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Como a Inteligência Artificial é utilizada no atendimento ao cliente?

Os avanços tecnológicos têm interligado todas as esferas de nossas vidas em níveis antes inimagináveis. Hoje o mundo está completamente interligado e nossa decisões são afetadas por esta percepção desta nova realidade.

Isto levou as pessoas a desenvolverem uma necessidade de resolver tudo com rapidez. Neste cenário, o atendimento ao cliente foi forçado a reinventar-se, os antigos processos baseados em etapas e dados já ficaram obsoletos e hoje o foco voltou-se para a intenção do cliente e suas reais necessidades.

Os assistentes virtuais, também conhecidos mais recentemente como bots ou chatbots, estão tendo um papel fundamental no atendimento ao cliente, já que representam a inovação dentro empresas que tem grandes demandas de atendimento ao cliente, não apenas pela incorporação da novidade por si só, mas principalmente pela redução de custos, retenção de atendimentos, e aumento satisfação do usuário que entregam como resultado após sua implementação.

A tecnologia que os assistentes virtuais usam é baseada em Inteligência Artificial.

Geralmente este termo é usado para explicar como uma máquina imita as funções “cognitivas”, que nós humanos normalmente associamos somente a outras mentes humanas, tais como: “aprender” e “resolver problemas”. A Inteligência Artificial utilizada nos assistentes virtuais permite criar modelos de relações semelhantes aos que um ser humano usaria para encontrar uma determinada informação (uma representação do conhecimento e compreensão). Emulando a forma de pensar de um ser humano, compreendendo a forma coloquial de se dialogar, os assistentes virtuais conseguem catalogar essas informações e procurar nela a resposta certa.

Os assistentes virtuais podem entender o que o usuário deseja ou seja, sua intenção, através das Redes Neurais. Uma rede neural simula o funcionamento de um cérebro biológico, o seu objetivo é resolver os problemas da mesma forma que cérebro humano o faria. Cada neurónio está interligado um ao outro, e o efeito dessa ligação influencia o estado de outras unidades neuronais conectadas. Estes sistemas são conhecidos como formação e auto-aprendizagem, onde ao invés de uma programação tradicional destacam-se funções de solução ou detecção, o que é difícil conseguir em uma ordenação tradicional.

A mais notável capacidade dos assistentes virtuais é de conseguirem aprender automaticamente com o usuário, isso é alcançado através de Machine Learning (Aprendizagem Automática). Este termo refere-se a uma divisão da inteligência artificial cujo objetivo é, basicamente, desenvolver técnicas que permitem os computadores aprenderem. Especificamente, trata-se da criação de programas capazes de padronizar comportamentos a partir das informações recebidas. Dentro dos diferentes modelos existentes, é desejável que um assistente virtual use o modelo probabilístico, que tenta determinar a distribuição das probabilidades descritivas da função e estabelece valores as essas características e as liga a valores pré determinados.

Desta forma, o Machine Learning permite que o assistente virtual aprenda novas palavras e significados a cada dia, aumentando sua precisão e compreensão diariamente.

Inteligência Artificial e os conceitos derivados a partir dela, são palavras que estão na moda e agora estão no discurso de todo provedor de soluções tecnológicas; e cada vez há mais tecnologias ao nosso alcance.

Os assistentes virtuais revolucionaram o modelo tradicional de comunicação entre as empresas e seus clientes, porque usam e capitalizam as informações e conhecimentos obtidas do usuário permitindo entregar um atendimento melhor, personalizado e preciso, e ao final agregando resultados positivos nos negócios a curto e médio prazo .

Não é tarefa fácil escolher um fornecedor de assistentes virtuais para uma empresa. Para fazer isso, é importante ter em conta as reais necessidades da sua empresa e de seus clientes, a informação e conteúdo que estão disponíveis, o nível de maturidade tecnológica da organização, além da experiência prévia deste fornecedor no segmento em que sua empresa atua.

Por Bruno Dalla Fina, country manager da Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de relacionamento com os clientes nos canais digitais.

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O que Bob Dylan e a tecnologia RASP têm em comum?

* Por David Vergara

Ok. Agora que eu tenho a sua atenção explicarei melhor essa chamada. No último mês de março, o ícone da música folk finalmente foi até Estocolmo, mais precisamente até a sede da Academia Sueca, para aceitar formalmente o Prêmio Nobel de Literatura de 2016 e o valor de 8 milhões de coroas suecas (aproximadamente US$ 900.000) que acompanha a premiação.

Acontece que uma de suas mais conhecidas músicas (integrante do álbum The Freewheelin) tem como título “Não pense duas vezes, está tudo certo”. Estou certo de que o ex-Robert Zimmerman não tinha o conceito de segurança em mente quando escreveu esta letra. E, apesar disso, com base em uma recente pesquisa feita no Reino Unido mostrando com que despreocupação os cidadãos britânicos estão baixando aplicativos para seus dispositivos móveis antes de levar em consideração os riscos dos crimes cibernéticos a que se expõem ao agir dessa maneira, eu penso que há uma ampla identificação entre o título do álbum de Dylan e esse comportamento.

A pesquisa, revelada em um artigo da SC Magazine apontou que mais de 25% dos britânicos nunca verificam o quanto é seguro um aplicativo antes de instalá-lo. Fale sobre não pensar duas vezes, mas, espere, ainda há mais. Outro estudo promovido no ano passado pelo desenvolvedor de aplicativos de segurança Promon analisa as responsabilidades tanto do ponto de vista do desenvolvedor como do usuário.

Quando as pessoas são questionadas sobre o quanto elas acreditam que os seus bancos mantêm suas contas e dados financeiros seguros de ataques e roubos, 91% responderam que suas instituições são “de alguma forma capazes, muito capazes ou completamente capazes”. Para sublinhar essa constatação, a pesquisa também apontou que 89% dos participantes admitiram não saber se seus aparelhos foram infectados através de um ataque cibernético.

Em uma descoberta de alguma forma encorajadora, o estudo também revelou que os usuários estão ficando mais cientes dos riscos de ter seus dados pessoais associados ao uso de qualquer aplicativo. Dito isso, há ainda uma considerável expectativa entre os consumidores de que cabe aos bancos ou aos desenvolvedores de aplicativos tomar a iniciativa quando de trata de prevenir ataques de hackers ou de proteger seus dados.

Então, qual é o primeiro passo para os bancos e outros players blindarem os aplicativos? Bem, aqui é onde ganha importância a tecnologia RASP (Runtime application self-protection). Uma solução de software que protege os aplicativos contra os hackers, a RASP gerencia de forma proativa o perigo de um vírus ao prevenir que o aplicativo execute atividades fraudulentas mesmo antes de ele ser iniciado.

Descobrir e reagir
Ela opera assim: a tecnologia RASP é integrada de forma nativa no aplicativo móvel e minimiza os ataques criminosos que têm o aplicativo como alvo. Ela detecta os ataques e, instantaneamente, reage e fecha o aplicativo antes que dados sensíveis sejam comprometidos e empregados em fraudes.

O resultado? A RASP fortalece a segurança do aplicativo ao neutralizar os potenciais perigos e protege dados sensíveis e transferências de valores elevados dos hackers. Mas, e aqui está a chave, a RASP precisa ser planejada e mesmo priorizada na fase de desenvolvimento ou de atualização de um aplicativo. A contrapartida, todavia, é clara: a RASP torna o portfolio de um aplicativo mais seguro e, particularmente os móveis, mais confiáveis.

Consumidores, desenvolvedores ou ambos?
Para definir, afinal, em quais ombros deve recair a responsabilidade pela existência de aplicativos seguros, a resposta realmente só pode ser compartilhada por ambos. Os consumidores necessitam dar maior atenção aos perigos reais dos ataques móveis, onde eles baixam e usam aplicativos com os quais eles não possuem familiaridade. Mas, em última instância, pertence aos desenvolvedores e aos que comercializam aplicativos a responsabilidade de protegerem os consumidores através da oferta de aplicativos mais seguros. E, todos nós já sabemos disso, esperança não é uma estratégia.

Assim, nas palavras do novo (ou quase novo) ganhador do prêmio Nobel de Literatura, se você está baixando um aplicativo de um distribuidor que emprega a tecnologia RASP “não pense duas vezes, está tudo certo”.

chefe global de Marketing de Produtos da Vasco Data Security International

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Como a música pode influenciar no desenvolvimento de uma criança?

A música faz o cérebro evoluir de modo único. A constatação é da neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster. Mas vem reiterar aquilo que educadores e famílias já sentem na prática: o ensino musical contribui para o desenvolvimento infantil em diversos aspectos.

