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Os parceiros de negócios são o reflexo da sua marca

* Por Marcelo Pereira

Compliance é um tema bastante debatido dentro das empresas. As organizações buscam cada vez mais transparência em relação aos seus processos, internos e externos, e às negociações. É aí que entra em questão a gestão dos fornecedores ou, mais especificamente, a gestão de riscos destes parceiros.

Fatores como o aumento da terceirização das atividades, novas regulamentações e obrigações legais (como SPED, Lei Anticorrupção e outras) vem expondo cada vez mais os riscos inerentes ao relacionamento na cadeia produtiva Isso porque não basta garantir compliance dentro da organização, é preciso assegurar, também, que os parceiros sigam uma série de regras para a integridade das negociações. Imagine um comércio varejista cujo fornecedor de mão de obra utiliza colaboradores irregulares na confecção dos produtos.

Por mais que esse seja um processo terceirizado da empresa, a responsabilidade por omissão recai sobre a marca. Sendo assim, é fundamental garantir que os fornecedores sigam todas as leis trabalhistas, além de outras normas e regras. Afinal, ninguém quer correr riscos em relação à reputação da marca, certo?

Não são poucas as empresas que ignoram a importância dessa etapa. Um estudo recente sobre “Risco de Terceiros”, realizado pela Thomson Reuters, entrevistou cerca de 1.132 empresas em nove países e revelou que apenas 55% das pesquisadas brasileiras fazem análise de risco (due delligence) dos seus subcontratados. Esses dados reforçam que a falta de conhecimento em relação à reputação de seus fornecedores (práticas de corrupção, uso de mão de obra irregular, etc.) é alta, o que pode resultar, inclusive, em punições legais para as companhias contratantes.

Neste cenário, onde as empresas estão cada vez mais dependentes de seus fornecedores, o desafio é implementar processos eficientes de gestão de riscos – desde o saneamento dos dados cadastrais dos parceiros até a avaliação da reputação da companhia e seus executivos. Aspectos como habilitação jurídica, verificação de regularidades fiscais e trabalhistas, qualificação técnica-operacional e práticas de sustentabilidade devem ser pontos-chave na gestão dos fornecedores. É preciso monitorar esses quesitos constantemente, não apenas na hora de fechar um acordo.

Uma vez definidos os processos, é a vez de realizar um alinhamento interno para lidar com a pressão entre a necessidade de atender os níveis de serviços (internos, como prazos para realização de um processo de compras) e o cumprimento das normas estabelecidas no momento da homologação dos fornecedores.

Automatização
A homologação de fornecedores é extremamente importante para ajudar a garantir a qualidade dos serviços e produtos dos parceiros. Muitas companhias contam com uma área dedicada apenas ao tema, que busca novas formas de desenvolvimento, implementação e manuseio de ferramentas automatizadas para verificar a documentação completa dos fornecedores. Automatizar este processo traz benefícios como padronização e reunião das informações em uma base única de dados, integração com outros sistemas, emissão de relatórios gerenciais e redução do tempo investido na contração e gestão do fornecedor. Aliás, vale destacar a principal vantagem da automatização de processos operacionais: a equipe de compras pode se dedicar às atividades estratégicas e menos processuais, ações que de fato geram valor para a organização.

Para resumir, olhar com atenção para a questão dos fornecedores é vital. Se por um lado, os riscos não podem ser completamente extintos, por outro, saber administrá-los usando as ferramentas corretas faz toda a diferença. Ou seja, uma gestão eficiente dos parceiros é fundamental para o sucesso do setor de compras da sua empresa e, para o sucesso da organização. Automatize processos operacionais e mude o foco do seu time para o que realmente interessa: o core business da organização. Por fim, fique atento aos seus fornecedores, pois eles são uma extensão da sua marca.

*diretor da área de Gestão de Fornecedores do Mercado Eletrônico

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“Cérebro” da lavagem de dinheiro com bitcoin é preso

Um homem russo de 37 anos foi preso nessa semana, na Grécia, em uma ação conjunta das polícias investigativas de vários países para desbaratar um esquema de lavagem de dinheiro que usava a moeda virtual bitcoin. O acusado teria movimentado cerca de US$ 4 bilhões em trocas de moeda corrente por criptomoeda e invasões a sites de câmbio que operam com bitcoin.

Alexander Vinnik, tem 21 acusações de crimes virtuais. É proprietário de várias contas BTC-e, uma plataforma de câmbio virtual, incluindo senhas de administração. Aparentemente, ele conseguia receitas com o hackeamento de outros investidores e entusiastas das cripomoedas e canalizada o montante para suas contas pessoais, utilizando a plataforma BTC-e, de origem japonesa, e a TradeHill, americana.

O russo pode estar por trás do maior ataque já feito a uma casa virtual de câmbio de bitcoin. Em 2014, o MtGox, um dos maiores sites para comercialização de criptomoedas saiu do ar e o dinheiro sumiu repentinamente. O serviço entrou em colapso, causando oscilações sem precedentes no câmbio de bitcoins, com o mercado perdendo quase a completa confiança nessa forma de investimento.

Procurado
A polícia americana diz que ele é o operador dessas plataformas e o russo ainda seria um dos “mestres” do cibercrime internacional que ainda lida com conspiração política, roubo de identidade, tráfico de drogas, ransomware e corrupção. Sua prisão vem numa série de ações da polícia americana para cercar criminosos russos na Europa.

Vinnik pode ser condenado por vários crimes, inclusive o de operar serviços financeiros sem licença. Sua pena pode chegar a 55 anos. A Rede de Execução de Crimes Financeiros, órgão vinculado ao do Ministério do Tesouro (FinCEN) americano também decidiu uma penalidade monetária civil de US$ 110 milhões contra a BTC-e e US$ 12 milhões contra a Vinnik.

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Plataforma de mudanças chega ao Brasil

 

Com a proposta de tornar o processo de mudança de residência no Brasil mais fácil, rápido, barato e seguro para o consumidor e, ao mesmo tempo, gerar maior volume de negócios para as transportadoras e as seguradoras, o iMoving acaba de começar a operar no país. A plataforma altamente tecnológica foi lançada em 2011 nos Estados Unidos, onde chegou a intermediar a realização de… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…70 milhões de mudanças em 11 meses. Seu fundador, o brasileiro Roger Madeira, está investindo no desenvolvimento da versão nacional para atender um mercado com 1,74 milhão de mudanças ao ano, de acordo com dados da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT).

Amparada por um servidor de Machine Learning com Inteligência Artificial e Big Data, a plataforma do iMoving é capaz de comparar milhares de orçamentos de mudanças com base em mais de 12 mil datapoints diferentes, gerando um relatório detalhado para clientes de empresas de mudanças, além de oferecer dois aplicativos para o rastreamento em tempo real do caminhão, para que o cliente da transportadora sempre saiba onde estão seus bens.

