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Gigantes da tecnologia, e não as fintechs, mudarão pra valer os bancos

As startups de tecnologia e as especializadas nos mercados de finanças e seguros (chamadas de fintechs e insurtechs, respectivamente) representam somente a ponta do iceberg das mudanças que esses dois segmentos da economia verão nos próximos anos. Além das novidades que elas trazem, uma série de tecnologias disruptivas mudarão a forma como esses negócios são feitos e como os clientes interagem com essas empresas. É o que aponta um relatório do Fórum Econômico Mundial e conduzido pela consultoria global Deloitte.

O relatório “Além das Fintechs: uma avaliação pragmática do potencial disruptivo nos serviços financeiros“, mostra que o advento dessas startups mudou o cenário da indústria financeira, mas ainda não impactou diretamente na competitividade da cadeia envolvida nesses setores. O problema todo é uma questão de velocidade.

A tecnologia, de uma forma geral, avança a passos largos. Atualmente existem soluções robustas e estáveis de bots, inteligência artificial, aprendizado de máquina, realidade virtual, etc. As blockchains tambem começaram a ter testes finais em 2017. São coisas que há três anos eram só expectativa e há dez eram quase ficção. Computação quântica e o modo como isso impactará a criptografia são vistas como produtos viáveis, algo que há cinco anos era mais teoria acadêmica. Com tudo isso ocorrendo, várias funções básicas dos bancos e seguradoras ficam cada vez mais automatizadas e commoditizadas, perdendo parte gigantesca da diferenciação e proposta de valor.

Ao mesmo tempo, não outra alternativa para essas empresas financeiras. Elas precisam entrar nesses avanços e garantir a competitividade. E, nesse ponto, as fintechs e insurtechs têm ajudado muito. Porém, mostra o estudo do Fórum e da Deloitte, o impacto da inovação no ecossistema financeiro é menor do que o esperado. Falta escala. E no meio desse cenário, gigantes de tecnologia começam a ser concorrência pesada para os serviços que antes só as empresas financeiras ofereciam.

“A parceria entre bancos e grandes empresas tecnológicas corre o risco de não se manter recíproca”, afirma Jesse McWaters, principal autor do estudo, e Lead Project, Innovation Disruptive in Financial Services no World Economic Forum. “As instituições financeiras dependem cada vez mais das empresas de tecnologia para avançar em suas capacidades mais sensíveis estrategicamente. No entanto, elas só podem oferecer em troca o próprio negócio”, alerta.

“Vivemos um momento em que a inovação é fator primordial na perspectiva daqueles que prestam serviços financeiros. Acompanhar as transformações e a nova dinâmica imposta a esse mercado é o grande desafio dos agentes que operam no segmento, sejam aqueles que estão do lado das instituições tradicionais, sejam os que operam na ponta disruptiva”, avalia Sergio Biagini, sócio da Indústria de Serviços Financeiros em Consultoria da Deloitte.

Oito transformações
O relatório indica oito pontos de mudança para bancos e instituições financeiras. Três delas têm destaque:

Ascensão das plataformas: O aumento de ofertas permitindo escolha ao consumidor terá profundas implicações na concepção e distribuição de produtos, e provavelmente irá forçar as empresas a adotarem mudanças de papéis. As plataformas que oferecem soluções que permitem envolver ofertas vindas de diferentes instituições financeiras em um único canal podem se tornar o modelo dominante para a entrega de serviços no setor. O avanço dessas plataformas, com Open Banking, provavelmente irá levar à reformulação dos serviços financeiros, passando das atuais organizações claramente definidas para um perfil de entidades intercambiáveis. Isso pode exigir que os proprietários da plataforma sejam gerenciadores de ecossistemas eficientes, equilibrando as necessidades entre os que oferecem produtos e a demanda do cliente;

Regionalização financeira: Diferentes prioridades regulatórias, capacidades tecnológicas e necessidades dos clientes têm desafiado a narrativa que aponta para o avanço da globalização financeira, abrindo caminho para modelos regionais de serviços financeiros adequados às condições locais. Mesmo as empresas globais podem precisar de estratégias distintas para conquistar vantagens competitivas regionais e se integrar aos ecossistemas locais. Enquanto isso, as fintechs provavelmente enfrentarão sérios obstáculos para se estabelecer em múltiplas localidades, mesmo que a tecnologia reduza barreiras a essa entrada. Operadores podem se tornar parceiros atraentes para fintechs que procuram entrar em novos mercados, à medida em que procuram oportunidades para adquirir rapidamente escala de atuação;

Empresas de Tecnologia sistemicamente importantes: Os esforços das instituições financeiras tradicionais para imitar as principais capacidades das empresas de alta tecnologia provavelmente levarão a uma dependência cada vez maior em relação a essas últimas. Por exemplo, à medida que as instituições financeiras buscam aprimorar as experiências digitais de seus consumidores, elas dependerão cada vez mais da infraestrutura baseada em nuvem de alta tecnologia para ganhar escala, implantar processos e aproveitar a Inteligência Artificial como um serviço. Enquanto as instituições financeiras buscam novas vantagens para aumentar sua pegada competitiva, elas terão de fazer escolhas difíceis: se tornar dependentes de empresas de alta tecnologia, ou correr o risco de se atrasar em relação às ofertas tecnológicas, caso minimizem o engajamento para proteger sua independência.

Os demais cinco fatores de transformação observados no relatório incluem:
Comoditização de custos: As empresas estão explorando novas tecnologias e trabalhando com outras organizações para acelerar a comoditização de suas bases de custos e poder preservar suas margens e concentrar-se em estratégias mais promissoras;
Redistribuição do lucro: A tecnologia provavelmente permitirá que as organizações ignorem as cadeias de valor tradicionais, permitindo a redistribuição de lucros;
Propriedade da experiência: O poder será provavelmente transferido para os proprietários das interfaces de atendimento ao cliente; os provedores de serviços devem, portanto, se tornar hiperdimensionados ou hiperfocados;
Monetização de dados: Em um futuro em que os dados são cada vez mais importantes, a propriedade e o controle destes se tornarão uma questão chave para todas as partes interessadas; e
Força de trabalho biônica: Como a capacidade das máquinas para replicar os comportamentos humanos continua a evoluir, as instituições financeiras provavelmente precisarão administrar a mão de obra e o capital intelectual como um único conjunto de capacidades.

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Cursos do MIT pela primeira vez em universidades da América Latina

Apesar da crise econômica, o mercado de Tecnologia da Informação é um dos segmentos que mais irá crescer e requer trabalhadores com qualificações específicas não só em TI, mas em áreas como Engenharia, Arquitetura, Estatística, Marketing, Administração e Economia, para citar algumas. Segundo estudo The Network Skills in Latin America, até o fim da década faltarão 449 mil profissionais para preencher vagas abertas na região. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Agora, os profissionais brasileiros terão acesso a uma das melhores universidades do mundo e poderão fazer pela primeira vez no Brasil cursos do MIT em português, com conteúdo completo e certificação. Isso graças a um acordo inédito fechado pelo ILUMNO, empresa que atua na transformação de instituições de ensino superior na América Latina, e o Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Os cursos, criados pelo Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT, têm conteúdo exclusivo e serão oferecidos nas instituições: Universidade Veiga de Almeida (UVA), no Rio de Janeiro; o Centro Universitário Jorge Amado (UniJorge), em Salvador; e o Centro Universitário Filadélfia (UniFil), em Londrina.

