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Mercedes-Benz alcança o marco de 3 milhões de motores produzidos no Brasil

 

A Mercedes-Benz do Brasil alcançou, no final de outubro, o marco histórico de produção de 3 milhões de motores para caminhões e ônibus. Esse número refere-se ao volume acumulado desde 1956, quando foi pioneira na fabricação do primeiro propulsor a diesel nacional. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O motor que simboliza esse marco é o pesado OM 457 LA. Fabricado na planta de São Bernardo do Campo, mesmo local onde foi produzida a primeira unidade, que equipava o clássico caminhão L-312, o “Torpedo”.

“Nenhum outro fabricante de veículos comerciais chegou a esse volume de produção no País. É com muito orgulho, satisfação e emoção que compartilho esse momento histórico e especial com toda a nossa equipe de colaboradores e com os fornecedores”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

De acordo com o executivo, também no que se refere ao desenvolvimento e produção de motores, a Empresa tem papel relevante na consolidação do produto nacional e das indústrias do setor. “De forma pioneira, nossa marca introduziu o conceito diesel no Brasil, há 61 anos, quando inaugurou sua fábrica de caminhões e ônibus. Desde então, não parou de aprimorar seus produtos e de inovar, como fez quando lançou o primeiro motor eletrônico de veículos comerciais e introduziu a tecnologia BlueTec 5”, ressalta Schiemer. “Assim, sempre estivemos ao lado de quem transporta cargas e passageiros, ajudando as empresas a crescer e o País a se desenvolver”.

Os motores da marca são cada vez mais reconhecidos no mercado pela avançada tecnologia, robustez, durabilidade e compatibilidade ambiental. “Isso é fruto do rigoroso processo de excelência e qualidade nas linhas de produção e da competência e determinação das nossas equipes em entregar um produto que atende às expectativas dos clientes“, diz o executivo. “Isso resulta em economia no consumo e, principalmente, na rentabilidade desejada”.

Motores equipam veículos destinados ao mercado brasileiro e a cerca de outros 60 países
Os motores da marca equipam caminhões de todos os segmentos, desde os leves e médios, passando pelos semipesados até os extra pesados. Também abrangem toda a linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários. Esses motores atendem o mercado brasileiro e equipam também veículos que são exportados para cerca de 60 países em vários continentes. “Tanto no nosso País, como no exterior, contam com ampla aceitação por sua eficiência e robustez nas mais severas condições de operação”, afirma Carlos Santiago, vice-presidente de Operações da Mercedes-Benz do Brasil.

A Empresa também fornece motores a diesel a outras unidades do Grupo Daimler. A partir de agosto deste ano, passou a exportar o OM 460 Euro 3 para a planta alemã da Daimler em Wörth, na Alemanha, para utilização no caminhão rodoviário Actros e nos fora de estrada Arocs e Zetros. Esses veículos são exportados para mercados da África e Oriente Médio.

Em 2013, a Empresa passou a enviar motores médios OM 900 para a Daimler Buses de Monterrey, no México. Em 2001, efetuou as primeiras exportações de propulsores brasileiros, os pesados OM 400 para a Detroit Diesel, nos Estados Unidos.

De 1956 até 1990, produziu motores leves e médios. A partir de 1991, começou a fabricar os pesados. No ano de 1998, também de forma pioneira, lançou os primeiros motores diesel eletrônicos do Brasil. E em 2005, iniciou a produção de remanufaturados da linha RENOV, para o mercado de reposição, em sua unidade de Campinas, interior paulista.

“Em 2006, batemos o recorde de produção no Brasil, com 110 mil motores produzidos apenas naquele ano”, informa Carlos Santiago. “Alcançamos 1 milhão de motores em 1984. Depois, chegamos aos 2 milhões em 2004”.

Maior fabricante de veículos comerciais da América Latina
A Mercedes-Benz do Brasil é a maior e mais tradicional fabricante de caminhões e ônibus da América Latina. A unidade da Empresa em São Bernardo do Campo é a maior planta da Daimler fora da Alemanha para veículos comerciais Mercedes-Benz. É também a única planta da Daimler a produzir, numa mesma unidade, caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos.

A Empresa é também conta com o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de veículos comerciais da América Latina. Além disso, é o Centro Mundial de Competência da Daimler AG para desenvolvimento e produção de chassis de ônibus da marca Mercedes-Benz, bem como pólo de desenvolvimento da Daimler Trucks.

 

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Novo jogo Sonic Forces: Speed Battle faz sua estreia mundial

A SEGA lançou o Sonic Forces: Speed Battle, o aguardado jogo multiplayer em tempo real que coloca os jogadores em batalhas recheadas de ação contra oponentes ao redor do mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O game já está disponível para download gratuito (com recompensas em anúncios e compras opcionais no aplicativo) para smartphones e tablets (primeiramente iOS – e já está otimizado para o iPhone X). Além disso, o jogo também está chegando à loja Google Play para dispositivos Android em 16 de novembro de 2017.

Assista ao trailer de lançamento abaixo!

O novo jogo do porco espinho mais amado de todos apresenta 15 personagens jogáveis do próximo título da franquia para consoles Sonic Forces, incluindo favoritos dos fãs como Sonic e Knuckles clássicos, Amy e Omega, assim como outras estrelas do universo de Sonic como Zavok, Metal Sonic e Chaos. Em seu lançamento, o jogo traz 12 pistas situadas em três ambientes únicos, sendo dois deles inspirados no jogo Sonic Forces para console. Os jogadores podem montar uma equipe de personagens, subindo o nível de seu time e batalhando pela liderança regional e global nos placares de líderes.

“Com sua acelerada ação multiplayer, o game mantém nossa visão de trazer títulos de alta qualidade e com grande potencial de entretenimento para dispositivos móveis,” disse Takashi Iizuka, VP de Desenvolvimento de Produto da SEGA of America. “Estamos ansiosos para ver como os fãs respondem ao estilo único de corrida e jogabilidade competitiva”.

Para os que quiserem uma dose ainda maior de emoção,a versão para console, um jogo de plataforma será lançado no dia 10 de novembro de 2017 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.

 

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DJ Alok é indicado ao MTV Europe Music Awards como “Melhor Artista Brasileiro”

Vivendo ótima fase, ascensão internacional e conquistando vários recordes com suas produções, o DJ brasileiro Alok acaba de ser indicado ao MTV Europe Music Awards na categoria “Melhor Artista Brasileiro”. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Assim como acontece com o Brasil, outros países também têm suas listas de indicados que concorrem em categorias gerais. A premiação vai acontecer no dia 12 de novembro em Londres e terá Rita Ora como uma das apresentadoras.

Você pode votar através do aplicativo, das redes sociais e do site da MTV EMA.

“Concorrer ao MTV Europe Music Awards na categoria “Melhor Artista Brasileiro” é certamente uma honra. Muito feliz em ver que a contribuição é para a cena eletrônica como um todo. Agora é contar com o voto de todos vocês!”, comenta Alok, artista que atualmente conta com mais de 10 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais, além de ter sido eleito recentemente como o 19 melhor DJ do mundo.

Vale ressaltar que Alok acaba de retornar de uma extensa turnê na China onde se apresentou em várias cidades e também foi garoto propaganda em todo o território chinês de uma famosa marca de bebidas.

 

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50% dos motoristas brasileiros admitem usar celular ao volante

Conduzir um veículo com celular em mãos é infração gravíssima prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pode render 7 pontos na carteira, multa de R$ 293,47, e aumentar significativamente a probabilidade de acidentes. Apesar disso, metade dos motoristas brasileiros admite fazer uso do dispositivo enquanto dirige.

Segundo pesquisa nacional realizada pela Arteris – companhia do setor de concessões de rodovias -, 51,9% dos motoristas brasileiros admitem dirigir com celular em mãos, ainda que raramente. O percentual é ainda mais expressivo para os motoristas com… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”] …idade entre 18 e 21 anos e residentes da região sudeste do País.

Antes de continuar a leitura, veja a campanha inglesa sobre o risco de usar celular ao volante. Ela foi veiculada na Inglaterra há vários anos, mas serve para os dias de hoje. É impactante, tem cenas chocantes e retrata a realidade de um desastre grave, não importando se é na cidade ou na estrada.

É uma super produção para mostrar esse grave problema que pode afetar qualquer pessoa.

Alguns segundos de distração ao digitar um número de telefone ou mensagem, por exemplo, a uma velocidade de pouco mais de 100km/h, pode levar um motorista a percorrer a distância equivalente a quatro campos de futebol totalmente às cegas.  O que parece algo inofensivo, um deslize simples, pode custar vidas.

Os acidentes de trânsito estão entre as principais causas externas de morte no Brasil e no mundo. A cada hora, 140 pessoas perdem a vida no trânsito segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Os aparelhos de celular fazem parte da nossa realidade atualmente, mas, praticamente todos os aplicativos disponíveis hoje, podem ser programados ou iniciados antes de dar partida no veículo. Infelizmente, a pesquisa indica que os motoristas brasileiros, mesmo cientes da legislação e do perigo, ignoram essa possibilidade e seguem adotando comportamentos de risco”, afirma Elvis Granzotti, gerente de Operações da Arteris.

Granzotti alerta que, nas saídas para feriados prolongados, o volume de veículos é maior e motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres devem redobrar a atenção e assumir atitudes mais prudentes para a preservação de suas próprias vidas e das demais pessoas que trafegam ao seu redor.

A pesquisa foi realizada entre 15 e 27 de julho, com 2.686 motoristas, das cinco regiões do País, que responderam a um conjunto de perguntas sobre o seu próprio comportamento no trânsito. O levantamento retrata a distribuição no território nacional de condutores e a margem de erro é de 1,9%. No estudo, foram abordados quatro eixos de análise – uso do cinto de segurança, direção após o consumo de bebida alcoólica, desrespeito aos limites de velocidade e uso do celular ao volante. O único que apresentou melhoria em relação aos dados coletados no ano passado foi o índice sobre velocidade.

Nesse ano, 59,3% dos entrevistados declararam sempre respeitar os limites estabelecidos, enquanto em 2016, o percentual foi de 51,3%. Para os demais eixos, não houve variação estatística significativa.

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Saraiva lança loja Geek

A Saraiva anunciou hoje (01) o lançamento da página Universo Geek, voltada para a venda de artigos relacionados ao tema dentro de seu e-commerce. Na loja virtual, os clientes contam com uma curadoria especial de produtos, como livros, games, filmes, histórias em quadrinhos, colecionáveis e artigos de papelaria. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Nossa proposta com esta página inédita é oferecer mais comodidade ao público, disponibilizando em um único ambiente digital um amplo sortimento de produtos do tema”, conta Adriano Tavolassi, diretor de e-commerce da Saraiva. “O mercado de produtos geek cresce ano a ano e conta com um público fiel. Por isso, nossa estratégia visa nos aproximar desses clientes oferecendo itens e ofertas customizadas aos interesses desse público”, destaca o executivo.

Para facilitar a navegação, o hotsite foi categorizado por grandes marcas e sagas, como Star Wars, Game of Thrones, Harry Potter, Marvel, DC e Minecraft. Além disso, os clientes podem optar pela indicação de livros, games e filmes classificados por aventuras, como Outras Galáxias, Identidade Dupla, Jornadas Incríveis, Clássicos Futuros Distópicos.

 

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Projetos de transformação digital devem movimentar US$ 1,7 tri em 2019

A transformação digital continua moldando o novo mercado de tecnologia da informação criando demandas inéditas em vários negócios. As despesas com essa nova realidade das empresas continuará crescendo nos próximos anos e chegará a US$ 1,7 trilhões, em 2019, de acordo com estudo feito pela consultoria IDC e liberado em 31 de outubro.

A consultoria usa a sigla DX pra definir a transformação digital. Até o final de 2018, pelo menos 40% das organizações terão uma equipe de liderança digital. Isso ocorrerá em direta oposição ao modelo atual de uma liderança executiva única de transformação digital para executar as iniciativas digitais em toda a empresa.

Até 2019, todas as empresas que conseguiram cruzar a linha para a transformação digital gerarão pelo menos 45% de suas receitas dos novos modelos de negócios. Entre eles estão: “futuro do comércio” e capacidades cognitivas/inteligência artificial. Os assistentes digitais pessoais e chatbots ganharão importância e passarão a representar 10% das vendas e impulsionar o crescimento entre as organizações utilizam essas tecnologias efetivamente.

A consultoria alerta ainda, em seu relatório, para um quadro de exclusão e perda de competitividade nas empresas que ficarem presas aos modelos antigos de TI e negócios. “Enquanto vemos empresas se tornando mais capazes digitalmente, há uma diferença crescente entre líderes e retardatários, com implicações significativas para as organizações que não podem fazer a transição para uma organização digital-nativa”, destacou Shawn Fitzgerald, diretor de pesquisa de Estratégias de Transformação Digital Global do IDC.

Talento
Até 2020, 60% das empresas terão articulado ao menos uma estratégia digital, com impacto possível de ser exapndido para toda a organização, prevê o relatório. Ainda em 202o, 85% das novas contratações de posição técnica serão baseadas em conhecimentos de inteligência artificial e analytics. Ainda, 25% das principais empresas terão desenvolvido programas de treinamento digital para competir melhor pelo talento disponível no mercado.

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Só 1 em cada 3 empregados sabe o que é um ransomware

Na esteira de ataques massivos de ransomware que ganharam proporções mundiais, como os ocorridos com WannaCry, Petya e BadRabbit, seria de se imaginar que qualquer pessoa ou empresa que possua um dispositivo eletrônico conectado soubesse o que é esse perigoso malware. Mas não é isso o que uma pesquisa da empresa de tecnologia em cloud Intermedia descobriu. O Data Vulnerability Report 2017 mostrou que apenas 1 em cada 3 empregados sabem o que é um ransomware, como ele penetra nos sistemas e quais os riscos.

E não é por falta de informação. A pesquisa ouviu 1.000 funcionários que lidam com sistemas em seus trabalhos. Dos ouvidos, 70% disseram que as empresas emitem comunicados sobre ransomwares e vulnerabilidades. Ainda, 30% confessaram que receberam informações específicas sobre o WannaCry durante a crise que quase quebrou a internet no mundo.