As empresas de mudanças interessadas em receber clientes e participar do processo de seleção de orçamentos da plataforma podem se cadastrar no site, sem qualquer custo. E o cliente que desejar usar a plataforma web, pode acessar pelo site. Para conseguir orçamentos de várias transportadoras e realizar uma pesquisa de mercado mais ampla do que pelo método tradicional, basta clicar em “receber orçamentos”. No ambiente, o usuário é orientado a responder perguntas que revelam a característica da mudança desejada e aguardar os orçamentos chegarem por e-mail.

A inovação consegue fornecer, por exemplo, de uma só vez e completamente de graça, até 250 orçamentos de mudança identificando as cinco melhores opções de acordo com as características da mudança de cada usuário. Para isso, ela combina o famoso machine learning com outras tecnologias como inteligência artificial, automação, computação cognitiva, predição de risco, big data e data mining. “Quando uma família decide contratar uma empresa de mudanças, segue o fluxo do processo tradicional de pesquisa na internet e contato telefônico, o que dificulta o levantamento de mais de três orçamentos de transportadoras. No fim, a família acaba fechando negócio sob condições desfavoráveis com empresas clandestinas ou desonestas, correndo sérios riscos de perder a mudança inteira ou parte dela”, diz Madeira.

Segundo ele, também existe, por parte das transportadoras, muita dificuldade em definir o custo do frete. “Para a empresa de mudanças, o processo tradicional de chegar ao preço final do serviço inclui a visita de um funcionário ao imóvel do cliente para avaliar o grau de dificuldade, a quantidade e volumetria dos itens a serem transportados. Apenas o deslocamento deste profissional já configura custo para a empresa, que fica no prejuízo caso o consumidor não contrate a empresa de mudanças”, diz.

Segundo o executivo, o iMoving elimina especificamente tal problema com o uso massivo da tecnologia desenvolvida pela plataforma. Respondendo o questionário para receber os orçamentos, o consumidor presta informações como o tamanho do imóvel, quantidade de cômodos e tamanho da família. Com isso, a plataforma de Machine Learning compara o inventário da mudança, o grau de dificuldade, a distância e os tipos de itens com milhares de outras mudanças semelhantes, a fim de definir mais acertada e criteriosamente a quantidade de caixas, volumes necessários, melhores e mais seguras rotas, entre outras centenas de variáveis. “A partir destes dados, é possível atribuir um valor mais acertado ao serviço sem a necessidade da visita ao local. Mesmo assim, a empresa de mudanças pode alterar o valor, se assim desejar, para mais ou para menos”, segundo o CEO.

O machine learning da plataforma realiza cálculos altamente complexos considerando cerca de 12.750 datapoints ou critérios, para predizer as cinco melhores opções de transportadoras para o cliente, com nome da empresa, valor da mudança, forma de pagamento, seguro, rota, reviews, opinião de usuários anteriores e inúmeros outros aspectos importantes.

Para a transportadora, o iMoving apresenta o comparativo de rotas com distâncias, predição de acidentes, gastos com combustível, pedágio, tempo de chegada e outros tipos de riscos envolvidos, além da precificação adequada para cada uma das possíveis rotas e de acordo ao grau de dificuldade da mudança. Já a seguradora recebe a predição de risco de acidentes, roubo de carga e sinistros para a apólice.

“Com o machine learning trabalhando a favor de todos os envolvidos, cliente, transportadora e seguradora, todo o processo fica muito mais simples, rápido, automatizado e inteligente. E isso é algo que realmente precisamos, por que o mercado brasileiro de transportes de mudanças tem problemas sérios que o iMoving vai ajudar a resolver em alguns anos”, afirma Madeira.

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Lexmark lança linha de impressoras para PMEs

A Lexmark prepara avanços no mercado de pequenas e médias empresas com uma série de lançamentos que vão até outubro. Nessa semana, a companhia anunciou impressoras e multifuncionais monocromáticos e já estão disponíveis para seus parceiros de negócio que comercializam a marca no Brasil. Os demais produtos coloridos serão lançados no dia 4 de outubro. “O novo portfólio da Lexmark foi pensado para oferecer mais opções aos canais em novos mercados e ajudar os distribuidores a responder a desafios e necessidades específicas, que precisam enfrentar hoje as pequenas e medias empresas. Simultaneamente, está contribuindo para que seus canais de vendas ganhem mais espaço em um segmento altamente competitivo”, afirma Carlota Jimenez, diretora de Canais da Lexmark na America Latina.

As impressoras coloridas CS317dn, CS417dn e as monocromáticas MS517dn, MS317dn e MS417dn, assim como os multifuncionais CX317dn, CX417de, MX317dn, MX417dn e MX517de, são fáceis de instalar e usar, além de oferecerem compatibilidade com quase todos os sistemas operativos e de redes, o que lhes permite começar a funcionar em questão de minutos.

Estes novos equipamentos da Lexmark foram projetados para ter grande durabilidade, podendo imprimir milhares de páginas por mês, devido à tecnologia de manuseio de papel de vanguarda da companhia. Outra característica que se destacas é a possibilidade de colocar bandejas de papel adicionais para aumentar a capacidade de entrada e reduzir as interrupções.

Facilidades
Os lançamentos também proporcionam uma experiência simples e consistente ao usuário para impressão a partir de dispositivos móveis por meio do aplicativo móvel da Lexmark para os sistemas operacionais iOS e Android.

O modelos chema com toner exclusivo Unison da Lexmark, que consome menos energia ao imprimir a uma temperatura mais baixa. Outras funções como ColorSaver, que reduz o uso do toner para gráficos e imagens, e a impressão dupla, também contribuem para diminuir o impacto ambiental. Além disso, a função Eco-Copy possibilita a impressão de cópias de documentos escaneados, utilizando configurações pré-definidas para economia adicional do uso de papel.

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Startups brasileiras de SaaS são incrivelmente eficientes

O mercado de software como serviço (SaaS) tem sido essencial para a evolução da tecnologia da informação. Com a demanda por computação em cloud crescendo e comandada por empreendedores que já nasceram na “transformação digital” essas empresas iniciantes estão ganhando mercado em todo o mundo. No Brasil, uma recente pesquisa sobre esse segmento mostra os primeiros resultados.

A Brazil SaaS Landscape 2017 entrevistou 597 profissionais do setor, em maio de 2017, sendo 49% deles CEO’s de startups SaaS. O relatório é o resultado de uma iniciativa conjunta entre a SaaSholic, Rock Content, Signal Hill e Redpoint eVentures.

