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Dia do Orgulho Geek: Como comemorar em tempos de quarentena

Dia do orgulho geek

Você se considera um geek? Dependendo da época ou contexto que é feita a pergunta, pode ser interpretada de diferentes maneiras. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para muitas pessoas, essa palavra está relacionada com aquela imagem de jovem universitário, com óculos, gravata, cabelo bagunçado e extremamente concentrado em frente a um computador. Em busca de quebrar esse estereótipo, o Dia Nacional do Orgulho Geek – comemorado em 25 de maio – veio para mostrar a força que o movimento geek vêm desenvolvendo no decorrer dos anos.

Em comemoração à essa data e pela grande representatividade que o conteúdo geek tem entre crianças e jovens, a Staedtler do Brasil está promovendo duas ações especiais.

A primeira será no Instagram da marca, que disponibilizará no dia 25 de maio uma caixa de perguntas nos stories convidando os seguidores a enviar uma situação engraçada que o seu personagem geek favorito pode estar fazendo na quarentena. O objetivo é soltar a imaginação e falar sobre situações rotineiras, que – muitas vezes – não são relacionadas aos personagens.

Na segunda ação, a multinacional convida todas as pessoas a criarem ilustrações de crianças brincando com o seu personagem favorito, sejam eles super heróis, vilões, animes, entre muitos outros. “A proposta é mostrar o quanto esses personagens podem ajudar a soltar a criatividade e imaginação, e isso não diz respeito apenas as crianças e jovens , mas – até mesmo – os adultos.

O mundo vem pedindo cada vez mais criatividade em todas as áreas”, explica Heloísa Agostini, analista de marketing da Staedtler Brasil. “Ser geek é uma cultura muito respeitada e que tem milhões de seguidores espalhados pelo mundo”, completa.

Celebrações em casa
Segundo Juliana Rett, gerente de Marketing da Staedtler Brasil, a quarentena é um problema e impactou as atividades da empresa, porém conseguiram remanejar algumas peças para manter o mercado nacional abastecido.

“Nós acreditamos que é muito importante cuidar do emocional diante dessa pandemia, por conta disso, disponibilizamos atividades em nossa plataforma virtual para toda a família, e também para os profissionais. Além disso, estamos realizando doações para a comunidade local, com a entrega de material de colorir às famílias com crianças e à Casa de Apoio à Criança que perderam o vínculo familiar. Por saber que muitas delas não tem acesso a atividades online, buscamos o Fundo de Solidariedade da região para alcançar e ajudar as crianças de nossa comunidade”, diz.

 

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PODCAST – Como o mercado de franquias está enfrentando a Covid-19?

 

Como o mercado de franquias está enfrentando a Covid-19?

Antonio Moreira Leite, Vice Presidente da ABF, a Associação Brasileira de Franchising, fala neste Podcast como franqueadores, franqueados e a própria entidade estão enfrentando a crise sanitária pela qual estamos passando.

Tom Leite, como é conhecido no mercado, também é Presidente do Grupo Trigo e franqueador. Viu um de seus negócios, a rede Spoleto, ter uma queda de mais de 70% no faturamento, isso na primeira semana de abril.

Ele se mostra bastante confiante com as ações que a ABF vem tomando para enfrentar esse momento difícil para os negócios, diz que a crise acelerou a Transformação Digital em cinco anos e que as empresas que já vinham se transformando digitalmente terão mais chance de sobreviver quando tudo isso passar.

Ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe nas suas redes sociais.

 

PODCAST – O Brasil está perigosamente atrasado em ciência de dados

O Brasil está perigosamente
atrasado em ciência de dados

Diego Senise é cofundador e diretor de Data Tech da ILUMEO Data Science Company, que presta serviço de consultoria e desenvolvimento de projetos que visam extrair dos altos volumes de dados das empresas informações que vão ajuda-las a tornar seus negócios mais estratégicos e lucrativos.

A importância desse negócio é tanta, que a frase “Dados são o novo petróleo”, criada por Clive Humby, um matemático londrino especializado em ciência de dados, em tempos de Covid-19 ganhou um novo patamar e nunca foi tão real.

Que a pandemia escancarou globalmente a fragilidade do real conhecimento dos dados sobre o número de infectados para facilitar o combate ao coronavírus, principalmente no Brasil, ninguém pode negar.

Segundo Senise, ainda é um mercado que carece muito de profissionais capazes de extrair dos big datas espalhados pelo mundo informações consistentes que irão realmente mudar os negócios e ajudar a sociedade.

E o cenário no Brasil não é animador, pois além de termos uma formação deficiente em cientistas de dados, os que se sobressaem estão sendo contratados por empresas do exterior e, acredite, sem terem que sair do Brasil, mas ganhando em dólares.

Para entender o que está acontecendo, ouça agora este Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

 

PODCAST – Por que uma Android TV faz a diferença? Saiba agora.

 

Por que uma Android TV faz a diferença? Saiba agora.

Neste podcast João Rezende, Gerente de Produto da SEMP TCL, fala sobre as vantagens de uma TV com sistema operacional Android, que está instalado em todos os modelos recentes da TCL desde uma 32 polegadas.

Além de ser muito mais intuitivo para o usuário do que os sistemas operacionais proprietários de outras marcas, ele possibilita facilmente conectividade com outros dispositivos como smartphone, tablet, notebooks, lâmpadas e tomadas inteligentes etc.  em uma casa conectada, por exemplo.

 

Ouça agora o Podcast, deixe seu comentário, seu LIKE e compartilhe em suas redes sociais.

 

Engenheiros reformulam projeto de máscara de proteção para profissionais de saúde

Com o avanço da Covid-19 no Brasil, muitos engenheiros têm colocado em prática técnicas que podem ajudar no tratamento da doença de alguma forma. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Dois deles, Guilherme Custódio e Giovanni Piffer, resolveram reprojetar um modelo de máscara para profissionais de saúde, a partir de um projeto open source disponível em comunidades de impressão e modelagem 3D.

