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Cinco características mais comuns de um profissional mediano

* Por Fábio Jascone

A Dona Irene, senhora do cafezinho, me disse uma vez: “Esse povo não quer trabalhar, só quer emprego”. Sábia, essa dona Irene. Afinal, enquanto alguns profissionais buscam sempre atualização e novos caminhos para liderar mudanças efetivas em seus mercados, há também os profissionais medianos, ou seja, aqueles que preferem a zona de conforto de fazer meramente o necessário e seguir uma rotina que tem a duração exata da jornada de trabalho acordada na sua contratação.

E não é difícil identificar esse tipo de colaborador nas empresas. Na verdade, há cinco características que não podem faltar em um típico profissional mediano:

1. Trabalhe das 8h às 18h
Seja pontual! Entre às 8h e saia sempre às 18h, mesmo sabendo que vai interromper uma linha de raciocínio ou que poderia finalizar algo importante. Prefira deixar tudo para o dia seguinte apenas porque deu 17h59 no relógio. Esta é uma prática comum de quem quer ficar na média, tem medo de se destacar e de superar expectativas. Este é o caminho para virar o melhor profissional mediano.

Estar disponível para a empresa, para a equipe, ou ainda para finalizar algo importante quando mais oportuno – independentemente do horário de trabalho previamente acordado – não significa necessariamente ser workaholic.

É essencial ter equilíbrio e prioridades: filhos, esposa, família, amigos sempre deverão estar no topo dessa lista. Mas o melhor profissional não é aquele que expressa em sua marcação de ponto a qualidade da pontualidade. O melhor profissional esquece de bater ponto porque estava entusiasmado em uma atividade. É aquele que faz suas entregas com qualidade e dentro do prazo – independente do horário que chegou ou saiu. Afinal, uma empresa não quer apenas pontualidade, mas entregas de valor.

2. Muro das lamentações
Reclame. Do dia, da chuva, do sol, do verão, do inverno, do horário, do café, do chefe, do RH. Se não tiver motivos para reclamar, invente um. Aproveite para reclamar da empresa ou falar mal de alguém, principalmente naqueles momentos de interação com a equipe ou com outras áreas – oportunidades onde poderia estar trocando experiência, destacando-se, compartilhando e adquirindo conhecimento. Não perca a chance de ser um excelente profissional mediano. O melhor de todos!

A empresa na qual você trabalha pode não ser perfeita, assim como tudo na vida, mas sempre há algo a se fazer para melhorar continuamente. E existem dois tipos de pessoas: as que se envolvem com a mudança e as que reclamam dela. Qual desses é você?

Nem sempre é possível apertar todos os parafusos quando queremos. Precisamos priorizar, aguardar o melhor momento, tomar decisões, deixar de comprar algo para privilegiar a educação dos filhos, por exemplo, ou realizar um investimento. O mesmo acontece na empresa onde trabalhamos. E quanto maior ela for, maiores são os problemas e maiores os impactos das decisões. Leve sempre isso em consideração e lembre-se de que, para além do comportamento mediano, há sempre a possibilidade de transformar problemas em oportunidades.

3. Terceirize a sua carreira
Quem não se capacita ou não se preocupa em aperfeiçoar seus conhecimentos —  acha que sabe tudo, ainda mais com a infinidade de opções disponíveis na internet gratuitamente – é um profissional mediano, que nunca vai deixar de ser uma lagarta para virar borboleta, para fazer uma analogia bem simples. E, se você responsabiliza a empresa por não oferecer treinamentos, estará sempre em segundo plano, na sombra de quem realmente se destaca.

Independentemente dos processos de capacitação ou dos benefícios oferecidos, a carreira é do CPF, não do CNPJ. E, para sermos honestos, a empresa não tem obrigação nenhuma com a carreira de ninguém. O que ela oferece, quando pode oferecer, é lucro. O conhecimento que adquirimos é nosso, não da empresa. As certificações que conquistamos são nossas, não da empresa. A rede de contatos que cultivamos é nossa, não da empresa. Bem como a experiência que adquirimos.

Tudo isso enriquece o nosso currículo e nos torna melhores, com carreiras sustentáveis diante do mercado de trabalho.

O conhecimento que você adquiriu em um passado distante, em cursos de formação ou técnicos, provavelmente o levaram ao cargo atual. E hoje, quais as capacitações que você está buscando para conquistar os próximos cargos? Isso é o que acredito ser a melhor maneira de construir uma carreira sustentável.

4. Seja dependente da sua empresa
Quem trabalha com medo de perder o emprego ou com o pensamento de que precisa dele somente para pagar as contas, é definitivamente um profissional mediano. É sobre isso que a dona Irene se refere com a frase citada lá no começo deste texto.

O medo é provocado por uma incerteza, que vem da falta de segurança. Essa insegurança é resultado da insuficiência de conhecimento para exercer com esmero a função. Isso acaba em um trabalho sem convicção, mediano.

Se você sabe ou sente que lhe falta competências para realizar com excelência suas atividades, é porque realmente falta. Estude para aperfeiçoar a prática. Não deveríamos pensar que dependemos da empresa, mas que ela depende de nossos conhecimentos, habilidades e atitudes. A remuneração deve ser consequência, não razão do trabalho. E quando a remuneração, o comprometimento e o resultado não estão em harmonia, talvez seja hora de procurar algo melhor, em vez de perder tempo reclamando da lama enquanto afunda nela.

5. Faça somente o que é pago para fazer
Faça somente o que estiver na descrição do seu cargo. Quando houver espaço para demostrar que é capaz de fazer além, questione: “Eu não sou pago para fazer isso”. Com certeza assim você será o melhor profissional mediano que existirá na sua empresa.

Quem sempre faz somente o que deve ser feito não cria evidências que justifiquem uma promoção. Não demonstra que é capaz de ir além dos requisitos do cargo que ocupa. Nesse contexto, não vale o “pagar para ver”. É justamente o contrário: é preciso apresentar resultados favoráveis para ter mérito.

Um reajuste ou promoção não vem do nada. O gestor não acorda determinado dia com vontade de dar aumento ou promover alguém. Tudo deve ser argumentado, com evidências que comprovem o mérito. O papel do gestor é ser o mensageiro da solicitação.

Como dá para ver, não é tão difícil assim se tornar um profissional mediano. Mas também não é difícil fugir desse estigma. Para encontrar o caminho da renovação profissional é preciso, acima de tudo, ter um propósito, que será alcançado somente com o investimento em conhecimento e aprimoramento. Apesar da zona de conforto parecer um ambiente seguro, na realidade ela acaba limitando o nosso potencial de crescimento. É preciso sempre ter em mente que você é o protagonista de sua história dentro da empresa, e que é capaz de construir grandes benefícios para todos: você e a sua empresa.

* coordenador de Sistemas da Senior

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Qual a vantagem da saída HDMI OUT?

Monitores mais recentes, especialmente aqueles com foco no público gamer como o BenQ Zowie RL2460, estão aparecendo com muitas opções de conexão, em especial uma que nem todos sabem exatamente a sua função: a HDMI OUT. E para que serve?

Uma saída diferente…

Normalmente, quando conectamos os componentes no PC, no momento de selecionar a conexão da placa de vídeo ficamos entre VGA, DVI ou HDMI (mas neste caso é HDMI IN). Ter mais de uma porta HDMI oferece muitas vantagens! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Conexões mais comuns no PC

A conexão permite que você conecte outros dispositivos diretamente em seu monitor, sem interferência na imagem que você está vendo, e isso é muito interessante em diversas situações, como por exemplo:

– Duplicar a imagem do seu monitor sem ter nenhuma latência, ou seja, nenhum lag ou atraso em relação à imagem original, ideal para jogos de luta e combate head-to-head! Com a possibilidade de usar dois monitores, é possível criar ambientes em que os jogadores sentem-se frente a frente, cada um olhando para seu monitor, no melhor estilo arcade!

– Utilizar a saída HDMI para conectar um dispositivo externo. Isso é especialmente bom para profissionais. Por exemplo, uma placa de captura, que normalmente é conectada no PC, agora pode ser colocada diretamente no sinal puro recebido pelo monitor principal (no RL2460, neste caso). Como o dispositivo estará apenas capturando uma imagem limpa, de maneira externa e sem interferências, evitará a latência que pode ocorrer caso o equipamento seja interno.

– Espelhar uma fonte para uma exibição maior, como um projetor ou mesmo uma TV de tela grande. Que tal ver um filme, esporte ou mesmo suas fotos e vídeos preferidos que estejam no PC diretamente em uma tela bem maior? Com a saída HDMI isso é possível!