De acordo com a pesquisadora, ao afetar as emoções, a música é capaz de estimular profundamente o cérebro, como nenhuma outra forma de manifestação artística. “Trata-se de um forte estímulo cognitivo e há fortes evidências de que a prática musical melhore a memória e a linguagem”.

O cientista do Instituto canadense Rotman, Sylvain Moreno, liderou uma pesquisa que avaliou o efeito da prática musical no desenvolvimento do cérebro de crianças de oito anos. Elas receberam aulas gratuitas de música por um período de seis meses e foram avaliadas antes e depois. Os testes mediram habilidades cognitivas, auditivas e de leitura. Na avaliação final, as crianças demonstraram melhora nas habilidades de leitura e eram mais capazes de conectar palavras escritas com seus sons falados – um componente crítico da alfabetização. Além disso, foram identificadas mudanças de entonação ou emoção durante uma conversa. Os pesquisadores também monitoraram as ondas cerebrais das crianças usando técnicas de neuroimagem, o que comprovou um aumento da atividade em regiões associadas com escuta cuidadosa, fala e música.

“Desde o útero da mãe, as crianças respondem a estímulos musicais”, aponta Claudia Freixedas, Diretora Educacional da Amigos do Guri, gestora do Projeto Guri no litoral e interior de São Paulo. Maior projeto sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri proporciona educação musical gratuita a crianças e jovens entre 6 e 18 anos. De acordo com Claudia, “a partir da 21ª semana de gravidez, os bebês já podem perceber estímulos sonoros, como sons internos do corpo da mulher, batimento cardíaco, respiração e a voz da mãe. Nos primeiros meses de vida, o bebê já demonstra interesse pelos sons ao seu redor e se assusta facilmente com ruídos altos. Entre os 4 e 6 meses de vida, já começa a tentar identificar de onde vem o som e qual a fonte sonora, demonstrando grande sensibilidade auditiva. Por isso, destacamos a importância da valorização do estímulo musical a crianças desde os primeiros anos”, afirma a diretora educacional.

Elaine Rodrigues, de São José dos Campos, matriculou sua filha, Gabriela, aos 9 anos no Projeto Guri local, seguindo a orientação de sua terapeuta. Segundo Elaine, ela foi diagnosticada com TDAH, epilepsia e déficits de aprendizado.  Após um ano de aulas de piano, a menina apresentou melhorias significativas em seu desenvolvimento. “Surpreendentemente, a Gabriela recebeu alta da terapeuta e os resultados dos exames dela foram muito satisfatórios. Deu para notar que a prática musical a ajudou a desenvolver uma concentração maior e a melhorar sua autoestima. Hoje, ela se sente mais segura, mais confiante e até socializa melhor.  Mesmo a média escolar dela melhorou”.

De acordo com a Pesquisa de Avaliação de Impacto, encomendada à Ipsos Public Affairs pela Associação Amigos do Projeto Guri de 2011 a 2013, as atividades musicais incentivam e impactam de forma positiva o comportamento dos alunos. Os familiares que responderam à entrevista avaliaram o comportamento de seus filhos comparando antes e depois do início da prática musical no programa. Mais de 60% notaram um aumento da disciplina e organização das crianças. Já no quesito relação com os amigos e família, 80% declararam que sentiram seus filhos mais sociáveis e abertos para compartilhar momentos em família.

Segundo a Diretora Educacional do Guri, a música possibilita muitas coisas. “Esses dados confirmam que a prática musical, principalmente quando realizada coletivamente, pode promover a desenvoltura, além de possibilitar novas formas de pensar e ver o mundo, de ter uma visão crítica e reflexiva de si mesmo e dos outros e trabalhar questões de solidariedade, formando, assim, pessoas mais tolerantes”, comenta a Diretora Educacional, finaliza Claudia Freixedas.

Ainda segundo a Diretora Educacional, além dos benefícios já citados acima, crianças e jovens também podem encontrar na música uma outra linguagem para se expressar, desenvolvendo a acuidade auditiva, a escuta atenta, a prontidão, o senso imaginativo e criativo.

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VMware compra empresa de analytics mobile

Melhorar a experiência do cliente é um dos mantras atuais da tecnologia e algo profundamente ligado à chamada “transformação digital”. É até chato ver isso constantemente repetido por executivos e propaganda de empresas. Mas é a mais pura verdade. Todos estão em busca disso e, às vezes, é mais rápido comprar do que desenvolver internamente. Esse foi o caminho da Vmare, que anunciou ontem, 15 de maio, a aquisição da startup Apteligent, especializada em analytics mobile.

A tecnologia da Apteligent ajuda técnicos da TI e desenvolvedores, o público principal da VMware, a não apenas gerar relatórios de falhas ou insights, ela proporciona um cruzamento de informações e dados que dão a exata noção do que o usuário deseja e como ele se comporta usando os sistemas.

Com isso, fica mais fácil e rápido propor melhorias ou criar novas funcionalidades.

Os termos da aquisição não foram revelados, o que é comum em compras de startups. A Apteligent havia arrecadado quase US$ 50 milhões desde sua fundação em 2011, com uma lista de investidores que incluem Scale Venture Partners, GV, Shasta Ventures, KPCB, AngelPad e AOL Ventures. Outros financiadores estratégicos incluem a Accenture e – advinhem – a VMware.

Analistas apontam que a compra é um complemento da aquisição da AirWatch, juntada à VMware em 2014, e que deixou clara a estratégia da empresa de ter um domínio sólido em tecnologia mobile e funcionalidades para o cenário desafiador do big data.

“A VMware planeja alavancar e integrar as tecnologias de gerenciamento de desempenho móvel da Apteligent com a Digital Workspace Platform VMware para empresas que desenvolvem e entregam aplicativos móveis para seus usuários finais. Com a tecnologia Apteligent do nosso lado, a VMware prevê uma proposta de valor significativa que beneficiará as organizações através de sua jornada de transformação digital com gerenciamento de desempenho móvel, insights de negócios e análise de comportamento de aplicativos”, diz o comunicado oficial.

 

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Electronic Arts encerra escritório no Brasil; operações agora serão concentradas no México

A produtora Electronic Arts decidiu fechar o escritório que mantinha no Brasil. Em comunicado oficial enviado ao UOL Jogos, a empresa informou que todas as operações que eram realizadas por aqui agora vão acontecer em outro escritório da empresa, na Cidade do México.

Pelo tom do comunicado oficial, fica a impressão de que isso em nada deve impactar os jogos já lançados no país, assim como futuros lançamentos e outras características, como dublagens e legendas em português.

Veja abaixo na íntegra o comunicado que a EA enviou sobre o assunto:

“A Electronic Arts tomou a decisão de unificar as operações de todos os países da América Latina em um escritório localizado na Cidade do México. A mudança será feita nos próximos meses e dará à empresa a capacidade de concentrar expertise enquanto dimensiona estratégias e alavanca franquias por meio de uma única e empolgante voz.

Esta é uma decisão bem pensada que levou em consideração os jogadores, os funcionários e os negócios – todos os quais se beneficiarão imensamente. A estrutura do hub foi projetada para servir melhor os jogadores brasileiros e fortalecer as operações em toda a região. A Electronic Arts também estará dando aos funcionários locais a possibilidade de desenvolverem suas carreiras através de um ambiente multicultural, enquanto os coloca no centro da tomada de decisão global.

A empresa está orgulhosa de continuar o trabalho com os parceiros de longa data no Brasil, garantindo que o relacionamento com varejistas, imprensa e comunidade continuará forte – as mesmas pessoas que você já conhece continuarão como representantes locais. Essas equipes estarão trabalhando mais perto do que nunca, dada a importância do mercado e dos fãs que foram conquistados ao longo dos anos”.

 

Brasil apresenta maior crescimento global na adoção de transgênicos

O Brasil cultivou nada menos que 49,1 milhões de hectares com culturas transgênicas em 2016, um crescimento de 11% em relação a 2015 ou o equivalente a 4,9 milhões de hectares a mais. Nenhum outro país do mundo apresentou um crescimento tão expressivo. Com essa área, a agricultura brasileira está atrás apenas dos Estados Unidos (72,9 milhões de hectares) no ranking global de adoção de biotecnologia agrícola. As informações são do relatório do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA), divulgado mundialmente no início deste mês.

De acordo com a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, a expressiva adoção da biotecnologia agrícola no País está relacionada aos seus benefícios. “A agricultura tropical precisa superar diversos obstáculos e, em virtude disso, o produtor brasileiro tem uma demanda natural por ferramentas que o ajudem a superar esses desafios; a transgenia faz isso com eficiência e segurança”. No País, a taxa de adoção para a soja geneticamente modificada (GM) é de 96,5%, para o milho (safras de inverno e verão), 88,4% da área foi plantada com variedades transgênicas e no algodão o índice foi de 78,3%.

