Diante da crise do coronavírus, muita coisa mudou nas relações de trabalho e no modo de viver. A quarentena fez com que empresas se adaptassem ao home office e o aumento dos cuidados com a higiene no combate à disseminação do vírus também trouxe novos comportamentos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em meio a tantas diferenças na rotina, as inovações têm auxiliado empresas e pessoas em questão de saúde e segurança de dados. Principalmente para àqueles que precisam continuar trabalhando, como os profissionais de saúde e empresas de serviços essenciais.

Uma solução instalada em aeroportos, hospitais, e demais locais com muita circulação de pessoas é a câmera termográfica. A função principal deste equipamento é medir a temperatura das pessoas, mesmo que elas estejam com máscara de proteção.

Esse tipo de câmera consegue fazer o reconhecimento dos sintomas e emitir um sinal de emergência, personalizado por luz ou som, caso essa pessoa esteja com febre.

“A câmera é uma forma de prevenção que identifica com precisão se a pessoa está com febre, um dos sintomas da Covid-19. Se houver a instalação em todos os aeroportos e rodoviárias do país, por exemplo, além de reconhecer a doença é possível também ter um panorama em tempo real dos cidadãos que circulam com a temperatura do corpo acima da média. Também é possível identificar os fluxos migratórios das pessoas com febre. Desta forma, é possível estimar em tempo real um mapa de como está o espalhamento da pandemia no país. Para fundamentar as decisões governamentais e ajudar na melhora do cenário sanitário e econômico do país, isto é muito importante”, explica Leandro Kuhn, CEO da L8 Group.

Outra tecnologia que otimiza a segurança para esse momento é a de reconhecimento facial, que mesmo que a pessoa esteja utilizando máscara, torna o acesso a prédios públicos, hospitais e condomínios seguro em relação ao controle de pessoas.

Outra tecnologia que otimiza a segurança para esse momento é a de reconhecimento facial, que mesmo que a pessoa esteja utilizando máscara, torna o acesso a prédios públicos e hospitais mais seguro em relação ao controle de pessoas. O mesmo vale para condomínios residenciais que possui mais pessoas circulando durante a quarentena.

Além disso, a inteligência artificial do sistema de reconhecimento facial tem um grau de segurança que chega a 99,87%. Após o registro de codificação em que o rosto do usuário é detectado e tem suas informações principais extraídas, a inteligência artificial faz identificação por um processo de correspondência de dados que é exclusivo para cada usuário. “Isso aumenta também a segurança no combate a invasões de condomínios, como temos observado durante esse período”, explica Eduardo Menck, diretor da L8 Automation, especialista em segurança eletrônica.

 

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Covid-19: Como as tecnologias conseguem prevenir o contágio em espaços de grande circulação

 

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