Nokia nomeia novo vp para América Latina

A Nokia anunciou hoje, 12 de setembro, a nomeação de Osvaldo Di Campli como vice-presidente para a região da América Latina. O executivo substitui Dimitri Dilliani, que foi nomeado Diretor Global de Vendas para soluções E2E.

Osvaldo Di Campli é um líder experiente e com um sólido histórico de mais de 24 anos de expertise ocupando cargos gerenciais na Nokia e no setor de telecomunicações. O executivo se reportará a Ashish Chowdhary, Chief Customer Operations Officer (CCOO), e já ocupa a nova posição.

Anteriormente, Di Campli atuava como Diretor Global de Vendas para Setores Públicos e Empresariais da Nokia, onde liderou uma equipe internacional dedicada a impulsionar negócios com segmentos de mercado não-telco, incluindo grandes empresas, governo, transportes e energia. Também atuou como Diretor da Alcatel-Lucent na América Latina e Caribe.

Di Campli possui mestrado em engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Buenos Aires (ITBA), na Argentina, onde se formou com honras. Participou também do programa de educação executiva na Thunderbird School of Global Management, da Universidade Estadual do Arizona. É membro do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE), bem como da associação do ITBA.

Comercial
Em sua nova posição, Di Campli será responsável por todas as operações da Nokia na América Latina, incluindo a estratégia comercial e de operação. “Estou entusiasmado e honrado com este novo desafio. Estarei focado em nosso principal objetivo de continuar sendo o parceiro preferencial para nossos clientes, apoiando a adoção de futuras tecnologias de rede, como Cloud e Internet das Coisas, e ajudando nossos parceiros a se prepararem para o 5G. Também expandiremos nossos negócios para novas verticais, capturando novas receitas na região”, disse Osvaldo Di Campli.

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Grupo SONDA anuncia CEO para o Brasil

Para consolidar sua estrutura no Brasil, o Grupo SONDA, companhia latino-americana de serviços e soluções de TI, acaba de nomear Affonso Nina como CEO Brasil, respondendo pelas empresas SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e Pars. Os atuais presidentes dessas quatro companhias, Eduardo Borba, Avaldir Oliveira, Gutembergue Rodrigues e Celso Azanha, respectivamente, passam a reportar-se diretamente para o executivo.

Affonso Nina chega à companhia para promover maior sinergia entre as empresas do Grupo no Brasil, dando continuidade ao atual ciclo de expansão no País, que se iniciou em 2007 com a compra da Procwork e tem seguido como parte do plano global de investimentos. Para este período, que contempla o triênio de 2016 a 2018, a companhia está aportando a quantia de US$ 790 milhões, sendo US$ 540 milhões destinados para materializar aquisições e US$ 250 milhões para fomentar investimentos em crescimento orgânico.

“Nosso objetivo como grupo é alavancar o potencial de todas as aquisições realizadas nos últimos anos para trazer aos nossos clientes as melhores soluções de negócio com uso intensivo da tecnologia. Estamos reafirmando a confiança da empresa no Brasil e seu compromisso de continuar investindo neste mercado estratégico”, explica Affonso Nina.

Currículo
O executivo, que é formado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e possui MBA em Administração pela Columbia University, acumula mais de 20 anos de sólida experiência em cargos de liderança. Affonso Nina foi presidente da Carlson Wagonlit e da Genpact, além de ter passagens em cargos diretivos pela EDS (Electronic Data Services), HP Enterprise Services e GE Capital, entre outras.

Segundo Raul Vejar, CEO da SONDA S.A., com essa alteração organizacional, o Grupo SONDA reafirma sua confiança no Brasil e seu compromisso de continuar investindo neste mercado estratégico.



Empresa de IoT contrata diretor regional Latam Sul

A PTC, empresa de tecnologia fornecedora de soluções de Internet das Coisas (IoT), realidade aumentada e PLM (Product Lifecycle Management), anuncia a contratação de Ronaldo Oliveira para o cargo de diretor regional para o sul da América Latina. A corporação está investido na região e tem como objetivos crescer o volume de vendas e a base de parceiros de negócios.

