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Serasa lança plataforma de recuperação de crédito

É importante entender o momento pelo qual passa cada consumidor, para que o credor possa fornecer uma experiência individualizada e conveniente. Pensando nisso, a Serasa Experian lança o PowerCurve Collections, uma plataforma completa e inovadora de recuperação de crédito que une todas as capacidades da empresa, como informações, plataformas tecnológicas, analytics e know how de consultores especializados.

O lançamento é impulsionado pelo alto número de consumidores inadimplentes. Segundo estudo da Serasa Experian de maio de 2017, 60,6 milhões de consumidores estão na lista de devedores, número recorde para o mês de junho desde o início da série histórica, em 2012. Em junho de 2016, o número era de 59,7 milhões. Segundo os economistas da Serasa, o desemprego e a recessão econômica são os principais motivos para os altos índices de inadimplência no país.

“Com o PowerCurve Collections as empresas podem agregar inteligência ao processo, utilizando dados e informações de mercado para orientar as decisões de recuperação de crédito e entrar em contato com os devedores de maneira mais eficaz, no momento mais adequado e com a mensagem certa, ajudando-os a limpar o nome”, explica Luiz Junqueira, diretor de Soluções de Decision Analytics da Serasa Experian. “Uma abordagem personalizada e individualizada beneficia tanto os clientes devedores quanto as empresas credoras, e está em linha com o novo consumidor, que é mais informado, mais exigente e mais consciente”, avalia.

Ao contrário de outros sistemas que se concentram no fluxo operacional de cobrança, O PowerCurve Collections é uma solução end to end, que integra dados, consultoria, e tomada de decisão em um workflow simplificado para gerenciamento e automatização dos processos de recuperação de crédito, além de permitir ao usuário utilizar uma interface amigável e responsiva.

O PowerCurve Collections aprimora as informações dos clientes devedores com dados de várias fontes para criar uma visão completa e segmentada de cada um. Depois, reúne esses insights para direcionar e automatizar as ações que comprovadamente aumentam as chances de recuperação de crédito. O resultado desta inteligência é um processo de cobrança maximizado, mais eficaz e completo.

Funcionalidades
Módulo estratégico: permite o desenho e a rápida implantação de estratégias de cobrança (campeãs e desafiantes) e simulação de cenários.
Módulo operacional: criação de filas e workflows para melhor gerenciamento e redirecionamento das contas para o tratamento mais apropriado.
Dados: acesso a maior base de dados da América Latina, assegurando uma abordagem de cobrança centrada no consumidor.
Experiência do usuário: interface moderna, responsiva e sensível ao contexto.
Canais de acionamento: integra-se a diversos canais: SMS, e-mail, discador, carta, portal de renegociação, etc.
Relatórios e dashboards: possibilita maior visibilidade e acompanhamento da performance da carteira.
Gestão de terceiros: monitoramento e distribuição de contas para escritórios de cobrança.
Simulador de acordos: simula os melhores cenários e condições de renegociação de dívidas para o cliente (número de parcelas, valor, taxas etc.).

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Cast Group adquire Pelissari e quer dobrar de tamanho até 2021

Para dobrar de tamanho, atingindo um faturamento de R$ 1 bilhão, até 2021, a Cast group, de soluções de TI, iniciou há quatro anos uma estratégia de aquisições para complementar seu portfólio. Desde então, cinco aquisições já foram concluídas, sendo a mais recente e maior delas, a Pelissari Gestão e Tecnologia – especializada em serviços profissionais de consultoria em gestão empresarial, com sede em Curitiba (PR), e faturamento anual de R$ 80 milhões.

“A Pelissari é uma das implementadoras de soluções SAP líderes na região sul do país, e se junta ao nosso grupo para agregar tecnologias que conectam estratégias, pessoas e processos”, afirma José Calazans, presidente da Cast Group. A Pelissari atua como uma integradora de sistemas com foco na indústria 4.0, e na criação de uma Comunidade de Serviços Compartilhados que inclui serviços fiscais, otimização de processos e compartilhamento de recursos entre clientes em grandes (CSC) Centros de Serviços Compartilhados do Brasil.

Crescimento
Hoje com 400 profissionais distribuídos em equipes de consultoria locais em Curitiba (PR), Joinville (SC), Caxias do Sul (RS) e Bauru, interior de São Paulo – região onde a empresa tem registrado grande crescimento, além de escritórios comerciais em São Paulo (SP) e Recife (PE), a Pelissari possui mais de 100 clientes ativos, entre eles, Randon, Tigre e Renault.

Nos últimos seis meses, a Cast group também adquiriu a HRD, focada em Human Capital Management, e, a Logix, de Belo Horizonte (MG), que atua em indústria 4.0 e mantém uma fábrica em Sete Lagoas (MG). Ainda está prevista mais uma aquisição para o 2º semestre, totalizando um investimento orgânico de R$ 50 milhões realizados até agora. “Mais R$ 50 milhões deverão ser investidos em mais aquisições até 2021”, conclui Alberto Freitas, diretor de M&A da Cast Ggroup.

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Analfabetismo é maior na geração X, aponta pesquisa

O número de pessoas não alfabetizadas no País é maior entre aqueles que nasceram entre 1968 e 1982, a chamada Geração X. É o que aponta uma pesquisa inédita feita pela UnitFour, empresa especializada em fornecimento e consulta de dados. De acordo com o levantamento, 44% da população que nasceu nesse período não possui nenhum grau de instrução.

O estudo, feito com base em 208 milhões de Cadastro de Pessoas Físicas (CPFs) no País e concluído no final de julho, revelou que entre aquelas pessoas que nasceram entre 1983 e 1996, conhecida como Geração Y, esse mesmo índice de analfabetismo é de 16%. O objetivo da pesquisa foi mapear as diferentes gerações existentes no Brasil e um possível retrato do grau de escolaridade de cada uma delas.

Nível de escolaridade

Y

X

Demais

Analfabeto

16%

44%

40%

Ensino Superior

31%

42%

27%

Doutorado

11%

48%

41%

Mestrado

58%

6%

36%

“Nosso estudo levantou as quantidades de pessoas vivas no Brasil classificadas por Gerações”, explica Gabriel Teixeira, sócio-diretor da Unitfour. O levantamento classificou cinco gerações presentes hoje no Brasil, sendo elas a Geração X, a Geração Y, Geração Z, os Baby Boomers e a geração Silenciosa.

Descritivo Identificador

Homens

Mulheres

Nascidos em 1968 a 1982 (35 a 49 anos) Geração X

13%

13%

Nascidos em 1983 a 1996 (21 a 34 anos) Geração Y

12%

12%

Nascidos em 1952 (+ 65 anos) Silenciosa

12%

11%

Nascidos em 1967 a 1953 (50 a 64 anos) Baby Boomers

10%

10%

Nascidos em 1997 a 2002 (15 a 20 anos) Geração Z

3%

3%

Na outra ponta, a Geração X também possui o maior número de pessoas com Ensino Superior, totalizando 42%, contra 31% da Geração Y e 27% das demais gerações somadas. Porém, quando visualizamos o número de pessoas com nível de Mestrado, os que pertencem à Geração Y lideram, com 58%, em comparação com a Geração X (6%) e as demais somadas (36%).

Quando classificado por gênero, o porcentual de analfabetos é majoritariamente formado por pessoas do sexo masculino tanto na Geração X como na Y, com 82% desse público.

Geração Y

M

H

Geração X

M

H

Analfabeto

18%

82%

Analfabeto

18%

82%

Ensino Superior

57%

43%

Ensino Superior

57%

43%

Mestrado

58%

42%

Mestrado

57%

43%

Doutorado

54%

46%

Doutorado

52%

48%

De acordo com Teixeira, a pesquisa destacou com ênfase as gerações X e Y por serem o estrato da população com maior poder da força de trabalho. “Não estamos considerando a geração Z nesta análise, pois a mesma é composta em suma maioria por jovens menores de idade que não possuem faixa de renda definida”, avalia Teixeira

Classe Social e Média Salarial
O levantamento também as gerações e o grau socioeconômico. Em relação às classes sociais, em um comparativo entre três gerações, é perceptível que a Geração X e os Baby Boomers são as com maior presença dentre as classes A e B, conforme gráfico abaixo:

Geração X

Baby Boomers

Silenciosa

A

36%

38%

18%

B

26%

32%

33%

C

36%

25%

19%

D

46%

24%

4%

Não identificado

13%

11%

12%

A geração X tem a maior parcela de integrantes com a renda média de R$ 2.813,00 a 3.137,00. São os Baby Boomers que têm a renda mais alta, ficando nas maiores faixas, de R$ 2.813,00 até acima de R$ 3.137,00. A Silenciosa tem a maior concentração de pessoas com a renda média acima de R$ 3.137,00.

X %

BB %

S %

Faixa 01

31%

16%

17%

Faixa 02

40%

53%

7%

Faixa 03

30,5%

44%

25%

Unitfour

DISNEY LANÇA CAMPANHA FOTOGRÁFICA #SOUPRINCESASOUREAL E BOLSA DISNEY CIDADANIA

A Disney revelou hoje (15/8) a sua nova campanha fotográfica global #SouPrincesaSouReal, que celebra histórias inspiradoras para incentivar as meninas do mundo todo a sonhar alto. Dezenove mulheres fotógrafas de 15 países foram convidadas a criar uma série de imagens empoderadoras de mulheres e meninas dentro da reconhecida iniciativa da Disney Sou Princesa Sou Real.

As fotografias serão compartilhadas nas redes sociais com o objetivo de… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…ajudar a arrecadar fundos para Girl Up, a campanha da Fundação das Nações Unidas que apoia a liderança e o empoderamento das meninas e adolescentes.

“A ideia de que todas as histórias – sejam elas da vida real ou fictícias, como no caso de Rapunzel ou Bela – podem inspirar as meninas a perseguir os seus sonhos é o coração da nossa campanha Sou Princesa Sou Real”, disse Jimmy Pitaro, Chairman, Disney Consumer Products and Interactive Media, The Walt Disney Company. “É por isso que pedimos a algumas das fotógrafas mais renomadas para nos ajudarem a encontrar e retratar histórias de mulheres e meninas inspiradoras de todo o planeta. Os resultados são incríveis e mal podemos esperar para compartilhá-los”.

“A partir da Disney, queremos promover constantemente uma cultura de igualdade, respeito e inclusão, inspirando valores positivos nas futuras gerações e promovendo a liderança das meninas para que elas sejam estimuladas a acreditar em si mesmas e redefinir paradigmas”, comentou Belén Urbaneja, Director, Corporate Citizenship & Brand Management, The Walt Disney Company Latin America.

Datas
De 15 de agosto a 11 de outubro de 2017, dando um  like em uma foto pública que mencionar #SouPrincesaSouReal (ou #SoyPrincesaSiendoYo, no restante da América Latina) ou postando sua própria foto de meninas em atitude empoderada utilizando a mesma hashtag no Facebook, Instagram ou Twitter, a Disney doará USD1,00 para Girl Up – até atingir no mínimo USD 500.000 e no máximo USD 1 milhão.


Através da colaboração com Girl Up, esta campanha tem o objetivo de gerar uma diferença concreta para as meninas que enfrentam grandes obstáculos na hora de realizar os seus sonhos. Seus programas de liderança promovem a participação das meninas e o compromisso com o seu empoderamento, fornecendo-lhes ferramentas de transformação.

Bolsa Disney Cidadania
Um segundo braço desta campanha é a Bolsa Disney Cidadania, que foi criada em março de 2017. Seu objetivo é promover a liderança das meninas e fomentar uma cultura de inclusão, igualdade e respeito por meio do apoio a projetos de empreendedores sociais na América Latina que fazem parte da rede da ONG Ashoka.

Esse ano no Brasil, a ação do Bolsa Cidadania será realizada de 15 de agosto a 15 de setembro nas lojas Ri Happy. A cada compra de produtos Disney Princesa, a Disney fará uma doação para o Teatro do Sopro. Fundado em 2012 no Rio de Janeiro,  o projeto trabalha com meninas de 03 a 10 anos em vulnerabilidade social (comunidades em situação de risco e refúgio) nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, onde criam um espaço lúdico em que as crianças podem se expressar com confiança e desenvolver a imaginação e o mundo dos símbolos através do palhaço e da contação de histórias.

“Girl Up imagina um mundo no qual cada menina possa atingir o seu potencial máximo e defender em sua comunidade a mudança positiva e o empoderamento. A campanha Sou Princesa Sou Real está perfeitamente alinhada com as nossas metas, por isso estamos felizes em poder colaborar com a Disney e este incrível grupo de mulheres para traduzir em imagens o que significa sonhar alto”, diz Melissa Kilby, Director of Girl Up.

Fotógrafas de destaque
A equipe de fotógrafas de destaque, que inclui desde a primeira repórter mulher do National Geographic, Annie Griffiths, até ganhadoras de prêmios como o International Picture of the Year, o World Press Photo Award for Nature ou o Commonwealth Photographer of the Year, e uma finalista do Prêmio Pulitzer em Notícias de Última Hora, demonstrou grande habilidade e talento ao ser desafiada a encontrar e documentar histórias que tenham o poder de inspirar meninas de todo o planeta.

Dos casos apresentados, têm destaque: a oradora mais jovem que já chegou até a ONU, a atleta paralímpica chinesa ganhadora de uma medalha de ouro, a líder da primeira equipe de ciclismo feminino do Afeganistão, a autora adolescente de livros  de CTIM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) para ensinar coding a crianças e uma jovem campeã de surf do Brasil. O projeto visa destacar uma ampla variedade de histórias para conectar meninos, meninas e suas famílias ao redor do mundo.

Em 2016, a Disney lançou Sou Princesa Sou Real, uma campanha que estimula as meninas do mundo todo a ser protagonistas de suas próprias histórias e a sonhar alto, inspirando-se nas qualidades que cada uma das Princesas Disney demonstra através de suas aventuras, como a coragem da Mérida ou a perseverança da Tiana. Enquanto cada princesa tem suas próprias características únicas e admiráveis, o que todas têm em comum é a resiliência e a habilidade de triunfar superando adversidades para realizar os seus sonhos.

Cidadania Corporativa
Dentro destes esforços realizados pela Disney, a franquia Disney Princesa oferece uma oportunidade única para potencializar as mensagens de Cidadania Corporativa e se conectar com o público de forma muito especial, contribuindo para o compromisso constante e sustentado da companhia de promover uma cultura de igualdade, respeito e inclusão na América Latina, inspirando valores positivos nas futuras gerações que ajudem a construir um amanhã melhor para todos. Para mais informações, visite os sites http://www.disneycidadania.com/ e https://www.facebook.com/DisneyCidadania

Princesas
Disney Princesa sonha, cria e celebra as histórias de aventuras que giram em torno a heroínas capazes de agradar a todos e inspirar as meninas a desenvolver o seu grande potencial. Suas protagonistas – adoradas por gerações – estão sempre presentes na cultura popular e, além disso, os pais se apoiam nestes personagens e histórias confiáveis para inspirar as suas meninas e ensinar-lhes lições de vida. Assim, de cada história da Disney Princesa as meninas podem tirar uma aprendizagem, seja trabalhar duro, ver o bem no outro, enfrentar uma aventura ou encontrar coragem dentro de si mesmas.

