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Podcast – Mais de 50% das empresas não adotam estratégias ESG, aponta pesquisa.


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Neste Podcast conversei com Luis Arís, gerente de negócios para a América Latina da Paessler e falamos sobre uma pesquisa global da empresa feita com mais de mil empresas e os resultados são surpreendentes. Veja alguns destaques e ouça o Podcast.

· Estudo realizado pela Paessler a partir de entrevistas com 1050 gestores de tecnologia, sendo 44 da América Latina, mostra que embora 85% deste universo reconheça a importância desta bandeira, 61% ainda não utilizam soluções de monitoramento para reforçar o alinhamento dos processos da empresa às melhores práticas em sustentabilidade;

· Em termos das estratégias ESG mais adotadas, 45% dos líderes buscam reduzir o uso de hardware;

· Enquanto 18% dos entrevistados globais afirmaram não se preocupar com a sustentabilidade, na região Américas/América Latina esse número sobe para 25%;

· Entre as maiores angústias dos líderes de TI destacam-se o uso da nuvem híbrida (48%), como manter a resiliência de ambientes cada vez mais distribuídos e heterogêneos (44%) e os desafios de gestão de data storage (31%).


Congresso de TI e EvoluTI Pro se unem em 2023 para jornada tecnológica

O Congresso de TI e o EvoluTI Pro estão programados para ocorrer de forma consecutiva neste ano. 

A velocidade do avanço tecnológico tem impulsionado uma série de inovações no mercado e a dinâmica das colaborações em equipe tem se revelado como um catalisador de sucesso para inúmeras empresas. 

Essa abordagem tem o objetivo de concentrar os esforços na democratização da tecnologia com a realização de um evento inteiramente online e outro com interação presencial. 

O público-alvo dessas iniciativas tem registrado um crescimento constante a cada edição e tem com públicos estudantes de tecnologia, empresas do setor que buscam capacitar e aprimorar seus profissionais e também os veteranos do mercado em busca de aprimoramento e aprendizado em diversas vertentes da atuação tecnológica. 

O Congresso de TI terá sua 10ª edição agendada para os dias 4 e 5 de dezembro, numa experiência completamente online. Este ano contará com a participação de mais de 60 palestrantes, garantindo mais de 30 horas de conteúdo ao vivo, distribuídas em 8 trilhas de aprendizado, com os painéis exclusivos e certificado digital. 

O EvoluTI Pro encerra 2023 no dia 6 de dezembro em um evento presencial para mais de 350 participantes no Cubo Itaú.

Para mais informações acesse os links abaixo:

Clique aqui para saber mais sobre o Congresso de TI. 

Clique aqui para informações detalhadas sobre o EvoluTI Pro. 

Podcast – Você conhece a Confraria do Empreendedor e seus Confrades?


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Neste Podcast conversei com Natália Lazarini, Co-fundadora e diretora da Confraria do Empreendedor. Em poucos anos a Confra conseguiu angariar mais de três mil Confrades – como são chamados seus membros – e vem ajudando e facilitando a jornada de quem é empreendedor aqui no Brasil e também em Portugal.

Para conhecer essa iniciativa ouça ou veja agora o Podcast, curta o canal do YouTube, inscreva-se nele e deixe seu comentário.

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Witec e Trentim anunciam fusão

A Witec It Solutions e a Trentim – Gestão & Tecnologia, empresas Microsoft Gold Partners há mais de dez anos no mercado, anunciam a fusão de suas operações, resultando em um grupo com mais de 100 colaboradores, especialistas certificados por organizações como Microsoft, Watchguard, 3CX, PMI.org, IIBA.org e PMO Global Alliance.

“Queremos proporcionar aos parceiros uma jornada de crescimento e excelência operacional, alavancando o uso da tecnologia como um diferencial competitivo e disseminando soluções para comunicação, colaboração, produtividade e segurança”, explica Carol Lagoa, Co-Founder daWitec IT Solutions.

Combinando produtos e serviços gerenciados nas áreas de comunicação, colaboração, produtividade, segurança, automatização e aplicativos de negócios low-code, as soluções Trentim e Witec ajudam empreendedores e gestores a obterem competitividade e eficiência para seus negócios.

Além disso, a fusão consolida o Witec Hub com o objetivo de educar e capacitar profissionais de tecnologia, bem como conscientizar e orientar as empresas para transformação digital dos seus negócios.

“Por meio do LinkedIn Learning, capacitamos mais de 207 mil pessoas em formações de tecnologia. Além disso, as equipes da Witec e da Trentim Gestão & Tecnologia estão ativamente envolvidas em comunidades técnicas, combinando a experiência prática em projetos internacionais e desenvolvimento de produtos com voluntariado e educação.”, complementa
Mario H Trentim fundador e sócio da Trentim Gestão & Tecnologia.

O portfólio combinado das empresas resulta em sinergias para o atendimento de empresas pequenas, médias e grandes em diferentes indústrias e conforme suas necessidades.

A expertise  da Trentim Gestão & Tecnologia nas áreas de gerenciamento de projetos, agilidade organizacional e transformação digital permite levar as soluções mais modernas e avançadas das grandes empresas para as pequenas e médias.

Por outro lado, o catálogo amplo de serviços da Witec IT Solutions disponibiliza aos clientes infraestrutura, computação em nuvem, telefonia e licenciamento com foco na redução de custos e aumento da produtividade, sem deixar de lado a qualidade e a governança corporativa.

“Desde 2019, a atuação internacional da Trentim na América Latina, Oriente Médio e Europa permitiu identificar tendências e antecipar necessidades dos nossos clientes no Brasil. Agora vamos combinar os produtos e serviços da suíte ModernPMO com o portfólio da Witec e empresas do ecossistema para que possamos oferecer soluções mais completas aos clientes. Sabemos que
as empresas de tecnologia que quiserem prosperar e ter lucratividade precisam estar cada vez mais próximas dos clientes, entender quais são as soluções e produtos que eles precisam e oferecer essas soluções de forma customizada”, enfatiza Gustavo Moraes, Diretor de Operações e sócio da Trentim Gestão & Tecnologia.

A fusão é resultado de uma parceria entre as empresas desde 2020, fazendo parte da estratégia de transformar a gestão das empresas por meio de boas práticas, diagnósticos, modelos de maturidade, consultoria especializada e modernas soluções de tecnologia.

As empresas seguem alinhadas no propósito de acelerar a adoção das soluções Microsoft 365, nas verticais de Power Patform (Power Bi, Power Apps e Power Automate), Segurança e Governança, apoiando os clientes em suas jornadas e desafios relacionados ao novo cenário global. Não há dúvidas de que empresas que saibam unir processos, pessoas e ferramentas, estejam mais capacitadas em um mercado cada vez mais competitivo.

“Esse movimento tem como foco tonar a Witec a maior empresa especializada em produtividade e trabalho remoto seguro do Brasil. Temos a convicção que com a adoção de tais soluções, as empresas têm crescimento significativos em governança, produtividade, processos e segurança, impactando diretamente na escalabilidade dos seus negócios, garantindo assim um crescimento sustentável e seguro”, finaliza Marco Lagoa, CEO da Witec IT Solutions.

9ª Edição do Congresso de TI promete ampliar o conhecimento da área no Brasil


A Witec, hub especializado em soluções de Tecnologia da Informação, realiza a 9ª Edição do Congresso de T.I nos dias 08, 09 e 10 de novembro. Totalmente on-line e gratuito, o evento tem como objetivo promover networking e compartilhar conhecimentos setoriais dos mais de 60 speakers presentes, incluindo nomes como Rodrigo Jorge, Diretor de Segurança da Informação na VTEX, Sandyara Peres, Coordenadora de Acessibilidade no PicPay, Isabella Montalvão, Engenheira Líder de Soluções para Marketing Cloud na Salesforce, entre muitos outros. 

Com trilhas de Segurança, Governança & Privacidade; Cloud Computing; Desenvolvimento; Data Science & Digital e Customer & Employee Experience, o conteúdo é direcionado para estudantes e profissionais do segmento, além de pequenas, médias e grandes empresas.

Interessados podem realizar suas inscrições no link.

As edições anteriores do Congresso contaram com a presença de mais de 400 profissionais renomados, mais de 200 mil espectadores e mais de 500 palestras e cursos. Cada vez mais é importante mostrar que a tecnologia e inovação são essenciais para promover a mudança que a sociedade espera das organizações. O evento tem como proposta capacitar cada vez mais os profissionais de tecnologia e contribuir para o progresso do setor. 

Segundo dados da Brasscom, o setor de tecnologia da informação aponta demanda de 797 mil profissionais até 2025. É uma conta que não fecha porque há mais vagas oferecidas do que pessoas capacitadas no mercado.

“Esse evento é uma oportunidade de trocar experiências e conhecimentos entre os participantes, com a chance de ganhar escala com pessoas que ainda não enxergam as possibilidades que o setor oferece. Tecnologia não é mais a profissão do futuro; a necessidade de profissionais qualificados no mercado é vista no presente”, explica Maria Carolina Lagoa Loyo, CCO, do Congresso de TI.

Serviço
Data: 8 a 10 de novembro
Evento Online
Inscrições gratuitas: https://congressodeti.com.br/9-edicao/


Editora VideoPress lança curso on-line sobre Segurança da Informação para profissionais do setor Público e Privado

A Editora VideoPress, detentora da marca Vida Moderna, anuncia sua nova divisão de cursos on-line com o lançamento do curso “Desmistificando a Segurança da Informação”, que tem como objetivo reforçar o papel estratégico da cibersegurança, apresentando conceitos estratégicos e tecnologias para otimizar as ações de proteção digital dentro de companhias dos setores Público e Privado. A pré-inscrição para o curso está disponível neste link e as vendas serão abertas dia 16 de maio de 2022.

Ao todo, são 12 módulos interativos com conteúdo prático apresentado por André Carneiro, Diretor Geral da Sophos do Brasil, e pelo jornalista Guido Orlando Jr., Diretor da Editora.

“A Segurança da Informação é um tema latente e vital para as empresas de todos os portes e segmentos. Planejar as ações e aplicar as metodologias e ferramentas de proteção de dados, porém, são muitas vezes grandes desafios às companhias, principalmente pela rápida transformação que este setor vive e pela falta de mão de obra global para atender as demandas dessas companhias”, analisa Guido.

Segundo o jornalista, a proposta é desmistificar algumas premissas referentes a este assunto e, principalmente, trazer informação prática para agilizar as iniciativas de proteção digital nas organizações. “Este não é um curso técnico, mas sim uma preparação para tornar a estratégia de Segurança da Informação verdadeiramente alinhada às propostas de negócios nas empresas”, explica.

Neste cenário, para tornar as aulas mais práticas, a ideia é aproximar o conteúdo apresentado à rotina vivida no dia a dia dos times. “Trazemos cases e informações estratégicas a respeito de novas tecnologias, processos e formas para o cumprimento de normas, como a LGPD, além de lives exclusivas e grupos fechados para potencializar a troca de informações entre os participantes. Tudo isso em um formato sob demanda, em que o público pode ver as aulas onde e quando quiser, em seu próprio ritmo. A ideia é tirar dúvidas e facilitar a chegada de práticas bem-sucedidas a todos”, ressalta.

Durante o curso, os alunos terão acesso a conteúdos sobre conceitos fundamentais para a Segurança Digital, dicas para a formação de uma estrutura de cibersegurança do zero e detalhes que devem ser observados pelas companhias diante de novas regras e o aumento dos ataques via ransomware, por exemplo.

“A Segurança da Informação nas companhias públicas e privadas não pode mais ser vista como uma área à parte das empresas. É preciso entender que a proteção de dados deve permear os planos de negócios e todas as iniciativas da corporação. O compromisso desse curso é reforçar essa importância aos profissionais do mercado, mostrando como e onde devemos agir para impulsionar a capacidade de controle dos times”, reforça Carneiro, que é Engenheiro Eletrônico formado pela POLI, da USP, e que soma mais de 20 anos de experiência no mercado de SI.

Pelo caráter voltado aos negócios, as aulas são destinadas a profissionais de tecnologia e executivos de todos os níveis – incluindo CEOs, CIOs, CISOs e CTO, entre outros – e dos mais diversos setores da economia. “Além disso, é uma grande oportunidade para que novos talentos e trabalhadores que estão migrando para a área de Segurança da Informação também possam entender melhor as implicações deste ramo aos resultados das companhias”, acrescenta o engenheiro.

Para mais informações e fazer o pré-cadastro, acesse bit.ly/3ancyfm.

Lá poderão ser assistidos gratuitamente nove clipes de cada módulo, com destaques das respectivas aulas, para reforçar a tomada de decisão da compra do curso.

JAC Motors lança o e-JS1, o carro 100% elétrico compacto mais barato do mercado brasileiro. Conheça agora.