Alguns números detectados impressionam. O negócio de SaaS no Brasil está maduro e eficiente. O custo de aquisição de clientes (CAC) está ocorrendo em menos de seis meses para 60% das entrevistadas. Algo fora da média americana, que é de 12 meses. As startups locais também possuem finanças saudáveis. 67% delas têm uma relação de LTV/CAC superior a 3. O LTV (Lifetime Value) é uma das métricas principais para serem cruzadas com o CAC e que mostram a evolução da lucratividade nos negócios.

Investidores
Algo que precisa evoluir ainda é a participação de investidores de fora. A pesquisa constatou que mais de 71% das empresas SaaS no Brasil são movidas por investimentos próprios (Bootstrapped). Daquelas que escolheram buscar por capital, somente 10% levantou mais que R$ 10 milhões. “Por outro lado, estamos vendo um grande interesse dos VC’s locais em empresas SaaS. Fundos como Redpoint (RD, Gympass, Olist), Monashees+ (Conta Azul, RunRun.it) e Ebricks (Rock Content, Contabilizei, ERPFlex) estão apostando alto no mercado SaaS”, escreve o co-fundador da RockContent, Diego Gomes, em seu blog ao anunciar os resultados da pesquisa.

O levantamento teve como objetivo criar um benchmark confiável para todos os players do ecossistema brasileiro de SaaS, e ajudar a entender perfil das empresas, taxas de crescimento, métricas usadas e outros aspectos.

Outra descoberta interessante é que o mercado local tem particularidades e isso mostra que há demanda diferenciada e as startups estão atendendo com produtos e serviços próprios. É um ponto fora da curva natural e histórica do empreendedorismo tecnológico no Brasil que, em geral, copia modelos estrangeiros, principalmente americanos, e busca crescer somente pela novidade de momento.

A pesquisa completa pode ser acessada em um link postado no SlideShare, Clique aqui.

 

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UNICEF adere ao Movimento Compre&Confie

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) é o mais novo participante do Movimento Compre&Confie, idealizado a partir da união de várias empresas e organizações, que tem como objetivo unir todo o mercado em prol da confiança e preservar bons compradores. A parceria, firmada este mês, busca evitar que cibercriminosos realizem transações mal-intencionadas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

Ao fazer parte do Compre&Confie, as organizações oferecem mais segurança para os usuários, uma vez que o aplicativo impede todas as transações indicadas como fraudes pelos próprios indivíduos. Para usar o aplicativo, os consumidores podem fazer a instalação gratuitamente no celular (iOS e Android), cadastrando seu e-mail ou rede social e informando o CPF.

“O Movimento garante que que as transações dos nossos doadores sejam seguras e isso é fundamental para nós”, diz Regina Gerbi, especialista em marketing do UNICEF. “Aderimos ao Movimento por entender que ele ajuda a trazer ainda mais transparência para as nossas operações”.

Pedro Chiamulera, idealizador do Compre&Confie e CEO da ClearSale, explica que “ao barrar uma transação mal-intencionada, evitamos que a tentativa de fraude aconteça, o que beneficia todo o ecossistema de empresas com negócios online”, afirma. “Estamos muito contentes com a parceria entre o UNICEF e o Compre&Confie, pois, além de ajudar a construir um mercado mais seguro, estamos elevando o Movimento a um novo patamar de confiança para as organizações, os lojistas e usuários”.

Desde o seu lançamento no Brasil, já foram realizados mais de 20 mil downloads do aplicativo e 100% das fraudes confirmadas foram evitadas pelo usuário por meio do Compre&Confie. Para mais informações sobre o Movimento Compre&Confie, acesse o site.

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Foxconn investirá US$ 10 bi nos EUA. Vitória ou pirraça de Trump?

O presidente americano Donald Trump divulgou o que pode ser uma vitória para sua administração e uma virada de mesa na política de geração de empregos com tecnologia. Na quarta-feira, 26 de julho, ele anunciou que a fabricante taiwanesa Foxconn criará uma nova unidade de operação, no Wisconsin. Isso trará investimentos de US$ 10 bilhões e a criação de 3 mil empregos.

A criação de vagas e a entrada de dinheiro de gigantes de manufatura de vários setores é uma promessa de campanha de Trump. No entanto, a notícia da nova planta da Foxconn em solo americano pode continuar a ser uma bravata com poucos resultados práticos. Em maio de 2016, a empresa divulgou planos de ser uma empresa que opera somente com robôs, sem humanos em suas linhas de montagem.

A desconfiança sobre o sucesso da empreitada taiwanesa é grande. A mídia americana está destacando também que a fábrica operará no distrito comandado pelo político republicano (partido de Trump) e presidente do Congresso, Paul Ryan, que é também um porta-voz da Casa Branca na administração Trump. Vários outros estados estavam na disputa para sediar a empreitada taiwanesa, mas a vitória do Wisconsin era dada como certa há algum tempo por toda a questão política envolvida.

Além dos planos de robotização do trabalho, a Foxconn nunca escondeu suas estratégias para o mercado americano. A empresa é uma das principais fabricantes de vários eletroeletrônicos pelo mundo. É quem faz o iPhone, da Apple, entre outros devices da marca. Além disso, de suas linhas saem equipamentos da Dell, Sony, Samsung e Blackberry, só para citar algumas marcas.

A empresa é o que se rotula como OEM (Original Equipment Manufacturer – fabricante original do equipamento) e opera como fábrica terceirizada de baixo custo para várias empresas. Com isso, essas contratantes colocam foco em outros aspectos do negócio, como marketing, estragégia e vendas. Com isso, é uma das principais empregadoras do mundo, com cerca de 1,3 milhões de trabalhadores, a ampla maioria em solo chinês. Sua primeira fábrica foi exatamente na China, em Shenzhen. A operação ajudou a transformar o sul do país num pólo empregador e de tecnologia.

Expansão e polêmicas
Apesar de grande força impulsionadora de empregos, a Foxconn é também uma máquina de polêmicas. Não é raro ter notícias de seus empregados cometendo suicídio por pressões administrativas e metas de produção inalcançáveis. Suas fábricas são conhecidas por pagar baixos salários e funcionarem em locais que permitem a redução de encargos trabalhistas, gerando com isso salários abaixo do mercado. A troca da força de trabalho humana por robôs é considerada uma estratégia para eliminar esses problemas, trazendo mais eficiência e lucratividade.

Em 2016, a empresa adquiriu o controle acionário da japonesa Sharp. É possível que faça o mesmo com a divisão de chips da Toshiba. Seu fundador e chairman Terry Gou, diz que pretende lançar equipamentos com a marca Foxconn o mais rápido possível e aí é que entra a importância do mercado americano. Em coletiva durante a semana, Gou disse que está entusiasmado com a entrada no país que inventou a TV. “Não há nos EUA um fabricante para suprir a demanda por televisores de alta definição. Nós iremos mudar isso”.

