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O impacto da Internet das Coisas, do 5G e dos Vídeos sob demanda nas redes da América Latina

Por Andres Madero*

Não é surpresa que a internet esteja crescendo a uma taxa muito rápida e não se trata apenas do aumento no número de usuários da internet e na demanda por largura de banda, devido à transmissão constante de vídeos, mas também no número de aparelhos sendo conectados. Com a introdução das tecnologias como a Internet das Coisas, o número de aparelhos conectados simultaneamente à rede aumentará potencialmente, no mesmo ritmo ou até mesmo mais rápido do que o visto nos anos iniciais da era do aparelho celular. Enquanto a Internet das Coisas oferecer um mundo de possibilidades, ela proporcionará também uma imensa mudança tecnológica para o modelo de redes que possibilitarão o 5G e os fluxos de dados em alta velocidade. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

De que forma a Internet das Coisas impacta as Redes?
Para os iniciantes, os tipos de dados sendo transportados e baixados mudaram drasticamente desde o início da internet, quando as redes foram projetadas para pequenos fluxos de tráfego. Historicamente, na América Latina, os provedores de serviços projetaram redes para transportar tráfego multicast usando técnicas como multicast de IP. Atualmente, a transmissão online de vídeos consome mais largura de banda do que qualquer outro serviço global de dados. Considerando que a transmissão de dados esteja amplamente disponível na América Latina, é esperada a alteração no padrão do tráfego em redes. As técnicas utilizadas para transmitir tráfego multicast são ineficientes neste contexto devido à necessidade de transmissões simultâneas. Para melhorar o desempenho na distribuição de conteúdo, muitos provedores de serviços optam pela utilização do fluxo de dados exclusivo, ou unicast, para a transmissão de vídeo, porém, isso consome de forma significativa mais largura de banda.

A mobilidade é outro fator importante que os provedores de serviços devem considerar ao projetarem redes de gerações futuras. Considerando-se que os usuários acessem conteúdos de qualquer lugar, a fonte de utilização da largura de banda poderá se tornar altamente imprevisível. A largura de banda não é mais um recurso fixo, e sim, algo dinâmico que pode adaptar-se ao fluxo do tráfego conforme os usuários acessem a rede a partir de locais diferentes. Este efeito é amplificado com a expansão agressiva de tecnologias como a Internet das Coisas e a comunicação entre máquinas, nas quais as redes precisam suportar um aumento dramático em ambos número e tipo dos aparelhos celulares e fixos.

Este novo comportamento do tráfego força os provedores de serviços a estudarem novas formas para a projeção de suas redes na distribuição de conteúdo. Os usuários esperam acessar todos os serviços na rede a partir de de qualquer lugar, com a mesma qualidade de utilização. Por isso, os arquitetos de redes começam a considerar a construção de redes homogêneas que permitam a interação de serviços múltiplos, a partir de qualquer ponto de acesso na rede. Esta abordagem homogênea permite que os provedores de serviços economizem com custos operacionais e aumentem o número de sites de redes móveis, agregando desta forma, eficiência à expansão da rede e prontificando-se para as implantações futuras do 5G.

Muitos provedores de serviços da América Latina começam somente agora a capitalizar os investimentos feitos em suas implementações de rede de 1 Gibabit Ethernet (GbE). No entanto, o cenário atual indica a necessidade de planejamento com altas capacidades de portas de 10 GbE ou até mesmo de 100 GbE na borda da rede. Os provedores de serviços na América Latina não são desafiados somente pela necessidade do aumento substancial da largura de banda, eles precisam também adotar projetos homogêneos de rede que se adaptem às novas tecnologias e entreguem uma variedade de serviços em toda a região. Eles precisam estar aptos a fazê-lo de forma que tirem o máximo proveito da queda de preços por porta. Por estes e outros motivos, os provedores de serviços da América Latina precisam criar uma nova abordagem a fim de dimensionar drasticamente suas redes enquanto simplificam as operações de rede e aceleram as inovações em serviços.

A integração fotônica permite uma abordagem e oferece ainda a possibilidade para um ponto decisivo disruptivo no mercado da América Latina. Circuitos integrados fotônicos de larga escala combinam centenas de componentes ópticos em um chip pequeno único e permitem a escalabilidade necessária para atender aumentos dramáticos na demanda da largura de banda de forma simples e eficiente. Estes chips integram centenas de funções ópticas, fornecendo uma tecnologia disruptiva que diminui consideravelmente o tamanho do equipamento, bem como o seu consumo de energia.

Em um cenário competitivo como o mercado da América Latina, muitos esperam que o futuro dos equipamentos de transmissão da rede óptica dependa exclusivamente da integração fototônica para conseguir alcançar o tamanho e o consumo de energia necessários para dar suporte aos setores exigentes como as redes de celular, as centrais de dados e o atacado.

Andres Madero é Diretor de Arquitetura de redes para Provedores de Serviços & Desenvolvimento de Negócios da América Latina

 

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App Telegram planeja oferta de moedas digitais

O app de mensagens Telegram, de origem russa e o principal concorrente do Whatsapp, pretende lançar uma moeda virtual para que usuários possam fazer transações em sua rede. Para isso, fara uma oferta inicial de criptomoedas (ICO, na sigla em inglês), um esquema parecido com a oferta inicial de ações de uma companhia nas bolsas de valores (IPO), visando investidores para o projeto.

A ICO pode ser a maior já feita desde que as moedas digitais começaram a ganhar adesão, há cerca de uma década. O Telegram planeja levantar US$ 600 milhões em uma venda privada de tokens para usar em sua cadeia de bloqueios Telegram Open Network. Isso deve ocorrer antes de fevereiro de 2018. Outros US$ 600 milhões adicionais devem ser captados em nova venda pública, planejada para março.

O total de US$ 1,2 bilhão seria a maior ICO já feita e superaria de longe os US$ 257 milhões arrecadados pela Filecoin, uma criptomeda open-source, em 2017.

Os objetivos por trás da ICO do Telegram são claros. A empresa planeja oferecer um recurso de pagamentos confiável para seus usuários. Para isso, usará a tecnologia de blockchain que possui, que é considerada boa para receber volumes crescentes de transações. O app é reconhecido por trabalhar com criptografia forte desde o início de sua operação.

Concorrência no mercado
Se os planos derem certo, a rede criada pela ICO do Telegram deve ser a primeira real competição para o sistema tradicional de meios de pagamento das empresas de cartões de crédito. A proposta da oferta de moedas foi vista por jornalistas da Bloomberg, que tiveram acesso ao documento por meio de uma fonte convidada a participar do lançamento. E não há sinais de que uma parceria com as empresas de cartões ou bancos, algo que foi feito por sistemas de pagamento digital para smartphones, como os da Apple e Samsung.

Os investidores na venda privada receberão tokens com um desconto superior a 50% do preço inicial de venda pública. A venda privada encerra no próximo mês, enquanto a venda pública começa em março. Como as criptomoedas são basicamente construídas com programação de computadores e criptografia, os tokens são a forma de transformar isso em recurso financeiro com valor atrelado a eles.

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Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Saiba mais sobre a Escandinávia, os países nórdicos e a Rússia

Algumas curiosidades interessantes sobre essas regiões tão ricas e, ao mesmo tempo, tão diferentes para nós. Confira! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Muita gente pensa que a Escandinávia é formada por cinco países, mas são apenas três: Noruega, Suécia e Dinamarca. O termo sofre ambiguidade por causa dos países nórdicos, que são formados pela Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia, incluindo seus territórios associados (Groenlândia, Ilhas Feroe ou Faroé e Alanda). Estes países integram o Conselho Nórdico, mas é muito comum serem citados como sendo a Escandinávia. Comum, inclusive, haver bastante dúvida sobre onde fica a Lapônia e se essa região faz parte da Escandinávia.

A Lapônia é uma região que abrange o território de quatro países: Noruega, Suécia, Finlândia e Federacão Russa ( Península de Kola), e que corresponde à região em que habitam os Samis, índios europeus, mais conhecidos por lapões. Não se tem o número exato de Samis vivendo atualmente na Lapônia, mas a estimativa é de que o maior número deles vive na parte norueguesa e a menor parte vive na Rússia. Sendo assim, estima-se que entre 80 mil e 100 mil samis vivam numa área de 390 mil km², juntamente com suecos, noruegueses, finlandeses e russos.

Autores como o sueco Stieg Larsson, que escreveu a trilogia “Millennium”, e o norueguês Jo Nesbø, autor de “O Boneco de Neve”, despertaram em fãs do scandinavian-crime, ou scandi-crime, uma busca alucinada por mais detalhes sobre as famosas paisagens cheias de neve e  um mundo pouco falado em detalhes, como: particularidades da cultura, tradição e o viver diário.

