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Redes sociais e escola? Educadora alerta para uso indevido da internet

Uma pesquisa feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que 52% dos alunos de escolas com turmas de 5º e do 9º anos do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio, localizadas em áreas urbanas, usaram telefones celulares em atividades escolares no ano passado. Entre os estudantes do ensino médio, o percentual atingiu 74%. Segundo a pesquisa TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) Educação 20016, 95% das escolas públicas têm ao menos um tipo de computador conectado à Internet.

A pesquisa, feita por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi realizada entre os meses de agosto e dezembro do ano passado em 1.106 escolas públicas e privadas, com turmas do 5º ou 9º ano do ensino fundamental e/ou 2º ano do ensino médio localizadas em áreas urbanas.

Os dados mostram também que 91% dos professores acessaram a internet pelo celular para uso pessoal (no levantamento anterior, em 2011, eram 15%) e 49% dos professores usuários da rede declararam usar o telefone móvel em atividades com os alunos, um crescimento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior (39%). Entre os estudantes 31% disseram entrar na Internet pelo telefone celular na escola, sendo 30% entre os alunos da rede pública e 36% nas instituições privadas.

O uso dos celulares e da internet como ferramenta para realizar atividades escolares pode também indicar a facilidade da exposição de jovens e crianças às redes sociais. Para a antropóloga Tania Fontolan, diretora-geral do Programa Semente, a internet pode ser muito útil para trabalhar, estudar e transmitir conhecimentos. Entretanto, quando não utilizada corretamente, pode ser extremamente perigosa, principalmente nas mãos de crianças e adolescentes.

“Infelizmente, é comum a ocorrência de agressões virtuais – como o cyberbullying, e outras consequências prejudiciais às crianças e aos jovens. Por vezes, eles são alvos de ataques ou até os causadores da ação, já que a imaturidade e a falta de informação para lidar com uma ferramenta de alcance universal podem causar danos de grande repercussão”, destaca.

Tania acredita que a instantaneidade das redes ofusca o entendimento do que é público (o que pode ser compartilhado) e do que é privado (o que deve ser mantido em sigilo). “Antes, espalhar um boato tinha consequências menos dramáticas. Agora, uma vez divulgado, não há limite de tempo e espaço”. Além disso, Tania pontua que o anonimato e a “distância” que o agressor possui do seu alvo passam a impressão de impunidade. “Temos uma ideia de falsa proteção e falsa realidade, uma sensação de encorajamento. É muito mais fácil ofender alguém virtualmente”, diz.

Um outro agravante vem a ser a impulsividade que a rede social induz. Antigamente, era mais complicado compartilhar um boato ou espalhar uma notícia. Hoje, basta um click. Tania alerta que falta discernimento para analisar notícias e boatos antes de dividir com amigos. “As pessoas não avaliam a questão antes de publicar. A instantaneidade induz ao impulso, e nisso, amplificamos as consequências do assunto em questão”, diz.

Prevenção
Como a internet é imediata, é preciso avaliar todos os pontos e as consequências: a questão jurídica, a reputação social e o bullying.Para Tania, uma combinação de empatia com decisões responsáveis e autocontrole pode prevenir consequências negativas nas redes sociais. Algumas escolas brasileiras já têm experimentado ensinar a lidar com emoções como as abordadas no Programa Semente – uma metodologia que ensina crianças e jovens a lidarem com as chamadas habilidades socioemocionais.

Como a escola e os pais podem ajudar?
Sabendo que esses jovens estão cada vez mais usando a internet como ferramenta para fazer as atividades escolares e, portanto, estão mais sujeitos a navegar no mundo virtual, é preciso atuar na prevenção. Acredita-se que o amadurecimento é um processo gradual, por isso, trabalhar o emocional da criança o mais cedo possível é o primeiro passo para que ela cresça hábil emocionalmente. Além disso, quanto menor a faixa etária, maior deve o monitoramento do uso das redes, e os responsáveis por isso são os pais, que devem ser o maior exemplo de responsabilidade e empatia para os pequenos.

Os educadores também têm um importante papel nessa trajetória, que é explicar com dinâmicas e de forma didática as consequências da irresponsabilidade, e como praticar a empatia. “Tudo isso cria uma atitude mais responsável diante das coisas. Gera pessoas melhores”, conclui Tania.

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Golpes digitais fazem falsa oferta de emprego de grandes empresas

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados devido à crise econômica que atinge o país. Este cenário tem gerado preocupação e ansiedade naqueles que buscam por uma oportunidade de trabalho. De olho neste público, hackers estão se aproveitando para divulgar falsos processos seletivos de grandes marcas e enganar usuários de smartphones.

De acordo com a PSafe, empresa de antivírus, cibercriminosos estão disseminando via Whatsapp mensagens falsas com links que supostamente possibilitariam ao usuário se candidatar em falsas ofertas de emprego usando marcas e empresas famosas e grandes empregadoras, como Nestlé e C&A, com salários que podem chegar a até R$ 1.922. Até o momento, mais de 693 mil pessoas já foram afetadas pelos ataques, em especial, proprietários de smartphones dos estados de São Paulo, que somaram 112 mil tentativas de ataques, Rio de Janeiro (76 mil) e Bahia (36 mil).

A armadilha diz ao usuário que ambas as marcas estão contratando profissionais com urgência, sem necessidade de ter experiência e para início imediato. Para se candidatar, ele deve preencher seus dados pessoais (nome/telefone) e responder perguntas básicas como, se é maior de 18 anos e já trabalhou com carteira assinada, no caso da Nestlé, e qual turno e área que deseja trabalhar, no caso da C&A. Em seguida, para poder continuar com o suposto cadastro, é solicitado que a vítima compartilhe a falsa oportunidade de emprego com amigos.

Após o compartilhamento, o usuário é encaminhado para se cadastrar em serviços de SMS pago – que efetuam cobranças indevidas – ou baixar apps falsos, que podem infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a outros tipos de crimes ou prejuízo financeiro.

Iludindo vítimas
“Os cibercriminosos têm procurado, cada vez mais, desenvolver golpes que atendam às necessidades de uma grande parcela da população e ainda utilizam, de forma fraudulenta, o nome de marcas reconhecidas para trazer credibilidade. Neste caso, eles aproveitam a alta taxa de desemprego no país para atrair as vítimas. É importante que o usuário crie o hábito de se certificar sobre a veracidade de qualquer informação antes de compartilhá-la com seus contatos”, comenta Emílio Simoni, Gerente de Segurança da PSafe.

Para não se tornar uma vítima de hackers, o especialista da PSafe ainda reforça a importância de o usuário ter instalado em seu celular um software de segurança com a função ‘antiphishing’, pois esse sistema é capaz de analisar todas as ameaças existentes no mundo virtual. Só no caso do golpe utilizando a marca da Nestlé, o aplicativo DFNDR efetuou mais de 500 bloqueios por hora, protegendo o smartphone de seus usuários. Caso caia no golpe, é recomendável entrar em contato com a operadora do celular para cancelar o serviço de SMS pago.

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[TESTE] Notebook Acer Aspire VX15

Faz algumas semanas que recebi da Acer (valeu pessoal da Sing!) um exemplar de seus novos notebooks da linha gamer para teste, o Aspire VX15. E preciso dizer: Que máquina! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A Acer mostrou que está preocupada com todos os públicos, pois atualizou sua linha de equipamentos com opções para atender todos os nichos, desde aquele usuário que precisa apenas de um equipamento simples, para uso comum, até o gamer mais hardcore (com a linha Predator). O modelo que recebi é direcionado para o gamer de entrada, uma opção mais acessível porém capaz de rodar jogos (mesmo os mais pesados) de maneira bem interessante.

Caixa

Configuração
O novo Aspire VX15 testado veio com uma configuração de respeito: tela de 15.6” e resolução full HD, HD de 1TB, processador Intel Core de sétima geração, 16GB de memória RAM DDR4 e placa de vídeo Nvidia GeForce série 10.

Tela de alta qualidade
Vamso começar falando da tela. A resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) dá conta de maneira tranquila e satisfatória para jogos e conteúdos em alta definição. O nível de brilho é bom, e a tela é do tipo antirreflexiva, que garante boa visibilidade mesmo em ambientes muito iluminados.

Notebook VX15

Áudio
O áudio deste Acer é sensacional, superando todas as expectativas! Com a tecnologia Dolby, os alto-falantes são potentes e bem equilibrados, com boa equalização e sem distorções. Tanto nos testes vendo filmes quanto em jogos, a experiência foi muito, muito boa, bem imersiva.

