Home Blog Page 47

Pobreza extrema atinge 9,2% das mulheres

Pobreza extrema atinge 9,2% das mulheres
Pobreza extrema atinge 9,2% das mulheres

Entre mulheres e meninas, 9,2% vivem em pobreza extrema, proporção superior à registrada entre homens e meninos, de 8,6%. Os dados constam na página 6 do Panorama de Gênero 2025, da ONU Mulheres. O relatório também evidencia disparidades no mercado de trabalho, onde 46,4% das mulheres em idade ativa, em 2024, estavam empregadas, enquanto entre os homens a taxa chegou a 69,5%.

O relatório mostra ainda que a desigualdade se estende ao acesso à proteção social ao longo da vida. Cerca de 2 bilhões de mulheres e meninas no mundo não têm acesso a qualquer tipo de proteção social, cenário associado, em grande parte, à presença feminina em ocupações informais ou instáveis. As diferenças se tornam mais visíveis na velhice, uma vez que 77,2% das mulheres idosas recebem pensão contributiva ou financiada por impostos, índice inferior ao dos homens na mesma faixa etária, que alcança 82,6%.

A distribuição desigual das tarefas de cuidado também contribui para manter o desequilíbrio. Normas sociais ainda atribuem às mulheres e meninas a maior parte do trabalho doméstico e dos cuidados não remunerados. Segundo o documento, na mesma página, essa sobrecarga mantém cerca de 708 milhões de mulheres fora da força de trabalho em todo o mundo.

Para o fundador e principal executivo do Latin American Quality Institute (LAQI), Daniel Maximilian Da Costa, empresas que desejam ampliar competitividade e inovação precisam olhar para esse cenário com atenção, investindo em políticas que favoreçam a permanência e o desenvolvimento profissional das mulheres.

"Reduzir desigualdades não é apenas uma agenda social, mas também uma estratégia de sustentabilidade e produtividade. O dia 8 de março não deve ser apenas um momento de celebração, mas de reflexão e compromisso. Quando empresas ampliam oportunidades para mulheres, oferecem condições reais de permanência no trabalho e reconhecem o impacto das responsabilidades de cuidado, elas contribuem para reduzir desigualdades históricas e fortalecem o próprio ambiente de negócios." finaliza.

Participação feminina aumenta em cargos das Forças Armadas

Participação feminina aumenta em cargos das Forças Armadas
Participação feminina aumenta em cargos das Forças Armadas

No universo dos concursos militares, conhecidos pelo alto nível de exigência e por uma presença majoritariamente masculina, uma nova narrativa está sendo escrita pelas mulheres. No Dia Internacional da Mulher, a trajetória de Gabriela Queiroz, ex-aluna do Elite Rede de Ensino, unidade de Campo Grande, exemplifica a mudança no setor militar.

A jornada de Gabriela rumo à Escola de Preparação de Cadetes do Exército (EsPCEx) não foi uma linha reta. Em 2024, a aprovação veio, mas um percalço em uma das etapas do concurso adiou o sonho. Em 2025, nova aprovação, desta vez na lista de espera. Com suporte da coordenação militar, Gabriela manteve a preparação após resultados adversos.

Convocada na terceira chamada da EsPCEx, Gabriela concluiu as etapas de seleção e ingressou como cadete. “É uma história de quem acreditou até o último segundo, transformando a incerteza em combustível”, destaca Luiza Machado, coordenadora de inovações pedagógicas do Elite.

A história de Gabriela não é um caso isolado, mas o topo de uma pirâmide que floresceu em 2025. Concursos militares registram maior presença feminina entre os classificados: Ana Julia Saint Martin De Oliveira alcançou o 2º lugar no Colégio Naval e o 16º na EsPCEx; Sophia Pedretti Martins Pereira conquistou o 4º lugar no Colégio Naval e Kayllane Medeiros Gonçalves garantiu o 5º lugar na mesma instituição.

O sucesso dessas alunas acompanha um movimento histórico de abertura e ocupação: em 2025, o Brasil registrou um recorde de mais de 33 mil mulheres inscritas no inédito serviço militar voluntário feminino, uma demanda que superou em 23 vezes o número de vagas disponíveis.

Atualmente, as mulheres já representam cerca de 10% do efetivo total das Forças Armadas, um contingente de aproximadamente 37 mil militares. Esse cenário, reforçado pela meta do Ministério da Defesa de dobrar a participação feminina nos próximos anos, confirma que o caminho trilhado por essas alunas não é apenas uma exceção, mas parte de uma transformação no setor.

“Trabalhamos com o mesmo nível de exigência técnica para todos, mas com um olhar atento à construção da confiança e do pertencimento dessas jovens em espaços onde elas, por muito tempo, foram exceção”, afirma Luiza Machado.

Para o Elite, a formação dessas futuras líderes começa muito antes do edital do concurso. O tema da equidade é tratado de forma transversal no currículo. Através da Eletiva de Inovação “Mulheres que Mudaram o Mundo”, que integra o Ecossistema de Aprendizagem Inovador (EAI) da escola, os alunos investigam o impacto feminino na ciência, política e sociedade.

De acordo com Luiza Machado, a atuação de mulheres em áreas tradicionalmente associadas ao público masculino — como Educação Financeira, Aplicativos e Iniciação Científica — serve como referência de autoridade para as estudantes. Para o Elite, essa presença contribui para desconstruir barreiras de gênero no ambiente escolar.

A desconstrução de estereótipos também passa pelas telas e pelo debate. Projetos como o Cine Curta e a Sessão Pipoca utilizam obras como “Estrelas Além do Tempo” e “Que Horas Ela Volta?” para provocar discussões sobre raça, classe e gênero desde o Ensino Fundamental.

"Mais do que aprovações em concursos, o objetivo é formar mulheres com mentalidade competitiva e convicção de pertencimento. Seja na academia militar, na tecnologia ou nas artes, o exemplo de Gabriela e de tantas outras prova que, quando a determinação encontra o suporte certo, não existe o ‘impossível’", completou Deborah Anastacio, diretora da rede.

Brasil entra na era da quarta idade e desafia famílias

Brasil entra na era da quarta idade e desafia famílias
Brasil entra na era da quarta idade e desafia famílias

O envelhecimento populacional brasileiro tem avançado rapidamente nas últimas décadas e começa a revelar um fenômeno cada vez mais presente: o crescimento da população com 80 anos ou mais, faixa etária frequentemente chamada de quarta idade. Projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o país passa por uma transição demográfica marcada pela redução das taxas de natalidade e pelo aumento da expectativa de vida, processo que amplia a presença de idosos em idades cada vez mais avançadas.

O conceito de quarta idade tem sido utilizado por pesquisadores e profissionais da área do envelhecimento para descrever a fase da vida que ocorre após os 80 anos, período em que a longevidade se torna mais expressiva e também mais desafiadora do ponto de vista social e de saúde. A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) aponta que o crescimento desse grupo etário representa uma das transformações demográficas mais relevantes do país e exige maior atenção à organização do cuidado e às políticas voltadas à população idosa.

A mudança observada no Brasil acompanha uma tendência registrada em diversas regiões do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a população global com 60 anos ou mais deve atingir cerca de 2 bilhões de pessoas até 2050. A organização também aponta que o grupo etário que cresce mais rapidamente é o de pessoas com 80 anos ou mais, fenômeno que tem ampliado discussões sobre políticas de saúde, modelos de cuidado de longo prazo e formas de organização do apoio familiar em diferentes países.

Pesquisadores que estudam o envelhecimento populacional destacam que viver mais tempo traz novas demandas relacionadas à saúde e à rotina cotidiana. Estudos publicados na revista científica Ciência & Saúde Coletiva, da plataforma SciELO (Scientific Electronic Library Online), apontam que o avanço da longevidade está associado ao aumento da prevalência de doenças crônicas e à necessidade de acompanhamento mais contínuo em idades avançadas.

As políticas públicas voltadas à população idosa têm buscado ampliar a atenção a esse grupo populacional. Informações disponíveis no portal oficial do Ministério da Saúde indicam que a promoção da saúde e o acompanhamento contínuo da pessoa idosa são estratégias consideradas importantes para preservar a autonomia, prevenir agravos e melhorar a qualidade de vida na longevidade.

O crescimento da população em idades muito avançadas também tem impacto direto na dinâmica familiar. Com mais pessoas vivendo por mais tempo, aumenta a necessidade de acompanhamento cotidiano por parte de filhos, cônjuges ou outros familiares. Levantamento divulgado pela Agência de Notícias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o envelhecimento populacional tem ampliado o número de familiares envolvidos diretamente no cuidado de idosos no país.

Estudos também indicam que o cuidado com idosos no Brasil ocorre majoritariamente no ambiente familiar. Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Enfermagem (REBEn), disponível na plataforma SciELO (Scientific Electronic Library Online), aponta que grande parte dos cuidados cotidianos com idosos é realizada por familiares, principalmente mulheres, como esposas, filhas ou noras, evidenciando que o suporte doméstico continua sendo a principal forma de assistência à população idosa no país.

Na prática, essa transformação demográfica já começa a se refletir no cotidiano das famílias brasileiras, que precisam se adaptar a uma realidade em que pais e avós vivem mais tempo e podem demandar acompanhamento mais próximo na rotina.