A fábrica no Wisconsin irá produzir telas de LCD para televisores e outros equipamentos. Os subsídios oficiais divulgados pelo governo local chegam a US$ 3 bilhões. A operação está planejada para dobrar de tamanho em 20 anos.

 

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Segmento de telefonia tem maioria das tentativas de fraudes

De janeiro a maio de 2017, o Brasil registrou 782.244 tentativas de fraudes. Isso representa uma tentativa a cada 16,8 segundos. Os números são do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, que mostra ainda que o segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,6% do total, com 301.956 tentativas. Neste tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo.

Caso a fraude no segmento de telefonia seja bem-sucedida, funciona como uma “porta de entrada” para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.

O setor de Serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas de janeiro a maio de 2017 (233.092), representando 29,8% do total. Em terceiro lugar está bancos e financeiras com 23,9% de participação e 187.203 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos cinco primeiros meses do ano foi o varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total. Veja mais detalhes na tabela abaixo:

Em maio deste ano, 164.988 tentativas de fraude foram aplicadas em todos os segmentos, o que representa um aumento de 19,7% em relação a abril do mesmo ano, quando o indicador apontou 137.856 tentativas. Na comparação de maio de 2017 x maio 2016, o crescimento nas tentativas foi de 12,3%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a volta gradativa do consumidor ao mercado de crédito após 2 anos de recessão econômica pode estar estimulando os fraudadores a aplicar golpes, já que muitas vezes os mesmos consideram esses períodos de maior movimentação como ambiente propício. O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito apontou crescimento de 2,1% no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano anterior, na quantidade de pessoas que buscou crédito no país.

Principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador:
Compra de celulares com documentos falsos ou roubados;
Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima;
Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

Como evitar fraudes?
A fraude de identidade acontece quando dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. De acordo com estudos da Serasa, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe.

A empresa fornece um alerta gratuito pelo link: www.serasaconsumidor.com.br/servicos-roubo-perda-de-documentos/, além de fazer um Boletim de Ocorrência (B.O.). O registro ajuda a reduzir o risco e evitar a dor de cabeça de ter dados pessoais utilizados por fraudadores.

Com o alerta, o SerasaConsumidor consegue avisar às empresas que consultam seus produtos sobre a perda ou roubo do documento quando este for utilizado para abertura de conta em bancos, compra de bens e serviços, pagamentos etc. Assim, antes de efetuar a compra, por exemplo, estas empresas poderão tomar algumas atitudes preventivas, como solicitar outros tipos de documentos para comprovar a identidade, por exemplo.

De acordo com a Serasa, outras ações podem ajudar o consumidor a se proteger das fraudes. Veja 10 dicas abaixo:

No mundo físico:
1. Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento;
2. Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos;
3. Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas.

No mundo virtual:
4. Ao ingressar em um site, verificar se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;
5. Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança;
6. Ter cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado;
7. Não compartilhar dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você;
8. Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
9. Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet;
10. Ao usar computadores compartilhados, verificar se fez o log off das suas contas (e-mail, internet banking, etc.).

 

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Mídias sociais já está na agenda dos CEOs mais inovadores

As empresas globais líderes em seus segmentos de atuação possuem um pensamento em comum: as funções de serviço ao consumidor, vendas e marketing precisam trabalhar juntas para aprimorar a experiência do cliente. Essa confirmação é resultado de um estudo feito pela Harvard Business Review Analytic Services em parceria com a Sprinklr, especialista em soluções de tecnologia social para impulsionar resultados de negócios e o gerenciamento de experiências ao cliente. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O levantamento “Fundamentos da Experiência do Cliente na Experiência de Redes Sociais”, entrevistou 628 gerentes, gerentes seniores e executivos de empresas dos setores de tecnologia, serviços, financeiro e indústria, cada qual com, em média, 10 mil funcionários e receita anual de US$ 5 bilhões. Segundo Douglas Palmer, diretor da Deloitte e um dos entrevistados pelo estudo, “quando a experiência do cliente é um item principal da agenda do CEO, ele garante o enfoque adequado de seus líderes“.

Ou seja, se o líder da companhia vê valor na geração de experiência aos seus consumidores, ele também estimula a interação entre todas as áreas que participam desse processo e, com isso, é capaz de criar um ambiente corporativo mais integrado digitalmente e com mais chances de gerar experiências de sucesso para seus públicos. Prova disso está na porcentagem que ilustra o crescimento da relevância das mídias sociais: em três anos, 75% das experiências de sucesso estarão vinculadas às mídias sociais.

Para Pete Blackshaw, chefe global de mídias sociais e digitais da Nestlé, desenvolver estratégias para mudar o atendimento ao cliente de um centro de custo para um centro de lucro é a chave para o sucesso. “Se seu objetivo final é criar relacionamentos lucrativos diretos, pode ser que você ache bem mais caro adquirir um cliente através do ‘marketing de desempenho’ em que o sucesso é, geralmente, baseado em menos de 1% dos clientes que clicam, do que tornar sua marca mais atraente e acessível através de canais de atendimento onde, inevitavelmente, os clientes possuem perguntas”, comenta. E os números não mentem: de acordo com o estudo, mais da metade das empresas líderes registraram um crescimento de receita superior à 10% nos últimos dois anos.

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Jovens podem requisitar viajar de graça em ônibus e trens interestaduais

A Resolução nº 5.063/16, que regulamenta a gratuidade para o jovem de baixa renda em viagens interestaduais no transporte rodoviário e ferroviário, foi regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A concessão do benefício aos jovens, no entanto, é condicionada à emissão da identificação do beneficiário pela Secretaria Nacional da Juventude.

As empresas de ônibus interestadual deverão reservar… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…duas vagas gratuitas e outras duas com desconto de 50% em cada veículo ou comboio ferroviário de serviço convencional. O benefício não inclui tarifas de pedágio, de embarque nos terminais ou despesas com alimentação.

A gratuidade será concedida mediante a apresentação da Identidade Jovem, documento que atesta que o portador é um jovem de baixa renda. A passagem só será emitida com o documento dentro do prazo de validade e a apresentação de documento de identidade com foto. A Identidade Jovem é emitida para jovens entre 15 e 29 anos, de família que recebe até dois salários mínimos e está inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal).

Como solicitar
O jovem deverá solicitar o “Bilhete de Viagem do Jovem” no mínimo três horas antes da partida do ponto inicial da linha. Poderá solicitar, quando possível, a emissão do bilhete de retorno. Depois desse prazo, as prestadoras colocarão esses bilhetes à venda, mas enquanto não forem vendidos, continuarão disponíveis para os beneficiários. A mesma regra se aplica aos assentos com desconto.

