay no Open Finance está diretamente ligado à sua estratégia de aquisição e uso intensivo dos dados com inteligência artificial para gerar valor aos empreendedores em áreas como crédito e redução de taxas, diz Fabrício Costa, Diretor de Serviços Financeiros da CloudWalk.

“Depois de conversar com nossos clientes, entendemos que dois fatores eram fundamentais para conseguir os seus dados por meio do Open Finance: oferecer benefícios claros e demonstrar segurança e privacidade com as informações compartilhadas”, continua Fabrício.

Lançado há dois anos, o Crédito Inteligente é uma solução que usa um motor de IA que processa mais de 8.000 dados, complementados por dados de Open Finance para definir uma nota de crédito de cada lojista. Com essa análise, ofertas de capital de giro são liberadas em segundos, 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana, com depósito imediato na conta do cliente e flexibilidade para escolher prazos e condições de pagamento. Além disso, nos últimos 12 meses, a InfinitePay mais que dobrou o volume de crédito concedido.

Outro caso é a redução automática de taxas. Com base em IA e dados do Open Finance, a InfinitePay lançou suas tarifas de forma dinâmica, considerando faturamento, sazonalidade, segmento e região, além do histórico do cliente em outras instituições. Desde a implementação, já foram economizados R$ 222 milhões em taxas para clientes, com expectativa de chegar a R$ 396 milhões no próximo ano.

Para Fabrício Costa, a liderança no Open Finance reflete a confiança dos clientes e o impacto da tecnologia no dia a dia dos negócios: “O Open Finance é um pilar da nossa estratégia para ampliar o acesso a serviços financeiros de qualidade no Brasil. A liderança que alcançamos confirma que estamos entregando valor real ao mercado, combinando tecnologia, inteligência artificial e foco no cliente para gerar crescimento sustentável e vantagem competitiva”, afirma.



95% das empresas relatam aumento de receita com IA

95% das empresas relatam aumento de receita com IA
95% das empresas relatam aumento de receita com IA

As empresas brasileiras já estão obtendo resultados concretos, inclusive financeiros, com a adoção de inteligência artificial (IA) e mais da metade das startups já incorporam IA em seus modelos de negócios. Estas são algumas das conclusões do estudo Desbloqueando o potencial da IA no Brasil, encomendado pela Amazon Web Services (AWS) à Strand Partners.

De acordo com a pesquisa, 40% das empresas brasileiras já adotam efetivamente a IA em seus negócios. Entre as adotantes, 95% relatam crescimento de receita, com um aumento médio de 31%, e quase a totalidade delas (96%) diz que já observou melhorias significativas de produtividade.

Os ganhos permitem que as empresas redirecionem seus esforços para aperfeiçoar o atendimento e o relacionamento com o cliente (66%), investir em treinamento de funcionários (59%) e desenvolver novos produtos e serviços (56%).

“O Brasil lidera esta onda de inovação na América Latina. Somente no ano passado, dois milhões de empresas começaram a usar IA — o equivalente a mais de três organizações por minuto, em média”, comenta Cleber Morais, diretor-geral da AWS no Brasil. “A IA está se mostrando mais transformadora que a revolução da nuvem e superando a taxa de adoção de telefones celulares nos anos 2000”.

A pirâmide da adoção da IA

Ao analisar mais profundamente como as empresas estão implementando a IA, o estudo indica que a maioria das organizações brasileiras (62%) está em níveis iniciais de adoção. Os ganhos obtidos são incrementais, refletindo-se, por exemplo, em mais eficiência e na otimização de processos em vez de desenvolvimento de novos produtos ou disrupção de indústrias, o que caracterizaria inovação. No estágio intermediário, integrando a tecnologia em várias funções de negócios, estão 26% das organizações. Somente 12% das empresas brasileiras atingiram o estágio mais transformador de integração da IA, usando a tecnologia para propósitos mais avançados. Essas organizações combinam várias ferramentas ou modelos de IA para executar tarefas complexas e criar sistemas de IA personalizados, o que está transformando suas operações de forma abrangente.

“Essa diferença na curva de adoção é uma das razões pelas quais a AWS desenvolve um portfólio abrangente de serviços de IA, projetado para dar suporte às organizações em cada fase de sua evolução, oferecendo escalabilidade, segurança e gerenciamento eficiente de custos — elementos fundamentais que possibilitam um progresso sustentável e consistente nesta jornada”, comenta Morais.

Na linha de frente da adoção da IA avançada estão as startups que, por seu perfil ágil e inovador, estão começando a construir produtos e modelos de negócios inteiramente novos, que teriam sido impossíveis há apenas alguns anos. Mais da metade das startups diz aproveitar a IA de alguma forma em seus negócios, sendo que 19% usam a IA avançada, à frente da média geral do país de 12%. Empresas que usam a IA de forma transformadora relatam maior crescimento de receita, produtos mais inovadores e maior resiliência competitiva.

A startup Base39, especializada em tecnologia para o setor financeiro, adotou soluções de IA generativa para automatizar e transformar o processo de avaliação de crédito. Os resultados foram expressivos: os custos de análise caíram 96% e o tempo de decisão passou de três dias para menos de uma hora. Também houve redução dos gastos com infraestrutura (84%) e com desenvolvimento (75%).

“Usamos a IA generativa para interpretar balanços, contratos e extratos automaticamente para gerar uma análise de crédito precisa. Um trabalho que antes demandava dias de um especialista. Dessa maneira, obtemos uma análise profunda e contextualizada para apoiar decisões seguras e direcionadas para cada cliente”, diz Bruno Nunes, CEO da Base39.

“É preciso, agora, que as grandes corporações criem estratégias abrangentes de IA, ou seja, roteiros descrevendo como irão alavancar a inteligência artificial, para que o impacto da tecnologia no crescimento do país e na inovação atinja todo seu potencial”, avalia Morais. “Na AWS, estamos comprometidos em acelerar esta jornada de maturidade, fornecendo não apenas a tecnologia, mas também o conhecimento e o suporte necessários para que empresas de todos os tamanhos possam avançar na escala de sofisticação da IA”.

O estudo também quis saber qual a visão de futuro dos entrevistados, e a maioria se mostrou otimista: 89% dos que adotaram a IA dizem que a tecnologia provavelmente aumentará seu crescimento no próximo ano. E 85% também esperam economia de custos graças à IA.

Os desafios no caminho da IA

A lacuna de habilidades técnicas, a incerteza regulatória, os custos de conformidade e os custos iniciais percebidos são as principais barreiras encontradas para a implementação da IA avançada, segundo os líderes entrevistados. “A escassez de profissionais se mantém no topo dos desafios para o avanço da inovação. Na AWS, mantemos nosso compromisso de ajudar a capacitar brasileiros em nuvem e IA. A mais recente iniciativa é o AWS Treina Brasil, que prevê capacitar 1 milhão de pessoas em todo o país até o final de 2028, em colaboração com outras empresas e instituições de ensino”, afirma Morais.

Além de líderes de negócios, a pesquisa também ouviu outros cidadãos. Esta parcela da população relata pouca confiança em sua capacidade de gerenciar sua identidade digital e reputação on-line, em sua compreensão de conceitos básicos de programação e na habilidade de usar recursos de aprendizagem on-line para o desenvolvimento profissional. Eles afirmaram que as habilidades mais importantes para o seu trabalho hoje são encontrar e avaliar informações, gerenciar e armazenar arquivos digitais e proteger dispositivos e dados pessoais. Somente 10% disseram ter participado de treinamento ou atualização digital no último ano.

