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Saiba como se transformar em um ciborgue com menos de 500 reais

Inventor do biochip vem a São Paulo para festival de cultura hacker da América Latina, e fará 100 implantes do chip que permite controlar smartphones, eletrodomésticos e até a senha da sua carteira de bitcoins

Abrir a catraca de acesso do trabalho, pagar as contas, controlar o smartphone e os eletrodomésticos de casa, tudo isso apenas com o movimento das mãos. Essas são algumas das coisas que…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…100 paulistanos poderão fazer no próxima semana, após se tornarem ciborgues.

No próximo sábado (11), Amal Graafstra, americano inventor do biochip programável, será um dos principais palestrantes do Roadsec, o maior festival de cultura hacker da América Latina. Além de falar sobre “Transumanismo” para mais de 5 000 hackers, programadores e profissionais da segurança da informação, Graafstra fará pessoalmente o implante da tecnologia em 200 participantes do evento.

Os biochips usam tecnologia RFID, têm o tamanho de um grão de arroz e são implantados na mão. Eles podem ser configurados para diversas atividades, como substituir crachás de proximidade, destravar celulares compatíveis com a tecnologia NFC e armazenar informações pessoais, como ficha médica ou senhas de uma carteira de bitcoin, por exemplo. Para virar um ciborgue, os participantes vão desembolsar 490 reais.

Amal Graafstra é o CEO da Dangerous Things, empresa que produz os dispositivos. Ele é uma das referências mundiais em aplicação de chips em humanos e entusiasta do transumanismo, movimento intelectual que visa transformar a condição humana através do desenvolvimento de tecnologias amplamente disponíveis para aumentar consideravelmente as capacidades intelectuais, físicas e psicológicas.

Roadsec SP17
Quando: 11 de Novembro

Horário: Começa às 09h e vai até às 5h do dia 12.

Onde: AUDIO

Av. Francisco Matarazzo, 694, Barra Funda – São Paulo

Saiba mais: roadsec.com.br/saopaulo2017/

Ingressos:
1º lote (meia): R$ 80

1º lote (inteira): R$ 160

2º lote (meia): R$ 120

2º lote (inteira): R$ 240

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Black Friday: Cinco dicas para fazer compras pela internet com segurança

De acordo com pesquisa realizada pela Ebit, cerca de 2 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra durante a Black Friday na edição de 2016. Por ser um período em que muitas pessoas estão em busca de bons descontos e oportunidades, uma das datas mais importantes do e-commerce torna-se também a mais propícia para as fraudes pela internet. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce, o período é cada vez mais importante para o varejo nacional e, com a demanda maior nessa época, é comum que os consumidores desconfiem se as compras que estão fazendo são 100% seguras. “O importante para realizar suas compras sem frustração nessa data é estar sempre atento aos detalhes, além de procurar se informar ao máximo sobre a loja virtual em que fará a compra”, diz.

Por isso, listamos estas dicas para aproveitar as promoções e fazer compras seguras:

1. Informações obrigatórias por lei
Ao entrar em uma loja virtual, procure por informações padrão, que são obrigatórias pela lei do e-commerce: identificação completa do fornecedor; endereço físico e eletrônico; informações claras e precisas sobre os produtos.

Segundo essa lei, todas as lojas virtuais devem fornecer com clareza dados como: telefone, endereço físico, CNPJ ou CPF e e-mail ou formulário para contato. “Esse é o primeiro passo ao analisar uma loja virtual, pois são informações obrigatórios por lei, por isso, a falta delas indica que algo pode estar errado”, aconselha o especialista.

2. Proteção de dados
Qualquer informação digitada – como número do RG, CPF ou dados bancários- pode ser roubada enquanto navega-se pela internet. Em sites que é necessário o preenchimento dessas informações, a garantia que você terá para que isso não aconteça está presente no cadeado verde que aparece na barra de endereços. “Esse é um detalhe importante, ao qual o consumidor deve se atentar, pela sua própria segurança”, explica Bruno.

3. Certificados de segurança
Alguns certificados de segurança podem não ser 100% confiáveis, uma vez que muitos desses selos podem ser copiados de outras páginas e colocados sem autorização de uso. Para certificar-se de que o selo é verdadeiro, clique sobre ele e aguarde ser redirecionado para a página original da empresa que disponibiliza o certificado. “Outra importante é: ao realizar compras em um e-commerce que você já possui cadastro, faça seu primeiro login utilizando dados falsos. Apenas um e-commerce falso aceitará dados incorretos”, esclarece o especialista.

4. Reputação da Loja
Pesquise sobre o que outras pessoas estão falando sobre a loja em questão, seja em blogs, redes sociais ou sites especializados, como o Reclame Aqui. “É possível encontrar referências em relação à edição do ano anterior sobre as empresas que mais obtiveram reclamações nesse período, dessa forma evitando transtornos”, ensina Bruno.

É aconselhável também pesquisar se o site consta na lista do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de páginas identificadas como perigosas.

5. Atenção aos preços e prazos
Devido ao volume de vendas durante esse período ser maior que o habitual, é possível que as empresas estendam o prazo de entrega para dar conta de todos os pedidos. “É preciso ficar de olho nesses detalhes, e estar atento às condições da compra para saber se ela está de acordo com sua necessidade”, alerta.

Algumas empresas alteram os valores de suas ofertas na véspera para, quando chegar o “grande dia”, concederem falsos descontos. “Esse é um tipo de fraude que normalmente só será notada por quem já está familiarizado com os valores dos itens de interesse. Por isso, invista mais tempo para pesquisar e, se já souber o que deseja comprar, faça buscas constantes antes da Black Friday. Assim você saberá se o valor pedido realmente vale a pena”, orienta Oliveira.

 

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Cloud: Google e Salesforce fazem parceria de peso

A Salesforce e o Google anunciaram uma parceria de peso para promover novos negócios em cloud computing. A união de produtos deve criar uma plataforma de marketing e gestão de clientes (com o CRM da Salesforce) que trará ainda analytics e produtos em nuvem (com as ofertas do Google).

O acordo também prevê a comutação das soluções. A Salesforce terá o G Suite como seu provedor preferencial de e-mail e produtividade, além de utilizar o Google Cloud Platform para serviços como parte de sua própria expansão internacional de infraestrutura. Por sua parte, o Google desenvolverá novas integrações para ajudar a conectar o Salesforce CRM com o G Suite .

Com isso, os clientes de ambas poderão melhorar a forma de colaboração nativa da nuvem. As empresas logo poderão acessar informações sobre seus clientes da Salesforce diretamente das aplicações populares do Google, incluindo Gmail, fSheets, Calendar, Drive, Docs e Hangout.

Facilidades
O Salesforce Lightning para o Gmail permitirá que os usuários acessem os dados do Salesforce CRM no Gmail e este também será o caso dentro do Salesforce, onde as interações do cliente através do Gmail agora estarão visíveis. Até será possível incorporar folhas em qualquer lugar no Salesforce e os dados serão atualizados automaticamente em ambas as plataformas.

O Quip Live Apps também será integrado com o Google Drive e o Calendário para criar um ambiente mais colaborativo onde os usuários podem incorporar qualquer um dos seus arquivos da Drive diretamente no Quip.

O Hangouts Meet será atualizado para que os usuários possam acessar os detalhes relevantes do cliente e da conta do Salesforce CRM na popular plataforma de mensagens e chat do Google.

Os clientes qualificados da Salesforce serão elegíveis para receber o G Suite por até um ano sem custo extra e o Google diz que integrações mais profundas começarão a ser lançadas aos usuários em 2018.