Sem fazer muito alarde a JAC Motors se consolida como a montadora aqui no Brasil que tem a maior e mais variada oferta de veículos 100% elétricos do país. Na imagem abaixo você pode conferir todos os modelos da montadora chinesa por aqui, que desde 2019 tem como principal acionista o Grupo Volkswagen na China, com 51% das ações.

Modelos 100% elétricos da JAC Motors disponíveis no Brasil

Essa joint venture definitivamente deixa no passado qualquer dúvida que ainda possa existir sobre a qualidade e atendimento dos veículos da montadora chinesa, a coloca em um novo patamar de mercado e a tendência é que ela passará a ser olhada com outros olhos pelos consumidores.

Desenvolvido em parceria com Volkswagen, o JAC e-JS1 estreia no mercado brasileiro para ser o oitavo veículo 100% elétrico da JAC Motors, todos eles livres de emissões de poluentes.

Segundo Eduardo Pincigher, Diretor de Assuntos Corporativos e Comunicação da empresa, “O e-JS1 foi desenvolvido a partir da plataforma do elétrico IEV20 e a VW implementou o design exterior e interior, acabamento e conectividade“, explica.

Slide Show


Destaques
> O compacto urbano livre de emissões da JAC Motors possui 302 km de autonomia (norma NEDC); baterias de fosfato de ferro-lítio têm capacidade máxima de 30,2 kWh;

> Provido de sistema de regeneração de carga, o JAC e-JS1 é extremamente econômico: em média, o modelo consome 9,6 kWh a cada 100 km;

> Com 150 Nm (15,3 kgfm) de torque e apenas 1.180 kg, o JAC e-JS1 é o veículo com menor custo por km rodado do país: 7 centavos por km;

> Para “encher o tanque” ou carregar as baterias, o e-JS1 gasta cerca de R$ 20 (tarifa de R$ 0,65 por kWh). Um carro compacto, com motor a gasolina, que tenha consumo urbano de 13 km/l, exigirá cerca de R$ 135 para rodar os mesmos 302 km.

> O JAC e-JS1 é o oitavo modelo 100% elétrico da JAC Motors no Brasil. De longe é a marca com o maior portifólio de veículos livres de emissões, constituindo uma família completa: um modelo urbano, três SUV´s, uma picape, uma van e dois caminhões.

> Preço sugerido do JAC e-JS1 é de R$ 149.900.

O JAC E-JS1 é uma grande aposta. Será o carro elétrico mais barato do Brasil e atuará em um segmento absolutamente inédito, o de compacto urbano, compatibilizando a aplicação ideal para um veículo totalmente elétrico: o uso dentro da cidade”, explica Sergio Habib, presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil. “Você pode usá-lo em rodovias, nas pequenas viagens? Claro que sim. Mas seu habitat natural é o trânsito urbano”.

Ao contrário do que se pensava, o city-car não substituirá o JAC iEV 20, mas sim complementará a linha. O iEV 20 é um SUV de porte compacto, com suspensão mais alta, rodas e pneus maiores e aptidão para vencer desafios leves no off-road, enquanto o E-JS1 é totalmente destinado ao uso urbano.

Com 30,2 kWh de capacidade de carga elétrica, o E-JS1 possui ótimo rendimento, à medida que, por ser 100% elétrico, ele é leve. São somente 1.180 kg de peso em ordem de marcha, segundo informa a montadora.

Por este motivo, o motor de 150 Nm (15,3 kgfm) de torque entrega um desempenho empolgante para um modelo urbano. São 62 cv de potência e 110 km/h de velocidade máxima.

Menor custo por km rodado do Brasil
Dependendo da tocada do motorista, o e-JS1 é capaz de rodar 302 km, perfazendo um consumo médio de 9,6 kWh por 100 km, e oferece o custo por km rodado mais em conta de todo o mercado brasileiro – 0,36 MJ/km.

Para recarregá-lo por completo, considerando o custo médio de tarifas de R$ 0,65 por kWh, o proprietário do modelo vai desembolsar R$ 6,24 a cada 100 km, segundo dados fornecidos pela montadora.

“Encher o tanque”, ou neste caso, carregar as baterias por esse valor e rodar 302 km significa, em linhas gerais, um custo por km rodado 7,5 vezes menor do que um modelo com motor térmico (a combustão). O custo por km rodado do JAC E-JS1 é pouco mais de 6 centavos.

Mesmo que se adote o custo de R$ 0,90 de kWh, instituído ocasionalmente na “bandeira vermelha”, a despesa de “tanque cheio” salta para somente R$ 26, ou seja, ainda 5,2 vezes mais barato que os mais econômicos modelos a gasolina.

Baterias de fosfato de ferro-lítio são mais estáveis
Por pertencer à oitava geração de modelos 100% elétricos da JAC Motors, o e-JS1 possui grande eficiência dinâmica de todo o conjunto propulsor.

Tanto que a autonomia de 302 km, perfeitamente adequada a um modelo de porte compacto e urbano, foi obtida com a instalação de baterias com somente 30,2 kWh de capacidade máxima de carga, dotadas de células de fosfato de ferro-lítio, que possuem melhor estabilidade química e térmica.

Como resultado, o JAC e-JS1 pesa menos de 1,2 tonelada. Com um peso extremamente contido para um veículo elétrico, adicionado à proposta urbana, ele precisa de um motor com 62 cv de potência.

Na prática, a eficiência do motor e o baixo peso das baterias, além de gerarem um conjunto “enxuto”, garantem aquele consumo enfaticamente reduzido de 9,6 kWh / 100 km.

Por rodar primordialmente nas cidades, onde o torque é muito mais relevante que a potência, o E-JS1 permite acelerações surpreendentes, com seus 150 Nm de torque máximo. De 0 a 100 km/h, o JAC E-JS1 precisa de 10,7 segundos.

E por falar em bateria, uma dúvida que sempre surge entre os consumidores é seu custo de manutenção. Afinal, quanto o dono do carro vai desembolsar caso elas apresentem algum defeito depois que terminar a garantia? Outra dúvida: quanto tempo duram as baterias?

Ouça as explicações de Sérgio Habib neste áudio

Design feito em parceria com a Volkswagen
Contando com total supervisão da Volkswagen no desenvolvimento, o city-car da JAC “escreve um novo paradigma na definição de carro urbano”, segundo a empresa. Não emite nenhum grama de CO2, seu design é moderno e contemporâneo (incrementado pelas cores vivas da carroceria) e mede apenas 3,65 metros de comprimento e 1,67 m de largura, o que é uma grande vantagem para trafegar em grandes cidades.

Na frente, o JAC e-JS1 destaca-se pelo grupo ótico com lanternas trapezoidais invertidas, unidas por uma régua que atravessa toda a frente do carro. Para ornar com esse efeito, ele possui contornos na base do para-choque que envolvem os faróis de neblina nas extremidades. É um conjunto estilístico forte, de personalidade. Possui luzes diurnas em LED (sistema DRL de série).

Visto de lado, o JAC e-JS1 recebeu rodas de desenho exclusivo, com pneus nas medidas 165/65 R14.

Detalhe das rodas

Já a traseira exibe lanternas mais quadradas, decretando solidez no conjunto, além de repetir os mesmos ornamentos no para-choque.

Interior futurista
Toda a parte interna do e-JS1 foi redesenhada a partir do modelo que serviu de base. Possui duas telas à serviço do motorista. A primeira, que é o quadro tradicional de instrumentos atrás do volante, compõe-se de uma tela de TFT de 6,2 polegadas, que concentra as informações de cruzeiro (velocidade, carga de bateria, consumo instantâneo, autonomia etc.).

Detalhe das duas telas do painel

Como diferencial de acabamento, o JAC e-JS1 incorpora molduras em alto relevo de cores contrastantes, compondo um cenário visivelmente de bom gosto com as superfícies revestidas em couro (soft touch). Um console “aéreo” permite guardar pequenos objetivos, como um smartphone bem à mão, assim como funciona como descansa-braços. E o estofamento é de couro sintético.

Detalhe do console “aéreo

Nesse console, inclusive, como é tradicional em qualquer veículo, o condutor do e-JS1 não vai encontrar o botão seletor de marcha. Por ser elétrico, o modelo não requer câmbio, sem os habituais engates “mecânicos”.

O acionamento de sentido de marcha – para frente, identificado convencionalmente com a letra D, de drive, e para trás, pela letra R – é realizado por uma alavanca fixada na coluna de direção, à direita do volante.

Alavanca de seleção do câmbio do lado direito da coluna de direção

Não há controles ou comandos aparentes no painel frontal. Tudo é acionado pela central multimídia (a segunda tela), oferecendo um conjunto prático, clean e de aparência futurista. Apenas à esquerda do volante concentram-se botões de necessidade mais imediata de uso, como desembaçadores e ajustes elétricos dos retrovisores externos.

O volante de direção é multifuncional: o motorista do modelo 100% elétrico praticamente não tira as mãos do volante para as operações mais usuais: comando das funções do rádio, tecla para atender o telefone celular, acionamento do cruise control (controlador de velocidade) e controles do computador de bordo são funções ao alcance das duas mãos.

Visão do volante
Detalhe do volante lado esquerdo
Detalhe do volante lado direito

Central multimídia com tela de 10,25 pol reúne dados de operação
Com tela multimídia de 10,25 polegadas centralizada no alto do painel de instrumentos, o E-JS1 incorpora todos os recursos de conectividade mais modernos do segmento, inclusive compatibilidade para AndroidAuto e Apple CarPlay. Incorpora câmera de ré, além de conexão Bluetooth, leitor de MP3 e entrada USB.

A tela estará traduzida para Português do Brasil

Neste mesmo aparelho, o usuário vai se “divertir” com a infinidade de recursos de monitoramento e utilização dos sistemas de propulsão e regeneração de baterias. Lá se lê, automaticamente, a autonomia remanescente (e com exatidão), a carga de kWh recuperada instantaneamente em cada desaceleração ou frenagem, além de funções mais tradicionais, como “consumo médio ou instantâneo”. Os comandos de climatização também são acionados por essa central.

Lista de equipamentos
O modelo trazido pela JAC Motors é completíssimo, pressupondo-se o alto grau de exigência de um cliente que adquire um modelo na faixa de R$ 150 mil. Sem opcionais, ele vem dotado de diversos equipamentos de série:
• Ar-condicionado Automático e Digital
• Cruise Control com comandos no volante
• Faróis com regulagem elétrica de altura do facho
• Faróis com “Follow Me Home”
• Faróis com DRL (LED diurno)
• Faróis de neblina (dianteira)
• Retrovisor interno antiofuscante
• Bancos revestidos em couro ecológico
• Duplo air bag
• Portas com barras de proteção lateral
• Aviso de cinto não acoplado
• Freio ABS com EBD
• BAS – Brake Assist System (assistente para frenagens de pânico)
• Auto Hold (assistente de partida em rampas)
• TPMS – Tire Pressure Monitoring System (sistema de monitoramento da pressão dos pneus)
• ESP e TCS – Controle Eletrônico de Tração e Estabilidade
• Sensor de estacionamento traseiro
• Câmera de ré
• Entrada USB sob o console central do painel
• Isofix
• iPedal (sistema de regeneração de carga da bateria nas desacelerações e frenagens.

Primeiras impressões
Tive a oportunidade de fazer um teste drive de aproximadamente 100 Km ida e volta até uma cidade perto capital paulista e o carro surpreendeu. Tem ótima dirigibilidade, o volante é preciso e firme, o iPedal responde prontamente quando requerido, é funcional e depois que o condutor se acostuma com a maneira de usá-lo, o freio convencional será usado raramente. E se acostumar, pegar o jeito de utilização, demora minutos e acaba sendo até divertido.

E por falar em divertido, dosar o consumo e a regeneração de energia acaba sendo quase um videogame, pois quando você para de acelerar ou tiver que utilizar o freio, o gráfico de energia da tela de 10,25 polegadas muda de comportamento, ora mostrando o consumo, ora mostrando o carregamento das baterias e isso é muito legal.

E o carro anda muito bem, apesar de ter sua velocidade máxima limitada a 110 Km via software. Lembre-se que ele é um carro basicamente urbano, mas dá para andar em estradas entre cidades próximas de até um percurso de 200 Km ida e volta sem se preocupar com a autonomia, desde que as baterias estejam carregada, claro.

Sinceramente, não precisei em nenhum momento ultrapassar os 110 Km/h, pois mais de 80% do trajeto foi urbano e peguei apenas um trecho de alguns quilômetros da Via Anchieta, que tem velocidade máxima na sua pista central de exatos 110Km/h.

O torque para um carro do seu porte é excelente e chega a arrancar um leve sorriso de canto de boca do condutor. Não que seja fantástico e cole no banco, mas dá para sentir a potência sendo enviada instantaneamente para as rodas, o que não acontece em um carro a combustão. Isso é o que eu mais gosto em um carro elétrico.