Para Bruno Butenas, fundador da empresa de cuidado domiciliar Geração de Saúde, o crescimento da população acima de 80 anos já começa a transformar a forma como muitas famílias organizam o acompanhamento da rotina de pais e avós.

"O Brasil está vivendo uma mudança demográfica importante. Cada vez mais pessoas chegam aos 80 ou 90 anos, e isso exige novas formas de organização do cuidado dentro das famílias", afirma.

"Depois dos 80 anos, questões como mobilidade dentro de casa, controle de medicamentos, alimentação e observação de sinais de saúde ganham mais relevância. O acompanhamento adequado ajuda a reduzir riscos e contribui para que o idoso mantenha autonomia e qualidade de vida", explica.

Com o crescimento da chamada quarta idade, pesquisadores e instituições ligadas ao envelhecimento apontam que o debate sobre formas de cuidado de longo prazo tende a ganhar cada vez mais espaço. O avanço da longevidade coloca em evidência a necessidade de estratégias que conciliem autonomia, segurança e qualidade de vida para uma população que vive cada vez mais.

Mais informações sobre serviços de acompanhamento domiciliar podem ser consultadas em www.gscuidadoresdeidosos.com.br.

Economia circular envolve a redução de resíduos e a reutilização de materiais

Economia circular envolve a redução de resíduos e a reutilização de materiais
Economia circular envolve a redução de resíduos e a reutilização de materiais

De acordo com uma pesquisa da Amcham, no ano de 2025, o número de pessoas engajadas nas temáticas ambientais, no Brasil, aumentou em 52%. A economia circular vem ganhando espaço na rotina da população brasileira. Cada vez mais, consumidores e investidores buscam marcas comprometidas com práticas sustentáveis, tornando a logística um diferencial competitivo.

Apesar de recicláveis, plástico e vidro enfrentam realidades distintas no Brasil. O plástico movimenta uma cadeia mais estruturada e emprega milhares de pessoas, o vidro sofre com baixa atratividade comercial, transporte caro e pouca coleta seletiva.

Um estudo da Boston Consulting Group (BCG) aponta que cerca de R$ 1,2 trilhão de reais são desperdiçados em todo o mundo por conta de descartes inadequados de materiais que poderiam ser reciclados e reaproveitados.

"Promover programas de coleta seletiva, apesar dos custos iniciais, é um investimento primordial para a sustentabilidade. As empresas que adotam esta cultura percebem os impactos positivos para o meio ambiente, e também para a reputação e o bem-estar de toda uma cadeia produtiva", pontua Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.

Segundo Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining, startup brasileira de logística reversa, as empresas que buscam implementar políticas de sustentabilidade e responsabilidade social precisam adotar modelos que combinem rastreamento digital com processos robustos de auditoria e validação. Sem essa estrutura, não é possível garantir que os materiais recycled utilizados em sua cadeia produtiva foram adquiridos de forma ética e respeitando a dignidade da mão de obra.

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que 85% das indústrias brasileiras já desenvolvem algum tipo de prática de economia circular. Isso demonstra que o conceito, que envolve a redução de resíduos e a reutilização de materiais, está cada vez mais presente na estratégia das empresas.

"A participação do consumidor é determinante para o sucesso da economia circular. Sem adesão nas etapas de separação e entrega, os sistemas perdem eficiência. O resíduo reciclável, ao ser limpo e descartado corretamente, se transforma em matéria-prima e garante sustento para quem vive da reciclagem", finaliza Vininha F. Carvalho.

UniFECAF lança pós em RH com inteligência artificial

UniFECAF lança pós em RH com inteligência artificial
UniFECAF lança pós em RH com inteligência artificial
A UniFECAF anunciou recentemente o lançamento da pós-graduação em RH Estratégico com inteligência artificial (IA). O curso surge em um contexto de mudanças no mercado de trabalho e de ampliação do uso de tecnologias digitais nas organizações, e passa a integrar a oferta de formações voltadas à área de gestão de pessoas.

A digitalização de processos e o uso crescente de dados têm influenciado mudanças nas práticas de gestão de pessoas nas organizações. Nesse cenário, ferramentas de inteligência artificial começam a ser incorporadas a diferentes etapas do trabalho de Recursos Humanos, como recrutamento, seleção, avaliação de desempenho e análise de indicadores relacionados à cultura organizacional.

Levantamento da Fundação Dom Cabral, realizado em parceria com a plataforma Caju, indica que 68% das empresas brasileiras já utilizam ou estão testando soluções de inteligência artificial nas rotinas de Recursos Humanos, especialmente em atividades ligadas ao recrutamento e à análise de dados. Entre organizações com mais de mil colaboradores, o índice chega a 82,6%, apontando uma presença mais significativa dessas tecnologias em empresas de maior porte.

Nesse contexto, a criação da nova especialização busca incentivar estudantes e profissionais da área a ampliarem seus conhecimentos sobre tecnologia aplicada ao RH e a se manterem atualizados diante das tendências do mercado.

A nova pós-graduação da UniFECAF busca justamente conectar esse cenário tecnológico às competências necessárias para o profissional contemporâneo. A proposta do curso é integrar fundamentos tradicionais da gestão de pessoas com o uso estratégico de ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e inovação aplicada ao ambiente corporativo.

Para o CEO da instituição, Marcel Gama, iniciativas como essa fazem parte de um movimento mais amplo de preparação dos estudantes para o futuro do trabalho.

"Nosso objetivo é incentivar os alunos a estarem sempre um passo à frente das transformações do mercado. A inteligência artificial já impacta diversas áreas e o RH não é exceção. Formar profissionais que compreendam essas mudanças e saibam utilizá-las de forma estratégica é essencial para a nova realidade das organizações", afirma.

Além de abordar conceitos de tecnologia aplicada ao RH, o curso também deve explorar temas como gestão estratégica de talentos, cultura organizacional orientada por dados, análise de indicadores de desempenho e transformação digital nas empresas.

A iniciativa reforça a estratégia da UniFECAF de ampliar a oferta de cursos alinhados às tendências do mercado e estimular a atualização constante dos profissionais, em um cenário em que a qualificação e o domínio de novas tecnologias se tornam cada vez mais determinantes para o desenvolvimento de carreira.

KIVI CTV nomeia Felipe Cortelezzi como CEO para impulsionar nova fase de monetização e expansão em streaming

A KIVI CTV, AdTech que opera um ecossistema completo de Connected TV (CTV) na América Latina e nos Estados Unidos, anunciou a Felipe Cortelezzi como novo CEO. A chegada do executivo reforça a nova fase de expansão da companhia, focada em geração de receita e escala.

O anúncio ocorre em um momento de crescimento acelerado do setor de FAST (Free Ad-Supported Streaming TV) na América Latina, mercado onde a empresa se consolidou como parceira exclusiva de AdTech para grandes grupos de mídia premium.

A KIVI atua como parceira exclusiva de monetização de CTV para a SOFA DGTL na região, operando como o motor comercial e de otimização de receita para suas estratégias de canais FAST. Além disso, a empresa anunciou uma parceria estratégica com a Lionsgate no Brasil e no México. Títulos selecionados da biblioteca global do estúdio — que conta com mais de 20 mil produções de cinema e TV — passarão a integrar o portfólio da KIVI em breve.

Graças a essas alianças, a KIVI leva ao mercado uma gama diversificada de conteúdos de alto valor, incluindo potências regionais como Porta dos Fundos, Turma da Mônica e Cinépolis, além dos aguardados hits globais da Lionsgate já anunciados.

Ao oferecer uma infraestrutura de AdTech de ponta a ponta e gestão de yield, a KIVI conecta esses títulos icônicos à demanda sofisticada do mercado publicitário de CTV.

Felipe Cortelezzi assume o comando da KIVI após passagens por cargos de liderança na Paramount (Pluto TV) e na Playmaker Capital. Ele se junta a um time de veteranos da indústria vindos de organizações como Meta, TV Globo, Canela, Olympusat, Sony, A+E Networks, Aleph e E-Planning. Essa expertise multidisciplinar, que une o digital ao linear, reforça a posição da KIVI como uma potência regional em estratégia de TV conectada.

A decisão do Conselho reflete a capacidade comprovada de Felipe em escalar a performance comercial em ambientes de mídia de alto crescimento”, afirmou o Board de Diretores. “Seu mandato é liderar nosso time de especialistas para maximizar a geração de receita por meio da infraestrutura de AdTech da KIVI, transformando a expansão estratégica da distribuição no motor para uma monetização em larga escala.

Para Cortelezzi, o foco está na eficiência comercial:

“A KIVI construiu uma base sólida conectando donos de conteúdo premium a uma demanda de CTV mensurável e de alto desempenho. Ao combinar distribuição end-to-end com execução comercial disciplinada e criatividade avançada, estamos em uma posição única para escalar resultados na América Latina e no mercado US Hispanic.”

Com equipes baseadas nos Estados Unidos, no Brasil e na Argentina, a KIVI se consolida como autoridade estruturada e escalável em monetização de FAST, operando na interseção entre conteúdo, distribuição e performance tecnológica.

