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Akamai anuncia solução de orquestração de IA no edge

Akamai anuncia solução de orquestração de IA no edge
Akamai anuncia solução de orquestração de IA no edge

A Akamai Technologies (NASDAQ: AKAM), empresa de cibersegurança e computação em nuvem, anunciou a primeira implementação em escala global do design de referência NVIDIA® AI Grid. Ao integrar a infraestrutura de inteligência artificial da NVIDIA à sua própria rede e utilizar orquestração inteligente de workloads em sua rede, a Akamai pretende levar o setor para além das "fábricas de IA" isoladas, em direção a uma grade unificada e distribuída para inferência de IA.

O anúncio marca uma nova etapa no desenvolvimento do Akamai Inference Cloud, apresentado no final do ano passado. Segundo a Akamai, a companhia é a primeira a operacionalizar o AI Grid e está implantando milhares de GPUs NVIDIA RTX PRO 6000 Blackwell Server Edition, oferecendo uma plataforma que permite às empresas executar IA agêntica e física com a capacidade de resposta da computação local e a escala da web global.

"Fábricas de IA foram projetadas para treinamento e cargas de trabalho de modelos de fronteira — e a infraestrutura centralizada continuará oferecendo a melhor economia de tokens para esses casos de uso", afirma Adam Karon, Chief Operating Officer e General Manager do Cloud Technology Group da Akamai.

"Mas, vídeo em tempo real, IA física e experiências altamente personalizadas e simultâneas exigem inferência no ponto de contato, não uma viagem de ida e volta a um cluster centralizado. Nossa orquestração inteligente do AI Grid oferece às fábricas de IA uma maneira de escalar a inferência para fora — aproveitando a mesma arquitetura distribuída que revolucionou a entrega de conteúdo para rotear workloads de IA em 4.400 localidades, com o custo certo e no momento certo", acrescenta.

A arquitetura da "tokenomics"

No centro do AI Grid está um orquestrador inteligente que atua como intermediário em tempo real para requisições. Ao aplicar a expertise da Akamai em otimização de desempenho de aplicações, esse plano de controle orientado por cargas de trabalho aprimora a "tokenomics", melhorando significativamente métricas como custo por token, tempo até a geração do primeiro token e throughput.

Segundo a empresa, a Akamai permite que clientes acessem modelos ajustados ou espelhados por meio de sua infraestrutura global de edge, o que pode impactar aspectos como custo e desempenho em cargas de trabalho de IA.

  • Eficiência de custo em escala: as empresas podem reduzir drasticamente os custos de inferência ao combinar automaticamente workloads com o nível de computação mais adequado. Segundo a Akamai, o orquestrador utiliza técnicas como cache semântico e roteamento para direcionar requisições a recursos dimensionados conforme a demanda, priorizando o uso de GPUs para cargas de trabalho mais exigentes. A empresa afirma que essa estrutura é suportada pela Akamai Cloud, baseada em infraestrutura open source e voltada ao processamento de operações de IA intensivas em dados;
  • Resposta em tempo real: de acordo com a empresa, diferentes setores podem aplicar esses recursos em casos como interações com personagens em jogos, detecção de fraude e personalização em serviços financeiros, além de processamento e adaptação de conteúdo em empresas de mídia. A companhia informa que essas aplicações são suportadas por sua rede global de edge, com mais de 4.400 localizações, que inclui recursos como cache integrado, computação serverless e conectividade distribuída, permitindo o processamento de requisições próximo ao usuário;
  • IA pronta para produção no núcleo: modelos de linguagem de grande porte, pós-treinamento contínuo e cargas de trabalho multimodais de inferência exigem computação densa e sustentada, algo que apenas infraestrutura dedicada consegue fornecer. A Akamai também informa que utiliza clusters com milhares de GPUs, incluindo NVIDIA RTX PRO 6000 Blackwell Server Edition, para suportar cargas de trabalho de maior escala, em conjunto com sua infraestrutura distribuída de edge.

A continuidade da computação: do centro à edge

Construída sobre a NVIDIA AI Enterprise e utilizando a arquitetura NVIDIA Blackwell e DPUs NVIDIA BlueField para redes e segurança aceleradas por hardware, a Akamai consegue gerenciar SLAs complexos entre a rede edge e o centro:

  • Edge (mais de 4.400 localizações): a empresa informa que a estrutura é voltada à redução do tempo de resposta em aplicações de IA física e agentes autônomos. Inclui recursos como cache semântico e serviços serverless, como Akamai Functions (computação baseada em WebAssembly) e EdgeWorkers, utilizados na execução e distribuição de modelos no ponto de contato com o usuário;
  • Akamai Cloud IaaS e clusters dedicados de GPU: a infraestrutura de cloud pública no centro permite portabilidade e economia para cargas de trabalho em escala massiva, enquanto pods com GPUs NVIDIA RTX PRO 6000 Blackwell suportam pós-treinamento pesado e inferência multimodal.

"Novas aplicações nativas de IA exigem latência previsível e maior eficiência de custo em escala planetária", afirma Chris Penrose, Global VP de Business Development – Telco da NVIDIA. "Ao operacionalizar o NVIDIA AI Grid, a Akamai está construindo o tecido de conexão para IA generativa, agentiva e física, levando a inteligência diretamente até os dados e desbloqueando a próxima onda de aplicações em tempo real", complementa.

Impulsionando a próxima onda de IA em tempo real

A Akamai já observa forte adoção inicial do Akamai Inference Cloud em setores que exigem alta capacidade de computação e baixa latência:

  • Games: estúdios implantam inferência abaixo de 50 milissegundos para NPCs movidos por IA e interações em tempo real;
  • Serviços financeiros: bancos usam a grade para marketing hiperpersonalizado e recomendações rápidas nos momentos críticos de login do cliente;
  • Mídia e vídeo: empresas de transmissão utilizam a rede distribuída para transcodificação e dublagem em tempo real com IA;
  • Varejo e comércio: varejistas adotam a rede para aplicações de IA em loja e ferramentas de produtividade no ponto de venda.

Impulsionada pela demanda empresarial, a plataforma também foi validada por grandes provedores de tecnologia, incluindo um contrato de US$ 200 milhões por quatro anos para um cluster de milhares de GPUs, sem a necessidade de um data center dedicado para infraestrutura de IA empresarial próximo aos centros urbanos.

Escalando fábricas de IA: do centralizado ao distribuído

A primeira onda de infraestrutura de IA foi definida por grandes clusters de GPUs em poucas localizações centralizadas, otimizados para treinamento. À medida que a inferência se torna uma carga de trabalho mais relevante e empresas de diferentes setores passam a desenvolver agentes de IA, modelos centralizados podem apresentar desafios relacionados à escala, conforme a empresa, de forma semelhante ao observado anteriormente em áreas como entrega de mídia, jogos online, transações financeiras e aplicações baseadas em múltiplos serviços.

Para lidar com esses desafios, a Akamai utiliza uma arquitetura de rede distribuída, com orquestração e sistemas projetados para operar próximos ao ponto de interação digital.

De acordo com a empresa, o resultado tem sido melhores experiências de usuário e maior ROI para empresas que adotaram esse modelo. O Akamai Inference Cloud aplica essa arquitetura comprovada às fábricas de IA, permitindo a próxima fase de escala e crescimento ao distribuir computação densa do núcleo até a edge.

Para as empresas, isso significa a capacidade de implantar agentes de IA contextuais e adaptativos. Para a indústria, representa um modelo de como as fábricas de IA podem evoluir de instalações isoladas para uma infraestrutura global distribuída de utilidade pública.

Disponibilidade

O Akamai Inference Cloud já está disponível para clientes empresariais qualificados. Organizações podem saber mais e solicitar acesso aqui. Representantes da Akamai estavam disponíveis para demonstrações e reuniões durante a NVIDIA GTC 2026, no San Jose Convention Center, estande 621, entre 16 e 19 de março de 2026.

O Jogo de Cartas Colecionáveis ​​Pokémon estreou no Edifício do Governo Metropolitano de Tóquio!

Em seus esforços para promover o turismo noturno, o Governo Metropolitano de Tóquio está desenvolvendo novas atrações que iluminam a capital após o anoitecer. Como parte dessa iniciativa, o mapeamento de projeção está sendo apresentado durante todo o ano no icônico Edifício nº 1 do Governo Metropolitano de Tóquio, transformando sua fachada em uma tela de luz e som.

Temos o prazer de anunciar o lançamento de um novo espetáculo de projeção mapeada inspirado no mundialmente famoso Jogo de Cartas Colecionáveis ​​Pokémon, que celebra seu 30º aniversário este ano. “Pokémon Trading Card Game: TOKYO LUMINOUS NIGHT” estreou na sexta-feira, 20 de março (feriado nacional).

No dia da estreia, um evento especial foi realizado com a presença de Nashiko Momotsuki, Gorgeous, Tosa Brothers e Pikachu como convidados especiais. Juntamente com os 5.000 visitantes reunidos no local, eles lideraram a contagem regressiva para a primeira exibição.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260323002021/pt/

©2026 Pokémon. ©1995 - 2026 Nintendo/Creatures Inc./GAME FREAK inc. TM, ®Nintendo.

©2026 Pokémon. ©1995 – 2026 Nintendo/Creatures Inc./GAME FREAK inc. TM, ®Nintendo.

Cenas do dia da estreia da nova produção

“Pokémon Trading Card Game: TOKYO LUMINOUS NIGHT”

Cerca de 8.000 visitantes compareceram no dia da estreia

Na sexta-feira, 20 de março (feriado nacional), dia da estreia da exibição, cerca de 8.000 pessoas se reuniram na Praça do Governo Metropolitano de Tóquio — incluindo fãs do Jogo de Cartas Colecionáveis ​​Pokémon, visitantes internacionais e famílias.

Os participantes compartilharam comentários entusiasmados, como: “Ver meu Pokémon favorito projetado no prédio do Governo Metropolitano de Tóquio foi incrivelmente impactante e impressionante” e “Foi tão adorável ver o Pikachu aparecer no evento. Tornou-se uma lembrança maravilhosa da nossa viagem a Tóquio.”

“Sentimos verdadeiramente o amor dos convidados por Pokémon!” Os visitantes desfrutaram do mundo do Jogo de Cartas Colecionáveis ​​Pokémon ganhando vida na enorme superfície de projeção — reconhecida pelo Guinness World Records™.

Cenas do Evento de Abertura

Pikachu, Nashiko Momotsuki, Gorgeous e os Irmãos Tosa lideram a contagem regressiva para a exibição de estreia

No evento de abertura, Pikachu apareceu ao lado de Nashiko Momotsuki, Gorgeous e os Irmãos Tosa, participando de uma sessão de bate-papo e liderando a contagem regressiva para a primeira exibição. Com um coro estrondoso de “Pikachu!” da plateia, Pikachu fez uma aparição surpresa e o local explodiu em aplausos. A primeira exibição começou com uma chamada liderada pelos convidados, aumentando ainda mais a empolgação da multidão.

Após a exibição, Nashiko Momotsuki comentou:

“Também estou completando 30 anos agora — assim como o 30º aniversário do Pokémon Trading Card Game! Sempre quis trabalhar com Pokémon e estou verdadeiramente honrada por estar aqui no dia da inauguração de uma obra tão incrível projetada no Edifício do Governo Metropolitano de Tóquio. Fiquei especialmente emocionada com a forma como o espetáculo utiliza plenamente a estrutura do prédio, criando momentos em que os Pokémon parecem estar saltando para fora da tela.”