Quem nos conta um pouco desses países é a escritora Zia Stuhaug, brasileira que vive com o esposo norueguês e o filho há dez anos no oeste da Noruega. Acompanhe:

Lapônia
Os nativos desta região são conhecidos por lapões, mas apreciam ser chamados de Sami, por considerarem o termo lapão como colonialista. Os Samis vivem em casas e não em lavuts (cabanas), como grande parte do mundo acredita. Apenas os que vivem na parte russa ainda são nômades. Seus trajes nacionais são considerados sagrados — má notícia para os turistas que gostam de usar roupas locais em fotos para redes sociais.

Ao contrário do que se pensa, os Samis são modernos e antenados e não apenas criadores de renas, isolados na natureza selvagem. O povo Sami possui bandeira própria e, no início de 1996, o novo parlamento Sami (Sámediggi) foi constituído através de decreto parlamentar, como corpo representante do povo Sami.

Noruega
Praticamente todas as casas têm máquinas de lavar louça. Isto porque, na Noruega, não existe auxiliar para serviços domésticos; então, as tarefas são divididas entre os moradores da casa.

É preciso tirar o sapato para entrar em casa. Tanto moradores como visitantes.

Nos meses mais quentes, o sol não se põe no norte do país. É o famoso sol da meia-noite.

Come-se muita batata às refeições quentes na Noruega, e o detalhe é que elas são cozidas com casca e levadas à mesa. E cabe a cada um descascar sua própria batata.

Pontualidade é bastante apreciada na Noruega.

Há uma disputa sobre a verdadeira origem do Papai Noel com a Lapônia Finlandesa, e a Noruega afirma que o bom velhinho nasceu em suas terras.

Suécia
Os suecos são bastante cordiais e simpáticos, embora sejam formais, pontuais e mantenham uma distância física considerável durante conversas. Na Suécia não é comum tocar na pessoa enquanto se conversa com ela.

Beijos são considerados intimidade privada e inapropriados em público. Inclusive, não é adequado beijinhos na hora de se apresentar ou ser apresentado a alguém.

Visitas somente com hora marcada. Nada de surpresas.

O skål, o brinde sueco, sempre é feito mediante contato visual com os que estão ao redor.

Dinamarca
Famosa por sua arquitetura e design, pioneira em tecnologia de energia eólica, líder da indústria farmacêutica, e a terra de Ole Kirk Christiansen, o inventor do Lego, brinquedo de montar.

Os dinamarqueses têm o hábito (um pouco estranho para nós) de deixar os bebês do lado de fora dos cafés. Segundo eles, para treinar a criança a respirar o ar frio. Quem não conhece a cultura dinamarquesa fica apavorado quando vê a cena pela primeira vez.

Eles adoram pedalar. Copenhague é conhecida como o paraíso do ciclismo urbano. Cerca de 50% da população dinamarquesa utiliza a bicicleta para se locomover.

Finlândia
Os finlandeses são leitores ávidos e utilizadores das bibliotecas. Está explicado por que a Finlândia é líder mundial em matéria de ensino.

A sauna é super tradicional. Quase toda casa tem sauna, sendo que todos usam e adoram.

As mulheres finlandesas foram as primeiras na Europa a obter, em 1906, o sufrágio universal e também as primeiras no mundo a obter a elegibilidade nas eleições parlamentares.

Rússia
O Natal russo é comemorado no dia 7 de janeiro, e o feriado mais importante para eles é o Ano Novo, que se estende por 10 dias seguidos em toda a Rússia.

“Vache zdoróvie!” (À sua saúde), assim se brinda na Rússia. Sempre com um propósito, em alguns brindes contam-se pequenas histórias engraçadas. Mas nem tudo é brincadeira. Há o brinde em memória do falecido, sempre após o funeral, mas o detalhe é que os copos não podem se tocar.

De origem russa, mas questionado por muitos como sendo francês, acredita-se que o estrogonofe — stroganoff  — venha do verbo strogat que, em russo, significa “cortar em pedaços”. Há quem diga que o prato foi inventado por um chef francês que trabalhava para uma família em São Petersburgo. Ele teria criado o prato para um concurso de culinária, e o ganhador do prêmio deu esse nome em homenagem ao conde Pavel Alexandrovich Stroganov, importante articulador político durante o reinado de Alexandre I (1777-1825). Se é russo ou francês, não se sabe, mas uma coisa é certa: este é o prato preferido da escritora Zia Stuhaug.

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Technics anuncia novos toca-discos de vinil! (sim, eles ainda existem!)

A Technics amplia sua linha de componentes de áudio com dois novos modelos de toca discos de vinil, o SP10-R e o SL-1000R. Desenhado e projetado para obter o melhor desempenho em vinil analógico, a série SP-10 de toca-discos direct drive é símbolo da marca Technics, que continua inspirando admiração e lealdade dos audiófilos de todo o mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O SP10-R inclui motor direct-drive sem núcleo rotor com bobinas duplas em ambos os lados para drive de 12 polos com 18 bobinas, e torque elevado o bastante para impulsionar o prato de classe peso-pesado com soberania definitiva. O resultado é uma rotação estável com 0,015% de wow & flutter ou menos, considerado o limite da medida.

O toca-discos apresenta também um prato giratório impressionante com peso de bronze de 10 milímetros de espessura reforçado com pesos de tungstênio na periferia externa. O peso de bronze é laminado sobre o molde de alumínio fundido, dando ao prato peso total de aproximadamente 7,9 kg. Uma borracha de amortecimento para eliminação de vibração indesejada é anexada à superfície traseira para formar uma construção de três camadas para atingir uma rigidez ainda mais elevada e oferecer excelentes características de amortecimento da vibração.

Para conseguir uma redução maior do ruído, a unidade de controle é separada da unidade principal e sua fonte de alimentação comutada é equipada com uma tecnologia única que oferece uma fonte de voltagem com mínimo ruído. Além disso, a comunicação entre a unidade principal e a unidade de controle é arquitetada para resistir aos efeitos do ruído externo e aumentar a confiabilidade. Essas medidas de redução de ruídos possibilitam que o SP-10R atinja o maior nível de S/N do mundo.

O sistema Technics SL-1000R apresenta um braço reprodutor universal S-type com braço reprodutor de magnésio leve e de alto amortecimento. O braço de construção de suspensão em junta universal usa rolamentos de alta precisão, e artesãos japoneses altamente qualificados manipulam todos os ajustes e montagens para alcançar uma elevada sensibilidade ao movimento inicial para seguir com precisão as ranhuras dos discos. Para garantir ainda mais a produção de sons altamente vivos, é usado OFC para cabeamento interno, de forma que o sinal de música retransmitido do cabeçote não é amortecido e a energia musical depositada no disco não é perdida.

A base do braço, na qual o braço reprodutor é montado, é fortemente integrada ao toca-discos. Para garantir um desempenho, os rolamentos do braço, os rolamentos do toca-discos e a posição da agulha permanecem constantes – oferecendo uma estrutura na qual a vibração provocada pela rigidez dos materiais de base do toca-discos gera um efeito mínimo.

O SP-10R foi desenvolvido para ser completamente intercambiável com os modelos anteriores da série SP-10, como SP-10MK2 e SP-10MK3. Para que os usuários continuem usando a base do toca-discos e o prato desses sistemas anteriores, a forma e as posições dos parafusos foram desenhadas para permitir uma compatibilidade reversa completa. A unidade de controle também tem a mesma forma e tamanho da unidade de energia do SP-10MK2 para uma substituição livre de problemas.

Technics: o legado continua
O grande apelo da tecnologia direct drive é sua capacidade de eliminar a degradação da qualidade de som causada pela flutuação da rotação e por pequenas vibrações entre o motor e o mecanismo de transmissão. A Technics lançou o SP-10 como primeiro toca-discos direct drive do mundo em 1970 e seu excelente desempenho e confiabilidade rapidamente transformaram a série SP em toca-discos básicos para estações de transmissão e no santo graal dos audiófilos de todo o mundo.

Comprometida em criar uma experiência emocionalmente cativante e entregar a energia da música para todos, a Technics tem posição central em termos de performance musical há décadas. Do surgimento ao sucesso do hip hop, ao possibilitar a rápida ascensão dos DJs celebridades e permitir que os audiófilos escutem música exatamente como seus criadores desejaram, esta tem sido e deverá continuar sendo a marca que os líderes em seu campo buscam para contar com desempenho e confiabilidade excepcionais.