Se eventualmente a emissão do bilhete for recusada pela empresa de transporte, o beneficiário poderá pedir documento à empresa em que deve constar data, hora, local e as causas da recusa. Passageiros que observarem qualquer irregularidade, ou que tiverem dúvidas, sugestões, ou elogios, podem entrar em contato com a Ouvidoria da ANTT pelos seguintes canais de atendimento:

Telefone 166;

E-mail ouvidoria@antt.gov.br;

Site da Agência (www.antt.gov.br) na “aba” Fale Conosco;

Pessoalmente, nos pontos de atendimento da ANTT, nos principais terminais rodoviários do país.

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Malware para Android transforma celular em marionete espiã

O worm RETADUP que afetou os hospitais israelenses é realmente apenas parte de um ataque muito maior do que aparenta – pelo menos em termos de impacto. A Trend Micro – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem – descobriu que o antigo malware voltou a atuar ainda mais forte do que antes: um malware do Android que pode controlar o dispositivo.

Detectado pela Trend Micro como ANDROIDOS_GHOSTCTRL.OPS / ANDROIDOS_GHOSTCTRL.OPSA, ele foi nomeado como GhostCtrl, pois pode controlar furtivamente muitas das funcionalidades do dispositivo infectado.

Existem três versões do GhostCtrl. O primeiro rouba informações e controla algumas das funcionalidades do dispositivo, enquanto a segunda versão pode sequestrar mais recursos do dispositivo. A terceira interação combina o melhor dos recursos das versões anteriores e com base nas técnicas empregadas, deve evoluir ainda mais.

O GhostCtrl é literalmente um fantasma de si mesmo. É também uma variante (ou pelo menos baseada) na multiplataforma OmniRAT, vendida comercialmente, que se tornou manchete em novembro de 2015.

Ele se vende como um produto que pode controlar remotamente sistemas Windows, Linux e Mac com o toque do botão de um dispositivo Android – e vice-versa. Uma licença vitalícia para um pacote OmniRAT custa entre US$25 e US$75. Previsivelmente, há vários tutoriais de cracking do OmniRAT nos fóruns clandestinos, e alguns de seus membros até oferecem patches virtuais.

Na verdade, há um forte indicativo que prova que o APK malicioso é um spinoff do OmniRAT. Levando em conta que ele é um RAT como um serviço, isso pode ser modificado (ou removido) durante a compilação.

O GhostCtrl é persistente
O malware se passa por um aplicativo legítimo ou popular que usa nomes como App, MMS, WhatsApp e até mesmo o Pokémon GO. Quando o aplicativo é iniciado, a base64 decodifica a string do arquivo de recursos e a escreve, o que, na verdade, é o Pacote de Aplicativos do Android (APK) na versão maliciosa.

O APK malicioso, depois de clicado dinamicamente por uma APK wrapper, pedirá ao usuário para instalá-lo. Segundo a Trend Micro, evitar isso é muito complicado: mesmo que o usuário cancele o prompt “pedido de instalação”, a mensagem ainda assim será exibida imediatamente. O APK malicioso não possui um ícone e, após instalado, vai iniciar um serviço que permite que o APK malicioso principal seja executado no background:

Dispositivo marionete
Os comandos de C&C do servidor são criptografados e decodificados localmente pelo APK após o recebimento. Curiosamente, a Trend Micro descobriu que o backdoor se conecta a um domínio em vez de se conectar diretamente ao endereço IP do servidor C&C. Isso pode ser uma tentativa de encobrir seu tráfego. Também foram descobertos vários servidores com nomes dinâmicos (DNS), que em algum momento levaram ao mesmo endereço IP de C&C:

· hef–klife[.]ddns[.]net

· f–klife[.]ddns[.]net

· php[.]no-ip[.]biz

· ayalove[.]no-ip[.]biz

Um comando notável inclui o código de ação e Object DATA, que permite aos atacantes especificarem o alvo e o conteúdo, fazendo com que esse seja um malware muito flexível para os cibercriminosos. Este é o comando que permite que os invasores manipulem as funcionalidades do dispositivo sem o consentimento ou o conhecimento do proprietário.

Outro comando exclusivo de C&C é um comando de tipo integral, responsável por roubar os dados do dispositivo. Diferentes tipos de dados sensíveis – e, para os cibercriminosos, valiosos – serão coletados e carregados, incluindo registros de chamadas, registros de SMS, contatos, números de telefone, número de série do SIM, localização e marcadores do navegador.

O GhostCtrl rouba vários dados, em comparação com outros navegadores de informações Android. Além dos dados mencionados acima, o GhostCtrl também pode roubar informações como a versão do sistema operacional Android, nome de usuário, Wi-Fi, bateria, Bluetooth e estados de áudio, UiMode, sensor, dados da câmera, navegador e pesquisas, processos de serviço, informações de atividade e papel de parede.

Ele também pode interceptar mensagens de texto de números de telefone especificados pelo atacante. Sua capacidade mais assustadora é a habilidade de gravar de forma desapercebida a voz ou áudio e carregá-los no servidor C&C em um determinado momento. Todo o conteúdo roubado será criptografado antes de ser carregado no servidor C&C.

Os outros comandos de C&C são definidos automaticamente, como “conta”, “Gestor de áudio” e “área de transferência” e irão desencadear rotinas maliciosas. Vale ressaltar que os recursos abaixo não são comumente vistos em RATs do Android:

· Eliminar/redefinir a senha de uma conta especificada pelo atacante;
· Fazer com que o telefone toque efeitos sonoros diferentes;
· Especificar o conteúdo na área de transferência;
· Personalizar o link de notificação e atalho, incluindo o estilo e o conteúdo;
· Controlar o Bluetooth para procurar e se conectar a outro dispositivo;
· Definir a acessibilidade para TRUE e encerrar uma chamada de telefone em andamento.

Como as versões do GhostCtrl se unem?
A primeira versão do GhostCtrl possui uma estrutura que permite ganhar privilégios do nível de administrador. Os recursos a serem sequestrados também aumentaram à medida que o malware evoluiu para suas segundas e terceiras interações.

A segunda versão do GhostCtrl também pode ser um ransomware móvel. Pode bloquear a tela do dispositivo e redefinir sua senha e também rotear o dispositivo infectado. Também pode sequestrar a câmera, criar uma tarefa agendada de tirar fotos ou gravar vídeo e, em seguida, carregá-las de forma desapercebida no servidor C&C como arquivos mp4.

