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Pesquisa revela que mais da metade dos brasileiros não saberia viver sem celular

Você sabia que mais da metade dos brasileiros afirma não saber viver seu seu celular? Pois é, foi isso que revelou uma pesquisa de tendências globais de 2017, realizada pela empresa Ipsos. Foram ouvidas mais de 18 mil pessoas, em 23 países, no fim do ano passado. O resultado está reunido em oito novas tendências: a crise das elites; as tensões das gerações; a busca pela simplicidade e controle; a incerteza é o novo normal; ascensão da tradição; a divisão do otimismo; a batalha pela atenção; e um mundo mais saudável.

O estudo completo, com mais de 400 questões, mostra aspectos do mundo de hoje e dados sobre a relação das pessoas com tecnologia. Confira alguns dos resultados, que são – no mínimo – bem curiosos:

Tecnologia – Mundo e Brasil

– 69% da população mundial não consegue imaginar sua vida sem internet;

– No entanto, 23% ainda se sente confusa com computadores e acha que nunca vai se acostumar com eles. A porcentagem entre os entrevistados brasileiros é de 36%, garantindo ao país o segundo lugar no ranking;

– Mais de metade dos entrevistados (54%) dizem que não poderiam viver sem o seu smartphone. O índice brasileiro é 65%, deixando o país na quarta colocação;

– 50% acreditam que o progresso tecnológico esteja destruindo suas vidas, sendo a preocupação maior nos mercados emergentes (58%) versus 45% nos mercados estabelecidos. O Brasil é o terceiro país com ranking, com 62% concordando com a afirmação;

– As gerações mais jovens estão mais preocupadas com o progresso tecnológico: a geração Z registrou um aumento de 13 pontos percentuais nos últimos dois anos de 37% para 50%.

A pesquisa entrevistou 18.180 adultos, de 16 a 64 anos – sendo nos EUA e Canadá 18 a 64 anos -, entre 12 de setembro e 11 de outubro de 2016.  O estudo foi realizado em 23 países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Indonésia, Itália, México, Japão, Peru, Polônia, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia, Índia e EUA.

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Western Digital lança HDs de até 10TB de espaço para sistenas residenciais e NAS

A Western Digital anunciou na última sexta (19) a ampliação da oferta dos seus premiados discos rígidos WD Red  e WD Red Pro NAS em versões de 10TB de capacidade, voltados tanto para uso pessoal quanto para pequenas e médias empresas que utilizam sistema NAS (da sigla em inglês Network Attached Storage, que significa “armazenamento ligado a uma rede”).  A linha de HDs WD Red permite ao cliente escolher entre inúmeras possiblidades de armazenamento NAS, de acordo com a sua necessidade.

Lançados em 2012, os HDs WD Red chegaram para atender a crescente demanda por armazenamento de forma acessível, confiável e compatível, reduzindo o custo total do consumidor. A novidade é que agora eles são feitos com hélio, o que possibilita um aumento de 25% de capacidade em relação ao WD Red 8TB.

Por outro lado, o disco rígido WD Red Pro 10TB é capaz de oferecer o mesmo alto desempenho, confiabilidade e capacidade que os sistemas operando em NAS de até 16 baias em formato de torre ou rack.

Características e Especificações:

WD Red / WD Red Pro 10TB

– HelioSeal: Traz a tecnologia de 4ª geração, HelioSeal, exclusiva da Western Digital, com capacidade de 10TB para o mercado de armazenamento NAS;

– 3D Active Balance Plus: tecnologia de controle de balanceamento aprimorada que melhora o desempenho e a confiabilidade do drive;

– Integração com o Western Digital My Cloud® Pro Series NAS e o My Cloud Expert Series NAS, sistemas desenvolvidos especificamente para que a comunidade de criativos consiga transferir sem interrupção o conteúdo entre dispositivos em qualquer local, mesmo quando os usuários fotografam remotamente ou editam em casa;

– NASware® 3.0, uma versão aprimorada da tecnologia WD NASware original, desenvolvida para melhorar a confiabilidade e desempenho dos sistemas, reduzindo o tempo de inatividade dos clientes e simplificando os processos de integração;

– Performance otimizada por categoria – 5400 RPM para ambientes SOHO, 7200 RPM para sistemas NAS com mais de 16 portas.

As unidades WD Red  e WD Red Pro 10TB estão em fase final de testes de compatibilidade com vários provedores líderes em sistemas NAS. Para ver a lista de compatibilidade dos produtos e fabricantes do WD Red, acesse aqui.

“Em julho de 2012, lançamos a linha de discos rígidos WD Red para atender os deafios de perfomance, compatibilidade e escalabilidade que os clientes de NAS enfrentam – principalmente pequenas e médias empresas”, afirma Brendan Collins, vice-presidente da unidade de Negócios de Devices da Western Digital. “Depois de cinco anos e 16 milhões de HDs da linha WD Red produzidos, a plataforma continua evoluindo, trazendo a inovadora tecnologia HelioSeal e outros avanços tecnológicos para que nossos clientes satisfaçam suas necessidades de nuvem privada”.

Preço e disponibilidade

Os novos HDs WD Red e WD Red Pro 10TB estão disponíveis em revendas e distribuidores especializados nos Estados Unidos. O WD Red 10TB NAS tem garantia de três anos e o preço de varejo sugerido é de US$ 494 (modelo WD100EFAX). Já o WD Red Pro 10TB possui garantia de cinco anos e preço sugerido de US$ 533 (modelo WD101KFBX).

Para mais informações sobre os HDs WD Red, incluindo os termos da garantia, acesse o site do fabricante.

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OEX lança o Mouse Robotic para games

A OEX é uma empresa que tem investido bastante em acessórios voltados para o público gamer, com bons produtos. Ela acabou de anunciar um mouse gamer bem bacana, com design moderno e características que são importantes para quem joga, como macros customizáveis: O Mouse Robotic MS308. A novidade tem resolução selecionável de até 4000 dpi (1600/2400/3200/4000), sete botões totalmente ajustáveis (com software para customização) que pode ser baixado diretamente no site do fabricante.

Com dimensões de 12,6×8,1×4 cm, o equipamento ainda tem luz de LED e a base metálica, além de possuir conexão USB e cabo trançado de 1,8 metro.

O preço sugerido é de R$ 109,00 (valor médio para o consumidor e válido até o final de junho de 2017).