A Strand Partners ouviu 1.000 cidadãos e 1.000 líderes de negócios de variados setores e portes no Brasil no mês de abril de 2025.



Mercado condominial cresce 23,8% e movimenta bilhões anuais

Mercado condominial cresce 23,8% e movimenta bilhões anuais
Mercado condominial cresce 23,8% e movimenta bilhões anuais

O mercado condominial brasileiro vive um momento de forte expansão. Em apenas oito anos, o número de condomínios saltou de cerca de 420 mil em 2016 para mais de 520 mil em 2024, crescimento de 23,8%, segundo levantamento do Instituto Nacional de Condomínios e Apoio aos Condôminos (INCC).

De acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, o Brasil contabiliza 13,3 milhões de endereços situados em arranjos condominiais. Além disso, dados do IBGE indicam que mais de 25 milhões de brasileiros residem em apartamentos, representando 12,5% da população, com forte concentração no Sudeste (16,7%) e menor presença no Norte (5,2%).

Esse crescimento evidencia o desafio da gestão condominial e destaca o crescimento de empresas que atuam especificamente na oferta de soluções para este mercado.

Segundo Zener Costa, CEO da LLZ Garantidora e administrador de empresas, o mercado condominial brasileiro movimenta mais de R$ 300 bilhões por ano e atrai cada vez mais prestadores de serviço. “Desde 2013, sabíamos que estávamos construindo uma empresa com grande potencial. Começamos a companhia do zero em 2013 e hoje atendemos mais de 2.700 condomínios e 500 mil unidades em todo o Brasil”, destaca. A empresa, que começou em Belo Horizonte e hoje possui atuação nacional, atingiu uma receita garantida de R$ 2,5 bilhões anuais.

“Com o crescimento constante de condomínios e moradores, o Brasil demanda soluções financeiras que tragam segurança e previsibilidade. A LLZ emite, todos os meses, uma apólice de seguros no valor mensal da receita do condomínio, via BTG Seguros”, completa Zener Costa.



Desafios da transformação digital exigem visão integrada

Desafios da transformação digital exigem visão integrada
Desafios da transformação digital exigem visão integrada

Nas últimas décadas, a transformação digital consolidou-se como um dos principais vetores de modernização empresarial, com foco em tendências como IA generativa e análise de dados. Com a rápida evolução tecnológica, organizações de todos os portes buscam integrar soluções digitais em seus processos para aumentar a eficiência operacional e manter a competitividade por meio de inovações escaláveis. No entanto, esse caminho apresenta obstáculos significativos, incluindo barreiras como a escassez de talentos qualificados e questões de cibersegurança, que podem comprometer o avanço e a sustentabilidade das operações, conforme detalha o relatório da SoftDesign (maio de 2025).

A resistência cultural permanece como uma das barreiras mais desafiadoras na transformação digital, atuando como uma “barreira silenciosa” que impede a adoção de IA e automações em organizações com culturas tradicionais e resistentes à mudança. Alterar mentalidades enraizadas em modelos tradicionais de trabalho exige tempo e planejamento, como avaliações prévias de prontidão cultural antes de implantações. Paralelamente, limitações tecnológicas, como infraestrutura obsoleta e dificuldade de integração entre sistemas legados e novas plataformas, somam-se a restrições orçamentárias que dificultam investimentos contínuos em inovação, conforme destaca o artigo “A cultura organizacional como barreira silenciosa à transformação digital: aprendizados da minha pesquisa sobre Indústria 4.0” da TI INSIDE Online (maio de 2025).

Do ponto de vista operacional, a ausência de uma preparação adequada para a transformação digital compromete a agilidade e a capacidade de resposta das empresas, levando a falhas frequentes em iniciativas de mudança. De acordo com estudo da McKinsey & Company, cerca de 70% dos projetos de transformação não atingem suas metas, muitas vezes devido a pitfalls comuns como falta de clareza no planejamento, execução fragmentada e subestimação de riscos, o que reforça a importância do alinhamento entre liderança, estratégia e implementação para superar esses obstáculos, conforme discute o artigo.

Os impactos dessa lacuna se refletem diretamente na competitividade e nos resultados financeiros. Empresas que não modernizam seus processos enfrentam perda de participação de mercado e aumento de custos operacionais. O estudo “The Cost of Poor Software Quality in the US: A 2022 Report” do Consortium for IT Software Quality aponta que falhas na adoção de tecnologias emergentes e na integração digital, incluindo vulnerabilidades em software de terceiros e dívida técnica, resultam em prejuízos estimados em US$ 2,41 trilhões anuais para a economia dos EUA.

Para mitigar esses desafios, muitas organizações têm recorrido a metodologias ágeis, inteligência artificial, automação inteligente e programas de capacitação da força de trabalho, integrando liderança para fomentar uma cultura de inovação contínua. Essas estratégias favorecem a adaptabilidade por meio do nexus entre agilidade e estratégia digital, e reduzem o tempo de implementação de novas soluções ao priorizar respostas rápidas e iterativas. Há também uma tendência crescente de investir em governança digital para assegurar que mudanças sejam sustentáveis e alinhadas aos objetivos corporativos, garantindo o sucesso a longo prazo da transformação, conforme analisa o artigo “Mastering digital transformation” da ScienceDirect (2022).

Nesse contexto, estruturas especializadas têm ganhado relevância na coordenação de iniciativas digitais. O Digital Transformation Taskforce é um exemplo, reunindo profissionais multidisciplinares, aplicando métodos ágeis e utilizando ferramentas digitais para promover a modernização de processos e sistemas de forma integrada. Empresas de tecnologia, como a T2S, oferecem essa estrutura com foco na digitalização de processos, promoção de mobilidade no trabalho e adoção de tecnologias avançadas como Big Data, Inteligência Artificial e Internet das Coisas (IoT). Essa abordagem, baseada em frameworks amplamente reconhecidos e adaptáveis, contempla análise detalhada do ambiente organizacional, definição de roteiros estratégicos e implementação de soluções alinhadas às necessidades específicas de cada cliente, contribuindo para criar uma cultura organizacional orientada à inovação e à melhoria contínua.

Segundo Marcelo Rosa, CTO da T2S, “Transformar digitalmente uma empresa é um processo complexo e desafiador, vai muito além de adotar novas tecnologias. É sobre unir pessoas, processos e liderança em uma mesma direção. Isso exige governança sólida, métodos ágeis que acelerem resultados entregando valor, desenvolvimento constante das equipes e cuidado com a segurança. No Digital Transformation Taskforce, mostramos que quando objetivos estratégicos, indicadores claros e revisões frequentes de processos caminham juntos, é possível quebrar barreiras culturais, superar limitações técnicas e alcançar resultados que se mantêm no tempo”.

