Desde a Revolução Industrial – entre os anos de 1760 e 1830 – a sociedade questiona relação entre máquinas e a força humana. Durante algumas décadas, a discussão ocorreu sobre como seria a utilização e a adaptação sobre elas, entretanto com a evolução tecnológica a discussão ficou mais aprofundada e com isso começou a ganhar força as conversas sobre robotização e o impacto disso dentro da sociedade, onde a tendência é ganhar em produtividade e economia.
Essa é uma nova revolução! Tão importante como a primeira, ela possui novas possibilidades, já que os mercados evoluíram e a tecnologia todos os dias apresenta algo novo para nós. Uma das discussões sobre esse novo momento é se haverá uma substituição massiva de pessoas por máquinas e podemos dizer: fiquem calmos, os robôs são benéficos para todos. Isso significa que iremos ganhar mais agilidade, economia e conquistar melhores resultados.
Precisamos nos desprender do pensamento de substituição, de que as máquinas irão dominar os humanos e tudo mais dos filmes de ficção científica. Precisamos aceitar que as máquinas corrigem erros e potencializam a qualidade humana, desta forma conseguiríamos nos focar nas coisas que realmente deveríamos, isso significa que conseguimos multiplicar os números positivos de forma muito forte.
O motorista de caminhão, por exemplo, é uma profissão que possui 76% de chance de ser substituída por robôs – segundo o site americano Will Robot Shake My Job – mas isso pode não ser uma verdade concreta. Essa projeção cai por terra quando pensamos que esse profissional pode se especializar, evoluir profissionalmente e dominar as máquinas para que o mercado de transporte seja mais efetivo e otimizado. Seria a mescla da experiência da estrada com toda a segurança que a “perfeição” das máquinas possuem, isso quer dizer que o número de acidentes iria diminuir, que os profissionais não iriam possuir uma jornada excessiva de trabalho e afins.
Qualificação
Isso reverteria, neste caso, a diminuição de potenciais profissionais da área, já que muitos não escolhem ser um profissional das estradas por medo de sinistros ou acidentes. Imagine que uma profissão com altos riscos se tornaria algo incrivelmente seguro, potencializando a qualidade dos profissionais e da cadeia como um todo.
Essas mudanças tendem a impulsionar a qualificação profissional dentro de diversas áreas, isso cria um ciclo positivo que afasta qualquer medo de “substituição”, já que o valor de um colaborador repleto de qualificações é incalculável perto da programação de algum maquinário.
Os dois lados possuem uma sintonia e isso significa que o momento é de adaptação, de preparação para ser ainda qualificado, mais estratégico, já que as robôs irão precisar de alguém que os programem, refinem e controlem.
A área de Gestão de Pessoas (RH) tem sido alvo de uma das maiores transformações corporativas ao longo dos últimos anos no Brasil. De uma área complementar e, às vezes, administrativa, se torna estratégica e cada vez mais alinhada ao core business da empresa. Entre seus desafios, cada vez mais integrados com os do momento brasileiro, está o entendimento do ambiente externo e suas influências no clima da organização.
Dentro desse novo posicionamento estratégico presente cada vez mais nas áreas de RH do Brasil, está inserido o desafio de fazer a área ser entendida como uma geradora de investimentos na organização. Por tal complexidade e importância, os Diretores e VPs de RH das maiores empresas do país se encontraram para compartilhar as principais práticas de gestão e quais os aspectos que mais influenciam positivamente suas performances. O debate ocorreu durante o evento “Os Principais Investimentos sob a Ótica de Gestão de Pessoas”, realizado pelo WTC Business Club, em São Paulo.
Para cerca de 40% dos altos executivos presentes, o principal investimento na área de RH é ainda o conjunto de ações voltadas ao treinamento e desenvolvimento de pessoas. Depois, 24% dos C-Levels entendem o principal investimento como sendo o voltado para ações de saúde e bem-estar.
Nos dois tópicos acima, tem-se o principal motivador de todo o investimento realizado pela área de RH: prover as melhores condições de trabalho na empresa e, assim, aumentar a produtividade dos times. O investimento em saúde e bem-estar, para o Gerente Geral para América Latina de Saúde e Segurança da Renault, Paulo Zetola, está intimamente ligado ao trabalho preventivo das empresas, o qual está focado em diminuir o absenteísmo de funcionários.
Redução de custos
Assim, como aponta o Diretor de Recursos Humanos da Ticket, José Ricardo Amaro, a empresa ganha não somente na produtividade e, com isso, em resultados mais positivos, mas a prática funciona também como forte estratégia na redução de custos, gestão de informações de cada colaborador, aumento do engajamento e sentimento de pertencimento, além de uma maior integração entre os colaboradores.
Dando sequência à série de iniciativas para promover a formação de mulheres em tecnologia, a iniciativa PrograMaria e a CA Technologies lançam mais uma ação focada no público feminino. As inscrições para o curso de formação “Eu progr{amo}” vão até 9 de julho. A carga horária será dividida em 12 aulas, entre os dias 08 de agosto e 19 de setembro, totalizando 40 horas de formação.
O curso é destinado a pessoas com pouco ou nenhum conhecimento prévio em linguagens de programação e que querem usar a tecnologia como ferramenta no dia a dia. Será uma introdução a conceitos básicos de HTML, lógica, JQuery, JavaScript e CSS, capacitando as estudantes a programar sites. As 25 vagas disponíveis são destinadas ao público feminino e para concorrer, basta ter interesse pelo universo da programação. O curso será oferecido no SENAI do bairro de Santa Cecília, todas às terças e quintas, das 19h às 22h.
Patrocinado pela CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, serão oferecidas bolsas de estudos às solicitantes que não puderem pagar o valor de inscrição. Esta é a terceira edição do curso de formação, que já formou 63 mulheres e recebeu mais de 1,6 mil inscrições no total.
O êxito de inscrições nas edições passadas comprova que as mulheres precisam apenas de incentivos para entrar no mercado de trabalho de tecnologia. “É fundamental remover as barreiras que separam as mulheres da tecnologia, não só porque o mercado carece de profissionais qualificados, mas principalmente porque o futuro está sendo escrito em linhas de código. A sociedade precisa que as mulheres também sejam protagonistas desse futuro”, afirma Iana Chan, fundadora da PrograMaria.
Representatividade
Apesar de serem maioria na população e no Ensino Superior, o Censo IBGE 2010 mostrou que as mulheres brasileiras representam apenas 22% das turmas de Ciências da Computação e, é claro, a falta de representatividade na educação continua no mercado de trabalho. De acordo com o levantamento Stack Overflow Developer Survey, edição 2017, as mulheres representam menos de 8% dos desenvolvedores no mundo.