“Assumo a função de diretor regional da PTC como um grande desafio na minha carreira. Internet das Coisas e realidade aumentada são as grandes tendências do mercado mundial de TI e na América Latina não será diferente. A PTC tem soluções robustas e já implementadas em grandes corporações mundiais. Nossa meta é expandir a atuação da empresa pelo crescimento orgânico nos setores de telecom, agrobusiness e manufatura, como também com novos parceiros de negócios”, destaca Oliveira.

A PTC possui a plataforma ThingWorx Industrial IoT bem posicionada como uma habilitação de aplicativos e foi, em 1998, pioneira a comercializar o PLM, Product Lifecycle Management, baseado na Internet.

Currículo
Ronaldo Oliveira é bacharel em ciências da computação pela UNESP e MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou como diretor de vendas e expansão de negócios nas empresas NCR Teradata, Pitney Bowes, Servix e Direct.One.

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Empresas catarinenses de TI contrataram mais de 1,5 mil profissionais em 2017

A economia, aos poucos, vai mostrando sinal de melhora no país. Mas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Brasil finalizou o ano de 2017 com o fechamento de 20,8 mil postos formais de trabalho. O número, que é a diferença entre as contratações e as demissões no país, é o melhor dos últimos três anos. A região sudeste é que teve mais demissões, com um saldo de – 76 mil vagas, já a região sul a que teve o segundo melhor resultado, com um resultado positivo de 33 mil vagas.

Santa Catarina foi o estado que mais gerou empregos no país. Nos últimos 12 meses, foram abertas 29,4 mil vagas formais, sendo que as empresas catarinenses de tecnologia e informação foram responsáveis por 1,5 mil oportunidades no período, representando 5% do total no estado. De acordo com o presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Daniel Leipnitz, isso se deve ao fato de as empresas de tecnologia, ao contrário da maioria dos outros setores, enxergarem oportunidades e crescerem mesmo em cenários econômicos desfavoráveis. “Ao desenvolver soluções que podem ajudar empresas de todos os segmentos a economizar ou vender mais, as empresas de tecnologia conseguem fazer da crise um momento para inovar e auxiliar outros setores a se reerguer”, explica.

Além de empresas consolidadas e scale-ups de destaque – como a Softplan, que abriu mais de 350 vagas; Resultados Digitais, com mais de 300 contratações na equipe, e a Involves, que aumentou seu quadro de colaboradores em 55% -, as pequenas empresas se destacaram no cenário de contratações em Santa Catarina. A startup Smarket, por exemplo, que desenvolve tecnologias voltadas para o varejo, ampliou a equipe em mais de 50% e abriu sete vagas em 2017. “O perfil de rápido crescimento das startups naturalmente impulsiona o aumento das contratações, abrindo oportunidades principalmente para profissionais qualificados e com perfil inovador”, afirma a CEO Marcela Graziano.

Expectativas
Para 2018, o cenário não é muito diferente no setor de TI em Santa Catarina. Além das pequenas empresas, representantes tradicionais, como é o caso da Paradigma Business Solutions, pioneira no desenvolvimento de soluções digitais para gestão de negócios em compras públicas, setor privado (SRM – Supplier Relationship Management) e energia (ETRM – Energy Trading and Risk Management). A empresa prevê 15 novas admissões até o final de fevereiro, tanto no estado quanto fora dele. A perspectiva é aumentar o quadro de funcionários na sede da organização em Florianópolis, que passará por uma ampliação ainda este ano.

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Atento nomeia Gustavo Tasner como Diretor de Operações

A Atento S.A. anunciou hoje a nomeação de Gustavo Tasner como Diretor de Operações e membro de seu Comitê Executivo, com vigência a partir de 01 de novembro de 2019. Gustavo Tasner reportará diretamente ao CEO da Atento, Carlos López-Abadía.

Ele reforçará as operações globais da Atento, otimizando a excelência da prestação de serviços e melhorando a infraestrutura tecnológica.

Antes de ingressar na Atento, Gustavo Tasner trabalhou 14 anos na Capgemini, onde liderou importantes transformações operacionais, desenvolveu recursos digitais e ocupou posições fundamentais, como Chefe de Operações de Serviços Empresariais para as Américas, supervisionando 10 centros de prestação de serviços distribuídos pelos EUA, Canadá, Brasil e Guatemala, atendendo 22 países.

