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VIMIC abrirá show do Megadeth no Espaço das Américas

Banda de Joey Jordison, ex-baterista do Slipknot, se apresenta no país pela primeira vez no dia 31 de outubro

 A banda de heavy metal americana VIMIC anuncia que será responsável por abrir os shows do Megadeth no Brasil. Liderado por Joey Jordison co-fundador e ex-baterista do Slipknot, o grupo norte-americano se apresenta… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”] …na terça, dia 31 de outubro,  no Espaço das Américas – um dos melhores e maiores espaços de shows da América Latina.Formada por Joey Jordison (bateria), Kalen Chase Musmecci (vocal), Jed Simon (guitarra), Kyle Konkiel (baixo), Matt Tarach (teclados) e Steve Marshall (guitarra), a banda aposta em músicas do seu primeiro álbum “Open Your Omen”, previsto para ser lançado ainda este mês e um dos maiores triunfos de Jordison, que foi diagnosticado com mielite transversa aguda. O músico passou três meses sem sair do hospital e, depois de um intenso processo de reabilitação física e de treino conseguiu a recuperação completa, além de alcançar um novo nível de habilidade na bateria.

“Esses caras e esse álbum me forçaram não só a aprender a andar novamente, mas como tocar bateria de novo. Open Your Omen é o renascimento do restante da minha vida” afirma o líder da VIMIC.

Os ingressos para esta grande apresentação já estão disponiveís. Para adquiri-los, basta ir pessoalmente às bilheterias do Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – SP – de segunda a sábado das 10h às 18h – sem taxa de conveniência) ou acessar o site da Eventim (eventim.com.br ). Os preços de Pista Premium: Lote 1- Inteira R$360,00 /Meia entrada R$180,00, Pista: Lote 1- Inteira R$200,00 /Meia entrada R$100,00 e Mezanino: Inteira R$ 400,00/ Meia entrada R$200,00

Link para fotos da banda: https://www.dropbox.com/sh/bwuohwv7vafop7i/AABO0n51fgqlOSiueG404YR9a?dl=0

Serviço – Show Megadeth – Banda Convidada: Vimic | Espaço das Américas

Data: 31 de outubro de 2017 (terça-feira)
Abertura da casa: 19h30
Início do show: 22h
Censura: 18 anos 
Local: Espaço das Américas ( Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Capacidade da casa para este evento: 8.000
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: Pista Premium:  Lote 1- Inteira R$360,00 /Meia entrada R$180,00 ,Pista: Lote 1- Inteira R$200,00 /Meia entrada R$100,00 ,Mezanino: Inteira R$ 400,00/ Meia entrada R$200,00
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 18h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site da Eventim www.eventim.com.br
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
Call center Eventim: 4003-6860 (das 11h às 17h, de segunda à sexta – exceto feriados)

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

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AOC lança sua primeira TV 4K UHD no Brasil

No ano em que completa 20 anos no Brasil, a AOC traz para o mercado seu primeiro modelo 4K UHD. O lançamento acompanha a tendência da categoria e também atende… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…a procura do consumidor por este tipo de tecnologia. A linha U7970 AOC traz três opções de TVs: 43”, 50” e 55”.

“Estamos atentos às demandas dos consumidores e identificamos que o mercado de TVs 4K está cada vez mais maduro no Brasil. Por isso estamos apostando neste lançamento para nossa linha de SmartTVs, que já se destaca em todo país”, explica Bruno Morari, gerente de produtos da AOC.

Além da melhor qualidade de imagem devido ao painel 4K, o produto possui plataforma Smart própria da AOC, com os aplicativos mais populares já instalados e com botão Netflix no controle remoto. Com isso, basta um click para encontrar o melhor conteúdo em 4K. Além da plataforma de streaming mais popular no Brasil, o equipamento traz ainda outros aplicativos com conteúdo UHD disponível, como Globo Play, Youtube e History, também já instalados.

“A SmartTV 4K UHD da AOC leva para a casa do consumidor a melhor qualidade de imagem e o melhor conteúdo em 4K em uma plataforma descomplicada, que vem sendo desenvolvida e melhorada há anos e hoje éuma das mais robustas do mercado”, continua Bruno Morari.

Outro diferencial do produto é seu design moderno, com espessura fina e acabamento impecável. A nova TV AOC 4K UHD vem com base de alumínio prata, mas também pode ser instalada na parede. Ela ainda traz quatro entradas HDMI e duas USB, facilitando a conexão com outros equipamentos.

Tecnologia descomplicada, qualidade de imagem e designe impecável. Tudo isso por um valor que cabe no bolso:

TV 43”: R$ 2049,00
TV 50”: R$ 2599,00
TV 55”: R$3199,00

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Lenovo investe em portfólio gamer com produção local e anuncia novidades da linha Legion

A Lenovo, empresa líder no fornecimento de tecnologia inovadora, anuncia investimentos em seu portfólio gamer e traz ao mercado nacional duas configurações da linha Legion produzidas na fábrica local de Indaiatuba, no interior de São Paulo. Os notebooks Lenovo Legion Y720 têm foco… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…nas necessidades do público fã de jogos, com configurações personalizáveis, suporte para realidade virtual (VR) e desempenho robusto.

Com a placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 1060 com 6GB dedicados, os jogadores podem desfrutar de até 60 frames por segundo na tela de 15,6 polegadas Full HD antirreflexo e realizar tarefas como edição de vídeos e renderização 3D sem travamentos. Pronto para rodar jogos em VR, o lançamento também tem certificação Oculus e comandos integrados com o suporte de controle sem fio do Xbox One.

Para uma experiência de entretenimento completa, os Lenovo Legion Y720 contam com alto-falantes JBL e tecnologia Dolby Atmos®, com áudio surpreendente que flui de baixo para cima, permitindo que o usuário se sinta dentro da cena enquanto os sons chegam de maneira viva e intensa. Além disso, a solução Lenovo Nerve Sense permite que o usuário customize suas preferências, seja ao escolher as cores de iluminação do teclado, gravar as partidas jogadas ou até para otimizar o resfriamento da máquina, afim de aprimorar ainda mais a experiência do usuário.

A performance conta ainda com o sistema Windows 10, processador Intel Core i7-7700HQ de 7ª Geração, armazenamento de até 2TB com opção de um adicional em SSD e memória RAM de até 16GB, expansível até 32GB (2 slots SODIMM DDR4).

“É um notebook pensado para atender as necessidades do público gamer e os novos modelos permitem que o usuário possa customizar as configurações, com opções inclusive de memória RAM e armazenamento. Além disso, com desempenho robusto e o suporte a realidade virtual, o lançamento traz o que há de mais inovador neste mercado”, explica Luiz Sakuma, gerente sênior de produto da Lenovo Brasil. “A produção local nos dará mais flexibilidade e alcance para atender esses consumidores de perfil exigente, que buscam performance com mobilidade e design sofisticado”.

Acessórios

Além das novas configurações dos notebooks Lenovo Legion Y720, a empresa também traz novidades em acessórios voltados ao público gamer.

headset Lenovo Y oferece agudos limpos e graves ensurdecedores, além de permitir que o usuário jogue por mais tempo graças à sua leveza . Possui som estéreo de alta qualidade e acolchoado supra-auricular com isolamento acústico superior para maior imersão no jogo além de um microfone retrátil com redução de ruído.

Já o mouse de precisão para jogos Lenovo Y tem design exclusivo que contorna perfeitamente a palma da mão. Com sensor óptico de 4.000 DPI e 5 botões programáveis, ele maximiza o desempenho ao jogar.

