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A segurança corporativa na Era Digital

* Por Mário Rachid

Os ciberataques com vírus do tipo ransomware ocorridos recentemente alertam para a vulnerabilidade da segurança digital de muitas empresas nos mais variados segmentos. Milhares de empresas de todo o planeta foram atingidas recentemente por uma espécie de vírus que sequestra e bloqueia o acesso a arquivos — pedindo resgate para liberá-los –, gerando impactos irreparáveis aos negócios.

O ataque massivo revela que a proteção de sistemas e dados é o grande desafio das organizações, que são cada vez mais dependentes de sistemas eletrônicos para a troca de informações sigilosas. Para garantir a proteção desses dados é mandatório investir em estruturas robustas de segurança, com atuação rápida, preventiva e ininterrupta.

Os prejuízos para uma empresa vítima de um ataque massivo de hackers são enormes. Os danos financeiros e operacionais são os primeiros a serem contabilizados. Sistemas são rapidamente desligados para evitar um comprometimento maior da estrutura, paralisando as operações desde o momento no qual a ameaça é percebida até a contenção do ataque. Mas é preciso pensar além. Os prejuízos podem ser ainda mais danosos à reputação das organizações, aos clientes que podem ter dados expostos e às operações.

Está cada vez mais evidente, principalmente após os ciberataques mundiais, que as equipes de TI de muitas empresas ainda não estão preparadas para, sozinhas, gerenciarem as novas ameaças que surgem todos os dias e que exigem uma resposta rápida para minimizar os riscos de perdas financeiras, operacionais e de imagem. Os times internos descobriram que, de forma manual, é impossível mitigar essas invasões e apenas com uso de modernas tecnologias consegue-se dar conta da tríade necessária para que os dados das companhias estejam seguros: prevenção, detecção e mitigação.

Especialistas apontam que 2017 é o ano que marca a mudança de estratégia das organizações em relação ao orçamento de segurança digital. As cifras crescem na mesma proporção que a preocupação dos líderes de TI. Este ano, por exemplo, os gastos nessa área devem aumentar cerca de 10% em relação a 2016, chegando mundialmente a mais de US$ 90 bilhões. Segundo o Gartner, a tendência é passar dos US$ 110 bilhões em menos de três anos.

O Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques do tipo ransomware, com milhares de tentativas de invasão registradas diariamente. O País também está no alvo de outro tipo de ameaça. Os ataques de “negação de serviços”, chamados de DDoS (Distributed Denial of Services), serão os maiores responsáveis pela paralisação de operações por indisponibilidade de sites, redes digitais e aplicações corporativas, como e-mails e sistemas de faturamento.

A proteção contra esse tipo de ataque passa pela adoção de soluções do tipo Anti-DDoS, que detectam e mitigam ataques com eficiência antes que a rede corporativa seja atingida. A proteção garante disponibilidade de rede, evitando a saturação da banda de Internet diante de ataques. Instituições bancárias e empresas de e-commerce, que necessitam de ambientes seguros e estáveis para os clientes, são exemplos de organizações que já usam sistemas de Anti-DDoS. Porém, a tendência é que essa proteção passe a ser usada por empresas de todos os tamanhos e segmentos, uma vez que é inimaginável nos dias de hoje trabalhar sem o apoio das tecnologias de segurança.

Internet das coisas
No campo de detecção prévia de movimentos suspeitos, a inteligência cibernética ganha cada vez mais espaço no mercado. O monitoramento de redes abertas, Deep Web, Dark Web e de dispositivos de Internet das Coisas possibilita a identificação e antecipação a possíveis ameaças, contribuindo para a adoção de novas estratégias para proteção de estruturas, dados e informações.

Os tipos de ameaças continuarão evoluindo à medida que a tecnologia avança e aumenta o número de dispositivos conectados à rede que trocam e geram um volume gigantesco de informações. Nesse cenário, o planejamento de segurança da informação precisa incluir ferramentas de backup para recuperação rápida de arquivos e dados em caso de ataques. Os recentes ciberataques ligaram o alerta vermelho de executivos do mundo inteiro. Todos aprenderam a lição que basta um ataque para acabar com toda a trajetória de uma empresa.

O ambiente corporativo está cada vez mais conectado e dependente de tecnologias. Sem soluções preditivas de segurança digital, o futuro das organizações estará em risco. Como temos visto recentemente, o mundo pode mudar completamente em apenas algumas horas. Será que alguém ainda duvida disso?

* diretor executivo de Soluções Digitais da Embratel

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6 dicas para navegar com segurança nos dispositivos móveis

A utilização de um antivírus atualizado e cuidados com sites desconhecidos são algumas das prevenções básicas que as pessoas que navegam pela internet hoje, por meio de computadores pessoais (notebooks e desktops), sabem que são fundamentais para não terem seus computadores invadidos e seus dados roubados. Porém, segundo pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 92% dos domicílios brasileiros já acessaram a internet por meio do telefone celular.

O diretor de educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Avelino Zorzo, explica que a ampliação da capacidade de armazenamento interno dos dispositivos móveis e a melhoria dos processadores destes itens tem possibilitado às pessoas, por comodidade e praticidade, que concentrem as suas interações do dia a dia nos celulares e tablets.

“Atualmente, é impensável imaginar que um portal de notícias ou site de banco não possua um layout responsivo que permita aos internautas navegarem a partir de um smartphone. As empresas já perceberam que as pessoas preferem acessar a sua conta de banco e e-mail por estes dispositivos e têm investido cada vez mais em melhorias que facilitem esta navegação”, comenta Zorzo.

Contudo, segundo o especialista, o que muitos usuários ainda não perceberam é que o acesso por meio dos celulares e tablets funciona da mesma forma de um computador tradicional e, por isso, necessitam dos mesmos cuidados quando o tema é segurança.

“No caso dos smartphones, que armazenam grande quantidade de informação (como mensagens SMS, lista de contatos, fotos, vídeos, números de cartão de crédito e senhas) e possuem aplicativos desenvolvidos por terceiros (que podem conter comando para a execução de atividades maliciosas), a precaução com a proteção deve ser ainda maior”, comenta o diretor.

Para auxiliar os internautas, a SBC lista algumas dicas da Cartilha de Segurança Para Internet, elaborado pelo CERT.br, que podem ajudar as pessoas a navegarem com segurança.

1- Ao usar seu dispositivo móvel:
– Se disponível, instale um programa antimalware antes de instalar qualquer tipo de aplicação, principalmente aquelas desenvolvidas por terceiros;
– Mantenha o sistema operacional e as aplicações instaladas sempre com a versão mais recente e com todas as atualizações aplicadas;
– Fique atento às notícias veiculadas no site do fabricante, principalmente as relacionadas à segurança;
– Seja cuidadoso ao instalar aplicações desenvolvidas por terceiros, como complementos, extensões e plug-ins. Procure usar aplicações de fontes confiáveis;
– Seja cuidadoso ao usar aplicativos de redes sociais, principalmente os baseados em geolocalização, pois isto pode comprometer a sua privacidade.

2- Na compra de um novo celular ou tablet:
– Considere os mecanismos de segurança que são disponibilizadas pelos diferentes modelos e fabricantes e escolha aquele que considerar mais seguro;
– Caso opte por adquirir um modelo já usado, procure restaurar as configurações originais, ou “de fábrica”, antes de começar a usá-lo;
– Evite adquirir um dispositivo móvel que tenha sido ilegalmente desbloqueado (jailbreak) ou cujas permissões de acesso tenham sido alteradas. Esta prática, além de ser ilegal, pode violar os termos de garantia e comprometer a segurança e o funcionamento do aparelho.

3- Ao acessar redes de internet:
– Seja cuidadoso ao usar redes Wi-Fi públicas;
– Mantenha interfaces de comunicação, como bluetooth, infravermelho e Wi-Fi, desabilitadas e somente as habilite quando for necessário;
– Configure a conexão bluetooth para que seu dispositivo não seja identificado (ou “descoberto”) por outros dispositivos (em muitos aparelhos esta opção aparece como “Oculto” ou “Invisível”).