Antes disso, foi diretor de operações de Serviços Empresariais da Capgemini para a América Latina e chefiou as operações de prestação de serviços para a divisão latino-americana de BPO da Capgemini, entre outros cargos.

“Temos o prazer de anunciar a chegada de Gustavo à Atento. Suas sólidas credenciais e sua impressionante experiência em operações e tecnologia serão peças fundamentais para avançar na transformação da nossa empresa e chegar à nova geração de soluções de experiência de cliente”, disse Carlos López-Abadía, CEO da Atento.

“Continuamos reforçando nossa equipe de liderança com os melhores talentos, para conseguir a melhor experiência de cliente disponível no mercado, gerando valor para nossos clientes, funcionários e acionistas”, acrescentou López-Abadía.

“Estou muito entusiasmado por integrar a equipe da Atento e contribuir com a ampla variedade de ofertas que a empresa está constituindo. A equipe está criando infraestruturas digitais e tecnológicas que irão nos diferenciar de todos os concorrentes no setor de CRM/BPO. Acredito que a inspiração, a direção estratégica e o potencial de crescimento desta empresa líder de mercado são enormes”, disse Gustavo Tasner. “Estou ansioso para fazer parte da família Atento e trabalhar junto com a equipe, para alcançar a próxima geração de soluções de experiência de cliente em nossos mercados”.

Experiência adicional
Antes da Capgemini, Gustavo Tasner passou 17 anos em funções gerenciais, principalmente nos setores de serviços financeiros e na indústria automotiva, onde esteve ativamente envolvido no desenvolvimento de projetos de alto destaque financeiros e de RH, bem como de startups.

Gustavo Tasner é Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidad Argentina de la Empresa (UADE), tem um mestrado em Administração de Negócios Industriais pela Universidad Católica Argentina (UCA) & EOI (Madri), e concluiu um Programa de Gerenciamento Avançado na Escola Empresarial IAE, na Argentina.



Symantec anuncia novo country manager no Brasil

A Symantec, de segurança da informação, anuncia a chegada de Eduardo Souza, para assumir a posição de Country Manager da empresa no Brasil. O executivo será responsável por comandar as estratégias de vendas e planos de negócios da Symantec no mercado local.

“A responsabilidade de buscar crescimento sustentável, visando sempre aos melhores resultados, é um desafio muito grande, mas que assumo com tranquilidade. Isto porque a Symantec é reconhecida por oferecer excelentes soluções e produtos de segurança da informação, além de manter um time de profissionais altamente qualificado, do qual tenho orgulho de fazer parte”, afirma Souza.

Antes de ingressar na Symantec, o executivo teve duas passagens pela Dell Computadores do Brasil, como gerente de vendas e líder da equipe de aquisições, entre 2002 e 2009, e gerente regional de vendas, de 2011 a 2015, quando comandou o relacionamento com fornecedores, como Microsoft, VMware, Red Hat, Symantec e Oracle.

Souza trabalhou ainda na Adobe Systems, na Orange Business Services, na qual comandou uma equipe responsável por contas globais e regionais, e, por sete anos, ocupou o posto de country manager e diretor de vendas da Macromedia no Brasil.

Souza graduou-se em Marketing e Publicidade pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

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Usuários, dados e perímetro: as três bases para uma segurança corporativa completa

Por Luiz Faro *

O Mundo está conectado. Isso significa que não existem fronteiras para a tecnologia e, à medida que as soluções vão se tornando cada vez mais sofisticadas, a distância entre pessoas, empresas, estados, países ou continentes vai diminuindo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em contrapartida, diante deste cenário, as ameaças digitais se tornam cada vez maiores e mais presentes entre as grandes preocupações globais.

Conforme as empresas se beneficiam da tecnologia para conectar funcionários, clientes e parceiros independente de sua posição geográfica, novas e mais sofisticadas ameaças digitais  Em segurança da informação costuma-se utilizar a expressão “proteção de perímesurgem.tro”. Até pouco tempo, isso significava “impor” barreiras para que a rede estivesse protegida. Hoje isso não é o bastante, uma vez que informações sensíveis das companhias estão em “movimento” através dos dispositivos móveis. Ou seja, os colaboradores são o novo perímetro.

