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Especialista explica como funciona sistema híbrido de Corporate Venture Capital



Com o crescimento dos investimentos em startups no país sendo realizados por fundos corporativos de Corporate Venture Capital (CVC), novas formas de se desenvolver tal tipo de aporte têm sido colocadas em prática. De acordo com um levantamento da Valetec Capital no ano de 2015 havia apenas nove investidoras deste tipo de segmento, ao passo que este ano devem ultrapassar pelo menos 100 fundos corporativos de CVC. 

Os investimentos de Corporate Venture Capital (CVC) são realizados por corporações, diferentemente dos realizados por Venture Capital, que tem os seus fundos capitalizados por anjos, family offices, outros fundos e até pessoas físicas. Nesse sentido, a estruturação da equipe é uma das questões mais importantes a serem tomadas no momento de se desenvolver um fundo corporativo, tendo ganhado força nos últimos anos o sistema híbrido, em que a corporação contrata uma firma especializada em “CVC as a Service” que de partida já agrega um time de profissionais experientes para executar parte do processo de CVC, que é completado com o time da corporação empresa.

Peter Seiffert, fundador e CEO da Valetec, gestora de recursos especializada em montar e administrar fundos de corporate venture capital para grandes companhias, explica como funcionam os outros dois métodos de gestão – um 100% interno e, o outro realizado por uma gestora especializada em CVC – ressalta as principais vantagens desse modelo híbrido.

“Embora possa haver um benefício estratégico considerável de controlar um fundo com membros da equipe interna, geralmente é difícil encontrar profissionais com experiência suficiente no mercado”, afirma. “Dessa maneira, vale muito a pena avaliar parceiros externos, porque o CVC exige uma combinação de profissionais treinados e especializados, que é extremamente desafiador para montar internamente”, completa, pontuando quatro principais razões para considerar a assistência externa para a gestão de um fundo corporativo: experiência, escala, independência e especialização.



Apesar de indicar que a gestão interna é um bom e seguro caminho a ser seguido, Seiffert pontua que o sistema híbrido tem a vantagem de poder contar com o melhor de cada sistema, ou seja, um time experiente e especialista em CVC na execução da tese de investimento, e o engajamento da equipe interna focada nas decisões, direcionamento estratégico e relacionamento estratégico (sinergia) com as investidas.

“Uma das principais funções do time interno é garantir o alinhamento e direcionamento estratégico da operação do fundo com a corporação, atuando em todas as decisões estratégicas, acompanhando toda a operação do fundo, definindo e acompanhando a implantação da estratégia de portfólio e desenvolvendo as sinergias entre corporação e investidas, por exemplo. Enquanto isto de outro lado o time de gestão as a service realiza toda a operação tática e operacional do fundo, além de forte conexão com todo o ecossistema e oportunidades de investimentos (pipeline), é uma combinação com alto potencial de sucesso”, diz o presidente da Valetec, empresa que atua justamente na função de levar a expertise em CVC as a service que desejam desenvolver fundos corporativos para investir em startups. 

“É fundamental um compromisso verdadeiro de adaptação à inovação e com profissionais à frente na liderança do processo, compreendendo profundamente o mundo da inovação, do empreendedorismo e das startups, de modo que todas as decisões tomadas incluam a perspectiva da inovação”, ressalta o executivo.

A força dos fundos corporativos de CVC ao redor do mundo pode ser constatada por meio do relatório State of CVC, da plataforma americana de inteligência de mercado CB Insights, que indica que os investimentos globais de Corporate Venture Capital cresceram 142% sobre o ano anterior, atingindo a marca de US$ 169 bilhões (o equivalente a R$ 870,5 bi). 

Para saber mais, basta acessar: www.valetec.com.br

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