 

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Correção de orelha de abano dispensa cirurgia

Você sabia que a tradicional orelha de abano pode aparecer em um recém-nascido? Não se trata só de um problema que atinge crianças e adultos. No caso dos bebês,… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…essa pequena deformidade pode ser facilmente corrigida. Se um procedimento simples for feito até o pequeno completar trinta dias de vida, a orelha de abano nem fará parte das memórias de infância. Quem garante é o cirurgião plástico Dr. Maurício Orel, Cirurgião Plástico especialista no assunto e que trabalha com a técnica desde 2016.

“Como a orelha ainda não está completamente formada, porque o nenê está em fase de desenvolvimento do corpo, é possível corrigi-la por meio de um molde de silicone. Uma forma que não agride o recém-nascido”, explica Orel. Ele também esclarece que a indicação da otoplastia (cirurgia da orelha) só é feita para crianças acima de 6 anos. “O uso da prótese dispensa a cirurgia e proporciona um resultado rápido e eficaz.”

 Apesar de afetar de 2 a 5% da população mundial, um número considerado pequeno, esse problema acaba abalando a qualidade de vida de quem a possui. Em muitos casos, os portadores são vítimas de bullying.

Molde de silicone

“O diagnóstico precoce é um fator determinante”, salienta o especialista, reforçando como a atenção dos pais à saúde do bebê é essencial para a detecção precoce da questão.

A prótese de silicone, batizada de EarWell nos Estados Unidos, remodela a cartilagem da área rapidamente, tratamento nada invasivo e indolor, segundo o médico. A prótese serve tanto para corrigir orelha de abano como vários tipos de outras deformidades na orelha, menos conhecidas. Tal prótese possui certificação da Anvisa no Brasil.

Primeiramente, é preciso moldar a prótese conforme o formato da orelha e a necessidade de reparação, procedimento que deve ser feito pelo cirurgião plástico. Depois, é só fixá-la na orelha com o auxílio de adesivos. O tempo de uso da prótese também é determinado pelo médico, mas, geralmente, costuma ser de 30 a 45 dias. “O molde resolve questões puramente estéticas e não trata ou interfere em aspectos auditivos”, ressalta.

O bebê recebe de sua mãe, através do cordão umbilical, hormônio estrógeno, responsável por amolecer as cartilagens e permitir a passagem da criança pelo canal do parto. Após 30 dias de vida, o hormônio começa a diminuir e a orelha a ficar mais rígida, por isso a correção via prótese de silicone não é mais eficaz. “Recebo muitas crianças com mais de 45 dias de vida e, infelizmente, não posso realizar o procedimento. Pediatras desconhecem e não informam os pais da disponibilidade de tal opção”.

Orel reforça que a modelagem é uma forma muito comum usada pelos pais quando percebem a orelha de abano em seus bebês e que, apesar de não ser definitiva, pode fazer uma pequena diferença. “Os pais costumam colocar faixas de pano e evitar que o bebê durma apenas de um lado. Mas, feita de maneira caseira não tem eficácia, pois a orelha não é modelada de forma constante e por grandes períodos”, informa.

As imperfeições na cartilagem da orelha podem ser ocasionadas por fatores genéticos ou pela posição intrauterina do bebê. Além da orelha de abano, outras deformidades que aparecem são conhecidas como cálice, quando o órgão é projetado para fora e possui formato fechado, parecendo o objeto que dá nome ao problema; ptosada, quando a orelha apresenta sua parte superior dobrada; padrões mistos, ou seja, quando mistura características de abano, cálice e ptosada, e pontiaguda (orelha de Stahl), que lembra a orelha do personagem Spock, da série “Jornada nas Estrelas”.

Como reconhecer a orelha de abano
Muitos pais têm dúvidas se a orelha está em abano ou não. A dica é: “Basta medir com uma régua a distância entre a orelha e o crânio. A distância normal em bebês recém-nascidos é de até 7 mm. Se a distância for maior que 9 mm, é sugerido fazer o procedimento para que a projeção da orelha diminua e tenham características normais.

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Dia Nacional do Fusca será celebrado com evento especial

O Dia Nacional do Fusca será celebrado no dia 21 de janeiro, em toda a área do estacionamento do centro de compras do São Bernardo Plaza Shopping, com a curadoria do Fusca Clube do Brasil, a partir das 10h. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Essa será a 5ª edição do evento no shopping, preparado para reunir mais de 1.500 veículos, e aberto a toda a família – incluindo os pets – que serão muito bem-vindos, tanto na parte externa, quanto nos corredores do empreendimento.

O shopping homenageia mais uma vez este grande símbolo da cidade de São Bernardo do Campo, onde nasceram os primeiros fuscas produzidas no país, na fábrica da Volkswagen localizada a menos de 1,5 km da área que hoje abriga o São Bernardo Plaza. Para complementar a celebração, desde o dia 05 de janeiro, modelos do carro estão expostos pelos corredores do shopping com informações e as histórias de cada um.

“Ficamos honrados em sediar mais uma vez este evento tão especial para a região! O Dia Nacional do Fusca é celebrado em todo o país, mas realizar essa grande festa na ‘cidade natal’ do modelo tem uma sensação ainda mais especial. Estamos criando um evento único para encantar nossos clientes”, comenta Rafael Marques, superintendente do shopping.

A celebração contará também com apresentação de banda, food trucks de alimentos e barracas vendendo artigos especiais do universo automotivo, como autopeças, miniaturas e souvenirs. Expositores e clientes que doarem 2kg de alimentos não perecíveis, até às 12h, ganham gratuidade no estacionamento para aproveitar o evento. O material arrecadado será doado ao Fundo Social de São Bernardo, responsável por abastecer entidades da cidade.

 

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Clientes do PayPal no mundo todo doaram mais de US$ 8,5 bilhões em 2017

Conhecida mundialmente como uma das mais importantes plataformas para doação de dinheiro para instituições assistenciais e ONGs, o PayPal acaba de fazer seu balanço anual – e o resultado foi muito festejado. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Durante todo o ano de 2017, os clientes PayPal em mais de 180 países doaram mais de US$ 8,5 bilhões por meio de suas contas. “O ano foi de muitos desafios para todo o mundo em muitos aspectos: desastres naturais sem precedentes, uma paisagem geopolítica dividida, atos de violência e, para muitos, grande incerteza econômica. Em tempos como esses, é fácil desanimar. No entanto, sempre há razão para manter a esperança. Há sempre um enorme sentido do que é o certo a fazer, mesmo que você tenha de procurar um pouco mais para vê-lo”, afirmou Dan Schulman, CEO do PayPal, ao divulgar os números.

Ele fez alusão, entre outros, ao terremoto que vitimou o México em setembro do ano passado e suscitou milhões de doações.

E no chamado período de Holidays, que vai de 27 de novembro a 31 de dezembro (e inclui as festas de fim de ano e a Giving Tuesday), mais de US$ 1 bilhão foi doado a instituições de caridade e sem fins lucrativos por meio da plataforma PayPal no mundo inteiro – outro recorde estabelecido no ano.

 

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Panasonic lança Blu-ray 4K com HDR10+

A linha 2018 de reprodutores de Blu-ray Ultra HD Panasonic, lançados na CES 2018, é equipada com processador HCX, desenvolvido e aperfeiçoado por especialistas de Hollywood. Os modelos DP-UB820 e o DP-UB420 são compatíveis com a tecnologia HDR10+, o formato HDR de última geração. As séries DP-UB330 e DP-UB320 completam a linha 2018 certificada com Ultra HD Premium. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O mecanismo 4K que equipa a linha é o processador para Blu-ray Ultra HD HCX (Hollywood Cinema Experience) próprio da Panasonic. Os modelos UB820, UB420 e UB330/320 incorporam a função original 4K Direct Chroma Up-scaling, que converte a resolução Full HD em 4K para exibir cores mais belas.

O HDR10+ é uma plataforma de metadados dinâmicos aberta e sem royalties criada por 20th Century Fox, Panasonic e Samsung. Além disso, como avanço em destaque, o UB820 é compatível também com Dolby Vision.