Para isso contaram com a tecnologia: usaram o software Autodesk Fusion 360, que pode ser manipulado por meio da nuvem e assim evitar o contato físico na fase de projeto.

“O Fusion é a única ferramenta que estamos utilizando para projetar as máscaras. Ele nos permitiu testar diversas iterações de projeto e atingir uma redução de 75% no tempo de produção de cada máscara, em comparação com o primeiro projeto utilizado pelo grupo”, afirma Guilherme.

O modelo de máscara produzido atualmente foi baseado em um projeto criado no Reino Unido para fabricação em larga escala em impressoras de grande porte.

A partir deste modelo, foram feitas alterações em diversos aspectos da geometria das peças com objetivos específicos, tais como: ajuste de espessura; aumento do encosto da testa para mais conforto do usuário; ajuste do ângulo de curvatura do escudo de acetato do produto, o que eliminou a necessidade de uma peça extra e melhora dos suportes para elástico e pinos de fixação, o que tornou a montagem mais rápida.

“Sendo assim, o projeto original, que demorava cerca de 3 horas para cada máscara ficar totalmente pronta, agora leva cerca de 45min, uma redução de 75% no tempo de fabricação, incluindo impressão e montagem, além de redução de 30% de material utilizado em cada unidade”, atesta Giovanni.

Os engenheiros estão arcando com os custos de material, logística e energia sozinhos e a meta é produzir 200 máscaras até o final de maio.

Deste total, 60 já foram entregues para dois hospitais em São Paulo (Incor e Hospital São Paulo). Assim que atingirem a meta inicial, eles pretendem aumentar a produção conforme sua capacidade de produção.

“Este projeto foi desde início pensado para doação. Não imaginamos a comercialização, mas uma forma de sanar os danos que o atual momento tem apresentado, especialmente para profissionais da saúde”, concluem os engenheiros.

 

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Empresários iniciam Campanha Mundial de Inclusão Digital

trabalho em casa

O Brasil está passando por um momento difícil, com a quarentena muitos estabelecimentos tiveram que ser fechados, afetando cerca de 2,5 milhões de empresas no varejo tradicional, entre microempresas, companhias de pequeno porte e outros, de acordo com pesquisas divulgadas pelo SEBRAE. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Tendo em vista essa situação econômica, uma das poucas formas de conseguir se manter perante a esse cenário é sendo incluído dentro do mundo digital, com sites, e-commerce e divulgação. Mas a pergunta é, como conseguir esse espaço em um ambiente tão concorrido?

Foi pensando nisso que os empresários Daniel Wege e Thiago Galeno decidiram abrir uma oportunidade, para auxiliar de forma gratuita microempresários locais. “Pensamos em tomar um atitude, não queremos que essas pessoas sejam prejudicadas e tenham seus negócios gravemente afetados a ponto de terem que fechar. Estamos propondo uma solução, uma forma de escape por meio da tecnologia”, afirmou Daniel.

A Campanha Mundial de Inclusão Digital propõe que no site da agência, os donos de negócios locais possam se cadastrar para ganhar algumas ferramentas gratuitas, como site já com domínio, cartão de visita virtual e ainda participar de uma palestra sobre negócios locais com dicas de como alavancar as vendas em meio a crise.

Os empresários locais podem economizar até R$1.000 e conseguir se destacar em seu segmento.

Com isso, os donos de negócios locais terão presença online e ainda participarão de um grupo exclusivo com empresários e cliente para assim, divulgar seu produto ou serviço e fazer com que eles comprem.

Essa campanha está em nível mundial, pois empresários de outros países estão colaborando com a campanha. “Atualmente, no Brasil existem 20 milhões de empresas abertas, porém somente quatro milhões de sites registrados. Queremos conseguir até o próximo mês que um milhão de sites sejam criados para esses donos de pequenas empresas”, explicou Thiago.

O projeto conta com ajuda de mais de 30 empresários em todo o país, que juntos já impactaram milhares de negócios, destacando de forma orgânica o site deles, trazendo mobilidade e oportunidade para eles.

Além disso, se você gostaria de ajudar, mas não possui seu próprio empreendimento, eles também disponibilizaram o cadastro para a pessoa se torna um consultor júnior de marketing digital para negócios locais. Dessa forma, será possível fazer parte do time da campanha e ajudar outros pequenos empresários com dicas e ferramentas online que irão fazer o trabalho deles serem mais reconhecidos.

 

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PAC-MAN comemora 40 anos recriado por inteligência artificial (veja o trailer!)

Que tal matar a saudade do jogo PAC-MAN com personagens mais inteligentes? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Pesquisadores da NVIDIA fizeram a IA NVIDIA GameGAN “assistir” a 50 mil partidas de PAC-MAN para que ela recriasse o jogo sem acesso à engine original.

O resultado foi uma versão fiel ao clássico dos fliperamas, feita por uma máquina.

Veja o trailer:

A GameGAN é a primeira rede neural do mundo a imitar um motor gráfico de jogo usando redes generativas adversariais (ou GANs). Tratam-se de duas redes neurais que competem entre si, uma geradora e uma discriminadora, e que são especializadas em criar um conteúdo indistinto de um exemplo original.

Outro exemplo de GAN é a NVIDIA GauGAN, um modelo de deep learning que transforma com facilidade esboços inacabados em obras-primas fotorrealistas.

A rede está sendo desenvolvida para acelerar o processo criativo de desenvolvedores de games, já que pode criar automaticamente layouts para novos jogos. Pesquisadores de IA também podem utilizá-la para desenvolver simulações para treinar máquinas autônomas, de forma a aprenderem as regras de um ambiente sem interagir com o mundo real.

A versão de PAC-MAN recriada como homenagem pela GameGAN poderá ser jogada ainda este ano no AI Playground.

 

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Descodificando os algoritmos da soja brasileira

Por Cintia Leitão de Souza *

Ela brilha e é a estrela da vez no cenário nacional tão conturbado por questões político econômicas e de saúde pública. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A soja, ou “o soja”, como ouvimos habitualmente no campo, alça o país ao topo do pódio dos gigantes da agricultura. Talvez, o novo petróleo brasileiro.