Tal desinformação tem saído caro e afetado o bolso dos próprios funcionários. A pesquisa da Intermedia levantou que a média de resgate pago pelos ransomwares é de US$ 1.400. Curiosamente, 59% dos valores são pagos pelos próprios funcionários quando se deparam com o malware que sequestra dados e trava Hds.

Millennials
Divididos por faixas etárias, a pesquisa mostra números mais impressionantes. Cerca de 70% dos millennials, a geração que se acredita ser mais conhecedora de tecnologia porque nasceu com internet, apps, etc, dizem que foram vítimas de ransomware e pagaram o resgate.

“Nosso último relatório mostra que, mesmo em face de ataques crescentes, existem grandes lacunas na conscientização geral sobre como lidar com ataque desses “, disse Jonathan Levine, diretor de Tecnologia da Intermedia. “Os funcionários estão dispostos a fazer grandes esforços para tentar recuperar os dados, incluindo o pagamento de resgates com seus próprios bolsos, mesmo que 19% do tempo os dados não sejam liberados mesmo após o pagamento do valor”.

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Você acha mesmo que controla seu pessoal de campo?

* Por Ilan Szapiro

Outro dia me contaram mais uma espantosa história envolvendo força de trabalho externa; neste caso em particular tratava-se de um técnico de uma grande empresa de telefonia. Mesmo sabendo que eles são proibidos de entrar em uma casa e executar qualquer serviço sem a presença de um morador maior de idade, o tal técnico entrou quando só estava na residência um adolescente de 16 anos. Como se não bastasse a transgressão de uma regra bem clara, o tal desinstalou um aparelho telefônico que ninguém pediu e, para completar a lambança, instalou um pacote de banda larga tradicional quando a cliente já tinha contratado internet de altíssima velocidade da mesma operadora. Dor de cabeça para todo mundo e cliente muito insatisfeito.

Mas o erro, com certeza, não foi só do funcionário. Onde estavam os mecanismos regulatórios de qualidade e controle de serviços desta grande operadora naquele momento?

Esse tipo de problema, acredite, não é incomum e, se multiplicarmos pelo número de profissionais que trabalham em campo, sejam técnicos, vendedores, promotores, montadores, entre outros, já dá para imaginar a batata quente nas mãos das empresas que precisam contar com esse tipo de mão de obra. Como fazer, então, para evitar ou minimizar falhas? A resposta, na nossa opinião, é uma sigla de quatro letras, MWFM – Mobile Workforce Management – de última geração.

Não podemos dizer que gerenciamento de força de trabalho móvel (MWFM) é exatamente um conceito novo, mas os mais recentes aplicativos e os dispositivos móveis cada vez mais robustos e acessíveis desenharam um cenário extremamente propício para aparelhar a mão de obra de campo.

Nunca as empresas tiveram tanto controle e visibilidade das atividades diárias de campo em tempo real em toda a história. Empresas em todo o mundo estão reassumindo o controle do que acontece fora das quatro paredes. Funcionários são melhor aproveitados, o tempo de atendimento ao cliente pode cair pela metade, relatórios de visitas são automáticos e online, o cliente tem a segurança de receber o nome e foto do técnico em seu smartphone antes de autorizar a entrada em sua casa, o técnico não corre o risco de executar o serviço errado porque recebe o planejamento do dia, semana ou mês em seu smartphone. Os trabalhos executados são mais assertivos e até a economia de papel é espantosa. E tudo isso somado atende, e bem, às exigências de compliance de cada setor.

Por meio do conceito de MWFM, os funcionários batem o ponto pelo aplicativo e não precisam se deslocar até a empresa no início e fim do expediente, e ainda é possível saber onde estava quando bateu o ponto. As ordens de serviço são enviadas via aplicativo e já vão organizadas em uma sequência inteligente e roteirizada de modo a otimizar o tempo e melhorar o atendimento ao cliente. E com um módulo de planejamento, conseguem otimizar mão de obra, e normalmente sobram – e não faltam – funcionários.

Com certeza, é bom para as empresas. Mas, e para o funcionário? Também, pois ele não precisará mais fazer relatórios. Tudo é preenchido automaticamente e põe fim ao retrabalho. Não precisa mais perder horas no trânsito indo até a empresa, pois tudo que precisa estará na palma da mão, em seu dispositivo móvel, o que melhorará sua qualidade de vida. Tem mais liberdade, sem que isso gere na empresa a desconfiança de que o funcionário ficou assistindo Sessão da Tarde.

Escolha certa
Existem algumas opções de MFWM disponíveis no mercado já prontas e bastante modernizadas, justamente por isso não é interessante optar por aquelas que exigem um investimento contínuo em desenvolvimentos que não acabam nunca. A escolha certa, na nossa opinião, é aquela que apresenta o melhor ROI – Return of Investments, que seja o mais imediato possível, que consiga se amalgamar ao dia a dia da empresa sem traumas e, como já dissemos, que seja bom para todos os envolvidos: empresa, colaborador e cliente.

Acompanhamos um case de uma grande empresa no Brasil que alcançou uma economia de 23% sobre seus gastos com combustível e um aumento de produtividade de 37%. Uma outra multinacional passou a economizar US$ 63 mil em papel entre 2016 e 2017.Por outro lado, acompanhamos a triste história de uma empresa que desembolsou uma grande soma de dinheiro no desenvolvimento e customização de uma solução, quando o que ela procurava e precisava já existia. Gastou 30 vezes mais do que deveria porque não analisou, cuidadosamente, as opções disponíveis no mercado.

Outro ponto importante na hora da escolha é a análise do investimento por funcionário. A conta média deve ser: investir o equivalente a 3 a 5% do custo mensal desse funcionário e obter um retorno de 30%. Exemplo: se um funcionário custa para empresa R$ 2 mil, o investimento seria de R$60 e o retorno de R$ 600.

Também é fundamental que o aplicativo em questão não onere sua área de TI – que já tem que cuidar de muita coisa — e seja intuitivo, amigável, interativo, podendo ser utilizado por qualquer pessoa, em qualquer nível hierárquico, desde recepcionistas, porteiros até gerentes, diretores.

Integração
Para nós é muito claro que o futuro desse tipo de solução é a integração com IoT ou Internet das Coisas. Isso aumentará exponencialmente as possibilidades de controle e automação. Mas enquanto isso está em seu estágio inicial, as tecnologias atuais já trazem benefícios suficientes, e a um custo realmente acessível, para que as empresas abandonem o modelo arcaico baseado em papel — que tem tantas brechas quanto um queijo suíço e por isso mesmo passíveis de fraudes — ou até migrem de tecnologias de primeira geração para as mais modernas. Os resultados são incontestáveis. Além de redução de custo, melhoria da produtividade e maior controle, as empresas terão um retorno que não tem preço: maior fidelidade da clientela, mudança de patamar profissional e de qualidade em seu time e sua reputação preservada.

* diretor da unidade de negócios OfficeTrack, da 3CON, no Brasil

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Google Brasil lança programa de estágio

Atenção galera que está em busca do primeiro emprego! O Google Brasil anunciou que estão abertas as inscrições para seu programa de estágio Business Internship Program. O gigante das buscas procura estudantes de ensino superior com graduação prevista para dezembro de 2018. Os interessados em participar devem realizar inscrições até 12 de novembro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

No texto assinado por Christiane Silva Pinto, especialista em programas de recrutamento do Google, é informado que a empresa procura por profissionais diversos, com intuito de fazer produtos relevantes às necessidades dos usuários da plataforma. O Business Internship Program tem duração de seis meses – de julho a dezembro de 2018 – e é realizado com objetivo de desenvolver profissionalmente seus participantes para serem bem sucedidos na indústria de tecnologia.

As oportunidades de estágio são paras as áreas de finanças, engenharia e tecnologia, marketing e comunicações, operações de pessoas, vendas, serviço e suporte. As qualificações necessárias para candidatura são: estar atualmente matriculado em qualquer das áreas em universidade no Brasil com data de graduação esperada em dezembro de 2018; estar disponível para estagiário no escritório do Google em São Paulo, de julho de 2018 a dezembro de 2018; e capacidade de falar e escrever em inglês e português de forma fluente.

Para realizar inscrição basta acessar este link, enviar currículo, preencher o formulário e as informações suplementares. Após o período de captação de currículos, serão realizadas entrevistas de dezembro de 2017 a março de 2018.

 

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Desafio de inovação da Nestlé: inscrições vão até dia 13

A Nestlé e a marca Nescafé realizam o desafio Big Case Nescafé de inovação, em que universitários e recém-formados de todo o país terão a oportunidade de propor soluções para um case real da marca. A iniciativa foi desenvolvida pela empresa Big Case, especializada em soluções de inovação aberta e crowdsourcing que conectam empresas a jovens estudantes ou profissionais. O tema será “Como Nescafé Pode Criar Conexões Que Levam O Público Jovem A Novos Começos”, alinhado ao posicionamento da marca e também ao propósito da empresa de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável. Os jovens devem se organizar em grupos de dois a quatro integrantes para propor uma solução ao desafio.

Os participantes dos grupos com os melhores cases terão a oportunidade de participar de um evento presencial na sede da Nestlé, em São Paulo, para se apresentarem a uma banca de executivos da companhia. Os três grupos mais bem avaliados serão premiados no valor total de R$10.000,00 e os integrantes da equipe vencedora terão a chance de participar da fase presencial do Trainee Nestlé 2018 ou de uma entrevista final de estágio na Nestlé, de acordo com o perfil do jovem. Além disso, os vencedores participarão de um almoço com os executivos de Nescafé.

As inscrições de cases para o desafio vão até o dia 13 de novembro. O briefing com instruções para participação e o regulamento estão disponíveis na plataforma da Big Case, que pode ser acessada pelo link: https://bigcase.com.br/desafio/nescafe

Jovens
O desafio Big Case Nescafé soma-se a outras inovações e iniciativas da Nestlé para promover capacitação, empregabilidade e relacionamento com os jovens, como a plataforma Nutrindo os Sonhos dos Jovens, que tem como objetivo contratar 9 mil pessoas com idades abaixo de 30 anos até 2020. Em agosto deste ano, a companhia lançou, junto com outras 16 empresas, a Aliança pelos Jovens, uma rede que busca contribuir para aprimorar o conhecimento e a experiência de pessoas com até 30 anos e sua inserção no mercado de trabalho nacional.

 

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10 conselhos de segurança para proteger informações e equipamentos conectados à Internet

O Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina reuniu 10 boas práticas para ajudar os usuários mais distraídos ou desprotegidos a contar com uma estratégia de segurança completa. Veja os pontos a serem considerados para ter cuidado com os computadores e as informações sem ter que ser um especialista. Confira: [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

1 – Criptografar o disco
Hoje em dia, a criptografia tornou-se uma medida de segurança tão importante e necessária que as ferramentas para implementá-la existem aos montes. Recomenda-se configurar o programa BitLocker para criptografar o disco em sistemas Windows ou alguns arquivos separados com a ferramenta nativa, assim como também há ferramentas de criptografia em Linux, MacOS ou plataformas móveis, como iOS e Android.

2 – Criar senhas seguras
Este conselho é um dos que os usuários mais sofrem para aplicar, pois ficam sobrecarregados com a quantidade de senhas complexas que devem criar e lembrar pelos diferentes serviços que usam online. Algumas práticas para criar senhas de comprimento e complexidade considerável, são o uso de letras maiúsculas e minúsculas alternadas, e ainda, números e caracteres especiais, dentro de uma frase fácil de lembrar.

3 – Escolha um gerenciador de senhas
É recomendável armazenar as senhas em uma ferramenta de gerenciamento, criada especificamente para essa tarefa. Desta forma, você só precisa se lembrar da senha mestre que permite o acesso à lista completa de senhas para os diferentes serviços de Internet.

4 – Configure o roteador e a rede Wi-Fi alterando as senhas padrão
Manter as senhas padrão não é uma boa prática de segurança. Em muitas ocasiões, o usuário não considera mudar a chave de acesso quando se trata de roteadores ou redes Wi-Fi. É importante alterá-las quando se cria uma rede Wi-Fi ou conecta um roteador, assim como quando for utilizar qualquer outro dispositivo que se conecte à Internet, como uma impressora ou câmera de vigilância.

5 – Revise atualizações de Firmware
Aceitar as atualizações do sistema operacional que geralmente aparecem automaticamente no sistema não significa que o firmware dos computadores também esteja atualizado. Recomenda-se lembrar deste ponto e atualizar o firmware periodicamente para evitar inconvenientes.

6 – Aplicar uma política de backup apropriada
O backup de informação é uma das medidas de proteção mais utilizadas quando ocorre um incidente. Ele não só protege contra ameaças como o ransomware que criptografa arquivos ou bloqueia o acesso aos sistemas, mas também evita a perda de informações que podem acontecer em uma falha física de um computador.

No Windows, com as Shadow Copies, além de arquivos, é possível fazer backup de imagens do sistema que permitem a restauração para uma versão anterior. Dentro da política, é importante definir os arquivos para backup, o tipo de backup, as unidades de armazenamento e a frequência da atividade.

7 – Criar contas de usuário sem privilégios de administrador
Muitas vezes, ao instalar um sistema operacional e criar uma conta de usuário, ele automaticamente possui um perfil de administrador, que permite configurar e controlar todos os aspectos do sistema. No uso diário de um computador, é recomendável usar uma conta sem privilégios de administrador, já que em caso de ficar comprometida, as consequências serão de menor gravidade. Caso ocorra um cenário de infecção de malware, as ações mal-intencionadas podem ter um alcance menor se a vítima estiver em uma sessão com menores privilégios.

8 – Proteja e configure seu smartphone
As ameaças informáticas de hoje visam as plataformas móveis. Muitos códigos maliciosos são desenvolvidos para sistemas operacionais móveis, por isso é necessário ter uma solução anti-malware no dispositivo. Além disso, em caso de perda ou roubo, a funcionalidade anti-roubo permite rastrear, bloquear e excluir suas informações remotamente. A única coisa necessidade é escolher o produto adequado e sua configuração.

9 – Redes de equipamentos domésticos
As casas modernas já possuem diversos equipamentos ou dispositivos que se conectam à internet e funcionam cada vez mais como se fizessem parte de escritórios. Se você precisa conectá-los para compartilhar arquivos ou pastas e sincronizar o trabalho, você pode criar sua própria rede interna, atento à segurança. Use mecanismos de criptografia na rede e uma lista de computadores permitidos.