Gorgeous também compartilhou uma mensagem para os fãs: “Foi incrivelmente impactante e emocionante! Ver um Charizard gigante bem na minha frente — e o incrível realismo e energia dos Pokémon — foi simplesmente fantástico. Muitos Pokémon que eu queria ver também apareceram. Foi o máximo! Vocês precisam ver pessoalmente!”

Atuando como apresentadores convidados, os irmãos Tosa acrescentaram: “Parecia que realmente encontramos Pokémon na vida real — o realismo é impressionante. A qualidade era tão impressionante que você realmente sente que os Pokémon lendários estão bem ali na sua frente. Venham conferir no Edifício do Governo Metropolitano de Tóquio!”

Com esses comentários, o evento de inauguração chegou ao fim em grande estilo.

Sobre o Pokémon Trading Card Game

Pokémon TCG, o primeiro jogo de cartas colecionáveis ​​completo do Japão, recria os aspectos de batalha e coleção dos videogames “Pokémon”

Sobre a Nova Obra

“Pokémon Trading Card Game: TOKYO LUMINOUS NIGHT”

  • TÍTULO

    “Pokémon Trading Card Game: TOKYO LUMINOUS NIGHT”
  • DESTAQUES

    Inspirada no Pokémon Trading Card Game, amado no mundo todo, esta obra mapeada será projetada nas paredes externas do Edifício do Governo Metropolitano de Tóquio.

    Os Pokémon ilustrados nos cards — juntamente com os visuais icônicos do jogo — ganham vida em três dimensões por meio de luz e projeção, criando uma cena fantástica no horizonte noturno do edifício.

    Desfrute do Pokémon Trading Card Game — apreciado por pessoas de diferentes idiomas, gerações e regiões — como uma experiência visual imersiva em uma escala impressionante.

  • HORÁRIOS DE EXIBIÇÃO (MARÇO)

    [Fins de semana e feriados] 18h30 / 19h30 / 21h

    *Outros programas também são exibidos fora dos horários listados acima.

    *Para horários de exibição a partir de abril, consulte o site oficial.

Visão geral da projeção mapeada no Edifício do Governo Metropolitano de Tóquio: “TOKYO Night & Light”

Datas:

Diariamente (exceto em caso de condições climáticas adversas)

Superfície de projeção:

Parede leste do Edifício nº 1 do Governo Metropolitano de Tóquio

Área de visualização:

Praça do Governo Metropolitano de Tóquio

(2-8-1 Nishi-Shinjuku, Shinjuku-ku, Tóquio)

Horários:

18h30 / 19h / 19h30 / 20h / 20h30 / 21h / 21h30

 

(Horários válidos para o mês de março. Para horários atualizados, visite o site.)

https://tokyoprojectionmappingproject.jp/en/

Organizado por:

Governo Metropolitano de Tóquio,

Comitê Executivo de Projeção Mapeada de Tóquio

Informações adicionais:

Este projeto está comprometido com práticas ecologicamente corretas, incluindo o uso de energia verde. Foi oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records™ como “A Maior Projeção Mapeada Permanente em um Edifício”.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Videos:
https://mms.businesswire.com/media/20260323002021/pt/2755700/19/60s.mp4
Contato:
[Informações de Contato]

Assessoria de Imprensa do TOKYO Night & Light

(Gerenciado pela Jishaku Inc. – Contatos: Nagasawa, Endo, Hamasaki)

E-mail: pr@tokyo-night-and-light.jp

Telefone: +81-80-3601-6732 (Nagasawa)

Fonte: BUSINESS WIRE

Bruttus Burger e delegação brasileira conquistam Mundial

Bruttus Burger e delegação brasileira conquistam Mundial
Bruttus Burger e delegação brasileira conquistam Mundial

O churrasco brasileiro reafirmou sua posição entre os melhores do mundo durante a SCA World Championships XII (Mundial da Steak Cookoff Association), realizada entre 12 e 15 de março de 2026, no Texas Motor Speedway. Representando o Brasil em uma das competições mais técnicas do planeta, uma delegação de especialistas — incluindo a equipe da Bruttus Burger, de Osasco — conquistou resultados históricos em diversas categorias.

O evento, que reuniu os maiores nomes da brasa global, teve o destaque do Brasil. Na categoria Ancillary (Hot Dog), o país garantiu dois lugares no Top 10 mundial, com Lucas Cesar alcançando o 4º lugar e Leandro Menze o 10º lugar. Já na disputada categoria de Acompanhamento no Mundial, Lucas Cesar consolidou o 15º lugar no ranking mundial, fruto de um trabalho conjunto e técnico da representação brasileira na etapa final.Bruttus Burger: destaque na categoria Steak

Um dos momentos mais aguardados foi a competição de Steak, a categoria principal do mundial, que contou com centenas de competidores de altíssimo nível. O Brasil alcançou o topo do pódio com o vice-campeonato mundial de Adriano Andrade, brasileiro residente na Austrália.

O sócio da Bruttus Burger, Judá Berto, competindo em dupla com Álvaro Farto, garantiu a 63ª posição mundial, superando competidores de elite em solo texano.

O desempenho da delegação brasileira no Steak demonstrou a evolução técnica do país:

Adriano Andrade (@diaryofagriller): 2º lugar mundial (Mundial de Steak)
Thiago Gil (@chefthiagogil): 32º lugar (Aberto de Steak)
José Alves (@josealves.cleavers): 50º lugar (Aberto de Steak)
Judá Berto (@judaberto) e Álvaro Farto (@alvarofarto): 63º lugar

"Nossa participação no Texas foi muito além de uma marca individual; foi a prova de que o churrasco brasileiro, com sua técnica e respeito ao fogo, compete de igual para igual no maior palco do mundo. Trazer esses resultados para a Bruttus em Osasco, ao lado de grandes nomes como Adriano Andrade, Lucas Cesar e Leandro Menze, é uma honra e um aprendizado que aplicamos todos os dias em nossa parrilla", afirma Judá Berto, sócio da Bruttus Burger.

Do Texas para Osasco: intercâmbio gastronômico

A participação conjunta dos brasileiros reforça o propósito da Bruttus em buscar o que há de mais avançado em gastronomia de fogo real. A experiência compartilhada entre os "pitmasters" no Texas Motor Speedway — desde o controle de temperatura das costelinhas até a precisão do selamento do steak — fundamenta os processos aplicados pela Bruttus Burger em seu salão no Jardim Umuarama.

Com o reconhecimento internacional e a troca de experiências com os melhores do mundo, a Bruttus consolida sua autoridade em carnes, trazendo para o Brasil o padrão de qualidade exigido pelos juízes da SCA.

O padrão mundial no cardápio da Bruttus

A técnica testada e aprovada no Texas define a experiência na unidade de Osasco:

Aplicação da parrilla: o método de controle de brasa utilizado na preparação do steak compõe a base de produção de hambúrgueres como o Bruttus Bacon e o Defumado Signature;

Técnica de defumação: o método aplicado na categoria de Costelinha (Ribs) é utilizado no preparo dos cortes especiais da unidade;

Métodos de cozinha a fogo: o ambiente utiliza técnicas tradicionais de churrasco, baseadas nos processos aplicados em competições no Texas.

Serviço:
Endereço: Av. Pref. Hirant Sanazar, 98 – Jardim Umuarama, Osasco (SP).
Telefone: (11) 4565-7441
Horário presencial: segunda a quarta-feira (11h30 às 22h30) | quinta e sexta-feira (11h30 às 23h30) | domingo (12h).
Instagram: @bruttusburger

Informações para a imprensa:
Luciana Ogata Fuke
(11) 93226-1146
contato@basilicoag.com.br

ABB retorna à Feicon com foco em varejo e segurança elétrica

ABB retorna à Feicon com foco em varejo e segurança elétrica
ABB retorna à Feicon com foco em varejo e segurança elétrica

A ABB Eletrificação, divisão da multinacional suíço-sueca ABB, confirma sua retomada estratégica na FEICON 2026 – Feira Internacional da Construção Civil, em São Paulo. O retorno marca uma nova etapa da atuação da companhia no segmento residencial, combinando ampliação da presença no canal home center e no varejo especializado com o fortalecimento do relacionamento junto a distribuidores, construtoras, incorporadoras, integradores e profissionais especializados.

No estande J040, com 100 metros quadrados, a ABB Eletrificação apresentará, de 7 a 10 de abril, um portfólio completo voltado à modernização da infraestrutura elétrica residencial, combinando automação residencial, proteção, controle e mobilidade elétrica sob padrões internacionais de qualidade, segurança e eficiência energética.

"Estamos retornando à Feicon com uma estratégia clara de expansão no segmento residencial. Nosso foco é oferecer ao mercado soluções seguras, sustentáveis e alinhadas aos padrões globais da ABB, ampliando oportunidades de negócio no mercado brasileiro", afirma Marcelo Vilela, vice-presidente comercial da ABB Eletrificação.

Um dos principais destaques da participação da companhia na feira será o fortalecimento da estratégia Dual Brand ABB + GE Industrial Solutions, consolidando duas das mais reconhecidas marcas globais de eletrificação sob uma mesma estrutura tecnológica e industrial.

Desde a aquisição da GE Industrial Solutions, em 2018, a ABB incorporou ao seu portfólio uma das marcas mais tradicionais do setor elétrico, ampliando alcance, capilaridade e complementaridade de portfólio no Brasil.

"A união de ABB e GE Industrial Solutions representa a convergência de duas das maiores marcas de eletrificação do mercado global. Essa combinação amplia nossa capacidade de atendimento, fortalece nossa presença no varejo e reforça nossa competitividade no segmento residencial", destaca Gustavo Vazzoler, diretor de Produtos e Soluções de Smart Buildings da ABB Eletrificação.

Soluções apresentadas na Feicon

Durante a feira, a companhia demonstrará soluções voltadas às novas exigências das residências e edificações:

  • Automação predial e residencial

Plataformas KNX, Cylon e BuildingPro para edifícios inteligentes — interoperabilidade e escalabilidade para controle e supervisão de iluminação, climatização, gestão de energia e demais utilidades de um edifício ou uma residência. Do controle local e experiência do usuário à supervisão completa com analíticos e IA.

  • Interruptores e tomadas

Linhas Origen e Unno, voltadas ao segmento de médio/alto padrão, e a linha premium Zenit, direcionada a projetos de características sofisticadas.

  • Proteções elétricas e distribuição

A ABB vai expor ainda linhas de minidisjuntores SJ200T, SH800 e S200, os interruptores diferenciais residuais das linhas FH200 e F200 e os dispositivos protetores de surto da linha OVR, além de outros produtos e soluções de eletrificação.

Serão apresentadas as novas linhas da GE de minidisjuntores G30H e G60H e DRs DCGH, que complementam o portfólio de soluções residenciais. As linhas Maestro ABB e Maestro GE oferecem quadros termoplásticos IP40 para aplicações residenciais e comerciais, com versões de embutir e sobrepor, portas opacas ou transparentes e instalação facilitada, atendendo às normas e ensaios vigentes.

Já a linha Mistral amplia essa solução com caixas IP41 e IP65, ampla modularidade e recursos que facilitam o cabeamento em ambientes residenciais, comerciais e industriais, também conforme os requisitos normativos e padrões técnicos aplicáveis. Por sua vez, os disjuntores em caixa moldada da linha Formula, chaves seccionadoras (XLP e ZLBM), e Contatores da linha AX desenvolvidos sob normas técnicas nacionais e internacionais, reforçam a segurança nas instalações.