4- Proteja seu dispositivo móvel e os dados nele armazenados:
– Mantenha as informações sensíveis sempre em formato criptografado;
– Faça backups periódicos dos dados nele gravados;
– Mantenha controle físico sobre ele, principalmente em locais de risco (procure não deixá-lo sobre a mesa e cuidado com bolsos e bolsas quando estiver em ambientes públicos);
– Use conexão segura sempre que a comunicação envolver dados confidenciais;
– Não siga links recebidos por meio de mensagens eletrônicas;
– Cadastre uma senha de acesso que seja bem elaborada e, se possível, configure-o para aceitar senhas complexas (alfanuméricas);
– Configure-o para que seja localizado e bloqueado remotamente, por meio de serviços de geolocalização (isso pode ser bastante útil em casos de perda ou furto);
– Configure-o, quando possível, para que os dados sejam apagados após um determinado número de tentativas de desbloqueio sem sucesso (use esta opção com bastante cautela, principalmente se você tiver filhos e eles gostarem de “brincar” com o seu dispositivo).

5- Ao se desfazer do seu dispositivo móvel:
– Apague todas as informações nele contidas;
– Restaure a opções de fábrica.

6- O que fazer em caso de perda ou furto:
– Informe sua operadora e solicite o bloqueio do seu número (chip);
– Altere as senhas que possam estar nele armazenadas (por exemplo, as de acesso ao seu e-mail ou rede social);
– Bloqueie cartões de crédito cujo número esteja armazenado em seu dispositivo móvel;
– Se tiver configurado a localização remota, você pode ativá-la e, se achar necessário, apagar remotamente todos os dados nele armazenados.

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Gigantes de tecnologia estão sob investigação na China

O Cyberspace Administration of China, um órgão de controle do espaço digital daquele país, reportou que está colocando sob investigação algumas das maiores empresas de tecnologia chinesas (e, por consequência, do mundo). Tencent, Baidu, Weibo estão sendo acusados se permitirem a proliferação de conteúdo inapropriado, na visão do governo.

As autoridades dizem que há pornografia, violência extrema, notícias falsas e rumores que “perturbam a ordem social”. Os escritórios de Pequim e Guangdong do Cyberspace Administration estão coletando provas e juntando evidências que mostrem quais usuários estão se aproveitando dos serviços de notícias dessas companhias. Os investigadores esperam obter indícios que suportem a acusação de que as empresas estão fazendo vistas grossas para esse comportamento e conteúdo.

O governo chinês tem histórico de vigilância extrema no mundo digital e nos últimos meses isso tem se intensificado. O relatório do órgão de controle estatal cita que as investigações fazem parte das ações oficiais para sanear o ciberespaço.

Censura
Oposição e ativistas estão usando a deep web para alertar que as investigações não são sobre o conteúdo inapropriado, mas sim para aumentar a censura no país . Outros sites de conteúdo são bloqueados, como Facebook, Youtube e Twitter. Mesmo zonas de acesso um pouco mais livres que funcionaram no passado, como Xangai, estão sob forte vigilância e restrição. Até serviços de comunicação em cloud, como Microsoft Outlook e Gmail são proibidos ou extremamente filtrados pelo governo.

A China é considerada o país com o mecanismo de vigilância mais eficiente da internet no mundo. Batizado popularmente de Firewall da China, os filtros de controle misturam tecnologia e leis severas que são constantemente ajustadas. As empresas de telecomunicações, por exemplo, estão proibidas de oferecer VPNs até 2018, uma ordem dada em julho. Esse tipo de conexão garante um anonimato para navegar pela internet.

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BenQ apresenta novidades em sua linha de monitores profissionais de vídeo

A BenQ acaba de ampliar sua linha de produtos no Brasil ao ingressar no segmento de monitores profissionais de vídeo. Ao todo, chegam ao mercado em agosto três modelos com telas anti-reflexivas e resolução QHD (2560 x 1440 pixels), recheados de recursos para quem atua nas áreas de fotografia, criação, produção gráfica, animação, design, arquitetura e engenharia de produtos.

Voltado para profissionais que trabalham com imagens, o monitor BenQ SW2700PT é o mais sofisticado dos lançamentos. Com 27 polegadas, esse modelo se destaca pela altíssima precisão de cores, que permite reproduzir cada clique ou arquivo da forma mais real possível.

O produto também traz o modo Foto Preto & Branco, que permite transformar uma foto colorida em P&B com apenas um toque, sem perder detalhes e tons. E para evitar que a iluminação externa altere as cores originais da imagem na tela, um bloqueador de luz (também chamado de viseira, ou parassol) acompanha o monitor. Outro detalhe: cada unidade vem calibrada individualmente de fábrica, o que garante o controle para obter sempre o melhor desempenho.

“É um produto completo, que está entre os poucos modelos capazes de reproduzir 99% da gama de cores padrão do mercado, facilitando a vida de quem precisa trabalhar com imagens de altíssima precisão”, explica Marcelo Café, Country Manager da BenQ no Brasil. Segundo ele, a maior prova do sucesso do BenQ SW2700PT está nos mais de 15 prêmios que esse monitor ganhou pelo mundo, com destaque para o cobiçado título de Melhor Monitor Para Fotos, concedido pela respeitada TIPA (Technical Image Press Association).

Outros modelos apresentados, o BenQ PD2700Q e BenQ BL2420PT  são os primeiros modelos do mundo com certificação Technicolor e Solid Works, que garantem melhor performance e qualidade de imagem. O primeiro é destinado aos designers e aos profissionais de animação, arquitetura, engenharia e edição gráfica. Possui três modos especiais de exibição (Darkroom, CAD/CAM e Animação), que acentuam todos os detalhes das imagens, facilitando os processos de edição, criação e visualização. Traz ainda a função DualView, que permite dividir a tela ao meio para a exibição de imagens diferentes ou até em quatro partes com o uso do software Display Pilot, já incluso em toda a nova linha.

Já o modelo BenQ BL2420PT, de entrada, oferece alguns recursos interessantes e que também estão presentes nos demais modelos, mais sofisticados.  É o caso das tecnologias Flicker-free e Low Blue Light. Combinados, esses recursos, denominados Eye-Care, diminuem o cansaço visual após algumas horas de exposição, deixando as cores mais harmônicas e elevando o bem-estar dos profissionais durante horas contínuas de trabalho.

Preços e disponibilidade

Inicialmente, os novos monitores poderão ser adquiridos em revendedores especializados. Em breve, também estarão à venda na loja virtual da BenQ e canais de varejo online. Seus preços sugeridos são:

BL2420PT – R$ 2.300,00

PD2700Q – R$ 3.700,00

SW2700PT – R$ 5.550,00

No Brasil, a cibersegurança não pode esperar

* Por Carlos Caetano

Cerca de um terço de todos os computadores no Brasil estão infectadas por malware, deixando o país no segundo lugar no ranking mundial de fraudes bancárias online e malware financeiro. Como mais de 50% dos comprometimentos registrados no ano passado incluíram algum tipo de malware, de acordo com o Verizon Data Breach Investigations Report de 2017, as empresas no Brasil estão sob alto risco de roubo e comprometimento de dados.

Infelizmente, muitas organizações brasileiras estão despreparadas para se defenderem contra esses ataques. Segundo um estudo recente da Protiviti, as empresas estão fazendo progressos: aproximadamente 41% dos executivos do país afirmaram estar comprometidos com as melhores diretrizes de prática de cibersegurança em seu departamento de TI, mas esse avanço não está acontecendo suficientemente rápido. Na verdade, apenas 7% das empresas brasileiras têm capacidade de monitorar, detectar e prevenir potenciais incidentes de segurança, deixando-as vulneráveis a ataques como Wannacry e Petya, que paralisaram as empresas no Brasil e no mundo em minutos.

