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Adventure Sports Fair 2017 acontece neste mês de outubro, no São Paulo Expo

A 18º edição da Adventure Sports Fair, principal evento de turismo e esportes de aventura da América Latina, abre as portas para trazer as novidades em camping, atividades outdoor, trail run, bike e o setor de automóveis e motos para aventura. Famílias, jovens viajantes, curiosos e os apaixonados por essas atividades terão momentos relaxantes e divertidos no São Paulo Expo, de 27 a 29 de outubro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Neste ano, a Adventure Sports Fair terá atrações inéditas, como o Simulador de Surf Indoor, a pista de snowboard, tanque de mergulho, parede de escalada, circuito de arvorismo e piscina de remada.

Para saber mais sobre a feira e como adquirir ingressos, acesse o site.

Serviço

Adventure Sports Fair

De 27 a 29 de outubro ? Sexta, das 12h às 20h; Sábado, das 10h às 20h; Domingo, das 10h às 19h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo – SP

 

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Impressão 3D: estudantes podem participar de desafio mundial

A Stratasys, de soluções de tecnologia aditiva aplicada, acaba de anunciar a abertura oficial das inscrições para o desafio de impressão 3D Stratasys Extreme Redesign 2018. Entrando no seu 14º ano, o concurso é amplamente reconhecido como o primeiro evento a destacar a excelência de designs inovadores impressos em 3D produzidos por estudantes.

Aproveitando o poder da impressão em 3D, os estudantes em todo o mundo agora têm a oportunidade de redesenhar um produto existente, criar um novo produto que melhore como as tarefas são realizadas ou projetar uma obra de arte ou arquitetura original. O concurso 2018, é totalmente apoiado pela comunidade GrabCAD – o maior ambiente colaborativo em linha do mundo -, que conta com designers, engenheiros e fabricantes.

“Desde a sua criação, o desafio de impressão 3D Stratasys Extreme Redesign concedeu mais de US $ 150 mil em bolsas de estudo para alguns dos principais inovadores estudantis do mundo. Estamos orgulhosos de continuar essa tradição, oferecendo aos novos candidatos a oportunidade de aprender, inovar e expandir a tecnologia de impressão 3D”, afirma Gina Scala, diretora de Marketing e Educação Global da Stratasys. Segundo ela, a empresa está ansiosa para ver o que o novo grupo de concorrentes deste ano irá projetar para inovar.

Como parte dos critérios para concorrer, todos os desenhos devem se mostrar mecanicamente sólidos, realistas e realizáveis. As inscrições são analisadas e avaliadas com base em:

  • Design mecânico de som
  • Descrição escrita convincente
  • Desenvolvimento de criatividade
  • Utilidade do produto
  • Estética (categoria arte, joias e arquitetura)

Tanto os competidores individuais, como as equipes de design, são convidadas a criar projetos no software CAD 3D, enviando arquivos no formato STL, por meio da plataforma GrabCAD, juntamente com uma descrição escrita, na qual deve destacar o valor e os benefícios do projeto. O prazo máximo para envio dos projetos das categorias abaixo é o dia 26 de fevereiro de 2018 (Não haverá extensão):

  • Engenharia – ensino médio/secundário;
  • Engenharia – graduado ou pós-graduado;
  • Artes, Joias ou Arquitetura – qualquer nível escolar.

Os primeiros colocados do concurso deste ano receberão US$ 2.500,00 (dólares americanos) em bolsas de estudo. Os instrutores dos estudantes que conquistarem o primeiro lugar também se beneficiarão ao receber uma impressora 3D Stratasys de demonstração para uso em sua sala de aula por tempo limitado. Aqueles que ficarem em segundo lugar receberão US$ 1.000,00 (dólares) em bolsas de estudo. Os 10 primeiros classificados em cada categoria ganham um item de roupas da Stratasys (no valor de até US$ 50 dólares) e um modelo impresso 3D de seu projeto. Todas as equipes e participantes individuais, além disso, recebem adesivos oficiais  Stratasys, GrabCAD e Extreme Redesign Tech Tattoo.

Pelo terceiro ano consecutivo, o National Coalition of Advanced Technology Centers (NCATC) também está concedendo uma bolsa de estudos de US$ 1.000,00 para um competidor da categoria de graduados e pós-graduados de engenharia, que também seja membro de suas escolas. O NCATC é uma rede de recursos de educação superior que promove o uso de aplicativos de tecnologia para melhorar os programas e serviços econômicos e de desenvolvimento da força de trabalho.

Para obter mais informações e regras do concurso – ou para se tornar parte do evento emocionante deste ano – visite a página do Extreme Redesign no website da Stratasys. Entre em todas as ações seguindo o Extreme Redesign Printing Challenge no Facebook – e inclua #ExtremeRedesign em todos os posts. Visite o GrabCAD Community para participar do desafio.

As inscrições se encerram no dia 26 de fevereiro de 2018.

Você, uma BMW, e uma Moleskine “inteligente”. Agora isso é possível

Os pequenos cadernos de anotações, com capa dura e estilo estão entre nós atravessando os séculos. Chamadas de moleskine, elas já ganharam destaque nas mãos de poetas, intelectuais, políticos e quem mais gosta de escrever e sempre tem uma ideia pra anotar. Na era digital, é claro que as moleskines evoluíram. Mas talvez nenhuma consiga ter tanto estilo quanto uma da marca BMW.

A montadora começa a comercializar sua BMW Smart Writing Set, como parte da linha BMW Lifestyle. A moleskine digital permite ao usuário digitalizar e compartilhar via smartphone ou tablet, em tempo real, as anotações realizadas no papel.

“O BMW Smart Writing Set não é apenas um produto de lifestyle que chega para facilitar as tarefas cotidianas, como lembretes diários e agendamento de compromissos: ele representa um grande avanço em termos de conectividade e interação entre motorista e veículo”, ressalta Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas do BMW Group Brasil.

O preço ao público é de R$ 1.995,00 comercializado exclusivamente nas concessionárias autorizadas.

O BMW Smart Writing Set é composto por três componentes: moleskine especial “Notebook Tablet”, aplicativo correspondente, cujo download pode ser feito nas principais lojas de aplicativos gratuitamente, e a caneta inteligente “Smart Pen+”, que traz um refil da tinta, é produzida em alumínio com uma câmera infravermelho que registra e digitaliza tudo o que é escrito.

O conjunto pode ser usado no sistema de infotainment do novo BMW Série 5. É possível exibir e acessar e-mails criado no BMW Smart Writing Set por meio da conta BMW ConnectedDrive, plataforma que oferece serviços conectados aos veículos BMW. Algumas das suas funcionalidades são a Chamada Inteligente de Emergência, o Concierge e a navegação com informação de trânsito em tempo real. O usuário ainda tem acesso ao BMW Online, que permite o acesso às contas de e-mail e o recebimento de notícias personalizadas durante o deslocamento.

Conteúdo
A tecnologia “NCode”, própria do produto, permite transmitir simultaneamente cada traço anotado no moleskine para o aplicativo. Assim, o usuário pode editar, organizar e compartilhar de anotações a desenhos digitalmente – tudo isso sem precisar redigitar, usar scanner ou mesmo tirar fotos.

Além disso, o usuário poderá realizar por meio do aplicativo a edição do conteúdo anotado, compartilhamento das anotações via e-mail, classificação e organização das anotações por meio de marcações, buscas através de palavras-chave e combinação de anotações com áudio gravados em tempo real. A autonomia da caneta é de 125 dias em modo de espera ou 5 horas de escrita continua, e pode armazenar 90MB de memória interna, equivalente a mil páginas.