Para transportar os itens com segurança, a Lenovo Y Armored Backpack é uma mochila equipada com exoesqueleto em vinil, resistente a água, com 3 compartimentos principais e 16 bolsos bem posicionados. A mochila comporta notebooks com tela de até 17”, além de periféricos e acessórios.

Os notebooks Lenovo Legion Y720, assim como o headset, o mouse de precisão Lenovo Y e a Armored Backback, estão disponíveis na loja online da companhia e nos varejistas. Os notebooks têm preço sugerido a partir de R$ 5.999,00 para o modelo de 8GB de RAM e R$ 6.999,00 para o de 16GB de RAM. O headset chega ao mercado por R$ 299,00, o mouse por R$ 199,00 e a mochila por R$ 299,00.

Especificações Principais: 

Lenovo Legion Y720 – 8GB

Processador: Intel Core i7-7700HQ de 7ª geração

Memória RAM: 8GB DDR4 2400MHz (expansível até 32GB)

HD: 2TB HD

Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 1060 de 6GB

Tela: 15,6” Full HD IPS Antirreflexo

Sistema Operacional: Windows 10 Home

Áudio: 2 alto-falantes 2W e Subwoofer 3W JBL Dolby Atmos

Portas: Ethernet, Thunderbolt 3 (USB-C), 3X USB 3.0, HDMI e Display Port

Teclado: Retroiluminado personalizável

Bateria: 60 WHr

Preço sugerido: a partir de R$ 5.999,00

 

Lenovo Legion Y720 – 16GB

Processador: Intel Core i7-7700HQ de 7ª geração

Memória RAM: Até 16GB DDR4 2400MHz (expansível até 32GB)

HD: 1TB HD + 128GB SSD

Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 1060 de 6GB

Tela: 15,6” Full HD IPS Antirreflexo

Sistema Operacional: Windows 10 Home

Áudio: 2 alto-falantes 2W e Subwoofer 3W JBL Dolby Atmos

Portas: Ethernet, Thunderbolt 3 (USB-C), 3X USB 3.0, HDMI e Display Port

Teclado: Retroiluminado personalizável

Bateria: 60 WHr

Preço sugerido: a partir de R$ 6.999,00

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Maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos será realiza em Belo Horizonte

Inscrições gratuitas poderão ser feitas presencialmente no dia do evento

O Sebrae Minas e a pré-aceleradora de games Playbor lançam desafio para programadores, artistas, designers e empreendedores desenvolverem games. A Game Jam, como é conhecida a maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos, será realizada no dia 7 de setembro, feriado da Independência, na sede… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…do Sebrae Minas, em Belo Horizonte.

Em 48 horas de imersão, os participantes receberão orientações sobre mercado e tendências, e terão o desafio de criar um protótipo de um jogo eletrônico. “Os games deverão ser desenvolvidos a partir do direcionamento que daremos no início do desafio sobre as principais demandas de grandes players e investidores do segmento”, explica João Guilherme Paiva, diretor de negócios da Playbor.

Os projetos com as melhores ideias e potencial comercial participarão do programa de pré-aceleração da Playbor. Durante três meses, as equipes receberão mentorias, consultorias e capacitações na área técnica e também em marketing, finanças e gestão.  “Não é só fazer o game, os empreendedores também devem estar preparados para colocar o produto no mercado e conseguir investidores”, afirma Márcia Valéria, analista do Sebrae Minas.

Algumas equipes já foram selecionadas na fase on-line. Porém, quem quiser participar do desafio ainda pode se inscrever presencialmente no dia 7 de setembro, das 13h às 15h, durante o evento Música Mundo, que será realizado no espaço CentoeQuatro (Praça Rui Barbosa, 104, Centro). As inscrições gratuitas são individuais e os participantes serão divididos em equipes no dia do desafio.

Game Jam

Dia 7 de setembro (quinta-feira), a partir das 16h

Sede do Sebrae Minas – Avenida Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada

Inscrições presenciais gratuitas: 7 de setembro, das 13h às 15h, no Música Mundo (Praça Rui Barbosa, 104 – Centro)

Informações: www.playbor.com.br ou www.facebook.com/playbor

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Vespas e drones não combinam

Se os drones forem uma preocupação para você e sua propriedade, use vespas para se defender. Elas parecem funcionar para abater esse dispositivo voador. O serviço de Resgate e Incêndio de Jersey (EUA) relata que um de seus equipamentos desse tipo sofreu danos e teve de voltar quando foi duramente atacado por um enxame de abelhas asiáticas (vespa velutina), enquanto fazia seu voo para detectar o exato local do ninho gigante dos insetos. O aparelho sofreu alguns danos nas hélices e pode ser recuperado facilmente. Mas o que espantou os inspetores do departamento de defesa civil foi a quantidade de ferrões e jatos de veneno na fuselagem do drone.

O vespeiro em questão está sendo uma preocupação para os habitantes locais, reporta a BBC. Moradores próximos à pedreira de La Crete Quarry notaram o número alto de insetos voando nas imediações. As vespas, conhecidas por terem uma atitude agressiva, chegaram a atacar algumas pessoas. O serviço de defesa civil foi chamado para dar fim ao incômodo, mas os inspetores não conseguiram muitas informações sobre a localização e tamanho do ninho para tomar as atitudes necessárias.

O uso de drones foi a melhor opção para o trabalho. O aparelho é capaz de voar a alturas diversas, desviar de galhos e obstáculos, além de levar consigo uma câmera para pegar imagens que possam orientar melhor a destruição do vespeiro.

As vespas asiáticas são agressivas e consideradas uma praga em diversas localidades pelo mundo. Elas foram introduzidas nesses ambientes de maneira descontrolada e representam um perigo para as abelhas típicas de cada região, produtoras de mel. Elas atacam as colmeias em enxames grandes destruindo tudo e dando grande prejuízo às atividades econômicas ligadas ao mel e às plantações que dependem da polinização das abelhas.

Fora de uso
O drone usado pela defesa civil de Jersey teve o mesmo destino das colmeias atacadas. Em segundos, um enxame imenso encobriu o aparelho numa nuvem de insetos mal-humorados. Aparentemente, os zangões foram atraídos pelo som das hélices ou viram no aparelho um imenso inimigo. O ataque tirou o drone de circulação antes que ele pudesse finalizar seu trabalho.

A defesa civil espera colocar o aparelho para voar o mais breve possível. O ninho das vespas de Jersey é imenso. Apicultores locais dizem que ele pode, em breve, abrigar cerca de 200 rainhas, e causar um alastramento da praga para mais locais.

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Excesso de cera no ouvido está associado à oleosidade da pele

Sensação de ouvido tampado e déficit de audição podem ser sinais de produção excessiva de cera no canal auditivo. De forma súbita ou por alguma interferência externa, o problema causa incômodo e merece cuidados para não gerar consequências… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…mais graves.

O otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Fernando Oto Balieiro, afirma que ainda não se sabe exatamente a razão de algumas pessoas produzirem mais cerume, mas existe uma associação entre essa quantidade excessiva e a pele oleosa.

“Quem possui pele mais oleosa tende a ter uma produção de cera maior quando comparado a outras pessoas que não dispõem desta característica. É algo muito frequente”, explica. Apesar dessa correlação, Balieiro é enfático em dizer que não é possível assegurar que todos que possuem maior oleosidade terão esse problema.

Alguns sinais também podem alertar para o acúmulo de cera. Os primeiros sintomas são sempre a sensação de ouvido tampado e a surdez. De acordo com o otorrinolaringologista, isso é comum em quem tem uma rolha de cerume que pode estar fechando um ou dois condutos auditivos.