O levantamento do ISAAA também revela que a biotecnologia agrícola resultou em benefícios ambientais e socioeconômicos. A adoção de organismos geneticamente modificados (OGM) globalmente gerou uma redução das emissões de dióxido de carbono (CO²) equivalente à retirada de cerca de 12 milhões de carros das ruas em um ano. Esses dados mostram que a biotecnologia agrícola é uma das ferramentas que contribuem para que os países cumpram a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir significativamente a emissão de gases do efeito estufa até 2030. Além disso, se a biotecnologia não estivesse disponível para as culturas de soja, milho, algodão e canola plantadas em todo o mundo em 2016, seriam necessários 19,4 milhões de hectares a mais para obter a mesma produção.

Do ponto de vista socioeconômico, nos países em desenvolvimento, essa tecnologia contribuiu para o aumento de renda de aproximadamente 18 milhões de agricultores. Para o presidente do conselho do ISAAA, Paul S. Teng, as culturas transgênicas se tornaram um recurso essencial tanto para iniciativas de preservação da biodiversidade quanto para a melhoria da rentabilidade dos agricultores. No Brasil, um levantamento da consultoria britânica PG Economics revelou que, entre 2013 e 2015, os benefícios econômicos acumulados chegam a R$ 52 bilhões.

Em todo o mundo, 26 países plantaram 185,1 milhões de hectares com variedades GM, um crescimento de 3% se comparado com os 179,7 milhões cultivados em 2015. Além de Estados Unidos e Brasil, se sobressaem as áreas plantadas com OGM na Argentina (23,8 mi/ha), no Canadá (11,6 mi/ha) e na Índia (10,8 mi/ha).

Outros destaques do relatório global do ISAAA sobre variedades GM:

Adoção sem precedentes

A transgenia é a tecnologia mais rapidamente adotada na história da agricultura moderna. Se em 1996 (ano em que os OGM foram cultivados pela primeira vez) a área plantada era de 1,7 milhão de hectares, em 2016 passou a ser 185,1 mi/ha.

Países desenvolvidos x Países em desenvolvimento

Pelo quinto ano consecutivo, países em desenvolvimento adotaram mais transgênicos (54% ou 99,6 mi/ha) do que os industrializados (46% ou 85,5 mi/ha). Além disso, das 26 nações que utilizam a biotecnologia, 19 estão em desenvolvimento.

– Estados Unidos – Em 2016 o País aprovou novas culturas transgênicas com características inéditas: duas variedades de batata e uma de maçã, que podem contribuir para a redução do desperdício de alimentos.

– Europa – Quatro países da Europa plantaram OGM em 2016. Ao todo, Espanha, Portugal, Eslováquia e República Checa cultivaram aproximadamente 136 mil hectares de milho transgênico resistente a insetos.

– Comércio Internacional – Diversos países que não cultivam OGM importam grãos transgênicos de outras partes do mundo. O país que mais conta com aprovações no mundo é o Japão, com 311 autorizações.

 

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Ransomware WCry: Instalem a PØ*Ӆ$%ЖȺ do patch!

O avanço do ransomware WannaCry (#Wcry), ocorrido durante a última sexta-feira, 12 de maio, quase deixou o mundo de joelhos. Quem teve de sair mais cedo da empresa porque os gestores da TI mandaram desligar tudo que não era essencial, mal soube, quando voltou ao trabalho, que por muito pouco não havia mais empresa.

Isso porque a disseminação desse malware foi contida quase por acaso, quando um especialista em segurança descobriu uma chave que fazia o Wcry não infectar mais computadores remotamente. Foi uma providencial barreira para a crise que estava se espalhando de forma geométrica e prometia o armageddon cibernético.

Os números variam, mas os primeiros dados mostram mais de 100 países e pelo menos 200 mil máquinas infectadas.

Estão chamando a proliferação do WCry de mega-ataque, superataque, o maior ataque de todos os tempos etc. Ataque? Dá pra chamar de ataque quando a TI da empresa não instala uma atualização (patch) publicada há dois meses e deixa uma brecha aberta num sistema operacional antigo?

Há termos melhores para definir isso. Bobeira, sono, inércia, vergonha, viver perigosamente, amor ao risco desnecessário, etc. Escolha um.

Dez entre dez especialistas em segurança digital são enfáticos sobre eventos como o ocorrido. “Instalem o patch!” E hoje, com o impacto do #Wcry razoavelmente controlado, mais algumas centenas de experts de ocasião estão fazendo lista de dicas para as empresas se protegerem. E a pricipal delas continua sendo: “instalem o patch”.

Quando gente reconhecidamente competente e aproveitadores de ocasião convergem para uma mesma lição essencial, não há saída, é melhor escutá-los. Instalem o patch!

A Microsoft, fabricante dos sistemas afetados (Windows XP, Windows 8 e Windows Server 2003 – os usuários de Windows 10 não foram alvos) está tentando alertar novamente para as pessoas instalarem a porcaria do patch! Isso porque estamos há dois meses após ele ter sido publicado. E em pleno rescaldo de quase uma carnificina digital em sistemas empresariais. Dois meses! E tem empresa que ainda não instalou o diacho do patch.

“À medida que os cibercriminosos se tornam mais sofisticados, simplesmente não há maneira de os clientes se protegerem contra ameaças a menos que atualizem seus sistemas. Caso contrário, eles estão literalmente lutando contra os problemas do presente com ferramentas do passado”, escreve o vice-presidente jurídico da Microsoft, Brad Smith, em um post no qual discute a necessidade de uma ação coletiva urgente para garantir a segurança cibernética dos clientes. E adivinhem qual a lição principal? Pois é.

Outro alerta (ou melhor, bronca) vem de um veterano da segurança digital, Beau Woods. Para ele, a maioria dos sistemas digitais mais críticos para o funcionamento da sociedade estão vulneráveis, e o Wcry expôs isso de forma avassaladora. “Já gastamos US$ 1 trilhão com segurança digital e ainda temos eventos como esse”, comenta em sua conta do Twitter.

Mais custos
Todos sabem porque as empresas adiam essas medidas simples. Trocar os sistemas operacionais exige investimentos, por vezes pesados. Também tomam horas de máquinas paradas e ainda é necessário mudar SLAs (contratos de serviços), novas certificações para os técnicos, frameworks e até contratação de seguro novo para o negócio.

Mas o que temos após o Wcry se espalhar pelo mundo? Necessidade de mais investimentos, trocas de tecnologia e especializações… e um seguro contra ransomware não cairia nada mal.

Então, não há como fugir das responsabilidades. A lição deixada pela quase catástrofe digital do ransomware Wcry é simples: Instalem a porcaria do patch!

 

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TecnoMultimídia InfoComm Brasil apresentará novidades da indústria audiovisual

Voltada ao mercado de sistemas de áudio, vídeo, automação residencial, digital signage e comunicações unificadas, a TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017 traz para os profissionais da área o ambiente ideal para quem busca se atualizar sobre as novas tecnologias do setor. A feira, que acontece de 23 a 25 de maio, no São Paulo Expo, irá reunir os principais fabricantes mundiais, assim como distribuidores regionais, nacionais e as mais importantes empresas integradoras no São Paulo Expo.

Os sistemas de projeção estão entre as novidades mais aguardadas. A Casio apresenta seu novo projetor 4K, em primeira mão para o Brasil. A BenQ lança a linha completa de projetores 4K para home cinema, o primeiro no mundo com a tecnologia DLP (Processamento Digital da Luz) e que pode ser desenvolvido sob medida para ambientes residenciais. Mas para quem busca projeções para grandes áreas, eventos e de vídeo mapping, o grande destaque da Epson será a linha profissional Epson Pro L, que incorpora uma fonte de luz laser para uma incrível qualidade de imagem, durabilidade e confiabilidade.

Os visitantes poderão conferir também as soluções de automação residencial e comercial. O Grupo Discabos, apresenta as soluções de automação da SBUS, uma linha cabeada e Wireless com Energy Cloud – sistema de gestão e controle para eficiência energética, e as tecnologias para o mercado AV da ATEN, uma solução para controle de salas de áudio e vídeo, com equipamentos para gestão de energia em racks – PDU.