Contato:
Contato de Imprensa

Nina Gorayeb: press@kivi.tv

Fonte: BUSINESS WIRE

Vencedores na Era da Alta Volatilidade: Futurionex e MicAi-X Redefinem Limites da Eficiência da Execução de Negociações

DENVER, 7 de março de 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Tendo como pano de fundo uma volatilidade significativamente maior no mercado global de criptomoedas, a exchange de criptomoedas Futurionex anunciou a conclusão de uma rodada de otimização de desempenho conjunta com a plataforma de serviços de programas de negociação automatizada MicAi-X, visando cenários de alta volatilidade. O resultado chamou a atenção da indústria pela eficiência e pela estabilidade na execução das negociações. Esse desenvolvimento é considerado uma nova solução técnica para a negociação em ambientes voláteis e de alta frequência.

Em condições de mercado altamente voláteis, as frequentes mudanças de preço e o grande volume de ordens fazem com que a velocidade da resposta e a estabilidade de um sistema de negociação afetem diretamente os resultados da execução. Os modelos tradicionais de negociação manual geralmente são limitados pelo ritmo operacional, pelos processos de confirmação e pelos fatores emocionais, dificultando a consistência da execução em prazos curtos. Para enfrentar esse desafio prático, a Futurionex e a MicAi-X começaram pela cadeia de execução, otimizando em conjunto o caminho da transmissão de ordens e o processo de correspondência.

Segundo informações, essa otimização se concentra em três dimensões principais: primeiro, latência da ordem, encurtando o caminho do sinal até a colocação da ordem para reduzir a perda de tempo causada pelas etapas intermediárias; segundo, eficiência da correspondência, aprimorando a capacidade de processamento de ordens do sistema em condições de alta concorrência; terceiro, controle de slippage, reduzindo a incerteza causada pela variação de preço por meio de uma cadência de execução mais estável. Essas medidas atuam em conjunto para permitir que a execução automatizada tenha maior velocidade e consistência em condições de mercado equivalentes.

Do ponto de vista do desempenho operacional real, o modo de execução automatizado da MicAi-X pode operar continuamente de acordo com as regras estabelecidas em cenários de alta volatilidade, evitando os atrasos e vieses de julgamento comuns associados às operações manuais. Além de contribuir para aprimorar o resultado das negociações individuais, essa melhoria na consistência da execução também proporciona uma base mais previsível para o desempenho das negociações a longo prazo.

A Futurionex afirmou que a cooperação com a MicAi-X não visa uma otimização de desempenho de curto prazo, e sim o desenvolvimento de capacidades do sistema em ambientes de alta volatilidade. Com investimentos contínuos em melhorias de desempenho, a empresa tem o objetivo de proporcionar aos usuários um ambiente de execução mais estável e confiável em meio à crescente volatilidade do mercado.

Essa parceria da Futurionex com MicAi-X é um exemplo de como as vantagens da execução automatizada em termos de velocidade e consistência estão gradualmente modificando a percepção do setor quanto ao desempenho das negociações durante períodos de alta volatilidade.

Contato com a Mídia:
David Lee
Título: COO
DavidLee@futurionex.org

Primary Logo

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9667821)

CGTN: Por que a economia da China está se mantendo estável? A província de Jiangsu tem a resposta

A CGTN publicou um artigo com uma análise da resiliência da economia da China em meio às incertezas globais. Destacou o papel das principais províncias, como Jiangsu na promoção do crescimento de alta qualidade e delineou os esforços políticos para impulsionar o emprego, aumentar os rendimentos e melhorar os serviços públicos – todos destinados a garantir que a modernização chinesa proporcione prosperidade a todos.

PEQUIM, March 07, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Com o aumento da incerteza da economia global e a continuidade dos ajustes estruturais domésticos, a resiliência econômica da China se tornou um tópico frequente de discussão.

Uma província do leste da China importante que pode manter o dinamismo econômico e o progresso social, Jiangsu é um exemplo do porquê a economia da China demonstra resiliência e vitalidade, mesmo diante de um ambiente externo complexo.

Em 2025, o PIB total da China ultrapassou 140 trilhões de yuans (cerca de US $ 20,16 trilhões). De todas as províncias, Jiangsu se destaca como pilar fundamental, contribuindo com cerca de um décimo do total nacional. Durante o 14º Plano Quinquenal (2021-2025), a economia da província alcançou quatro marcos sucessivos de trilhões de yuans, expandindo constantemente sua escala, mantendo um forte impulso.

Na quinta-feira, durante uma deliberação com seus colegas deputados da delegação da província de Jiangsu na quarta sessão da 14ª Assembleia Popular Nacional, o parlamento chinês, o presidente Xi Jinping destacou que as províncias economicamente fortes devem manter bases sólidas e grande resiliência contra choques externos, para que possam contribuir para a estabilização da economia nacional como um todo.

Crescimento de alta qualidade, resiliência econômica

Uma característica definidora do desempenho econômico de Jiangsu é a combinação da escala com a qualidade. Xi pediu à província que desse continuidade ao fortalecimento da sua resiliência econômica, ao aprimoramento das suas capacidades internas, à integração mais profunda ao mercado nacional unificado da China e à expansão da abertura de alto nível.

A indústria manufatureira continua sendo um pilar central. Há cinco anos consecutivos o índice de desenvolvimento de alta qualidade da indústria manufatureira de Jiangsu ocupa o primeiro lugar em todo o país, refletindo tanto a sofisticação industrial quanto a forte capacidade de inovação. Desde equipamentos avançados e circuitos integrados até novas energias e biomedicina, o ecossistema industrial da província a ajudou a manter-se competitiva em meio às mudanças da cadeia de suprimentos global.

A procura interna também está mostrando vitalidade. Um exemplo notável é a popularidade viral da liga provincial de futebol conhecida como “Su Super League”, que atraiu mais de 2,43 milhões de espectadores em 2025. O fenômeno é um exemplo de como o esporte, a cultura e o turismo podem ativar o consumo e liberar o potencial do mercado interno.

Enquanto isso, Jiangsu continua sendo uma das economias mais abertas da China. Durante o 14º Plano Quinquenal, a província atraiu mais de US$ 119 bilhões em investimentos do exterior, ocupando o primeiro lugar em todo o país.

Com a sua participação na circulação doméstica e internacional, Jiangsu demonstra como a China fortalece seu mercado doméstico, mantendo-se aberta e integrada à economia global.

Uma modernização que beneficia a todos

O crescimento econômico por si só não é o objetivo final. Como Xi enfatizou durante a deliberação, a modernização chinesa é definida pela prosperidade geral.

Como Xi salientou, isso significa abordar questões fundamentais de como alcançar emprego pleno e de alta qualidade, como aumentar a renda dos moradores urbanos e rurais e como aprimorar ainda mais os serviços públicos e a seguridade social.

Muitas dessas preocupações foram abordadas na minuta do relatório de trabalho do governo, apresentada aos legisladores para deliberação na quinta-feira, que delineou uma série de medidas políticas voltadas para a subsistência.

O emprego continua sendo uma prioridade. O governo expandirá os programas de trabalho em troca de ajuda para ajudar as pessoas que enfrentam dificuldades em encontrar emprego. Entretanto, trabalhadores com horários flexíveis e em novas formas de emprego – como entregadores e motoristas de aplicativos de transporte – terão acesso mais amplo a programas de seguridade social mais inclusivos.

O aumento do consumo e dos rendimentos também é objetivo político fundamental. A China implementará um plano de crescimento da renda para residentes urbanos e rurais, com medidas destinadas a aumentar os rendimentos dos grupos de baixa renda, expandir as fontes de renda imobiliária e aprimorar os sistemas de remuneração e seguridade social.

De acordo com o relatório, um total de 250 bilhões de yuans em títulos do Tesouro especiais de longo prazo apoiará programas de troca de bens de consumo, enquanto um fundo especial de coordenação fiscal-financeira de 100 bilhões de yuans será criado para facilitar a expansão da demanda doméstica. Políticas como a promoção de férias escolares na primavera e no outono e o incentivo a licenças remuneradas escalonadas para os funcionários também devem estimular o consumo no setor de serviços e o turismo.

Em relação aos serviços públicos e à previdência social, o relatório preliminar indica que o benefício básico mínimo para idosos desempregados residentes em áreas rurais e áreas urbanas seria aumentado em 20 yuans por mês. Os vales para serviços de assistência a idosos custearão os cuidados dos idosos afetados por deficiências funcionais moderadas ou mais graves.

Além disso, o governo planeja ampliar a cobertura do seguro-maternidade, garantir a licença-maternidade, acelerar o desenvolvimento de serviços inclusivos de cuidados infantis e introduzir políticas habitacionais que apoiem melhor as famílias com dois ou mais filhos.

https://news.cgtn.com/news/2026-03-05/Why-is-China-s-economy-holding-steady-This-province-has-the-answer-1LgVB4zGAHC/p.html

Contato: CGTN Digital, cgtn@cgtn.com

Primary Logo

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9667788)

Como as grandes empresas se protegem dos ataques cibernéticos?

As inscrições para o CyberSecurity Forum 2026, que acontece  segunda -feira, 9,  no WTC-SP, entram na reta final e esta é a última oportunidade para profissionais e empresas garantirem presença em um dos encontros mais estratégicos sobre cibersegurança do país. Em um cenário de ataques cada vez mais sofisticados, novas regulações e pressão crescente sobre áreas de TI, risco e compliance, participar do evento deixou de ser opcional — tornou-se essencial.