A campanha global Dream Big, Princess, traduzida como Sou Princesa Sou Real, no Brasil (e Soy Princesa Siendo Yo, no restante da América Latina), é realizada para contar as histórias e celebrar os atributos e momentos mais inspiradores de cada uma das Princesas. A iniciativa procura promover a liderança das meninas e inspirá-las a ser protagonistas das suas próprias histórias, incutindo valores positivos nas novas gerações e fomentando uma cultura inclusiva para todos.’

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ADBLOCK A FAVOR DA PUBLICIDADE DIGITAL? SIM, É POSSÍVEL

*Por Rodrigo Caixeta

Alcançar consumidores na web tem se tornado um desafio cada vez maior. Por se tratar de um ambiente com infinitas possibilidades, tanto as grandes como pequenas marcas utilizam a publicidade digital com o objetivo de financiar seus respectivos negócios e acabam bombardeando os usuários com incansáveis anúncios, o famoso marketing de interrupção.

O que percebo é que os anúncios pagos, que por muito tempo foram uma ferramenta bem-sucedida para as empresas, se tornaram fantasmas sem um objetivo certo e… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…assim os usuários começaram a fugir de todo tipo de publicidade.

Por isso, o uso de adblocks, ferramenta utilizada para evitar que anúncios apareçam em seus dispositivos digitais, tem aumentado constantemente. Segundo dados do último relatório anual gerado pela Page Fair, empresa anti-bloqueio de anúncios, mais de 600 milhões de usuários executavam algum software adblock globalmente em dezembro de 2016, dos quais 62% estavam em dispositivos móveis.

Ou seja, o usuário não quer mais consumir publicidade de maneira passiva. O novo perfil de consumidor tem voz própria, busca apenas por informações que interessam e por marcas que respondam os seus questionamentos, por isso, atrapalhar sua experiência enquanto navega só irá afastá-lo e causar má impressão quanto a marca anunciante.

O fato é que o grande incômodo do usuário não é a publicidade em si, mas sim como ela é realizada. Ainda segundo o relatório que citei anteriormente, embora o público rejeite fortemente alguns formatos de anúncio, ele expressa significativa preferência por outros tipos. 77% dos usuários de adblocks pesquisados consideraram que algum formato de anúncio fosse permitido; 52% desses usuários indicaram preferir banners estáticos, enquanto 35% optaram por anúncios de vídeo ignoráveis. Por outro lado, 23% eram contra anúncios de áudio de reprodução automática.

Mas ao mesmo tempo em que os adblocks se tornaram um problema para alguns anunciantes, há quem comece a utilizá-los a seu favor. O desafio das marcas está justamente em adotar uma estratégia que atraia o usuário por meio de conteúdos relevantes e de qualidade, ao invés de trabalhar com anúncios invasivos. Dessa forma, vejo um leque de oportunidades que podem ser trabalhadas, como investir em anúncios direcionados ao engajamento do consumidor com a marca por meio de conteúdo.

Por fim, podemos concluir que os adblocks têm sim um impacto na publicidade de uma marca. Porém, é importante avaliar até que ponto essa estratégia pode prejudicar ou agregar ao fazer publicidade no ambiente digital. Ficar de olho e antenado a tudo de novo que acontece no seu segmento é essencial para saber a hora certa de mudar de plano, renovar processos e investir em uma proposta diferente. E aí, sua empresa está preparada para construir novas estratégias digitais?

*Rodrigo Caixeta é CEO e sócio-fundador da Mobdiq, plataforma de marketing de influência, que recompensa financeiramente seus usuários pela indicação de produtos ou serviços para vários segmentos.

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Marcela Ulian é nova diretora de Marketing e Produto da Brasil/CT

A Brasil/CT, de full-commerce e fidelização, anuncia a expansão de sua equipe. Depois da contratação de Francisco Donato como sócio e Vice-Presidente Executivo da empresa, a Brasil/CT soma à equipe a executiva Marcela Ulian como Diretora de Marketing e Produto.

Com mais de 10 anos de experiência na área de marketing, Marcela tem como expertise conhecimento em e-commerce e desenvolvimento de novos produtos na área digital. Sua trajetória profissional inclui passagem por empresas como Banco Original, Walmart e Natura. Antes da Brasil/CT, Marcela atuava como responsável de plataformas digitais no Carrefour Brasil. A executiva é pós-graduada em Marketing pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado e em Integrated Marketing Communication pela Berkeley, University of California nos Estados Unidos.

Meios digitais
“Estou muito feliz de poder fazer parte dessa empresa que visa revolucionar o varejo on-line com muita inovação, parcerias de sucesso e um time de peso no e-commerce brasileiro. Vamos explorar o enorme potencial dos meios digitais para reforçar a estratégia e entregar resultado para nossos clientes”, comenta a nova diretora.

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Tecnologia para prevenir erros médicos estreia em hospital do PA

Reduzir a incidência de erros causados por medicação é uma preocupação global. A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou recentemente uma campanha (Global Patient Safety Challenge on Medication Safety) visando dirimir em 50%, nos próximos cinco anos, os danos graves e evitáveis associados a medicamentos, em todos os países do globo. No Brasil, estima-se que das 35 milhões de indicações medicamentosas que ocorrem por mês em âmbito nacional, até 75% delas estejam sujeitas a erros. Os impactos dos eventos adversos ocorrem em diversas esferas, tanto do ponto de vista clínico como financeiro, e em pacientes das mais diversas idades. No entanto, em pacientes pediátricos portadores de patologias crônicas, como o câncer, isso se torna ainda mais crítico. Qualquer erro médico de dosagem, associação indevida de quimioterápicos ou mesmo uma interação medicamentosa, tem uma implicação muito mais avassaladora em sua saúde.

E foi exatamente com o objetivo de prevenir a incidência de erros por prescrição de medicamentos em instituições públicas de saúde brasileiras, que a Wolters Kluwer, líder mundial para a indústria de saúde no fornecimento de soluções e informações para o momento de cuidados ao paciente; e a Salux, empresa brasileira que fornece ferramentas de sistema de gestão hospitalar, acabam de firmar uma parceria com a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, uma das maiores entidades de gestão de serviços de saúde e administração hospitalar do País. O projeto está sendo iniciado no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, localizado em Belém, mantido pelo Governo do Estado do Pará e onde, entre janeiro de 2016 a abril 2017, foram realizados cerca de 8 mil consultas ambulatoriais; mais de 35 mil infusões quimioterápicas; 644 cirurgias; além de um volume total de mais 25 mil atendimentos. A instituição é primeira na esfera pública do Brasil a incorporar ao seu sistema de prontuário eletrônico do paciente (PEP) da Salux, o Medi-Span®, sistema de suporte à decisão de prescrição de medicamentos da Wolters Kluwer.

“A nova tecnologia vai permitir que a Pró-Saúde amplie a assertividade durante a assistência aos pacientes ao oferecer um avançado suporte ao corpo clínico durante a prescrição de medicamentos e, também, promove um uso mais eficiente dos recursos financeiros. Trata-se de uma experiência que poderá, inclusive, ser compartilhada com outras Unidades do País, que dependem de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa união de expertises certamente resultará em ganhos de qualidade para o paciente”, enfatiza Jocelmo Pablo Mews, diretor de Operações da Pró-Saúde.

