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Tecnologia a serviço da melhor experiência do consumidor

* Por Marcello Miguel

O universo corporativo continuará sendo totalmente influenciado pela revolução tecnológica que estamos presenciando nos últimos anos. Imagine que, até 2020, teremos no mundo 20 bilhões de coisas conectadas, incluindo pessoas, dispositivos móveis, máquinas e sistemas em total conexão, enviando e recebendo dados constantemente. Com acesso a todo tipo de informação e conectados a fornecedores globais, os consumidores passarão a ser cada vez mais exigentes, demandando uma atenção especial por parte das empresas, para que atendam suas demandas e desejos.

Proporcionar a melhor experiência para o cliente tornou-se o grande desafio das organizações. No entanto, apesar de muitas empresas afirmarem que investirão cada vez mais em estratégias para conquistar e fidelizar clientes – iniciativa que inclui reavaliar produtos, canais de venda e modelo operacional, por exemplo -, poucas são aquelas que já possuem um plano de ação assertivo.

Ainda assim, é possível notar um aumento na busca por soluções de TI que ajudem a lidar com esse novo cenário. O uso de novas tecnologias, como Internet das Coisas, Big Data e Analytics, já está direcionando as operações comerciais das empresas. Pesquisas apontam que 45% das organizações investirão no desenvolvimento de novos projetos de análise de dados até o final de 2017. Muitas das empresas também buscarão soluções em Nuvem para suportar a demanda gigante de dados. Essas mudanças fazem com que a TI ganhe mais e mais espaço dentro das organizações, assumindo um papel estratégico no negócio ao lado das áreas de inteligência de mercado e marketing.

O trabalho conjunto entre os setores de marketing e TI se torna uma saída inteligente para que as empresas ganhem vantagem competitiva neste novo mundo em que atender aos anseios do cliente é mais imperativo do que nunca. Os dados obtidos por meio das novas tecnologias precisam da inteligência e criatividade do departamento de marketing para serem traduzidos em experiências reais, com o desenvolvimento de novos produtos e serviços. Antecipar vontades e tendências de compra faz com que as organizações saiam muito à frente daquelas que apenas reagem às novas demandas que surgem. Ao mesmo tempo, ofertas customizadas garantem um retorno financeiro maior, já que as empresas não investem em mercados ou segmentos em que os dados indicam baixa possibilidade de penetração, economizando tempo e recursos. Essa análise completa do mercado apenas é possível com o auxílio da tecnologia e da inteligência analítica.

Com uma visão completa do comportamento do seu consumidor, é possível antecipar vontades, oferecer produtos e serviços customizados e se comunicar com o público de forma eficiente, em todos os canais de interesse, especialmente no digital. Conhecer minuciosamente o cliente é fundamental para colocar em prática um plano estratégico que resulte na melhor experiência de uso de produtos e serviços.

Apesar de a maioria das empresas afirmar que conhece profundamente os seus clientes, poucas investem em novas plataformas de negócio de acordo com o perfil de seus consumidores. É preciso compreender que os clientes são um ativo e que devem ser tratados como tal.

Construir e fidelizar um bom relacionamento com os usuários não é tarefa fácil e nem de curto prazo. Estudos como a trajetória de compra do cliente podem gerar valiosas informações sobre seu público, explorando aspectos como itens pesquisados durante a compra, tempo médio gasto e forma de pagamento. Dados como esses são essenciais para que a empresa decida como e quanto investir no relacionamento com determinado cliente. Mas chegar a essa conclusão leva tempo e exige investimentos.

Avanço exponencial
Se a inovação tecnológica permite enxergar um novo perfil de usuário do seu produto ou serviço, você precisa saber o quanto antes qual é a melhor forma de atendê-lo. E isso só é possível com o auxílio da própria tecnologia. As organizações que já vislumbraram tal perspectiva projetam um avanço econômico exponencial. Por outro lado, as empresas que não têm projetos envolvendo novas soluções correm o risco de registrar um crescimento limitado já a partir de 2018.

Para explorar todo o impacto que a inovação pode trazer ao seu negócio, é essencial estudar como as novas tecnologias estão sendo usadas no mercado para melhorar a experiência dos clientes. Elabore um plano estratégico que leve em conta a ampla conectividade dos clientes e o acesso a informações que eles possuem, inclusive dos seus concorrentes. Faça as contas e determine o impacto financeiro de ser uma empresa vanguardista, que antecipa vontades e oferece produtos e serviços customizados, ou de ser aquela que apenas reage ao mercado. Tradição é sinônimo de experiência e reconhecimento, mas é preciso sempre reinventar-se. A era da hiperconectividade não permite a inércia. Aproveite essa onda gigante de inovações e use a tecnologia a favor da sua empresa.

* diretor executivo de Marketing e Negócios da Embratel

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Um novo mundo: a evolução do visual nos novos jogos online 

*Por Alexandre Ziebert

Populares entre os jogadores de PC no Brasil, os jogos online como MMOs, FPS e MOBA são tipicamente conhecidos desde a sua essência como títulos “grátis para jogar” (free-to-play) e precisavam atingir o maior público possível para se manter com microtransações. Por esse motivo, esses títulos não possuem gráficos com efeitos visuais muito pesados, pois facilita que o game rode em qualquer máquina mais modesta. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Essa tendência, porém, está ganhando novos rumos nos últimos tempos. Hoje os gamers demandam gráficos cada vez mais bonitos e realistas. E da mesma forma que esses gráficos precisam de sistemas mais potentes, pondo em cheque a proposta de grande alcance do modelo free-to-play, outros modelos de negócio surgem.

No caso de Overwatch, por exemplo, a fórmula tradicional de cobrar “preço cheio” caiu no gosto do público graças à mecânica divertida, personagens cativantes e bom suporte da Blizzard, fazendo com que as pessoas adquiram o jogo mesmo diante de outras opções de FPS online gratuitos.

Para jogar o MMORPG Black Desert, o jogador paga um pacote que custa pouco mais de R$ 30 e joga à vontade. Nada mal para um jogo considerado um dos mais bonitos do gênero. Ambos casos contam com conteúdo adicional adquirido através de “loot boxes” ou moeda virtual (que custa dinheiro de verdade), mas o investimento inicial já garante acesso ao jogo completo.

Outra tendência são os jogos “em desenvolvimento”, disponibilizados no modelo de acesso antecipado (early access). Produzir um grande jogo demanda muito tempo e dinheiro, e, normalmente, os estúdios independentes não têm nenhum dos dois. Entretanto, os indies muitas vezes tomam riscos que os grandes estúdios não estão dispostos a tomar e demonstram extrema criatividade para elaborar novos tipos/gêneros de jogo. A exemplo do fenômeno  PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG).

PUBG já está à venda com o jogo ainda em desenvolvimento, assim os gamers não precisam esperar até que o game esteja “pronto” para poder jogar. E essa injeção de dinheiro é o que permite que o estúdio desenvolva, conclua e continue dando suporte ao game. Afinal, um jogo online, mesmo depois de “lançado” não pode parar seu desenvolvimento. Por mais polido que esteja, sempre serão necessários ajustes de balanceamento e mais conteúdo.

Vale lembrar, nada disso tem a ver com o investimento no visual de cada game. Sendo assim…

 …como esses jogos online atuais conseguem ser tão bonitos?

Para responder isso, precisamos falar sobre a otimização desses games. Antigamente, para criar um jogo, ainda mais um título baseado em um conceito inédito, os desenvolvedores teriam que criar também um “engine” novo para tal empreendimento. Algo que, na melhor das hipóteses, é muito caro e demorado, ou, na pior, simplesmente inviável para um estúdio de pequeno porte.