A carência de mulheres no setor é uma estatística que a CA Technologies pretende fazer sua parte para mudar. “Acreditamos que é nosso dever estabelecer um ambiente de trabalho que promova a diversidade, igualdade de gênero e inclusão de minorias. E para que nossa empresa reflita essa visão é necessário apoiar causas como esta. Queremos ver a transformação no mercado acontecer”, afirma Alexandre Scaglia, diretor de comunicação e responsabilidade social da CA Technologies na América Latina.
A Sonda assinou na última sexta-feira o acordo de aquisição de 100% das companhias do Grupo Compufácil, formado por Compufácil S.A.S e Princeless Colombia S.A.S. Trata-se de uma das principais provedoras de serviços de Tecnologia da Informação na Colômbia.
Com uma história de 25 anos e cobertura nas principais cidades da Colômbia, tais como Bogotá, Medellín e Cali, o Grupo Compufácil dedica-se à integração de serviços e soluções de tecnologias com foco em End User Support, Data Center e Outsourcing. Sua sólida carteira de clientes, tanto do setor privado quanto do público, lhe permitiu alcançar uma forte reputação no mercado atuante, com faturamento em 2016 de aproximadamente 116 bilhões de pesos colombianos, equivalente a US$ 40 milhões.
A compra da Sonda envolve o valor preliminar de 100% das ações, o que atinge 24 bilhões de pesos colombianos, algo em torno de US$ 8 milhões. O pagamento e o fechamento final desta transação estão sujeitos à satisfação de condições padrão para esse tipo de operação, incluindo a notificação às autoridades colombianas competentes, como a Superintendência de Indústria e Comércio da Colômbia.
Investimentos
A aquisição faz parte do plano de investimentos de US$ 790 milhões para o triênio de 2016 a 2018. Após a conclusão da compra, a Sonda se tornará um dos principais integradores de TI na Colômbia. “Este é mais um passo para consolidar e fortalecer a nossa presença na Colômbia e nossa visão de negócios de TI em toda América Latina”, diz Raul Vejar, gerente geral da SONDA na América Latina.
Um levantamento, realizado em parceria entre a Parallaxis Economia e Ciências de Dados e o escritório jurídico especializado em startups Perrotti e Barrueco Advogados, entre julho e outubro de 2016, com 120 empresas e investidores, sobre o mercado brasileiro de startups apresentou números e questões significativas do segmento no País.
Atualmente, 81% das startups já estão formalizadas e 89,5% já desenvolveram seu plano de negócios. Os números mostram uma grande preocupação na regularização da atividade logo no início da operação, bem como na parte estratégica. Não à toa, 42,1% das startups já estão há mais de dois anos no mercado, tendo portanto sobrevivido a crise que assolou o País.
As novas políticas de incentivo do Governo, como a Lei do Microempreendedor Individual, o Simples Nacional e o recente programa Startup Brasil, que visa proteger o investidor, são progressos que vem incentivando o surgimento de novos empresários que criam mais empregos e soluções para um país ainda carente em diversas áreas. Com isso, além de arrecadar mais impostos, o governo auxilia essa nova classe de empreendedores. Entretanto, dificuldades decorrentes de um ambiente trabalhista e tributário complexo e oneroso, ainda dificultam um maior avanço das startups nacionais.
Hoje a taxa de mortalidade de startups no país é de 25% ao ano.
Coletivamente, nove grandes empresas de tecnologia, que mal existiam uma década e meia atrás, agregaram cerca de US$ 1 trilhão de dólares em novas riquezas para o PIB norte-americano. Sendo esta a visão que se tem de start ups, aqueles que não conhecem o setor podem ficar surpresos com o faturamento bruto anual de uma startup no Brasil: 72% delas não chegam a 50 mil reais, enquanto apenas 6% fatura mais de 500 mil reais ao ano.
Assim, para atender ao grande volume de trabalho associado à falta de capital no início das atividades, mais de 70% das startups possuem entre dois e quatro sócios e nem todos chegam a contratar mão de obra externa, 21,6% não possuem nenhum funcionário.
Com o intuito de se tornarem lucrativas, um resultado já esperado é o objetivo mais comum entre as startups: 44,8% buscam ser escalável. Ainda de acordo com o relatório, no modelo de negócio para o usuário final, 73,7% atuam de forma paga, outra forma de ganho das empresas.
Vale ainda avaliar a relação entre startups e aceleradoras, incubadoras e parques tecnológicos. Entre os entrevistados, 61,1% acreditam que a importância de uma aceleradora, incubadora e parque tecnológico é irrelevante ou pouco relevante. Pode-se atribuir este dado ao pouco acesso a estas instituições, uma vez que 60,5% se declaram independentes.
Apesar destes dados, 28,9% das startups estão em parques tecnológicos e 38,8% acreditam que participar de programas de fomento são importante, muito importante ou indispensável. Os programas de aceleração pedem em 51,6% dos casos como contrapartida um percentual de participação, 32,3% pedem uma taxa de locação que pode ser relacionado com as empresas em co-working e outras realizam um trabalho sem contrapartida palpável, ou seja, disponibilizam assessoria gratuita, modelo que tem grande ocorrência entre os parques tecnológicos.
Recursos
Com relação ao funding, 57,9% das startups pesquisadas responderam que já conseguiram realizar uma primeira rodada de captação para investimentos. Dessas, o maior percentual foi entre R$ 501 mil à R$ 1 milhão com 27% das captações registradas na pesquisa, sendo a principal fonte de captação os investidores anjos com 34% dos entrevistados.
Entretanto, apesar do crescimento de 300% no capital investido em startups entre 2013 e 2016, o número de investidores anjo no país teve um acréscimo pequeno, de apenas 3%. Assim, 42% das empresas pesquisadas ainda não captaram recursos com investidores. Desse universo, 42,5% afirmam precisar de capital entre R$ 500 mil à R$ 1 milhão.
O relatório ainda conclui que o número de startups no mercado brasileiro está crescendo rapidamente. Há algumas iniciativas que tem contribuído para favorecer esse cenário, porém ainda é arriscado afirmar qual será o resultado dessas iniciativas em um período de 3 a 5 anos. Para consolidar um resultado positivo após esse período, é necessário uma evolução maior do mercado e uma melhora, ou pelo menos estabilidade, no atual cenário econômico nacional. Afinal, um aumento na taxa SELIC, ou alterações no regime tributário ou trabalhista, que não considerarem uma ótica de simplificação de tais processos, podem comprometer um futuro promissor para o mercado de startups no Brasil.