E essa taxa surpreendente de crescimento do cibercrime não tem sinais de desaceleração. Até 2021, os danos causados pelo cibercrime devem chegar a US$ 6 trilhões! Mesmo com as fraudes tendo diminuído significativamente no Brasil com a adoção do chip EMV, vemos agora que os criminosos mudaram o foco para o espaço online. Houve de 2 a 3 milhões de ataques de ransomware bem-sucedidos em 2016 em nível global, e a frequência deve dobrar ano a ano até 2019. Os criminosos virtuais são uma ameaça constante para a comunidade de negócios mundial, infiltrando-se em sistemas de computador, roubando dados de pagamento confidenciais e vendendo-os para outros criminosos que vão cometer fraudes de pagamento.

A boa notícia é que, ainda que a cibersegurança possa ser intimidante, até mesmo o mais básico dos controles pode ajudar as organizações a se proteger contra ransomware e outros ataques virtuais, a deter criminosos e fazer a diferença entre ter dados violados e manter as informações de pagamento dos clientes a salvo.

O que as pessoas, muitas vezes, não percebem é que a maioria dos ataques cibernéticos bem-sucedidos não é sofisticada e nem emprega técnicas avançadas. De fato, a Verizon reportou que 80% dos ataques de criminosos cibernéticos poderiam ser evitados com o reforço de senhas e instalação de patches de software. No exemplo do WannaCry, os patches ficaram prontamente disponíveis – as empresas que foram violadas foram aquelas que deixaram de atualizar seus sistemas e computadores com os patches mais recentes.

As bandeiras de cartões American Express, Discover, JCB, MasterCard e Visa exigem das empresas de todos os tamanhos no Brasil e globalmente que lidam com dados de pagamento a seguir normas de segurança de dados da indústria de cartões de pagamentos (PCI DSS), que descreve as práticas essenciais para proteger dados dos clientes, detectar, mitigar e prevenir ataques e falhas cibernéticas. No entanto, muitas organizações brasileiras ainda não estão aderindo completamente a esse padrão e colocam seus negócios e seus clientes em risco.

Implacáveis
As consequências do cibercrime podem incapacitar os negócios, abrangendo desde enormes perdas financeiras até danos irreparáveis à reputação – somente um registro de dados comprometido custa hoje a uma empresa no Brasil uma média de R$225. Por si só, um único dado pode não parecer tão caro, mas os cibercriminosos são implacáveis e vão atacar um sistema fraco várias vezes, extraindo potencialmente milhares e milhares de dados confidenciais. O prejuízo pode ser enorme.

Como os incidentes com WannaCry e Petya nos mostraram, a cibersegurança não pode esperar mais. Não importa o tamanho de uma organização, existem práticas recomendadas e recursos disponíveis para priorizar a segurança das informações dos clientes e protegê-las contra ataques cibernéticos que podem gerar violações de dados muito custosas.

* diretor regional associado no Brasil do
Conselho de Normas
de Segurança da
Indústria de Cartões de Pagamento
(PCI SSC)

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Cientistas hackeiam DNA para invadir computadores

Cientistas da Universidade de de Washington em Seattle (EUA) conseguiram o que parece ser a primeira experiência de sucesso em misturar material biológico com computação para invadir sistemas. Usando um pedaço de DNA (um composto essencial da vida na terra e que carrega as informações genéticas de seres vivos) eles inseriram um código malicioso de um malware de computador, deixando-o pronto para ser acionado.

Quando as máquinas que decifram o DNA começaram a percorrer o código genético, bateram no malware e os sistemas foram infectados, como um ataque hacker normal em um computador. Máquinas de DNA são usadas por diversos setores, como laboratórios de análises clínicas, hospitais e polícia forense.

Os cientistas queriam provar que a técnica era possível e que ela deve ser uma preocupação futura para a sociedade. A equipe que trabalhou nisso foi liderada pelos pesquisadores Tadayoshi Kohno e Luis Ceze, ambos com um currículo de feitos notáveis em segurança da informação. A técnica foi batizada de “exploração baseada em DNA de um sistema informático”.

Preocupações
Os pesquisadores alertam que hackers poderiam, no futuro, invadir sistemas inteiros de hospitais ou polícia forense usando apenas uma fração de gota de sangue com o DNA alterado. A possibilidade poderia ainda ser usada para bioterrorismo. Contudo, para agora, isso não representa perigo, de acordo com eles. Os conhecimentos para construir tal engenharia são complexos e vão além da informática.

Para fazer a invasão, a equipe introduziu um comando de computador simples em um curto trecho de 176 letras de DNA. A estrutura do DNA é definida por letras; A, G, C e T. Os pesquisadores conseguiram um modo de fazer com que as letras sejam entendidas como dígitos binários de computação: os famosos zeros e uns. O paper pode ser conferido neste link.

O trabalho será apresentado em uma conferência de segurança que ocorre semana que vem em Vancouver.

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Atendimento por chatbots conquista consumidores e call centers

A interação das pessoas com as novas tecnologias caminha para uma nova forma de interface, os chatbots. Esse recurso que reconhece voz, comportamentos e faz indicações tem ganhado características de inteligência artificial e se mostrado uma peça fundamental nas estratégias de atendimento a clientes. Os bots estão a um passo de se tornarem o funcionário mais importante dos callcenters e telemarketings, com a benção dos consumidores.

A aprovação da nova interação foi detectada na pesquisa Transformação Digital – que dividiu-se em duas etapas: Empresas e Cliente, realizada pelo Núcleo de Estudos e Tendências da Atento, gigante de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO). Para traçar o futuro do relacionamento empresa-cliente, foram ouvidos 63 executivos, líderes de 35 empresas de diversos segmentos. A ideia foi levantar a percepção da classe empresarial sobre o quanto as companhias pretendem investir em novos canais digitais e o quanto as prestadoras de serviços de contat center estão preparadas para atender a essa crescente demanda. Foram ouvidos, na outra parte, 540 consumidores do eixo Rio-SP, com o intuito de identificar as necessidades e o futuro do atendimento.

E o relacionamento entre consumidor e empresa está realmente mudando. Para se ter ideia, 89% dos consumidores afirma que já foram atendidos por assistentes virtuais. Quando questionados sobre o atendimento via robôs, a aprovação dos entrevistados foi de 51%, com destaque para os respondentes na faixa dos 36 a 45 anos, que somam 54% e representam o grupo com maior índice de aceitação a essa tecnologia. Embora seja um recurso novo, em uma situação de cobrança, por exemplo, a pesquisa identificou que 29% dos entrevistados preferem negociar uma dívida com um assistente virtual. “Na maioria das vezes, as pessoas preferem que o contato de cobrança seja com uma máquina, a fim de evitar constrangimentos”, afirma David Cardoso, Vice-Presidente Global da unidade Digital da Atento.

Ao olhar para o futuro, uma década à frente, 96% dos entrevistados disseram que as formas de contato entre as empresas e seus clientes deverão acontecer por meio de canais digitais, sendo bots (39%) o mais votado, seguido de aplicativo (27%), portal de autosserviço (13%), mídias sociais (7%), whatsapp (6%), chat (4%). A faixa etária acima dos 45 anos é que destacou esta tendência.

Em consonância com os clientes, a pesquisa Transformação Digital – Empresas, constatou que, embora o telefone seja o principal canal utilizado pelas empresas, canais como mídias sociais (71%), Portal Online de autosserviço (63%), assistente virtual (38%) e aplicativo/whatsapp (33%) aparecem como novas formas de comunicação. Neste sentido, o estudo revelou que 95% das empresas entrevistadas estão se preparando para investir em novos canais, como portal online de autosserviço e assistente virtual (bots).

Quanto ao volume, 81% dos entrevistados acreditam que o atendimento digital ultrapassará o volume de voz. 90% deles apostam que isso ocorrerá em até cinco anos. Por outro lado, 83% das empresas não acreditam que a queda da chamada telefônica elimina o atendimento humano. 67% apontam que os Contact Centers não estão preparados para atender a demanda futura por atendimento digital. “Estamos na vanguarda da transformação digital dos serviços de relacionamento com o cliente. Nosso compromisso com o mercado é proporcionar a melhor experiência para o cliente, por isso, estamos investindo em tecnologias de ponta, tais como aplicações de automação, sistemas analytics e marketing digital”, explica Regis Noronha, vice-presidente de estratégia e marketing da Atento no Brasil.