A acústica interna é excelente, não só pela falta do ruído do motor e ausência de trepidação, como é de se esperar em um carro 100% elétrico, pois andei por ruas de paralelepípedo e asfalto com buracos. E o ruído interno e rigidez da suspensão se comportaram muito acima do que eu esperava, o que tornam o E-JS1 bastante confortável.

O que deu para sentir desse curto percurso foi isso, além dos olhares das pessoas na rua e outros motoristas, pois ele é um carro com design muito moderno e a cor que escolhi foi o Abacate, que realmente é bonito e chama atenção por onde passa.

Quanto ao porta malas, a capacidade é de 121 litros, o que é suficiente para uma mala pequena e uma compra média de supermercado. É honesto para o tamanho do carro.

Para ver e baixar a ficha técnica do e-JS1 CLIQUE AQUI

Comparativo de preço
No seu material promocional a JAC colocou um comparativos com as marcas que vendem carros 100% elétricos no Brasil e aqui está a tabela. Clique na imagem para aumentá-la.

Tabela comparativa de preço

Acho que eu sei o que você deve estar pensando: “Guido, você compraria esse carro?” Eu respondo: “Sim”.

Ato Futuro une arte e saúde mental no RJ

Ato Futuro une arte e saúde mental no RJ
Ato Futuro une arte e saúde mental no RJ

Em um momento de crescimento dos debates sobre saúde mental, ansiedade e isolamento social, iniciativas inspiradas no pensamento de Nise da Silveira reforçam o papel da arte como ferramenta de cuidado, expressão e reintegração social. Quase 30 anos após a morte da psiquiatra alagoana, considerada uma das maiores referências mundiais na humanização do tratamento psiquiátrico, ações culturais e formativas atualizam seu legado no Rio de Janeiro.

Entre essas iniciativas está o projeto Ato Futuro, realizado no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira, no Engenho de Dentro, espaço historicamente ligado à trajetória da médica, desde 2023. Desenvolvido em parceria com a Escola de Artes Celso Lisboa, o projeto promove atividades artísticas e ações de integração entre usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), estudantes e a comunidade, utilizando a arte como instrumento de expressão, pertencimento e cuidado em saúde mental. Neste ano, a iniciativa ganhou reforço por meio do apoio da Secretaria Especial de Integração Metropolitana, que ampliou a programação com novas oficinas, palestras e a produção de um curta-documentário.

"Quando falamos da arte como ferramenta de cuidado, estamos retomando diretamente o legado de Nise da Silveira, que foi uma das primeiras a utilizar a arte no tratamento de pessoas com sofrimento psíquico. A proposta é fazer com que, por meio da arte, pessoas em sofrimento psíquico possam ser acolhidas, ouvidas e descubram potencialidades muitas vezes adormecidas dentro de si", afirma João Marcelo Pallottino, diretor do projeto Ato Futuro.

Iniciativas inspiradas nesse segmento têm ganhado força em meio ao aumento dos debates sobre ansiedade, burnout, depressão e isolamento social, especialmente após a pandemia. Oficinas de teatro, música, audiovisual e expressão corporal são verdadeiras ferramentas complementares de cuidado emocional, fortalecimento da autoestima e promoção de pertencimento coletivo.

Além das oficinas, o projeto promoveu uma palestra, na última sexta (12), na Universidade Celso Lisboa, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio, sobre "Arte, Educação e Saúde Mental: Modos Criativos de Existência". O encontro gratuito reuniu João Pallottino, diretor do projeto Ato Futuro, Adriana Lemos, coordenadora do Museu de Imagens e do Inconsciente, e Raquel Stoerke, coordenadora de psicologia da Celso Lisboa.

Sobre o projeto Ato Futuro

O Ato Futuro, concebido pelo Centro Universitário Celso Lisboa, é um projeto formativo e social que atua na interseção entre arte, educação e saúde mental, promovendo experiências de criação, troca e capacitação abertas à comunidade. Realizado em um espaço público de referência, como o Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira, o projeto busca ampliar o acesso à cultura e fortalecer práticas de cuidado por meio da arte.

Alianzo chega a Indaiatuba e avança na expansão nacional

Alianzo chega a Indaiatuba e avança na expansão nacional
Alianzo chega a Indaiatuba e avança na expansão nacional

A Alianzo, ecossistema integrado de soluções de gestão empresarial para médias e grandes empresas, anuncia a inauguração de sua nova unidade em Indaiatuba, no interior de São Paulo. A operação marca a quinta unidade da companhia no Brasil e reforça sua estratégia de expansão nacional, com foco em regiões de alto potencial econômico e crescente demanda por profissionalização da gestão. Localizada na Região Metropolitana de Campinas, Indaiatuba ocupa posição estratégica em um dos polos empresariais mais dinâmicos do país, com acesso privilegiado a grandes centros industriais, logísticos e de inovação. A chegada da Alianzo aproxima a companhia das empresas em fase de crescimento, expansão e transformação de seus modelos de gestão.

"A Região Metropolitana de Campinas reúne empresas inovadoras e um ambiente econômico extremamente pujante, por isso abrimos essa segunda unidade no estado de São Paulo. Ela fortalece nossa estrutura, amplia nossa capilaridade e nos aproxima de empresários e negócios que buscam crescimento e evolução na gestão", afirma Breno Riether, CGO da Alianzo.

A nova operação será liderada por Felipe Almeida e nasce com o objetivo de se tornar um importante vetor de crescimento da companhia no interior paulista, conectando empresas da região ao portfólio de soluções da Alianzo, que inclui auditoria independente, terceirização contábil, consultoria em gestão, planejamento tributário e serviços focados na reforma tributária, estruturação societária, M&A e serviços financeiros avançados.

"Nossa chegada reforça o compromisso da Alianzo em apoiar organizações que buscam crescimento sustentável, governança, eficiência operacional e maior segurança para tomar decisões estratégicas", segundo Felipe Almeida, líder da unidade.

A inauguração em Indaiatuba faz parte de uma estratégia estruturada de expansão da Alianzo, que combina crescimento orgânico, novas unidades de negócios e parcerias estratégicas. Atualmente, a companhia conta com cinco unidades no Brasil, três operações nos Estados Unidos e mais de 2.400 clientes atendidos.

Nos últimos anos, a Alianzo vem consolidando sua posição como um ecossistema de gestão empresarial voltado a apoiar negócios em seus desafios de crescimento, governança e eficiência. A companhia também foi reconhecida pelo GPTW como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e na América Latina.

A Alianzo segue avaliando novas regiões e parcerias estratégicas para ampliar seu ecossistema e fortalecer sua presença nacional.

Mobili anuncia Hulk como novo parceiro em proteção veicular

Mobili anuncia Hulk como novo parceiro em proteção veicular
Mobili anuncia Hulk como novo parceiro em proteção veicular

Hulk é normalmente conhecido no país pelos gols, assistências e pelo porte físico avantajado que permitiu carregar o apelido jogando principalmente pelo Atlético-MG e pela Seleção Brasileira. Mas, além da performance dentro de campo, o atleta também busca mostrar desenvoltura fora das quatro linhas. Agora, ele foi escalado como parceiro comercial da Mobili, uma das empresas com forte atuação no país em proteção veicular.

A escolha vem num momento considerado positivo para o setor. O novo marco regulatório, instituído pela Lei Complementar 213/2025, vai garantir mais profissionalismo, responsabilidade e transparência das operadoras, que passarão a ser fiscalizadas diretamente pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Esses passos já vinham sendo gradativamente implementados pela Mobili, o que atraiu a atenção do jogador, que firmou contrato recentemente com o Fluminense. Além disso, a desburocratização do acesso à proteção de veículos também pesou na decisão.

"A força de uma trajetória não se mede pelo barulho que ela faz hoje, mas pela constância que ela mantém no tempo. Muitos me perguntam por que escolhi a Mobili. A resposta é simples: eu não busco apenas tamanho; eu busco confiança. Eu olhei os números, a operação, a reputação e principalmente os valores. O mercado de proteção veicular mudou, está mais profissional, mais sério e regulamentado", justifica Hulk.

O jogador revela que a credibilidade da Mobili foi preponderante para que a aliança ocorresse. "Confiança não se improvisa, é algo que se constrói com seriedade. Eu escolhi estar aqui porque reconheço a mesma disciplina que me trouxe até onde estou", pontua. A entrada do jogador ao conselho consultivo da empresa faz projetar um novo cenário para a organização, reforçando uma imagem para o mercado nacional focada em governança e na visão de futuro.

Para o presidente da Mobili, Rodrigo Rocha, essa visão de futuro está alinhada com o propósito que Hulk vem buscando no mercado de proteção veicular. "A nova regulamentação vai proporcionar um nível de profissionalização muito mais elevado aos consumidores, e isso pode resultar num aumento da confiança do público em relação às empresas. A chegada do Hulk ao nosso conselho consultivo reforça esse processo de confiança porque identificamos que a Mobili é uma marca que se preparou para esse novo ciclo. Aliado àquilo que o Hulk representa, é um casamento que une propósitos bem parecidos em um mercado que está aquecido", avalia.

Sobre a Mobili

A Mobili é uma associação de proteção veicular criada há oito anos, e que hoje já alcança todo o território brasileiro. A empresa atua na oferta de soluções para motoristas que buscam proteção contra eventuais danos ao veículo.

É essa cultura organizacional que levou a empresa a conquistar, em 2024 e em 2025, o 1º lugar do Prêmio Reclame Aqui no segmento de proteção veicular. Este ano está novamente concorrendo ao prêmio. Além disso, a Mobili possui o Selo GPTW (Great Place to Work), certificação global que indica os ambientes de trabalho mais agradáveis e de alta confiança. A empresa associa as premiações a um alto índice de satisfação e reconhecimento público que ela identificou na análise de qualidade do atendimento.

Evento debate impactos da Resolução 522 na subadquirência

Evento debate impactos da Resolução 522 na subadquirência
Evento debate impactos da Resolução 522 na subadquirência

A implementação da Resolução BCB nº 522 inaugura uma nova fase para o ecossistema de pagamentos brasileiro. Em meio às transformações regulatórias que ampliam as exigências de governança, transparência e rastreabilidade das operações financeiras, representantes do mercado de subadquirência se reuniram na última sexta-feira (12 de junho), em São Paulo, durante o evento Subadquirência 2.0 – Regulação e Novos Negócios: União e inovação no setor financeiro brasileiro.

Promovido pela Luby e Ultralinks, com o apoio da Pagos – Associação Brasileira do Ecossistema de Pagamentos, em parceria com Daniel Nery, CEO da Ultralinks e vice-presidente de Facilitadores de Pagamentos da entidade, o encontro reuniu executivos, especialistas jurídicos, representantes institucionais e lideranças do setor para debater os impactos práticos da nova regulamentação e os caminhos para a construção de um ambiente de negócios mais sustentável.

O debate ocorre em um momento de profunda reconfiguração do mercado. A Resolução BCB nº 522, publicada pelo Banco Central, reforçou as exigências de participação das subcredenciadoras na liquidação centralizada, ampliou as obrigações relacionadas ao compartilhamento de informações e elevou os padrões de governança, monitoramento e rastreabilidade das operações financeiras.

Fortalecimento da segurança sistêmica e aumento da transparência do setor

"O movimento busca fortalecer a segurança sistêmica e aumentar a transparência do ecossistema de pagamentos brasileiro", afirma Daniel Nery, explicando que o evento representou um esforço coletivo, cujo objetivo foi fortalecer a subadquirência e criar uma agenda permanente de diálogo entre empresas, reguladores e demais participantes do mercado.

"A proposta desse encontro foi promover uma união de esforços entre todos os agentes do ecossistema. Estamos diante de uma transformação estrutural do mercado de pagamentos, e a construção desse novo ambiente exige colaboração, compartilhamento de conhecimento e alinhamento operacional. Nosso objetivo é garantir que as subadquirentes tenham clareza sobre seus novos papéis, fortaleçam sua governança e atuem de forma cada vez mais segura e sustentável", ressalta Nery.

A agenda contou com painéis dedicados aos impactos regulatórios na prática, à redefinição das responsabilidades entre os participantes do mercado e às oportunidades de novos modelos de receita. Entre os participantes estiveram Eduardo Pires, mediador do evento; Giancarllo Melito, do Barcellos Tucunduva Advogados; Pedrina Braga, vice-presidente de Assuntos Regulatórios e Compliance da Pagos; e Nicolau J. Neto, CEO do Banco Fidúcia SCMEEP.

Pesquisas indicam que, embora as subadquirentes desempenhem um papel cada vez mais relevante no ecossistema de pagamentos, o segmento passa por um processo de adaptação às novas exigências regulatórias, especialmente após a publicação da Resolução BCB nº 522, que elevou os padrões de governança, transparência e gerenciamento de riscos das operações. "Nesse contexto, a aproximação entre empresas, associações setoriais e órgãos reguladores passa a ser vista como um fator determinante para a maturidade do segmento", finaliza o executivo.