A Wipro, indiana de tecnologia da informação, aposta no México como plataforma para crescer na América Latina. A empresa abriu um Centro de Excelência na área metropolitana de Guadalajara, parte da expansão realizada pela multinacional. Naquele país, a Wipro estruturas semelhantes em em Nuevo Leon, Estado do México e Cidade do México. Desde a sua chegada às terras mexicanas, a empresa de tem investido mais de 25 milhões de dólares.
Para Wipro, o México tem um forte potencial de crescimento graças à disponibilidade de talento certificado em diferentes áreas de serviços de TI. Este capital humano permite a Wipro desenvolver soluções de sistemas inovadores e software, melhorar os processos e reduzir custos para as empresas nas áreas de Serviços Financeiros e Seguros, Manufatura, Telecomunicações, Varejo, Energia, Sector Público e Saúde.
“Nós viemos para o México em 2012. Desde então, temos visto um profundo interesse em desenvolver e incorporar soluções tecnológicas em diversos setores”, disse Abidali Neemuchwala, CEO da Wipro Limited. “Acreditamos no potencial do México e este centro é um sinal do nosso compromisso de continuar a promover o setor de tecnologia no país.”
A empresa emprega mais de 1.000 engenheiros e técnicos em todo o México, com 97% deles local. Como parte de sua estratégia global, Wipro está empenhada em maximizar o uso detalhado de talento.
Investimento
“O fato de que uma empresa como a Wipro aposta em Jalisco, reforça o valor que as empresas de tecnologia têm para o Estado. Nós desenvolvemos um cluster de tecnologia comparável a área do Vale do Silício, pela quantidade e qualidade das empresas que continuam a investir na região e tecnologia de produção para todos “, disse Lic. Aristoteles Sandoval Diaz, Governador do Estado de Jalisco, durante a abertura.
“A transformação digital não é opcional, é um padrão. Wipro está no México para desenvolver essencialmente tecnologia para as empresas a alavancar e melhorar seus processos de negócios”. Disse Ankur Prakash Vice President for New Growth and Emerging Markets.
Quando no estou no trabalho, adoro fotografia ao ar livre. As vistas panorâmicas onde vivemos rendem umas fotos realmente lindas, como o nascer do sol e os topos de montanha cobertos de nevoeiro.
Recentemente, decidi investir em uma nova peça de equipamento fotográfico: um drone. Não qualquer drone mas, para a consternação de minha esposa, um dos melhores produtos da linha DJI Mavic Pro. Ele tem vídeo 4k, transmissão OcuSync com 7 km de alcance, posicionamento GPS e GLONASS. Naquele primeiro domingo de manhã com meu novo brinquedo, eu era como um garoto no dia de Natal. Desembalei-o, carreguei a bateria, abri o manual e… ah, quem precisa de um manual? Eu sou o cara, consigo sozinho.
Infelizmente, assim que ele decolou, aquilo estava além das minhas capacidades. Havia uma série de controles, capazes de deixar qualquer um tonto: rotação de câmera, velocidade de avanço, conectividade de voo, sensores de obstáculos, altitude, rastreamento de objeto e muito mais. Era bem mais complexo do que o previsto. Enquanto observava meu brinquedo de US$ 1,3 mil voando em direção à árvore mais próxima, pensei, “é como tentar gerenciar um data center corporativo atual”.
Para ser justo: manter um único drone voando é… bem, brincadeira de criança, em comparação com o gerenciamento de milhares de links, portas, recursos e switches em um data center, sem mencionar as milhas e milhas de fibra frágil. Mas você entendeu.
No data center atual, agora temos a capacidade de suportar velocidades de link de 100Gb/s, reduzir a latência para alguns milissegundos e substituir servidores personalizados caros com modelos comerciais disponíveis que executam funções de rede virtualizadas. E precisamos de cada bit daquela velocidade e capacidade porque a largura de banda e as demandas de baixa latência no data center estão fora dos gráficos.
A chave para acompanhar as demandas aceleradas é a infraestrutura do data center. Ela deve ser ágil e flexível o suficiente para mudar para velocidades mais altas e suportar novas aplicações com uma interrupção mínima. Isso significa conectividade modular e componentes de cabeamento que possam acomodar facilmente maior densidade de fibra e de porta com novo design mínimo.
Conectados
Talvez o mais importante, a infraestrutura do data center pronto para o futuro deve ter a inteligência integrada para permitir visualizar, controlar e otimizar cada parte da rede física, cada conector, porta e dispositivo conectado. Este é o valor de um sistema de gestão de infraestrutura automatizada.
E aqui é onde voltamos à minha aventura de piloto de drones. Todas as capacidades de desempenho do mundo não são tão boas se você não conseguir gerenciá-las efetivamente. Uma robusta solução de gestão de infraestrutura automatizada (AIM), permite a você exatamente isso… e muito mais.
* gerente de Ferramentas e Tecnologias Digitais da CommScope
Após cinco anos de resultados negativos, o mercado brasileiro de PCs voltou a crescer no primeiro trimestre de 2017. Entre os meses de janeiro e março, foram vendidos 1.1 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais que no mesmo período de 2016. Do total, 405 mil unidades foram desktops e 701 mil notebooks. Os produtos destinados ao consumidor representam 65% do mercado total. Já o segmento corporativo foi responsável pela compra de 35% dos computadores, o que representa 340 mil aparelhos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q1, realizado pela IDC Brasi.
“O crescimento é modesto, mas demostra que o mercado brasileiro está se estabilizando. A melhora aconteceu devido ao fim da oscilação do dólar, às promoções realizadas pelos varejistas para incentivar a compra e ao aumento da confiança do setor corporativo para investir”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.
Ainda de acordo com o estudo da IDC, o ticket médio no período foi de R$ 2.141, 22% a menos do que nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2016, quando o mercado trabalhava com o dólar mais alto e tinha média de preço de R$ 2.750. “O consumidor brasileiro é muito sensível a preço e a queda de mais de R$ 600 nos computadores foi um ponto decisivo para que o mercado voltasse a crescer”, completa Hagge.
Mercado maduro
Para 2017, a IDC Brasil prevê a manutenção no mercado de PCs com 4,5 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook, leve crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016, e receita de R$ 9,6 bilhões. “Em um mercado maduro como o de PCs, um crescimento, mesmo que pequeno, é muito importante, ainda mais porque existe uma forte competição com tablets e, principalmente, com celulares” finaliza o analista da IDC Brasil.