  • Mobilidade elétrica

A solução de eletromobilidade apresentada será o Terra AC Wallbox 2.0, carregador veicular desenvolvido para aplicações residenciais, com maior capacidade de condução de corrente e software de gerenciamento de demanda.

  • Gerenciamento de energia

A empresa apresenta ainda o sistema de gestão de energia InSite, que oferece gestão inteligente de energia e de cargas para aumentar a eficiência energética tanto na subdistribuição quanto na distribuição final. Segundo a ABB Eletrificação, sua escalabilidade atende a diferentes necessidades, desde monitoramento e controle básicos até gestão avançada de cargas, garantindo que todas as demandas de gestão de energia sejam atendidas de forma eficiente, localmente ou via nuvem.

De acordo com a empresa, a solução é facilmente escalável para diversas arquiteturas de sistema, tornando-a adequada para qualquer aplicação residencial, comercial ou industrial.

Fortalecimento do canal

Durante a Feicon, a ABB apresentará o ABB + Perto Pro, programa voltado a eletricistas e balconistas, que combina incentivo comercial e capacitação técnica. A iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento do mercado e com a qualificação dos profissionais responsáveis pela especificação e instalação.

"Nosso crescimento no residencial está associado à nossa proximidade com nossos parceiros e ao mercado consumidor, ao fortalecimento técnico dos profissionais que trabalham com a oferta de produtos e soluções ABB", conclui Vilela.

Serviço:

Evento: Feicon 2026 – Feira Internacional da Construção Civil (https://www.feicon.com.br/pt-br.html)
Data: 7 a 10 de abril de 2026
Local: São Paulo Expo, Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo/SP
Estande: J040

Horário:
• 7 a 9 de abril – das 10h às 20h (acesso até as 19h)
• 10 de abril – das 10h às 19h (acesso até as 18h)

Serviços de segurança gerenciada crescem no Brasil

Serviços de segurança gerenciada crescem no Brasil
Serviços de segurança gerenciada crescem no Brasil

O aumento da complexidade dos ataques cibernéticos tem levado empresas de diferentes setores a repensarem suas estratégias de proteção digital. Um relatório da NordVPN, divulgado pela CNN Brasil, aponta que o país registrou 700 milhões de ataques virtuais em um período de 12 meses, o que representa cerca de 1.379 golpes por minuto. Um levantamento da Fortune Business Insights projeta que o mercado de serviços gerenciados de segurança cibernética deve alcançar US$ 21 bilhões em 2026 e ultrapassar US$ 50 bilhões até 2034. No cenário brasileiro, a estimativa é que o setor atinja USD 2.048,2 milhões nos próximos oito anos, segundo dados da IMARC Group. Esse crescimento reflete a busca por soluções mais robustas e escaláveis, como os Serviços de Segurança Gerenciados (Managed Security Services – MSS). O modelo tem ganhado espaço por oferecer acesso contínuo a especialistas, tecnologias avançadas e monitoramento 24×7, sem que as empresas precisem estruturar internamente equipes e processos complexos. De acordo com Luiz Henrique Silveira, diretor de tecnologia da Brasiline, o cenário de ameaças tem evoluído em uma velocidade muito maior do que a capacidade que muitas empresas têm de manter internamente equipes, tecnologias e processos atualizados.

"Uma equipe interna exige investimentos constantes em contratação, capacitação, ferramentas e infraestrutura. Já o MSS entrega segurança como serviço, com especialistas dedicados, processos maduros e tecnologias já integradas em uma operação estruturada de SOC (Security Operations Center)", explica. "Na prática, o cliente passa a contar com um time completo e uma operação de segurança consolidada, com custos previsíveis e maior escalabilidade", acrescenta Silveira. O aumento dos ataques tem impulsionado a adoção desse modelo. Segundo o executivo, as empresas perceberam que abordagens tradicionais já não são suficientes e que precisam de visibilidade contínua, capacidade de detecção rápida e resposta estruturada a incidentes. "Os serviços de MSS combinam tecnologia, inteligência e processos especializados. A partir de um SOC estruturado, é possível monitorar ambientes, identificar comportamentos suspeitos, investigar incidentes e agir rapidamente para conter ameaças", ressalta.

Solução com base em demandas reais
Além do monitoramento, os serviços gerenciados podem incluir análise de vulnerabilidades, relatórios estratégicos e consultoria contínua, ajudando as empresas a evoluírem sua maturidade em cibersegurança.

Nesse contexto, a Brasiline Tecnologia desenvolveu sua solução de MSS ao longo de mais de 15 anos de atuação no setor, com base em demandas reais de clientes. "Nosso objetivo é oferecer segurança de ponta a ponta como serviço, combinando monitoramento, gestão de vulnerabilidades, inteligência de ameaças e suporte especializado, atendendo empresas que precisam fortalecer sua postura de segurança sem ampliar a complexidade operacional", afirma Silveira. Com o avanço dos ataques digitais, os serviços de segurança gerenciados se consolidam como uma alternativa estratégica para empresas que buscam proteção sem comprometer recursos internos. O diretor de tecnologia da Brasiline pontua que o processo de implementação começa com uma análise do ambiente do cliente para entender riscos, necessidades e nível de maturidade em segurança. "A partir daí, são definidas tecnologias e integrações necessárias para iniciar o monitoramento contínuo", complementa.

"Ao longo da operação, o cliente conta com acompanhamento especializado, relatórios periódicos, análise de incidentes e recomendações estratégicas para aprimorar continuamente sua postura de segurança", conclui o diretor. Para saber mais, basta acessar o site da Brasiline.

Short stay ganha espaço entre opções de hospedagem

Short stay ganha espaço entre opções de hospedagem
Short stay ganha espaço entre opções de hospedagem

Nos últimos anos, a hotelaria vem passando por transformações para atender a diferentes perfis de viajantes e formas de uso dos espaços de hospedagem. Enquanto o modelo tradicional permanece associado a estadias completas, com pernoite e serviços incluídos ao longo de vários dias, novas modalidades, como o short stay, também conhecido como Day Use, ganham espaço ao oferecer experiências mais flexíveis, voltadas para quem deseja aproveitar a estrutura do hotel por apenas algumas horas, sem a necessidade de se hospedar durante a noite. A escolha entre os dois formatos depende, sobretudo, da motivação da viagem, do tempo disponível e do tipo de experiência que o hóspede busca. De acordo com Ricardo Aly, diretor da rede Nacional Inn de Hotéis, que integra a unidade Dan Inn Sorocaba, localizada em Sorocaba (SP), o short stay é uma experiência mais prática, em que o hóspede chega, paga pelo período que pretende utilizar e já tem acesso às principais áreas do hotel. Normalmente, o pacote inclui o uso de piscinas, academias, toboáguas, saunas e, claro, espaços voltados para crianças e famílias.

"A experiência pode ser ainda mais completa quando o Day Use inclui refeições, como almoço ou chá da tarde. Mesmo que algumas opções sejam cobradas à parte, é uma forma de aproveitar o dia sem preocupações. Já quem prefere um passeio mais leve pode relaxar na piscina ou no lounge e aproveitar o hotel do jeito que quiser", detalha.

Ainda segundo o profissional, essa modalidade é ideal para quem busca um período de descanso sem precisar se deslocar para outros destinos. "É como ter um refúgio por algumas horas, aproveitando todas as comodidades de um hotel completo, mas sem a necessidade de reservar uma diária tradicional", acrescenta.

Praticidade para aproveitar o hotel por algumas horas

Em relação ao conforto, Aly afirma que a experiência da hotelaria tradicional e do modelo short stay apresenta semelhanças, já que, em ambos os casos, o hóspede encontra ambientes bem estruturados, bom atendimento e facilidades que tornam a estadia agradável. Segundo o especialista, o que muda é a intensidade do uso: no Day Use, é possível aproveitar a estrutura em poucas horas, enquanto, na diária tradicional, o tempo permite explorar cada serviço com mais calma.

"Alguns serviços, como check-in personalizado, limpeza do quarto e amenidades noturnas, são exclusivos da diária tradicional. Por outro lado, o short stay compensa com praticidade e flexibilidade: você pode usar piscinas, academias, spa e áreas de lazer sem se preocupar com o quarto ou a hospedagem completa", observa.

Para ele, o short stay oferece um custo mais compatível para quem procura lazer rápido ou até mesmo um ambiente diferente para trabalhar, enquanto a hotelaria tradicional é indicada para quem busca descanso prolongado.

Modelo acompanha mudanças no comportamento dos viajantes

O diretor da rede de hotéis Nacional Inn acredita que o short stay é uma tendência em expansão. Segundo ele, o aumento da mobilidade urbana e o ritmo acelerado da vida moderna fazem com que muitas pessoas busquem aproveitar os hotéis de forma mais prática e imediata.

"Vale ressaltar que muitos hotéis estão aprimorando essa oferta, incluindo refeições, recreação para crianças e experiências de lazer exclusivas. Isso reforça a ideia de que o short stay não é apenas uma opção prática, mas também uma forma de explorar todo o potencial do hotel sem precisar de uma hospedagem tradicional", analisa.

Aly também destaca que as diárias tradicionais costumam ser mais procuradas em períodos de férias, feriados prolongados ou durante eventos, quando o hóspede deseja aproveitar vários dias de descanso ou lazer. Já o short stay aparece como opção estratégica em dias comuns, fins de semana ou feriados curtos, para algumas horas de lazer ou descanso.

"O short stay é muito usado para aproveitar dias de calor em piscinas, spas ou áreas de lazer, enquanto a hospedagem tradicional mantém demanda mais estável durante todo o ano, especialmente em cidades turísticas ou com eventos frequentes. Isso também permite aos hotéis equilibrar a ocupação e oferecer experiências diversificadas para diferentes perfis de hóspedes", explica.

Hotéis ampliam oferta para atender diferentes perfis de hóspedes

De olho nas tendências do mercado, a rede Nacional Inn vem incorporando o Day Use de forma gradual e planejada. Muitos dos hotéis da rede possuem perfil corporativo e contam com espaços estruturados para reuniões e atividades de trabalho, o que se conecta naturalmente com a proposta do short stay.

As localizações estratégicas das unidades também podem facilitar o acesso de diferentes perfis de hóspedes, permitindo que aproveitem a estrutura do hotel com praticidade, seja para momentos de lazer ou para compromissos profissionais, sem a necessidade de grandes deslocamentos.

"Com mais de 80 hotéis espalhados por 34 destinos no Brasil, conseguimos atender diferentes perfis de hóspedes — famílias, trabalhadores em trânsito, pessoas que querem relaxar por algumas horas ou até quem participa de eventos", conclui.

Para mais informações sobre a hospedagem no Dan Inn Sorocaba, basta acessar: https://www.nacionalinn.com.br/hotel/dan-inn-sorocaba

Ser Psicólogo lança Trilhas Psicológicas de formação gradual

Ser Psicólogo lança Trilhas Psicológicas de formação gradual
Ser Psicólogo lança Trilhas Psicológicas de formação gradual

A plataforma de cursos para psicólogos e estudantes de psicologia Ser Psicólogo lançou as Trilhas Psicológicas, percursos de estudo organizados por abordagens e temáticas específicas dentro de seu ambiente de streaming. A iniciativa propõe estruturar o aprendizado em sequências formativas contínuas, em vez de conteúdos isolados.