Ficha Técnica

OEX GAME – MOUSE ROBOTIC (MS308) 

– Mouse óptico

– Conexão USB

– Base metálica

– 7 botões com função macro e software para customização

– Luz de LED

– Cabo trançado com 1,8m

– Peso: 164,5g

– Resolução selecionável de até 4000dpi (1600/2400/3200/4000)

– Dimensões: 12,6 x 8,1 x 4cm

Para mais informações, acesse o site do fabricante.

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Digital e Serviços mudam de comando na T-Systems Brasil

A T-Systems, provedora alemã de serviços de TI, concluiu duas importantes mudanças em seu quadro executivo no Brasil. Luis Fernando Tadei acaba de assumir o cargo de head de Digital Transformation e Guilherme Barreiro, a função de head de Delivery de Serviços de ITO da companhia.

Formado em Análise de Sistemas pela USF (Universidade São Francisco) e com MBA em gerenciamento de projetos pela Babson University (EUA), Luis Fernando Tadei está na T-Systems desde 2012. O executivo tem passagens por empresas como IBM, SAP e Continental.

Sinergia
“A área de transformação digital da T-Systems Brasil, além de olhar para novos modelos de negócios, vai utilizar toda a tecnologia disponível para levar o mais alto nível de inovação, com valor agregado, aos clientes”, explica Tadei, lembrando que, para isso, centros de inovação da companhia em todo o mundo, inclusive no Brasil, estão à disposição da equipe como fonte de informação, sinergia, produtos e tecnologias.

Formado em Engenharia da Computação (Universidade São Judas) e Análise de Sistemas (IBTA), Guilherme Barreiro está na T-Systems desde 2009.O executivo já passou pelas áreas de serviços SAP, gerenciamento de operações e contas globais. Na nova função, Barreiro será o responsável por todas as iniciativas em nuvem da T-Systems.

“A T-Systems é uma das empresas pioneiras em ofertas em nuvem. Há mais de dez anos estamos consolidando nossas ofertas que hoje compõem um dos mais completos portfólios do mercado brasileiro”, afirma.

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Google oferece treinamento gratuito para profissionais de tecnologia no Brasil

Pela primeira vez, o Google Cloud vai realizar o Google Cloud Onboard, um treinamento gratuito para desenvolvedores, programadores e especialistas em TI que querem se conhecer as tecnologias do Google Cloud Platform. O treinamento vai acontecer em seis países e aqui no Brasil vai acontecer no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas, no dia 02 de junho, com transmissão para seis cidades: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até um dia antes do evento. Quem participar, vai saber como trabalhar na nuvem do Google, conhecer como desenvolver a carreira e ainda receberá um certificado de participação.

O treinamento conta com a participação dos principais especialistas em Cloud do Google e demonstrações das ferramentas de GCP, e o dia de treinamento será dividido em sete módulos focados nas tecnologias e soluções de nuvem do Google, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning.

O módulo de encerramento trará dicas de como os participantes poderão alavancar suas carreiras usando os conhecimentos adquiridos. Os participantes também terão a oportunidade de realizar networking com os Googlers e especialistas presentes e receberão certificado de participação do treinamento.

Veja a agenda completa do Google Cloud OnBoard:

  • Credenciamento
  • Construa o futuro da nuvem
  • Módulo 1 – Apresentando o Google Cloud Platform
  • Módulo 2 – Primeiros passos com o Google Cloud Platform
  • Almoço
  • Módulo 3 – Google App Engine e Cloud Datastore
  • Módulo 4 – Opções de armazenamento do Google Cloud Platform
  • Módulo 5 – Google Container Engine
  • Intervalo
  • Módulo 6 – Google Compute Engine e Networking
  • Módulo 7 – Big Data e Machine Learning
  • Potencialize sua carreira com o Google Cloud | Treinamento e certificação

Atenção, as vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas neste link.  O OnBoard foi criado para desenvolvedores, gerentes de TI, analistas de sistemas, engenheiros de software e arquitetos de soluções que buscam explorar soluções de Cloud. Também podem participar executivos de tecnologia e de áreas de negócios que querem entender o potencial do Google Cloud Platform.

Serviço:

Google Cloud OnBoard

Quando: 02 de junho, sexta-feira

Onde:

  • São Paulo – Allianz Parque
  • Campinas – Expo Dom Pedro
  • Curitiba – Cinemark Shopping Mueller
  • Porto Alegre – Cinemark Shopping Bourbon Ipiranga
  • Rio de Janeiro – Cinemark Botafogo Praia Shopping
  • Salvador – Cinemark Salvador Shopping
  • Belo Horizonte – Cinemark BH Shopping
  • Recife – Cinemark Shopping RioMar

Quanto: Gratuito

Para mais informações, acesse aqui.

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Google oferece treinamento gratuito de cloud para profissionais de tecnologia

Estão abertas as inscrições para participar do Google Cloud OnBoard, um treinamento para desenvolvedores, programadores e especialistas em TI sobre fundamentos das tecnologias do Google Cloud Platform (GCP). Com inscrições gratuitas, o treinamento presencial acontecerá em 2 de junho, no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas, além de contar com transmissão ao vivo em salas de cinema de seis cidades no Brasil: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Com participação dos principais especialistas em Cloud do Google e demonstrações das ferramentas de GCP, o dia de treinamento será dividido em sete módulos focados nas tecnologias e soluções de nuvem do Google, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning.

O módulo de encerramento trará dicas de como os participantes poderão alavancar suas carreiras usando os conhecimentos adquiridos. Os participantes também terão a oportunidade de realizar networking com os Googlers e especialistas presentes e receberão certificado de participação do treinamento.

Agenda completa do Google Cloud OnBoard:

  • Credenciamento
  • Construa o futuro da nuvem
  • Módulo 1 – Apresentando o Google Cloud Platform
  • Módulo 2 – Primeiros passos com o Google Cloud Platform
  • Almoço
  • Módulo 3 – Google App Engine e Cloud Datastore
  • Módulo 4 – Opções de armazenamento do Google Cloud Platform
  • Módulo 5 – Google Container Engine
  • Intervalo
  • Módulo 6 – Google Compute Engine e Networking
  • Módulo 7 – Big Data e Machine Learning
  • Potencialize sua carreira com o Google Cloud | Treinamento e certificação

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até um dia antes do evento em https://goo.gl/2blcTm.  O OnBoard foi criado para desenvolvedores, gerentes de TI, analistas de sistemas, engenheiros de software e arquitetos de soluções que buscam explorar soluções de Cloud. Também podem participar executivos de tecnologia e de áreas de negócios que querem entender o potencial do Google Cloud Platform.


