Podcast – Como o 6G Transformará a Conectividade e a Comunicação Global

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Neste Podcast conversei com Paulo Sérgio Rufino Henrique, cientista brasileiro que está há anos envolvido com tecnologias de ponta no exterior, tendo trabalhado na implantação do 5G em vários setores da economia em diversos países e agora participa do desenvolvimento do 6G – a sexta geração de comunicação sem fio – desde seu início.

Falamos sobre os seguintes assuntos: quando o 6G estará disponível | Fase de Padronização | Prazos e Lançamento Comercial | Novas Capacidades e Casos de Uso | Velocidades significativamente mais rápidas | Latência extremamente baixa | Conectividade massiva de dispositivos – IoT (Internet das Coisas) em larga escala | Integração com Inteligência Artificial (IA) | Sustentabilidade e Eficiência Energética e desafios para sua implantação.

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Um caso de sucesso que você precisa conhecer

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Rodrigo Bocchi, CEO da Delfia, comprou em 2021 a empresa na qual era country manager aqui no Brasil, a Econocon, passou de 250 colaboradores e um faturamento de R$ 65 milhões para 490 colaboradores e previsão de faturamento de R$ 250 milhões em 2024.

Veja e ouça agora o Podcast para conhecer detalhes dessa operação e que esse caso de sucesso possa servir de inspiração para sua carreira.

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17% do total de ataques cibernéticos e vazamento de dados, até 2027, envolverão IA generativa

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Neste Podcast conversei com Leidivino Natal, CEO Global da Stefanini Cyber, empresa brasileira que pertence ao Grupo Stefanini, presente em mais de 40 países.

Falamos sobre os vários aspectos de segurança da informação, se ela é semelhante no mundo todo ou se no Brasil ela é diferente. Além disso, falamos também sobre IA – inteligência artificial – e como ela complica a segurança da informação.

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Seis tendências que vão revolucionar o Low-Code em 2025


Ricardo Recchi*

Um mundo digital exige soluções ágeis e inovadoras, capazes de atender à crescente demanda por eficiência, personalização e rapidez. Nesse cenário, o desenvolvimento Low-Code vem se destacando como uma abordagem promissora, sendo uma alternativa eficaz e acessível para a criação de software com menor esforço de codificação.

Considerando que o mercado global de tecnologia deve crescer de US$ 28,75 bilhões em 2024 para US$ 264,40 bilhões até 2032, de acordo com a Fortune Business Insights, o Low-Code passa a ser visto como um recurso mais do que necessário para atender à demanda de crescimento prevista.

O Low-Code não é apenas uma tendência, mas uma revolução no setor de TI. Para 2025, há seis tendências que serão impulsionadas por essa tecnologia, conforme elencadas abaixo.

1. Inteligência Artificial Generativa (GenIA) e Agentes de IA – Enquanto a incorporação da Inteligência Artificial (IA) em plataformas Low-Code automatiza a geração dos códigos, os Agentes de IA, criados a partir da Inteligência Artificial Generativa (GenIA), atuam de forma autônoma em processos de desenvolvimento, sugerindo melhorias, corrigindo erros em tempo real e aprimorando o desempenho das aplicações com base em padrões de uso.

2. Integração com DevOps – O DevOps é uma abordagem que combina desenvolvimento (Dev) e operações (Ops) para tornar o ciclo de vida do software mais ágil, eficiente e seguro. O objetivo é integrar equipes de desenvolvimento e operações de TI, eliminando silos e automatizando processos para acelerar entregas, reduzir erros e melhorar a qualidade das aplicações.

E a integração entre Low-Code e DevOps está se tornando essencial, pois com ferramentas automatizadas, é possível acelerar ciclos de desenvolvimento, testes e implantação, garantindo mais qualidade e segurança nos lançamentos. Além disso, a automação de pipelines reduz erros e melhora a eficiência operacional.

3. Aplicações empresariais sofisticadas – o poder de desenvolvimento do Low-Code vai além de aplicações transacionais ou processuais . As plataformas suportam projetos sofisticados, como, por exemplo, sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) personalizados, E-commerce, soluções empresariais de IoT (Internet of Things), WMS (Warehouse Management System) e soluções de BI (Business Intelligence). Isso torna o Low-Code uma opção viável até para projetos complexos, que antes dependiam exclusivamente de programação tradicional.

4. Segurança e conformidade normativa integradas – a segurança deixou de ser um complemento para se tornar um pilar essencial do desenvolvimento Low-Code. Algumas das principais inovações incluem verificação automática de vulnerabilidades; conformidade normativa incorporada desde a concepção do software; criptografia de dados por padrão; gestão de identidades e acessos simplificados.

5. Modernização de aplicações legadas e governança – atualizar sistemas legados sempre foi um desafio, mas o Low-Code simplifica esse processo. As plataformas Low-Code são projetadas para capturar e proteger o conhecimento das empresas e as características do software que elas necessitam em uma base de conhecimento independente da tecnologia. Com essa base de conhecimento, utilizando geradores de código, o software das empresas é criado e mantido.
 