Por este motivo, as companhias precisam de soluções que as protejam em três pilares para que se mantenham em conformidade: usuários, dados e perímetro.

Usuários
Parece óbvio, mas nunca é demais afirmar que garantir a proteção dos usuários é fundamental. Acredita-se que 95% das violações em sistemas ou dispositivos corporativos sejam causadas por erros humanos. Em muitos casos, basta uma desatenção para que o indivíduo clique em algum link malicioso. 94% dos malwares são disseminados via e-mail.

Isso significa que as companhias devem monitorar as práticas de seus usuários, avaliar continuamente os riscos que elas representam. Para isso, devem investir em soluções que garantam alta visibilidade das atividades dos usuários para identificar e mitigar rapidamente comportamentos anormais.

Dados
Este é o tema do momento uma vez que a GDPR está em vigor na Europa e a LGPD entrará em vigor em agosto para as empresas nacionais. Em seu artigo publicado na CSO Magazine no último dia 10, o autor Josh Fruhlinger afirma que violações de dados já representam em média custo de US$ 3.92 milhões às companhias.

Este é um motivo mais do que convincente para que as companhias invistam em uma solução que ofereça proteção unificada e adaptada a dados e propriedade intelectual. Tal solução deve prover visibilidade através de inventário de dados, classificando últimas aplicações e acessos aos mesmos.

Perímetro
Fator essencial principalmente para companhias que contam com usuários remotos, que são alvo preferencial de ameaças avançadas que visam diretamente o conteúdo salvo em nuvem. Solução deve obrigatoriamente garantir inspeção de tráfego criptografado e detecção avançada de malwares.

 A proteção remota contra ameaças de escritório e usuário é uma das maiores demandas atuais em cibersegurança, além dos dispositivos móveis como notebooks, tablets e smartphones, os ataques a dispositivos IoT triplicaram no primeiro semestre de 2019.

As companhias que não se adequarem a esta nova realidade, fatalmente ficarão para trás. As ameaças digitais não param de evoluir, por isso a proteção deve estar no mesmo patamar. Soluções que avaliam e entendem o comportamento ideal de usuários, sistemas e aplicações são uma demanda obrigatória.

 

* Luiz Faro é diretor de engenharia de sistemas da Forcepoint na América Latina

 

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Servidores do Exército são invadidos por hackers, que vazam dados de militares

Hackers invadiram, neste último domingo (10) servidores do Exército Brasileiro e vazaram uma grande quantidade de dados. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O grupo – denominado Digital Space – vazou dados de alguns pacientes de hospitais do Exército e de integrantes e soldados da corporação.

De acordo com a publicação do grupo no Twitter (@DigitalSp4c3) o ataque teria sido uma retaliação motivado pelo comportamento do Exército e do governo federal em relação ao combate ao coronavírus. Segundo os hackers, militares e integrantes do governo estariam ajudando a promover aglomerações.

O grupo ameaça vazar ainda mais documentos, já que diz ter mais de 200 mil registros de dados. Entre os documentos vazados estão, além de tabelas de prontuários de pacientes em hospitais do Exército, dados pessoais de militares, inclusive a fórmula datiloscópica dos integrantes da força.

Para mostrar que a invasão é verdadeira, o grupo tornou pública e disponível para download uma parcela dessas supostas informações obtidas nos bancos de dados dos servidores do Exército. O restante, segundo o grupo, pode ser comprado em negociação direta com eles hacker — porém sem detalhes sobre como seria a transação ou o valor dessas informações.

Veja abaixo a mensagem publicada pelos hackers:

“Saudações, viemos trazer uma mensagem para o exército brasileiro e ao governo federal.

Queremos de vocês responsabilidade, seriedade em meio esse caos que vocês estão ajudando a promover.

3 milhões para incentivo de uma mega aglomeração ? Tomam atitudes ignorando todas as recomendações e revogam baseados nas reações causadas ?

Não permitiremos tamanha irresponsabilidade para com nosso povo. Estamos observando de perto, estamos dentro do sistema de vocês.

Isso não é nem se quer um dos nossos alvos mais importantes e muito menos 25% do tipo de Informações que temos de não só Militares mas como outros órgãos.

Vamos Soltar as DB a baixo e vamos deixar alguns poucos dados somente para comprovar a veracidade junto com um Print de quando estávamos explorando.