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Sétima edição do NVIDIA GPU Workshop será realizada em novembro no sul do país

O NVIDIA GPU Workshop chega ao sul do Brasil. O evento promovido pela NVIDIA será realizado em 10 de novembro, em Porto Alegre, e é voltado para desenvolvedores que trabalham com Inteligência Artificial, Deep Learning, Computação de Alto Desempenho, Programação Paralela, Realidade Virtual, Desenvolvimento de Jogos, Processamento Gráfico e Ciência de Dados. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Um dos mais importantes eventos voltados ao uso de inteligência artificial e deep learning no Brasil, o NVIDIA GPU Workshop chega para incentivar práticas inovadoras que utilizam soluções desenvolvidas em GPUs”, explica Marcio Aguiar, gerente de Desenvolvimento para área Enterprise para América Latina.

O evento oferece um rico conteúdo para empresários, startups e investidores que buscam por novas tecnologias em suas empresas/investimentos. A sétima edição do GPU Workshop terá, além dos palestrantes citados acima, a participação de porta-vozes da Accenture, UFRGS, Oracle, Instituto Eldorado, Unreal Engine, OpenCADD, Ltrace, Stilingue e TeiaLabs.

Os resumos das palestras e dos palestrantes também estão disponíveis para download.

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Por que a Amazon é uma ameaça? E o que deveríamos aprender com a indústria automotiva?

* Por Manuel Guimarães

Sabemos que a Amazon vem capturando todo o market share e também todo o lucro do setor de varejo americano. A Toys´R´Us, tradicional varejista americana, foi a última vítima da gigante Amazon e entrou com pedido de falência no mês de setembro. Entre as muitas razões para seu sucesso, seguramente uma das principais é que, desde sua fundação, Jeff Bezos buscou que todos os seus processos de negócio pudessem gradativamente ser automatizados, ou seja, executados por robots inteligentes.

Hoje, grande parte das empresas tem tentado manter a competitividade se equipando com tecnologias de ponta. Como consequência, vemos as ações das empresas de tecnologia nos EUA subir, em decorrência do chamado efeito “Amazon”: a busca por tecnologias que possam ser uma bala de prata contra o arqui-inimigo. Ótimo para indústria de tecnologia e péssimo para os varejistas.

Normalmente, os projetos desenvolvidos pelas empresas são do tipo CRM / customer centricity / transformação digital / big data / inteligência artificial / analytics. Aqui no Brasil, a Amazon ainda não assusta e nem podemos ter certeza se algum dia vai assustar. Entretanto, uma coisa é certa: o sucesso ou fracasso das empresas será cada vez mais determinado pela capacidade que possuem de fazer a inteligência analítica permear seus processos de forma automatizada e produtiva.

Como 84% dos projetos de transformação digital fracassam, talvez seja prudente buscar respostas sobre como se tornar mais competitivo e ter mais chances de sucesso olhando para o setor automotivo, que há décadas utiliza inteligência e automação para continuamente manter sua competitividade, preservando vendas e margens.

Vale lembrar que a jornada da Amazon na construção de seus sistemas automatizados e inteligentes para execução de processos de negócio começou cedo. O grande marco é meados de 2002, quando Jeff Bezos enviou uma carta para as equipes descrevendo os princípios da arquitetura sistêmica que ele desejava para sua companhia. No começo, a arquitetura proposta por Bezos significou apenas ganhos incrementais de eficiência operacional, já que os robots apenas seguiam especificações elementares feitas por uma pessoa.

Com o passar do tempo e a revolução da inteligência artificial, os robots passaram a ser capazes de tomar decisões sobre qual a melhor próxima ação para o negócio, cada vez com mais autonomia, assertividade e velocidade. Tudo de forma incomparavelmente superior ao que um tomador de decisão humano consegue alcançar. Hoje a Amazon colhe os frutos desse investimento. No entanto, o que ela fez não foi exatamente novo: a indústria automotiva vem seguindo esse mesmo plano e incorporando automação e inteligência em seus processos de negócio desde a década de 60.

Enquanto a concorrência se amplia, ainda vamos ver muitas empresas continuar tentando simplesmente emular a Amazon. Como consequência mais provável, temos o fracasso. Olhando para a indústria automotiva podemos fazer algumas considerações que podem dar mais sustentabilidade ao uso de analytics e automação como uma estratégia corporativa de diferenciação, entre elas:

Adequação da expertise interna combinada com outsourcing: a indústria automotiva faz outsourcing de até 75% da sua produção. É sem dúvida mais barato e eficiente delegar a produção de para-brisa para um fornecedor especializado, que vai ter a profundidade técnica necessária para produzir um produto de alta qualidade. No entanto, a indústria automotiva entende a importância de ter pessoas que sabem como os processos e componentes que contrata de seus fornecedores funcionam e, ainda mais importante, como devem atuar em conjunto. Isso permite que solicitem corretamente, evitem desperdícios e desafiem seus fornecedores a sempre fazerem o melhor em processos, qualidade, tecnologia e preço.

Enquanto isso vemos que, em geral, os projetos de CRM / customer centricity / transformação digital / big data / inteligência artificial / analytics são contratados por equipes com pouca ou nenhuma experiência nos temas. Ainda pior é que não existe um entendimento de como a melhoria contratada será incorporada como parte do processo da empresa e como contribuirá para a geração de resultados. A má especificação de requisitos combinada com a assimetria de informação entre empresa e fornecedor, via de regra, resulta em projetos caros que entregam menos que o esperado.

Objetivos compartilhados com parceiros tecnológicos: a indústria automotiva também se mostra extremamente eficiente na gestão de relacionamentos de longo prazo e rentáveis com seus fornecedores. Talvez a principal razão para isso seja o alinhamento de incentivos entre fornecedores e empresa. Normalmente as montadoras fazem um “hedging” de suas apostas tendo diferentes fornecedores para os mesmos componentes ou processos. Um robot de uma célula de medição deve executar o mesmo processo, dentro dos mesmos requisitos de tempo e precisão, e pode ser de diferentes marcas. Como vimos acima, ao mesmo tempo que as montadoras fazem outsourcing de grande parte de sua produção e trabalham de forma muito integrada com seus fornecedores, elas também são desacopladas deles, significando que podem continuamente esperar ganhos de performance em seus processos porque é sempre do interesse do fornecedor melhorar sua entrega para permanecer competitivo.

Essa situação é muito diferente do cenário com projetos de analytics, etc. onde, normalmente, os fornecedores possuem baixo envolvimento ou têm pouco ou nenhum incentivo para melhorar sua entrega após a assinatura do contrato e a entrada em regime de produção.

Sistema Toyota de Produção: talvez a estratégia mais valiosa que pode ser absorvida da indústria automotiva seja o entendimento do sistema Toyota de produção. O STP tem como objetivo central o aumento da produtividade e da eficiência e é pautado na melhoria contínua das operações e negócios. Isso significa, entre outras coisas:

Privilegiar soluções simples, específicas para o objetivo que se quer tratar;
Entregar continuamente valor para o negócio com ciclos rápidos de melhorias;
Administrar cientificamente o resultado das melhorias;

A realidade nos projetos que vemos é bem diferente do que está acima:

Uso de tecnologia generalista com “plataformas” que requerem investimentos massivos, muitas vezes maiores que a própria solução, em integração e customização para fazerem uma atividade especializada que poderia ser resolvida em 1/10 do tempo e 1/5 do custo com uma ferramenta específica.

Ao invés de existir um grande número de entregas programadas ao longo de todo tempo de execução do projeto a partir do mês um, existe um projeto monolítico com um tempo até a primeira entrega de valor para o negócio, que muitas vezes passa de seis meses.

Desconhecimento ou dificuldade de ter indicadores claros de performance do processo que se quer melhorar: tempo, qualidade, resultado, etc. Como consequência fica difícil estabelecer metas e objetivos para as melhorias que o projeto deve trazer para a organização.