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Gigantes do petróleo e bancos investirão juntos em blockchain

O blockchain, tecnologia de controle e encriptação de informações que surgiu com as moedas digitais, é vista como forte tendência para impulsionar o comércio de commodities de energia por grandes empresas. Um consórcio para investir no tema e pesquisar soluções foi criado essa semana e entre as signatárias estão gigantes como BP e Royal Dutch Shell.

O objetivo é ter uma plataforma de comércio comum na qual o blockchain será uma ferramenta essencial para desburocratizar processos, efetuar pagamentos e manter controle e privacidade. O novo empreendimento está buscando aprovações regulatórias e seria executado como uma entidade independente, informou o consórcio em comunicado.

As empresas acreditam que o blockchain pode reduzir os problemas no comércio de energia ao mesmo tempo que criará segurança e rapidez. “Ao combinar a experiência de alguns dos maiores players em comércio de energia e commodities com as credenciais de finanças comerciais dos bancos estabelecidos neste setor, o novo empreendimento se beneficiará da capacidade de seus acionistas de implementar projetos, bem como de sua compreensão em primeira mão as oportunidades operacionais e de processos que a digitalização apresenta”, diz o comunicado oficial.

Soluções
“A plataforma visa reduzir os riscos operacionais administrativos, os custos do comércio físico de energia e melhorar a confiabilidade e a eficiência das operações comerciais back-end para todos os usuários da cadeia de suprimentos, ao mesmo tempo em que abre portas para soluções inovadoras de financiamento.”

O Commodity Trading Consortium ainda tem como membros a norueguesa Statoil, as trading houses Gunvor, Koch Supply & Trading e Mercuria, além dos bancos ABN Amro, ING e Societe Generale.

Os resultados dessa união são esperados para o final de 2018, quando o grupo de empresas espera ter uma solução estável para apresentar ao mercado.

 

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Oito mitos e verdades sobre a inteligência artificial e o futuro do trabalho

Os homens serão substituídos por robôs? Não haverá mais empregos num futuro próximo? Dúvidas como estas estão se tornando mais recorrentes no mundo do trabalho e uma das principais responsáveis por esses questionamentos é a inteligência artificial (IA), ciência que estuda a capacidade das máquinas pensarem como seres humanos. Por causa dela, surgem diversas dúvidas sobre o futuro das relações homem e trabalho. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“A IA vai mudar a forma como os seres humanos pensam e atuam no trabalho, no conceito mais profundo de ocupação profissional, e não podemos confundir a substituição de tarefas com a invalidação da mente humana. No futuro, o desenvolvimento de carreiras passará pela aquisição de diversas habilidades, cada vez mais diversas e interconectadas, para que as pessoas saibam mediar, corrigir e suprir as brechas dos meios tecnológicos”, alerta Ricardo Basaglia, diretor executivo da Page Personnel.

Confira a lista com oito mitos e verdades sobre os impactos da inteligência artificial para o futuro do trabalho e das carreiras:

1º MITO: A inteligência artificial vai substituir os gestores?
É fato que há pouco tempo os gestores detinham o conhecimento mais valioso, em partes específicas, dentro de um negócio. Hoje, os sistemas detêm mais informações, dados e capacidade de processamento do que qualquer um de nós. Porém, não é razoável pensarmos que as qualidades da mente humana serão automatizadas ao ponto de toda a cadeia de trabalho prescindir de virtudes exclusivamente humanas: empatia, altruísmo, sensibilidade para distribuição de responsabilidades, entre outras. Mesmo em setores que já estão sofrendo imenso impacto tecnológico, como o varejo e as indústrias, é ilógico imaginar modelos de gestão independentes do fator humano, apesar do crescimento exponencial da IA. Podemos admitir que no futuro boa parte da força humana seja obrigada a assumir habilidades de gestão, até mesmo em seu dia a dia, pensando na hipótese da IA ter dominado as tarefas mais físicas e operacionais dos negócios. Portanto, não há como substituir um gestor.

1ª VERDADE: A inteligência artificial será capaz de determinar o quanto uma empresa / comércio / empreendimento será competitivo no mercado?
Sim, e isso independe do segmento de mercado. A IA será determinante para o sucesso dos negócios, mesmo que não possa substituir ou automatizar processos. Em algum momento, ela será preponderante para a finalização de uma compra, troca de um produto, escolha de serviços e até para a manutenção de algo que não foi bem-sucedido. Neste ponto, não haverá outra alternativa para empresas a não ser compreender a inovação e quais serão as brechas que a IA não poderá suprir, e partir daí, buscar o reforço do fator humano.

 

2º MITO: IA já é mais criativa que o cérebro humano?
Resumidamente, os extraordinários avanços da neurociência nos mostram que ainda estamos longe de compreender alguns mistérios do cérebro humano, entre eles, a nossa incrível capacidade de criar, destruir e refinar ideias, ou seja, o que chamamos de criatividade. A IA é mais competente do que nós em tarefas de análise, organização e até resolução de alguns problemas, mas ainda não é capaz de melhorar a si mesma, em diversos campos, e aprender coisas novas sem informações prévias. Grandes empresas já estão trabalhando na chamada ‘deep learning’ (aprendizagem profunda), um dos! mais promissores campos da IA, que pretende fazer dos sistemas entidades capazes de aprender evolutivamente. Mas, ainda não é possível, e talvez nunca será, eliminar o fator humano, entre outros pontos, da própria avaliação de progresso dessa disciplina tecnológica.

2ª VERDADE: Existem estudos, isentos da especulação, sobre a expectativa de eliminação de empregos na sociedade, em médio prazo?
Sim, o Banco Mundial acredita que a IA vai eliminar até 65% das modalidades de trabalhos existentes hoje nos países em desenvolvimento e o Brasil está incluso. Ainda não há prazo determinado para que isso ocorra. Aliás, a própria entidade, em recente comunicado, alertou que novas vagas são surgir. Teremos o desafio de entender como as empresas vão reinventar a noção de carreira, onde os seres humanos poderão investir tempo e aprendizado para se desenvolverem e conquistar reconhecimento dentro uma mesma instituição, projeto ou iniciativa.

3º MITO: A robótica será capaz de substituir humanos em todas as atividades complexas?
“Não. Temos o admirável exemplo da computação cognitiva, dos robôs que podem administrar procedimentos cirúrgicos e até reger orquestras mas, em primeiro lugar, a substituição completa do fator humano só seria possível se a oferta de robôs fosse barata e acessível em larga escala. E, fora dos extremismos tecnológicos, esse não é o horizonte. Os exemplos acima são categóricos, mas temos que pensar que a robótica é uma tecnologia onerosa, rodeada de problemas ainda não aferidos e vulnerável às políticas de proteção. No mundo real ninguém pode afirmar que a robótica poderá eliminar todas as formas de trabalho e as carreias dos seres humanos. Hoje, e por algum tempo, essa possibilidade n&! atilde;o é razoável.

3º VERDADE: Inteligência Artificial pode ajudar pequenas e médias empresas a conseguirem novos clientes ao identificar oportunidades com mais chance de fechar negócio?
Sim e aliás cabe um rápido parêntese: a IA não será um recurso exclusivo de grandes corporações, pelo contrário, ela fará parte de momentos triviais da vida de todos nós e poderá ser drasticamente influenciada por pessoas distantes do radar das empresas e até das universidades. Voltando ao tema, as redes de e-commerce já estão nesse caminho. Em breve, pequenos negócios também terão a IA como aliada para interpretar opções de compras e o histórico de preferências de seus clientes, sem falar nos recursos de reposição de estoque e compra inteligente, frutos de avanços já consumados da IA.