Outra forma de acentuar este acúmulo está ligada a um velho costume, o uso da haste flexível. A retirada do cerume deve ser feita somente por um especialista e quando houver queixa do paciente. A ânsia de resolver o incômodo, manipulando ou pingando produtos no ouvido, pode ocasionar consequências mais graves.

“É possível contrair uma otite externa, que é uma infecção da pele do canal, ocasionada por um trauma, ou seja, um machucado, decorrente de alguma substância ou manipulação indevida”, reforça o médico.

Para a correta higiene do ouvido, Balieiro recomenda somente água e sabão durante o banho, na parte externa.

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PROTESTE avalia aplicativos de SmartTVs

Os aplicativos são uma alternativa para curtir seu programa preferido a qualquer hora e lugar. Não é à toa que cada vez mais pessoas estão aderindo aos apps, onde é possível desfrutar da comodidade da programação no horário mais conveniente acompanhando não só notícias como também novelas e séries ou reportagens especiais.  Por isso, a PROTESTE, Associação dos Consumidores, testou… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…as ferramentas das principais emissoras de TV aberta, para mostrar as vantagens e desvantagens do serviço.

Para o estudo, a Associação selecionou os aplicativos Globo Play, Record TV, SBT e Band, e avaliou sete itens: informações; conteúdo premium; funcionalidade e usabilidade; segurança; estabilidade do app; site; e qualidade de imagem e de som.

Vídeos

Os apps para Android tem vídeos contendo informações relevantes, o que facilita o entendimento do usuário. Já os para a Apple não oferecem o recurso – e o usuário precisa ler as descrições na tela.

No quesito sonoridade dos vídeos, todos foram considerados de boa qualidade, com exceção do app da Band, que trava durante a exibição do vídeo (independentemente do sistema) e acaba afetando o sincronismo do som com a imagem. No Record TV, o som fica levemente abafado, e no Globo Play, o som é muito alto.

Imagem

Como a tela da maioria dos smartphones tem boa resolução e tela pequena se comparado a um monitor e uma televisão, os Apps não precisam se esforçar muito para oferecer boas imagens, mesmo assim, o Globo Play apresenta uma queda de qualidade de imagem ao iniciar o vídeo, recuperando a imagem segundos depois. Apesar da pequena falha, não observamos problema de arrasto (sensação de fantasma), o qual a PROTESTE constatou nos outros Apps testados. A cor, o brilho e a nitidez do Globo Play também são ligeiramente melhores que os dos concorrentes.

Embora, no geral, as imagens tenham boa qualidade, as barras de informações podem atrapalhar um pouco. É o caso do Globo Play e do SBT, que deixam à mostra os dados da operadora, a bateria e o relógio, no sistema iOS. Todos os apps, no Android, ficam com os botões virtuais aparentes.

Estabilidade

O resultado do quesito não é muito animador. O aplicativo da Band foi o que apresentou mais problemas, fechando diversas vezes. Durante o teste, o Record TV também fechou algumas vezes, e ao clicar em “funções”, os carregamentos são tão demorados que é preciso paciência.

No SBT, não foram identificados problemas na versão Android, mas no iOS há bastante lentidão. O Globo Play não apresenta instabilidade no Android, porém, ao abri-lo pela primeira vez no iOS, há uma demora no botão “próximo”, no item “explicação”, e no meio do processo o app para.

Conteúdo pago

Os problemas apresentados, no entanto, não impedem que alguns apps funcionem como Premium, cuja parte do serviço é gratuita e outra, cobrada. É o caso do Globo Play (R$ 14,90, mensais) e do aplicativo da Record (R$ 10,20, mensais). O preço, claro, garante conteúdos exclusivos. Por exemplo, o primeiro libera alguns programas antes da estreia na TV. No segundo, os assinantes podem ver produções antigas no YouTube.

Ao vivo

Além dos aplicativos, os sites das emissoras também oferecem conteúdos “ao vivo”, fáceis de encontrar. Quanto à qualidade da imagem, Globo e Record se destacam. A Record ganha no quesito da qualidade do som, visto que o da Globo é alto, o do TV SBT baixo e o da Band, além de ser muito baixo, tem um pequeno atraso entre o som e o movimento da boca.

 

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Jaguar Land Rover apresenta conceito de volante inteligente e conectado

Sayer é um volante que estará no futuro conceito da Jaguar

A  Jaguar Land Rover revelará ao mundo seu conceito de mobilidade para o futuro: um volante totalmente inteligente e conectado. A peça tem sua primeira aparição global durante o Tech Fest, evento totalmente focado em tecnologia…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…promovido pela Jaguar Land Rover e que começa na próxima quinta-feira, 7 de setembro, em Londres.

Chamado de Sayer, o volante é um conceito totalmente inovador, uma vez que ele pode se tornar o único elemento do carro de total propriedade do cliente. Sayer é o primeiro volante de inteligência artificial (AI) ativado por voz que poderá realizar centenas de tarefas.

A peça poderá, por exemplo, sinalizar a demanda de um sócio a um plano de serviços para ir de um ponto A a um ponto B. Esse clube ou associação ofereceria a possibilidade de um membro ser proprietário de seu próprio veículo ou de compartilhar o veículo dentro de uma mesma comunidade.

A Jaguar Land Rover imagina um futuro com veículos autônomos, conectados e elétricos em que uma pessoa não precisa, necessariamente, possuir automóvel, mas sim, ao invés disso, apenas seu volante: o carro autônomo iria automaticamente até onde o cliente está e quando ele quiser. Uma vez conectado, o volante descarrega no veículo, todas as informações de configurações e rotas determinadas pelo cliente.

Por exemplo, se o cliente precisa estar em uma reunião em um lugar situado a cerca de duas horas de viagem de sua casa, ele pode simplesmente pedir um veículo ao Sayer, do conforto de seu sofá e o volante providenciará um modelo que vai até você de forma autônoma e que te leva ao seu destino. Ele pode inclusive, indicar a você, caso queira, qual é a melhor parte do trajeto para que você dirija o modelo se assim  for da sua preferência.

Uma bela peça de arte totalmente esculpida, assim como qualquer produto da Jaguar Land Rover, Sayer é uma referência de um dos mais proeminentes designers que já trabalharam na Jaguar no passado: Malcolm Sayer, profissional que atuou como designer da marca entre 1951 e 1970.

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IHM investe em soluções tecnológicas para indústria 4.0

A IHM Engenharia, coligada do Grupo Stefanini, está investindo intensamente em soluções tecnológicas voltadas ao conceito de indústria 4.0. Há mais de 20 anos no mercado, a empresa gerencia projetos industriais multidisciplinares em vários segmentos: mineração, siderurgia, química, papel e celulose, agronegócios, alimentos, automotivo, energia, óleo e gás.

De acordo com Augusto Moura, CEO da IHM Engenharia, as soluções com características mais disruptivas excedem o contexto da automação industrial e abrangem o contexto integrado de Operational Technology (OP) e Information Technology (IT). Isto porque estas tecnologias, seguindo os conceitos de indústria 4.0, se ramificam desde a geração dos dados no chão de fábrica até o processamento destas informações para a geração de resultados na camada de negócio corporativa.

“Quanto à automação industrial, percebe-se uma tendência de adoção das novas plataformas IoT para a integração tanto dos novos sensores inteligentes quanto dos sensores tradicionais, os quais se comunicam por meio de redes dedicadas com protocolos legados”, conta o executivo. “Outra tendência interessante na automação industrial é a descentralização das ações de controle e supervisão à medida que aumenta a integração M2M, ou seja, comunicação máquina a máquina, além de intensificar a presença de inteligência embarcada nos equipamentos”, completa Moura.