Hoje em dia temos engines de altíssima qualidade que, de fato, são os mesmos utilizados por estúdios de altíssima competência. Você já deve ter ouvido falar do Unreal Engine, do Unity ou do CryEngine. Todos esses têm em comum o pedigree para servir como base para jogos AAA, de excelente qualidade, feitos por grandes estúdios, com orçamentos milionários, e, ao mesmo tempo, são extremamente acessíveis para desenvolvedores independentes. Tanto em termos monetários, afinal não é necessário desembolsar nem R$ 1 para começar a criar seus jogos, é só baixar um “SDK” (kit de desenvolvimento) gratuitamente, quanto em capacitação, afinal há cursos, tutoriais, exemplos e documentação livremente acessíveis.

E se você duvida do potencial desses engines, bastam alguns exemplos. Sabe o Hearthstone, aquele “joguinho” de cartas da Blizzard? É feito com Unity. A poderosa Nintendo está criando os seus próprios games para o Switch, como o novo jogo do Yoshi, usando o Unreal Engine 4. E o “Cry” do Crysis dá uma pista sobre qual é o engine utilizado.

O grande benefício para qualquer desenvolvedor, não só os independentes, é que esses engines já dão uma base extremamente sólida para construir um jogo. Sistemas de iluminação, física, entre outros, já estão prontos e são de excelente qualidade.

Isso acelera muito o processo de criação dos jogos. Além disso, são bastante flexíveis, o que permite seu uso para os mais variados tipos de jogos, mesmo os que ainda não existem.

E aqui vemos também o resultado de tantos anos de trabalho dos grandes fabricantes, como a NVIDIA, junto aos desenvolvedores desses engines. Sucessos de público como a febre do momento: PlayerUnknown’s Battlegrounds, apesar das dificuldades de ainda estar em desenvolvimento, rodam melhor com GeForce.

Mesmo jogos baseados em engines criados desde o zero para um propósito específico, veem um melhor desempenho com GeForce. Um bom exemplo é o ARMA 3, conhecido por depender do desempenho de um único núcleo, mesmo que seu processador tenha vários, para simular seu mundo aberto incrivelmente realista. Obtém melhor desempenho com NVIDIA graças a melhor divisão de trabalho entre vários núcleos feita pelo driver.

Essa facilidade e flexibilidade que os indies têm – ao poder se utilizar da mesma ferramenta disponível pelos grandes estúdios – faz com que os games independentes atinjam visuais tão belos quanto os games AAA com maior hype do momento. Ok, há um preço que se paga para que o jogador receba esse benefício, como o fim da oferta de jogos online grátis, como aconteceu com Black Desert Online ou a experiência de se experimentar um projeto em desenvolvimento, como o caso de Battlegrounds, mas para quem ama games, o acesso a jogos inovadores e de quebra com gráficos mais poderosos é um investimento que sempre vale a pena. Ainda mais para quem é PC gamer.

*Alexandre Ziebert, gerente de marketing técnico da NVIDIA para a América Latina

 

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Investimentos em Tech e Mkt aumentarão por sobrevivência em 2018

A consultoria Forrester divulgou suas previsões para 2018 e uma das principais mostra um momento de ruptura para as empresas que trabalham de forma tradicional. O investimento dessas companhias em marketing deverá ter um crescimento de dois dígitos no ano que vem, impulsionado por uma busca de sobrevivência em um mercado que pede cada vez mais que as marcas entendam a experiência do cliente.

Se elas não fizerem esse investimento, ou fizerem de forma errada, empresas nativas digitais como Google, Amazon, Uber, Facebook e apps diversos continuarão a ser a interface preferida para a experiência emocional que os consumidores desejam.

O cenário de 2018 é um ambiente de negócios no qual o CMO (chief marketing officer) conbinará “inteligência tecnológica, mentalidade orientada para a percepção e empatia emocional profunda com seus consumidores”. Serão esses executivos que transformarão as marcas em plataformas, que é a demanda atual da maioria das companhias atualmente.

O CMO ainda pode ter papel dobrado já a partir do próximo ano. A Forrester diz que esse executivo poderá acumular o papel do diretor de crescimento. Esse cargo é recente nas estruturas de algumas empresas e suas funções, nessa época de transformação digital, depende de uma boa mistura de marketing e tecnologia para impulsionar o negócio.

O documento Predictions 2018: The CMO Bar Rises With More Pressure For Growth foi divulgado na última segunda-feira, 6 de novembro.

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Unisys quer mais segurança na nuvem híbrida com novo Stealth

A Unisys Corporation anunciou uma nova versão de seu software de segurança por microssegmentação Unisys Stealth, que protege dados de negócios em ambientes de nuvem híbrida em qualquer momento e em qualquer lugar – estando eles em uma nuvem pública ou privada, data center, notebook ou outro dispositivo portátil.

A versão mais recente do Stealth, que já está disponível, navega por entre nuvens públicas e privadas para garantir proteção definida por software por toda a empresa. O portfólio de segurança Stealth, que inclui Stealth(identity) para gestão de acesso por identidade baseada em biometria, oferece proteção adaptável por meio da aplicação da tecnologia de microssegmentação, garantindo a segurança de usuários, dados, aplicações e sistemas contra ameaças cibernéticas. Por meio da criação de comunidades de interesse seguras, usuários autorizados podem fazer parte de segmentos habilitados pelo Stealth, camuflados contra invasores externos e protegidos contra ameaças internas.

Proteção
A nova versão do Stealth também introduz a proteção adaptável com a capacidade de isolar usuários ao primeiro sinal de comprometimento. Por meio da interoperabilidade com o parceiro LogRhythm da Unisys, as operações de segurança podem agora tomar medidas imediatas para reagir a incidentes de segurança, interrompendo os ataques em andamento.

“O lançamento do Stealth de hoje proporciona aos clientes a capacidade crucial de proteger e reagir a ataques a ativos em nuvens híbridas e redes públicas”, explica Tarek El-Sadany, vice-presidente sênior e diretor de Tecnologia da Unisys.

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Corrupção é eleita a #PalavraDoAno2017

O ano de 2017 pode ser resumido em uma palavra: CORRUPÇÃO. Essa é a opinião de 37% dos brasileiros ouvidos pela CAUSE, consultoria especializada na identificação e gestão de causas, em parceria com o Instituto Ideia Big Data. Duas mil pessoas escolheram a palavra do ano entre cinco finalistas: corrupção (37%), vergonha (26%), crise (18%), tenso (10%), mudança (9%). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Ancorado na série de denúncias e investigações que deram a tom da crise política dos últimos meses, o brasileiro encontrou na palavra ‘corrupção’ o resumo do ano”, afirma Leandro Machado, sócio da CAUSE. Para chegar à #PalavraDoAno2017, a CAUSE e o Instituto Ideia Big Data separaram a pesquisa em duas etapas. Na primeira fase, cerca de 9.000 brasileiros citaram mais de 1.000 palavras diferentes, de forma espontânea.

A partir da análise das 40 palavras mais citadas, cinco especialistas das áreas de comunicação, antropologia, ciência política e marketing elencaram os termos finalistas, que seguiram para uma nova rodada de voto popular. As votações aconteceram pelo aplicativo PiniOn, desenvolvido pelo Instituto Ideia Big Data e que possui mais de 680.000 usuários inscritos.

“A escolha da ‘corrupção’ como Palavra do Ano reflete um sentimento de descrença que marca o espírito da nossa época”, explica Rodolfo Guttilla, sócio da CAUSE.