Canais digitais
Quando perguntados a respeito das expectativas em relação ao atendimento ao cliente dada à digitalização e mudanças tecnológicas no curto e médio prazos, 76% dos empresários responderam que ‘proporcionar uma jornada ideal para o cliente e facilitar o acesso deles por meio de canais digitais’ é o que eles esperam com as mudanças tecnológicas. 62% dos executivos demonstram preocupação quanto à integração dos canais. “Esta é uma questão que deve ser bastante considerada pelas empresas, porque estes novos canais estão sendo projetados de forma isolada, sem envolvimento com o Contact Center, o que dificulta a integração. Por isso, estamos focados em apoiar nossos clientes de forma consultiva, por meio de análise de dados e predição de comportamentos”, destaca Noronha.

As empresas consultadas esperam que os Contact Centers ofereçam no futuro: tecnologias de inteligência artificial (71%), atendimento digital (57%), análises avançadas com visão 360º de seus clientes (54%), Bots (52%), omnichannel (48%), estratégias de engajamento baseadas em análises do comportamento e experiências da jornada do cliente (43%). “Sem dúvida é o que a Atento Digital se propõe. Já temos mais de 1 milhão de transações gerenciadas por bots e 7 milhões de bate-papos automatizados em um ano, apenas no Brasil. Nosso objetivo é oferecer sempre serviços mais simples, rápidos e orientados a resultados usando como meio a digitalização”, conclui David Cardoso, vice-presidente Global da unidade Digital da Atento.

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Investidores não devem ignorar moedas virtuais, diz Goldman Sachs

Você pode estar no grupo entusiasta das bitcoins ou estar entre seus céticos. Na verdade não importa sua opinião sobre essa moeda virtual em si, o mundo das criptomoedas é muito maior do que isso e as mudanças que elas estão traçando apenas começou a ser compreendida. E está cada vez mais difícil não prestar a atenção nessa novidade, que une economia, contabilidade e tecnologia, e já acumula ativos totais de $ 120 bilhões.

“Se você acredita ou não no mérito de investir em criptomoedas (e você, com certeza, tem sua opinião), os dólares reais estão agindo aqui e garantindo fluxo, especialmente à luz do crescente mundo das ofertas iniciais de moedas (ICOs) e arrecadação de fundos, que agora excede investimentos ‘anjos’ e ‘seeds’”. Alertaram os analistas do Goldman Sachs, Robert Boroujerdi e Jessica Binder Graham, em um evento para clientes. A declaração foi recebida como um sinal para que investidores comecem a testar com mais vigor esse mundo das moedas digitais e deixem de lado a visão de que isso é coisa de viciados em computação.

As notícias sobre moedas criptografadas são esquizofrênicas e complicadas. Há épocas de grande entusiasmo e valorização, seguidas de grandes depressões e crises de confiança. E a bitcoin não é a única habitante nesse ramo das criptomoedas. As ICOs, que o banco comentou, têm gerado um mercado interessante. Elas são como um IPO de uma empresa (oferta inicial de ações), mas são sobre um novo dinheiro. Um empreendedor cria uma moeda nova e tenta vender participação dela no mercado. Se ela der certo, todos ganham (mais ou menos como o dinheiro real é distribuído pelos bancos e multiplicado pelo mercado). Se fracassar, os investidores recebem o capital de volta.

Esse mecanismo tem sido usado para driblar dificuldades em injetar dinheiro em startups. Empreendedores estão lançando suas próprias criptomoedas em vez de ir ao mercado de capital de risco. A maioria dessas ICOs não passam de um projeto para fomentar negócios iniciantes. “Atualmente, existem mais de 800 por aí, embora apenas nove tenham um limite de mercado superior a US$ 1 bilhão”, apontaram os analistas do banco no evento para clientes. A Ethereum é a mais famosa atualmente.

Fora do mundo financeiro, o esquema tecnológico que sustenta as moedas digitais é uma das grandes tendências para o futuro. O blockchain, uma cadeia de códigos que permite a criação, checagem, confiança e transação de valores é visto como algo que pode eliminar a burocracia em diversos processos das empresas, mesmo que isso não seja baseado em dinheiro. Aprovação de documentos e ordens executivas, por exemplo, podem muito bem ser feitas com blockchains e, com isso, ficarem mais rápidas e sem erros.

Transformações
Especialistas dizem que as mudanças promovidas podem ser maiores e – se alcançadas – podem mudar desde os sistemas de eleição em diversos países até redefinir a economia mundial sem a presença de bancos centrais.

Mas há um longo caminho ainda a ser percorrido. Há entraves em legislações, necessidade de uma inclusão digital massiva e algumas poucas dificuldade técnicas pela frente. O Goldman parece saber disso. No evento para clientes, não ordenou que as pessoas investissem já nas criptomoedas. O recado foi apenas: prestem atenção a isso, porque já passou da hora de olhar para elas.

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Cinco tecnologias que vão impactar o trânsito nas grandes cidades

Diariamente em uma cidade como São Paulo, por exemplo, perde-se em média, 2h58 minutos no trânsito. A pesquisa, feita pelo Ibope Inteligência entre agosto e setembro do ano passado, mostrou que 52% dos entrevistados gastam pelo menos 2 horas por dia em seus deslocamentos na maior cidade do país. Esse tempo parado provoca impacto na qualidade de vida das pessoas, no nível de poluição e na dinâmica da economia. Em muitas cidades, a demanda por soluções de mobilidade urbana é urgente, e já existem algumas tecnologias inovadoras que prometem tornar mais inteligente a gestão desse trânsito.

A tecnologia pode ser a principal aliada dos governantes. Paulo Santos, gerente de soluções para o setor Enterprise da fabricante sueca Axis Communications, lista as principais apostas do mundo da tecnologia para a melhoria do trânsito nos próximos anos.

Leitura de placas – A leitura ou reconhecimento de placas é uma ferramenta capaz de identificar veículos que não atendam a uma exigência, como carros não-inspecionados que podem quebrar com mais frequência ou poluir o ambiente em níveis fora do padrão. Também é possível criar um cinturão em áreas específicas, como o centro de uma cidade, para que somente os carros de moradores possam circular ali em determinados dias.

Controle de Semáforos – Em um cruzamento, os semáforos podem operar para que o trânsito flua de maneira mais inteligente. Câmeras de videomonitoramento podem, além de registrar a via para fins de segurança, estar conectadas aos semáforos e atuar como sensores que detectam a presença de veículos e controlam o semáforo de acordo com o volume de veículos. Se não há mais carros passando, o sinal fecha nessa via e abre na outra, onde já se acumulam alguns veículos.

Estudos de Tráfego – Qual o fluxo de veículos numa determinada avenida? Passam ali muitos ônibus e caminhões? Haveria melhora se o sentido fosse invertido? Qual o melhor horário para realizar obras numa rua específica? Essas e outras questões dependem do conhecimento sobre o fluxo na região, e esse conhecimento pode ser embasado em dados concretos. As ruas mais estratégicas podem contar com estatísticas detalhadas do número de veículos a cada minuto para ações de curto prazo ou para um planejamento mais estratégico.

Faixas exclusivas – Em algumas avenidas, faz sentido criar faixas dedicadas exclusivamente a ônibus e taxis, ou deixar os caminhões circularem somente nas faixas da direita, ou ainda criar faixas para motos e bicicletas. Toda essa organização pode ser verificada pelas câmeras, em horários determinados pelos gestores de trânsito. A regra, por exemplo, pode ser válida apenas para determinados horários.