Graças a essa estratégia de modelagem somada à geração, o código permanece atualizado com as últimas tecnologias e padrões. Essa longevidade significa que, como o código é gerado, ele nunca se transforma em código legado, pois pode ser atualizado com novos geradores para as últimas tecnologias, sendo um exemplo de como a governança pode ser integrada no ciclo de desenvolvimento.

6. Sustentabilidade no desenvolvimento – ao reduzir o tempo e os artefatos necessários para a criação de uma solução, a pegada de carbono, associada ao consumo de energia e aos recursos no ciclo de vida do sistema, também é reduzida, o que contribui diretamente para a sustentabilidade e para a mitigação do risco climático e do impacto ambiental.

O desenvolvimento Low-Code, com sua capacidade de acelerar a criação de software e reduzir custos, está remodelando a forma como as empresas desenvolvem soluções tecnológicas. As tendências de 2025, impulsionadas pela Inteligência Artificial Generativa e por desenvolvimentos colaborativos, demandam por aplicações empresariais mais sofisticadas, segurança reforçada e foco na sustentabilidade.

Esse movimento consolida o Low-Code como uma solução indispensável para empresas que buscam inovação e agilidade em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. O futuro do Low-Code é promissor e seguirá moldando a forma como criamos e utilizamos software nos próximos anos.

*Ricardo Recchi regional manager Brasil, Portugal e Cabo Verde da Genexus by Globant



A unificação de dados e voz: o futuro das Telecomunicações


por Emerson Carrijo*

Estamos à beira de uma revolução no setor de Telecomunicações. A unificação de dados, voz e outros serviços promete transformar profundamente a forma como nos conectamos e consumimos tecnologia. Essa convergência, impulsionada por avanços como a computação em nuvem, o 5G e a modernização das infraestruturas, é mais do que uma inovação técnica: é um marco na maneira como pensamos a comunicação.

Historicamente, os serviços de Telecomunicações foram estruturados de forma compartimentada. As operadoras ofereciam pacotes distintos para dados móveis, ligações e mensagens de texto, com cobranças separadas e regras específicas para cada modalidade. Esse modelo, embora funcional em seu tempo, tornou-se incompatível com as necessidades e expectativas do consumidor moderno, que busca simplicidade, eficiência e integração.
 

A unificação de dados e voz é mais do que uma tendência tecnológica, é uma transformação inevitável. Atualmente não falamos mais de minutos, gigabytes ou SMS como entidades separadas. Em vez disso, todos esses elementos estarão integrados em um único sistema, entregue por meio de uma infraestrutura unificada e com um modelo de cobrança simplificado.
 
Essa mudança representa um marco importante para o setor, mas também um desafio para os consumidores e as empresas que precisam se adaptar a essa nova realidade.

A unificação traz consigo uma promessa de eficiência. Para as operadoras, a gestão de uma infraestrutura única é mais econômica e permite otimizar recursos. Para os consumidores, a experiência torna-se mais intuitiva e menos burocrática. Não haverá mais necessidade de monitorar diferentes limites ou pacotes. Tudo estará integrado, simplificando a vida do usuário.

Além disso, a adoção de plataformas em nuvem, como as já oferecidas por algumas empresas, exemplifica o potencial dessa integração. Essas plataformas não apenas consolidam serviços, mas também oferecem flexibilidade e escalabilidade, permitindo que novos recursos sejam adicionados sem interrupções.

Reflexões sobre o futuro da Comunicação
Ao olharmos para o futuro, é importante considerar como essa unificação mudará a forma como percebemos a comunicação. A distinção entre dados e voz, tão presente em nossas vidas até agora, será substituída por uma visão holística, onde o foco não estará mais no meio utilizado, mas na experiência proporcionada.

Essa mudança também traz questões sobre como as operadoras e os reguladores adaptarão seus modelos de negócio e políticas. No Brasil, a Anatel já discute maneiras de regulamentar essa convergência, um passo essencial para garantir que a transição seja benéfica para todos.

E a chegada do 5G desempenha um papel central nesse cenário. Com maior capacidade de transmissão e menor latência, essa tecnologia oferece a infraestrutura necessária para integrar serviços de alta demanda de dados e voz. O 5G não é apenas uma melhoria incremental; é a base para um novo paradigma de comunicação, onde a unificação será o padrão.

A unificação de dados e voz não é apenas uma tendência passageira; é o futuro das telecomunicações. Estamos diante de uma mudança estrutural que redefinirá o setor, aproximando consumidores e empresas de uma conectividade mais eficiente e integrada.

