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Por que a inteligência artificial torna a área de Compras estratégica para as metas de ESG das empresas?

A Inteligência Artificial (IA) inaugurou uma nova era para os negócios



Por Florent Désidério *

A Inteligência Artificial (IA) inaugurou uma nova era para os negócios. O recurso já está cada vez mais presente no mercado corporativo, mas o que muitos gestores ainda não sabem é como essa tecnologia pode realizar melhores negociações de compras, otimizando o uso de recursos financeiros e ainda colaborando para alcançar suas metas de ESG – Environmental, Social and Corporate Governance, que são as métricas relacionadas a dados ambientais, sociais e de governança corporativa dentro das empresas.

A automatização dos processos de compras com sistemas avançados de procurement, aliados a soluções de IA, permite que os compradores executem tarefas complexas de maneira eficiente, com mais assertividade e agilidade. Isso porque os algoritmos oferecem automação, melhoram a produtividade, economia e, por consequência, compliance. Enquanto o sistema se ocupa de tarefas cotidianas como a verificação de notas e faturas, registros de transações, entre outras, os profissionais da área podem ficar livres para se concentrarem em outras atividades de maior valor e mais estratégicas para o negócio, como o desenvolvimento e homologação de novos fornecedores (multiplicidade de fornecimento).

A gestão estratégica de fornecedores impacta diretamente a área de compras de uma empresa e merece bastante atenção. Uma solução com Inteligência Artificial pode tornar os processos de compra mais eficientes, além de viabilizar a avaliação do desempenho dos fornecedores selecionados, tanto qualitativamente como quantitativamente, aprimorando negócios futuros.

Em alta
Em outra frente, os critérios de ESG são, cada vez mais, estratégicos para as empresas. Eles já são levados em consideração pelos investidores nas bolsas de valores e deverão nortear as decisões de compra de ações daqui para frente. Em setembro de 2020, a B3 (B3SA3) e a S&P Dow Jones lançaram o S&P/B3 Brasil ESG (SPBRESBP), índice que lista as empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. O que só reforça a importância das empresas se adequarem à nova realidade do mercado.

Pensando em cumprir os critérios de ESG, a solução escolhida pelo seu negócio deve permitir negociações com fornecedores locais, colaborando para a redução de emissão de CO² na atmosfera. Deve promover também a economia compartilhada, estimulando o fair trade e colocando em contato grandes e pequenos fornecedores de forma democrática.

CEO e diretora executiva da Nasdaq, Adena T. Friedman, já comentou que o ESG está se tornando peça central para a estratégia corporativa. Ainda assim, as companhias estão navegando por uma transição fragmentada e, muitas vezes manual, algo insustentável no longo prazo.

A tecnologia disponível já oferece ferramentas perfeitamente alinhadas às demandas das empresas para melhorar seus processos de compras e compliance. Quanto mais uma organização estiver de acordo com práticas sustentáveis, maior será o seu valor no mercado e, com isso, atrairá mais investidores.

* Por Florent Désidério é Fundador e CEO da Membran-i

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