De acordo com Fernando Paragó, consultor médico corporativo em Segurança do Paciente, da Pró-Saúde, assim como nos demais hospitais administrados pela instituição, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo dispõe de um núcleo para gestão de riscos, que acompanha inclusive a incidência de erros médicos por eventos adversos. Até pelo próprio nível de especificidade e criticidade dos pacientes do hospital, os profissionais de saúde envolvidos com esse núcleo já há algum tempo observam um aumento no volume destes tipos de incidentes, o que os leva a estimar que cerca de 75% estão associados à prescrição de medicamentos, especialmente na decisão de dosagem. “O próprio potencial de risco e a necessidade de mitigá-lo foram os impulsionadores para que o projeto começasse nesta instituição. Enxergamos esse projeto como uma oportunidade de alavancar o nível de segurança desses pacientes. Se conseguirmos reduzir ao menos em 50% essa incidência, já teremos grandes motivos para comemorar”, ressalta Paragó.

Fabricio Avini, CEO da Salux, complementa que além dos impactos na eficiência do tratamento, a escolha da medicação, bem como os erros relacionados a ela, leva a um desperdício de recursos e elevam os custos, questão crítica hoje na área da saúde, em especial em instituições públicas. “Além de gastar mais com paciente que fica mais tempo internado, o hospital deixa de gastar com outro que, muitas vezes, está em piores condições e precisando de rápido tratamento. Em um sistema afogado e crítico como o SUS, liberar o paciente em menor tempo, permite atender um número maior de pessoas. E isso é fantástico. Estou bastante entusiasmado, pois assim como todo mundo que trabalha com saúde, tenho a missão de ajudar a solucionar esse enorme desafio”.

A solução
Totalmente incorporado ao software de prescrição do PEP da Salux, o Medi-Span guarnece a equipe clínica com alertas automáticos entregues de forma eficiente dentro do fluxo de trabalho, permitindo assim uma triagem sofisticada, sensível ao contexto e com base em informações disponíveis no sistema sobre cada paciente. Por meio do cruzamento das referências – baseados em informações confiáveis e consistentes – e dados do histórico do paciente, a tecnologia ajuda os profissionais a tomarem decisões seguras.

“Cerca de 2,4 mil instituições ao redor do mundo fazem uso desta ferramenta de suporte a prescrição de medicamentos, mas no Brasil ainda existe um gap neste sentido. Este é o terceiro hospital brasileiro, o primeiro na esfera pública, a adotar essa solução. Portanto, esse projeto é também uma grande quebra de paradigma e uma importante mudança na forma de conduzir a saúde. E isso torna-se ainda mais impactante por tratar-se de uma instituição localizada em uma região carente e que atende crianças, portadoras de uma doença crônica. É emocionante fazer parte deste projeto e contribuir para uma melhoria da saúde desses pacientes e para a efetividade clínica dessas instituições”, explica Fabio Lia, diretor de alianças estratégicas para América Latina da Wolters Kluwer.

Com a integração Salux e Wolters Kluwer, será possível antecipar possíveis ocorrências, fazer avaliações e, na hipótese de considerarem que a terapia de medicação original tem o potencial de criar um evento adverso, sugerir uma alternativa mais plausível e um tratamento mais seguro. Além disso, ao automatizar o fluxo de trabalho, o papel da equipe de farmácia torna-se muito mais estratégico dentro do Hospital.

Referência
Inaugurado em outubro de 2015, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é mantido pelo Governo do Estado do Pará e administrado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, por meio de um contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Referência no Norte e Nordeste em atendimento especializado contra o câncer na infância e na juventude, a maioria de sua clientela (75%) reside em municípios do interior do Estado. Dos 89 leitos disponíveis no hospital, dez são destinados à UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Entre janeiro de 2016 e abril de 2017, o hospital realizou 7.989 consultas ambulatoriais; 35.837 infusões quimioterápicas; 644 cirurgias; 188.410 serviços de diagnóstico e tratamento; e 180.857 exames de análises clínicas; além de um volume total de 25.725 atendimentos.

Em abril deste ano, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo foi habilitado pelo Ministério da Saúde (MS) como a mais nova Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) da região amazônica, com atuação dedicada à oncologia pediátrica. Em junho, recebeu a certificação Acreditado, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).

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As 5 palavras-chave mais caras para anúncios no Brasil

A publicidade online tem se tornado cada vez mais estratégica para alavancar as vendas de qualquer negócio. A SEMrush, de  marketing digital, fez um levantamento através das ferramentas de busca na internet para identificar as palavras-chaves mais caras e que tornam o tráfego mais relevante para empresas que pretendem investir em campanhas no Google Adwords ou em anúncios pagos na internet.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2016 e abril de 2017, na América Latina, México e Espanha. No Brasil, a SEMrush identificou que “lei de franquia” lidera a lista das palavras-chaves mais caras, com custo de US$179,55 por clique.

No segundo lugar do ranking está “umbunto”, com custo de US$112,33 por clique. O fato curioso desta palavra é que, nos buscadores, os usuários da internet a digitam errado. O correto seria “Ubuntu” – um sistema operacional de código aberto, construído a partir do núcleo Linux.

A palavra-chave que ocupa o terceiro lugar é “nuvem negra”, com o valor de US$107,47 por clique. Em quarto lugar está “mydlink log in”, com o custo de US$102,89 por clique. Essa palavra-chave tem relação com o sistema da D-Link, empresa que fabrica equipamentos de tecnologia da informação para pessoas e empresas. Já o quinto lugar do ranking é ocupado pela palavra-chave “web app fut”, com custo de US$81,52 por clique.

A nível de curiosidade, as palavras-chaves mais pesquisadas em todos os países são: “software”, em primeiro lugar com 21,9%, seguida de “educação, com 10,8%, “lazer”, com 10,4% e “web”, com 8,9%. A palavra-chave “financeiro” está no quinto lugar do ranking, com 4,5% das buscas, seguida do sexto lugar, “saúde e beleza”, com 3,7%. No sétimo lugar, curiosamente, está “marketing”, com apenas 3%.

Mais caro
Outro ponto interessante é que o Brasil tem as palavras-chave mais caras da América Latina, com US$ 78,10 por clique, seguido do Peru, com US$ 48,52 por clique. Seguido do Chile com US$ 44,19, por clique. O Brasil perde apenas para o México, situado na América do Norte, com valor médio de US$ 81,02, por clique.

“Para promover uma campanha de Google Adwords, por exemplo, você precisa determinar quais são as palavras-chaves mais relevantes em anúncios pagos. O preço de cada palavra-chave pode variar muito, dependendo da relevância e nível de concorrência. Por isso, ficamos surpresos ao identificar quais são as palavras-chave mais caras da América Latina e a quais setores pertencem. Esse tipo de levantamento torna os negócios mais estratégicos para as empresas que investem nos meios digitais para alavancar vendas, afirma Maria Chizhikova Marques, coordenadora de Comunicação da SEMrush.

Palavras-chave mais caras no Brasil:

Posição

Palavra-chave

Valor

lei de franquia

US$179,55

umbunto

US$112,33

nuvem negra

US$107,47

mydlink log in

US$102,89

web app fut

US$81,52

 

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Nuvem cresce 47% em 2016. Investimento em software e serviço sobe

O estudo anual “Mercado Brasileiro de Software – Panoramas e Tendências” da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em parceria com o IDC (International Data Corporation) mostra que o Mercado Mundial de Software e Serviços atingiu, em 2016, o valor de US$ 1.096 bilhões. Os investimentos em Softwares e Serviços no Brasil alcançaram a marca de US$19 bilhões, em 2016, colocando o país na 9ª posição no ranking mundial. Quando avaliados separadamente, o mercado doméstico de Software obteve um crescimento de 0,2%, em relação a 2015, com US$ 8,475 bilhões. Já o mercado doméstico de Serviços registrou um aumento de 2%, com um total de US$ 10,227 bilhões.