Participantes da etapa de consolidação das cinco finalistas que foram a voto popular, o escritor Jorge Caldeira e o jornalista Ricardo Arnt acreditam que esse tipo de pesquisa ajuda a apontar o saldo da percepção dos brasileiros em relação ao ano. Para o escritor e cientista político Jorge Caldeira, as palavras finalistas revelam um viés crítico da sociedade atual. “Estamos diante de uma situação que o brasileiro quer superar”, analisa Caldeira. Já Ricardo Arnt, “participar desta escolha das palavras finalistas é um grande privilégio, pois antecipamos um balanço do ano e avaliamos o sentimento do brasileiro com relação aos acontecimentos do país ao longo de 2017”.

A #PalavradoAno é uma tradição ocidental desde a década de 1970, quando a Society of German Language passou a selecionar o vocábulo que melhor resume o espírito da época.  A partir de então, a ideia se espalhou pelo mundo, com processos de seleção distintos entre si.  Nos Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, o dicionário Oxford é uma das instituições que escolhe a palavra do ano.

RESUMO DAS ETAPAS

1ª Etapa: Pesquisa de opinião aberta com 9.208 mil respondentes 

Resultado: Lista com 40 palavras que mais apareceram espontaneamente na primeira consulta popular.

2ª Etapa: Seleção de finalistas com grupo de pensadores brasileiros – avaliação das palavras com maior aderência

Resultado: Agrupamento e definição das 5 palavras finalistas.

3ª Etapa: Pesquisa de opinião (fechada) para seleção da palavra do ano

Resultado: A palavra do ano, com 37% dos votos, é Corrupção.

Especialistas:

Jorge Caldeira
Doutor em ciência política e mestre em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Foi editor da “Ilustrada” e da “Revista da Folha”, editor de economia da revista IstoÉ e editor-executivo da revista Exame. É autor de, entre outros livros, de: Mauá: empresário do Império, O banqueiro do sertão e Júlio Mesquita e seu tempo.

Ricardo Arnt
Jornalista e escritor. Foi colunista da revista Isto É, editor da Exame, da Superinteressante, da Folha de S. Paulo, do Jornal do Brasil, do Jornal Nacional (TV Globo) e diretor da TV Bandeirantes e da Planeta. Foi Gerente de Comunicação da Presidência da Natura e fundador do Instituto Socioambiental. Recebeu um Prêmio Esso de Jornalismo, o Maria Moors Cabot Award e o Prêmio CitiBank para Jornalismo Econômico. É autor de 10 livros, entre os quais O Que os Economistas Pensam sobre Sustentabilidade (Trinta e Quatro, 2010); Jânio Quadros: O Prometeu de Vila Maria (Ediouro, 2004) e O que é Política Nuclear (Brasiliense, 1983).

Leandro Machado
Bacharel em Ciência Política pela Universidade de Brasília, com cursos de especialização em Comunicação Internacional pela Syracuse University/ABERJE e em gerenciamento político pela George Washington University, atuou por mais de quinze anos em grandes empresas, nas áreas de relações governamentais, lobby, advocacy, gerenciamento de crises e comunicação corporativa. Leandro Machado é um dos fundadores da Union For Ethical Biotrade, sediada em Genebra, e um dos idealizadores, fundadores e membro do conselho diretor da RAPS – Rede de Ação Política pela Sustentabilidade, uma organização da sociedade civil, apartidária, que tem o objetivo de identificar, atrair, treinar e monitorar os melhores talentos da política brasileira. Em 2015, foi eleito pelo World Economic Forum como Jovem Líder Global (Young Global Leader). Em 2016, Leandro Machado cofundou o Movimento Agora!, com o intuito de renovar a política brasileira a partir da sociedade.

Francine Lemos
Graduada em Administração Pública pela Escola de Administração de Empresas, Fundação Getúlio Vargas, com pós-graduação em Marketing Estratégico e Branding pela New York University. Ainda no período acadêmico, atuou como monitora no Programa Gestão Pública e Cidadania, iniciativa da FGV, BNDES e Fundação Ford, avaliando inovações em políticas públicas municipais, estaduais e de povos indígenas. Possui experiência de mais de 15 anos em diversas áreas relacionadas ao desenvolvimento de negócios, marca e cultura organizacional. Começou sua carreira no Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social Privado (IDIS), atuando na identificação de causas e a formação de institutos e fundações empresariais. Na Itelogy, consultoria de gestão e estratégia, coordenou projetos de estratégia de negócios. Em 2006, ingressou na Natura, empresa líder brasileira no setor de cosméticos e venda direta, para compor o time de novos negócios internacionais. Em Nova Iorque, foi responsável pela governança das novas operações internacionais da empresa e, em Paris, liderou as áreas de Planejamento Estratégico, Sustentabilidade e Recursos Humanos. De volta ao Brasil, em 2011, participou de projetos de cultura e desenho organizacional. A partir de 2012, se juntou `a diretoria de Comunicação e Marca, sendo responsável pela implementação do Sistema de Gestão da Marca Natura, gerenciando os processos de planejamento, gestão da arquitetura da marca e submarcas, gestão da identidade e capacitações para a marca. Se juntou à CAUSE recentemente como Diretora de projetos, sendo responsável pelo planejamento e coordenação da equipe de projetos.

Rodolfo Guttilla
Rodolfo Guttilla atua nos campos da comunicação organizacional e issues advocacy há mais de trinta anos. Nesse período, tem se dedicado a conceber e implementar estratégias de comunicação e relações públicas, e promover causas de interesse público, principalmente em empresas de bens de consumo e agências de consultoria estratégica. Foi Diretor de Assuntos Corporativos e Relações Governamentais da Natura, onde permaneceu por treze anos. Anteriormente, coordenou estratégias de comunicação e relações públicas da Whirlpool Corporation, também na América Latina. Presidiu e participou de Conselhos de associações de classe e Organizações Não Governamentais (ONGs), no Brasil e no exterior. Atualmente, preside o Conselho do Capítulo Nacional da Global Reporting Initiative no Brasil, e participa de conselhos editorias de publicações científicas e de interesse geral, relacionadas aos temas de inovação e sustentabilidade. Comunicador Social com especialização em jornalismo, e Cientista Social, Rodolfo é Mestre em Antropologia, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUCSP. Especializou-se em Marketing, pela Northwestern University, Kellogg Institute e Fundação Dom Cabral. Poeta e escritor, suas obras foram publicadas pelas editoras “Companhia das Letras”, “Global”, “Massao Ohno”, “Lazuli/Companhia Editora Nacional” e “Landy Editora”, entre outras. Por fim, colabora com cadernos de Cultura e publicações segmentadas, de circulação nacional. Em agosto de 2013, fundou a CAUSE, primeira agência de defesa de interesses públicos do Brasil.

 

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Controle Dual Shock Fighter chega ao mercado para atender público que procura conforto e boa relação custo-beneficio

Para atender aos gamers que buscam um controle com excelente resposta aos comandos, e ao mesmo tempo preço acessível, a Dazz lança no mercado o Controle Dual Shock Fighter USB para PC e PS3. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A novidade, que chega às lojas no início de novembro, garante mais adrenalina durante as partidas ao contar com 13 botões de ação e 2 joysticks/D-pad, botões de disparo sensíveis à pressão (função exclusiva para o PS3), além de indicadores de comando e botão Home.

Outros atrativos são o cabo longo, com três metros de comprimento, para maior liberdade de movimentos; o controlador X-Input/ Direct Input para suporte completo de jogos; e o revestimento em borracha que proporciona mais conforto durante o manuseio e perfeita aderência.

O preço sugerido do Controle Dual Shock Fighter USB é deR$ 79,90 (valor médio para o consumidor e válido até o final de 2017).

