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Japão cria drone que combate pragas em plantações

Se tem um dispositivo novo que pode ser chamado de coringa nesse mundo conectado e digital, esse é o drone. O aparelho tem ganhado adeptos em todos os setores da economia e está trabalhando muito além das boas imagens aéreas. No Japão, um grupo de pesquisadores usa drones para automatizar a agricultura. Os quadricópteros sobrevoam as plantações e são capazes de espalhar defensivos melhor do que qualquer avião e com muito mais segurança do que se fosse feito por mãos humanas.

O projeto é da Universidade Saga em parceria com a empresa de TI local OPTiM. O AgriDrone, como é chamado, ainda trouxe um outro benefício nesse novo trabalho no campo. Ele tem reduzido o uso de pesticida e economizado dinheiro aos agricultores. Isso ocorre porque o aparelho trabalha preferencialmente de noite e aproveita o momento de menor atividade das plantas e também de melhor eficiência das substâncias de combate às pragas.AgriDrone_3

Para isso, ele utiliza uma série de sensores e câmeras infravermelhas que dão visualização total das plantações e colônias de insetos. Praticamente, ele é um mata-mosquito planando pela fazenda e procurando o alvo apropriado para seu tiro certeiro.

Drones na agricultura não são novidades. Aparelhos são usados em várias partes do mundo com esse fim e contribuíram para um novo ramo na agricultura automatizada. Mas o AgriDrone japonês tem melhor eficiência na operação do que qualquer outro. A maior novidade, entretanto, é que o dispositivo em trabalhos no Japão é completamente automatizado.

Melhor resultado
Em geral, os drones na agricultura requerem algum nível de controle manual para voarem pelas plantações sem serem danificados e para chegarem até onde as pragas estão atacando. O AgriDrone consegue fazer isso sozinho.

A novidade chega em um momento importante no Japão, que discute a diminuição do uso de pesticidas com vistas a manter melhor equilíbrio no ecossistema. Agricultores, de uma forma geral, diziam que não seria possível eliminar o uso de substâncias de uma só vez e o caminho mais prático seria melhorar a forma como era usada para ampliar o resultado com menos veneno.

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