Por fim, um caminho mais promissor

Seguramente, analytics e automação serão determinantes para a competitividade e sobrevivência das empresas. No entanto, na maior parte das vezes, os investimentos estão sendo feitos com a expectativa que uma tecnologia possa servir como uma bala de prata que naturalmente vai resultar em maior competitividade. A desconsideração de fatores organizacionais, que passam por pessoas, processos e o baixo envolvimento solicitado aos fornecedores, impede que grande parte dos benefícios potenciais sejam capturados.

No entanto, não é necessário que assim seja e aproveito para fechar esse tema com o pensamento de Taiichi Ohno, o engenheiro considerado responsável pela criação do Sistema Toyota de Produção: “Por que não tornar o trabalho mais fácil e mais interessante para que as pessoas não tenham que suar? O estilo Toyota não é criar resultados trabalhando duro. É um sistema que diz que não há limite para a criatividade das pessoas. As pessoas não vão para a Toyota para ‘trabalhar’, elas vão lá para “pensar”.

* empreendedor de inteligência analítica automatizada no varejo
e fundador da Propz

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Benefícios de exercícios físicos para gestantes

A prática regular de atividade física é importante em qualquer fase da vida. No entanto, durante a gravidez, os exercícios são ainda mais recomendados, pois além de manter a saúde da gestante em dia, também ajuda a controlar alguns incômodos do período. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

De acordo com Geraldo Chamilet, personal trainer e especialista em spinning da 2 Spin, os benefícios da atividade física durante a gestação vão muito além do controle de peso. “O corpo em movimento libera endorfina, que traz sensação de bem-estar, podendo aliviar tensões, melhorar a circulação sanguínea, o condicionamento cardiorrespiratório e a postura. Além disso, as atividades fortalecem a musculatura abdominal, diminuem as dores lombares e facilitam a recuperação pós-parto”.

Vale ressaltar que os exercícios devem ser liberados pelo obstetra: “ao escolher o tipo e a intensidade, a gestante deverá ter a liberação do médico e o auxílio de um profissional da área, pois as atividades variam de acordo com o período da gestação. Para aquelas que nunca praticaram exercícios, as atividades devem ser de baixo risco, como caminhadas e hidroginástica leve. Quanto às gestantes que já mantinham atividades antes da gravidez, podem continuar a se exercitar, porém, devendo fazer alguns ajustes em relação a essas atividades ou a intensidade das mesmas”. Para usufruir dos benefícios proporcionados pelo exercício físico, Geraldo indica a realização de exercícios de maneira orientada, pelo menos duas vezes na semana, dependendo da disposição e da condição da gestante.

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Intel e Amazon dão voz às casas inteligentes do futuro

Por Miles Kingston*

Os recentes avanços em inteligência artificial, aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural estão começando a desbloquear todo o potencial das casas inteligentes. Conforme essas tecnologias continuam aprendendo e se aperfeiçoando, muitas das tarefas cotidianas de uma casa serão eventualmente automatizadas para garantir um dia a dia no lar mais produtivo e tranquilo. Uma recente pesquisa da Intel revelou que 68% dos norte-americanos concordam que viver em uma casa com dispositivos inteligentes tornaria suas vidas mais fácil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os consumidores estão começando a se mostrar cada vez mais prontos para usar comandos de voz na casa inteligente. Veja a adoção de alto-falantes e assistentes pessoais, por exemplo: apenas este ano, 35,6 milhões de americanos usarão um dispositivo ativado por voz em suas casas pelo menos uma vez por mês, de acordo com as estimativas da eMarketer – um aumento de 128,9% em relação a 2016.

A Intel, em parceria com a Amazon (AVS), está ajudando a acelerar a criação de produtos compatíveis com o Amazon Alexa Voice Service por desenvolvedores independentes com o lançamento do  Intel Speech Enabling Developer Kit, uma completa solução de áudio para o controle por voz.

O reconhecimento de fala tornou-se uma clara vantagem competitiva para os desenvolvedores de produtos, mas dar às máquinas a habilidade de escutar, falar e conversar em linguagem natural não é uma tarefa fácil.

Usar a linguagem natural significa que as máquinas precisam reconhecer e responder claramente aos comandos do usuário a uma distância razoável, pois pessoas falam e ouvem em 360 graus e não só em linha reta. Os dispositivos precisam de um conjunto de microfones e de uma complexa tecnologia de redução de ruídos. Em uma interação de qualidade por voz, esses equipamentos precisam identificar a localização do locutor, atenuar e suprimir os ruídos ambientes e entender os comandos falados mesmo durante a reprodução de música (tocando e ouvindo ao mesmo tempo), além de identificarem os comandos de despertar (no caso do dispositivo da Amazon, por exemplo, o termo usado é “Alexa”).

Há muito trabalho de engenharia envolvido no desenvolvimento de recursos de reconhecimento da fala com velocidade e precisão para proporcionar as melhores experiências aos consumidores. O Intel Speech Enabling Developer Kit é baseado em uma arquitetura que fornece voz de alta qualidade e longo alcance até nos ambientes mais desafiadores acusticamente. Isso marca a mais recente de uma série de inovações para a casa inteligente, incluindo o Amazon Echo Show.

O Intel® Speech Enabling Developer Kit já está em pré-venda. Entre os recursos disponíveis para desenvolvedores estão:

– Algoritmos de alto desempenho para eliminar ecos, reduzir de ruídos, fazer o beamforming (resumidamente, focar a transmissão do sinal para localizações específicas, melhorando a qualidade desta transmissão) e um mecanismo personalizado de palavra de comando para despertar o “Alexa”

– Processador de sinais digitais (DSP, na sigla em inglês) em duas vias Intel com Inference Engine para facilitar o aprendizado profundo de máquina

– Matriz de 8 microfones da Intel

As inovações que vão equipar o futuro estão de forma cada vez mais rápida ao alcance. No que diz respeito à casa inteligente, podemos esperar uma onda de inovação por parte da comunidade de desenvolvedores conforme formos fazendo nossa transição de apenas conectados para verdadeiramente inteligentes.

Miles Kingston é gerente geral do Grupo para a Casa Inteligente da Intel Corporation.

 

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Ciberataques de país contra país aumentam mais do que de hackers

Desde 2014, os incidentes de segurança da informação promovidos por Estados mais que dobraram, enquanto aqueles cometidos por hackers cresceram 83%, revela o estudo Bold steps to manage geolopolitcal threats, da PwC. Embora menos prevalentes, os ataques cibernéticos planejados por grupos terroristas tiveram um aumento de 24% nos últimos três anos, conforme aponta o levantamento. A análise da PwC também identifica a origem dos ciberataques, os setores da economia mais atingidos e como as empresas podem se proteger.

O estudo mostra que as regiões mais afetadas por ataques cometidos por hackers, que muitas vezes agem motivados por questões políticas e ideológicas, são a Europa (21% dos incidentes), Ásia e Pacífico (21%); em seguida, aparecem Oriente Médio e África (18%), América do Norte (17%) e América do Sul (17%). No Brasil, a instabilidade política e econômica deu origem a uma onda de incidentes cometidos por hackers. No ano passado, diversos sites do governo ficaram fora do ar durante as Olimpíadas devido a ações do grupo Anonymous.

Em média, 10% das ameaças cibernéticas no mundo são promovidas hoje por governos. Os terroristas são responsáveis por 14% dos incidentes no Oriente Médio e África, 11% na América do Sul, 11% na Europa, 10% na Ásia e Pacífico e 8% na América do Norte.

Incidentes de CiberSegurança em números
Incidentes atribuídos por agentes em cada região

América do Norte

América do Sul

Europa

Ásia Pacífico

Oriente Médio & África

Ativistas/ hackers

17%

17%

21%

21%

18%

Nações-Estados estrangeiros

9%

9%

10%

10%

7%

Terroristas

8%

11%

11%

10%

14%

Fonte: PwC.