Mitigação
A combinação do GhostCtrl com um bug de roubo de informações, apesar de potente, também é bem reveladora. Os atacantes tentaram cobrir suas bases e se certificaram de não infectar apenas os endpoints. E com a ubiquidade de dispositivos móveis entre usuários finais corporativos e cotidianos, as capacidades do GhostCtrl podem, de fato, ser bem assustadoras.

Mas, mais do que o seu impacto, o GhostCtrl ressalta a importância de uma proteção completa. Mecanismos de segurança multicamadas devem ser implantados para que os riscos aos dados sejam melhor gerenciados. Algumas das melhores práticas que os profissionais da segurança da informação e os administradores de TI/sistema podem adotar para proteger os dispositivos BYOD incluem:

· Mantenha o dispositivo atualizado;
· Aplique o princípio de permissões para usuários com menos privilégios para evitar o acesso não autorizado e a instalação de aplicativos duvidosos;
· Implemente um sistema de reputação de aplicativos que possa detectar e bloquear aplicativos maliciosos e suspeitos;
· Implante firewalls, detecção de intrusão e sistemas de prevenção tanto no endpoint quanto nos níveis de dispositivos móveis para prevenir as atividades de rede maliciosas do malware;
· Aplique e fortaleça suas políticas de gerenciamento de dispositivos móveis para reduzir ainda mais riscos potenciais de segurança;
· Utilize criptografia, segmentação de rede e segregação de dados para limitar a exposição ou danos aos dados;
· Regularmente faça backup dos dados em caso de perda de dispositivo, roubo ou criptografia maliciosa.

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O valor da tecnologia da informação na gestão pública

* Por João Bosco

Na gestão pública, a Tecnologia da Informação é fundamental para promover ações benéficas ao cidadão, otimizando a eficiência operacional da administração. Investir na modernidade significa aumentar o controle sobre os processos, desenvolver potencialidades e, sobretudo, aumentar o impacto positivo da ação pública no bem-estar da população, com foco na flexibilização e na simplificação.

Governo Digital: base para o futuro
Tornar-se digital não significa apenas prover tecnologia, mas orientar seu uso no sentido de construir conexões fora da sua organização, com outras agências governamentais, gerando um “ecossistema digital”.

Os governos precisam explorar o potencial desse “ecossistema digital”, visando a implantação de modelos operacionais e de sistemas que permitam a colaboração centrada no cidadão, fornecendo serviços personalizados e integrados.

As iniciativas digitais construídas sobre bases sólidas poderão trazer, aos governos, benefícios que vão muito além daqueles tradicionalmente auferidos:

Benefícios elementares
•Colaboração efetiva entre as agências e instâncias dos governos para a simplificação dos negócios
•Aumento de valor para os cidadãos e as empresas
•Um setor público eficiente (custos) e eficaz (capacidade de realização)

Benefícios para a sociedade em geral
•Melhor qualidade e disponibilidade de serviços
•Custos mais baixos / aumento das receitas no setor privado
•Melhor acesso aos serviços públicos (saúde, educação, transporte, entre outros)
•Sociedade mais participativa
•Melhoria das operações das cidades através de alertas integrados

Benefícios para a percepção de imagem
•Recursos para fortalecer o bem-estar social
•Menos burocracia
•Aumento da satisfação do cidadão
•Aumento da confiança na administração pública
•Crescimento econômico
•Maior transparência nas leis
•Participação dos cidadãos, especialmente de grupos vulneráveis, nos diálogos de políticas públicas

Benefícios para a Gestão Pública
•Capacidade de coleta e análise eficiente de dados, resultando em decisões mais inteligentes
•Prestação de contas simplificada
•Maior satisfação dos servidores públicos
•Maior segurança e integridade de dados e informações
•Maior eficiência energética e benefícios ambientais positivos
•Redução de risco
•Aumento de receitas e justiça tributária (detecção de fraudes, coleta de impostos, entre outros)

Um governo digital pleno irá restabelecer o elo de confiança com o cidadão, gerando maior credibilidade nas políticas públicas e, consequentemente, interesse no envolvimento da gestão de sua cidade, de seu Estado e do seu País.

* VP de Desenvolvimento de Negócios e Sócio da Doxa Advisers

 

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Quanto tempo para decidir comprar um produto online?

Desde que a internet se tornou algo popular, lá no final do século passado, o hábito online de compras tem se espalhado entre os consumidores. As pessoas compram de tudo e os varejistas querem sempre entender um pouco mais sobre comportamentos e influências do comércio eletrônico. Graças à tecnologia, isso tem sido cada vez mais fácil. A captura de informações e dados sobre a jornada do consumidor tem evoluído e o conhecimento sobre as relações comerciais na rede é cada vez maior.

Entender o comportamento do e-consumidor, acompanhado do processo de compra em si, é uma das chaves para o sucesso do varejo online. As atitudes variam de acordo com o público, o produto em vista, características sociais e hábitos regionais. Por exemplo, o tempo para aquisição de um produto on-line pode ser muito diferente em cada parte do mundo.

Para se ter uma ideia, enquanto na maioria dos países os consumidores levam cerca de 1 hora para comprar roupas, na França são necessárias pelo menos 4 horas – observado como o tempo mais longo nessa categoria. Na contramão desta realidade está a Eslováquia, visto como o país mais rápido quando o assunto é consumo fashion, com aquisições realizadas em menos de 20 minutos, desde o primeiro clique até a decisão final.

Os resultados aparecem em um levantamento da vitrine virtual UmSóLugar, que desenvolveu uma pesquisa envolvendo 13 diferentes países: Alemanha, Brasil, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, República Checa e Suécia.

Entender o comportamento do e-consumidor, juntamente com o processo de compra em si, é uma das chaves para o sucesso do varejo online. Na verdade, para melhorar a conversão do comércio eletrônico, o primeiro passo, sem dúvidas é reunir informações sobre perfil de seus consumidores. Uma das várias métricas utilizadas para esse tipo de informação é o tempo necessário para concluir o processo de transação, ou seja, o número de minutos, horas e dias gastos por este público para concluir uma compra.

Brasileiros
No Brasil, antes do consumo de fashion ou mobiliário, aparece como destaque a procura por eletrônicos. A pesquisa Webshoppers 2016, apresentada pela Ebit no início deste ano, apontou que o produto Celular/Smartphone foi o mais escolhido como opção de compra, com 26% da preferência dos consumidores online, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Mesmo estando no topo da lista de produtos adquiridos online, o levantamento mostra que somente 15% dos consumidores fizeram a escolha imediata do aparelho comprado. Em média, nota-se que 42% dos compradores demoraram até uma semana para a escolha do artigo ideal e outros 42%, mais de duas semanas.

