… a iniciativa China Manufacturing 2025. O secretário geral da China Robot Industry Alliance (CRIA) chegou a comentar recentemente que esse setor deve compensar o fraco desempenho de outros segmentos tecnológicos e, por isso, representa papel fundamental para a economia do país.

A IFR põe que a China dominará o mercado de produção de robôs até 2030, com 400 mil unidades anuais produzidas. Em seguida virá a União Europeia, com 340 mil e os EUA com 300 mil.

Fim dos empregos? Talvez não
Mas esse novo segmento da tecnologia tem sofrido diversas críticas nos últimos meses, com o destaque para a questão da eliminação de empregos de humanos nas indústrias. Com os robôs ganhando o mercado de serviços, esses temores só aumentaram. Figuras ilustres como o físico Stephen Hawking; o co-fundador da Apple Steve Wozniak; o fundador da Tesla Motors, Elon Mus;, e o sociólogo Noam Chomsky foram destaque durante 2015 alertando sobre o possível perigo.

Governos e indústrias têm colocado isso nos seus planos. O projeto Sparc da Comissão Europeia tem planos para gerar 240 mil empregos em robótica com investimentos que chegarão a R$ 11 bilhões feitos pela comissão e pela euRobotics (Associação Europeia de Robótica).

Robôs existem na indústria desde a década de 60. Mas somente nos últimos cinco anos têm ganhado novo impulso com os projetos de novidades que auxiliam o trabalho em enfermarias de hospitais, carros autônomos, drones controlados a distância, atendimento em restaurantes, agricultura, etc. A Comissão Europeia produziu um interessante infográfico dessas oportunidades, destacando que o mercado pode chegar a 60 bilhões de euros em 2020 (cerca de R$ 238 bi). InfographicpartnershipforroboticsinEurope

 

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