Google Cloud OnBoard
Quando: 02 de junho, sexta-feira
Onde:

  • São Paulo – Allianz Parque
  • Campinas – Expo Dom Pedro
  • Curitiba – Cinemark Shopping Mueller
  • Porto Alegre – Cinemark Shopping Bourbon Ipiranga
  • Rio de Janeiro – Cinemark Botafogo Praia Shopping
  • Salvador – Cinemark Salvador Shopping
  • Belo Horizonte – Cinemark BH Shopping
  • Recife – Cinemark Shopping RioMar

Quanto: Gratuito
Inscrições e mais informações em:  https://goo.gl/2blcTm

Huawei e Intel unem-se para computação de alto desempenho

A Huawei e a Intel assinaram um memorando de entendimento (MoU, na sigla em inglês) para cooperação em computação de alto desempenho (HPC, na sigla em inglês) a fim de fornecerem produtos e soluções dessa gama ao mercado.De acordo com o plano de colaboração, as duas partes pretendem desenvolver soluções HPC baseadas nos servidores e plataformas em nuvem da Huawei e equipados com o processador Intel Xeon, os processadores Intel Xeon Phi e a Arquitetura Omni-Path (OPA).

A Huawei também construirá centros de inovação HPC em Shenzhen e Chengdu, China, e em Munique, Alemanha. Nesses centros, as duas partes poderão realizar iniciativas conjuntas como otimização de aplicativos, treinamento técnico e desenvolvimento da comunidade, para que elas possam fornecer experiências e serviços inovadores em HPC para os clientes. Além disso, elas realizarão eventos conjuntos de pesquisa e marketing em todo o mundo.

“A combinação de Big Data, Nuvem e AI com a HPC tradicional está trazendo novas oportunidades e vitalidade para toda a indústria HPC. Esta tendência também amplia a aplicação de segmentos tradicionais” disse Qiu Long, Presidente da Linha de Produtos de TI para Servidores da Huawei.

Aceleração
A Intel trabalhará de perto com a Huawei em desenvolvimento de produtos, laboratório de inovação e capacitação tecnológica. O acordo também abrange alinhamento de marketing. “A Intel deseja ver a aceleração do mercado HPC por meio de uma colaboração mais profunda com a Huawei”, disse Peter Chen, Gerente Geral de Produtos e Tecnologias do Grupo de Vendas do Data Center Group.

Nos últimos anos, a Huawei ampliou a sua colaboração com a Intel em HPC. Em novembro do ano passado, a Intel uniu-se à Huawei na Supercomputing Conference 2016 (SC16) para lançar a nova geração da plataforma HPC baseada em all-flash, a FusionServer X6000. Em março deste ano, a Intel uniu-se à Huawei na CeBIT 2017 para lançar a solução Intel OPA baseada no Huawei E9000 blade server.

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Wittel contrata Luis Kazuo como diretor Comercial

Dentro da proposta de investir cada vez mais em uma venda consultiva e focada na experiência do usuário, a Wittel, de soluções para Contact Center, anuncia Luis Kazuo Nishi como diretor comercial. Com mais de 20 anos de experiência no setor, o executivo, que já ocupou cargos de liderança na Cisco e na Arkadin, assume o desafio de acelerar o crescimento da corporação – a estimativa é de 30% para este ano.

Segundo Kazuo, ele aceitou o convite da Wittel por entender que a empresa tem um compromisso com o futuro, ao investir em processos que tornam o dia a dia dos clientes mais produtivos e eficazes. “Não vendemos tecnologia, mas resultados de negócios apoiados no ‘WE Tools’ (Wittel Engagement Tools), que mostram – na prática – como o cliente pode ir além, para atingir seus objetivos de negócios”, afirma o diretor Comercial.

O “WE Tools” é composto por quatro serviços distintos e complementares: o Intelligent Services, que faz a conexão entre os objetivos de negócio do cliente e a utilização das ferramentas contratadas; o Support Services, que garante que as soluções permaneçam operacionais e com o melhor desempenho possível; o Remote Service Monitoring, responsável pelo monitoramento on-line das soluções/plataformas, além do Management Services, que disponibiliza profissionais especializados de maneira dedicada ao cliente.

Alinhada ao processo de transformação da Wittel, que completa 25 anos em 2017, a área comercial assumirá uma postura mais proativa dividida em quatro verticais – Finanças, Outsourcers, Multisectors e Comercial. A ideia é os clientes tenham um único ponto focal de atendimento de suas demandas, com uma abordagem mais consultiva.

“O cliente ouve dos fornecedores de TI uma série de promessas. Mas quem garante que elas serão concretizadas? A Wittel, com seu ‘WE Tools e provas de conceito, pode garantir os melhores resultados, a partir do monitoramento das informações em tempo real em seu Command Center. Esta divisão encaminha as informações para o Customer Success Group (CSG) que, por sua vez, gera insights estratégicos que promovem engajamento, eficiência e uma melhor experiência do usuário”, explica Luis Kazuo.

As a service
Ao longo deste ano, o diretor comercial quer ampliar a participação da Wittel no setor de Multisector, que inclui varejo, indústria, educação e healthcare. Uma das metas é também conquistar pequenas e médias empresas (mercado SMB), que estão dispostas a investir no modelo “as a service”, sem a necessidade de altos investimentos em data center.

“A reestruturação de toda a área de vendas contribuirá para que a Wittel alcance suas metas agressivas em um ano comemorativo para a empresa”, destaca Kazuo, que é formado em Engenharia Elétrica pela USP, com Pós-graduação em Engenharia da Computação pela entidade e MBA pela Fundação Getúlio Vargas.

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E-commerce fechará 2017 com crescimento mesmo com perspectiva de PIB baixo

A recuperação da economia vai ser mais lenta do que o esperado, segundo especialistas. Em 2016, o PIB teve retração de 3,6%, e a previsão para 2017 é de menos de 1%. Mas há um setor que, apesar desse cenário pouco animador, continua dando mostras de que tem fôlego de maratonista. O comércio eletrônico registrou crescimento nominal de 7,4% em 2016, mas quando se leva em conta o PIB desse ano, o percentual sobe para 11%. No acumulado dos últimos cinco anos, o setor cresceu 156%. A expectativa para 2017 é ainda melhor. De acordo com Gerson Rolim, diretor de comunicação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e consultor do comitê de varejo online da entidade, o setor deve fechar o ano com alta de 12% a 13%, mesmo diante da perspectiva de PIB negativo. E isso é muito significativo.

Para se ter uma ideia do dinamismo do e-commerce, a melhor base de avaliação não é o comparativo do desempenho com os macrossetores da economia, mas sim com os setores de atividades afins. A indústria recuou 6,6% no ano passado. E só a indústria eletroeletrônica, da qual depende muito o comércio eletrônico, registrou queda de 11%, muito em função da retração nas vendas de celulares e tablets (-10%), de desktops e notebooks (-23%) e de infraestrutura de telecomunicações (-15%). No mesmo período, o varejo registrou baixa de 6,2%.

“Diante desse cenário de recessão e elevadíssimas taxas de desemprego, que incapacitam para o consumo quase 13 milhões de brasileiros, o desempenho do e-commerce tem que ser festejado”, avalia Rolim. O motivo para tal desempenho, segundo ele, é um só: o e-commerce possibilita ao consumidor economizar numa época em que cada centavo vale muito dinheiro.

As novas tecnologias são as maiores aliadas dessa economia, que permitem o acesso a lojas virtuais e a compra de produtos por dispositivos móveis, as ferramentas que facilitam a comparação de preços em várias lojas simultaneamente e a popularização da internet móvel de alta velocidade.

Esse desempenho positivo está atraindo para o setor cada vez mais novos empreendedores. Por dia, são criadas 500 lojas virtuais no país, segundo as empresas de plataformas de e-commerce. A maioria dessas lojas é comandada por micro e pequenos empresários que buscam uma alternativa de renda diante da dificuldade em se recolocarem no mercado de trabalho formal. “Se apenas 25% desses novos empreendimentos forem bem-sucedidos, ainda assim será benéfico para o setor e para a economia como um todo”, conclui Rolim.

 

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Dia Mundial da Internet: conheça cinco fatores determinantes para o futuro da web

Atualmente, é mais fácil utilizar a Internet do que era há 20 anos, uma vez que os usuários podem ter mais habilidades digitais do que antes. Porém, ainda há certo desconhecimento sobre o que é a web e de onde vem seu conteúdo. Pensando nisso, a Mozilla, “dona” do navegador Firefox, não só celebra o Dia Mundial da Internet, como também apresentou dados importantes a respeito da saúde da Internet e sobre seu futuro.

No começo de 2017, a organização lançou o Internet Health Report, com o objetivo de explicar o que está acontecendo com a Internet nos dias de hoje e estabelecer medidas para que ela se desenvolva de maneira mais livre, aberta, inclusiva, segura e igualitária. “Nós, da Mozilla, começamos esse trabalho sobre a saúde da Internet pela seguinte razão: documentar e explicar o que está acontecendo com esse valioso recurso público que ela representa.”, explica Mark Surman, diretor-executivo da Mozilla Foundation. Confira a seguir as 5 questões que irão determinar o futuro da Internet, segundo o estudo:

1. Privacidade e Segurança Online

A segurança e a privacidade na Internet são fundamentais e não devem ser tratadas como opcionais. Proteger sua privacidade e segurança não significa “esconder algo”, mas sim que todo o usuário tem a capacidade de escolher quem precisa saber onde você vai e o que você faz.

2. Abertura

Uma Internet saudável é aberta, de modo que juntos, podemos inovar. Para que isso seja uma realidade, são três aspectos relevantes: Open source, Copyright e Patentes. As leis de direitos autorais e de patentes devem promover melhor a colaboração e as oportunidades econômicas. O código aberto, os padrões abertos e as políticas pró-inovação devem continuar a ser o principal foco da Internet.

3. Descentralização

Não deve haver monopólios ou oligopólios em linha. Uma Internet descentralizada é uma Internet saudável. Para atingir esse objetivo, devemos focar nas seguintes áreas: Neutralidade da rede (Os operadores de rede não devem ser autorizados a bloquear ou distorcer a conectividade ou as escolhas dos utilizadores da Internet); Interoperabilidade (Se os ganhos econômicos de curto prazo limitam a inovação da indústria a longo prazo, toda a indústria de tecnologia e economia sofrerão as consequências; Concorrência e escolha (Precisamos da Internet para ser um motor para a concorrência e escolha do usuário, não um facilitador de gatekeepers); Contribuição local (A relevância local é mais do que apenas a linguagem; Também é adaptado ao contexto cultural e à comunidade local.

4. Inclusão Digital

Pessoas, independentemente de etnia, renda, nacionalidade ou gênero, devem ter acesso irrestrito à Internet. Para ajudar a promover uma Internet aberta e inclusiva, devemos promover o acesso universal a toda a Internet (Todos devem ter acesso à diversidade total da Internet aberta); promovendo a diversidade online (O acesso e o uso da Internet estão longe de serem distribuídos uniformemente. Isso representa um problema de conectividade e um problema de diversidade); promovendo o respeito online (Devemos nos concentrar em mudar e construir sistemas que dependem tanto da tecnologia como dos seres humanos, para aumentar e proteger diversas vozes na Internet). Numerosos e diversos obstáculos estão no caminho da inclusão digital, e eles não serão superados por padrão. Nosso objetivo é colaborar com, criar espaço para, e elevar as contribuições de todos.

5. Alfabetização na Web

Todos devem ter as habilidades para ler, escrever e participar do mundo digital. Para ajudar as pessoas de todo o mundo a participarem deste mundo, deve-se focar em áreas como: Mover-se além da codificação; Integrar a alfabetização na web na educação; Cultivando a cidadania digital. A alfabetização na Web deve ser fundamental na educação, como leitura e matemática. Capacitar as pessoas para moldar a web permite às pessoas moldar a própria sociedade. Queremos que as pessoas vão além do consumo e contribuam para o futuro da Internet.

“Podemos construir novas peças e ensinar as pessoas a tirar o máximo proveito do que está lá. Podemos apontar o que está errado e torná-lo melhor. Se fizermos este tipo de trabalho em conjunto, acredito que podemos expandir e alimentar o movimento para manter a Internet muito mais saudável para o futuro”, afirma Mitchell Baker, Executive Chairwoman da Mozilla Foundation e da Mozilla Corporation. “Precisamos de compromissos ainda mais profundos para garantir que nossas habilidades correspondam ao papel que a Internet desempenha em nossas vidas”.

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Big Data: a chave para alcançar a satisfação de clientes

* Por Tatiana Piloto

Com a transformação digital, o cliente passou a ser o foco da estratégia das empresas. Dessa forma, nunca foi tão importante ter o máximo de informações para criar a melhor experiência para o consumidor. Por isso, aplicar o Big Data é a maneira mais eficiente de utilizar o imenso volume de dados disponíveis a seu favor.