Monitoramento remoto – Muitas prefeituras que já possuem câmeras IP de alta resolução para apoiar a segurança estão usando os mesmos equipamentos para verificar o cumprimento de regras de trânsito, como o uso de cinto de segurança ou o uso de vagas para idosos, mesmo sem um agente de trânsito por perto. Caso um veículo estacione em local proibido, como numa rua movimentada atrapalhando o trânsito, o agente na central de controle pode dar zoom, verificar a placa e emitir uma multa. Além disso, as câmeras podem detectar automaticamente a ocorrência de um acidente, e dar um alerta imediato aos gestores. Isso reduz o tempo de interrupção da via.

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TOTVS investirá R$ 8 milhões para avançar no setor de supermercados

A brasileira TOTVS quer conquistar novos clientes no ramo de supermercados. Para isso, estruturou uma nova diretoria dedicada ao setor supermercadista, com reporte direto à vice-presidência de Distribuição e Varejo da companhia. A unidade é liderada por Marcos Biazi, executivo que ingressou na TOTVS em 2013, a partir da aquisição da RMS, que mantinha boa posição no varejo nacional. Além do foco, a unidade terá força financeira e investimentos estão previstos para os próximos meses.

Em três anos, serão investidos até R$ 8 milhões em inovações para os supermercadistas, novidades que já começaram a chegar ao mercado. Em maio deste ano, a companhia anunciou a oferta de self checkout – um dos motores de um modelo de venda totalmente individualizado e sem atritos -, o autoatendimento proporciona a real transformação na experiência do consumidor no varejo alimentar.

Até o início de 2018, já estão previstas outras iniciativas, como dashboards para gestão, novos workflows de aprovação, aplicativos para o consumidor, como o click and collect, e aplicações com inteligência artificial, entre elas, precificação dinâmica e personalização de ofertas para os clientes fidelizados.

Jornada digital
A principal estratégia deste movimento é combinar tecnologias a ofertas e produtos TOTVS que resolvam essas novas expectativas da jornada digital, por meio da combinação do consagrado software especialista RMS by TOTVS às plataformas e soluções da companhia, como colaboração, analytics, e-commerce, mobilidade e inteligência artificial.

“A transformação digital começa a ser realidade para o mercado nacional e passa, invariavelmente, por tecnologia aplicada à uma estratégia bem definida. Por isso, a nova diretoria de supermercados foi estruturada com base em conceitos de inovação e especialização, para levar um olhar diferenciado sobre o setor, considerando as suas necessidades e modelos de atuação”, finaliza Marcos Biazi, diretor de supermercados da TOTVS.

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Startups brasileiras partem para conquistar investidores chineses

 

Uma missão organizada pela CBIPA (China Brasil Internet Promotion Agency) levará, em setembro, um grupo de 26 empresários brasileiros para apresentar seus modelos de negócio e perspectivas de expansão a mais de 150 investidores chineses, para o evento “2017 Brazil Roadshow: Beijing”. O encontro acontecerá ao mesmo tempo em que chefes de Estado se reunirão na cidade de Xiamen, durante a 9ª cúpula dos BRICS.

Desde 2008, a China é o maior parceiro comercial do Brasil e, nos últimos três anos, o capital chinês já presente em projetos de infraestrutura e commodities, passou a ter presença também entre as empresas locais de internet, como demonstram os casos do Peixe Urbano, adquirido pelo Baidu, e a 99, que recebeu US$ 200 milhões do player chinês Didi, em parceria com o Softbank. Segundo a consultoria inglesa Dialogic, até abril de 2017, o capital chinês foi responsável por 52% de todo o investimento estrangeiro feito no Brasil em projetos de compra e fusão de empresa (M&A)

De acordo com o presidente da CBIPA e CEO do Baidu no Brasil, Yan Di, parte dos investidores em Beijing já tem conhecimento prévio do cenário digital brasileiro. Em maio, o 30 investidores e empresários de tecnologia da China, cujos ativos somam US$ 190 bilhões, participaram do Chinnovation 2017, em São Paulo.

“Além de recursos financeiros, fundos chineses podem oferecer expertise e transferência de tecnologia, já que o país asiático vive um boom criativo e a ascensão modelos de negócios inovadores e validados em um mercado com 700 milhões de usuários de internet”, afirma Yan Di. Maior mercado digital do mundo, a China é também a maior fonte de venture funding global, com US$ 100 bilhões captados para aplicar em startups.

Economia digital
O CEO da CBIPA, In Hsieh, apresentará durante o roadshow o venture builder Marco Polo, programa de aceleração que replicará, no Brasil, modelos de negócio na China. “Vamos investir em startups brasileiras que trarão, aos consumidores locais, projetos inovadores e já validados na economia digital chinesa”, diz Hsieh.

Entre as empresas nacionais que se apresentarão na China, estão nomes brilhantes da economia digital brasileira, como a plataforma de frete Truckpad, o serviço de contratação de profissionais Parafuzo, o meio de pagamento BestPay, a startup Delivery Center e a Indigo, empresa global de soluções para estacionamentos. Somadas, o valor de mercado das empresas nacionais supera um bilhão de dólares.

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Cyberataques crescem no noticiário independente da América Latina

Sites informativos que combatem o poder estabelecido estão sofrendo mais cyberataques e comprometendo até sua existência. Ataques físicos e econômicos estão comprometendo a capacidade operacional desses noticiários e induzindo-os a prática de autocensura. Das organizações pesquisadas, 49% sofreram cyberataques por conta do conteúdo publicado. Outros 45% foram alvo de violência ou ameaças decorrentes de suas reportagens e, como resultado, 20% alteraram seu direcionamento jornalístico.

Entre os alvos estão sites que criticam governos, fiscalizam agentes econômicos poderosos, promovem diretos humanos e emponderamento feminino. “Depois de passar anos trabalhando com jornalistas empreendedores na América Latina, eu sabia que o trabalho deles vinha ganhando importância, mas eu não tinha me dado conta do impacto que eles estavam causando, nem o quanto se tornaram vulneráveis, antes de concluirmos este estudo”, afirmou Janine Warner, cofundadora da SembraMedia e bolsista do Centro Knight do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ).

A SembraMedia, é uma organização sem fins lucrativos que apoia jornalistas empreendedores. O alerta sobre os cyberataques é dado em seu estudo “Ponto de inflexão”, em parceria com a Omidyar Network. O relatório da pesquisa, que analisou 100 veículos de mídia digital da Argentina, Brasil, Colômbia e México, mostrou que tais organizações estão ganhando cada vez mais influência na cobertura de temas que promovem uma melhor gestão pública e o combate à corrupção.

“Empreendedores da mídia digital estão transformando profundamente o modo como o jornalismo é conduzido na América Latina. Eles geram mudança, promovendo leis mais adequadas, defendendo os direitos humanos, expondo a corrupção e combatendo o abuso de poder. Estão determinados a produzir notícias independentes em países extremamente polarizados – e muitos deles estão pagando um alto preço por isso”, diz Warner.

A importância desse tipo de noticiário tem crescido. “A amplitude, profundidade e escala dos desafios à democracia, à transparência e à prestação de contas encontrados por toda a região são muito preocupantes. Por isso, o papel da mídia independente nunca foi tão imprescindível”, afirma Felipe Estefan, chefe de investimentos da Omidyar Network. “Os patrocinadores, os investidores e a sociedade civil devem apoiar essas organizações para assegurar que continuem aptas a provocar um impacto real, desenvolver empreendimentos sustentáveis e atuar como modelos inspiradores para os demais, por toda a América Latina e no mundo”.

Censura
O estudo identificou diversas maneiras pelas quais esses sites sofrem pressão e como isso tem afetado fontes de receita. Mais de 20% do total de organizações entrevistadas admitiram evitar a cobertura de determinados tópicos em decorrência de intimidação e ameaças. No Brasil, esse número chega a 12%, No México sobe para 32%. Há casos de invasão do sistema e substituição do conteúdo por pornografia, invasão de e-mails, ataques DDoS e campanhas de difamação feita por adversários.

Mais de 70% das empresas foram fundadas com menos de US$ 10 mil, e mais de 12% têm uma receita igual ou superior a quinhentos mil dólares. Quase 40% dos fundadores de plataformas digitais entrevistados são mulheres. No Brasil, esse número sobe pra 48%. O estudo completo pode ser visto clicando neste link.