Enfim, são muitas vantagens ter um monitor com a conexão HDMI OUT, tanto para profissionais que necessitam conectar dispositivos externos no PC e podem fazer isso diretamente no monitor, quanto (principalmente) aqueles que gostam de jogar, e querem aprimorar seus combates head-to-head.[/read]

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Empresas apostam em jogos de escape para dinâmicas de RH

Se por muito tempo os processos de seleção e treinamento corporativos resumiam-se a análises de currículos, entrevistas, dinâmicas e testes de habilidade, hoje as empresas mais antenadas têm buscado nos escape games uma forma mais imersiva e eficiente para… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…identificar perfis e avaliar competências comportamentais, seja para recrutamento interno ou externo ou até mesmo para cargos específicos como trainees.

Em São Paulo, a casa de jogos de fuga Escape Hotel registrou de janeiro a maio de 2017 um crescimento de mais de 90% na procura por companhias que desejam desafiar suas equipes na sala A Máfia, especialmente formatada para vivências e treinamentos de RH com base em elementos do mercado de entretenimento. Nela, 16 jogadores são mafiosos rivais que disputam o poder na cidade de São Paulo. A trama, porém, os obriga a se organizar, distribuir tarefas, usar o raciocínio lógico e trabalhar em conjunto para desvendar enigmas e escapar da sala. O jogo é conduzido de forma a espelhar situações do cotidiano da empresa – e, como a dinâmica é supervisionada na central de monitoramento do Escape Hotel, fica fácil para diretores, gerentes e coachings identificarem os pontos fortes e fracos de indivíduos e equipes.

“O escape game é um instrumento eficaz para mapear competências e identificar perfis pré-estabelecidos”, afirma Edson Schrot, especialista em gestão e desenvolvimento por competências e coordenador de cursos de pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas do Senac. A vantagem, segundo ele, é que a situação, apesar de divertida, é de muita pressão e acaba por revelar alguns traços de personalidade, instintos de liderança e até atitudes, que no mundo corporativo, podem vir a ser trabalhados via sessões de treinamentos customizados, feedback e coaching para aumentar o engajamento, melhorar o relacionamento interpessoal, a força do trabalho em equipe e a liderança.

Naipe de 4

Estudos realizados pelo professor Richard Bartle, um dos pioneiros da indústria de games, vão além e revelam ser possível identificar quatro arquétipos nas dinâmicas com vídeo games e jogos de escape: os que buscam se destacar, os que são conduzidos pela vontade de descobrir, os que são movidos pelo desejo de se impor, independente dos efeitos sobre os demais, e os que buscam melhor socialização com colegas. A lógica é simples: a combinação de tarefas com os desafios, feedbacks, laços de cooperação e recompensas que compõem o cenário de jogos é utilizada para motivar as pessoas a desempenhar ações de seu dia a dia. Como resultado, metas são atingidas de forma mais simples, leve e divertida.

“Jogos imersivos são importantes ferramentas de educação corporativa”, diz Patricia Estefano, sócia proprietária, junto com Vanessa von Leszna, do Escape Hotel. “Eles agregam, complementam e enriquecem processos e análises de gestão e de RH para diagnóstico, ‘tratamento’ e manutenção da saúde de empresas e equipes”.

O Escape Hotel já aplicou a nova metodologia de gamificação imersiva para seleção, treinamento e educação corporativa em dezenas de companhias de diferentes portes e segmentos, a exemplo da Abbott, Gerdau, Omint, Johnson & Johnson, Catho, PwC, DKT Prudence e Souza Cruz, entre outras. O sucesso é tanto que muitas retornam periodicamente para outras dinâmicas e outras até mantêm programas sazonais para implementação de jogos, seja nas dependências do Escape Hotel ou através de games imersivos customizados para aplicação in company.

Além de A Máfia, o Escape Hotel oferece as salas Cena do Crime, Loira do Banheiro, O Templo e DráculaA casa fica na Avenida Pedroso de Moraes 832, em Pinheiros, na capital paulista.

BOX
Os arquétipos de Bartle

Estudos psicológicos e comportamentais realizados pelo pesquisador de jogos britânico Richard Batles apontam que players de games imersivos podem ser classificados em quatro grandes grupos: Achievers (Acumuladores ou Conquistadores), Explorers (Exploradores), Socializers (Socializadores) e Killers (Lutadores). Bartle detalha as motivações de cada um dos arquétipos e como o ‘administrador’ de um ambiente imersivo pode equilibrar a coexistência dos perfis conforme seu desejo. Ou seja: do ponto de vista de treinamentos corporativos e de dinâmicas de RH é possível direcionar o jogo para reve lar características, objetivos, prioridades, contradições, visões e diversidades de equipes e indivíduos.

– Conquistadores/Acumuladores (Achievers) são focados no mundo do jogo. O objetivo é realizar missões e acumular riquezas, pontos, evolução do personagem e formas de demonstrar que estão no caminho certo. Querem acumular sempre mais e mais.

– Exploradores (Explorers) desejam interagir com o mundo do jogo. Curtem desbravar o ambiente, descobrir os aspectos do game, encontrar lugares secretos, novas funcionalidades e easter eggs.

– Socializadores (Socializers) querem interagir com outros jogadores, mesmo fora do papel de seus personagens. Gostam do lado social, das missões cooperativas, da comunicação com outros players e do trabalho em equipe.

– Lutadores (Fighters/Killers) são focados em ações nos jogadores. Bastante competitivos, buscam afirmar sua existência na competição em relação aos outros players e mostrar o quanto são bons – e até melhores que os outros. Para eles, vencer quaisquer disputas de poder e estar em rankings que exibam sua capacidade entre os melhores e sobre os outros é o supra sumo do sucesso.

Os arquétipos de Bartle são claros e dão uma boa visão, ao menos inicial, dos jogadores e dos times – que no pós imersão dos jogos de escape poderão ainda passar por coaching para engajamento e team building através do desenvolvimento individual e coletivo dos colaboradores.

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Brasileiro e a insana mania de economizar em coisas erradas

*Por Daniel Toledo

Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma, é aquela em que as pessoas querem levar vantagem em tudo, ser esperto, ganhar a qualquer custo sendo que a outra, vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e enraizado na cultura brasileira.

Enquanto eu morava no Brasil, vivenciei diversas situações em que me deparei com o oportunismo e isso me incomodava demais. Por isso, desde…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…quando passei a ter residência fixa nos Estados Unidos, decidi por um ponto final nisto.

Hoje, eu não tolero esse comportamento e principalmente as pessoas que convivem comigo sabem o quanto sou rígido fazendo duras críticas quando identifico o vício do oportunismo nas minhas relações de negócios.

A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de um comércio que não tem fim.

Em São Paulo, mais precisamente na Avenida Paulista, tem um shopping de artigos chineses a preço popular. Confesso que eu ia todo o final de semana lá para olhar as novidades e sempre comprava um dvd ou outro e um monte de outras coisas que eram considerados réplicas de primeira linha. Quem realmente usa artigos de luxo sabe a diferença entre o pirata e o original.

Mesmo que você tenha um auto estima lá em cima e não se incomode com a julgamento dos outros, ou é do tipo que adota a política do “ estou nem aí”, existe algo implícito neste jogo muito mais grave do que a opinião alheia, que é o dano causado pelo consumo deste tipo de produto. Não há pagamento de impostos referente a mercadoria e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final. Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “ baratinho”. E não é exagero.

Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele quando morava no Brasil possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia, ele foi roubado e sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.

Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O detergente mais barato, o salame, sabão em pó que vendidos na feira de acari custaram a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar.

Quem compra produto fruto de roubo de carga, ou pirata, não faz ideia do prejuízo para o país, além da energia negativa que vem de carona. O brasileiro precisa parar de aceitar migalhas dos outros e mudar a condição de vida e adquiri itens que de fato possuem qualidade e são duráveis. Comprar itens de péssima qualidade ou por preços até 70% a menos do que comercializados em lojas tradicionais, jamais pode ser um bom negócio.

*Daniel Toledo é sócio-fundador da Loyalty Consultoria

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Agricultor brasileiro terá app sobre uso da terra

A Embrapa preparou um app para que agricultores brasileiros acessem e atualizem pelo celular um banco de dados colaborativo sobre o uso do solo. Por meio da ferramenta, será possível acessar e carregar informações tais como área da propriedade ocupada por sistemas integrados de produção, pastagens degradadas, áreas de preservação, tipos de lavoura existentes e outras, sempre com apoio de mapas e imagens de satélite. O Agrotag está em fase final de preenchimento do banco de dados e de validação. A empresa promete para outubro o lançamento oficial.

