* Por Rodrigo Santos

Houve um tempo em que inovação e segurança eram temas distintos, tratados de formas diferentes por equipes diferentes dentro das empresas. De um lado, um time era responsável por inovar, por oferecer à empresa novas formas de se diferenciar no mercado, e isso poderia envolver ou não tecnologia. De outro, havia outro time, responsável por garantir a segurança dos processos e das informações da empresa, e isso também poderia envolver tecnologia, ou não.

Estamos em meio a segunda década do século XXI e estamos assistindo a uma mudança nesse paradigma. As ações de inovação caminham para uma proliferação cada vez maior da TI, tendo a mobilidade e a internet das coisas como plataformas do futuro e como vetores de novos desafios para a segurança.

Acha que não? Só o Brasil tem hoje 82 milhões de internautas com mais de dez anos de idade. Isso representa um contingente enorme de potenciais usuários de equipamentos móveis, aplicativos e de cloud computing. É possível imaginar os impactos que isso deve ter na segurança das empresas.

Quando falamos em corporações, não se discute mais a segurança física – aquela que podia utilizar a tecnologia, ou não – mas a segurança 360 graus, que deve ser uma premissa básica de…[LEIA MAIS]