Atualmente é fundamental ter registrado e acompanhar todo contato que o consumidor tem com a sua marca. Ligou para o serviço de relacionamento com o cliente? Ele precisa ser reconhecido imediatamente e o atendente deve ter seus dados e o histórico na ponta da língua. Se o consumidor não quiser falar com ninguém, ele também precisa ter a opção de resolver suas questões sozinho por meio de uma central de ajuda. O Big Data é a tecnologia que está por trás de toda essa eficiência.

A Staples, maior rede mundial de lojas para escritórios, aplicou essa estratégia e, com a ferramenta tecnológica ideal, já consegue se adequar às necessidades específicas de cada consumidor para o recebimento das encomendas, reduzindo ainda o custo logístico da operação. Já a Movile, líder em desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel na América Latina, usa a tecnologia certa para que 99% de seus clientes consigam resolver suas dúvidas diretamente dentro do aplicativo PlayKids. Isso é foco no cliente!

Principais tendências
Está claro que a transformação digital vai comandar as tendências do Big Data e fazer parte da sua vida. E quando falamos de Big Data, há 5 pontos principais, que devem ser destacados:

Migração para nuvem – A migração dos dados para a nuvem (cloud computing) vai levar a transformação deles em ações práticas, porque dinamiza os processos, acelerando a adoção de novos recursos. Outro fator relevante para este movimento é a redução de custo com data center, podendo trabalhar com o modelo SaaS (Software as a Service). Com este formato, paga-se uma assinatura mensal, sem a necessidade de investir altos valores em ativos fixos da empresa que ainda conta com a expertise do seu fornecedor.

Uso do “Dark Data” – Como Dark Data, o Gartner define “ativos de dados que as empresas coletam, processam e armazenam durante suas atividades regulares, mas geralmente falham em utilizar”. Com o Big Data, as empresas poderão extrair valor do Dark Data, usando documentos, fotos, vídeos e outros registros que ficam armazenados pelos depósitos, mas que nunca são aproveitados. Essas informações podem ter valia para desenhar melhor o histórico de desempenho da empresa e seus produtos e também podem ajudar a identificar possíveis violações de marca registrada ou reivindicações de propriedade intelectual.

Regulamentação sobre privacidade – No Brasil há um projeto sobre proteção de dados ainda parado no Congresso Nacional. Mas em outros países já está previsto um aumento nas regulamentações sobre privacidade, visando manter cada vez mais dados no país de origem. A Rússia já fez a primeira aplicação da lei de localização de dados e a China também já aprovou sua própria legislação nesse sentido.

Segurança da informação – O objetivo é que, com o Big Data, todos da empresa usem os mesmos dados e tenham uma “única versão da verdade”. No entanto, a criação ou revisão das políticas de permissões de acessos devem ser uma prioridade, bem como a implementação de tecnologia adequada. Isso é importante para monitorar e detectar o uso indevido dos dados como um usuário que, sem a devida autorização, copie, transfira ou recupere informações que não fazem parte de suas permissões de acesso.

Dispositivos conectados e Internet das Coisas (IoT) – Em breve será possível controlar quase qualquer dispositivo usando comandos de voz. Tecnologias como Alexa (da Amazon), Siri (da Apple) ou o Google Home vão ganhando maturidade e a convergência dessas aplicações inteligentes com dispositivos conectados (seja um carro ou uma geladeira) vai mudar a forma como o relacionamento com o cliente é gerenciado na empresa. Afinal, os dados gerados por esses dispositivos serão altamente relevantes para o seu negócio.

As decisões de negócio, cada vez mais, vão colocar o cliente no centro de tudo e trabalhar com as informações geradas por eles, via Big Data, é mandatório para a longevidade da empresa. Por isso, é crucial ficar atento às tendências e elev o relacionamento com o cliente da sua empresa para o próximo patamar.

diretora de Vendas da Zendesk no Brasil

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Pesquisa mostra que 63,6% dos gamers brasileiros nunca assistiram à campeonatos profissionais

Com a grande exposição de campeonatos nos últimos anos, a pesquisa Game Brasil 2017 buscou entender como os jogadores encaram essa modalidade cada vez mais profissional, o “E-Sport”. A maioria dos gamers nunca participou de um campeonato (61%), porém 37% participaram entre amigos e 2% já participaram de um grande evento, com organização oficial e premiação.

Do total dos entrevistados, 36,4% já assistiram a algum tipo de campeonato de jogos profissionais (comparado aos 26% da pesquisa anterior), sendo 72,1% através da internet, 44,8% pela TV e 18,9% no local do evento. O fato marcante aqui é o de 63,6% dos gamers brasileiros ainda não assistiram campeonatos profissionais.

A audiência de campeonatos profissionais é composta majoritariamente por jovens de 16 a 24 anos (43%), homens (46%). A maioria dos espectadores de E-Sports se consideram como “hardcore gamers” (68%) ou “algo entre casual e hardcore” (50%).

Hardcore vs. Casual

Aqueles que se definem como “hardcore gamers” são em maioria homens (68%) entre 16 e 24 anos (41%), adoram jogar jogos eletrônicos e de tabuleiro, têm como plataforma preferida o videogame (45%), já assistiram a campeonatos profissionais (68%) e são totalmente a favor de ver seus filhos jogando games (68%).

Enquanto isso, os “casual gamers” são em maioria mulheres (58%), entre 25 e 34 anos (38%), vão ao cinema e saem com os amigos, têm como plataforma preferida o mobile (43%), nunca assistiram a campeonatos profissionais (72%) e até gostam que seus filhos joguem, mas possuem algumas ressalvas quanto a isso (72%).

No segmento mobile, quase metade dos “hardcore gamers” (49%) baixam jogos de suas categorias favoritas (Estratégia, Esportes e Tiro) toda semana. Os “casual gamers”, por sua vez, parecem não mostrar tanto afinco na recorrência dos downloads: apenas 27% baixam jogos em seu smartphone toda semana. Suas categorias favoritas também são distintas: Ação e Aventura, Família e Estratégia.

Já quando falamos de videogames, os “hardcore gamers” são aqueles que preferem o Playstation 4 (54%), compram seus jogos no varejo digital (43%), costumam jogar online (91%) e jogam mais de seis horas por semana (34%). Enquanto isso, os “casual gamers” são as pessoas que preferem o Xbox 360 (35%), compram seus jogos no varejo tradicional (54%), não costumam jogar online (52%) e, em uma semana comum, jogam entre uma e três horas (42%).