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E se a inteligência artificial conseguisse prever uma doença fatal?

* Por Peter A. L. Bonis, MD

Como seria se computadores pudessem prever quais pacientes possuem maior propensão a desenvolver uma doença terminal? E o que o médico e o paciente deveriam fazer ao receberem tal previsão? Essa é uma realidade de alguma forma já possível? A resposta é sim. Com os algoritmos matemáticos ficando cada vez mais precisos, tudo nos leva a crer que estaremos em breve enfrentando esses desafios.

Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida extraíram dados dos prontuários eletrônicos relacionados a um grupo de pacientes que cometeram tentativas de suicídio. Com base em técnicas avançadas de análises de dados e aprendizagem de máquina (machine learning) foi possível identificar, por meio da combinação de fatores, pessoas com tendências a cometerem suicídio.

Este tipo de modelagem preditiva não é novo, porém as funcionalidades, que permitem que uma máquina reconheça complexas interações entre variáveis e resultados que possam interessar, avançaram muito nos últimos anos. Além de analisar grandes volumes de dados, a tecnologia permite ler e interpretar textos livres, como por exemplo, uma nota ditada pelo médico, e combinar múltiplas fontes de informação para promover previsões avançadas. Utilizando o conceito de machine learning, esses sistemas são desenvolvidos para aprenderem sozinhos e serem continuamente aprimorados à medida que ganham experiência com base nas suas próprias descobertas e mensurações. Os resultados, por sua vez, dão origem a informações oportunas que excedem a capacidade dos seres humanos.

Desta forma, os algoritmos de aprendizagem de máquina desenvolvidos pelos pesquisadores da Universidade da Flórida são capazes de prever tentativas de suicídio com 80 a 90% de precisão, até dois anos antes. Outras instituições estão desenvolvendo abordagens similares para uma série de outras predisposições, como depressão, insuficiência e ataques cardíacos, demência, doenças de Parkinson e renal crônica.

A indústria da saúde está inundada com dados que podem alimentar esses modelos computacionais, tornando as descobertas ainda mais precisas. Mas, será que estamos rapidamente nos aproximando de um tempo em que as máquinas estão tão confiantes em suas previsões, que nos induzem a considerar que já temos determinada doença ou o que somos doentes de risco? Esse estágio pode ser chamado de “proto-doença”.

A grande aposta no que diz respeito à possibilidade de termos previsões bastante precisas está em seu potencial de permitir intervenções que podem reduzir ou eliminar a probabilidade das doenças que ainda estão por ocorrer, de fato ocorrerem. Infelizmente, a capacidade de prever está avançando mais rapidamente do que a habilidade de prevenir. Imagine que seu médico durante uma consulta diga que, segundo um programa de computador, você desenvolverá diabetes mellitus nos próximos dois anos. Ele prescreve uma série de conselhos sobre uma vida saudável (os quais você provavelmente seguirá dado ao fato de ser uma advertência de um computador), mas por outro lado, ele não tem muito mais do que isso para oferecer ou a fazer. Pois, de fato, estudos que avaliaram a prevenção de diabetes com medicamentos disponíveis não foram muito conclusivos. Isso significa que você, sem dúvida, deixará o consultório bastante mal-humorado e com o fardo de ter uma “proto-doença”.

Para complicar ainda mais a questão, pode não ser seu médico a pessoa a revelar essa notícia a você. A extração de dados pode também ser realizada pelas instituições que têm acesso às suas informações, como por exemplo, sua seguradora de saúde. No melhor dos cenários, essas operadoras de saúde utilizarão essas informações para ajudar a mantê-lo saudável, mas, como observado anteriormente, as intervenções efetivas ainda não estão completamente evoluídas.

No entanto, também podem existir aplicações com outro tipo de finalidade e que não são tão positivas assim. Uma seguradora de saúde pode, por exemplo, usar as informações a respeito dos riscos de saúde que sua carteira de clientes apresenta para tirar vantagens comerciais, a favor dos seus interesses e sem benefício nenhum dos usuários dos planos e seguros de saúde. Afinal, conhecimento é sinônimo de poder – especialmente neste mercado.

Ou seja, essas empresas saberão antecipadamente e de forma precisa quem em sua carteira desenvolverá alguma doença, e por consequência, apresentará maiores custos. Esse tipo de informação trará a eles uma vantagem incontestável nas negociações dos valores de seus contratos.

Em paralelo a isso, surgem também questões éticas, morais e legais. Essa informação de que você desenvolverá uma doença deve ser compartilhada pela seguradora de saúde – ou o que é mais adequado, pelo médico – com o paciente? Caso isso não ocorra, pode ser considerado um tipo de negligência?

Adequações
O desafio em curto prazo é confirmar a precisão destas previsões e encontrar formas de inseri-las no fluxo de trabalho dos já sobrecarregados profissionais da saúde. As previsões serão preferencialmente acompanhadas por informações baseadas em evidência que ajudam a orientar o médico a respeito de qual ação tomar. As instituições de saúde já comprometidas com a população, que inclusive organizam seus pacientes por grupos de risco de acordo com a propensão por alguma doença, como por exemplo, diabetes, podem incorporar mais essa informação para as suas ações. De certa forma, essa evolução na disponibilidade de dados poderá inclusive levar a mudanças na prevenção, com foco na “proto-doença” ou doentes em grupos de riscos.

Os avanços no sentido da aprendizagem por máquina e na antecipação de doenças já estão bem encaminhados. É só uma questão de tempo até que as previsões tenham se tornado um fator importante para determinar como tratar cada um dos pacientes. O principal desafio será priorizarmos que intervenções realmente eficazes acompanhem as previsões – ou não.

*  Chief Medical Officer de Efetividade Clínica na Wolters Kluwer

Portabilidade e compressão de dados em cloud faz Red Hat comprar Permabit

A Red Hat, de software open source, adquiriu os ativos e a tecnologia da Permabit Technology Corporation, fornecedora de software para desduplicação de dados, compressão e provisionamento otimizado. Com a adição dos recursos de desduplicação e compressão de dados da Permabit à plataforma  Red Hat Enterprise Linux, a Red Hat.

À medida em que mais empresas adotam as funcionalidades oferecidas pelas tecnologias digitais, como os containers Linux e a computação em nuvem, aumentam as demandas por novos recursos de armazenamento capazes de executar esses serviços e armazenar os dados resultantes. A eficiência de armazenamento é uma peça chave para atender essas necessidades, particularmente com o surgimento da infraestrutura hiperconvergida (HCI), que combina armazenamento e computação em um único servidor x86.

As soluções de software open source corporativas podem ajudar a enfrentar os desafios de armazenamento gerados pelas tecnologias de transformação digital. Com o uso dessas soluções é possível elevar a capacidade de armazenamento disponível para os aplicativos, sem necessariamente aumentar o volume físico.

“As tecnologias de transformação digital, incluindo infraestrutura de nuvem, containers Linux e infraestrutura de hiperconvergência, exigem que as empresas reexaminem as decisões de tecnologia ignoradas ou anteriormente comoditizadas, especialmente quanto ao armazenamento, para obter a maior eficiência possível para a evolução do negócio. Com a aquisição das ferramentas de desduplicação e compressão de dados da Permabit ao Red Hat Enterprise Linux, a Red Hat estará pronta para ajudar essas organizações na busca pelo armazenamento mais eficiente para impulsionar a inovação empresarial”, comenta Jim Totton, vice-presidente e gerente geral da Red Hat.

Compressão de dados
Com a tecnologia da Permabit, a Red Hat poderá oferecer recursos de desduplicação e compressão de dados poderosos junto ao Red Hat Enterprise Linux, o que também aumentará a capacidade das tecnologias de armazenamento e de nuvens híbridas da companhia, incluindo o Red Hat OpenStack Platform, o Red Hat OpenShift Container Platform e o Red Hat Storage.

