Existem muitas opções de ração e petiscos no mercado. E claro, todo tutor quer ver o seu bichinho crescendo forte e saudável. Por isso, providenciar uma alimentação adequada é uma das principais preocupações de quem é responsável por cuidar de um pet.

Algumas pessoas até encaram o desafio de fazer, elas próprias, o alimento dos animais. Isso não é exatamente contraindicado, mas é certamente mais difícil. Afinal, é preciso ter certeza do que é que cada pet pode ou não comer, atentando-se para a conservação e o valor nutricional de cada refeição preparada.

É importante lembrar que não é recomendado dar os restos das nossas comidas para os animais, principalmente, por conta dos temperos que utilizamos, que não são bem digeridos pela maioria das raças.

Por falta de tempo e pela praticidade de não ter que se preocupar com nada disso, a maior parte das pessoas opta por oferecer rações prontas para os seus bichinhos. Em geral, o preparo desse tipo de alimento é feito com a orientação de especialistas em nutrição animal, que garantem que as porções tenham tudo que o pet precisa, em cada fase da vida.

No entanto, um erro comum entre os tutores é ofertar alimento à vontade para o pet. Afinal, quem é que resiste quando eles fazem aquela carinha de pidão? Se você coloca a saúde do seu animal em primeiro lugar deveria começar a lutar contra isso.

Regra 1: estabeleça horários

Encher o comedouro e deixar ração sempre disponível para o pet pode ser algo mais fácil, mas não é a atitude mais recomendada. Dessa forma, o dono não consegue notar prontamente alterações de apetite, que podem ser importantes indicativos de algum problema.

Além disso, a maior parte dos animais, por natureza, não tem consciência de que precisa dosar suas porções. Assim, muitos acabam comendo demais, o que pode causar vários problemas de saúde. Outros, comem de menos, já que a ração pode ficar menos apetitosa e perder crocância quando fica exposta no pote por muito tempo.

Regra 2: observe a idade

As rações não possuem indicações de idade por acaso. Isso acontece porque as necessidades e a quantidade de comida que o pet precisa variam de acordo com a fase e o gasto energético.

Tanto os cachorros, quanto os gatos filhotes, costumam comer várias vezes ao dia e precisam de mais nutrientes, presentes nas rações indicadas para essa fase. Continuar dando esse tipo de ração para animais adultos pode contribuir para que eles fiquem obesos.

Regra 3: calcule a quantidade com base no peso

A maior parte das embalagens de ração contém orientações de quantidades baseadas no peso do seu pet, e isso também não acontece por acaso. Esse é o melhor jeito de calcular a porção certa que o animal precisa.

As quantidades ideais variam de acordo com a marca de ração escolhida, mas vale sempre seguir o que é recomendado na embalagem. Em geral, a orientação é a seguinte:

  • para gatos: 25 a 40 gramas por dia para cada 2 quilos.
  • para cachorros: aproximadamente 5% do peso do animal, ou seja, se o cão pesa 10 quilos, ele deve comer cerca de 500 gramas de ração por dia.

No entanto, é preciso ficar atento para saber se o peso do animal está adequado para a sua idade, porte, faixa etária e raça. Caso contrário, ao fazer essa conta, o dono pode acabar colaborando para que ele fique com sobrepeso ou até magro demais.

Um bom jeito de monitorar quanto pesa o seu pet é por meio das consultas regulares com um veterinário, que também é o profissional mais indicado para tirar qualquer dúvida que você tenha sobre o apetite do seu amiguinho.

Entenda quanto seu pet pode comer por dia

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA