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Isenção da franquia de dados é o caminho para telecom?

(*) Antônio Júnior

Recentemente, tenho visto alguns exemplos de operadoras de telecom no mundo todo fazendo campanhas “ilimitadas”, seguindo movimentos crescentes rumo a acordos de zero rating e analisando formas do uso dos dados dos usuários.

No Brasil, os acordos de zero rating não estão muito claros no Marco Civil da Internet, mas as operadoras móveis seguem com a estratégia de firmar alianças…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…comerciais com a isenção da franquia de dados. Desde o dia 12 de janeiro, os usuários iFood, por exemplo, podem fazer seus pedidos via aplicativo mobile sem consumir o plano de dados do celular. A empresa fechou um acordo comercial com Claro, TIM, Vivo e Oi. Ainda, um dos maiores bancos de varejo do País, trabalhou com todas as operadoras móveis para zerar as tarifas de seu aplicativo com o objetivo de incentivar mais transações móveis. Essa iniciativa, se liderada por empresas, poderia ser usada por operadores para incentivar outras organizações a adotarem soluções de comércio móvel.

A americana Sprint anunciou recentemente que passou a oferecer serviços de dados ilimitados gratuitos por um ano aos usuários que se tornarem clientes, mirando para as concorrentes AT&T, Verizon e T-Mobile. Como a maioria das ofertas ilimitadas, traz sim limites, mas não muito visíveis, esta campanha englobou a capacidade máxima de 23GB por mês, além de um máximo de 1080p para transmissão de vídeo, 1.5 Mbps para transmissão de música e 8 Mbps para jogos.

Portanto, me questiono se estamos vendo o surgimento de grandes provedores de telecom oferecendo seus serviços de conectividade de graça? Mas como eles vão ganhar dinheiro? Vejo aqui duas opções: uma delas é vender conteúdo e outros serviços diretos ao usuário; e a outra seria vender os dados dos clientes a terceiros para fins de marketing ou propaganda.

Embora alguns países tenham leis de proteção de dados para garantir que os dados do cliente não possam ser utilizados para fins comerciais (em que os dados precisam ser ‘anonimizados’), percebo movimentos nesse sentido.

No ano passado tive acesso a uma pesquisa onde um grupo de alunos foi convidado a comparar suas opiniões sobre o Google e seu provedor de serviços de telefonia móvel. Quando questionados, eles disseram que estavam felizes com o Google e não se importariam se o Google utilizasse seus dados para gerar receita publicitária. Quando esses mesmos alunos foram perguntados sobre os provedores de serviços móveis e se eles ficariam tranquilos se eles utilizassem seus dados, os alunos disseram que não gostariam. Então, está certo para o Google, mas não para o provedor de telefonia móvel? A razão para isso: o Google não cobra por serviços e a empresa móvel sim.

Estamos vendo lá na Europa o sucesso de aplicativos como o mCent em países que utilizam o modelo ARPU (Receita média mensal por usuário) que permitem dados gratuitos para visualização de anúncios. Para quem ainda não sabe, O mCent é um aplicativo gratuito para Android que permite ganhar créditos para o celular testando aplicativos. Dessa forma, quando o usuário acumula R$ 10, o usuário poderá inserir esse saldo no aparelho, de forma direta, sem qualquer custo.
Por outro lado, vejo exemplos de operadoras que cobram caro pela oferta de seus serviços de dados. Mas será que elas estão oferecendo um serviço melhor e diferenciado com algum propósito adicional?

A neutralidade da rede é uma daquelas questões que parece dividir opiniões. O acesso igual para todos como argumento é bom, mas enquanto o acesso carregar um preço – alguns sempre poderão comprar mais acesso e, assim, sempre terá privilégios. É compreensível também que os provedores de serviços e fornecedores de conteúdo desejem atrair um público com alto poder aquisitivo.

*Antônio Júnior é vice-presidente de Vendas e Marketing da Openet para América Latina

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Startup brasileira lança ‘Cinema por assinatura’

Cinéfilos de plantão podem assistir a um filme por dia no cinema, pagando uma assinatura mensal que equivale a dois ingressos, na maioria das vezes, com um serviço recém chegado no mercado nacional. Disponível gratuitamente para sistemas operacionais Android e iOS, o Primepass é um aplicativo de cinema que permite selecionar o filme, horário e cinema que quiser. Para quem é assinante basta…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…clicar no filme desejado, selecionar o horário e receber seu ingresso digital ou utilizar o cartão Primepass para pagamento no totem ou bilheteria do cinema.

Desenvolvido por uma startup de mesmo nome, o Primepass é o único em seu segmento e pode proporcionar uma economia de até 80% no valor gasto com ingressos de cinema por mês. Ao todo, são 3 opções de planos para o consumidor escolher: Básico, válido de segunda à quarta-feira; Padrão, que permite ao assinante assistir sessões de segunda à domingo; e VIP, modalidade que inclui as salas VIP e IMAX, todos os dias da semana.

O Primepass já é aceito em mais de 2500 salas das principais redes de cinema atuantes no Brasil. Segundo o executivo, a política de valores foi estabelecida durante a fase de testes do aplicativo, visando a disponibilização de planos mais justos à realidade de cada assinante.

“Os valores das assinaturas levam em consideração a média de preços dos cinemas na região onde o assinante reside, que variam de R$ 39,90 a R$ 79,90, no plano Básico, por exemplo.”, explica Ricardo Cury, CMO da Primepass.

 Mobilidade

O assinante também pode usar o aplicativo quando estiver em viagem, sem nenhum custo adicional. Sem taxas de serviços ou fidelidade e com interface amigável, o aplicativo também disponibiliza ficha técnica e trailers oficiais dos filmes em cartaz, que faz dele um ótimo guia de cinema à palma da mão dos usuários.

Saiba mais em primepass.club

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Apps gratuitos impulsionam serviços de streaming e reprodução de Smartphones para PC e Smart TV

De olho nas frequentes mudanças de comportamento de seus usuários em relação à vida digital, a companhia alemã Nero AG aposta em aplicativos customizados e gratuitos que agregam…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…performance superior ao conjunto completo de características de seu pacote multimídia Nero Platinum para PC.

O Nero MediaHome WiFi Sync permite transferir fotos e vídeos do dispositivo móvel Android e iOS para o PC – e enviar de volta para o celular ou tablet musicas armazenadas no computador, tudo via wireless e sem perda de qualidade. Disponível para iPhone e iPad.

O aplicativo Nero Streaming Player torna simples o streaming de imagens, vídeos e músicas no PC ou em smartphones e tablets iOS e Android™ para a Smart TV, via rede doméstica. Funções como zoom e rotação, que antes só podiam ser feitas no smartphone, podem agora ser mostrados em tempo real na Smart TV. Com o app também é possível buscar a central de mídia Nero MediaHome direto de um aparelho móvel e colocar fotos, show de slides, música e playlist de músicas do PC para a Smart TV.