As trilhas reúnem cursos específicos, aulas liberadas semanalmente, encontros ao vivo, plantões de dúvidas com professores e espaços de debate teórico-clínico. O formato contempla percursos em áreas como terapia cognitivo-comportamental (TCC), psicanálise, neuropsicologia, psicologia organizacional e transtornos da personalidade.

Guilherme Pontes, CEO da Ser Psicólogo, conta que as Trilhas Psicológicas foram projetadas para promover uma progressão pedagógica clara e estruturada, iniciando com fundamentos conceituais e referências teóricas essenciais para a compreensão da abordagem ou temática estudada e avançando gradualmente para conteúdos mais especializados.

"Ao longo do desenvolvimento da trilha, os estudantes passam a entrar em contato com discussões clínicas mais complexas, análises de casos, debates sobre impasses teóricos e aprofundamentos técnicos que dialogam diretamente com o cotidiano da prática psicológica. Dessa forma, o percurso permite que o aluno qualifique progressivamente sua compreensão teórica e sua capacidade de intervenção clínica"

revele o executivo.

O equilíbrio entre profundidade teórica e aplicabilidade clínica foi um princípio central no desenho das trilhas, com o objetivo de possibilitar ao estudante não apenas compreender os fundamentos teóricos de uma abordagem, mas também aprender a traduzir esses conceitos em estratégias clínicas concretas, fortalecendo seu raciocínio profissional.

"O cronograma foi estruturado com conteúdos teóricos apresentados nas aulas gravadas, seguidos por espaços de aprofundamento e aplicação nos encontros ao vivo. Os conceitos discutidos durante a semana são trabalhados a partir de estudos de caso clínico, debates entre estudantes, simulações de atendimento e dinâmicas de role-play, que permitem observar como determinadas intervenções podem ser conduzidas na prática"

explica Guilherme Pontes.

Integração e formação contínua

De acordo com o executivo, ao oferecer percursos estruturados de aprofundamento, que articulam diferentes conteúdos dentro de uma mesma linha temática ou abordagem, ao invés de apenas ampliar o volume de cursos disponíveis, a iniciativa se propõe a qualificar a experiência formativa, oferecendo continuidade, progressão e integração entre teoria, prática e discussão clínica.

"Atualmente, existe uma grande oferta de cursos online, mas muitos deles se organizam em formatos pontuais, com conteúdos que nem sempre se conectam entre si. Isso pode gerar um consumo fragmentado de conhecimento, que nem sempre contribui para a construção de uma base teórica sólida. O objetivo das Trilhas Psicológicas é justamente preencher essa lacuna"

declara o CEO.

O modelo da Ser Psicólogo busca favorecer uma aprendizagem progressiva, na qual os conceitos se conectam e se desenvolvem gradualmente. Os percursos organizados por trilhas temáticas podem qualificar a formação em Psicologia, já que estimulam um processo contínuo e sequencial de aprofundamento.

"O estudante percorre uma trilha estruturada que reúne diferentes aulas e discussões ao longo do ano, articulando temas correlatos dentro de uma mesma abordagem ou campo da psicologia. Ao final de uma trilha anual, por exemplo, o estudante terá dedicado um volume de estudo equivalente ao de um curso de formação ou capacitação, o que fortalece tanto o domínio conceitual quanto a segurança técnica para a prática profissional"

esclarece o executivo.

Para o CEO, a proposta dialoga com as demandas atuais da prática clínica e do mercado de trabalho em Psicologia, que exige profissionais cada vez mais preparados para lidar com demandas complexas e diversificadas.

"A prática psicológica contemporânea implica não apenas em conhecimento teórico, mas também capacidade de análise clínica, atualização constante e segurança na condução de intervenções"

reforça Pontes.

Ser Psicólogo

A Ser Psicólogo foi criada com o objetivo de democratizar o acesso à formação em psicologia e fortalecer a prática profissional no país. A plataforma oferece conteúdos de introdução até pós-graduação, reunindo mais de cem cursos e diferentes produtos educacionais, como o streaming com cursos de introdução e atualização; e as iniciativas voltadas à capacitação profissional Ser Psi Pós-graduações e Ser Psicólogo Academy.

Nesse contexto, as Trilhas Psicológicas são apresentadas como uma nova etapa do streaming da psicologia, com a proposta de estruturar trajetórias formativas que respeitem a complexidade das abordagens, a responsabilidade técnica e o compromisso ético da prática psicológica, partindo do princípio de que a formação na área envolve percurso, supervisão, diálogo e aprofundamento.

"A visão de longo prazo ao lançar esse formato é ampliar o acesso à qualificação profissional, por acreditar que estudantes e profissionais mais bem preparados tendem a oferecer atendimentos mais qualificados, o que impacta na qualidade da saúde mental oferecida à população brasileira"

conclui Guilherme Pontes.

Para mais informações, basta acessar: https://serpsicologo.com

Bitget Leva Trading Para Corridas com Ativação na MotoGP Brasil e Smarter Speed Challenge.

VICTORIA, Seychelles, March 25, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, marcou a abertura da temporada de 2026 da MotoGP™ no Brasil com ativação presencial e expansão do seu minijogo Smarter Speed Challenge, unindo conceitos de trading com experiências do automobilismo.

O Grand Prix do Brasil, realizado de 20 a 22 de março no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, foi o primeiro evento de MotoGP patrocinado pela Bitget na América do Sul. Após ativações na Itália, Alemanha, Catalunha e Indonésia em 2025, esta mais nova etapa é um exemplo do foco contínuo no engajamento de novos públicos em mercados em crescimento.

No circuito, a Bitget introduziu um estande inovador de dois andares, criado para conectar o trading com experiências interativas. Os visitantes interagiram com simuladores de corrida, um jogo de corrida em realidade virtual e instalações imersivas, e tiveram a oportunidade de ver como diferentes classes de ativos podem ser abordadas dentro de um ambiente de trading unificado. Um lounge VIP exclusivo da marca ofereceu um ambiente diferenciado para parceiros e clientes, proporcionando também visibilidade à beira da pista por meio da sinalização da marca no circuito e colocação da marca em transmissões globais.

Bitget no Grand Prix do Brasil

A ativação foi além do espaço físico com o minijogo Smarter Speed Challenge, que reimagina o trading como uma corrida. No jogo, ativos como criptomoedas, ações dos EUA e ouro são representados como pistas de corrida e objetivos colecionáveis, traduzindo conceitos de mercado para um formato mais intuitivo e interativo.

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p align=”center”>Motocicleta de corrida da Bitget no estande

Desde o seu lançamento no dia 2 de março, o minijogo atraiu aproximadamente 100.000 participantes, com uma premiação total de mais de 120.000 USDT. Criada para conectar os públicos da Web2 e da Web3, a experiência possibilita que tanto os traders quanto os entusiastas do automobilismo interajam com o conceito de "negociação completa" (one-stop trading) da Bitget de uma maneira mais acessível. Um recurso temporário dentro do jogo, introduzido durante o Grand Prix do Brasil, oferece recompensas adicionais vinculadas ao evento.

"A maneira como as pessoas interagem com os mercados está evoluindo, e as experiências estão tendo um papel cada vez maior nessa transformação", disse Gracy Chen, CEO da Bitget. "A inserção de conceitos de trading em ambientes familiares, como o esporte, possibilita que mais pessoas entendam e explorem o trading naturalmente."

O Smarter Speed Challenge é um exemplo da estratégia mais ampla de “Universal Exchange” da Bitget, na qual ativos financeiros tradicionais e de criptomoedas coexistem em uma única plataforma. Ao levar esses mercados para formatos interativos, a Bitget amplia a maneira como os usuários podem descobrir e abordar oportunidades de negociação em diversas classes de ativos.

Embora o Grand Prix do Brasil tenha sido o início da temporada de 2026, o Smarter Speed Challenge continuará além das pistas, com recompensas contínuas e futuras ativações planejadas em conjunto com as próximas corridas.

Para participar do Smarter Speed Challenge, clique aqui.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 100 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas com a LALIGA e a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

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Para perguntas da mídia, contate: media@bitget.com

Aviso de Risco: Os preços dos ativos digitais estão sujeitos a flutuações e podem ser significantemente voláteis. Os investidores são aconselhados a alocar apenas os fundos que podem perder. O valor de qualquer investimento pode ser afetado, e existe a possibilidade de que os objetivos financeiros não sejam atingidos, nem que o investimento principal recuperado. Aconselhamento financeiro independente deve sempre ser obtido, e a experiência financeira pessoal e a posição devem ser cuidadosamente consideradas. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. A Bitget não se responsabiliza por quaisquer perdas potenciais incorridas. Nada contido neste documento deve ser interpretado como aconselhamento financeiro. Para mais informações, consulte nossos Termos de Uso.

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Dados integrados impulsionam resultados na cadeia produtiva

Dados integrados impulsionam resultados na cadeia produtiva
Dados integrados impulsionam resultados na cadeia produtiva

A eficiência operacional e financeira se consolidou como o principal resultado nas iniciativas, especialmente digitais, nas empresas brasileiras em 2025, citada por 89% das organizações, ante 75% no ano anterior, conforme aponta o Índice de Transformação Digital do Brasil (ITDBr 2025). O estudo revela avanços em processos e execução, mas indica desafios na consolidação da governança e na consistência das iniciativas.

A necessidade de soluções para automação em nuvem e orientadas à inteligência artificial (IA) impulsiona a expansão do mercado e a integração de dados para análises em tempo real em áreas como operações e finanças, como também afirma o relatório da Business Research Insights. O mercado global deve alcançar US$ 17,29 bilhões até 2035, com crescimento anual projetado de 7,8%.

Edson Silva, presidente e fundador da Nexxera, empresa especializada em ecossistemas integrados de soluções de finanças, fluxo de caixa e cadeias de negócio, detalha que a fragmentação de dados, os processos manuais e a baixa integração entre sistemas são obstáculos para uma atuação mais coordenada na cadeia produtiva, limitando a capacidade de atuação conjunta. "Não temos, e cada vez mais não teremos empresas isoladas, mas ecossistemas empresariais que se fortalecem e dados, cada vez mais em tempo real, são fundamentais para este tema", avalia.

"Uma boa governança depende de dados estruturados sobre o que realmente acontece no dia a dia das relações empresariais. Quando informações de operação, finanças e supply chain, entre outras, passam a circular de forma padronizada, as decisões deixam de ser isoladas e passam a considerar o impacto em toda a cadeia produtiva", acrescenta o executivo.

Planos conjuntos entre varejo e indústria

O empresário pontua que a busca por crescimento sustentável tem levado o varejo e a indústria a aprofundarem modelos de colaboração. Segundo ele, o movimento avança da formulação estratégica para a capacidade de execução, padronização e gestão de dados.

De acordo com o fundador da Nexxera, quando os dados não estão organizados e padronizados e os processos não seguem um modelo estruturado e integrado, a análise da cadeia e a tomada de decisões com base em informações incompletas prejudicam os resultados de todos, causando descasamento de iniciativas e encarecendo os processos e o custo final das entregas. Para ele, a colaboração só se sustenta quando a relação tem como premissa ampliar o resultado das partes. Isso acontece quando os dados da operação deixam de estar fragmentados, permitindo a análise em toda a cadeia.

"A integração padronizada acelera a colaboração com reflexos positivos na operação. Quando, por exemplo, varejistas e indústrias passam a acompanhar os mesmos indicadores — como estoque, pedidos, custos, entregas, pagamentos, prazos, inadimplência, entre outros —, as decisões deixam de ser reativas e passam a ser planejadas com antecedência e coordenadas, o que permite que os planos conjuntos realmente se concretizem", comenta o executivo.