Nos negócios, dizem que o novo petróleo do mundo, são os dados. Seja pela capacidade de geração de valor exponencial a que são capazes através de suas conexões, seja pela transparência das informações que geram e o manuseio delas em tempo real. Afinal, qual a correlação entre dados, algoritmos e a soja?

Para o Brasil, sem sombra de dúvida, o novo petróleo vem do campo, das mãos de milhões de agricultores brasileiros que lutam em meio às incertezas com afinco e disciplina. A estrela das oportunidades em um mundo cheio de restrições e retrações.

É a soja quem representa um papel fundamental na cadeia alimentar e é responsável pela produção das proteínas, do início ao fim da cadeia, serve para a alimentação de humanos e animas.

A soja brasileira, bate recordes históricos nesta safra 2019/2020. Segundo previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), deve bater a casa de 126 milhões de toneladas quando terminar em agosto deste ano. Um feito implacável! Esta produção alça novamente o país ao posto de líder da produção mundial deste tipo de cultivo.

Porém, não estamos dizendo que os dados sejam menos importantes que a soja. Muito pelo contrário, o que defendemos aqui é que os dados e a soja, devem andar de mãos dadas, devem ser totalmente conectados. Juntos, eles levarão o país à uma robustez estratégica internacional inédita, através de análises e gestão de dados que nos tornarão muito mais competitivos.

Usamos dados e biotecnologia para alcançar os mais altos patamares de produtividade de nossas lavouras, agora chegou a vez de nos tornarmos experts em gestão de custos, trava de preços, uso de ferramentas financeiras como o barter e, principalmente, nos tornarmos os melhores negociantes globais.

Em meio a tantas incertezas este é o momento de capturar valor. Em uma atualidade controversa como a que vivemos, onde os cenários não se desenham com a facilidade ou linearidade de antes, sejam eles pessoais, de saúde pública, político ou econômico, ter a segurança da informação correta nas mãos, é vital.

Temos discutido vidas e economia. Vidas, geram a economia e a economia gera recursos para que se atue na manutenção das vidas. Intercaladas de alguma forma, sem juízo ou defesa de valor, ambas são norteadas pelas as informações. Informações estas que delineiam os passos certos, calculados, em cada esfera de nossa sociedade. Seja no Brasil ou no mundo.

O mundo todo está vulnerável, instável, vivemos no meandro das incertezas.  Mas as decisões não podem ser balizadas nelas. As decisões incertas podem nos direcionar a um mergulho sem volta. Nunca os dados e as informações tiveram tanto valor, sejam elas na gestão do nosso cotidiano, em nossas famílias, empresas ou no campo.

Analisar e tomar decisões baseadas em dados é questão de sobrevivência, por mais simples que elas sejam. Sejam para conter avanços de pandemias ou gerir restrições sociais. Este é o ponto central.

Vivemos um momento de pujança em nosso agronegócio, motivo para batermos no peito, nos enchermos de orgulho de sermos brasileiros. Sim, produzimos muito e muito bem! Entre tantos entraves, vencemos os gigantes da produção mundial.

O que me questiono neste momento incerto, é: o que estamos fazendo ou faremos com essa nossa safra recorde? Como estamos manejando nossas frotas, o carregamento dos grãos nos contêineres e caminhões?

Como calculamos os nossos custos da safra e nos planejamos para a próxima, diante de um cenário onde o dólar, o grande balizador dos preços de venda e dos custos deste cultivo, parece dançar em um ritmo alucinado? Onde iremos parar nesta crise global?

Para onde iremos, ninguém sabe. Mas temos como saber de que forma podemos ter o controle de nossos negócios em nossas mãos para nos blindarmos dos tempos intempestivos que chegam como uma forte tormenta tropical. Temos que ter a segurança das informações em nossas mãos. Tomarmos as rédeas da situação que nos envolve. Esta responsabilidade é nossa.

Como estão as empresas e os agricultores que ainda não haviam sucumbido ao poder da gestão e da informação em tempo real? Os dados desorganizados nos levam ao efeito manada de correr para qualquer lugar em um momento de incerteza. Organizados, nos dão segurança e poder da melhor decisão.

Caros amigos do agronegócio, temos uma oportunidade única em nossas mãos. Somos novamente líderes globais. Vamos extrair o valor gerado pelo nosso novo petróleo. Este é o momento de colhermos os melhores resultados e nos planejarmos para colheitas de resultados ainda maiores e melhores.

Não vamos deixar essa oportunidade exponencial que se abriu diante de nós, escorrer por entre os dedos de nossas mãos.

 

* Cintia Leitão de Souza, Head de Agronegócio da Senior Sistemas

 

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Huawei Brasil anuncia novo CEO

Huawei

A Huawei Brasil anuncia nesta semana um novo executivo como CEO da empresa. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Sun Baocheng, que está no Brasil há seis anos, atuava como presidente do Carrier Business Group no país desde 2017. Formado em automação, Sun Baocheng está na Huawei desde 2005 – iniciou sua carreira na empresa na China, atuando como gerente geral e diretor de filiais em todo o país.

Ele substitui Yao Wei, que foi CEO da Huawei Brasil desde 2016. Yao Wei realizou grandes feitos em sua gestão: nesse período, a companhia implantou a primeira rede 4.5G no Brasil e lançou centenas de redes corporativas. Wei ainda trouxe a tecnologia de nuvem e as áreas de consumo e serviços da Huawei para o Brasil, tornando a companhia uma marca cada vez mais reconhecida no País.

Presente no País desde a implementação do 2G até o 4.5G, a Huawei tem cinco filiais nacionais – em São Paulo, Rio, Brasília, Recife e Curitiba, atuando conjuntamente com governos, empresas e instituições de ensino.