Nero Receiver reproduz no celular mídias de inúmeros servidores UPnP/DLNA – e com o Nero Streaming Player como servidor e o app como receptor, o streaming de arquivos de mídia é feito sem fio de um aparelho móvel a outro.

Já o Nero KnowHow é um guia simples, claro e rápido de aprendizagem interativa, com respostas às perguntas mais frequentes (FAQs), dicas e truques úteis, acesso direto a mais de 50 vídeos tutoriais, manuais de aplicação e glossário. O aplicativo pode ser acessado diretamente e a qualquer hora via mobile ou tablet iOS, Android e Windows® 10 Phone.

Todos os aplicativos móveis descritos acima são gratuitos e podem ser baixados diretamente de suas respectivas app stores. A Nero conta ainda com outros apps grátis e pagos, para diversas finalidades e com recursos pro. Informacoes sobre os produtos Nero estão disponiveis no site da Nero Brasil, em http://www.nero.com/ptb

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Empresa de software oferece plataforma de Compliance inédita no Brasil

Ferramenta on-line atende as necessidades corporativas do assunto em questão, além de proporcionar grande economia em comparação à metodologia tradicional.

A Lei Federal Anticorrupção (Lei 12.846/13) fez com que muitas instituições brasileiras começassem a se adaptar ao conceito do Compliance de forma definitiva. No entanto, os treinamentos existentes nesta área eram realizados presencialmente/manualmente e tinham um custo muito elevado. Após perceber um déficit no segmento, a fábrica de software Tecvidya criou…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…a plataforma on-line MERITUM, para atender de forma eficaz e dinâmica as necessidades corporativas do tema em questão, além de proporcionar grande economia em comparação à metodologia tradicional.

“O aplicativo é inédito no Brasil. Ele foi desenvolvido em 2015 por engenheiros e programadores brasileiros, bem como profissionais com grande histórico em governança corporativa. Após algumas pesquisas e levantamento de dados, percebemos o quanto a área de Compliance tinha a necessidade de um produto inovador e que atendesse a demanda do mercado com melhor performance e também com redução de custos”, explica Rafael Multedo, CEO da Tecvidya.

Além de reduzir despesas de logística e de armazenamento interno, o Meritum também possibilita um maior engajamento dos colaboradores e parceiros para com a filosofia da empresa. “A plataforma possui uma flexibilidade boa em relação ao tempo e também ao conteúdo, já que os treinamentos além de rápidos são dinâmicos – como, por exemplo, vídeos em 3D e games -, proporcionando assim maior interesse por parte dos usuários”, acrescenta Multedo.

Benefícios e Feedback positivo
Em pouco mais de um ano no mercado, a ferramenta adquiriu um grande volume de contratos com empresas de pequeno, médio e grande porte (multinacionais, construtoras, etc), e administra mensalmente mais de 30 mil colaboradores e parceiros em todo Brasil. Segundo os gestores das empresas que fazem uso da plataforma, o Meritum trouxe muito mais controle sobre todo o processo do programa de integridade – como geração de relatórios de riscos, gestão de brindes, ativação de canal de denúncia, e reduziu em mais de 70% das despesas.

“Os programas de treinamento presenciais tornam-se inviáveis, tanto economicamente quanto em termos de logística. O modelo da plataforma Meritum é essencial para que você possa realmente treinar e certificar satisfatoriamente todos os seus colaboradores e parceiros de forma que a empresa possa realmente adequar-se aos benefícios da nova lei de Compliance no Brasil”, completa Rafael Multedo.

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Fabricante de drones lança programa de caça-bugs com prêmios até US$ 30 mil

Os drones estão ficando cada vez mais comuns no mercado. Mesmo com questões de privacidade e legislação a serem resolvidas, esses objetos voadores conquistam espaço devido a sua versatilidade de uso. Longe de serem apenas um brinquedo ou um acessório para fotografias, eles começam a ser testados como opção de negócios em diversos setores.

Com essa oportunidade aberta, a fabricante chinesa de drones DJI quer dar mais confiabilidade a seus aparelhos voadores por meio de um programa de caça-bugs. O DJI Threat Identification Reward Program (Programa de Recompensa de Identificação de Ameaças) dará entre US$ 100 e US$ 30 mil de recompensa para falhas identificadas e qualificadas.

A empresa espera que especialistas em segurança, hackers do bem e entendidos em programação em geral descubram pontos de melhorias e falhas que tornem os produtos da marca melhores e mais seguros. Os valores do prêmio variam de acordo com o que a empresa chama de “impacto potencial da ameaça”, o que tem a ver mais com o estrago que ela poderia causar do que sua complexidade.

A empresa diz que este programa foi criado para identificar ameaças aos dados, vídeos e logs privados dos usuários. Mas não pára por aí. O DJI também está analisando problemas que poderiam resultar em preocupações de segurança de vôo, como as restrições de geodenciamento do DJI, limites de altitude de vôo e avisos de energia.

O programa surgiu após as autoridades que cuidam do mercado nos Estados Unidos e o exército terem descoberto falhas de segurança e alertado para que os donos dos aparelhos pressionem mais as empresas para melhorias. A DJI foi uma das marcas citadas nos memorandos.

Não existe uma página específica do programa. Mas os erros descobertos podem ser enviados por email para bugbounty@dji.com.

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Como a tecnologia vai impactar na forma que vivenciamos o final de Game of Thrones?

*Duncan Potter*

Game of Thrones é, sem dúvida, uma das séries de televisão mais populares dos últimos tempos. Ao lado das reviravoltas inesperadas na obra de George R. R. Martin, a experiência de assistir à série continua a evoluir, para atrair novos espectadores.

Os avanços na tecnologia durante as sete temporadas significam…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…que a forma com que os fãs lidaram com o fim de Ned Stark na primeira fase é dramaticamente diferente da forma que experimentaram o Casamento Vermelho. E, com melhorias tecnológicas aparecendo constantemente, não há como dizer como, onde e quando cada um de nós testemunhará quem finalmente conquistará o Trono de Ferro.

É difícil acreditar que apenas 2,2 milhões de pessoas assistiram ao primeiro episódio da série. As cenas iniciais da sétima temporada alcançaram a marca de 26 milhões de espectadores, colocando Game of Thrones no posto de série com a maior estreia da história. Uma das razões para esse crescimento se deve ao fato de os fãs terem mais escolhas em como assistir ao seu programa favorito. Mas, assim como a trama, o cenário tecnológico teve muitas reviravoltas para permitir isso.

De volta à chegada em Westeros
Em 2011, a forma como os espectadores assistiram ao último episódio de Game of Thrones era restrita às 22h de um domingo à noite. Se perdessem o horário, deveriam esperar uma reprise ou gravar em seus decodificadores. Ainda no mesmo ano, começamos a experimentar o começo da segunda tela nas redes sociais, nas quais os fãs comentavam sobre como era bom ver uma aclamada série de livros chegar à TV.