A Munddo Distribuidora está lançando o iEAST, sistema para sonorização de ambientes sem fio, compatível com os principais serviços de música online. Em paralelo, Flex Automation traz a nova linha Hubless, sistema para automação com Wi-Fi e bluetooth, que não necessita de central para ser comandada por smartphones e tablets.

A feira também apresenta soluções para o ambiente corporativo. AKramer mostra o VIA GO, que permite conexão instantânea para iniciar apresentações com a mais alta qualidade, e o VIA AWARE, que pode exibir até seis telas de usuário em uma principal ou até 12 telas em dois monitores, dependendo do hardware. Além de possibilitar a interação e colaboração entre salas e escritórios, seja em prédios, cidades ou países diferentes, essa tecnologia também pode ser utilizada na área educacional, já que os alunos com acesso remoto podem facilmente participar da turma e colaborar em tempo real com videoconferências e aplicativos de escritório de terceiros.

“A TecnoMultimídia InfoComm é uma oportunidade para os profissionais acompanharem toda a evolução dessa indústria. Além do que está em alta e lançamentos, a feira também conta com fóruns, palestras, programas acadêmicos e seminários”, diz Victor Alarcón, gerente de projetos da feira.

Serviço

TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017

Data e horário: de 23 a 25 de maio (de terça-feira a quinta-feira), das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Vila Água Funda  –  São Paulo/SP

Para mais informações acesse o website do evento.

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Transformação digital deve começar pelo básico

* Por Edivaldo Rocha

Nasci em Japurá, no noroeste do Paraná, uma cidade que tem 9 mil habitantes e foi ali, no meio de uma fazenda de gado, e um ambiente simples, que comecei a compreender sobre o que realmente faz diferença no sucesso de qualquer empreendimento: o gerenciamento do capital humano. Desde cedo notei que todos gostam de ser bem tratado e ter o seu trabalho reconhecido e é essa a política que busco implementar. Sabemos que as pessoas são o nosso ativo mais importante.

Uma boa gestão de pessoas entende a necessidade do outro, sabe atrair, conquistar, reter, sabe o que cada um precisa para viver bem. Eu tenho prazer em poder contribuir com a evolução dos empregados da empresa, tenho conversas diárias, com muitos colaboradores para ensinar coisas simples como, por exemplo, a fazer um fluxo de caixa, sobre os objetivos de sua vida pessoal e profissional, como estão se preparando e o que os motiva a evoluir.

Como líder e gestor eu sei que é preciso que meus colaboradores tenham a vida pessoal e financeira bem resolvida, uma pessoa cheia de dívidas não vai conseguir produzir de forma adequada, vai estar sempre com a cabeça em outro lugar, e quero ajudá-los para não ter este tipo de preocupação, pois preciso deles 101% focados em nossos clientes. Decidi ajudar estas pessoas a olhar para o básico, fazer o simples, de maneira eficiente, que gere resultados reais para suas vidas e para a empresa, sendo assim, busco o melhor que cada colaborador pode entregar.

Cada gestor sabe que precisa manter os colaboradores engajados, fazer com que todas as tarefas e metas sejam cumpridas de acordo com o planejado. E cabe aos líderes encontrar formas de adaptar a empresa e todos que dela fazem parte às mudanças do mercado.

Reinventar
Sei que os funcionários também podem ter este crescimento como meta. Eu incentivo para que cada líder pense como dono e encontrem os caminhos da mudança, temos sempre que nos reinventar, criar coisas novas. Toda empresa de tecnologia precisa respirar a mudança.

Além de identificarmos os líderes, programamos investir na formação da equipe. Isso garante com que os funcionários reciclem seus conhecimentos e consequentemente, passem a oferecer um melhor serviço e um melhor atendimento aos nossos clientes porque somos preocupados com a qualidade da prestação de nossos serviços.

E não há nada de espetacular nisso, é algo bem simples, mas que muitas vezes é esquecido pelas grandes corporações, pelos CEOs das maiores empresas. E voltando ao básico da boa administração estamos transformando a empresa, sendo mais produtivos e com uma equipe mais feliz.

CEO da CorpFlex

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Conheça o novo escritório ultra tecnológico da Nokia, em São Paulo

Sim, a Nokia não morreu e está firme e forte entre nós! A nova sede da gigante finlandesa no bairro da Lapa, em São Paulo, foi projetada para ter o melhor que a tecnologia pode oferecer.  Mobilidade e ultra tecnologia são as palavras de ordem para a empresa. Lá, tudo é conectado, acessível e móvel. Os profissionais podem desfrutar de ambientes virtuais e trabalhar de qualquer lugar, física ou virtualmente, com a alta tecnologia 100% fibra óptica, última novidade no mundo em termos de tráfego de dados. Os espaços – mesas e cadeiras – ficam livres para que os mais de 800 funcionários decidam onde querem trabalhar, para uma maior integração entre as áreas da empresa. Como resultado, mais segurança, maior velocidade de acesso e menores custos de implantação e operação. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

Cada profissional, ao acessar a rede no novo escritório, que iniciou suas operações no último dia 8 de maio, contará com Wi-Fi ou com conexões físicas (cabos) interligados com tecnologia POL (Passive Optical LAN), denominação que descreve as conexões feitas por uma fibra óptica próxima de onde aquele profissional estiver sentado, seja em área informal de convivência, sala de reunião ou na própria mesa de trabalho. Todos os dados relativos a e-mails, conferências, chamadas de voz, câmeras de segurança, controle de acesso são transmitidos via raios lasers.

Os sinais ficarão disponíveis, basicamente, em duas redes de distribuição: uma por baixo do piso e, outra, dentro do forro. A rede do piso será responsável pelos cabos físicos em mesas e espaços de reuniões, por meio de aparelhos telefônicos. Já nas estações de trabalho, a cada quatro posições, haverá uma possibilidade de conexão pelo cabo de rede, pois a principal conexão será feita via Wi-Fi, controlada pela rede do forro, juntamente com as câmeras de vídeo. Tudo foi dimensionado para que a rede tenha total redundância e maior capacidade de transporte de dados, a fim de não travar videoconferências nem outras situações, como quando o profissional assiste a sessões via reuniões virtuais.

“Quem faz a Nokia são as pessoas e elas têm que ser valorizadas. Por isso, somos o primeiro escritório da empresa no mundo a ter disponível a tecnologia de fibra óptica, com tráfego 100 vezes mais potente do que o de um cabo de cobre. Isso permite que sejamos mais velozes, que possamos otimizar nossos recursos e ter ganhos em produtividade. Além de toda essa inovação tecnológica, incentivamos e estimulamos o engajamento entre as áreas da empresa, convidando os profissionais a estarem sempre mais próximos uns dos outros no dia a dia”, ressalta o diretor de Estratégia e Operações de Negócios para a América Latina da Nokia e Diretor Geral da Nokia no Brasil, Cleri Inhauser.

Em uma visita, é possível notar que a empresa preza por espaços abertos e menos hierarquizados para os funcionários. Não existem salas específicas para as diretorias e a presidência; os colaboradores não têm mesa fixa, podendo escolher um lugar diferente sempre que desejarem e, assim, aproveitam os diversos ambientes, projetados para favorecer a descontração, dentro do escritório. São muitas as salas de reuniões e cabines telefônicas, para que os colaboradores tenham a opção de participar de reuniões presenciais, por telefone ou por videoconferência, com a necessária privacidade.

As mesas, mais especificamente, não têm gaveteiros nem telefones fixos. Todos usam o softphone, que pode ser acessado por laptop ou celular. Para imprimir um documento, por exemplo, basta enviar a impressão para o follow-me printer, passar o crachá em qualquer impressora do escritório e, por fim, retirar seu documento.

Mais um ponto em destaque é a preocupação da Nokia com o meio ambiente. A iluminação do novo escritório é de LED e os espaços foram pensados para aproveitar a luz natural do dia. Além disso, foi instalado um sistema para o reúso da água de chuva.

Essas são algumas das novidades da sede da Nokia, mas não para por aí. A empresa também vem buscando formas diferentes de contribuir com o bem-estar dos colaboradores e meio ambiente. Um exemplo é a parceria com o aplicativo Bynd, onde os colaboradores podem oferecer e receber carona de forma criativa e rápida, trazendo integração e acumulando pontos em programas de fidelidade, podendo trocar esses pontos por passagens aéreas ou produtos.

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Mega investe R$ 10 milhões para renovar ERP da marca

A Mega Sistemas, empresa desenvolvedora de softwares de gestão, investiu R$ 10 milhões em uma nova versão de seu ERP: a Planier. A plataforma, que funciona 100% na web e possui extensão mobile, oferece nova interface e indicadores que possibilitam a visão global dos negócios. “Não é uma simples versão. É uma nova proposta em ERP que marca o início de uma nova era em nossa história”, afirma Giovanni Sugamosto, diretor Comercial da empresa.