Visual
O design me agradou bastante, pois ele é um equipamento sóbrio, mas com acabamento e detalhes mais agressivos, típicos de uma máquina gamer. Pesando cerca de 2,5kg (o que é pouco se considerarmos que ele é um equipamento voltado para jogos, ou seja, mais parrudo) + o carregador, sua tampa é em aço escovado, com linhas retas e detalhes em vermelho. Duas grandes saídas de ar na parte traseira (também em vermelho) chamam a atenção, deixam a máquina mais “invocada”. O mousepad é grande, tem toque agradável e bom espaço para uso, e ainda sobra bom espaço para o apoio das mãos.

Tampa em aço escovado

O vermelho é amplamente utilizado quando pensamos em esportividade. No notebook não é diferente: O teclado é retroiluminado com LEDs na mesma cor, com destaque para as teclas W, A, S e D (muito utilizadas em jogos, claro).

Ótimo desempenho
O modelo veio com processador Intel Core i7-7700HQ, um dos mais poderosos para notebooks atualmente, de quatro núcleos (oito threads) e clock que chega a 3,8 GHz em modo Turbo. Bastante poderoso, é capaz de enfrentar qualquer atividade mais pesada (além de jogos, como programas de edição de vídeo) tranquilamente! Em alguns testes sintéticos pudemos ver que o desempenho realmente é muito bom.

Teste – VRMark

Mas uma máquina dessas tem dois pontos negativos: Percebe-se que duas coisas “limitam” seu desempenho, o próprio sistema operacional Windows 10, com muitas ações e penduricalhos acaba ocupando demais o processador e a memória com atividades em segundo plano. Ok, o equipamento é poderoso e dá conta do recado, mas acredito que o desempenho seria ainda melhor com um sistema mais leve e otimizado. Outra decepção ficou por conta do HD, que é uma unidade “comum” de 1TB de capacidade e “apenas” 5400 rpm (rotações por minuto). Já existem hoje soluções melhores, como unidades mais rápidas (de 7200 rpm), combinações de HD + SSD ou mesmo unidades puras de SSD. O problema neste caso é preço e disponibilidade.

Placa de vídeo dedicada
A máquina testada possui uma placa de vídeo dedicada, a GeForce GTX 1050 Ti, de última geração, o mesmo modelo usado em desktops. Ela conta com 4 GB de memória GDDR5, suficiente para rodar os games mais recentes em resolução Full HD. Em nossos testes, mostramos que ela vai conseguir satisfazer até alguns gamers mais exigentes em qualidade de imagem, pois rodou testes com uma quantidade de FPS (frames por segundo) bem boa, mesmo com todos os filtros ligados. Em nossos testes, pudemos perceber que mesmo com a máxima qualidade possível de imagem o notebook foi capaz de manter um bom nível de jogabilidade.

Teste – 8xAA LIGADO e configurações no máximo

Com configurações um pouco menores de imagem, o desempenho foi ainda melhor.

Bateria
O ponto fraco de notebooks gamers geralmente é a bateria, pois o desempenho acaba sacrificando o consumo de energia. O Aspire VX15 não é muito diferente nesse quesito. O uso da placa de vídeo em jogos e programas mais exigentes, assim como o sistema de resfriamento mais poderoso limitaram o uso fora da tomada para aproximadamente uma hora e meia, o que considero aceitável para esse segmento.

Quando utilizei a máquina apenas para navegar na internet e ver um filme, a autonomia subiu e muito, atingindo a boa marca de quatro horas e trinta minutos.

Refrigeração
Como o sistema é poderoso, é normal que ele esquente bastante. E o grande (e silencioso) sistema de refrigeração desenvolvido pela Acer resolve – em parte – essa questão.

A área do teclado esquenta muito, especialmente quando o equipamento é exigido (como nos games). Nos testes foi nítido sentir o calor nas mãos após longos períodos, as teclas ficaram bastante quentes, o que será um incômodo para aquele que pretende jogar por muitas horas seguidas. Ao utilizar uma base para notebook com refrigeração, a temperatura do note foi reduzida de maneira considerável, o que serve de dica para quem pretende adquirir o equipamento exclusivamente para jogos.

Recomendamos?
Sem dúvida! Os equipamentos da linha Predator tem visual bonito, são leves, tem ótimo desempenho e cumprem muito bem o que prometem. O VX15 consegue encarar equipamentos até mais robustos ao rodar jogos em boa qualidade sem comprometer em nada jogabilidade, fazendo bonito em todos os aspectos. Só sentimos falta de um HD híbrido e/ou um SSD para que a experiência de máximo desempenho ficasse completa.

Os valores do equipamento variam de R$ 4.599,00 (na versão com placa de vídeo GTX 1050), até R$ 5.999,00, (no modelo topo de linha, com 16 giga de RAM e GTX 1050 Ti). Os preços estão dentro da média desse tipo de máquina.

Enfim, se busca um notebook capaz de rodar programas e jogos mais pesados, este é uma excelente opção!

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Saiba como transferir a pontuação da CNH para o condutor infrator

O que fazer quando outro condutor infrator é autuado com o seu veículo? Segundo a legislação, quando as infrações forem cometidas nas rodovias estaduais e nas vias urbanas, a indicação do real condutor (transferência de pontuação na CNH) deve ser feita no Detran, pessoalmente ou pelos Correios.

Já se os pontos forem referentes a notificações aplicadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) e Polícia Rodoviária Federal (PFR), é necessário que o condutor procure um desses órgãos.

Para que o real infrator seja responsabilizado com a pontuação na carteira, alguns procedimentos são necessários. O proprietário de veículo deve… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…preencher formulários específico do órgão, no qual apresentará o recurso, e protocolar o pedido.

A solicitação deve ser feita dentro do prazo estabelecido na notificação e acompanhada de cópia autenticada da CNH do condutor que cometeu a infração.

A indicação de real condutor só é possível para as infrações cometidas por falha do motorista ou motociclista. As infrações referentes a atrasos de IPVA e falta de equipamentos obrigatórios de segurança são de responsabilidade do proprietário legal do veículo, mesmo que seja outra pessoa o condutor.

Como agir em cada caso
– Detran: Quando a notificação de infração for emitida pelo Departamento de Trânsito de Goiás (Detran-GO) ou SMT, o proprietário ou o condutor deve preencher o formulário de Declaração de Indicação de Real Condutor do Detran-GO e encaminhá-lo, pessoalmente ou via postal ao órgão. O formulário vem anexo à notificação, ao final do documento, e também pode ser acessado pela internet, no site do Detran.

– PRF: Caso a notificação da infração tenha sido emitida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a solicitação deve ser feita à própria PRF e não ao Detran. Nesta situação, o condutor deve acessar o formulário de Indicação de Condutor Infrator pela internet por meio do site da PRF ou pelo site no Detran-GO, no link PRF – Polícia Rodoviária Federal. Depois de preenchido, o formulário deve ser encaminhado (pessoalmente ou via postal) para qualquer unidade administrativa da PRF.

O envio do formulário deve ocorrer dentro do prazo determinado na notificação. Caso o condutor não seja identificado no prazo determinado ou não atenda quaisquer dos requisitos constantes no formulário, a responsabilidade da infração passa a ser do proprietário do veículo.

As instruções para o preenchimento do formulário de condutor infrator, assim como a lista dos documentos que deverão ser anexados ao requerimento estão no formulário.

– Dnit: Nas multas emitidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), segundo o Contran, o proprietário do veículo, caso não seja o condutor responsável pela infração, deverá indicar o infrator até a data limite no Formulário de Indicação do Condutor Infrator – FICI – no campo instruções, no verso da Notificação de Autuação. O documento deve ser preenchido e assinado pelo proprietário do veículo e pelo condutor e a ele deve ser anexada cópia da CNH do condutor infrator.

A indicação do condutor infrator poderá ser realizada por meio do Dnit Cidadão no site www.dnit.gov.br. Caso o recorrente não tenha acesso à internet, o formulário pode ser enviado, juntamente com a cópia da CNH do infrator, via Correios, para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes -DNIT, no endereço Setor de Autarquias Norte, quadra 03, lote “A”, Edifício Núcleo dos Transportes, Andar 1º Subsolo, Sala 1S 4.38, CEP:70040.092, Brasília-DF.

Após o prazo mencionado na notificação, o Dnit não aceita o recurso, ficando a pontuação registrada em nome do proprietário do veículo.

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Concentrix adquire empresa de mobile e digital

A Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing e BPO, anuncia a aquisição da empresa global de produtos digitais Tigerspike. A transação tem como objetivo aprimorar as competências digitais da Concentrix e impulsionar o crescimento da companhia no mercado através da expertise da Tigerspike, fundada em 2003, com conjunto completo de competências digitais (estratégia, design, desenvolvimento de plataformas e aplicativos móveis e integração de sistemas) com foco no mobile empresarial.

A aquisição da Tigerspike está alinhada com a estratégia da Concentrix de investir ainda mais em tecnologias digitais. “A Tigerspike estabeleceu-se como um player de alto valor em produtos e estratégias digitais. A empresa se destaca por suas capacidades e soluções em “Business Digital” e atende a uma demanda de mercado em rápido crescimento, que acreditamos que será capaz de influenciar nossa base de clientes combinada”, diz Chris Caldwell, presidente da Concentrix.

