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Segundo dados, setor de segurança eletrônica aponta possível crescimento em 2021

Curitiba, PR 9/8/2021 – Dados do Sistema de Informações Criminais registraram cerca de 12 mil assaltos em casas e condomínios no ano de 2019. Para aumentar a segurança, portarias remotas podem se tornar tendência neste ano

O Sistema de Informações Criminais, por meio da Lei de Acesso à Informação, divulgou em 2019 o número de furtos e roubos em casas e condomínios no Brasil, foram registrados mais de 12 mil casos. Tendo isso em vista, a procura por soluções tecnológicas voltadas à segurança também aumentou.

Segundo dados divulgados pela Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), em decorrência do elevado número de assaltos, o setor de segurança eletrônica cresceu em 13% no Brasil em 2020. De acordo com o estudo, houve investimento alto em empresas de segurança, pois a procura por dispositivos inteligentes, como as portarias remotas, aumentou significativamente.

No final de 2020, a Abese divulgou ainda um e-book indicando as tendências de mercado para 2021. A previsão é de que, ainda neste ano, ocorra um crescimento acima de 16% no setor. Além disso, por conta da retomada econômica, 60% das empresas esperam contratar novos profissionais.

Tecnologia e segurança

Atualmente, a segurança tem se tornado um ponto importante ao buscar por moradia. Um dos fatores que podem explicar isso é o aumento da taxa de roubos em condomínios no país. No estado de São Paulo, por exemplo, foram mais de 7.800 casos em 2019, de acordo com o Sistema de Informações Criminais.

Nesse contexto, a portaria remota, ferramenta que permite o atendimento em condomínios e empresas à distância, virou uma opção. Apesar da tecnologia ser relativamente nova no mercado, a busca pelo serviço cresceu cerca de 20% em 2020, segundo a Abese.

Para Cássio Kienen, diretor da Folk, empresa especialista em portarias remotas, essa tecnologia pode auxiliar na diminuição de assaltos e invasões, já que não há a necessidade de ter um profissional presente no local realizando a vigilância. “Durante a noite o risco de o porteiro ser rendido pode ser grande, mas ao optar por essa tecnologia, a taxa de invasões em condomínios tende a diminuir. Porque o profissional que fará o controle de entrada e saída ficará num local protegido realizando o monitoramento”, afirma.

Segundo a Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança, o Brasil tem cerca de 180 mil condomínios, sendo 50 mil só em São Paulo. No e-book divulgado, a Abese estimou que duas mil portarias já são atendidas remotamente. Com esses dados é possível perceber o potencial do mercado, que vem crescendo consideravelmente.

Fábio Kienen, também diretor da Folk, conta que esse é um setor muito promissor. “O segmento de portarias remotas está em constante crescimento no mercado, é uma tecnologia que visa melhorar os processos e otimizar os recursos. A nossa expectativa é que o serviço cresça mais de 30% ainda neste ano, principalmente por conta da retomada econômica no pós-pandemia”, conclui Fábio.

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