Serão dois programas disponíveis já no primeiro trimestre de 2018 para estudantes que queiram complementar sua formação com conhecimento específico: Internet das Coisas (IoT) e Big Data. Os cursos serão oferecidos em português e espanhol, em uma plataforma 100% virtual.

A fase de pré-matrícula já está aberta pelo site.

No início de outubro, o BNDES lançou os resultados do primeiro estudo para a elaboração do Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), para a definição de políticas públicas e incentivos. A previsão é de que o ecossistema de IoT no Brasil dobre de tamanho até o final da década. Segundo a instituição, será um impacto de pelo menos US$ 132 bilhões na economia até 2025, em projetos voltados para cidades inteligentes, saúde, indústria, e agronegócios.

O processo de transformação digital é de fato um caminho sem volta para empresas que buscam eficiência e competitividade. Hoje, competências em vídeo, nuvem, mobilidade, datacenter & virtualização, big data, segurança cibernética, Internet das coisas (IoT) e desenvolvimento de software, tornaram-se habilidades extremamente valorizadas. “O momento de se especializar para saber como transformar dados em valor para os negócios é realmente agora”, explica Victor Azevedo, coordenador dos MBAs em marketing digital estratégico e inteligência competitiva e BI, e da graduação em jogos digitais da Universidade Veiga de Almeida, especialista no assunto.

 

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Teste gratuito de Destiny 2 começa amanhã

O teste gratuito de Destiny 2 começa amanhã, 28 de novembro, para PlayStation 4, PC e Xbox One. Para participar, os usuários poderão baixar o trial pelos consoles ou pela Blizzard Battle.net.

Veja o trailer oficial do teste de Destiny 2:

 

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Peixe Urbano e Groupon Brasil anunciam fusão

Duas das maiores plataformas de ofertas locais do Brasil, Peixe Urbano e Groupon Brasil, anunciam hoje, 27 de novembro, a fusão de suas operações. Com a fusão, quem ganha é o usuário, que vai contar com a união dos esforços das equipes em busca dos melhores parceiros e ofertas. As operações não serão modificadas e ambas as plataformas continuarão ativas e vendendo seu inventário de ofertas. O objetivo é que, gradualmente, os usuários das duas marcas tenham o mesmo cardápio de ofertas.

“É uma soma de fortalezas. Juntamos a liderança do Groupon Brasil na cobertura do mercado de Beleza e Viagens Locais à expertise do Peixe Urbano em Gastronomia e Entretenimento. Ao fim das contas, quem se beneficia é usuário, que vai ter o melhor dos dois mundos”, afirma Félix Lulion, CEO do Groupon Brasil.

“Outra vantagem é que a tecnologia do aplicativo móvel do Peixe Urbano, com a funcionalidade “Use Agora”, também estará disponível para a base de usuários do Groupon Brasil. Para se ter uma ideia, a modalidade “Use Agora”, na qual o usuário pode comprar e usar de imediato o voucher, corresponde a 90% das ofertas de restaurantes de toda plataforma Peixe Urbano”, explica Alex Tabor, cofundador e CEO do Peixe Urbano.

A nova operação também fortalece o mercado de O2O (online-to-offline) do país, um mercado que conecta os 100 milhões de internautas brasileiros ao comércio de serviços locais, o que movimenta mais de $1 trilhão por ano. “O cenário já é positivo e, ainda assim, esperamos superá-lo em pelo menos 20%, não só pela fusão, mas também pela expansão que registramos a partir da estratégia de negócio que adotamos no último ano”, projeta Tabor.

O processo foi capitaneado pelo fundo de investimento latino-americano Mountain Nazca que, em fevereiro, adquiriu a operação do Groupon América Latina – que compreende os negócios no Chile, Argentina, Peru, México, Colômbia e Brasil – e que agora fará a fusão entre Peixe Urbano e Groupon Brasil.

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War Room: o trabalho essencial dos hackers do bem

                                                                                                 *André Alves

Cibercriminosos podem ir além do roubo de informações pessoais: cada vez mais sofisticados e direcionados, os golpes virtuais almejam prejudicar suas vítimas a todo custo. Em 2017, dois ataques de ransomware, praticamente seguidos, prejudicaram milhares de organizações: o WannaCry e o Petya, em maio e junho respectivamente, deixaram máquinas totalmente inoperantes. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para antecipar vulnerabilidades e aumentar a segurança nas empresas, existe um profissional totalmente dedicado a isso: o hacker do bem. No entanto, o que muitos não sabem, é como agem estes pesquisadores nos bastidores da operação de um grande ataque.

É aí que a War Room entra em cena: no momento em que ataques como o WannaCry são noticiados, uma força-tarefa é organizada. Em casos de larga escala, a operação se multiplica e se transforma em uma corrida contra o tempo para tentar conter o estrago da maneira mais eficaz possível.

Outras situações exigem que os hackers éticos, como também são conhecidos, interajam com cibercriminosos em fóruns clandestinos para rastrear as atividades de sujeitos mal-intencionados.

A dinâmica de um War Room
War Rooms são criadas em situações de crise para desenhar e executar planos de recuperação efetivos. Para isso, representantes de diversas áreas de tecnologia da informação – desde departamentos de segurança à infraestrutura e governança – são chamados para colaborarem da forma mais rápida na recuperação do sistema de uma empresa.

Uma das maiores dificuldades é dividir as responsabilidades dentro das empresas. Para manter um sistema em funcionamento, são necessárias equipes diferentes que são separadas não só em responsabilidades, mas em processos e competências.

Também é necessário que um especialista estude o comportamento da ameaça analisada, para assim, capacitar as equipes com os dados a serem rastreados.

Quando todos estão concentrados em um mesmo espaço físico, não é raro que possam surgir atritos que são acentuados durante os dias normais de operação. Por outro lado, novos caminhos de compreensão do trabalho são criados após uma War Room memorável.

Desafios de um plano bem executado
Um ataque bem planejado e direcionado terá características de evasão não só para antivírus, mas para outros sistemas de segurança em diferentes pontos da rede. Um dos desafios prevalentes para quem trabalha com Segurança da Informação é sempre estar pronto para se adaptar e ajustar as ferramentas na detecção de algo que anteriormente era indetectável.

O reestabelecimento de algum sistema ou serviço que ficou indisponível por conta de um ataque ou falha, é a prioridade de uma War Room. Por isso não é raro que as jornadas se estendam, incluindo – se necessário – o trabalho nos finais de semana.

Requisitos de um hacker do bem
Prever e antecipar ataques não é tarefa fácil. Dada a importância da função, o hacker do bem deve ter um conhecimento aprofundado em infraestrutura e desenvolvimento, e um conhecimento generalista de todos os outros componentes de um sistema.

É importante que este profissional tenha conhecimento suficiente para se adaptar a imprevisibilidades. Propor soluções criativas para problemas ainda não resolvidos, exige um olhar holístico sobre os problemas.

No cenário atual, em que os dados mais valiosos de uma empresa estão em computadores, contar com profissionais de qualidade já não é uma escolha. Criar todas as condições para uma War Room efetiva é o primeiro passo para manter-se um passo à frente das ameaças digitais.