União
O CEO da Tigerspike, Alex Burke, permanece à frente da empresa e agora também se junta à equipe executiva sênior da Concentrix, reportando-se a Chris Caldwell, presidente da Concentrix. Para o executivo esta transação é importante para a empresa. “Este é um passo significativo na nossa jornada à medida que continuamos a dimensionar nossa prática, produtos e abordagens globalmente”, afirma Burke.

A Tigerspike tem operações na Austrália, Cingapura, Emirados Árabes Unidos, Japão, Estados Unidos, Polônia e Reino Unido e agora adiciona cerca de 300 funcionários à Concentrix.

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A América Latina e sua posição na cibersegurança global

* Por Derek Manky

Quando se trata de tendências de cibersegurança, são muitos os problemas semelhantes em diferentes partes do mundo. Do Canadá ao Japão, as discussões sobre cibersegurança giram em torno de desafios parecidas, e na América Latina não é muito diferente. Mas, como em quase todas as situações, existem particularidades que são únicas de cada contexto. A inteligência de ameaças do FortiGuard Labs apresenta algumas tendências que as empresas da América Latina e do Caribe devem levar em conta para evitar ciberataques maciços aos seus negócios, incluindo estratégias e tecnologias de adaptação.

O primeiro padrão observado nos dados estatísticos da região está relacionado à vida ativa das ameaças conhecidas como malware. A persistência das ciberameaças na América Latina confirma a necessidade urgente de implementar soluções tecnológicas avançadas, considerando a atividade significativa das ameaças presentes no mercado há anos. Um exemplo é o Shellshock, um malware que ainda é uma ameaça significativa na região, apesar de ter surgido há vários anos. Isso mostra como a infraestrutura de computadores está muitas vezes desatualizada ou sem correções, deixando-a vulnerável mesmo a ataques mais antigos.

Outra ameaça menos conhecida, mas ainda dominante, na América Latina se refere aos ataques por meio de websites. Na verdade, os ataques atuais são feitos usando o Muieblackcat, uma ferramenta ucraniana projetada para detectar vulnerabilidades. Esta ferramenta, que utiliza a linguagem de programação PHP, procura por websites vulneráveis e, por meio deles, dispara ataques a alvos específicos.

É importante notar que há muitos ataques na região que usam a linguagem PHP; isso significa que muitos servidores usam essa tecnologia. Esses websites, além de estarem infectados, também podem infectar os visitantes. Os provedores de serviços e os profissionais de TI devem pensar duas vezes antes de usar o código PHP e devem garantir que estão totalmente atualizados, ao passo que os clientes também devem procurar obter as configurações de segurança adequadas para se protegerem.

O atraso tecnológico ou a falta de atualizações do sistema e correções de segurança levam a uma maior vulnerabilidade, não só a novas ameaças, mas também a ataques mais antigos que continuam aproveitando essas lacunas.

Dispositivos móveis Android
A ameaça aos dispositivos móveis é real. Se você considerar a região da América Latina e do Caribe, três dos dez ataques de malware mais difundidos e detectados estão em dispositivos móveis Android. Esta não era a realidade há um ano, ou mesmo há 10 meses, mas em janeiro deste ano, a tecnologia móvel já representava mais da metade das detecções de malware no Caribe. Estamos vendo uma mudança rápida no cenário de ameaças à cibersegurança, e esta é uma tendência que não vai desaparecer tão rápido. Começamos a discutir sobre essas ameaças há sete anos, e logo elas se tornarão uma preocupação ainda maior, passando à frente de outras prioridades.

Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles são malwares para dispositivos Android, mostrando um crescimento mais rápido do que em outras regiões em comparação ao percentual anterior de 20% no último trimestre de 2016.

Escassez de profissionais
Um problema global é a falta de profissionais e especialistas em segurança da computação. Somente nos Estados Unidos, existem cerca de 200.000 vagas de emprego para profissionais de cibersegurança. Este é um número muito alto e um problema global ainda maior, também evidente na América Latina e no Caribe.

As empresas encontram dificuldade para manter um departamento de TI grande o suficiente para proteger seus sistemas, redes e clientes diante de uma lacuna significativa entre os profissionais do setor e a falta de qualificação necessária. A falta de treinamento neste setor complicado tem consequências graves que podem custar a credibilidade da empresa. É por isso que hoje, mais do que nunca, devemos apoiar e capacitar programas de treinamento para instruir e especializar adequadamente os profissionais da região.

Não é surpresa alguma que a América Latina ainda tenha um longo caminho a percorrer em sua preparação para cibersegurança, principalmente quando comparada a outras regiões do mundo. Porém, as empresas e organizações podem começar a se proteger destas ameaças, atualizando seus sistemas, investindo ainda mais em seus departamentos de TI e adotando novas soluções tecnológicas que oferecem visibilidade e gerenciamento amplos, poderosos e automatizados.

A estratégia fundamental que todos os executivos devem seguir na abordagem às ameaças de cibersegurança começa com o conhecimento do inimigo – a detecção é necessária para a prevenção. Ao implementar soluções de tecnologia avançada, as empresas podem saber antecipadamente quais ameaças estão em suas redes e dispositivos, permitindo ações proativas para garantir dados confidenciais e de clientes não corrompidos ou afetados por esses ataques. Caso contrário, as empresas se tornam alvos abertos, podendo ser a próxima vítima de cibercriminosos.

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GFT procura 50 profissionais de TI para trabalhar na Espanha

Para atender a crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais, a GFT Espanha está contratando 100 profissionais de TI a partir de suas unidades de negócios latino-americanas, localizadas no Brasil, Costa Rica e México.

Desse montante, 50 oportunidades são específicas para profissionais brasileiros especialistas em desenvolvimento front-end e back-end, Big Data e arquitetos com bons conhecimentos em tecnologias como Java, Spring, Hibernate, HTML5, JavaScript, Angular, React, Python, Hadoop, Spark ou com experiência em desenvolvimento de API’s.

Os requisitos para concorrer às vagas da GFT Espanha são inglês fluente e formação na área da Tecnologia da Informação, Computação ou áreas correlatas. Para se candidatar, os profissionais devem se cadastrar na página www.gft.com/empleo ou enviar o currículo para careerIberia@gft.com até o dia 30 de agosto de 2017.

“Hoje, o Brasil gera um grande número de profissionais de Tecnologia da Informação altamente qualificados e que almejam uma experiência internacional, o que vai ao encontro da cultura global da GFT, que é ampliar e enriquecer a experiência de seus funcionários por meio de oportunidades que incentivam o desenvolvimento de uma carreira internacional. Somente em 2016, expatriamos 70 colaboradores brasileiros para trabalhar no exterior”, explica o managing director Latam do Grupo GFT, Marco Santos.

Crescimento
A operação espanhola contratou quase 100 profissionais estrangeiros para atuação na Espanha e a meta deste ano é repetir o sucesso da campanha. “Tivemos um aumento global na demanda por projetos relacionados à transformação digital no setor financeiro, que gerou um crescimento em projetos de longo prazo em diferentes áreas, envolvendo diversas tecnologias de ponta, e por isso precisamos incorporar novos profissionais à nossa estrutura.

A GFT Espanha oferece muitas oportunidades de carreira e programas de incentivo para todos os seus colaboradores, pois faz parte da nossa cultura corporativa proporcionar o melhor ambiente de trabalho e que incentive nossos colaboradores a crescer. A campanha do ano passado foi bem-sucedida e muitos profissionais talentosos, interessantes e internacionais se juntaram a nossa equipe na Espanha”, pontua Carlos Eres, managing director da GFT Espanha.

 

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Brasil e Argentina: acordo quer garantir empregos do futuro em ciência e tecnologia

Brasil e Argentina firmaram, nesta quinta-feira (3), um acordo para estabelecer parcerias e trocar experiências em ciência, tecnologia e inovação pelos próximos cinco anos. O documento foi assinado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina (MINCyT) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), durante a primeira reunião do Comitê Executivo Brasil-Argentina em Ciência, Tecnologia e Inovação.

No encontro, o ministro Gilberto Kassab destacou a importância da retomada da cooperação entre Brasil e Argentina em ciência e tecnologia. “Em conjunto, vamos encontrar soluções, formar melhor nossos recursos humanos e dar importantes respostas que a humanidade precisa.”

Kassab reforçou que a parceria consolida a relação entre os dois países e anunciou a visita de uma delegação do MCTIC à Argentina em outubro.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina, Lino Barañao, alertou que o mundo passa por mudanças e enfrenta desafios, como a demanda por alimentos e por empregos. “Não há outro caminho que a aplicação da tecnologia para obter uma produção agrícola sustentável. Os empregos do futuro estão associados às tecnologias, à criatividade e à educação.”