O levantamento foi realizado pela agência de tecnologia Sioux, pela empresa de pesquisa especializada em consumo Blend New Research, e pelo núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital da ESPM. Foram entrevistados 2.947 pessoas em 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 1 e 16 de fevereiro.

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Samsung e Anprotec anunciam nova rodada de investimentos em startups

A Samsung e a Anprotec anunciaram  a chamada pública para selecionar novos empreendedores e projetos para a terceira rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa, resultado da colaboração entre a empresa, a Associação e o Centro Sul-Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI), com o apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

“Nesta rodada, o número de vagas foi ampliado para até 20 startups e o investimento pode chegar a R$ 250 mil por empreendimento”, destaca Antonio Marcon, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Samsung e coordenador nacional do programa. “Outra grande novidade é a expansão institucional do programa, que agora conta com a parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estimulando projetos inovadores também em Agricultura Digital, além de preservar outras áreas tecnológicas já fomentadas pelo programa, como Mobilidade, Realidade Virtual, Saúde Digital e Educação Digital. Estamos muito otimistas com possibilidades tecnológicas e potenciais negócios que podem surgir a partir desta nova aliança.”

“A agricultura digital visa empregar tecnologias da informação e da comunicação, além de métodos computacionais de alto desempenho, rede de sensores, comunicação e conectividade entre máquinas e dispositivos móveis, computação em nuvem e soluções analíticas para processar grandes volumes de dados, construir sistemas de suporte à tomada de decisões de planejamento e manejo em toda cadeia de valor da agricultura”, afirma Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária. “Nossa expectativa é estimular a inovação, com a introdução de novas soluções tecnológicas para apoiar a produção e o consumo sustentável, de forma a garantir a segurança alimentar para as futuras gerações”, complementa.

Ao ingressarem no programa, as empresas selecionadas recebem apoio financeiro e um amplo pacote de conveniências que visam o aprimoramento tecnológico e mercadológico de seus produtos e serviços. Entre as atividades destacam-se o acesso a tecnologias e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, treinamentos, assessorias, mentorias, networking e redes de investidores.

“Os participantes desta etapa também irão se beneficiar de uma rede ampliada de incubadoras de empresas distribuídas em todo o território nacional. Outro fator a destacar é que, nesta edição, as aceleradoras de empresas também podem se integrar ao programa, ou seja, as startups contarão simultaneamente com o apoio integrado de incubadoras e aceleradoras de negócios”, afirma Sheila Oliveira Pires, diretora Executiva da Anprotec.

Os candidatos de todo o Brasil interessados em participar do programa podem realizar suas inscrições até 20 de agosto no portal https://anprotec.org.br/samsung. Para se cadastrarem, as startups devem apresentar seus projetos de produtos ou serviços em umas ou mais áreas de interesse. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada, formada por comitês de executivos da Samsung, Anprotec, Embrapa e da rede de incubadoras credenciadas.

Incubadoras e Aceleradoras integradas
As empresas selecionadas nesta rodada serão convidadas a incubar seus projetos durante a vigência do programa em uma das incubadoras e aceleradoras credenciadas em todo o território nacional. Os empreendimentos oriundos de regiões e municípios diferentes das regiões das incubadoras e aceleradoras também podem concorrer e, caso sejam selecionados, serão transferidos para uma unidade recomendada pelo comitê gestor do programa durante o período de incubação.

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Seagate lança sistema de recuperação de dados no Brasil

Quem nunca passou pela situação de perda de dados, fotos, arquivos importantes? Seja por algum defeito ou mesmo por desgaste pelo tempo de uso, os discos rígidos do computador merecem uma atenção especial após alguns anos, para evitar essa surpresa tão desagradável.

Existem muitos serviços de recuperação de dados no mercado, mas agora a Seagate disponibiliza no Brasil seu serviço “oficial” Rescue Data Recovery Services, um sistema que permite recuperar dados de um HD que apresenta falhas. Assim, a fabricante expande a sua expertise para áreas sensíveis como a recuperação de informações vitais para os usuários.

O Rescue Data Recovery Services promove o acesso a uma equipe global de profissionais experts em recuperação de dados com um índice de satisfação acima de 95%. Esse serviço está disponível de forma gratuita por até dois anos para as unidades Seagate Barracuda Pro e IronWolf Pro.

Essa assistência inclui a recuperação gratuita dos dados nos laboratórios da Seagate em caso de falha em qualquer disco rígido. Os dados recuperados são devolvidos aos usuários em um novo HD ou em um pendrive, dependendo da quantidade de dados que forem salvos.

“A Seagate tem buscado sempre satisfazer as necessidades dos usuários. O sistema de recuperação de dados tem quatro passos importantes: um pedido de assistência é enviado via online ou por telefone, a Seagate coleta o produto a ser recuperado direto no cliente, envia para o laboratório de análise nos Estados Unidos, os arquivos recuperados são enviados ao cliente. Além disso, oferecemos a melhor tecnologia para a prestação desse serviço, com uma taxa de satisfação de 95%, a melhor cobertura a qualquer tipo de arquivo e um diferenciado acesso ao download de recuperação de dados na nuvem também estão à disposição dos clientes “, afirma Samantha Soifer, gerente sênior de vendas para a América Latina.

Além disso, os usuários podem acessar a recuperação do software nos HD’s IronWolf Pro e Barracuda Pro, o que cria uma solução de apoio ao dispositivo de armazenamento que está fisicamente danificado.

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As empresas B2B e a transformação digital

Nos últimos cinco anos, a geração de dados aumentou 40 vezes, e o número de dispositivos conectados cresceu 4 vezes. Em um mundo tão conectado, é fácil entender por que empresas inovadoras que oferecem experiências encantadoras aos consumidores no mundo online são vistas como cases de sucesso. No mundo B2C o caminho para o sucesso parece cada vez mais conhecido e difundido. Mas, quando se trata de empresas B2B, muitos desafios limitam o caminho e o escopo da inovação, incluindo regulação, infraestrutura técnica e preocupações reais com o impacto da inovação digital na segurança. Preocupações sobre quais plataformas usar, como armazenar dados valiosos e como compartilhá-los também são frequentes entre executivos dessas empresas.

Para que os líderes possam começar a definir o estágio atual de desenvolvimento digital em que as companhias se encontram, a consultoria Bain & Company sugere que os executivos respondam a três questões:

1) A organização está se movimentando em direção a uma visão digital clara ou nossos esforços são muito desconectados e difusos?