O CyberSecurity Forum reúne líderes que estão à frente da proteção digital de grandes marcas e instituições que movimentam a economia brasileira. Estão confirmadas empresas como Elo, Volkswagen Financial Services, Braskem, Sapore, Bionexo, Sephora, AACD, Cogna, Leroy Merlin, Cielo, Copa Energia, Dr. Consulta, Sport Club Corinthians Paulista, Edenred, Inovabra, Grupo Marista, EDP, Atacadão, Zurich Insurance Group, Prefeitura de Osasco e Hospital das Clínicas da FMUSP, entre outras.

São organizações de setores críticos — financeiro, energia, saúde, varejo, educação, indústria, setor público e esportes — que lidam diariamente com grandes volumes de dados sensíveis e operações de alta complexidade. No palco, seus executivos irão compartilhar experiências reais sobre prevenção a ataques, resposta a incidentes, governança de riscos, cultura de segurança, proteção de dados, gestão de terceiros e uso de tecnologias avançadas, como inteligência artificial aplicada à defesa cibernética.

O grande diferencial do CyberSecurity Forum 2026 é a nova dinâmica de conteúdo. O evento traz dois tipos de painéis que acontecem dentro do mesmo ambiente e sessão:

  • Painéis estratégicos, com foco em visão de negócio, governança, compliance, impacto regulatório e tomada de decisão no nível executivo.
  • Painéis técnicos e práticos, com aprofundamento em arquitetura de segurança, operações de SOC, gestão de vulnerabilidades, proteção em ambientes multicloud, identidade digital e estratégias de mitigação.

Essa proposta permite que o participante tenha, no mesmo espaço, uma visão ampla e integrada da cibersegurança — do boardroom ao data center — entendendo como alinhar estratégia corporativa com execução técnica.

Mais do que teoria, o evento entrega aprendizado baseado em casos reais. Como grandes empresas estruturam seus programas de segurança? Como priorizam investimentos? Como lidam com ransomware, ataques à cadeia de suprimentos e fraudes digitais? Como equilibram inovação e proteção? Essas respostas estarão no centro das discussões.

Participar do CyberSecurity Forum é também uma oportunidade única de networking qualificado. O público é formado por CISOs, CIOs, diretores de tecnologia, especialistas em segurança, líderes de risco, compliance e governança — profissionais que enfrentam desafios semelhantes e buscam soluções práticas para fortalecer suas organizações.

Com o prazo de inscrições chegando ao fim, adiar a decisão pode significar perder acesso a um conteúdo de alto nível, conexões estratégicas e insights que podem impactar diretamente a maturidade de segurança da sua empresa.

Se a sua organização depende de dados, tecnologia e confiança — e hoje praticamente todas dependem — o CyberSecurity Forum 2026 é o ambiente certo para se atualizar, trocar experiências e se preparar para os próximos desafios digitais.

Garanta sua inscrição agora e participe das discussões que estão moldando o futuro da cibersegurança no Brasil CLICANDO AQUI   ou pelo WhatApp 11-3138-4619.

Dfns Apresenta Payouts

A Dfns anunciou hoje o lançamento do Payouts, uma nova API que permite às instituições converter stablecoins em moeda fiduciária e encaminhar pagamentos para várias contas bancárias, mantendo a governança e os controles no nível da carteira.

Este comunicado de imprensa inclui multimídia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260305694259/pt/

Convert stablecoins to fiat and settle payouts to bank accounts in 94 countries, today.

Converta stablecoins em moeda fiduciária em contas bancárias em mais de 94 países.

Solucionando o problema das off-ramps de trilho único

Hoje, a maioria das fintechs e instituições ainda conecta um único provedor de pagamentos à sua pilha ou depende de modelos verticalmente integrados que agrupam roteamento, preços, custódia e liquidação. Essa abordagem pode ser conveniente no início, mas cria problemas estruturais em escala: descoberta de preços fraca porque não há pressão competitiva sobre as margens, auditabilidade limitada porque as decisões de roteamento são opacas e fragilidade operacional porque a degradação de um único provedor em qualquer corredor requer intervenção arquitetônica para ser resolvida.

A Dfns Payouts apresenta um modelo diferente. As rampas de saída de stablecoins deixam de ser uma dependência do fornecedor para se tornarem uma infraestrutura programável, em que o roteamento é competitivo e a governança é consistente. Para fintechs, bancos e empresas, as vantagens são tangíveis:

  1. O preço melhora porque os provedores competem por transações, em vez de operarem por trás de uma única margem embutida.
  2. A execução se torna auditável e defensável, já que as decisões de roteamento podem ser avaliadas com base em critérios de custo, velocidade e confiabilidade antes de qualquer assinatura ocorrer.
  3. A resiliência operacional é fortalecida porque o roteamento pode mudar caso um provedor apresente degradação em um corredor, sem exigir migração de carteira ou mudanças na arquitetura.
  4. As off-ramps (rampas de saída) de stablecoins deixam de ser uma dependência de fornecedor e passam a se tornar infraestrutura programável.

Integração inicial com a Borderless.xyz

A integração inicial do Payouts com a Borderless permite a liquidação de stablecoins em moedas fiduciárias em contas bancárias em mais de 94 países e 60 moedas, por meio de uma rede de mais de 14 instituições financeiras licenciadas.

“As stablecoins amadureceram. As off-ramps não”, afirmou Clarisse Hagège, CEO da Dfns. “As instituições não deveriam ter de escolher entre qualidade de execução e governança. Com o Payouts, elas obtêm roteamento programável por baixo e controle institucional na camada da carteira.”

“A orquestração muda a economia dos pagamentos com stablecoins”, afirmou Kevin Lehtiniitty, CEO da Borderless. “Quando os provedores competem por transações, os clientes se beneficiam de melhores preços, maior cobertura e resiliência integrada.”

Disponibilidade

Os pagamentos já estão disponíveis para clientes da Dfns.

  • Para informações adicionais ou para solicitar uma demonstração, acesse dfns.co.
  • Para começar a integrar, acesse app.dfns.io.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Assessoria de imprensa: Marc Baumann / press@dfns.co

Fonte: BUSINESS WIRE

Consultor financeiro 360° ganha espaço no mercado financeiro

Consultor financeiro 360° ganha espaço no mercado financeiro
Consultor financeiro 360° ganha espaço no mercado financeiro

A crescente complexidade das decisões financeiras de famílias e investidores tem ampliado a demanda por profissionais capazes de orientar clientes de forma estratégica. Nesse cenário, carreiras ligadas ao planejamento financeiro e à consultoria patrimonial ganham espaço no mercado.

Um levantamento sobre as profissões em alta no Brasil, divulgado pelo LinkedIn e repercutido pelo portal Educa Mais Brasil, aponta que funções ligadas ao planejamento financeiro e à consultoria de investimentos estão entre as que mais crescem. Esse movimento tem impulsionado novos modelos de atuação profissional no setor, baseados em consultoria financeira integrada e relacionamento de longo prazo com clientes.

Nesse contexto, a Valorizee Consultor 360° promove no dia 21 de março o workshop online "O Novo Consultor Financeiro", que apresenta um modelo de consultoria financeira 360° que integra investimentos, seguros e planejamento financeiro.

Segundo Marcelo Cantiere, sócio da Valorizee Consultor 360°, muitos profissionais do mercado atuam com uma ou poucas soluções financeiras, o que acaba gerando um atendimento fragmentado ao cliente.

"Hoje é comum que investimentos, seguros ou previdência sejam trabalhados separadamente. Quando essas decisões passam a fazer parte de uma estratégia financeira integrada, o valor entregue ao cliente aumenta e o profissional consegue estruturar uma atuação mais completa", afirma.

Integração de soluções financeiras

Profissionais que já atuam com investimentos, seguros, previdência privada, consórcios ou planejamento financeiro podem ampliar a atuação ao integrar essas soluções em uma estratégia única de consultoria.

"O mercado financeiro evoluiu muito nos últimos anos. O cliente não busca apenas um produto financeiro isolado, mas orientação para tomar decisões melhores sobre toda a sua vida financeira", explica Joe Ruas, sócio da Valorizee Consultor 360°.

Autonomia e carreira

A possibilidade de estruturar uma atuação independente também aparece como um dos atrativos desse modelo profissional. Com ferramentas digitais e atendimento remoto, consultores podem atender clientes de diferentes regiões e organizar a própria operação.

"O consultor financeiro estrutura o próprio negócio e mantém relacionamento contínuo com os clientes, mesmo com atendimento remoto. Isso amplia as possibilidades de atuação do profissional", afirma Marcelo Cantiere.

Para Joe Ruas, essa flexibilidade também tem atraído cada vez mais profissionais para a área. "Existe uma busca crescente por autonomia e pela possibilidade de construir uma carreira independente dentro do mercado financeiro. A consultoria estruturada permite organizar essa atuação de forma mais estratégica", avalia.