Gestão estruturada de fornecedores e clientes

Para Silva, é nesse contexto que surgem ambientes digitais capazes de conectar empresas, operações e fluxos financeiros dentro de um mesmo ciclo de informação ao longo da cadeia. Ao concentrar informações de pedidos, notas fiscais, entregas, contratos, pagamentos e recebíveis em um único ambiente, as empresas passam a ter uma visão mais consistente da cadeia e reduzem ruídos no relacionamento entre os parceiros.

Segundo o presidente da Nexxera, essa integração cria condições mais sólidas para o acompanhamento dos acordos comerciais e respectivos fluxos de recebimento e pagamento. "Quando os dados passam a circular de forma estruturada entre todos os elos da cadeia, as empresas conseguem acompanhar a execução dos planos com mais clareza, antecipar riscos", analisa.

A visibilidade em tempo real ao longo da cadeia é um fator que influencia a capacidade do comprador e fornecedor de cumprir metas conjuntas, pois isso permite aos agentes agir antes que o problema aconteça.

"Quando todos os participantes da cadeia acompanham os mesmos indicadores, a operação ganha previsibilidade. Um atraso na entrega, uma mudança no giro de estoque ou um desalinhamento financeiro deixam de ser percebidos tarde demais, permitindo ajustes mais rápidos", explica o empresário.

Resultados financeiros

O fundador da Nexxera destaca que os ganhos de longo prazo para empresas que investem em integração, automação e portais de relacionamento entre clientes e fornecedores orientados a dados vão além da organização operacional e se traduzem diretamente em resultado financeiro e vantagem competitiva.

"A empresa reduz custos estruturais, diminui riscos operacionais e aumenta a previsibilidade do negócio, o que impacta diretamente a margem", frisa.

Silva reforça que processos integrados geram dados estruturados e confiáveis, que permitem decisões mais estratégicas — seja na negociação com fornecedores, na gestão de estoque ou na estruturação de crédito.

"A digitalização de instrumentos e a entrada da duplicata eletrônica também contribuem para esse cenário de transformação das transações comerciais em dados financeiros estruturados. Isso amplia a transparência e a previsibilidade dos fluxos entre empresas ao longo da cadeia", salienta.

Segundo o empresário, a longo prazo, empresas que estruturam seus ecossistemas operacionais conseguem escalar com menos custo proporcional, operar com mais segurança e capturar oportunidades antes da concorrência.

O presidente da Nexxera ressalta, por exemplo, que os varejos ganham previsibilidade e eficiência na gestão de caixa, as indústrias ganham acesso estruturado a capital e segurança nas transações.

"A tecnologia passa a ser estratégica e orientada a dados e deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a ser um facilitador na operação, nas vendas ou compras e o acesso capital como instrumento de crescimento dentro do mesmo fluxo. É isso que permite construir cadeias de negócios mais eficientes, previsíveis e sustentáveis para todos os participantes, independentemente do tamanho ou porte de cada participante", conclui Silva.

Para mais informações, basta acessar: nexxera.com/

Ultrafiltração ajuda a viabilizar reúso de água em ETAs

Ultrafiltração ajuda a viabilizar reúso de água em ETAs
Ultrafiltração ajuda a viabilizar reúso de água em ETAs

A busca por soluções que aumentem a eficiência no uso da água e reduzam perdas nos sistemas de abastecimento tem levado empresas e gestores públicos a reavaliar práticas tradicionais nas Estações de Tratamento de Água (ETAs). Uma dessas práticas é o descarte da água utilizada na lavagem dos filtros de areia, procedimento rotineiro que, via de regra, resulta na liberação de grandes volumes de água residual diretamente em corpos hídricos.

Com elevada carga de sólidos e matéria orgânica, essa água é considerada imprópria para consumo, mas possui potencial de recuperação quando submetida a tecnologias adequadas, como a ultrafiltração.

Segundo dados do Instituto Trata Brasil, divulgados pela Agência Brasil, cerca de 33 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso à água potável no país. O levantamento mostra que, entre os municípios analisados, apenas 22 possuem 100% de cobertura de abastecimento. Diante desse cenário, o aproveitamento de recursos hídricos dentro das próprias ETAs surge como alternativa estratégica para ampliar a oferta de água tratada sem aumentar a captação em mananciais.

A ultrafiltração é uma tecnologia baseada em membranas que atuam como barreiras físicas, capazes de remover partículas em suspensão, micro-organismos e turbidez da água. De acordo com o especialista Franco Olevak, diretor de águas da B&F Dias, ao aplicar a técnica no reúso da água de lavagem dos filtros de areia, ela permite que o líquido seja tratado e reinserido no processo de produção de água potável. "A principal motivação é a busca por eficiência no uso da água e redução de perdas no processo de tratamento", afirma.

Ele explica ainda que, quando a água de alimentação da ETA é de boa qualidade, a produção resultante da lavagem dos filtros ainda possui características que permitem sua recuperação, desde que o processo seja precedido por um estudo criterioso de viabilidade. "O descarte direto dessa água nos rios representa não apenas desperdício de um recurso valioso, mas também um impacto ambiental significativo", enfatiza.

Além da elevada carga de sólidos, Olevak destaca que há riscos associados à autuação por parte de órgãos ambientais, o que reforça a necessidade de soluções tecnológicas que viabilizem o reúso. "A ultrafiltração permite tratá-la e devolvê-la ao processo, contribuindo para a sustentabilidade e eficiência global do sistema", reforça.

Do ponto de vista técnico, o executivo informa que os sistemas de ultrafiltração implantados ou em estudo já têm demonstrado capacidade de atender integralmente aos parâmetros de potabilidade estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/21, que regula os padrões de qualidade da água para consumo humano no Brasil. "Quando corretamente dimensionados e operados, esses sistemas conseguem atender plenamente aos parâmetros microbiológicos e físico-químicos exigidos", diz.

Ele ressalta que ajustes comuns envolvem o pré-condicionamento da água, controle rigoroso da operação e manutenção das membranas, além de análises periódicas dos compostos inorgânicos e dissolvidos.

A adoção da ultrafiltração também traz ganhos ambientais relevantes. Segundo Olevak, ao reduzir o volume de água descartada nos rios, diminui-se a pressão sobre os mananciais e a carga poluente lançada nos corpos d’água. "O reúso da água de lavagem reduz o volume captado e descartado, promovendo um ciclo mais sustentável", confirma.

No que diz respeito aos índices de perdas, a recuperação da água por meio da técnica impacta diretamente as perdas reais, que correspondem à água tratada que não chega ao consumidor por falhas no sistema. Embora não interfira nas perdas aparentes, como fraudes ou medições imprecisas, a tecnologia pode reforçar a eficiência operacional das companhias. "A recuperação da água contribui diretamente para a redução de perdas reais, pois aumenta o aproveitamento da água já tratada", complementa o diretor.

A aplicação da ultrafiltração no reúso da água de lavagem dos filtros de areia tem se mostrado especialmente vantajosa em estações de médio e grande porte, em que o volume de água envolvido no processo é mais significativo. Com o avanço da digitalização e da automação nas ETAs, a integração desses sistemas ao processo de tratamento tende a se tornar mais acessível e eficiente. "É uma medida que alia inovação, responsabilidade ambiental e conformidade legal", conclui Olevak.

Para saber mais, basta acessar: https://bfdias.com.br/

Huawei FreeBuds Pro 5 chega ao Brasil em ação única

Huawei FreeBuds Pro 5 chega ao Brasil em ação única
Huawei FreeBuds Pro 5 chega ao Brasil em ação única

A evolução dos dispositivos de áudio sem fio tem ampliado o papel dos fones de ouvido no cotidiano, combinando desempenho técnico, inteligência artificial (IA) e design como parte da experiência do usuário. Esse movimento se reflete na chegada do FreeBuds Pro 5, nova geração de fones premium da Huawei, que passa a integrar o portfólio da marca no Brasil a partir de 4 de abril.

O lançamento ocorre em um contexto de crescimento do mercado de dispositivos true wireless, impulsionado pela demanda por maior qualidade sonora e recursos inteligentes. De acordo com análise publicada pelo Audiophile On, o setor tem avançado na incorporação de tecnologias como áudio de alta resolução, cancelamento de ruído adaptativo e personalização baseada em inteligência artificial, refletindo mudanças no comportamento de consumo.

O FreeBuds Pro 5 incorpora um sistema acústico Dual-Drive, com dois drivers independentes responsáveis por diferentes faixas de frequência. Essa configuração visa contribuir para maior separação sonora e redução de distorções, especialmente em conteúdos com maior complexidade instrumental.

Entre os recursos técnicos, o modelo oferece suporte à transmissão de áudio em alta resolução, com taxa de até 2,3 Mbps e qualidade de 48 kHz/24-bits. Esse tipo de tecnologia está associado ao conceito de áudio lossless, que, segundo a Audio Engineering Society (AES), busca preservar as características originais das gravações durante a reprodução digital.

O dispositivo também incorpora sistemas baseados em inteligência artificial para otimização do desempenho em diferentes ambientes. O cancelamento de ruído utiliza uma arquitetura que analisa variáveis externas em tempo real e ajusta automaticamente os níveis de atenuação, prática já observada em modelos recentes da categoria.

No uso cotidiano, a captação de voz é realizada por um conjunto de três microfones, combinado a sensores adicionais. O desempenho sonoro é complementado pela tecnologia HUAWEI Sound, desenvolvida com base em estudos acústicos e com participação de instituições como o Conservatório Central de Música de Pequim. A proposta é aproximar a experiência de escuta de padrões utilizados em ambientes profissionais.

O modelo oferece diferentes perfis de áudio, como Balanced, Voice, Classical e Bass, permitindo ajustes conforme o tipo de conteúdo reproduzido.

No design, o produto segue o conceito "Star Oval", com acabamento metálico e formas geométricas. A construção considera diferentes formatos de orelha, com variações de ponteiras de silicone para adaptação ao usuário.

O dispositivo possui certificação IP57 de resistência à água e poeira, o que amplia as possibilidades de uso em diferentes contextos, incluindo atividades físicas e deslocamentos urbanos.

Entre os recursos adicionais, estão a conexão simultânea com dois dispositivos, compatibilidade com sistemas Android, iOS e Windows, além de integração com o aplicativo HUAWEI Audio Connect para ajustes personalizados. O modelo também inclui áudio espacial com rastreamento de cabeça, modos adaptativos de volume e configurações sonoras ajustáveis.

Segundo Diego Marcel, gerente de relações públicas da Huawei Consumer Business Group no Brasil, o lançamento acompanha mudanças no comportamento do consumidor: "O mercado de áudio evolui para além da qualidade sonora, incorporando inteligência e personalização como elementos centrais da experiência. Tecnologias como cancelamento de ruído adaptativo e áudio em alta resolução refletem uma demanda por maior imersão no uso cotidiano".

Prêmio internacional marca setor de Transfer Pricing BR

Prêmio internacional marca setor de Transfer Pricing BR
Prêmio internacional marca setor de Transfer Pricing BR

O setor de Transfer Pricing no Brasil vive um momento de inflexão. A recente transição para um modelo alinhado às diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formalizada pela Lei 14.596/23, alterou a base normativa da disciplina e ampliou o grau de sofisticação técnica exigido das empresas.