O aplicativo multitarefa é a primeira ferramenta desenvolvida sob a ótica de geotecnologias de última geração e que integra ações colaborativas de usuários e dados geoespaciais exclusivos e de alto nível, como o Rapideye, fornecidos pela Embrapa e instituições governamentais.

O Agrotag agrega dados geoespaciais de diversas fontes e dá diversas ferramentas para o agricultor planejar melhor sua propriedade, além de analisar crédito rural, dar informações sobre políticas públicas, auxiliar cooperativas e fazer monitoramento ambiental, por exemplo.

A solução foi desenvolvida com apoio da Rede de Fomento de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (Rede ILPF), Instituto de Pesquisas Eldorado e da Plataforma Multi-institucional de Monitoramento das Reduções de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Plataforma ABC). A Embrapa espera que o Agrotag sustente a rede de monitoramento sistemático da adoção e qualificação de sistemas de ILPF, bem como organizar um amplo banco de dados com informações de uso de terras agrícolas no Brasil.

Para o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e coordenador da Plataforma ABC, Celso Manzatto, a adoção da tecnologia permitirá, incialmente, a identificação e qualificação dos sistemas ILPF, como estratégia para regionalização das ações de transferência de tecnologia da Rede ILPF, das estimativas de redução das emissões de gases de efeito estufa pela Agricultura de Baixa Emissão de Carbono e, em uma terceira etapa, a diferenciação e certificação de propriedades rurais e tecnologias que proporcionem a redução ou sequestro de carbono no solo.

Tempo real
“O Agrotag viabiliza o desenvolvimento progressivo de um sistema colaborativo de monitoramento multiescalar de baixo custo, com metodologia reconhecida pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (IPCC)”, conta Manzatto.

O aplicativo pretende inaugurar uma nova etapa no processamento de dados e informações da agropecuária brasileira. Em breve, será possível acessar, em tempo real, os níveis de degradação de pastagens, as espécies de forrageiras recomendadas para determinada região, o tipo de uso da terra, tecnologias de sequestro de carbono recomendadas pela Embrapa para determinado bioma, dentre outras informações.

Os dados das propriedades que forem inseridos terão garantia de sigilo, uma vez que as informações enviadas ao banco de dados serão analisadas de forma conjunta, não individualizada.

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Documentário “ECO – Cantos da Terra” estreia no Teatro da Aliança Francesa dia 4/9

Longa documental registra a pesquisa e o processo composicional de
“ECO”, concerto de Rodrigo Reis que utilizou galho de árvore
apitos ornitológicos e conceitos da filosofia da diferença
 

 Promovida pela Taanteatro Cia e contemplada pela 20ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo, a Ocupação acontecerá entre os dias 01 a 10 de setembro, com uma diversificada programação dedicada à atualidade política, filosófica e artística do pensamento de Gilles Deleuze. Marcada pela estreia do espetáculo 1001 Platôs, a semana também expõe as obras da artista plástica argentina Candelária Silvestre, lançamentos de livros da Editora 34 e palestras e conversas com filósofos, entre estes Luiz Orlandi e Peter Pál Pelbart.

Idealizado pelo compositor Rodrigo Reis e dirigido pela documentarista independente Tania Campos, o longa “ECO – Cantos da Terra”, com duração de 90 minutos, é o registro da pesquisa e do processo composicional do concerto “ECO”, apresentado em 2016 no Instituto de Artes (IA) da UNESP, na capital.

Na obra composta para ensemble, Reis utilizou elementos como galho de árvore, apitos ornitológicos e motosserra e levou para a sala de concerto o ativismo ecológico, onde fez uma dura crítica às políticas ambientais vigentes. Além disso, investiu na linguagem da performance corporal e vocal para expressar e dar visibilidade a valores eco-ético-estéticos, compondo uma ode musical ao conceito de Ecosofia de Félix Guattari.

Em diálogo com a filosofia da diferença, com a estética da Crueldade de Artaud e em sintonia com as propostas da Taanteatro Cia, o filme mostra os laboratórios de corpo-voz em Glossolalia Intensiva conduzido para 18 performers. Em ressonância com o microtonalismo do compositor Giacinto Scelsi e seguindo as trilhas de Bernie Krause, o doc detalha o projeto bioacústico das gravações da fauna na região serrana do sul de Minas Gerais, onde os cantos de 18 aves foram transcritos em partituras e orquestrados.

De acordo com Reis, a comunicação com o ouvinte é uma de suas preocupações frente uma linguagem tão hermética como é a da música contemporânea. Desta forma, o documentário apresenta “ECO” de uma forma didática, explicativa e acessível a todos os interessados. “Minha principal motivação para produzir este documentário, foi compartilhar com o público o cotidiano de trabalho e os problemas de um compositor contemporâneo durante um processo criativo. O que as pessoas vão ver no filme, que contém a íntegra do concerto, é a culminância artística de uma trajetória de duas décadas dedicadas à música, à filosofia da diferença e à ecologia”, conta o compositor.

Em relação a sua parceria com a diretora Tania Campos, o compositor vê o documentário “como o fértil encontro dos sonhos e dos quintais de duas crianças, uma da cidade e outra da roça; ao mesmo tempo é a confluência entre as lutas micropolíticas de dois artistas na afirmação de suas sensibilidades estéticas”.

Sobre o compositor – O esquizoanalista e ativista Rodrigo Reis concluiu sua formação em Composição na Unesp em 2016 com a apresentação da pesquisa e do concerto “ECO”.

Sobre a diretora – Tania Campos é uma documentarista independente que pesquisa a realidade no documentário em um projeto de vídeo-diários com imagens do cotidiano. No YouTube seu canal “Solos – As Pessoas”, cartografa como as pessoas têm vivido a atualidade política no Brasil.

SERVIÇO:

O que: Estreia do longa documental “ECO – Cantos da Terra”

Quando: Dia 04 de setembro de 2017, segunda-feira, às 19h

Onde: Ocupação Deleuze no Teatro da Aliança Francesa, à Rua General Jardim 182, Centro, São Paulo – http://www.teatroaliancafrancesa.com.br/eventos/ocupacao-deleuze/

Quanto: Entrada franca

Duração: 90 minutos

Após a apresentação, o compositor e a diretora participarão de um bate-papo com o público

Classificação etária: Livre

Capacidade: 226 lugares

Estacionamento conveniado em frente

Telefone: 11  3572-2379

FICHA TÉCNICA:

Direção e edição: Tania Campos

Roteiro e Produção: Rodrigo Reis

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Cultura do Design, o que é e por que virou questão-chave para as empresas

* Por Hilton Menezes

John Maeda está para o design como Warren Buffet está para as finanças. A definição foi dada no início deste ano pela revista americana Wired, que tratou do mais recente relatório sobre design e inovação produzido por Maeda. O presidente da Rhode Island School of Design e ex-professor do MIT citou, entre outros aspectos, a promoção de designers para cargos de alto escalão em empresas como McKinsey e IBM e a adoção da disciplina de design thinking nas principais universidades do mundo como evidências da importância do tema.

Mas por que termos como design de serviços, design de interação, design thinking e user experience (UX) são tão importantes para as empresas hoje em dia? A resposta passa por colocar o consumidor em primeiro plano, aperfeiçoando o serviço entregue a ele, e reduzir custos para tornar a empresa mais eficiente. É o que chamamos de cultura corporativa guiada pelo design. Isso, vale ressaltar, em um cenário macro em que a busca para se tornar mais digital é crucial para qualquer ramo de atividade.

Para ilustrar essas questões, recorro ao turismo e toda sua cadeia de serviços, transformada radicalmente na última década. O Airbnb é de 2008. O TripAdvisor se consolidou entre 2004 e 2005, assim como o Booking.com e os sites de comparação de preço de passagens aéreas. Ainda tem o Google Maps, também dessa mesma época. Depois veio o Google Translate. Hoje vemos acontecer uma revolução nos meios de pagamentos e na forma como se pode comprar moeda estrangeira sem ser numa corretora tradicional. Difícil é lembrar dos travelers checks, dos guias impressos e, claro, das agências de viagens.

Existem diversos outros exemplos e você certamente em poucos segundos já pensou em alguns. Agora reflita no que essas mudanças têm em comum. Todas facilitam a vida do consumidor através de um serviço digital mais amigável, desenhado para primeiro satisfazê-lo e então gerar receitas para a empresa. Uma mudança de mind set pregada há tempos por Maeda e outras autoridades do design digital. “O design não é apenas estética, trata-se de ganhar relevância no mercado e obter melhores resultados”, diz ele.