Pela primeira vez, o estudo traz a análise e evolução percentual de utilização das três principais tendências do setor de Tecnologia da Informação: Computação em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e Big Data. “Com a Transformação Digital impactando tão fortemente os negócios, achamos importante trazer para o estudo dados das principais tecnologias e seus impactos no Mercado”, afirma Jorge Sukarie, presidente do conselho da ABES.

Em 2016, o mercado de computação em nuvem teve expansão de 47,4%, tendo como base os dois principais serviços do setor (SaaS e PaaS). Os investimentos nesse tipo de licenciamento passaram de US$ 506 milhões, em 2015, para US$ 746 milhões no ano seguinte.

De acordo com a pesquisa, o modelo de utilização que mais cresceu foi o de Aplicações Colaborativas, onde a utilização em nuvem ultrapassou o licenciamento tradicional representando em 2016, 53,3% do mercado – aumento de 133% em comparação ao número registrado em 2013. As aplicações que apresentaram segundo maior crescimento foram as de CRM, onde, apesar do licenciamento tradicional representar a maioria do mercado, a utilização em nuvem saltou de uma participação de 20,8%, em 2015, para 27,5%, em 2016.

Outro destaque é a ampla expansão da Internet das Coisas (IoT), que apresentou crescimento de 27,8% e atingiu investimentos de US$ 6 bilhões, sendo que, no Brasil, os principais casos de uso estão em Monitoramento de Frota, que investiu US$856 milhões, seguido por Smart Grid, com US$ 631 milhões. “IoT está intrinsecamente conectada com a reinvenção dos negócios como conhecemos hoje. Esse é um tema tão relevante que há discussões no governo para identificar áreas em que o Brasil pode se destacar dentro de IoT e, com isso, poder estabelecer formas de apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação”, comenta Jorge Sukarie.

Na outra ponta desse processo está a análise dos dados para que possam ser usados em aplicações nas mais diversas áreas. Apesar do crescimento de Big Data e Analytics seguir em velocidade mais lenta com aumento de 3,2%, somou US$ 809 milhões, em 2016. “Dificilmente, quando se vai a uma empresa de qualquer setor da economia, não se consegue identificar uma aplicação em que não se encaixe uma solução de Big Data e que se consiga gerar resultados que possam agilizar a tomada de decisões, tornando-as mais assertivas e trazendo maior produtividade e competitividade”, aponta Sukarie.

Por setores
O setor da economia que mais investiu em Software, em 2016, foi de Serviços e Telecomunicações (investimento de US$2,5 bilhões e crescimento de 3,6%, em relação ao ano anterior), enquanto o que mais reduziu investimentos foi o de Finanças, com queda de 2,9%, mas que ainda é responsável por 24,5% da participação do mercado frente a 26,6% de Serviços e Telecomunicações. Em terceiro lugar, vem a Indústria que, com investimentos na ordem de US$ 2 bilhões, tem participação de 21%, seguida por Comércio, Governo e Óleo/Gás, representando 11,9%, 4,5% e 3,9%, respectivamente. Já a Agroindústria apresentou redução de 1,5% nos investimentos em Software, mas a coleta recorde de grãos prevista para 2017 deve reverter esse quadro neste ano.

Atualmente, o Mercado de Software e Serviços conta com 15.707 empresas, sendo 11.237 delas dedicadas ao desenvolvimento e à comercialização de software e 4.470 dedicadas aos serviços de TI. Dentre as 4.872 empresas dedicadas ao desenvolvimento de software, mais de 95% são consideradas de micro ou pequeno porte, ou seja, com menos de 99 colaboradores.

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Cássio Pantaleoni assume comando da SAS no Brasil

Cássio Pantaleoni é o novo presidente da SAS no Brasil. O executivo comandava a área comercial da compahia até então. Pantaleoni soma cerca de 8 anos no SAS, onde, entre outros cargos, foi diretor de vendas entre 2008 e 2014, e líder das operações na Colombia em 2016.

Seus principais objetivos na nova função é manter o crescimento da companhia em um momento que o mercado busca uma nova forma de TI, preferindo ofertas da transformação digital. Também comandará um período de transição na empresa até o final do ano, seguindo à frente dos dois cargos, em paralelo à preparação de seu sucessor.

É a segunda grande mudança na hierarquia da SAS na região nesse ano. Em janeiro, a empresa promoveu o então presidente do SAS Brasil, Conrado Leister, para assumir o comando da empresa na América Latina e no Caribe. Pantaleoni responderá diretamente a Leister.

Pantaleoni terá como meta promover uma atuação em todo o território nacional. A empresa pretende expandir-se para Norte e Nordeste, além de atender mais de perto o setor público com vendas de soluções antifraude. Para isso, contará com parceiros em todo país.

Currículo
Cássio Pantaleoni é graduado e mestre em Filosofia pela PUC-RS e doutorando pela PUC-SP. Tem mais de mais de 30 anos de experiência no setor de tecnologia. Atuou em cargos de liderança em empresas como SAP, Oracle, BEA Systems e TIBCO Software, até chegar ao SAS em 2008.

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Pioneiro da TI no Brasil cria escola de ERP nos negócios

A partir de outubro, tomadores de decisão, CEOs e empresários das pequenas e médias empesas contarão com uma nova ferramenta de gestão para tomada de decisões. A escola de negócios ERP Business School é o novo projeto de Ernesto Haberkorn, fundador da Microsiga (empresa que deu origem à TOTVS), precursor do software de gestão de empresas.

Um eterno entusiasta e empreendedor, a inovação está no DNA de Haberkorn, que ao longo de sua trajetória e até hoje, aos 73 anos, é amante de transmitir os seus conhecimentos. Tanto é assim que até hoje desenvolve novas funcionalidades ao ERPFlex, ERP na nuvem. Haberkorn é hoje considerado o papo do sistema de gestão nacional.

A ERP Business School é uma escola de negócio para tomadores de decisão voltada aos presidentes de pequenas e médias organizações, focada na assertividade, vida e saúde em dia, inteligência e equilíbrio emocional, condução e apoio em planos de sucessão a herdeiros e respeito às competências dos talentos. E, com o avanço da inteligência artificial, big data, comportamento do consumidor mudando rapidamente em função da internet, tudo e todos conectados, a informação muda cada vez mais rápido e os gestores precisam estar preparados para a próxima etapa na análise dos dados, indo além do simples cruzamento e cockpits dos negócios, mas como aproveitar melhor e ser mais assertivo na interpretação e necessidade de suas empresas.

Criada com o objetivo de transmitir as melhores práticas de administração, utilizando os indicadores dos 8 pilares do ERP (controle, cliente, tributos, processos internos, suprimentos, financeiro e contabilidade, produto e pessoal), um dos diferenciais da ERP Business School é a mescla com o desenvolvimento humano através da parceria com a BrainFit. Dessa forma, processos, pessoas e tecnologias formam a engrenagem para análise dos negócios e, consequentemente, obter melhores resultados.

Outro aspecto é que o participante poderá treinar a tomada de decisão em um entorno de situações de negócios reais e ao vivo utilizando o seu computador, os seus indicadores e a sua percepção. Dessa forma, os participantes receberão treinamento intensivo para preparar os executivos a decidirem assertivamente os rumos das empresas, usando recursos de inteligência emocional, física, resiliência, liderança e alta performance.

“As informações estão disponíveis para qualquer pessoa. A questão é; como você analisa o big data? Hoje não é possível imaginar qualquer empresa sem inteligência nos negócios, uma vez que o século XXI é pautado nas grandes revoluções tecnológicas e o impacto delas cria um novo paradigma na forma de fazer negócios”, comenta Ernesto Haberkorn. Acompanhando as rápidas mudanças de mercado e a necessidade de tomada de decisão de forma igualmente rápida e assertiva, essa escola tem como objetivo cursos rápidos e práticos, diferentes das universidades e outros cursos de formação administrativa.