TODOS DADOS DO EXÉRCITO CONTIDO NA DB ABAIXO EXIBIDA ESTARÃO A VENDA PARA QUEM SE INTERESSAR EM COMPRAR OS DADOS DOS MILITARES E PACIENTES.

OBSERVAÇÃO TEMOS MAIS DB COM MAIS DADOS QUEM SE INTERESSAR SÓ NOS CONTATAR!!!”

Ao ser procurado, o Departamento de Comunicação do Exército não quis confirmar a invasão dos servidores e solicitou que fosse encaminhado um pedido de esclarecimentos.

 

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CEOs temem se tornar a próxima grande brecha de segurança, revela pesquisa

Uso de antivírus

A Forcepoint, em parceria com o Wall Street Journal Intelligence, divulga hoje o C-Suite Report. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O relatório apresenta novas pesquisas sobre as prioridades de cibersegurança dos líderes empresariais globais, bem como disparidades crescentes na maneira como os CEOs e CISOs veem os mais eficazes caminho de segurança cibernética adiante.

A pesquisa global com 200 CEOs e CISOs de diversos setores, incluindo Assistências Médicas, Finanças e Varejo, entre outros, descobriu importantes fatores de cibersegurança e áreas de desconexão para líderes de negócios e segurança, incluindo a falta de uma estratégia contínua de cibersegurança para menos da metade de todos os CEOs entrevistados.

A pesquisa também identificou disparidades entre regiões geográficas na proteção de dados, bem como uma dicotomia na batalha entre aumento do risco e aumento da capacidade da tecnologia.

Principais conclusões do relatório
A maioria dos líderes (76%) está perdendo o sono com a perspectiva de se tornar a próxima brecha na segurança. Apesar disso, uma alta porcentagem (87%) acredita que sua equipe de segurança está sempre à frente das ameaças à segurança cibernética.

Essa disparidade é agravada pela crença de que a liderança sênior é cibernética e alfabetizada em dados (89%) e se concentra na cibersegurança como a principal prioridade organizacional (93%).

Estratégias de cibersegurança são vistas por 85% dos executivos como um dos principais impulsionadores da transformação digital, mas 66% reconhecem o aumento da exposição organizacional a ameaças cibernéticas devido à digitalização. Apenas 46% dos líderes revisam regularmente suas estratégias de segurança cibernética.

“Quando mais de 89% dos líderes acreditam que suas equipes estão mais cibernéticas do que nunca, não é surpreendente ouvir os executivos perdendo o sono devido à sua postura de cibersegurança hoje porque sabem que os riscos para seus negócios são tão altos”, disse Nicolas Fischbach, CTO global da Forcepoint.

“No momento em que a cibersegurança é mais estratégica para o crescimento dos negócios do que nunca, é hora de os líderes seniores de negócios e segurança reavaliarem sua estratégia de cibersegurança para uma que os permita sair da brecha. As empresas líderes entendem que as tecnologias baseadas em comportamento são o caminho moderno para a cibersegurança e as que acertam na cibersegurança hoje verão que esse será um diferencial competitivo essencial para seus negócios nos próximos anos”, finaliza.

Disparidades entre CEOs, CISOs e geografias globais
O relatório também destaca a disparidade entre como as empresas priorizam os principais elementos de segurança geograficamente. Proteger os dados do cliente é uma prioridade retumbante para os líderes nos EUA (62%) e na Europa (64%), enquanto na Ásia 61% dos líderes priorizam a proteção da PI organizacional sobre os dados do cliente.

Os fatores que influenciam esses resultados podem ser, em parte, pelas diferentes abordagens regulatórias da proteção de dados e privacidade, bem como a decisões legislativas recentes nos EUA e na Europa, como GDPR e CCPA.

Também existe uma clara divisão entre CEOs e CISOs na maneira como eles identificam o caminho certo para a cibersegurança em seus negócios. Os CEOs preferem ser proativos e focados no risco (58%), priorizando a manutenção da estabilidade dos negócios acima de tudo.

Enquanto mais da metade dos CISOs (54%) adotam uma abordagem mais reativa e orientada a incidentes para mitigar o cenário dinâmico de ameaças de cibersegurança de hoje.