A mudança não é meramente formal. Ela impacta políticas internas, metodologias de definição de preços, critérios de comparabilidade e rotinas de monitoramento ao longo do exercício fiscal. A convergência aos padrões internacionais exige consistência documental, transparência nas premissas adotadas e integração entre áreas tributária, financeira e estratégica.

É nesse contexto que a revista norte-americana Financial Services Review concedeu, em sua edição de 2026, o reconhecimento de Melhor Consultoria de Transfer Pricing da América Latina a uma empresa brasileira especializada exclusivamente na disciplina: a TP Digital. A premiação considera critérios como especialização técnica, consistência metodológica, inovação aplicada e impacto regional.

O reconhecimento ocorre em um ambiente de crescente pressão por governança tributária. "Segundo dados da OCDE", mais de 140 jurisdições participam atualmente do Inclusive Framework on BEPS, iniciativa que busca mitigar práticas de erosão de base e transferência artificial de lucros. A harmonização regulatória amplia a necessidade de estruturas dedicadas exclusivamente ao tema. No Brasil, a adoção do novo modelo implica não apenas a substituição de métodos tradicionais, mas uma revisão da lógica histórica de apuração. Empresas que antes tratavam o tema de forma episódica passam a enfrentar a necessidade de acompanhamento contínuo e maior rastreabilidade das decisões.

De acordo com Silvio Petrini, especialista em Transfer Pricing com mais de 15 anos de atuação na área, o cenário demanda mudança estrutural. "Transfer Pricing deixou de ser um exercício anual de compliance. Em mercados emergentes, tornou-se um tema central de governança e tomada de decisão, especialmente diante da convergência às diretrizes internacionais", destaca.

TP Digital, fundada em 2020, estruturou sua atuação a partir de um modelo integrado denominado SAS, que combina consultoria especializada (Strategy), capacitação técnica (Academy) e suporte tecnológico (Simplify). A organização também desenvolveu o TP Digital EMF, framework voltado à aplicação prática das normas em mercados emergentes, com foco em padronização de processos, pragmatismo de dados e gestão contínua.

Segundo a publicação norte-americana, o reconhecimento leva em consideração não apenas a atuação consultiva tradicional, mas a consolidação de um ecossistema estruturado, capaz de integrar método, formação técnica e tecnologia aplicada à disciplina.

A valorização de modelos especializados reflete tendência mais ampla observada na América Latina. O aumento da complexidade regulatória e o maior escrutínio das autoridades fiscais elevam a importância de abordagens baseadas em estrutura, documentação robusta e consistência analítica.

"Estudos recentes indicam" que empresas multinacionais têm intensificado investimentos em governança tributária preventiva, especialmente em países que passaram por reformas alinhadas às diretrizes da OCDE. O Brasil, por seu porte econômico e integração internacional, ocupa posição estratégica nesse movimento.

O reconhecimento concedido à TP Digital ocorre em um contexto de evolução do mercado regional de Transfer Pricing, no qual a especialização passa a ganhar maior relevância diante de ambientes regulatórios mais exigentes.

Segundo Silvio Petrini, o reconhecimento internacional não representa apenas um destaque individual, mas reflete uma mudança mais ampla na forma como a disciplina vem sendo tratada no Brasil. "Transfer Pricing passa a ocupar um papel mais central nas agendas executivas, conectando conformidade, estratégia e sustentabilidade fiscal", afirma.

A consolidação desse cenário está associada a possíveis impactos sobre empresas de diferentes portes, com aumento da necessidade de estruturas permanentes, monitoramento contínuo e maior alinhamento global.

Nesse contexto, o reconhecimento internacional pode ser interpretado como parte de um movimento mais amplo de transformação no setor brasileiro de Transfer Pricing, marcado pelo avanço da profissionalização, da integração metodológica e da governança.

Parceria Shopee e RME impulsiona empreendedorismo feminino

Parceria Shopee e RME impulsiona empreendedorismo feminino
Parceria Shopee e RME impulsiona empreendedorismo feminino

A Shopee, marketplace que conecta vendedores e consumidores, em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME), lança a segunda edição do Mulher do Ano Shopee, uma iniciativa para promover e incentivar o empreendedorismo feminino no e-commerce brasileiro, além de fomentar que ainda mais mulheres possam ter as oportunidades e os recursos para começar e prosperar no digital.

O programa reconhecerá dez empreendedoras pelo seu uso do marketplace para criar e escalar negócios com impacto econômico e social. As finalistas receberão consultoria para o desenvolvimento dos seus negócios, além de créditos de impulsionamento e, para as três primeiras colocadas, reconhecimento em dinheiro.

"A iniciativa acontece em um contexto significativo, no qual as mulheres já representam 51% dos vendedores ativos na plataforma, evidenciando o papel crescente que o e-commerce pode desempenhar como meio de geração de renda e expansão de negócios para as mulheres", afirma Leila Carcagnoli, líder de Categoria da Shopee. "A Shopee busca construir um ecossistema de apoio que ofereça recursos e visibilidade para que mais empreendedoras possam prosperar no ambiente digital", complementa.

"Mais do que ocupar o espaço digital, queremos que as mulheres desenvolvam negócios sólidos e rentáveis. Nosso papel, junto à Shopee, é potencializar esse movimento: oferecer ferramentas, mentoria e investimento para que essas empreendedoras convertam visibilidade em faturamento e escalabilidade", comenta Ana Fontes, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora.

Como vai funcionar?

As inscrições do Mulher do Ano Shopee — Edição Empreendedoras estão abertas até 10 de abril, por meio do site oficial do projeto. Podem participar vendedoras locais que fazem parte da plataforma da Shopee, sejam proprietárias ou principais executivas do negócio, e que tenham lojas com vendas ativas nos últimos seis meses.

As inscrições podem ser feitas em uma das duas categorias da iniciativa. Em "Servimos", a empresa vai destacar empreendedoras que tenham conseguido gerar impacto social em sua comunidade por meio do trabalho na plataforma. A segunda, "Vamos mais rápido", vai avaliar o crescimento e a performance da loja no último semestre.

As avaliações serão feitas em três fases que incluem um comitê de especialistas da Shopee e da RME, que considerarão os critérios estabelecidos para cada categoria, além de uma banca de jurados com grandes nomes do mercado. As vencedoras serão anunciadas em agosto durante um evento em São Paulo.

Além da consultoria para o desenvolvimento dos seus negócios e créditos de Ads, que todas as dez finalistas receberão, as três primeiras colocadas em cada categoria também irão receber o reconhecimento em dinheiro, com o objetivo de alavancar sua presença de marca e seus negócios na plataforma. 

1º lugar: R$ 7 mil e mais R$ 10 mil em créditos Shopee Ads

2º lugar: R$ 4 mil e mais R$ 8 mil em créditos Shopee Ads

3º lugar: R$ 3 mil e mais R$ 6 mil em créditos Shopee Ads

4º lugar: R$ 4 mil em créditos Shopee Ads
5º lugar: R$ 2 mil em créditos Shopee Ads

RSA anuncia ampliação da parceria com Microsoft, reforçando sua liderança em segurança de identidade sem senha

A RSA anunciou hoje, na RSAC Conference 2026, a expansão do suporte para a nova solução Microsoft 365 E7: The Frontier Suite. Este novo suporte se soma a recursos adicionais de acesso sem senha, que proporcionam às organizações maior segurança, uma experiência integrada e operações resilientes,à medida que se adaptam ao futuro da produtividade orientada por IA.

Ao integrar o RSA® ID Plus for Microsoft com o Microsoft 365 E7, as empresas podem garantir autenticação confiável tanto para usuários humanos como para agentes de IA, protegendo dados sensíveis e operações privilegiadas em ambientes híbridos, em nuvem e locais. Esta implementação ocorre após a RSA se unir à Microsoft Intelligent Security Association (MISA), lançando o RSA Advisor for Admin Threats no Microsoft Security Copilot, e implementando o RSA ID Plus Admin Logs Connector, que intensificam ainda mais a cooperação em curso entre a RSA e a Microsoft.

“A ascensão dos agentes de IA nas empresas significa que as organizações precisam repensar como protegem todas as identidades (humanas e de máquinas)”, disse Greg Nelson, diretor executivo da RSA. “Os recursos expandidos de autenticação sem senha da RSA e os recursos avançados de resiliência de MFA, agora disponíveis no Microsoft E7, permitem que as organizações eliminem senhas, impeçam ameaças avançadas à identidade e otimizem o acesso seguro em escala.”

“A parceria entre a RSA e a Microsoft é essencial para os clientes que enfrentam demandas de segurança cada vez mais complexas”, disse Laura Marx, diretora de Marketing e Crescimento da RSA. “Ao trabalharmos juntos por meio da Microsoft Intelligent Security Association e promovermos soluções integradas para o Microsoft Entra ID, capacitamos organizações de alta segurança, altamente complexas e altamente regulamentadas com as medidas de segurança mais resilientes e inovadoras disponíveis.”

“A Microsoft Intelligent Security Association representa uma comunidade dinâmica e confiável de inovadores líderes em segurança ao redor do mundo”, disse Maria Thomson, diretora da Microsoft Intelligent Security Association. “Nossos parceiros, incluindo a RSA Security, estão unidos por um compromisso compartilhado de promover a cooperação em segurança cibernética, ao capacitar os clientes a antecipar, identificar e lidar com ameaças emergentes com maior rapidez, eficácia e confiança.”

As organizações também podem implementar a autenticação RSA em configurações do Entra através da nova integração Microsoft Entra External MFA, que permite que as organizações implementem toda a gama de recursos de autenticação RSA, junto com melhorias adicionais de segurança da RSA.

A RSA expande sua liderança em soluções sem senha na RSAC Conference 2026

A RSA oferece a solução sem senha mais completa do setor, incluindo FIDO2, QR code, OTP, biometria, recursos de hardware e muito mais. Na RSAC foram anunciadas melhorias adicionais para acesso sem senha, que podem ser implantadas de modo independente ou em conjunto com o pacote Microsoft Entra ID, garantindo que as organizações possam implementar o acesso sem senha para todos os usuários, em todos os ambientes, sempre.

Estas novas melhorias incluem a próxima versão do recurso de senha para desktop no macOS e Windows (com novas opções de alta disponibilidade online, offline e híbrida), chaves de acesso móveis aperfeiçoadas com verificação de proximidade e senhas para centros, incluindo suporte para servidores Linux e OS. Em um novo estudo de caso, a FIDO Alliance detalhou como a RSA utilizou suas próprias soluções para implementar um sistema quase universal sem senha para sua força de trabalho mundial.

“Na RSA, a segurança sem senha não é apenas um recurso; é uma disciplina que precisa ser mantida quando tudo o mais falha”, disse Jim Taylor, Presidente e Diretor de Produtos e Estratégia na RSA. “Enquanto o setor fala sobre segurança sem senha para demonstrações, a RSA oferece segurança sem senha para interrupções, casos extremos e cenários que ninguém mais quer considerar. Com nossos melhorias recém-anunciadas, que vão desde a versão 2 da segurança sem senha para desktops macOS e Windows, até opções de alta disponibilidade que funcionam online, offline e em ambientes híbridos, além de chaves de acesso móveis avançadas e suporte a centrais de dados, a segurança sem senha da RSA garante que as organizações nunca precisem fazer concessões.”

Os participantes da RSAC Conference são bem-vindos para fazer parte da RSA no estande N 6253 para demonstrar estas melhorias sem senha.