Gestão
Na ERP Business School serão discutidas, por exemplo, as diferentes formas de impostos e posições jurídicas e a melhor forma de cada empresa administrar o seu negócio. Os cursos serão realizados a partir das 16h horas da sexta até às 16h do domingo.

O primeiro curso, sob o tema Gerenciabilidade, será realizado entre os dias 06 e 08 de outubro, no SPaventura Ecolodge, em Ibiúna, e o investimento é de R$ 4.300,00, com hospedagem O executivo contará, ainda, com uma avaliação de perfil comportamental e motivacional e qual o seu impacto no cotidiano das organizações. “Para mantermos nossos talentos na empresa, é importante que as pessoas se sintam engajadas e, para isso, utilizamos três pilares de motivação: a autonomia, a excelência e o propósito onde todos, empresa e líderes, estejam na mesma sintonia, ” afirma Cris Santos.

Serviço:
ERP Business School
Local: SPaventura Ecolodge – Ibiúna
Data: 06 a 08 de outubro de 2017
Programação: sexta, a partir das 16h a domingo, às 16h
Investimento: R$ 4.300,00, Inclui estadia de 3 dias no hotel e alimentação
Inscrições: (11) 3881-2461 – contato@erpbs.com.br

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Tire suas dúvidas sobre o catalizador do carro. Ele pode dar multa

O catalisador é um item praticamente esquecido pelos motoristas, mas é uma peça fundamental para reduzir o impacto ambiental provocado pela emissão de gases poluentes dos veículos. Em cinco tópicos, a Umicore, fabricante líder do produto na América do Sul, lista curiosidades sobre o componente:

1 – 98% dos gases tóxicos gerados pela queima do combustível são transformados em mero vapor. Imagine se essa pecinha não cumprisse essa missão. Como seria a qualidade do ar nos grandes centros?

2 – O catalisador nada mais é que uma peça de cerâmica ou metal, revestida por metais nobres, como a platina, e recicláveis. Ao entrar em contato com os gases do veículo, provoca reações químicas que faz a transformação para vapores e água. É deste processo, chamado de catálise, que se originou o nome da peça.

3 – O catalisador reduz a potência do veículo. Mito ou verdade? Segundo a Umicore, empresa especializada em processos de produção antipoluente, a afirmação é mentirosa. Remover a peça desregula o sistema de injeção eletrônica e a contrapressão do sistema de escapamento. Aí sim o motorista poderá sentir a perda de rendimento do motor, desgaste prematuro de peças e o excesso de ruídos. Além disso, dirigir o veículo sem a peça incorre em infração de natureza grave – a multa é de R$ 127,69 e o motorista perde cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O automóvel, além disso, pode ser apreendido.

4 – A durabilidade do catalisador pode ser a mesma do veículo, se for feita a manutenção corretamente, como orienta o fabricante. Catalisadores que ficam abaixo do assoalho podem apresentar problemas de funcionamento se o veículo sofrer eventualmente um impacto forte em estradas de terra ou mal conservadas. O custo para repor o componente varia entre R$ 350 e R$ 1.350,00.

5 – Em condições extremas de temperatura – frio ou calor – a peça é ainda mais importante. Com as mudanças de temperatura, a baixa umidade do ar e o aumento dos níveis de poluição atmosférica pioram as doenças respiratórias e causam outros incômodos, como irritação nos olhos. O catalisador em bom estado contribui com a redução da poluição atmosférica. Ele também evita a formação de ozônio pelas reações fotoquímicas da luz solar com os gases HC e NOx, que são comuns em épocas mais quentes. Embora seja formado por moléculas de oxigênio, a quantidade elevada desse gás pode ser extremamente prejudicial à saúde.

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Intel e Microsoft colaboram para blockchain empresarial

A Microsoft anunciou uma nova estrutura de trabalho para incentivar as empresas a adotarem a tecnologia blockchain para privacidade e segurança empresarial. Diante disso, a Intel foi nomeada como a principal parceira de hardware e software do projeto. Como parte desta colaboração, Microsoft, Intel e outros líderes em tecnologia blockchain criarão uma nova estrutura de trabalho voltada para o segmento corporativo – chamada Coco Framework – que integra a Intel Software Guard Extensions (Intel SGX) para fornecer velocidade, escala e confidencialidade dos dados das transações para as empresas. Esta inovação inédita acelera a prontidão das empresas para a tecnologia blockchain, permitindo que os desenvolvedores criem aplicativos empresariais flexíveis e mais seguros, que podem ser facilmente gerenciados pelas empresas.

Blockchain é um sistema de manutenção de registros digitais onde as transações são executadas, validadas e gravadas de forma cronológica e pública. Por ser descentralizado e transparente, ele aumenta a eficiência e a segurança de operações financeiras – e faz isso com um custo significativamente menor do que os registros tradicionais. A tecnologia pode ser usada para tudo, de simples compartilhamentos de arquivos à processamento de pagamentos globais e possui o potencial para transformar a maneira como as empresas operam.

Intel, Microsoft e outros líderes nesta tecnologia estão trabalhando juntos para fornecer segurança melhorada e capacidades escaláveis em serviços blockchain. O Coco Framework usa a Intel SGX para adicionar novos níveis de privacidade e confidencialidade para transações blockchain. A Intel SGX é uma tecnologia de segurança baseada em hardware que pode ajudar a melhorar as soluções blockchain ao fornecer um ambiente de execução confiável que isola partes-chave de um programa nesse sistema.

Confidencialidade
Ela consiste em um conjunto de instruções de CPU e melhorias de plataforma que criam áreas privadas na CPU e na memória que podem proteger o código e os dados durante a execução. A Intel SGX ajuda o Coco Framework a fornecer dados confidenciais e acelerar as transações. A confidencialidade dos dados é alcançada ao criptografar dados sensíveis do blockchain até que ele seja aberto em um enclave Intel SGX por um programa permitido. A maior taxa de transferência é atingida ao isolar o processo de verificação da transação para acelerar o consenso da rede.

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App aproxima médicos e pacientes que não têm plano de saúde

 

O Brasil atualmente abriga cerca de 160 milhões de pessoas que não possuem convênio médico e dependem 100% da saúde pública. Este cenário tornou possível o nascimento da plataforma Vida Class, que está no mercado para unir o paciente e o médico por geolocalização.

Com a proposta de oferecer acesso a serviços de saúde a preços competitivos para essa população que não possui convênio médico, a plataforma disponibiliza serviços das mais diversas especialidades, bem como… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…exames de imagens e laboratoriais, sem que o usuário tenha que pagar qualquer mensalidade ou uma taxa de adesão. O cliente só paga uma taxa administrativa quando efetivamente adquirir uma consulta ou um procedimento.

Para Vitor Moura, CEO da startup, a criação da Vida Class também ajuda a diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. É uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiado pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

A plataforma funciona pelo site ou por meio de um aplicativo. “O usuário realiza o cadastro de forma gratuita, e pode fazer a busca pelo serviço que precisar: consultas médicas ou exames à sua escolha e ainda com filtro por preço ou proximidade”, diz Vitor. São, ao todo, três diferentes serviços: agendamento de consultas, agendamento de exames e descontos em farmácias por intermédio do Vida Class Farma, (atualmente em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com descontos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil). Para este serviço, é necessário aderir a uma mensalidade de R$ 7,99, que tem como contrapartida um bônus mensal de R$ 8,00 nos celulares pré-pagos.

Com mais de 10 mil parceiros cadastrados para consultas e exames, a expectativa da startup é aumentar para 50 mil o número de prestadores e 500 mil usuários cadastrados até o final de 2018.