Workshop

O workshop "O Novo Consultor Financeiro" será realizado online no dia 21 de março, com duração de quatro horas. Durante o evento, serão apresentados os fundamentos do modelo de consultoria financeira 360°, incluindo integração de soluções, posicionamento profissional e estruturação do atendimento ao cliente.

Serviço:

Evento: O Novo Consultor Financeiro
Data: 21 de março de 2026
Horário: das 9h às 13h
Formato: online e ao vivo
Plataforma: Zoom
Valor: R$ 47
Inscrições: https://consultorfinanceiro360.com.br

Assembleia Legislativa de MG homenageia Cartão de TODOS

Assembleia Legislativa de MG homenageia Cartão de TODOS
Assembleia Legislativa de MG homenageia Cartão de TODOS

Na noite da última quinta-feira (26), na capital mineira, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou uma homenagem pelos 25 anos do Cartão de TODOS, reconhecendo a contribuição da instituição para a promoção da saúde e qualidade de vida de seus mais de 20 milhões de clientes.

A honraria concedida pela ALMG foi uma iniciativa do deputado estadual Dr. Jean Freire e foi recebida pelo presidente do Grupo, Altair Vilar, e pela vice-presidente social, Mara Vilar, que representaram todo o ecossistema responsável por construir essa história diariamente: colaboradores, franqueados, parceiros e filiados.

As bodas de prata do Cartão de TODOS consolidaram um modelo de atuação pautado na Administração Solidária e no impacto social, cujo foco é ampliar o acesso à saúde, à educação e a serviços essenciais, além de fomentar o desenvolvimento local e gerar oportunidades em diversas regiões do Brasil.

Trajetória

Desde sua criação, o Cartão de TODOS vem expandindo sua presença para fortalecer uma rede que conecta famílias a serviços de qualidade com valores acessíveis, com o objetivo de contribuir para o bem-estar social.

A homenagem ocorre em razão deste histórico da empresa, que tem como propósito promover inclusão, dignidade e acesso a todos. Antes da solenidade, o presidente da ALMG, Tadeu Leite, recebeu Altair Vilar em seu gabinete.

A cerimônia contou com a presença de franqueados, colaboradores e lideranças do Grupo. Compuseram a mesa diretora: Mila Corrêa da Costa, secretária estadual de Desenvolvimento Econômico; o deputado Dr. Jean Freire; o deputado Prof. Cleiton e o deputado federal Reginaldo Lopes. Também esteve presente Nilmário Miranda, ex-ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil, entre outras autoridades.

Reconhecimento que reforça o propósito

Para o presidente do Grupo, Altair Vilar, a homenagem representa um compromisso renovado com o futuro. "Receber essa homenagem da Assembleia Legislativa de Minas Gerais é uma honra que pertence a cada colaborador, parceiro e filiado que acreditou nesse sonho coletivo. São 25 anos provando que é possível unir gestão profissional e impacto social real. Quando colocamos as pessoas no centro das decisões, transformamos acesso em oportunidade e oportunidade em qualidade de vida. Seguiremos firmes, porque acreditamos que um pouco de cada um faz muito por TODOS", comemora o presidente.

De acordo com Vilar, a celebração dos 25 anos reforça a solidez da instituição e a responsabilidade de continuar evoluindo, ampliando seu alcance e fortalecendo sua missão. Ele avalia que, com a mesma essência que marcou sua origem, o Cartão de TODOS segue construindo os próximos capítulos de sua história com propósito, inovação e compromisso genuíno com as pessoas.

Administração Solidária

O modelo de gestão baseado na Administração Solidária tem sido a força motriz por trás do crescimento das empresas que hoje integram o ecossistema do Grupo TODOS.

A Administração Solidária é um modelo de gestão que visa promover práticas de negócio sustentáveis, valorizando o potencial de colaboradores, parceiros e da própria organização. Esse alinhamento estratégico tem como finalidade fortalecer o desenvolvimento coletivo e impulsionar um círculo de crescimento pessoal e organizacional.

Vilar avalia que esse modelo de negócio se materializa diariamente por meio de uma cultura genuinamente colaborativa e de processos decisórios inclusivos. A participação ativa dos colaboradores nas discussões e decisões que influenciam o trabalho e o futuro da empresa é constantemente estimulada, sendo um reflexo direto de sua política de portas abertas, que incentiva o compartilhamento contínuo de ideias, sugestões e feedbacks.

MPD Engenharia conquista Selo Dourado do Cubo Itaú

MPD Engenharia conquista Selo Dourado do Cubo Itaú
MPD Engenharia conquista Selo Dourado do Cubo Itaú

A MPD Engenharia conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Dourado do Cubo Itaú, ecossistema de inovação que conecta grandes empresas, startups e investidores para o desenvolvimento de soluções tecnológicas e geração de negócios. O reconhecimento é concedido às corporações com maior nível de interação, engajamento e participação ativa na comunidade, considerando presença em iniciativas, participação em eventos, conexões na plataforma e colaboração com a comunidade. Somente neste ano, mais de 70 empresas concorreram à premiação.

Desde 2023, a MPD vem consolidando sua atuação no Cubo Itaú por meio de uma parceria estruturada em inovação aberta, com destaque para sua participação como mantenedora do Cubo Construliving, iniciativa que visa aproximar grandes empresas e startups e impulsionar a transformação digital nos segmentos de construção e habitação.

A conquista ocorre em paralelo ao avanço da estratégia de inovação da companhia. Em 2025, as iniciativas internas de transformação digital e eficiência operacional implementadas pela MPD geraram R$ 1,6 milhão em economia operacional, além de ampliar a eficiência dos processos e fortalecer a tomada de decisão baseada em dados.

Nesse contexto, o Cubo Itaú tem papel relevante. Ao longo do último ano, a MPD manteve contato com dezenas de startups do ecossistema e converteu esse relacionamento em negócios com oito delas. Entre os destaques, está o case com a Liquid.ai, empresa de tecnologia que utiliza inteligência artificial (IA) para apoiar o mercado imobiliário por meio de um novo motor de análise de crédito, capaz de analisar informações financeiras e de crédito para embasar decisões com maior precisão, tornando o processo mais ágil e assertivo, com redução de retrabalho, simplificação da documentação exigida no momento da venda e melhoria da experiência do cliente.

No eixo cultural, a companhia registrou mais de 660 participações de colaboradores, sendo mais de 250 em eventos no Cubo, em 52 iniciativas ligadas à inovação ao longo do ano, além da continuidade de programas estruturantes voltados à disseminação de práticas e ao desenvolvimento de projetos com potencial de geração de valor. Parte dessa agenda inclui também a participação da empresa em iniciativas e conexões promovidas dentro do ambiente do Cubo.

Para Caroline Abreu, gerente de Inovação & Tecnologia, Qualidade & Meio Ambiente da MPD Engenharia, o reconhecimento reflete a consolidação de uma estratégia transversal. "A inovação hoje está integrada à forma como a MPD planeja, executa e evolui seus projetos. O reconhecimento do Cubo Itaú pelo terceiro ano consecutivo demonstra a consistência dessa jornada e nossa capacidade de transformar tecnologia, dados, cultura e parcerias em ganhos reais de eficiência, competitividade e qualidade", destaca.

Com a nova certificação, a MPD reforça seu posicionamento no ecossistema de inovação da construção civil e segue ampliando parcerias estratégicas voltadas à digitalização e evolução dos processos construtivos.

Número de mulheres que cursam tecnologia triplica em 15 anos

Número de mulheres que cursam tecnologia triplica em 15 anos
Número de mulheres que cursam tecnologia triplica em 15 anos

O número de mulheres que se matricularam em cursos de graduação em tecnologia mais do que triplicou nos últimos quinze anos. É o que mostra um estudo inédito da Unico Skill com base em dados do Censo da Educação Superior 2025, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No período, as matrículas de estudantes do sexo feminino tiveram um salto de 220%, passando de 48.096 em 2010 para 153.931 em 2024. No mesmo período, o número de matrículas de homens teve alta de 161% (de 247.161 para 646.291). Nenhuma outra área de conhecimento registrou crescimento tão grande no período.

A análise revela que o maior aumento anual da participação feminina em cursos de tecnologia foi registrado em 2022, quando as matrículas subiram 41%. "Essa é uma tendência recente puxada principalmente pelo boom da inteligência artificial", afirma Thaís Azevedo, CMO da Unico Skill, empresa criadora do primeiro benefício educação ilimitado do país e responsável pelo levantamento. "Na década passada, houve uma redução do interesse de mulheres por tecnologia, com quedas de matrículas por cinco anos consecutivos. O cenário começou a mudar de forma sutil em 2017, acelerando de vez a partir de 2020, quando a IA começou a dar os primeiros passos. Desde então, o crescimento vem sendo robusto, sempre na casa de dois dígitos", complementa.

Segundo Thaís, "a tecnologia deixou de ser vista como uma área restrita a especialistas e passou a ser percebida como uma competência essencial para o futuro do trabalho. Isso tem atraído um número crescente de mulheres para cursos ligados à área". Atualmente, 19% dos estudantes de cursos de graduação em tecnologia são mulheres, a maior proporção da série histórica.