10 – Fechar portas que não estejam sendo utilizadas
Esta dica requer algum conhecimento técnico para saber quais portas e protocolos não são usados diariamente em um computador. Uma boa prática é configurar os sistemas para que as portas não utilizadas permaneçam fechadas. Desta forma, algumas portas de entrada possíveis para potenciais atacantes ou ameaças são bloqueadas.

 

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Futuro garantido para apps de transporte, por enquanto

O futuro no Brasil dos apps de transporte que concorrem com os táxis está garantido, por enquanto. Por 46 a 10, o Senado aprovou o texto-base que regulamenta essa atividade. A votação ocorreu na terça-feira, 31 de outubro. O PLC 28/2017, que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em abril, teve algumas modificações. Por isso, voltará à Câmara, como prevê o rito processual desse tipo de texto.

As mudanças do Senado foram significativas e consideradas pró-apps. O texto aprovado em abril, na Câmara era rígido contra os aplicativos como Uber, Cabify e Easy e praticamente inviabilizava esse sistema novo de transporte e favorecia os taxistas. No total, foram 20 emendas que, entre outras coisas, tiraram a exigência de placa vermelha para os veículos particulares que usam os apps para ter contato com o usuário final. Também retiraram a exigência do motorista ser dono do veículo.

O ponto mais polêmico também foi suavizado. O texto da Câmara exigia que os veículos dos apps, motoristas e a atividade exercida por meio eletrônico fosse regulamentada pelos municípios. Isso abriria brechas para fiscalizações diversas e até proibições em determinados locais do país. O senado retirou esse trecho, deixando apenas uma fiscalização sobre a plataforma digital.

O Senado ainda retirou a emenda proposta pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que restringia a 5% os ganhos das empresas de apps sobre o serviço sobre os motoristas que fazem o serviço. Essa taxa varia em cada app e chega a até 25% atualmente.

As exigências do Senado ficaram restritas à segurança e confiabilidade do serviço. Os motoristas terão de apresentar antecedentes criminais, ter o seguro obrigatório contra acidentes, DPVAT, INSS e cuidar da manutenção dos veículos, entre outras obrigações. As empresas, por sua vez, terão de manter uma sede no Brasil, fornecer informações às autoridades quando solicitadas, enviar foto do veículo e condutor para o usuário antes da corrida e armazenar informações sobre as viagens. A maioria desses itens já são de uso comum nos apps.

Apps comemoram
A suavização foi comemorada pelas empresas digitais. O presidente mundial do Uber veio às vésperas da votação ao Brasil e fez várias reuniões com autoridades. Dara Khosrowshahi se encontrou inclusive com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. O país é um dos cinco principais mercados do Uber no mundo.

A principal empresa desse tipo de transporte no mundo emitiu comunicado comemorando a decisão do senado e chamou o texto antigo de “burocracias desnecessárias”. A 99, que tem outro app desse tipo, comemorou o “texto equilibrado” do Senado. O comunicado da Cabify destacou que “o Senado se mostrou sensível à população”.

O texto do Senado voltará para apreciação na Câmara, onde pode ser novamente reformulado. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), autor do projeto de abril, já adiantou que há condições de novas mudanças. O parlamentar, assim como outros deputados, se mostra mais rígido e cita interesses milionários de multinacionais contra a população.

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Amazon aprimora a experiência do Prime Video no Brasil com mais conteúdo e preço mais baixo

A Amazon anunciou hoje (31) que o Prime Video está oferecendo aos assinantes uma experiência de entretenimento ainda melhor, com mais programas de TV e filmes a um preço reduzido e mais opções de pagamento.  [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A partir de agora, novos clientes que assinarem o serviço com um cartão de crédito das bandeiras Visa, MasterCard, Diners ou Elo terão direito a assinatura inicial de R$ 7,90 nos seis primeiros meses, passando para R$ 14,90 após este período. Os clientes que já assinam o serviço não foram esquecidos e também terão direito ao preço inicial por seis meses caso atualizem sua conta existente com o método de pagamento local. O Prime Video também passa a oferecer mais opções de conteúdo em português, além da interface do usuário e a funcionalidade Raio-X em português, espanhol, inglês, francês, italiano e alemão, bem como todas as Séries Originais Amazon e a maioria dos filmes e programas de TV disponíveis com legendas ou dublagem no idioma local.

Além das famosas e premiadas Séries Originais Amazon como The Grand Tour, American Gods, The Tick, The Man in the High Castle, Transparent e séries esportivas ao vivo como Thursday Night Football da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano), os assinantes do Amazon Prime Video terão acesso em breve a uma seleção exclusiva de filmes recentes e populares, incluindo Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, bem como os futuros lançamentos A Bad Moms Christmas (sequência de Perfeita é a Mãe) A Grande Jogada, por meio de uma parceria com a Telefilms.

O aplicativo do Amazon Prime Video também está disponível para download pela Xbox Store no Brasil. Os assinantes do Prime Video podem assistir filmes e programas de TV líderes de audiência via streaming pelos dispositivos Xbox da Microsoft e Xbox One Family, incluindo o próximo lançamento, Xbox One X. Os assinantes podem assistir a qualquer momento e em qualquer lugar por meio do aplicativo Prime Video disponível para smartphones e tablets Android e iOS, Smart TVs LG e Samsung, Android TV da Sony, Sony PlayStation 4 ou online em PrimeVideo.com.

 

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3 em cada 10 consumidores pretendem gastar na Black Friday

Levantamento do SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian voltado ao cidadão, mostra que três em cada dez brasileiros pretendem comprar nesta Black Friday. Desse total, 90% acreditam que deve conseguir bons descontos na data. A pesquisa realizada no serviço de atendimento da Serasa ouviu 4301 pessoas em todo o país, entre 17 de outubro e 24 de outubro.

O estudo revela ainda revela que 79% costuma pesquisar o histórico de preço antes de fechar a compra. Eletroeletrônicos são os itens mais desejados pelos consumidores, com 37% da preferência, seguido por roupas, calçados e acessórios (21%), telefonia (18%), informática (14%), viagens (6%). Outros itens, como material de construção, brinquedos, entre outros, totalizam 5%.

A maior parte (41%) pretende gastar acima R$ 1000,00 nas compras durante a Black Friday, enquanto 28% aponta gasto entre R$ 201,00 e R$ 999,00. Os consumidores que pretendem gastar entre R$ 101,00 e R$ 200,00 totalizam 11%, e 12% opta por valores entre R$ 51,00 R$ 100,00. Apenas 5% afirma ter intenção de gastar até R$ 50,00.

Dos entrevistados, 72% disseram que pretendem comprar em loja física, 27% pela internet e 1% não soube responder. Sobre os cuidados com segurança online na hora de fazer compras na Black Friday, a grande maioria afirma ter cuidado: 87% responderam que verificam se o site é seguro antes de efetuar a compra.

“O consumidor está cada vez mais atento aos sites nos quais efetua suas compras durante a Black Friday. Por isso, é essencial que os ecommerces sérios tenham um certificado de segurança, que é aquele que garante que o endereço começará com https, e não apenas http”, afirma Mauricio Balassiano, diretor de certificação digital da Serasa Experian. “Neste caso, o S significa que o site está seguro”, orienta.