Isso não significa ignorar serviços e produtos eficientes que foram desenhados há décadas. Mas sim de que temos uma nova geração de designers mais preparada para mesclar tecnologia e negócios com maior agilidade, levando à inovação ao centro das estratégias corporativas, independente da área de atuação da empresa.

Aperfeiçoamento
Esse entendimento leva o design a diversas áreas dentro de uma empresa. Na pesquisa por produtos e serviços, busca a melhor relação com os consumidores, como se fosse um termômetro do que pode ganhar escala no mercado. Isso se dá com produtos já em circulação, via service design, ou então em projetos que estejam no pipeline de lançamentos da corporação, através de pesquisas etnográficas e experiências. Internamente, as empresas também podem aperfeiçoar processos e criar fluxos de trabalho que privilegiem a inovação via uma espécie de business design.

A ficha dos tomadores de decisão está caindo cada vez mais para a necessidade de construir uma nova empresa. Hoje, segundo pesquisa recente da Deloitte com mais de 10 mil empresas, apenas 14% dos entrevistados se dizem satisfeitos com a hierarquia corporativa tradicional para a definição e execução de estratégias. Um indicativo que certamente responde à pergunta do início do texto. É por isso que se fala tanto Design de Serviços, Design de Interação, Design Thinking e User Experience (UX).

* sócio da Kyvo Design e Inovação e representante oficial da
aceleradora de startups do Vale do Silício GSVlabs no Brasil

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Tecnologias que se adaptam ao empreendedor descomplicam a gestão PME´s

Independente da classe social, a tecnologia já faz parte da vida da maioria dos brasileiros. Um celular conecta pessoas, define o melhor caminho, informa…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…as novidades do mundo traduzidas automaticamente no idioma local e faz a gestão completa de uma empresa.

A transição do controle na caderneta para um sistema de gestão completo tornou-se simples e acessível. Com apenas alguns cliques em um tablet ou smartphone é possível controlar estoque, integrar cartão débito e crédito, emitir notas fiscais e até enviar automaticamente as informações para a contabilidade.

Ter um sistema intuitivo, com baixo investimento e mobile, foram os pilares para o desenvolvimento do DWPDV, um aplicativo desenvolvido pela DigitalWeb. “Um define o que o mercado precisa, outro os processos necessários para ter a informação correta e outro torna o projeto realidade”, comenta Marcelo Pedreira, sócio da DigitalWeb.

Em menos de seis meses de existência, o aplicativo da empresa já conta com a homologação de grandes players do mercado, como Cielo, Rede e Stone, além de parceria estratégica com a Contabilizei, maior empresa de contabilidade online do Brasil.

O DWPDV está homologado pela Receita Federal, pronto para atender a legislação em vigor de emissão da NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica). “Ter mais tempo para pensar no negócio, sem comprometer o orçamento. Conseguir monitorar as vendas, ter controle real da margem de lucro e avaliar a evolução do negócio são os principais benefícios para as empresas usuárias do aplicativo”, afirma Roberto.

Dentre as funcionalidades mais relevantes está o “Caixa Móvel”, que permite fazer pedidos e pagamentos em um mesmo equipamento, direto na mesa. Isso proporciona comodidade aos clientes e agilidade no processo de atendimento e que funciona até quatro horas sem internet ou energia. “Foi um dos grandes desafios de desenvolvimento”, revela Rogério.

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Mercado brasileiro de celulares volta a crescer

O primeiro semestre de 2017 foi bastante positivo para o mercado brasileiro de celulares. Depois de chegar à marca de 12,3 milhões de aparelhos comercializados no primeiro trimestre, os meses de abril, maio e junho registraram 12,8 milhões de dispositivos vendidos, número que é 5,9% maior do que o obtido nos mesmos meses de 2016 e 3,7% mais do que nos primeiros meses de 2017. Os dados são do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q2, realizado pela consultoria IDC Brasil.

“O mercado de celulares voltou a apresentar números bem expressivos, principalmente porque o brasileiro está repondo aparelhos comprados há pelo menos três anos, já que esse tem sido o tempo médio de vida da bateria e da tela. E a tendência é de que esse movimento continue assim nos próximos meses”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina.

Do total de 12,8 milhões dispositivos comercializados no segundo trimestre de 2017, 700 mil são feature phones e 12,1 milhões são smartphones, ou seja, houve queda de 44% na venda de aparelhos convencionais, sem sistema operacional, em relação ao mesmo período de 2016 e de 20% em relação ao primeiro trimestre de 2017, e crescimento de 11,7% na venda de aparelhos inteligentes, com sistema operacional, quando comparado ao segundo trimestre de 2016 e de 5,3% ao primeiro trimestre de 2017.

“Além de trocar de celular, o brasileiro está escolhendo um aparelho mais robusto. Por isso a queda tão acentuada no mercado de celulares convencionais”, explica o analista da IDC. Segundo ele, isso acirra a competição entre as marcas e leva os fabricantes a baixarem os preços dos smartphones a níveis jamais vistos no Brasil, com até R$ 300 de desconto, por exemplo. “Isso é ótimo para quem quer comprar, mas para a indústria de maneira geral é bem ruim, já que o mercado fica consolidado nas mãos de um número menor de fabricantes e com potencial de crescimento, em valor, reduzido”, completa Munin.

Queda no tícket médio
Ainda de acordo com o estudo da IDC, o tíquete médio dos aparelhos no segundo trimestre de 2017 teve queda de 2,1% em relação ao primeiro trimestre desde ano, passando de R$ 1067 para R$ 1044. “Houve crescimento em unidades, mas como o valor dos aparelhos caiu de um trimestre para o outro a receita ficou praticamente estável, na marca de R$ 13,3 bilhões. Isso é reflexo da política de preços adotada pelos fabricantes”, reforça o analista da IDC.

Para os próximos meses de 2017, a IDC se mantém otimista. “Nossa previsão é de o que o mercado chegue a 49 milhões de aparelhos vendidos este ano, número que é 12,6% maior em relação a 2016, quando foram comercializados 43,5 milhões de celulares. A grande aposta é na Black Friday, com aumento nas vendas de dispositivos intermediários e premium”, finaliza Munin.

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Empresas devem monitorar deep web para evitar prejuízos

* Por Bruno Prado

Com o aumento da facilidade de acesso à internet, a quantia de usuários e de informação sobe consideravelmente ano após ano. No Brasil, conforme a pesquisa TIC Domicílios de 2016, estima-se que 58% da população possua acesso e utilize a web diariamente, número 5% maior do que no ano anterior. Tal avanço resulta, consequentemente, na expansão do tamanho da rede, que hospeda e distribui cada vez mais conteúdos, com sites hospedados em diferentes camadas.

A rede de computadores utilizada no dia a dia da população e das corporações é conhecida como surface web, em tradução literal ao termo internet superficial. Estima-se que o tráfego de usuários e o conteúdo disponível nessa primeira camada representem apenas 4% do total de sites e informações presentes no ambiente online. Os outros 96% fazem parte de conteúdos que não estão indexados, conhecidos como deep web, representando a parte mais profunda, que não é facilmente acessada pelo usuário comum.

O uso das camadas inferiores é bastante variado. Devido à privacidade oferecida, diversas pessoas e instituições a utilizam para compartilhar e hospedar documentos e arquivos confidenciais que não podem estar presentes no ambiente convencional. O exército, as forças policiais, jornalistas e universidades são exemplos de instituições que recorrem à parte mais escondida com finalidades específicas referentes ao sigilo dos dados.

Entretanto, o anonimato também permite a proliferação de pessoas com finalidades ilícitas, que atuam de diversas formas visando prejudicar cidadãos e corporações. O uso da deep web referente às possibilidades de crimes virtuais acontece na etapa de planejamento, quando um ou mais usuários se programam e buscam recursos para realizar diversas ocorrências, como roubo e venda de dados pessoais ou corporativos, sequestro de informações confidenciais ou ataques de negação de distribuição de serviço (conhecidos DDoS), que congestiona e derruba o site alvo dos criminosos. O espaço é propício, pois além do anonimato, há utilização de moedas virtuais não rastreáveis, como bitcoins, para compra e venda de vírus e softwares maliciosos.

Varredura
Nesse aspecto, as empresas devem investir na varredura por palavras-chave em todas as camadas, em busca do nome da companhia, suas marcas ou termos específicos previamente estabelecidos pelo gestor ou por um técnico em segurança. O monitoramento de atividades suspeitas em tempo real é a melhor forma de prevenção, já que possibilita definir qual a melhor estratégia de defesa ou mitigação de riscos.

