São Paulo, SP 14/5/2021 – As redes sociais cada vez mais são um momento de descontração e interação entre os usuários, mas muitas vezes também são uma porta de entrada para ameaças virtuais.

Em março deste ano, a equipe de SEO da NordVPN atualizou as pesquisas pelo termo “formas de hackear o Facebook” e revelou em 24 de março deste ano um volume médio mensal de 204930 buscas pelo termo no mundo, durante os últimos 12 meses. Isso representa um crescimento de 20% em relação aos dados anteriores, de agosto de 2020, quando foi notado um crescimento 46%. Analisando somente os números do Brasil, o volume de pesquisas relacionadas a hackear a rede social, foi de 40750 em março deste ano.

Os especialistas da empresa de soluções de privacidade explicam o porquê desse interesse: em média 70% dos usuários da rede social possuem o número do cartão de crédito cadastrado, o que se torna um chamariz para os hackers. As contas hackeadas do Facebook são vendidas na dark web por em média US$75 (convertendo para nossa moeda, equivale a um pouco mais de R$420).

A NordPVN ainda aponta que o ponto de mais vulnerabilidade dos usuários são as senhas fracas, se tornando porta de entrada para os ataques cibernéticos. De acordo com pesquisas realizadas pela empresa, menos da metade dos entrevistados usa senhas exclusivas para e-mails pessoais, e apenas cerca de 35% dos usuários apresentam senhas exclusivas para suas contas de mídia social. As redes públicas de Wi-Fi também são um ponto de atenção, uma vez que hackers costumam usar conexões públicas não seguras para espionar os dispositivos das pessoas e roubar os dados pessoais, incluindo credenciais online com senhas. É preciso atenção mesmo durante momentos de lazer.
Fragilidades nas redes sociais: as ameaças virtuais