Para mais informações, consulte o site do fabricante.

 

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Invasão de CPU para garimpar moedas digitais está aumentando

Uma prática sem qualquer ética que começou aos poucos na internet está se alastrando. Computadores e smartphones de usuários desavisados estão virando escravos mineradores de criptomoedas para empresas e hackers. Um pesquisador independente de segurança descobriu mais 2.500 locais que fazem isso, mostrando que esse fenômeno – que foi destaque no VOIT na semana passada – não está dando trégua.

É algo difícil do usuário perceber. Sites, apps e downloads trazem um código que transforma o computador, tablet ou smartphone em uma máquina de produzir bitcoins ou outra moeda digital. Essas criptomoedas são possíveis de serem criadas assim. Existem verdadeiras fábricas com centenas de CPUs ligadas em série e que só funcionam para esse fim. É um processo caro. A estrutura tem custo alto e ainda consome kilowatts de energia e força ao máximo processadores e memórias.

Para não ter esse custo e desgaste, hackers e empresas sem qualquer ética estão utilizando a prática do cryptojacking, que faz com que estranhos usem a máquina do usuário para garimpar criptomoedas.

Willem de Groot, um pesquisador de segurança independente, investigou 2.496 sites que estão servindo de disseminadores de cryptojacking. Os sites estão com softwares desatualizados e isso faz as vulnerabilidades de segurança conhecidas serem exploradas por terceiros. O código malicioso é adicionado e basta o visitante acessar para ter o dispositivo contaminado.

Cerca de 80% desses sites, acrescentou, também contêm outros tipos de malware que podem roubar os detalhes do cartão de pagamento dos visitantes.

 

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Como os CIOs devem se preparar para a transformação digital

* Por Fernando Velázquez

A rápida adoção da tecnologia digital está mudando o mundo como o conhecemos. As empresas que nasceram com um DNA digital estão dominando o mercado. Há dez anos, a lista de corporações mais valiosas era dominada por empresas petrolíferas e conglomerados multinacionais. Hoje, empresas como Google, Facebook e Amazon lideram as manchetes.

Chegou a hora das empresas se reorientarem para uma estratégia de transformação digital. A tecnologia alterou o papel das empresas e a maneira com a qual elas fazem negócios, ou seja, os CIOs devem ser capazes de ajudar suas empresas a compreenderem como as inovações que a transformação digital trará para os negócios podem criar oportunidades de crescimento. Para tanto, os CIOs primeiro precisam se reinventar.

A nova realidade digital
Reinventar a Tecnologia da Informação (TI) para suportar a transformação digital requer grandes mudanças, o que levará alguns anos para ser concluído. Felizmente, os CIOs podem instruir suas empresas a adotarem uma abordagem que forneça resultados rápidos, ao mesmo tempo em que redefinem a TI para o longo prazo. Esta abordagem requer uma nova, rápida e ágil TI para trabalhar ao lado da TI antiga. As transformações bem-sucedidas evitarão rupturas entre funções de TI de alta velocidade e antigas e serão conduzidas pelo CEO e pelos líderes empresariais que as tratarão como as prioridades principais e não apenas como “outro projeto de TI”.

Mudança adiante
A transformação digital mudará as exigências de TI de três principais maneiras: a tecnologia cada vez mais sofisticada precisará melhorar as operações e as interações das empresas com consumidores e clientes. Os exemplos incluem o sistema de recomendação da Netflix e o sistema proprietário de buscas e caching do Booking.com. Anteriormente, a eficiência era o indicador de desempenho mais importante da TI. Agora, tudo importa: tempo para o lançamento no mercado, confiabilidade, segurança e, especialmente, escalabilidade. A incapacidade de ampliar rapidamente dificulta o atendimento às novas demandas da empresa.

A gerência insistirá em um engajamento e supervisão de negócios muito maiores dos departamentos de TI. Afinal, o valor da digitalização da TI será muito maior do que antes: até 40% da receita, 20% dos custos e, às vezes, a própria sobrevivência do negócio.

Preparação para a mudança
Durante as mudanças tecnológicas anteriores, como de mainframes para minicomputadores e, em seguida, para clientes/servidores, as organizações especializadas em TI precisaram decidir entre a tecnologia e os negócios para fornecer e suportar soluções. Hoje, os ‘millennials’ são muito mais tecnológicos, já que cresceram entre computadores. A combinação de usuários experientes em tecnologia com ofertas de tudo como serviço (XaaS) agora permite que as empresas adquiram e forneçam soluções habilitadas para a tecnologia sem o envolvimento da equipe técnica de TI. Os gerentes de negócios também possuem maiores expectativas como resultado de suas próprias experiências com tecnologias pessoais. Eles buscam o mesmo tipo de experiência no trabalho, esperam conseguir ajuda imediata ao realizar um chat em tempo real com um especialista em suporte ao cliente e compartilham suas experiências – boas e más – na mídia social. Por isso, as empresas digitais estão prontas para colocar o cliente em primeiro lugar a qualquer hora e em qualquer lugar, com base nas expectativas do cliente.

O que está errado com a TI tradicional?
As operações de TI antigas geralmente não possuem a agilidade, a flexibilidade e a velocidade necessárias para oferecer soluções de alta qualidade a fim de suportar a transformação digital. Uma pesquisa recente da KPMG, que entrevistou mais de 600 líderes de TI, descobriu que problemas nos sistemas são o principal motivo para a falta de inovação em TI, com 66% dos entrevistados citando ambiente ou estrutura, processos e padrões como as principais causas. A transformação digital requer novas habilidades, mas a experiência do usuário, design, segurança, mobilidade, nuvem e outras habilidades estão em falta. Além disso, certos novos papéis, como corretores de soluções, gerentes de produtos e gerentes de serviços, exigem habilidades que podem não existir nas atuais organizações de TI.

A transformação digital demanda novas capacidades de TI, como uma infraestrutura escalável e baseada na nuvem. A TI tradicional é usada principalmente para manter sistemas de registro: aplicações estáveis, confiáveis e orientadas a transações que operam no núcleo do negócio. No novo mundo digital, o foco está em sistemas voltados para clientes e funcionários, nos quais a experiência do usuário é de grande importância e os novos lançamentos tendem a ser medidos em semanas, até dias. Esses sistemas são resultado de uma estreita colaboração entre TI e usuários e fruto de ciclos iterativos e rápidos de desenvolvimento.

Criando novos ambientes de TI
Os CIOs precisam criar ou atualizar funções de P&D para fornecerem um ambiente onde a TI, os usuários empresariais e os clientes externos possam explorar e refinar novas soluções digitais. De acordo com a pesquisa da KPMG, 34% das organizações possuem uma função de P&D dentro do departamento de TI ou TI e negócios.

Um dos desafios dos CIOs é que os projetos para resolver problemas de back-office antigos recebem prioridade sobre os avanços na estratégia digital. Isso dificulta a “disseminação” do valor comercial da TI. Como resultado, alguns CIOs escolhem um braço direito para gerenciar os problemas operacionais.

O futuro com a transformação digital
O efeito positivo da transformação digital para as operadoras deve ser a capacidade de produzir mais fluxos de receita. As empresas podem esperar um crescimento mais lucrativo e sustentado nos principais mercados verticais, como cidades inteligentes, energia e finanças. O sucesso das empresas orientadas ao consumidor exigirá um investimento contínuo em Inteligência Artificial (AI), interfaces homem-máquina, Big Data e outras tecnologias de ponta a fim de acompanhar o ritmo da demanda dos clientes por dispositivos mais inteligentes.