4º MITO: A IA vai substituir humanos em áreas como vendas, atendimento ao cliente, operações e marketing digital?
É inegável que estes campos sofrerão enormes impactos, ao lado da indústria de modo geral. Porém, mesmo que a IA consiga substituir seres humanos em todas as etapas das áreas citadas, temos que fazer uma simples pergunta: este é o desejável? Certamente, não. O atendimento ao cliente é o melhor exemplo,  pois trata-se de algo de simples execução. É saudável robotizar a interação clientes/empresas e pessoas/serviços? Não. O marketing digital, fortemente influenciado pela IA, não é capaz de iniciar uma campanha, de criar personagens e roteiros sobre marcas e pessoas. O mesmo vale par! a vendas e operações. A IA forçará a qualificação do fator humano, mas não podemos pensar na completa substituição.

4º VERDADE: A IA vai revolucionar carreiras historicamente associadas à subjetividade humana, em campos como Educação, Medicina, Direito e Psicologia?
Sim, e isso está confundindo um pouco a opinião pública. A Educação ganhou o componente do EAD (ensino à distância), uma ferramenta de auxílio, poderosíssima, mas complementar, pois não pode eliminar a figura central do professor. Pode ajudar a enxugar estruturas de ensino, mas ainda assim os docentes são de extrema importância. Já existirem cursos ministrados por um software de inteligência artificial, mas são orientados por pessoas, e não apenas baseados em algoritmos. A Medicina Preventiva receberá milhões em investimento, pois a capacidade da IA em diagnosticar possíveis doenças e oferecer opções é muito superior à humana, o que também não invalida a figura do médico ou profissional da saúde. O! mesmo ocorre com o Direito onde programas serão capazes de consultar leis, normas e novas regulações. É insensato achar que a figura do advogado vai desaparecer. Não é por aí. Esses campos, ao lado da Engenharia, compuseram por muito tempo parte da imagem clássica da formação acadêmica, das opções que asseguravam uma boa chance de carreira e estabilidade. Talvez isso mude, mas não haverá a eliminação nem dos profissionais e nem das oportunidades, seja pela enorme demanda ou pela essência por trás desses segmentos.

 

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Você recusaria US$ 130 bi? A Qualcomm deve fazer isso

A fabricante de componentes de computação Broadcom fez ontem, 6 de novembro, uma oferta inesperada para adquirir a fabricante de chips Qualcomm por US$ 130 bilhões (dividido em cerca de US$ 103 bi, mais a incorporação de US$25 bi de dívidas e encargos). O valor surpreendente ultrapassaria de longe o maior negócio do setor de tecnologia até hoje, que foi a compra da EMC pela Dell, por US$ 67 bi, em 2015.

Apesar do montante, a Qualcomm deve recusar a oferta. O valor é considerado baixo. Além disso, a criadora dos chipsets Snapdragon, amplamente usados no mundo dos smartphones poderosos, vê riscos concretos da negociação ser recusada pelas autoridades internacionais que controlam o comércio e combatem os monopólios.

De acordo com o jornal Financial Times, a oferta feita pelo executivo-chefe da Broadcom, Hock Tam, foi considerada longe do ideal pelo conselho administrativo da Qualcomm. O jornal cita que o valor de US$ 7 por ação, em dinheiro, estaria até mesmo “longe de ser considerada séria por qualquer membro da administração” da fabricante de chips.

Um dos principais motivos para essa posição é que a Qualcomm vem enfrentando uma complexa briga judicial com a Apple, Isso fez o preço das ações da companhia ceder, baixando de um patamar acima de US$ 80. Por causa desse momento de baixa na bolsa de valores, a oferta da Broadcom está sendo considerada “oportunista”.

Gigante desconhecida
Alguns analistas estão considerando o negócio difícil de ser realizado. Os motivos apresentados pela Qualcomm são concretos. A empresa pode realmente valer mais e a pressão de autoridades antitruste seria tão grande quanto o valor do negócio.

Para muitos, a Broadcom teria mesmo a intenção e o networking financeiro para fazer a aquisição, mas tudo pode não passar de uma jogada de marketing para ganhar visibilidade de mercado. Por décadas, a empresa teve de se concentrar em remodelar-se. Mas agora, com IoT e mobile consolidados e com potencial enorme de crescimento, a Broadcom quer redefinir todo o mercado mundial de chips, colocando-se como uma das maiores.

A Broadcom não é muito conhecida do consumidor final, mas é uma empresa de tamanho compatível com suas intenções de expansão. Ela nasceu na década de 60 como um braço da Hewllet-Packard para semicondutores. Foram décadas de mudanças de executivos e busca de novos rumos de negócio. No início dos anos 2000, mudou de nome para Avago. Uma outra Broadcom surgiu em 1991, fundada por engenheiros da Universidade da Califórnia.

A Avago negociou uma série de unidades que possuía, nos anos 2000, e comprou a Broadcom, por US$ 37 bi. A partir de 2015, começou a ser uma das principais fornecedoras de componentes para dispositivos mobile, consoles de games, GPS e de internet das coisas (IoT). Além disso, fornece uma série de componentes internos para hardware em diversos setores, que vão de monitores a máquinas para data centers.

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Inteligência digital está longe de quase metade das empresas

Cerca de 48% das companhias vivem um momento de transição entre os modelos baseados na tecnologia tradicional e as inovações digitais. É o que aponta o “Índice de Inteligência de Negócios”, uma pesquisa global que analisa como estão as empresas no caminho de se tornar uma “empresa inteligente”, além da maneira como elas estão conectando os mundos físicos e digitais para melhorar a visibilidade, a eficiência e o crescimento. Essa quase metade das empresas estão ainda em busca dos caminhos para ganharem inteligência digital e apresentaram índice de 50 a 75 pontos do cálculo total, de acordo com o estudo feito pela fabricante de equipamentos Zebra Technologies. Apenas 5% das empresas superam 75 pontos, podendo, assim, serem consideradas com inteligência digital.

“Uma “empresa inteligente” é aquela que aproveita os laços entre o mundo físico e o mundo digital para melhorar a visibilidade e mobilizar insights que criem melhores experiências de clientes, gerem eficiências operacionais ou permitam novos modelos de negócios”, explica o Chief Technology Officer da Zebra, Tom Bianculli. “Muitas delas ainda estão formando suas estratégias de IoT, mas estamos vendo segmentos que identificaram casos de uso específicos e estão implementando soluções com força”.

O Índice de Inteligência de Negócios mede se as empresas atendem aos critérios que atualmente definem uma empresa inteligente. Estes incluem incluem a visão da Internet das Coisas (IoT), seu plano de adoção e o compromisso comercial para desenvolver ROI para IoT. Os critérios foram determinados por gerentes, especialistas da indústria e reformadores de diferentes setores no Simpósio de Inovação Estratégica de 2016: The Intelligent Enterprise, organizado pela Zebra no ano passado em colaboração com o Centro de Tecnologia e Empreendedorismo em Harvard (TECH).

O marco de uma empresa inteligente é composto por soluções tecnológicas que integram computação em nuvem, mobilidade e Internet das Coisas (IoT), para detectar automaticamente informações sobre os ativos do negócio. Os dados operacionais desses ativos, incluindo status, localização, uso ou preferências, são “analisados” para fornecer informações que cheguem à pessoa certa no momento certo e que os usuários podem “agir” tomando decisões mais oportunas em qualquer momento e lugar.

No caminho
O estudo da Zebra descobriu que a visão da IoT é forte e o investimento aumentará. Das pesquisadas 42% esperam que o investimento na IoT aumente entre 11% e 20%. Como destaque, 57% têm uma visão IoT ou estão realizando seus planos. Embora apenas 36% o tenham implementado em toda a empresa, espera-se que 62% o façam no futuro.