Acordo
O memorando de entendimento assinado entre Finep e MINCyT prevê a realização de atividades conjuntas em temas de interesse mútuo e o apoio a instituições de ciência e tecnologia e a empresas dos dois países. As ações vão abranger diversas áreas do conhecimento, com ênfase em energias renováveis, meio ambiente, agroindústria, bioeconomia, saúde e oceanografia, levando em conta as tecnologias da informação e comunicação (TICs), biotecnologia e nanotecnologia.

O documento estabelece o lançamento de chamadas públicas conjuntas; o apoio a projetos de pesquisa; o intercâmbio de pesquisadores e estudantes para utilização de laboratórios e execução de projetos conjuntos; a organização de seminários, workshops, simpósios e outros eventos de interesse mútuo para promover a interação entre instituições relevantes; o intercâmbio de informações, procedimentos e melhores práticas relativas às políticas e estratégias de CT&I; e a organização de visitas para o estabelecimento de redes.

Cooperação
Durante a reunião bilateral, representantes do Brasil e da Argentina apresentaram propostas de ações conjuntas e relataram as experiências desenvolvidas em dez áreas: inovação industrial; nanotecnologia; oceanos; bioeconomia; ciências humanas e sociais; desertificação, biodiversidade e desenvolvimento; e colaboração em projetos de pesquisa e atividades científicas.

No encontro, foi anunciado o relançamento das atividades do Centro Brasileiro‐Argentino de Nanotecnologia (CBAN) e feito um balanço dos 30 anos de atividade do Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia (Cabbio). O projeto é uma parceria entre o Brasil e a Argentina, com participação do Uruguai desde 2011. Em três décadas de atuação, já foram oferecidos 442 cursos e mais de 5 mil pessoas capacitadas pelo centro.

Na reunião, o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, apresentou a proposta de um memorando de entendimento para ser assinado com o Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet). A intenção é que o documento seja assinado em 2018, quando as duas instituições completam 50 anos de parceria, com mais de 500 projetos de colaboração no período. “Temos a intenção forte e sólida de ampliar e fortalecer essa parceria”, destacou.

Ao avaliar as discussões realizadas pelo comitê bilateral, o presidente do Conicet, Alejandro Ceccatto, recomendou que o entusiasmo demonstrado pelos participantes durante o encontro seja seguido por ações concretas o mais rápido possível. Ele também defendeu que, além das ações de cooperação, Brasil e Argentina idealizem e executem um projeto conjunto de grande envergadura.

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Novo EcoSport será produzido em seis fábricas ao redor do mundo

Deve ser comercializado em  mais de 140 mercados
globais, 
inclusive nos Estados Unidos e Canadá

Em evento na cidade do Recife a Ford lançou o Novo EcoSport 2018 para mais de 150 jornalista especializados e influenciadores do mercado. Com 15 anos de história no mercado brasileiro, o que pouca gente sabe é que o EcoSport é um projeto que nasceu aqui e agora ganha definitivamente o mercado global, com estreia nos EUA e Canadá até o final do ano.

Quem emprestou o status de celebridade ao novo modelo foram Luigi Barrichelli e Cleo Pires, que fizeram as apresentações de todo evento durante os dois dias. Além disso, segundo a Ford, o teste drive foi o maior já realizado no país, pois foram colocados à disposição da imprensa mais de 70 automóveis.

As vendas serão iniciadas por aqui no dia 15 de agosto com a oferta de diversas tecnologias embarcadas, conectividade SYNC 3, motores 2.0 Direct Flex com injeção direta e o inédito 1.5 TiVCT Flex de três cilindros, transmissão manual ou automática de seis velocidade e muito conforto.

A engenharia da Ford também objetivou um avanço de qualidade com um novo padrão nesta categoria de veículos, junto com o acréscimo de conteúdo de série nas versões SE, FreeStyle e Titanium. Mesmo com toda a evolução, a Ford estabeleceu uma estratégia vantajosa para o consumidor, praticamente sem aumento de preço em relação à linha anterior. A linha parte de R$ 73.990 na versão SE manual, e R$ 78.990 na automática. O EcoSport FreeStyle sai por R$ 81.490 com câmbio manual e R$ 86.490 com o automático. A versão Titanium custa R$ 93.990.

Projeto global
O programa do Novo EcoSport é um dos maiores já realizados pela Ford e foi liderado pelo Brasil, junto com outros centros de engenharia na América do Norte, Europa e Ásia. “Cerca de 700 engenheiros trabalharam no projeto de 2014 a 2017”, destaca Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford América do Sul.

O Novo EcoSport será produzido em seis fábricas ao redor do mundo, a começar pelo Brasil, e está previsto para mais de 140 mercados globais. Outro marco do Novo EcoSport é que será comercializado pela primeira vez também nos Estados Unidos e Canadá.

Evolução
A evolução está presente em todos os aspectos do Novo EcoSport, desde o design, engenharia e aerodinâmica, ao interior e qualidade da manufatura. Além disso, ele traz um conjunto de equipamentos exclusivos: sete airbags, sistema multimídia SYNC 3 com tela capacitiva, controle de estabilidade com novo sistema anticapotamento, monitoramento de pressão dos pneus e grade frontal com controle ativo, todos itens de série.

Já a versão Titanium tem novo teto solar elétrico, faróis de xênon com luz diurna de LED e acendimento automático, alerta de ponto cego, acesso ao veículo sem chave com reconhecimento capacitivo, partida por botão, ar-condicionado automático digital, computador de bordo com tela de 4,2” no painel, câmera de ré, porta-malas com sistema inteligente de bagagem, sensor de chuva e som premium da Sony com nove alto-falantes.

Em todas as versões, o interior é totalmente novo, com materiais e acabamento de padrão superior na categoria. Painel “soft touch”, bancos ergonômicos, volante multifuncional com trocas “Paddle Shift” nas versões automáticas, console central com descansa-braço e um total de 20 porta-objetos, incluindo porta-luvas climatizado, porta-óculos no teto e nichos para celular, contribuem para criar um ambiente de requinte e conforto.

O porta-malas possui grande flexibilidade. Tem um sistema de assoalho inteligente com três configurações que permite formar uma plataforma plana com o banco traseiro rebatido e ampliar o espaço de bagagem para 1.178 litros.

Novos motores

O Novo EcoSport chega com duas opções de motores: o 1.5 TiVCT Flex de três cilindros, de 137 cv (imagem da direita) e o Duratec 2.0 Direct Flex, de 176 cv, o mais potente da categoria. Conta também com nova transmissão automática de seis velocidades com conversor de torque, suave e precisa, com opção de trocas no volante (“Paddle Shift”).

Segurança e conectividade
O Novo EcoSport vem equipado de série, em toda a linha, com sete airbags, assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus e controle de estabilidade com sistema anticapotamento (RSC), exclusivo da Ford.

O sistema multimídia é o SYNC 3, de última geração, com tela capacitiva de 6,5” (versão SE) ou 8” (FreeStyle e Titanium), conectividade para Android Auto e Apple CarPlay e outros recursos avançados, como AppLink e Assistência de Emergência.

Refinamento de engenharia
O Novo EcoSport foi refinado também nos atributos de engenharia, com carroceria e suspensão aprimoradas para melhor comportamento dinâmico e absorção de impactos. Na aerodinâmica e silêncio interno, com a adoção de para-brisa acústico, novos revestimentos e defletores para isolação de ruídos, também é o melhor da classe. Tem ainda uma nova e avançada arquitetura elétrica, integrando todos os módulos eletrônicos.

Outro avanço foi na tecnologia de manufatura, com os significativos investimentos feitos na linha de montagem da fábrica de Camaçari, na Bahia. Além da instalação de mais 22 robôs na área da carroceria, as novidades incluem um sistema a laser de altíssima precisão para a furação da parte dianteira da carroceria – a mesma utilizada na produção do Mustang.

“O Novo EcoSport é um veículo que traduz a inovação e excelência de engenharia para oferecer ao mundo o que há de melhor em tecnologia, conteúdo e preço nesse segmento” diz Rogelio Golfarb.

Versões
O Novo EcoSport 2018 oferece três versões: 1.5 SE e 1.5 FreeStyle, ambas com a opção de transmissão manual ou automática, e a 2.0 Titanium automática. A versão SE vem com sete airbags, controle de estabilidade e tração, multimídia SYNC 3 com tela de 6,5”, sensor de pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro e rodas de liga leve de 15”.

A versão FreeStyle adiciona SYNC 3 com tela de 8”, câmera de ré, ar-condicionado automático e digital, faróis com luzes diurnas de LED, tela multifuncional de 4,2”, bancos revestidos em tecido e couro e rodas de liga leve de 16”.

A versão Titanium traz ainda teto solar elétrico, sensor de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, acesso inteligente capacitivo, sistema de partida sem chave, faróis de xênon, Sony Premium com 9 alto-falantes, bancos de couro e rodas de liga leve de 17”.