* CIO e Marketing da América Latina, do Carrier Business Group da Huawei

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Funcionários do Facebook verão muita nudez para criar algoritmo

A rede social Facebook anunciou na semana passada que estava em fase final de criação de um projeto para evitar a chamada revenge porn. O termo, que traduzido seria pornografia vingativa, define o vazamento de fotos ou vídeos íntimos de sexo como forma de chantagear uma pessoa, destruir sua reputação, etc. Mas o algoritmo que cuidará disso nãos erá criado do zero. Algumas dezenas de funcionários da empresa passarão dias, talvez semanas, vendo fotos de nudez de usuários e anotando padrões que servirão para a criação da tecnologia.

O projeto começou a ganhar definições quando o Facebook fez uma parceria com o sistema e-Safety, da Austrália, uma associação de vários setores da sociedade para a privacidade digital e combate à revenge porn.

A tecnologia será complexa e o conhecimento humano será essencial para a criação do algoritmo. Uma pessoa que tenha feito foto ou vídeo íntimo para enviar a seu parceiro ou parceira e, por algum motivo não quer que esse material exista mais – ao menos sendo distribuído por estranhos no Facebook – acionará a e-Safety. Essa, por sua vez, enviará a descrição do que está no conteúdo íntimo para a rede social. O algoritmo ficará encarregado de achar a foto ou vídeo e deletá-lo.

O material também será apagado das redes de comunicação que o Facebook tem, como Instagram e Messenger.

Padrão humano
O olho humano será a base de todo o projeto. Um porta-voz do Facebook disse ao site Daily Beast que, a utilização de funcionários evitará erros no algoritmo. Um usuário mal intencionado poderia usar a tecnologia para deletar imagens das quais não gosta ou acha “pouca vergonha” e não são exatamente revenge porn.

Para que tudo comece a funcionar, o Facebook fez um pedido inusitado aos usuários da rede na Austrália. A empresa pediu que eles colaborassem com fotos de nudez sendo divulgadas na rede social. É claro que, como um processo de criação do algoritmo, o conteúdo não seria visto pelo mundo inteiro – o Facebook tem 2 bilhões de usuários. Somente alguém treinado na sede da empresa poria os olhos na intimidade do usuário.

“É absolutamente necessário que as imagens sejam revisadas por uma pessoa quando introduzidas no conjunto de dados verificado, caso contrário, seria trivial que alguém abuse desse processo para censurar as imagens”, Nicholas Weaver, pesquisador sênior do Instituto Internacional de Ciências da Computação em Berkeley, Califórnia, disse à The Daily Beast.

É também uma prática que foi utilizada em outros lugares. De acordo com o Daily Beast, existe um banco de dados semelhante de material de abuso infantil, e todas essas imagens foram vistas por seres humanos em algum momento.

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Mickey Mouse fará turnê para comemorar seus 89 anos

Nas vésperas de seu aniversário, Mickey Mouse surpreenderá alguns de seus fãs em oito lugares do mundo: antes do grande dia (18 de novembro), a maior estrela da Disney viajará para o Chile, Canadá, Japão, China, Inglaterra e pelos Estados Unidos. Esses momentos serão capturados e compartilhados nos canais de televisão da Disney e em suas redes sociais, onde os fãs poderão curtir novos conteúdos durante todo o mês de novembro. Além disso, Mickey Mouse irá visitar os estúdios do “Good Morning America” em Nova York no próximo dia 15 de novembro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os canais da Disney na América Latina, por sua vez, se juntarão às comemorações com suas programações especiais: no Disney Junior, a festa começa no sábado às 11h com filmes, episódios temáticos das séries A Casa do Mickey Mouse e Mickey: Aventuras sobre Rodas. O Disney Channel vai estrear na América Latina e no mundo uma maratona de curtas protagonizados pelo camundongo, entre eles, um novo especial dedicado a seu aniversário, em que a Minnie Mouse perde notas da música e necessita recuperá-las para salvar a comemoração.

Adicionalmente, outros sites da Disney irão publicar vídeos, imagens, histórias, receitas e artigos relacionados com o Mickey Mouse antes e durante o aniversário. Os fãs são convidados para interagir com os conteúdos nas redes sociais com a hashtag #FelizNiverMickey. 

Nos parques temáticos Disneyland e Walt Disney World Resorts, assim como nas lojas Disney nos Estados Unidos, terão comemorações especiais: em Disneyland, em Anaheim, acontecerá um desfile especial com alguns dos amigos do Mickey e a banda de Disneyland; e, em Magic Kingdom, em Orlando, os personagens e intérpretes vão dançar uma música especial tematizada para o aniversário durante o desfile Move It! Shake It! Dance & Play It! Além disso, serão distribuídos broches do aniversariante e haverá produtos comemorativos, doces e “photo opportunities” em ambos os parques. As comemorações também irão abranger todos os parques temáticos internacionais da Disney, incluindo Disneyland Paris, Hong Kong Disneyland, Tóquio  Disney Resort e Shanghai Disney Resort.

O aniversário do Mickey é comemorado em homenagem ao lançamento de seu primeiro filme, Steamboat Willie, em 18 de novembro de 1928, no Teatro Colony, em Nova York. Desde então, ele protagonizou mais de 100 animações e atualmente pode ser visto no Disney Channel, na série de desenhos animados Mickey Mouse e no Disney Junior, em Mickey: Aventuras sobre Rodas.

 

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Internet das coisas está deixando executivos com alta ansiedade

Cada dia mais presente e ainda com grande potencial transformador, a internet das coisas (IoT) está trazendo um problema colateral para as empresas. Executivos estão sofrendo de ansiedade ao verem as vulnerabilidades dos dispositivos IoT e ao notarem que a ramificação dos negócios pode não ter mais fronteiras.

Um total de 54% dos executivos entrevistados numa pesquisa da consultoria Forrester e encomendada pela empresa de soluções IoT ForeScout, relataram essas preocupações de segurança e do impacto no negócio. Os funcionários LoB (Line of Business – que estão na linha de frente com os clientes) demonstraram mais preocupação (58%), e o staff de TI não fica muito longe com 51%.

A pesquisa alerta para os níveis de ansiedade estão ficando elevados. A internet das coisas é sem dúvida transformadora, mas ela também abre um novo leque imenso de falhas de segurança que podem afetar operações comerciais críticas. E isso pode ficar ainda mais complicado porque ninguém tem muita ideia de até onde um negócio pode se estender se adotar com sucesso a IoT.

Não só a ansiedade está crescendo como a falta de parâmetros de gestão se mostra cada vez mais complexa. A maioria das empresas pesquisadas (82%) luta para identificar todos os seus dispositivos conectados à rede. E quando perguntadas sobre quem é o principal responsável pela garantia de funcionamento da IoT, os líderes de TI e LoB não tiveram uma resposta clara sobre isso.

Conscientização
“Os resultados da pesquisa demonstram uma mudança dinâmica na forma como as organizações pensando os riscos inerentes à IoT. Cada novo dispositivo representa um vetor de ataque a mais”, disse Michael DeCesare, presidente e CEO da ForeScout. “Garantir a IoT não é apenas uma questão de segurança cibernética, é uma questão de negócios funcionando sem risco”.

“As empresas estão indo na direção certa quando se trata de investimentos de segurança da IoT e nossa esperança é trazer uma maior conscientização tanto para os desafios como para as melhores práticas. No entanto, esta pesquisa revela que é necessário fazer mais”, aponta a Forrester na apresentação do documento.

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Estratégia brasileira para transformação digital terá proposta ainda em 2017

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) vai encaminhar até o fim do ano à Presidência da República uma proposta para a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento, resultado de discussões interministeriais e consulta pública, vai conter orientações para criar uma política de Estado voltada à digitalização de diversos setores do país e capacitação da sociedade para o ambiente digital.