Ao contrário do que se pensa, a entrada à deep web não é algo ilegal e nem complicado, mas as características desse local proporcionam o alcance a atividades criminosas, inclusive por parte de negócios para sabotar a concorrência. Portanto, é fundamental que as instituições fiquem atentas a esta área nebulosa para evitar prejuízos.

* CEO da UPX Technologies

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Forcepoint compra RedOwl, de análises de risco humano na segurança digital

A companhia de segurança digital Forcepoint adquiriu a RedOwl, uma das marcas conhecidas do ramo chamado Human-Centric Security, como parte de sua expansão no “atual cenário de ameaças digitais”. Cloud, mobilidade e infra-estrutura em constante mudança tornam o perímetro tradicional da cibersegurança algo ilusório. O perigo não é mais somente máquinas e software; concentrando-se em como, quando, onde e porque as pessoas interagem com dados críticos e IP, as organizações podem identificar e enfrentar melhor o risco.

“O mundo mudou fundamentalmente e a maneira como pensamos sobre a segurança também deve mudar. Se o setor de segurança cibernética não colocar as pessoas no centro das análises, é certo que está em falta para ajudar os clientes a proteger seus ativos mais vitais ”, disse Matthew P. Moynahan, diretor executivo da Forcepoint, ao comentar a compra.

Integrada
Desde 2011, a RedOwl se concentrou especificamente na entrega de capacidades que proporcionam visibilidade sobre as atividades holísticas das pessoas, incluindo ciber, física e financeira. Os clientes implementam esses recursos para analisar grandes quantidades de dados complexos, avaliar eventos e comportamentos de alto risco e implementar supervisão centralizada e de supervisão para satisfazer requisitos de segurança e regulatórios.

A tecnologia da adquirida será integrada em todos os produtos Forcepoint. A plataforma oferece informações em tempo real sobre interações anômalas e acesso entre pessoas, dados, dispositivos e aplicativos. Além disso, a combinação da tecnologia UEBA (user and entity behavior analytics) da RedOwl, Forcepoint DLP e Forcepoint Insider Threat fornecerá uma solução abrangente para entender e responder aos comportamentos e intenções das pessoas.

“O contexto é tudo e estamos ansiosos para ajudar os clientes a diferenciar entre negligência, comprometimento e malícia da maneira mais eficiente possível”, disse Heath Thompson, vice-presidente sênior e gerente-geral da Forcepoint. A tecnologia RedOwl e os funcionários estão se juntando à equipe Forcepoint como parte do negócio de Data e Insider Threat Security.

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Twitter aprofunda estratégia de territórios com a música

Tema é o mais comentado na plataforma no Brasil e no mundo; cerca de 2 bilhões de Tweets foram registrados globalmente do início do ano passado até agora

Tema mais comentado no Twitter no Brasil e no mundo, a música se conecta aos mais diversos perfis de consumidores na plataforma diariamente, ao longo de todo o dia, o ano todo. São conversas constantes (“always on”) sobre artistas, clipes e lançamento de álbuns, por exemplo, que ganham… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…impulso quando se conectam a programas de TV, como reality shows, e grandes eventos, como o Rock in Rio que se aproxima.

Cerca de 2 bilhões de Tweets sobre música foram registrados desde o início de 2016 até agora, sendo quase 20% desse total produzido por brasileiros (ou 350 milhões de Tweets). E 80% das conversas sobre o tema na plataforma, tanto no Brasil quanto globalmente, são relacionadas a tópicos “always on”.

“O Twitter tem uma audiência influenciadora, com conteúdo de qualidade e conversas que se espalham dentro e fora da plataforma”, diz Sergio Floris, diretor de parcerias de entretenimento do Twitter para a América Latina. “E para marcas e parceiros aproveitarem todo o potencial de amplificação do Twitter na música, oferecemos uma gama de conteúdos premium e brand-safe produzidos por parceiros como emissoras de TV, festivais e gravadoras”, acrescenta. Globalmente, foram contabilizadas mais de 1.200 horas de conteúdo premium ao vivo transmitido por cerca de 300 parceiros desde o ano passado, sobre diversos temas — inclusive música.

Diante da força e da popularidade do assunto, o Twitter aprofunda sua estratégia relacionada a territórios de interesse, lançada recentemente com esportes, agora com a música. A ideia é que as marcas se apropriem do território participando das conversas na plataforma para se conectar com os consumidores de uma forma relevante para eles.

Para marcar o lançamento da música como um de seus pilares na estratégia relacionada a territórios de interesse, o Twitter realizou nesta quarta-feira (30) um evento que reuniu parceiros, clientes, produtores de conteúdo e amantes de música em geral para mostrar as diversas possibilidades de engajamento entre marca e consumidor que este tema é capaz de gerar na plataforma..

No mundo, mais de 1,5 bilhão de pessoas são impactadas todos os meses pelos diversos conteúdos do Twitter, sobre aos mais variados assuntos, dentro e fora da plataforma (incluindo, por exemplo, hashtags que aparecem em TV, menções em programas de rádio e também em outros meios digitais).

“No Twitter, as campanhas de marca ganham ao mesmo tempo escala — são amplificadas por milhões de conversa — e granularidade, uma vez que é possível entender o comportamento do consumidor ao longo de todo o seu dia e estabelecer com ele uma conexão relevante”, afirma Cadu Aun, diretor comercial do Twitter Brasil.

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As multiplataformas como questão de sobrevivência

*Por Alan Ceppini

A comunicação multiplataforma, apesar de muito difundida e apontada como a única chance de sobrevivência para as grandes redes de comunicação, ainda é um desafio. Isso porque nem todos estão estruturados para trabalhar com essa realidade. Sim, uma realidade. De acordo com a Comscore, o número de usuários móveis no Brasil já ultrapassou o de desktops, diferença que deve se ampliar com… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…o passar do tempo. Hoje são 79,9 milhões de acessos mobile e 79,1 milhões via desktop, com 111 milhões de usuários multiplataforma. O tempo digital gasto com dispositivos mobile chega a 67%.

Mas, afinal, o que é uma campanha multiplataforma? É uma ação que integra as diversas plataformas – jornal, site, mobile, tablet, redes sociais etc. – de uma rede com o objetivo de alcançar públicos diferentes, atrair sua atenção, interagir com eles e gerar conversão. A entrega do conteúdo segue acontecendo, mas de forma mais ágil e em qualquer tipo de dispositivo. Essas ações acabam gerando maior audiência para os veículos, e também novos negócios para o anunciante, com campanhas publicitárias mais abrangentes. São inúmeras possibilidades de ações, como branded content, desenvolvimento de advergames, interatividade 360, webseries. E essas propostas tem sempre o objetivo de engajar a audiência, já que o comportamento do consumidor é diferente em cada plataforma.

Justamente por ser uma realidade, as ações multiplataforma já apresentam resultados que servem como bons exemplos. Só no primeiro trimestre de 2017, o Twitter transmitiu em todo o mundo mais de 800 horas de conteúdo premium ao vivo, com cerca de 300 parceiros, como emissoras de TV, cobrindo cerca de 450 eventos. O SBT foi a primeira emissora do país a ter a sua primeira NCM (Network Multi-Canais) e o crossmedia tanto no ambiente digital quanto na TV aberta alcança audiência e públicos ligados aos temas abordados, aos bastidores dos programas, os próprios famosos, suas rotinas, aspirações, viagens etc.  São 800 milhões de “videoviews” por mês (somando Youtube, Facebook, o site próprio e aplicativos).

O modelo multiplataforma não só alcança novos clientes, como potencializa as ações dos anunciantes que já trabalham com o veículo. “Eu realmente acredito na geração de negócios e retornos para o anunciante no que diz respeito ao marketing multiplataforma. Só na Rede Massa as redes sociais possuem mais de 2.7 milhões de seguidores nas principais plataformas (facebook, Instagram, YouTube etc). São números que devemos olhar com atenção e que mostram que o marketing multiplataforma é uma realidade.

*Alan Ceppini é Gerente de Plataformas Digitais e Interatividade do Grupo Massa

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Brasil e Estados Unidos discutem cooperação em segurança cibernética

A cooperação em segurança cibernética entre Brasil e Estados Unidos foi discutida, nesta quarta-feira (30), durante visita do diretor de Ciência da Computação, Informação e Engenharia da Fundação Nacional de Ciências (NSF, na sigla em inglês), Jim Kurose, ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Desde 2015, o ministério, por meio da Secretaria de Política de Informática (Sepin), e a NSF já realizaram dois workshops bilaterais e lançaram uma chamada coordenada em segurança cibernética.

Durante o encontro, o secretário de Política de Informática, Maximiliano Martinhão, destacou que a segurança cibernética é um aspecto fundamental na estratégia de transformação digital do país. “Sem a segurança da rede, os usuários não têm confiança e não são estimulados a usar a internet cada vez mais.”