Pouca especialidade
O Mega Planier conta com mais de 40 novidades, distribuídas entre todos os segmentos de atuação da empresa: Empresarial, Construção, Manufatura, Agronegócio, Serviços e Combustíveis. A atualização oferece diferenciais como o Portal de Aprovações, uma ferramenta que facilita o fluxo de aprovações de diferentes documentos em um só lugar. Já a Mega Visão é uma nova funcionalidade que permite que os usuários acessem visões operacionais consolidadas e pré-filtradas de acordo com seu perfil.

Além disso, um dos objetivos dessa nova versão de ERP é proporcionar maior facilidade para seus usuários compreenderem todas as etapas de gestão da empresa. Dentre estes facilitadores está um painel altamente intuitivo para facilitar o acesso dos funcionários. “O objetivo é que o ERP seja uma ferramenta simples e prática que exija pouca especialidade do usuário”, conclui Giovanni Sugamosto.

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Avanços da internet das coisas estão mais lentos que o esperado

As inovações que o avanço da Internet das Coisas já trouxeram ao mercado têm fascinado consumidores: os dispositivos inteligentes geram dados que tornam o mundo mais seguro, produtivo e saudável. Por que, então, a IoT tem se desenvolvido a passos mais lentos que o esperado? Pesquisa realizada por sócios da McKinsey confirma que o impacto dessa tecnologia será revolucionário – mas o tempo necessário para alcançar os benefícios da adoção generalizada de aplicativos IoT deve, de fato, ser mais longo que o previsto.

A aceitação das aplicações de IoT deve ser particularmente lenta no setor industrial, já que as empresas são muitas vezes limitadas por longos ciclos de capital, inércia organizacional e escassez de pessoal talentoso para desenvolver e implantar soluções IoT. Para as empresas de semicondutores, que procuram novas fontes de receita, a taxa de adoção da IoT é uma preocupação importante.

O crescimento recente do IoT chega a dar motivos para o otimismo. Os consumidores estão mais conectados do que nunca – possuem, em média, quatro dispositivos que se comunicam com a nuvem. Globalmente, estima-se que 127 novos dispositivos se conectem à internet a cada segundo. Um relatório do McKinsey Global Institute estima que o IoT pode ter um impacto econômico anual de US$ 11,1 trilhões até 2025 em muitos cenários diferentes, incluindo fábricas, cidades, ambientes de varejo e até o corpo humano.

Muitos especialistas avaliam o crescimento mais lento no setor industrial com particular preocupação. Sócios da McKinsey and Company ouviram mais de 100 líderes de diversas indústrias dos setores público e privado – de farmacêuticas ao setor de petróleo – para entender de que maneira esse quadro poderia acelerar. A pesquisa revelou que a maioria das empresas está adotando IoT de forma limitada. Com exceção de petróleo e mineração, líderes de todas as indústrias relataram que suas empresas muitas vezes receberam dados em tempo real de sensores IoT. A maioria deles, porém, ressaltou que a implantação dessa tecnologia ainda estava em estágio de comprovação de conceito – e nenhuma empresa havia embarcado em programas em larga escala.

Embora os sensores de IoT coletem grandes quantidades de dados, um relatório recente da MGI mostrou que as empresas não analisam a maioria deles. Por exemplo, em uma plataforma de petróleo que tinha 30.000 sensores, os gerentes examinaram apenas 1% dos dados. Além do mais, os líderes empresariais raramente consideram informações dos sensores de IoT quando tomam decisões importantes, incluindo aquelas relacionadas ao planejamento de manutenção ou procedimentos de automação. Sua relutância em analisar os dados de IoT decorre de vários fatores, incluindo a falta de pessoal. Mas a razão mais importante é simples: como seres humanos, preferimos consultar outras pessoas para aconselhamento ou avaliar nossa própria experiência ao tomar decisões.

Antes de os dados de IoT ganharem papel mais proeminente na tomada de decisões corporativas, os líderes empresariais e outros gerentes importantes – supervisores de manutenção, técnicos de serviço de campo e revendedores de varejo, para citar apenas alguns – terão de passar a valorizá-los. O levantamento da McKinsey indica que a maioria dos clientes continuará focada em casos de uso simples, pelo menos no futuro imediato. E isso significa que eles não obterão todo o benefício do uso de IoT.

Segurança
Outra questão importante é a tecnologia. Dispositivos de IoT são pontos de entrada potenciais para um cyberataque. As vulnerabilidades de IoT muitas vezes resultam da falta de cuidados básicos no gerenciamento e manutenção desses dispositivos. Essas deficiências não podem ser eliminadas através de criptografia, programas de detecção de ataques, controle de acesso biométrico ou outras tecnologias sofisticadas. Isso significa que as empresas que querem expandir seus esforços em IoT terão de lançar iniciativas de segurança abrangente que abordem as fraquezas resultantes das vulnerabilidades tecnológicas e da falta de cautela entre aqueles que usam os equipamentos.

As tendências atuais para IoT criam um quadro incerto e, às vezes, confuso das perspectivas do setor. Ao analisar o quadro, porém, os sócios da McKinsey Mark Patel, Jason Shangkuan e Christopher Thomas avaliam que a IoT está prestes a servir como motor de crescimento para as empresas de semicondutores. As taxas de adoção aumentaram mais lentamente do que o esperado, mas isso não deve ser motivo de pessimismo, já que muitas tecnologias estão imaturas ou em desenvolvimento.

As empresas de semicondutores e outros players ainda podem empreender novas estratégias para acelerar o crescimento de IoT. Em vez de se concentrarem nas atualizações de tecnologia, podem desenvolver produtos que melhoram os resultados dos clientes em termos de custo, desempenho e outras métricas importantes. Essa nova abordagem será um desafio, mas vai acelerar a adoção de IoT e ajudar mais clientes a obter benefícios desta nova e excitante tecnologia.

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Campus Party terá edição em Brasília

A Campus Party, evento que está presente no Brasil há dez anos e é uma das maiores experiência tecnológicas do mundo, capaz de reunir jovens geeks em um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital terá uma edição em Brasilia! O evento ocorrerá entre os dias 14 e 18 de junho deste ano, no Centro de Exposições Ulysses Guimarães, e o foco será o espaço para empreendedores.

A edição brasiliense do programa Startup & Makers, ocorrerá dentro do evento. O projeto que já ajudou mais de 1000 empresas embrionárias no país irá selecionar 50 startups, sendo 25 em Growth Stage – ou seja, empresas em estágio mais avançado, com uma equipe robusta e desenvolvida, produtos lançados no mercado, com ou sem investimento e que já possuam faturamento; e, outras 25 em Early Stage – projetos pouco avançados, com equipes bem definidas, primeiros protótipos criados e ainda testados que não receberam investimento.

“No programa Startups & Makers os empreendedores terão a oportunidade de expor seu negócio, fazer networking, conhecer potenciais investidores, receber mentoria de profissionais experientes e gabaritados e quem sabe, em pouco tempo, transformar aquela ideia em um grande negócio”, explica Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

As inscrições foram encerradas no último dia 10, e agora os interessados devem aguardar a avaliação da equipe escalada para selecionar os projetos. A análise levará em consideração os seguintes critérios: maturidade (curiosidade, ideação, operação, tração), modelo de negócios, equipe e inovação. A divulgação dos selecionados será feita em 17 de maio no site da Campus Party.

“Anualmente a área de Startups Makers tem conquistado uma representatividade maior na Campus Party. Dezenas de empresas que surgiram de forma até despretensiosa no evento se tornaram sucesso em suas áreas de atuação. Nosso objetivo com a área é dar apoio e visibilidade a projetos inovadores”, complementa Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Ingressos

Já estão à venda os ingressos para a Campus Party Brasília pelo site. O valor do ingresso para todos os dias é de R$ 150,00. A entrada com camping individual (que está esgotada) e entrada com camping duplo é de R$ 230,00.

Para mais informações acesse o site do evento.

Serviço

Campus Party Brasília

Quando: De 14 a 18 de junho de 2017

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Tema: Países Inteligentes

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Delivery de comida: 42% dos pedidos são realizados de forma on-line

Pesquisa de comportamento encomendada pela PedidosJá, junto ao instituto de pesquisas Ipsos, revela que 42% das solicitações de entrega de comida no país já são efetuadas em plataformas digitais, seja por aplicativos agregadores ou sites próprios dos restaurantes. Avaliado com base nos hábitos de consumo de 1.005 pessoas residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília e Curitiba, o estudo também mostra que 57% dos entrevistados já pediram refeições em casa pelo menos uma vez na vida.