A experiência do cliente está direcionando o IoT. 70% das empresas dizem que o principal motivador do seu investimento na IoT é melhorar a experiência do cliente. No futuro, espera-se que o crescimento das rendas (53%) e a expansão para novos mercados (51%) sejam os principais impulsionadores.

O estudo também apontou que o compromisso empresarial é o mais importante, mas é preciso prestar mais atenção à cultura corporativa. Para 77% das empresas é necessário ter um método para medir o retorno sobre o investimento do plano de IoT. Outras 71% têm um plano IoT que aborda as mudanças culturais e de processos necessárias para a implementação.

Muitas empresas não possuem um plano de adoção. Mais de 50% das empresas esperam que sua solução IoT seja adotada, mas eles não têm um plano para lidar com a resistência. Somente os 21% que esperam resistência têm um plano para abordá-la.

As empresas mantêm os funcionários informados, mas há espaço para mais. Aproximadamente 70% das empresas compartilham informações sobre suas soluções IoT com seus funcionários, mais de uma vez por dia. Destes, mais de dois terços compartilham a informação em tempo real ou quase em tempo real. No entanto, apenas 32% fornecem informações processáveis para todos os funcionários e as informações são enviadas por email (69%) ou como dados brutos (62%).

A pesquisa on-line foi realizada de 3 a 23 de agosto de 2017 em uma ampla gama de segmentos, incluindo saúde, manufatura, varejo e transporte e logística.  No total, foram entrevistados 908 decisores de IT de nove países, incluindo Grã-Bretanha, França, Alemanha, México, Brasil, China, Índia e Austrália.

 

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Ex-Uber comandará crescimento da OLX no Brasil

A OLX, plataforma de compra e venda online no Brasil, anuncia o novo diretor de crescimento (CGO), Phillip Klien. O executivo, ex-Uber, Predicta e Twitter, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento estratégico da OLX no Brasil.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui grande experiência em empresas internacionais. Antes da OLX, o executivo foi gerente geral da Uber São Paulo, diretor de crescimento do Twitter Brasil e co-fundador da Predicta. Na OLX, seu objetivo é propagar a cultura do “desapega” no País. “A OLX já é a referência de economia compartilhada no Brasil. Agora o desafio é fomentar essa realidade para os 84% da população que ainda não usaram a OLX para vender algo online. Também existe grande oportunidade de aproximação por meio de relacionamentos com outras marcas”, afirma o CGO.

A OLX conecta pessoas para que possam comprar e vender de forma fácil e rápida. Maior marketplace do Brasil, a empresa é uma das que mais se desenvolve tecnologicamente no País, e a contratação colabora com esse crescimento. “Klien teve a oportunidade de trabalhar com as gigantes do Vale do Silício e, quando chegou na OLX, logo identificou a tecnologia empregada e visualizou a oportunidade de ajudar a colocar o País no mapa como um grande desenvolvedor de ponta”, reforça Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

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Empresa quer digitalizar setor de papel e celulose

O estudo Modernização de TI: do crítico à transformação digital com executivos C-Level no Brasil, realizado pela Vanson Bourne e encomendado pela Avanade em maio, aponta que 100% dos entrevistados concordam que a automação de processos é uma tecnologia chave para atender aos novos requisitos dos negócios.

O levantamento também indica que o aumento da produtividade (85%) e a redução de custos (62%) são os dois principais fatores que influenciam as organizações a implementar a automação dos processos.

“Fizemos um levantamento junto às empresas de Papel e Celulose e descobrimos que hoje, na maioria dos casos, esse segmento sequer sabe quais são as reais perdas de recursos no processo não digital”, afirma Gisele Braga, gerente de desenvolvimento de negócios em Transformação Digital da 2S Inovações Tecnológicas, que acaba de lançar a Floresta Conectada.

Gisele explica que essa solução extrai e integra dados em todas as fases do processo, identificando, por exemplo, a rota de operação das máquinas e os motivos de possíveis desvios, a quantidade e as áreas em que os fertilizantes e defensivos foram depositados, o tempo de uso das máquinas, as condições do solo, as dimensões das árvores, entre outros. “Para isso, uma série de sensores e outros dispositivos são estrategicamente agregados à floresta”, completa.

Atualmente o Brasil é o 4º maior produtor de papel e celulose do mundo, com uma produção anual de 15 milhões de toneladas, que representam 9% do total mundial. Porém, os especialistas da 2S constataram que o grau de maturidade digital nesse segmento ainda é muito incipiente, principalmente na coleta de dados. Isso pode ser revertido com as tecnologias adequadas, trazendo um enorme ganho de produtividade e redução de custos.

A Floresta Conectada, além de transformar todo o processo e torná-lo mais eficiente com a coleta ágil dos dados, mira outros dois pontos sensíveis nessa operação: o processamento centralizado das informações coletadas e a apresentação destas em dashboards específicos a cada uma das áreas interessadas.

Operação conectada
Além disso, hoje os tratores têm plataformas distintas, dificultando o processamento dos dados colhidos. “Essa solução vai unificar e tratar os dados com a combinação, entre outras tecnologias, de IoT com geoprocessamento. Uma área estratégica porque determina as rotas por onde os tratores vão passar, para definir as linhas de plantações. O problema é que quando chega o momento do plantio e há desvios de rota, essa informação só vai para o geoprocessamento, em média, um mês depois. Ou seja, nenhuma ação de correção pode ser aplicada e as informações são usadas apenas para registro histórico.

Isso ocorre porque os tratores não voltam todos os dias para a base e a comunicação é, basicamente, feita por rádio. As informações da operação ficam armazenadas no sistema do trator e são coletados por pen drives (manualmente), para serem processadas e enviadas para as áreas que precisam desses dados. Isso gera um delay enorme, porque as análises de dados e de plantio ocorrem em tempos diferentes, prejudicando todo o processo e gerando desperdícios.

“Com a solução da 2S as florestas passam a ser cobertas com sinal Wi-Fi, 3G/4G ou satélite e, combinando o uso de equipamentos Cisco com sistema de desenvolvimento, os dados de operação são coletados do trator e transmitidos para a central em tempo real ou em intervalos pré-definidos, de acordo com o modelo de operação escolhido pelo cliente”, explica a executiva.

É possível, inclusive, integrar o sistema da empresa diretamente aos fornecedores, que poderão enviar a quantidade e os insumos corretos, dimensionados pelas condições do solo no momento e não por condições apresentadas meses antes, que podem ter sofrido variações por fatores climáticos, por exemplo.

Segundo Gisele, em geral, muito insumo é usado para preparar o solo e não há um controle efetivo de quanto foi usado ou mesmo se a quantidade usada era realmente necessária, justamente por falta de informações atualizadas entre a operação no campo e a Central, gerando distorções.

A solução permite, também, melhorar a comunicação no campo, podendo os operadores tirar dúvidas e receber instruções em tempo real, otimizando a operação e facilitando o dia a dia de trabalho. “Já estamos iniciando testes no campo de uma grande indústria de papel e celulose do país para implementar a Floresta Conectada”, revela Gisele.

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Fusões e aquisições crescem 5% no Brasil, TI puxa a alta

O número de fusões e aquisições aumentou 5% entre janeiro e setembro segundo a PwC Brasil. De acordo com relatório mensal, foram registradas 464 operações nos nove primeiros meses do ano, ante 440 no mesmo período do ano passado. Na comparação entre setembro deste ano o do ano passado, houve queda de 6% (58 e 62 transações, respectivamente).