O desafio agora é garantir que essa transição seja inclusiva e equilibrada, promovendo inovação sem comprometer a acessibilidade. A comunicação, afinal, deve ser um direito universal, e a unificação é um passo importante nessa direção.
 *Emerson Carrijo, CEO da C&M Executive



IA não é mais um projeto somente de tecnologia

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Neste Podcast conversei com Edgar Macari, Diretor Analista do Gartner Brasil, sobre IA – Inteligência Artificial – e as conclusões foram surpreendentes.

Uma delas: as corporações brasileiras estão dentro da média global de adoção e implantação de IA.

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Herança digital: um patrimônio valioso a ser sucedido


por João Vitor Rocha Mendes*

Em um mundo cada vez mais interconectado e digitalizado, o conceito de herança vai além dos bens tangíveis, como imóveis, veículos ou investimentos financeiros. A denominada herança digital tem adquirido relevância crescente, especialmente no contexto empresarial, onde o patrimônio digital de uma organização pode se revelar um de seus ativos mais valiosos. Este conceito abrange informações, dados, contas online, registros de domínios, redes sociais e até mesmo criptomoedas, todos com um valor significativo para os negócios, o que não pode ser deixado de lado.

A herança digital refere-se ao conjunto de ativos digitais pertencentes a uma pessoa ou a uma empresa, que devem ser transmitidos aos herdeiros ou sucessores em caso de falecimento ou incapacidade. No contexto empresarial, esses ativos digitais podem abranger: sites e domínios de internet; redes sociais e perfis corporativos; arquivos digitais e registros financeiros; criptomoedas e carteiras digitais; sistemas e bancos de dados da empresa; contas de e-mail corporativo.

Mas, esses ativos, muitas vezes, não são considerados no planejamento sucessório tradicional, o que pode gerar problemas caso não haja uma gestão adequada da herança digital.

Com o crescente avanço do comércio eletrônico, do marketing digital e das operações empresariais fundamentadas em tecnologia, a herança digital emergiu como um componente crucial do patrimônio de uma organização. A perda de controle sobre tais ativos pode acarretar consequências desastrosas para os negócios, comprometendo a continuidade das operações, a segurança das informações e, até mesmo, a reputação da empresa, tornando-se, então, de grande relevância para as corporações.

A ausência de um planejamento sucessório adequado para a herança digital pode acarretar uma série de riscos para a empresa, muitos dos quais têm o potencial de comprometer diretamente a continuidade das operações. Entre os principais riscos, destacam-se:

  1. Perda de acesso a ativos digitais cruciais
    Na carência de um planejamento sucessório bem delineado, os herdeiros ou sucessores podem se deparar com dificuldades para acessar contas digitais essenciais ao funcionamento da empresa. Por exemplo, no caso de falecimento de um dos sócios, a carência de registros adequados contendo senhas e acessos para plataformas de pagamento ou sistemas de gestão de clientes pode resultar em interrupções nas operações da organização.
  2. Conflitos familiares e societários
    A omissão ao elaborar um plano claro de sucessão digital pode dar origem a disputas entre familiares ou sócios, especialmente no que diz respeito à divisão de ativos digitais de grande valor, como domínios de internet ou criptomoedas. Esses conflitos podem culminar em prolongadas batalhas legais, prejudicando a reputação da empresa e comprometendo a confiança de investidores e parceiros comerciais.
  3. Exposição a riscos de segurança
    A falta de controle sobre ativos digitais após o falecimento de um empresário pode gerar vulnerabilidades de segurança. Por exemplo, na ausência de uma transferência adequada de acessos a sistemas críticos, os dados podem ficar expostos a vazamentos ou ataques cibernéticos, comprometendo informações sensíveis e colocando em perigo a reputação da empresa.
  4. Perda de valor econômico de ativos digitais
    A falta de planejamento sucessório para ativos digitais pode também resultar na desvalorização desses bens. Sem uma transferência ordenada e legalmente reconhecida, uma empresa pode perder a oportunidade de explorar o valor econômico de seus ativos digitais, como a venda de um domínio altamente valorizado ou a utilização de dados valiosos de clientes.

E como planejar a herança digital empresarial? Bom, o primeiro passo no planejamento da herança digital é a criação de um inventário abrangente de todos os ativos digitais da empresa. Esse inventário deve incluir senhas e acessos a contas digitais (e-mail corporativo, redes sociais, contas bancárias online); registros de domínios de internet, sites e outras propriedades digitais; dados financeiros e registros de transações, especialmente se envolverem criptomoedas; softwares e propriedade intelectual digital desenvolvidos pela empresa. Além disso, o inventário deve ser constantemente atualizado e armazenado de forma segura, com acesso limitado a pessoas de confiança, garantindo que as informações permaneçam protegidas e valorizadas.

O próximo passo é definir um plano de sucessão digital bem estruturado, estabelecendo de forma clara quem assumirá o controle e a responsabilidade pelos ativos digitais da empresa, caso ocorra o falecimento ou a incapacidade de um sócio ou executivo. Este plano deve especificar, entre outros aspectos, quem terá acesso às contas e aos dados digitais; como os ativos digitais serão protegidos e transferidos; como o valor dos ativos digitais será avaliado e distribuído entre os herdeiros ou sucessores.