Entre os consumidores de delivery, 68% deles são considerados ‘heavy users’, ou seja, utilizam o serviço pelo menos uma vez por mês. A capital paulista possui o maior percentual deste público, com 75% de participação, seguido por Belo Horizonte (70%), Rio de Janeiro (68%), Porto Alegre (66%), Brasília (61%) e Curitiba (60%). Ainda entre os clientes, 51% pedem ao menos uma entrega por semana e 21% informam que solicitam de duas a três vezes por semana.

De acordo com Bruna Rebello, gerente comercial da PedidosJá no Brasil, o levantamento mostra que cada vez mais as pessoas preferem contar com a tecnologia para efetuar os pedidos no conforto de casa ou até mesmo no escritório. “Sem dúvida, a escolha dos usuários pelos meios digitais é reflexo da facilidade de consultar o cardápio e realizar a solicitação, além do fato de não precisar falar com atendentes”, avalia.

Mulheres encabeçam
O estudo encomendado pela PedidosJá informa também que as mulheres são as maiores responsáveis pelos pedidos de comida no país, com 53% de participação no total de solicitações. A ocasião em que elas mais preferem pedir – 44% – são nos momentos de reunião com toda a família. “Esse dado serve para desmistificar de vez o fato de que o delivery é utilizado em sua maioria por homens solteiros e que vivem sozinhos”, argumenta Rebello.

A pesquisa também apresenta os principais motivos na tomada de decisão dos consumidores. Para 32% dos respondentes, a ocasião perfeita para realizar o pedido é quando não querem ser obrigados ou não estão dispostos a cozinhar, 11% revelaram que usam o serviço em encontros com amigos e, por último, 9% justificaram que pedem quando desejam comer algo especial e que não sabem fazer.

Por fim, o levantamento também coletou os tipos de comida mais solicitados pelos brasileiros. As pizzas lideram este quesito com ampla folga (57%). Em seguida, aparecem massas em geral (9%), sushi (8%) e comida chinesa (5%).

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Atenção as novas regras de permissões para aplicativos na Google Play

As últimas versões dos sistemas de celulares do Google, Android Marshmallow e Android Nougat, oferecem diversas funções de otimização, melhora no desempenho e segurança do aparelho. No entanto, uma das melhorias que chega para prezar ainda mais pela privacidade do usuário pode acabar gerando dúvidas: a nova forma de conceder permissões ao aplicativo.

Ao permitir que as autorizações de acesso dos aplicativos ao celular sejam dadas “em contexto”, ou seja, a partir do momento em que determinada função necessita daquela permissão, a novidade empodera o usuário, dando mais consciência a ele sobre o porquê exato de cada autorização solicitada.

Para ajudar os usuários a entenderem melhor esta nova configuração e como ela irá ajudá-los a identificar invasões de privacidade ou permissões abusivas, especialistas em privacidade virtual da PSafe apontam as principais mudanças e como elas irão favorecer o usuário:

Suas informações, suas regras

Os acessos solicitados pelos apps continuam sendo os mesmos, mas a principal novidade é que agora o usuário tem o poder de escolher quais autorizações de acesso gostaria de oferecer aos aplicativos baixados em seu smartphone. Nos sistemas operacionais Android anteriores ao 6.0, só havia duas opções: concordar com todos os termos solicitados – que muitas vezes o usuário sequer entendia para o que servia – ou rejeitar e não instalar o app. Agora, com permissões separadas, é possível avaliar se é válido autorizar ou não cada uma das autorizações solicitadas pelos aplicativos, para que você consiga utilizar determinadas ferramentas dos apps.

Caso bloqueie o acesso a alguma informação que não seja necessária para o funcionamento geral do app, ele deverá abrir normalmente sem essa permissão. Porém, se a liberação for essencial para o desempenho geral do app ou para o uso de uma ferramenta específica, um alerta avisará que ela precisa ser ativada. Vale ressaltar que, no caso de usuários que utilizam versões anteriores de sistemas operacionais Android, o modelo de permissões não mudará.

Relações mais transparentes

Ao não permitir que todas as solicitações sejam pedidas no momento da instalação do app e exigir que sejam requeridas conforme ativação de funções, os novos modelos também exigem maior transparência e comprometimento por parte dos aplicativos. A partir de agora, as companhias desenvolvedoras dos apps precisarão justificar a razão de precisar de determinados acessos para prestar seus serviços.

Aumento da privacidade e segurança

Atualmente, a maioria dos usuários, ansiosos para testar um novo aplicativo, simplesmente clica em “Aceitar” todas as permissões na hora de baixar o app. Se você se identifica com essa conduta, saiba que ela pode colocar em risco a segurança e privacidade das suas informações. Alguns aplicativos podem aproveitar essa euforia para solicitar acesso a informações desnecessárias para desempenhar seu serviço e, com isso, utilizá-las de maneira inadequada. Apesar do novo modelo de permissões ser um pouco mais trabalhoso, tenha em mente que ele aumenta, e muito, sua privacidade e segurança.

O que acontece com os aplicativos que já tinha no celular?

No caso de aplicativos já baixados nas versões antigas do Android, você só irá se deparar com as novas permissões ao acessar funções que ainda não foram ativadas. Por exemplo, se ainda não havia usado uma função do aplicativo que precisa ter acesso a sua localização, ele irá pedir uma autorização separada para acesso.

Prefiro o modelo antigo. E agora?

Se o seu aparelho já vier de fábrica com o sistema operacional Android Marshmallow (6.0) ou Nougat (7.0), a configuração padrão atuará de acordo com o novo modelo. Porém, é possível que você habilite todas as permissões de uma só vez. Para isso, basta acessar as configurações do aparelho, clicar na seção “Dispositivo”, avaliar as solicitações e liberá-las. Caso seu celular tenha os modelos operacionais mais antigos, fica a seu critério atualizá-lo ou não. Mas lembre-se de que, entre os passos para se ter um Android seguro, manter o sistema operacional atualizado é um dos mais importantes.

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Sexta-feira, 12 de maio: o dia que o ransomware assustou o mundo

Uma onda de ataques ransomware espalhou-se pelo mundo nesta sexta-feira, 12 de maio. Pela manhã, os ataques que travam sistemas e exigem resgate (ransom, em inglês) foram identificados em vários hospitais ingleses. Algumas horas depois, problemas foram reportados na empresa de telefonia espanhola Telefônica. Não demorou muito para que mais 11 países fossem atingidos. No meio da tarde, já se falava em 74 nações.

O chamado ransomware é um tipo de software malicioso que criptografa os documentos de uma vítima. Em geral, ele trava o HD com as pastas que contém documentos, imagens, música e outros arquivos. Para ser liberado, ele exige uma chave codificada de liberação, algo que a vítima tem de pagar. O valor varia e a moeda escolhida é quase sempre a virtual bitcoin, ou semelhante, e o depósito é feito em contas fora do sistema financeiro oficial.

Ainda não está claro o volume do ataque, tão pouco sua origem, ou se foi orquestrado. A forma rápida como ele se espalhou durante o dia deixou especialistas perplexos. As primeiras indicações apontam que o malware pode estar se espalhando para sistemas vulneráveis Windows, por meio de uma brecha de segurança, corrigida pela Microsoft em março, mas que não foi instalada pelas empresas afetadas.

Em várias companhias ao redor do mundo os empregados foram avisados para desligar todos os sistemas não essenciais com Windows. Na Inglaterra, o National Health Service (NHS), publicou um aviso emergencial sobre a situação. Vários hospitais tiveram de remover pacientes em estado crítico para outras instalações e cancelar atendimentos.

Suspeito
Especialistas em segurança, como o site Bleeping Computer, identificaram o ransomware como sendo uma variante do Wanna Decryptor (também chamado “WannaCry“ ou Wcry). Contudo, não houve pistas sobre como um tipo de malware considerado pouco ativo e localizado se espalhou de forma tão rápida e dando a impressão de ser orquestrada.

No início da tarde, o especialista em segurança digital francês conhecido pelo apelido de Kafeine, alertou que o ransomware estava usando os caminhos explorados pela NSA, agência americana de espionagem que é acusada de fazer uma vigilância fora de limites na internet e que teria pressionado empresas de tecnologia para manter brechas em diversos aparelhos para facilitar esse trabalho. O modo de operação é conhecido por ETERNALBLUE e foi desvendado por um grupo de hackers autodenominado The Shadow Brokers. Logo após, outros especialistas divulgaram que havia um segundo modo operacional de espionagem da NSA sendo usado, este conhecido como DOUBLEPULSAR.