Ricardo Pupo, fundador da T2S e das Startups Relpz, HRelper, Ponctual, EvoluRP e DataRecintos, finaliza: “A Taskforce não só promove a modernização dos processos, mas também prepara os colaboradores para os desafios do futuro, com treinamentos focados, acompanhamento constante e uma cultura que valoriza a inovação e a adaptação. Essa abordagem integrada e personalizada garante que cada profissional se sinta parte ativa da transformação, o que aumenta o engajamento, a produtividade e a satisfação no trabalho. Além disso, a qualidade das entregas e a agilidade nos projetos refletem diretamente no sucesso da empresa e na satisfação dos nossos clientes.



Lançamento do Playbook de Resiliência Empresarial da NielsenIQ

NielsenIQ (NIQ) (NYSE: NIQ), empresa líder em inteligência do consumidor, anunciou hoje o lançamento do The Business Resiliency Playbook: Decoding the signals and shocks that shape consumer behavior. O guia apresenta os potenciais impactos de cinco cenários econômicos de maior relevância para marcas e varejistas — incluindo estagflação, recessão e choques geopolíticos — e como os consumidores, que moldam seus negócios, tendem a reagir a esses fatores. De forma crítica, o material ressalta como atrasar decisões em um ambiente imprevisível pode expor as empresas a riscos, oferecendo ações específicas para apoiar sua preparação rumo à resiliência.

“Nosso objetivo não é prever o futuro, mas ajudar as organizações a desenvolver planos robustos que possam se adaptar à medida que as condições evoluem”, afirmou Ramon Melgarejo, Presidente de Strategic Analytics & Insights da NIQ. “Este playbook dá poder às lideranças para saírem da reação e avançarem para a resiliência — usando inteligência do consumidor em tempo real para guiar decisões com confiança.”

Principais descobertas:

  • Os consumidores raramente diferenciam as causas do estresse econômico.Seja inflação, perda de emprego ou conflito global, suas respostas comportamentais são notavelmente semelhantes: reduzem gastos discricionários, priorizam itens essenciais e buscam valor — muitas vezes recorrendo a marcas próprias ou a varejistas de desconto.
  • Apesar das oscilações na confiança e no sentimento em 2025, os consumidores continuam gastando no geral.Em categorias historicamente mais sensíveis — como carnes, frutos do mar, cereais prontos para consumo, cuidados domésticos e açúcares e confeitos — os gastos permaneceram praticamente estáveis (julho de 2023 a junho de 2025), sinalizando confiança do consumidor, ao menos no curto prazo.
  • Embora as respostas dos consumidores ao estresse sejam semelhantes nos cenários analisados, a intensidade e a velocidade dessas respostas são proporcionais à magnitude do choque.Empresas que desenvolvem estratégias com base em dados de tendências do consumidor (combinados ao desempenho histórico) estão melhor posicionadas para enfrentar ventos contrários na economia.

“Nossos dados mostram claramente que o porte e a escala de um ‘choque’ econômico têm mais peso do que o próprio choque”, afirmou Courtenay Verret, Vice-Presidente de Global Thought Leadership da NIQ. “Ter conjuntos de dados robustos — desde o início — ajuda a proteger sua organização de erros estratégicos e permite redirecionar recursos críticos para maximizar receita, manter a fidelidade e sustentar o crescimento.”

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Sobre a NIQ

A NIQ é referência global em inteligência do consumidor, ajudando empresas a entender de forma completa o comportamento de compra e revelando novas oportunidades de crescimento. Presente em mais de 90 países, nossa cobertura alcança cerca de 85% da população mundial e mais de US$ 7,2 trilhões em gastos de consumo. Com uma visão integrada do varejo e os insights mais completos do mercado — aliados a análises avançadas em plataformas de última geração — a NIQ entrega a Full View™, a visão total do consumidor.

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Contato:

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Fonte: BUSINESS WIRE



Thoma Bravo Adquire Verint: Impacto no Setor de CX

A Thoma Bravo, uma empresa líder em investimentos em software, anunciou hoje que celebrou um acordo definitivo para adquirir a Verint Systems, Inc. (Nasdaq: VRNT) (“Verint”) em uma transação totalmente em dinheiro, refletindo um valor empresarial de US$ 2 bilhões para a empresa. A transação está sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo aprovações regulatórias, e deve ser concluída antes do final do atual ano fiscal da Verint, no início de 2026. Mais detalhes sobre a transação podem ser encontrados na página de Relações com Investidores da Verint e em seus registros regulatórios.

Após o fechamento da transação, a Calabrio e a Verint serão combinadas em uma única empresa e serão fornecedoras líderes de soluções de automação de experiência do cliente (CX) para o mercado de mais de US$ 50 bilhões em que atuam. Juntas, elas oferecerão um portfólio abrangente para promover as prioridades críticas das organizações de CX em todo o espectro de tamanho e complexidade. A combinação criará mais oportunidades para as empresas alcançarem rapidamente resultados comerciais em suas interações com os clientes. A Calabrio está totalmente comprometida em manter e investir nos produtos que dão suporteàsua base instalada e aos fluxos de trabalho dos clientes.

“Juntas, Calabrio e Verint oferecerão um conjunto poderoso de produtos para acelerar uma visão compartilhada: fornecer uma plataforma CX aberta e alimentada por IA para clientes focados em gerar resultados comerciais sólidos em suas operações. Como uma empresa combinada, estamos bem posicionados para liderar o avanço do setor”, disse Dave Rhodes, CEO da Calabrio.

Mike Hoffmann, sócio da Thoma Bravo, acrescentou: “Atuamos no setor de CX há muitos anos e estamos entusiasmados em unir essas duas empresas para liderar mais inovação e crescimento na categoria. A Calabrio e a Verint possuem portfólios de produtos poderosos e estratégias de entrada no mercado que atendem às necessidades de um amplo espectro do mercado. Juntas, as empresas combinadas terão a plataforma CX mais ampla do setor, permitindo que marcas de todos os tamanhos alcancem resultados transformadores impulsionados por IA.”

Sobre a Thoma Bravo

A Thoma Bravo é um dos maiores investidores em software do mundo, com cerca de US$ 184 bilhões em ativos sob gestão em 31 de março de 2025. Por meio de suas estratégias de private equity, growth equity e crédito, a empresa investe em empresas inovadoras orientadas para o crescimento que operam nos setores de software e tecnologia. Aproveitando o profundo conhecimento do setor e a experiência estratégica e operacional da Thoma Bravo, a empresa colabora com as empresas de seu portfólio para implementar as melhores práticas operacionais e impulsionar iniciativas de crescimento. Nos últimos 20 anos, a empresa adquiriu ou investiu em aproximadamente 535 empresas, representando cerca de US$ 275 bilhões em valor empresarial (incluindo investimentos controlados e não controlados). A empresa possui escritórios em Chicago, Dallas, Miami, Nova York e São Francisco (EUA) e Londres (Reino Unido). Para mais informações, acesse o site da Thoma Bravo: thomabravo.com.

Sobre a Calabrio

A Calabrio é uma aliada de confiança das marcas líderes. Base digital de um centro de contato centrado no cliente, o conjunto de soluções de desempenho da força de trabalho Calabrio ONE ajuda a enriquecer e compreender as interações humanas, proporcionando resultados comerciais por meio da otimização de cada interação com o cliente. Maximizamos o desempenho dos agentes, superamos as expectativas dos clientes e aumentamos a eficiência da força de trabalho utilizando dados conectados, análises alimentadas por IA, gestão automatizada da força de trabalho e coaching personalizado. Somente o Calabrio ONE une otimização da força de trabalho (WFO), participação dos agentes e soluções de inteligência de negócios em um pacote nativo na nuvem e totalmente integrado que se adapta ao seu negócio. Calabrio, Calabrio ONE e o logotipo da Calabrio são marcas registradas ou marcas comerciais da Calabrio, Inc. Todas as outras marcas comerciais mencionadas neste documento são propriedade de seus respectivos proprietários. A Calabrio opera no Canadá sob o nome Calabrio Canada, Ltd., com sede na Colúmbia Britânica.

