O início de 2026 marca uma nova etapa para as indústrias brasileiras com a entrada em vigor da Reforma Tributária. As mudanças no sistema de impostos, que fazem parte da reforma aprovada nos últimos anos, alteram a forma de apuração e gestão tributária das empresas, exigindo maior organização das informações e dos processos internos.
Segundo informações disponíveis no portal do Governo Federal, a Reforma Tributária tem como objetivo simplificar a tributação sobre o consumo, unificando tributos e impactando diretamente a forma como as empresas controlam suas operações fiscais e financeiras.
Além dos aspectos fiscais, o novo cenário aumenta a importância de sistemas de gestão capazes de centralizar informações operacionais, financeiras e tributárias, especialmente em um contexto de maior exigência por controle e rastreabilidade de dados.
Diante desse cenário, empresas de tecnologia que atuam no mercado industrial passaram a ajustar seus modelos de contratação e implantação de sistemas de gestão, buscando facilitar o início de projetos em um período tradicionalmente sensível do ponto de vista financeiro, como os primeiros meses do ano.
Um exemplo desse movimento é a adoção de condições comerciais por fornecedores de sistemas ERP voltados para a indústria. A Nomus, empresa brasileira que desenvolve ERP industrial, divulgou uma campanha na qual empresas que contratam o plano anual do sistema podem iniciar o projeto de implantação normalmente, com o pagamento do valor da implantação previsto para um momento posterior.
De acordo com a empresa, a proposta é permitir que as indústrias iniciem a organização de seus processos, dados e controles desde o começo do ano, ao mesmo tempo em que planejam o impacto financeiro do investimento ao longo do primeiro trimestre.
A expectativa é que, ao longo de 2026, fornecedores de tecnologia e empresas industriais continuem avaliando modelos de implantação e contratação mais compatíveis com o período de transição trazido pela Reforma Tributária.





