O diretor da NSF ressaltou os resultados que vêm sendo obtidos nos projetos desenvolvidos em parceria pelos dois países. Segundo Jim Kurose, os trabalhos realizados em cinco áreas são de alta qualidade, têm resultado em grandes pesquisas e possibilitado colaborações importantes entre pesquisadores. “Temos cinco times com integrantes do Brasil e dos Estados Unidos e, além das pesquisas, estamos compartilhando pessoas, o que é muito importante.”

No encontro, foi apresentado um balanço sobre os workshops bilaterais em segurança cibernética já realizados, que reuniram pesquisadores e acadêmicos dos dois países, além de empresas do setor. A organização dos eventos contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e da Universidade da Flórida. O primeiro evento foi realizado no Brasil, em 2015, e o segundo, nos Estados Unidos, em 2016.

Durante os seminários, foram levantados os temas mais importantes em segurança cibernética, que foram incluídos nas linhas temáticas da chamada coordenada, lançada em 2016, numa iniciativa conjunta da Rede Nacional de Pesquisa e Ensino (RNP), supervisionada pelo MCTIC, e da NSF. A chamada apoia cinco projetos nas áreas de detecção de malware, Internet das Coisas, sistemas ciberfísicos e ciber-humanos e segurança e privacidade em redes. Os projetos, que estão em processo de contratação, terão duração de dois anos e um orçamento de US$ 3 milhões, sendo metade financiada pela NSF e a outra por recursos procedentes da Lei de Informática.

Parcerias
Na visita, também foram discutidas novas possibilidades de parcerias entre Brasil e Estados Unidos. O diretor de Ecossistemas Digitais da Sepin, Otávio Caixeta, reforçou o interesse de expandir a cooperação nos setores de educação em TICs e de inteligência artificial. O secretário Maximiliano Martinhão sugeriu a necessidade de lançar uma nova chamada coordenada entre os dois países em 2018. Jim Kurose ressaltou que a NSF tem grande interesse em continuar financiando pesquisas de alta qualidade e tornar possível a colaboração internacional.

A visita de Jim Kurose ao MCTIC contou também com a participação de representantes da SBC, da RNP, do Ministério das Relações Exteriores e da embaixada dos EUA em Brasília.

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Seis erros nas redes sociais que prejudicam a busca por estágio

A maioria dos alunos que iniciam o Ensino Superior possui o sonho de realizar um estágio em uma grande empresa ou órgão público para vivenciar experiências profissionais indispensáveis no desenvolvimento de uma carreira. Além do caráter educativo, a experiência prática eleva as chances dos estudantes conquistarem oportunidades de emprego na área de atuação, após a conclusão…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…do curso de graduação. No entanto, se o estudante está procurando estágio, vale ficar atento a algumas regrinhas básicas sobre o uso das redes sociais.

De acordo com a psicóloga e caça-talentos do Quero Bolsa, Nairana Leal, assim como os candidatos costumam pesquisar sobre a empresa antes da entrevista de emprego, atualmente muitos recrutadores analisam e monitoram a atuação dos estudantes no Facebook, Instagram e LinkedIn para realizar uma avaliação mais precisa e criteriosa do perfil da pessoa que irão contratar. “Nesse caso, alguns erros podem custar a tão sonhada vaga”, alerta.

A profissional elencou seis dicas valiosas de postagens comuns que não devem ser feitas nas redes sociais. Confira a seguir:

Reclamações
Se você é daqueles que gosta de reclamar da vida nas redes sociais, a sugestão é interromper imediatamente essa postura. Além de passar uma imagem muito negativa aos recrutadores, lembre-se de que ninguém gosta de trabalhar perto de pessoas que estão constantemente mal-humoradas e colocando todo mundo para baixo. Você já deve ter ouvido falar por aí que habilidades técnicas são mais fáceis de serem desenvolvidas do que mudar o aspecto comportamental, certo?

Críticas ao antigo trabalho ou chefe
Sabe aquela frase que diz que falar mal dos outros expressa mais sobre você do que das pessoas em si? Esse erro nas redes sociais também pode queimar seu filme com os recrutadores, principalmente aquelas postagens envolvendo experiências em estágios anteriores e antigos chefes. A falta de lealdade e ética pode ficar muito evidente com esse tipo de atitude.

Imagens inapropriadas
Muita gente ignora essa orientação e continua postando fotos com conotação sexual implícita ou aquela festa do fim de semana com os amigos em que não se está nos melhores dias. A sugestão é velha, mas vale lembrá-la: guarde essas recordações apenas para você.

Comentários ou postagens extremistas
Posicionamentos políticos e religiosos extremistas geram discussões intermináveis nas redes sociais e mostram a sua opinião para o mundo. É preciso ter em mente que esse tipo de atitude geralmente não é bem-vista por recrutadores.

Fotos de perfil questionáveis
Escolhas equivocadas de sua foto de perfil também podem prejudicar a sua imagem. Por isso, tome cuidado. Lembre-se de que é um resumo do que você é. Atenção principalmente com a foto de perfil do LinkedIn, rede profissional que pode ajudar você a conquistar uma vaga.

Mentir sobre si próprio
Se fizer propaganda de algo que sabe fazer, tenha consciência de que isso pode ser verificado e cobrado posteriormente. Se não gosta de ler não poste que odeia textão e que prefere assistir ao filme a ler o livro.

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Transformação Digital em xeque com baixos níveis de confiança do usuário de Internet

*Leonardo Carissimi

A recente pesquisa Unisys Security Index 2017, publicada em junho deste ano, nos informa que o cidadão brasileiro está mais preocupado com a segurança na Internet do que com a sua segurança física, ou mesmo com a sua capacidade de honrar compromissos financeiros.

A preocupação com temas do mundo virtual, como hackers e vírus cibernéticos, foi apontada…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…como alta por 69% dos entrevistados, com transações online citadas por 62%. Enquanto isso, temas do mundo “físico” como a segurança pessoal ou segurança financeira foram apontadas por 61% e 52% dos entrevistados, respectivamente. É importante notar que as entrevistas foram realizadas antes dos últimos incidentes de segurança cibernética massivamente divulgados, como WannaCry Petya. Desta forma, é possível que atualmente a preocupação com temas online seja ainda mais alta do que a identificada no momento em que a pesquisa foi realizada.

Estes dados são bastante reveladores, afinal, o Brasil é conhecido por estatísticas alarmantes de violência e no momento enfrentamos uma taxa recorde de desemprego, vivendo o terceiro ano de uma crise política e econômica sem precedentes, que impacta a segurança financeira de todos. Se a preocupação com a segurança com o uso da Internet é ainda maior do que destes outros temas, temos um claro recado: há uma crise de confiança do usuário da Internet com os serviços online.

O cidadão que utiliza serviços digitais públicos, assim como o consumidor que adquire produtos e serviços digitais das empresas, não confia que seus dados estão protegidos. Não é possível, com os dados da pesquisa, determinar ou inferir qual o impacto dessa desconfiança na utilização de serviços digitais. Mas é razoável assumir que ele existe e que é importante. Ou seja, há por aí milhares de organizações públicas e privadas que estão investindo bilhões em tecnologia e abraçando a Transformação Digital, para oferecer serviços inovadores e benefícios, seja para os cidadãos ou consumidores. Porém, muitas não estão colhendo os resultados esperados e a razão – ao menos em parte – vem da desconfiança do brasileiro com a segurança de seus dados.

Como reverter essa percepção de insegurança? Como reconquistar a confiança?

Primeiramente, há todo um tema de como a segurança é percebida. Ações de comunicação e mecanismos visíveis (mas que não sejam inconvenientes à experiencia do usuário) devem ser adotados. Mas o mais importante que isso é assegurar que a confiança é merecida, e que a segurança percebida não é ilusória. Isso é possível por meio de medidas adequadas que visam o aumento da segurança real.

Do ponto de vista estratégico, é importante garantir que elementos de segurança sejam parte integrante das decisões de negócio e dos novos projetos, desde a concepção, o que consiste em dar voz ao departamento de segurança e não o limitar a decisões operacionais no âmbito de tecnologia.

De um ponto de vista tático, é crucial adotar medidas de prevenção (exemplo: tecnologia de microssegmentação), mas é relevante não se limitar a isso. É necessário estender a segurança para predição, detecção e resposta a incidentes. Um recente estudo do Gartner estima que os orçamentos de segurança devem passar por uma transformação nos próximos anos, com uma aceleração forte do investimento em ferramentas de predição, detecção e resposta que, em 2020, vão representar 60% do orçamento total de segurança, ultrapassando, portanto, o orçamento de prevenção. Isso ocorre em um mundo de ameaças cada vez mais sofisticadas. Prevenir seguirá sendo indispensável, mas não será suficiente.