Globalmente, tensões geopolíticas aumentam os riscos potenciais de ataques. As disputas entre a Rússia e a Ucrânia continuam a trazer sérias implicações. Em dezembro de 2015, os hackers invadiram os sistemas de distribuição de energia da Ucrânia, cortando o fornecimento de energia de 230 mil pessoas. Na Ásia, a situação é parecida. No ano passado, a Coréia do Sul acusou a Coréia de Norte de uma série de incidentes cibernéticos que atingiram 160 empresas e órgãos governamentais sul-coreanos. Grupos extremistas também estão utilizando, cada vez mais, ferramentas como canais de comunicação criptografada e mídias sociais para disseminar ataques.

“As ameaças geopolíticas são extremamente importantes hoje e continuarão a ser significativas nos próximos anos, no mundo todo”, diz Edgar D’Andrea, sócio da PwC e líder de segurança da informação e privacidade de dados. “As empresas devem estar cientes desses riscos e investir em programas adequados para enfrentá-los”.

No que diz respeito aos setores mais atingidos, a área de telecomunicações ocupa o primeiro lugar do ranking (24%), seguido pela indústria automotiva (23%) e finanças (21%). Os principais agentes dos incidentes nesses setores são, em geral, hackers. No caso da indústria de entretenimento e mídia (17% dos ataques globais) e óleo e gás (13%), o principal autor é o Estado.

Incidentes atribuídos por agentes em diferentes setores produtivos

Ativistas/ hackers Telecomunicações

24%

 Automotiva

23%

Financeira

21%

Estados-nação estrangeiros Media & Entretenimento

17%

Óleo & Gas

13%

Eletricidade e água

13%

Organizações Terroristas Aeroespacial & Defesa

15%

Eletricidade e água

14%

Tecnologia

12%

Fonte: PwC.

 

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Até dezembro, hotel em Miami Beach oferece descontos e cortesias

O verão, época que concentra os grandes agitos de Miami, já passou, mas a cidade tão querida dos brasileiros não para de apresentar novidades, promoções e grandes shows para continuar garantindo aos visitantes muita diversão e dias cheios de atividades. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O grandioso hotel Fontainebleau – um marco da hotelaria de Miami Beach e cuja estrutura completíssima, incluindo restaurantes exclusivos de chefs premiados, se espalha por 90 mil metros quadrados –, por exemplo, acaba de reinaugurar o nightclub LIV, um símbolo da fervilhante vida noturna local. A casa passou por uma renovação que consumiu US$ 10 milhões e agora exibe um projeto arquitetônico ainda mais arrojado, com visual e som incríveis, quatro bares que servem uma exclusiva carta de drinques e uma área VIP com 50 banquetas e seis camarotes. Para coroar a novidade, uma lista de atrações com grandes nomes do house, hip-hop e rock, tudo para proporcionar a melhor experiência num clube exclusivo.

O hotel também está oferecendo uma série de pacotes promocionais, cuja validade foi estendida até 22 de dezembro. Uma opção é reservar três diárias e ganhar a quarta noite de hospedagem. Também nessa linha, o programa Days of Summer, que continua valendo nos meses de outono e inverno, garante 50% de desconto na reserva da terceira diária. Outro pacote que foi mantido é o Bleau Summer, que nos dias de permanência no Fontainebleau dá ao hóspede US$ 50 de crédito para consumo de comida e bebidas e estacionamento gratuito – nessa promoção, o visitante ganha também o livreto “Little Bleau Book”, que traz descontos em toda a gama de serviços oferecidos pelo hotel.

O empreendimento disponibiliza ainda o Sweet Suite Bleau. Nesse programa, os viajantes ficam nas novas suítes do resort, a Executive e a Grand Suite, e ainda ganham US$ 100 de crédito para que possam desfrutar da alta gastronomia dos restaurantes da propriedade: Hakkasan, Scarpetta by Scott Conant e StripSteak by Michael Mina.

E o The Best of Miami Spice foi mais um evento, desta vez na seara gastronômica, a ganhar uma versão estendida no hotel. Assim, até 31 de outubro, é possível degustar menus completos, com entrada, prato principal e sobremesa, a preços fixos. O almoço, ao custo de US$ 23, é oferecido todos os dias no restaurante La Côte; já no Hakkasan é servido, nos fins de semana, um almoço que tem como base o dim sum, os bolinhos chineses feitos no vapor e que têm recheios diversos. O jantar tem preço de US$ 39 e está disponível tanto no Hakksan como no Scarpetta by Scott Conant e no StripSteak by Michael Mina. Todos os valores são por pessoa e não incluem taxas de serviço nem gorjeta.

Para mais informações sobre o hotel, acesse o site.

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Twitter tem prazo para eliminar posts de abuso e ódio

A rede social Twitter tem vários problemas de rentabilidade para equalizar. Embora esteja fora de uma crise, a empresa vive numa gangorra financeira e com crescimento abaixo do que gostaria. Mas há um problema maior por lá que a cúpula de executivos quer resolver primeiro. O site tem ficado infestado de perfis falsos, discursos de ódio e abuso de nudez não consensual. Para eliminar tudo isso, o Twitter divulgou um cronograma de ações e novos processos internos.

O longo calendário começa em 27 de outubro e vai até o início de 2018. E o primeiro alvo será a nudez. A definição de “nudez não consensual” será expandida e incluirá “capturas de imagem” e imagens de câmera escondidas. Essa prática tem se alastrado com a miniaturização de câmeras digitais. Homens chegam a colocar esses dispositivos em mochilas e sapatos para gravar por baixo de saias de mulheres. Não faltam exemplos disso no site.

Também suspenderá imediatamente as contas que publicam este material. E a empresa promete “errar em favor da proteção das vítimas e remoção desse tipo de conteúdo” quando tomar conhecimento disso. Algo para acompanhar de perto. As redes sociais têm favorecido os agressores. As políticas internas para eliminação de conteúdo em sites desse tipo foram criadas para um ambiente de “boa-vizinhança” e a internet não vive tempos de tolerância e benevolência.

Caso exemplo disso ocorreu semana passada com a suspensão da conta da atriz Rose McGowan (da série Charmed e do projeto Grindhouse, de Quentin Tarantino). Ela publicou uma série de posts sobre o a polêmica de abuso sexual praticada por um dos pricnipais diretores de filmes, Harvey Weinstein. O Twitter revelou mais tarde que a suspensão se deu de forma automática porque McGowan havia violado uma regra antiga que proíbe a publicação de informações pessoais de contato. Em um dos posts havia o telefone do produtor.

Atrasado
A empresa diz que planeja responder aos relatórios de forma mais rápida, fornecer mais raciocínio por trás da sua aplicação de regras e fornecer informações mais detalhadas sobre suspensões de contas no processo de apelação.

Posts de ódio serão vistos com mais restrição. “O Twitter está criticando a retórica odiosa e violenta e tentando ser mais transparente e receptivo”, aponta a publicação das regras. “Isso não será uma solução rápida ou fácil, mas estamos empenhados em corrigir. Muitas vezes, no passado, dissemos que faríamos melhor e traríamos transparência. Mas nos atrasamos em nossos esforços”.

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Alterdata Software tem 89 vagas abertas em 13 estados

A Alterdata, empresa desenvolvedora de software, está com 89 vagas abertas em 29 cidades do país. Na matriz da empresa, em Teresópolis/RJ, estão abertas 41 posições. Até agora, em 2017, foram mais de 400 novos contratados em todo o Brasil. A empresa também possui vagas exclusivas para candidatos com deficiência. Há oportunidades para os cargos de Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Negociação, Consultor Comercial (Pack e Shop), Estagiário de Programação, Gerente de Filial, Programador (Android, Back End, Front End e Front End Java) e Técnico de Suporte (ERP, Pack e Shop)

Os candidatos aos cargos de gerência devem ter experiência em gestão de pessoas e liderança, além de conhecimentos em vendas externas e técnicas de negociação. Para os cargos de Técnico de Suporte, o profissional deve possuir conhecimento avançado em informática, instalação e implantação de software, além de facilidade em transmitir conhecimento.