André Alves é Conselheiro Técnico da Trend Micro

 

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Pela primeira vez, Phil Collins traz turnê solo ao Brasil com três apresentações

Apresentações acontecem em fevereiro no Rio de Janeiro (dia 22, no Maracanã), São Paulo (dia 24, no Allianz Parque) e Porto Alegre (dia 27, no Beira Rio)

Um dos maiores músicos britânicos de todos os tempos está de volta, retornando ao palco nas primeiras apresentações ao vivo em 10 anos. Em fevereiro de 2018, Phil Collins realizará pela primeira vez…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…uma turnê solo pela América Latina, incluindo visitas ao Brasil, México, Peru, Chile, Uruguai, Argentina e Porto Rico.

Com vendas superiores a 100 milhões em seu nome, álbuns que ocuparam a primeira posição em países pelo mundo afora e músicas que foram trilhas sonoras de milhões de vidas, Phil Collins é uma lenda viva cujo trabalho tem recebido aclamação crescente, uma vez que toda uma nova geração de artistas tem descoberto e se inspirado em sua carreira notável.

Phil retornou à música ao se apresentar ao vivo em um evento para sua própria Little Dreams Foundation no ano passado, antes de cantar dois de seus maiores sucessos na abertura do US OPEN – Aberto de Tênis dos EUA – em Nova York, em agosto, o que acabou por inspirá-lo a anunciar sua primeira turnê em uma década.

Os ingressos estarão à venda a partir de 07 de dezembro através deste link.

The Legendary Phil Collins LIVE – AMÉRICA LATINA
22 Fevereiro 2018 – Rio de Janeiro, Brasil – Maracanã
24 Fevereiro 2018 – São Paulo, Brasil – Allianz Parque
27 Fevereiro 2018 – Porto Alegre, Brasil – Beira Rio
6 Março 2018 – Monterrei, México – Auditório Citibanamex
7 Março 2018 – Guadalajara, México – Arena VFG
9 Março 2018 – Cidade do México, México – Palacio de Los Deportes
13 Marco 2018 – Lima, Peru – Jockey Club del Peru
15 Março 2018 – Santiago, Chile – Estádio Nacional
17 Março 2018 – Montevidéu, Uruguai – Estádio Centenário
20 Março 2018 – Buenos Aires, Argentina – Campo Argentino de Polo
23 Março 2018 – San Juan, Porto Rico – Coliseu de Porto Rico

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Luis Carlos Rego será VP de Serviços Financeiros para AL da Unisys

A Unisys anunciou ao mercado a contratação de Luis Carlos Rego como Vice-presidente e Líder da Vertical de Serviços Financeiros para América Latina. Nesta função, ele será responsável por alavancar os negócios da companhia nesta vertical, que atualmente representa 23% das receitas globais com base nos resultados do terceiro trimestre fiscal. Luis está baseado em São Paulo e reporta-se a Eduardo Almeida, VP de Enterprise Solutions e Gerente Geral da Unisys para a América Latina.

A Unisys tem uma forte atuação no segmento financeiro na América Latina, com uma base sólida de clientes e um amplo portfólio de soluções que otimizam e protegem as operações dessas organizações, que vão desde plataformas omnichannel para bancos digitais, sistemas de core bancário, aplicações de crédito imobiliário, serviços gerenciados de segurança, além de todo o suporte e gestão de equipamentos e sistemas de back-office. No mundo, 600 instituições financeiras usam soluções da marca.

Currículo
O executivo tem mais de 23 anos de experiência nas indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações no Brasil e na América Latina. Em sua carreira, acumula passagem de destaque pela Cisco, onde exerceu funções de gerência e direção nos setores de vendas, marketing e inovação para toda a região. Atuou ainda em empresas de tecnologia e soluções como StrataCom, AT&T, Telematics e CPM/Capgemini.

Luis é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Mackenzie, possui pós-graduação em Administração, com especialização em Finanças, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Especialização de Desenvolvimento Executivo pela Kellogg School of Management (Northwestern University).

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Campus Party Brasil abre inscrições para o programa Campus Future

Estudantes universitários, alunos de cursos técnicos do ensino médio e recém-formados (até dois anos) de todo o país tem espaço garantido para mostrar seu talento e criatividade na 11ª edição da Campus Party Brasil. O evento acontece entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro de 2018, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os projetos acadêmicos selecionados para a Campus Future serão divulgados e expostos na área gratuita aberta ao público, denominada Open Campus, por onde devem passar mais de 100 mil pessoas. “A Campus Future é uma das áreas que atraem o maior número de visitantes. Não apenas por estar na área gratuita, que recebe milhares de pessoas, mas pela curiosidade do público em ver de perto e conhecer melhor novas ideias, equipamentos e projetos que em um curto período podem ser aplicados em diversas áreas como saúde, educação, sustentabilidade, agronegócios, mobilidade, entre outros campos”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Farruggia ressalta que muitos deles possuem enorme potencial de começarem como um projeto universitário e depois se tornarem startups com um modelo de negócios. “Por esta razão, a Campus Future é estrategicamente posicionada ao lado da área do programa Startup & Makers”.

No caso da estudante Laís Rocha, da Universidade de Brasília (UnB), que levou com seu grupo Mamutes do Cerrado o projeto de fabricação de aeromodelos elétricos para competição para a Campus Party Brasília 2017, a participação foi fundamental para torna-lo mais conhecido dentro da universidade e fora dela. “Ter participado da Campus nos ajudou a ter maior suporte da UnB e a conseguir patrocinadores que nos ajudarão financeiramente a adquirir melhores materiais e a comprar mais componentes eletrônicos importados, que são a parte mais importante da construção da aeronave. Estamos em negociação com algumas empresas que nos viram na Campus Party”, conta Laís.

Já para Jaílson Rodrigues, do Instituto Federal de Brasília e um dos responsáveis pelo “Letramento de pessoas portadoras de deficiência visual utilizando tecnologia 3D”, a participação na área Campus Future da Campus Party Brasília 2017 deu mais notoriedade e ajudou a fazer com que o projeto aparecesse com mais destaque dentro da instituição e na mídia local.

“Após nossa participação na Campus passamos a receber vários contatos de empresas, pesquisadores de outros estados, bem como órgãos públicos e privados que lidam com portadores de deficiência visual. Alguns desses contatos se transformaram em parceiros e em apoiadores financeiros, que tem nos ajudado a melhorar em vários aspectos. Alocamos parte do dinheiro recebido em um novo espaço para o laboratório e pesquisa, outra na compra de materiais e ainda em tecnologia”, diz Jaílson.

O “Letramento de pessoas portadoras de deficiência visual utilizando tecnologia 3D” tem como objetivo tornar disciplinas como artes, matemática, física, química e biologia, que são totalmente visuais, mais acessíveis para esse público. “O objetivo é ampliar o horizonte de quem não enxerga. Para isso usamos a tecnologia 3D, que cria moldes como modelo atômico, células de tecido, modelo molecular, entre outros para atender as disciplinas e tornar o aprendizado melhor”, completa Rodrigues

A participação dos estudantes é voluntária e não tem custos. A seleção dos projetos inscritos será feita por uma comissão julgadora composta pelos curadores de conteúdo da Campus Party Brasil e levará em conta aspectos como o uso de tecnologia, inovação, criatividade e impacto social. O anúncio dos projetos selecionados ocorrerá em 13 de dezembro.

Inscrições – Os projetos podem ser inscritos individualmente ou em grupos com no máximo três integrantes até 03 de dezembro, impreterivelmente. Não há limites de inscrição de projetos por indivíduo ou grupo e a mesma se dará por meio de preenchimento do formulário que se encontra neste link.