Consistente com o compromisso de fornecer soluções totalmente open source, a Red Hat planeja disponibilizar o código da Permabit. Isso permitirá que os clientes usem uma única plataforma, suportada e totalmente aberta, para melhorar a eficiência no armazenamento, sem precisar depender de ferramentas heterogêneas ou sistemas operacionais personalizados e mal suportados.

A transação não deve ter um impacto significativo na diretriz da Red Hat para o segundo trimestre, que termina no dia 31 de agosto de 2017, ou no ano fiscal, que encerra no dia 28 de fevereiro de 2018.

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LinkedIn ultrapassa Facebook na busca por estágio

A lista de redes sociais que promovem interação entre seus usuários é grande e, no topo, figura a plataforma de Mark Zuckerberg. No entanto, quando se trata de relacionamentos profissionais, o LinkedIn sai na frente. O site, adquirido pela Microsoft em 2016, apresentou um crescimento na preferência de quem procura uma colocação no mercado de trabalho, segundo uma pesquisa exclusiva, realizada pela Companhia de Estágios – consultoria e assessoria especializada em programas de estágio e trainee.

A plataforma vem se consolidando e já ultrapassou o Facebook, que ocupava o primeiro posto no ano passado. Os dados ainda demonstram que, em geral, as redes sociais ganharam maior relevância para manter um bom networking profissional e, de acordo com especialistas do setor, a tendência é que essas e outras plataformas digitais se fortaleçam ainda mais nessa modalidade.

O levantamento “O Perfil do candidato a vagas de estágios em 2017” contou com 2.193 estudantes de todas as regiões do país, que estão em busca de uma colocação profissional, especialmente uma vaga que proporcione aprendizado para o desenvolvimento de suas carreiras. 70% têm entre 18 e 23 anos e, 9 em cada 10 entrevistados, realizam curso superior, apenas 3,4% ainda frequentam o ensino médio.

A ascensão das redes sociais
A pesquisa mostrou que os jovens, que ainda frequentam as salas de aulas, buscam nos programas de estágio uma saída para continuarem desenvolvendo suas carreiras, mesmo em meio à recessão que assola a economia do país nos últimos anos (74% deles aspiram uma vaga de estágio especificamente). Essa parcela da mão de obra brasileira é usuária assídua de redes sociais e plataformas digitais, por isso, as buscas por esses canais se intensificaram, e o número daqueles que conseguiram uma vaga através dessas ferramentas quase dobrou – houve um crescimento notável, passando de 5% em 2016 para 9% em 2017.

Os espaços que antes eram voltados somente para interações informais entre amigos e conhecidos, hoje já cedem lugar para relacionamentos profissionais e informações mais sérias. Enquanto isso, os sites das próprias empresas perderam relevância nesse quesito – o estudo registrou uma queda de 10,4% em 2016 para 8,3% em 2017. De acordo com Tiago Mavichian, diretor da consultoria, embora os sites institucionais também façam parte do meio digital, as redes sociais possuem um alcance maior: “Justamente pelas possibilidades de interações oferecidas, através das diversas formas de compartilhamento e réplicas das notícias de vagas, que se propagam e podem tomar proporções gigantescas”.

Mudança estratégica
Em 2016, o Facebook figurava em primeiro lugar entre as redes sociais nas quais os usuários procuravam uma oportunidade de trabalho, mas, esse ano, a plataforma caiu de 35% para 24%, e perdeu o posto para o LinkedIn, que apareceu como o canal mais usado nessa procura para 31,8% dos estudantes.

Curiosamente a rede social, que sempre foi voltada para a construção de network e relações profissionais e corporativas, foi reformulada no início desse ano, alguns meses depois de sua aquisição pela dona do Windows, e adotou um layout mais simplificado, com um visual novo, de aparência mais próxima daquilo que encontramos no Facebook e outras plataformas de interação social. Segundo seus desenvolvedores, essa foi a maior mudança desde o seu surgimento e objetivou facilitar a experiência do usuário, em relação a identificação de temas de interesse e compartilhamento de conteúdo, dando destaque aos diálogos e às interações no centro do novo design.

Ferramentas digitais
Assim como as redes sociais, as plataformas especializadas também se destacaram. Dentre aqueles que especificaram o principal meio até a vaga, 16,6% afirmam que conseguiram a oportunidade via sites de consultoria especializados e 29,6% através de plataformas de divulgação de vagas.

Para Mavichian, assim como as redes sociais, esses meios também promovem uma interação maior e se tornam ainda mais eficazes pela precisão na hora de encontrar o melhor perfil para a vaga oferecida: “as plataformas e sites especializados possuem um banco de dados grande e estruturado, além disso, concentram um vasto número de cadastros, com diferentes perfis, e possuem as ferramentas adequadas para uma seleção minuciosa, com filtros mais apurados, portanto, são capazes de realizar uma seleção eficiente, voltada para a captação dos candidatos com as características que melhor se encaixem às exigências do cargo. Por isso esse processo vem sendo cada vez mais informatizado, tanto por parte dos candidatos, quanto pelas organizações” – explica o especialista.

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Oportunidades de trabalho em FinTech

A Magnetis, uma FinTech (startup de investimentos) do Brasil, está com vagas abertas, dos níveis estágio à sênior. A empresa soma ao quadro de oportunidades em diversas plataformas de tecnologia no Brasil, que atraem por modelos flexíveis, benefícios e, principalmente, oportunidades de desenvolvimento em um mercado revolucionário.

Os cargos disponíveis são:
1) Estágio em desenvolvimento de negócios
2) Analista de comunicação júnior
3) Analista Quantitativo
4) Desenvolvedor full stack senior
5) Gerente de Produtos senior

Requisitos
Cada vaga tem necessidades específicas. Para conferir, basta acessar magnetis.workable.com/. Em linhas gerais, a solicitação é de experiência nas atividades relacionadas, apetite por resultados e produtividade, habilidades para trabalho em equipe, comunicação em português e inglês, e, claro, conhecimentos em finanças, investimentos e economia.

Benefícios
Pela própria proposta de revolucionar a maneira como as pessoas lidam com o próprio dinheiro, as FinTechs também oferecem modelos fora do tradicional. Em relação ao ambiente, os principais são a troca direta com uma equipe multidisciplinar e com o próprio CEO, e flexibilidade. Na Magnetis o home office também é encarado com naturalidade e há apoio para cursos e atualizações. Além, claro, de vale-transporte, vale-refeição, convênio médico e uma área de café gourmet.

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Accenture adquire brasileira de Agile, DevOps, Cloud e Mobilidade

A Accenture adquiriu a Concrete Solutions, empresa brasileira especializada na utilização de metodologias Lean e Agile no desenvolvimento de soluções móveis e aplicativos web baseados em cloud computing. A aquisição posiciona a gigante de consultoria e BPO nas novas demandas da TI, com tecnologias emergentes e metodologias de trabalho que estão sendo um divisor de águas para o mercado de tecnologia e separando o antigo do novo.

“Desde a sua criação, a Concrete Solutions oferece soluções e serviços inovadores, focados na experiência digital, para grandes corporações”, diz Ansano Baccelli, diretor executivo da Accenture e líder da Accenture Technology no Brasil e na América Latina. “Sua experiência em desenvolver aplicativos móveis usando metodologias Agile e DevOps expande nossa capacidade de oferecer tecnologias de ponta e atender às crescentes demandas das empresas que procuram o parceiro ideal em sua transformação digital”.

Mercado local
Fundada em 2001, a Concrete Solutions possui mais de 400 funcionários em três escritórios no Brasil. “A aquisição da Concrete Solutions é mais uma indicação clara do compromisso da Accenture com o mercado local, após a abertura de nossos Centros de Inovação em Recife e no Rio de Janeiro, e a expansão de nossa agência digital, Accenture Interactive, no Brasil”, afirma Leonardo Framil, CEO da Accenture para o Brasil e a América Latina.