Os programadores devem ter o curso superior completo ou cursando na área de Análise de Desenvolvimento ou correlatos, além de ser imprescindível o conhecimento em Java, SQL-Server e Orientação a Objetos. Para os cargos de Consultor Comercial, é necessário que o candidato esteja cursando ou tenha nível superior completo nas áreas de Administração, Marketing, Análise de Sistemas, Ciências Contábeis, Informática ou correlatos, além de experiência em vendas de softwares.

Processo seletivo
Para a vaga de estagiário de programação, oferecida na matriz da empresa, o estudante precisará estar cursando uma graduação na área tecnológica, possuir conhecimento avançado em informática, ter conhecimento básico nas principais ferramentas de desenvolvimento e ser autodidata. Os candidatos à vaga de Auxiliar de Negociação, também oferecida em Teresópolis, deverão possuir boa fluência verbal e escrita, além de atitude proativa. Os auxiliares administrativos deverão possuir segundo grau completo, ser autodidata, possuir conhecimento básico de informática e boa fluência verbal e escrita.

O processo seletivo é composto por etapas de análise curricular, entrevista e testes e a contratação é imediata. O salário é compatível com o praticado no mercado, mais benefícios. A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira, de 9h às 18h. Após a contratação, a empresa oferece treinamento através de sua Universidade Corporativa (UCA) e as chances de crescimento ocorrem por meio de processos seletivos internos. Para obter outras informações sobre as vagas, os candidatos devem acessar o site https://www.alterdata.com.br/contato/trabalhe-conosco. Todas as vagas podem ser disputadas por candidatos PCD. As vagas de auxiliar administrativo, oferecidas em Vitória e Macaé, são exclusivas para PCD.

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Empresa de IoT contrata diretor regional Latam Sul

A PTC, empresa de tecnologia fornecedora de soluções de Internet das Coisas (IoT), realidade aumentada e PLM (Product Lifecycle Management), anuncia a contratação de Ronaldo Oliveira para o cargo de diretor regional para o sul da América Latina. A corporação está investido na região e tem como objetivos crescer o volume de vendas e a base de parceiros de negócios.

“Assumo a função de diretor regional da PTC como um grande desafio na minha carreira. Internet das Coisas e realidade aumentada são as grandes tendências do mercado mundial de TI e na América Latina não será diferente. A PTC tem soluções robustas e já implementadas em grandes corporações mundiais. Nossa meta é expandir a atuação da empresa pelo crescimento orgânico nos setores de telecom, agrobusiness e manufatura, como também com novos parceiros de negócios”, destaca Oliveira.

A PTC possui a plataforma ThingWorx Industrial IoT bem posicionada como uma habilitação de aplicativos e foi, em 1998, pioneira a comercializar o PLM, Product Lifecycle Management, baseado na Internet.

Currículo
Ronaldo Oliveira é bacharel em ciências da computação pela UNESP e MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou como diretor de vendas e expansão de negócios nas empresas NCR Teradata, Pitney Bowes, Servix e Direct.One.

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Conheça as 8 principais tendências do mercado cinematográfico

*Por Marcelo Lima

Para se tornar mais competitiva diante das plataformas digitais de transmissão instantânea e continuar atraindo o público para as salas de cinema, a indústria cinematográfica tem se movimentado em busca de novas tecnologias, sistemas operacionais e ações de distribuição e divulgação das obras.

Um dos desafios é o de criar alternativas que dialoguem de maneira mais próxima com a geração Z e a geração do milênio – também conhecida como geração da Internet –, que se desenvolveram em épocas de grandes avanços tecnológicos, em que o domínio da virtualidade consolidou-se como um formato para interação social, relações de trabalho e midiáticas.

Realidade Virtual
Seja em ações específicas para a divulgação de filmes ou como ferramenta para contar histórias completas nas telonas, a realidade virtual (RV) é, sem dúvida, uma das grandes apostas do mercado cinematográfico no mundo.

Aliada ao 4D e às experiências com a simulação de sensações e estímulos visuais e auditivos, a RV promete imergir o espectador de tal forma no filme, que ele pode se sentir como um próprio personagem da trama.

Já existem algumas experiências isoladas na Europa e nos EUA neste sentido e, em breve, o Brasil contará também com salas de exibição equipadas com essa tecnologia.

Por enquanto, a realidade virtual tem sido usada de maneira mais ampla como forma de promover ações de marketing que permitem, por exemplo, colocar o espectador no set de produção ou vivenciar uma experiência passada pelo personagem durante o filme.

Projeção a laser e telas em LED
A distância entre os elementos lúdicos sugeridos pelo formato do cinema de antigamente, promete estreitar cada vez mais por meio das tecnologias criadas com o objetivo de garantir novas experiências, que conduzam o espectador a níveis mais profundos de imersão nos filmes.

A projeção a laser é uma das novidades que se consolida como tendência para os próximos anos e já registra uma quantidade de quase seis mil telas no mundo. Apontada como a nova solução de fontes de luz para exibidores, transmite imagens com maior contraste de cores e consequentemente melhor qualidade, principalmente para as produções em 3D, além de prometer mais economia.

Na mesma direção surgiram as telas em LED, que dispensam o uso de projetores e também oferecem qualidade superior na reprodução de imagens.

Automatização das salas de exibição
A integração de equipamentos e automatização de operações é ainda outra tendência que surge para gerar maior autonomia, agilidade e redução de custos para os exibidores. Por meio de servidores são conectados painéis e projetores digitais a softwares de gerenciamento, reduzindo a intervenção manual nos processos operacionais.

Essa automação permite, por exemplo, desde transições de formatos de áudio e vídeo com menores interferências, equalização de som, programação de sistemas de iluminação e refrigeração, de acordo com o número de espectadores, à elaboração de conteúdos de divulgação e monitoramento à distância.

Big Data
A busca por inovação para cativar e fidelizar os frequentadores das salas de exibição não está apenas no desenvolvimento tecnológico. Outras iniciativas têm também como foco o consumidor final. Revelam-se como forte tendência estratégias que, além de facilitar o rompimento de barreiras culturais, são ainda um argumento para o fortalecimento do cinema como um canal de entretenimento e negócios.

O desenvolvimento de tecnologias para obtenção de informações e análise de dados tem sido amplamente defendido pelo setor como principal suporte para implementação dessas ações. A intenção é avaliar de maneira mais detalhada o perfil do público consumidor, apontando suas preferências, dúvidas ou desejos.

Branded Content
Com o Branded Content, o objetivo é gerar maior identidade com uma marca a partir do fornecimento de informações que se relacionem, de alguma maneira, ao cotidiano e necessidades do público que se pretende atingir. O conteúdo passa a ser o principal caminho para estabelecer um diálogo, enquanto a marca figura como coadjuvante no processo.

Ações de marketing que utilizam o Branded Content podem envolver, por exemplo, desde a adoção de uma marca que represente a escolha dos filmes que serão exibidos, à utilização do cinema enquanto mídia, com produções exclusivas de temas que se relacionem ao propósito de determinada empresa, exibidas nas telonas.

Conhecer expectativas e desejos do espectador é fundamental para um planejamento e obtenção de resultados na utilização da estratégia, criando maior aproximação com o universo virtual em que estão inseridas as novas gerações e consequentemente condições mais favoráveis para a divulgação dessas ações.