Premiação – A mostra de projetos acadêmicos funcionará de maneira interativa, com espaço para que os visitantes possam experimentar os protótipos e se divertirem com as invenções criadas pelos universitários. Além disso, a mesma comissão julgadora responsável pela seleção dos projetos na etapa de inscrição também fará a escolha dos três melhores trabalhos da Campus Future. Este anúncio será feito no Palco Empreendedorismo dia 3 de fevereiro.

Confira abaixo o cronograma da Campus Future:

  • 30/10/2017 a 03/12/2017 – Inscrições
  • 04/12/2017 a 12/12/2017– Seleção
  • 13/12/2017 – Divulgação dos selecionados
  • 13/12/2017 a 20/12/2017- Confirmação de presença

Os selecionados que não confirmarem sua presença dentro do prazo indicado serão automaticamente desclassificadas e a sua vaga será oferecida para outros projetos seguindo a ordem de seleção.

  • 03/01/2018 – Divulgação dos selecionados da segunda chamada
  • 03/01/2018 e 10/01/2018 – Confirmação de presença da segunda chamada
  • 11/01/2018 – Divulgação final dos projetos selecionados
  • 12/01/2017 – Envio do manual do expositor e códigos de ativação de credencial para os selecionados
  • 18/01/2018 – Conferência via facebook no perfil da Campus Party Brasil de alimento de exposição com base no manual e regulamento
  • 31/01 e 01/02 – Projetos universitários grupo 1
  • 02/02 e 03/02 – Projetos universitários grupo 2

Ingressos
O primeiro lote dos ingressos já está disponível no portal do campuse.ro e vai até o dia 30 de novembropelo valor de R$ 270,00. Para interessados em ingresso + camping individual, o valor é de R$ 310,00. Para ingresso + camping duplo o valor é de R$ 340,00 por pessoa.

Serviço

Campus Party Brasil – 11ª edição

Arena: de 30 de janeiro a 04 de fevereiro

Área Open: de 31 de janeiro a 03 de fevereiro

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo

 

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Com forte expansão das compras via mobile, faturamento do e-commerce cresceu 10,3% na Black Friday

A Black Friday gerou faturamento de R$ 2,1 bilhões para o e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$ 1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos. “Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit. “Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$ 515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

 

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Waze lança recurso para motocicletas

O Waze anuncia hoje que está acrescentando um novo tipo de veículo no app: motocicletas. Este novo recurso, a pedido de Wazers em todo o mundo, irá expandir o suporte do app por meio de uma experiência de condução única para os motociclistas, melhorando o tempo de deslocamento, rotas e vias para motos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Além dos benefícios gerais do Waze, os motociclistas ainda terão:

– Sugestões de melhores rotas baseadas em informações de outros motociclistas;

– Melhores estimativas do tempo de chegada, que podem variar de acordo com o tipo de automóvel;

– Ícone de motocicleta para esse novo tipo de veículo, com novos “moods” disponíveis para os Wazers

Os recursos como comandos de voz e TTS (Talk to Speech)  também permitem que motociclistas e todos os motoristas mantenham seus olhos na estrada e as mãos no volante ou no guidão.

O lançamento global do recurso, que inclui o Brasil, está disponível para ser acessado através da atualização para a versão mais recente do Waze (versão 4.33). Para ativar o recurso, vá em Configurações > Tipo de veículo e selecione “Moto”. Para baixar o aplicativo Waze gratuitamente para iOS ou Android, acesse o site.

 

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Vídeo de recrutamento da Polícia da Nova Zelândia prende pelo bom humor

Ser um agente da lei é sonho de muitas crianças. Mas as notícias de brutalidade policial, corrupção na corporação, péssimos salários e falta de investimentos pelos governos acabam desestimulando esse pensamento quando a pessoa começa a buscar a carreira profissional. Uma saída, pode ser mostrar o lado humano e divertido da rotina de quem combate criminosos para o bem da sociedade. Pelo menos é isso que pensa a Polícia da Nova Zelândia. Seu novo vídeo de recrutamento é uma aula de bom humor.

O material tem circulado pela redes sociais com certo sucesso. O país é considerado o mais seguro do mundo pelo índice do Global Peace Index, sendo líder da lista por algumas vezes, outras descendo um pouco, mas sempre entre os primeiros. Suas belas paisagens, distribuição de renda, natureza exótica e oportunidades econômicas fazem da Nova Zelândia um lugar que habita o imaginário de muitas pessoas.

As cenas divertidas também ajudam o conteúdo a ser compartilhado como se fosse um trailer qualquer de filme do cinema. No enredo, há diversas situações cômicas que aparecem enquanto agentes policiais (70 deles que realmente trabalham na tropa) falam o texto que enaltece o serviço prestado à população, o espírito de equipe os objetivos da corporação.

O comissário de Polícia Mike Bush, que faz uma pequena aparição (interrompida pelo corre-corre humorístico), espera que o vídeo aumente a procura por vagas na força. “A polícia da Nova Zelândia está empenhada em aumentar nossos números gerais de pessoal nos próximos três anos para atender ao nosso objetivo de ser o país mais seguro e cumprir o pedido de reforço sinalizado do governo”.

O vídeo tem a participação da Banda da Polícia, da equipe de rugby feminino Black Ferns e do astro das mídias sociais locais William Waiirua. Há também cães policiais, cidadãos em situação de urgência, gatos e helicópteros. Tudo em clima de ação e bom humor que transforma tudo em um verdadeiro Loucademia de Polícia, versão Kiwi. O vídeo foi criado pela Ogilvy & Mather Nova Zelândia e foi dirigido pela Sweet Shop’s Damian Shatford.

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Eleições chegando, Bolsonaro, Lula e Dória registram maiores ativos digitais no Facebook, diz pesquisa

Jair Bolsonaro, Lula e João Dória possuem o maior ativo digital no Facebook entre os potenciais candidatos à presidência, com 4,7 milhões, 3 milhões e 2,8 milhões de fãs, respectivamente. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo construir um panorama do período que antecede as eleições de 2018. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Faltando pouco menos de um ano para a próxima eleição presidencial no Brasil, o levantamento avaliou a presença de possíveis candidatos à presidência nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também na imprensa online. Foram analisados 12 nomes que provavelmente estarão na disputa: Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSC), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Luciana Genro (PSOL), Lula (PT), Marina Silva (Rede) e Ronaldo Caiado (DEM).

O estudo evidencia que os resultados das eleições municipais de 2016, por exemplo, ainda ecoam depois de promoverem a perplexidade de políticos experientes. “Não foram poucos que disseram, em público: ‘definitivamente, não entendo mais a política’. É também cada vez mais evidente o abismo entre protagonismo nas redes sociais e aderência eleitoral de fato”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Quando o assunto é o Twitter, Marina Silva desponta como a candidata com a maior base de fãs: 1.802.306 seguidores – um legado oriundo de sua candidatura nas eleições em 2014. A rede social, aliás, é a única onde Joaquim Barbosa possui base expressiva. O ex-ministro conquistou um ativo de mais de meio milhão de seguidores.

Já no Instagram, os destaques ficam por conta de João Dória e Jair Bolsonaro, onde isoladamente cada um possui uma base de seguidores maior do que todos os demais candidatos somados. Dória, que usou a ferramenta com bastante frequência durante sua candidatura a prefeito de São Paulo em 2016, aparece com pouco mais de 741 mil seguidores, enquanto Bolsonaro registra cerca de 612 mil.