Resultados
A empresa tem oferecido aos clientes soluções que contribuem para melhoria de eficiência, redução de custo, redução de variabilidade, flexibilização da produção, manutenção preditiva e logística. Dentre as novas tecnologias destacam-se: aplicativos para dispositivos móveis, plataforma de integração de IoT, soluções de geolocalização outdoor e indoor, interfaces cognitivas para interface avançada com usuários, Big Data, Analytics, otimização de sistemas, drones com análise de imagem e computação em nuvem.

“Os resultados diretos para as empresas se traduzem em maximização da utilização dos ativos, minimização das perdas e do consumo de insumos, redução da exposição humana a riscos e redução das incertezas da qualidade dos produtos. Como resultado indireto temos o aumento da competitividade, proporcionada por melhor desempenho financeiro advindo dos ganhos e economias gerados pela adoção das novas tecnologias”, finaliza Moura.

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Cinco características mais comuns de um profissional mediano

* Por Fábio Jascone

A Dona Irene, senhora do cafezinho, me disse uma vez: “Esse povo não quer trabalhar, só quer emprego”. Sábia, essa dona Irene. Afinal, enquanto alguns profissionais buscam sempre atualização e novos caminhos para liderar mudanças efetivas em seus mercados, há também os profissionais medianos, ou seja, aqueles que preferem a zona de conforto de fazer meramente o necessário e seguir uma rotina que tem a duração exata da jornada de trabalho acordada na sua contratação.

E não é difícil identificar esse tipo de colaborador nas empresas. Na verdade, há cinco características que não podem faltar em um típico profissional mediano:

1. Trabalhe das 8h às 18h
Seja pontual! Entre às 8h e saia sempre às 18h, mesmo sabendo que vai interromper uma linha de raciocínio ou que poderia finalizar algo importante. Prefira deixar tudo para o dia seguinte apenas porque deu 17h59 no relógio. Esta é uma prática comum de quem quer ficar na média, tem medo de se destacar e de superar expectativas. Este é o caminho para virar o melhor profissional mediano.

Estar disponível para a empresa, para a equipe, ou ainda para finalizar algo importante quando mais oportuno – independentemente do horário de trabalho previamente acordado – não significa necessariamente ser workaholic.

É essencial ter equilíbrio e prioridades: filhos, esposa, família, amigos sempre deverão estar no topo dessa lista. Mas o melhor profissional não é aquele que expressa em sua marcação de ponto a qualidade da pontualidade. O melhor profissional esquece de bater ponto porque estava entusiasmado em uma atividade. É aquele que faz suas entregas com qualidade e dentro do prazo – independente do horário que chegou ou saiu. Afinal, uma empresa não quer apenas pontualidade, mas entregas de valor.

2. Muro das lamentações
Reclame. Do dia, da chuva, do sol, do verão, do inverno, do horário, do café, do chefe, do RH. Se não tiver motivos para reclamar, invente um. Aproveite para reclamar da empresa ou falar mal de alguém, principalmente naqueles momentos de interação com a equipe ou com outras áreas – oportunidades onde poderia estar trocando experiência, destacando-se, compartilhando e adquirindo conhecimento. Não perca a chance de ser um excelente profissional mediano. O melhor de todos!

A empresa na qual você trabalha pode não ser perfeita, assim como tudo na vida, mas sempre há algo a se fazer para melhorar continuamente. E existem dois tipos de pessoas: as que se envolvem com a mudança e as que reclamam dela. Qual desses é você?

Nem sempre é possível apertar todos os parafusos quando queremos. Precisamos priorizar, aguardar o melhor momento, tomar decisões, deixar de comprar algo para privilegiar a educação dos filhos, por exemplo, ou realizar um investimento. O mesmo acontece na empresa onde trabalhamos. E quanto maior ela for, maiores são os problemas e maiores os impactos das decisões. Leve sempre isso em consideração e lembre-se de que, para além do comportamento mediano, há sempre a possibilidade de transformar problemas em oportunidades.

3. Terceirize a sua carreira
Quem não se capacita ou não se preocupa em aperfeiçoar seus conhecimentos —  acha que sabe tudo, ainda mais com a infinidade de opções disponíveis na internet gratuitamente – é um profissional mediano, que nunca vai deixar de ser uma lagarta para virar borboleta, para fazer uma analogia bem simples. E, se você responsabiliza a empresa por não oferecer treinamentos, estará sempre em segundo plano, na sombra de quem realmente se destaca.

Independentemente dos processos de capacitação ou dos benefícios oferecidos, a carreira é do CPF, não do CNPJ. E, para sermos honestos, a empresa não tem obrigação nenhuma com a carreira de ninguém. O que ela oferece, quando pode oferecer, é lucro. O conhecimento que adquirimos é nosso, não da empresa. As certificações que conquistamos são nossas, não da empresa. A rede de contatos que cultivamos é nossa, não da empresa. Bem como a experiência que adquirimos.

Tudo isso enriquece o nosso currículo e nos torna melhores, com carreiras sustentáveis diante do mercado de trabalho.

O conhecimento que você adquiriu em um passado distante, em cursos de formação ou técnicos, provavelmente o levaram ao cargo atual. E hoje, quais as capacitações que você está buscando para conquistar os próximos cargos? Isso é o que acredito ser a melhor maneira de construir uma carreira sustentável.

4. Seja dependente da sua empresa
Quem trabalha com medo de perder o emprego ou com o pensamento de que precisa dele somente para pagar as contas, é definitivamente um profissional mediano. É sobre isso que a dona Irene se refere com a frase citada lá no começo deste texto.

O medo é provocado por uma incerteza, que vem da falta de segurança. Essa insegurança é resultado da insuficiência de conhecimento para exercer com esmero a função. Isso acaba em um trabalho sem convicção, mediano.

Se você sabe ou sente que lhe falta competências para realizar com excelência suas atividades, é porque realmente falta. Estude para aperfeiçoar a prática. Não deveríamos pensar que dependemos da empresa, mas que ela depende de nossos conhecimentos, habilidades e atitudes. A remuneração deve ser consequência, não razão do trabalho. E quando a remuneração, o comprometimento e o resultado não estão em harmonia, talvez seja hora de procurar algo melhor, em vez de perder tempo reclamando da lama enquanto afunda nela.

5. Faça somente o que é pago para fazer
Faça somente o que estiver na descrição do seu cargo. Quando houver espaço para demostrar que é capaz de fazer além, questione: “Eu não sou pago para fazer isso”. Com certeza assim você será o melhor profissional mediano que existirá na sua empresa.

Quem sempre faz somente o que deve ser feito não cria evidências que justifiquem uma promoção. Não demonstra que é capaz de ir além dos requisitos do cargo que ocupa. Nesse contexto, não vale o “pagar para ver”. É justamente o contrário: é preciso apresentar resultados favoráveis para ter mérito.

Um reajuste ou promoção não vem do nada. O gestor não acorda determinado dia com vontade de dar aumento ou promover alguém. Tudo deve ser argumentado, com evidências que comprovem o mérito. O papel do gestor é ser o mensageiro da solicitação.

Como dá para ver, não é tão difícil assim se tornar um profissional mediano. Mas também não é difícil fugir desse estigma. Para encontrar o caminho da renovação profissional é preciso, acima de tudo, ter um propósito, que será alcançado somente com o investimento em conhecimento e aprimoramento. Apesar da zona de conforto parecer um ambiente seguro, na realidade ela acaba limitando o nosso potencial de crescimento. É preciso sempre ter em mente que você é o protagonista de sua história dentro da empresa, e que é capaz de construir grandes benefícios para todos: você e a sua empresa.