Dinamização da venda de ingressos
O desenvolvimento de sistemas e plataformas que possibilitam ao espectador escolher o quanto e com que deseja gastar quando for comprar o seu ingresso também impacta diretamente no diálogo para interagir com ele. Com tarifas ajustadas em tempo real, consideram opções como locais, horários e outras ofertas dos espaços.

A solução já é adotada em alguns países do continente europeu e comprovou um aumento de até 10% na venda dos ingressos. Somada ainda à tecnologia para análise de dados, permite traçar o perfil dos consumidores que visitam as plataformas.

Nos últimos anos, o crescimento da venda antecipada online também se tornou um importante recurso, garantindo ao espectador o acesso às sessões para os lançamentos mais concorridos do mercado. Funciona ainda como estratégia para divulgação das obras e evita as enormes filas.

Salas VIP
O crescimento das salas VIP, com poltronas espaçosas, reclináveis e diferentes opções gastronômicas, está entre as tendências focadas no objetivo de cativar e fidelizar o espectador.

Apesar dos valores de investimentos mais altos para o exibidor – em torno de 25% a 30% em relação às salas convencionais – e o preço do ingresso assustar ao consumidor num primeiro momento, o formato atrai cada vez mais frequentadores e parcerias de empresas com propostas de descontos, registrando um crescimento expressivo no mundo todo e no Brasil.

As poltronas são as protagonistas das salas VIP, confeccionadas geralmente em couro e elétricas, com design que possibilita ficar quase na posição horizontal. Boa parte dessas salas foi ainda adaptada com tecnologias, como a 4D, e oferece dispositivos que aumentam o nível de imersão, imagens e sons em alta definição.

Os cardápios são também uma das atrações. Vão muito além dos tradicionais refrigerantes com pipoca, as opções variam de pratos sofisticados a lanches, cafés harmonizados, sobremesas e até mesmo bebidas alcoólicas, servidos na poltrona.

Acessibilidade de conteúdo
O tema de acessibilidade aos conteúdos vem ganhando destaque desde o ano passado, quando a ANCINE instalou uma Câmara técnica com a participação de representantes dos setores de exibição e distribuição, para acompanhar a implementação pelas salas de cinema com tecnologias que ofereçam maior acessibilidade aos deficientes visuais e auditivos.

A determinação está prevista na Lei 13.146/2015, que instituiu o Estatuto da Pessoa com Deficiência, e na Instrução Normativa nº 128/2016, editada pela ANCINE agora em setembro, que regulamenta o provimento de tecnologias assistivas.

Já obrigados pelas regras técnicas da ABTN NBR 9050 a estabelecer critérios em edificações, como adaptação de construções ou mobiliários às condições de acessibilidade, a obrigatoriedade agora se refere aos conteúdos de comunicação, com a oferta de itens como legendagem descritiva – para indicar aos surdos ruídos e sons importantes na construção da história – ou a audiodescrição, que auxilia aos portadores de cegueira com a narração de informações visuais.

Para cumprir o prazo de 4 anos determinado pela Lei, as salas de exibição nacionais poderão contar com algumas tecnologias que recentemente foram apresentadas ao mercado americano, diante da mesma indicação legal.

Elas oferecem recursos, por meio de dispositivos adaptados a poltronas, para a leitura de legendas ocultas, fones de ouvido conectados a sistemas que amplificam o som do filme ou com audiodescrição, além de softwares que conectam as salas de exibição a aplicativos de celulares com o mesmo objetivo.

São apostas que, de maneira mais ou menos impactante, devem estar no horizonte do mercado cinematográfico nos próximos anos. A única certeza é que é preciso se reinventar constantemente para se manter competitivo diante de tantas possibilidades de entretenimento, vividas por uma geração extremamente exigente e que procura experiências capazes de surpreendê-los não apenas no conteúdo, mas também – e sobretudo – no formato.

Marcelo Lima é diretor da Expocine, exposição de cinema anual de cinema na capital paulista

 

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Softwares injetam mais de um trilhão de dólares na economia americana

A indústria de software foi responsável por US$ 1,14 trilhões do PIB americano, considerando impactos diretos e indiretos, em 2016. O número é 6,4% maior do que o registrado em 2014. Levando em conta apenas impactos diretos, os softwares movimentaram nos EUA US$ 564,4 bilhões no mesmo período, número 18,7% superior ao anterior. Os dados são do estudo “The Growing $ 1 Trillion Economic Impacto of Software”, da Software.Org, uma organização de pesquisa internacional, independente e apartidária.

Ainda em 2016, o setor empregou mais de 10,5 milhões de pessoas, de maneira direta e indireta, nos Estados Unidos. Diretamente, o número chega a 2,9 milhões de empregos, 14,9 % maior do que 2014.

“Apesar dos números falarem da economia americana, eles refletem uma tendência mundial que vemos também no Brasil”, explica o country manager da BSA para o país, Antônio Eduardo Mendes da Silva. “Os softwares contribuem para a economia, geram empregos e levam para um futuro mais próspero”, completa.

No Brasil
Globalmente, as cifras brasileiras são mais modestas – segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2017 da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), o mercado nacional de Tecnologia da Informação representou 39,6 bilhões de dólares no ano passado ou 2,1% do PIB local. Porém, sob a perspectiva latino-americana, o Brasil se mantem em 1º lugar no ranking de países que mais investem no setor de TI: 36,5%, revela o estudo, à frente do México (22,9%) e Colômbia (10,2%). Ao todo, a região latino-americana movimentou US$ 105,3 bilhões neste mercado.

Segundo Pitanga, os benefícios dos softwares ultrapassam o setor de TI, produzindo oportunidades para toda a economia, especialmente porque o setor investe maciçamente em pesquisa e no desenvolvimento de novos produtos e tecnologia. Apenas em 2013, as empresas americanas de software investiram mais de US$ 63 bilhões, 21% a mais do que em 2012.

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Por que o dono da Amazon quebra champanhe numa turbina de vento?

Tudo que você precisa para ser um bilionário descolado da tecnologia é energia. E o fundador e CEO do império Amazon sabe disso. Na quinta-feira, 19 de outubro, Jeff Bezos subiu no topo de uma das turbinas do novo parque de geração eólica da empresa, no Texas e inaugurou o local com uma caríssima garrafa de champanhe.

O local gerará energia limpa e barata para o data center da Amazon. Talvez não hoje nem ano que vem. Mas ao longo dos anos, Bezos tem certeza de que esse é um dos empreendimentos que mais lhe trará alegrias e lucros.

Talvez por isso, mostre essa confiança toda no alto de uma turbina de vento. As maiores delas chegam a mais de 100 metros do chão. São aparatos impressionantes. Somente as hélices, no chão antes de serem montadas, já dão vertigem. Não é possível ver a que altura estava o executivo. Mas era alto.

As imagens foram captadas com drones e é possível ver a pose de confiança de Bezos depois que o aparelho se afasta e vai dando uma visão mais ampla do local. Ele realmente fita desafiadoramente a câmera do drone. É como se dissesse “eu disse que chegaria no alto”. Não há o que duvidar.

A Amazon começou nessa semana a operar no Brasil. No mundo, continua sendo uma das empresas mais impressionantes de todos os tempos. Ontem também terminou a data para que cidades enviem projetos para a nova sede da empresa. O segundo quartel-general deve injetar US$ 5 bilhões na economia local e gerar 50 mil empregos (para humanos. É preciso reforçar isso já que a Amazon “emprega” mais de 40 mil robôs).