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Apps colaboram para melhorar a vida nas grandes cidades

Estima-se que, por ano, os paulistanos passem um mês e meio parados no trânsito. Segundo dados da Firjam, isso pode representar um prejuízo de R$ 53,4 bilhões para a cidade de São Paulo. O preço pago por conta dessa realidade proporciona desde transtornos relacionados à qualidade de vida até prejuízos para os negócios, gerados pela dificuldade logística e o excesso burocrático ainda presente no Brasil. Atentos a essa problemática, muitos apps oferecem soluções logísticas aliadas à tecnologia para driblar os congestionamentos e facilitar o cotidiano da população, colaborando para melhorar a rotina caótica e contribuir para a economia das metrópoles. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Além disso, essa estratégia também está alinhada aos novos perfis de consumo e exigências em relação à prestação de serviços. Até 2025, os Millennials, jovens nascidos entre os anos 1980 e 2000, devem representar aproximadamente 75% da força de trabalho, segundo a consultoria Deloitte. Para o mercado, isso representa uma forte mudança no perfil de consumidor: aquele que opta pelo máximo de conveniência com o menor preço. A chamada “economia da conveniência” é um movimento liderado por esses jovens que buscam excelência de serviços – e isso inclui agilidade, um grande desafio nas grandes cidades.

Confira abaixo os aplicativos que facilitam a rotina dos grandes centros – e até fora deles:

Pelo fim da papelada
Um caso interessante é o da Loggi, plataforma digital de entregas expressas, que atende mensalmente mais de um milhão de pedidos para pessoas físicas, empresas, e-commerces, pequenos comércios e restaurantes. Ao adotar protocolos digitais em seu sistema, o app eliminou cerca de 40% de entregas extras feitas apenas para este tipo de retorno, evitando percursos desnecessárias no trânsito das maiores capitais do país – sem contar na economia para os consumidores que solicitam os trajetos.

Além disso, a partir do sistema da Loggi, o entregador sempre terá seu primeiro ponto de entrega próximo a ele. Em média, o mensageiro está a somente cerca de 1km de distância do ponto de coleta, ou seja, viagens para o outro lado da cidade apenas para começar o serviço não existem mais como antigamente.

Transporte coletivo e carona
Para quem utiliza transporte público, uma solução é o aplicativo Moovit. Disponível para iOS, Android e web app, ele é um planejador de viagens que oferece informações atualizadas, como horário e opções de trajeto, cruzando diferentes meios de transporte (ônibus, trem, metrô, bonde, etc) em mais de 1.500 cidades ao redor do mundo. Com uma base de mais de 90 milhões de usuários – distribuídos em 78 países – e disponível em 43 idiomas, o Moovit oferece ao usuário a oportunidade de programar seu trajeto por rotas mais curtas e rápidas.

Ainda este ano, a plataforma lançou em São Paulo um recurso de compartilhamento de carona que une passageiros e motoristas com rotas comuns a fim de otimizar o tempo de percurso dentro da cidade. Trata-se do Moovit Carpool, uma opção para complementar o serviço gratuito de rotas via transporte público já oferecido pelo app.

Diminuindo o trânsito com pequenas ações
Outro aplicativo que busca conectar pessoas e trajetos, mas desta vez, no meio de grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte é o bynd, uma solução de caronas corporativas que proporciona momentos de networking e descontração entre os colaboradores de uma mesma empresa na ida ou na volta do escritório tornando o trânsito das cidades mais agradável e seguro.

Por ser contratado como uma política de mobilidade para os funcionários das corporações, o bynd não realiza cobranças de taxa de serviço entre os usuários e além disso, incentiva os usuários por meio de jogos e pontos em programas de fidelidade, possibilitando que os usuários troquem os pontos acumulados com as caronas por prêmios e passagens aéreas.

Para além das metrópoles
Com uma plataforma que media caronas pelas cidades do Brasil e do mundo, o BlaBlaCar já compartilhou um milhão de assentos em suas caronas, o equivalente a dois lugares por minuto, percorrendo 85 milhões de quilômetros. Isso significa que seus membros deixaram de emitir um milhão de toneladas de CO2 no mundo todo nos últimos 12 meses.

Além de contribuir para o meio ambiente, o objetivo do app é conectar passageiros para divisão de despesas e uma experiência melhor de viagem como um todo.

 

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Exageros e verdades sobre a bitcoin

* Por Gabriel Aleixo

Bitcoin é uma nova tecnologia e, como toda novidade, é bastante natural que existam mais dúvidas e desconfianças do que certezas. Especialmente com relação ao funcionamento, questões de segurança e as mais diversas aplicabilidades dessa criptomoeda.

Recentemente, o presidente-executivo da JPMorgan Chase, Jamie Dimon, disse que a bitcoin “é uma fraude”. Segundo o executivo, a moeda digital não funcionará, já que não seria possível inventar uma moeda e presumir que as pessoas que a consomem são “realmente inteligentes”. A declaração traz à tona um dos vários mitos que envolvem o universo das criptomoedas: a bitcoin garante o anonimato do usuário.

A preocupação com o anonimato é um equívoco bastante comum, já que os usuários não precisam informar dados pessoais para se conectarem à rede ou enviar e receber bitcoins. No entanto, todas as transações e endereços de IP envolvidos são públicos na rede neste site – Blockchain.info. Além de apresentar as transações realizadas, o portal utiliza essas mesmas informações para mostrar quantas bitcoins pertencem a cada endereço e listar todas as transações efetuadas por ele.

A bitcoin oferece grande nível de privacidade, como tantas outras formas de pagamento. Mas, não oferece o mesmo anonimato, por exemplo, do uso do papel-moeda. Hoje, pessoas que comercializam algo em dinheiro não precisam, necessariamente, registrar as transações e muitas pontas acabam soltas. Com a bitcoin, não. Todas as transações são, por obrigatoriedade, registradas e, por consequência, rastreáveis.

Tudo isso porque a troca de bitcoins é viabilizada por uma rede blockchain. Essa tecnologia garante mais transparência e confiabilidade a diversos tipos de processos, já que o dado, uma vez em blockchain, se torna imutável. Logo, um usuário não consegue usar a mesma criptomoeda mais de uma vez para diferentes usos.

Fazendo um contra- ponto com as desconfianças que envolvem a bitcoin, listo, abaixo, algumas das vantagens mais visíveis dessa criptomoeda.

1. Autonomia – a bitcoin é uma moeda autônoma, ou seja, é imune a políticas monetárias que, muitas vezes, têm impacto negativo para os cidadãos em momentos de crise econômica. Países como Argentina, Venezuela e Grécia experimentaram, e experimentam, momentos complicados da economia e suas moedas perderam o valor. Isso não acontece com a bitcoin, já que ela não depende de um órgão regulador ou do momento econômico de qualquer região. Ela depende, na verdade, de toda uma rede descentralizada que garante sua autenticidade e viabilidade.