O setor de Tecnologia da Informação (TI) tem a preferência do investidor, com 21% do total de operações em 2017. Foram 96 negociações, um aumento de 20% em relação aos primeiros nove meses ano passado (80 transações). Em setembro, 17% das operações foram no setor de TI.

Serviços Auxiliares e Serviços Públicos representaram, respectivamente, 10% e 9% da fatia de investimentos em setembro. Destaque para os Serviços Públicos, que cresceram 156%, na comparação com setembro de 2016 (41 ante 16). Numa dessas operações, a companhia China Merchants Port Holdings, sediada em Curitiba, realizou a aquisição de 90% da TCP Participações pelo valor de R$ 2,9 bilhões.

Regiões
No ano, a região Sudeste sediadas na região Sudeste concentrou 69% das transações. Foram 319 operações entre janeiro e setembro, aumento de 15% em relação ao ano passado, quando houve 277 transações. Somente em setembro, porém, houve queda de 16% no comparativo com o ano passado (36 e 43, respectivamente). Entre os estados da região, São Paulo lidera com 53% das operações, sendo 194 na capital e 46 no interior até setembro.

O Sul concentrou 14% dos negócios em 2017. Norte, Nordeste e Centro-Oeste registraram 1%, 6% e 3% das transações no mês de setembro, respectivamente.

Investimentos estrangeiros
Estados Unidos, França e China responderam por 45% das 192 transações com capital estrangeiro anunciadas até setembro, redução de 1% em comparação ao ano passado. Respectivamente, os países tiveram 53, 21, e 12 negociações. Isoladamente, o setembro contou com 26 transações de origem estrangeira, 8% a mais que o mesmo período em 2016.

As transações com capital estrangeiro se mantiveram como a modalidade de maior volume, superando os números de 2016. No período de janeiro a setembro, foram realizadas 278 aquisições de controle majoritário, aumento de 14% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Negociações de compras ficaram em segundo lugar com 156 operações, 3% a mais que em 2016.

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Nutricionista digital: app usa inteligência artificial para programar dietas personalizadas

Seguir a risca a dieta imposta pelo nutricionista é uma tarefa reservada apenas aos mais disciplinados. Mas imagine se ele seguisse você 24 horas, preparasse as receitas de todas as refeições, te ensinasse a cozinhar, exigisse fotos dos pratos para checar se está comendo certo, indicasse a lista de compras para o mercado e ainda te ensinasse a comer melhor quando você está fora de casa? Essa é a proposta da Freeletics Nutrition, plataforma de inteligência artificial que chega ao Brasil em novembro com a proposta de ser uma espécie de  nutricionista de bolso. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para começar a usar o aplicativo, é necessário passar por uma verdadeira consulta, uma longa série de perguntas e cruzamento de dados que vão ajudar a definir o real objetivo da mudança na dieta – pode ser desde simplesmente perder peso ou ganhar massa muscular, até um acompanhamento para criar um estilo de vida mais saudável.

Com o foco definido, o aplicativo constrói o cardápio diário para todas as refeições e lanches durante o dia, cada um deles acompanhada de receita e modo de preparo explicados nos mínimos detalhes. São mais de duzentas receitas, todas com foco na simplicidade (em média, 20 minutos de preparo) e sabores do agrado de cada usuário. Não tem algum dos ingredientes? Você pode pedir uma substituição de acordo com os itens que tem em casa ou pedir para a plataforma incluí-lo na sua lista de supermercado. “A proposta é oferecer uma alternativa para quem quer construir um estilo de vida mais saudável, mas não consegue fazer sem um estímulo e acompanhamento diário”, explica Gabriel Toledo de Oliveira, diretor geral do Freeletics no Brasil.

A cada receita executada e refeição feita, o aplicativo pede uma foto para reconhecer os ingredientes e registrar o desenvolvimento real do planejamento. A cada feedback que você dá para o dispositivo de inteligência artificial, mais ele aprende sobre os seus gostos e hábitos e usa essas informações para adaptar as receitas. Mas esse apoio vai além da rotina normal, ele também ajuda na alimentação fora de casa. Vai ao bar com os amigos? O app te ajuda a escolher a combinação de opções que vai te manter nos trilhos da dieta.

Para mais informações acesse o site.

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Diretora do LinkedIn assume associação de publicidade digital no Brasil

O IAB Brasil, entidade que atua para estimular a evolução da publicidade digital no País, elegeu a diretoria para o ano de 2018. A nova presidente é Ana Moisés, diretora de área de Soluções de Marketing do LinkedIn para a América Latina. Com mais de 15 anos de experiência no mercado de internet e mídia, Ana atuou em big players do setor de tecnologia, como Yahoo! e Microsoft. Paula Puppi, CEO da Blinks, ocupará a posição de VP de Agências. Raffael Mastrocola, diretor geral para a América Latina na The Community Miami, é o VP Financeiro, e Fabrício Protti, Managing Director da Teads, será VP de Veículos. A nova diretoria inicia suas atividades em 1º de janeiro do próximo ano.

O conselho consultivo da entidade será presidido por Cristiano Nobrega, CEO da Tail e atual presidente do IAB Brasil. Os outros conselheiros são Marco Bebiano, Director of Agency Business do Google; Renato Domingues, líder de negócios do Facebook no Brasil; André Vinicius, diretor executivo de Publicidade do UOL; Leandro Claro, Chief Marketing Office da Youse/Caixa Seguradora; Fábio Rowinski, diretor de Inteligência de Mercado e Produtos da Globo; Patrícia Amaro, responsável pela Estratégia de e-Commerce e Digital da Unilever para America Latina; e Pedro Ramos, sócio do Baptista Luz Advogados e coordenador da área de Transações de Tecnologia do escritório.

Segundo Ana Moisés, o IAB Brasil tem percorrido um processo de evolução consistente e contínuo. “A entidade mudou muito desde que comecei a acompanhar os trabalhos. Percebo que, atualmente, há foco em temas mais delicados para o mercado, os quais estão sendo colocados na mesa e tratados com a urgência que merecem. São exemplos as ações de conscientização referentes a brand safety e fraudes digitais”, argumenta Ana. “Para o próximo ano, pretendo adicionar à agenda e liderar discussões sobre a sustentabilidade na publicidade digital”.

Desenvolvimento das mídias
Para Cristiano Nobrega, 2017 foi um ano de fortalecimento institucional do IAB Brasil. “Aplicamos uma nova metodologia de gestão e criamos a área de Relações Governamentais. Tenho uma longa trajetória como associado e, desde cedo, percebi que sempre há muito espaço para colaborar com a entidade”, comenta. “Tem sido muito bacana observar a alternância de poderes dentro da Instituição, mas sempre com uma agenda consistente de desenvolvimento da mídia digital, e será uma honra passar a presidência para Ana Moisés. Do meu lado, sigo como presidente do Conselho, para garantir a continuidade dos projetos”.

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Plataforma inédita para jogos em Realidade Virtual é lançada no Brasil

Desenvolvido por profissionais brasileiros, o Arkave é uma plataforma para jogos em Realidade Virtual (VR) inédita no Brasil, que proporciona experiências altamente imersivas, conectadas e emocionantes. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com inauguração prevista até o final de novembro, no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas/SP, a primeira loja do Arkave chega para elevar a um novo patamar os arcades de antigamente – espaços criados na década de 1980, nos quais, se reuniam pessoas para conhecer e jogar jogos eletrônicos e que depois, nos anos 1990/2000, foi adotado pelas lan houses para jogos em computadores.