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FGV usa Inteligência Artificial para criar sistema inédito de garimpo de texto

O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) e a Escola de Matemática Aplicada (EMAp) da Fundação Getulio Vargas, em parceria com a Columbia University, criaram a ferramenta History Lab. A partir do uso da Inteligência Artificial, pesquisadores têm à sua disposição novas ferramentas de pesquisa e uma compilação de informações ligadas às relações internacionais e a diferentes Estados, como Brasil, Reino Unido e Estados Unidos, numa quantidade de dados sem precedentes. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Os arquivos virtuais estão cada vez mais fragmentados, com dezenas de coleções espalhadas pela web, cada uma com diferentes metadados e recursos de pesquisa. Agrupamos coleções múltiplas e as unimos em um único banco de dados, o maior conjunto de documentos não classificados processados e disponíveis para qualquer pessoa fora do governo”, disse o professor e pesquisador da EMAp, Renato Rocha Souza.

Alexandre Moreli, professor do CPDOC, relata que o robô criado no projeto History Lab lê arquivos nascidos digitalmente ou que foram digitalizados e faz uma análise probabilística e estatística dos mesmos, sem que haja limitações quanto à quantidade deles. Segundo o professor, a partir desse processo o sistema identifica as palavras relacionadas entre si no universo de documentos e cria grupos temáticos coesos, o que um ser humano poderia levar meses, anos ou mesmo décadas para realizar.

“Através das linhas de programação e dos algoritmos desenvolvidos pelo grupo de pesquisadores da FGV, onde se encontram cientistas da informação e historiadores, a ferramenta foi dotada de inteligência artificial para identificar e agrupar documentos correlacionados. A frente brasileira da pesquisa lançou seus trabalhos em maio de 2016 utilizando mais de 10 mil documentos da coleção histórica mantida pelo CPDOC. Entre eles, documentos do ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Azeredo da Silveira”. A ferramenta teve resultados tão surpreendentes que foi objeto de interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos (DoS) e de seus Serviços de Inteligência.

Renato Rocha Souza conta que, dentre as coleções processadas pelo History Lab encontra-se a primeira nascida digitalmente no DoS na década de 1970, com cerca de um milhão de documentos. Ele diz que boa parte dessas informações é sensível ou secreta e, portanto, tem sua disponibilização pública regulada pelas leis de acesso à informação do país. O problema, completa Renato, é que a determinação do momento da abertura pública de cada documento depende de seu grau de sigilo e de sensibilidade, em um processo a ser controlado minunciosamente e que, por ter sido feito manualmente até hoje, revela-se muito demorado e dispendioso. Um dos objetivos do History Lab é, também, facilitar esse trabalho através do exame automático do conteúdo de cada informação arquivada e da identificação de seu grau de sigilo, determinando se deve ou não ser divulgada ao público.

“Além dessa preocupação com documentos históricos, eles ficaram interessados em nossa tecnologia por causa dos recentes vazamentos de dados para o governo russo e para o WikiLeaks. Somente em 2015, o DoS gastou US$ 16 bilhões para proteger informações. Um exemplo é um documento sobre a sensibilidade do governo japonês em relação às inspeções dos EUA sobre suas instalações nucleares. Esse documento não estava classificado, mas deveria ter sido originalmente definido como confidencial”, relata Renato Rocha Souza.

Futuro – O professor do CPDOC Alexandre Moreli diz que, em breve, o History Lab vai expandir as coleções processadas agregando documentos de outros países, além de disponibilizar outras ferramentas aos pesquisadores. “A equipe da FGV continuará a aperfeiçoar os recursos existentes, perseguindo inovações como o reconhecimento automático de pessoas em fotografias históricas ou a sincronização áudio-texto de entrevistas de História Oral. Trata-se de uma expertise que poderá ser aproveitada tanto por instituições mantenedoras de arquivos e pela administração pública, como por empresas ou outros interessados que pretendam gerir e explorar conjuntos de informação em escalas cada vez maiores”, observa.

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Holding do Google investe US$ 1bi em rival do Uber

Se o carro autônomo com a marca Google ainda é um mistério – e, provavelmente, não saia tão cedo – o mesmo não se pode dizer de outro ramo que envolve automóveis e tecnologia. A Alphabet, holding que controla o Google e demais empresas nascidas do gigante de buscas na internet, acaba de investir US$ 1 bilhão no app de compartilhamento de caronas Lyft.

O Lyft é um dos maiores concorrentes do Uber. Só não dá pra rotulá-lo assim porque o app Didi Chuxing tem números mais impressionante, afinal, ele é chinês e tudo por lá é muito exagerado. A chinesa também recebeu US$ 1 bi de investimento recentemente, mas foi da Apple.

Com a rodada de investimento liderada pela Alphabet, a Lyft deve ficar avaliada em US $ 11 bilhões. Em abril de 2017, a avaliação era de US$ 7,5 bilhões. Assim como a Uber, a Lyft conecta quem deseja transporte nos centros urbanos com motoristas que possuem veículos. A interface entre os dois públicos é feita pelo aplicativo móvel e o serviço é baseado em analytics de dados que a empresa cruza.

Crescimento
O modelo é basicamente o mesmo do app Uber. Mas como esse tem sofrido ataques pelo mundo inteiro e mostrou-se com problemas administrativos, o Lyft e outros rivais ganharam espaço. “Menos de 0,5% dos transportes de pessoas nos Estados Unidos são feitos com redes de compartilhamento de carona. Acreditamos que há grande oportunidade de crescimento”, destacou a empresa em seu anúncio do investimento.

A Alphabet está claramente interessada no que pode surgir da mistura de carros com conexões e tecnologias inteligentes. Seu braço de veículos autônomos, a Waymo, herdou o projeto original de um automóvel robô da marca Google. Acredita-se que seja mais provável o lançamento de uma plataforma Waymo do que um auto da marca. O mercado de carros tem sido um empecilho para empresas de tecnologia e as montadoras têm se mostrado melhores parceiras do que concorrentes.

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Dicas jurídicas para a criação de uma startup

Para conseguir um bom investidor que queira aportar capital em uma startup, o professor e pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio Eduardo Magrani diz que é fundamental ter um plano de negócio robusto e bem pensado. De acordo com ele, outra dica valiosa para que o empreendimento dê certo é contar com os serviços de um advogado especializado na hora de abrir a empresa.

“A princípio pode parecer um investimento desnecessário, mas a preocupação jurídica pode ser ponto de partida para o sucesso e evitar diversos problemas. A constituição da empresa, sem dúvida nenhuma, é o detalhe mais importante de um empreendimento. Fundamental para conseguir um investidor anjo”, destaca Eduardo Magrani.

Falha recorrente
O especialista lembra que, por impulso, muitos empreendedores levam seus projetos na confiança ou com contratos verbais. Para Magrani, essa é uma das falhas mais recorrentes dos empreendedores. “Os criadores da startup devem saber o regime societário e tributário correto na hora de abrir a sua empresa. Uma escolha malfeita pode resultar em pagamento de um conjunto de impostos indevidos, comprometendo de forma acintosa as finanças do empreendimento, ou até mesmo gerando problemas fiscais”, aponta.

Eduardo Magrani diz ainda que é necessário buscar um acordo entre os sócios. Segundo o professor, um memorando de entendimento e um bom contrato entre as partes não deve ser esquecido. “No início fica tudo bem, mas no primeiro problema a falta dessas diretrizes pode acabar com o negócio. O contrato de vesting é um mecanismo que vem sendo amplamente utilizado nos últimos anos”, ressalta.

O professor da FGV lembra também que a proteção da marca é importante. “Além disso, outras proteções industriais também precisam ser garantidas, como patentes, desenho industrial, modelos de negócio e direitos autorais”, lembra.

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NVIDIA fornece GPUs mais rápidas para o Google Compute Engine

Continuando seus esforços para a evolução dos processadores paralelos em GPU na nuvem, a NVIDIA anuncia novidades no seu suporte ao Google Cloud Platform (GCP), que aumentará seu impulso de desempenho com o lançamento das GPUs NVIDIA Tesla P100  em versão beta. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Outra novidade sobre a parceria é que as GPUs NVIDIA Tesla K80  já estão disponíveis no Google Compute Engine e, por fim, o Google anuncia uma promoção de descontos por uso prolongado nas placas NVIDIA Tesla K80 e P100.