Processamento do HDR
Com mais conteúdo HDR disponível em disco ou por meio de serviços de streaming, a reprodução excelente de conteúdo HDR se tornou essencial. Além de terem uma ampla faixa de contraste, as imagens dos reprodutores de Blu-ray Ultra HD reproduzem detalhes precisos em áreas escuras e brilhantes. Para isso, os novos reprodutores da Panasonic utilizam tecnologias únicas para oferecer três funções de ajuste HDR:

1.Otimizador HDR
As TVs compatíveis com HDR utilizam mapeamento de tons para combinar a faixa de brilho das imagens de acordo com os metadados estáticos dentro do conteúdo, mas às vezes não é possível obter resultados excelentes devido ao fabricante ou a um modelo específico. Ao realizar o mapeamento de tom no reprodutor, é possível entregar uma qualidade de imagem HDR estável independentemente da TV.

2.Conversão de HDR para SDR (Remapeamento de tom otimizado para SDR-TV)
A conversão de faixa dinâmica reproduz imagens com brilho e beleza maiores que as imagens comuns de Blu-ray Disc quando executadas em uma TV sem HDR com faixa dinâmica padrão (SDR-TV). Esse recurso maximiza a expressão da imagem inerente ao Blu-ray Ultra HD.

3. Ajuste de HDR para várias condições de visualização
Esses modelos têm um recurso de ajuste de HDR que reproduz áreas escuras e brilhantes com alta fidelidade independentemente do ambiente de visualização. As cenas escuras em imagens HDR às vezes são difíceis de ver quando visualizadas em um cômodo com luz e podem necessitar de ajuste no brilho. Como os sinais HDR são intrinsecamente diferentes dos sinais SDR, as funções de ajuste existentes são insuficientes. Os modelos UB820, UB420, UB330 e 320 usam uma tecnologia original para otimizar os sinais de vídeo HDR, o que permite que ajustem livremente o brilho das imagens HDR. Um botão de configuração HDR no controle remoto permite que o usuário selecione de forma simples a configuração mais adequada para o ambiente de visualização.

Alta qualidade de som
Saída de áudio analógica de 7.1 canais. No UB820, áudio analógico de 7.1 canais para conexão direta com um sistema de home theater para som surround realista. Cada terminal é banhado a ouro para resistir à oxidação e manter uma condutividade de sinal elevada.

Dois modelos da linha 2018, o UB820 e o UB420, são compatíveis com serviços de VOD (Vídeo on Demand) 4K, oferecendo uma experiência de visualização de vídeos suprema para aqueles que exigem qualidade intransigente de imagem e de som ao assistir conteúdo por streaming.

Vídeos 4K (formato MP4) gravados com câmera ou filmadora podem ser executados usando reprodutores Ultra HD 2018 da Panasonic, enquanto dados JPEG podem ser criados em resolução 4K para que se possa desfrutar das lembranças de viagens de férias em toda a sua beleza natural.

 

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Samsung anuncia novo Flip Chart Digital Interativo na CES 2018

A Samsung ofereceu aos participantes da CES 2018 uma amostra de sua visão para o “Local de Trabalho do Futuro”, com o lançamento de seu Flip Chart Digital. Apresentado pela companhia no evento First Look, o Samsung Flip WM55H, promove um engajamento mais colaborativo, reduzindo os desafios que as empresas enfrentam ao organizar e resumir reuniões. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Como um aprimoramento dos flip charts e quadros analógicos, a tela Samsung Flip aumenta as oportunidades para gerar grandes ideias, mantendo a conhecida sensação da escrita tradicional. No entanto, ao contrário dos seus antecessores, o Samsung Flip permite facilidades para compartilhamento, anotação, movimentação e até mesmo busca, bem como a capacidade de vários usuários criarem conteúdo ao mesmo tempo. Além disso, o suporte portátil com rodas transforma qualquer local em uma sala de reunião, o que significa maior flexibilidade para empresas com espaço limitado. Por fim, a interface intuitiva da tela do Samsung Flip WM55H foi projetada especificamente para ser fácil de usar e permitir uma conversa ainda mais interativa e dinâmica.

Colaboração produtiva e interativa
Por meio do engajamento simultâneo de vários usuários, o Samsung Flip garante que todas as opiniões e ideias sejam ouvidas durante uma reunião. Até quatro participantes diferentes podem introduzir conteúdo ou fazer anotações diretamente na tela, simultaneamente, usando seus dedos ou uma caneta de ponta dupla. Assim, cada usuário pode personalizar seu próprio estilo de escrita, tamanho e cor, com uma resolução UHD que facilita a visualização, deixando cada anotação clara e visível.

Para aumentar a interatividade, a tela Samsung Flip também oferece uma ampla compatibilidade de dispositivos, tanto por meio de conectividade sem fio como por USB, PC e conexões móveis. Uma funcionalidade integrada de compartilhamento de tela disponibiliza o conteúdo do Flip em PCs, smartphones e tablets conectados, sem interrupção ou redução da qualidade visual.  Da mesma forma, os usuários também podem importar conteúdos armazenados para a tela do Flip e sugerir novas ideias na discussão.

Conforto e criatividade
A tela Samsung Flip oferece uma eficiência de colaboração sem precedentes, condensando as várias ferramentas e processos necessários para uma reunião tradicional em um design all-in-one elegante e compacto. Os participantes não precisam de uma touch pen especializada para interagir com a tela e podem apagar anotações deslizando rapidamente a palma da mão sobre o visor. Os usuários do Flip também podem acessar até 20 páginas, com funcionalidades de pesquisa incorporadas, disponíveis para direcionar instantaneamente os participantes para um conteúdo específico. Este fluxo contínuo e constante evita perda de tempo e interrupções geralmente resultantes de consulta dos participantes a várias folhas de papel ou anotações para localizar um detalhe específico.

Cada tela Flip é personalizável e pode ser configurada para orientações de retrato ou paisagem para atender às necessidades únicas de cada reunião. Quando acoplado ao seu suporte de altura ajustável, o Flip também maximiza o espaço de escrita disponível nas posições de preferência dos usuários. Se uma reunião exigir uma discussão mais centralizada e em estilo de mesa redonda, os usuários podem remover e conectar o visor Flip a um suporte de parede compatível.

Conveniência e segurança
À medida que as reuniões terminam, a tela Samsung Flip armazena de forma segura todo o conteúdo em um banco de dados central, eliminando a necessidade de resumos complexos ou transcrição manuscrita. Um sistema de proteção baseado em senha protege os detalhes da reunião e garante que apenas os usuários autorizados possam acessar às informações. Uma vez conectado, os assistentes e participantes de reuniões podem baixar e compartilhar o conteúdo apresentado por meio de e-mail ou impressão tradicional. Os usuários também podem salvar anotações da reunião em uma unidade USB ou outras fontes externas.

 

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Ford amplia investimento em veículos elétricos para US$ 11 bilhões até 2022

A Ford vai ampliar significativamente o investimento em veículos elétricos, para US$ 11 bilhões até 2022, com o lançamento de 40 modelos híbridos ou totalmente elétricos na sua linha global. O anúncio foi feito por Bill Ford, presidente do conselho da empresa, no domingo, durante a coletiva de imprensa do Salão de Detroit. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Esse investimento é mais que o dobro do valor anunciado pela Ford no final de 2015, de US$ 4,5 bilhões até 2020, e inclui os custos de engenharia, pesquisa e desenvolvimento de arquiteturas específicas para carros eletrificados.

Dos 40 programados, 16 serão totalmente elétricos e os demais híbridos plug-in. A Ford revelou que um deles será um utilitário esportivo elétrico de alto desempenho, chamado Mach 1 – veja o vídeo –, em 2020, quando também vai iniciar a produção de uma versão híbrida da picape F-150 nos EUA.

Segundo Bill Ford, a estratégia de eletrificação da empresa é levar essa tecnologia para os seus principais modelos. “Se queremos ser bem-sucedidos com a eletrificação, temos que fazê-lo com veículos que já são populares”, disse.

Jim Hackett, CEO e presidente da Ford, comanda essa estratégia desde que assumiu o cargo há pouco mais de sete meses. Em outubro, ele anunciou para investidores um amplo plano de redução de custos para tornar a empresa mais eficiente, incluindo o redirecionamento de investimentos antes destinados a sedãs e motores a combustão para carros e utilitários híbridos e elétricos.

No mesmo mês, a Ford criou o Time Edison, uma equipe especializada para acelerar o desenvolvimento da sua nova geração de veículos elétricos, com o desafio de pensar grande e avançar rápido. Dirigida por Sherif Marakby, vice-presidente de Veículos Elétricos e Autônomos da Ford, ela tem também como missão a criação de experiências e serviços focados no cliente e parcerias com outras empresas.

Países como a China, Índia, França e Reino Unido já anunciaram planos para eliminar os veículos com motores a combustão e combustíveis fósseis do mercado entre 2030 e 2040 como forma de promover o uso de energia limpa.