A contratação de advogados especializados em direito digital e planejamento sucessório também é imprescindível para garantir que a herança digital seja transmitida de acordo com a legislação aplicável. O profissional qualificado pode auxiliar na elaboração de um testamento digital, estabelecendo diretrizes claras sobre a gestão dos ativos digitais da empresa, além de fornecer a orientação necessária quanto aos procedimentos legais para a transferência desses bens aos sucessores. Tal abordagem assegura a proteção e administração adequada do patrimônio digital da empresa, mitigando riscos e prevenindo conflitos futuros.

A adoção de ferramentas de gestão de senhas e de armazenamento seguro de dados é uma recomendação valiosa para assegurar que informações confidenciais sejam devidamente protegidas e possam ser acessadas com facilidade pelos sucessores. Tais instrumentos garantem que o acesso a essas informações seja restrito unicamente às pessoas autorizadas, assegurando a máxima segurança.

A herança digital empresarial tornou-se uma questão imprescindível para as empresas contemporâneas, que cada vez mais dependem de ativos digitais em suas operações. Na ausência de um planejamento sucessório adequado, esses ativos podem ser perdidos ou mal administrados, gerando riscos jurídicos, financeiros e operacionais. Para proteger o patrimônio digital e assegurar a continuidade dos negócios, é fundamental elaborar um inventário digital detalhado, estabelecer um plano de sucessão claro e contar com o auxílio de profissionais especializados. Prepare já sua empresa para o futuro!

*João Vitor Rocha Mendes é estagiário do Montalvão & Souza Lima Advocacia de Negócios sob supervisão do advogado Pedro Curi.



Podcast – Como comunidades de tecnologias impulsionam a carreira profissional


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Neste Podcast conversei com Rochael Ribeiro Filho, Gerente de pré-vendas da InterSystems e o responsável por administrar uma das mais importantes comunidades globais de profissionais de tecnologia do mercado.

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Saiba como o mercado de eletrônicos está evoluindo com a IA


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Neste Podcast conversei com Décio Farias, gerente de vendas para o Cone Sul da MediaTek, empresa chinesa produtora de microprocessadores.

Conversamos  sobre como a IA – Inteligência Artificial – está cada vez mais presente nos microprocessadores que são o coração nos smartphones, carros conectados, casas conectadas, IoT – a Internet das Coisas – etc.
Falamos também sobre a tecnologia Wi-Fi 6 Ghz, que já está disponível nos aparelhos mais modernos e da 7 Ghz, que está começando a chegar ao mercado e deve impactar bastante a conexão de aparelhos sem fio.

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17% da população brasileira tem medo de ser trocada por IA, aponta pesquisa

A NordVPN, provedora de soluções de privacidade e segurança digital, acaba de anunciar os resultados da mais recente pesquisa sobre os impactos da Inteligência Artificial (IA) e chatbots, destacando diferenças significativas no uso e percepção dessas tecnologias entre diferentes gerações no Brasil.  

A pesquisa revela que 17% da população brasileira teme ser substituída no emprego pela inteligência artificial, além disso, 27% acreditam que essa tecnologia está se desenvolvendo rápido demais. De acordo com o levantamento, 35% dos entrevistados estão se educando sobre IA para se adaptar melhor no futuro, enquanto 24% usam regularmente chatbots de IA para assistência durante tempo livre e no ambiente de trabalho. Além disso, 13% recorrem à IA para suporte educacional, em escolas e universidades, e 23% já utilizaram IA generativa para criar imagens.  

Apesar da crescente adoção, muitos brasileiros têm preocupações sobre a rapidez com que a IA está evoluindo. O estudo indica que, no geral, 27% temem que a IA esteja se desenvolvendo muito rápido, enquanto 21% se frustram com o uso de chatbots por empresas no atendimento ao cliente. Além disso, 27% evitam compartilhar dados sensíveis com IA devido à falta de confiança, e 4% dos entrevistados afirmaram ter sido vítimas de golpes envolvendo IA.  

Em relação a outros países analisados na pesquisa, como Alemanha, Itália e Japão, o Brasil se destaca pela maior taxa de utilização frequente de IA. No país, 42% dos usuários que utilizam IA ao menos uma vez por semana o fazem para assistência no tempo livre, contra 38% na Alemanha e 31% na Itália. Além disso, 47% dos brasileiros utilizam IA regularmente no ambiente de trabalho, superando significativamente a média global, e 26% recorrem à IA para fins educacionais, enquanto no Japão esse número é de apenas 14%.  

A pesquisa também indicou que os brasileiros estão relativamente confiantes e têm capacidade de identificar imagens geradas por IA, com 18% acreditando que conseguiriam identificar deepfakes, percentual acima da média global. No entanto, o medo de fraudes persiste: 25% das mulheres brasileiras que utilizam IA frequentemente declaram evitar compartilhar informações sensíveis devido à falta de confiança na tecnologia.  