As placas aceleradoras de GPU em nuvem podem acelerar cargas de trabalho, incluindo treinamento e inferência de aprendizagem de máquina, processamento de dados geofísicos, simulação, análise sísmica, modelagem molecular, genômica e muitos outros casos de uso de computação de alto desempenho.

A NVIDIA Tesla P100 é a tecnologia de ponta das placas aceleradoras de processamento. Com base na arquitetura Pascal, o cliente pode aumentar a taxa de transferência com menos instâncias ao mesmo tempo que economiza dinheiro.

“Com os anúncios sobre as GPUs em nuvem, o GCP dá mais um passo na direção de ser um lugar ideal para qualquer carga de trabalho acelerada por hardware. Com a adição das placas  NVIDIA Tesla P100, nosso principal foco é ajudar as empresas a trazerem novos casos de uso à vida”, explicam Chris Kleban e Ari Liberman, Gerentes de produto do Google Compute Engine.

Comparadas a soluções tradicionais, as GPUs em nuvem oferecem uma combinação única de flexibilidade, desempenho e economia:

– Flexibilidade: as formas de VM (Virtual Machine) personalizadas do Google e as GPUs incrementais da nuvem oferecem a melhor quantidade de flexibilidade. É possível personalizar a CPU, a memória, o disco e a configuração de GPU para que se ajustem melhor às necessidades do cliente.

– Desempenho rápido: as GPUs em nuvem são oferecidas no modo passthrough para fornecer desempenho sem sistema operacional. É possível incluir até quatro NVIDIA Tesla P100 ou oito NVIDIA Tesla K80 por VM. Para aqueles que desejam desempenho maior de disco, é possível incluir até 3 TB de SSD local em qualquer VM de GPU.

– Custo baixo: com as GPUs em nuvem, o cliente obtém a mesma cobrança por minuto e os descontos por uso prolongado que já tem com o resto dos recursos do GCP. Ele pagará apenas pelo que precisa.

– Integração com a nuvem: as GPUs na nuvem estão disponíveis em todos os níveis do conjunto. Para a infraestrutura, o Compute Engine e o Google Container Enginer permitem a execução de suas cargas de trabalho com GPUs com VMs ou contêineres. A aprendizagem de máquina da nuvem pode ser configurada opcionalmente para usar GPUs a fim de reduzir o número de vezes necessário para treinar seus modelos em escala com o TensorFlow.

Acelerando as cargas de trabalho de aprendizagem de máquina
Desde o lançamento das GPUs, a NVIDIA vê empresas se beneficiarem da computação adicional via virtualização para acelerar cargas de trabalho de  genômica e finanças computacionais a treinamento e inferência em modelos de aprendizagem de máquina. Um dos clientes do serviço, o Shazam, foi um dos primeiros a adotar as GPUs no GCP para viabilizar seu serviço de reconhecimento de músicas.

“Para algumas tarefas, as GPUs da NVIDIA são uma alternativa econômica e de alto desempenho às CPUs tradicionais. Elas funcionam muito bem com a carga de trabalho central de reconhecimento de músicas do Shazam, na qual fazemos a correspondência de snippets de impressões digitais de áudio gravadas pelos usuários ao nosso catálogo de mais de 40 milhões de músicas. Fazemos isso pegando a assinatura de áudio de todas as músicas, compilando-as em um formato de banco de dados e carregando-as na memória da GPU. Sempre que um usuário usa o Shazam em uma música, nosso algoritmo utiliza GPU para pesquisar o banco de dados até que seja encontrada uma correspondência. Uma correspondência é encontrada mais de 20 milhões de vezes por dia”, explica Ben Belchak, Chefe de engenharia de confiabilidade do site, Shazam

Para saber mais sobre como sua organização pode se beneficiar de GPUs na nuvem e do Compute Engine, visite o site do Google com mais detalhes das GPUs.

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Colaboração entre CIO e CFO é vital para a transformação da TI

O sucesso da transformação da TI depende cada vez mais da colaboração entre os líderes de tecnologia e finanças. E isso pode ser realmente essencial, já que a maioria das empresas não está apenas falando em Transformação Digital, elas estão fazendo grandes apostas e investindo pesado em infraestrutura de TI, tendo como objetivo final os resultados de negócios.

A descoberta está no estudo “Transformação da TI: O sucesso depende da colaboração de CIOs/CFOs”, realizado pela A Dell EMC , em associação com a Forbes Insight. O levantamento, consultou mais de 500 decisores de negócios – entre CEOs, COOs, CIOs e CFOs – de diversos países, incluindo Brasill.

O estudo mostra que o número de organizações que dedicam até 50% de seus orçamentos à Transformação de TI aumentará quase cinco vezes até 2018. Os objetivos mais críticos incluem: a necessidade de reduzir os custos de TI (75% dos entrevistados), de ser o primeiro a comercializar com novos produtos e serviços (73%); e realocação de fundos para projetos de negócios estratégicos (67%).

Quando os CIOs e CFOs estão em sincronia, o maior benefício, de acordo com os entrevistados, é a habilidade de reagir mais rapidamente a mudanças do mercado (22%), atrair novos clientes nos mercados atuais (16%) e introduzir mais rapidamente novos produtos e serviços solicitados pelos negócios (14%).

No entanto, apesar de muitos executivos reconhecerem a importância da Transformação Digital, nem todos têm claro como poderão tirar vantangem competitiva a partir dela.

Quase todos os entrevistados (96%) vêem a colaboração estreita entre CIO e CFO como importante ou crítica para o sucesso comercial, embora 89% dos executivos reconheçam que barreiras significativas impedem os CIOs e CFOs de colaborar mais de perto na transformação de TI. Entre os 500 executivos entrevistado, menos de 40% descrevem a colaboraçao como excelente. Um dado que chama a atenção no estudo é que na visão de CEOs (72%) e COOs (63%), a eficácia de colaboraçao entre os profissioanais de finança e tecnologia é considerado excelente, o que mostra uma visão deturpada sobre o processo em andamento em suas companhias.

“É fundamental que as empresas entendam quais são suas barreiras no processo de transformação da TI. O estudo mostra que os líderes de locais em que a transformação da TI está estabelecida e é vista como prioridade estratégica têm tendência até duas vezes maior de reportar que estão à frente de seus competidores e até 2,5 vezes de reportar retorno sob investimento em 12 meses ou menos”, afirma Giampaolo Michelucci, vice-presidente de Enterprise da Dell EMC Brasil.

Conflitos
Segundo o levantamento, os problemas de colaboração são exacerbados por conflitos decorrentes de estruturas tradicionais na forma de reportar resultados e pela falta de novos incentivos destinados a promover uma cooperação mais estreita entre CIOs e CFOs. Os CFOs apontam problemas decorrentes da falta de conhecimentos comerciais entre os CIOs que geram prioridades conflitantes, embora os profissionais da área financeira reconheçam que sua visão sobre o papel dos CIOs nas empresas também estejam desatualizados.

Questionados sobre os processos que resultariam na necessária integração entre os objetivos das duas área, os entrevistados apontam como caminhos a atualização da estruturas de geração de relatórios para abordar as funções em evolução dos CIOs, avaliar e recompensar o desempenho do CIO de acordo com os resultados dos negócios, avaliar os índices de ROI como parâmetros, definir e implantar marcos claros para monitorar o progresso de iniciativas de alto risco e transformar o departamento de TI em uma consultoria.

A pesquisa consultou profissionais da América do Norte (30%), Asia-Pacifico (30%), Europa (30%) e América Latina (10%). Todos são executivos da C-suite; 40% são CIOs, 40% CFOs e o restante uma mistura de COOs e CEOs.

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