 

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Buscador dá dicas para escolher o melhor da moda praia e verão Plus Size

O buscador de moda para mulheres Paraíso Feminino reuniu algumas dicas para escolher o melhor da moda praia plus size. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A criadora da ferramenta, Rachel Toyama, explica: “qual o corpo ideal para ir à praia? O seu! As mulheres curvilíneas já não precisam mais se esconder quando os termômetros começam a subir, a moda tem se tornado cada vez mais democrática atendendo a esse público, que ao mesmo tempo se torna mais exigente”. Ela enfatiza, “as mulheres plus ganharam lojas próprias e também espaço nas araras de muitas multimarcas, a diversidade de produtos agora gera um outro tipo de dúvida: com que roupa eu vou?”.

Para ajudar na escolha, veja algumas dicas para apostar na peça ideal:

– Os vestidos e saídas de praia curtos, com decote em V, são apostas certeiras. Além de charmosos, são perfeitos porque alongam a silhueta, dando a impressão de mais magra.

– Os tecidos com caimento leve, como a viscose, são grandes aliados para enfrentar os dias quentes, além do frescor que proporciona, o tecido não marca o corpo, contornando as curvas com caimento suave e elegante.

– O verão pede estampa, mas para não derrapar na escolha, opte por padronagens pequenas e com fundo escuro, que dão um ar mais sofisticado ao visual.

– No beachwear, os maiôs lisos e de cores vibrantes garantem os aplausos nas areias da praia. Já para quem não abre mão do bronzeado, os biquínis de cintura alta e top estruturado são as melhores pedidas.

“Encontrar moda plus size não é mais um problema”, garante Rachel, que lembra: “o Paraíso Feminino reúne mais de 4 mil produtos, incluindo moda praia com tamanhos que vão até o número 52” e, no E-trends, é possível conferir dicas de moda praia Plus size. O Paraíso Feminino não realiza venda de nenhum produto, mas faz a interligação entre as consumidoras e as lojas virtuais, além de incentivar a compra assertiva, permitindo que a usuária tenha uma experiência única entre a busca de produtos e suas combinações.

Para saber mais, acesse o site.

 

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Você conhece as funcionalidades do açúcar? Entenda por que não existem substitutos

As discussões sobre alternativas para a diminuição dos índices de obesidade no Brasil e incentivo a um estilo de vida mais saudável estão cada vez mais frequentes, e uma das opções cogitadas é a redução e/ou substituição de açúcar nos alimentos. Porém, há dois pontos que merecem atenção: a importância da educação, para que as pessoas entendam o real problema e tenham bom senso nas escolhas alimentares, e as funcionalidades do açúcar. Além de simplesmente adoçar, ele tem um papel importante tanto nos produtos industrializados como nos preparos caseiros. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A disseminação de informações sobre hábitos alimentares é essencial para que as pessoas entendam que não só esse, mas diversos outros ingredientes não precisam ser substituídos – o necessário é entender as quantidades ideais que podem ser consumidas dentro de um estilo de vida equilibrado e que promovam uma alimentação diversificada, aliando nutrição ao prazer.

Além disso, o fato de um possível substituto não ter sido encontrado até os dias de hoje tem um porquê: o açúcar tem mais de um papel importante nos alimentos. “Além do sabor, ele confere textura (corpo), combate a acidez e interage com outros ingredientes. No caso de um bolo, por exemplo, ajuda a massa crescer, além de ter o efeito de caramelar e dar cor”, conta a nutricionista Marcia Daskal. A adição de açúcar contribui com o controle da umidade do alimento e torna a água indisponível para microrganismos, como bactérias, e reações químicas, como fermentação indesejada e bolor, ajudando na preservação dos alimentos e realçando seu sabor por um tempo maior.

“De fato, salgar e adoçar os alimentos, fazendo geleias, compotas e conservas, sempre foi uma estratégia de preservar e aumentar sua durabilidade. Basta pensar no tempo de duração de uma fruta, como o morango, e da geleia de morango. Ou da goiaba e uma goiabada, da banana e da bananada, assim por diante. Isso é especialmente importante para alimentos industrializados, que têm maior durabilidade”, explica Marcia.

Ao interagir com outros elementos, como água, fermento ou farinha, o ingrediente dá consistência, densidade, cor ou aparência à receita, garantindo a textura de preparos, como sorvetes. Suas propriedades também influenciam em fermentações, acelerando o tempo de cozedura, e congelamentos, retardando o tempo do processo para que não haja uma formação excessiva de cristais de gelo. Por fim, o ingrediente também pode ser usado para intensificar ou atenuar o sabor de alimentos muito salgados ou ácidos, equilibrando o paladar.

“Estas caraterísticas tornam o açúcar um ingrediente muito difícil de substituir. Se você vai fazer um bolo, não basta substituir a mesma medida pelo correspondente em adoçante – o bolo não vai crescer tanto, não vai ter a mesma textura, a mesma cor, nem o mesmo sabor. Nos refrigerantes, há um mínimo de açúcar necessário para conferir a textura do produto, e no caso das geleias sem açúcar, por exemplo, são usados sucos de frutas, ricos em frutose”, ressalta a nutricionista.

Em produtos industrializados, a ausência de açúcar esbarra em outras questões importantes, como a garantia de segurança do alimento. O grande desafio é como mudar um produto sem descaracterizá-lo. “Para isso, por exemplo, é comum a adição de outros tipos de agentes adoçantes, agentes de preservação (como anti-umectantes, conservantes e etc.) e até corantes, o que mostra que apesar da redução de açúcar, o produto não se torna necessariamente mais saudável”, revela Márcia.

Conscientização
Quando se pergunta ao consumidor se ele é a favor da redução de açúcar nos produtos, ele normalmente dirá que sim. Porém, existem algumas questões que nem sempre são de seu conhecimento ou estão na pauta das discussões sobre o tema: a indústria colabora com menos da metade do açúcar consumido pelo brasileiro, já que a maior parte é ingerida em casa, principalmente ao adoçar bebidas como chá e café. Ou seja, o consumo individual é exagerado. Com isso, o ideal é pensar em alternativas para ensinar o consumidor e ajustar esse hábito, fazendo com que ele tenha maior consciência no momento das refeições.

Por fim, estudos que falam sobre efeitos danosos atribuídos ao açúcar, os colocam como decorrentes do consumo excessivo do produto, e não equilibrado. Ou seja, a questão está na dosagem. Outra questão relevante para entender a comida nos seus contextos sociais e culturais é o crescente movimento global que busca valorizar, recuperar e reconhecer a culinária nacional como testemunho histórico, dos fluxos de mercados, turismo e educação.

“Assim, cada ingrediente tem um significado culinário próprio dentro de uma receita, e a sua troca por outro ingrediente, no caso o açúcar da cana por outro tipo de dulcificante, não é apenas uma substituição, mas sim uma intervenção num patrimônio cultural, na memória e manifestação cultural de um povo, de uma região. E isso é tão importante nas ‘cozinhas’ mundo afora que recentemente a UNESCO reconheceu a culinária mexicana como Patrimônio da Humanidade. No Brasil, vale destacar o “Ofício das Baianas de Acarajé”, que é Patrimônio Nacional pelo IPHAN”, conta o antropólogo Raul Lody.

Marcia Daskal afirma que a discussão é essencial e não pode ser feita de maneira simplificada. “É importante lembrar que medidas restritivas, incluindo a taxação e a própria substituição do açúcar geram repercussão, mas não têm comprovação de resultados efetivos. Mais importante que mudanças no curto prazo é a educação do consumidor. E isso só se consegue com informação”, conclui.

 

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Primeiro show de 2018 de Roberto Carlos “Só para Elas” será em São Paulo

Roberto Carlos presenteia as fãs que estiverem em São Paulo no domingo, dia 21 de janeiro, no Espaço das Américas, em um show totalmente dedicado a elas. Devido ao grande sucesso dos shows dos dias 10 e 17 de dezembro na edição do show só para mulheres, Roberto Carlos inicia 2018 reverenciando o seu público feminino em seu primeiro show de 2018. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O artista dedica mais um dia de emoções exclusivamente para as suas fãs. Todos os serviços voltados para o espetáculo serão compostos por mulheres: Garçonetes, Seguranças, Recepcionistas. Neste show especial o dia é reservado só para elas. Roberto Carlos volta a realizar um show totalmente voltado para o público feminino após 7 anos no mesmo palco da primeira realização: o Espaço das Américas.