Recursos

Sobre a RSA

A Plataforma de Identidade Unificada da RSA, alimentada por IA, protege as organizações mais seguras do mundo contra os ciberataques de maior risco de hoje e de amanhã. A RSA fornece inteligência de identidade, autenticação, acesso, governança e capacidades de ciclo de vida necessárias para prevenir ameaças, garantir acesso seguro e permitir conformidade. Mais de 9.000 organizações dedicadas à segurança confiam na RSA para gerenciar mais de 60 milhões de identidades em ambientes locais, híbridos e multinuvem. Para informações adicionais, visite nosso site para contatar a equipe de vendas, encontrar um parceiro ou saber mais sobre a RSA.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

teamrsa@axicom.com

Fonte: BUSINESS WIRE

Dados apontam por que PMEs desistem do crédito

Dados apontam por que PMEs desistem do crédito
Dados apontam por que PMEs desistem do crédito

O acesso ao crédito tem se tornado um desafio para as empresas brasileiras, especialmente entre os pequenos e médios negócios. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que uma parcela significativa das empresas optou por não buscar financiamento ao longo de 2025.

Segundo a Sondagem Especial nº 98 – Condições de Acesso ao Crédito, realizada pela entidade em parceria com a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), 49% das empresas não procuraram crédito de curto ou médio prazo entre fevereiro e julho de 2025. No caso do crédito de longo prazo, o percentual foi de 54%.

Entre os principais fatores apontados pelas empresas para a não contratação de crédito, 80% mencionaram os juros elevados como principal entrave nas operações de curto e médio prazo. Além disso, 32% destacou as exigências de garantias reais e 17% indicaram a falta de linhas de crédito adequadas às suas necessidades.

A dificuldade de acesso também se reflete nos casos em que as empresas efetivamente buscam financiamento. De acordo com o levantamento, cerca de um terço das empresas que tentaram contratar crédito de longo prazo não obtiveram sucesso, enquanto aproximadamente um quinto não conseguiu aprovação em operações de curto ou médio prazo.

Outro dado relevante da pesquisa mostra que as condições de acesso ao crédito foram percebidas como mais restritivas ao longo do período. Entre as empresas que renovaram linhas de crédito, 35% avaliaram piora nas condições de curto e médio prazo, enquanto 33% indicaram deterioração no crédito de longo prazo. Os fatores mencionados incluem taxas de juros elevadas, menor prazo de pagamento e exigências mais rígidas de garantias.

Nesse cenário, o levantamento também aponta mudanças no comportamento das empresas em relação ao uso do crédito. Parte das companhias passou a utilizar linhas de longo prazo para cobrir despesas correntes, como capital de giro, prática que foi identificada em 31% das empresas industriais analisadas.

"O desafio está em acessar crédito compatível com a necessidade operacional das empresas", afirma Lucas Rocha, CRO da PayPay.

A PayPay, plataforma de tecnologia financeira, permite que empresas utilizem o limite do cartão de crédito para realizar pagamentos como boletos, impostos e transferências via Pix, com possibilidade de parcelamento.

De acordo com a empresa, o modelo possibilita que o valor seja disponibilizado à vista para o destinatário, enquanto o pagamento é organizado de forma parcelada pela empresa pagadora. Esse tipo de operação pode ser utilizado em situações em que há necessidade de cumprir obrigações financeiras sem a contratação de novas linhas tradicionais de crédito.

Os dados da Confederação Nacional da Indústria indicam que o ambiente de crédito segue marcado por restrições e custos elevados, influenciando tanto o acesso quanto o comportamento das empresas na utilização de recursos financeiros.

Dados indicam efeitos do custo do crédito nas PMEs

Dados indicam efeitos do custo do crédito nas PMEs
Dados indicam efeitos do custo do crédito nas PMEs

Segundo dados da Serasa Experian, o número de empresas inadimplentes no Brasil atingiu 8,9 milhões em 2025, o maior patamar da série histórica do indicador. O volume total das dívidas chegou a R$ 213 bilhões no período.

Na comparação com 2024, houve aumento de cerca de 2 milhões de empresas negativadas. Ainda de acordo com a Serasa Experian, mais de 90% desse total corresponde a micro e pequenas empresas, que concentram a maior parte das dívidas. O levantamento também mostra que esse grupo possui menor acesso a linhas de crédito estruturadas e maior dependência de recursos de curto prazo.

O cenário ocorre após um período prolongado de juros elevados ao longo de 2025, que encareceu o acesso ao crédito. Em março de 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic para 14,75% ao ano, sinalizando o início de um processo de ajuste na política monetária.

Apesar da redução, a taxa básica de juros permanece em patamar elevado, o que mantém o custo do crédito alto para as empresas. Linhas como antecipação de recebíveis e financiamento de curto prazo seguem com taxas elevadas, o que pode impactar a margem operacional.

De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria, 31% das empresas industriais utilizaram crédito de longo prazo para capital de giro entre fevereiro e julho de 2025, priorizando as despesas operacionais em vez de investimentos estruturais de modernização ou expansão.

Além disso, as projeções do Banco Central indicam que as expectativas de inflação permanecem acima da meta, com estimativas de 4,1% para 2026 e 3,8% para 2027. Já a projeção do Copom para o terceiro trimestre de 2027 é de 3,3% no cenário de referência.

Diante desse cenário, as empresas enfrentam dificuldades para equilibrar o fluxo de caixa no curto prazo. "O capital de giro disponível nem sempre cobre as despesas operacionais, o que exige alternativas para equilibrar o caixa", afirma Lucas Rocha, CRO da PayPay.

A PayPay, plataforma de tecnologia financeira, permite que as empresas utilizem o limite do cartão de crédito para realizar pagamentos como boletos, impostos e transferências via Pix, com possibilidade de parcelamento.

De acordo com a empresa, o modelo possibilita que fornecedores e credores recebam os valores à vista, enquanto a empresa pagadora organiza o pagamento de forma parcelada, o que, segundo Lucas Rocha, pode contribuir para o ajuste do fluxo de caixa.

Segundo o Banco Central, as mudanças na taxa de juros afetam o crédito por meio dos canais de transmissão da política monetária. Para Lucas Rocha, CRO da PayPay, o cenário ainda exige cautela na gestão do caixa das empresas. 

Presença feminina em altas lideranças deve crescer no futuro

Presença feminina em altas lideranças deve crescer no futuro
Presença feminina em altas lideranças deve crescer no futuro

A força de trabalho da mulher brasileira vem crescendo continuamente. Em 2024, atingiu 52,8% sobre o universo geral, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todavia, nos últimos anos, mesmo com oscilações e retomadas, as colocações de postos de decisão têm sido ampliadas, projetando avanços para o futuro.

Ao relatar sobre a presença feminina em altos cargos, as pesquisas Women in Business da Grant Thornton destacam que, enquanto em 2022 o comportamento apresentava 38,0%, no ano seguinte (2023) diminuiu para 32,4%, seguido de reação para 33,5% em 2024. No ano passado, a pesquisa da Grant Thornton apontou 36,7% e, neste ano, ao acusar alta de 1,0%, atingiu 37,7%.

Apesar do alerta no cenário geral, há um sinal de otimismo vindo das novas gerações. As profissionais da Geração Z representam 38,1% das mulheres naquelas colocações, conforme publicação do LinkedIn.

Trata-se de uma parcela significativamente maior do que a observada entre as gerações anteriores, como a de Baby Boomers, que atingiram 18,4%. A atuação feminina em cargos de liderança é promissora. Ao conquistarem seus espaços, podem finalmente fazer a diferença em suas realidades profissionais.

Em março, mês da mulher, quando a equidade, oportunidades e representatividade femininas são reverenciadas, Rosana Teles, 47 anos, casada, responsável pelo setor de Treinamento da KSK Consórcio, lembra que "as conquistas profissionais fazem parte do projeto de vida que tem origem no foco, na determinação, no esforço e em muito estudo, visando o melhor aproveitamento das chances de postos mais altos na empresa".

Ao lado de outras mulheres, Teles trabalha há seis anos na administradora de consórcio. Ao longo do tempo, foi desenvolvendo sua carreira. Formada inicialmente em administração de empresas, graduou-se posteriormente em biomedicina, além de cursar várias especializações em finanças e saúde. Recentemente, escolhida pela diretoria da KSK Consórcio, assumiu a presidência do Comitê de ESG, uma inovação que confirma a atualização da administradora em práticas de sustentabilidade.

Teles explica que a administradora está engajada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), adotando o tema: "Saúde e Bem-Estar como as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde", incluindo palestras mensais, disponibilizando Quick Massage, Ginástica Laboral, Sala de Descompressão, Day Off e Total Pass.

Ao comentar as primeiras deliberações básicas do grupo de trabalho em ESG, que significa Environmental, Social and Governance, traduzido para Meio Ambiente, Social e Governança, formado por colaboradores, a aquisição de lixeiras seletivas para coleta de materiais recicláveis, com destaque para vidros, plásticos, metal, papel e papelão, foi priorizada. Também as lixeiras individuais dos colaboradores nas salas de departamento foram retiradas.

Paralelamente, Teles detalha que "cada funcionário foi conscientizado sobre o uso das canecas e xícaras, disponibilizadas pela empresa, em substituição aos copos plásticos descartáveis. Foi ainda definida a instalação de sensores de presença nas copas e nos banheiros das salas localizadas no nono e décimo quinto andares, sede da empresa, com o objetivo de promover economia de energia elétrica".

Teles esclarece ainda que está em andamento uma campanha beneficente apoiada na coleta de lacres de latinhas de alumínio. Para resumir o espírito da empresa, Teles apontou que "o objetivo principal da KSK Consórcio, com a criação do comitê, bem como sobre as decisões acordadas, é contribuir com propósitos éticos e sociais e para a preservação ambiental, realizando e dando inclusive exemplo à comunidade interna da empresa".

Sobre a KSK Consórcio

A KSK Consórcio é uma administradora de consórcios, fundada há mais de 50 anos, que atua nacionalmente com autorização do Banco Central do Brasil nos segmentos automotivo com grupos de veículos leves, veículos pesados e motocicletas; imobiliário com consorciados em imóveis; e serviços.

Com sede em Barueri, SP, oferece soluções de consórcios acessíveis, seguros e inteligentes, ao promover o planejamento dos participantes, baseado na educação financeira, contribuindo para a realização de objetivos pessoais, profissionais, familiares e empresariais.

Europa Investimentos observa aumento do uso do consórcio

Europa Investimentos observa aumento do uso do consórcio
Europa Investimentos observa aumento do uso do consórcio

O mercado de crédito imobiliário no Brasil tem passado por transformações relevantes nos últimos anos, influenciado principalmente pelo aumento das taxas de juros e por critérios mais rigorosos na concessão de financiamento. Nesse cenário, o consórcio tem se consolidado como uma alternativa utilizada por diferentes perfis de consumidores e investidores que buscam acesso ao mercado imobiliário por meio de planejamento financeiro de médio e longo prazo.

A elevação da taxa básica de juros (Selic) impacta diretamente o custo do crédito tradicional, tornando o financiamento bancário menos acessível para parte da população. Com isso, instrumentos que não dependem de juros compostos na mesma estrutura, como o consórcio, passam a ganhar maior atenção dentro do setor. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o segmento tem registrado crescimento consistente tanto no número de participantes quanto no volume de créditos disponibilizados nos últimos anos.

Nesse contexto, empresas especializadas em estruturação financeira e acesso ao crédito têm acompanhado de perto essa mudança de comportamento. A Europa Investimentos, que atua na análise de oportunidades patrimoniais e estratégias de aquisição de ativos, observa um aumento na procura por soluções baseadas em consórcio, especialmente entre clientes que buscam maior previsibilidade financeira.