O pioneirismo da empresa também é contatado em tecnologias emergentes, como IoT, Big Data, AI, VR, que têm ajudado na transformação digital brasileira. Exemplos disso são suas várias soluções de Smart Cities, como o Smart City Innovation Center, um hub de pesquisa e desenvolvimento de soluções relacionadas a cidades inteligentes e Internet das Coisas (IoT) – uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

 

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Iniciativa regional vai fomentar a transformação digital na região do ABC em São Paulo

A Coalização ABC Digital – CABCD, primeira iniciativa regional para promover o desenvolvimento da Economia Digital nos Municípios do ABC Paulista, será lançada oficialmente em evento virtual nesta quinta feira. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Criada em julho/2019 por um grupo de 13 entidades, a CABCD foi criada como um braço na ajuda da implementação de forma mais rápida, eficaz e efetiva da E-Digital: Estratégia Brasileira para Transformação Digital, cuja previsão é adicionar US$ 115 bilhões ao PIB Brasileiro até 2023.

Deste valor, o potencial adicional ao PIB no Estado de São Paulo, é de US$ 35 bilhões, e na Região do ABC de US$ 1,5 bilhão.

Francisco Antonio Soeltl curador da Coalizão e CEO da MicroPower Global, explica que o propósito da CABCD é “fomentar projetos que contribuam com a operacionalização da E-Digital nos sete Municípios da Região do ABC: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, mobilizando neste sentido os agentes econômicos, públicos, e de fomento, bem como instituições de ensino e de capacitação profissional da região.

“Está no planejamento da CABCD que o seu Propósito se expanda para as principais regiões do Estado de São Paulo e do país”, destaca o executivo.

Atualmente compõem a CABCD 30 entidades, sendo: três universidades do ABC: FEI, IMT – Mauá e UFABC, entidades das áreas de RH e de tecnologia, bem como empresas consolidadas e startups.

Ações em curso
“Acreditamos que sem a participação das entidades e profissionais de RH, o Propósito da CABCD fica mais difícil de ser executado e alcançado. Nesse sentido, apostamos na realização de Webinars Pessoa 5.0 para disseminarmos e tratarmos do papel do novo RH 5.0, como protagonista da Transformação Digital”, afirma Ary Silveira Bueno, um dos curadores, fundador da ASPR Auditoria, Consultoria e Contabilidade e COO da Ew2health – Sinque, startup holandesa.

Pesquisa “Mapeamento de Demandas de Profissionais de TIC”
Objetivando atender as demandas nas profissões atuais e emergentes dos agentes econômicos e públicos, a CABCD está realizando pesquisa para mapear demandas por especialidades e as ofertas para a capacitação da Força de Trabalho Digital, para atender a Transformação Digital e contribuir com a operacionalização do Eixo Habilitador: Educação e Capacitação Profissional, da E-Digital.

“Desenvolvemos esta Pesquisa, que estamos aplicando em prol da Região do ABC, mas também de São Paulo e do Brasil”, afirma Roberto Ribeiro da Cruz, fundador e Presidente do Conselho Administrativo da Pixeon Soluções Hospitalares,  também curador da CABCD. “Usaremos os resultados para trabalharmos a capacitação de jovens em TIC, em especial os mais carentes e para ajudarmos na Transformação Digital das Pessoas 5.0, para atender as demandas da Indústria 4.0 e atender o novo Consumidor 5.0”, finaliza Ribeiro da Cruz.

A multinacional QLIK, com Eduardo Kfouri, suas soluções e especialistas, estão contribuindo nas análises e recortes da Pesquisa, com previsão de divulgação dos resultados até 29/05/2020.

Temas de discussão no evento

– Tendências Globais, Impactos da Transformação Digital no Mundo, Brasil e Região do ABC e a E-Digital
– Coalizão ABC Digital – CABCD
– Sensibilizar os Agentes Econômicos e Públicos quanto a importância e urgência da Transformação Digital
– Mapear demandas por especialidades, e as ofertas para a capacitação da Força de Trabalho, para atender a Transformação Digital
– Promover a aproximação entre as Indústrias, Universidades e as Startups da região
– Definir como apoiar as iniciativas de Transformação Digital dos Governos Municipais
– Compartilhar a experiência da CABCD para outras regiões do Estado de SP e do Brasil

Serviço

Cerimônia Virtual de Lançamento – Link para Inscrição abaixo

Dia 21 de maio de 2020

Das 16h às 17h

Para se registrar, clique aqui.

 

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CEOs temem se tornar a próxima grande brecha de segurança, revela pesquisa

Uso de antivírus

A Forcepoint, em parceria com o Wall Street Journal Intelligence, divulga hoje o C-Suite Report. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O relatório apresenta novas pesquisas sobre as prioridades de cibersegurança dos líderes empresariais globais, bem como disparidades crescentes na maneira como os CEOs e CISOs veem os mais eficazes caminho de segurança cibernética adiante.

A pesquisa global com 200 CEOs e CISOs de diversos setores, incluindo Assistências Médicas, Finanças e Varejo, entre outros, descobriu importantes fatores de cibersegurança e áreas de desconexão para líderes de negócios e segurança, incluindo a falta de uma estratégia contínua de cibersegurança para menos da metade de todos os CEOs entrevistados.

A pesquisa também identificou disparidades entre regiões geográficas na proteção de dados, bem como uma dicotomia na batalha entre aumento do risco e aumento da capacidade da tecnologia.

Principais conclusões do relatório
A maioria dos líderes (76%) está perdendo o sono com a perspectiva de se tornar a próxima brecha na segurança. Apesar disso, uma alta porcentagem (87%) acredita que sua equipe de segurança está sempre à frente das ameaças à segurança cibernética.

Essa disparidade é agravada pela crença de que a liderança sênior é cibernética e alfabetizada em dados (89%) e se concentra na cibersegurança como a principal prioridade organizacional (93%).

Estratégias de cibersegurança são vistas por 85% dos executivos como um dos principais impulsionadores da transformação digital, mas 66% reconhecem o aumento da exposição organizacional a ameaças cibernéticas devido à digitalização. Apenas 46% dos líderes revisam regularmente suas estratégias de segurança cibernética.