Para adquirir os ingressos, basta ir pessoalmente às bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou acessar o site. Os ingressos vão de Setor Premium: R$600,00 (inteira) e R$300,00 (meia) | Setor VIP: R$480,00 (inteira) e R$240,00 (meia) | Setor Ouro: R$320,00 (inteira) e R$160,00 (meia) | Setor Prata: R$200,00 (inteira) e R$100,00 (meia).

 

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Multas de trânsito já podem ser parceladas em São Paulo

Débitos em atraso podem ser parcelados em até 12 vezes através da internet

Desde a última segunda-feira (15), proprietários de mais de 2 milhões de veículos poderão parcelar multas de trânsito atrasadas na cidade de São Paulo, através de um site. O Programa de Parcelamento de Multas de Trânsito (PPM), que foi regulamentado por decreto no último sábado (13), é o…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…primeiro do gênero no País que desvincula a multa da placa do veículo e a transfere para o CPF ou CNPJ do proprietário, permitindo que os veículos sejam licenciados a partir do pagamento da primeira parcela.

Elaborado por um grupo de trabalho da Prefeitura que envolveu técnicos das secretarias de Mobilidade e Transportes e da Fazenda, o programa possibilitará que sejam parceladas quase 12 milhões de multas vencidas. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas poderão solicitar o parcelamento.

Poderão ser negociadas dívidas decorrentes de penalidades cometidas até 31 de outubro de 2016. O período para o ingresso será de 90 dias, e quem aderir à medida terá o licenciamento liberado e poderá fazer a transferência do veículo para terceiros após o pagamento da primeira parcela. Atualmente, o munícipe não pode licenciar o veículo com multa pendente e, sem o licenciamento, fica impedido de circular com o veículo, ou vendê-lo.

O PPM possibilitará a redução de 100% dos juros sobre o débito principal e liberará o licenciamento ou transferência do veículo. Isto porque as multas serão desvinculadas da placa e atreladas ao CPF ou CNPJ, criando condições para que os proprietários possam se recompor financeiramente e quitar seus débitos. Pode participar, inclusive, quem já está com o nome inscrito na dívida ativa do município.

“Este é um programa pioneiro no Brasil que permitirá a regularização da documentação de milhares de veículos. A maioria dos proprietários de veículos com débitos referentes a multas deseja regularizar sua situação. E o parcelamento das penalidades de trânsito garante essa possibilidade”, explica o secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda. “Com a nova medida, quem possui um veículo e for parcelar as multas atrasadas também tem a possibilidade de transferir o veículo para terceiros”.

Regras do PPM

Adesão
Podem aderir ao PPM tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Para solicitar o parcelamento basta acessar o site portando CPF (para pessoas físicas) ou CNPJ (para pessoas jurídicas) do proprietário; Renavam do veículo e multas relacionadas a ele. Além disso é preciso criar uma senha web (quem ainda não possui), que dá acesso a serviços da Secretaria da Fazenda na internet. A senha pode ser criada no site. O desbloqueio da senha web é feito por certificado digital ou pessoalmente, em uma das Prefeituras Regionais ou na praça de atendimentos da Secretaria da Fazenda, no Vale do Anhangabaú.

Após a inserção dos dados, o site gerará um protocolo e uma guia de pagamento no valor da primeira parcela. Somente após o pagamento da guia é que o veículo terá o licenciamento liberado para regularização.

Parcelamento
O número máximo para quitar a dívida com multas é de 12 parcelas e o valor mínimo de cada uma é de R$ 50 para pessoas físicas, e de R$ 300 para pessoas jurídicas. Se houver mais de um veículo em nome do mesmo proprietário, o parcelamento poderá ser conjunto. Somente o dono do veículo poderá aderir ao programa, e a dívida não poderá ser transferida a terceiros.

Prazos
O prazo de adesão ao programa é de 90 dias contados a partir deste sábado, 13 de janeiro. Caso a primeira parcela não seja paga em até 45 dias corridos após a emissão da guia, o proprietário terá seu cadastro cancelado do programa, assim como a negociação das dívidas referentes às multas de trânsito. O licenciamento do veículo, neste caso, continuará bloqueado. O cancelamento do cadastro ao PPM também ocorrerá caso o proprietário deixe de pagar três parcelas, consecutivas ou não.

Cálculo das parcelas no site
O site do Programa de Parcelamento de Multas, que entrou no ar a partir desta segunda-feira (15), traz uma ferramenta de cálculo em que o proprietário do veículo insere as multas devidas para saber exatamente a quantia a ser paga em cada parcela.

Programa só vale para dívidas de multas de trânsito
Somente multas de trânsito aplicadas na cidade de São Paulo podem ser parceladas no PPM. Não podem ser parceladas dívidas referentes a, por exemplo, IPVA, taxas de estadia e remoção em pátios, multas aplicadas pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP), além de penalidades pela não realização de inspeção veicular.

Destinação dos valores arrecadados
Os valores arrecadados com o PPM serão destinados ao Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito. Também haverá o repasse obrigatório de 5% do valor total ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset), do governo federal.

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Google colocará em operação cabo submarino de dados próprio em 2019

Toda vez que é acessado um tutorial no YouTube, o Google Maps, feita uma busca do Google ou qualquer outra ação que envolve a empresa da Califórnia, o Google Cloud é a plataforma que viabiliza essas ações.

Esta nuvem é formada por muitos componentes como, por exemplo, o centro de dados do Google no Chile, que permitem fazer pesquisas na Busca do Google.

Outro elemento importante são as regiões do Google Cloud Platform, como a que… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…foi inaugurada em São Paulo o ano passado. Em todo o mundo a rede do Google tem mais de 100 pontos de presença e 7500 nós, que são os pontos de acesso para viabilizar a transmissão de dados.

Todas essas “partes” da nuvem estão conectadas por uma grande rede que inclui 11 cabos submarinos e milhares de quilômetros de fibra ótica ao redor do mundo.

Hoje a empresa consolida sua infraestrutura e o Google se torna a primeira empresa de tecnologia, fora da área de telecomunicações, a investir no desenvolvimento de um cabo submarino internacional totalmente privado.

O cabo será chamado de “Curie” em homenagem a Marie Curie, cientista que liderou uma série de pesquisas pioneiras no campo da radioatividade. Ela é a única pessoa na história a receber Prêmios Nobel em duas áreas diferentes: Física e Química.

Trata-se do primeiro cabo submarino a chegar no Chile. Uma vez instalado, ele será uma das maiores “rodovias” de dados no país, conectando o Chile e a Califórnia, nos Estados Unidos, no ano de 2019.

O Google escolheu instalar o Curie na América Latina porque embora a região tenha uma boa penetração de internet, ela não é atendida satisfatoriamente pelas conexões de dados internacionais existentes.

Por meio da nova infraestrutura, será possível receber novos negócios na nuvem e continuar avançando em nosso objetivo de longo prazo de atingir o “Próximo Bilhão” de usuários da internet.

A empresa informa que o investimento no cabo Curie faz parte do esforço do Google para melhorar a infraestrutura global e do “nosso compromisso com a América Latina”, diz o comunicado da empresa.

Entre as vantagens de instalar cabos de dados submarinos privados está tanto a flexibilidade para tomar decisões quanto ao roteamento de dados como a otimização da latência, observando os interesses dos usuários do Google e dos clientes do Google Cloud Platform.

Ao construir uma infraestrutura totalmente privada a empresa diminui o número de partes envolvidas, simplifica o processo de instalação e reduz o tempo para que o cabo esteja pronto e funcional, segundo a empresa.

“Globalmente esse tipo de conexão também permite planejar novas regiões para o Google Cloud Platform”, informa o Google.

O “Curie” é o primeiro de muitos cabos privados que o Google pretende instalar no mundo. A empresa informou que continuará a instalar cabos submarinos, seja de forma privada ou como parte de consórcios, em um esforço para tornar a informação mundial acessível  por todos.

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Alunos desenvolvem aplicativo para descarte sustentável de eletrônicos

Devido ao grande volume de tecnologia sendo consumida nos dias atuais, se tornou imprescindível que se tome providências com relação a destinação dos aparelhos eletrônicos no fim de sua vida útil. Se descartados de forma errada, os aparelhos eletrônicos podem ocasionar uma série de doenças através da poluição do solo. O que o consumidor, muitas vezes não sabe, é que os aparelhos quebrados podem ser inseridos novamente na cadeia de produção. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Por outro lado, os métodos de coleta dos resíduos sólidos não são tão eficazes quanto deveriam no Brasil. Pensando nisso, alunos do curso de Administração do Centro Universitário FEI desenvolveram o aplicativo Descartrônico para disseminar o descarte correto dos aparelhos eletrônicos. O aplicativo foi o vencedor da Feira de Empreendedorismo e, em breve, estará disponível na Play Store. No momento, pode ser baixado através de QR Code.