O estudo identificou ainda que homens demonstram maior frequência no uso de IA generativa para criar imagens (29%) em comparação com mulheres (17%). Outro dado interessante é que a população integrante da Geração Z busca menos informações sobre IA que os mais velhos da Geração Boomer, sendo que pesquisa revelou que apenas 27% dos usuários da Geração Z tenta se informar sobre IA, contra 47% dos Boomers. Pessoas com altos rendimentos estão mais propensas a utilizar IA para gerar imagens (32%) e interagir com chatbots no trabalho (34%). Profissionais de nível gerencial apresentam maior uso de chatbots durante tempo livre (32%) em comparação com outros grupos profissionais (20%).  

“O crescimento do uso da inteligência artificial no Brasil é impressionante e reflete uma tendência global de digitalização acelerada. No entanto, a pesquisa mostra que a segurança e a privacidade ainda são preocupações significativas para os usuários. É essencial que empresas e governos colaborem para criar um ambiente digital mais seguro, garantindo que as inovações tecnológicas beneficiem a todos sem comprometer a proteção dos dados pessoais.”, disse Madu Melo, Country Manager Brasil na NordVPN. 



16 Bilhões de Senhas Expostas: O Que Você Precisa Saber

Pesquisadores do portal internacional Cybernews identificaram o maior vazamento de credenciais da história: mais de 16 bilhões de registros contendo logins e senhas foram encontrados em cerca de 30 bancos de dados diferentes. O material inclui dados recentes, possivelmente obtidos por diferentes malwares, e reúne acessos a plataformas como Apple, Google, Facebook, Telegram, GitHub e até serviços governamentais. Segundo os especialistas, parte dos registros pode estar relacionada a falantes de português — o que levanta a suspeita de que milhões de brasileiros estejam entre os atingidos.

Para Eduardo Nery, especialista em cibersegurança, os riscos são imensos e exigem uma resposta urgente de usuários, empresas e governos. “Se a informação é o novo petróleo, acabamos de testemunhar o maior derramamento da história. Estamos falando de senhas ativas, organizadas e prontas para serem exploradas por cibe criminosos ao redor do mundo”, afirma Nery.

Ele reforça ainda que os dados não são apenas reciclados de incidentes antigos, mas registros atualizados que podem abrir portas para extorsões, fraudes financeiras e roubo de identidade. “O crime cibernético nunca teve um arsenal tão poderoso. Dados atualizados, sensíveis e prontos para serem explorados. Isso coloca todos em risco: do cidadão comum aos governos e grandes empresas”, alerta.

De acordo com Eduardo, CEO da Every Cybersecurity, a exposição de senhas em larga escala transforma a privacidade em um desafio imediato. “Privacidade não é mais um direito futuro. É uma emergência do presente. A sua vida inteira pode estar exposta na darkweb: e-mail, redes sociais, contas bancárias, serviços públicos. A sua privacidade virou mercadoria”.

O especialista recomenda que os usuários tomem medidas imediatas, como trocar senhas imediatamente, evitar repetições, ativar autenticação em dois fatores, revisar permissões de aplicativos e monitorar sinais de invasão. “O maior erro agora é achar que esse problema não te atinge. Se você está on-line, você está vulnerável”, ressalta.



Podcast – Falta de profissionais de Tecnologia é crescente, apesar da alta oferta de cursos


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Neste Podcast conversei com Guilherme Junqueira, CEO da startup Gama Academy, escola formadora de profissionais de Tecnologia que também emprega seus alunos no mercado de trabalho.

Ele dá uma verdadeira aula sobre esse mercado que, pode parecer um problema brasileiro, mas na verdade é um problema mundial.

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Podcast – Empresas criam canal de denúncia sobre assédios, corrupção e outras demandas. Veja agora.


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Neste Podcast conversei com Thiago Cordeiro França, CEO da Proethic, uma empresa de compliance, ou conformidade em português, para o mercado corporativo.

Ela atua em diversas frentes, como denúncias sobre assédio sexual, moral, corrupção e tudo que envolver casos fora de um padrão corporativo aceitável.

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Podcast – Vida Moderna e Witec disponibilizam estúdio para o mercado

A Editora VideoPress, detentora do Portal Vida Moderna e a empresa integradora de tecnologia Witec inauguraram um estúdio para a produção de Podcasts no dia 01 de julho de 2022, que já está disponível para o mercado.

Veja e/ou escute da maneira tradicional o Podcast com Guido Orlando Jr, CEO da Editora VideoPress e diretor de conteúdo e editor do Portal Vida Moderna e Marco Lagoa, CEO da Witec.

Nós batemos um papo bem descontraído onde contamos como o estúdio foi colocado em operação em apenas 15 dias e o que pretendemos realizar com ele a partir de sua inauguração.