“A ideia do governo não é obrigar as pessoas a se digitalizarem, mas criar um ambiente favorável para que isso aconteça da melhor forma possível. A partir da consulta pública, nós chegamos a 91 ações concretas levando em conta a economia baseada em dados, um mundo de dispositivos conectados, novos modelos de negócio e transformação digital da cidadania e governo. Esses são os eixos habilitadores que podem, ligados entre si, mudar o país”, afirmou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC, José Gontijo.

Simples e eficiente
Ele participou nesta terça-feira (7) do 3º Fórum IBGP (Instituto Brasileiro de Governança Pública) de Tecnologias da Informação, em Brasília. Segundo Gontijo, o setor público também pode ser muito beneficiado pela transformação digital. “Naturalmente, quando digitalizamos os processos produtivos e a gestão pública, conseguimos prover serviços de qualidade melhor, atender a população de forma mais adequada e pegar a burocracia de que todo mundo reclama e tornar em algo mais simples e eficiente”, explicou.

A elaboração da Estratégia Brasileira começou em fevereiro, com a instituição de um grupo de trabalho interministerial encarregado de elaborar o material colocado em consulta pública entre agosto e setembro. O objetivo é criar um ambiente habilitador para impactos transformadores em agricultura, comércio, educação, finanças, indústria e serviços de transportes e logística, por meio da digitalização dos processos produtivos e da capacitação do país para as tecnologias digitais

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Embratel anuncia fornecimento de soluções de TI para o GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será o fornecedor oficial de infraestrutura de Telecomunicações e TI para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontecerá de 10 a 12 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Esse é o décimo segundo ano consecutivo que a Embratel é a responsável pelo fornecimento de soluções para a etapa brasileira do maior evento de automobilismo do mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 exige a mais moderna tecnologia para transmissão de sinais de áudio e vídeo e acesso à Internet para profissionais do mundo inteiro que atuam no evento. A escolha da Embratel como fornecedor oficial de serviços de Telecomunicações e TI para uma competição desse porte reforça a excelência do nosso portfólio. Estamos muito orgulhosos de sermos novamente fornecedor desse grande evento”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

Para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a companhia ampliará o fornecimento de Wi-Fi, disponível na Sala de Imprensa, na Sala de Fotos e também no Paddock Club, local que aguarda a presença de mais de 2 mil pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a interligação dos 10 painéis de vídeo e o centro de geração de imagem será feita por meio da fibra óptica da Embratel.

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 contará ainda com serviços de telefonia fixa da empresa para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e televisão para a transmissão do evento. Uma equipe técnica especializada será destacada para suporte exclusivo ao evento.

Entre os serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano estão:

– Business Link: serviço de conectividade IP para acesso permanente à Internet que oferece acesso dedicado, com conexão de alta capacidade de tráfego, disponibilidade e flexibilidade por meio de conexões diretas, com velocidades a partir de 2 Mbps.

– Vip Line: solução de voz para telefonia local de alta qualidade para ligações locais e internacionais por ramais analógicos.

– SmartVideo (EVSOL): serviço para transporte de sinais de vídeo e áudio em MPEG-2/DVB, com qualidade de transmissão digital, flexibilidade, segurança e economia na velocidade de 1 Gbps.

– Voz ponto a ponto: serviço especial para a organização do GP do Brasil, interligando pontos importantes do evento.

– ISDN: serviço de voz e dados para rede de telefonia, que garantirá dois canais de 64 Kbps, utilizado por emissoras de rádio e televisão para a locução do evento.

– Wi-Fi: solução especial para atender o acesso à Internet da Sala de Imprensa, da Sala de Fotos e do Paddock Club.

A parceria entre a Embratel e o GP Brasil de Fórmula 1 é de longa data e vem acompanhando o desenvolvimento de tecnologias de ponta, inclusive para carros conectados. A Embratel atua fortemente com soluções para automóveis conectados, com tecnologias semelhantes às usadas em carros de grandes corridas automobilísticas, e que já estão disponíveis no mercado, em modelos de diversas montadoras. A tecnologia de carros conectados garante mais bem-estar e segurança aos usuários. Entre os benefícios de destaque estão o monitoramento 24 horas do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, travamento e destravamento remoto de portas, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo. A Embratel já fornece essa tecnologia para mais de 500 mil automóveis conectados no Brasil.

 

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Identidade com chip dá problemas e é cancelada na Estônia

O governo da Estônia cancelou 760 mil cartões de identidade com chip depois que pesquisadores descobriram uma falha de criptografia que permite que criminosos possam roubar a identificação dos cidadãos e praticar crimes diversos. Não houve incidentes por causa da vulnerabilidade, mas as autoridades decidiram rever o esquema de chaves de segurança e a distribuição dos documentos digitais.

A falha foi relatada no mês passado. Porém, uma nova revisão da tecnologia descobriu que o problema é muito pior do que inicialmente descrito. “Não houve nenhum incidente conhecido de um cartão de identificação digital estoniano sendo mal utilizado, mas todos os certificados anteriores contendo a vulnerabilidade foram suspensos na sexta-feira”, anunciou Kaspar Korjus, chefe do esquema de e-Residência do país.

As carteiras de identidade com chip da Estônia são usadas para vários serviços prestados aos cidadãos e são uma forma mais fácil e barata do governo ter gestão sobre os custos envolvidos e o atendimento à população. A falha permite que hackers assumam a identificação de uma pessoa de forma rápida.

Eleições
O receio maior das autoridades cresceu depois que os pesquisadores alertaram para a possibilidade de que o esquema de roubo de identidade fosse usado em eleições. “Estamos profundamente preocupados com o ocorrido e sobre os cartões de identificação estonianos serem usados para a votação eletrônica”, escreveram pesquisadores independentes durante o fim de semana. A Estônia tem uma votação digital e é possível registrar o voto pela Internet.

O país da Europa Setentrional tem sido pioneiro na adoção de digitalização nos serviços governamentais. A tecnologia tem ajudado a melhorar diversos serviços e a população tem aceitado as novidades. Mas a estrutura digital também fez da Estônia um alvo preferencial de ataques. Em 2007, o país quase parou com uma série de incidentes cibernéticos que retirou sites oficiais do ar e interferiu em serviços públicos.

O modelo de identidade digital brasileiro, ainda em discussão, tem forte influência da chamada e-Estônia. O país tem cerca de 1,2 milhão de habitantes e a identidade digital é obrigatória para os cidadãos, embora ainda não tenha chegado a 100% de cobertura.

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Ciberataques ampliam atuação de departamentos jurídicos

A ameaça às operações e os riscos de impactos financeiros, regulatórios, legais e reputacionais gerados por incidentes cibernéticos resultaram globalmente em mais responsabilidades para o setor jurídico das empresas. No entanto, há diferenças sensíveis entre as regiões pesquisadas quanto ao envolvimento dos departamentos jurídicos em questões estratégicas relacionadas a resposta a incidentes.

É o que aponta o relatório Cyber Report 2017/18, realizado pela Kroll em parceria com a Legal Week Intelligence, a partir de entrevistas com executivos do setor jurídico de diversos países do mundo. Metade da amostra (51%) pesquisada é formada por diretores jurídicos.

Aproximadamente quatro a cada 10 participantes reportaram expansão de atribuições como planejamento (45%), resposta (43%), monitoramento (40%) e relatórios (37%) antes e após um ataque.