O aplicativo é uma maneira de interligar consumidor, empresas e cooperativas no processo de reaproveitamento e direcionamento dos resíduos eletrônicos causando menores danos ao meio ambiente e mais ganhos para as empresas. Através de uma plataforma interativa, o público em geral terá acesso a muitos conteúdos que os ajudarão a entender melhor o problema e engajar-se nessa causa.

O aplicativo também possui um mapeamento de pontos de descarte, para indicar ao consumidor onde descartar seus aparelhos com maior comodidade. O app também fornecerá informações sobre empresas que oferecem benefícios e descontos àqueles que retornam os produtos a eles. Um ranking colaborativo também ajudará aos consumidores terem ciência das empresas que mais colaboram para a sustentabilidade, dando destaque às organizações que prezam pelo meio ambiente. O aplicativo já está disponível para Android e IOS.

 

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Banda japonesa ensina sobre Pop e bitcoins

A cultura pop japonesa tem sempre uma novidade que é a cara do mundo atual para apresentar. Na onda das criptomoedas e das blockchains, o país dá ao mundo mais uma sensação que mistura tecnologia e entretenimento. É a banda feminina Virtual Currency Girls que, além de fazer música pop de qualidade, ensina sobre moedas virtuais, especialmente bitcoins.

Cada integrante do grupo é uma criptomoeda conhecida. A banda fez sua estreia em Tóquio nessa semana e, para deixar tudo bem adequado à temática, os ingressos foram pagos com bitcoins. O mesmo ocorrerá para as próximas apresentações, que já estão sendo agendadas.

A banda Kasotsuka Shojo, como é conhecida no Japão, é composta por oito integrantes. Elas usam máscara de bichos de pelúcia e uniformes de babás. As identidades são segredo. No concorrido mundo da música pop, estereótipos nunca misturados podem ser significativos para ganhar público. Junte a isso muita performance e um tema até então nunca trabalhado musicalmente e eis que surge uma boa receita de sucesso.

Os shows são feitos com muita coreografia. Nada extremamente atlético como algumas musas Pop americanas. No geral, são passos simples de dança que qualquer pessoa pode imitar. A mistura de visuais vindos das tribos de Anime e Cosplay ajudam a compor o espetáculo.

As moedas representadas pelas meninas são NEM, eBitcoinCash, Monacoin (primeira criptomoeda japonesa), Bitcoin, Cardano, Ethereum, NEO, e Ripple.“Queremos promover, por meio do entretenimento, a ideia de que as moedas virtuais não são apenas uma ferramenta para a especulação, mas são uma tecnologia maravilhosa que moldará o futuro”, disse uma das integrantes durante entrevista sobre o show.

As Meninas das Moedas Virtuais realizaram o show de estreia em Tóquio na sexta-feira (12 de janeiro). A banda tocou seu primeiro single, “The Moon and Virtual Currencies and Me”, que é um resumo desse mundo atual das criptomoedas e contém trechos de vários comunicados emitidos por reguladores do ecossistema e do mercado tradicional feitos nas últimas semanas.

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Os desafios das fusões e aquisições no setor de Serviços de TI

* Por Alberto Freitas

Em 2017, foram registradas mais de 970 operações de fusões e aquisições (M&A – Merger and Acquisition) no Brasil. E o setor de tecnologia lidera o número dessas transações, com cerca de 170 delas, de janeiro a novembro deste ano, segundo dados de um relatório mensal da Transactional Track Record (TTR), agência que monitora o setor de M&A.

Esse número, bastante significativo, representa uma mudança no paradigma econômico do nosso país, afinal, o mercado nacional de fusões e aquisições no segmento de TI tem se mostrado cada vez mais maduro, e já é referência em transações entre fornecedoras de ERPs, e até potenciais unicórnios da próxima geração de startups.

Mas, em contrapartida, para as empresas de TI que atuam especificamente com serviços e como integradoras, o número de aquisições e fusões ainda é tímido. Isso porque a grande maioria delas é de pequeno e médio porte, com costumes familiares ou com sócios executando funções operacionais sem estarem preparados para isto, o que dificulta muito no crescimento destas.

Quando essas companhias passam por um processo de fusão e aquisição, o desafio se torna ainda maior. Somente o processo de adequação da contabilidade e Fiscal, por exemplo, representa um grande desafio, pois essa área, em especial, seja por falta de conhecimento ou baixa adoção das melhores práticas estabelecidas pelo mercado, acaba sendo colocada em segundo plano, muitas vezes terceirizada com pequenos escritórios contábeis.

Outra questão crítica para o M&A é que muitas delas não formalizam seus relacionamentos com empregados, clientes e fornecedores, o que acarreta em mais trabalho para ‘arrumar’ a casa antes da venda. A informalidade que predomina na administração dessas empresas acaba criando uma cultura que se choca com modelos de negócios mais maduros, criando grandes distorções nos resultados reais das empresas.

Como agravante está a divisão das tarefas entre os sócios que compõe o board. Devido ao tamanho dessas companhias, os sócios muitas vezes acumulam atividades executivas que não foram preparados, como diretoria de vendas, administrativas e de entregas, e como não podem cobrar resultados um dos outros, acabam criando várias empresas dentro da mesma empresa. Esta forma de administrar acaba gerando resultados baixos, crescimento pífio e o pior, deteriora o relacionamento dos sócios e visão de futuro da empresa.

Por estarem tão perto dessas operações, os sócios acabam desenvolvendo a postura de donos, não executivos, o que atrapalha tomadas de decisões críticas, como demitir um funcionário ou mesmo a própria venda da companhia.

Quando o processo de aquisição é finalizado, o choque cultural é inevitável, pois esses sócios precisam parar de pensar como proprietários para pensarem como executivos e líderes.

E é por esses motivos que, um processo que nos Estados Unidos, por exemplo, leva de três a seis meses em média para ser realizado, aqui levamos quase um ano para concretizar, entre negociações, propostas e contrapropostas, avaliação e adequação dos ativos, até à assinatura dos contratos.

Diante disso, deixo alguns conselhos para quem está considerando passar por processo de M&A voltado a empresas que atuam com serviços e integradoras de TI:

1- Ajuste a sua contabilidade e área fiscal.

2- Formalize seus relacionamentos, com os colaboradores, clientes e fornecedores.

3- Crie e implemente políticas de compras e de vendas.

4- Defina muito bem os papéis dos Sócios como executivos, se não existir posições para todos crie o conselho de sócios.

5- Tenha um plano de crescimento real para os próximos 5 anos, se não conseguir, pelo menos, para os próximos 2 anos.

6- Profissionalize a empresa, reduzindo o número de familiares.

7- Crie a cultura de resultados, tenha resultados medidos mensalmente pelo EBITDA.

8- Tenha um orçamento e seja rigoroso com ele.

9- Tenha austeridade nas despesas e custos.

10- Crie objetivos de geração de caixa mensal.

Seguindo esses passos, as chances de sucesso numa venda aumentam significativamente, além de evitar muita dor de cabeça futura. Boas vendas!

* diretor de M&A da Cast group

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Cinco tendências tecnológicas para ficar de olho em 2018

Por Vicente Goetten*

Ninguém duvida que as tecnologias estão evoluindo e sendo adotadas com uma velocidade cada vez maior. Várias delas surgiram nos últimos anos e já ganharam diferentes aplicações e representatividade em inúmeros segmentos da indústria. Por isso, não podemos deixar de olhar para a evolução e os impactos que cada uma delas causará nos nossos negócios e setores. Para facilitar essa análise, trago abaixo cinco tendências que se difundirão mais fortemente em 2018 e que todas as empresas devem estar atentas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Inteligência Artificial
A tecnologia vai continuar sendo um dos principais tópicos do próximo ano. Ela está evoluindo a passos largos para diversas aplicações e estará em praticamente todos os tipos de sistemas e soluções. Mais do que isso, a IA também deixará as coisas mais inteligentes. Robôs, drones, máquinas agrícolas. Todos eles responderão perguntas e oferecerão insights para tomada de decisões em diferentes indústrias.

A evolução dessa tendência também passa muito pelas experiências conversacionais, como Alexa, da Amazon, e Siri, da Apple. Esses exemplos da vida pessoal ingressarão fortemente no universo corporativo, como no atendimento ao cliente, por exemplo, que poderá pedir orientações ou fazer perguntas por comando de voz ou texto e ser direcionado a um manual ou à localização específica da resposta na página de FAQ (perguntas e respostas frequentes, da sigla FAQ em inglês).