Como condição especial de lançamento, os clientes que fizerem a reserva antecipada do SUV terão financiamento com taxa de 0,99% e a primeira revisão grátis. Quem já é proprietário de um EcoSport, além da revisão grátis tem financiamento com taxa zero. Outra vantagem do Novo EcoSport é o baixo custo de posse, incluindo tantos preços de revisão como de peças e seguro.

Mais detalhes
Para conhecer mais detalhes sobre o design, engenharia e desenvolvimento, tecnologia  e como a Ford está posicionando o Novo EcoSport no mercado, clique nos links abaixo:

CONHEÇA O DESIGN DO NOVO ECOSPORT 2018

ENGENHARIA – NOVOS MOTORES E NOVO CÂMBIO AUTOMÁTICO

TECNOLOGIAS: SEGURANÇA, ESTABILIDADE, CONECTIVIDADE E SISTEMA SYNC3

DETALHES DE CADA MODELO, GARANTIA, SEGURO E MANUTENÇÃO

EcoSport X Concorrentes
A Ford realizou um comparativo de preço com os concorrentes diretos da marca de acordo com as versões e opcionais de cada um e chamou essa comparação de “duelo de preço“. Para ver esse “duelo“, clique em cada uma das imagens abaixo.

 

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Depois de entrar no CRM, LogMeIn adquire empresa de IA e chatbot

A LogMeIn, fabricante de plataforma de acesso remoto e que entrou recentemente no mundo do CRM (gestão de relacionamento com o consumidor) adquiriu a Nanorep, uma provedora de soluções de autoatendimento digital, chatbot e assistente virtual. Com sede em Herzliya, Israel, a Nanorep explora tecnologias patenteadas de inteligência artificial (IA) e processamento de linguagem natural. Entre seus clientes estão companhias como FedEx, Toys”R”Us e Vodafone.

A LogMeIn adquiriu todas as participações em ações da Nanorep por aproximadamente US$ 45 milhões. A empresa também deverá pagar até US$ 5 milhões em pagamentos contingentes para determinados funcionários, mediante o cumprimento de objetivos e metas de retenção ao longo de dois anos após a conclusão da transação.

As soluções de IA da Nanorep irão incrementar a recém lançada Bold360, uma solução de atendimento a clientes e que marcou a entrada da LogMeIn no mercado de CRM. “A inteligência artificial está mudando a maneira de interagir com nossas marcas favoritas e vai desempenhar um papel fundamental no futuro do engajamento de clientes”, afirma Bill Wagner, CEO da LogMeIn. “Com a Nanorep, ganhamos tecnologias e conhecimento de IA que expandem nossa oferta do Bold360, aceleram nossa visão de engajamento de clientes e abrem um caminho natural para aproveitarmos tecnologias emergentes em todo nosso portfólio”, ressalta o CEO.

Demanda crescente
Chatbots, agentes virtuais e inteligência artificial estão em rápida ascensão para uso em atendimento e engajamento de clientes, com empresas fazendo lançamentos próprios ou usando plataformas prontas de fornecedores. O mercado é disperso e tem marcas tradicionais de TI, empresas que surgiram na web e startups pelo mundo afora. Um estudo recente do Gartner sugere que o percentual de experiências de atendimento ao cliente tratado por agentes conversacionais deve crescer de 3% em 2017 para 30% em 2022.

As soluções da Nanorep devem desempenhar um papel essencial ao ajudar a expandir a posição da LogMeIn no segmento de engajamento de clientes. No Brasil, a Nanorep foi indicada como uma das start-ups finalistas do UP Innovation Lab da Accenture, um programa de fomento de startups desenvolvido com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação. A empresa também participou do desenvolvimento de uma solução para atendimento da Saint-Gobain, empresa de construção, na qual desenvolveu no projeto a busca do site com sistema de inteligência artificial.

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FIESP realiza 6ª Edição do Hackathon, maratona para desenvolver aplicativos mobile

O Comitê Acelera Fiesp (CAF) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) promove a 6ª edição do Hackathon, uma iniciativa para ajudar a implantar novas ideias e soluções na plataforma digital, nos dias 5 e 6 de agosto. O desafio é criar um aplicativo para dispositivos móveis com código aberto com a “Uso da inteligência artificial para combate a corrupção e pedofilia”. [read more=”Continuar lendo” less=”Menos”]

“Com o avanço da tecnologia, a pedofilia tem aumentado seu alcance e suas possibilidades de ação, tanto com relação aos criminosos quanto com relação às vítimas. Por isso, é de suma importância que especialistas se unam para combater seu avanço, criando novas ferramentas e formas de combate”, diz o diretor-titular do CAF, Sylvio Gomide.

Já a corrupção, outro tema desta maratona, afeta todas as áreas e segmentos de nossa sociedade, em âmbitos público e privado. A escolha foi pensando na necessidade de aparelhar as instituições com ferramentas tecnológicas que auxiliem na identificação e no levantamento de informações sobre corrupção, para que se diminua seu impacto na população.

Ao todo são dois dias de programação e podem participar desenvolvedores com conhecimento em inteligência artificial. Os participantes que apresentarem a melhor solução móvel ganharão mentoria especializada do CAF.

Esta edição do Hackathon tem como finalidade desenvolver novas ferramentas que possam auxiliar à Polícia Federal no combate a corrupção e pedofilia.

O evento acontecerá no edifício-sede da FIESP, na Avenida Paulista, 1313, em frente ao metrô Trianon-Masp. O credenciamento começa às 8h da manhã do sábado, e a maratona vai até domingo,  dia 6, às 13h30.

Para mais informações sobre o regulamento, confira o site oficial.

SERVIÇO:

6º Hackathon

Data: 5 e 6 de agosto

Horário: das 8h do dia 5/08 às 13h30 do dia 6/08

Local: Av. Paulista, 1313 – metrô Trianon-Masp

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Empresas que vão e empresas que ficam

* Por Paulo Borba

A tecnologia digital, que há alguns anos pensávamos que demoraria a chegar ao ponto que está atualmente, já é realidade em muitos setores da economia. É certo que em algumas áreas, ela está muito mais avançada do que em outras. Mas os avanços são proporcionais à cultura e aos investimentos dos gestores que estão à frente de cada negócio. A cada passo dado rumo à transformação digital, crescem as receitas, os lucros e as oportunidades – além de diminuírem os custos operacionais.

De acordo com a última pesquisa realizada pela McKinsey&Company, menos de 40% dos diversos setores da economia estão digitalizados, embora haja grande aderência das novas tecnologias à qualquer modalidade de negócio. De acordo com os dados, entre as empresas que estão se transformando, algumas delas serão amplamente alavancadas pela nova realidade, enquanto outras amargarão prejuízos.

Mas afinal, qual o porquê disso? O motivo é que, para reinventar-se digitalmente, é preciso adotar estratégias originais e audaciosas, que justamente vão determinar quais empresas serão bem-sucedidas e quais sairão derrotadas.

Aquelas que souberem aproveitar as experiências alheias e conseguirem seguir suas inovações também serão beneficiadas, desde que possuam excelência e saúde organizacional. Caso contrário, acabaram entrando no segundo grupo.

O desempenho diante da transformação digital será medido de duas maneiras: segundo a estratégica traçada e, em seguida, pela capacidade de execução. Não basta estar atento à somente um dos dois pontos, sob pena de não conseguir atingir as metas determinadas e ficar para trás, em termos de resultados efetivos.

Sempre digo aos meus clientes que o ideal é buscar soluções inovadoras inteligentes, que facilitem os processos e mantenham a integridade dos processos-chave de dados de toda a operação.

Um dos principais focos da transformação digital é inibir os erros humanos, desde as falhas feitas por falta de atenção até questões fraudulentas. É nesse ponto que as companhias precisam ousar e estar atentas às novidades digitais.

Digitalização implacável
Apesar de não faltarem exemplos de empresas que atingiram bons resultados com softwares de alta performance, o processo de digitalização é implacável e favorece a competição geradora de pressão sobre o crescimento. Embora seja crucial para impulsionar negócios, a transformação digital é a responsável por reduzir receitas e lucros em até 6%, de acordo com a pesquisa da McKinsey&Company, e o Ebitda e até 4,5%.

Os CIOs devem ter em mente que esses declínios ocorrem em todos os setores. Porém, a performance se distribui de forma desigual, à medida que o digital vai separando as empresas com bom desempenho daquelas com resultados medíocres. É provável que setores de alta performance gerem lucro acima do padrão, enquanto empresas de baixa performance tendem a não prosperar, não importa qual seja o setor em que atuem.