A interpretação está alinhada aos objetivos da Resolução BCB nº 522, por meio da qual o Banco Central busca aprimorar as estruturas de gerenciamento centralizado de riscos, fortalecer a rastreabilidade das transações e ampliar os mecanismos de supervisão aplicáveis aos participantes dos arranjos de pagamento integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Coca-Cola FEMSA Brasil leva arte da Copa às ruas de SP

Coca-Cola FEMSA Brasil leva arte da Copa às ruas de SP
Coca-Cola FEMSA Brasil leva arte da Copa às ruas de SP

Inspirada em uma das tradições mais emblemáticas da Copa do Mundo, as ruas decoradas com pinturas e bandeirinhas que mobilizam bairros inteiros durante o torneio, a Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora do Sistema Coca-Cola no mundo em volume de vendas, lança o projeto A Rua Volta a Sonhar. A iniciativa levará cinco murais artísticos a bairros da capital e região metropolitana de São Paulo, resgatando, por meio da arte urbana, uma manifestação cultural que faz parte da memória afetiva dos brasileiros.

Em parceria com o artista visual e muralista Adriano Vespa, os murais serão produzidos em estabelecimentos clientes da companhia localizados nos bairros Jardim São José, Vila Guilhermina e Vila Nova União, na capital; Jardim Ana Estela, em Carapicuíba; e Jardim Brasil, na divisa com Guarulhos. As intervenções transformarão fachadas comerciais em grandes telas inspiradas em tradições populares que fazem parte da experiência dos brasileiros durante a Copa do Mundo.

"A Copa do Mundo tem um poder único de mobilizar pessoas e criar memórias compartilhadas. Com esse projeto, queremos valorizar uma tradição popular que faz parte da cultura brasileira e, ao mesmo tempo, fortalecer nossa relação com os territórios onde atuamos. A arte nos permite celebrar esse sentimento coletivo e transformar espaços do cotidiano em pontos de encontro e identificação", afirma Fabiana Taislam, Head de ESG e Comunicação Externa da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Os murais retratam cenas que fazem parte do imaginário coletivo da Copa do Mundo no Brasil, como a preparação das ruas para o torneio, as brincadeiras de infância envolvendo pinturas e bandeirinhas, os encontros entre vizinhos e familiares e a emoção compartilhada diante de cada partida. As obras buscam retratar como ruas, comércios e comunidades se transformam durante o campeonato, reforçando valores como convivência, união e pertencimento.

A escolha de Adriano Vespa para o projeto reforça a conexão da iniciativa com os territórios onde ela será realizada. Nascido e criado na Zona Leste de São Paulo, o artista construiu sua trajetória utilizando a cidade como plataforma de criação e expressão social. Sua obra explora o cotidiano urbano, as relações humanas e o acesso democrático à arte, especialmente em regiões periféricas.

"Grande parte das minhas referências vem justamente das ruas, dos bairros e das pessoas que vivem nesses espaços todos os dias. Poder transformar essa memória afetiva em arte e levar esse trabalho para regiões periféricas da cidade tem um significado especial. São histórias que pertencem às comunidades e que ajudam a mostrar como o futebol, a convivência e a ocupação dos espaços públicos fazem parte da identidade brasileira", destaca o artista.

O projeto A Rua Volta a Sonhar integra a plataforma da Coca-Cola FEMSA Brasil para a Copa do Mundo. Entre as iniciativas previstas estão o lançamento de embalagens temáticas e colecionáveis inspiradas no campeonato, além de uma parceria com a Panini para edições promocionais com figurinhas.

Sobre a Coca-Cola FEMSA Brasil

Operação da Coca-Cola FEMSA no Brasil, a companhia iniciou suas atividades em 2003 e é a fabricante do Sistema Coca-Cola com maior volume de vendas no país. Possui mais de 25 mil colaboradores e está presente em oito estados (Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) com 11 fábricas e 47 centros de distribuição. Com um portfólio multicategoria de mais de 130 marcas, a companhia atende a mais de 480 mil clientes, alcançando cerca de 95 milhões de consumidores.

Sophos destaca IA e prevenção no Partner Experience 2026

Sophos destaca IA e prevenção no Partner Experience 2026
Sophos destaca IA e prevenção no Partner Experience 2026

A Sophos promoveu o Sophos Partner Experience Brasil 2026 em São Paulo, reunindo executivos de canais, distribuidores e parceiros estratégicos. Durante o evento, os participantes debateram o cenário atual de ameaças cibernéticas, a estratégia corporativa para o novo ano fiscal e como o uso da inteligência artificial, aliado a abordagens proativas, está transformando a defesa digital das empresas.

O vice-presidente de vendas da Sophos para a América Latina, Wagner Tadeu, abriu o evento destacando a trajetória da empresa no mercado de segurança da informação e o compromisso contínuo com o ecossistema de parceiros locais. "O Sophos Partner Experience 2026 acontece em um momento de profunda transformação global. A missão da Sophos assume o compromisso de reduzir a linha de pobreza da cibersegurança, democratizando a resiliência para empresas de todos os portes por meio do avanço tecnológico", afirmou o executivo. "Com uma base que ultrapassa os 600 mil clientes no mundo, conseguimos transformar essa escala massiva em inteligência coletiva e prevenção ativa. A IA mudou drasticamente a velocidade das ameaças, e o nosso papel é garantir que essa proteção de ponta e altamente confiável seja perfeitamente acessível ao mercado por meio dos nossos parceiros", acrescentou.

Para Rodolfo Castro, gerente sênior de engenharia de vendas para a América Latina, em um cenário dinâmico no qual os ciberataques adotam a IA para escalar a velocidade e a sofisticação das ameaças, a inovação defensiva precisa ser ágil. "Com o avanço da nossa plataforma e a introdução do nosso Next-Gen SIEM a ser lançado neste ano, provamos aos parceiros que estruturamos um verdadeiro sistema de defesa unificado, onde os analistas humanos supervisionam diretamente a IA e detêm as decisões críticas de segurança", explica Castro. "O grande valor dessa abordagem está em democratizar a segurança de alta performance, entregando uma capacidade de resposta sólida para grandes corporações e empresas que têm ou não a estrutura de um CISO dedicado. Tudo isso operando sob uma arquitetura única, na qual qualquer detecção local dispara uma mitigação imediata em toda a rede", complementa.

Daniela Arroyo, Latam Channel Sales Engineer na Sophos, ressaltou que os adversários ativos ignoram blindagens tecnológicas estáticas, tornando indispensável uma estratégia de cibersegurança como serviço operada em tempo real. "O Brasil hoje é um epicentro crítico para a próxima geração de ciberataques avançados, o que exige um modelo de defesa igualmente preditivo. Para neutralizar essas ameaças complexas, a abordagem da Sophos une o Sophos Central Intelligence ao elemento humano essencial", pontuou Daniela. "Nosso foco expande essa proteção de alta performance para além do endpoint tradicional, mitigando riscos em dispositivos móveis e soluções de comunicação para fechar qualquer brecha na superfície de ataque das empresas", completou.

Além das discussões estratégicas, o evento promoveu uma jornada de capacitação com o programa de Breakouts Técnicos. No primeiro dia, as atenções se voltaram para a sessão "Proteção do Workspace: Deep Dive Técnico", uma atividade de caráter essencialmente prático que engajou engenheiros e administradores de segurança parceiros em laboratórios virtuais simulados. O segundo dia foi dedicado exclusivamente à vertente técnica, destacando uma imersão profunda dividida em três partes sob o tema "Converged XDR & MDR: Deep Dive Técnico" e concluindo a grade com o painel "Firewall: Cenário Atual e Evolução do Mercado".

Riscos de criar CRM com IA geram alerta nas empresas

Riscos de criar CRM com IA geram alerta nas empresas
Riscos de criar CRM com IA geram alerta nas empresas

A popularização das ferramentas de IA generativa tornou possível prototipar um CRM em poucos dias. Mas um conjunto de pesquisas independentes e estudos acadêmicos publicados entre 2024 e 2026 acende um alerta: quando o protótipo deixa de ser experimento e passa a sustentar uma operação comercial real, os riscos técnicos e financeiros crescem de forma acelerada.

Levantamento compilado pela SQ Magazine indica que entre 40% e 62% do código gerado por IA contém vulnerabilidades ou falhas de projeto. O relatório GenAI Code Security Report 2025, da Veracode, que testou mais de 100 modelos de linguagem, mede 45% e densidade de vulnerabilidades 2,74 vezes maior do que a do código escrito por humanos.

O fenômeno conhecido como vibe coding, desenvolvimento de software conduzido majoritariamente por IA, com pouca revisão humana, tem atraído empresas pela promessa de velocidade e baixo custo inicial. O problema aparece adiante: o código costuma parecer limpo e passar em testes básicos, mas carrega falhas que só se manifestam semanas depois, em produção.

Os números reforçam a preocupação. Um estudo de Shukla, Joshi e Syed, revisado por pares e aceito no IEEE-ISTAS 2025, mostrou que, a cada ciclo de refinamento automático, as falhas críticas aumentam 37,6%, patamar atingido após apenas cinco iterações. A análise da GitClear, que examinou 211 milhões de linhas de código, encontrou oito vezes mais duplicações em trechos gerados por IA durante 2024. E, segundo a Apiiro, em pesquisa noticiada pelo The Register, até junho de 2025 o código gerado por IA adicionava mais de 10 mil novos alertas de segurança por mês aos repositórios analisados, dez vezes mais do que em dezembro de 2024.

O custo é o segundo ponto crítico. Conforme levantamento da consultoria Mind Consulting, sobre economia de SaaS, o TCO (Custo Total de Propriedade) em projetos de software customizado por IA, o custo total em cinco anos costuma alcançar de 2,5 a 3,5 vezes o orçamento inicial. A chamada dívida técnica se comporta como juros de cartão de crédito: acumula silenciosamente até comprometer a operação.

A ausência de mecanismos básicos agrava o quadro. Sem banco de dados relacional, controle transacional, filas de processamento e mecanismos de concorrência, sistemas que funcionam bem para dez usuários travam com mil. Faltam, com frequência, backups constantes, logs de acesso e edição e controle de permissões, itens essenciais para a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Há ainda o risco humano: o conhecimento se concentra em poucas pessoas e, sem documentação, a saída de um responsável pode paralisar a manutenção.

"A IA generativa é uma aliada poderosa para acelerar a criação de software, mas um CRM é o coração da operação comercial. Quando ele falha, é a receita da empresa que para. O que parece economia no primeiro mês costuma se transformar em retrabalho, perda de dados e dependência de poucas pessoas. Plataformas consolidadas existem justamente para entregar a segurança, a escalabilidade e a governança que um protótipo não sustenta", afirma Matheus Pagani, CEO da Ploomes.

Os riscos não são teóricos. Em abril de 2026, a startup PocketOS perdeu sua base de dados de produção em poucos segundos depois que um agente de codificação por IA executou uma ação destrutiva sem validação humana, caso relatado pelo TecMundo. No mesmo mês, a Vercel sofreu um incidente de segurança iniciado em uma ferramenta de IA de terceiros conectada à conta corporativa de um funcionário. Em escala maior, as violações de políticas de dados ligadas à IA generativa mais que dobraram em 2025, enquanto dois terços das empresas que adotam IA não sabem onde estão todos os seus dados.

"Para empresas que dependem do CRM como centro da gestão comercial, plataformas consolidadas tendem a oferecer uma estrutura mais segura, auditável e preparada para o crescimento. Esses sistemas já entregam, de forma nativa, backups automáticos, logs de auditoria, controle de permissões por perfil, conformidade com a LGPD, processamento assíncrono e alta disponibilidade, reduzindo riscos que podem comprometer diretamente as vendas. A decisão não deve se basear apenas no custo inicial ou na velocidade de implementação, mas na sustentabilidade técnica, na segurança da informação, na escalabilidade e na continuidade operacional", finaliza o CEO.

Sobre a Ploomes

A Ploomes é uma plataforma brasileira de CRM e automação de vendas voltada para operações comerciais B2B e consultivas. A solução reúne gestão de funil, propostas e pedidos, automações e relatórios em um ambiente único, com infraestrutura preparada para escala, controles de segurança e conformidade.

Decisão federal valida o crédito judicial

Decisão federal valida o crédito judicial
Decisão federal valida o crédito judicial

A utilização de créditos judiciais para quitação de débitos tributários perante a União tem ganhado espaço no Judiciário brasileiro após as alterações promovidas pela Emenda Constitucional nº 113/2021. A norma incluiu o §11 ao art. 100 da Constituição Federal, prevendo expressamente a possibilidade de utilização de créditos líquidos e certos, próprios ou adquiridos de terceiros, para quitação de débitos perante a União.