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Contato:
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Thoma Bravo

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+1.212.731.4778

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Calabrio

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dillon.nugent@calabrio.com

ou

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+1. 617.529.6463

lauren.curley@touchdownpr.com

Fonte: BUSINESS WIRE



Rua Augusta recebe loja boutique da Giuliana Flores

A Giuliana Flores inaugura mais uma loja física, no formato boutique, na capital paulista. Localizada na Rua Augusta, 2.776, no bairro Cerqueira César, é a segunda unidade com o novo conceito. Assim como a primeira, o espaço busca trazer sofisticação, personalização, experiência sensorial e atendimento especializado.

A loja vai trabalhar com rosas preservadas, que possuem duração de até cinco anos, além de embalagens premium e coleções desenvolvidas para o varejo físico. Parcerias com marcas de bem-estar, design e lifestyle também farão parte do portfólio do espaço de 64 metros quadrados.

“Para assegurar a qualidade da operação, os franqueados escolhidos para esse modelo precisam apresentar competências bem definidas. É fundamental que tenham familiaridade com o segmento de luxo e design, além de talento para proporcionar um atendimento personalizado. O envolvimento direto na rotina da loja também é indispensável. Espera-se que esses parceiros estejam totalmente comprometidos com a proposta da marca, saibam liderar equipes com eficiência e cuidem minuciosamente de todos os aspectos da jornada de compra, desde a indicação do presente ideal até a finalização com uma embalagem impecável”, explica Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores.

A Giuliana Flores aposta em uma estratégia inovadora que contraria o fluxo tradicional do varejo ao inaugurar lojas físicas. Hoje, conta com um portfólio de mais de 10 mil itens.

Em 2024, a empresa cresceu 20% em relação ao ano anterior e ampliou seus canais de venda com a entrada no iFood. Atualmente, conta com 13 lojas físicas em pontos estratégicos da Grande São Paulo, quatro quiosques próprios e três vending machines — uma no Shopping Penha e duas no Aeroporto de Guarulhos —, além de um centro de distribuição de 2.700 metros quadrados em São Caetano do Sul, capaz de atender 85% dos pedidos em até uma hora.

Após 30 anos de atuação bem-sucedida no e-commerce, a companhia deu início à expansão por meio de franquias, com diferentes formatos. A expectativa é que sejam inauguradas 15 lojas até junho de 2026.

“A inauguração da segunda loja no formato boutique, agora na Rua Augusta, em São Paulo, reforça nosso compromisso em oferecer uma experiência de compra refinada e cheia de significado. Escolhemos um endereço emblemático, em um dos bairros mais tradicionais da cidade, para seguir encantando nossos clientes com um espaço sensorial e acolhedor. As rosas preservadas seguem como protagonistas dessa jornada, que transforma o ato de presentear em um gesto duradouro, elegante e emocional”, destaca.



Moody’s expande presença no Oriente Médio e na África com aumento de participação na MERIS Ratings

A Moody’s Corporation (NYSE:MCO) anunciou hoje sua intenção de adquirir participação acionária majoritária na Middle East Rating & Investors Service (MERIS – uma afiliada da Moody’s), agência doméstica de classificação de crédito no Egito. A transação amplia a parceria de longa data entre as empresas e fortalece a presença da Moody’s no Oriente Médio e na África, reafirmando o compromisso da companhia em contribuir para o desenvolvimento contínuo dos mercados de capitais locais em escala global.

“Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento com a MERIS, que há mais de duas décadas tem sido uma importante provedora de classificações de crédito nacionais no Egito”, afirmou Monica Merli, diretor de operações da Moody’s Ratings. “Esperamos compartilhar ainda mais as melhores práticas globais da Moody’s com a MERIS, enquanto sua equipe experiente e suas valiosas percepções locais continuam a atender os participantes do mercado no Egito.”

Esse movimento reforça uma relação de longa data entre as duas empresas. Criada em 2003 como uma joint venture entre a Moody’s e a FinBi, consultoria egípcia, a MERIS foi pioneira no desenvolvimento do mercado de capitais doméstico do país. Hoje, a MERIS oferece classificações de crédito nacionais para uma ampla variedade de setores, incluindo instituições financeiras, corporações e operações financeiras estruturadas.

“Este é um momento marcante na trajetória da MERIS”, afirmou o Dr. Amr Hassanein, fundador e diretor executivo da MERIS. “Ao ampliar nossa conexão com a rede global da Moody’s e unir sua expertiseànossa sólida presença local, poderemos enriquecer ainda mais nossas soluções e contribuir para o avanço e a modernização contínua do mercado financeiro no Egito.”

A transação está sujeita a aprovações regulatórias. Após sua conclusão, a MERIS continuará operando como uma afiliada independente da Moody’s, desenvolvendo suas próprias metodologias de classificação, emitindo suas próprias classificações de crédito e mantendo uma equipe de gestão separada. Os termos da transação não foram divulgados.

Sobre a Moody’s Corporation

Em um mundo moldado por riscos cada vez mais interconectados, os dados, informações e tecnologias inovadoras da Moody’s (NYSE: MCO) ajudam os clientes a desenvolver uma visão holística de seu mundo e descobrir oportunidades. Com um rico histórico de experiência em mercados internacionais e uma força de trabalho diversificada com cerca de 16.000 pessoas em mais de 40 países, a Moody’s proporciona aos clientes a perspectiva abrangente necessária para atuar com confiança e prosperar. Saiba mais em moodys.com.

Declaração de “Porto Seguro” sob a Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995

Algumas declarações contidas neste documento são declarações prospectivas e baseiam-se em expectativas, planos e perspectivas futuras dos negócios e operações da Moody’s que envolvem diversos riscos e incertezas. Tais declarações incluem estimativas, projeções, metas, previsões, premissas e incertezas que podem fazer com que os resultados ou desfechos reais diferenciem-se de forma relevante daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas. Recomenda-se que acionistas e investidores não depositem confiança excessiva nessas declarações. As declarações prospectivas e outras informações contidas neste documento são feitas na data de sua emissão, e a Moody’s não assume (nem pretende assumir) qualquer obrigação de complementar, atualizar ou revisar publicamente tais declarações em caráter prospectivo, seja em razão de novos acontecimentos, mudanças de expectativas ou por outros motivos, exceto quando exigido por lei ou regulamento aplicável. Fatores, riscos e incertezas — assim como outros riscos e incertezas que podem levar os resultados reais da Moody’s a diferirem de maneira relevante daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas — estão descritos mais detalhadamente na seção “Fatores de Risco” da Parte I, Item 1A do Relatório Anual da Moody’s no Formulário 10-K referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2024, bem como em outros documentos arquivados periodicamente pela Companhia juntoàSEC ou incorporados por referência. Acionistas e investidores são alertados de que a ocorrência de quaisquer desses fatores, riscos e incertezas pode fazer com que os resultados reais da Companhia diferenciem-se de maneira relevante daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas, podendo ter efeito material e adverso sobre seus negócios, resultados operacionais e situação financeira.