* CEO da Borba&Lewis consultoria

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Vírus bancário pode ter se fortalecido com ataques de ransomware

O ataque massivo do ransomware WannaCry está ainda gerando respingos no mundo da segurança digital. O malware que sequestra dados e exige resgate usou brechas e técnicas de propagação que podem estar fortalecendo um conhecido vírus bancário. Pesquisadores acreditam que o Trojan Trickbot está usando os novos conhecimentos inseridos no WannaCry para se espalhar.

Aparentemente, os cibercriminosos estão tirando lições do ataque massivo do ramsonware para aumentar o poder do Trickbot, com o objetivo de roubar mais dinheiro em menos tempo. Isso não chega a ser uma novidade. Hackers do mal têm constantemente melhorado suas ferramentas de ataque quando uma nova forma de invasão ou propagação é descoberta, ou quando uma brecha nova nos sistemas se mostra eficiente.

O próprio Trickbot é considerado o melhoramento de um trojan mais antigo e que, surpreendentemente, foi dado como morto há alguns anos. Sua ação está deixando bancos e empresas financeiras em alerta desde o ano passado. O Trojan geralmente se espalha por meio de anexos de e-mail que simulam faturas de uma grande “instituição financeira internacional”, porém sem nome especificado. No entanto, o link remete os desavisados para uma página de login falsa usada para roubar credenciais.

A nova versão do TrickBot banking Trojan, conhecida como “1000029” (v24), foi encontrada em uso de brechas no Windows Server Message Block (SMB) – essa foi a mesma maneira que permitiu que WannaCry e Petya se espalhassem pelo mundo rapidamente.

Na semana passada, pesquisadores do Flashpoint, que acompanharam continuamente as atividades do TrickBot e seus objetivos, descobriram que o trojan bancário evoluiu e adotou o uso do SMB, algo até então inédito. Pelo menos um grupo hacker está sendo investigado como sendo o autor da melhoria criminosa.

Os especialistas acreditam que é apenas um teste do poder do trojan, já que os novos recursos não foram implementados em todas as novas versões identificadas em ataques. O TrickBot também não estão usando a capacidade de verificação dos IPs externos para conexões SMB, algo que ajudou muito o WannaCry a ter um resultado devastador, explorando uma vulnerabilidade denominada EternalBlue.

Apesar disso, a preocupação é grande. O trojan modificado está explorando domínios para listas de servidores vulneráveis por meio da API do Windows NetServerEnum e identificando outros computadores na rede através do LDAP (Lightweight Directory Access Protocol).

A nova variante TrickBot também pode ser disfarçada como ‘setup.exe’ e entregue como um script PowerShell para se espalhar através da comunicação interprocesso e baixar a versão adicional do TrickBot em unidades compartilhadas.

“A Flashpoint avalia com confiança moderada que o Trickbot provavelmente continuará a ser uma força formidável no curto prazo”, aponta o comunicado da empresa. “É evidente que a gangue usando o Trickbot aprendeu com os surtos globais do Wannacry e ‘NotPetya’, e está tentando replicar sua metodologia”. (NotPetya é um termo usado por algumas empresas de segurança que detectaram que não era exatamente um ransomware Petya que atacou o mundo há algumas semanas).

Dicas de segurança
Para se proteger contra essa infecção é preciso sempre suspeitar de arquivos e documentos indesejados enviados por e-mail. Nunca clicar em links dentro deles que remetam a endereços estranhos e que contenham nomes de empresas conhecidas no meio de outros caracteres como disfarce. Mantenha também cópias (backup) de dados importantes, assim como atualizações indicadas por fabricantes de software.

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Novo modelo de venda para pequenos e médios ajuda balanço da TOTVS

A TOTVS anunciou os resultados do segundo trimestre de 2017 (2T17). A receita recorrente da companhia registrou aumento de 8% na comparação com 2T16 e totalizou R$ 363 milhões. A evolução da receita recorrente também contribuiu para a elevação da receita líquida em 1,0% em relação ao mesmo período de 2016, que totalizou R$ 551 milhões no trimestre.

A receita de software cresceu 6,6% sobre o mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 367 milhões. Esse resultado reflete a combinação do crescimento de 1% do modelo de licenciamento, que compreende as receitas de licenças e manutenção, e da aceleração do crescimento ano contra ano de subscrição pelo sexto trimestre consecutivo, que foi de 36,4% no período. Essa aceleração resultou, essencialmente, do crescimento das vendas a clientes novos de médio e pequeno portes, especialmente na modalidade TOTVS Intera, que completou dois anos do seu lançamento nesse trimestre.

Já a receita de hardware cresceu 3,5% em relação ao 2T16 e totalizou mais de R$ 61 milhões no 2T17. A alta foi impulsionada pelo crescimento de 8,9% das vendas de soluções de automação não fiscais, que representaram 74,9% da receita de hardware do trimestre. Vale destacar que algumas dessas soluções, como o Bemacash, funcionam também como componentes de IoT que capturam dados que são utilizados no desenvolvimento de algoritmos e aplicações utilizados na plataforma de Inteligência Artificial Carol, lançada em junho de 2017.

“Esses resultados mostram que estamos no caminho certo na nossa transição para a subscrição e na promoção da transformação digital em nossos clientes com soluções de negócio especializadas e plataformas de produtividade, colaboração, Internet das Coisas e agora de inteligência artificial, com a Carol”, destaca Gilsomar Maia, CFO e diretor de Relações com Investidores da TOTVS.

O EBITDA ajustado do 2T17 totalizou R$ 82 milhões, ante R$ 97 milhões no 2T16. A margem EBITDA ajustada foi de 14,9%, redução de 290 pontos base ano contra ano. A redução do EBITDA ajustado e da margem EBITDA ajustada é explicada, principalmente, pelo menor resultado de serviços do período, consequência principalmente da redução do ritmo de vendas de projetos de maior porte em períodos anteriores.

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Feira gratuita de profissões da USP aguarda mais de 75 mil visitantes na capital paulista

 

O Parque de Ciência e Tecnologia da USP (Parque CienTec) receberá de 24 a 26 de agosto de 2017, a 11ª edição da Feira USP e as Profissões da capital. A iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP (PRCEU) é destinada a…  [read more=”Continuar lendo” less=”Menos”]

estudantes do ensino médio e de cursos preparatórios para o vestibular. A participação é totalmente gratuita, mas para controle de fluxo é sugerido que os interessados façam inscrição prévia no site.

O evento reúne unidades de ensino e pesquisa da Universidade de São Paulo, distribuídos em estandes com alunos e professores da USP que atuam como monitores e esclarecem as dúvidas dos estudantes do ensino médio e dos vestibulandos sobre os cursos oferecidos e as diferenças entre eles, carreiras e profissões, a formação acadêmica, a grade de disciplinas, os conteúdos programáticos e as especializações.

De acordo com o anuário da USP, são oferecidos 300 cursos de graduação na capital e no interior do estado, além de 353 programas de mestrado e 323 de doutorado, com 59.081 alunos matriculados na graduação e 30.039 na pós-graduação, divididos em 14.130 no mestrado e 15.909 no doutorado.

O Pró-Reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, Marcelo de Andrade Roméro, destaca o caráter inclusivo da Feira: “Este evento é considerado uma vitrine da USP, onde o público conhece o que é oferecido e produzido na Universidade. E, mais do que simplesmente conhecer, encontra as informações para ingressar nesse universo e traçar o seu caminho para realizar este projeto”.

A 11ª Feira USP e as Profissões da capital é também uma oportunidade para que os jovens obtenham informações sobre o vestibular, os programas de apoio à permanência estudantil (moradia, alimentação etc.) e o mercado de trabalho.

Para ajudar os estudantes na escolha da profissão, o  Instituto de Psicologia da USP (IP) realizará oficinas de orientação vocacional que atenderá 25 estudantes por sessão. Em 2016, o estande vocacional foi um dos mais procurados pelos visitantes. O IP também realizará workshops para professores e coordenadores de ensino com o intuito de auxiliá-los na maneira adequada de trabalhar com as informações recebidas por seus alunos durante a Feira.

Além dos estandes e da orientação vocacional, o evento oferece atividades interativas, shows e palestras, como:

– O Planetário Digital apresenta projeções do universo e das constelações, sempre acompanhadas de explicações de um monitor da área de astronomia, que também conta curiosidades e tira dúvidas;

– O grupo Química em Ação, formado por alunos e professores do Instituto de Química, utiliza o teatro e a filosofia para contar histórias de maneira didática e interativa;

– O Show da Física, criado há mais de 25 anos por monitores do curso de física, realiza experimentos curiosos e divertidos para estimular a formação de novos cientistas;

– A Célula Gigante, desenvolvida pelo Centro de Estudos do Genoma Humano do Instituto Biociências da USP, te possibilita conhecer uma célula por dentro, literalmente. É uma estrutura de 40 metros cúbicos que reproduz o interior de uma célula com todas as suas organelas, o núcleo, complexo de Golgi, mitocôndrias e outras;

– A Barraca Boca criada por professores do curso de odontologia é uma ferramenta lúdica para o ensino da odontologia que simula todas as partes da cavidade bucal com a demonstração de algumas lesões com o intuito de conscientizar sobre o câncer de boca;

– O jogo virtual Remo Indoor simula perfeitamente uma regata de remo e consiste em um remo ergômetro (aparelho simulador de remada em um barco) conectado a um computador que projeta em uma tela vários barcos alinhados lado a lado como se fossem disputar uma regata real. Nesta edição da Feira de Profissões os interessados poderão conferir a modalidade em uma mini regata de 200 metros sob orientação dos monitores do Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP);

– Oficinas do Coral da USP trazem desafios e diversas estratégias para trabalhar a voz em abordagens coletivas e individuais. Visando o aprimoramento da consciência corporal, as dinâmicas do coral trabalham questões como: postura, respiração, emissão, articulação, ressonância e musicalidade.