O especialista da empresa de antivírus Avast, Jakub Kroustek, detectou 57 mil infecções do Wcry no início da tarde. Outra vítimas incluem a Portugal Telecom (naquele país), universidades chinesas, empresas de gás e eletricidade e Ministério do Interior da Rússia.

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Clientes Visa e banco Neon usarão selfies para confirmar compra on-line

Visa e Banco Neon anunciam solução de tecnologia que permite que clientes do Banco Neon, portadores de cartões Visa, autentiquem suas compras online por meio de selfie – além das opções de utilização da digital e da tradicional senha numérica. A inovação, que oferece uma experiência de pagamento segura e 100% digital, está disponível para todos os clientes do Banco Neon portadores de cartões Visa desde ontem, 11 de maio.

A autenticação de transações é normalmente requisitada pelos estabelecimentos comerciais aos emissores de meios de pagamentos eletrônicos que buscam se certificar de que aquele portador do cartão é realmente o seu titular. No mundo físico, por exemplo, é a senha para o cartão com chip. No mundo online, a solução oferecida pela Visa ao Banco Neon permite que a autenticação da transação seja realizada pela própria selfie já cadastrada, de forma simples e com segurança, no aplicativo do banco. A solução foi implementada dentro do aplicativo do Banco Neon, simplificando a experiência do usuário e evitando a necessidade de baixar apps adicionais.

No processo de abertura da conta, após o usuário enviar foto do RG ou da CNH, ele também cadastra uma senha numérica, sua digital e faz uma selfie para reconhecimento facial. O sistema de segurança e autenticação do banco confere se a selfie corresponde à foto do documento enviada. A imagem fica armazenada no banco de dados do Banco Neon de forma segura e criptografada. Em hipótese alguma, o estabelecimento comercial receberá a foto de quem está comprando.

“Sofisticação e excelência se alinham à simplicidade. Aqui, por meio da tecnologia, buscamos sempre entregar soluções eficientes sem deixar de ser simples para o cliente. Baseado nesse princípio, em parceria com a Visa, ajudamos a criar uma forma de gerar ainda mais segurança para compras online – de forma intuitiva e prática para quem está na outra ponta”, comenta Pedro Conrade, CEO do Neon.

“Na Visa, adotamos a metodologia centrada no ser humano para desenvolver tecnologias que atendam às necessidades e resolvam problemas reais do consumidor final, que está cada vez mais empoderado. A solução de autenticação por selfie foi desenvolvida em parceria com o Neon para proporcionar uma experiência ágil e segura para o consumidor realizar suas compras online com tranquilidade”, explica Percival Jatobá, vice-presidente de produtos da Visa do Brasil. “Juntamos a segurança da rede Visa, com um comportamento popular, cotidiano e divertido que é tirar uma selfie. Com isso, também ajudamos os estabelecimentos comerciais a converterem mais vendas, proporcionando mais uma forma de confirmar quem realmente está fazendo a compra online”, acrescenta o executivo.

Como funciona?
1 – Quando um estabelecimento comercial registra uma compra em seu site realizada por um cartão Neon Visa e, por alguns motivos, deseja comprovar a autenticidade do portador do cartão, envia um pedido de autenticação ao emissor do cartão, no caso o Banco Neon.

2 – A Visa processa essa solicitação e a envia ao Banco Neon, que devolve uma notificação para o celular do consumidor perguntando se ele realmente realizou aquela compra naquele valor, oferecendo ao portador a oportunidade de autenticar a transação por meio de uma selfie, senha, ou pela digital.

3 – O consumidor, por sua vez, escolhe a forma de autenticação que melhor funcionar naquele momento. Assim que a identificação for confirmada, a compra já poderá ser aprovada pelo emissor.

Caso o consumidor opte pela selfie para autenticar sua identidade, a foto deve ser tirada no mesmo momento para a confirmação da compra. O sistema do Banco Neon ainda solicita ao portador do cartão que confirme a foto com um piscar de olhos. Desta maneira, acrescenta-se uma segurança extra para confirmar realmente que o portador está presente no momento da autenticação.

Importante ressaltar que esse processo, assegurado pelo protocolo 3D Secure criado pela Visa, só acontece quando o estabelecimento comercial indica ser necessário pedir a comprovação da identidade do portador para completar a transação.

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Blockchain: já é uma realidade?

* Por Jacinto Carlos de Godoy

De forma cíclica e recorrente, sempre estamos diante de alguma revolução. Novas maneiras de relacionamento com pessoas, famílias, empresas e governos são apresentadas, com a promessa de mudar tudo e nos colocar num patamar mais elevado do desenvolvimento humano e social. Algumas tecnologias recentes nos afastaram, mas já existe uma nova que promete nos reaproximar. Sim, estou falando de blockchain.

O blockchain se configura como uma rede ponto a ponto, em que os próprios usuários se encarregam de garantir a autenticidade de todas as transações ocorridas dentro de um contexto. A conversa é direta, ainda que por meio de algum dispositivo, com o detentor do bem, serviço ou direito do seu interesse.

Com o apoio de um processo de criptografia muito avançado, complexo e praticamente impossível de ser quebrado, o blockchain monta uma base de dados no formato de um livro fiscal, criando registros públicos permanentes, imutáveis e invioláveis com o devido controle de acesso. Como está distribuída, replicada em vários locais e por uma vasta rede de usuários, a tecnologia é tão disponível quanto a Internet.

Muitos grupos que usam o blockchain ainda guardam características de comunidades em razão do caráter revolucionário da tecnologia e de seu início disruptivo, principalmente no mercado financeiro, alavancado pela crise de confiança a partir de 2008. Contudo, as grandes corporações de tecnologia e especialmente as financeiras abraçaram fortemente a ideia e têm jogado luz sobre esse assunto, de forma a incrementar o potencial de adoção maciça em um espaço de tempo razoavelmente curto em se tratando de uma inovação com esse poder de transformação.

Os bancos, que inicialmente seriam os principais alvos da desintermediação gerada pelo blockchain, poderão se tornar os maiores beneficiados dessa tecnologia com a redução do custo das transações. Estudos patrocinados pelas maiores instituições financeiras do mundo demonstraram que a economia pode ultrapassar – e muito – a casa dos bilhões de dólares.

De um lado, existem aqueles que afirmam que o blockchain veio para mudar o mundo pela transformação no modo como as pessoas passaram a fazer negócios. De outro, grandes organizações vêm afirmando que a tecnologia é uma inovação incremental, ou seja, na maioria das vezes, não irá criar novos negócios, mas mudará a maneira como os já existentes são feitos.

A história recente mostra que as novidades baseadas em tecnologia, quando ganham escala global, acabam nas mãos de companhias multinacionais ou criam novos gigantes no mercado. Essa é a lei. A rigor, ninguém está longe do assunto. Além das ações relacionadas ao blockchain público, existem projetos globais para criação de iniciativas privadas, por meio de consórcios, destacando-se o Hyperledger, liderado pelas empresas de tecnologia, e o R3, de instituições financeiras. Este último conta com a participação de companhias brasileiras que, além das suas próprias iniciativas internas, têm projetos em andamento dentro dos consórcios. Vale dizer que Hyperledger e R3 trabalham de forma cooperada.

Se o uso intenso de blockchain ainda não é uma realidade no mercado em geral, já é um dos itens mais importantes na agenda de inovação das empresas que estão buscando a digitalização dos seus negócios e serviços. Todas as partes relevantes nesse contexto estão se manifestando na direção de viabilizar a adoção das soluções baseadas nessa tecnologia, porque, entre outras coisas, blockchain é uma nova forma de governança, que se sustenta por um modelo de confiança entre os participantes da rede, o que por si só já é uma grande mudança de paradigma.

Atratividade
Então, ainda que não seja o único, o blockchain é sim um dos assuntos que precisam ser tratados hoje. Será impossível ficar de fora dessa tendência. O mercado financeiro, especialmente o brasileiro, que é muito regulado, poderá demorar um pouco mais para aderir em larga escala, mas o grau de atratividade é muito alto. Vale ressaltar que essa tecnologia será usada inicialmente no formato privado e futuramente expandida para uma rede pública. Tudo no seu devido tempo.