Mas uma das maiores mudanças só veio na segunda temporada, quando a primeira rede de internet móvel 4G desembarcou no Reino Unido, em outubro de 2012. Isso permitiu que os usuários vissem o streaming do episódio por meio de seus celulares. É praticamente impossível imaginar que não víamos séries pelo celular cinco anos atrás.
Isso trouxe aos fãs o início da tendência de vídeo em movimento e a sensação do “preciso agora”. Infelizmente, em alguns círculos, a fome por novos episódios se manifestou de outra forma: pirataria. Game of Thrones tem o título informal de uma das séries mais pirateadas. O pico disso provavelmente foi quando os australianos tiveram de esperar quase 24 horas pela transmissão de um episódio, que já havia sido transmitido nos Estados Unidos e em outros locais. Para os prestadores de serviços, o ocorrido destacou a importância da acessibilidade e em como algumas pessoas farão o que for preciso para acessar o conteúdo que quiserem, quando quiserem e como quiserem.

A necessidade de saber o que vem depois, mas nos nossos termos
Em 2013, vimos uma das maiores revoluções para ver televisão, quando a Netflix lançou sua primeira série original, House of Cards, e liberou os 13 episódios todos de uma vez. O fenômeno ficou conhecido como binge watching e se tornou cada vez mais comum, já que as pessoas não tinham mais de esperar uma semana para saber o que acontecia em seguida e começaram a assistir às temporadas inteiras em um final de semana.

À medida que Game of Thrones ganhava popularidade, assistir às primeiras temporadas no decorrer de um fim de semana tornou-se a norma para os novos fãs – e quem quiser se envolver agora precisaria passar por mais de 55 horas de exibição. Além de novos conteúdos, isso aumentou a necessidade de velocidade para os provedores de serviços, já que as pessoas transmitiam mais conteúdo de vídeo em suas redes Wi-Fi domésticas. Qualquer um que tivesse de lidar com um buffer durante a batalha ou uma desconexão durante a morte de um personagem seria encontrado com raiva e bufando mais que um dragão.

Como a base de fãs cresceu, a atividade on-line também ocorreu na forma de notícias, mídias sociais, podcasts e vídeos resumindo a história e teorias divertidas. Por outro lado, alguns entraram em linhas perigosas, já que quase não é possível evitar spoilers nesses locais.

Reviravoltas tecnológicas
Enquanto as temporadas progrediam, as tecnologias emergentes começaram a entrar na experiência de Game of Thrones. Antes do lançamento da quarta temporada, uma experiência de realidade virtual permitiu que os fãs dos Estados Unidos “subissem a muralha”. Inovações como a realidade virtual prometeram um futuro em que não seremos apenas espectadores passivos, mas personagens que testemunharão os eventos em primeira mão.

Em 2015, o aplicativo HBO Now foi lançado nos Estados Unidos, que permite que mais pessoas vejam a série no celular, mesmo sem ser assinantes do canal. Uma série de jogos on-line também começou a surgir, para garantir que os fãs não perdessem nenhuma pista escondida. A assistente virtual da Apple, a Siri, também começou a responder perguntas relacionadas às notícias e quizzes gerais da série. Logo tínhamos outro chatbot, com o qual (ou “quem”?) você poderia discutir o último episódio.

Construindo a antecipação
Com duas temporadas restantes, a antecipação chegou em tom de febre, não apenas em termos do que acontecerá na trama, mas também como como a vivenciaremos. Houve muita discussão sobre a série abreviada (sete episódios para a temporada sete e apenas seis para a temporada oito). E, por outro lado, há o fato de que os episódios se aproximavam do território do longa-metragem. O final da temporada sete será o maior de todos, com 81 minutos de duração. Alguns líderes da indústria, como Randall Stephenson, CEO da AT&T, desafiaram isso, sugerindo episódios com, no máximo, 20 minutos. Esse seria o melhor formato para dar ao público móvel cada vez mais a melhor experiência.

Além disso, podemos analisar experiências de realidade virtual cada vez mais comuns, uma vez que a funcionalidade do dispositivo móvel aumenta ao longo de velocidades mais altas de banda larga doméstica, o que permite mais aplicativos que consomem muitos dados, como realidade virtual, realidade aumentada e vídeo em ultradefinição e 4K. Mas como adivinhar qual personagem encontrará um final sangrento, apenas o tempo dirá.

Game of Thrones faz parte do zeitgeist, e sua evolução é um reflexo do equilíbrio delicado entre a demanda do espectador e a capacidade tecnológica. O foco da ARRIS é continuar entendendo e avaliando a experiência do cliente e ajudar os provedores de serviços a oferecer aos fãs a experiência que eles querem, quando finalmente descobrirem quem vai se sentar no Trono de Ferro.

*Duncan Potter é vice-presidente sênior de Marketing da ARRIS.

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Os 7 benefícios de uma dieta baseada em proteína vegetal

Hoje em dia as pessoas estão cada vez mais cultivando o hábito de dar a devida atenção a sua alimentação. Por isso, é importante estar atento, por exemplo, ao tipo de proteína consumida, um elemento importante para uma dieta saudável. Sendo assim, especificamente a proteína vegetal…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…vem contando com estudos que comprovam o quão benéfico esse tipo de alimento pode ser para uma saúde de qualidade. Para saber mais, confira abaixo os 7 benefícios de uma dieta baseada em proteína não animal.

Prevenção de doenças cardiovasculares

De acordo com uma recente revisão do Colégio Americano de Cardiologia, uma alimentação baseada em vegetais integrais contribui não só para a prevenção de doenças cardiovasculares, como também pode interromper e reverter a progressão dessas condições, que são a principal causa de morte no mundo.

Não é difícil ter acesso a esse tipo de alimento

Muitos alimentos vegetais são ricos em proteínas, um claro exemplo disso são as leguminosas, os cereais integrais, algumas frutas, verduras, legumes e as sementes oleaginosas como linhaça, gergelim e castanha do Pará e de caju. Além disso, para quem tem restrições alimentares e/ou quer um produto prático e de qualidade, é possível encontrar as proteínas vegetais em forma de suplemento.

No Brasil, a proteína Sunwarrior está começando a ganhar destaque por ser extraída do grão de arroz integral germinado e fermentado e é comprovadamente mais nutritiva, quando comparada a outros cereais. O alimento é também hipoalergênico, sem conservantes, livre de soja, sem lactose, sem glúten e não contém substâncias transgênicas.

Essencial para o público vegano

A proteína vegetal seja in natura ou na forma de suplementos como a Sunwarrior, é uma dica valiosa para a alimentação do público vegano.  Uma porção (scoop) de 21 gramas desse tipo de alimento oferece, em média, 17 gramas de proteínas e 80 calorias.

Músculos mais fortes

As proteínas vegetais conseguem agir no crescimento, desenvolvimento e na reparação muscular. Por esse motivo, muitos atletas e esportistas acrescentam o alimento em sua dieta para auxiliar na boa performance física.