Cada vez mais próxima do fim, a guerra pela audiência nas redes sociais está polarizada. O vencedor já é certo – o Facebook atingiu a marca de 2 bilhões de usuários mensais. Isso só contando o site e sem levar em conta seus outros braços, como o Whatsapp, o comunicado Facebook Messenger e o Instagram. Em segundo lugar, com cerca de 1,5 bi, está o Youtube. E, sinceramente, esqueça o resto do ranking. Os números foram divulgados pelo próprio Facebook, em um comunicado oficial ao mercado e à imprensa, além de um festivo post do CEO e fundador Mark Zuckerberg em seu perfil oficial.
O patamar de audiência da rede social é impressionante. O planeta inteiro tem 7 bilhões de pessoas. E com esse volume e importância, o Facebook chega a um momento de repensar sua própria existência. Os desafios para o futuro são enormes.
A empresa, e a rede social, ficaram marcadas no último ano por ajudar a disseminar notícias falsas e pós-verdades. A eleição de Trump nos Estados Unidos foi um marco nisso. Temia-se uma falta de controle total nesse aspecto, mas a empresa conseguiu dar, ao menos, algum rumo para práticas de eliminação de conteúdo falso.
Porém, o aspecto mais desafiador do futuro do Facebook é sua fonte de receita. Desde sua virada de uma startup criada por estudante para um modelo de negócio, a rede depende de anúncios para fazer lucro. Com 2 bilhões de utilizadores, parece não haver dificuldade nisso. Só que as coisas não são assim.
O próprio consumidor digital, a mobilidade e a comunicação imediata das redes sociais estão transformando a experiência de compra. Isso tem gerado impacto em diversas empresas e o Facebook não é diferente. A empresa precisa evoluir para uma forma menos intrusiva de propaganda e mais adaptada à experiência do usuário.
Atualmente, o Facebook utiliza vídeos que reproduzem automaticamente, com som, algo que já foi banido por Apple e Google.
Comunidade
Com o tamanho conseguido, o Facebook tem outro problema. A empresa começa a virar vidraça para uma série de demandas da sociedade. Não por acaso, anunciou há poucos dias que sua missão mudaria para um foco maior em comunidades. Lançou, conjuntamente a essa mudança, uma série de ferramentas para administradores de grupos fortalecerem e limparem suas comunidades on-line.
A incógnita é se o Facebook consegue todos esses objetivos com a mesma rapidez com que tem crescido. Sua ampliação não para. Cerca de 17% de sua base de usuários está crescendo tão rápido ou mais rápido do que qualquer ano desde 2012. E 66% dos usuários mensais do Facebook retornam todos os dias agora. Quando a rede atingiu 1 bilhão de usuários, esse dado era de 55%.
O equilíbrio entre sucesso de negócio, lucratividade e adequação social é complicado para qualquer empresa. Muitas sequer sobrevivem quando se agigantam. O Facebook está chegando a esse limite e há muita torcida para que a rede se desenvolva bem nos caminhos escolhidos.
Lembram-se das aulas de gramática? Aquela sobre conectivos? Nossa, confesso que se um dia eu soube bem isso, não lembro mais. Porém, ao longo dos últimos anos percebo que termos que antes pareciam água e azeite, usualmente separadas pela conjunção alternativa “ou”, agora estão nas mesmas frases unidas pela preposição essencial “com”: estabilidade com tolerância ao erro, procedimentos rigorosos com flexibilidade, investimento de longo prazo com projetos ágeis, dentre outros. Sim, é ambíguo, mas inevitável assegurar a continuidade dos negócios e ao mesmo tempo habilitar a inovação e transformação constante. Eis a era das organizações de TI ambidestras.
Costumo reforçar em mesas de debates que data center automatizado e que respeite rigorosos padrões de desenho, construção e operação são requisitos mandatórios. E ponto. A exigência de alta disponibilidade para inúmeros negócios online e conectados, com altos padrões de segurança, são premissas fundamentais e responsabilidade primária para os executivos de TI.
No entanto, as organizações de TI, por meio dos executivos, estão ganhando assento no conselho das companhias e sendo exigidos a contribuir ainda mais, agora com o ciclo de transformação dos negócios. E com o sério risco de, se não o fizer, cair na sombra organizacional (Shadow IT).
Tenho muita convicção que os únicos recursos nas organizações capazes de fazer o salto de inovação definitiva e necessária para lidar com toda essa ambiguidade são os “recursos humanos”. Indivíduos curiosos formam times qualificados porque estão dispostos a descobrir as melhores maneiras de fazer o próximo salto de inovação. Essa preparação os faz capazes de atender demandas de negócio com agilidade, sem perder de vista a necessidade de manter a produtividade de ambientes atuais.
Sempre sugiro que se incentive, reconheça e premie aqueles profissionais que estão fazendo atualização ou expansão (upskill ou reskill) de conhecimento e habilidades. Esses serão a alavanca para a transformação. Para aqueles que insistem em se manter estacionados, avaliem alternativas que evitem contaminar os demais.
As tecnologias se renovam freneticamente. Virtualização, SDN (Software Defined Networking), NFV (Network Functions Virtualization), hiperconvergência, monitoramento integral, ferramentas para governança de serviços e dados, green data center e tantas outras são presenças obrigatórias na relação de soluções que devem ser apresentadas e discutidas no plano de infraestrutura tecnológica de uma empresa que requer uma TI profissional.
Colaboração
E com essa escalada tecnológica fica claro que aquela segregação explicita entre “software e hardware” ou “desenvolvimento e infraestrutura” não é mais aplicável, os profissionais precisam ter visão holística, com capacidade de trabalhar em equipe, promovendo a colaboração entre os times e a compreensão dos desafios do dia a dia.
A convergência de tecnologias, as arquiteturas distribuídas e ambientes heterogêneos apresentam um novo desafio de “garantia fim-a-fim” dos serviços de TI, os quais demandam um ajuste dos processos produtivos, nas relações dos provedores com clientes e na capacitação de profissionais, respectivamente. Aposte no ser humano. Este é o único recurso determinante e que sempre fará “a diferença” ao lado de serviços atualizados e customizados de acordo com a necessidade do cliente, tornando possível resultados incríveis a partir do bom funcionamento de um data center na era digital.
* diretor de Data Center & Segurança da Level 3 Communications
Os brasileiros relataram um alto nível de preocupação com roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos entrevistados indicando séria apreensão, de acordo com o Unisys Security Index, que pesquisou consumidores no mês de abril de 2017 em 13 países ao redor do mundo. O estudo global avalia o comportamento de pessoas em uma ampla gama de questões relacionadas à segurança.