YouTube: plataforma é pouco explorada
Na contramão da forte atuação dos políticos nas outras plataformas digitais, o YouTube se mostrou uma ferramenta que pouco engaja os eleitores. As visualizações totais não ultrapassam 1 milhão, um número relativamente baixo, se considerarmos que no Brasil, 95% da população online acessa a plataforma pelo menos uma vez por mês, representando 98 milhões de brasileiros, segundo dados do Google.

Vale notar que João Dória e Ronaldo Caiado não deixam aberto o volume de inscritos em seu canal, e Joaquim Barbosa e Fernando Haddad não possuem perfis na rede. Já Jair Bolsonaro construiu uma base de inscritos absolutamente superior aos outros concorrentes e possui muitas interações positivas (curtidas) em seu canal.

Lula é destaque na imprensa online
Entre os meses de setembro e outubro, Lula foi o candidato com maior evidência na imprensa online. O ex-presidente registrou um total de 6.398 notícias com o seu nome na web. Dória, Alckmin e Bolsonaro aparecem em seguida com 3.117, 2.031 e 1.542, respectivamente.

 

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SESI lança serviço virtual para segurança no trabalho

O Serviço Social da Indústria (SESI) criou um ambiente virtual com soluções em Saúde e Segurança na Indústria. A Plataforma Nacional de Soluções SESI reúne em um portal único serviços, produtos e processos desenvolvidos pelos oito Centros de Inovação do SESI. A ferramenta será lançada amanhã, terça-feira (28), em São Paulo, durante o evento Inovação em Saúde e Segurança na Indústria, promovido pelo SESI.

De acordo com o diretor de Operações do SESI, Marcos Tadeu de Siqueira, a plataforma facilitará o contato e a integração do SESI com as indústrias, por meio de soluções customizadas, e também ampliará as parcerias da instituição com pesquisadores e centros de referência. Ele alerta que a tecnologia possibilitará a captação de desafios na área de saúde e segurança para as indústrias. “Cada projeto será desenvolvido de maneira customizada a partir das demandas da indústria e terão resultados exclusivos e aplicáveis à realidade da empresa”, detalha o diretor.

A plataforma, que pode ser acessada no endereço inovacaosesi.org.br, oferece alternativas que contribuem para as empresas evitarem às principais causas de afastamento dos trabalhadores da indústria. Há soluções em ergonomia, fatores psicossociais, longevidade, tecnologias para saúde, sistemas de gestão, higiene ocupacional, prevenção da incapacidade e fatores econômicos relacionados à saúde e segurança.

Palestras
O evento Inovação em Saúde e Segurança na Indústria, marcado para esta terça no WTC Events, terá palestras do oncologista Drauzio Varella e do médico do trabalho e diretor do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional, Kari-Pekka Martimo. Ambos participarão também de uma mesa redonda ao lado do gerente-executivo de Saúde e Segurança na Indústria do SESI, Emmanuel Lacerda, e do presidente da Associação Internacional de Promoção da Saúde no Ambiente de Trabalho (IAWHP), Alberto Ogata.

No evento, também será lançado o 6º volume do livro Temas Avançados em Qualidade de Vida, que trata de inovações para saúde, qualidade de vida e segurança nas empresas brasileiras. A obra, organizada por Alberto José Niituma Ogata, reúne em nove capítulos temáticas desenvolvidas pelos Centros de Inovação SESI.

Participarão do evento gestores de recursos humanos, de produção, de saúde e segurança, além de CEOs de empresas e representantes de federações e sindicatos industriais. O público terá acesso também a um estande onde será possível conferir as soluções desenvolvidas pelos oito Centros de Inovação do SESI

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AWS quer deixar concorrentes cada vez mais para trás em cloud

O braço de computação em nuvem da Amazon, a AWS (Amazon Web Services) é líder incontestável nos serviços de cloud e o modelo que os concorrentes tentam igualar. Para o CEO, Andy Jassy, o segredo da empresa está no volume de novidades lançados constantemente, algo que sempre causa espanto aos demais fornecedores de nuvem. É o que ele chama de destruição da “velha proteção” de companhias tradicionais de TI. No Re:Invent 2017, evento anual da empresa que começa hoje e vai até dia 30, em Las Vegas, o executivo promete toneladas de lançamentos para manter a concorrência distante.

Se a AWS é líder, a segunda posição no mercado é uma disputa intensa. Google e Microsoft conseguem ter destaque, sendo essa última a única gigante da TI tradicional que realmente conseguiu virar a chave para cloud. IBM e Oracle seguem crescendo com cada vez mais velocidade também.

O evento anual da AWS é conhecido por surpreender. Em 2017 espera-se uma série de novidades. As pistas já coletadas nas últimas semanas apontam para uma entrada forte em inteligência artificial (IA), 3D, realidade aumentada e realidade virtual. A empresa também deve anunciar uma entrada forte no mercado de saúde. Na semana passada, a empresa confirmou que a parceria que fez com a Cemer, que deve culminar num serviço de cloud para esse setor chamado HealtheIntent.

O setor de saúde tem grande potencial para comprar soluções em nuvem, mas tem sido lento na adoção. Vários problemas recentes que ocorreram no último ano, como ataques à base de dados de pacientes, ransomwares e falhas diversas nas estruturas de TI próprias abriram uma janela de oportunidade que a AWS não quer desperdiçar.

O evento deve marcar o lançamento também do Amazon Sumerian, um serviço voltado aos desenvolvedores que querem construir soluções derealidade virtual, realidade aumentada e aplicativos 3D para hardware popular. Como tudo na empresa, espera-se algo de baixo custo e fácil de usar.

A AWS também está expandindo o alcance do seu popular pacote AWS Elemental Media Services com cinco novos serviços projetados para permitir o processamento de conteúdo de vídeo de ponta a ponta.

Uma das especulações mais fortes sobre o Re:Invent é o lançamento de pacotes de IA. Não uma novidade, mas várias. A empresa foi uma das primeiras a entender que a inteligência artificial é a nova automação. Os boatos apontam para um serviço de tradução simultãnea. Mas podem surgir outras novidades, além dessa. Isso porque não é segredo que a biblioteca de código aberto preferida da Amazon para machine learning, o MXNet, tem papel fundamental na estratégia da empresa. As evoluções que a tecnologia trouxe no último ano permitem avanços consideráveis e a AWS não deve desperdiçar isso.

O evento será recheado de participações de parceiros, mesmo concorrentes, e isso deve trazer ainda mais lançamentos. Espera-se algo grande para o TensorFlow, plataforma de programação em dataflow do Google, na nuvem AWS. O Kubernetes, uma tecnologia para cloud em data centers é outro anúncio visto como certeiro no Re:Invent.

Sem servidor
Mas Andy Jassy tem dito em entrevistas nos últimos dias que os clientes podem esperar mais. E isso deve ser algo que, novamente, deixará a concorrência de queixo caído. Mas esse, que seria o grande anúncio, é mantido a sete chaves pela empresa. O que se tem comentado no mercado é que a novidade seria algo que atingiria diretamente os negócios de concorrentes que vendem nuvem associada a hardware e software pesado (o caso de IBM e Oracle).

Os boatos apontam para uma revitalização do Lambda, um serviço que a AWS anunciou como “cloud sem servidor”, em maio. A apresentação do chefe de tecnologia da Amazon, Werner Vogels, no segundo dia de palestras, na quinta-feira, dia 30, deve trazer detalhes sobre isso.