Organismo equilibrado

As proteínas de origem vegetal possuem aminoácidos e outros nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Além disso, elas são digeridas com mais facilidade e, no caso das 100% naturais, não há em sua composição aditivos químicos – substâncias que são prejudiciais à saúde.

Impactos mínimos ao meio ambiente

A produção das proteínas vegetaisutilizauma quantidade menor de recursos do meio ambiente, comparada à fabricação de outros produtos. Esse é um aspecto importante em meio a um contexto em que a sustentabilidade se faz mais do que nunca necessária.

Pressão arterial sob controle

O alimento vegetal possui baixo índice de gorduras e é livre de colesterol, por isso seu consumo pode auxiliar a regular a pressão arterial. Algumas pesquisas, inclusive, atestam que os aminoácidos presentes nas proteínas vegetais podem ajudar a prevenir a hipertensão, uma condição grave que afeta a qualidade de vida de muitas pessoas.

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De mãos dadas com a inovação

No final do mês de julho, vimos um grande embate entre dois dos maiores influenciadores da tecnologia mundial. Elon Musk, CEO da Tesla, e Mark Zuckerberg, criador e dono do Facebook, trocaram ideias e provocações sobre o futuro da Inteligência Artificial. Musk defende a possibilidade da I.A. aniquilar a raça humana, enquanto Zuckerberg o considera um pessimista com visão apocalíptica sobre o desenvolvimento tecnológico. Não chegaram a conclusão alguma e investidores e entusiastas ainda aguardam as cenas dos próximos capítulos.

A discussão parece etérea e distante não é mesmo? Mas não é. Enquanto os gigantes do Vale do Silício se atacam, crianças aprendem em suas aulas de história alguns preceitos da Revolução Industrial no século XVIII. Professores dizem: “Este foi o momento em que as máquinas substituíram a mão de obra humana”. Substituíram? Não há nada mais antigo que esta afirmação, não conseguimos substituir a mão de obra humana. Pelo contrário, vimos pessoas se capacitando cada vez mais para dominar técnicas e tecnologias que possam auxiliar em nossa qualidade de vida e processos de trabalho.

A tecnologia vem para nos qualificar. Sabemos que o setor de contact center será um dos primeiros a ser impactado com o que os especialistas chamam de “virada digital”. Isso acontecerá, principalmente, por dois motivos: primeiro pela natureza de seu serviço – que já tem grande conexão com a tecnologia e inovação – e segundo por ser o setor que mais emprega no país. Estamos preparados para este momento que traz, antes de tudo, benefícios para as empresas e colaboradores. Com investimentos em automação, machine learning e outras tecnologias, criaremos um atendimento muito mais ágil e assertivo. Os atendentes serão profissionais completos e muito valorizados no mercado. Será a tecnologia auxiliando a mão de obra humana a implementar um atendimento de maior excelência.

Atualmente, nossos atendimentos ainda sofrem com um fluxo de informações compartimentado. Para resolver o problema de um cliente, o atendente precisa, por vezes, acessar diversos sistemas diferentes que pedem os mesmos dados, criando um processo demorado e repetitivo. O setor trabalha, com muito empenho, para encurtar esse processo, criar inteligência e manter profissionais polivalentes – que entendam de todo o processo, criando assim, um atendimento mais fluido e resultando na qualificação das relações com o cliente.

Futuro do contact center
Dizer que o contact center é um setor com os dias contados é uma ideia equivocada e que não condiz com a realidade. A previsão que podemos fazer é que todas as profissões existentes hoje sofrerão mudanças em um futuro próximo, mas a transformação não significa o fim. Já ouvimos essa previsão em relação a outros setores da economia brasileira e, no entanto, ao invés do fim, presenciamos verdadeiras revoluções. Mudanças em processos, na capacitação profissional e entrega de produtos com melhor qualidade, maior sustentabilidade e até mesmo responsabilidade social.

O que isso nos ensina? Isso não nos ensina. Isso prova o que já sabemos: a tecnologia não vai substituir pessoas. Ela será a grande aliada no processo de evolução das profissões, da prestação de serviços e estimulará os profissionais a buscar a capacitação para se tornarem cada vez mais completos. Trabalhamos para aliar as capacidades cognitivas de máquinas e pessoas, mas, sabemos que a criatividade humana é ainda a melhor e maior das tecnologias. Investir nas pessoas é, sempre, recompensador e trará benefícios cada vez maiores.

Cássio Azevedo – presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT)

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Votorantim lança desafio para startups

A Votorantim S.A. lança o desafio “Territórios Inteligentes” em parceria com a 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta essas empresas iniciantes de base tecnológica e inovação com grandes companhias. O desafio faz parte de uma iniciativa do Centro de Excelência da empresa, que atua nas áreas de soluções compartilhadas, tecnologia da informação e gestão de ativos imobiliários. As inscrições estão abertas até 30 de setembro e podem ser feitas por este link.

Tecnologia e automação
O desafio “Territórios Inteligentes” tem como objetivo propor novas soluções em gestão de territórios para aumentar a eficiência da atuação local, além de buscar formas de automatizar serviços e atividades nos territórios sob gestão da Votorantim S.A. e suas empresas investidas. A companhia busca startups que proponham soluções para monitorar territórios e mitigar riscos; conhecer e preservar a biodiversidade; fiscalizar serviços prestados em campo; identificar eventos de causa natural e construir mapas de uso e ocupação do solo.

“Somos uma empresa quase centenária e ao longo da nossa trajetória sempre buscamos trazer inovação para os negócios. Nosso foco neste desafio é encontrar startups que apresentem soluções e tecnologias inovadoras para a gestão de territórios, uma vez que a Votorantim possui uma área de 450.000 hectares, equivalente a 3 vezes a cidade de São Paulo”, conta André Carloni, gerente de gestão imobiliária do Centro de Excelência da Votorantim S.A.

No dia 17 de outubro serão selecionados os projetos das 10 melhores startups e nas semanas seguintes, serão feitas avaliações para a escolha da startup vencedora. No início do próximo ano, a startup escolhida colocará em prática o projeto-piloto com as aplicações adaptadas aos projetos da Votorantim S.A.

A 100 Open Startups é uma plataforma online patrocinada por empresas globais que, juntas, avaliam e classificam startups do mundo inteiro. As jovens empresas mais atraentes são selecionadas a partir de uma metodologia que envolve cinco etapas e uma produção baseada em atratividade, geração de negócios e atração de investimentos.

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Dormência nas mãos: entenda a relação com o uso excessivo de smartphones

A dormência nas mãos é uma das queixas que mais crescem nos consultórios de neurocirurgia. Para o neurocirurgião Rodrigo Marcelos (RJ), uma das causas é a chamada lesão por esforço repetitivo (LER) muito relacionado à atividade laboral e mais recentemente… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”] …

ao uso de smartphones e tablets.

“Esta não é a única causa, mas pessoas que usam muito o telefone tem grande chances de apresentarem o problema”, esclarece o especialista, acrescentando que a síndrome do túnel do carpo e doenças da coluna cervical podem ocasionar dormência nas mãos.

Além dessas três principais causas, o especialista acrescenta que a diabetes mellitus mal tratada, vasculopatias, intoxicações medicamentosas, carências de vitaminas – principalmente do grupo B e infecções locais também podem levar a dormências nas mãos. “Os sintomas começam nas pontas dos dedos, podendo evoluir para a palma e o dorso da mão”, sinaliza Marcelos.

As mulheres são as que geralmente mais sofrem com o problema. “A menor força nos punhos, a suscetibilidade genética e até mesmo a menor ingestão de carne vermelha pelas mulheres em comparação aos homens justificam o número maior de casos em pacientes do sexo feminino”, esclarece.

Para o tratamento, o neurocirurgião Rodrigo Marcelos ressalta que primeiramente são realizados exames clínicos e de imagens para descobrir a causa principal da dormência. “A maioria das causas possuem cura. Para pacientes com LER, por exemplo, podem ser necessários analgésicos, antiinflamatórios e sessões de fisioterapia”, alerta.

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A vídeo colaboração como fator-chave na transformação das empresas

*Pierre Rodríguez

Atualmente, as empresas se veem fortemente permeadas por tecnologias de maneira que não podem mais pensar sua atuação sem elas. Isto é o reflexo de uma tendência que cresce cada vez mais nas empresas, de todos os portes, que é a de incluir o setor de TI nas tomadas de decisões.  É importante que os empresários realmente entendam…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…como esse processo pode afetar a sua organização e como a colaboração pode ajudá-los não só em termos de eficiência, mas sobretudo por transformar e agregar valor aos negócios.

A América Latina vive um momento de muita volatilidade há cerca de dois anos e meio; uma volatilidade política e também econômica. Em muitos casos, esta situação tem restringido muito o orçamento dos países e ainda mais daqueles que são muito dependentes da comercialização de suas commodities.  Pelo lado da política, a instabilidade e os períodos de crises também impactam significativamente. Em resumo, não é um cenário político-econômico em si favorável a negócios se comparado a um período anterior de muita estabilidade na América Latina.

Por outro lado, para a tecnologia de colaboração, esse cenário não é totalmente desfavorável. Às vezes a crise não é necessariamente um momento negativo, podendo ser um momento de oportunidade, especialmente num mercado corporativo no qual um dos primeiros orçamentos que empresa corta é justamente o de viagem. É nesse momento que as empresas olham para as tecnologias de colaboração como soluções em potencial.

Contudo, esta não é a única razão para aproveitar os benefícios dos recursos tecnológicos de forma estratégica. Uma consequência da globalização como um todo é o fato de que as empresas estão concorrendo entre si no mundo inteiro. Isso força as empresas a buscarem soluções de eficiência.

Nesse sentido, muitas empresas olham de forma diferente para a tecnologia –  como um fator de garantir competitividade, que é o valor estratégico da tecnologia. Ter ampliado o uso de vídeo, não mais e tão somente como uma aplicação para reduzir custos de viagem, torna a organização mais ágil e mais eficiente, pois entende a aplicação de vídeo como uma mudança disruptiva na própria maneira com a qual a empresa atua. Isto é o que se quer dizer quando se incentiva as empresas a avaliarem o seu “fluxo de trabalho”.

A globalização obriga as empresas a buscarem na tecnologia uma solução de inovação, um diferencial. Nessa direção, a videoconferência está no centro da agenda da transformação digital, modificando os processos para que as organizações sejam sustentáveis a longo prazo.

*  Pierre Rodríguez é vice-presidente da Polycom para América Latina e Caribe

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Como a inspeção de responsabilidade social pode contribuir para a melhoria da cadeia produtiva de moda

*Por Bruna Amorim dos Santos

O mercado de moda é um dos principais motores da economia brasileira e, assim como outros setores, vêm sofrendo, cada vez mais, com o enfraquecimento dos elos de sua cadeia produtiva. Empresas e indústrias do setor precisam estar atentas às boas práticas no processo de fabricação de seus produtos, evitando serem responsabilizadas por problemas ocorridos não apenas em suas instalações, mas…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…também em sua rede de fornecedores.

Para garantir a procedência de seus produtos, assim como a boa imagem de suas marcas, muitas empresas têm buscado na auditoria de responsabilidade social uma ferramenta para identificar possíveis falhas dentro das unidades fabris, bem como na conduta de seus fornecedores.

Focada em diferentes aspectos, este tipo de auditoria oferece às empresas uma imagem fiel das condições de trabalho e processo industrial da data em que foi realizada, avaliando inclusive os subcontratados envolvidos na fabricação dos produtos de determinada marca ou empresa. No caso das fabricantes do ramo têxtil, são inspecionados também os fornecedores de corte, costura, tingimento, estamparia, gráficas, entre outros.

A análise é minuciosa e compreende desde as condições de trabalho e atendimento à legislação em relação aos funcionários, quanto a forma como a empresa lida com o meio ambiente – se o descarte de resíduos é realizado de forma correta, para que não comprometa a natureza; e questões relacionadas à saúde e segurança, como a checagem do espaço físico; estado de conservação dos equipamentos e mobiliário utilizados pelos colaboradores; vistoria de laudos técnicos e de segurança, como de bombeiros, por exemplo; entre outras variáveis.

Durante a auditoria são realizadas ainda várias entrevistas sigilosas com os trabalhadores, visando encontrar possíveis irregularidades em relação à forma de contratação, imposição de horas adicionais à jornada diária ou condições de trabalho insalubres. Esta etapa é crucial para identificar qualquer discrepância ou tentativa de fraude em relação à documentação, relatórios de ponto e folhas de pagamento que a empresa é obrigada a fornecer para verificação.

Pouco a pouco, a prática da auditoria tem se tornado uma exigência de mercado e requisito para a venda para algumas redes varejistas, principalmente entre os maiores players. Porém, muitas empresas já se conscientizaram em relação ao importante papel que este tipo de auditoria desempenha no sentido de colaborar também para a melhoria das condições de trabalho e produção em todos os níveis da cadeia têxtil, independente de tamanho ou qualquer tipo de exigência externa.

Em função disso, a procura voluntária por este tipo de serviço tem crescido consideravelmente, e produzido reflexos positivos no mercado de moda, como a melhoria do ambiente de trabalho e consequente aumento da motivação e produtividade entre os funcionários em diversos setores. Trata-se de uma ferramenta que só contribui para o crescimento e transparência do mercado têxtil e de moda, ajudando a enaltecer as iniciativas que valorizam as boas práticas comerciais, ao mesmo tempo em que força a adequação das empresas que ainda não trabalham dentro dos parâmetros éticos e legais da sociedade brasileira.

*Bruna Amorim dos Santos, graduada em química pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em gestão estratégica de negócios pela mesma instituição e gerente-comercial na área de business assurance na Intertek.