“Quando mais de 89% dos líderes acreditam que suas equipes estão mais cibernéticas do que nunca, não é surpreendente ouvir os executivos perdendo o sono devido à sua postura de cibersegurança hoje porque sabem que os riscos para seus negócios são tão altos”, disse Nicolas Fischbach, CTO global da Forcepoint.

“No momento em que a cibersegurança é mais estratégica para o crescimento dos negócios do que nunca, é hora de os líderes seniores de negócios e segurança reavaliarem sua estratégia de cibersegurança para uma que os permita sair da brecha. As empresas líderes entendem que as tecnologias baseadas em comportamento são o caminho moderno para a cibersegurança e as que acertam na cibersegurança hoje verão que esse será um diferencial competitivo essencial para seus negócios nos próximos anos”, finaliza.

Disparidades entre CEOs, CISOs e geografias globais
O relatório também destaca a disparidade entre como as empresas priorizam os principais elementos de segurança geograficamente. Proteger os dados do cliente é uma prioridade retumbante para os líderes nos EUA (62%) e na Europa (64%), enquanto na Ásia 61% dos líderes priorizam a proteção da PI organizacional sobre os dados do cliente.

Os fatores que influenciam esses resultados podem ser, em parte, pelas diferentes abordagens regulatórias da proteção de dados e privacidade, bem como a decisões legislativas recentes nos EUA e na Europa, como GDPR e CCPA.

Também existe uma clara divisão entre CEOs e CISOs na maneira como eles identificam o caminho certo para a cibersegurança em seus negócios. Os CEOs preferem ser proativos e focados no risco (58%), priorizando a manutenção da estabilidade dos negócios acima de tudo.

Enquanto mais da metade dos CISOs (54%) adotam uma abordagem mais reativa e orientada a incidentes para mitigar o cenário dinâmico de ameaças de cibersegurança de hoje.

A pesquisa também descobriu que, apesar de alegarem fadiga de fornecedor, as empresas usam mais de 50 fornecedores de segurança em média, com 62% relatando que desejam ainda mais.

No entanto, à medida que mais empresas começam a adotar as economias e os benefícios dos recursos convergentes de rede e segurança encontrados na emergente abordagem de arquitetura de segurança do Secure Access Service Edge (SASE), a necessidade de dezenas de fornecedores de segurança diminuirá com o tempo.

 

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Home Office: Confira dicas de equipamentos para potencializar o trabalho em casa

Priorizar tarefas, estabelecer pausas, criar uma rotina e ter organização são algumas das dicas essenciais para as pessoas que estão de Home Office. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Porém, sem os aparelhos eletrônicos adequados, manter a produtividade em casa seria algo impossível. “Notamos uma demanda crescente na procura por notebooks nos últimos dois meses por conta de as pessoas estarem trabalhando remotamente e buscando as melhores soluções para manter a produtividade. Em época de distanciamento social, observamos que a tecnologia se tornou fundamental para nos manter conectados”, explica Caroline Raimundo, Gerente de Marketing da Acer Brasil.

Segundo dado da Nielsen Brasil, a venda de notebooks no varejo cresceu 112,4% entre os dias 16 e 22 de março (começo da quarentena) no comparativo com a semana anterior.

Pensando nisso, listamos algumas dicas de equipamentos eletrônicos para quem deseja manter a produtividade mesmo trabalhando em casa.

Acompanhe:

Notebook
Os notebooks possuem grande poder computacional e é elemento indispensável para realização do trabalho remoto. Apostar em máquinas resistentes, com maior duração de bateria, novas gerações de processadores, armazenamento com SSD, placas de vídeo dedicada e medidas de segurança confiáveis é essencial para manter a produtividade durante o Home Office.

O mercado brasileiro oferece diversas opções para todos os perfis de público. A Acer, por exemplo, tem opções para todo tipo de atividades de trabalho, desde as mais simples como navegação e textos como as mais robustas como games, criação de conteúdos 3D e planilhas de alta complexidade.

Monitor
Para muitos profissionais ter uma segunda tela no home office pode auxiliar na sua produtividade. Monitores conectados ao notebook, por exemplo, ajudam a manter a postura correta durante o dia de trabalho. Além disso, os monitores possuem tecnologias que protegem os olhos e assim garantem um maior conforto visual e uma imersão em tarefas diárias do trabalho remoto.

Headset
Outro acessório fundamental e que vale a pena investir para realização do Home Office é o fone de ouvido com microfone. Como muitos profissionais terão que realizar videoconferências, o som ambiente pode prejudicar o andamento daquela reunião importante. Portanto, apostar em um headset que entrega conforto e durabilidade é essencial.

Mouse
O mouse é um acessório bastante importante para quem quer ter produtividade no Home Office. A utilização desse equipamento facilita, por exemplo, o manuseio de tarefas no computador como planilhas, apresentações e edições de textos.

Porém, na hora de investir em um mouse, é necessário apostar em modelos que ofereçam boa ergonomia, pois isso pode minimizar possíveis problemas à saúde. Além disso, apostar em modelos com mais DPIs (pontos por polegada) garantirá maior precisão do movimento do cursor na tela.

 

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Aprenda 5 hábitos indispensáveis para se proteger dos cibercrimes

Como sabemos, a maioria dos cibercriminosos está atrás da mesma coisa: dinheiro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para conseguir isso eles costumam agir de duas formas: diretamente, atacando contas bancárias, vendendo ações, reivindicando reembolso de impostos; ou indiretamente, procurando obter informações pessoais de usuários para, no final das contas, conseguir ainda mais dinheiro – como registros médicos, por exemplo.

Esses criminosos tendem a ser oportunistas, o que significa que estão a todo tempo procurando as pessoas mais fáceis para hackear, o que os exige menos tempo e recursos.