Incentivo à formação de mulheres

O interesse das mulheres por tecnologia é ainda maior entre profissionais que já estão no mercado de trabalho. Elas representam 40% de todos os brasileiros que fazem graduação, pós, especializações ou cursos livres em tecnologia por meio do benefício de educação ilimitado da Unico Skill, oferecido por mais de 100 empresas, como Bradesco, Pague Menos, Bayer, Nestlé, BMG, BV, entre outras. O número é mais que o dobro do registrado no Censo do Inep.

Ainda de acordo com Azevedo, a diferença se explica pelo fato de que a formação em tecnologia hoje não depende apenas da graduação tradicional. "Existem diversas portas de entrada para se trabalhar com tecnologia, como cursos livres, especializações e formações mais curtas. Esses formatos tornam a área mais acessível e permitem que muitas mulheres desenvolvam competências digitais sem necessariamente seguir uma graduação específica", pontua.

Além disso, Thaís ressalta que o incentivo de empresas no desenvolvimento profissional de mulheres é fundamental. "Programas de incentivo à educação dentro das empresas ajudam a remover barreiras que muitas mulheres enfrentam ao buscar formação em áreas como tecnologia. Quando a empresa apoia esse processo, contribui diretamente para ampliar a presença feminina em setores estratégicos", frisa a especialista.

Sobre a Unico Skill

A Unico Skill é uma empresa brasileira que busca democratizar o conhecimento no ambiente corporativo, fornecendo educação ilimitada como benefício corporativo a funcionários de empresas e seus dependentes. A plataforma conecta empresas, trabalhadores e algumas das melhores instituições de ensino do Brasil e do exterior, como Insper, Mackenzie, Estácio, Harvard, Cambridge, Columbia, Fundação Dom Cabral, Coursera, CNA, entre outras.

Atualmente, o benefício educação do Unico Skill está em mais de 100 empresas, como Bradesco, Bayer, Nestlé, Heineken, Ypê, Farmácia Pague Menos, BMG, banco BV e outras, que somam mais de 200 mil colaboradores.

Ikesaki inaugura atacarejo de beleza em São Miguel Paulista

Ikesaki inaugura atacarejo de beleza em São Miguel Paulista
Ikesaki inaugura atacarejo de beleza em São Miguel Paulista

A Ikesaki reinaugura no dia 7 de março, à 10h, sua unidade de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, apresentando um novo modelo de operação no formato atacarejo de beleza, que passa a oferecer preço de atacado a partir de duas unidades por produto. A iniciativa marca uma nova fase da rede na região e tem como objetivo facilitar a reposição de estoque para profissionais da beleza, como cabeleireiros, manicures e barbeiros, além de ampliar o acesso do consumidor final a preços mais competitivos.

A cerimônia de inauguração contará com ativações, distribuição de brindes para os primeiros clientes, experiências de beleza gratuitas dentro da loja e a presença de produtores de conteúdo da região. O evento também terá a participação do artista plástico Chuck Gomes, morador de São Miguel Paulista, conhecido por trabalhos voltados à valorização da identidade local, e do subprefeito Divaldo Rosa, que participa do ato oficial de abertura.

“Além das ações do dia inaugural, a unidade dará início, a partir de 9 de março, a uma agenda estruturada de cursos e workshops gratuitos, com vagas limitadas e foco em capacitação técnica e gestão de negócios para profissionais do setor”, explica Vladimir Bastidas, diretor educacional da Ikesaki.

No Auditório A, com capacidade para 100 pessoas, das 10h às 14h, o profissional André Marques, representante da PRO-ART, ministrará workshop de especialização em tranças. A proposta é apresentar técnicas atualizadas, tendências de mercado e possibilidades de ampliação de portfólio de serviços para cabeleireiros que desejam agregar valor ao atendimento.

No Auditório B, com 30 lugares, das 10h às 12h, será realizado workshop da Mundial Impala, conduzido pela palestrante Isis Pacheco. O conteúdo será direcionado especialmente a manicures e profissionais de nail design, com foco em estratégias para aumento de lucro, gestão de agenda, formação de preço e elevação do ticket médio por cliente.

Já no Auditório C, com capacidade para 50 participantes, das 10h às 14h, o especialista em química Evanildo Aguiar apresentará técnicas de alisamento americano masculino pela Lizan Cosméticos, marcando o lançamento da marca na unidade. Na sequência, a profissional Liesley Sathlers realizará demonstração prática de técnicas de corte e penteado, ampliando o conteúdo técnico oferecido aos participantes.

Segundo a empresa, a iniciativa integra a estratégia de fortalecimento da atuação educacional da rede, promovendo qualificação contínua e estímulo ao empreendedorismo local. Após a inauguração, a programação mensal de cursos ficará disponível no site educacional da marca.

Seguro de moto: coberturas e preço orientam busca na web

Seguro de moto: coberturas e preço orientam busca na web
Seguro de moto: coberturas e preço orientam busca na web

A decisão de contratar seguro de moto costuma começar por pesquisas como "cotação seguro de moto", "seguro roubo e furto", "seguro completo", "seguro para terceiros", "assistência 24 horas", "franquia" e "indenização". Em guias de orientação ao consumidor, os portais Seguroauto.org e Smartia descrevem que o comparativo entre propostas é uma etapa central para alinhar o nível de proteção ao orçamento e ao risco associado ao uso diário da motocicleta.

No material do SeguroAuto.org, o seguro de moto é apresentado como um contrato entre proprietário e seguradora, no qual a empresa se compromete a indenizar ou prestar assistência em eventos previstos em apólice. Entre as situações citadas como coberturas comuns estão roubo ou furto, colisões, perda total, danos a terceiros e assistência 24 horas, itens que variam conforme o plano e as condições contratadas.

A orientação para "comparar" aparece associada ao fato de que a cotação não depende apenas do modelo da moto, mas de variáveis do condutor e do contexto de circulação. O SeguroAuto.org descreve que, na etapa de cotação, seguradoras costumam solicitar informações como modelo e ano, CEP, idade do condutor e histórico de direção, e que depois realizam análise de risco considerando, por exemplo, índice de roubo na região, tipo de uso e valor do veículo.

No tema "preço do seguro de moto", as faixas apresentadas pelos guias variam conforme o recorte adotado e o conjunto de coberturas. O SeguroAuto.org menciona como referência média valores estimados entre R$ 400 e R$ 2.500 ao ano, ressaltando que o custo pode subir ou cair de acordo com o perfil do motociclista. Já a Smartia registra que o preço pode variar entre R$ 600 e R$ 3.000 ao ano, também condicionado a fatores como perfil e localidade.

Além das faixas, a Smartia inclui exemplos de valores médios por cenário (cilindrada, idade e tipo de cidade) e enfatiza que as cifras são estimativas, pois cada seguradora utiliza critérios próprios para precificação e aceitação do risco. Na prática, a recomendação é observar se a comparação está sendo feita com o mesmo nível de cobertura e com as mesmas condições de franquia e assistência, para evitar "comparar propostas diferentes como se fossem iguais".

A diferença entre contratar cobertura mais ampla e optar por modalidades mais restritas é um dos pontos que mais interfere na percepção de custo-benefício. O SeguroAuto.org descreve a cobertura contra roubo e furto como uma das mais procuradas e afirma que, quando a moto não é recuperada, a indenização costuma seguir o valor de mercado, frequentemente referenciado pela Tabela FIPE, conforme previsto em apólice. A Smartia, ao tratar de comparação, também diferencia cenários de cobertura mais completa e opções intermediárias que combinam roubo com outras proteções.

O tema franquia aparece como variável técnica que afeta tanto o preço do seguro quanto o desembolso do segurado em determinados sinistros. No guia da Economize ON (empresa que simula seguros de moto), a franquia é tratada como "ferramenta financeira" na estrutura da apólice, e o portal recomenda avaliar se o valor é compatível com a capacidade de pagamento do motociclista em caso de necessidade de reparo. O mesmo material define "seguro barato" não como o menor preço disponível, mas como uma combinação de custo proporcional ao valor da moto, cobertura adequada ao risco real e franquia compatível com o orçamento.

A Economize ON também lista fatores que influenciam diretamente a precificação, incluindo idade do condutor, tempo de habilitação, CEP, modelo da moto, uso comercial ou particular e histórico de sinistro. Em outro trecho, o guia indica que cilindrada e região tendem a afetar o prêmio e cita, como referência, faixas estimadas por categoria de moto e observações sobre a influência de capitais no preço, sempre condicionadas ao perfil analisado e às regras de cada seguradora.

Por fim, a Smartia apresenta uma simulação hipotética para ilustrar como a comparação pode impactar o valor anual entre opções de seguradoras e modalidades distintas (por exemplo, completa versus combinações com roubo e terceiros), reforçando que a diferença final depende do cruzamento entre perfil, cidade, tipo de moto e coberturas contratadas. Nesse cenário, os guias convergem na recomendação de checar, antes da contratação, quais riscos são mais relevantes para o motociclista e como eles estão descritos nas condições da apólice.