Os níveis mais altos de preocupação relatados pelos brasileiros estão nas áreas de roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos participantes apontando uma séria apreensão (entre “muito” e “extremamente”) sobre as duas questões. A maioria das pessoas (69%) também indicou temer ataques de hackers e vírus cibernéticos.
Grande parte dos entrevistados também estavam muito preocupados com a segurança das transações online (62%), segurança pessoal (61%), capacidade de cumprir com as obrigações financeiras (52%), segurança nacional (52%), além da preocupação com desastres e epidemias (51%).
O estudo também revela que os níveis de preocupação com a segurança dos brasileiros são maiores entre mulheres e adultos de 25 a 34 anos, este último na comparação com aqueles com mais de 55 anos. Além disso, os que têm menor renda são mais preocupados com segurança do que aqueles com maior poder aquisitivo.
A pesquisa também identificou uma queda notável na preocupação com a Segurança Nacional, com 52% das pessoas seriamente preocupadas, na comparação com as 80% registradas na última edição do estudo Unisys Security Index, realizado em 2014.
No Brasil, o índice total é 189 pontos em uma escala de 0 a 300, considerado um alto nível de preocupação e apenas dois pontos acima do índice brasileiro de 2014. No mesmo período, os números para México e Colômbia aumentaram 13 e 18 pontos respectivamente. O resultado dos Estados Unidos teve um aumento de 46 pontos; do Reino Unido, 41 pontos; da Austrália, 51 pontos e da Holanda, 59 pontos. Mundialmente, o índice aumentou 30 pontos, saltando de 143 para 173.
Segurança
“O índice mostra que os brasileiros estão seriamente preocupados com a segurança”, afirma Mauricio Cataneo, Diretor-presidente Brasil e VP de Finanças da Unisys para América Latina. “O roubo de identidade e as fraudes bancárias são as maiores preocupações, o que mostra que os consumidores sentem que têm menos controle sobre seus dados pessoais do que eles gostariam. O crescente uso da Internet é um dos fatores mais importantes que contribuem para o aumento de fraudes no Brasil. Como resultado, as organizações que atendem os brasileiros devem garantir que suas soluções incluem segurança avançada para assegurar a integridade dos dados de seus clientes”, explica.
Uma nova infestação massiva de ransomware varreu o mundo durante o dia de hoje, 27 de junho. Os problemas começaram na Rússia e Ucrânia, pela manhã, e em poucas horas outros países da Europa foram atingidos. No meio da tarde, algumas empresas brasileiras estavam dispensando funcionários ou aconselhando a desligar os computadores e trabalhar somente pelo smartphone. O culpado desta vez é um ransomware que ainda está sendo investigado.
Os especialistas independentes e laboratórios de empresas de segurança ainda estão cautelosos a divulgar mais informações sobre o ocorrido. Fortes evidências apontam para que o “paciente zero” da infestação seja um serviço ucraniano de finança, o Me.doc. A empresa tem soluções que precisam ser instaladas por usuários e, aparentemente, foi assim que a primeira grande dispersão do ransomware ocorreu na manhã.
Assim como o Wannacry, que assustou o mundo há algumas semanas, essa variante se espalha para outros computadores facilmente, sem qualquer clique do usuário. Mas, ainda no final da tarde, havia dúvidas se o malware estava usando as mesmas brechas do Wcry. O tipo também permace em suspenso. Inicialmente, achou-se que era uma variante do Petya, que atacou no início de 2016. Contudo, parece que há diferenças significativas e algumas empresas de anti-vírus já estão descartando essa hipótese.
Principal dica
Além das costumeiras dicas de manter as práticas de segurança e instalar atualizações fornecidas por fabricantes, o conselho que começou a ficar forte para o ransomware de hoje é “não paguem o resgate”!
Isso porque os hackers estavam usando, de forma não autorizada, um serviço de e-mail alemão para se comunicarem com as vítimas. Quando a empresa prestadora descobriu isso, cancelou a conta e interrompeu o canal existente. Com isso, as vítimas têm como depositar o dinheiro do resgate exigido pelos criminosos digitais. Mas não existe mais maneira de eles mandarem o código para liberar os arquivos sequestrados.
Ainda há informações conflitantes sobre a origem da infestação de hoje, seus objetivos, assim como tamanho do prejuízo. A variante está encriptografando o master boot record (MSB), que é uma parte essencial para rodar o HD. Porém, há relatos que está conseguindo travar arquivos de forma direcionada e independente. O resgate é cerca de US$ 300, a ser pago em moeda virtual bitcoin.
A Ford mostrou no início do mês de junho no Salão do Automóvel de Buenos Aires o Novo EcoSport, o SUV compacto da montadora americana, que desde a primeira versão lançada no Brasil sempre esteve entre os veículos mais vendidos no país e na América Latina.
Para começar essa cobertura, veja o vídeo transmitido via Facebook ao vivo do lançamento oficial para a imprensa em Buenos Aires, antes da abertura do Salão do Automóvel. Foi um evento grandioso, com a participação de dois grupos teatrais que movimentaram a noite e valorizaram ao extremo a avant-première.
Transmissão ao vivo direto de Buenos Aires
O utilitário esportivo foi mostrado no “Espacio Al Rio”, na capital portenha, para a imprensa brasileira e argentina com a presença do presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, que confirmou o lançamento do Novo EcoSport, totalmente remodelado, nas versões com motor 2.0, de 175 cv, e o inédito 1.5 de três cilindros com 137 cv.
O executivo destacou a história de sucesso do veículo que inaugurou o segmento de utilitários esportivos compactos no continente e agora se renova completamente para ser a referência do setor na América do Sul e em diversos mercados mundiais.
“Este é um veículo emblemático, projetado e nascido na América do Sul, como uma inovação local que se tornou global”, disse Lyle Watters (foto). “Hoje ele está presente na Europa, Ásia e deve chegar em breve à América do Norte, oferecendo a mais atual tecnologia do segmento para a segurança, conforto, desempenho e conectividade. O Novo EcoSport passou por um grandioso trabalho de engenharia para oferecer recursos de última geração, com a mesma paixão e emoção que fazem dele um ícone na América do Sul.”
Segundo a Ford, o Novo EcoSport é resultado do envolvimento das equipes de design, engenharia e marketing de todo o mundo, com pesquisas para aprofundar o conhecimento das necessidades atuais e desejos dos novos e tradicionais clientes do segmento. Em síntese, foi pensado para pessoas de espírito jovem, conectadas e ativas que querem um mundo mais seguro e sustentável, com motores que combinam alto desempenho e eficiência com prazer de dirigir.