Ninguém quer ser vítima de crimes cibernéticos, porém muitas vezes se colocam em risco, mesmo sem saber, por conta do que fazem – ou deixam de fazer – online todos os dias. Garantir mais segurança e proteção na rede não requer muito tempo ou dinheiro, mas significa alterar alguns dos hábitos online mais comuns.

Para ajudar os usuários a tornarem-se menos “hackeáveis” e reduzir as chances de serem vítimas de um cibercrime, o LastPass separou 5 hábitos online que recomenda fazerem parte das rotinas diárias:

Ignore telefonemas desconhecidos
Bancos, Imposto de Renda, corretoras online, empresas de software respeitáveis…O que todas essas organizações têm em comum? Eles nunca ligam solicitando informações confidenciais, senhas ou pedindo para instalar softwares de segurança em dispositivos pessoais.

Se alguém está ligando insistentemente a respeito disso, é, com certeza uma fraude. Nestes casos, a melhor escolha é desligar o telefone, ou melhor ainda, sempre evitar atender ligações de números desconhecidos.

Mantenha os dispositivos limpos
Todos querem experimentar o novo jogo para smartphone ou baixar o aplicativo legal de produtividade que ouviram falar e, geralmente, com um pouco de pesquisa online, é possível confirmar se esses softwares são seguros e de empresas conceituadas.

Apesar disso, manter uma máquina limpa também significa verificar periodicamente os complementos ou extensões instaladas no navegador e desinstalar os que não são usados. O mesmo vale para aplicativos no smartphone. Também é importante fazer uma varredura antivírus e ao encontrar qualquer suspeita, limpar completamente o dispositivo.

Neste caso também convém entrar em contato com um técnico em computação para garantir que todos os traços de malware realmente desapareceram.

Mantenha um perfil online discreto
A mídia social é maravilhosa para acompanhar amigos, familiares e colegas próximos e distantes. Infelizmente, as pessoas também costumam exagerar no compartilhamento de informações. É preciso ter cuidado com o que é publicado e quando.

Publicar sobre uma viagem pode alertar ladrões de que a casa estará sozinha por uma semana, por exemplo. O ideal é também não compartilhar detalhes que possam ser usados para personificar dados, tornando possível que hackers adivinhem senhas pessoais, conheçam hábitos sociais, e muito mais.

É essencial ser seletivo na hora de aceitar o convite de amizade de outros usuários, e aproveitar as configurações de privacidade para manter o perfil protegido de estranhos.

Use senhas longas e aleatórias
Senhas fortes e únicas para todas as contas ajudarão a proteger os usuários contra o acesso não autorizado. Dessa forma, mesmo que um serviço online sofra uma violação de dados, essa senha vazada não permitirá que hackers façam login em outras contas online, talvez mais valiosas.

Gerenciadores de senhas são uma ótima opção, já que fornecem um local seguro para armazenar senhas e também podem gerar senhas fortes e preenchê-las automaticamente durante o login.

Ative a autenticação multifatorial
Uma defesa em camadas é uma defesa forte. A autenticação multifatorial (MFA) ou a autenticação de dois fatores (2FA) garante que, mesmo que uma senha seja roubada, alguém ainda não poderá fazer login na conta sem uma segunda informação.

Pode ser um código gerado a partir de um aplicativo no smartphone ou enviado em uma mensagem de texto. O MFA é amplamente compatível com mídias sociais, banco online, comércio eletrônico, email, gerenciamento financeiro e muito mais. É importante sempre conferir as configurações de contas pessoais e ativar o MFA quando possível.

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Kia Motors nomeia novo diretor comercial

Com a finalidade de fortalecer ainda mais o atendimento à rede de concessionárias e aperfeiçoar as equipes para uma retomada pós-pandemia, a Kia Motors do Brasil nomeia Anselmo Borgheti, 54 anos, para o cargo de diretor comercial, responsável pelas áreas de Vendas, Marketing e Planejamento de Rede. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Borgheti, formado em Engenharia Mecânica, iniciou sua carreira no setor automobilístico na Toyota do Brasil, onde permaneceu por 16 anos e, por 2 anos, esteve na matriz japonesa em Nagoya.

Responsável por áreas de Pós-Vendas e Comercial, adquiriu amplo conhecimento em Planejamento Estratégico e no lançamento de novos produtos. Durante os últimos 6 anos, Borgheti exerceu a função de diretor executivo comercial na Hyundai Caoa, respondendo nesse período por áreas como Vendas, Pós-Vendas, Marketing, Desenvolvimento de Rede.

Também ficou à frente de outras empresas do grupo.

“O objetivo, a partir de agora, é fortalecer as áreas comerciais, para que a Kia Motors, junto com sua rede de concessionárias, possam estar preparados para a retomada do mercado, consolidando sua completa linha de produtos no mercado brasileiro”, enfatiza Borgheti.

 

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PODCAST – Tireoide alterada é fator de risco para a COVID-19? Saiba agora.


Tireoide alterada é fator de risco
para a COVID-19? Saiba agora.

Quem tira esta dúvida é a Dra. Rosália Padovani, endocrinologista, formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais na área de câncer de tireoide.

Conversamos, além desse assunto, sobre essa glândula responsável por funções importantes do organismo que, quando apresenta alterações, pode causar desiquilíbrios que requerem atenção.

Falamos também sobre os tipos de câncer de tireoide, como ele pode ser detectado e quais os tratamentos disponíveis.


Ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

Serviço
Para entrar em contato com a Dra. Rosália Padovani, acesse seu site em www.rosaliapadovani.com.br
Lá você encontrará todas as informações sobre como e onde encontrá-la.

 

Madeira inicia retomada e libera viagens entre as principais ilhas do arquipélago

O Arquipélago da Madeira acaba de estabelecer um corredor seguro entre suas principais ilhas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A partir do dia 15 deste mês já estão livres das restrições e obrigatoriedade de quarentena os passageiros que viajam entre as ilhas da Madeira e Porto Santo, seja de avião ou barco, por decisão tomada pelo Conselho do Governo local.

