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Ácido hialurônico: peso molecular pode atrapalhar resultados estéticos



Florianópolis, SC 23/4/2021 – O ácido hialurônico de baixo peso molecular é um excelente tratamento anti-idade, sendo benéfico para todos que desejam melhorar a saúde da pele em geral.Produzido pelo próprio corpo, o ácido hialurônico já é bem conhecido pelos dermatologistas graças ao seu poder de hidratar, dar volume e preencher a pele. No entanto, seu peso molecular é um fator essencial para que todos esses benefícios sejam percebidos.

Recentemente, o ácido hialurônico tem ganhado destaque em diversos cosméticos e tratamentos de beleza. O ativo é tão poderoso que está sendo aplicado em hidratantes, máscaras, séruns e até mesmo em produtos para os lábios e injeções preenchedoras.

Em meio a tantas informações e opções diferentes, é importante saber filtrar e identificar qual o tipo de ácido hialurônico mais benéfico para a pele. Para isso, se torna necessário conhecer de perto o ativo e a importância do seu peso molecular, fator que impacta diretamente na sua performance.

Ácido hialurônico: o que é e como funciona

O ácido hialurônico é uma grande molécula de açúcar produzida naturalmente pelo corpo humano. De acordo com as dermatologistas de Harvard, Kristina Liu e Janelle Nassim, “o ácido hialurônico é um umectante, ou seja, uma substância que retém e absorve a umidade”.

Isso significa que, na pele, o ácido hialurônico funciona da seguinte forma: toda vez que uma molécula de hialurônico é produzida pelo corpo, a molécula começa a absorver água do organismo como se fosse uma potente esponja. As dermatologistas de Harvard contam que o ácido hialurônico consegue absorver até 1.000 vezes o seu peso em água.

Dessa forma, a molécula de hialurônico fica cheia e aumenta de tamanho. A soma de várias moléculas de hialurônico cheias de água é o que deixa o rosto com a aparência hidratada, jovem e viçosa. Por isso ele serve como preenchedor da pele, suavizando rugas e linhas de expressão, e como hidratante, enchendo as células de água.

Além da capacidade de absorver até 1.000 vezes o seu próprio peso em água, há outro fator que faz com que este ácido seja tão utilizado em diversos produtos: a quantidade de estudos já existentes sobre o ativo.

Ativo seguro e com eficácia comprovada
Todo o sucesso do ácido hialurônico não é infundado. A Universidade de Harvard tem inúmeras pesquisas e artigos científicos publicados sobre o tema. Inclusive, dermatologistas, cosmetólogos e pesquisadores que trabalham lá recomendam abertamente o uso deste ativo.

No artigo Drugstore skincare: Science-backed anti-aging ingredients that don’t break the bank, publicado pela pesquisadora de Harvard, Neera Nathan, o ácido hialurônico é indicado como uma ótima alternativa para o tratamento da pele seca, que é um dos sinais mais importantes do envelhecimento.

Ele é uma substância segura, produzida naturalmente pelo corpo e que ajuda a manter a pele bonita, jovem e hidratada. No entanto, essa produção natural sofre algumas mudanças ao decorrer dos anos.

O processo de envelhecimento e a perda de ácido hialurônico

Conforme o tempo passa, a produção de ácido hialurônico desacelera a velocidade. Segundo a pesquisadora Neera Nathan, conforme as pessoas envelhecem a pele perde a capacidade de reter água. Isso acontece porque a quantidade de ácido hialurônico produzida na pele diminui naturalmente, o que acarreta em menos hidratação e preenchimento na pele.

O resultado disso já é bem conhecido: a pele fica ressecada, murcha e adquire rugas.

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Segundo pesquisadores da Grécia e da Suíça, a partir dos 25 anos a produção de hialurônico já é naturalmente reduzida. Somada a isso, a exposição aos raios UV e a radiação natural da luz também destroem parte das moléculas de ácido hialurônico.

Dessa forma, quanto mais as pessoas envelhecem, mais a situação da pele se agrava. A tendência é que o rosto fique enrugado, flácido e murcho conforme o tempo passa. E isso tudo acontece justamente por essa redução do ácido hialurônico no corpo.

No entanto, há uma boa notícia. Depois de tantos estudos, agora já é possível devolver para a pele o ácido que ela não produz mais. Mas para que seja possível repor o ácido hialurônico, essa molécula tem que conseguir penetrar a pele.

A molécula de ácido hialurônico é naturalmente muito grande, sendo incapaz de passar pelos poros da pele. Para alcançar tal feito, é necessário utilizar um tipo específico de ácido hialurônico.

O peso molecular ideal

Quando o próprio corpo produz o hialurônico, o tamanho da molécula não faz diferença porque ele já está dentro da pele. Contudo, quando algum creme que contém hialurônico é comprado, é importante saber o tamanho dessa molécula.

Se for o ácido hialurônico comum, a sua molécula não irá penetrar na pele, hidratando apenas a superfície. Porém, ao utilizar uma molécula de ácido hialurônico reduzida, ela vai conseguir penetrar na pele e promover uma hidratação profunda.

Um estudo publicado pelo The Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology realizou um teste com trinta e três mulheres, com idade aproximada de 45,2, para comprovar a eficácia do ácido hialurônico de baixo peso molecular. Os resultados após oito semanas de estudo atestaram uma melhora significativa na redução das rugas profundas, hidratação, firmeza e elasticidade da pele.

Dessa forma, o ácido hialurônico de baixo peso molecular é um excelente tratamento anti-idade, sendo benéfico para todos que desejam melhorar a saúde da pele em geral, por conta da segurança do ativo e pela sua performance já comprovada.

Por isso, ao adquirir cosméticos, é sempre importante conferir o peso desse ativo, pois esse é um fator que pode impactar no seu desempenho.

Alternativas disponíveis

Duas opções de ativos que contam com moléculas bem pequenas de ácido hialurônico são o Epidermosil® e o Hialuronato de Sódio. Eles são capazes de agir profundamente e rejuvenescer a pele de dentro para fora.

A Diatena Skincare produz fórmulas que contam com os dois ativos e que são aprovadas pela Anvisa. Mais informações sobre a Diatena estão disponíveis em: https://store.diatena.com.br/Ácido hialurônico: peso molecular pode atrapalhar resultados estéticos

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