Alguns exemplos de tecnologias de predição e mesmo detecção são Security Analytics, Machine Learning e Cyber Threat Intelligence. Para o tema de resposta, há abordagens inovadoras bastante efetivas como Arquitetura de Segurança Adaptativa, que dinamicamente altera a arquitetura de rede para reagir (isolar) a ameaças.

Trabalhar a confiança do cidadão e consumidor é um ponto chave no processo da Transformação Digital. Desta forma, a segurança funciona como um habilitador da inovação, em vez de uma barreira.

Ações nos níveis estratégicos como aproximação das áreas de segurança dos times de negócios, bem como do nível tático, privilegiando a predição ou detecção e resposta a incidentes, irão proporcionar um aumento na segurança real e em última análise, embasar o aumento na confiança e na adesão às plataformas digitais em todo o País, um benefício para todo o mercado, a população e o desenvolvimento tecnológico.

* Leonardo Carissimi é Diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina.

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Acer expande linha Predator com PCs estilizados e monitor HDR de 35 polegadas

Acer complementa linha Predator com novos equipamentos 

A Acer anunciou hoje novas adições à linha Predator de dispositivos gamers de alto desempenho, incluindo os PCs gamer da série Predator Orion 9000 com Windows 10, os mais potentes até hoje, e o monitor Predator X35, que tira proveito das tecnologias NVIDIA® G-SYNC™ e Acer HDR Ultra™ para propiciar um… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…desempenho ultrassuave e visuais deslumbrantes. A Acer está oferecendo também um headset e um mouse Predator novos para aumentar a diversão e o controle nos jogos.

A estética dominante da série Predator Orion 9000 conta com um exterior em preto e prata, que lembra uma espaçonave, e iluminação RGB personalizável em ambas as laterais do painel frontal. Um enorme painel lateral mostra o impressionante e potente interior, com um design que mantém os níveis de interferência eletromagnética (EMI) sob controle, apesar do tamanho da abertura.

Ventoinhas opcionais com iluminação RGB personalizável criam um verdadeiro show de luz para um visual ainda mais impressionante. Equipadas com duas alças e rodas cobertas com um padrão de fibra de carbono, as novas plataformas podem ser facilmente levadas de um local para outro. Painéis laterais que dispensam o uso de ferramentas facilitam atualizações de componentes, e a tampa superior com abertura por pressão oferece aos usuários uma maneira rápida de trocar as ventoinhas. O suporte para headset e o gerenciamento de cabos de acesso frontal ajudam a manter a área de jogo arrumada.

“O Predator Orion 9000 é o PC mais poderoso que já fizemos”, disse Jeff Lee, gerente geral de Computação Estacionária da Divisão de Produtos de TI da Acer. “Com placas de vídeo de quatro vias e processadores de 18 núcleos, essa plataforma leva jogadores com uso intenso de gráficos para além dos seus sonhos”.

Refrigeração líquida e IceTunnel 2.0 mantêm o frescor por dentro
A série Predator Orion 9000 conta com refrigeração líquida e o IceTunnel 2.0 da Acer para manter a temperatura baixa enquanto o jogo pega fogo. O IceTunnel 2.0 é uma solução avançada de gerenciamento de fluxo de ar que, de forma inteligente, separa o sistema em várias zonas térmicas, cada uma com um túnel de fluxo de ar individual para expulsar o calor. Grandes painéis de malha de metal frontais e superiores permitem uma maior entrada de ar frio e a saída do ar quente que sobe da CPU com refrigeração líquida, ao passo que até cinco ventiladores de 120 mm nas partes frontal, superior e traseira canalizam o ar frio através do gabinete. Parte do fluxo de ar é redirecionada para a porção traseira da bandeja da placa-mãe para resfriar os dispositivos de armazenamento. As placas de vídeo têm ventiladores no estilo soprador para expulsar o calor da parte traseira, enquanto a fonte de alimentação é fechada para evitar interferência térmica.

Uma plataforma extrema para jogos e criação de conteúdo
Sendo um dos primeiros grandes fabricantes de equipamentos originais a incluir as mais recentes placas de vídeo Radeon™ RX Vega da AMD em um PC de mesa para jogos, a Acer define um novo padrão com a capacidade de suportar até quatro placas Radeon RX Vega para fornecer imagens quase fotorrealistas — em tempo real, com alta resolução, em estéreo e com altas taxas de atualização. Os jogadores podem optar também por duas placas NVIDIA® GeForce® GTX 1080Ti em SLI, que suportam recursos de realidade virtual com facilidade.

“Estamos muito contentes pela Acer ter escolhido a placa de vídeo AMD Radeon™ RX Vega para o PC de mais alto desempenho que eles já fizeram. A RX Vega é um complemento perfeito para o Predator Orion, tanto em termos de beleza quanto de potência. Uma única RX Vega permite resoluções ultra-altas e uma taxa de 60 quadros por segundo sem rupturas e com extrema suavidade. E, com recursos inovadores como High Bandwidth Cache Controller e Rapid Packed Math, os jogadores só podem esperar que seus sistemas tenham um desempenho cada vez melhor à medida que novos jogos continuam sendo lançados para tirar total proveito deles”, disse Scott Herkelman, vice-presidente e gerente geral de Jogos do Radeon Technologies Group da AMD.

O Predator Orion 9000 terá opções de processador até o revolucionário Intel® Core™ i9 Extreme Edition de 18 núcleos e até 128GB de memória DDR4 quad-channel, o que lhe permite lidar com tarefas de processamento intenso e oferecer um desempenho excepcional.

“A nova família de processadores da série Intel Core X cria um novo padrão de possibilidades para a computação de mesa, oferecendo até 18 núcleos e 36 threads para um desempenho incrível e uma potência bruta extrema para megatarefas”, disse Anand Srivatsa, gerente geral do Desktop Platform Group da Intel. “Esse nível inédito de potência está com visibilidade total graças à nossa forte parceria com a Acer no Predator Orion 9000, com o processador Intel Core i9 Extreme Edition”.

O recurso de overclock de um toque permite que os jogadores selecionem o desempenho turbo pressionando um único botão.

A excelente conectividade inclui duas portas USB 3.1 Gen 2 (uma Type-C e uma Type-A), oito portas USB 3.1 Gen 1 (uma Type-C e sete Type-A) e duas portas USB 2.0 (Type-A). O Predator Orion 9000 suporta um total de três slots M.2 para ampliar a possibilidade de aumentar a velocidade, a potência e os recursos do PC, e quatro slots PCIe x16 oferecem ampla expansão para placas de vídeo.

Acer Predator X35: Visuais impressionantes
Esse grande monitor 21:9 de 35 polegadas conta com uma imersiva curva de 1800R e uma brilhante resolução WQHD (3.440 x 1.440). Com as tecnologias NVIDIA G-SYNC, Acer HDR Ultra e ponto quântico, ele oferece também a melhor qualidade de contraste possível com ampla faixa dinâmica. A atenuação de LED local, avançada em 512 zonas controladas individualmente, ilumina apenas quando e onde necessário. O Predator X35 oferece uma gama de cores mais ampla e mais profundamente saturada, abrangendo 90% do padrão de cores DCI-P3, e uma faixa de luminância várias vezes maior que a dos monitores de faixa dinâmica tradicionais. O rápido tempo de resposta de 4 ms e a alta taxa de atualização de 200 Hz, combinados com o NVIDIA G-SYNC, tornam a jogabilidade suave e vívida, sem rupturas e falhas visuais.

Equipado com o Predator GameView, ele oferece oito modos de exibição predefinidos para otimizar o visual conforme os diferentes tipos de ação. Além de Padrão, ECO, Gráfico e Filme, existem três modos especiais para jogos, incluindo Ação, Corrida e Esportes, que podem ser acessados facilmente por meio de uma tecla de atalho ou no menu OSD (On-Screen Display). Os jogadores podem também definir seu próprio perfil personalizado e programar cada modo de acordo com suas preferências.

A tecnologia Acer BlueLightShield™ permite que os clientes reduzam as emissões de luz azul selecionando entre quatro configurações de filtro diferentes pelo menu OSD. O painel VA premium permite amplos ângulos de visualização de até 178 graus na horizontal e na vertical. Além disso, a tecnologia Dark Boost permite que detalhes finos sejam vistos em ambientes pouco iluminados.