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Shivani Kak

Moody’s Corporation

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Shivani.Kak@moodys.com

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Moody’s Corporation

+1 212-553-1461

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Fonte: BUSINESS WIRE



Plano coletivo tem reajuste três vezes a mais que índice ANS

Plano coletivo tem reajuste três vezes a mais que índice ANS
Plano coletivo tem reajuste três vezes a mais que índice ANS

Os reajustes dos planos de saúde coletivos superam, em média, três vezes o índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os contratos individuais e familiares. Em 2024, enquanto os planos individuais tiveram aumento de 6,91%, as estimativas para os reajustes de contratos coletivos e empresariais variaram entre 18% e 25%.

Segundo o advogado especialista em ação contra planos de saúde, Elton Fernandes, essa diferença ocorre porque os planos coletivos não estão submetidos ao mesmo teto de reajuste aplicado aos individuais. “A lei é de 1998 e, à época, planos coletivos estavam destinados a contratos de médias e grandes empresas, pois as famílias estavam alocadas em contratos individuais e familiares. O legislador não imaginou o que ocorreria e é essa lacuna que faz com que tantos casos sejam levados para debate junto à Justiça”, relata.

Levantamentos de bancos como BTG Pactual e Itaú BBA mostram que operadoras aplicaram aumentos de dois dígitos para planos coletivos empresariais em 2025, como a Unimed Nacional, com 19,5%, a Hapvida, com 11,5%, a SulAmérica, com 15,23%, e a Bradesco Saúde, com 15,11%. Esses valores representam, em média, mais de três vezes o índice de 6,06% aprovado pela ANS para os planos individuais, que vigora de maio de 2025 a abril de 2026.

O aumento dos planos de saúde pode ser ainda maior para beneficiários de contratos coletivos por adesão. Em 2024, por exemplo, enquanto o reajuste médio dos planos empresariais ficou em torno de 12,8%, planos coletivos por adesão subiram mais de 25%, de acordo com o relatório “ANS Pricing X-Ray” da BTG Pactual.

Elton Fernandes explica, no entanto, que é possível buscar a Justiça para revisar reajustes aplicados acima dos índices da ANS. “Em muitos casos, a Justiça já reconhece que, se a operadora não consegue justificar tecnicamente por que está cobrando 25% ou mais de aumento, enquanto a ANS autoriza apenas 6%, o consumidor pode requerer o recalculo visando diminuir a mensalidade e até recuperar valores pagos indevidamente nos últimos anos”, ressalta o advogado.

Maioria dos beneficiários lida com reajustes acima dos dois dígitos

Segundo a ANS, em junho de 2025, o número de beneficiários dos planos coletivos empresariais chegou a 38.353.709, enquanto nos planos coletivos por adesão o total foi de 5.891.462. Esses contratos, nas modalidades empresariais e por adesão, têm reajustes definidos diretamente pelas operadoras, sem o teto anual imposto pela agência reguladora aos planos individuais e familiares – que atualmente reúnem 8.615.293 beneficiários.

Dados do BTG Pactual apontam que, em 2024, o reajuste acumulado dos planos coletivos fechou em 13,8%, e, em 2023, em 14,25%. A tendência de aumentos de dois dígitos se repete pelo quarto ano consecutivo, segundo a Contec Brasil. Entre as operadoras, a Amil reajustou 15,98% e a Care Plus, 18,2% para grupos de até 29 beneficiários, como pequenas e médias empresas (PMEs).

Reajustes dos planos coletivos impactam famílias

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) critica essa assimetria, argumentando que os planos coletivos, apesar de representarem a maioria do mercado, carecem de regulação e limites, levando a aumentos significativamente superiores – muitas vezes mais de três vezes o regulado pela ANS.

Esses contratos, frequentemente firmados por microempreendedores individuais (MEIs) e empresas menores, acabam sendo utilizados para cobrir famílias inteiras, diante da escassez de planos individuais e familiares no mercado.

No entanto, Elton Fernandes afirma que, apesar de oferecerem preços iniciais mais baixos, ficam mais expostos a variações anuais maiores. Em 2025, por exemplo, os planos de PMEs registram aumentos médios de 15%.

Entre 2015 e 2025, os reajustes acumulados dos planos de saúde coletivos atingiram 383,5%, enquanto os planos individuais acumularam variação de 146,48%. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação geral, subiu 84%, com projeção de 5,2% para 2025.

“Trocar de plano de saúde nem sempre é simples para o consumidor, sobretudo se possuir doença preexistente. Nessa hora, é preciso analisar o caso para entender se o caminho desse consumidor é a portabilidade de carências, downgrade ou mesmo a revisão do reajuste”, orienta Elton Fernandes, advogado especialista em reajuste de plano de saúde.

O Idec tem defendido avanços regulatórios pela ANS, incluindo a delimitação de reajustes anuais e a proibição de rescisões unilaterais em coletivos. De acordo com o instituto, os reajustes lideram as reclamações dos beneficiários, seguidos de problemas com contrato, reembolso, descredenciamentos, cancelamentos unilaterais e negativas de cobertura.

Elton Fernandes explica, ainda, que beneficiários de planos de saúde empresariais ou coletivos por adesão podem adotar uma postura preventiva. “A escolha do melhor plano ao consumidor não pode passar apenas pelo nome. Entender as diferenças entre contratos é fundamental para o futuro da família e, na dúvida, buscar orientação jurídica pode permitir compreender melhor o que está sendo contratado”, conclui o advogado.



Estudo aponta dados da indústria da construção

Estudo aponta dados da indústria da construção
Estudo aponta dados da indústria da construção

Segundo os dados apresentados na Sondagem Indústria da Construção, publicada no Portal da Indústria em junho de 2025, os empresários do setor demonstraram maior insatisfação com a situação financeira e com o lucro operacional no segundo trimestre do ano. O levantamento mostra que fatores como o alto custo do crédito e a permanência de taxas de juros elevadas têm impactado diretamente o desempenho das empresas de construção civil.

Conforme informado na publicação, o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (ICEI) registrou queda em julho de 2025, refletindo uma piora na avaliação das condições atuais tanto da economia brasileira quanto das próprias empresas do setor. Apesar desse cenário de confiança mais baixa, as expectativas para os próximos seis meses em relação a emprego, novos empreendimentos e nível de atividade permanecem positivas, indicando que o setor ainda enxerga possibilidades de recuperação gradual, de acordo com a publicação.

O relatório aponta dados em relação à utilização da capacidade operacional (UCO), que caiu para 66% em junho de 2025, após sete meses de estabilidade em 67%. Esse patamar é inferior ao registrado em junho de 2024 (68%) e em 2023 (67%), evidenciando uma retração do ritmo produtivo. O Índice de evolução do nível de atividade também ficou abaixo da linha de estabilidade, marcando 48,8 pontos, enquanto o índice de evolução do número de empregados recuou para 48,3 pontos, reforçando a tendência de desaquecimento do setor.

