… vários grupos hackers se aproveitaram disso. Em julho de 2015, uma delas deu muita dor de cabeça para a empresa. Uma falha desconhecida afetou o produto e a Adobe recomendou aos usuários que “desinstalassem o produto”. Mozilla e Facebook chegaram a bloquear o aplicativo durante esse período.

A rede social mais famosa do mundo chegou a anunciar, por meio de um de seus engenheiros, que a “situação estava insustentável” e que seria o caso de a Adobe pensar no fim do Flash. Sem resposta definitiva, várias empresas começaram a acelerar as migrações para o HTML5 e até foi criado um movimento Occupy Flash, que apoia a desinstalação do aplicativo de animação.

Ano da decisão
Mas o fim do Flash não ocorreu ainda. Será preciso esperar 2016 para ver se o produto sobreviverá. O Flash já suportava HTML5 e WebGL para desenvolvedores e, se as seguidas falhas de segurança puderem ser consertadas, há grande chance da marca prevalecer por mais algum tempo. O próprio comunicado da empresa fala em “evoluir para suportar diversos padrões”.

A mudança de nome pode ser encarada como esse primeiro prego no caixão. Mas, de fato, a Adobe ainda não matou o Flash. Caberá isso ao mercado, a partir de 2016.

 

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