Nesse contexto, uma decisão proferida pela Justiça Federal em Dourados (MS), em 27 de abril de 2026, reconheceu o direito de uma empresa contribuinte utilizar crédito judicial líquido, certo e exigível, adquirido de terceiro por cessão inter vivos, para compensação de débitos tributários administrados pela Receita Federal.

A sentença julgou procedente o pedido formulado contra a União Federal e fundamentou o reconhecimento do direito no art. 100, §11, da Constituição Federal, introduzido pela Emenda Constitucional nº 113/2021, além da Lei nº 13.988/2020, da Lei nº 9.430/1996, do Decreto nº 11.249/2022 e das disposições previstas no artigo 108 do Código Tributário Nacional.

Além de reconhecer o direito à compensação, o juízo determinou que a União analisasse, processasse e apreciasse o pedido administrativo correspondente. Também foi deferida tutela de urgência para suspender a exigibilidade do débito discutido até a conclusão da análise administrativa.

Na fundamentação, a decisão mencionou precedentes já adotados pela Justiça Federal e entendimentos consolidados pelo Superior Tribunal de Justiça sobre a utilização de garantias idôneas para suspensão da exigibilidade de créditos tributários. O entendimento também guarda consonância com a Súmula 461 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual o contribuinte pode optar pelo recebimento de crédito reconhecido judicialmente por meio de precatório ou compensação.

A discussão ocorre em um cenário marcado pela elevada complexidade do sistema tributário brasileiro. Dados do relatório Doing Business, do Banco Mundial, apontam que empresas instaladas no país estão entre as que mais dedicam tempo ao cumprimento de obrigações tributárias, evidenciando os desafios enfrentados pelos contribuintes na gestão de suas obrigações fiscais.

A decisão se soma a outros precedentes favoráveis sobre a matéria registrados na Justiça Federal e reforça o debate jurídico acerca da utilização de créditos judiciais como instrumento para regularização de passivos tributários perante a União.

Segundo Ronison Leal, CEO da Monetali, empresa especializada em operações estruturadas com créditos judiciais, a decisão representa a consolidação de um entendimento que já encontra respaldo em normas constitucionais e infraconstitucionais. "Não reinventamos a roda. O direito já estava escrito na Constituição. O que fizemos foi ter convicção suficiente para levar isso ao empresário brasileiro em escala, num momento em que a maioria ainda tinha receio de exercer um direito que já era seu", afirma.

Streaming bate TV aberta e fechada juntas pela primeira vez

Streaming bate TV aberta e fechada juntas pela primeira vez
Streaming bate TV aberta e fechada juntas pela primeira vez

O Dia dos Namorados de 2025 registrou uma virada silenciosa no comportamento dos brasileiros: pela primeira vez, o streaming superou a audiência combinada da TV aberta e da TV por assinatura. Não é coincidência que isso aconteça num período em que casais trocam restaurantes lotados por experiências construídas dentro de casa, no próprio ritmo e com a própria playlist.

O movimento não é passageiro. Segundo pesquisas mais recentes, existem 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa no país, 79% deles via fibra óptica. A infraestrutura de conexão alcançou uma capilaridade social que transforma o comportamento cotidiano de forma estrutural.

Dados também apontam que o streaming já está presente em aproximadamente 32 milhões de lares brasileiros, número que coloca o país entre os maiores mercados de entretenimento digital do mundo. A qualidade da conexão deixou de ser um detalhe técnico e passou a ser condição para que esses momentos funcionem.

"A internet deixou de ser só utilitária. Ela virou palco de momentos. Quando, por exemplo, um casal decide passar o Dia dos Namorados em casa assistindo a uma série, a conexão precisa ser invisível, qualquer travamento quebra o momento", afirma Fabrício Kameyama, CEO da Weclix.

Dentro de casa, juntos e conectados

Maratonas combinadas, playlists compartilhadas, games cooperativos e filmes escolhidos a dois compõem um novo repertório afetivo que depende diretamente da estabilidade e da velocidade da conexão doméstica. O entretenimento em casa deixou de ser uma segunda opção e passou a ser uma escolha deliberada, especialmente entre casais que valorizam a convivência no próprio ambiente, sem abrir mão de experiências de qualidade.

O inverno reforça, também, esse comportamento. O frio naturalmente aumenta o tempo dentro de casa e, com ele, a demanda por conexões que suportem múltiplos dispositivos simultâneos, alta resolução e sem interrupções. Para provedores de internet, esse período representa tanto um pico de uso quanto uma oportunidade de mostrar o valor real da infraestrutura que entregam.

"Quando a conexão funciona bem, a preocupação some. O casal não pensa na internet, pensa no filme, na série, no momento. Esse é o padrão que buscamos entregar: uma experiência tão estável que se torna invisível", completa Kameyama.

A mudança aponta para uma questão que vai além do entretenimento: como a infraestrutura digital dentro do lar está redefinindo o que significa estar junto e por que a qualidade dessa conexão nunca foi tão central para a vida cotidiana.

Sobre a Weclix

A Weclix é uma provedora de internet e tecnologia com atuação em Ribeirão Preto e região, oferecendo soluções de conectividade para clientes residenciais e corporativos. Com foco em inovação, performance e experiência digital, a empresa investe em infraestrutura, relacionamento e iniciativas que aproximam a marca dos diferentes públicos com os quais se conecta.

Bio Ritmo orienta corredores sobre recuperação pós-maratona

Bio Ritmo orienta corredores sobre recuperação pós-maratona
Bio Ritmo orienta corredores sobre recuperação pós-maratona

A Maratona do Rio 2026, realizada em 7 de junho, reuniu milhares de corredores. Após uma prova de alta intensidade, o processo de recuperação do organismo é tão determinante quanto o próprio treinamento: sem os cuidados adequados, o risco de lesões aumenta e a evolução esportiva fica comprometida. De acordo com orientações do Departamento Técnico da Bio Ritmo, essa fase começa ainda no dia da corrida e envolve medidas simples, frequentemente negligenciadas quando a adrenalina da prova ainda está alta.

"Após a prova é muito importante fazer a reidratação, o aporte e reposição de nutrientes através de uma boa alimentação e uma boa noite de sono para ter o efeito reparador", afirma Guilherme de Almeida e Leme, profissional de educação física e especialista do Departamento Técnico da Bio Ritmo. Segundo ele, as evidências científicas apontam o sono de baixa qualidade como o principal fator prejudicial à recuperação e ao aumento do risco de lesões.

Nas primeiras 48 a 72 horas, a recomendação é de recuperação passiva. Atividades leves podem ter retorno antes desse prazo, desde que o atleta não apresente dores intensas tardias. A volta à corrida, no entanto, é individual e depende do nível de experiência, do histórico de treino e da resposta do próprio organismo.

O desconforto muscular esperado costuma ceder em até 96 horas. Dores que persistem por mais de uma semana, limitam movimentos ou dificultam a caminhada normal exigem avaliação médica. Outro ponto de atenção: estratégias como banho de gelo sem critério e alongamentos excessivos não têm eficácia comprovada e podem atrapalhar a recuperação.

Para quem terminou a prova com sobra de energia, o alerta é contra a empolgação precoce. O retorno ao treino deve ter volume e carga monitorados com cuidado. Já para quem teve dificuldades no percurso, o especialista lembra que a recuperação também envolve o aspecto emocional. "Terminar a prova é uma grande vitória. Sinta-se campeão se você chegou ao fim dos 42 km", conclui Guilherme.

A Bio Ritmo, academia high-end do grupo Smart Fit, reuniu dez orientações para corredores que completaram a maratona e querem voltar ao esporte com segurança: reidratar, comer e dormir nas primeiras horas; respeitar a dor muscular nos primeiros dias; cumprir a janela de sete a 12 dias sem treino pesado; observar sinais do corpo; retomar com atividades leves e progressivas; seguir um planejamento de retorno; avaliar individualmente o momento certo para correr; iniciar os primeiros trotes sem cobrança de pace; reorganizar hábitos de sono, hidratação e alimentação antes de aumentar a intensidade; e planejar o próximo ciclo com prudência.

IA e casas conectadas impulsionam rotina doméstica no Brasil

IA e casas conectadas impulsionam rotina doméstica no Brasil
IA e casas conectadas impulsionam rotina doméstica no Brasil

A evolução das casas conectadas está transformando a relação dos consumidores com a rotina doméstica. A nova geração de tecnologias residenciais passa a operar de forma integrada, automatizando tarefas, adaptando comportamentos e reduzindo a necessidade de intervenção manual no dia a dia. Nesse cenário, a Roborock, empresa global especializada em soluções inteligentes de limpeza e automação doméstica, aposta na inteligência artificial e na robótica aplicada à rotina como pilares para impulsionar a evolução das smart homes no Brasil.

"Existe uma mudança clara na forma como os consumidores enxergam a tecnologia em casa. O foco deixou de ser apenas conectividade e passou a ser autonomia inteligente", afirma Santiago Lian, diretor comercial da Roborock. "Hoje, o usuário procura soluções capazes de compreender o ambiente, se adaptar à rotina e operar de maneira quase invisível, reduzindo fricções e liberando tempo para atividades mais relevantes do dia a dia", acrescenta.

Fundada em 2014, em Pequim, a Roborock está presente em mais de 170 países e regiões e atende atualmente mais de 22 milhões de residências ao redor do mundo. A companhia atua no desenvolvimento de soluções inteligentes que integram robótica avançada, inteligência artificial e experiência do usuário para ampliar a automação na casa conectada.

Segundo a empresa, a transformação do setor passa diretamente pelo avanço da inteligência artificial integrada nos dispositivos domésticos. Tecnologias de navegação inteligente, mapeamento em tempo real e reconhecimento de ambientes permitem que os equipamentos deixem de executar apenas comandos programados para atuar de forma dinâmica e adaptativa. "No passado, a automação doméstica funcionava majoritariamente por repetição de tarefas. Agora, entramos em uma fase em que os sistemas conseguem interpretar contextos, identificar padrões e tomar decisões operacionais automaticamente", explica Santiago.

Entre os recursos que vêm impulsionando essa evolução estão sistemas de navegação LiDAR, sensores de reconhecimento espacial e algoritmos de inteligência artificial capazes de criar mapas tridimensionais dos ambientes, identificar obstáculos em tempo real e otimizar trajetos de forma autônoma. A integração com aplicativos e assistentes de voz também amplia a personalização da experiência, permitindo controle remoto, criação de rotinas automatizadas e gerenciamento inteligente das tarefas domésticas.

A tendência acompanha uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro, que passa a enxergar a automação residencial como uma ferramenta de conveniência e otimização do tempo. "O mercado brasileiro ainda está em um processo importante de amadurecimento da categoria, principalmente na compreensão do que realmente significa automação inteligente na rotina doméstica. Existe uma diferença grande entre dispositivos que apenas executam funções básicas e soluções que efetivamente utilizam inteligência artificial, mapeamento avançado e adaptação dinâmica para operar de forma autônoma", finaliza o executivo.

Para a Roborock, o avanço da categoria deve ampliar a presença de tecnologias inteligentes em diferentes perfis de residência nos próximos anos, impulsionando um ecossistema cada vez mais conectado em casa. O consumidor busca praticidade, eficiência e integração, e a tecnologia passa a cumprir justamente esse papel ao funcionar em segundo plano para tornar o cotidiano funcional e inteligente.

Sobre a Roborock

A Roborock é uma marca global de soluções inteligentes de limpeza, presente em mais de 170 países e regiões e com mais de 15 milhões de unidades comercializadas, se consolidou como uma das principais referências mundiais em aspiradores robôs e limpeza inteligente. Com foco em inovação, design premium e experiência do usuário, a Roborock oferece produtos que unem alta tecnologia, automação e conveniência para atender consumidores que buscam uma casa mais limpa, conectada e funcional.

Sobre a MDX

A MDX é uma empresa brasileira com mais de 20 anos de atuação nos setores de tecnologia e segurança eletrônica. Com presença comercial em todo o território nacional, a companhia atende os principais varejistas e especialistas do mercado, além de contar com operações na América Latina e nos Estados Unidos, onde mantém sede em Miami, na Flórida. Seu portfólio reúne soluções voltadas à segurança, monitoramento e bem-estar, com foco em inovação, desempenho e confiabilidade. No Brasil, a MDX também atua como distribuidora oficial da Roborock.

Informações para imprensa:

roborock@wearesmart.com.br

Excesso de foco na liderança preocupa empresas

Excesso de foco na liderança preocupa empresas
Excesso de foco na liderança preocupa empresas

Enquanto empresas ampliam benefícios, investem em escritórios modernos, flexibilizam jornadas e reforçam discursos sobre bem-estar, indicadores de saúde mental e desengajamento continuam crescendo no ambiente corporativo.

Para o especialista em cultura organizacional e CEO da DHEO Consultoria, Adeildo Nascimento, o cenário revela um paradoxo contemporâneo. "Organizações cada vez mais confortáveis convivendo com profissionais cada vez mais vazios de significado". Segundo ele, a discussão ganha força em meio às novas exigências relacionadas à saúde psicológica no trabalho, às atualizações da NR-1 e aos debates sobre ambientes tóxicos. "A gente nunca investiu tanto na melhoria desses processos e nunca adoeceu tanto", afirma.

Parte importante do problema está no que ele chama de "cuidado cosmético", práticas superficiais que tentam substituir relações maduras e significativas por estruturas de conforto. "Uma parcela considerável de CEOs e empresários acredita que, se derem mimos e cuidados para os colaboradores, vai resolver a falta de engajamento; mas isso pode até infantilizar o colaborador". Os principais fatores de desmotivação identificados em pesquisas recentes não estão ligados à ausência de benefícios, mas à falta de dignidade, respeito e consideração moral. "Isso nada tem a ver com componentes cosméticos de cuidado. Tem a ver com significado, com sentido naquilo que as pessoas fazem todos os dias", pontua.

Para Nascimento, muitas empresas eliminaram até mesmo os desafios saudáveis do trabalho em busca de ambientes excessivamente suaves. "Tiraram a fricção boa do trabalho, o desafio, a autoria, e criaram espaços infantis, onde os colaboradores viram apenas replicadores de ordem, ainda que com bons salários e benefícios", afirma. Uma frase resume o cenário, destaca. "O conforto cresceu, mas a maturidade diminuiu". Em sua avaliação, o excesso de proteção pode comprometer o senso de pertencimento e responsabilidade. "As pessoas querem autoria. Querem sentir que não são apenas passageiras, mas que estão criando algo junto com a empresa".

Maturidade organizacional

Entre os pontos considerados essenciais para construir ambientes mais maduros, se destacam a transparência na gestão, a responsabilização adulta dos colaboradores, o reconhecimento legítimo e a percepção de progresso. "Sabe como você coloca responsabilidade adulta nos seus colaboradores? Fazendo com que eles entendam efetivamente quanto a empresa fatura, qual a diferença entre faturamento e lucro líquido e o impacto do trabalho deles no resultado do negócio", acentua.

Ele também chama atenção para empresas que centralizam reconhecimento e protagonismo exclusivamente nas lideranças. "Se só quem leva o crédito na organização é você, então não está criando um ambiente maduro". E comenta a necessidade de conectar tarefas individuais a propósitos concretos. "As pessoas não podem entender que são apenas apertadoras de parafuso. Elas precisam participar da história".

A prosperidade no ambiente corporativo vai além da remuneração. Segundo Nascimento, não é só trocar de carro ou ganhar mais dinheiro. É sentir que está crescendo como pessoa, profissional e cidadão. "Organizações maduras conseguem desenvolver profissionais completos, promovendo crescimento humano além do financeiro. Uma empresa madura faz as pessoas prosperarem e florescerem", acrescenta. O aumento do desengajamento não pode ser explicado apenas por uma suposta falta de comprometimento das novas gerações. "Existe um mito de que as pessoas não querem nada com nada. Mas quando a empresa se torna soft demais e cheia de penduricalhos cosméticos, ela também deixa de gerar significado".

Empresas que desejam fortalecer cultura e engajamento precisam equilibrar conforto e exigência, cuidado e responsabilidade, pondera Nascimento. "Às vezes, não é tão bom tirar toda a fricção e todo o desafio. Em muitos casos, é preciso estabelecer metas agressivas, estimular crescimento e, ao mesmo tempo, amadurecer a cultura organizacional". Para ele, o caminho está na construção de empresas que combinem ambientes saudáveis com senso de propósito. "É assim que se constrói uma empresa confortável, com pessoas cheias de significado", conclui.

Claude amplia atuação no Brasil com parceiros especializados

Claude amplia atuação no Brasil com parceiros especializados
Claude amplia atuação no Brasil com parceiros especializados

A adoção de inteligência artificial deixou de ser uma iniciativa experimental em muitas empresas e passou a integrar discussões de infraestrutura, governança, segurança da informação e produtividade corporativa. Nesse contexto, a Corevalue, consultoria brasileira especializada em infraestrutura de inteligência artificial, governança e arquitetura corporativa, passa a se posicionar no mercado nacional como parceira especializada em adoção de Claude para empresas.

O movimento ocorre em um momento de aceleração global do uso de IA nas organizações. De acordo com o relatório AI Index 2025, da Universidade Stanford, 78% das organizações reportaram uso de inteligência artificial em 2024, ante 55% no ano anterior. O mesmo relatório aponta que os investimentos privados globais em IA generativa chegaram a US$ 33,9 bilhões, crescimento de 18,7% em relação a 2023.

No Brasil, entretanto, a adoção ainda apresenta um quadro mais desigual. A pesquisa TIC Empresas 2024, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, apontou que 13% das empresas brasileiras com dez ou mais pessoas ocupadas declararam utilizar aplicações de inteligência artificial em 2024, a mesma proporção registrada em 2023 e 2021. O levantamento também indicou maior concentração da tecnologia em empresas de maior porte, com diferenças relevantes entre pequenas, médias e grandes organizações.

Esse contraste entre aceleração global e adoção nacional ainda restrita tem ampliado a demanda por estruturas técnicas capazes de transformar testes isolados em uso corporativo governado. A discussão passou a envolver não apenas a escolha de modelos de linguagem, mas também temas como gestão de identidades, proteção de dados, rastreabilidade, integração com sistemas internos, avaliação de riscos, treinamento de usuários, controle de consumo e arquitetura de implantação.

A Anthropic, empresa responsável pelo Claude, anunciou em março de 2026 a criação da Claude Partner Network, rede global voltada a parceiros que apoiam organizações na adoção corporativa da plataforma. Segundo a companhia, a iniciativa prevê investimento inicial de US$ 100 milhões em 2026 para treinamento, suporte técnico e desenvolvimento conjunto de mercado com parceiros.

A Corevalue afirma integrar esse movimento com foco em empresas brasileiras que buscam estruturar o uso de IA generativa em ambientes corporativos. A atuação da consultoria está concentrada em três frentes: infraestrutura de IA, adoção corporativa de Claude e governança para uso seguro e escalável da tecnologia.

A abordagem difere de projetos baseados apenas na automação pontual de processos. Em ambientes corporativos, a adoção de modelos de linguagem envolve decisões sobre arquitetura, segurança, dados, custos, papéis de usuários, políticas internas, integrações e observabilidade. Esses elementos tendem a se tornar mais relevantes à medida que ferramentas de IA passam a ser utilizadas por diferentes áreas da organização.

Relatórios recentes reforçam essa mudança de agenda. A McKinsey, em sua pesquisa global sobre o estado da IA, apontou que 51% dos respondentes de organizações que utilizam IA relataram ao menos uma consequência negativa associada ao uso da tecnologia, incluindo problemas ligados à imprecisão dos sistemas. O dado reforça a necessidade de mecanismos de controle, avaliação e mitigação de riscos em projetos corporativos.

A Microsoft identificou que 78% dos usuários de IA já levam suas próprias ferramentas para o trabalho, fenômeno conhecido como BYOAI. A IBM reforça o risco operacional dessa lacuna: em seu Cost of a Data Breach Report 2025, apontou que uma em cada cinco organizações reportou uma violação relacionada a shadow AI, enquanto apenas 37% tinham políticas para gerenciar ou detectar esse uso.

Para a Corevalue, esse cenário indica que a adoção de IA corporativa tende a se aproximar das disciplinas já conhecidas em cloud computing, segurança da informação e governança de dados. A empresa avalia que temas como AI FinOps, gestão de consumo de tokens, políticas de acesso, escolha de modelos, governança de prompts, integração com bases internas e uso de agentes auditáveis e seguros devem ganhar espaço nas decisões de CIOs, CTOs, CFOs e lideranças de tecnologia.

A escala de investimento também confirma que esse risco tende a crescer. A IDC projetou que os gastos globais de TI com IA devem crescer 31,9% ao ano entre 2025 e 2029, alcançando US$ 1,3 trilhão em 2029, impulsionados especialmente por aplicações agentic AI e sistemas para gerenciar frotas de agentes. Em infraestrutura, a IDC estimou que os gastos mundiais chegaram a US$ 318 bilhões em 2025, mais que o dobro dos US$ 153 bilhões de 2024, e podem alcançar US$ 758 bilhões até 2029.

Nesse ambiente, a atuação de parceiros especializados passa a ocupar papel relevante para empresas que pretendem adotar IA sem concentrar a discussão apenas na ferramenta final utilizada pelos colaboradores. O desafio passa a ser a construção de uma camada operacional que permita o uso da tecnologia com controle, segurança, mensuração e alinhamento às políticas internas.

A Corevalue informa que sua atuação com Claude envolve avaliação de maturidade, desenho de arquitetura, governança de uso, capacitação de áreas internas, definição de políticas, estruturação de ambientes corporativos, infraestrutura de dados, MLOps, LLMOps, observabilidade, roteamento de modelos, guardrails e controle de custos de IA.

O movimento ocorre em um mercado no qual a inteligência artificial generativa passa por uma transição: de ferramenta individual de produtividade para componente de infraestrutura corporativa. Essa mudança exige que empresas tratem a tecnologia não apenas como software, mas como uma nova camada operacional, com implicações técnicas, jurídicas, financeiras e organizacionais.

"A próxima fase da IA corporativa será definida pela capacidade das empresas de transformar experimentos isolados em uma camada operacional governada. Isso exige arquitetura, controle de acesso, integração com dados internos, rastreabilidade, observabilidade, gestão de custos e políticas claras de uso. Sem essa base, a IA escala fora do perímetro de segurança e passa a criar risco operacional, jurídico e financeiro", afirma Guilherme Mazetto, Head of AI Architecture da Corevalue.

Boutique aposta em IA para formar nova geração de líderes

Boutique aposta em IA para formar nova geração de líderes
Boutique aposta em IA para formar nova geração de líderes

Em um cenário marcado pela aceleração tecnológica, pela transição geracional e pela necessidade de adaptação constante dos modelos de negócios, cresce no Brasil a demanda por estruturas capazes de preparar lideranças para decisões de longo prazo. É nesse contexto que a VaS Continuum consolida sua atuação como uma boutique estratégica dedicada à arquitetura de futuros para famílias empresárias, líderes e marcas em transformação.

Fundada por Vanessa Sandrini, executiva com mais de 30 anos de atuação no varejo brasileiro, a empresa combina estratégia, governança, cultura, marca, educação e inteligência artificial em um ecossistema voltado à construção de legados empresariais sustentáveis.

A iniciativa surge em um momento de crescente atenção à sucessão empresarial. De acordo com o Global Family Business Report 2025, da KPMG, empresas familiares de alta performance vêm acelerando investimentos em governança, inovação, profissionalização da gestão e desenvolvimento de lideranças como forma de assegurar a continuidade dos negócios entre gerações e aumentar sua capacidade de adaptação em um ambiente de mudanças constantes.

Tradição e futuro

A proposta da VaS Continuum é justamente atuar nesse intervalo entre tradição e futuro.

"Acreditamos que empresas longevas não nascem da ruptura, mas da continuidade. Honrar a história, compreender os sinais do presente e construir critérios sólidos de decisão é o que permitirá que as organizações atravessem gerações", afirma Vanessa Sandrini, fundadora e Chief Vision Officer (CVO), da VaS Continuum.

A executiva comenta que a companhia desenvolveu uma metodologia proprietária, a ESSE®, estruturada em três jornadas estratégicas — Almanizar, Longevizar e Potencializar —, destinadas a apoiar líderes e famílias empresárias na construção de negócios resilientes.

A expansão da atuação da empresa ocorre em paralelo à formalização do Movimento Continuum, uma vertical de educação estratégica baseada em um modelo IA First, no qual a inteligência artificial deixa de ser uma ferramenta pontual e passa a funcionar como infraestrutura permanente de aprendizagem e tomada de decisão.

O tema ganha relevância em um momento em que organizações globais aceleram a integração entre capacidades humanas e tecnológicas. O relatório Global Human Capital Trends, da Deloitte, aponta que empresas que conseguem equilibrar inteligência humana e Inteligência Artificial tendem a apresentar maior capacidade de inovação, adaptação e geração de valor de longo prazo.

Para Silvana Balbo, sócia e Chief Marketing Officer (CMO) da VaS Continuum, a construção de futuros sustentáveis depende da coerência entre identidade, posicionamento e estratégia.

"Nosso trabalho é traduzir os sinais do mundo e transformá-los em decisões consistentes. A longevidade dos negócios está diretamente ligada à capacidade de manter coerência entre aquilo que a organização promete, decide e entrega ao longo do tempo", ressalta.