De acordo com a empresa, esse movimento não está restrito apenas à aquisição da casa própria. Há também uma crescente utilização do consórcio como ferramenta dentro de estratégias de investimento imobiliário, principalmente em modelos voltados à geração de renda.

"Diante do cenário de juros elevados, impulsionado pela taxa Selic, o consórcio tem sido cada vez mais utilizado como alternativa ao financiamento tradicional", afirma Jeliades Dias, representante da Europa Investimentos.

Além disso, a empresa aponta que parte desse interesse está relacionada a mudanças no perfil do investidor, que tem buscado alternativas mais flexíveis e adaptáveis ao seu planejamento financeiro. Em alguns casos, o consórcio é utilizado como meio de acesso a imóveis destinados à locação por temporada, acompanhando o crescimento da demanda por hospedagens alternativas em regiões turísticas.

Dados do setor de turismo e locação de curta duração indicam aumento na procura por imóveis voltados a plataformas digitais, o que contribui para o interesse em estratégias imobiliárias voltadas à geração de renda recorrente.

A Europa Investimentos também destaca que a análise de mercado, localização e potencial de valorização são fatores que vêm ganhando relevância na tomada de decisão dos investidores. Esse movimento indica uma transição de comportamento, na qual o imóvel deixa de ser apenas um bem de consumo e passa a ser considerado parte de uma estratégia financeira mais ampla.

Outro ponto observado pela empresa é o aumento da busca por informações antes da tomada de decisão. Com maior acesso a dados e conteúdos sobre investimentos, o consumidor tende a avaliar diferentes alternativas, comparando custos, prazos e possibilidades de retorno ao longo do tempo.

Nesse ambiente, a combinação entre planejamento financeiro e escolha adequada do ativo passa a ser determinante para a construção de patrimônio. A evolução do uso do consórcio dentro desse cenário reforça a diversidade de instrumentos disponíveis no mercado imobiliário brasileiro e evidencia uma adaptação às condições econômicas atuais.

Paraíba supera barreiras e avança na telecirurgia robótica

Paraíba supera barreiras e avança na telecirurgia robótica
Paraíba supera barreiras e avança na telecirurgia robótica

Desde outubro do ano passado, já é possível realizar no Brasil uma cirurgia robótica remota com médico e paciente em cidades a quilômetros de distância. Inicialmente restritos às regiões Sul e Sudeste devido ao alto custo dos equipamentos, esses procedimentos começam a se expandir pelo país. No Nordeste, a Paraíba desponta como um novo polo em cirurgia robótica e telecirurgia, ampliando o acesso a essa tecnologia.

Na quinta (19) e na sexta-feira (20), o Hospital Alberto Urquiza Wanderley, unidade de alta complexidade que integra a rede própria da Unimed João Pessoa, realizou três telecirurgias robóticas. Segundo os especialistas envolvidos nos procedimentos, e que já estão preparando a publicação em revistas científicas para registrar o feito, uma delas é pioneira nas Américas e as outras duas são as primeiras da América Latina.

Os procedimentos conectaram João Pessoa, onde estavam os pacientes, a Curitiba, no Paraná, de onde os cirurgiões comandaram o robô da Unimed JP, a uma distância de 3.200 quilômetros. Para realizar as telecirurgias, a Unimed JP contou com o apoio da Scolla, o centro de treinamento da América Latina em procedimentos minimamente invasivos.

Na quinta-feira, foi realizada uma revascularização do miocárdio. "Este é um marco histórico não só para a Paraíba como para o Brasil por ser também a primeira cirurgia cardíaca das Américas", afirmou o cirurgião cardiovascular Maurílio Onofre Deininger, que integrou a equipe médica que ficou no centro cirúrgico do Hospital Alberto Urquiza. Na sede da Scolla, o robô foi comandado pelo cirurgião cardiovascular Rodrigo Ribeiro de Souza.

O paciente foi o funcionário público Robson Luiz Pereira Neves, de 53 anos. Duas horas após o procedimento, ele foi extubado e se recupera bem. "Menos de 24 horas depois do fim da cirurgia, eu já andei, ‘pedalei’ e fiz alguns exercícios", disse. "Sinto que a recuperação vai vir bem mais acelerada pelo processo de robótica", declarou Robson Luiz.

Na sexta-feira, foram realizados mais dois procedimentos. Pela manhã, ocorreu a primeira telecirurgia bariátrica e, à tarde, foi realizada uma histerectomia total, que consiste na retirada do útero e do colo do útero. Os médicos explicaram que entre os benefícios da cirurgia robótica e da telecirurgia estão maior precisão e segurança, recuperação mais rápida, menos dor no pós-operatório, menor tempo de internação, menos sangramento e menor risco de infecção.

A primeira telecirurgia robótica não experimental do Brasil ocorreu no dia 6 de outubro de 2025, com um cirurgião em São Paulo operando um paciente em Porto Alegre. Um ponto destacado pelos médicos sobre os procedimentos ocorridos em João Pessoa é que, pela primeira vez, a telecirurgia robótica foi utilizada em procedimentos de alta complexidade. De acordo com eles, esse fato coloca o Brasil na vanguarda do mapa mundial da inovação em saúde.

Para discutir o futuro da medicina, a Unimed João Pessoa realizou, quinta (19) e sexta-feira (20), no auditório do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, o Inova Robótica. O evento debateu inovação, integração e sustentabilidade na incorporação da cirurgia robótica e da telecirurgia no Sistema Unimed. "Estamos construindo um pouco mais de história", declarou Gualter Lisboa Ramalho, presidente da Unimed João Pessoa e diretor de Mercado e Marketing da Unimed do Brasil, diretoria responsável pelo Programa Nacional de Cirurgia Robótica e Telecirurgia da Unimed.

Em outubro do ano passado, como resultado desse programa, a Unimed realizou, em caráter experimental, a primeira telecirurgia robótica do mundo com internet de baixo custo, durante um evento nacional em João Pessoa. Ramalho informou que mais de 50 cooperativas médicas já aderiram ao programa. "Nós estamos planejando a construção, aqui no Brasil, do maior polo de cirurgia digital do mundo", afirmou.

O vice-presidente da Unimed do Brasil, Paulo Faria, declarou que a instituição vem buscando liderar essa transformação digital com "responsabilidade e visão estratégica". "Evoluir não é uma escolha. É uma necessidade para que continuemos sendo relevantes", enfatizou.

O custo ainda é um ponto que pesa na avaliação para decidir pela implantação de um programa de cirurgia robótica e telecirurgia. Paulo Faria acredita que, muito em breve, essa realidade deve mudar. Ele disse que, como ocorre com qualquer tecnologia, inicialmente a inovação apresenta um custo alto, mas que tende a baratear com a evolução. "O custo ainda é elevado, mas vai entrando em um processo de maior sustentabilidade, de uma condição financeira mais adequada", comentou.

Além do investimento na aquisição do equipamento, também é necessário capacitar os médicos e toda a equipe multiprofissional. Para isso, a Unimed JP iniciou uma parceria com a Scolla, que está estruturando um polo de formação em João Pessoa para atender a todo o Nordeste. "A Unimed se posiciona como um motor de inovação", declarou Marcelo Loureiro, fundador e diretor científico da Scolla.

Loureiro destacou a importância da atualização permanente na área da saúde. "Em medicina, é preciso estar sempre um passo adiante", afirmou. Para ele, esse movimento observado na saúde suplementar acaba funcionando como uma inspiração, e até mesmo pressão, para os avanços também no setor público.

A Unimed é considerada o maior sistema cooperativo do ramo de saúde do mundo, segundo o World Cooperative Monitor (WCM), um relatório anual de referência que coleta dados econômicos, organizacionais e sociais para mapear e analisar as maiores cooperativas e organizações mútuas do planeta. Atualmente, o sistema conta com 338 cooperativas, 116 mil médicos e 20,4 milhões de clientes. Está presente em 92% do território nacional.

CFM define regras para IA e garante autonomia do médico

CFM define regras para IA e garante autonomia do médico
CFM define regras para IA e garante autonomia do médico

O uso da inteligência artificial (IA) cresce no setor de saúde em todo o mundo, e o Brasil acompanha esse movimento. O Future Health Index 2025, estudo global da Philips com líderes do setor, aponta que 85% dos profissionais de saúde brasileiros estão otimistas em relação ao impacto das IAs no sistema de saúde. Entre os benefícios destacados estão o aumento da eficiência no atendimento, a redução da carga administrativa e o apoio à tomada de decisões clínicas, mostrando que a tecnologia funciona como uma grande aliada aos médicos.

Recentemente, foi publicada a Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que estabelece parâmetros para o uso da inteligência artificial na medicina no Brasil. O regulamento enfatiza que sistemas de IA devem atuar como ferramentas de apoio ao médico, sem substituir o julgamento clínico, além de estabelecer princípios relacionados à responsabilidade profissional, transparência e segurança no uso de dados.

A resolução estabelece deveres para os médicos no uso da inteligência artificial. Entre eles está a obrigação de usar a tecnologia apenas como ferramenta de apoio, sendo sempre o responsável final pelas decisões clínicas. A diretriz também exige que o profissional exerça o julgamento crítico sobre as recomendações geradas pela IA e avalie se são compatíveis com o quadro clínico do paciente, com as evidências científicas e com as boas práticas médicas. Os médicos devem se manter atualizados sobre as limitações e riscos, além de utilizar apenas inteligências artificiais que atendam às normas éticas, técnicas e regulatórias da área da saúde.

Para Fillipe Loures, médico e cofundador da Voa Health, assistente de IA que apoia médicos na documentação clínica, apoio ao raciocínio, acompanhamento de pacientes e estudo de casos, a resolução traz mais segurança para médicos que fazem ou desejam fazer uso das ferramentas. "Existe muita desinformação e pouca informação qualificada sobre IA na medicina. A inteligência artificial está se tornando uma ferramenta cada vez mais presente no dia a dia dos médicos. A regulamentação do CFM é importante porque estabelece parâmetros para que essa tecnologia seja utilizada de forma segura e responsável, sempre como apoio ao raciocínio clínico e nunca como substituta do médico", afirma.

De acordo com Fillipe, cresce a necessidade de capacitação dos profissionais para entender o potencial e as dificuldades dessas tecnologias. "A Voa Health idealizou um curso gratuito de inteligência artificial voltado para especialistas, com foco no uso seguro da tecnologia na prática clínica. São oito aulas que apresentam conceitos fundamentais sobre IA em saúde, discutem questões éticas e regulatórias e demonstram como essas ferramentas podem ser adicionadas no atendimento médico", pontua.

"O curso conta com temas como os principais casos de uso na prática clínica, limitações técnicas das ferramentas e riscos como vieses e alucinações. As aulas também discutem questões éticas, LGPD e como utilizar a IA como apoio ao raciocínio clínico, sempre mantendo o médico como responsável pelas decisões. O curso é 100% online, gratuito para médicos mediante cadastro na plataforma da Voa, e oferece certificado de conclusão aos participantes", destaca Fillipe.

"Existe hoje um grande interesse dos médicos em entender como usar inteligência artificial no consultório, mas ainda há muitas dúvidas sobre segurança, responsabilidade, desafios e como ganhar tempo com essas ferramentas. O curso foi criado para ajudar os profissionais a trabalharem com a inteligência artificial de modo mais claro e com mais confiança", explica Loures.

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