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Dicas para a mulher bem-sucedida nos negócios

* Por Lilian Esteves

Cada vez mais cresce o número de mulheres no país que estão buscando abrir o seu próprio negócio. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, feita pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ), as brasileiras estão à frente dos homens na criação de novos negócios. Em 2016, o número de mulheres proprietárias de negócios com até três anos e meio de existência ficou em 15,4% entre as mulheres e em 12,6% entre os homens.

Para ajudar e incentivar quem quer abrir um negócio e conciliar com a rotina materna, Lilian Esteves, diretora executiva da rede de limpeza House Shine, listou algumas dicas essenciais:

– Organize seus horários
Crie um planejamento para conseguir conciliar os compromissos profissionais com os cuidados com os filhos. Mesmo que seja difícil, reserve um tempo para brincar ou conversar com as crianças. O mais importante não é a quantidade de tempo que passam juntos, mas sim, a o que fazem, e a forma que aproveitam este tempo.

– Lembre-se: filhos são prioridades!
Nada de pensar em trabalho o dia inteiro, é importante sempre estar em alerta com relação à saúde das crianças, como eles estão na escola e se precisam de cuidados. Pendências profissionais podem resolvidas posteriormente.

– Flexibilidade de horário
De acordo com uma pesquisa do Instituo Locomotiva, 33% das mulheres querem empreender para ter horário flexível. Além disso, alguns trabalhos podem ser feitos via home-office, o que facilita ainda mais na hora de administrar o tempo.

– Conhecimento nunca é demais
É importante que a futura empreendedora busque se atualizar sempre e esteja por dentro do mercado, e graças a tecnologia, hoje em dia é possível ler notícias pelo celular, ao mesmo tempo que brinca com o filho.

– Respeite os seus limites
Nada de querer fazer tudo sem se preocupar com a saúde, é importante respeitar os limites do copo e ter um momento sozinha para relaxar. Descansar faz bem para o corpo e para a mente.

– Acredite em você
Muita gente tem receio de abrir o seu próprio negócio com medo de não dar certo, então é importante ter foco, estudar sobre a área que irá investir e acreditar em si mesma, pois tudo é possível quando a gente acredita.

* diretora executiva da House Shine,

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Cinco verdades sobre a cerveja

Make a toast with a beer.

Nutricionista tira dúvidas de como incluir a cerveja na dieta sem peso na consciência

O mês de agosto é conhecido em mais de 50 países como o Mês da Cerveja. Tudo começou em 2007 por um grupo de amigos americanos da cidade de Santa Cruz, na Califórnia. A data coincide com o início do verão americano. De lá para cá a comemoração ganhou adeptos ao redor do mundo e continua…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…sendo um pretexto a mais para abrir uma gelada e celebrar, afinal, a cerveja vive um momento de diversidade de sabores, aromas e ingredientes, e nada melhor do que mergulhar nesse universo na prática. Mas nutricionalmente ainda existem muitos mitos e dúvidas das pessoas, fazendo da bebida uma grande vilã para quem busca uma dieta equilibrada.

A nutricionista Dra. Andrea Zaccaro, mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina do ABC e membro fundadora e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE), afirma que a cerveja é uma bebida de baixa caloria e faz parte da dieta do homem desde a antiguidade. “Estudos apontam que, se consumida moderadamente, ela pode fazer parte de um estilo de vida balanceado já que, como o vinho, contém antioxidantes e algumas vitaminas e minerais, provenientes dos cereais como milho, arroz, trigo e do lúpulo”, diz Andrea.

Confira 5 verdades sobre a cerveja, segundo a nutricionista, para aliviar a consciência – e o corpo – de quem quer manter um estilo de vida saudável, sem abrir mão da cervejinha:

1 – A cerveja é uma bebida de baixa caloria
Uma cerveja de 350 ml tem cerca de 120 calorias e possui compostos que podem contribuir para à saúde, como os antioxidantes e o baixo teor alcoólico, por exemplo. Quanto maior o teor alcóolico, mais calórica será a cerveja – cada grama de álcool é equivalente a 7 kcal. Ou seja, uma cerveja puro malte pode conter um teor alcoólico maior, e acabar sendo mais calórica do que uma cerveja de milho, por exemplo. Se comparada com outras bebidas, como o vinho, a cerveja pode ser considerada uma bebida de baixa caloria.

2 – A qualidade da cerveja independe da quantidade de ingredientes dispostos no rótulo
A qualidade nutricional da cerveja está relacionada à gama de nutrientes que ela fornece e não necessariamente à quantidade de ingredientes dispostos no rótulo. Uma cerveja pode ser boa sendo feita com muito mais do que água, malte e lúpulo, por exemplo. E ela pode ser feita com arroz, trigo, milho, frutas vermelhas e até mel, que podem agregar outros nutrientes a sua composição.

3 – Cerveja não dá barriga
Esse é o mito mais famoso que existe sobre a cerveja, mas a ciência já comprovou que, se consumida com moderação, a cerveja não é a responsável pelo aumento de peso nem de gordura abdominal. Estudos mostraram que o que engorda não é a cerveja em si, mas sim o seu consumo em excesso ou o consumo exagerado de alimentos gordurosos como acompanhamento, os famosos tira-gostos, que são frequentemente combinados com a bebida.

4 – Cerveja contém antioxidantes que podem contribuir para a saúde
A cerveja é produzida a partir de ingredientes naturais, entre eles o lúpulo, que além de conferir o amargor característico da bebida oferece uma boa quantidade de antioxidantes, substâncias com potencial de impedir a formação dos radicais livres ou bloquear sua atuação prejudicial no organismo.

5 – A cerveja pode diminuir o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares
Muitos estudos mostram que, ao contrário dos efeitos negativos causados pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o consumo moderado produz efeitos positivos sobre a capacidade antioxidante, o perfil lipídico e o sistema de coagulação, que se refletem em menor risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, entre outras, reduzindo a mortalidade geral. A cerveja está entre as bebidas cujo consumo moderado pode ser benéfico, mas é importante frisar que, de acordo com os estudos, o efeito benéfico se dá apenas e tão-somente com o consumo moderado, ou seja, se até uma dose por dia para mulheres (350mL) e duas doses para homens (700mL) (Denke, 2000; Arranz et al., 2012; Krenz e Korthuis, 2012).

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Varejo quadruplica investimento em mídia mobile no primeiro semestre de 2017

O comércio varejista parece ter encontrado na publicidade mobile nativa uma opção para potencializar vendas e aumentar suas perspectivas de crescimento. De acordo com a PSafe, o setor quadruplicou seu investimento nesse tipo de anúncio nos últimos seis meses. A empresa de segurança digital é…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”] …o terceiro maior inventário de mídia mobile Android do Brasil, segundo a comScore.

De olho no mercado mundial de apps, que movimenta mais de US$ 51 bilhões e deverá praticamente dobrar até 2020 – chegando a US$ 101 bilhões, segundo a consultoria eMarketer –, o setor tem direcionado seus esforços de publicidade para atingir os usuários de smartphones, dispositivo preferido de cerca de 70% dos brasileiros, segundo a Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro e o Instituto Ipsos.