A frente do Novo EcoSport segue a tendência dos modernos SUVs da linha Ford. A ampla grade predomina na parte dianteira, alinhada com os faróis redesenhados, incorporando o que há de mais moderno nessa tecnologia. O interior do SUV da Ford foi projetado em cada detalhe para oferecer um padrão superior de conforto e elegância, incluindo bancos com excepcional acabamento e ergonomia para todos os ocupantes.
O painel de instrumentos, assim como o interior, é totalmente novo e destacado pela tela flutuante de 8 polegadas sensível ao toque, conectada com o avançado sistema multimídia SYNC 3, compatível com Apple Car Play e Android Auto. O compartimento traseiro também traz uma nova configuração que amplia o espaço e versatilidade para o transporte de bagagem.
“Os nossos designers e engenheiros criaram um novo interior para o EcoSport, focado no motorista, nos passageiros, na segurança da família e dos amigos e como todos podem interagir com o carro. Mais que avançar no desempenho, tecnologia e conforto, é um carro conectado para um novo mundo conectado”, concluiu Watters.
Detalhes do novo EcoSport Novo EcoSport 2.0 Titanium vem com a proposta de ser um utilitário esportivo completo, segundo informa a montadora. Modelo premium da linha, o SUV chegará em meados de agosto totalmente renovado com design dianteiro inovador, com grade de controle ativo, o motor mais potente da categoria, de 176 cv, nova transmissão automática de seis velocidades, sistema de conectividade SYNC 3 com tela flutuante de 8 polegadas, teto solar elétrico e interior totalmente novo com a cor clara “Light Stone”.
Com 7 airbags, o Novo EcoSport 2.0 Titanium quer ser líder na categoria em desempenho e equipamentos de série de última geração. A Ford deve anunciar seu preço no próximo mês, dentro de uma estrutura de comercialização altamente vantajosa no segmento, desde o valor de aquisição aos itens de manutenção e serviços.
Motor, transmissão, piloto automático e suspensão
O motor 2.0 flex tem injeção direta de combustível e duplo comando variável independente de válvulas. Com bloco, cabeçote e cárter de alumínio, tem a potência para a categoria, acelerando de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos.
A nova transmissão automática com conversor de torque tem seis velocidades e permite trocas manuais pelo sistema “paddle shift” instalado no volante.
O piloto automático (controle de cruzeiro) possui limitador de velocidade para aumentar a segurança. Tudo novo também na suspensão, com eixo traseiro de curso ampliado e molas reforçadas para melhor absorção de impactos.
Segurança
O EcoSport Titanium traz muitos itens de segurança ativa e passiva. É o único na categoria a oferecer sete airbags de série – frontais, laterais dianteiras, de cortina e de joelhos para o motorista. Compõem o conjunto a direção elétrica, o monitoramento individual de pressão dos pneus, a câmera de ré, o alerta de ponto cego e tráfego cruzado e o sistema anticapotamento, item preventivo num SUV.
Inclui ainda controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro, alarme e sistema de fixação Isofix para duas cadeiras infantis.
Design
As mudanças no design incluem novo capô, para-choque, faróis e grade dianteira elevada, que deixam o veículo mais robusto e também têm um caráter funcional, tornando a aerodinâmica 11% mais eficiente (0,35 Cx). A ampla grade externa adota um sistema de controle ativo que abre e fecha de acordo com a velocidade, garantindo maior economia de combustível. Os faróis de duplo refletor têm lâmpadas de xenônio e luzes diurnas de LED.
Na lateral, destaque para as rodas de 17 polegadas, bagageiro de teto de novo desenho e o friso cromado. O para-choque traseiro também é novo. O teto solar é elétrico.
Apesar dele não ter alterado seu tamanho externo e interno, a impressão visual é de um carro maior e mais robusto do que a versão anterior e isso agrada bastante os fans da marca.
Interior e multimídia
O interior do EcoSport 2.0 Titanium é super-refinado no design e traz materiais totalmente novos, incluindo painel com toque macio (“soft touch”). Os bancos redesenhados, com bom apoio lateral, são de couro tratado com repelente de sujeira. O volante é multifuncional, também em couro.
Destaque para a central multimídia de nova geração SYNC 3, com tela flutuante sensível ao toque de 8 polegadas, de alta resolução, com comandos de voz. O sistema de som é premium Sony, com nove alto-falantes. O painel de instrumentos com tela colorida auxiliar de 4,2 polegadas exibe as informações do computador de bordo usando recursos gráficos e de imagem. O ar-condicionado é digital de grande potência.
Além da ergonomia, a flexibilidade é outro avanço do modelo. Tem compartimentos para acomodar smartphones, duas entradas USB no console e dois pontos de força de 12 V. O console central tem um descansa-braço com compartimento interno. A chave abre e fecha automaticamente as portas da frente e do porta-malas com o sensor de presença.
Outros itens de conforto e segurança do Novo EcoSport 2.0 Titanium são a partida por botão, sensor de chuva, porta-luvas climatizado, porta-malas com abertura elétrica, acendimento automático dos faróis e vidros elétricos com acionamento a um toque.
O porta-malas, de 356 litros, possui um assoalho inteligente que permite configurar o espaço em três posições, criando um porta-objetos inferior de 52 litros. Ele pode também formar uma plataforma plana com o banco traseiro rebatido, ampliando a área de bagagem para 1.178 litros. No total são 20 diferentes porta-objetos na cabine.
A engenharia do silêncio também foi aplicada no Novo EcoSport 2.0 Titanium, resultado do refinamento do chassi, da suspensão e do isolamento acústico do interior e do exterior com para-brisa acústico, novos revestimentos e defletores nas rodas e na parte dianteira e traseira do utilitário esportivo.
Outros modelos Ford no Salão de Buenos Aires
No estande da montadora no evento argentino haviam outros modelos, como o S-MAX e o SUV KUGA, que não são vendidos no Brasil e a pickups F 150 Raptor, que você pode ver na transmissão ao vivo que fiz no evento. Além deles, você verá um 360º do Ford GT, o Mustang e o Mustang Shelby GT350, que atraíram a atenção de todos que passavam pelos corredores e não tinha jeito: paravam para babar em frente a essas máquinas. Veja abaixo um vídeo rápido de cada um deles para conhecê-los um pouco. Vale a pena.