Além de ambientes para assistir aos jogos, a primeira loja possui oito arenas, distribuídas em 330m², que colocam à disposição do público a experiência definitiva em Realidade Virtual. Em função de sua tecnologia exclusiva, que aumenta o impacto das experiências e as amplifica quando vividas em grupo, o Arkave é a evolução dos arcades para realidade virtual. O objetivo, segundo Marcos Alves, diretor de Ventures da YDreams Global, é o de criar um ambiente, no qual, as pessoas poderão no mesmo espaço jogar conectadas aos seus amigos. “Oferecemos a liberdade de se movimentar sem fios e usando todo o seu corpo para jogar e se divertir. Essa é a experiência coletiva de jogo em VR mais imersiva e conectada já criada”.

O executivo ainda conta que a tecnologia permite que os jogadores se movimentem livremente pelos ambientes físico e virtual, ao mesmo tempo em que são vistos pelos seus companheiros de jogo, com quem podem interagir, tocar e até conversar durante as partidas. “Será a experiência mais imersiva do mercado e, em um futuro bem próximo, quando abrirmos as próximas unidades do Arkave, será possível que as pessoas de uma localidade joguem online e virtualmente com as pessoas de outras cidades ou até mesmo países, como se estivessem fisicamente uma do lado da outra”.

A inauguração da loja, em Campinas/SP, já contará com o The Last Squad, jogo em visão de primeira pessoa no estilo wave shooter, no qual, os jogadores “encarnam” um grupo de elite, que combate sucessivas ondas de ataques dos inimigos que avançam sobre uma base do grupo. Emocionante e envolvente, este jogo também foi desenvolvido dentro de casa.

Além disso, Marcos Alves também indica um calendário já planejado de novas atrações, garantindo que existam sempre novidades no espaço. É plano da empresa disponibilizar a plataforma para que outras produtoras possam criar jogos e aplicações, ampliando a oferta para os clientes. Por isso, outro destaque fica por conta da parceria entre YDreams Global e a Cruel Byte, produtora brasileira independente de games, que licenciou o game “A Lost Room” em versão exclusiva para ser jogado no Arkave.

O A Lost Room é um escape room virtual e foi finalista da competição de melhor jogo em VR no BIG Festival 2017, o maior festival de jogos independentes da América Latina. Para o Arkave, será usado um ambiente de escape totalmente competitivo. A arena será dividida em ambientes individuais para até três jogadores (um em cada espaço), que disputarão contra um cronômetro e contra os outros para ver quem foge primeiro.

A loja Arkave terá experiências imersivas em dois formatos: Arena, que são espaço de 28m² e contemplam jogos multiplayer altamente imersivos para grupos, e Cubik, ambiente com 9m² que foca nas experiências individuais e oferecerá grande variedade de títulos voltados para o público que tem curiosidade de experimentar sempre as novidades e conhecer diversos tipos de games diferentes. “Teremos opções para crianças, jovens e adultos, a família toda poderá curtir essa experiência. Quem nunca experimentou Realidade Virtual não precisa se preocupar: teremos opções para todo mundo”, afirma Marcos Alves.

De acordo com o executivo, no formato Arena, a tecnologia permite que jogadores que estejam em São Paulo desafiem uma outra equipe localizada em uma outra unidade da franquia na Flórida, por exemplo. “Isso amplificará a experiência e abrirá novas possibilidades, como organização de campeonatos mundiais e formação de times com diversas nacionalidades. Por essa razão, estamos buscando empreendedores interessados em abrir sua própria loja do Arkave pelo modelo de franquia. Tudo isso, a fim de levar o conceito para o mundo todo, tornando-o uma atividade massificada e de grande penetração com o público. Seremos milhões jogando online e criando atividades em grupo em Realidade Virtual como nunca feito antes”.

Segundo Alves, os games, que se consagraram como uma das principais formas de entretenimento do século 21, são o mais novo território desbravado pela realidade virtual. De olho nesse mercado em franca expansão é que foi desenvolvido todo o Arkave, da plataforma, passando pelas arenas e até o jogo. O negócio, que adotará o modelo de franquias para expansão global, teve como ponto de partida dados da Pesquisa Game Brasil 2017. O levantamento aponta que cerca de 90% dos brasileiros jogam algum tipo de jogo eletrônico, seja por consoles, PCs ou smartphones/tablets. A maior parte é formada por jogadores casuais que buscam diversão em grupo – entre amigos, casais ou pais e filhos.

Com base nessas conclusões, a YDreams Global apostou na criação da plataforma. “Nossa ideia é que as unidades do Arkave sejam um destino de entretenimento onde amigos e famílias possam se divertir e viver momentos memoráveis, por meio de jogos e experiências interativas em Realidade Virtual, altamente imersivos, sociais e emocionantes que transportam para outra realidade”, explica o executivo.

Nesse caso, foi criada uma empresa spin-off para se dedicar exclusivamente a esse produto, com objetivo de atingir o mercado global, mas usando o Brasil para lançar e experimentar o modelo. “O Arkave vem sendo desenvolvido por uma startup que criamos dentro da nossa divisão de Ventures. Essa área é especializada em identificar novos negócios e possibilidades de inovação, agindo sob a direção técnica da YDreams Global, mas com a operacionalização de uma empresa independente”, explica Alves.

Shopping amplia percepção e participação
O Parque D. Pedro Shopping, em Campinas/SP, foi uma escolha óbvia para a YDreams Global, segundo Marcos Alves. Por ser uma propriedade do grupo Sonae Sierra Brasil, empresa especialista em shopping centers e uma das principais proprietárias, desenvolvedoras e administradoras do País, o executivo ressalta o alinhamento do projeto com o local e a rede. “Nossos objetivos com o Arkave são grandes e ambiciosos, rapidamente expandiremos globalmente por meio de franquias. Dessa forma, foi natural escolher o Parque D. Pedro Shopping – o mais completo centro de compras, lazer e entretenimento da região de Campinas e que, anualmente, recebe 18,3 milhões de visitantes –  como nosso palco de estreia. Lá, estamos certos de que a participação do público estará garantida”.

O Arkave terá os dois modelos instalados no shopping, em caráter permanente. Os interessados podem agendar e comprar suas sessões pelo site oficial ou na hora, de acordo com a disponibilidade. A YDreams Global tem programado roadshows em grandes eventos com espaço para demonstração dos games. A primeira parada foi no Latam Retail Show, maior feira de varejo da América Latina, que aconteceu entre 29 e 31 de agosto. Depois, teve sua estreia oficial no exterior durante o Future of Immersive Leisure, em Las Vegas (EUA), nos dias 13 e 14 de setembro. Os fãs brasileiros de realidade virtual também tiveram mais uma vez a oportunidade de testar a arena no Hyper VR Festival, que aconteceu, em São Paulo,  dia 16 de setembro. Além desses eventos, a YDreams Global esteve, nos dias 5 e 6 de outubro, na VII Conferência Rethink Business, que também, aconteceu em São Paulo, e no CASE 2017, maior evento de startups da América Latina, realizado nos dias 26 e 27 de outubro, também em São Paulo.

 

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Golpe pelo WhatsApp promete carteira de habilitação gratuita

Hackers estão enganando, via WhatsApp, pessoas que recebem menos de dois salários mínimos ou que estão desempregadas há mais de um ano. Essa é a população que tem direito a participar do programa CNH Social, instituído pelos governos estaduais, e que está sendo alvo do mais recente ataque detectado pelo DFNDR Lab, laboratório de segurança digital especializado no combate ao cibercrime.