A Feira USP e as Profissões é um evento totalmente gratuito e faz parte do Programa “USP e as Profissões”. O evento é realizado duas vezes por ano, sendo uma na capital e outra em um campus do interior, em esquema de rodízio. A edição 2017 realizada no interior no interior do estado aconteceu em junho em São Carlos e reuniu mais de 17 mil participantes. A última edição realizada na capital recebeu a visita de mais de 75 mil pessoas.

Para alimentação, a edição deste ano contará com uma estrutura de food trucks.

Serviço:

11ª Feira USP e as Profissões

Quando | De 24 a 26 de agosto de 2017 (quinta a sábado) das 9h às 17h.

Onde | Parque de Ciência e Tecnologia da USP  (Parque CienTec)

Av. Miguel Stéfano, 4.200, Água Funda (em frente ao Zoológico de São Paulo).

Inscrições | A participação é totalmente gratuita, mas para controle de fluxo e para a comodidade dos interessados é sugerido que todos façam inscrição prévia no site.

Contato para dúvidas e informações (11) 3091-3511 / 3091-3348 [/read]

 

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Bots e fake news podem ser armadilhas para empresas

Atualmente, as chamadas ‘fake news’ – ou ‘notícias falsas’ – e os robôs digitais – ou ‘bots’ – têm ganhado espaço na internet e podem prejudicar, e muito, uma empresa sem que ela se dê conta do que está acontecendo. De acordo com Bernardo Lorenzo-Fernandez, da consultoria de Inteligência Digital Folks Netnográfica, esta relação merece muita atenção, pois as empresas podem estar jogando dinheiro fora ou arriscando sua imagem sem saber.

Mas, o que são fake news e bots? Que fake news não é notícia verdadeira, todo mundo sabe, mas pouca gente sabe que é também um ótimo negócio. São geradas a baixo custo, em alta velocidade, com títulos chamativos, em grande quantidade. “Existem muitas páginas de notícias deste tipo, com alta audiência. Têm aparência de portais noticiosos independentes, podem até ter um editor, sempre com perfil falso. Todas são desenhadas para atrair tráfego. Oferecem espaços de exibição de publicidade a baixo custo e conseguem enganar os otimizadores de mídia. Quando são descobertos, os donos, que são difíceis de identificar, fecham a página imediatamente e abrem outra similar em outro endereço, normalmente fora do Brasil”, explica Lorenzo-Fernandez.

Já os robôs são programas que agem de forma autônoma na internet, simulando o comportamento humano. “São perfis falsos nas redes sociais. Bots ficam amigos de outros bots, e também de pessoas reais que não sabem da existência deles. São programados para visitar todo tipo de destino na internet, inclusive os portais de notícias falsas e as redes sociais.

Não é humano
Simulam uma multidão de pessoas conversando ou vendo seu anúncio, só que é tudo artificial. Agem freneticamente: tanto para difundir opinião e fake news por meio de massificação (cut/paste), a serviço de algum interessado, que paga os programadores; bem como para inflar as audiências de publicidade, enganando os otimizadores de compra de mídia. ”. Esta avalanche de tráfego falso é chamada de NHT, isto é, tráfego não humano, na sigla em inglês.

E é tudo isso que transforma estes dois temas em uma armadilha para o mercado empresarial. O executivo alerta ainda que cada vez mais verbas do orçamento de Marketing das empresas têm sido alocadas para o Digital. Mas os algoritmos de compra de mídia não distinguem adequadamente robôs de humanos e nem os portais idôneos dos de fake news. “Sua empresa pode estar pagando por audiência falsa, jogando dinheiro fora. Sua publicidade pode estar patrocinando portais de fake news, e sabe-se lá que tipo de interesses escusos por trás deles. O risco de associar sua imagem e marca a páginas falsas e seu orçamento a tráfego não humano não pode ser ignorado”, revela.

Lorenzo-Fernandez alerta que as empresas devem estar conscientes dos riscos. Ao associar sua publicidade ao lado de conteúdos inadequados, sabe-se lá que tipo de interesse a empresa estará inadvertidamente patrocinando; e quanto dinheiro estará desperdiçando com audiências falsas. “Para o bem e para o mal, é impossível entender a sociedade de hoje sem levar em consideração cuidadosa os impactos do Digital. Trata-se de um mundo novo, nem sempre admirável. Juntamente com as oportunidades do Digital, vieram também novas ameaças”, conclui.

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Número de malwares visando dispositivos inteligentes mais que dobrou em 2017

Segundo pesquisadores da Kaspersky Lab, o número total de amostras de malwares que visam dispositivos inteligentes chegou a mais de 7.000, sendo que mais da metade deles surgiu em 2017. Com mais de 6 bilhões de dispositivos inteligentes em uso no mundo, o risco de um malware atingir as vidas conectadas dos usuários é cada vez maior. [read more=”Continuar lendo” less=”Menos”]

Os dispositivos inteligentes, como smartwatches, smart TVs, roteadores e câmeras, estão conectados entre si e formando o fenômeno crescente da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), uma rede de dispositivos equipados com tecnologia que permite que eles interajam entre si ou com o ambiente externo. Por causa do grande número e da variedade de dispositivos, a IoT se tornou um alvo atraente para os criminosos virtuais. Ao invadir os dispositivos conectados, os criminosos conseguem espionar pessoas, chantageá-las e até torná-las discretamente seus cúmplices. E, pior ainda, botnets como Mirai e Hajime indicam que essa ameaça está em expansão.

Especialistas têm pesquisado os malwares na IoT para analisar a gravidade do risco que representam. Eles prepararam iscas, os chamados “honeypots”: redes artificiais que simulam redes com diversos dispositivos da IoT (roteadores, câmeras conectadas, etc) para observar as tentativas de ataque de malware a esses dispositivos virtuais. Não foi preciso esperar muito – os ataques por malwares conhecidos e até então desconhecidos começaram quase imediatamente após a criação dos “honeypots”.

A maioria dos ataques registrados pela empresa visavam gravadores de vídeo digitais ou câmeras IP (63%), e 20% dos alvos eram dispositivos de rede, como roteadores e modems DSL. Cerca de 1% dos alvos consistia em dispositivos que as pessoas usam normalmente, como impressoras e equipamentos inteligentes domésticos.

Os três países que tiveram mais ataques à dispositivos conectados foram China (17%), Vietnã (15%) e Rússia (8%), cada um apresentando um grande número de dispositivos da IoT infectados. Na sequência desta lista estão Brasil, Turquia e Taiwan, todos com 7%.

Até o momento, os pesquisadores coletaram informações sobre mais de 7.000 amostras de malware criadas especificamente para invadir dispositivos conectados.

De acordo com os pesquisadores, o motivo por trás desse crescimento é simples: a IoT é frágil e fica exposta aos criminosos virtuais. A grande maioria dos dispositivos inteligentes executa sistemas operacionais baseados em Linux, o que facilita os ataques, já que os criminosos podem criar códigos maliciosos genéricos, capazes de atingir um grande número de dispositivos simultaneamente.

O que torna o problema perigoso é o seu potencial de alcance. Segundo informações do setor, a maioria dos 6 bilhões de dispositivos conectados em todo mundo não têm soluções de segurança instaladas e, em geral, os fabricantes não produzem atualizações de segurança, nem de firmware. Isso significa que há milhões e milhões de dispositivos possivelmente vulneráveis ou, talvez, até dispositivos que já foram comprometidos.

“O problema da segurança de dispositivos inteligentes é grave, e todos precisamos estar cientes disso. No ano passado, não só percebemos que é possível invadir os dispositivos conectados, mas também que se trata de uma ameaça real. Já observamos um enorme crescimento das amostras de malware na IoT, mas seu potencial é muito maior. Aparentemente, a forte competição no mercado de ataques DDoS está fazendo com que os invasores procurem novos recursos para ajudá-los a estabelecer ataques cada vez mais avançados. A botnet Mirai demonstrou que os dispositivos inteligentes podem dar aos criminosos virtuais o que eles querem já que o número de dispositivos passíveis de ataque chega à bilhões. Vários analistas previram que, até 2020, esse volume pode alcançar algo como 20-50 bilhões de dispositivos”, diz Vladimir Kuskov, especialista em segurança da Kaspersky Lab.

