…dados importantíssimos dentro de sua estratégia de sobrevivência.

O mundo dos negócios de tecnologia é dramaticamente exterminador. Redes sociais, por exemplo, que nasceram por volta de 2004, estão vivendo momentos de repensar o negócio. Várias já sumiram, veem o acesso diminuir ou passam por crises financeiras. E, para sobreviver, ser uma empresa de Big Data parece ser um caminho sólido.

Com os dados das reações de usuários, o Facebook pode entregar exatamente o que o usuário quer ler. A rede social pode colocar no topo da timeline os posts que deixam o usuário mais satisfeito e, com isso, ele possa consumir mais mensagens – principalmente das empresas que anunciam na plataforma.

O Facebook sabia, de certa forma, aquilo que você gostava e usava o botão de Like para isso. Com os novos, há a possibilidade de saber também o que não se gosta ou aquilo que deixa o usuário impressionado. São muito mais nuances do que antes e isso pode ser essencial para os negócios.

A empresa diz que não está usando isso atualmente, mas isso pode mudar, de acordo com um post no blog do gerente de Produtos, Sammi Krug. “Com o tempo, esperamos aprender as diferentes reações e como devem ser ponderadas de forma diferente pelo Feed de notícias para fazer um trabalho melhor de mostrar a todos as histórias que eles mais querem ver.”

Não será um trabalho fácil. Um entendimento errado das reações pode colocar justamente o contrário do que os usuários desejam. A empresa terá de aprender a trabalhar com isso. Provavelmente serão usados softwares de inteligência artificial e machine learning para isso. Não é por acaso que a empresa tem divulgado que a inteligência artificial é um de seus principais investimentos.

 

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