Além disso, há estudos sobre a operação de máquinas e sistemas com o uso de comandos de voz. Desta forma, por meio de uma interação com linguagem natural, será possível interagir com um software e pedir para que ele emita uma nota fiscal para empresa X, por exemplo, e ele o fará sozinho.

Realidade virtual e aumentada
Outras tecnologias que vão crescer muito no próximo ano são as realidades virtual e aumentada. Até então bastante usadas na indústria de games, em 2018 se tornarão mainstream impulsionadas pelos setores de lazer, como museus e estádios, hotelaria e turismo. Mas também serão bastante usadas nos segmentos de varejo, saúde e educação – incluindo treinamentos.

Esses conceitos ganharam popularidade no mercado de games, como Pokémon, mas, assim como a inteligência artificial, estão sendo inseridas em aplicações de negócios. Em uma loja física, com uma aplicação assim, será possível obter informações adicionais de um produto ou verificar se uma carteira que você está comprando combina com um sapato que já está em casa. No segmento de saúde, será possível ”escanear” o tornozelo após uma contusão e obter indicações do que aconteceu e recomendações do que fazer. Tudo isso com a câmera do celular.

Os benefícios não param por aí. Essas tecnologias permitirão uma experiência imersiva, como, por exemplo, no aeroporto de Singapura que já treina seus novos engenheiros mecânicos 100% com óculos de realidade virtual. Na educação à distância, estudar o corpo humano como se ele estivesse na sua frente será um grande avanço para estudantes e professores. E imagine se, antes de comprar uma passagem para o Japão, você pudesse vivenciar uma caminhada pelas ruas da cidade ou saber como será a visão do assento do ingresso que deseja comprar para um show ou um jogo no estádio, antes mesmo de adquiri-lo. Até mesmo um passeio no museu ou em uma exposição torna-se mais rico e interessante com informações adicionais sobre uma obra usando apenas o celular.

Blockchain
Até o momento tivemos muitos casos teóricos de blockchain, mas em 2018 o veremos, de fato, em produção. Haverá um crescimento forte não só da tecnologia em si, mas, principalmente, de soluções desenvolvidas em cima dela. Será possível, por exemplo, fazer tracking e auditoria do transporte de medicamentos utilizando um sensor de internet das coisas (IoT) que rastreia o trajeto e a temperatura dos medicamentos durante todo o processo, salvando essas informações no blockchain. A medida garante a proteção dos dados, a imutabilidade deles e, até mesmo, a segurança e a qualidade dos produtos, que não sofreram alterações durante o trajeto. O mesmo princípio, pode ser usado no supply chain e na agricultura.

A tecnologia também deve crescer muito no segmento financeiro, onde surgiu juntamente com os bitcoins. Hoje, não existe uma instituição financeira que não use ou não esteja discutindo a adoção de blockchain. Outro aspecto que deve crescer bastante no próximo ano é a identidade digital e o blockchain será usado para garantir a segurança da informação e também que você é você mesmo.

Fog computing
Em 2018, vamos começar a usar o poder computacional das pontas. Isso agilizará a rotina de empresas e profissionais, pois não será mais necessário enviar todos os dados para uma nuvem, esperar ela processá-los e enviar a informação de volta para tomar decisões.

Imagine a diferença dessa mudança de paradigma em um carro autônomo, em que a velocidade de decisão é fundamental para a segurança das pessoas. Ao usar o poder computacional das pontas, realiza-se o processo localmente e apenas o armazenamento do resultado na nuvem tradicional, combinando várias nuvens ao invés de centralizar tudo em uma só. E isso só acontecerá porque o poder computacional que temos hoje no nosso smartphone ou em um carro autônomo, por exemplo, são incríveis.

Combinação de todas essas tecnologias
Além dos benefícios oferecidos por cada uma dessas tecnologias individualmente aos negócios, a combinação de várias delas também impactará fortemente o dia a dia nas empresas e a nossa interação com elas. O carro autônomo, por exemplo, usará não só a fog computing, mas também a inteligência artificial para tomar decisões. Na saúde, veremos o uso de IA e de realidade aumentada para dar uma prévia de diagnósticos. Além disso, com os óculos HoloLens, da Microsoft, será possível escanear um paciente e depois interagir com ele por meio de realidade aumentada e inteligência artificial.

Essas são algumas tendências que impactarão as empresas e os negócios em 2018 e precisamos estar atentos aos impactos que elas podem causar, não só no ambiente corporativo, para não perdermos competitividade, como também na interação com os clientes e nas experiências que oferecemos a eles.

Vicente Goetten é Diretor do TOTVS Labs

 

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Ecologia, a contrapartida da Economia

por Alfredo MR Lopes*

Em sua célebre aula inaugural de instalação da Cadeira de Semiologia no Colégio de Franca, o filósofo francês, Roland Barthes, recorreu à relação entre literatura e poder, para ilustrar o mecanismo de imposição dos valores, verdades e paradigmas de conduta adequadas ao status quo. A Aula, como é conhecida a publicação, diz que…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“…a linguagem não é nem reacionária, nem progressista; ela é simplesmente fascista; pois fascismo não é impedir de dizer, é obrigar a dizer.”.

Ora, a que poder se referem, ou que objetivos norteiam as constantes agressões de alguns segmentos da mídia à economia da Amazônia Ocidental, sob influência da Suframa, Superintendência da Zona Franca de Manaus. Que papel essa mídia pós-digital, instantânea e invasiva, outrora chamada de quarto poder, a ex-famigerada grande imprensa, continua a cumprir? Sua estratégia de poder, enquanto manifestação maior da dominação real, ainda se estriba no trunfo milenar de ser anúncio e denúncia de uma conceituação da realidade que lhe convém.

Desconfigurada e obrigada a criar saídas para a própria sobrevivência – posto que seus trunfos foram compartilhado por inúmeros sujeitos, alguns mais ágeis na dominação digital do saber, resta-lhe, segundo Barthes, a opção de engendrar o erro, disseminar a culpa no destinatário definido e se constituir em saída messiânica para os embaraços artificiais.

Nos ataques constantes à economia regional, o argumento fundamental é responsabilizar os 8% de isenção atribuídos aos estados da Amazônia Ocidental, como causa do rombo fiscal do país. Contem outra, pois essa distorção está baseada em desinformação propositada e destrutiva, com foco na Zona Franca de Manaus.

Ali, renúncia fiscal não passa de fake news. Trata tão somente do exercício público do direito constitucional da contrapartida fiscal para investimentos em áreas remotas com infraestrutura deficitária. As empresas escapam de algumas cangalhas tributárias, mas remuneram melhor seus trabalhadores, recolhem mais vantagens fiscais para a União que as demais plantas industriais do Brasil, além de protegerem um patrimônio natural essencial ao equilíbrio climático.

Entretanto, não cabe ficar repetindo a cantilena. A Receita Federal e instituições com o gabarito da FEA-USP já emprestaram sua reputação para confirmar essa afirmação.

Está na hora de dar um passo adiante, além de ironizar os fundamentos dessa perseguição sem sentido.

Um passo simbólico e importante será a realização do I Congresso de Gestão da Amazônia, que ocorrerá neste primeiro semestre, com a chancela da CAPES/FINEP, como parte das atividades do Doutoramento em Administração entre USP e UEA, a Universidade do Estado do Amazonas, paga integralmente pela indústria de Manaus, e empenhadas no enfrentamento do nosso maior gargalo: a ausência de gestores do enigma amazônico. “Decifra-me ou serei devorada”.

Inovação, Sustentabilidade e Governança será o tema do evento e o tripé de sustentação dessa saída, tanto da parceria entre as duas instituições acadêmicas, UEA e USP, como um palpite para o Brasil sair do buraco do burocratismo sombrio e amoral das gestões históricas que nos empurraram ao caos.

A contrapartida fiscal supera os 2 milhões de empregos gerados pelo país afora, a substituição de importações, vital para equilíbrio da balança fiscal, a proteção florestal e os serviços ambientais.

As empresas instaladas em Manaus passam a exigir que os fundos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, e aqueles destinados a interiorizar o desenvolvimento ano, sejam aplicados na região e nas oportunidades de novos negócios, com governança pública inteligente, inovação tecnológica e com parâmetros claros de sustentabilidade.

Economia passo a passo com a ecologia, como tem de ser.

*Alfredo Lopes é filósofo e ensaísta – alfredo.lopes@uol.com.br

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