Para proteger seus dispositivos, os especialistas em segurança da Kaspersky Lab recomendam:

– Se não for necessário, não acesse seus dispositivos por meio de redes externas;

– Desative todos os serviços de rede que não são necessários para usar o dispositivo;

– Se houver uma senha padrão ou universal que não pode ser alterada ou se não for possível desativar a conta predefinida, desative os serviços de rede nos quais elas são usadas ou suspenda o acesso a redes externas;

– Antes de usar o dispositivo, altere a senha padrão e defina uma nova senha;

– Se possível, atualize regularmente o firmware do dispositivo para a versão mais recente.

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Cresce o uso do big data na apuração de fraudes e corrupção

A consultoria global Protiviti promoveu uma pesquisa mundial com mais de 900 profissionais de auditoria interna para saber o grau de usabilidade da análise de dados na detecção e prevenção de fraudes e corrupção. Os profissionais afirmam no levantamento que 66% dos processos ligados à auditoria interna já são realizados com o apoio do Big Data. Segundo os entrevistados, o principal benefício de usar a tecnologia na apuração de fraudes é a possibilidade de obter uma visão em tempo real dos riscos organizacionais e de realizar pré-auditorias baseadas em riscos.

Atualmente, os recursos do big data são usados mais na busca de pista de anomalias financeiras, como, por exemplo, o controle de alçada em pedidos de compras, duplicidade, pagamentos em desacordo com critérios contratuais, revisão da folha de pagamentos, dentre outras inconsistências ocorridas em operações contábeis.

Apesar da tendência positiva, 34% dos departamentos de auditoria não empregam a análise de dados como parte dos processos de auditoria e, entre aqueles que já usam o big data, só 10% conseguem classificar as funções da ferramenta em termos quantitativos.

De acordo com a pesquisa, o desafio para 60% dos auditores entrevistados é identificar onde estão os dados, enquanto 56% apontam as limitações dos seus sistemas. Apenas 22% dos executivos ouvidos classificam a qualidade dos dados como excelente ou boa.

“Os departamentos de auditoria interna começam a adotar a análise de dados, mas o caminho entre teoria e prática é longo. Há uma ala de profissionais de auditoria que consideram o uso do data analytics valioso. Em contrapartida, há uma que necessita de apoio para materializar as informações extraídas do big data”, explica Brian Christensen, vice-presidente executivo de auditoria interna e assessoria financeira global da Protiviti.

No Brasil
No Brasil, as organizações despertam os seus interesses de empregar a análise de dados em casos de descoberta e prevenção de fraude. As áreas de auditorias de bancos, de hospitais e de empresas de telecom, por exemplo, estão mais propensas a utilizarem os recursos do big data.

Mesmo incipiente, o Brasil tem um case de sucesso simbólico no que tange à adoção de data analytics. “A inteligência de cruzamento de informações da Lava Jato, por exemplo, utiliza o analytics” complementa Alessandro Gratão, líder das práticas de Auditoria Interna e Financial Advisory na operação brasileira da Protiviti.

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Conheça tecnologias que facilitam a comunicação entre médicos e pacientes

21 Feb 2014 --- Mixed race doctor using digital tablet --- Image by © JGI/Jamie Grill/Blend Images/Corbis

A tecnologia se tornou uma forte aliada em diferentes setores com o objetivo de otimizar processos e melhorar o atendimento entre as partes envolvidas. A área da saúde é um exemplo disso. Antigamente, a maioria dos procedimentos eram feitos de forma arcaica e agora, com o uso de… [read more=”Continuar lendo” less=”Menos”]

plataformas e aplicativos, é possível realizar atividades com apenas um clique.
De acordo com um estudo realizado pela PwC, uma das maiores prestadoras de serviços profissionais nas áreas de auditoria e consultoria para empresas, sobre as principais questões da indústria de saúde, entre 2013 a 2015, houve um crescimento no número de pacientes que utilizam aplicativos relacionados à saúde em seus smartphones, passando de 16% para 32%. Outro dado interessante mostra que 60% dos pacientes entrevistados realizaram consultas médicas por videoconferência e 81% dos médicos participantes afirmaram que esse acesso às informações médicas por meio dos aplicativos é um diferencial e ajuda no tratamento.

Tendo em vista o crescimento do uso da tecnologia em diversos setores, a área da saúde ganhou uma ótima ferramenta para efetuar algumas atividades, como por exemplo, agendar consultas e exames, adquirir alimentos saudáveis, conferir o tempo de espera nos hospitais público e privado, dentre outros.

Conheça abaixo algumas tecnologias que melhoram a alimentação e que facilitam a comunicação entre médicos e pacientes:

mCare: Disponível em iOS e Android, o mCare possibilita a transmissão de dados clínicos de pacientes, como temperatura, pressão arterial, taxa de glicose, entre outros, para médicos, hospitais e planos de saúde. Quando houver oscilações atípicas, o profissional responsável pelo atendimento recebe um alerta imediato sobre o caso. Além disso, o histórico do usuário fica armazenado na nuvem e a plataforma também pode ser utilizada em pacientes internados sob regime home care;

Beep Saúde: Com o objetivo de resolver os principais gargalos e atritos da saúde, a Beep Saúde, plataforma disponibiliza atendimento médico 24 horas com conveniência. Pelo aplicativo, é possível o paciente escolher a opção de atendimento à domicílio e definir qual profissional irá atendê-lo. A startup disponibiliza o currículo, valor da consulta, distância e depoimentos de outros usuários. Disponível em Android, iOS e na versão web, a Beep Saúde atua nas regiões de São Paulo e Rio de Janeiro, e conta com mais de 1 mil médicos ativos, distribuídos em 29 especialidades;

Liv Up: Startup de alimentação saudável, que desde 2016 produz refeições e snacks ultracongelados utilizando ingredientes prioritariamente orgânicos por meio de parcerias com pequenos produtores. A empresa busca aliar praticidade, sabor e saúde por um preço acessível, além de um cardápio amplo com grande variedade de pratos sugeridos, kits e porções individuais. O preço médio é de R$ 22, com a entrega agendada realizada à tarde ou à noite na região metropolitana de São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro;

SOSPS-Pronto Socorro: Disponível para Android e iOS, gratuito para os pacientes e no modelo freemium para os hospitais, o aplicativo monitora o tempo de espera de mais de 30 hospitais privados em São Paulo, Barueri, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Para entregar mais comodidade ao usuário, a plataforma também integrou o mapeamento de trânsito, calculando o tempo de deslocamento do paciente até cada hospital. Dessa forma, o aplicativo consegue estipular o tempo estimado para o primeiro atendimento (a primeira interação médico e paciente) em hospitais mais próximos ou distantes.

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Atividade Industrial recua em julho

As indústrias não passam por bom momento no Brasil. Dois índices divulgados ontem mostram a falta de fôlego de empresas desse setor para movimentar a economia. O Índice GS1 (Associação Brasileira de Automação )de Atividade Industrial voltou a recuar em julho de 2017, após resultado positivo no mês anterior. Na comparação com junho, para os dados livres de efeitos sazonais, foi registrada queda de 6,4%, enquanto na comparação com o mesmo mês de 2016 foi registrado recuo de 8,2%. Se considerarmos a média do acumulado nos sete primeiros meses de 2017, o indicador está em nível 14% inferior a 2016.

O faturamento da indústria brasileira também caiu. O dado mostra 2,4%, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As horas trabalhadas na produção tiveram uma queda de 1,3% e a utilização da capacidade instalada recuou 0,4 ponto percentual em junho na comparação com maio, nas séries livres de influências sazonais. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais de junho, divulgada pela confederação, nesta terça-feira, 1º de agosto.

De acordo com a pesquisa da CNI, o emprego na indústria diminuiu 0,2%, a massa real de salários subiu 0,7% e o rendimento médio real do trabalhador aumentou 1,6% em junho frente a maio, na série de dados dessazonalizados. “Embora o prolongado período de queda da atividade e da piora do mercado de trabalho tenha ficado para trás, os Indicadores Industriais ainda não mostram recuperação”, observa a CNI.

O moderado otimismo igualmente aparece na análise da GS1, que aponta que apesar dos resultados ainda negativos na comparação ano contra ano, as taxas de variação do indicador parecem estar se estabilizando nos últimos meses, o que pode ser um indício de melhores resultados para o restante do ano. “Mesmo com alguma instabilidade no processo de recuperação, fruto do momento político-econômico complexo, houve uma evolução consistente do Índice GS1 de atividade do início do ano até agora, se considerarmos os dados livres de sazonalidade. Esperamos que esta evolução continue a ocorrer, seguindo a melhora das condições econômicas”, aponta Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

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