Para as aplicações em geral, principalmente as que envolvem serviços, a adoção deverá ser gradativa, porém rápida, com novidades a cada instante, tão ou mais acelerada que o surgimento e a proliferação dos aplicativos móveis. Os contratos inteligentes, baseados em blockchain, associados a soluções de IoT, poderão provocar a revolução e nos levar a um mundo ainda mais moderno, com atendimento muito mais ágil, assertivo e seguro.

gerente de Operações da Resource

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Riachuelo estreia no e-commerce e aposta no omnichannel

O varejo de moda Riachuelo acaba de estrear sua plataforma de e-commerce (www.riachuelo.com.br) que já nasce com 15 mil itens à venda, o mesmo volume disponibilizado nas lojas físicas da companhia. A nova operação demandou investimento de R$ 28 milhões e marca os 70 anos da Riachuelo no varejo brasileiro.

O projeto foi planejado em linha com o conceito de omnichannel, o que significa que os universos on e off-line estarão totalmente integrados. “É uma tarefa complexa, que exige mudanças culturais, processuais, além de impactar diretamente a rotina dos colaboradores”, explica Jonas Ferreira, head do e-commerce da Riachuelo. Segundo o executivo, o maior desafio foi implantar toda a plataforma em sinergia com a operação física e com o Centro de Distribuição da companhia, que atenderá às demandas das duas operações.

Em 2015, a Riachuelo investiu R$ R$ 250 milhões na modernização de um novo Centro de Distribuição, localizado em Guarulhos, para ampliar a capacidade de expedição da companhia e apoiar a nova plataforma de vendas pela internet.

Na prática, o maior beneficiado com a integração dos canais é o consumidor, que poderá realizar trocas e cancelamentos, além de tirar dúvidas sobre compras realizadas no e-commerce no ambiente físico, tudo isso com o auxílio dos colaboradores das lojas. Futuramente, também será possível realizar compras pelo site nos próprios pontos de venda da Riachuelo. “Chegamos nesse mercado depois dos maiores players, o que nos permitiu analisar o que deu certo ou não. Percebemos que a maioria das companhias tratava o e-commerce como outra empresa, sem nenhuma sinergia com a operação física, o que gera diversos problemas”, avalia.

Funcionalidades
Além da integração on e off-line, a interface do e-commerce da Riachuelo traz diversas funcionalidades, como propostas de soluções para combinar looks, sistema de busca personalizada, possibilidade de verificar medidas do corpo e navegação dividida por categoria, produto e estilo. O site também disponibilizará informações e referências de moda para auxiliar os consumidores no momento da compra.

Apesar do impacto da nova operação em toda a companhia, somente duas novas áreas foram criadas na Riachuelo: a do e-commerce, que fará toda a gestão do negócio e a interface com as demais áreas, e um estúdio próprio de fotografia implantado na sede da companhia, que facilitará o processo de fotografar os produtos em linha com o conceito da companhia. “Isso significa que todas as demais áreas foram sinergizadas à realidade do e-commerce, justamente para que a proposta da de omnicalidade e de integração de processos acontecesse de forma orgânica”, diz Jonas.

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Bancos usarão inteligência artificial para entender os clientes

Na próxima fase de adoção da inteligência artificial (IA), os bancos irão utilizá-la para compreender os desejos e as emoções dos clientes e, desta forma, conseguir uma melhor interação, de acordo um novo relatório da consultoria Accenture. O estudo – Banking Technology Vision 2017 – foi desenvolvido com base em uma análise feita por um conselho consultivo, formado por mais de duas dúzias de visionários de tecnologia e especialistas da indústria, além de uma pesquisa realizada com quase 600 executivos do setor bancário.

De acordo com o relatório, 78% (91% no Brasil) dos executivos acreditam que a IA possibilitará a criação de interfaces de usuários mais simples, que ajudarão os bancos a oferecer uma experiência mais humana e pessoal aos clientes. Além disso, 79% (91% no Brasil) dos entrevistados acreditam que a IA revolucionará a maneira como os bancos reúnem informações e interagem com os usuários, e 76% (82% no Brasil) acreditam que dentro de três anos os bancos implantarão a IA como método principal de interação com seus clientes.

“A diversidade de necessidades e prioridades entre os consumidores está fazendo com que as empresas de serviços financeiros redefinam a forma como interagem com seus clientes para, desta maneira, determinar os melhores produtos e serviços para atender as necessidades individuais”, avalia Alan McIntyre, diretor executivo sênior da Accenture e líder da prática de Banking da empresa. “As ferramentas habilitadas para IA podem ajudar os bancos a identificar as preferências dos consumidores e a capacitar sua força de trabalho para reagir com insights e inteligência emocional, fatores essenciais para o desenvolvimento significativo do relacionamento junto ao consumidor. O desafio está na agilidade com que os bancos podem implementar essas novas tecnologias, sendo que muitas não são compatíveis com a atual infraestrutura de TI.”

O tema do relatório deste ano, “Technology for People”, convoca os executivos de bancos a desenvolver tecnologias que ajudem a alinhar seus produtos e serviços com o que os consumidores desejam, quase que em tempo real. Nos bancos mais tradicionais, as transações básicas continuam migrando dos canais físicos para os digitais, levando a mudanças importantes conforme os bancos redefinem suas redes de agências e aprimoram suas pegadas digitais. De acordo com a pesquisa, 80% (85% no Brasil) dos executivos esperam que a IA acelere a adoção de tecnologias em toda a organização, provendo aos seus colaboradores as ferramentas e recursos necessários para melhor atender os consumidores.

Privacidade
Quando questionados sobre as três principais razões para incorporarem a IA às interfaces de usuário, os entrevistados citaram com maior frequência: “obter a análise de dados e insights” (60%), “aumentar a produtividade” (59%) e “economia em custo-benefício” (54%). Ao mesmo tempo, os executivos reconhecem os desafios à implementação da IA, citando questões de privacidade (38%), compatibilidade com a atual estrutura de TI (36%) e o fato de que os usuários geralmente preferem as interações humanas (33%).

Assim como em edições anteriores do Technology Vision, o Technology Vision 2017 está estruturado em torno de tendências-chave levantadas pela pesquisa. As cinco tendências identificadas no TechVision 2017 são: “AI is the new UI (Experiência Acima de Tudo)”; “Ecosystem Powerplays (Além das Plataformas)”; “Workforce Marketplace (Invente o seu Futuro)”; “Design for Humans (Inspire Novos Comportamentos)”; e “The Uncharted (Invente Novas Indústrias, Defina Novos Padrões)”.

A tendência “Design for Humans” indica que a chave para aumentar a qualidade da experiência do cliente reside na capacidade de adaptar-se a comportamentos individuais do usuário. O relatório conclui que enquanto o contato humano está diminuindo em termos de volume, a qualidade e a importância do fator humano irá acrescer. Por exemplo, 34% (53% no Brasil) dos entrevistados afirmaram que planejam utilizar o conhecimento detalhado do comportamento humano para guiar novas experiências aos clientes. E, enquanto 89% disseram acreditar que seus clientes estão satisfeitos com o uso da personalização por seus bancos, 67% (41% no Brasil) afirmam esforçar-se para conseguir entender as necessidades e objetivos de seus clientes.

“Os executivos do setor bancário acreditam que a participação em ecossistemas proverá uma variedade de benefícios — incluindo a melhora da satisfação do cliente; mais rapidez e agilidade no desenvolvimento de soluções; e acesso a novos clientes”, destaca McIntyre. “No entanto, eles também precisarão desenvolver uma estratégia para proteger seu posicionamento de marca e aprofundar seus próprios relacionamentos com os clientes. Mais de um terço dos entrevistados acreditam que integrar ecossistemas também ampliará sua exposição a ameaças de segurança cibernética.”

Conforme relatado na tendência ” Ecosystem Powerplays”, os bancos estão cada vez mais integrando suas principais funções às plataformas de ecossistema digital, em um esforço para gerenciar o relacionamento junto ao consumidor de forma mais ampla. Praticamente todos os entrevistados (98%) disseram acreditar que isso é ‘de alguma forma’ ou ‘muito’ importante adotar um modelo de negócios baseado em plataforma e envolver-se em ecossistemas com parceiros digitais, com 25% (30% no Brasil) dos entrevistados afirmando que suas organizações já estão tomando medidas agressivas para integrar ecossistemas.

Muitos bancos já estão autorizando o acesso de terceiros aos dados de conta e perfis agregados de cartão para beneficiar clientes. Os bancos reconhecem que é fundamental participar desses ecossistemas, porém, isso tem um preço. Entre os entrevistados, 76% (71% no Brasil) disseram que participar desses ecossistemas exigiria abrir mão de um controle em favor de um melhor resultado geral — tais como velocidade, agilidade e acesso a novos clientes — e esse mesmo número acredita que os parceiros escolhidos e os ecossistemas ajudarão a determinar a vantagem competitiva do banco.

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