“A publicidade nativa mobile já é uma realidade e tem se mostrado a forma mais efetiva de atingir o consumidor durante a sua jornada em dispositivos móveis. Nos EUA, ela já representa mais da metade dos investimentos gastos pelos anunciantes para atingir seus públicos estratégicos. No Brasil, as empresas também já estão percebendo a importância de atuar nessa plataforma para potencializar seus resultados” diz Fernanda Ribeiro, diretora comercial da PSafe.

Além do varejo, a PSafe identificou que outros importantes segmentos que movimentam a economia do país têm aumentando seus investimentos em publicidade nativa. De acordo com a companhia, os setores de telecomunicações, automobilismo e bancário duplicaram seus valores em anúncios em aplicativos, aproveitando o fato de 88% do tempo dedicado ao uso de smartphones ser voltado para interação com apps, segundo a consultoria eMarketer LATAM.

A diretora comercial da PSafe ressalta que, para se destacar da concorrência, a companhia tem se apropriado de alguns diferenciais para entregar valor real aos clientes: “entre os nossos diferenciais, estão o inventário próprio, coisa que a maioria dos nossos concorrentes não possui. Além disso, entregamos uma mídia contextualizada para cada usuário, pois somos mais que um sistema de segurança. Em momento algum, interrompemos a navegação do nosso usuário, já que as publicidades são apresentadas apenas após a realização de alguma ação específica. Isso faz com que consigamos nos destacar como um ativo premium no mercado de mídia mobile”, completa a executiva.

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Conheça os 10 bairros de São Paulo mais caros para venda e aluguel de imóveis em julho

O preço nominal médio do m² para venda em São Paulo (SP) atingiu R$ 6.863 em julho de 2017, desvalorização nominal de 0,2% em comparação ao mesmo período de 2016 (R$ 6.875/m²). Vila Nova Conceição (R$ 16.598/m²) foi o bairro mais caro para se comprar imóveis e está 141,84% acima da média da cidade. O levantamento realizado pelo VivaReal demonstra…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…que em relação a junho deste ano (R$ 6.855/m²), houve valorização de 0,1%.

O preço nominal médio do m² para aluguel em São Paulo (SP) atingiu R$ 35,29 em julho de 2017, desvalorização nominal de 1,2% em comparação com o mesmo período de 2016 (R$ 35,71). Indianópolis (R$ 69,44/m²) foi o bairro mais caro para locação de imóveis e está 96,76% acima da média da cidade. Em relação a junho deste ano (R$ 35,29), o valor se manteve estável.

O DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) contempla uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considera mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. Clique aqui para acessar a íntegra da pesquisa sobre São Paulo relativa a julho de 2017.

Ranking dos bairros paulistanos mais caros para venda em julho de 2017

  1. Vila Nova Conceição – R$ 16.598/m²

  2. Jardim Europa – R$ 15.652/m²

  3. Jardim Luzitânia – R$ 13.667/m²

  4. Jardim Paulistano – R$ 12.821/m²

  5. Itaim Bibi – R$ 12.254/m²

  6. Jardim América – R$ 11.708/m²

  7. Vila Olímpia – R$ 11.638/m²

  8. Cidade Monções – R$ 11.142/m²

  9. Vila Uberabinha – R$ 11.111/m²

  10. Vila Gertrudes – R$ 10.942/m²

Ranking dos bairros paulistanos mais caros para aluguel em julho de 2017

  1. Indianópolis – R$ 69,44/m²

  2. Vila Nova Conceição – R$ 66,67/m²

  3. Vila Olímpia – R$ 65,71/m²

  4. Cidade Monções – R$ 65,52/m²

  5. Itaim Bibi – R$ 65,72/m²

  6. Vila Uberabinha – R$ 57,72/m²

  7. Brooklin – R$ 55,02/m²

  8. Jardim Paulistano – R$ 54,69/m²

  9. Jardim Europa – R$ 54,43/m²

  10. Pinheiros – R$ 53,75/m²

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Livelo monitora canais e gera insights com solução Stefanini

A Stefanini, em parceria com a Dynatrace, implementou uma solução de monitoramento de comportamento de clientes na Livelo, e ajudando a empresa de programa de fidelidade – uma joint venture entre Bradesco e Banco do Brasil – a receber insights sobre a experiência do usuário nos diversos canais da marca.

Por meio das soluções implementadas – Dynatrace DPM (Digital and Aplication Performance Management) e na Dynatrace UEM (User Experience Management) – , o programa de fidelidade também consegue compreender a jornada de compra, interesses e hábitos dos clientes e assim melhorar o engajamento. Além disso, identificando qualquer tipo de dificuldade de navegação de um único usuário, a Livelo consegue trabalhar na solução e ainda desenvolver novas funcionalidades com base nas análises extraídas de relatórios.

Lançada em junho de 2016, a Livelo possui marketplace próprio e 15 milhões de clientes. No site, são mais de 700 mil opções de resgates. “Na Livelo, temos o cliente como ponto central de toda a nossa estratégia e saber quando ele teve alguma dificuldade e poder reagir para solucioná-la foi o que nos moveu a escolher as soluções da Dynatrace. A Stefanini teve um papel chave na instalação e configuração do produto para atender nossa expectativa.”, afirma Felipe Pontieri, diretor de TI da Livelo.

Implementação do projeto
O projeto teve início em dezembro de 2015. Em menos de seis meses, a solução já estava implantada e entregando dashboards com resultados sobre a experiência dos clientes Livelo durante o piloto da operação do marketplace, bem como apontando – em tempo real – os problemas que estavam acontecendo, oferecendo soluções assertivas.

Hoje, a Stefanini garante a sustentação e melhorias do ambiente por meio de uma equipe altamente capacitada e treinada na solução. Como próximo passo está no roadmap a implantação do assistente cognitivo da Dynatrace, que se chama DAVIS, e é um chatbot utilizado como interface para monitoramento de desempenho de aplicações na web.

“Com o assistente virtual, a resolução de problemas em aplicações on-line – que afetam a experiência do usuário e diminuem as taxas de conversão para as empresas – fica mais simples e automatizada. Por meio da Inteligência Artificial, a ferramenta detecta anomalias, interage e fornece respostas, em tempo real, para a equipe de TI, que precisa monitorar sistemas para uma gestão preventiva do seu ambiente digital”, diz Danielle Franklin, diretora de novos negócios da Stefanini.

Entre os principais benefícios das soluções, destacam-se: redução de custo de infraestrutura, correções de bugs baseados em erros mostrados pela plataforma DPM; menos tempo na reparação de erros e acesso a dados analíticos sobre a experiência do usuário.

“A Livelo já nasceu 100% digital e ajudá-los na missão de estar sempre em busca de melhorar a experiência digital de seus clientes, utilizando uma solução que mostramos ser a melhor para eles, foi fundamental, pois agregamos valor aos negócios”, finaliza Danielle Franklin.