No campo financeiro, os dados da sondagem mostram que a insatisfação dos empresários aumentou. O Índice de satisfação com a situação financeira caiu para 45 pontos no segundo trimestre, enquanto a satisfação com o lucro operacional ficou em 42,5 pontos. Já a dificuldade de acesso ao crédito foi um dos pontos mais críticos: o índice que mede a facilidade nesse aspecto recuou para 35,5 pontos, indicando maior barreira para financiamentos e investimentos no setor.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos Trans Obra, afirmou que este é o momento de apostar em eficiência operacional, parcerias estratégicas e inovação. José continuou dizendo que empresas que conseguirem se adaptar às novas condições do mercado, com soluções que tragam produtividade e reduzam desperdícios, estarão mais preparadas para atravessar o período de instabilidade. “Na Trans Obra, temos reforçado esse compromisso com tecnologia e qualificação, para continuar entregando valor aos clientes mesmo diante de um cenário econômico desafiador”.

Ainda segundo o relatório, as taxas de juros elevadas foram citadas por 37,7% dos empresários como o principal problema enfrentado no período, consolidando-se como o maior obstáculo à expansão da indústria da construção. Na sequência, aparecem a elevada carga tributária (30,5%) e a falta ou alto custo de trabalhadores qualificados (24,6%). Outros fatores destacados foram a escassez ou custo elevado da mão de obra não qualificada (23,9%), a competição desleal (16,1%) e a demanda interna insuficiente (19,7%).

Por outro lado, o levantamento também identificou sinais positivos no comportamento dos preços de insumos e matérias-primas. O Índice de evolução do preço médio desses itens caiu para 60,9 pontos no segundo trimestre, após recuo de 3,7 pontos em relação ao início do ano, indicando desaceleração no ritmo de crescimento dos custos. Embora ainda acima de 50 pontos — o que significa alta —, o resultado representa um alívio parcial para os empresários diante do cenário de pressão financeira.

Perguntado sobre o estudo, José Antônio disse que os resultados do relatório reforçam um ponto crítico: os juros elevados continuam sendo o maior entrave ao desenvolvimento da indústria da construção e o fato dos empresários apontarem essa questão como principal obstáculo mostra que a limitação de crédito e o encarecimento do capital travam investimentos, geram insegurança e impedem a retomada de um ciclo mais robusto de crescimento. José também disse que esse cenário reforça a necessidade de gestão estratégica e inovação e as empresas que conseguirem equilibrar custos em equipamentos e máquinas para construção civil ou mesmo na locação de ferramentas necessárias para construção, como por exemplo o aluguel de betoneira e outros equipamentos de médio e grande porte. “Investir em eficiência e buscar alternativas tecnológicas para reduzir desperdícios terão mais condições de se manter competitivas”.



Estudo aponta dados de confiança na indústria da construção

Estudo aponta dados de confiança na indústria da construção
Estudo aponta dados de confiança na indústria da construção

De acordo com os dados apresentados na Sondagem Indústria da Construção, publicada no Portal da Indústria em junho de 2025, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção registrou 47,1 pontos em julho de 2025, após queda de 0,4 ponto em relação a junho. Como o indicador permaneceu abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o resultado indica maior disseminação da falta de confiança entre os empresários do setor. Conforme informado na publicação, a deterioração foi puxada principalmente pela piora na percepção das condições atuais, enquanto as expectativas para os próximos meses permaneceram praticamente estáveis.

Relatório aponta dados que evidenciam esse cenário: o índice de condições atuais caiu para 42,3 pontos em julho, recuo de 1,3 ponto frente ao mês anterior. O desempenho reflete a avaliação negativa dos empresários em relação à economia brasileira e à situação de suas próprias empresas nos últimos seis meses. Já o índice de expectativas ficou em 49,6 pontos, variação mínima em relação a junho (+0,1), revelando certa estabilidade. Os empresários projetam uma ligeira melhora para suas empresas, mas ainda veem a economia nacional de forma incerta.

No que diz respeito às expectativas específicas, os resultados mostraram contrastes. O índice de expectativa de novos empreendimentos e serviços recuou para 50,5 pontos, enquanto o de nível de atividade permaneceu estável em 53,1 pontos. Em contrapartida, o índice de compras de insumos e matérias-primas avançou para 52,2 pontos, e o de expectativa de número de empregados subiu para 52,9 pontos. Conforme apontado no relatório, mesmo com oscilações, todos esses indicadores seguem acima da linha de 50 pontos, sinalizando projeções de crescimento moderado para os próximos seis meses.

Apesar desse otimismo pontual, o índice de intenção de investimento da indústria da construção apresentou retração significativa. Em julho de 2025, o indicador atingiu 40,4 pontos, queda de 2,4 pontos frente a junho e o menor nível registrado no ano. Ainda assim, o resultado permanece 2,3 pontos acima da média histórica de 38,1 pontos. Segundo a publicação, a redução na intenção de investir sugere maior cautela das empresas diante de um cenário econômico de incerteza e juros elevados.

José Antônio Valente, diretor da empresa de franquias construção civil Franquia Trans Obra, afirmou que tem percebido uma demanda crescente por soluções de locação de equipamentos, justamente porque muitas empresas estão evitando grandes investimentos em ativos próprios. Esse movimento revela uma tendência de buscar eficiência e flexibilidade operacional, fatores essenciais para atravessar períodos de instabilidade. “Os dados divulgados reforçam que o setor da construção civil continua sendo um termômetro importante da economia. Enquanto não houver um ambiente mais favorável em termos de crédito, estabilidade fiscal e redução de custos, a confiança dos empresários seguirá pressionada”.

O levantamento também identificou os principais entraves enfrentados pelo setor. De acordo com os dados, 37,7% dos empresários apontaram as taxas de juros elevadas como o maior problema no trimestre. Em seguida, a elevada carga tributária foi mencionada por 30,5% e a falta ou alto custo de trabalhadores qualificados por 24,6%. Outros fatores relevantes foram a escassez de mão de obra não qualificada (23,9%) e a demanda interna insuficiente (19,7%). Esses indicadores demonstram que, além da confiança em baixa, as condições estruturais continuam pressionando a indústria da construção.

Perguntado sobre o relatório, José Antônio disse que muitos clientes buscam alternativas para contornar essas barreiras, especialmente por meio da locação de equipamentos, que reduz custos fixos e aumenta a eficiência das obras e também para criação de franquia de máquinas e equipamentos para construção civil com o objetivo de atender essa demanda. José disse ainda que esse movimento está ligado justamente ao desafio de lidar com mão de obra escassa e cara, já que a mecanização auxilia na redução de dependência do trabalho intensivo. “É essencial que o país avance em reformas que simplifiquem o ambiente de negócios e estimulem a economia. Só assim será possível transformar confiança em investimento e investimento em crescimento sustentável para toda a cadeia da construção civil”.



Adotar bons hábitos de vida hoje proporciona saúde no futuro

Adotar bons hábitos de vida hoje proporciona saúde no futuro
Adotar bons hábitos de vida hoje proporciona saúde no futuro

Cuidar da saúde de forma preventiva ainda não é um hábito consolidado para grande parte dos brasileiros. Isso porque, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 70% dos brasileiros não realizam check-ups médicos regularmente. Esse comportamento pode ter efeitos sérios, uma vez que os exames de rotina são essenciais para prevenir e diagnosticar doenças em estágios iniciais, quando as chances de tratamento e recuperação são maiores.