Acessórios Predator melhoram a jogabilidade
O headset para jogos Predator Galea 500 coloca você dentro do jogo, permitindo que você não apenas veja, mas também ouça a localização exata dos elementos. A tecnologia Acer TrueHarmony™ 3D Soundscape recria o espaço acústico com base na orientação da cabeça do jogador, convencendo o cérebro de que o som vem de uma direção fixa. Com um diafragma de conversor feito de biocelulose com invólucro de borracha, o headset Predator Galea 500 oferece agudos claros com graves retumbantes e responde rapidamente para reproduzir precisamente vocais e notas de registro médio a alto, enquanto uma cavidade acústica exclusiva ajuda a fornecer poderosos graves rítmicos. O Predator Galea 500 também é personalizável, permitindo que os usuários selecionem entre três modos, incluindo EQ para Música, Filmes e Esportes.

O novo mouse para jogos Predator Cestus 500 tem um exclusivo design de chave dupla que permite aos jogadores ajustar a resistência do clique de acordo com o tipo de jogo, como, por exemplo, uma resistência mais leve para jogos de FPS que exigem uma reação mais ágil ou uma resistência mais pesada para manobras precisas em jogos de RTS. Ele tem 16,8 milhões de luzes coloridas RGB, oito padrões de iluminação, cinco configurações de perfil integradas, oito botões programáveis e um conector USB banhado a ouro.

Preços e disponibilidade
Os PCs de mesa gamers da série Predator G9 estarão disponíveis na América do Norte em dezembro com preços a partir de US$ 1.999, e na região da EMEA em novembro com preços a partir de € 1.999.

O monitor Predator X35 estará disponível no primeiro trimestre de 2018.

O headset para jogos Predator Galea 500 estará disponível na América do Norte em novembro por US$ 299,99, e na região da EMEA também em novembro por € 299,99.

O mouse para jogos Predator Cestus 500 estará disponível na América do Norte em novembro por US$ 79,99, e na região da EMEA também em novembro por € 89,99.

[I] As especificações podem variar dependendo do modelo e da região
[II] O número de slots abertos vai variar de acordo com a configuração

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Um em cada três internautas tem app de delivery de comida

Nova maneira de pedir comida em casa, os aplicativos de delivery estão presentes nos tablets e smartphones de 36% dos internautas brasileiros. É o que mostra uma pesquisa online, realizada no CONECTAí Express, em todo Brasil.

Entretanto, cabe destacar, que ainda…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…há muita oportunidade neste segmento, já que 2/3 dos internautas ainda não utilizam esse serviço.
Dentre os apps, o iFood é o mais difundido desse segmento: 29% dos internautas que possuem aplicativo de delivery de comida tem o iFood. Entres os internautas da classe A, a presença do iFood é ainda maior (42% possuem). Na sequência, estão Pedidos Já, UberEATS e Mr. Food.
Confira quais aplicativos de delivery de comida os internautas brasileiros mais possuem:

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Big data faz estatística ser profissão de futuro

A melhor carreira de 2017 nos Estados Unidos, segundo o site CareerCast, é também a segunda mais rentável no Brasil, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Apesar de pouco conhecida, a estatística — ciência que coleta, analisa e sumariza dados — é reconhecida como a profissão do futuro na era do Big Data.

“A demanda pela carreira é causada pela enorme quantidade de dados produzidos diariamente, contrastando com a falta de profissionais formados para lidar com eles”, explica Adilson Simonis, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, em São Paulo, a primeira unidade a oferecer a graduação em Estatística na Universidade.

Acompanhando a tendência do mercado, foi criada, em 2009, a segunda graduação em Estatística da USP, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), em São Carlos.

“Vivemos num mundo de dados”, reflete Jorge Luiz Bazán Guzmán, professor do ICMC. “Previsões e análises podem ser aplicadas às mais diversas áreas, como o direito, o esporte ou a medicina. Por isso, nossos alunos não encontram dificuldades em se encaixar no mercado, ajudando a consolidar novos campos e aplicações da estatística.”

Julio Trecenti é um desses estudantes que se adaptaram ao mercado desde muito cedo. Em 2012, enquanto produzia seu trabalho de conclusão de curso no IME, o estatístico participou da constituição da Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ). Iniciou os trabalhos na organização já como diretor técnico, posição que ocupa até hoje. Atualmente, também é doutorando no IME e vice-presidente do Conselho Regional de Estatística.

O curso
A base da graduação em Estatística está fundamentada na matemática e na computação. Por isso, o estudante deve ter afinidade com a área de exatas. “Além disso, deve ser uma pessoa curiosa, que saiba fazer essa conversa entre a matemática e a aplicação”, acrescenta Guzmán.

“Outra característica fundamental é gostar de áreas que envolvam ações públicas e sociais. Um estatístico trabalha com dados que tenham um significado humano e os transforma em informação compreensível para todos”, destaca o professor do ICMC.

Para ajudar os estudantes de Estatística a desenvolver essa habilidade, a grade curricular do IME inclui uma disciplina de Língua Portuguesa, oferecida pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, localizada ao lado do instituto. Nesse ponto, as grades curriculares têm suas particularidades. Em São Carlos, a grade oferece maior contato com a computação, por exemplo, porque no campus só há institutos de exatas.

Além dessa diferença, o curso do IME, em São Paulo, é diurno — tem aulas distribuídas de manhã e à tarde, mas não chega a ser em período integral — e dura quatro anos. Já a graduação do ICMC, em São Carlos, é noturna e dura quatro anos e meio.

O ICMC também conta com uma parceria com o curso de Estatística da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), próximo ao campus. Ambas as instituições coordenam um programa de pós-graduação integrado e os alunos da graduação podem ter acesso aos professores das duas universidades.

Vida universitária e mercado de trabalho – Além dos aspectos acadêmicos, entidades estudantis também são um diferencial na experiência universitária. “Enquanto estava na graduação, participei do centro acadêmico, da empresa júnior e da atlética”, conta Julio Trecenti. “Essas entidades, em especial o centro acadêmico, foram muito importantes para a minha formação política e ajudaram a desenvolver a empatia necessária para um estatístico.”

Um dos principais projetos no qual Trecenti esteve envolvido na época da Universidade foi a descoberta de procedimentos burocráticos que adiam a chegada de crianças em orfanatos. A demora prejudica as chances de serem adotadas porque, ao término do processo, estão mais velhas do que a média de crianças mais procuradas para adoção.

O trabalho foi feito pela ABJ, que propôs algumas soluções para o problema. A jurimetria utiliza modelos estatísticos e probabilísticos para compreender processos jurídicos. Hoje, a proposta da ABJ está sendo discutida na Câmara dos Deputados.

“O estatístico está sendo valorizado pelas soluções que ele propõe”, pontua o professor Simonis. Ele acrescenta que a demanda por estatísticos aumentou após a criação da Lei de Acesso à Informação (LAI). “Agora, temos disponível um enorme volume de dados públicos que precisam ser organizados e interpretados para que se transformem em informação útil e compreensível para a população”, afirma.

Para Julio Trecenti, a estatística é um método científico e seguro para solucionar problemas da sociedade. “Você pode usá-la para a obtenção de qualquer conhecimento. Por isso, ela é tão importante para o futuro.”

Texto: Larissa Lopes – Jornal da USP

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Começa hoje a pré-inscrição para o jogo mobile Game of Thrones: Conquest

Após o emocionante final da sétima temporada de Game of Thrones, a Warner Bros. Interactive Entertainment e a HBO Global Licensing anunciaram a pré-inscrição para o jogo mobile Game of Thrones: Conquest.

O game coloca os jogadores à frente de sua própria Casa, com o objetivo de explorar a política de Westeros e reivindicar o Trono de Ferro. Os jogadores vão…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…ver alguns rostos conhecidos da série da HBO, como Daenerys Targaryen, Tyrion Lannister e Jon Snow. O jogo mobile Game of Thrones: Conquest está chegando à App Store e ao Google Play no final deste ano.

A partir de hoje, os fãs podem fazer a pré-inscrição para o jogo em: gotconquest.com

Receberão o pacote “Prepare for War“, treinamento exclusivo “Night’s Watch“, ouro e recursos para a luta pelo Trono de ferro.

Se é através da pura força ou decepção, o jogo mobile Game of Thrones: Conquest permite que os jogadores governem sua casa como eles escolherem. Exércitos poderosos vão surgir para marchar contra rivais, enquanto os jogadores controlam seus próprios pequenos conselhos para sabotar seus inimigos internamente. Westeros não será fácil de conquistar. Os jogadores devem defender as casas um dos outros em batalhas de jogador versus jogador ou formar uma aliança estratégica enquanto lutam pelo controle dos Sete Reinos.

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