Esta ampliação resulta de ocorrências recentes, como as violações de sistemas do Yahoo! reveladas em 2016, que resultaram no vazamento de dados sensíveis de usuários. Em março deste ano, o próprio portal reconheceu que colaboradores de sua equipe legal tinham informações suficientes para uma investigação já em 2014, mas não o fizeram. O episódio terminou com a renúncia de seu principal conselheiro jurídico.

Diferenças pelo mundo
Ainda que o engajamento do departamento legal com questões cibernéticas configure uma tendência global, o relatório aponta disparidades entre regiões.

Os respondentes da América Latina são os mais confiantes em suas medidas de gestão cibernética. Embora 47% revelem muita preocupação com ataques, pouco mais da metade (57%) acredita na capacidade de suas empresas superarem ocorrências. Em contrapartida, apenas 20% dos respondentes da América do Norte acreditam nesta superação, apesar da maior maturidade cultural e regulatória da região em segurança da informação.

Outro contraste relevante se dá quanto à participação de executivos jurídicos nos Planos de Resposta a Incidentes. Enquanto 53% dos respondentes da Europa e 60% dos da América do Norte se envolvem diretamente, entre os da América Latina nenhum profissional sinalizou engajamento nessa frente.

Os respondentes da América Latina também apresentaram o pior alinhamento com o departamento de TI e o menor índice de treinamento de colaboradores em questões cibernéticas. Na região, 36% dos participantes afirmaram não manter qualquer relação com a área de tecnologia e apenas 20% reportaram capacitação de equipes em suas organizações.

“As maiores companhias da região desenvolveram um planejamento mais maduro para segurança cibernética e resposta a incidentes. No entanto, muitas empresas menores ainda são deficientes em sua postura diante dessa ameaça”, comenta Fernando Carbone, diretor sênior de Segurança e Investigações Cibernéticas na Kroll do Brasil.

“Ao integrar a segurança cibernética ao programa de gestão de riscos corporativos, as empresas podem ampliar seu escopo para abordar riscos adicionais, como os de natureza humana, regulatória e de reputação, bem como questões relacionadas à TI”, analisa.

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Rio realizará o primeiro Hackathon OpenStack da América do Sul

O Smart City Cloud Hackathon Openstack Rio reunirá, de 1 a 3 de dezembro, programadores, profissionais de software, designers, empreendedores e entusiastas em um grande encontro na Nave do Conhecimento Cidade Olímpica, no Engenho de Dentro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Durante três dias, os participantes desenvolverão – a partir da apresentação de problemas reais propostos pela prefeitura do Rio de Janeiro – soluções ou melhorias de processos da cidade, utilizando Cloud Computing.

Ao final do Hackathon, a equipe que apresentar o melhor projeto ganhará um prêmio oferecido pela OpenStack Foundation, que levará três membros da equipe campeã para o Canadá, onde participarão do OpenSatck Summit Vancouver 2018. Além do desenvolvimento de soluções para o município, o hackathon contará com a presenç̧a de palestrantes e mentores especialmente convidados e treinamento em Cloud Computing. Outras edições do Hackathon OpenStack já aconteceram no México e Taiwan. Essa é a primeira vez que a empresa realiza o evento na América do Sul.

“Este será mais um importante passo que a Assespro-RJ dará em prol de fomentar a inovação na comunidade fluminense de software”, comenta João Freire Ribeiro, diretor do comitê de cloud computing da Assespro-RJ e sócio fundador da NeoPath e Inovax, ambas empresas do setor TIC.

Interessados em participar do primeiro Hackathon OpenStack da América do Sul devem acessar mais informações, regulamento e inscrições no site. As inscrições estão abertas até 10/11 e as vagas são limitadas a 120 participantes.

Serviço:

Data: 1 a 3 de dezembro de 2017

Local: Nave do Conhecimento – Cidade Olímpica

Inscrição como participante: diretamente no site

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Embratel fornecerá TI e telecom para o GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será o fornecedor oficial de infraestrutura de Telecomunicações e TI para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que começa a ser montado a partir desta sexta, 10 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Esse é o décimo segundo ano consecutivo que a Embratel é a responsável pelo fornecimento de soluções para a etapa brasileira do maior evento de automobilismo do mundo.

“O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 exige a mais moderna tecnologia para transmissão de sinais de áudio e vídeo e acesso à Internet para profissionais do mundo inteiro que atuam no evento. A escolha da Embratel como fornecedor oficial de serviços de Telecomunicações e TI para uma competição desse porte reforça a excelência do nosso portfólio. Estamos muito orgulhosos de sermos novamente fornecedor desse grande evento”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

Para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a Embratel ampliará o fornecimento de Wi-Fi, disponível na Sala de Imprensa, na Sala de Fotos e também no Paddock Club, local que aguarda a presença de mais de 2 mil pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a interligação dos 10 painéis de vídeo e o centro de geração de imagem será feita por meio da fibra óptica da Embratel.

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 contará ainda com serviços de telefonia fixa da Embratel para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e televisão para a transmissão do evento. Uma equipe técnica especializada será destacada para suporte exclusivo ao evento.

Entre os serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano estão:
– Business Link: serviço de conectividade IP para acesso permanente à Internet que oferece acesso dedicado, com conexão de alta capacidade de tráfego, disponibilidade e flexibilidade por meio de conexões diretas, com velocidades a partir de 2 Mbps.

– Vip Line: solução de voz para telefonia local de alta qualidade para ligações locais e internacionais por ramais analógicos.

– SmartVideo (EVSOL): serviço para transporte de sinais de vídeo e áudio em MPEG-2/DVB, com qualidade de transmissão digital, flexibilidade, segurança e economia na velocidade de 1 Gbps.

– Voz ponto a ponto: serviço especial para a organização do GP do Brasil, interligando pontos importantes do evento.

– ISDN: serviço de voz e dados para rede de telefonia, que garantirá dois canais de 64 Kbps, utilizado por emissoras de rádio e televisão para a locução do evento.

– Wi-Fi: solução especial para atender o acesso à Internet da Sala de Imprensa, da Sala de Fotos e do Paddock Club.

A parceria entre a Embratel e o GP Brasil de Fórmula 1 é de longa data e vem acompanhando o desenvolvimento de tecnologias de ponta, inclusive para carros conectados. Entre os benefícios de destaque estão o monitoramento 24 horas do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, travamento e destravamento remoto de portas, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo. A Embratel já fornece essa tecnologia para mais de 500 mil automóveis conectados no Brasil.

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É definitivo! Twitter muda para 280 caracteres

A rede social Twitter deu por concluído o teste com o aumento de caracteres nas postagens. A empresa anunciou no final da tarde desta terça-feira, 7 de novembro, que expandirá o tamanho do espaço para textos para 280 caracteres. A mudança passa a ser válida para todos mundialmente à exceção dos que escrevem em japonês, coreano e chinês. Esses idiomas usam ideogramas e cada símbolo pode significar uma palavra.

O tamanho maior para as postagens já começou a entrar em vigor no Brasil imediatamente após o anúncio. Como de costume nessa rede social, houve polêmicas e muitas piadas.

https://twitter.com/PorqueTretas/status/928010611249868800

https://twitter.com/assumptes/status/928012358601072640

https://twitter.com/freezonaz/status/928011462748098560

O objetivo do teste, lançado em setembro, foi permitir que usuários se manifestassem de maneira mais simples em um Tweet, mantendo a velocidade e a brevidade que fazem da plataforma o melhor lugar para se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo. A decisão de ampliar o limite para 280 caracteres para todos os usuários foi tomada a partir da avaliação dos resultados do teste.