Estrutura com foco em fortalecer o protagonismo de famílias empresárias

A estrutura criada pela empresa também busca fortalecer o protagonismo das famílias empresárias, responsáveis pela parcela significativa da atividade econômica brasileira e por grande parte da geração de empregos no país.

Atualmente, a VaS Continuum reúne uma rede formada por mais de 30 mentores e aproximadamente 100 líderes empresariais, com atuação em nove estados e impacto em dezenas de famílias empresárias ligadas aos setores de varejo, alimentação, farmacêutico, hospitalidade, serviços e beleza.

A companhia também consolidou iniciativas como o Famílias Continuum, programa anual de desenvolvimento para acionistas e sucessores, e o Vozes & Visões, sua imersão proprietária dedicada à análise dos movimentos que deverão influenciar a próxima década dos negócios brasileiros.

Como desdobramento dessa estrutura, o evento realizado em 17 de junho de 2026, intitulado "Imersão Líder Continuum", inaugurou oficialmente sua vertical de educação estratégica para reforçar a aposta da empresa em um modelo de aprendizagem IA First.

Evento "Imersão Líder Continuum"

A programação reúne executivos e especialistas em torno de temas ligados à nova dinâmica dos negócios, desenvolvimento humano e tendências globais, incluindo conteúdos sobre desejo, valor e pertencimento, com Carlos Ferreirinha, a metodologia Whole Performers®, desenvolvida em parceria com o ecossistema Novos Humanos, além de discussões sobre a transformação dos mercados asiáticos, conduzidas por George Maeda e Alice Caetano.

O objetivo da iniciativa foi reforçar a visão da VaS de que a formação de lideranças deixou de ser um processo pontual para se tornar uma jornada contínua de preparação para decisões de longo prazo.

Construção de vínculos duradouros entre as lideranças

Para Aline Novello, Head de Comunidade e sócia da empresa, o diferencial está na construção de vínculos duradouros entre as lideranças.

"As transformações mais profundas acontecem quando as pessoas deixam de atuar de forma isolada e passam a construir inteligência coletiva. Nosso papel é criar um ambiente em que líderes, famílias e empresas desenvolvam relações de pertencimento capazes de sustentar decisões que atravessem o tempo", observa.

A aposta da VaS Continuum é que o futuro das organizações brasileiras dependerá cada vez menos de respostas imediatas e cada vez mais da capacidade de interpretar cenários complexos, formar lideranças adaptáveis e construir legados intergeracionais.

"A continuidade deixou de ser apenas uma questão sucessória para se tornar uma estratégia competitiva. O Brasil precisará de lideranças preparadas para navegar em um ambiente de mudanças permanentes e, ao mesmo tempo, preservar a identidade que sustenta a geração de valor", conclui Vanessa Sandrini.

Sobre a VaS Continuum

A VaS Continuum é uma boutique estratégica de arquitetura de futuros dedicada a famílias empresárias, líderes e marcas em transição. A empresa atua na interseção entre estratégia, governança, cultura, educação e inteligência artificial, com o propósito de desenvolver lideranças capazes de construir negócios longevos e impactar positivamente os diversos "Brasis" que geram valor.

Armazenamento de energia impulsiona mobilidade elétrica

Armazenamento de energia impulsiona mobilidade elétrica
Armazenamento de energia impulsiona mobilidade elétrica

A expansão da mobilidade elétrica no Brasil exige mais do que a instalação de novos carregadores. Com o crescimento da frota eletrificada e o avanço da recarga rápida, o setor passa a demandar infraestrutura energética capaz de sustentar eletropostos, hubs de recarga e operações com veículos elétricos de forma confiável, eficiente e escalável.

O mercado brasileiro de eletromobilidade segue em ritmo de crescimento. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o país iniciou 2026 com aceleração nas vendas de veículos eletrificados leves, registrando 24.885 emplacamentos em fevereiro, alta de 92% em relação ao mesmo mês de 2025.

O avanço também pressiona a rede de recarga. Levantamento da ABVE e da Tupi Mobilidade aponta que o Brasil chegou a 21.061 pontos públicos e semipúblicos de recarga em fevereiro de 2026. No mesmo período, a recarga rápida em corrente contínua cresceu 167% em 12 meses e passou a representar 31% da infraestrutura pública de recarga.

A mudança não está apenas no número de veículos ou de carregadores, mas no perfil da infraestrutura necessária. Carregadores rápidos, eletropostos urbanos, hubs rodoviários, operações de frotas elétricas e pontos de recarga em empreendimentos comerciais demandam mais potência disponível, maior previsibilidade energética e capacidade de resposta a picos de consumo.

Em regiões de alta demanda, como São Paulo, esse desafio tende a ser ainda mais relevante. A instalação de novos pontos de recarga, especialmente de recarga rápida, exige uma infraestrutura elétrica capaz de suportar variações de carga e momentos de uso concentrado. Em muitos casos, a expansão da recarga pode depender de soluções complementares à rede, capazes de reduzir gargalos e aumentar a disponibilidade energética.

Nesse contexto, os sistemas de armazenamento de energia por baterias, conhecidos como BESS, passam a ocupar papel estratégico. A tecnologia permite armazenar energia em períodos de menor demanda e disponibilizá-la nos momentos de maior uso, apoiando a recarga rápida, reduzindo a pressão sobre a rede elétrica e aumentando a confiabilidade da operação.

"A mobilidade elétrica não será destravada apenas pela instalação de mais carregadores. O carregador é a ponta visível da infraestrutura, mas, por trás dele, precisa existir uma arquitetura energética capaz de garantir potência, estabilidade, gestão de demanda e continuidade operacional. O BESS entra justamente nesse ponto: como uma solução estratégica para que eletropostos, hubs de recarga e operações críticas consigam crescer com confiabilidade", afirma Gabriella Reigada, CEO da SecPower.

Para eletropostos, operadores de hubs de recarga, empresas com frotas elétricas e empreendimentos comerciais, o armazenamento pode contribuir para a gestão de demanda, o aproveitamento mais eficiente da energia disponível e a continuidade do serviço. Em locais onde a rede elétrica tem limitação de capacidade ou onde o custo de demanda pesa na operação, o BESS pode funcionar como uma camada adicional de inteligência energética.

Um exemplo dessa aplicação está no projeto desenvolvido pela TELD, empresa que atua com implantação, operação e gestão de eletropostos no Brasil. Segundo matéria publicada pela pv magazine Brasil, três unidades de recarga da TELD em São Paulo contam com sistemas BESS da SecPower de 100 kW de potência e 215 kWh de armazenamento cada. Após análises, as empresas decidiram dobrar a capacidade para 200 kW e 430 kWh por unidade.

De acordo com a publicação, a ampliação da potência permitirá o carregamento de mais veículos simultaneamente. O sistema atua como uma bateria central inteligente, armazenando energia da rede elétrica em períodos de menor consumo e disponibilizando-a nos horários de maior uso, contribuindo para estabilidade operacional em momentos de pico.

Para a SecPower, o case demonstra que o armazenamento já deixou de ser uma discussão conceitual e passou a integrar aplicações reais na infraestrutura de recarga. A empresa avalia que o avanço da mobilidade elétrica exige uma visão mais completa sobre energia, considerando não apenas o carregador, mas toda a arquitetura necessária para garantir potência, estabilidade, segurança e disponibilidade.

Além da operação dos eletropostos, a adoção de BESS também pode apoiar modelos de negócio mais flexíveis. Ao reduzir a dependência exclusiva da rede nos horários de pico, o sistema permite que operadores planejem melhor a expansão da capacidade, ampliem o número de veículos atendidos simultaneamente e reduzam riscos de indisponibilidade.

No Brasil, esse debate ganha importância à medida que a mobilidade elétrica passa a influenciar o planejamento de concessionárias, empresas de energia, operadores de recarga, shoppings, estacionamentos, condomínios, rodovias, redes varejistas e empresas com frota própria. A expansão da recarga passa a exigir análise integrada sobre disponibilidade de energia, estabilidade da operação e viabilidade econômica da infraestrutura.

A SecPower apresentará o BESST MAX durante a Eletrocar Show 2026, realizada de 22 a 25 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A solução será apresentada ao mercado como alternativa para infraestrutura de recarga, controle de demanda e operações críticas, conectando armazenamento de energia às novas exigências da mobilidade elétrica.

Para Reigada, a tendência indica que a expansão da recarga no Brasil dependerá cada vez mais da integração entre carregadores, rede elétrica, sistemas de armazenamento, gestão de demanda e soluções digitais de operação. Nesse cenário, o BESS deixa de ser apenas um complemento tecnológico e passa a fazer parte da infraestrutura necessária para que a mobilidade elétrica avance com escala, confiabilidade e eficiência.

Brasileira impulsiona magazine de TV da Espanha na era IA

Brasileira impulsiona magazine de TV da Espanha na era IA
Brasileira impulsiona magazine de TV da Espanha na era IA

A comunicadora, empresária e escritora brasileira Rafaela Almeida consolida, a partir de Barcelona, um formato televisivo que aposta na proximidade, no bem-estar e na comunicação humana em plena transformação digital impulsionada pela inteligência artificial. "Viver Bem com Rafaela Almeida" é um magazine de televisão e podcast produzido na Catalunha e transmitido através de diferentes emissoras nacionais e internacionais, alcançando uma audiência potencial de mais de 5 milhões de pessoas na Espanha e com presença também na América Latina.

O programa combina entrevistas, atualidade, saúde, cultura, lifestyle, bem-estar, desenvolvimento pessoal e novas tecnologias, com uma abordagem acessível, emocional e contemporânea. O magazine já soma dois anos de trajetória televisiva, consolidando-se como um espaço multiplataforma voltado à comunicação próxima, ao entretenimento com propósito e à qualidade de vida.

Em uma época marcada pela automação e pela inteligência artificial, Rafaela Almeida defende a importância de formatos audiovisuais centrados nas pessoas, nas histórias reais e na conexão emocional com o público.

"Hoje, mais do que nunca, precisamos de comunicação humana. A inteligência artificial pode nos ajudar, mas as emoções, as conversas reais e a empatia continuam sendo insubstituíveis", afirma Almeida.

Com quatro anos de experiência em televisão, Rafaela Almeida atuou como apresentadora, diretora e produtora de diferentes formatos audiovisuais voltados à cultura, ao lifestyle e ao bem-estar, consolidando sua presença no panorama televisivo espanhol. O programa é atualmente transmitido por plataformas e emissoras como Canal 4 Cataluña y Baleares, Fibwi Baleares, DIGI TV, Grupo Cadena Media, ACUTEL, além de canais internacionais como Miami TV e Super USA TV.

Além da transmissão televisiva, "Viver Bem" mantém forte presença digital através do YouTube, Instagram, TikTok e Spotify em formato podcast, adaptando-se às novas formas de consumo audiovisual multiplataforma.

Com mais de 20 anos de experiência em marketing, comunicação e produção audiovisual, Rafaela Almeida também é cofundadora da BLANZ Group, grupo internacional de comunicação, produção audiovisual e marketing com operações na Espanha e início de expansão no Brasil. A comunicadora também é fundadora da OROBORN Wellaging & Body Balance, marca premium de suplementação e nutricosmética avançada focada em antiaging, beleza integrativa e bem-estar.

Além da televisão, Rafaela Almeida é autora de cinco livros publicados sobre marketing, comunicação internacional, relações públicas, influência digital e empoderamento feminino, além de palestrante internacional e TEDx Speaker 2025.

Atualmente, "Viver Bem com Rafaela Almeida" prepara uma nova etapa de expansão internacional, fortalecendo conexões audiovisuais entre Europa, Brasil e América Latina através de um formato multiplataforma focado em bem-estar, cultura, comunicação e qualidade de vida.

Lajeado-RS ganha novo mall e atrai atenção

Lajeado-RS ganha novo mall e atrai atenção
Lajeado-RS ganha novo mall e atrai atenção

Com Produto Interno Bruto (PIB) per capita estimado em mais de R$ 72 milhões e população acima de 93 mil pessoas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Lajeado, no Rio Grande do Sul, concentra atividades de comércio, serviços, saúde, educação e mercado corporativo.

O contexto econômico local tem atraído investimentos. Um exemplo é o Grupo Arco, que projeta a inauguração de um novo centro comercial e empresarial na cidade para novembro deste ano, o Mall Josefina Eckert. Conforme análise de Elisandro Eckert, sócio do empreendimento, o crescimento de Lajeado acompanha uma tendência nacional de descentralização econômica, impulsionada pela expansão de polos regionais fora das capitais.

"Empresas buscam cidades com boa infraestrutura, mercado consumidor ativo e custos operacionais mais equilibrados, o que nosso município reúne, somando a uma forte capacidade de articulação regional", afirma.

Ainda de acordo com o empresário, a relevância econômica se amplia quando observada dentro do contexto regional, com diversas cidades englobadas pelo Vale do Taquari e o Vale do Rio Pardo, formando um mercado relevante no interior gaúcho.