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Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios

Por Flávio Stecca*

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 bilhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’. Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo contratado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para embasar o Plano Nacional da Internet das Coisas, estima que essas tecnologias poderão gerar entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025. Trazendo para a perspectiva atual, basta ver a rápida evolução conceitual e tecnológica do próprio Amazon Echo: se em sua primeira versão o dispositivo respondia a simples comandos de voz por meio de sua assistente pessoal, a simpática Alexa. Hoje, com a ajuda de algoritmos de inteligência artificial, o aparelho executa tarefas de complexidade bem maior. Quer comprar um ingresso para o show da sua banda favorita? A Alexa pode fazer isso antes mesmo de você verbalizar o desejo, ao saber que a sua banda favorita tocará na sua cidade. Vai receber um casal de amigos para um jantar? A Alexa pode se conectar ao serviço de delivery do seu restaurante favorito e fazer o pedido.

Se as possibilidades de novos serviços e produtos que surgem com a sofisticação da Alexa já são impressionantes, imagine quando essa tecnologia atingir todo o resto da economia, presente em muito mais objetos e equipamentos conectados à internet. Basta imaginar que hoje, de acordo com a Internet World Stats, temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet, cerca de 51% da população mundial. O número de aparelhos conectados crescerá bem mais rápido e em progressão geométrica: a previsão é que em 2020 tenhamos mais de 20 bilhões desses objetos conectados. E com a tecnologia conhecida como ‘machine learning’, essas coisas estarão ‘pensando’ suas próprias ideias, baseando seu aprendizado em análises de dados e no comportamento de seus usuários.

As empresas que levarão vantagem sobre a concorrência serão aquelas que conseguirem não apenas reunir todos esses dados coletados por suas máquinas inteligentes, mas analisá-los e processá-los para oferecer serviços que melhorem a vida de seus usuários. Dados coletados e analisados sob um o contexto correto podem fornecer possibilidades surpreendentes. Além de casas inteligentes, já temos lojas inteligentes, estoques inteligentes, linhas de montagem inteligentes, supply chains inteligentes. É por isso que temos que estar preparados: produtos mais inteligentes, segmentados, customizados tornam consumidores mais exigentes com o anseio de atendimento eficiente e personalizado.

Há diversas áreas em que a IoT será disruptiva para as empresas. Vai melhorar o processo de tomada de decisões, que passará a ser mais baseada em dados objetivos ‘colhidos’ pelos próprios produtos, desde a sua elaboração na linha de montagem até à forma com que seus consumidores os utilizam. Isso terá impacto direto também na melhoria da gestão das empresas, reduzindo custos operacionais e otimizando os gastos.

E quais empresas vão conseguir fazer isso bem e surfar essa onda de oportunidades?
Na Movile, nos esforçamos muito para enxergar as disrupções causadas pela tecnologia como oportunidade de crescimento e aprendizagem. Porém, não é somente com uma visão de futuro que se cria uma empresa inovadora. Fomentamos a cultura de errar e aprender rápido, por isso trabalhamos desenvolvendo centenas de pilotos sempre com propósito de fazer a vida de um bilhão de pessoas melhor. Acreditamos que se aprendermos um pouco sobre nossos usuários em cada piloto e trabalharmos duro para resolvermos os problemas e corrigirmos os erros, vamos construir algo que agrega valor na vida das pessoas. Um exemplo disso é o recém-lançado assistente de voz da PlayKids para o Google Home e dispositivos Android. A nossa ideia ao lançar essa feature é oferecer mais uma possibilidade de interação para as crianças. Hoje, a PlayKids é uma plataforma educativa na qual elas interagem com jogos, músicas, vídeos, livros seja pelo tablet ou smart tv’s. Com o assistente de voz do Google, agora elas passam a interagir com a música em um outro formato ainda mais intuitivo. Além da PlayKids, outro serviço é o Rapiddo Click, desenvolvido pela Rapiddo Entregas: por meio de um botão, é possível convocar motoboys cadastrados com uma economia de até 98% do tempo. A novidade tem como foco os restaurantes e serviços de delivery com grande demanda, mas o maior beneficiário será mesmo o cliente final, que receberá sua entrega com mais rapidez. O iFood também apresentou uma solução semelhante para facilitar a vida dos seus usuários: já é possível pedir o delivery do seu prato favorito apertando apenas um simples botão.

Para mim, uma das maiores oportunidades está em quais novas estratégias e modelos de negócios surgirão com essa onda de inovação. Pensar em como catapultar negócios atuais, como encontrar sinergias e complementaridade com o que já dá certo hoje, ou como viabilizar modelos até então inviáveis anteriormente por limitações tecnológicas.

A IoT evoluirá de maneira tão surpreendente que assistiremos a uma revolução dentro da revolução. As coisas não apenas poderão trocar informações entre si, mas realizar transações entre elas. Como isso vai mudar a criação de novos produtos? E a legislação? E a publicidade? Teremos que criar campanhas de marketing específicas para máquinas? Veremos objetos comprando outros objetos, criando uma economia paralela totalmente nova?

Depois de derrubar as paredes das casas inteligentes, prepare-se para a Internet das Coisas bater à porta da sua empresa. Pode ser um mensageiro com uma notícia ruim, ou uma oportunidade pela qual você esperou a vida toda.

*Flávio Stecca é CTO da Movile, desempenhando papel fundamental na criação e desenvolvimento da estratégia de tecnologia da empresa. Stecca é formado em Ciência da Computação pela UNICAMP e concluiu os cursos de Gerenciamento Executivo em Harvard, MIT e Stanford.

 

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Quer tirar férias e o chefe não deixa? Tire essa e outras dúvidas sobre o tema

As férias é um período muito esperado pelos trabalhadores, proporcionando o descanso físico e mental necessário para renovar as energias e para aproveitar para viajar ou relaxar. Contudo, são várias as dúvidas trabalhistas relacionadas ao tema. Para explicar…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…melhor, o advogado Gilberto de Jesus Bento Junior, presidente da Bento Jr. Advogados, lista as dúvidas mais comum e suas respectivas respostas:

O que são as férias?
Férias são períodos de descansos, para se ter direito a esses períodos é necessário trabalhar por doze meses consecutivos, o que é chamado período aquisitivo. Assim, após esse período desgastante de atividade laboral o empregado conquista o direito a 30 dias de férias com salário integral acrescido de um terço.

Esse acréscimo na remuneração visa proporcionar a possibilidade de desfrutar de atividades de lazer com sua família sem comprometer o sustento familiar, daí a obrigação da empresa em pagar, além do salário normal, o terço constitucional.

Quem define as férias?
Já vi muitas brigas trabalhistas relacionadas às férias, isso se dá pela confusão de conceito do trabalhador de que por ser seu direito essa poderá ser aproveitada quando bem desejar, esse é um erro comum.

Ponto que poucos se atentam é que por mais que seja um direito do trabalhador, o período a ser tirado pode ser determinado pelo empregador. Assim, se o empregado quiser tirar as férias em outubro e a empresa decidir por dezembro, vale o que o empregador quiser. Mas nesse ponto o ideal sempre são os acordos.