Esta determinação só foi possível graças à evolução epidemiológica positiva em ambas as ilhas, onde já não existem contaminações ou casos novos de Covid-19. Porto Santo registrou apenas quatro casos da doença e já não possui nenhum infectado.

Já a Ilha da Madeira contabilizou 90 casos positivos, tendo 59 indivíduos já recuperados. Também não tiveram casos que necessitaram de cuidados intensivos ou registro de óbitos.

A abertura dos corredores marítimos e aéreos precede a reabertura da atividade econômica na Região Autônoma da Madeira. Desde o dia 10 de maio, os residentes de Porto Santo já foram liberados para frequentar a praia, realidade agora estendida aos madeirenses.

Esta é a primeira praia de Portugal a ser aberta ao público, embora ainda seguindo as restrições para contenção da pandemia da Covid-19, que exige o distanciamento social entre os frequentadores, não sendo permitidas aglomerações de pessoas na praia ou suas proximidades.

 

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Aprenda como fazer uma videochamada com o Google Meet

Agora, qualquer pessoa que tenha um e-mail pode fazer uma reunião de vídeo (com até 100 pessoas!) segura e de alta qualidade utilizando o Google Meet – e não é preciso ser cliente G Suite para isso. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A ferramenta gratuita do Google aceita reuniões de até 100 pessoas (antes o limite era 50 pessoas). Por conta da pandemia, não existe limite de tempo para ser utilizada, porém a partir de 30 de setembro o tempo limite será de uma hora por reunião.

Para começar a usar a ferramenta basta ter uma conta Google gratuita ou ainda criar a sua de graça. Ou seja: se você já tem uma conta (aquela com um endereço que termina com @gmail.com), pode acessar aqui e utilizar a plataforma – vamos explicar já como funciona.

Caso ainda não tenha uma conta Google gratuita, é possível criar rapidamente. Você só precisa ter um endereço de e-mail pessoal ou profissional (que é solicitado endereço como medida de segurança, e essa parte do processo deve ser feita uma única vez).

Existem várias formas de iniciar uma videoconferência. Por meio de um computador, acesse o link informado ou clique no link de videochamada que pode vir em um convite enviado pela Agenda Google. Não é necessário baixar nenhum arquivo. Em aparelhos móveis, como celulares com sistema operacional Android ou iOS, é preciso baixar o aplicativo do Google Meet.

Começar reuniões diretamente no Meet
O Google Meet pode ser acessado a partir de qualquer navegador. Depois de acessar o site, você logo vai ver a opção “Iniciar uma reunião”. Em seguida, dê um nome à reunião ou espere o Meet criar automaticamente um código seguro para a chamada por vídeo, composto por dez letras. Clique em “Continuar”.

Depois já é possível entrar na reunião e adicionar mais pessoas, de duas maneiras: “copiar informações sobre como participar”, que permite obter as informações da reunião e enviar para quem você quiser chamar, ou clicar em “Adic. pessoas” para convidar os participantes por e-mail.

Programar reuniões de vídeo na Agenda Google
É muito fácil programar chamas no Meet usando a Agenda Google. Basta clicar em “Criar” e chamar outras pessoas na aba “Adicionar convidados”. Depois de fazer isso, é preciso escolher a opção “Adicionar videoconferência do Google Meet” ou “Entrar com Google Meet”, e clicar em “Salvar”. Para encerrar, clique em “Enviar”. Com isso, os convidados automaticamente receberão um e-mail com um link e um número de acesso para a reunião.

Começar reuniões a partir do Gmail
Para iniciar uma chamada por vídeo usando o Gmail, vá até a barra lateral à esquerda e clique em “Iniciar uma reunião”, na seção reservada para o Meet. A seguir, uma janela do Meet abrirá, e você deve escolher se deseja participar usando microfone e câmera do computador – basta selecionar “Participar agora”.

Se preferir, você pode usar o microfone e o alto-falante do celular, clicando em “Participar e usar um telefone para falar e ouvir o áudio”.

Quando já estiver na reunião, você pode escolher uma das duas opções a seguir para adicionar participantes: copiar os dados de acesso e enviar para as outras pessoas o código da reunião ou “Adicionar participantes” colocando os endereços de e-mail dos convidados e em seguida enviando o convite.

Também é possível agendar reuniões de vídeo em smartphones com sistema operacional Android ou iOS a partir do aplicativo Agenda ou abrindo o Meet.

 

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Quer gravar podcasts? Entenda a importância de um bom microfone

De acordo com pesquisa conduzida pelo Ibope em 2019, dos 120 milhões de pessoas conectadas à internet hoje no Brasil, 40% já ouviram pelo menos um podcast. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os 40% de internautas correspondem a cerca de 50 milhões de pessoas familiarizadas com o podcast. É este o tamanho do mercado brasileiro para quem pretende se aventurar como podcaster, seja se lançando como influenciador digital, seja criando um podcast para sua empresa ou para qualquer outra finalidade.

De acordo com David Kadooka, especialista em desenvolvimento de mercado da Shure, a movimentação na direção do podcast no País acompanha uma tendência mundial. “É um novo conceito multimídia dinâmico, irreverente e eficiente, que agrada a todos os públicos”, afirma.

Para saber mais sobre como fazer um podcast, acesse o e-book (você pode baixá-lo gratuitamente aqui). O guia apresenta um capítulo sobre ambiente e equipamentos que contou com o apoio de David Kadooka, que também fez um webinar para Cássio Politti, fundador da Tracto, que escreveu o capítulo 4 com base nos ensinamentos do especialista da Shure.

Além disso, Kadooka dá dicas preciosas sobre a importância de um bom microfone no podcast. “É fundamental um bom microfone no podcast, pois qualquer gravação começa com uma boa captação, e o microfone é o primeiro da cadeia de sinal”, explica.

O especialista reforça também a importância do ambiente na hora de fazer a gravação: “Com um ambiente bem equilibrado é possível minimizar problemas na captação, como, por exemplo, cancelamentos de frequências fundamentais e reverberações. Com o isolamento acústico, todos os sons indesejados, como os vindos da rua ou de outros cômodos, não serão captados pelo microfone.”