2. Equilíbrio ente transparência e privacidade – como comentamos anteriormente, a troca de bitcoins navega entre transparência e privacidade. Transações com bitcoins funcionam de maneira bem similar à forma como navegamos na internet. Quando estamos conectados, somos anônimos, temos apenas um número IP que nos identifica. Se algo ilegal ou irregular for feito, existem diferentes formas de rastrear um endereço IP e encontrar o usuário por trás dele. A blockchain é uma espécie de livro-razão do sistema, capaz de armazenar o saldo em bitcoins de cada um dos usuários, pública e abertamente. Embora todos sejam identificados por números arbitrários, por meio de recursos de data mining, é possível identificar qualquer atividade criminosa. Logo, a bitcoin é uma arma contra crimes digitais e não favorável a eles, como muitos ainda acreditam.

3. Inclusão financeira – Existe uma grande parte da população, ainda, desbancarizada. Com o sistema de transações por meio de bitcoins, qualquer celular se torna um banco. É possível enviar e receber a criptomoeda de qualquer ponto do globo para qualquer ponto do globo. Isso de forma mais segura, rápida e muito mais barata. Essa é uma poderosa ferramenta de inclusão financeira, sem dúvidas.

4. Pouca (ou nenhuma) probabilidade de falha – Diferentemente do que afirmou o executivo da JPMorgan, não existe uma forma de acabar com a bitcoin ou, então, de encerrar esse sistema do dia para a noite. Essa tecnologia funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem qualquer falha sistêmica há oito anos. Ou seja, a bitcoin é uma realidade, uma tecnologia amplamente testada pelas maiores empresas e mentes da ciência da computação atual. Embora, claro, possam existir falhas que precisam de correção futuramente, esse é um caminho sem volta, justamente por conta de sua natureza descentralizada.

* co-fundador da A Star

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Fusão em tecnologia: Verity compra a JUST

A Verity, empresa de tecnologia especializada em consultoria e desenvolvimento de plataformas, anuncia a aquisição da JUST, consultoria focada no design de serviços e produtos digitais com olhar para a experiência do cliente. O objetivo é criar novas ofertas de transformação digital, realidade que bate à porta do mercado corporativo e pede urgência.

Com a negociação de valor não revelado, a JUST passa a fazer parte do portfólio de empresas da Verity que já controla a QA360, um spin off de consultoria de testes que atua na área Quality Assurance para grandes empresas, oferecendo consultoria de qualidade para melhor desempenho de aplicações. Já a isyBuy, empresa de meios de pagamento e automação de processos comerciais, que integra consumidor e comerciantes, trazendo tecnologias do mundo digital para estabelecimentos tradicionais, é parte de um movimento do grupo que visa além de acelerar startups também fazer um trabalho de curadoria e aproximação dessas startups com grandes empresas atendidas pelo grupo.

“Vivemos um momento em que as empresas devem ser cada vez mais rápidas na ambidestria, reconhecendo que o mundo digital é um caminho sem volta, porém o mundo tradicional e transacional sempre apoiou e ainda apoia o crescimento das grandes corporações. Nossa proposta é justamente não ignorar estes dois mundos existentes e ser o parceiro ideal nesta jornada de transformação, entregando uma oferta end-to-end para que as empresas possam conviver e transitar bem entre os dois mundos até que se tornem empresas 100% digitalizadas.” afirma Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity. “Existem diversas empresas especializadas em design experiência do cliente, mas poucas entendem de TI como a JUST, que foi escolhida por contar com um perfil muito parecido com o nosso”, completa.

Para Rafael Cichini, CEO e fundador da JUST, a criação deste ecossistema de empresas cobre um gap no mercado que ainda conta com poucas consultorias de tecnologia capazes de navegar muito bem entre processos e tecnologias mais tradicionais e o boom do digital. “Sabemos que a digitalização é um caminho natural e irreversível, mas não conseguiremos promover transformação se ignorarmos tudo o que já foi construído dentro das corporações.” A visão da Verity e do Alexandro Barsi foram muito importantes para que isso acontecesse, pois tenho certeza que os planos que temos para o futuro estão perfeitamente alinhados.”

Expectativas
A Verity já conta com grandes clientes, como Riachuelo, AXA, Cardif, Banco Carrefour, Sul América, Atacadão, Sephora, entre outras organizações, que proporcionaram um crescimento médio de 28% ao ano. Atualmente, com 160 colaboradores, encerrou 2016 com um crescimento de 30%. Com a aquisição da JUST, o ecossistema de empresas do grupo chega a 200 colaboradores e soma novos clientes no portfólio como Natura, ESPM, Odontoprev, Wizard, Wiz, Alpargatas, Iguatemi, entre outros, e espera fechar o ano com faturamento acima de R$ 35 milhões em 2017.

Para o futuro próximo o grupo espera concluir novas aquisições e trazer outras startups para o programa de aceleração, que tenham conexão com o universo de clientes atendidos pelo grupo, além de investir pesado na estruturação de uma oferta completa end-to-end para os clientes, criando novas unidades de negócio.

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Inteligência artificial cria as melhores fantasias de Halloween

O Dia das Bruxas chegou e você já deve ter preparado sua fantasia de Halloween – bom, isso se você não ficou os últimos dias problematizando nas redes sociais sobre a cultura estrangeira e a apropriação dessa festa estrangeira. Mas por melhor que seja sua fantasia, ela não deve ser páreo para as sugestões da inteligência artificial (IA).

A pesquisadora Janelle Shane programou uma rede neural de IA para sugerir boas fantasias de Halloween. O objetivo era ver como a tecnologia se adapta às questões mais banais que os seres humanos possam ter. E escolher uma fantasia para uma festa popular é algo que parece fútil, mas leva pessoas a frustrações, estados de ansiedade e sensações de incapacidade criativa poucas vezes vistos.

A máquina não teve problemas com isso. Levou apenas alguns minutos para se adaptar ao pedido. Em pouco tempo ela já estava emitindo ideias de disfarces para o Dia das Bruxas. Alguns não eram lá a coisa mais sensacional já imaginada. Mas, a maioria é um exemplo de desprendimento criativo e bom senso ao misturar influências artísticas e culturais.

Clóvis Bornay (por décadas o maior criador de fantasias de Carnaval no Brasil, falecido em 2005) morreria de inveja. Algums dos figurinos criados pela IA foram: o dragão da liberdade, o rei-abóbora triste, a deusa-borboleta e a bruxa do pickles.

Para chegar a esses resultados mais do que interessantes, Shane carregou o sistema com mais de 4.500 disfarces que coletou no catálogo de varejos especializados e de pessoas na internet. A inteligência artificial começou então a cruzar os itens e pesquisar sobre quais fusões faziam mais sentido, de acordo com o que se espera para uma festa como o Halloween.

Adaptação
Os primeiros resultados foram perto do psicodélico e do surreal. Mas em poucos minutos começaram a surgir bons figurinos.

https://twitter.com/JanelleCShane/status/923547814323396609/photo/1

O objetivo da pesquisa, segundo a pesquisadora contou em seu blog após o experimento, foi ver se a AI tinha condições de criar conjuntos de palavras que fizessem sentido em um pedido. Portanto, o que interessa é se houve reconhecimento de padrões e novas misturas adequadas. Imagine esse potencial em receitas culinárias, por exemplo, ou na busca de equilíbrio entre investimentos conservadores e de alto risco.

A linha criativa não deveria ser elogiada ou criticada. Contudo, é impossível deixar de notar a capacidade da IA para desenvolver novas fantasias de Halloween. “Eu diria que a rede neural de fantasias de Halloween está realmente no auge, ao propor coisas criativas que os seres humanos adoram”, disse Shane em posts no Twitter. “A IA pode formar suas próprias regras sobre o que foi pedido em vez de apenas memorizar”.