STF julgará pejotização e define regras para empresas com PJ

STF julgará pejotização e define regras para empresas com PJ
STF julgará pejotização e define regras para empresas com PJ

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma em 2026 o julgamento do Tema 1389, que discute a licitude da contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) e estabelecerá, com efeito vinculante, os critérios de validade desses contratos para todos os tribunais do país. Desde abril de 2025, quando o ministro Gilmar Mendes determinou a suspensão nacional dos processos, cerca de 50 mil ações trabalhistas relacionadas à pejotização aguardam o desfecho do julgamento. Em fevereiro de 2026, a Procuradoria-Geral da República apresentou parecer favorável à constitucionalidade da contratação por formas alternativas à relação de emprego, reforçando a tendência de validação do modelo.

Para as empresas que contratam prestadores PJ, a discussão vai além do desfecho jurídico. Levantamento da Managefy com 300 empresas contratantes identificou que 93% delas apresentam ao menos um problema documental crítico: contrato sem escopo definido, registro de entregas inexistente ou pagamento desvinculado da nota fiscal do prestador — os mesmos critérios que a decisão do STF passará a exigir. Para um panorama completo dos pontos de atenção por perfil de empresa, a análise sobre a nova lei trabalhista e o modelo PJ detalha os impactos do Tema 1389 na operação.

Impacto financeiro das reclamações trabalhistas

O reconhecimento judicial de vínculo empregatício em contratos PJ gera passivo que inclui direitos retroativos ao período integral do contrato: férias, 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), horas extras e aviso prévio. Para um prestador com contrato de dois anos e remuneração mensal de R$ 8 mil, a condenação pode superar R$ 200 mil, sem incluir honorários advocatícios. Segundo a Nota Técnica SEI nº 3025/2025 da Secretaria de Inspeção do Trabalho, citada pela Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) na audiência pública do STF, a pejotização sem critério gerou evasão estimada em R$ 61,42 bilhões em contribuições previdenciárias entre janeiro de 2022 e outubro de 2024.

O volume de litígios em curso evidencia a dimensão do problema. Segundo o Ministério Público do Trabalho, de 2020 a março de 2025, foram ajuizadas 1,2 milhão de reclamações trabalhistas relacionadas à terceirização e pejotização no país. Com a suspensão dos processos em vigor, esse estoque retomará o andamento após o julgamento do Tema 1389, com efeito imediato sobre empresas cujos contratos não atendam aos critérios estabelecidos pelo STF.

O que realmente caracteriza vínculo empregatício

Otavio Calvet, juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1/RJ) e expositor na audiência pública do STF, defendeu que a vontade do trabalhador deve ser considerada na análise do vínculo empregatício. Para Calvet, mesmo que elementos como subordinação e habitualidade estejam presentes, um profissional hipersuficiente pode optar legitimamente pelo regime PJ — e essa escolha deve ser respeitada pela Justiça. O argumento revisa o entendimento tradicional, que trata esses elementos como suficientes para caracterizar vínculo de forma automática.

Na visão do juiz, o elemento determinante para configurar fraude é a combinação de subordinação direta com dependência econômica: o prestador sem alternativas, sem outros clientes e sem liberdade real de recusar demandas. O STF já sinalizou esse entendimento ao validar a resistência de um juiz trabalhista que se recusou a suspender processo em que a prestadora não possuía contrato escrito e recebia remuneração próxima ao salário mínimo — demonstrando que contratos sem documentação adequada permanecem vulneráveis independentemente da suspensão geral dos processos.

Na avaliação de Fábio Rodrigues, fundador e CEO da Managefy, com 22 anos de experiência em consultoria estratégica e passagem pela EY, outro equívoco frequente nos times de RH é evitar a concessão de benefícios a prestadores PJ por receio de caracterizar vínculo. "Plano de saúde, auxílio home office, acesso a ferramentas — nada disso cria vínculo por si só. O que cria vínculo é impor o benefício sem que o prestador tenha escolha. Se está previsto em contrato e o PJ pode recusar, é gestão profissional. Não é Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) disfarçada", afirma o especialista, com base em mais de 300 empresas acompanhadas.

Documentação como fator de proteção jurídica

Com base em mais de 300 empresas acompanhadas, Rodrigues indica três elementos documentais como essenciais para empresas que contratam prestadores PJ. O primeiro é o contrato com escopo e prazo definidos, sem cláusulas que indiquem horário fixo, exclusividade ou dependência direta do contratante. O segundo é o registro formal das entregas aprovadas, com histórico que demonstre resultado entregue em vez de presença no local de trabalho. O terceiro é o pagamento vinculado à nota fiscal emitida pelo prestador, comprovando que o valor seguiu o faturamento do profissional e não uma lógica de salário fixo mensal. Uma visão completa das rotinas que sustentam essa estrutura está no guia de gestão de prestadores PJ para empresas.

"O STF vai validar o modelo PJ. O que não vai validar é relação profissional mal feita. As regras vão existir, o critério vai ser universal. Para quem tiver compliance em ordem, o risco jurídico some. Para quem não tiver, a janela que existe hoje vai fechar", ressalta Rodrigues. O Tema 1389 não tem data definida para julgamento, mas especialistas apontam que a decisão deve ocorrer antes das eleições de 2026.

Para saber mais, basta acessar o site da Managefy: https://www.managefy.com.br

Leapfone leva assinatura de smartphones ao B2B e reduz custos em até 2,5x

A Leapfone vive um novo momento. Fundada em 2021, a startup amplia sua atuação no mercado corporativo e estrutura uma estratégia voltada ao B2B que vai além da oferta de smartphones por assinatura. O movimento acompanha mudanças no ambiente empresarial, no qual mobilidade, eficiência operacional e controle de custos passaram a ocupar posição mais relevante na tomada de decisão.

Com uma base já consolidada no B2C, que reúne mais de cinco mil membros e uma lista de espera superior a 200 mil pessoas, a Leapfone leva para o universo corporativo o know-how acumulado em logística, tecnologia, experiência do usuário e gestão do ciclo de vida dos aparelhos. Em apenas um ano de operação estruturada no B2B, a empresa já atende mais de 50 companhias de diferentes setores, um indicativo de demanda por esse tipo de solução, especialmente entre organizações de maior porte.

O foco está em empresas com mais de 500 colaboradores. Nessas estruturas, o time de tecnologia precisa lidar com compras recorrentes, controle manual de inventário, reposições emergenciais, obsolescência rápida e riscos constantes de perda, roubo ou danos. “A proposta da Leapfone é assumir toda essa complexidade em um modelo único de assinatura que inclui aparelhos novos ou seminovos, seguros, acessórios, logística, reposição rápida e uma plataforma digital que centraliza contratos, dispositivos e relatórios”, explica Stephanie Peart, diretora-geral da Leapfone.

O impacto é direto no caixa e na operação. “Ao substituir a compra tradicional por um modelo 100% operacional, as empresas preservam capital, ganham previsibilidade financeira e reduzem o custo total de propriedade, que pode ser até 2,5 vezes menor do que no modelo convencional”, diz. Para companhias no regime de Lucro Real, há ainda o potencial benefício fiscal, já que a assinatura pode ser deduzida como despesa operacional. Além da redução de custos, o modelo altera a dinâmica da área de TI, que deixa de atuar na gestão de ativos para se dedicar a projetos estratégicos.

Esse avanço também dialoga com uma agenda cada vez mais presente nas grandes corporações, que é a da sustentabilidade. A Leapfone opera com logística circular, renovando aparelhos, ampliando sua vida útil e reduzindo o descarte prematuro de eletrônicos. O smartphone passa a integrar um ciclo planejado, com atualização periódica e reaproveitamento dos aparelhos, dentro de um modelo de gestão que também considera aspectos ambientais e operacionais.

Hoje, o Brasil já conta com cerca de 502 milhões de dispositivos digitais em uso, o equivalente a 2,4 equipamentos por habitante, segundo a pesquisa anual do FGVcia. Desse total, são aproximadamente 272 milhões de smartphones ativos, o que significa mais de um celular por pessoa. O consumo de tecnologia permanece alto, mas a relação com o dispositivo mudou. Em vez de comprar menos, o brasileiro busca formas mais inteligentes de acessar aquilo que já faz parte da sua rotina.

“Nosso papel é tirar da empresa o peso de gerenciar um ativo que envelhece rápido, custa caro e consome tempo operacional. Quando a tecnologia deixa de ser um problema e passa a funcionar como serviço, o negócio ganha agilidade, eficiência e clareza financeira”, afirma Peart.

Ao estruturar produtos, tecnologia e estratégia comercial voltados ao mercado corporativo, a startup posiciona o B2B como uma das frentes de atuação da empresa. “A ambição é ocupar um espaço ainda pouco explorado no Brasil, no qual a mobilidade corporativa costuma ser tratada como custo invisível, e não como alavanca de produtividade. Ao reposicionar o smartphone dentro das empresas, a Leapfone aponta para um futuro em que conectividade, controle e eficiência caminham juntos, transformando a relação entre pessoas, tecnologia e negócio”, finaliza a diretora.

Trevo do Catuaí favorece comércio e logística em Maringá

Trevo do Catuaí favorece comércio e logística em Maringá
Trevo do Catuaí favorece comércio e logística em Maringá

A inauguração do novo viaduto do Trevo do Catuaí, em frente ao atacarejo VemKiTem, em Maringá, marcou uma virada estratégica na mobilidade urbana da cidade e projetou a região como um dos principais corredores logísticos e comerciais do Norte do Paraná. A obra reduziu gargalos históricos da Avenida Colombo e fortaleceu o papel da cidade como polo regional de negócios, beneficiando diretamente empresas, empreendedores e consumidores.