A pesquisa também descobriu que, apesar de alegarem fadiga de fornecedor, as empresas usam mais de 50 fornecedores de segurança em média, com 62% relatando que desejam ainda mais.

No entanto, à medida que mais empresas começam a adotar as economias e os benefícios dos recursos convergentes de rede e segurança encontrados na emergente abordagem de arquitetura de segurança do Secure Access Service Edge (SASE), a necessidade de dezenas de fornecedores de segurança diminuirá com o tempo.

 

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Mercado de smartphones tem queda recorde de 20%

O mercado global de smartphones sofreu sua maior contração anual de todos os tempos durante o primeiro trimestre, por conta dos efeitos da pandemia do Covid-19. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Segundo o Gartner, os embarques caíram de 374,9 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2019 para 299,1 milhões, com medidas de bloqueio e incerteza econômica que levaram ao colapso da demanda, pois os consumidores pararam de gastar em produtos não essenciais.

O analista de pesquisa Anshul Gupta disse que a pandemia causou o “pior declínio de todos os tempos” nos embarques de smartphones, observando que os fornecedores chineses e a Apple foram “severamente impactados” pelo fechamento de fábricas na China.

Além disso, foi observado que três dos cinco principais fornecedores sofreram declínios de dois dígitos: a Samsung liderou a lista com 55,3 milhões de unidades vendidas, mas isso foi 22,7% menor que no primeiro trimestre de 2019; A Huawei ficou em segundo lugar, com 42,4 milhões de unidades, uma queda de 27,3%; enquanto as remessas da Oppo, quinto colocado, caíram 19,1%, para 23,9 milhões.

Os embarques da Apple em terceiro lugar caíram 8,2%, para 40,9 milhões, enquanto a Xiaomi aumentou em quarto lugar os embarques, 1,4%, para 27,8 milhões, devido à forte demanda por dispositivos Redmi da submarca.

O Gartner disse que a Samsung sofreu devido a um “canal online ineficiente” e ao fechamento de lojas.

Ele também sugeriu à Huawei um “ano desafiador”, pois era “improvável” atrair novos compradores nos mercados internacionais devido à falta de serviços do Google, apesar dos esforços para desenvolver seu ecossistema Huawei Mobile Service.

 

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Novos recursos do Google Maps ajudam usuários a circular em segurança durante a crise da COVID-19

Ir do ponto A ao ponto B pode ser um pouco mais complicado hoje em dia. Não basta pensar no percurso mais rápido ou na forma mais confortável de chegar lá: diante da COVID-19, é cada vez mais importante saber se a estação de metrô estará cheia quando passarmos por ela, ou se nossa linha de ônibus está circulando a intervalos maiores. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Atualmente, é fundamental ter essas informações antes e durante o trajeto. Isso vale tanto para quem trabalha na linha de frente e precisa circular em segurança de casa para o emprego, quanto para a população em geral, à medida que vários países começam a retomar gradualmente as atividades.

A mais recente versão do Google Maps (já disponível para Android e iOS) traz vários recursos novos que ajudam a encontrar informações importantes caso seja necessário sair de casa, de carro ou transporte público.

Avisos sobre informações importantes
A partir de agora, quando o usuário procurar instruções sobre trajetos que podem sofrer restrições relacionadas à quarentena, o Maps vai mostrar avisos importantes. Os alertas se baseiam em informações atualizadas dos departamentos locais de trânsito – e podem, por exemplo, mostrar serviços de transporte cuja circulação está limitada devido a ordens do governo ou estações e linhas onde o uso de máscara é obrigatório.

Os alertas de trânsito estão sendo lançados na Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, França, Índia, México, Holanda, Espanha, Tailândia, Reino Unido e EUA, onde temos informações de agências de trânsito locais e mais em breve.

Também está sendo introduzido alertas de direção para notificá-lo sobre os pontos de verificação e restrições da COVID-19 ao longo do seu percurso, como ao atravessar fronteiras nacionais (começando primeiro no Canadá, México e EUA). Você verá um alerta na tela com as instruções sobre como chegar ao destino digitado, logo depois de iniciar a navegação.

