Médicos-cientistas indianos e japoneses relataram uma descoberta científica inovadora: o mecanismo de cicatrização bem-sucedida da estenose uretral com a terapia celular BEES-HAUS. Essa conquista marcante na medicina regenerativa proporciona segurança e eficácia clínicas e é a primeira do gênero a utilizar uma abordagem híbrida que mistura dois grupos de células epiteliais bucais autólogas:um cultivado em 2D e outro em 3D em arcabouço Festigel. No tratamento da estenose uretral, o efeito parácrino do fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1) produzido pelas células cultivadas em 2D e o enxerto das células cultivadas em 3D no Festigel, que cobrem a ferida da uretrotomia e, em conjunto, reparam o defeito urotelial, foram publicados na revista Frontiers in Urology. Essa conquista, embora modesta, é uma novidade mundial tanto em termos de engenharia de tecidos in vitro quanto de benefícios clínicos por meio da cicatrização in vivo, restaurando a integridade urotelial. Ela representa um grande avanço por seu potencial de proporcionar qualidade de vida sem a recorrência da estenose a pacientes com problemas de micção, segundo os pesquisadores.
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A estenose uretral começa com o estreitamento de um curto segmento do lúmen da uretra. Nos estágios iniciais, ela é tratada por dilatação com balão ou uretrotomia interna óptica (DVIU). A ferida aberta da uretrotomia após a dilatação ou DVIU precisa cicatrizar a partir das bordas da lesão, o que pode levar mais tempo. Na terapia celular BEES-HAUS, o transplante celular, tendo demonstrado enxertia bem-sucedida, cobre a ferida da uretrotomia, apresentando segurança e eficácia clínicas, podendo ser incluído nas diretrizes de tratamento após validação. Sua versão simplificada, BHES-HAUS (Epitélio Bucal Fragmentado e Encapsulado em Arcabouço — Abordagem Híbrida para Estenose Uretral), realizada em uma única etapa sem necessidade de cultura celular em laboratório, funciona com princípios semelhantes. Após acompanhamento de longo prazo, a abordagem minimamente invasiva BHES-HAUS pode valer a pena ser combinada com DVIU e dilatação com balão, pois pode proporcionar um período mais longo sem recorrência, melhor qualidade de vida e sem necessidade de autocateterismo intermitente.
Já foram relatadas tecnologias de engenharia de tecidos para a criação de órgãos em laboratório, como a uretra. Entretanto, uma solução a longo prazo que evite a recorrência da estenose uretral masculina continua sendo um desafio. A dilatação com balão ou a uretrotomia DVIU expõe o tecido suburotelial à urina, o que desencadeia inflamação, causando esponjofibrose e recorrência da estenose. A cobertura da ferida da uretrotomia, para restaurar a integridade urotelial da uretra afetada pela estenose, atualmente realizada por plastia BMG com uma folha de tecido bucal autólogo, no procedimento BEES-HAUS é feita por meio de transplante celular para estenoses de segmento curto. O procedimento de transplante celular de etapa única ainda mais simplificado, o ‘BHES-HAUS’, que não requer cultura celular em laboratório e apresenta resultados encorajadores, foi aceito para uma apresentação interativa na reunião da Associação Americana de Urologia, AUA 2026.
Reação inflamatória da uretra provocada por cateterização, instrumentação ou infeção varia entre indivíduos e alguns desenvolvem estenose uretral. Para prever os riscos e desenvolver melhores estratégias de gestão, as seguintes pesquisas futuristas foram iniciadas:
- Sistema de pontuação baseado em inteligência artificial (IA),HAUS SCORE, para avaliar biomarcadores inflamatórios correlacionados com esponjiofibrose.
- Cateter BLIS-COAT, biocompatível e bioinerte, para pessoas propensas a estenose uretral.
O BEES-HAUS, tendo sido aprovado no Japão de acordo com a Lei sobre Segurança da Medicina Regenerativa, a GN Corporation e a Global Niche Corp., dos EUA, estão abertas a acordos de sublicenciamento e transferência de tecnologia do BHES-HAUS para aplicação clínica após a obtenção de aprovações em todas as partes do mundo.
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Fonte: BUSINESS WIRE
