Em um dos pontos mais movimentados da malha viária de Maringá, a nova interseção em desnível substituiu a antiga rotatória do Trevo do Catuaí e conectou os fluxos da BR-376 e da PR-317. Com investimento de aproximadamente R$ 50 milhões, a obra foi oficialmente inaugurada em cerimônia conduzida pelo governador Ratinho Junior, no último dia 5 de março.

A intervenção viária eliminou semáforos temporários, reduziu desvios e devolveu fluidez ao tráfego em uma área estratégica para o comércio atacadista e varejista. O impacto já é percebido por empresas instaladas no entorno, como o VemKiTem Atacarejo, que teve os acessos restabelecidos com a liberação das novas pistas.

Segundo Marcos Lima, diretor-executivo nacional do VemKiTem, a obra favorece o modelo de expansão da rede, baseado na proximidade com grandes eixos urbanos e logísticos. "Mobilidade está no coração da nossa estratégia. Estar em um power center urbano, conectado a grandes rotas regionais, reforça nosso papel no desenvolvimento local e no apoio a comerciantes, produtores e empreendedores que buscam crescer com eficiência e melhor gestão de seus negócios", destaca.

A Avenida Colombo é uma das principais portas de entrada de Maringá e atende a cidades do entorno que dependem da capital regional para abastecimento e serviços. Com a nova estrutura, o trecho passou a operar como um corredor de negócios mais competitivo, beneficiando empresas como o VemKiTem Atacarejo, o Assaí Atacadista e o Shopping Catuaí Maringá.

Na prática, a mudança representa ganho direto para o consumidor e para quem utiliza o atacarejo como ponto de reposição de estoque. "Antes, o cliente chegava a perder mais de 30 minutos parado no trânsito e precisava rodar até cinco quilômetros a mais por causa dos desvios. Agora, ele chega direto, sem congestionamento e sem perda de tempo", explica Vicente Gouveia, gerente da unidade VemKiTem Maringá.

De acordo com ele, a empresa prepara uma nova fase de comunicação e relacionamento com o público, batizada de "Novos Caminhos", que destaca a agilidade no acesso à loja e reforça o foco nos clientes PJ e empreendedores da região. "Vamos intensificar campanhas mostrando que agora o cliente chega rápido, compra rápido e volta ao negócio dele sem perda de tempo. Isso é decisivo para quem atua no comércio", ressalta.

Além da melhoria no fluxo urbano, a empresa pretende aproveitar o novo momento da região para fortalecer iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico, como o projeto Circuito Empreendedor, que reunirá comerciantes, produtores e gestores públicos para apresentar oportunidades de negócios e estimular a economia local.

Para Marcos Lima, a inauguração do viaduto simboliza a integração entre infraestrutura pública e crescimento privado. "Essa via é uma rota natural de negócios do Norte do Paraná. Estar inserido nesse contexto nos permite participar do desenvolvimento regional e reforça nosso sentimento de pertencimento a Maringá e ao estado", enfatiza.

Com a entrega do Trevo do Catuaí, a expectativa é que a região se consolide como um dos principais eixos de circulação econômica do interior do Paraná, ampliando o alcance de empresas locais e fortalecendo Maringá como centro logístico e comercial estratégico da região.

Doença renal pode ser importante causa de morte até 2040

Doença renal pode ser importante causa de morte até 2040
Doença renal pode ser importante causa de morte até 2040

Com a aproximação do Dia Mundial do Rim, celebrado em 12 de março, a comunidade médica volta os olhos para uma ameaça que cresce de forma silenciosa: a Doença Renal Crônica (DRC) já é uma das principais causas de morte no mundo e, segundo análises do Global Burden of Disease, coordenado pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), pode se tornar a quinta maior causa de óbitos globais até 2040.

O avanço está diretamente associado ao aumento da hipertensão, do diabetes, da obesidade e ao envelhecimento da população; fatores que vêm crescendo de maneira consistente no Brasil. Hoje, estima-se que milhões de brasileiros convivam com algum grau de perda da função renal sem saber. Dados internacionais indicam que até 90% dos pacientes nos estágios iniciais desconhecem o diagnóstico.

Quando descoberta tardiamente, a doença pode evoluir para a necessidade de terapia renal substitutiva (diálise ou transplante). Segundo o Censo 2024 da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), cerca de 172 mil pessoas realizam diálise no país, com mais de 50 mil novos pacientes iniciando tratamento a cada ano.

Para o médico nefrologista Bruno Zawadzki, vice-presidente médico da DaVita, hoje a maior rede de clínicas de diálise do Brasil e parceira do Sistema Único de Saúde (SUS), o grande desafio da doença renal está muito antes da sala de hemodiálise.

"A doença renal não começa na máquina. Ela começa anos antes, silenciosa, muitas vezes em um paciente diabético ou hipertenso que não faz exames simples, como dosagem de creatinina no sangue e pesquisa de proteína na urina", afirma o médico nefrologista. "Quando o diagnóstico vem cedo, conseguimos retardar a progressão, preparar o paciente com segurança e, em muitos casos, evitar complicações graves. A informação transforma o desfecho", destaca Zawadzki.

Doença renal e maternidade
A história de Amanda Lima ilustra esse percurso e também a possibilidade de recomeço. Paciente da DaVita na unidade de Botafogo, no Rio de Janeiro, Amanda, hoje com 39 anos, convive com a doença renal crônica desde a infância. Aos 8 anos, uma hipertensão descoberta tardiamente levou à perda de um dos rins. Veio então o primeiro grande capítulo de superação: o transplante, com um rim doado pela própria mãe. Anos depois, já adulta, perdeu a função do rim transplantado e precisou iniciar a hemodiálise. O impacto foi inevitável. "Você acha que o mundo para", lembra. Mas não parou.

Aos 35 anos, casada, decidiu engravidar. Um projeto que exigia planejamento rigoroso, acompanhamento intensivo e disciplina. Durante os nove meses de gestação, fez hemodiálise de segunda a sexta-feira, três horas por dia, sem falhas.

"Eu segui tudo à risca. Fiz mais sessões, me cuidei, tive o apoio integral da equipe da clínica. Eles vibravam comigo a cada exame", conta Amanda. O esforço valeu a pena: a filha nasceu saudável, de parto normal. "Foi o momento mais emocionante da minha vida. Eu aprendi que quanto mais diálise a gente faz, mais qualidade e mais tempo de vida a gente ganha. A doença não me impediu de ser mãe", relata.

Para Zawadzki, histórias como a de Amanda ajudam a mudar a narrativa em torno da doença renal crônica. "A hemodiálise não é um fim. É um tratamento que permite que o paciente continue vivendo, trabalhando, realizando sonhos. O que precisamos é garantir diagnóstico precoce, acesso e acompanhamento adequado", pontua.

Em um país em que milhares de brasileiros ainda descobrem a doença renal em estágio avançado, casos como o de Amanda mostram que, com tratamento e suporte, o que poderia ser encerramento pode, na verdade, ser recomeço.

Diagnóstico precoce é estratégico para o sistema de saúde
Exames simples e de baixo custo, como dosagem de creatinina no sangue, cálculo da taxa de filtração glomerular e pesquisa de proteína na urina, são suficientes para detectar a doença em fases iniciais. O médico Bruno Zawadzki recomenda que pessoas com diabetes, hipertensão, histórico familiar de doença renal, doenças cardiovasculares ou idade acima de 60 anos realizem avaliação anual da função renal.

Além do impacto clínico, o diagnóstico tardio tem consequência econômica. Pacientes que iniciam diálise em caráter de urgência apresentam maior risco de internações e complicações, aumentando os custos assistenciais. "A discussão sobre doença renal precisa sair do estágio terminal e avançar para uma lógica de linha de cuidado. É possível atuar desde a prevenção até o transplante, com acompanhamento estruturado e protocolos baseados em evidência", reforça o médico nefrologista Bruno Zawadzki.

O economista Wilson Ferreira, 67 anos, aposentado e casado, faz hemodiálise há 22 anos. Apesar disso, mantém uma vida ativa: pratica esportes e cumpre rigorosamente o tratamento. "Comecei em São Paulo, em junho de 2003. Me aposentei e voltei para o Rio, minha cidade natal. Aqui eu faço o tratamento em uma clínica perto de casa, levo dez minutos andando. Três vezes por semana, quatro horas por dia; tenho uma rotina cheia. Eu nado mais de 1 km em piscina e no mar. Sou grato por fazer hemodiálise porque me mantém vivo. As pessoas ficam assustadas quando sabem que eu sou paciente renal crônico. Minha meta é chegar aos 85 anos fazendo diálise", compartilha ele.

"Quero ser o paciente que dialisou por mais tempo no Brasil. Prefiro ir à clínica para me cuidar, conheço a diálise peritoneal, mas prefiro o cuidado profissional para isso. O único problema é a busca dos meus remédios em um posto distante de casa. Depois de uma rotina cansativa como a da diálise, ter que ficar aguardando remédio num ambiente caótico é muito ruim", conta o aposentado.

ÚLTIMOS 10 PODCASTS

Últimas Notícias

Translate »