* coordenador de Sistemas da Senior

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Qual a vantagem da saída HDMI OUT?

Monitores mais recentes, especialmente aqueles com foco no público gamer como o BenQ Zowie RL2460, estão aparecendo com muitas opções de conexão, em especial uma que nem todos sabem exatamente a sua função: a HDMI OUT. E para que serve?

Uma saída diferente…

Normalmente, quando conectamos os componentes no PC, no momento de selecionar a conexão da placa de vídeo ficamos entre VGA, DVI ou HDMI (mas neste caso é HDMI IN). Ter mais de uma porta HDMI oferece muitas vantagens! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Conexões mais comuns no PC

A conexão permite que você conecte outros dispositivos diretamente em seu monitor, sem interferência na imagem que você está vendo, e isso é muito interessante em diversas situações, como por exemplo:

– Duplicar a imagem do seu monitor sem ter nenhuma latência, ou seja, nenhum lag ou atraso em relação à imagem original, ideal para jogos de luta e combate head-to-head! Com a possibilidade de usar dois monitores, é possível criar ambientes em que os jogadores sentem-se frente a frente, cada um olhando para seu monitor, no melhor estilo arcade!

– Utilizar a saída HDMI para conectar um dispositivo externo. Isso é especialmente bom para profissionais. Por exemplo, uma placa de captura, que normalmente é conectada no PC, agora pode ser colocada diretamente no sinal puro recebido pelo monitor principal (no RL2460, neste caso). Como o dispositivo estará apenas capturando uma imagem limpa, de maneira externa e sem interferências, evitará a latência que pode ocorrer caso o equipamento seja interno.

– Espelhar uma fonte para uma exibição maior, como um projetor ou mesmo uma TV de tela grande. Que tal ver um filme, esporte ou mesmo suas fotos e vídeos preferidos que estejam no PC diretamente em uma tela bem maior? Com a saída HDMI isso é possível!

Enfim, são muitas vantagens ter um monitor com a conexão HDMI OUT, tanto para profissionais que necessitam conectar dispositivos externos no PC e podem fazer isso diretamente no monitor, quanto (principalmente) aqueles que gostam de jogar, e querem aprimorar seus combates head-to-head.[/read]

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Empresas apostam em jogos de escape para dinâmicas de RH

Se por muito tempo os processos de seleção e treinamento corporativos resumiam-se a análises de currículos, entrevistas, dinâmicas e testes de habilidade, hoje as empresas mais antenadas têm buscado nos escape games uma forma mais imersiva e eficiente para… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…identificar perfis e avaliar competências comportamentais, seja para recrutamento interno ou externo ou até mesmo para cargos específicos como trainees.

Em São Paulo, a casa de jogos de fuga Escape Hotel registrou de janeiro a maio de 2017 um crescimento de mais de 90% na procura por companhias que desejam desafiar suas equipes na sala A Máfia, especialmente formatada para vivências e treinamentos de RH com base em elementos do mercado de entretenimento. Nela, 16 jogadores são mafiosos rivais que disputam o poder na cidade de São Paulo. A trama, porém, os obriga a se organizar, distribuir tarefas, usar o raciocínio lógico e trabalhar em conjunto para desvendar enigmas e escapar da sala. O jogo é conduzido de forma a espelhar situações do cotidiano da empresa – e, como a dinâmica é supervisionada na central de monitoramento do Escape Hotel, fica fácil para diretores, gerentes e coachings identificarem os pontos fortes e fracos de indivíduos e equipes.

“O escape game é um instrumento eficaz para mapear competências e identificar perfis pré-estabelecidos”, afirma Edson Schrot, especialista em gestão e desenvolvimento por competências e coordenador de cursos de pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas do Senac. A vantagem, segundo ele, é que a situação, apesar de divertida, é de muita pressão e acaba por revelar alguns traços de personalidade, instintos de liderança e até atitudes, que no mundo corporativo, podem vir a ser trabalhados via sessões de treinamentos customizados, feedback e coaching para aumentar o engajamento, melhorar o relacionamento interpessoal, a força do trabalho em equipe e a liderança.

Naipe de 4

Estudos realizados pelo professor Richard Bartle, um dos pioneiros da indústria de games, vão além e revelam ser possível identificar quatro arquétipos nas dinâmicas com vídeo games e jogos de escape: os que buscam se destacar, os que são conduzidos pela vontade de descobrir, os que são movidos pelo desejo de se impor, independente dos efeitos sobre os demais, e os que buscam melhor socialização com colegas. A lógica é simples: a combinação de tarefas com os desafios, feedbacks, laços de cooperação e recompensas que compõem o cenário de jogos é utilizada para motivar as pessoas a desempenhar ações de seu dia a dia. Como resultado, metas são atingidas de forma mais simples, leve e divertida.

“Jogos imersivos são importantes ferramentas de educação corporativa”, diz Patricia Estefano, sócia proprietária, junto com Vanessa von Leszna, do Escape Hotel. “Eles agregam, complementam e enriquecem processos e análises de gestão e de RH para diagnóstico, ‘tratamento’ e manutenção da saúde de empresas e equipes”.

O Escape Hotel já aplicou a nova metodologia de gamificação imersiva para seleção, treinamento e educação corporativa em dezenas de companhias de diferentes portes e segmentos, a exemplo da Abbott, Gerdau, Omint, Johnson & Johnson, Catho, PwC, DKT Prudence e Souza Cruz, entre outras. O sucesso é tanto que muitas retornam periodicamente para outras dinâmicas e outras até mantêm programas sazonais para implementação de jogos, seja nas dependências do Escape Hotel ou através de games imersivos customizados para aplicação in company.

Além de A Máfia, o Escape Hotel oferece as salas Cena do Crime, Loira do Banheiro, O Templo e DráculaA casa fica na Avenida Pedroso de Moraes 832, em Pinheiros, na capital paulista.

BOX
Os arquétipos de Bartle

Estudos psicológicos e comportamentais realizados pelo pesquisador de jogos britânico Richard Batles apontam que players de games imersivos podem ser classificados em quatro grandes grupos: Achievers (Acumuladores ou Conquistadores), Explorers (Exploradores), Socializers (Socializadores) e Killers (Lutadores). Bartle detalha as motivações de cada um dos arquétipos e como o ‘administrador’ de um ambiente imersivo pode equilibrar a coexistência dos perfis conforme seu desejo. Ou seja: do ponto de vista de treinamentos corporativos e de dinâmicas de RH é possível direcionar o jogo para reve lar características, objetivos, prioridades, contradições, visões e diversidades de equipes e indivíduos.

– Conquistadores/Acumuladores (Achievers) são focados no mundo do jogo. O objetivo é realizar missões e acumular riquezas, pontos, evolução do personagem e formas de demonstrar que estão no caminho certo. Querem acumular sempre mais e mais.

– Exploradores (Explorers) desejam interagir com o mundo do jogo. Curtem desbravar o ambiente, descobrir os aspectos do game, encontrar lugares secretos, novas funcionalidades e easter eggs.

– Socializadores (Socializers) querem interagir com outros jogadores, mesmo fora do papel de seus personagens. Gostam do lado social, das missões cooperativas, da comunicação com outros players e do trabalho em equipe.

– Lutadores (Fighters/Killers) são focados em ações nos jogadores. Bastante competitivos, buscam afirmar sua existência na competição em relação aos outros players e mostrar o quanto são bons – e até melhores que os outros. Para eles, vencer quaisquer disputas de poder e estar em rankings que exibam sua capacidade entre os melhores e sobre os outros é o supra sumo do sucesso.