Mais de 270 mil brasileiros nessa condição, que usam o sistema DFNDR, receberam o golpe em uma semana via WhatsApp e, com base no total de usuários de smartphones do país, o laboratório projeta que outros 3 milhões tenham sido afetados. No mesmo período, mais de 160 mil pessoas utilizaram o serviço gratuito de checagem de páginas maliciosas do DFNDR Lab para se certificarem da veracidade de links recebidos.

Com a promessa de que há uma nova seleção de candidatos à CNH Social, o golpe solicita ao usuário o preenchimento de seus dados pessoais como nome completo, data de aniversário e Estado no qual reside.

Em seguida, ele é induzido a compartilhar a falsa promessa com dez amigos ou em cinco grupos do WhatsApp. Após clicar três vezes no botão compartilhar, é redirecionado para uma página no Facebook que contém posts sobre outros programas governamentais, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, com intuito dar credibilidade ao anúncio. Até o momento, a página conta com mais de 4,5 mil seguidores e o post da promessa já tem mais de 10 mil compartilhamentos.

Prevenção
“Diariamente, centenas de milhares de links maliciosos são espalhados via WhatsApp sem que as pessoas saibam que estão ajudando os hackers a disseminarem seus golpes. Neste caso específico, o cibercriminoso está aplicando métodos de engenharia social ao ampliar sua base de contatos para a veiculação de novos golpes e até mesmo ganhar dinheiro expondo/vendendo dados pessoais dos usuários. Queremos alertar a população para que evite clicar ou compartilhar links sem antes conferir se são verdadeiros ou falsos”, afirma Emilio Simoni, Diretor do DFNDR Lab.

Para não se tornar uma vítima de hackers, Emilio também reforça a necessidade dos usuários de smartphone terem instalado um software de segurança com a função ‘anti-phishing’ ou ‘anti-hacking’, como o DFNDR Security, pois esse sistema é capaz de analisar todas as ameaças existentes no mundo virtual e alertá-los em tempo real sobre as ameaças recebidas.

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Mercedes-Benz alcança o marco de 3 milhões de motores produzidos no Brasil

 

A Mercedes-Benz do Brasil alcançou, no final de outubro, o marco histórico de produção de 3 milhões de motores para caminhões e ônibus. Esse número refere-se ao volume acumulado desde 1956, quando foi pioneira na fabricação do primeiro propulsor a diesel nacional. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O motor que simboliza esse marco é o pesado OM 457 LA. Fabricado na planta de São Bernardo do Campo, mesmo local onde foi produzida a primeira unidade, que equipava o clássico caminhão L-312, o “Torpedo”.

“Nenhum outro fabricante de veículos comerciais chegou a esse volume de produção no País. É com muito orgulho, satisfação e emoção que compartilho esse momento histórico e especial com toda a nossa equipe de colaboradores e com os fornecedores”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

De acordo com o executivo, também no que se refere ao desenvolvimento e produção de motores, a Empresa tem papel relevante na consolidação do produto nacional e das indústrias do setor. “De forma pioneira, nossa marca introduziu o conceito diesel no Brasil, há 61 anos, quando inaugurou sua fábrica de caminhões e ônibus. Desde então, não parou de aprimorar seus produtos e de inovar, como fez quando lançou o primeiro motor eletrônico de veículos comerciais e introduziu a tecnologia BlueTec 5”, ressalta Schiemer. “Assim, sempre estivemos ao lado de quem transporta cargas e passageiros, ajudando as empresas a crescer e o País a se desenvolver”.

Os motores da marca são cada vez mais reconhecidos no mercado pela avançada tecnologia, robustez, durabilidade e compatibilidade ambiental. “Isso é fruto do rigoroso processo de excelência e qualidade nas linhas de produção e da competência e determinação das nossas equipes em entregar um produto que atende às expectativas dos clientes“, diz o executivo. “Isso resulta em economia no consumo e, principalmente, na rentabilidade desejada”.

Motores equipam veículos destinados ao mercado brasileiro e a cerca de outros 60 países
Os motores da marca equipam caminhões de todos os segmentos, desde os leves e médios, passando pelos semipesados até os extra pesados. Também abrangem toda a linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários. Esses motores atendem o mercado brasileiro e equipam também veículos que são exportados para cerca de 60 países em vários continentes. “Tanto no nosso País, como no exterior, contam com ampla aceitação por sua eficiência e robustez nas mais severas condições de operação”, afirma Carlos Santiago, vice-presidente de Operações da Mercedes-Benz do Brasil.

A Empresa também fornece motores a diesel a outras unidades do Grupo Daimler. A partir de agosto deste ano, passou a exportar o OM 460 Euro 3 para a planta alemã da Daimler em Wörth, na Alemanha, para utilização no caminhão rodoviário Actros e nos fora de estrada Arocs e Zetros. Esses veículos são exportados para mercados da África e Oriente Médio.

Em 2013, a Empresa passou a enviar motores médios OM 900 para a Daimler Buses de Monterrey, no México. Em 2001, efetuou as primeiras exportações de propulsores brasileiros, os pesados OM 400 para a Detroit Diesel, nos Estados Unidos.

De 1956 até 1990, produziu motores leves e médios. A partir de 1991, começou a fabricar os pesados. No ano de 1998, também de forma pioneira, lançou os primeiros motores diesel eletrônicos do Brasil. E em 2005, iniciou a produção de remanufaturados da linha RENOV, para o mercado de reposição, em sua unidade de Campinas, interior paulista.

“Em 2006, batemos o recorde de produção no Brasil, com 110 mil motores produzidos apenas naquele ano”, informa Carlos Santiago. “Alcançamos 1 milhão de motores em 1984. Depois, chegamos aos 2 milhões em 2004”.

Maior fabricante de veículos comerciais da América Latina
A Mercedes-Benz do Brasil é a maior e mais tradicional fabricante de caminhões e ônibus da América Latina. A unidade da Empresa em São Bernardo do Campo é a maior planta da Daimler fora da Alemanha para veículos comerciais Mercedes-Benz. É também a única planta da Daimler a produzir, numa mesma unidade, caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos.

A Empresa é também conta com o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de veículos comerciais da América Latina. Além disso, é o Centro Mundial de Competência da Daimler AG para desenvolvimento e produção de chassis de ônibus da marca Mercedes-Benz, bem como pólo de desenvolvimento da Daimler Trucks.

 

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Novo jogo Sonic Forces: Speed Battle faz sua estreia mundial

A SEGA lançou o Sonic Forces: Speed Battle, o aguardado jogo multiplayer em tempo real que coloca os jogadores em batalhas recheadas de ação contra oponentes ao redor do mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O game já está disponível para download gratuito (com recompensas em anúncios e compras opcionais no aplicativo) para smartphones e tablets (primeiramente iOS – e já está otimizado para o iPhone X). Além disso, o jogo também está chegando à loja Google Play para dispositivos Android em 16 de novembro de 2017.

Assista ao trailer de lançamento abaixo!

O novo jogo do porco espinho mais amado de todos apresenta 15 personagens jogáveis do próximo título da franquia para consoles Sonic Forces, incluindo favoritos dos fãs como Sonic e Knuckles clássicos, Amy e Omega, assim como outras estrelas do universo de Sonic como Zavok, Metal Sonic e Chaos. Em seu lançamento, o jogo traz 12 pistas situadas em três ambientes únicos, sendo dois deles inspirados no jogo Sonic Forces para console. Os jogadores podem montar uma equipe de personagens, subindo o nível de seu time e batalhando pela liderança regional e global nos placares de líderes.

“Com sua acelerada ação multiplayer, o game mantém nossa visão de trazer títulos de alta qualidade e com grande potencial de entretenimento para dispositivos móveis,” disse Takashi Iizuka, VP de Desenvolvimento de Produto da SEGA of America. “Estamos ansiosos para ver como os fãs respondem ao estilo único de corrida e jogabilidade competitiva”.