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Podcast no estúdio
Veja o primeiro Podcast produzido no estúdio


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Podcast – Conheça uma Startup de TV via streaming, a Soul TV


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Neste Podcast conversei com Ricardo Godoy, CEO e fundador da Soul TV, que vai contar tudo sobre TV pos Streaming.

Para você ter ideia do crescimento desse mercado, a Nielsen, em parceria com a MetaX, revela que 61% dos brasileiros têm smart TV, e que para 51% deles, a smart TV é o dispositivo preferido para assistir a serviços de streamings.

O estudo que foi realizado com 1.151 usuários de todo Brasil, ainda mostra que 70% utilizam o celular como uma segunda tela enquanto assistem a conteúdos nas TVs conectadas. Além disso, o tempo médio gasto com essa atividade passa de duas horas por dia.
 
Como o streaming está mudando o comportamento dos brasileiros? Quais ferramentas esse serviço ainda pode nos oferecer?

E fique sabendo também como acessar a Soul TV e baixar para seu celular ou tablet.

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Podcast – Aos 31 anos de idade ele tem uma empresa que faturou R$ 100 milhões em 2023


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Neste Podcast conversei com Gabriel Paiva, um investidor de apenas 31 anos que está acelerando mais de 10 startups de tecnologia somando 15 milhões de reais já aplicados em empresas como Digibee, 123 Projetei, EasyJur, InvestidoresVC, uMode, BeUni, Minimal, Lize, Origem Motos e Kovi.

Em 2020, fundou a Dfense Security, empresa na qual é CEO e em que está trabalhando para tornar um verdadeiro hub de segurança da informação com soluções que agregam diversos fabricantes e plataformas. Em termos de faturamento a empresa alcançou o faturamento de 60 milhões no ano passado e deve fechar 2023 com 100 milhões.

Recentemente, Paiva lançou ao mercado a ZenoX AI, empresa que nasce de uma plataforma de Inteligência Artificial Generativa para resolver problemas complexos em diversas vertentes do mercado como Segurança Cibernética, Varejo, Marketing, Comunicação, etc.




Metaverso: “Realidade Real” e Realidade Virtual se encontram e surge um universo desconhecido.


Durante o Futurecom 2022, evento de telecomunicações que aconteceu na cidade de São Paulo, um dos palestrantes foi Matthew Roberts, Head of Customer Marketing para as Américas da Amdocs, uma empresa americana de tecnologia.

Sua palestra foi sobre Metaverso e após sua apresentação fui convidado para conversar com ele sobre essa onda que vem invadindo as redes sociais e que todo mundo pensa que é uma exclusividade do Facebook, mas não é bem assim.

Na verdade, existem vários “metaversos” espalhados pela Internet que levam a várias interpretações para o que efetivamente é Metaverso.

Na opinião de Matthew, “ele é o modo mais imersivo que podemos interagir com a Internet”.

Neste texto que produzi sobre nossa conversa, que foi ampla e aberta, peguei ideias que ele compartilhou, coloquei outras minhas e em nenhum momento existem “achismos” e sim conclusões plausíveis sobre esse mercado que, pelo que tudo indica, está demorando muito para decolar.

O Metaverso
Mas afinal o que ele é? Em três palavras que dão muito o que falar e escrever, ele é colaborativo, descentralizado e um sistema aberto.

Algumas pessoas o confundem com RV – Realidade Virtual -, RA – Realidade Aumentada – ou até mesmo holografia e é possível combinar esse mundo virtual com o mundo real para obter uma Realidade Estendida.

Um exemplo disso são os óculos de realidade aumentada em um show, onde as pessoas podem ter informações virtuais que não teriam sem eles. É nesse ponto que a coexistência entre o mundo virtual e o real podem coexistir.

O Facebook não é o criador nem possui o Metaverso com exclusividade e ele simplesmente saiu na frente dos competidores com um marketing imersivo e fincou bandeiras em pontos estratégicos do mercado.

Usuários
Os primeiros usuários do Metaverso, ou que utilizarão realidade aumentada, serão provavelmente as empresas em um ambiente B2B, educação imersiva, cuidados médicos imersivos, automação de manufatura e outros mercados, que exemplifico mais abaixo.

Já o público alvo é uma geração fora da curva que está sempre em busca de algo novo e novas sensações. Ela é classificada como Geração Alpha, surgiu em 2010, é digitalmente nativa e nasceu com a mobilidade consolidada, ao contrário de sua geração anterior.

Além disso, o universo das mídias sociais praticamente nasceu junto com essa geração e é um universo totalmente natural para ela, bem diferente de como vemos.

Essa geração também consegue integrar os dois mundos facilmente, pois pedem para seus responsáveis comprarem uma camiseta para seu avatar no Metaverso e outra igual no mundo real e isso movimenta a economia.