Shane já tem projetos para seu invento. Ela treinou outra rede neural para criar nomes inéditos para a indústria de cerveja artesanal. Uma das marcas que estão em negociação com fabricantes é uma cerveja chamada The Fine Stranger (algo como O Estranho Agradável e que ainda remete a delicado e misterioso).

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Cloud Computing: 2 mitos que ainda barram projetos

* Por José Renato Mello Gonçalves

Após tantos anos de debates e aprendizado, há um entendimento pacificado no mercado sobre a importância da cloud computing para o ambiente corporativo. Essa percepção é traduzida em números: segundo a consultoria IDC Brasil, até o final deste ano, o mercado de cloud pública deve crescer 20% atingindo uma somatória de US$ 890 milhões e, até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, o que significa que serão diversos serviços de mais de uma nuvem pública integrados para atender necessidades de negócios.

Considera-se hoje desde a maneira como a infraestrutura é desenvolvida, com segurança da informação, conectividade e aceleração, sendo que até aplicações são pensadas para ter melhor performance em cloud. É só olhar para infraestruturas com redes definidas por software (Software-Defined Network, ou SDN) e as aplicações simples do dia a dia da empresa, como e-mail, por exemplo.

Dois condutores estão possibilitando essa expansão da cloud. Um deles é a infraestrutura, que aliada à internet e às novas tecnologias, permite a utilização e o gerenciamento de diversas soluções de nuvem, com controle de tráfego e qualidade, a partir de uma contratação elástica sob demanda, que aumenta ou diminui conforme a necessidade da empresa. O outro é o custo: a premissa da cloud é o compartilhamento seguro de ambiente, maximizando a operação e resultando em economia.

Contudo, mesmo passado tanto tempo desde que o conceito chegou ao mercado e após tantos aprendizados sobre o tema, ainda há dois mitos que circundam a tecnologia de cloud computing e que, por vezes, são barreiras de entrada para empresas que poderiam se abrir aos benefícios acima listados:

Segurança da informação:
São poucas as empresas que visitamos que não temem pela proteção e garantia da integridade dos seus dados em um ambiente de nuvem. Sempre repito: os fornecedores de cloud possuem políticas e tecnologias de segurança da informação que estão anos-luz à frente do que pequenas, médias ou até mesmo grandes companhias poderiam ter em seus ambientes proprietários. Provedores fazem investimentos pesados para evitar todo o tipo de potencial invasão ou vazamento na transmissão de informações e possuem equipes com centenas de profissionais para ficarem absolutamente atualizados nas mais recentes descobertas de ciberameaças. Segurança da informação é crucial para toda companhia global que fornece cloud computing e o item não concorre com outros tipos de investimento, como acontece em companhias cujo core business não é TI. Todo esse arsenal faz com que seja muito mais fácil uma empresa ter seu data center proprietário invadido do que uma grande provedora sofrer alguma intercorrência.

Atualizações rápidas:
Performance: Há quem ainda diga que o conceito de cloud computing diminui a performance, porque, uma vez que as aplicações não estão no ambiente da empresa, poderia haver demora para que o acesso seja feito a distância. Trata-se de mais uma ideia equivocada: se a companhia possui uma infraestrutura de conectividade adequada a suportar as aplicações em nuvem, o tempo de resposta tende a ser muito maior. Isso ocorre porque quanto mais aplicações a companhia tem, maior a demanda por capacidade de processamento dos servidores internos.

A atualização dessas tecnologias é tão rápida quanto o crescimento da demanda interna pelas aplicações? A resposta é dificilmente, caso a empresa não seja de TI. Mais vale ter uma conexão que suporte o uso da nuvem do que investir em pesados servidores que consigam dar conta do processamento – e que, ainda por cima, consomem espaço e energia em uma proporção considerável.

Se não fossem esses mitos, quanto a mais sobre os US$ 890 milhões o mercado de cloud computing movimentaria no Brasil? Difícil responder, mas tenho certeza que estamos vivenciando uma oportunidade sem limites para os próximos ano.

* diretor Comercial do Brasil da Orange Business Services

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Seu dispositivo pode estar ganhando bitcoins (para os hackers)

Você já deve ter ouvido falar em criptomoedas (bitcoins, ethereum, etc). Esse dinheiro digital vem ganhando espaço e a forma mais comum de se fazer um bom montante dele é negociando. Vender produtos e receber pagamento por isso ou trocar dólares por bitcoins é a forma mais rápida de encher sua carteira digital. Mas há uma maneira mais rápida, porém menos lucrativa. É possível deixar computadores e smartphones “mineirando” criptomoedas. Esse procedimento é lento e gasta muita energia, além de expor processador, memória e bateria dos dispositivos ao limite tolerável. Mas cibercriminosos descobriram como fazer isso sem prejuízo.

Eles estão contaminando smartphones e dispositivos de usuários pelo mundo afora para que, de maneira silenciosa e disfarçada, fabriquem bitcoins. De acordo com especialistas em segurança digital, os efeitos que atingem os usuários dos aparelhos afetados são claros: desgaste do dispositivo, redução de vida útil da bateria e desempenho notavelmente mais lento.

É o que mostra a recente descoberta da Trend Micro – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem, descobriu aplicativos com capacidade de mineração de criptografia maliciosa no Google Play. Esses aplicativos usaram o carregamento dinâmico de JavaScript e a injeção de código nativo para evitar seu mapeamento.

Esta não é a primeira vez que a Trend Micro encontra aplicativos mal-intencionados em lojas como a Google Play. Um exemplo é o ANDROIDOS_KAGECOIN, uma família de malwares com capacidades ocultas de mineração de criptomoedas.

O que a Trend Micro constatou neste caso recente, são aplicativos usados para esse propósito, detectados como ANDROIDOS_JSMINER e ANDROIDOS_CPUMINER. Dois apps foram encontrados: um supostamente ajuda os usuários a rezar, enquanto o outro oferece descontos de vários tipos.

Ambas as amostras, são executadas da mesma maneira: carregam a biblioteca de códigos do JavaScript originada pelo Coinhive e iniciam a mineração com a chave de segurança do próprio site do atacante. Este código JavaScript é executado durante a exibição do app na web, no entanto, não é visível para o usuário pois a visualização via web está programada para ser executada em modo invisível. Quando o código malicioso do JavaScript é executado, a CPU torna-se extremamente sobrecarregada.

Uma versão deste malware no Google Play é distribuído disfarçadamente sob um anúncio de um aplicativo para fundo de tela de carros de luxo. A Trend Micro identificou um total de 25 amostras do ANDROIDOS_CPUMINER. Por meio do Trend Micro Mobile Security, a empresa detectou variantes como a JSMINER, citada no início do texto.

Estas ameaças destacam como até mesmo dispositivo móveis podem ser usados para a mineração de criptomoedas. Apesar de, na prática, os esforços dos hackers resultarem em um lucro insignificante. Usuários devem notar qualquer degradação no funcionamento de seus dispositivos após instalar um aplicativo.

A Trend Micro notificou o Google, e os aplicativos mencionados neste texto já foram removidos da Google Play.

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