Os arquétipos de Bartle são claros e dão uma boa visão, ao menos inicial, dos jogadores e dos times – que no pós imersão dos jogos de escape poderão ainda passar por coaching para engajamento e team building através do desenvolvimento individual e coletivo dos colaboradores.

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Brasileiro e a insana mania de economizar em coisas erradas

*Por Daniel Toledo

Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma, é aquela em que as pessoas querem levar vantagem em tudo, ser esperto, ganhar a qualquer custo sendo que a outra, vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e enraizado na cultura brasileira.

Enquanto eu morava no Brasil, vivenciei diversas situações em que me deparei com o oportunismo e isso me incomodava demais. Por isso, desde…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…quando passei a ter residência fixa nos Estados Unidos, decidi por um ponto final nisto.

Hoje, eu não tolero esse comportamento e principalmente as pessoas que convivem comigo sabem o quanto sou rígido fazendo duras críticas quando identifico o vício do oportunismo nas minhas relações de negócios.

A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de um comércio que não tem fim.

Em São Paulo, mais precisamente na Avenida Paulista, tem um shopping de artigos chineses a preço popular. Confesso que eu ia todo o final de semana lá para olhar as novidades e sempre comprava um dvd ou outro e um monte de outras coisas que eram considerados réplicas de primeira linha. Quem realmente usa artigos de luxo sabe a diferença entre o pirata e o original.

Mesmo que você tenha um auto estima lá em cima e não se incomode com a julgamento dos outros, ou é do tipo que adota a política do “ estou nem aí”, existe algo implícito neste jogo muito mais grave do que a opinião alheia, que é o dano causado pelo consumo deste tipo de produto. Não há pagamento de impostos referente a mercadoria e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final. Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “ baratinho”. E não é exagero.

Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele quando morava no Brasil possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia, ele foi roubado e sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.

Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O detergente mais barato, o salame, sabão em pó que vendidos na feira de acari custaram a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar.

Quem compra produto fruto de roubo de carga, ou pirata, não faz ideia do prejuízo para o país, além da energia negativa que vem de carona. O brasileiro precisa parar de aceitar migalhas dos outros e mudar a condição de vida e adquiri itens que de fato possuem qualidade e são duráveis. Comprar itens de péssima qualidade ou por preços até 70% a menos do que comercializados em lojas tradicionais, jamais pode ser um bom negócio.

*Daniel Toledo é sócio-fundador da Loyalty Consultoria

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Agricultor brasileiro terá app sobre uso da terra

A Embrapa preparou um app para que agricultores brasileiros acessem e atualizem pelo celular um banco de dados colaborativo sobre o uso do solo. Por meio da ferramenta, será possível acessar e carregar informações tais como área da propriedade ocupada por sistemas integrados de produção, pastagens degradadas, áreas de preservação, tipos de lavoura existentes e outras, sempre com apoio de mapas e imagens de satélite. O Agrotag está em fase final de preenchimento do banco de dados e de validação. A empresa promete para outubro o lançamento oficial.

O aplicativo multitarefa é a primeira ferramenta desenvolvida sob a ótica de geotecnologias de última geração e que integra ações colaborativas de usuários e dados geoespaciais exclusivos e de alto nível, como o Rapideye, fornecidos pela Embrapa e instituições governamentais.

O Agrotag agrega dados geoespaciais de diversas fontes e dá diversas ferramentas para o agricultor planejar melhor sua propriedade, além de analisar crédito rural, dar informações sobre políticas públicas, auxiliar cooperativas e fazer monitoramento ambiental, por exemplo.

A solução foi desenvolvida com apoio da Rede de Fomento de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (Rede ILPF), Instituto de Pesquisas Eldorado e da Plataforma Multi-institucional de Monitoramento das Reduções de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Plataforma ABC). A Embrapa espera que o Agrotag sustente a rede de monitoramento sistemático da adoção e qualificação de sistemas de ILPF, bem como organizar um amplo banco de dados com informações de uso de terras agrícolas no Brasil.

Para o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e coordenador da Plataforma ABC, Celso Manzatto, a adoção da tecnologia permitirá, incialmente, a identificação e qualificação dos sistemas ILPF, como estratégia para regionalização das ações de transferência de tecnologia da Rede ILPF, das estimativas de redução das emissões de gases de efeito estufa pela Agricultura de Baixa Emissão de Carbono e, em uma terceira etapa, a diferenciação e certificação de propriedades rurais e tecnologias que proporcionem a redução ou sequestro de carbono no solo.

Tempo real
“O Agrotag viabiliza o desenvolvimento progressivo de um sistema colaborativo de monitoramento multiescalar de baixo custo, com metodologia reconhecida pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (IPCC)”, conta Manzatto.

O aplicativo pretende inaugurar uma nova etapa no processamento de dados e informações da agropecuária brasileira. Em breve, será possível acessar, em tempo real, os níveis de degradação de pastagens, as espécies de forrageiras recomendadas para determinada região, o tipo de uso da terra, tecnologias de sequestro de carbono recomendadas pela Embrapa para determinado bioma, dentre outras informações.

Os dados das propriedades que forem inseridos terão garantia de sigilo, uma vez que as informações enviadas ao banco de dados serão analisadas de forma conjunta, não individualizada.

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Documentário “ECO – Cantos da Terra” estreia no Teatro da Aliança Francesa dia 4/9

Longa documental registra a pesquisa e o processo composicional de
“ECO”, concerto de Rodrigo Reis que utilizou galho de árvore
apitos ornitológicos e conceitos da filosofia da diferença
 

 Promovida pela Taanteatro Cia e contemplada pela 20ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo, a Ocupação acontecerá entre os dias 01 a 10 de setembro, com uma diversificada programação dedicada à atualidade política, filosófica e artística do pensamento de Gilles Deleuze. Marcada pela estreia do espetáculo 1001 Platôs, a semana também expõe as obras da artista plástica argentina Candelária Silvestre, lançamentos de livros da Editora 34 e palestras e conversas com filósofos, entre estes Luiz Orlandi e Peter Pál Pelbart.

Idealizado pelo compositor Rodrigo Reis e dirigido pela documentarista independente Tania Campos, o longa “ECO – Cantos da Terra”, com duração de 90 minutos, é o registro da pesquisa e do processo composicional do concerto “ECO”, apresentado em 2016 no Instituto de Artes (IA) da UNESP, na capital.

Na obra composta para ensemble, Reis utilizou elementos como galho de árvore, apitos ornitológicos e motosserra e levou para a sala de concerto o ativismo ecológico, onde fez uma dura crítica às políticas ambientais vigentes. Além disso, investiu na linguagem da performance corporal e vocal para expressar e dar visibilidade a valores eco-ético-estéticos, compondo uma ode musical ao conceito de Ecosofia de Félix Guattari.

Em diálogo com a filosofia da diferença, com a estética da Crueldade de Artaud e em sintonia com as propostas da Taanteatro Cia, o filme mostra os laboratórios de corpo-voz em Glossolalia Intensiva conduzido para 18 performers. Em ressonância com o microtonalismo do compositor Giacinto Scelsi e seguindo as trilhas de Bernie Krause, o doc detalha o projeto bioacústico das gravações da fauna na região serrana do sul de Minas Gerais, onde os cantos de 18 aves foram transcritos em partituras e orquestrados.

