Home Cultura POP Brasil tem nova marca no mercado de games que nasce com mais...

Brasil tem nova marca no mercado de games que nasce com mais de 25 milhões de usuários

Afterverse tem como maior destaque o PK XD, jogo que faz sucesso entre gamers do mundo todo

São mais de US$ 120 bilhões movimentados em todo o mundo durante o ano de 2019. Depois de ultrapassar os mercados de cinema e música, e se destacar no setor do entretenimento, o mercado de games tem ganho cada vez mais destaque.

O sucesso do segmento somado aos bons resultados de seus primeiros produtos fez com que a PlayKids decidisse ampliar o portfólio e criar uma nova unidade de negócios focada somente em games: a Afterverse.

Febre entre pré-adolescentes e jovens, o game do tipo sandbox – onde são colocadas apenas limitações mínimas para o personagem – também tem conquistado o público adulto e já atingiu o patamar de 25 milhões de usuários em apenas um ano de lançamento.

“A Afterverse nasce focada em públicos variados, tanto infanto-juvenil quanto jovem e adulto. A marca agrupa jogos atuais do nosso portfólio que já têm grande sucesso com pessoas destas faixas etárias no mundo todo e teremos outros lançamentos futuros”, conta Breno Masi, um dos idealizadores da nova unidade de negócios.

A proposta da Afterverse é quebrar barreiras físicas, sociais e culturais por meio de seus jogos. Prova disso são os mais de 150 criadores de conteúdo de todo o mundo que são parceiros do PK XD e produzem vídeos regularmente sobre os lançamentos e novidades do jogo nas mais diversas línguas. Este é, inclusive, um outro diferencial da marca: a proximidade com a comunidade de jogadores.

“A Afterverse tem um campo de atuação maior. Desde que os jogadores pratiquem fairplay, não violem nossos valores e mantenham o clima de comunidade pelo qual tanto prezamos, a ideia é que a Afterverse quebre paradigmas. Construímos uma nova marca que nos possibilitará explorar os multiversos dos games sociais mobile. A Afterverse vem para remodelar como as pessoas interagem com jogos, principalmente jogos sociais”, explica Masi.

A criação da nova marca surgiu da necessidade natural de Masi e sua equipe em posicionar o segmento de games junto a um público mais amplo, usando a criatividade do time para trazer para o mercado de games mais possibilidades e apresentar aos usuários de todas as idades e todas as regiões do mundo novas opções de entretenimento e diversão de uma forma mais completa. “Onde houver um celular e conexão com a internet, a Afterverse estará lá”.

O executivo conta que, como próximos passos, a Afterverse pretende globalizar ainda mais seu jogo-chefe, o PK XD, e atingir patamares mundiais significativos de usuários em mercados ainda pouco explorados pela indústria brasileira de games. Parcerias com empresas, como a Sanrio, e com produtores de conteúdo renomados, como o Authentic Games ou Gato Galactico, já são realidade. Além disso, a forte estratégia da marca em aproximar seus produtos e todo o time que desenvolve os jogos da comunidade gamer tem mostrado resultados surpreendentes.

“Recebemos vídeos de gameplay sobre o PK XD em inglês, francês, espanhol, árabe, russo, entre outros idiomas. Percebemos nisso um potencial gigantesco para transformarmos a Afterverse em uma grande comunidade global de pessoas que buscam uma forma de entretenimento divertida e segura, de acordo com suas preferências. Damos aos jogadores a oportunidade de expandir ainda mais o universo de cada uma das nossas criações”, explica Breno Masi.

Além do PK XD, a Afterverse conta em seu portfólio com o jogo Crafty Lands, que tem mais de 5 milhões de usuários. “A Afterverse nos possibilita sonhar alto e construir mundos colaborativos. Queremos levar tais sonhos para pessoas de todas as idades, em todos os continentes, para que nossos jogadores se sintam bem-vindos”, finaliza Masi.

Brasil tem nova marca no mercado de games que nasce com mais de 25 milhões de usuários

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Previous articlePODCAST – “Eu não vivo o presente, pois sempre pensei 20 anos à frente”
Next articleA vez da “economia das assinaturas”