Quando se perde esse direito?
Há quatro situações nas quais o empregado perde o direito, conforme descreve o artigo 133 das Consolidações das Leis do Trabalho (CLT). Essas são:

  • Quando deixa o emprego e não é readmitido dentro de um período de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída;
    No caso do trabalhador que permanece em licença recebendo salários, por mais de 30 dias no período do ano ou que acumula esse período em faltas justificadas para ir ao médico, ao dentista, por falecimento de parente, em que são apresentados atestados para abono das faltas;
  • Quando não trabalha pelo período de mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa, recebendo o salário;
  • Tenha ficado afastado do trabalho pela Previdência Social em função de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, mesmo que descontínuos.

Isso ocorre pelo motivo de que nesses casos o trabalhador já obteve o período de descanso, assim a justiça entende que a finalidade é atingida e não haveria obrigação por parte da empresa em conceder novo período de descanso. Em todos os casos a perda do direito se dá por motivo alheio à vontade da empresa, ou seja, por força maior (paralisação da empresa), por vontade do empregado (licença por motivo de seu interesse, ainda que seja para resolver problemas pessoais, se for de consentimento da empresa) ou ainda, por motivo de doença ou acidente.

As faltas justificadas podem colocar as férias em risco ou reduzir o período de 30 dias drasticamente. Com até 5 faltas justificadas há a garantia dos 30 dias de férias. De seis a 14 faltas, estão garantidos 24 dias; de 15 a 23 faltas, 18 dias; de 24 a 32 ausências, 12 dias. Acima de 32 faltas, o direito às férias remuneradas é perdido de acordo com artigo 130 da CLT.

Venda das férias
Outro ponto que causa grande confusão em relação ao tema é a possibilidade de venda de férias. Essa é sim possível, desde que a solicitação seja do trabalhador, com objetivos de aumentar a renda. O empregador não pode impor a venda desse período.

Caso o trabalhador opte pela venda, ele deverá comunicar a empresa até quinze dias antes da data do aniversário do contrato de trabalho. Resta ao empregador decidir o período do ano em que as férias serão concedidas, pagando o valor proporcional aos dez dias que o funcionário vai trabalhar. Importante é que o período máximo de férias permitido para se vender é de um terço.

Mas fique atento, muitas empresas sequer consultam os empregados para saber se este quer ou pode sair 20 ou 30 dias, simplesmente emitem o aviso e recibos de férias já com 10 dias convertidos em abono, os quais sentindo-se constrangidos em negar o pedido, acabam cedendo à vontade da empresa por conta da manutenção do emprego.

Divisão de férias
Existem também os casos em que os trabalhadores podem dividir suas férias, mas isso também dependerá de um acordo com o patrão, lembrando que isso só ocorrem em casos que as férias forem individuais. Mesmo assim a divisão terá que ser no máximo em três períodos, devendo ser um deles maior que 14 dias. Já nas férias coletivas pode haver fracionamento mesmo que não haja anormalidade – logo, o tratamento das férias coletivas é diferente.

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Pesquisa indica que marcas devem usar aplicativos para fidelizar consumidor

Os hábitos e preferências do brasileiro no uso de aplicativos de marcas foram avaliados em pesquisa inédita, realizada pela TopperMinds e a MindMiners, que traçou o perfil do relacionamento do público com apps, entendeu quais as propostas de valor que justificam o download, as principais vantagens percebidas pelo consumidor e…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…as oportunidades de funcionalidades dos aplicativos. A pesquisa comprova que as marcas precisam investir melhor nos aplicativos, não apenas enriquecendo-os com conteúdo, mas principalmente gerando utilidade real no dia a dia do usuário, para gerar fidelidade e vendas.

Participaram da pesquisa 1.000 brasileiros, 50% de homens e 50% de mulheres, de todas faixas etárias acima de 18 anos, das classes ABC das cinco regiões brasileiras. Os objetivos do estudo “Uso de aplicativos: pesquisa inédita revela hábitos e preferências dos brasileiros” foram compreender a motivação de uso, se consumidores pagariam por downloads, quais aplicativos são mais úteis, quais os app “queridinhos” e identificar o comportamento de compra por esse canal.

A principal conclusão é que o brasileiro está aberto para pagar por aplicativos que tenham utilidade, que ofereça benefícios reais, facilitem o dia a dia ou proporcione entretenimento, mas as marcas não entenderam como explorar tantos recursos tecnológicos e seus canais de venda.

“Agora está sacramentado: o único fator decisor para o consumidor manter o aplicativo da sua marca instalado no seu aparelho móvel é utilidade. A pesquisa realizada pela TopperMinds em parceria com a MindMiners evidencia, ainda mais, a importância da “transformação cultural e digital” que as marcas precisam atravessar para entender realmente a nova jornada de compra do seu público alvo. Apenas replicar conteúdo e funcionalidades do desktop no mobile é pura perda de tempo, é essencial entregar valor por meio de muita utilidade, com ainda mais facilidade e relevância do que os demais ambientes da marca, para se tornar parte do dia a dia do usuário ou seremos todos, pouco a pouco, deletados.”, explica Fabrizzio Topper, diretor executivo da TopperMinds.

Quem consome pelo app, prefere a praticidade de poder comprar em qualquer hora e lugar, pela rapidez do processo e vantagens de algumas lojas como desconto exclusivo ou frete grátis, por exemplo.

A pesquisa foi dividida em três partes: uso de smartphones, uso de aplicativos e experiência de compra.

Sobre o uso de smartphone, 90% usam sistema operacional android e 58% utilizam há mais de cinco anos. A maioria já baixou ou instalou aplicativo, sendo que jogos e redes sociais são os mais baixados, além dos apps úteis como de bancos e transporte, mas 59% nunca pagou para instalar aplicativo.

Entre as pessoas que baixam aplicativos: 78% usam aplicativo gratuito por serem mais atrativos, 83% priorizam os que auxiliam nas atividades pessoais, 60% porque recebem vantagens e ofertas, mas só 36% compram por aplicativo. A surpresa fica para os 57% de usuários dispostos a pagar pelo aplicativo se perceber que será útil.

Os estímulos para uso de aplicativo se baseiam em: facilidade de comunicação (41%), ajudam nas tarefas práticas do dia a dia (22%) e alternativa para diversão e entretenimento (22%).

Enquanto 72% já compraram pelo aplicativo, principalmente moda, eletrônicos, celular e livros; tem consumidor usando app dentro da loja física para obter benefícios, sendo que 77% garantem que usaram para obter desconto. Por ser um ativo ao consumidor, 71% estão dispostos a pagar por um aplicativo (de R$ 1,00 a mais de R$ 10,00), desde que perceba valor e utilidade.

A grande vantagem da loja física ainda é poder levar o produto para cada na hora. Site e apps ganham pela praticidade. Em pergunta aberta, o Mercado Livre foi indicado, espontaneamente, como o app de compras favorito de 20% dos entrevistados.

“As compras pelo celular também se tornam cada vez mais comuns. Dentre aqueles que nunca vivenciaram a experiência, a maior justificativa é a falta de oportunidade. As marcas parecem ainda não ter entendido como explorar tantos recursos tecnológicos dentro de seus canais de venda. Vantagens e descontos exclusivos são vistos com bons olhos pelos entrevistados e um grande estímulo para o download de um app”, explica Danielle Almeida, diretora da MindMiners.