De acordo com Reis, a comunicação com o ouvinte é uma de suas preocupações frente uma linguagem tão hermética como é a da música contemporânea. Desta forma, o documentário apresenta “ECO” de uma forma didática, explicativa e acessível a todos os interessados. “Minha principal motivação para produzir este documentário, foi compartilhar com o público o cotidiano de trabalho e os problemas de um compositor contemporâneo durante um processo criativo. O que as pessoas vão ver no filme, que contém a íntegra do concerto, é a culminância artística de uma trajetória de duas décadas dedicadas à música, à filosofia da diferença e à ecologia”, conta o compositor.

Em relação a sua parceria com a diretora Tania Campos, o compositor vê o documentário “como o fértil encontro dos sonhos e dos quintais de duas crianças, uma da cidade e outra da roça; ao mesmo tempo é a confluência entre as lutas micropolíticas de dois artistas na afirmação de suas sensibilidades estéticas”.

Sobre o compositor – O esquizoanalista e ativista Rodrigo Reis concluiu sua formação em Composição na Unesp em 2016 com a apresentação da pesquisa e do concerto “ECO”.

Sobre a diretora – Tania Campos é uma documentarista independente que pesquisa a realidade no documentário em um projeto de vídeo-diários com imagens do cotidiano. No YouTube seu canal “Solos – As Pessoas”, cartografa como as pessoas têm vivido a atualidade política no Brasil.

SERVIÇO:

O que: Estreia do longa documental “ECO – Cantos da Terra”

Quando: Dia 04 de setembro de 2017, segunda-feira, às 19h

Onde: Ocupação Deleuze no Teatro da Aliança Francesa, à Rua General Jardim 182, Centro, São Paulo – http://www.teatroaliancafrancesa.com.br/eventos/ocupacao-deleuze/

Quanto: Entrada franca

Duração: 90 minutos

Após a apresentação, o compositor e a diretora participarão de um bate-papo com o público

Classificação etária: Livre

Capacidade: 226 lugares

Estacionamento conveniado em frente

Telefone: 11  3572-2379

FICHA TÉCNICA:

Direção e edição: Tania Campos

Roteiro e Produção: Rodrigo Reis

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Cultura do Design, o que é e por que virou questão-chave para as empresas

* Por Hilton Menezes

John Maeda está para o design como Warren Buffet está para as finanças. A definição foi dada no início deste ano pela revista americana Wired, que tratou do mais recente relatório sobre design e inovação produzido por Maeda. O presidente da Rhode Island School of Design e ex-professor do MIT citou, entre outros aspectos, a promoção de designers para cargos de alto escalão em empresas como McKinsey e IBM e a adoção da disciplina de design thinking nas principais universidades do mundo como evidências da importância do tema.

Mas por que termos como design de serviços, design de interação, design thinking e user experience (UX) são tão importantes para as empresas hoje em dia? A resposta passa por colocar o consumidor em primeiro plano, aperfeiçoando o serviço entregue a ele, e reduzir custos para tornar a empresa mais eficiente. É o que chamamos de cultura corporativa guiada pelo design. Isso, vale ressaltar, em um cenário macro em que a busca para se tornar mais digital é crucial para qualquer ramo de atividade.

Para ilustrar essas questões, recorro ao turismo e toda sua cadeia de serviços, transformada radicalmente na última década. O Airbnb é de 2008. O TripAdvisor se consolidou entre 2004 e 2005, assim como o Booking.com e os sites de comparação de preço de passagens aéreas. Ainda tem o Google Maps, também dessa mesma época. Depois veio o Google Translate. Hoje vemos acontecer uma revolução nos meios de pagamentos e na forma como se pode comprar moeda estrangeira sem ser numa corretora tradicional. Difícil é lembrar dos travelers checks, dos guias impressos e, claro, das agências de viagens.

Existem diversos outros exemplos e você certamente em poucos segundos já pensou em alguns. Agora reflita no que essas mudanças têm em comum. Todas facilitam a vida do consumidor através de um serviço digital mais amigável, desenhado para primeiro satisfazê-lo e então gerar receitas para a empresa. Uma mudança de mind set pregada há tempos por Maeda e outras autoridades do design digital. “O design não é apenas estética, trata-se de ganhar relevância no mercado e obter melhores resultados”, diz ele.

Isso não significa ignorar serviços e produtos eficientes que foram desenhados há décadas. Mas sim de que temos uma nova geração de designers mais preparada para mesclar tecnologia e negócios com maior agilidade, levando à inovação ao centro das estratégias corporativas, independente da área de atuação da empresa.

Aperfeiçoamento
Esse entendimento leva o design a diversas áreas dentro de uma empresa. Na pesquisa por produtos e serviços, busca a melhor relação com os consumidores, como se fosse um termômetro do que pode ganhar escala no mercado. Isso se dá com produtos já em circulação, via service design, ou então em projetos que estejam no pipeline de lançamentos da corporação, através de pesquisas etnográficas e experiências. Internamente, as empresas também podem aperfeiçoar processos e criar fluxos de trabalho que privilegiem a inovação via uma espécie de business design.

A ficha dos tomadores de decisão está caindo cada vez mais para a necessidade de construir uma nova empresa. Hoje, segundo pesquisa recente da Deloitte com mais de 10 mil empresas, apenas 14% dos entrevistados se dizem satisfeitos com a hierarquia corporativa tradicional para a definição e execução de estratégias. Um indicativo que certamente responde à pergunta do início do texto. É por isso que se fala tanto Design de Serviços, Design de Interação, Design Thinking e User Experience (UX).

* sócio da Kyvo Design e Inovação e representante oficial da
aceleradora de startups do Vale do Silício GSVlabs no Brasil

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Tecnologias que se adaptam ao empreendedor descomplicam a gestão PME´s

Independente da classe social, a tecnologia já faz parte da vida da maioria dos brasileiros. Um celular conecta pessoas, define o melhor caminho, informa…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…as novidades do mundo traduzidas automaticamente no idioma local e faz a gestão completa de uma empresa.

A transição do controle na caderneta para um sistema de gestão completo tornou-se simples e acessível. Com apenas alguns cliques em um tablet ou smartphone é possível controlar estoque, integrar cartão débito e crédito, emitir notas fiscais e até enviar automaticamente as informações para a contabilidade.

Ter um sistema intuitivo, com baixo investimento e mobile, foram os pilares para o desenvolvimento do DWPDV, um aplicativo desenvolvido pela DigitalWeb. “Um define o que o mercado precisa, outro os processos necessários para ter a informação correta e outro torna o projeto realidade”, comenta Marcelo Pedreira, sócio da DigitalWeb.

Em menos de seis meses de existência, o aplicativo da empresa já conta com a homologação de grandes players do mercado, como Cielo, Rede e Stone, além de parceria estratégica com a Contabilizei, maior empresa de contabilidade online do Brasil.

O DWPDV está homologado pela Receita Federal, pronto para atender a legislação em vigor de emissão da NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica). “Ter mais tempo para pensar no negócio, sem comprometer o orçamento. Conseguir monitorar as vendas, ter controle real da margem de lucro e avaliar a evolução do negócio são os principais benefícios para as empresas usuárias do aplicativo”, afirma Roberto.

Dentre as funcionalidades mais relevantes está o “Caixa Móvel”, que permite fazer pedidos e pagamentos em um mesmo equipamento, direto na mesa. Isso proporciona comodidade aos clientes e agilidade no processo de atendimento e que funciona até quatro horas sem internet ou energia. “Foi um dos grandes desafios de desenvolvimento”, revela Rogério.