2) Nós já conciliamos as visões de curto e longo prazo em nossas perspectivas para definir o melhor equilíbrio entre as prioridades digitais?

3) Nós já estabelecemos o passo a passo para nos ajudar a fazer processos digitais imediatos enquanto nos direcionamos ao caminho para a transformação no longo prazo?

Depois de identificar o cenário atual da companhia, a consultoria recomenda que as empresas utilizem uma metodologia que consiste em fragmentar a visão de longo prazo em pequenos passos sucessivos, que por sua vez são capazes de ser organizados em ondas. Nesse sentido, a Bain & Company concluiu que as companhias ganham maior impulso em sua atividade digital ao dividir suas metas em sete categorias específicas: reter talentos; construir cultura e modelo operacional que apoie o sucesso digital; desenvolver capacidade de trazer Big Data e análises para a tomada de decisão; repensar a infraestrutura de TI; melhorar a experiência do cliente; produtos e serviços; e operações.

Habilidades
Por fim, é fundamental desenvolver iniciativas integradas e sincronizadas para trazer resultados concretos. Para ter uma ideia, um exemplo apontado pela consultoria é o de uma empresa de transportes, que concluiu que o setor que buscava melhorar a experiência do consumidor estava totalmente desconectado das equipes de operação, usando até mesmo protocolos diferentes. Isso impediu que a empresa desenvolvesse uma solução amplamente buscada pelos clientes – mapear atrasos em tempo real – por conta da ausência de integração de dados.

Em um período tão dinâmico quanto o atual, a sobrevivência das companhias depende de sua habilidade de se orientar em meio às transformações. Líderes precisam entender como as novas tendências que surgem quase diariamente vão afetar o setor em que estão inseridos e usar esse conhecimento para formar um ponto de vista consistente sobre o futuro – que possa estar incorporado à estratégia geral da companhia. O processo mais difícil é superar os desafios que surgem no meio do caminho, mas se os objetivos da companhia estão estabelecidos companhias de todos os portes são capazes de aproveitar o melhor que a era digital tem a oferecer

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LG apresenta suas novas TVs UHD e Super UHD

A LG anunciou no último dia 16 em São Paulo sua nova linha de TVs Ultra HD e Super Ultra HD 4K, renovando seu portfólio 2017. Além de algumas novas funcionalidades, os modelos estão ainda mais bonitos.

Os televisores tem a reconhecida tecnologia IPS em seus painéis, que não deixa a imagem “lavada” mesmo quando não estamos posicionados bem de frente da TV. Isso significa que a sala não precisa mais ser enorme para ser possível aproveitar uma tela realmente grande: devido ao tamanho dos pixels, que estão ainda menores em uma tela 4K, é possível ficar ainda próximo da imagem sem sentir nenhum cansaço visual.

O efeito HDR emulado da LG aumenta o contraste e permite uma experiência de visualização superior. Ao combinar imagens em diferentes exposições (maior e menor exposição), o conteúdo em HDR entrega maior qualidade de brilho e contraste, com isso maior riqueza de detalhes. São oito milhões de pixels nos televisores Ultra HD 4K, e o Upscaler 4K, melhora a qualidade dos conteúdos de resolução mais baixa.

A LG também aprimorou a taxa de contraste no painel do televisor, assim os modelos UHD e Super UHD 4K LG transferem a carga elétrica gerada nas áreas escuras da tela diretamente para as áreas claras, aumentando o brilho do painel sem aumentar o consumo de energia. Isso representa um aumento do brilho entre 10% e 30%.

Outro recurso, o HDR Ativo, ganha mais um reforço na linha 2017 – o suporte ao Dolby Vision. Ele permite que os TVs processem a imagem cena a cena, inserindo dados dinâmicos quando necessários. Com a função Local Dimming, o televisor ajusta o brilho por todo painel através de blocos, assim contraste e brilho ficam sempre mais fiéis. Isso resulta em imagens com um preto mais puro e um branco mais vivo.

Uma boa novidade é a nova tecnologia Nano Cell, com nano partículas aplicadas diretamente no painel e imagens mais realistas ao aumentar sensivelmente a consistência e precisão na reprodução, independentemente do ângulo de visão que o espectador estiver. As nano partículas ficam posicionadas na parte frontal do painel e, ao contrário de uma TV com tecnologia Quantum Dot, elas mantêm a reprodução de cores estável.

O áudio também recebeu um upgrade, graças a colaboração da harman/kardon, marca de referência em projetos de som no segmento Premium e grande parceira da LG há anos.

Plataforma webOS 3.5

A plataforma smart também foi atualizada, chegando na versão 3.5. São mais recursos e a promessa de uma experiência ainda melhor para o usuário. O Controle Smart Magic tem uma usabilidade muito melhor do que um controle remoto convencional. Aponte e clique ou simplesmente fale com o controle!

São muitas funções, como a opção Multi View, que permite assistir dois conteúdos ao mesmo tempo; O Quick Access cria atalhos para seus apps como por exemplo: Netflix, YouTube, Amazon Prime, Navegador Web ou qualquer outro app ao teclado numérico do controle remoto. Dessa forma, é possível acessar principais conteúdos preferidos com apenas um botão no teclado numérico do controle. Muito legal!

É possível pode dar zoom e gravar tanto o conteúdo original quanto a uma área com zoom, diretamente em um pendrive ou HD externo graças ao Magic Zoom.

Outro recurso adicionado foi o Magic Mobile Connection no qual o consumidor, com a ajuda do smartphone, tem facilidade em compartilhar conteúdo com a TV de maneira fácil e rápida, com suporte a até 4 dispositivos simultâneos e compatível com os sistemas operacionais Android e iOS.

O design Ultra Slim dos televisores é minimalista, com acabamento metálico em espessura mínima nas bordas. Ficaram muito bonitas.

Preços Sugeridos

Os novos modelos já estão disponíveis nos principais varejistas, com preços a partir de R$ 3.349 (modelo de 43″, Série 43UJ6525/UJ6565) até R$ 39.999 (modelo de 86″, Série 86SJ9570)

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Transformação digital depende de internet segura e estável

Hugo Werner

O que viabiliza transformação digital, IoT, cloud computing, carro conectado, futuramente o carro autônomo, além de navegação, streaming de vídeo e áudio e transporte de dados é a Internet.

Não fosse ela e nada disso existiria, como não existia antes dela. E para que isso se tornasse realidade foi necessário que a entrega dos dados tivesse a banda otimizada e a segurança aumentada, caso contrário não seria possível o estágio atual de consumo de conteúdo pela rede – seja ele texto, imagem, vídeo ou áudio -, e o que está por vir, como o carro autônomo, que para ser viabilizado, tem que estar ancorado em uma rede praticamente sem latência e com segurança extrema.