Tais dados comprovam que quanto maior o valor agregado do produto, maior é a necessidade de pesquisar e buscar o melhor custo-benefício, principalmente diante do incerto cenário político-econômico atual do país, que obriga o consumidor a assumir um perfil mais conservador e ponderar com atenção redobrada o que deve ser levado para casa.

 

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Ford faz duelo de preço do novo Ecosport com os concorrentes

A Ford, no lançamento de sua nova Ecosport em Recife, fez um duelo de preços com todos os seus concorrentes!

E aí, o que acharam? A comparação é válida? Deixe seu comentário!

 

 

 

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Adobe matará o Flash em 2020

Foram anos de travamentos, vulnerabilidades e desgosto por parte dos usuários, mas o conhecido e polêmico programa que é alicerce para animações e vídeos parece ter seu fim decretado finalmente. A Adobe decidiu colocar uma data limite para tirar o Flash da vida on line. E será em 2020.

Apesar de útil e bem disseminado entre designers, o Flash sempre apresentou problemas de travamento, incompatibilidades e vulnerabilidades que atormentavam usuários e colocavam informações pessoais em risco. Os principais navegadores do momento: Chrome, Microsoft Edge e Safari já bloqueiam o Flash e algumas empresas, como a Apple, tem pressionado a criadora do programa para que uma solução fosse apresentada.

Sem ter muito por onde melhorar a plataforma, a Adobe decidiu encerrar o Flash. O suporte será retirado aos poucos e valerá para todas as versões. A data limite para a vida do Flash será 2020. “Vamos parar de atualizar e distribuir o Flash Player no final de 2020 e incentivar criadores de conteúdo a migrar para esses novos formatos abertos ”, explica um porta-voz da Adobe.

Até a data fatídica, a empresa promete se manter empenhada em resolver os problemas do Flash. Algo que fica cada vez menos trabalhoso. A Microsoft já anunciou que irá bloquear o programa por padrão em 2019 no navegador Edge e Internet Explorer. O Google também tem um programa de eliminar o Flash aos poucos. A Mozilla, dona do Firefox, é outra que não quer saber mais da famosa plataforma e pretende aumentar seu plano de tornar o funcionamento facultativo, pela escolha dos usuários.

Substituto
O mais provável substituto para o Flash é o padrão HTML5, que já está implantado nos navegadores mais famosos. Vários sites mais modernos também aderiram a essa nova tecnologia. Com um futuro promissor pela frente, o HTML5 ainda traz outra vantagem. Ele exige menos dos processadores. Com isso, a vida útil de baterias de dispositivos móveis é aumentada.

A importância do Flash é inegável na era da internet. O programa se tornou famoso no começo dos anos 2000, com o avanço do navegador Internet Explorer e de sites com animações e jogos simples. Em 2006, a fabricante da plataforma, a Macromedia, foi comprada pela Adobe.

Foram mais alguns anos de sucesso. Porém, as vulnerabilidades se tornaram constantes. Os buracos, principalmente no player, que podem ser usados por hackers vinham causando cada vez mais estragos e isso se tornou um problema que vinha arranhando a imagem da própria Adobe.

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Maioria dos produtores rurais usa smartphone para acessar web

O universo do agronegócio no Brasil tem vivido uma ampla e profunda transformação nas últimas décadas. Cada vez mais distante dos velhos estereótipos, o pequeno produtor rural está se modernizando, incorporando novas tecnologias e mudando o modo de gerenciar os rumos do seu negócio. É isso o que revela uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae. Quase a totalidade dos produtores rurais (96%) usa telefones celulares e uma quantidade significativa deles utiliza smartphone para acessar a Internet.

A pesquisa “Tecnologia da Informação no Agronegócio” identificou que 71% dos donos de microempresas rurais e 85% dos proprietários de empresas de pequeno porte no campo, usam smartphones para acessar a web. Esse resultado é expressivo se for considerado que o acesso médio da população brasileira à Internet por meio de aparelhos celulares é de 62% (segundo o Google Consumer Barometer).

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a pesquisa confirma a necessidade de investimentos no meio rural, de modo a aumentar o acesso dos produtores às Tecnologias da Informação. “No mundo atual, onde o pequeno produtor precisa agregar valor ao seu trabalho e se diferenciar do restante do mercado, o acesso aos instrumentos digitais é algo fundamental para a conquista de novos públicos consumidores e para elevar o nível de competitividade do negócio”, comenta Afif.

A pesquisa do Sebrae ouviu 4.467 produtores rurais, entre 29 de março e 12 de abril, nas 27 unidades da Federação. Os dados revelaram que os produtores fazem uso restrito da Internet, seja para transações comerciais ou para divulgação, em grande parte por conta da dificuldade de acesso ou da má qualidade da conexão: 6% dos produtores já fizeram alguma compra pela Internet, 4% já usaram a Web para efetuar vendas e 16% dos empreendimentos rurais possuem página na Internet ou perfil nas Redes Sociais.

Quanto ao tema da gestão, apesar de 70% dos empreendedores já praticarem o gerenciamento administrativo e financeiro dos seus negócios rurais, apenas ¼ dos produtores fazem isso por meio de ferramentas digitais de gestão. Entretanto, a maior parte deles (64% dos entrevistados) informou que utilizariam esses recursos para gerenciar suas empresas se eles estivessem disponíveis.

Dificuldade
Segundo a pesquisa do Sebrae, 58% dos empresários rurais que informaram não utilizar a conexão de internet móvel dizem que não o fazem, predominantemente, porque não há provedor/sinal em sua região. A dificuldade de acesso também foi a justificativa apresentada pela maioria dos produtores (64%) que não usam tecnologias digitais para a gestão do negócio. “Garantir o acesso dos pequenos produtores rurais à Internet é, não somente, assegurar um direito, mas também uma forma de atrair os jovens de volta para o campo e aumentar a renda desses empreendimentos por meio dos ganhos diretos e indiretos proporcionados pelo uso dessas tecnologias”, destaca o presidente do Sebrae.