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Mercado brasileiro de celulares volta a crescer

O primeiro semestre de 2017 foi bastante positivo para o mercado brasileiro de celulares. Depois de chegar à marca de 12,3 milhões de aparelhos comercializados no primeiro trimestre, os meses de abril, maio e junho registraram 12,8 milhões de dispositivos vendidos, número que é 5,9% maior do que o obtido nos mesmos meses de 2016 e 3,7% mais do que nos primeiros meses de 2017. Os dados são do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q2, realizado pela consultoria IDC Brasil.

“O mercado de celulares voltou a apresentar números bem expressivos, principalmente porque o brasileiro está repondo aparelhos comprados há pelo menos três anos, já que esse tem sido o tempo médio de vida da bateria e da tela. E a tendência é de que esse movimento continue assim nos próximos meses”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina.

Do total de 12,8 milhões dispositivos comercializados no segundo trimestre de 2017, 700 mil são feature phones e 12,1 milhões são smartphones, ou seja, houve queda de 44% na venda de aparelhos convencionais, sem sistema operacional, em relação ao mesmo período de 2016 e de 20% em relação ao primeiro trimestre de 2017, e crescimento de 11,7% na venda de aparelhos inteligentes, com sistema operacional, quando comparado ao segundo trimestre de 2016 e de 5,3% ao primeiro trimestre de 2017.

“Além de trocar de celular, o brasileiro está escolhendo um aparelho mais robusto. Por isso a queda tão acentuada no mercado de celulares convencionais”, explica o analista da IDC. Segundo ele, isso acirra a competição entre as marcas e leva os fabricantes a baixarem os preços dos smartphones a níveis jamais vistos no Brasil, com até R$ 300 de desconto, por exemplo. “Isso é ótimo para quem quer comprar, mas para a indústria de maneira geral é bem ruim, já que o mercado fica consolidado nas mãos de um número menor de fabricantes e com potencial de crescimento, em valor, reduzido”, completa Munin.

Queda no tícket médio
Ainda de acordo com o estudo da IDC, o tíquete médio dos aparelhos no segundo trimestre de 2017 teve queda de 2,1% em relação ao primeiro trimestre desde ano, passando de R$ 1067 para R$ 1044. “Houve crescimento em unidades, mas como o valor dos aparelhos caiu de um trimestre para o outro a receita ficou praticamente estável, na marca de R$ 13,3 bilhões. Isso é reflexo da política de preços adotada pelos fabricantes”, reforça o analista da IDC.

Para os próximos meses de 2017, a IDC se mantém otimista. “Nossa previsão é de o que o mercado chegue a 49 milhões de aparelhos vendidos este ano, número que é 12,6% maior em relação a 2016, quando foram comercializados 43,5 milhões de celulares. A grande aposta é na Black Friday, com aumento nas vendas de dispositivos intermediários e premium”, finaliza Munin.

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Empresas devem monitorar deep web para evitar prejuízos

* Por Bruno Prado

Com o aumento da facilidade de acesso à internet, a quantia de usuários e de informação sobe consideravelmente ano após ano. No Brasil, conforme a pesquisa TIC Domicílios de 2016, estima-se que 58% da população possua acesso e utilize a web diariamente, número 5% maior do que no ano anterior. Tal avanço resulta, consequentemente, na expansão do tamanho da rede, que hospeda e distribui cada vez mais conteúdos, com sites hospedados em diferentes camadas.

A rede de computadores utilizada no dia a dia da população e das corporações é conhecida como surface web, em tradução literal ao termo internet superficial. Estima-se que o tráfego de usuários e o conteúdo disponível nessa primeira camada representem apenas 4% do total de sites e informações presentes no ambiente online. Os outros 96% fazem parte de conteúdos que não estão indexados, conhecidos como deep web, representando a parte mais profunda, que não é facilmente acessada pelo usuário comum.

O uso das camadas inferiores é bastante variado. Devido à privacidade oferecida, diversas pessoas e instituições a utilizam para compartilhar e hospedar documentos e arquivos confidenciais que não podem estar presentes no ambiente convencional. O exército, as forças policiais, jornalistas e universidades são exemplos de instituições que recorrem à parte mais escondida com finalidades específicas referentes ao sigilo dos dados.

Entretanto, o anonimato também permite a proliferação de pessoas com finalidades ilícitas, que atuam de diversas formas visando prejudicar cidadãos e corporações. O uso da deep web referente às possibilidades de crimes virtuais acontece na etapa de planejamento, quando um ou mais usuários se programam e buscam recursos para realizar diversas ocorrências, como roubo e venda de dados pessoais ou corporativos, sequestro de informações confidenciais ou ataques de negação de distribuição de serviço (conhecidos DDoS), que congestiona e derruba o site alvo dos criminosos. O espaço é propício, pois além do anonimato, há utilização de moedas virtuais não rastreáveis, como bitcoins, para compra e venda de vírus e softwares maliciosos.

Varredura
Nesse aspecto, as empresas devem investir na varredura por palavras-chave em todas as camadas, em busca do nome da companhia, suas marcas ou termos específicos previamente estabelecidos pelo gestor ou por um técnico em segurança. O monitoramento de atividades suspeitas em tempo real é a melhor forma de prevenção, já que possibilita definir qual a melhor estratégia de defesa ou mitigação de riscos.

Ao contrário do que se pensa, a entrada à deep web não é algo ilegal e nem complicado, mas as características desse local proporcionam o alcance a atividades criminosas, inclusive por parte de negócios para sabotar a concorrência. Portanto, é fundamental que as instituições fiquem atentas a esta área nebulosa para evitar prejuízos.

* CEO da UPX Technologies

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Forcepoint compra RedOwl, de análises de risco humano na segurança digital

A companhia de segurança digital Forcepoint adquiriu a RedOwl, uma das marcas conhecidas do ramo chamado Human-Centric Security, como parte de sua expansão no “atual cenário de ameaças digitais”. Cloud, mobilidade e infra-estrutura em constante mudança tornam o perímetro tradicional da cibersegurança algo ilusório. O perigo não é mais somente máquinas e software; concentrando-se em como, quando, onde e porque as pessoas interagem com dados críticos e IP, as organizações podem identificar e enfrentar melhor o risco.

“O mundo mudou fundamentalmente e a maneira como pensamos sobre a segurança também deve mudar. Se o setor de segurança cibernética não colocar as pessoas no centro das análises, é certo que está em falta para ajudar os clientes a proteger seus ativos mais vitais ”, disse Matthew P. Moynahan, diretor executivo da Forcepoint, ao comentar a compra.

Integrada
Desde 2011, a RedOwl se concentrou especificamente na entrega de capacidades que proporcionam visibilidade sobre as atividades holísticas das pessoas, incluindo ciber, física e financeira. Os clientes implementam esses recursos para analisar grandes quantidades de dados complexos, avaliar eventos e comportamentos de alto risco e implementar supervisão centralizada e de supervisão para satisfazer requisitos de segurança e regulatórios.

A tecnologia da adquirida será integrada em todos os produtos Forcepoint. A plataforma oferece informações em tempo real sobre interações anômalas e acesso entre pessoas, dados, dispositivos e aplicativos. Além disso, a combinação da tecnologia UEBA (user and entity behavior analytics) da RedOwl, Forcepoint DLP e Forcepoint Insider Threat fornecerá uma solução abrangente para entender e responder aos comportamentos e intenções das pessoas.

“O contexto é tudo e estamos ansiosos para ajudar os clientes a diferenciar entre negligência, comprometimento e malícia da maneira mais eficiente possível”, disse Heath Thompson, vice-presidente sênior e gerente-geral da Forcepoint. A tecnologia RedOwl e os funcionários estão se juntando à equipe Forcepoint como parte do negócio de Data e Insider Threat Security.

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