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7 dicas para profissionalizar seu hobby na fotografia

Rafael Bigarelli – um dos mais conhecidos fotógrafos de casamento do Brasil –
separou algumas dicas para ajudar os profissionais a aperfeiçoarem seu negócio  

Um dos grandes problemas que os fotógrafos enfrentam hoje em sua carreira é atrair mais clientes pela internet. Como se destacar da concorrência? De acordo com pesquisa divulgada no Meio Bit, 80% desses profissionais não encaram… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…a sua atividade como uma empresa e por isso muitos desistem de seu hobby antes que eles virem de fato sua profissão.

A boa notícia é que já existem diversas ferramentas que ajudam a organizar o fluxo de trabalho, construir um site atrativo e apresentar o portfólio profissional para prospectar mais clientes. Rafael Bigarelli – um dos mais conhecidos fotógrafos de casamento do Brasil – separou algumas dicas para ajudar os profissionais a aperfeiçoarem seu negócio de forma certeira:

Escolha um público-alvo

Delimitar seu público-alvo é o primeiro passo para quem busca se profissionalizar. Escolher a área que gosta de trabalhar, avaliar os aspectos financeiros de sua escolha e acompanhar as tendências desse mercado são importantes para definir o caminho que vai seguir e para quem vai vender.

Construa uma linguagem única

Estilos de cores, texturas, contrastes e enquadramentos são alguns dos itens que compõem a linguagem do fotógrafo, ajudando a construir sua “marca” no mercado. Ter uma linguagem própria é o que vai diferenciá-lo dos demais profissionais e possivelmente trazer mais admiradores do seu trabalho.

Mostre seu talento ao mundo

Investir em um portfólio profissional ajuda a mostrar seu trabalho para mais pessoas e, assim, fechar mais negócios. A Alboom (www.alboom.com.br) oferece uma plataforma que integra diversos serviços para que esses profissionais possam desenvolver sites de forma muito mais simples, acessível e com fácil atualização.

Invista no relacionamento com seus clientes

Construir uma carteira sólida de clientes também é essencial para os fotógrafos que buscam profissionalizar seus negócios. Por isso, entender as necessidades e preferências de seus públicos e trata-los de forma personalizada são bastante importantes.

Conecte-se nas redes sociais

As redes sociais podem ser grandes aliadas no processo de captação de potenciais clientes, além de serem ótimos canais para manter relacionamento com os atuais. É indicado usar essas ferramentas para divulgação dos trabalhos já realizados e, por isso, é importante manter o perfil ativo e sempre atualizado.

Continue estudando

Fazer cursos e ler livros de fotografia ou manuais de câmeras e acessórios são exemplos de boas práticas para que o profissional esteja sempre atualizado em sua área e se destaque da concorrência.

Pratique sempre

A fotografia requer muita prática. Treinar o olhar diariamente, aplicando os conceitos que adquirir nos estudos, é imprescindível para quem busca estar em evidência.

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Aplicativo permite que usuários façam compras de maneira rápida pelo smartphone

App proporciona rápido acesso aos produtos em destaque, promoções e novidades dos supermercados parceiros da plataforma

Supemercado Now anuncia o lançamento de seu aplicativo, que tem o objetivo de melhorar a experiência de compra dos usuários. Disponível em Android e iOS, o app permite que os consumidores realizem suas compras com apenas alguns cliques e recebam… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…seus produtos de forma rápida e prática, com dia e hora marcada, ou dentro de duas horas.

O aplicativo da Supermercado Now proporciona aos usuários uma nova experiência e praticidade ao permitir que eles tenham acesso, de acordo com a sua geolocalização, aos produtos em destaque, promoções e lançamentos de todos os supermercados parceiros.

“Buscamos sempre inovar e atender da melhor forma possível nossos clientes. Acredito que por meio do aplicativo, os usuários terão mais comodidade e facilidade para efetuar suas compras, além de se comunicar melhor com o personal shopper. Queremos concentrar todas as informações necessárias na palma da mão dos nossos usuários e proporcionar uma nova forma de acesso aos produtos”, explica Marco Zolet, CEO e sócio-fundador da Supermercado Now.

Para a criação do app, a Supermercado Now buscou entender o perfil dos compradores para desenvolver um layout que pudesse contemplar todas as necessidades de seus usuários, como acesso rápido as categorias, forma de pagamento, entre outros, com uma navegação mais fácil e intuitiva.

“Alguns estudos nos mostraram que, em compras de alta recorrência como as de supermercado, o aplicativo facilita ainda mais o acesso a recompra, aumenta o engajamento do cliente com a solução e traz um novo canal de comunicação operacional e comercial. Com esse lançamento, nossa expectativa é alcançar um crescimento de 35% na frequência de compras e 70% nas compras por dispositivos móveis nos próximos quatro meses”, finaliza Zolet.

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Chefão da Samsung é condenado a 5 anos por corrupção

Quando vai terminar o pesadelo da Samsung? Essa é uma pergunta cada vez mais difícil de responder. A empresa finalmente parecia sair do atoleiro moral de 2016, com o lançamento do smartphone Galaxy Note 8. Porém, dois dias depois da festejada festa de apresentação do produto, a notícia da condenação do herdeiro dos controladores da fabricante coreana, e considerado o chefe de fato da corporação, cai como uma pesada sombra em tudo que estava planejado para 2017.

Lee Jae-yong respondia processos por práticas ilegais de negócio e uso de sua proximidade com o governo coreano para obter vangatens. As acusações incluem corrupção, desfalque, ocultação de recursos no exterior e lavagem de dinheiro. As denúncias se tornaram mais grave devido a aproximação do executivo com a então presidente coreana Park Geun-hye no ano passado, quando ela enfrentava processo de impeachment.

Lee fez essa aproximação por meio da conselheira da presidente, Choi Soon-il. O objetivo era de interceder a favor de fusões da Samsung que dariam controle maior a ele em todo o conglomerado. Logo em seguida, mais provas de outros desvios começaram a ser descobertas.

Um tribunal de Seul considerou Lee culpado e deu a sentença de cinco anos de prisão. A promotoria havia pedido 12 anos. A diferença ocorreu principalmente pelo montante considerado desviado. A acusação era de quase US$ 40 milhões. O tribunal considerou apenas cerca de US$ 7 milhões como sendo destinado às práticas ilegais. A defesa deve recorrer da sentença. Lee estava preso desde fevereiro.

Ofuscado
Com a sentença do executivo, a marca recebe mais um golpe e em um momento de recuperação de imagem. A Samsung não está ruim nos negócios, as ações estão em alta e foram abaladas apenas durante a crise da explosão de baterias do Galaxy Note 7. A dúvida é se condenação de Lee e outros executivos não terá plantado uma semente ruim na marca da empresa, exposta como praticante de corrupção. Acionistas são mais tolerantes quanto a isso, mas consumidores não costumam suportar essas denúncias por muito tempo.

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