A adição da Concrete Solutions permite que a Accenture esteja melhor preparada para relacionamentos de longo prazo com organizações no Brasil. Reunir as habilidades e experiências complementares de ambas as empresas permite que a Accenture aplique sua abordagem liderada pela inovação para oferecer maior valor de negócio aos clientes.

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Ford apresentará novo Ecosport na Campus Party Bahia

 

A Ford, única empresa do setor automotivo a patrocinar a Campus Party Brasil em todas as edições, também estará presente na estreia do evento na Bahia, onde fica a sede do Centro de Desenvolvimento do Produto da América do Sul, um dos oito da Ford no mundo. Foi lá que nasceu o EcoSport, o primeiro carro… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

…global da empresa desenvolvido no Brasil.

Durante o evento, que será realizado na Arena Fonte Nova, em Salvador, os visitantes poderão conhecer o Novo EcoSport, que será a principal atração da Ford em um estande de 50 metros quadrados na Área Open, de 10 a 12 de agosto, com acesso gratuito para os visitantes. Neste espaço, que terá atrações de tecnologia, inovação e empreendedorismo, estará exposto um modelo na versão topo de linha Titanium 2.0, além de uma miniatura em clay – tipo de argila usada na fase de desenvolvimento do design dos automóveis.

O Novo EcoSport tem o conjunto mais completo de tecnologia, segurança e conectividade do segmento de utilitários esportivos compactos. O modelo vem equipado de série com SYNC 3, o sistema multimídia de nova geração da Ford, com tela capacitiva sensível ao toque de 6,5” na versão SE – o único modelo de entrada do segmento a oferecer uma tela com esse tamanho e tecnologia – e de 8” a partir da versão FreeStyle. Além de respostas rápidas e interação semelhante aos smartphones e tablets, inclui um revestimento que evita marcas de dedos na tela.

O SYNC 3 conta com Bluetooth, duas entradas USB iluminadas, função de leitura e envio de mensagens SMS e conectividade para Android Auto e Apple CarPlay. Traz uma nova interface gráfica de uso intuitivo e comandos de voz aprimorados para áudio e telefone. A partir da versão FreeStyle, oferece também navegação com comandos de voz, fácil acesso na tela principal e mapas do Brasil com atualização via USB.

Outros recursos são o AppLink, que permite usar vários aplicativos de smartphones, e a Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática para o SAMU em caso de acidente com acionamento dos airbags ou corte de combustível. Há ainda o modo de manobrista, com um código que limita o uso do equipamento e impede a mudança de suas configurações.

Na sexta-feira, 11 de agosto, das 16h30 às 17h15, haverá uma palestra no Palco Inovação da Arena com o tema “Realidade Virtual aplicada no desenvolvimento do Novo EcoSport”, com os palestrantes Rafael Marzo, gerente global do Projeto Novo EcoSport; Wanderson Lana, gerente de Inovação Digital, e Ricardo Cerqueira, responsável pela área de Realidade Virtual. Eles vão falar sobre os avançados recursos de tecnologia e conectividade do utilitário esportivo e como o uso da Realidade Virtual contribuiu para o desenvolvimento do design e foi fundamental para que o projeto do Novo EcoSport atingisse uma qualidade estética e de acabamento best-in-class no segmento.

Serviço:

CPBA – Campus Party Bahia

Data: 9 a 13 de agosto

Local: Arena Fonte Nova – Salvador, BA

Para mais informações, acesse o site do evento.

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Carros e aviões sem pilotos: por que ainda precisamos de pessoas para operar redes?

* Por Hilmar Becker

Nos últimos anos, houve grandes avanços no uso da inteligência artificial (IA) para resolver problemas de reconhecimento facial e de voz, processamento de linguagem natural e robótica. Esses avanços foram possibilitados por aumentos maciços no poder de computação (processamento, memória, I/O) e avanços algorítmicos. Muitos serviços ao consumidor já conhecidos, como os assistentes pessoais Alexa da Amazon e Siri da Apple, o reconhecimento facial automatizado do Facebook, a tradução online do Google e os carros autônomos da Tesla, usam mecanismos de IA.

A automação sempre foi uma grande prioridade das redes. Porém, os equipamentos de rede e os fornecedores de software ficaram para trás no uso de técnicas avançadas de IA para o desenvolvimento e operação de rede. Consequentemente, as redes sofrem vários problemas, apesar das equipes de TI usarem uma série de painéis para operar a infraestrutura da rede. Eles não avisam quando vão ocorrer, e quando acontecem, a equipe de TI começa uma correria para reunir e analisar dados relevantes, levando muitas vezes à conclusão de que o problema não teve nada a ver com a infraestrutura da rede.

Pela mesma razão, qualquer alteração importante na configuração ou atualização de firmware é um procedimento doloroso – se algo der errado, geralmente há pouca visibilidade até que algum usuário se queixe de uma interrupção ou serviço prejudicado. A migração para a nuvem de aplicativos de grandes empresas, como o Microsoft Office, complica ainda mais as coisas, pois as cargas de tráfego podem mudar de forma rápida e imprevisível. Por fim, existe a ameaça iminente de dezenas de milhões de dispositivos de IoT conectados à rede. Estamos à beira de um abismo?

Felizmente, existem soluções de “análise de rede” que podem ajudar. As redes atuais geram grandes quantidades de dados de instrumentação integrada em switches, roteadores, servidores e dispositivos de usuários. Por exemplo, em uma grande universidade pública nos Estados Unidos, são gerados cerca de 1 terabyte de dados diariamente. É possível reutilizar tecnologias de computação e bancos de dados de “big data”, desenvolvidas para serviços baseados na web, para processar essa grande quantidade de dados em tempo real. Da mesma forma, técnicas de inteligência de máquina, como clustering, construção automatizada de modelos e redes neurais, podem ser usadas para caracterizar o comportamento da rede e a experiência de seus usuários. Isso ajuda a fornecer visibilidade de problemas na rede e seu impacto na experiência do usuário.

Capacidades
Com esses modelos, também é possível comparar o desempenho da rede e a experiência do usuário nas redes. Esta é uma capacidade muito poderosa, pois possibilita prever problemas, recomendar resoluções e sugerir melhores configurações da rede.

As técnicas de aprendizado de máquina e ciência de dados são muito poderosas, mas a base para aplicá-las e usá-las criteriosamente na rede é a inteligência humana. Existe um conhecimento tribal enorme presente na comunidade de redes. E a resolução de problemas do mundo real requer a associação desta expertise com os elementos fornecidos pela aprendizagem de máquina e ciência de dados. É partir dessa associação que é possível obter resultados muito promissores.

* country manager da Aruba Networks no Brasil

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Ex-Cisco e Extreme assume como novo Diretor de Vendas da Genesys

A Genesys, de soluções de contact center, contratou Eduardo Almeida para assumir o cargo de Diretor de Vendas em seu escritório no Brasil. Entre os objetivos da área sob o comando de executivo, está o de levar a expertise da Genesys, reconhecida por instituições como Gartner e Forrester, para mercados considerados estratégicos pela companhia, como o de energia, financeiro, varejista e e-commerce. “Queremos levar todo o potencial das soluções de contact center da Genesys a um número maior de clientes no Brasil, apoiando-os em seus projetos de melhoria constante no atendimento de seus clientes através da arquitetura omnichannel”, diz Almeida.

Segundo o executivo, “o sucesso da Genesys no Brasil passa por uma estratégia sólida de desenvolvimento de canais com as competências necessárias para entender os desafios de negócios de nossos clientes. Espero muito em breve dar início ao projeto de recrutamento e desenvolvimento de novos canais, oferecendo-lhes todos os benefícios de ser um canal Genesys e criando valor juntos para nossas empresas e clientes”. Entre os esforços para expandir a presença geográfica da marca estão a participação mais intensa em eventos locais.

Currículo
O executivo ocupou por dois anos o cargo de General Manager da Extreme Networks para o Brasil e Cone Sul, após passar 19 anos na Cisco Systems, onde trabalhando como diretor para os segmentos de Enterprise, Canais e Setor Público. A contratação do executivo reforça o movimento de expansão da marca no mercado brasileiro.

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