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Webedia anuncia aquisição do Hypeness

O site Hypeness, muito popular entre os usuários por conta de sua criatividade e inovação, é o mais novo integrante do portfólio de verticais da Webedia. A multinacional francesa de mídia assume o controle em negociação realizada com os sócios e fundadores Emerson Viegas, Jaqueline Barbosa e Rafael Rosa. Renato Paiva, vice-presidente Comercial e de Marketing da Webedia, afirma que o principal atrativo para o grupo nesta operação foi a perspectiva de sinergia da Webedia com o mercado publicitário, compondo a estratégia 360º do grupo. “Além do Hypeness ser hoje uma marca consolidada, um ícone de produção de conteúdo e uma entidade influenciadora no mercado publicitário, temos a facilidade em levá-lo a um próximo nível quando o conectamos com as nossas unidades de negócios transversais: produção de vídeos digitais, agenciamento de influenciadores com a Digital Stars e Brand Publishing” afirma Renato Paiva. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

O executivo destaca que a aquisição é um dos pontos altos do ciclo de investimentos da Webedia previstos para o Brasil em 2017. “O Hypeness sem dúvida coroa a estratégia deste ano para ampliar nossa presença no Brasil, compondo as melhores estruturas para atender o mercado publicitário”, complementa o VP da empresa. A Webedia é o maior grupo de verticais da América Latina, tendo no Brasil os líderes de audiência em suas temáticas como o Adorocinema, TudoGostoso, IGN, Purepeople, PureBreak além do Minha Vida, líder no segmento de saúde; e incorporado em março deste ano.

Rafael Rosa, sócio/co-criador permanecerá como sócio e diretor-geral do Hypeness e será integrado ao time comercial comandado por Renato Paiva. Para não perder a filosofia nômade digital, a equipe poderá tanto utilizar a sede da Webedia em São Paulo como manter a dinâmica flexível trabalhando em qualquer lugar do mundo. “O objetivo disso é manter a energia que hoje existe no Hypeness”, afirma Rafael Rosa. O modelo de negócios do Hypeness, hoje composto por publicidade alinhada ao conteúdo com curadoria da equipe, tem como principais clientes Samsung, LG, Toyota, Peugeot, Ford, Grupo Heineken, Grupo Ambev, Netflix, HBO, Canon, Natura, O Boticário, Pernod Ricard e Diageo.

Feliz com o desfecho das negociações, que começou no período da SXSW de 2016, o co-fundador do Hypeness lembra do início do projeto em 2010 com apenas três pessoas produzindo conteúdo. “Com o tempo, o site foi crescendo, ganhou autoridade e respeito graças a um time muito engajado. Chegamos em um momento que para continuar crescendo, a gente precisava da ajuda de um parceiro que acreditasse nesse mesmo sonho e tivesse a estrutura para impulsionar esse crescimento. Encontramos na Webedia o parceiro ideal para levar esse projeto ao próximo nível”, conta Rafael Rosa.

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Alexandre Tunes é novo Country Sales Manager da InterSystems

A InterSystems, líder global em Tecnologia de Informação para Saúde, está reforçando sua operação no Brasil com a nomeação do executivo Alexandre Tunes para o cargo de Country Sales Manager no país.

Alexandre Tunes é engenheiro de telecomunicações com pós-graduação em Gestão e Marketing. Com 20 anos de experiência em empresas de tecnologia da informação, como SAS Institute, SAP e Oracle. Na InterSystems já atuava como gerente de vendas para Data Plataforma.

Na nova função, Tunes se reportará diretamente ao diretor -eral da InterSystems para a América Latina, Carlos Eduardo Nogueira. “As mudanças que estamos anunciando darão ainda mais força para a nossa operação brasileira”, destaca Nogueira.

 

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Rede de supermercados lança aplicativo para melhorar a experiência de compra de seus usuários

O Supemercado Now anunciou o lançamento de seu aplicativo, que tem o objetivo de melhorar a experiência de compra dos usuários. Disponível em Android e iOS, o app permite que os consumidores realizem suas compras com apenas alguns cliques e recebam seus produtos de forma rápida e prática, com dia e hora marcada, ou dentro de duas horas. Com uma interface fácil e dinâmica, o app permite que seus usuários tenham acesso, de acordo com a sua geolocalização, aos produtos em destaque, promoções e lançamentos de todos os supermercados parceiros. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

Para a criação do app, a rede buscou entender o perfil dos compradores para desenvolver um layout que pudesse contemplar todas as necessidades de seus usuários e parceiros, como acesso rápido as categorias, forma de pagamento, entre outros.

“Buscamos sempre inovar e atender da melhor forma possível nossos clientes. Acredito que por meio do aplicativo, os usuários terão mais comodidade e facilidade para efetuar suas compras, além de se comunicar melhor com o personal shopper. Queremos concentrar todas as informações necessárias na palma da mão dos nossos usuários e proporcionar uma nova forma de acesso aos produtos”, explica Marco Zolet, CEO e sócio-fundador da Supermercado Now. “Alguns estudos nos mostraram que, em compras de alta recorrência como as de supermercado, o aplicativo facilita ainda mais o acesso a recompra, aumenta o engajamento do cliente com a solução e traz um novo canal de comunicação operacional e comercial”, finaliza Zolet.

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Telegram adota autodestruição de áudio e vídeo em nova versão

O app de mensagens Telegram, talvez o principal concorrente do Whatsapp lançou a versão 4.2 com novos recursos de privacidade, maior velocidade e novas ferramentas para fotos. A principal novidade é um cronômetro de autodestruição para qualquer foto ou vídeo compartilhado em chats privados.

Os usuários podem definir um período de tempo e a contagem regressiva começa no momento que o receptor abre a foto ou vídeo enviado. Quando o tempo se esgota, a mídia desaparece para sempre, como nos chats secretos. E, se o receptor tenta capturar a tela da mídia que será excluída, o usuário que a enviou é notificado imediatamente.

O app de mensagens baseado em cloud tem se destacado em privacidade desde que foi criado, em 2013, sendo um dos primeiros a adotar criptografia de ponta-a-ponta para todas as conversas e dando uma folga para usuários que querem se proteger do uso de suas informações para propaganda ou mesmo espionagem.

Tendo um bom conceito sobre privacidade, o aplicativo de origem russa (dos mesmos criadores da VK, maior rede social da Rússia) está agora querendo ganhar usuários que se acostumaram com recursos que facilitam selfies e criação de conteúdo para postagens. Nessa nova versão, algumas ferramentas foram redesenhadas e a adoção de CDNs (redes distribuídas de conteúdo) deixam tudo ainda mais rápido.

As CDNs são arquiteturas de redes que concedem privilégio a multimídia (especialmente fotos e vídeos). São usadas pela maioria das plataformas de streaming. O Telegram passará utilizar esse recurso para conteúdo postado em grandes canais (com 10 mil membros ou mais). Essa novidade resultará em um aumento significativo na velocidade de downloads de usuários do aplicativo em dezenas de milhões de vezes ao redor do mundo.

Imagens
Adotando a tendência de outros apps, a versão 4.2 deixa que usuários adicionem uma biografia aos seus perfis. Cada descritivo pode ter até 70 caracteres e qualquer pessoa que abrir o perfil poderá ler o texto. Isso deve facilitar a interação com supergrupos.

Novas ferramentas de edição de fotos também foram adicionadas e são necessários ainda menos cliques para dar efeito e tratar as fotos no app.

 

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