No mês em que se comemora o Dia Nacional da Saúde, reforça-se a conscientização de que, além da falta de acompanhamento médico, a rotina atribulada, o estresse, a má alimentação e o sedentarismo são fatores que podem comprometer o bem-estar físico e emocional da população. Sendo assim, saúde, nesse contexto, não deve ser encarada apenas como ausência de doenças, mas como um estado de equilíbrio que precisa ser cultivado diariamente.

De acordo com Alexandre Pimenta, médico e responsável técnico nacional do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS, o conceito de saúde envolve múltiplas dimensões. “Ser saudável vai além da ausência de doenças. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social. Isso implica em um equilíbrio que envolve não apenas a saúde física, mas também emocional e social. A promoção da saúde envolve fatores como um estilo de vida ativo, alimentação equilibrada, sono adequado e relações sociais saudáveis”, explica.

Hábitos que contribuem para uma vida mais saudável

Para o médico, pequenas atitudes feitas com regularidade têm impacto direto na saúde ao longo da vida. “Algumas práticas simples melhoram a qualidade de vida e também ajudam na prevenção de doenças crônicas”, afirma Pimenta, que lista ações simples de serem adotadas para fortalecer o bem-estar:

  • Alimentação balanceada: incluir frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras na dieta;
  • Atividade física regular: praticar pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana;
  • Hidratação: beber água suficiente ao longo do dia;
  • sono adequado: dormir de 7 a 9 horas por noite;
  • Higiene do sono: criar um ambiente calmo e propício para dormir, além de estabelecer uma rotina noturna;
  • Gestão do estresse: utilizar técnicas de relaxamento como meditação, ioga ou exercícios de respiração;
  • Check-ups regulares: realizar consultas médicas e exames laboratoriais uma vez ao ano.

“Check-ups regulares são fundamentais para a detecção precoce de doenças. Eles permitem identificar fatores de risco e condições que podem ser tratadas antes de se tornarem graves. A detecção precoce é frequentemente associada a melhores prognósticos e pode reduzir a mortalidade em doenças como câncer e diabetes”, destaca o médico.

Autocuidado: um pilar da saúde moderna

Com o avanço das doenças relacionadas ao estresse e aos hábitos de vida, o autocuidado se tornou parte indispensável da preservação da saúde. Segundo Pimenta, cuidar de si mesmo vai além dos aspectos físicos e envolve também atenção à saúde mental e emocional. Entre as atitudes de autocuidado que o médico considera essenciais, estão:

  1. Estabelecer limites: saber dizer não e priorizar o que é importante;
  2. Praticar a gratidão: valorizar os aspectos positivos da vida;
  3. Buscar apoio social: manter vínculos com amigos e familiares;
  4. Dedicar tempo ao lazer: reservar momentos para atividades prazerosas e relaxantes.

Outro ponto importante destacado por Pimenta é reconhecer os sinais de alerta do próprio corpo. Mudanças que parecem pequenas podem indicar problemas mais sérios se forem ignoradas. De acordo com o profissional, alguns dos principais sintomas que merecem atenção incluem:

  • Dores persistentes;
  • Ganho ou perda de peso inexplicados;
  • Fadiga excessiva, mesmo após descanso;
  • Alterações no sono (insônia ou excesso de sono);
  • Mudanças no apetite, para mais ou para menos.

Como começar a cuidar mais da saúde?

Começar uma mudança de hábitos pode parecer difícil, mas, para o médico, o mais importante é dar o primeiro passo, ainda que pequeno. “Escolha um ou dois hábitos a modificar, como aumentar a ingestão de água ou caminhar por dez minutos diariamente”, endossa Pimenta. Segundo o profissional, “o apoio de amigos ou grupos pode ser motivador. Além disso, estabelecer metas realistas e celebrar pequenas conquistas pode ajudar na manutenção das mudanças”, recomenda.

Na busca por uma vida com mais saúde, o médico destaca que a autoavaliação também é um recurso eficaz para quem deseja mudar. “O primeiro passo é a conscientização. Avaliar sua saúde atual e identificar áreas de melhoria é crucial. Começar a registrar a alimentação, o nível de atividade física e o sono pode ajudar a identificar padrões. A partir daí, é possível criar um plano de ação para implementar mudanças gradativas e sustentáveis”, conclui Pimenta.



OSCs: regularidade fiscal garante acesso a recursos públicos

OSCs: regularidade fiscal garante acesso a recursos públicos
OSCs: regularidade fiscal garante acesso a recursos públicos

Com a aproximação do fim do ano, período em que costuma ocorrer a liberação de recursos públicos, as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) precisam comprovar sua regularidade fiscal para firmar parcerias com o poder público. A exigência está prevista na Lei nº 13.019/2014, conhecida como Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC).

O advogado Tomáz de Aquino Resende explica que para celebrar termos de fomento ou colaboração, as OSCs precisam comprovar sua adimplência por meio de uma série de documentos. “Entre os principais estão as certidões de regularidade fiscal, previdenciária, tributária, de contribuições e de dívida ativa, conforme a legislação de cada esfera de governo (federal, estadual e municipal). Além disso, é exigido apresentar estatuto social atualizado, ata de eleição da diretoria e comprovante de funcionamento no endereço declarado”, diz.

Para o jurista, a ausência de qualquer uma dessas certidões ou a existência de pendências fiscais pode impedir a celebração de parcerias e o recebimento dos recursos. E isso significa que projetos de grande impacto social podem deixar de ser executados por questões burocráticas que poderiam ser evitadas com uma gestão contábil diligente.

“A regularidade fiscal não é apenas uma obrigação acessória, mas um pilar estratégico para a sustentabilidade de uma OSC que utiliza verbas públicas. Vemos muitas organizações com projetos excelentes perderem oportunidades valiosas por pendências que poderiam ser resolvidas com um planejamento adequado”, explica Tomáz de Aquino Resende. “Com a intensificação da liberação de emendas no segundo semestre, este é o momento para as entidades colocarem a casa em ordem e não serem pegas de surpresa.”

“Os impactos da inadimplência vão além da impossibilidade de acessar novos recursos. Uma organização com irregularidades fiscais pode ter sua reputação comprometida perante financiadores privados e a própria comunidade. Manter a conformidade, por outro lado, demonstra transparência, boa governança e capacidade de gestão, fatores que são cada vez mais valorizados por doadores e parceiros”, complementa.

O advogado reforça que, para se preparar, as OSCs devem manter uma escrituração contábil de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade. “É recomendável realizar um diagnóstico periódico de sua situação fiscal, renegociar eventuais dívidas e manter um cronograma rigoroso para a renovação das certidões negativas de débito. A busca por assessoria contábil especializada no Terceiro Setor pode ser um diferencial para garantir que todos os requisitos legais sejam cumpridos, permitindo que a organização se concentre em sua missão principal: gerar impacto social positivo”, finaliza.



Tecnologia: relatório mundial ressalta mudanças para o setor

Tecnologia: relatório mundial ressalta mudanças para o setor
Tecnologia: relatório mundial ressalta mudanças para o setor

Dados do Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025, promovido pelo do Fórum Econômico Mundial, evidenciam tendências mundiais em transformação, como tecnologia, economia, demografia e transição verde. Os empregos que mais devem crescer pertencem aos setores de tecnologia, dados e Inteligência Artificial (IA). Por outro lado, as soft skills que mais crescerão até 2030 incluem habilidades tecnológicas e humanas, como habilidades cognitivas e colaboração.