Para os que quiserem uma dose ainda maior de emoção,a versão para console, um jogo de plataforma será lançado no dia 10 de novembro de 2017 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.

 

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DJ Alok é indicado ao MTV Europe Music Awards como “Melhor Artista Brasileiro”

Vivendo ótima fase, ascensão internacional e conquistando vários recordes com suas produções, o DJ brasileiro Alok acaba de ser indicado ao MTV Europe Music Awards na categoria “Melhor Artista Brasileiro”. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Assim como acontece com o Brasil, outros países também têm suas listas de indicados que concorrem em categorias gerais. A premiação vai acontecer no dia 12 de novembro em Londres e terá Rita Ora como uma das apresentadoras.

Você pode votar através do aplicativo, das redes sociais e do site da MTV EMA.

“Concorrer ao MTV Europe Music Awards na categoria “Melhor Artista Brasileiro” é certamente uma honra. Muito feliz em ver que a contribuição é para a cena eletrônica como um todo. Agora é contar com o voto de todos vocês!”, comenta Alok, artista que atualmente conta com mais de 10 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais, além de ter sido eleito recentemente como o 19 melhor DJ do mundo.

Vale ressaltar que Alok acaba de retornar de uma extensa turnê na China onde se apresentou em várias cidades e também foi garoto propaganda em todo o território chinês de uma famosa marca de bebidas.

 

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50% dos motoristas brasileiros admitem usar celular ao volante

Conduzir um veículo com celular em mãos é infração gravíssima prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pode render 7 pontos na carteira, multa de R$ 293,47, e aumentar significativamente a probabilidade de acidentes. Apesar disso, metade dos motoristas brasileiros admite fazer uso do dispositivo enquanto dirige.

Segundo pesquisa nacional realizada pela Arteris – companhia do setor de concessões de rodovias -, 51,9% dos motoristas brasileiros admitem dirigir com celular em mãos, ainda que raramente. O percentual é ainda mais expressivo para os motoristas com… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”] …idade entre 18 e 21 anos e residentes da região sudeste do País.

Antes de continuar a leitura, veja a campanha inglesa sobre o risco de usar celular ao volante. Ela foi veiculada na Inglaterra há vários anos, mas serve para os dias de hoje. É impactante, tem cenas chocantes e retrata a realidade de um desastre grave, não importando se é na cidade ou na estrada.

É uma super produção para mostrar esse grave problema que pode afetar qualquer pessoa.

Alguns segundos de distração ao digitar um número de telefone ou mensagem, por exemplo, a uma velocidade de pouco mais de 100km/h, pode levar um motorista a percorrer a distância equivalente a quatro campos de futebol totalmente às cegas.  O que parece algo inofensivo, um deslize simples, pode custar vidas.

Os acidentes de trânsito estão entre as principais causas externas de morte no Brasil e no mundo. A cada hora, 140 pessoas perdem a vida no trânsito segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Os aparelhos de celular fazem parte da nossa realidade atualmente, mas, praticamente todos os aplicativos disponíveis hoje, podem ser programados ou iniciados antes de dar partida no veículo. Infelizmente, a pesquisa indica que os motoristas brasileiros, mesmo cientes da legislação e do perigo, ignoram essa possibilidade e seguem adotando comportamentos de risco”, afirma Elvis Granzotti, gerente de Operações da Arteris.

Granzotti alerta que, nas saídas para feriados prolongados, o volume de veículos é maior e motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres devem redobrar a atenção e assumir atitudes mais prudentes para a preservação de suas próprias vidas e das demais pessoas que trafegam ao seu redor.

A pesquisa foi realizada entre 15 e 27 de julho, com 2.686 motoristas, das cinco regiões do País, que responderam a um conjunto de perguntas sobre o seu próprio comportamento no trânsito. O levantamento retrata a distribuição no território nacional de condutores e a margem de erro é de 1,9%. No estudo, foram abordados quatro eixos de análise – uso do cinto de segurança, direção após o consumo de bebida alcoólica, desrespeito aos limites de velocidade e uso do celular ao volante. O único que apresentou melhoria em relação aos dados coletados no ano passado foi o índice sobre velocidade.

Nesse ano, 59,3% dos entrevistados declararam sempre respeitar os limites estabelecidos, enquanto em 2016, o percentual foi de 51,3%. Para os demais eixos, não houve variação estatística significativa.

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Saraiva lança loja Geek

A Saraiva anunciou hoje (01) o lançamento da página Universo Geek, voltada para a venda de artigos relacionados ao tema dentro de seu e-commerce. Na loja virtual, os clientes contam com uma curadoria especial de produtos, como livros, games, filmes, histórias em quadrinhos, colecionáveis e artigos de papelaria. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Nossa proposta com esta página inédita é oferecer mais comodidade ao público, disponibilizando em um único ambiente digital um amplo sortimento de produtos do tema”, conta Adriano Tavolassi, diretor de e-commerce da Saraiva. “O mercado de produtos geek cresce ano a ano e conta com um público fiel. Por isso, nossa estratégia visa nos aproximar desses clientes oferecendo itens e ofertas customizadas aos interesses desse público”, destaca o executivo.

Para facilitar a navegação, o hotsite foi categorizado por grandes marcas e sagas, como Star Wars, Game of Thrones, Harry Potter, Marvel, DC e Minecraft. Além disso, os clientes podem optar pela indicação de livros, games e filmes classificados por aventuras, como Outras Galáxias, Identidade Dupla, Jornadas Incríveis, Clássicos Futuros Distópicos.

 

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Projetos de transformação digital devem movimentar US$ 1,7 tri em 2019

A transformação digital continua moldando o novo mercado de tecnologia da informação criando demandas inéditas em vários negócios. As despesas com essa nova realidade das empresas continuará crescendo nos próximos anos e chegará a US$ 1,7 trilhões, em 2019, de acordo com estudo feito pela consultoria IDC e liberado em 31 de outubro.

A consultoria usa a sigla DX pra definir a transformação digital. Até o final de 2018, pelo menos 40% das organizações terão uma equipe de liderança digital. Isso ocorrerá em direta oposição ao modelo atual de uma liderança executiva única de transformação digital para executar as iniciativas digitais em toda a empresa.

Até 2019, todas as empresas que conseguiram cruzar a linha para a transformação digital gerarão pelo menos 45% de suas receitas dos novos modelos de negócios. Entre eles estão: “futuro do comércio” e capacidades cognitivas/inteligência artificial. Os assistentes digitais pessoais e chatbots ganharão importância e passarão a representar 10% das vendas e impulsionar o crescimento entre as organizações utilizam essas tecnologias efetivamente.

A consultoria alerta ainda, em seu relatório, para um quadro de exclusão e perda de competitividade nas empresas que ficarem presas aos modelos antigos de TI e negócios. “Enquanto vemos empresas se tornando mais capazes digitalmente, há uma diferença crescente entre líderes e retardatários, com implicações significativas para as organizações que não podem fazer a transição para uma organização digital-nativa”, destacou Shawn Fitzgerald, diretor de pesquisa de Estratégias de Transformação Digital Global do IDC.

Talento
Até 2020, 60% das empresas terão articulado ao menos uma estratégia digital, com impacto possível de ser exapndido para toda a organização, prevê o relatório. Ainda em 202o, 85% das novas contratações de posição técnica serão baseadas em conhecimentos de inteligência artificial e analytics. Ainda, 25% das principais empresas terão desenvolvido programas de treinamento digital para competir melhor pelo talento disponível no mercado.

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