Para falar sobre esse assunto veja a entrevista de Hugo Werner, VP Regional da Akamai para a América Latina.

Caso não consiga visualizar o player de vídeo, CLIQUE AQUI

ASUS anuncia novos produtos de sua linha gamer

Com o e-sports crescendo assustadoramente em todo o mundo, agora foi a vez da ASUS anunciar seus novos produtos de sua linha gamer, tão procurada pelos entusiastas! O headset Cerberus V2 e o teclado mecânico Cerberus Mech RGB são os mais novos periféricos disponíveis tanto para quem joga profissionalmente, quanto para o jogador casual.

O headset Cerberus V2 é a versão aprimorada do popular headset. Ele traz como novidade os drivers ASUS Essence para uma melhor qualidade de áudio, mais rica nos graves, haste em aço inoxidável e almofadas de orelha que oferecem maior durabilidade e conforto. Os engenheiros da ASUS reduziram o tamanho dos drivers de 60mm no Cerberus original para 53mm no Cerberus V2, permitindo câmaras de som maiores para um resultado mais rico e natural. Suas almofadas de orelha são ideais para longas sessões de jogos e de música, pois são 30% maiores do que no antecessor e fornecem isolamento de som de 50% melhores visando imersão em jogos. O lançamento é compatível com PC, Mac, consoles e dispositivos móveis.

Já o teclado mecânico Cerberus Mech RGB promete maior durabilidade e resposta mais rápida, bem como uma vida útil de nada menos que 70 milhões de cliques para resistir a uma intensa ação em jogos. A iluminação é RGB e customizável com sete efeitos de iluminação embutidos, em que cada tecla tem retro-iluminação programável individualmente! Além disso, teclas de atalho dedicadas (conhecidas como macros) permitem que os jogadores executem rapidamente comandos personalizados enquanto jogam. As funções anti-ghosting e N-key rollover (NKRO) garantem que cada toque nas teclas seja registrado, mesmo quando várias teclas são pressionadas simultaneamente.

Os produtos ainda não tem previsão de chegada ao Brasil, e nem preço sugerido. Assim que recebermos essa informação atualizamos aqui (quem sabe com um teste dos produtos?)! 🙂

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Stefanini quer “revolução ágil”

A Stefanini quer fazer deslanchar o que batizou de “Revolução Ágil” no mercado. Para isso, prepara uma oferta com essa metodologia de controle e transformação de negócios. As chamadas metodologias ágeis, que misturam administração, gestão de projetos e tecnologia de desenvolvimento, estão ganhando força no mercado de TI e, consequentemente, conquistando clientes que precisam de rapidez e novos rumos para os negócios.

O modelo tem caído como uma luva na TI, que é obrigada a definir requisitos e parâmetros no início de um projeto e que acabam não se sustentando por diversas mudanças da empresa ou mercado. As metodologias ágeis estão conseguindo lidar com as transformações bruscas, sem perderem os objetivos traçados inicialmente. Elas fazem um projeto avançar, mesmo com imprevisibilidade e incertezas causadas por forças de mercado.

“Estamos em um processo de revolução Ágil na qual o foco é na adoção de práticas ágeis, sempre colocando como prioridade as pessoas e o bom relacionamento. Essa metodologia permite flexibilidade, mudanças, adaptação e baseia-se na velocidade com que as soluções e produtos são lançados no mercado”, afirma Leonardo Camargo, Diretor de Serviços e Desenvolvimento de Aplicações da Stefanini.

Rapidez
Entre os principais ganhos com a adoção de processos ágeis é possível destacar: Time to Market, em que os projetos são entregues mais rapidamente; testes automatizados, sendo possível reduzir o tempo de homologação; previsibilidade, com a adoção de sprint para que os prazos de entrega aconteçam em tempo hábil; maior interação da equipe de negócios do cliente com o time da Stefanini e maior volume de desenvolvedores por meio da adoção do DevOps.

“Nós tratamos de capacitar as pessoas e orientá-las, tanto em nossa equipe quanto em nossos clientes, para que se sintam à vontade e tenham o conhecimento necessário para adotar essas práticas ágeis. Além disso, modificamos nosso espaço físico e a velocidade com que as soluções são lançadas no mercado com o intuito de gerar eficiência e agilidade nas entregas”, ressalta Camargo.

No modelo Ágil, quem estabelece a ordem de prioridade para cada etapa é é sempre o cliente, com o apoio do time técnico da Stefanini. O principal objetivo dessa prática é reduzir o tempo do lançamento do produto/serviço no mercado. A Stefanini conta com mais de 10.000 desenvolvedores espalhados em 41 países, altamente capacitados e preparados para prestar um serviço de qualidade voltado a desenvolvimento de sistemas utilizando modelos ágeis.

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Facebook reduz ‘caça-cliques’ e títulos exagerados para combater desinformação no Feed de Notícias

O Facebook anuncia uma série de atualizações em seu algoritmo (mais uma vez) para reduzir o uso de manchetes exageradas ou enganosas, conhecidas como “caça-cliques” para melhorar a experiência no Feed de Notícias e diminuir o impacto da desinformação na nossa comunidade. A plataforma recentemente anunciou vários esforços para reduzir a desinformação, incluindo dicas para ajudar as pessoas a identificar notícias falsas, ferramentas para aumentar a diversidade de pontos de vista e medidas contra perfis falsos e anúncios de baixa qualidade.

A partir desse mês, iniciaram o uso de inteligência artificial para identificar frases e termos geralmente usados em manchetes “caça-cliques”, um trabalho semelhante ao que é feito para filtrar spams em e-mails.

Depois de categorizar milhares de publicações como clickbait, ou “caça-cliques”, uma equipe do Facebook reuniu um conjunto de manchetes e palavras-chave para servir como filtros iniciais para identificar títulos destinados a chamar a atenção e atrair as pessoas para clicarem em um link potencialmente suspeito ou falso.

“Percebemos que as pessoas não gostam de manchetes com tendência a reter informações ou enganar o leitor. Em vez disso, elas preferem chamadas claras e precisas. As atualizações que estamos fazendo usam a tecnologia para reduzir a presença destes ‘caça-cliques’, criando uma comunidade mais informada”, explica Greg Marra, gerente de Produto do Facebook.

As novas ferramentas serão testadas em mais uma dúzia de idiomas, incluindo o português, espanhol e francês.

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