A Vida Class realiza todas as suas transações a partir do site www.vidaclass.com.br ou pelo próprio aplicativo disponível gratuitamente na Apple Store e no Google Play. “A nossa ideia é fazer com que toda a população brasileira se beneficie de ótimos serviços, como os oferecidos em clínicas particulares, com o diferencial do preço acessível”, finaliza Vitor.

A plataforma Vida Class foi criada com o intuito de diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecer mais opções para milhões de brasileiros que não possuem convênio médico.

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Pesquisa revela locais mais fotografados do mundo e indica que as pessoas estão cansadas de fotos idênticas no Instagram

 

Uma pesquisa realizada pela Sony (identificada por meio da hashtag #XperiaNewPerspectives) revelou que mais da metade dos 30 pontos turísticos mais famosos do mundo é fotografada sempre pelos mesmos três ângulos. Além disso, o estudo mostrou que… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…47% das pessoas disseram estar cansadas de ver as mesmas fotos de um destino, enquanto que 52% estavam mais predispostas a dar um “like” para a imagem de um ponto turístico caso fosse interessante e algo que não viram antes.

A presença da Torre Eiffel no topo da lista pode não surpreender, mas os dados mostram que 35% das fotografias dos pontos turísticos são tiradas das mesmas posições. Outros pontos turísticos notáveis que seguem essa tendência incluem o Cristo Redentor no Brasil, onde 71% das fotos são dos mesmos três ângulos, a Fontana di Trevi, na Itália (74%), o Monte Fuji, no Japão (77%) e Machu Picchu, onde 85% das imagens postadas no Instagram são tiradas das mesmas perspectivas.

A pesquisa também concluiu que metade dos entrevistados escolhe as férias com base em fotos de destinos eleitos por outras pessoas e outras 45% buscam no Instagram inspiração de onde fotografar e visitar.

“A pesquisa revela uma perspectiva real de como a fotografia se tornou importante nas nossas férias e como os dois estão intrinsecamente ligados”, analisa Ana Peretti, diretora de marketing da Sony Mobile no Brasil. “A fotografia se tornou uma parte essencial de qualquer viagem – seja uma fuga da cidade, uma aventura ou simplesmente deitar na praia. Com a qualidade da câmera do nosso smartphone flagship, o Xperia XZ, os viajantes conseguem a experiência de imagens sem desfoques com captura de imagens em cores ‘reais’ e capacidade com pouca luz. Esperamos inspirar uma nova geração de fotógrafos mobile a capturar novas perspectivas em suas viagens”, completa.

Para o CEO da Organização Mundial de Fotografia, Scott Gray, que comandou a pesquisa o cenário da fotografia mudou dramaticamente na última década e isso se deve principalmente à acessibilidade e à qualidade das câmeras. “Essa acessibilidade fica acentuada ainda mais com os smartphones. A tecnologia das câmeras destes aparelhos mobile permite que as pessoas melhorem suas fotografias e a resolução alta o suficiente permite fazer algo com essas imagens. Essa capacidade de capturar o espontâneo realmente ajuda a desafiar a criatividade do fotógrafo ao mesmo tempo que oferece uma imagem única para quem visualiza”.

O premiado fotógrafo de viagem, Lluís Salvadó, dá as suas principais dicas para capturar fotografia sob uma nova perspectiva:

1. Brinque com as cores e o brilho, é incrível como uma cena pode ficar diferente com alguns pequenos truques de câmera;

2. Caso esteja tendo dificuldades em conseguir uma foto original, brinque com superfícies refletivas, um ponto turístico famoso pode se transformar com um pouco de água;

3. Procure por beleza na arquitetura à sua volta e não somente no ponto turístico em si. Pode haver uma grande qualidade artística em coisas estruturais;

4. Tente novas perspectivas e tire algumas fotos de um ponto acima ou abaixo do seu alvo, não tenha medo de experimentar composições;

5. Utilize pessoas e suas silhuetas para dar à foto uma sensação de local e tempo e brinque também com perspectivas.

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Como transformar TI em TN (Tecnologia de Negócios)

* Por Alexandre Paoleschi

Há tempos a Tecnologia da Informação vem desempenhando papel primordial nos negócios e auxiliando as empresas na definição de padrões, ferramentas, sistemas e até mesmo de novos processos. A transformação digital enfrentada pelas companhias traz à tona um novo desafio: fazer com que a TI se torne TN, ou seja, Tecnologia de Negócios.

Embora o termo seja relativamente novo, essa sigla decorre de uma longa evolução tecnológica já prevista há algum tempo e que leva o mercado a compreender como a tecnologia pode incrementar os resultados de grandes companhias. Algumas delas já estão realizando a migração para esse nível na prática, utilizando conhecimento para apoiar o negócio e fazendo interface não apenas com o usuário, mas com toda a empresa.

A princípio, o discurso pode parecer repetitivo, afinal, não é de hoje que ouvimos que a TI precisar estar mais próxima do negócio. Isso é passado, assim como dizer que a TI é o negócio. Porém, a necessidade de reinventar-se digitalmente pela qual passam as empresas está fazendo com que o CIO precise sim pensar como negócio e deixe de olhar para a TI tradicional.

Obviamente que o sucesso de qualquer negócio depende de fatores como uma análise precisa de indicadores e por isso é necessário escolher a tecnologia certa para suportar a operação e ter uma boa visão de futuro. Esse é o papel do CIO. Porém, não basta ele se preocupar somente com as as ferramentas que serão adquiridas e implementadas: ele precisa avaliar de perto como os investimentos em TI impactarão no desempenho do negócio e deve ainda planejar as estratégias junto com o restante do board da empresa, traçando um caminho de crescimento contínuo e sendo parte dele.

A questão é que os CIOs ainda não compreenderam que a área de TI deve conversar de igual para igual com as demais áreas. Se avaliarmos o nível dos sistemas e informações utilizados versus o que existe para a TI e traçarmos um paralelo, seria o mesmo que dizer que a TI está vivendo na época das planilhas, enquanto o negócio vive a era do Business Intelligence.

Habilidades do CIO
Enxergo que o CIO possui papel extremamente relevante diante dos desafios da transformação digital. Porém, pesquisas recentes do Gartner mostram que 80% dos CEOs têm iniciativas de modelos de negócios digitais, mas somente 70% deles têm um líder digital e, desses, apenas 20% deles são CIOs. E mais: 40% dos CEOs acham que os CIOs têm habilidades para ser o líder digital, enquanto apenas 10% deles mencionam o CIO como fonte primária de informação. Sendo assim, podemos dizer que os CEOs continuam liderando a visão dos negócios digitais, enquanto o CIO está cuidando apenas com a TI tradicional.

Por outro lado, o gestor de TI, diferente dos gestores das demais áreas da empresa, não está munido de sistemas inteligentes e automatizados que o auxiliem na identificação de comportamentos que possam colocar em risco a operação ou mesmo o negócio. O que existe, via de regra, é um mar de fornecedores, ferramentas e equipamentos que entregam apenas dados, com pouca (muitas vezes nenhuma) integração. Uma grande dúvida paira no ar: como fazer a gestão de tudo sem informações quantitativas e qualitativas referentes à performance de cada um dos recursos utilizados?

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Stefanini inaugura centro de inovação nos Estados Unidos

A brasileira de TI Stefanini está em novo endereço em Southfield, nos Estados Unidos, que privilegia o conceito de espaço aberto, alinhado aos valores da companhia. O novo escritório reflete o processo colaborativo da Stefanini e promove a comunicação mais fluida entre os diferentes departamentos. Além de ser a sede da Stefanini na América do Norte e Ásia-Pacífico, o novo escritório conta com o primeiro Centro de Inovação nos Estados Unidos.