Já em relação aos itens indispensáveis, Kadooka aponta microfone, cabo, dispositivo anti-puff, interface, computador ou celular para a gravação, fones ou caixas acústicas para a monitoração.

 

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O desafio do ensino superior frente as restrições de atividades presenciais

Por Richard Vasconcelos *

Com os casos confirmados do coronavírus ainda crescentes no Brasil e a severa restrição do funcionamento de negócios que provocam a aglomeração de pessoas, o setor da educação será um dos que precisarão se reinventar como modelo de negócios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A incerteza de como e quando se dará o desfecho desta pandemia coloca em xeque o ensino presencial e, cada vez mais, as instituições precisarão agregar valor ao ensino a distância para justificar, e conseguir manter, o valor das mensalidades.

Enquanto os cursos EAD conseguem manter uma mensalidade mais baixa, devido a ausência de custos fixos relacionados a uma estrutura presencial – como aluguel, manutenção, limpeza e contas de luz, água e gás – os negócios presenciais enfrentam um grande desafio para agregar valor ao aluno que optou por esta modalidade e paga a mais por isso.

Sem a possibilidade de oferecer a relação olho no olho com o professor e os colegas, a saída para evitar as solicitações de descontos na mensalidade, a transferência para um curso originalmente online ou até mesmo o interrompimento temporário da matrícula vai muito além do que digitalizar o presencial e investir em recursos tecnológicos.

Agora é hora de inovar para conseguir agregar valor ao conteúdo. Mas como fazer isso? A resposta está na mudança na metodologia de ensino e no investimento no sucesso do aluno.

Uma pesquisa realizada pela UCLA com 800 mil calouros indicou que 88% deles estavam na universidade para conseguir um emprego melhor. Isso indica que é  hora das instituições desenvolverem cursos que vão além de apenas entregar diploma, mas que entreguem, principalmente, o desenvolvimento profissional e a empregabilidade.

Se a instituição de ensino não tiver uma visão clara de seu valor e não oferecer extras aos alunos em tempos de pandemia, ela vai perder a sua renda do presencial para as opções online. Também é preciso assumir um olhar diferente para o novo ensinar.

Muitas vezes o aluno assiste a uma aula feita em estúdio, com duração entre duas e três horas, e depois responde a uma pergunta no fórum só para dizer que teve uma aprendizagem colaborativa. Este EAD como vemos hoje ainda é muito passivo. O ideal é desenvolver tarefas que estimulem o senso crítico do estudante, pois o maior desafio do ensino moderno é gerar raciocínio.

É hora de pensar não só na utilização de ferramentas que criem uma aproximação e colaboração entre alunos e professor, mas também incluir na grade curricular o desenvolvimento de soft skills, como a criatividade, o raciocínio crítico e a inteligência emocional, além de trazer conteúdos práticos que o mercado está demandando a partir do desenvolvimento de seminários voltados para o desenvolvimento de carreira, lives com profissionais de peso mostrando o seu conhecimento prático do mercado, conexão com empresas para a oferta de estágios e empregos bem como orientações sobre técnicas de entrevista e busca de oportunidades.

O fato é que a guinada nos formatos é fundamental para o aquecimento da economia e do fortalecimento do Brasil como player no cenário global. O momento atual é propício para repensar o formato de ensino e oferecer diferenciais que vão além do diploma.

Apesar do grande trabalho que esta mudança repentina provoca, os frutos podem ser permanentes, pois se continuarmos ensinando das mesmas formas do passado, teremos uma grande dificuldade em nos manter competitivos como país e os brasileiros terão mais dificuldades em conseguir emprego no futuro.

É hora de mudar, não só para reinventar os negócios em tempos de pandemia, mas para fazê-los crescer quando a crise passar.

 

* Richard Vasconcelos CEO da LEO Learning Brasil

 

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Conheça os melhores exercícios para relaxar nesta quarentena

Mais que estar em forma ou se movimentar, uma preocupação constante para quem enfrenta os desafios do isolamento social em tempos de pandemia é manter a saúde mental. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Por esse motivo, ao se exercitar em casa, uma opção interessante é optar por atividades que aliam exercício e relaxamento. Pérsio Schiapim, especializado em preparação física da Scelta Academia, explica que a serotonina e endorfina liberadas durante a prática de atividades físicas ajudam muito na parte emocional do nosso corpo, trazendo bem estar.

Com isso listamos as melhores atividades para praticar na segurança de casa que trazem benefícios além dos físicos. Segundo o profissional, a ideia é aliar os objetivos com os recursos disponíveis.

Confira:

Dança
Além de não exigir equipamentos específicos que são mais difíceis de encontrarmos em casa, a  dança é uma atividade extremamente desestressante. Diminui tensões, relaxa a musculatura, controla a ansiedade, estimula a capacidade cardíaca e aumenta a auto estima. Além disso é ótima para melhorar o equilíbrio.

Alongamento
Neste período de isolamento, é interessante fazer exercícios que usam o peso do próprio corpo, como é o caso do alongamento. A prática é uma ótima opção para o momento pois é indicada para redução das tensões do corpo e aumento da flexibilidade.

Meditação
Não é novidade que a meditação é uma prática excelente para a saúde mental em qualquer circunstância. Estudos apontam que, além de contribuir para a redução do stress e ansiedade, a prática é responsável por melhorar a função imunológica, auxiliar na qualidade do sono, memória e cognição. Em tempos de pandemia é uma aliada e tanto para o bem estar, especialmente psicológico.

Yoga
Essa é outra modalidade indicada para relaxamento na quarentena. A orientação é escolher as práticas que envolvem apenas movimentos corporais, sem o auxílio de equipamentos. Além de auxiliar na postura, condicionamento físico, a yoga auxilia no controle da pressão e batimentos cardíacos, ajudando no combate à ansiedade e o stress.

 

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