Ford GT
Mustang Shelby
Mustang 5.0
Transmissão ao vivo realizada direto do Estande da Ford
Ford na Campus Party Brasília
Praticamente na mesma semana do Salão do Automóvel de Buenos Aires a Ford foi uma das principais patrocinadoras da Campus Party em Brasília, evento de tecnologia que é formado em sua maioria por desenvolvedores de apps e startups.
O principal objetivo da montadora em participar desse evento é estimular o desenvolvimento tecnológico para seu mercado e não é arriscado afirmar que ela é hoje, dentre todas as empresas do setor, a que mais investe de maneira séria e consistente em tecnologia automotiva, para tornar cada vez mais acessível ao consumidor final as vantagens e benefícios, principalmente em segurança, que os bits e bytes podem proporcionar.
Veja a seguir alguns vídeos da cobertura do evento em Brasília. Alguns foram transmitidos ao vivo pelo Facebook e estão incorporados aqui.
O primeiro vídeo é sobre a chegada no evento, onde mostro parte das barracas dos campuseiros, ou as pessoas que acampam 24h por dia durante todos os dias da Campus Party.
Neste vídeo eu mostro a abertura do pavilhão antes da chegada do público e dos campuseiros
Neste outro eu mostro a chegada dos campuseiros no pavilhão e faço uma entrevista rápida com Fernando Silveira, Diretor de Comunicação da Ford para a América do Sul, em que ele fala sobre a importância da participação da montadora na Campus Party.
Por fim, fecho a matéria com essa transmissão ao vivo de parte da apresentação de Jim Vella, presidente da Ford Fund, o braço filantrópico da marca. Não consegui pegar a apresentação toda, pois o celular acabou a bateria pouco antes do final.
A inteligência artificial (IA) tem potencial para gerar uma média de mais 38% de lucratividade nos negócios até 2035 e levar a um aumento econômico de US$ 14 trilhões no mesmo período. Os números aparecem no amplo relatório que a consultoria Accenture e a Frontier Economics publicaram essa semana. O estudo, batizado de “How AI Boosts Industry Profits and Innovation”, faz projeções sobre taxas de crescimento em 16 setores industriais em 12 países com economia desenvolvida.
Para projetar o impacto da IA, a consultoria usou o Valor Agregado Bruto ( GVA) como uma medida aproximada do Produto Interno Bruto (PIB) dos países. Em uma média ponderada, o relatório aponta que a inteligência artificial, sozinha, deve elevar o crescimento de todas as indústrias em 1,7% ao ano até 2015. Comunicação (4,8%), manufaturas (4,4%) e serviços financeiros (4,3% ) são os três setores que verão as maiores taxas de crescimento anual
A Accenture descobriu que o setor de tecnologia da informação e comunicação tem o maior potencial de crescimento econômico com a AI devido à integração que pode ser feita em sistemas já existentes. A união do tradicional e legado com a nova tecnologia trará mais rapidez e menores custos de mão de obra. Nesse setor, as áreas de alto crescimento são a segurança de nuvem, rede e sistemas.
Crescimento
De acordo com a consultoria, a inteligência artificial oferece oportunidades de lucratividade sem precedentes. O estudo cita, por exemplo, as manufaturas, que terão amplo crescimento da base projetada com ajuda da tecnologia inteligente. Esse setor “tem um aumento previsto de participação de lucro de 39% devido a sistemas alimentados por IA cuja capacidade de aprender, adaptar e evoluir ao longo do tempo pode eliminar máquinas defeituosas e equipamentos inativos”.
Entre as recomendações para as estratégias de crescimento com IA, estão reinvenção do RH para combinar humanos e sistemas de inteligência artificial; a construção de um novo supply-chain e a combinação de nuvem com IA.
O balanço mundial de investimentos em TI apresentou alta de 2%, em 2016, em comparação ao ano anterior, atingindo US$ 2,03 trilhões. No Brasil, os investimentos para este setor apresentaram desaceleração sofrendo impacto direto da crise econômica e da valorização do dólar no período, somando US$ 38 bilhões, um recuo de 3,6% em relação a 2015.
Para 2017, a previsão é de uma recuperação no crescimento do setor no Brasil na ordem de 6,7%, o dobro do crescimento previsto para o mundo. Os dados fazem parte do estudo anual “Mercado Brasileiro de Software e Serviços” da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em parceria com o IDC (International Data Corporation).
Pela primeira vez em 12 anos, desde que o levantamento começou a ser feito pela ABES, o Brasil perdeu duas posições no ranking mundial e passou de 7º para 9º lugar. Desde o primeiro levantamento, em 2005, o país vinha se mantendo na sétima posição. No quadro da América Latina, entretanto, o mercado brasileiro mantém a liderança em investimentos no setor, que representam 36,5% do total de US$ 105,3 bilhões.
Para baixo
“A recessão teve impacto direto nos resultados e a alta do dólar puxou a conversão dos números do setor para baixo. Mesmo tendo o Brasil apresentado queda nos investimentos, ainda ocupa um lugar importante, estando no mesmo grupo de países como Alemanha, Estados Unidos e França, o que mostra a relevância do mercado interno de TI”, aponta Jorge Sukarie, presidente do Conselho da ABES.
Nos últimos quatro anos, a distribuição geográfica de investimentos no Brasil vem demonstrando sensível mutação. Apesar da região Sudeste ainda ser líder com 61% (65% em 2012), o Norte avançou de 2% para 6%, o Nordeste aumentou 3 pontos percentuais, alcançando 11% e o Sul chegou a 13%, ante 12% em 2012. O Centro-Oeste foi a única região que apresentou queda, passando de 13% para 9%.
Os passageiros que viajam pela companhia aérea GOL tem uma facilidade a mais na hora de fazer o check-in. Já está disponível o recurso de reconhecimento facial no aplicativo da empresa. Batizado de Selfie Check-in GOL, o serviço está disponível desde o dia 13 deste mês.
Disponível para voos nacionais e internacionais, a utilização é bem simples e segue a tendência atual: basta que o passageiro instale o aplicativo em seu smartphone e faça um cadastro da sua biometria facial, sem necessidade de inclusão de qualquer outro dado adicional, nem mesmo o localizador da viagem.
Uma vez feito o cadastro, basta o passageiro fazer uma “selfie” para ter acesso ao seu cartão de embarque em seus próximos voos. De acordo com a Gol, a novidade é inédita no mundo e visa “facilitar um processo essencial para o embarque e o dia a dia dos clientes que optam por viajar com a companhia”.
De acordo com o desenvolvedor da tecnologia, é possível garantir 99% de precisão no reconhecimento facial, que é feito a partir de 1024 pontos da face analisados em menos de um segundo.