Para Eckert, esse cenário também começa a impactar diretamente o mercado imobiliário corporativo, com aumento da demanda por estruturas voltadas a serviços, escritórios e operações empresariais.

"O crescimento econômico acaba puxando uma transformação natural na infraestrutura urbana e empresarial. Existe uma demanda crescente por empreendimentos modernos, conectados e preparados para atender empresas e profissionais", destaca.

Nesse contexto, o Mall Josefina Eckert surge como um empreendimento de 41 salas empresariais e comerciais voltadas ao mercado regional.

"Existe um movimento de interiorização dos investimentos. Cidades médias economicamente fortes passam a concentrar cada vez mais oportunidades de negócios, como é o caso da que estamos criando com este novo empreendimento", ressalta Eckert.

"Os indicadores econômicos e demográficos da região apontam para um cenário de fortalecimento da atividade empresarial, acompanhando uma tendência observada em diferentes polos do interior do país. A expansão de investimentos em setores como comércio, serviços e infraestrutura corporativa reflete as transformações em curso no ambiente econômico regional e o aumento da sua relevância no contexto estadual", conclui.

Hoff mapeia 250 mil obras no 1º tri e amplia uso da IA

Hoff mapeia 250 mil obras no 1º tri e amplia uso da IA
Hoff mapeia 250 mil obras no 1º tri e amplia uso da IA

A Hoff Analytics mapeou mais de 250 mil movimentações construtivas no Brasil no primeiro trimestre de 2026. O levantamento, que considera obras e reformas em diferentes perfis, integra a base de dados que alimenta a inteligência artificial proprietária da empresa, voltada a apoiar decisões comerciais, operacionais e estratégicas na cadeia da construção civil.

O recorte analisado pela companhia contempla cinco categorias: edificações residenciais, edificações não residenciais, galpões, reformas residenciais e reformas não residenciais. A leitura desses movimentos busca identificar onde há demanda em formação, quais regiões concentram oportunidades e em que fase determinadas necessidades de compra, fornecimento ou contratação tendem a surgir.

O avanço ocorre em um momento em que a construção civil voltou a crescer, mas ainda opera sob pressão de custos, juros elevados e maior necessidade de eficiência. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a atividade do setor cresceu no primeiro trimestre de 2026, enquanto os custos de materiais e juros altos continuam entre os principais desafios para empresas do segmento.

Para a Hoff, esse cenário aumenta a relevância do uso de dados na tomada de decisão. Em vez de observar apenas registros isolados de obras, a empresa aposta na combinação entre informações públicas, sinais de mercado e inteligência artificial para interpretar movimentações construtivas e transformá-las em insumos comerciais para diferentes agentes da cadeia.

"Uma movimentação construtiva pode representar oportunidades distintas para uma indústria de materiais, um distribuidor, um varejista, uma construtora, uma incorporadora ou uma empresa de serviços. Por isso, a leitura sobre tipo de obra, localização, fase, porte, perfil da demanda e janela de compra torna-se cada vez mais relevante", afirma Wesley, fundador da Hoff.

A base própria da companhia reúne informações coletadas e tratadas a partir de alvarás, licenças, diários oficiais, dados municipais e sinais de mercado mapeados nacionalmente e outros. A partir desse conjunto, a inteligência artificial da Hoff identifica padrões relacionados a obras e reformas em diferentes territórios, estágios e perfis de demanda.

Na prática, a tecnologia pode apoiar decisões em áreas como planejamento comercial, expansão geográfica, definição de mix de produtos, roteirização de equipes, priorização de contas e análise de potencial regional. Para indústrias de materiais, por exemplo, a leitura por fase e localidade pode indicar onde determinadas categorias tendem a ganhar tração. Para distribuidores e varejistas, a análise territorial pode contribuir para decisões de estoque, campanhas, portfólio e rotas comerciais. Já para construtoras e empresas de serviços, os dados podem auxiliar no acompanhamento de fornecedores, movimentações regionais e planejamento de suprimentos.

Segundo Wesley, a diferença está na camada de interpretação aplicada aos dados. Enquanto bases cadastrais indicam a existência formal de uma obra ou registro, a inteligência artificial treinada com dados proprietários busca entender o que aquela movimentação representa para o mercado.

"IA sem contexto setorial corre o risco de entregar respostas genéricas. A construção brasileira tem linguagem própria, diferenças regionais e ciclos de decisão muito específicos. O nosso objetivo é transformar dados dispersos da construção em decisão prática para quem vende, compra, especifica ou planeja", diz.

Em junho, a Hoff Analytics iniciou a abertura de acesso para os primeiros clientes, dentro de uma nova fase de expansão da plataforma. A empresa pretende ampliar o uso da tecnologia por companhias que atuam direta ou indiretamente na cadeia da construção, especialmente aquelas que dependem de inteligência territorial e identificação antecipada de demanda para vender, abastecer ou planejar melhor.

Copa do Mundo inspira atividades com apoio da IA

Copa do Mundo inspira atividades com apoio da IA
Copa do Mundo inspira atividades com apoio da IA

A realização da Copa do Mundo tem levado educadores a buscar formas de transformar o interesse dos estudantes pelo torneio em oportunidades de aprendizagem. O tema permite abordar conteúdos de diferentes áreas do conhecimento, mas o planejamento de atividades interdisciplinares ainda representa um desafio para muitos professores, especialmente pela demanda de tempo para pesquisa, elaboração de materiais e definição de estratégias pedagógicas.

Nesse contexto, ferramentas de inteligência artificial voltadas para a educação começam a ser testadas como apoio ao planejamento docente. Entre elas está o AI4School, plataforma que auxilia professores na criação de atividades, roteiros de pesquisa, avaliações e materiais didáticos a partir de temas de interesse dos alunos.

Bruno Gomes, professor e especialista em educação que utiliza o AI4School em suas atividades de planejamento pedagógico, avalia que a inteligência artificial pode contribuir para ampliar as possibilidades de trabalho em sala de aula sem substituir a atuação do educador.

"O que observamos é que a inteligência artificial pode reduzir o tempo gasto em tarefas operacionais do planejamento. Isso permite que o professor dedique mais energia à mediação pedagógica, à adaptação das atividades à realidade da turma e à construção de experiências de aprendizagem mais significativas", afirma.

Segundo Gomes, um dos usos mais interessantes observados durante os testes está na criação de propostas interdisciplinares a partir de temas contemporâneos. No caso da Copa do Mundo, por exemplo, a ferramenta pode sugerir atividades relacionadas à Geografia, História, Matemática e Língua Portuguesa, utilizando dados, notícias e contextos ligados à competição.

Na área de Matemática, é possível trabalhar conceitos estatísticos com tabelas de classificação, médias de gols e interpretação de gráficos. Em Língua Portuguesa, o tema pode servir de base para atividades de leitura crítica, produção textual e análise de notícias. Já em Geografia, os estudantes podem desenvolver pesquisas sobre os países participantes, aspectos culturais e indicadores sociais.

Outro recurso observado nos testes é a geração de apresentações e materiais de apoio para as aulas. A ferramenta também pode auxiliar na elaboração de cronogramas, sequências didáticas, rubricas de avaliação, quizzes e atividades colaborativas.

"A tecnologia não entrega um projeto pronto. Ela oferece sugestões e estruturas que podem ser adaptadas pelo professor de acordo com seus objetivos pedagógicos. O resultado final continua dependendo da intencionalidade docente e do conhecimento que o educador tem de seus alunos", destaca o professor.

O uso de inteligência artificial na educação tem ganhado espaço principalmente como ferramenta de apoio ao planejamento e à personalização do ensino. Quando utilizada de forma estratégica, a tecnologia pode facilitar a construção de atividades contextualizadas, aproveitando temas de grande interesse dos estudantes para promover aprendizagens conectadas a diferentes áreas do conhecimento.

A Copa do Mundo é um exemplo de como acontecimentos de relevância global podem ser incorporados ao ambiente escolar, estimulando o engajamento dos alunos e favorecendo abordagens que integram diferentes disciplinas em torno de um mesmo tema.

Unico Skill reúne AWS e iFood para debater IA e educação

Unico Skill reúne AWS e iFood para debater IA e educação
Unico Skill reúne AWS e iFood para debater IA e educação

A era da inteligência artificial abriu uma janela de oportunidade para o Brasil reduzir a desigualdade social, aumentar a produtividade e se tornar mais competitivo no cenário global. Mas, para isso, o país precisa priorizar a educação como nunca fez em sua história.

Essa foi uma das principais conclusões de um debate entre líderes de grandes companhias sobre os desafios da educação na era da IA, realizado nesta quinta-feira (11), no Experience Club, em São Paulo. Organizado pela Unico Skill, criadora do primeiro benefício educação ilimitado do país, o evento recebeu a vice-presidente da AWS na América Latina, Paula Bellizia, o CEO do iFood, Diego Barreto, o chairman da Cogna Educação, Rodrigo Galindo, e Cristiana Pipponzi, integrante dos conselhos do Grupo RD Saúde e do Santander.

"A gente vem tendo ciclos de desenvolvimento tecnológico muito importantes nos últimos 50 anos, mas nunca tivemos todos os vetores sendo mexidos ao mesmo tempo e na velocidade que a gente tem hoje", disse Paula Bellizia em relação à era da IA. O cenário, de acordo com a VP da AWS na América Latina, oferece uma oportunidade única de ganho de produtividade e de acesso, com formas de trabalho nunca vistas antes. Ela alertou, porém, que investir no conhecimento humano é um fator decisivo para aproveitar essa chance. "A tecnologia é dada: ela está aqui e vai acelerar. A grande chave é a parte humana, o que vamos fazer com as nossas pessoas. E isso vai fazer toda a diferença", concluiu.

Essa responsabilidade, para os participantes, precisa ser compartilhada entre todos os setores da sociedade, incluindo a iniciativa privada. Os executivos salientaram que a formação de equipes qualificadas passou a ter ainda mais relevância para os negócios em um mundo profundamente impactado pela IA.

Segundo o CEO do iFood, Diego Barreto, esse é o caminho que a empresa vem traçando. "Somos alucinados por educação num nível que vocês não imaginam", afirmou. O executivo ressaltou que o encurtamento de ciclos tecnológicos está gerando mais conhecimento a uma velocidade maior, e, por isso, o aprendizado contínuo é tão importante. "Nossa alucinação por educação vem daí." Em junho, o iFood passou a oferecer educação ilimitada, via Unico Skill, para seus 8 mil colaboradores. "Pela primeira vez em 10 anos de iFood, a gente viu uma plataforma de educação funcionar", disse.

Para o CEO da Unico Skill, Joca Oliveira, as empresas precisam dar ao cuidado com as pessoas o mesmo peso que dão à tecnologia. "Quando pensamos em infraestrutura, pensamos em infraestrutura física e tecnológica, mas pouco em infraestrutura humana. São as pessoas que geram a engrenagem que fazem tudo funcionar".

O papel social da educação

Embora a inteligência artificial tenha dominado boa parte do debate no evento da Unico Skill, o impacto social da educação foi lembrado como uma questão que vai muito além da tecnologia. "Temos que olhar para as pessoas que serão impactadas pela IA, mas não liderarão processos de gestão ou construção de soluções baseadas nela", pontuou o chairman da Cogna Educação, Rodrigo Galindo. "Nas empresas de vocês, certamente há pontos de operação que não estão nos grandes centros. Essas pessoas também merecem acesso à educação de qualidade", disse à plateia.

Cristiana Pipponzi, integrante dos conselhos do Grupo RD Saúde e Santander Brasil, reforçou o alerta: "Vejo um risco muito real de amplificação da desigualdade social se a gente não mudar a direção de como tem olhado para a educação no país", afirmou. Para ela, enfrentar esse cenário exige tratar a educação como agenda de desenvolvimento econômico envolvendo indivíduos, empresas e Estado.

Como funciona o benefício educação

O benefício educação ilimitado da Unico Skill funciona como um plano de saúde, mas voltado à educação. As empresas pagam um valor fixo mensal por colaborador, que passa a ter acesso à plataforma que o conecta a instituições de ensino como PUC-PR, PUC-RS, Ibmec, Mackenzie, Fundação Dom Cabral, Estácio, CNA, Coursera, entre outras, além das melhores universidades estrangeiras.

O profissional pode estudar o que quiser, quando quiser e como quiser, de forma ilimitada. O benefício tem ROI de 4x – o que significa que, a cada real investido pela empresa, o colaborador consome, em média, quatro reais em educação de qualidade. Atualmente, mais de 150 das maiores empresas do Brasil oferecem o benefício a seus profissionais. Entre elas, Bayer, iFood, Bradesco, Aché, Pague Menos, Solar Coca-Cola, Heineken, entre outras, que, juntas, têm mais de 200 mil profissionais.

Em 2025, a Unico Skill foi eleita uma das 100 Startups to Watch pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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