Para Cristina Boner, empresária, profissional com extensa trajetória no setor de tecnologia, e autora do livro Jungle Startup: o sucesso do novo empreendedor edição 2025, o mercado de trabalho global está sendo remodelado, com uma combinação de desafios e oportunidades. “É um momento em que adaptabilidade, atualização constante e visão estratégica se tornam indispensáveis, tanto para empresas quanto para profissionais”, comenta.

O relatório é um conjunto de dados exclusivo, derivado de uma ampla pesquisa com empresas globais. A edição de 2025 traz as perspectivas de mais de 1.000 empregadores – representando mais de 14 milhões de trabalhadores em 22 setores e 55 economias – fornecendo insights sobre o cenário de vagas emergentes para o período de 2025-2030.

Ainda de acordo com as informações colhidas pelo Fórum Econômico Mundial, os empregos que mais devem crescer são de especialistas em big data, engenheiros de fintech, especialistas em IA e machine learning. O relatório afirma, ainda, que é necessário melhorar a qualificação da força de trabalho, o que requer uma ação coletiva na educação, entre os setores público e privado, para lidar com o aumento das lacunas de habilidades.

“O primeiro passo é aproximar o ensino das demandas reais do mercado. Isso significa investir em currículos mais atualizados nas universidades, incentivar parcerias entre empresas e instituições de ensino e fomentar programas de capacitação rápida, como bootcamps e cursos técnicos intensivos”, acrescenta Boner.

Mudança tecnológica

Cerca de 60% dos empregadores esperam que o acesso digital transforme seus negócios mais do que qualquer outra tendência. Além disso, as tecnologias de IA e processamento de informações devem ter o maior impacto – com 86% dos entrevistados prevendo que essas tecnologias transformarão seus negócios até 2030.

Essas mudanças, segundo Cristina, já estão alterando profundamente as funções, responsabilidades e competências exigidas no mundo do trabalho, já que novas profissões surgem enquanto outras se transformam e há uma valorização crescente de quem consegue unir conhecimento técnico e visão estratégica. Ela cita que, além disso, há necessidade de profissionais que entendam não apenas de tecnologia, mas de como aplicá-la de forma ética, sustentável e alinhada aos objetivos da organização.

“O profissional precisa trabalhar em duas frentes: aprofundar competências técnicas e desenvolver habilidades comportamentais. Isso significa estudar programação, ciência de dados ou cibersegurança, mas também investir em comunicação, inteligência emocional e capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares. A combinação dessas habilidades é o que permite não apenas executar tarefas, mas também liderar projetos e inovar”, esclarece a empresária.

Novo perfil profissional

Em um mercado competitivo como o de TI, Boner ressalta que, além de certificações e cursos especializados, um iniciante pode se destacar sem ter experiência prática, mas mostrando iniciativa e disposição para aprender.

“Criar projetos próprios, contribuir em comunidades de código aberto, participar de hackathons e desenvolver soluções para problemas reais são formas de construir experiência prática, mesmo antes do primeiro emprego formal”, exemplifica.

Por fim, a profissional da área de tecnologia esclarece sobre estratégias de networking e construção de portfólio, que podem funcionar melhor para quem deseja conquistar uma vaga nesse novo cenário.

“Manter um perfil ativo no LinkedIn, compartilhar projetos e artigos e se engajar em grupos de discussão também abre portas. Quanto ao portfólio, ele deve ser prático e demonstrar habilidades aplicadas, cases de estudo e resultados mensuráveis de trabalhos desenvolvidos”, conclui a empresária.

Para saber mais, basta acessar: https://www.linkedin.com/in/cristina-boner-19646694/



Pneus importados ganham espaço no mercado brasileiro

Pneus importados ganham espaço no mercado brasileiro
Pneus importados ganham espaço no mercado brasileiro

Nos últimos anos, os pneus importados têm ampliado sua presença no mercado brasileiro, refletindo uma mudança nas escolhas dos consumidores. Dados da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), noticiados pela VEJA, mostram que as importações provenientes de países da Ásia cresceram 117% entre 2017 e 2023, indicando uma alteração significativa no perfil de compra.

De acordo com Matheus Silvino, CEO da Rio Claro Pneus, revendedora oficial da marca SPORTRAK, a busca por desempenho, durabilidade e acessibilidade tem impulsionado a preferência pelos importados.

“Muitas marcas importadas oferecem produtos de alta performance e tecnologia por valores mais acessíveis que os produzidos nacionalmente, o que tem atraído consumidores cada vez mais criteriosos”, afirma.

Além do aspecto econômico, outros atributos têm fortalecido a presença dos chamados “pneus importados premium” no país. Modelos com estrutura reforçada, baixo nível de ruído, maior aderência em diferentes condições de pista e inspiração em tecnologias do automobilismo, por exemplo, estão entre os diferenciais buscados. Silvino ressalta que o consumidor hoje valoriza produtos com eficiência comprovada, especialmente aqueles adaptados às condições locais.

“A popularização das compras online, somada ao fácil acesso a avaliações e testes de performance, ajudou a fortalecer essa mudança. Redes de distribuição eficientes também contribuíram para tornar essas marcas confiáveis mais acessíveis, consolidando a escolha por importados”, reforça o executivo.

Silvino avalia ainda que a percepção dos brasileiros sobre pneus importados de padrão premium mudou significativamente nos últimos anos.

“Tanto é que já vemos pneus importados da linha premium sendo utilizados não apenas em carros de passeio, mas também em esportivos e superesportivos que exigem alto padrão de qualidade”, acrescenta. Segundo ele, a resistência que antes existia vem sendo superada pela entrega consistente de performance, segurança e durabilidade.

Perspectivas positivas

Para o segundo semestre de 2025, o executivo afirma que a expectativa da Rio Claro Pneus é de crescimento contínuo na comercialização da marca SPORTRAK, atualmente uma das líderes entre os produtos oferecidos pela empresa.

“Estamos investindo em expansão logística, capacitação técnica e ações de marketing para reforçar o posicionamento da marca. O objetivo é manter a liderança em vendas, aumentando volume com rentabilidade e entregando alto desempenho com um custo acessível para o consumidor final”, conta.

Ele ressalta ainda que o mercado de pneus no Brasil caminha para um cenário de maior sofisticação e segmentação, com um consumidor mais racional e aberto a novas opções que entreguem valor real. “As empresas que conseguirem alinhar qualidade com presença digital e logística eficiente estarão em vantagem”, conclui.

O que esperar de uma linha premium?

Entre as principais propostas da categoria de pneus premium estão a durabilidade estendida, baixo ruído, aderência e estrutura reforçada para o uso em diferentes tipos de solo. A SPORTRAK tem como foco representar essa nova geração de produtos importados, com tecnologia e preço atrativo. 

Utilizando equipamentos avançados de produção europeus e uma formulação de borracha desenvolvida por engenheiros oriundos da Michelin, a marca tem como objetivo oferecer desempenho e confiabilidade comparáveis às grandes fabricantes, buscando sua consolidação como uma alternativa eficiente no segmento.

Para saber mais, basta acessar: https://rioclaropneus.com.br/



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