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Microsoft abre inscrições para a Imagine Cup 2018, maior competição de soluções de tecnologia do mundo

As inscrições para a Imagine Cup 2018, competição mundial de tecnologia que transforma projetos acadêmicos em startups, estão abertas para estudantes brasileiros e de todo o mundo. Chegando à sua 16ª edição, a iniciativa tem como objetivo dar aos jovens empreendedores a oportunidade de adquirir novas habilidades técnicas e de negócios por meio de projetos inovadores. O prazo para inscrição dos projetos termina no dia 10 de abril. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Este ano, o valor total do prêmio em viagens e créditos de nuvem é de mais de US$ 700 mil. Foram adicionados três prêmios especiais, de US$ 15 mil cada, para competições específicas em categorias que representam o que há de mais avançado em transformação digital: Inteligência Artificial (APIs, bots e serviços cognitivos), Big Data (ferramentas de análise de dados) e Realidade Mista (funcionalidades do Windows e do HoloLens).

As duas melhores equipes serão premiadas em dólares e créditos de Azure. A grande vencedora da competição receberá orientação do indiano Satya Nadella, CEO da Microsoft, para fazer perguntas e obter aconselhamento.

Para entrar no jogo, as equipes devem produzir um vídeo de até dez minutos contendo um pitch que fale da solução e como a computação em nuvem pode ajudar. Também devem submeter uma breve descrição do projeto e um protótipo executável. O conteúdo será revisado por uma equipe de juízes que utilizará critérios descritos nas regras oficiais.

A iniciativa da Microsoft tem o intuito de conectar estudantes de todo o mundo e fornecer a eles ferramentas, recursos e experiências que transformem ideias inovadoras em realidade. “A Imagine Cup recebe projetos com um enorme potencial de negócios, ideias inovadoras que respondem a demandas concretas. A Microsoft acredita que o empreendedorismo é uma mola propulsora do desenvolvimento do país e por isso é uma prioridade para nós”, afirma Rodrigo Dias, Gerente de Programas Acadêmicos e Startups  da Microsoft Brasil.

Projetos do Brasil e da América Latina vão concorrer com outros do mundo inteiro por uma vaga na final mundial, uma viagem internacional com todos os custos pagos. No total, são 53 times concorrendo nessa fase. A final da competição será realizada em Seattle no mês de julho.

Mais de 200 mil brasileiros já participaram do campeonato e 9 equipes nacionais foram campeãs desde a primeira edição da Imagine Cup, há 16 anos. Em 2015, a equipe brasileira eFitFashion foi a grande premiada com um projeto que está revolucionando o mercado de moda on-line e teve a oportunidade de ser orientada por Satya Nadella. A expectativa da Microsoft para este ano é que os jovens brasileiros surpreendam novamente com sua criatividade e capacidade de inovação.

 

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Cingapura terá ônibus sem motorista até 2022

Cingapura começou a testar uma alternativa para o transporte público que seja mais eficiente e barata. O país asiático implantou linhas de ônibus sem motorista em três cidades. É apenas um teste para um projeto maior, de acordo com o ministro dos Transportes de Cingapura, Khaw Boon Wan. O objetivo é colocar diversas linhas desse tipo nas principais cidades, de forma permanente, até 2022.

Durante esta semana, as localidades de Punggol, Tengah e de Jurong Innovation District (JID) começaram a experimentar os veículos autônomos. As linhas em fase de teste não percorrem grandes distâncias. Elas servem de ampliação das conexões e fazem somente o trajeto final, de última milha, entre um terminal e os pontos-finais. As autoridades esperam que isso diminua os congestionamentos, organize os horários e evite custos relativos ao trânsito.

Nessas três localidades, prevê-se que os ônibus-robôs executarão serviços agendados durante os períodos fora do pico para complementar os movidos por humanos. Em caso de grande fluxo repentino, o sistema pode ser iniciado, de acordo com o ministro, percebendo sozinho a demanda dos passageiros.

Os ônibus sem motorista fazem parte de um plano maior de automação e inovação do governo local nos transportes. Cingapura está implantando também micro-ônibus sem motoristas, sensores nas estradas para futuros carros autônomos particulares e veículos varredores de ruas autônomos.

Khaw está otimista com os resultados finais. O ministro disse aos jornais locais que os ônibus sem motoristas podem servir facilmente de apoio para cidadãos que precisam de transporte especial, como idosos, pessoas com dificuldade de locomoção, mulheres grávidas e crianças.

Os distritos escolhidos possuem um grande número de trabalhadores de indústrias que lidam com tecnologia. A faixa etária atual é mais jovem e o ministro espera que isso contribua para o uso da novidade. As autoridades ainda apostam que os sensores e os dados recolhidos nos veículos autônomos ajudem o governo a planejar melhor como deve ser o crescimento das grandes cidades do país.

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Cinco truques para controlar a oleosidade da pele nos dias quentes

Lidar com a oleosidade da pele em outras épocas do ano já é difícil, mas durante o verão – que este ano promete vir bem intenso – essa tarefa é ainda mais árdua. “O calor faz com que as glândulas responsáveis por produzir a transpiração entrem em produção excessiva para manter o corpo numa temperatura mais baixa. Consequentemente, as glândulas que produzem oleosidade e sebo também aumentam com o calor, deixando a pele com aspecto de grude. Por ser composto de impurezas, óleos e sais, o suor, aliado ao sebo produzido pela pele, entope os poros com resíduos, podendo causar espinhas e cravo”, explica Thaís Carvalho, fisioterapeuta dermato-funcional da Onodera Estética. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com isso, separamos cinco truques para cuidar da pele no calor e deixá-la livre da oleosidade durante toda a temporada. Acompanhe:

Escolha o protetor solar correto – Além do fator de proteção, é necessário atentar-se a textura indicada para cada tipo de pele. Pessoas com pele oleosa devem optar por protetores leves para controlar a oleosidade da pele, neste caso, é indicado o uso de produtos em gel, oil-free ou gel-creme.

Mantenha a pele hidratada – Engana-se quem pensa que a pele oleosa não precisa de hidratação. A aplicação deve ser diária, ao acordar e antes de dormir. Contudo, a atenção na hora da escolha do produto deve ser ainda maior. “Durante a noite, as glândulas sebáceas começam a produzir o sebo. O resultado é a superprodução de oleosidade e entupimento dos poros, deixando-os dilatados. Dê preferência a hidratantes oil-free, com ácido salicílico e glicólico na composição. Geralmente, esses produtos têm absorção rápida e deixam a textura leve”, destaca Thaís.

Tenha uma alimentação saudável – Boa parte da oleosidade da sua pele vem diretamente de dentro. Por isso, uma das partes mais importantes desse processo é evitar alimentos gordurosos, como frituras ou produtos industrializados, e apostar em alimentos ricos em vitamina C, que ajudarão nas inflamações e no controle da oleosidade excessiva.Além disso, é importante ingerir, no mínimo, dois litros de água por dia para garantir a eliminação de toxinas que podem causar inflamações.

Não exagere na maquiagem – Alguns produtor podem obstruir os poros. Para isso, escolha produtos com silicone na formula, que age como um filme protetor na pele sem penetrar e obstruir os poros.

Faça procedimentos específicos – “Para remover impurezas da pele e promover a limpeza dos poros, indicamos a LIMPEZA DE PELE, onde é feita uma limpeza manual com vapor e ionização (opcional), evitando ressecamento ou a oleosidade excessiva. Com apenas uma sessão, a cliente pode optar pela limpeza simples, com 1h de duração, ou com hidratação, que dura 1h30”, finaliza a profissional.

 

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