Historicamente, 3,5% dos Tweets em português e 9% dos Tweets em inglês atingem o limite de 140 caracteres. Isso reflete o desafio de encaixar um pensamento em um Tweet, muitas vezes resultando em muito tempo gasto na edição e até mesmo na desistência de publicação. Com a contagem de caracteres expandida, esse problema foi amplamente reduzido – apenas 0,2% dos Tweets em português e 1% dos Tweets em inglês atingiram o tamanho limite dos 280 caracteres durante a experimentação.

Com menos Tweets chegando ao número total de caracteres, as pessoas passam menos tempo editando seus textos, têm mais facilidade para dizer o que querem e podem enviar Tweets mais rápido do que antes. Além de publicar mais Tweets, os usuários que puderam utilizar os 280 caracteres tiveram mais engajamento (Curtidas, ReTweets, @menções), conquistaram mais seguidores e passaram mais tempo no Twitter.

O dobro de brevidade
Durante o período de testes, apenas 5% dos Tweets enviados tinham mais de 140 caracteres e apenas 2% tinham mais de 190 caracteres, o que indica que a experiência dos usuários na leitura da linha de tempo não deve mudar substancialmente. Para referência, na linha do tempo, Tweets com uma imagem ou uma pesquisa geralmente ocupam mais espaço do que um Tweet de 190 caracteres.

O Twitter é sobre brevidade, o que faz da plataforma o melhor lugar para se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo. Os Tweets vão direto ao ponto, com as informações que mais interessam. Esse é o DNA da plataforma e nunca vai mudar. O Twitter seguirá estudando dados e ouvindo seus usuários para entender como pode melhorar sempre.

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Inovação: Busque um mindset inovador e não digital

*Por Antonio Loureiro

Se você nasceu a partir do ano 2000 e gosta de fotografia, dificilmente vai se lembrar da ansiedade que nós, da geração anterior, sentíamos ao ir buscar as revelações de um filme com 12, 24 ou 36 poses. Imaginávamos quantas haviam queimado e quantas realmente eram boas. Recordações impressas e que hoje quase não se veem. Foi a partir de…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…1990 que os métodos analógicos começaram a se tornar obsoletos e esse é o nosso ponto de partida. As máquinas digitais foram lançadas, mas a Kodak demorou muito para entender, e aceitar, essa nova demanda.

O que podemos chamar de ‘Case Kodak’ é hoje um dos maiores exemplos de que a falta de inovação pode acabar com os negócios. Fundada em 1888, a empresa entrou com um pedido de concordata em 2012, deixando de existir da maneira como eu e tantos outros profissionais a conhecemos nos áureos tempos. 

Inovação não é sinônimo de digital
Hoje, já vemos que grandes empresas têm investido o seu tempo e dinheiro no desenvolvimento de parcerias com startups, ou ainda inaugurando ambientes favoráveis ao desenvolvimento de novas ideias. Acontece que tudo isso, apesar de ser um bom começo, está longe de ser o ideal.

Mais do que nunca é preciso compreender que inovação, ou melhor, o mindset da inovação não está necessariamente ligado à disrupção digital, mas está sim conectado ao questionamento, à dúvida sobre como as coisas são feitas e o que é possível fazer para melhorá-las, visando alavancar a qualidade de vida do ser humano no planeta, e de preferência de forma sustentável. A tecnologia, nesses casos, chegou para coroar a ideia. E aqueles que não se atentarem a isso, correrão sérios riscos.

Um exemplo: creio que você ou a sua família, já precisaram viajar, e ao cotar o preço dos hotéis na região buscada se depararam com altos valores. A ideia de alugar uma casa até ocorreu, mas você não conhecia ninguém disponível ou disposto a isso. Foi então que Brian Chesky, Joe Gebbia e Nathan Blecharczyk, surgiram com o Airbnb. Para você ter uma ideia, no Brasil, a ferramenta já conta com um milhão de usuários.

O mindset empreendedor
Antes de começarmos, é importante deixar claro que essa iniciativa tem que partir da cúpula da empresa. E vale a pena frisar que algumas companhias ainda carregam em sua diretoria, profissionais acostumados ao ritmo do passado, em que a inovação real levava cerca de cinco ou dez anos.

Mas hoje esse ritmo mudou, e não apenas por conta da tecnologia, mas porque as gerações mais recentes entenderam que a evolução ocorre a partir de novas alternativas para fazer o que já fazíamos. Quer entender melhor?

Recentemente vimos a notícia de que outra grande empresa americana, a Toys R Us, entrou na justiça com um pedido de concordata. Triste, mas será que essa situação não poderia ter sido prevista e revertida há alguns anos? Uma loja do porte da Toys R Us não poderia ter investido em um marketplace para brinquedos, por exemplo? Ou talvez em uma outra forma de chegar aos seus consumidores, e que poderia ter mantido a empresa no mercado. Nesse momento é que a questão ‘como eu posso olhar essa oportunidade e transformá-la em um negócio melhor para a minha empresa?’, deveria ter surgido. 

Bebendo da fonte
É impossível falar de inovação e não citar a sua ‘nascente’: o Vale do Silício. O lar de tantas empresas como Netflix, Apple, Facebook, LinkedIn e Tesla, respira, mesmo que de modo clichê, a inovação. E lá sim é um lugar para se buscar ideias, ou melhor, desenvolvê-las.

Ainda que outros polos tecnológicos e de inovação existam e carreguem uma ótima fama, não há como compará-los ao Vale. Você pode até criar, inovar e mexer com o mercado, mas para viver e beber da fonte, é preciso ir até lá. E podemos ir além, por que não investir em um centro de pesquisa e desenvolvimento por lá? Hoje, empresas como Ford, Wal-Mart e Johnson & Johnson (empresas tradicionalmente distantes do Vale do Silício), entre muitas outras, já têm seu espaço próprio de pesquisa no Vale, e isso se deve ao ambiente favorável às boas ideias. Se por aqui ainda engatinhamos achando que o carro autônomo ainda é um sonho a La Jetsons, saiba que o Fórum Econômico Mundial de Davos, já projetou que em 2025, ao menos 10% dos carros americanos serão autônomos.

E não há problema se você decide investir na China, Alemanha, no Polo Digital de Recife ou em San Pedro Valey, em Minas Gerais, mas como o Vale do Silício, outro lugar não há.

*Antonio Loureiro é CEO e sócio-fundador da Conquest One, consultoria brasileira de TI com atuação em Outsourcing e Hunting.

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Renault mostra carro autônomo que desvia de obstáculos

A Renault acelerou de vez para o mercado de carro autônomo (que dispensa o motorista). A montadora apresentou seu protótipo de sistema de controle que gerencia cenários desafiadores de condução. O modelo foi batizado de Callie. Com a tecnologia, o automóvel desvia de obstáculos e proporciona controles seguros em caso de situações de emergência.

“Nossos esforços de inovação visam desenvolver tecnologias de condução autônomas avançadas que os consumidores podem confiar criará uma jornada mais segura e confortável”, explica
Simon Hougard, diretor do Laboratório de Inovação Renault Open.

O Renault Open Innovation Lab faz parte da rede de avanços tecnológicos da montadora de origem francesa e está atualmente dedicado a melhorar a segurança dos veículos que dirigem sem motorista.

Novos modelos
O anúncio da novidade foi seguido de testes feitos por convidados e jornalistas. O percurso planejado foi o mesmo usado em simulações com motoristas de testes profissionais. O comportamento dos Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor (ADAS) e segurança do veículo podem ser considerados promissores e um passo determinante para o uso condução autônoma na sociedade. O Callie tem capacidade de “aprender” com os desafios e isso realmente ocorreu durante a fase primária de testes.

A montadora espera lançar 15 modelos com diferentes níveis de capacidade de condução autônoma até 2022.

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