De acordo com Spencer Gracias, CEO da Stefanini para a América do Norte e Ásia-Pacífico, o novo espaço foi inspirado na filosofia da empresa de ter a inovação como prioridade. Foi criado um conceito de espaço aberto, com móveis, luzes e cores escolhidos especificamente para estimular a criatividade, a comunicação e a troca de novas ideias por meio da metodologia de Design Thinking. “Acreditamos que o investimento em um local mais criativo e inovador é fundamental para o ambiente de trabalho”, disse Gracias.

Centro de Inovação
A cultura inovadora da empresa será reforçada pelo Centro de Inovação, que funcionará no mesmo prédio. Os Centros de Inovação fazem parte de uma estratégia global da companhia para o desenvolvimento e demonstração de novas tecnologias, a partir do conceito de Design Thinking. “Com os Centros de Inovação localizados no Brasil, Romênia, Cingapura e, agora, nos Estados Unidos, a Stefanini quer criar ainda mais valor aos negócios dos clientes”, destaca o CEO para América do Norte e Ásia-Pacífico.

Além de beneficiar os funcionários, o novo escritório trará inovação para a comunidade e parceiros. “A Stefanini está fortemente posicionada como uma empresa que aposta na inovação, aproveitando todos os benefícios das novas tendências para fornecer soluções alinhadas com as necessidades específicas de seus clientes”, complementa Spencer Gracias.

O novo escritório da Stefanini Southfield está localizado no seguinte endereço:
27100 West Eleven Mile Road
Southfield, MI 48034
Todos os números de telefone e fax serão mantidos.

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Diversidade: as 10 melhores empresas de tecnologia (ranking)

A semana foi quente no assunto diversidade. O tema tem sido constantemente elevado nos noticiários principalmente por posições antagônicas de ativistas e empresas, mas nos últimos dias ganhou um novo tempero. Um funcionário do Google publicou um “manifesto machista” na internet. O caso levantou a polêmica sobre sexismo no Vale do Silício, um assunto que tem ficado cada vez mais pegajoso para as gigantes de tecnologia que abrem pouco espaço para mulheres, homossexuais e minorias étnicas.

No meio dessa fogueira, a Comparably, que possui uma plataforma de comparação de estratégias de retenção de talento e geração de empregos de empresas ao redor do mundo, publicou um ranking das empresas mais abertas à diversidade. O ranking foi dividido em Top 10 para mulheres e Top 10 para negros.

O topo da lista para mulheres, com 82 pontos, é dominado pela Salesforce. A companhia de soluções de atendimento ao consumidor e marketing na nuvem vem há muito tempo traçando o caminho da diversidade, tendo sua vice-presidente executiva de Global Employee Success, Cindy Robbins, como uma das mulheres mais poderosas da tecnologia.

Veja o ranking Top 10 Mulheres

  • Salesforce (82)
  • Adobe (80)
  • Intuit (80)
  • T-Mobile (79)
  • LinkedIn (79)
  • Accenture (79)
  • PayPal (78)
  • Workday (78)
  • Apple (78)
  • Facebook (77)

O Google não figura na lista. A empresa é considerada com algum trabalho a ser feito em sua cultura para inserir mais mulheres em condições de igualdade, tanto engenheiras como executivas. O ranking é elaborado com questionários que pontuam a experiência do funcionário na empresa. Todas as classificações foram coletadas entre março de 2016 e agosto de 2017.

O Google está melhor colocado no ranking sobre raça. A empresa aparece em sexto lugar. A liderança nesse quesito é da Vmware, companhia que promoveu a revolução dos sistemas operacionais e servidores virtuais na Tecnologia da Informação (TI).

  • VMWare (81)
  • Disney (80)
  • LinkedIn (80)
  • Salesforce (79)
  • Intuit (79)
  • Google (78)
  • T-Mobile (78)
  • Dell (78)
  • Facebook (78)
  • Symantec (77)

 

 

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Cidades e agronegócio inteligentes devem impulsionar Internet das Coisas

A internet das coisas (IoT) está no foco do mercado de telecomunicações. Operadoras e empresas diversas que atuam no setor esperam ter um impulso de crescimento e uma onda de inovações com o poder de conexão e transmissão de dados chegando a objetos diversos de forma inédita. E as cidades inteligentes e o agronegócio inteligente devem ser as molas propulsoras dessa nova onda.

Em uma pesquisa com mais de 2000 entrevistados do mercado de telecomunicações, como executivos, consultores, entidades públicas e analistas de mercado, a Amdocs detectou que 29% dos entrevistados acredita que as Smart Cities são o segmento com o maior potencial de crescimento no país. Em segundo lugar aparece o agronegócio inteligente, com 23% das respostas.

Para quase 30% dos entrevistados, o papel das operadoras será atuar como plataforma neste mercado. Na verdade, a maioria delas já atua dessa maneira e o grande desafio será se concentrar em uma determinada indústria/vertical. “Muitas operadoras ainda estão focadas em compreender e analisar as oportunidades de crescimento e, neste momento, não há rota correta a seguir”, diz Renato Osato, VP e CBE da Amdocs para as regiões América Latina e Caribe.

“A Internet das Coisas tem muitos ângulos (novos processos, tipos de tecnologia, protocolos, etc.) desde a fabricação de chips até monitoramento e infraestrutura, e as operadoras ainda não estão 100% preparadas para participar de todas essas etapas”, continua o executivo.

Quando perguntados sobre os segmentos com maior potencial para um envolvimento mais ativo das operadoras, as Smart Cities também foram as mencionadas com mais frequência, chegando a 45% das respostas. De acordo com Eduardo Tude, presidente da Teleco, parceira no estudo, isso se deve ao interesse em investir e desenvolver soluções IoT para a sociedade como um todo.

Segurança
Em relação à segurança, quase 79% dos entrevistados acreditam que as redes das operadoras ainda não estão preparadas para atender aos requisitos de segurança da IoT.

A pesquisa conclui que as soluções para o IoT têm amplas possibilidades e envolvem vários players no mercado. Neste momento, as operadoras estão buscando um plano de ação que vá além da conectividade neste ecossistema e que as permita se desenvolver como uma plataforma, para isso, a criação de uma rede de parceiros parece ser a fórmula que melhor permite que as operadoras ocupem um lugar de privilégio na cadeia de valores da Internet das Coisas.

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Déficit da balança de eletroeletrônicos cresce 19% no primeiro semestre

O déficit da balança comercial dos produtos eletroeletrônicos alcançou US$ 11,09 bilhões no primeiro semestre de 2017, 19% acima do registrado em igual período do ano passado (US$ 9,31 bilhões). As informações são da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

O aumento do saldo negativo foi resultado da queda de 1,5% nas exportações, que atingiram US$ 2,80 bilhões, e do incremento 14,4% nas importações, que chegaram a US$ 13,9 bilhões.

Analisando por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 9,13 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 5,21 bilhões e com os demais países da Ásia somou US$ 3,92 bilhões.

A única região a apresentar superávit na balança comercial de produtos do setor foi a Aladi, somando US$ 720,6 milhões. Porém o resultado foi muito inferior aos expressivos déficits registrados com as demais regiões.

Junho
No mês de junho de 2017, as exportações de produtos do setor eletroeletrônico somaram US$ 474,5 milhões, 4,9% superiores às ocorridas em junho de 2016 (US$ 452,4 milhões). Já as importações registraram US$ 2,32 bilhões, 9,5% abaixo das ocorridas no mesmo mês do ano anterior (US$ 2,56 bilhões).

Com isso, o déficit atingiu US$ 1,8 bilhão, 13% menor do que no ano passado (US$ 2,1 bilhões).

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