“Nossa geração não gasta
R$ 100,00 em uma camiseta
virtual no Metaverso,
não faz sentido. Mas para a
geração Alpha sim”, diz Matthew

Perigos do Metaverso
O Metaverso pode ser considerado uma terra de ninguém, mas não é bem assim. Vamos supor que lá eu tenha um carro esporte e eu ande a mais de 200 Km/h em uma rodovia virtual em que o limite é de 120Kh/h. Certamente meu avatar irá levar uma multa real de um determinado valor e essa conta poderá ser debitada do meu cartão de crédito real.

Aí entra uma outra questão fundamental: quem ou quais órgãos irão regular as leis e punições no Metaverso? O que será permitido e não permitido? Será possível expressar livremente opiniões ou os algoritmos serão escritos de maneira a cercear pensamentos? Haverá policiamento ideológico, como acontece nas redes sociais hoje?

O mais perigoso é o vício pela virtualidade.  Existe sim o perigo de uma pessoa real começar a passar mais tempo através do seu avatar no mundo virtual, pois certamente ele será muito mais legal do que a realidade.

Outro fator de risco é que, assim como na vida real, o mundo virtual não para quando você sai dele. As coisas continuam acontecendo, seus conhecidos e amizades virtuais lá dentro continuam a interagir com outros avatares e isso pode causar ansiedade na sua vida aqui fora, pois a sensação de possíveis perdas lá no outro mundo fará com que você queira voltar para ele o mais rápido possível.

Exagero? Absolutamente não. Na verdade, isso já acontece em uma escala minúscula se comparada com o que poderá ocorrer com o Metaverso.  Você deve conhecer alguém que não para de acessar as redes sociais – seja ela qual for -, pois acha que está perdendo informações e fatos importantes. Tente bloquear o acesso às redes sociais dessa pessoa por algumas horas e você verá que sua reação será assustadora.

Se formos pensar friamente, a pandemia pode ter sido um ensaio para a virtualidade do Metaverso, pois o isolamento social fez com que as pessoas, impossibilitadas de interagir socialmente, utilizassem as conexões remotas para comemorar aniversários, jantar com amigos cada um em suas casas e até assistir e interagir virtualmente com shows.

5G
Essa tecnologia irá tornar o Metaveso mais fluido e imersivo, pois a latência da conexão será praticamente inexistente para quem tem uma boa conexão. Isso deverá impulsionar o mercado de games e esportes dentro da plataforma e esse é um setor da economia que dever ter um avanço considerável, pois realmente irá transformar para melhor a experiência do usuário.

Mercados e modelos de negócios no Metaverso
Para citar alguns exemplos, os mercados com possibilidade de sucesso no Mataverso são:

Varejo – O mercado de vestuário é forte candidato a ter sucesso, pois seu avatar poderá ir a uma loja virtual, experimentar várias roupas, comprar a que achar melhor e mandar entregar no seu endereço físico. Você gosta da Macys em Nova Yorque mas não dá para ir até lá? Pelo Metaverso você pode andar pela loja toda, escolher o que quiser, experimentar uma roupa e pedir para entregar na sua casa aqui no Brasil.

 Entretenimento e esportes – Vai ter um show do seu artista favorito no Japão, você queria estar lá, mas não é possível. No Metaverso você compra um ingresso para seu avatar assistir, coloca os óculos e a imersão é total, como se estivesse lá. Da mesma forma, você adora Tênis e poderá assistir a final de Wimbledon como se estivesse presente, sem ter que ir para Londres, mas terá que comprar um ingresso.

Artes – Quer visitar o museu do Louvre, mas não tem dinheiro suficiente para ir para Paris ver a Monalisa? No Metaverso você consegue. Tudo bem que tem que pagar o ingresso do museu, mas esse gasto dá para encarar.

Turismo – Esse pode ser interessante, pois você pode visitar locais virtualmente antes de comprar passagens, estadias e alugar carros.

Comidas e bebidas – Esse é praticamente sem atrativo no Metaverso, pois você tem que consumir fisicamente e não faz o menor sentido você se conectar e colocar os óculos para escolher uma pizza, por exemplo. Um app resolve isso de maneira muito mais fácil.

Existem correntes que defendem que haverá interação entre o mundo real com o virtual através da realidade aumentada e esses mercados podem ser o de treinamento técnico, manutenção em geral, de máquinas, de automóveis etc.

Para finalizar, o grande entrave para que o Metaverso se popularize como o celular, por exemplo, é a questão dos óculos de realidade virtual que propiciam a tão sonhada imersão total.

O Facebook acaba de lançar o Quest 2 – anunciado em 2020 e lançado em 2022 – e custará nada menos do que US$ 1.499, ou cerca de R$ 7.800.

E isso me leva à conclusão de que além do Metaverso, o Quest 2 também é virtual, pois é praticamente inalcançável financeiramente para a maioria da população mundial, inclusive a americana.

Ah! Mais uma coisa: o peso dele na cabeça também não é nada virtual e cansa rapidinho quem usa, além de não permitir mobilidade.