A velocidade das mudanças dos negócios, impulsionada especialmente pelo crescimento dos dados e do digital, impressiona e não é novidade para ninguém. Nesse contexto, encontramos de um lado empresas que já nasceram digitais e de outro o crescimento da concorrência, que já não é mais definida pelos limites de indústria – ela pode vir de qualquer lugar. Como ser líder em um cenário tão complexo e volátil? Reimaginar o negócio, reavaliar a cadeia de valor e reconstruir a organização são ações primordiais para alcançar a liderança.
Dois pontos são os mais importantes nesse processo. O primeiro ponto precisa ser o autoconhecimento. Você conhece profundamente sua empresa, seus profissionais, seus produtos e seus serviços? O segundo, e ainda mais importante: você conhece o seu cliente e a necessidade real dele?
Imagine-se no sapato de um potencial cliente: você se deparando com a sua marca, com o seu portfolio de soluções, de serviços. Pergunte-se, friamente: essas soluções são realmente relevantes para mim? Eu usaria? E mais: por que eu usaria? Se uma das respostas for negativa ou mesmo duvidosa, sinal vermelho: ou você reinventa o seu negócio ou ele não sobreviverá.
Quando se reinventar?
Existem três momentos principais em que a reinvenção do negócio é necessária:
– Quando os negócios vão bem
“Se está dando certo, por que vou mexer?”. Esse é o pensamento mais equivocado que um executivo pode ter. O momento que os negócios vão bem é o momento mais favorável à mudança: é possível parar, estudar e se aprofundar no conhecimento do cliente e existem recursos que podem ser investidos para aumentar a receita e o market share. A Audi ousou se reinventar nesse tempo. Estudaram o mercado e entenderam que os clientes visitavam as lojas somente para fazer o test drive e que esse era um problema para eles, já que as lojas eram costumeiramente distantes do centro da cidade. Esse problema também era compartilhado pela própria Audi, que tinha um custo alto para manter essas lojas, sempre dispondo de grande espaço para exposição de diversos modelos de automóveis. A solução foi a inauguração de uma loja no centro de Londres, com a exposição de somente um carro, top de linha, e um ambiente lúdico com recursos audiovisuais. O aumento da receita beirou os 70% e 50% dessas vendas foram feitas a clientes que não exigiram o test drive.
– Quando os negócios estão estáveis
É natural que a curva de crescimento da empresa se torne estável em determinado momento. Quando o negócio estaciona, ele definitivamente precisa ser reinventado e a mudança de percurso do avião precisa ser ousada e acontecer durante o voo. Imagine-se sendo portador de um negócio super tradicional, como uma gráfica, por exemplo. Os negócios não vão mal, mas também não há crescimento. Como você se reinventaria? Qual problema do seu cliente você poderia resolver? Uma gráfica norueguesa criou um app que dá aos clientes acesso aos seus documentos, permite que sejam editados, envia o material para a gráfica mais próxima dele, permite que o pagamento seja feito diretamente pelo app e notifica quando a impressão estiver pronta e a caminho do cliente. Você duvida que houve aumento de receita?
– Quando os negócios vão mal
Esse, sem dúvida alguma, é o momento mais crucial para uma reinvenção. Porém, considerando que nesse momento os recursos são escassos, o segredo é encontrar novas fontes de recursos, até então “escondidas”. Imagine-se no lugar dos principais executivos de um canal de TV que transmite informações meteorológicas e que se vê em um beco sem saídas com a popularização do uso do mobile. Pessoas acessando informações sobre o clima de seus dispositivos durante 2 ou 3 segundos não abre brechas nem para monetizar com advertising. Qual a fonte de receita mais preciosa escondida nesse negócio? Os dados, que passaram a ser comercializados para fazendas e produtores rurais, além de empresas como a P&G, que teve um aumento de 28% no volume de vendas em função de um estudo dessa empresa de meteorologia que identificou um aumento na troca de shampoos entre o público feminino quando havia mudança climática.
Como se reinventar?
1 – Reconheça que você precisa se reinventar
Esse processo pode ser um pouco doloroso no começo – não gostamos de admitir que não estamos no caminho certo. Mas um processo minucioso de autoconhecimento e uma pitada de coragem de admitir que precisa mudar são os primeiros grandes passos para o sucesso do negócio.
2 – Olhe pelo ponto de vista do cliente
Na era digital, o ponto de vista e a necessidade do cliente precisam ser o centro de tudo – de todas as estratégias e decisões da empresa. Vender tecnologia se tornou uma estratégia do passado, utilizada por empresas não líderes. A pergunta chave hoje deve ser: “qual a importância do meu produto e/ou serviço no contexto de vida do meu cliente?”. E o desafio não para por aí. É preciso conhecer não somente “quem é o seu cliente”, mas também “quem é o seu cliente hoje”, pois o comportamento muda constantemente. É preciso se mover para onde os clientes estão se movendo, ou você perderá relevância e representatividade no mercado.
3 – Motive-se
Haja o quanto antes. Não espere que os ventos que sopram a favor do seu negócio mudem de direção sem que você esteja preparado.
4 – Inspire-se
Olhe para fora, busque e conheça casos de empresas que passaram por esse processo e foram bem sucedidas e inspire-se neles.
5 – Defina seu “how to work”
Defina sua estratégia, crie seu plano de ação e visualize bem as etapas que precisará seguir para alcançar o resultado esperado.
6 – Dê uma alma para o seu negócio
Se você quer compradores, venda produtos. Se você quer embaixadores de marca, dê um significado para o seu negócio. As pessoas são muito mais motivadas a comprar e divulgar uma marca quando se sentem conectadas a ela – sem um significado, isso não é possível.
7 – Seja persistente e tenha firmeza de propósito
Quando os primeiros passos são dados e os resultados de curto prazo não são positivos ou não atendem as expectativas, é natural que o instinto da empresa seja recuar para a zona de conforto, até então já conhecida. Esse movimento é muito perigoso e inviabiliza o crescimento sustentável do negócio. É necessário encarar as turbulências como um processo natural do voo e ter firmeza de propósito, persistência e coragem de continuar.
Conclusão
Se você ainda não está convencido de que a reinvenção é vital para a sua empresa, se ainda tem dúvidas se o seu negócio é relevante, se atende o seu cliente e se você precisa se reinventar, pare tudo agora. Ao sinal da menor dúvida, pergunte-se: qual problema relevante do meu cliente posso resolver? Como posso reinventar meu negócio para atendê-lo? E mais: como posso reinventar meu negócio para sobreviver?
O momento é agora. Estude, aprofunde-se, tenha coragem, reinvente-se.