São Paulo 17/2/2021 – Rede especializada na área de comercialização de crédito vê grande aumento na concessão de crédito on-line, num mercado aquecido

O mundo precisou se reinventar em razão da COVID-19. A necessidade do isolamento social fez com que muitas atividades, antes impensáveis de serem realizadas remotamente, passassem a ter, como única alternativa, a modalidade on-line. Da entrega de produtos por drones à telemedicina, muitas empresas tiveram de se reinventar e flexibilizar seus processos para sobreviver e atender a demanda neste “novo normal”. 

Segundo pesquisa do Sebrae, 31% das empresas mudaram a forma de funcionamento para se adaptar e manter o faturamento. Esse índice equivale a 5,3 milhões de pequenas empresas no Brasil. Ainda segundo o levantamento, entre as empresas que continuaram funcionando, 41,9% passaram a realizar entregas via atendimento online; outras 41,2% começaram a trabalhar com horário reduzido; e 21,6% estão realizando trabalho remoto.

Um dos setores que vem se destacando como protagonista nessa transição do off-line para o on-line é o da correspondência bancária. Considerada uma atividade de intermediação, pautada pela oferta de produtos e serviços de instituições financeiras aos clientes finais, ela precisou se adaptar de maneira célere, pautada na desburocratização e na implementação de processos digitais de ponta a ponta: da oferta, via marketing digital, à contratação e efetivação dos serviços, sem a necessidade de reunião presencial ou qualquer envio de documentos físicos.

Segundo a CEO da Wowe, empresa especializada nesse segmento, Ana Paula Ferreira, o mapeamento para a transformação digital dos processos, por parte da empresa, já vinha sendo feito há 12 meses e estava em fase final de testes, quando, então, chegou a pandemia. “Levamos todo o nosso know-how na oferta de seguros, crédito, consórcios, abertura de conta corrente para identificar novas formas de captação de clientes, de oferta dos produtos e serviços e de efetivação da contratação, tudo de maneira digital”, comenta a executiva.

Além disso, Ana explica que percebeu que tinha em mãos uma modalidade de negócio totalmente inovadora. “Optamos, então, por lançar a primeira rede de franquias de correspondência bancária 100% on-line, atendendo a demanda tanto de empreendedores, ávidos por negócios disruptivos diante desse novo cenário, quanto dos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, carentes de atendimento especializado e personalizado às suas necessidades e realidade, por estarem privados não só do comparativo das ofertas das instituições, mas também de poderem sair para resolver essas questões burocráticas”, explica a executiva.

De março de 2020 para cá, a Wowe já realizou cerca de 100  mil atendimentos, via Whatsapp, SMS, Facebook, entre outros meios, o que aponta o sucesso da operação na nova modalidade. “Nossa expectativa é ampliar a oferta dos nossos serviços por meio das franquias, viabilizando um crescimento, em rede de, pelo menos, 100% em vendas até o final de 2022, quando teremos 50 unidades”, finalizar Ana.

Após 15 anos gerenciando call center na área de telecomunicação, Ana Paula Ferreira decidiu ingressar, em 2017, no mercado de correspondência bancária. Em três anos, implementou sua expertise adquirida no call center neste segmento, inovando o modus operandi dos correspondentes bancários no país, passando a ofertar esse atendimento de maneira 100% digital e exclusivamente remoto. Atualmente a empresa comercializa cerca de R$ 70 milhões de crédito ao ano e, em 2020, iniciou a formatação do negócio para o sistema de franchising, lançado, agora, oficialmente ao mercado.Correspondente bancário online desponta durante a pandemia

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