Podcast – Antigamente o Marketing era de Guerrilha. Hoje ele é de Engajamento.


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Neste Podcast conversei com Guilherme Stefanini, CEO da Haus, agência digital que faz parte do Grupo Stefanini, uma das principais corporações brasileiras de tecnologia que está presente em mais de 40 países.

Curiosamente, a Haus não atende nenhuma empresa do grupo e para saber o motivo basta você ver ou ouvir este Podcast.

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Lançamento VideoTalks

Com a crescente demanda por informações relevantes e histórias inspiradoras, dois jornalistas experientes nos setores de tecnologia e automobilismo uniram suas forças para criar um novo canal de comunicação em vídeo: o VideoTalks.

Através de entrevistas descontraídas com executivos e especialistas, eles vão abordar regularmente temas relativos às inovações, tendências, tecnologia e negócios, telecomunicações e evolução automotiva, para que a audiência tenha uma visão diferenciada sobre os temas de interesse dos mais variados setores da economia e do mercado.

O conteúdo será em vídeo e veiculado em um canal no Youtube – além dos respectivos sites – e também por podcast, nas principais plataformas de áudio, como Spotyfy, iTunes (Apple Podcast), Deezer, Google Podcast, Android Podcast, TuneIn e outras.



IA perpetua preconceitos e ameaça o futuro do trabalho


por João Roncati*

Sob a promessa de eficiência e neutralidade, a Inteligência Artificial (IA) avança sobre decisões importantes, desde a aprovação de um empréstimo até a chance de conseguir um emprego. Empresas brasileiras, em busca de otimização, abraçam essa tecnologia: segundo o Gartner, mais de 60% das grandes corporações já a utilizam em seus processos de recrutamento e gestão de talentos. No entanto, por trás da fachada de imparcialidade, esconde-se um risco potencial: o de um preconceito invisível, codificado e automatizado.

O viés em sistemas de IA não nasce de uma má intenção, é um reflexo direto das informações que os alimentam. Algoritmos aprendem a partir de dados históricos e, se eles estão impregnados pelos preconceitos estruturais da nossa sociedade, a IA não apenas os reproduzirá, mas os ampliará em uma escala industrial. É um espelho que não só reflete, mas distorce e amplifica nossas piores falhas.

Esses preconceitos se manifestam de formas sutis e devastadoras. Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) alerta que algoritmos tendem a favorecer candidatos com nomes associados a grupos historicamente privilegiados. O caso da Amazon, nos Estados Unidos, que precisou descontinuar seu sistema de recrutamento ao descobrir que ele penalizava currículos com a palavra “feminino”, é um exemplo emblemático. O software, treinado com dados de uma década de contratações majoritariamente masculinas, aprendeu a ser machista.

No Brasil, a realidade não é diferente. Uma pesquisa da FGV revelou que 57% das empresas brasileiras admitem sofrer com o viés de dados, e 61% de seus executivos temem danos à reputação. São sistemas que excluem pessoas por sotaques, faculdade ou até mesmo pelo bairro onde moram. Critérios ocultos que, como aponta a pesquisa da USP, reduzem a diversidade e desumanizam os processos seletivos.

Como mitigar os riscos
As consequências desse viés são as piores possíveis. Para o indivíduo, é a negação de oportunidades de emprego, crédito e crescimento profissional com base em marcadores de identidade.

Já para as empresas, além do risco iminente de processos e multas, há a perda de talentos. A marca que se vende como moderna e inclusiva pode ser desmascarada como uma organização que utiliza “robôs preconceituosos”, um dano de imagem quase irreparável.

O Ministério Público do Trabalho (MPT), em um denso relatório de 2022, já destacava a discriminação algorítmica como um dos principais riscos da IA nas relações de trabalho, ao lado da violação de direitos fundamentais. E a questão não é se a discriminação acontece, mas como podemos combatê-la. Mitigar esses riscos exige um esforço consciente e multifacetado, como:

● Auditoria e transparência: Realizar auditorias constantes nos algoritmos para identificar e corrigir vieses. As empresas devem ser capazes de explicar por que uma decisão foi tomada.

● Diversidade nos dados e nas equipes: Garantir que os dados de treinamento sejam representativos da diversidade da população. Equipes de desenvolvimento plurais são capazes de identificar preconceitos inconscientes.

● Supervisão humana: Manter um ser humano no ciclo de decisões críticas, especialmente naquelas que podem ter um impacto significativo na vida das pessoas. A tecnologia deve ser uma ferramenta de apoio, não o juiz final.

A Inteligência Artificial é uma ferramenta muito útil, mas não resolve todos os problemas de uma vez só. Se não formos proativos na construção de uma IA ética e justa, corremos o risco de criar um futuro onde a discriminação não é apenas um ato humano, mas um sistema automatizado, impessoal e implacável. E essa é uma falha que não poderemos simplesmente deletar.

*João Roncati é CEO da People+Strategy



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