Ao navegar para instalações médicas ou centros de testes para COVID-19, será exibido um alerta lembrando que você deve telefonar antes de sair de casa. Assim, a pessoa se informa sobre disponibilidade de atendimento e orientações que ajudam a evitar perder a viagem ou sobrecarregar desnecessariamente o sistema de saúde.

A partir desta semana, os alertas para instalações médicas estarão disponíveis na Indonésia, Israel, Filipinas, Coréia do Sul e EUA, e alertas de centros de testes estarão disponíveis nos EUA.

As informações para esses avisos vêm de fontes como departamentos municipais, estaduais e federais ou de seus sites e o Google está trabalhando ativamente com outras agências em todo o mundo para trazer ainda mais desses dados úteis para os usuários.

Informações para evitar aglomerações no transporte público
No ano passado, o Google Maps passou a oferecer um recurso que prevê a movimentação de pessoas no transporte público. Alimentada por dezenas de milhões de contribuições, essas previsões ajudam as pessoas a saber se uma linha de ônibus ou metrô pode estar cheia.

Agora está ainda mais fácil colaborar informando sobre o volume de pessoas no transporte público, para que outros usuários evitem estações ou vagões cheios. Basta clicar em Rotas, avançar até Informações de Trânsito, rolar a página para conferir a previsão de lotação (nos lugares onde esse recurso estiver disponível) e compartilhar a própria experiência para ajudar outras pessoas.

Em fevereiro deste ano, foi anunciado também novidades como temperatura, acessibilidade e segurança a bordo do transporte público – bem como vagões reservados para mulheres, em cidades onde esse serviço é oferecido. Agora essas informações estão sendo ampliadas para usuários de todo o mundo: é possível encontrar dados compartilhados por quem já usou essas rotas e serviços ou enviar as próprias contribuições, logo ao lado das rotas de transporte público.

Acrescentaram ainda mais detalhes sobre acessibilidade, para facilitar a vida de passageiros com mobilidade reduzida ou cadeirantes. Ficou mais fácil encontrar ou enviar informações sobre portas, assentos, botões de parada adaptados para cadeiras de rodas e muito mais.

Encontre e contribua com informações sobre lotação para linhas de transporte público
Os usuários de transporte público estão cada vez mais atentos ao conforto e à lotação (ou não) de suas viagens. A partir dessa semana, será possível saber em quais horários as estações costumam estar mais cheias, e planejar viagens levando esse fato em consideração.

Basta digitar o nome de uma estação no Maps ou clicar em cima do ponto que marca aquela parada para ver os horários dos trens e dados sobre lotação, se estiverem disponíveis. Ao longo das próximas semanas, todas essas informações vão começar a aparecer – alimentadas por dados agregados e anônimos de usuários que deixam o Histórico de Localização habilitado no Google (vale lembrar que, por padrão, essa configuração fica desligada).

Para proteger os usuários, as informações só serão divulgadas quando o Google tiver dados suficientes para atender às exigências de privacidade.

 

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Pesquisa mostra que admissões cresceram 36% em junho, melhor registro durante a pandemia

O mês de junho começou mais animador para quem está em busca de emprego. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Um levantamento feito pela empresa de tecnologia para RH Pontomais mostrou que o número de novos colaboradores cadastrados na plataforma de ponto digital cresceu 36% em todo o país, se comparado ao mês de maio.

Numa base de dados com mais de 10 mil empresas cadastradas e 300 mil funcionários ativos, os setores que registraram maior aumento de contratação foram varejo com 133,5% de novos colaboradores, agronegócio com 105,2% e telecomunicações com 57,8%.

No setor transporte (50,2%), RH (43,9%) e construção (37,3%) também houve aumento de admissões, mostrando um movimento de recuperação da crise ocasionada pela quarentena do coronavírus. A Pontomais, que é líder em registro de ponto digital no Brasil e América Latina, contabilizou no fim de junho o maior registro de admissões durante a quarentena.

Novos empregos, novas exigências
Mesmo com a crise econômica gerada devido à pandemia, a reabertura gradual e as novas tendências de mercado fizeram surgir oportunidades de trabalho. Por conta disso, os profissionais devem estar atentos às necessidades que o momento exige, isso inclui se preparar e adequar suas qualificações e habilidades para o novo momento.

Segundo a psicóloga Aline Santos, responsável pelo recrutamento na Pontomais, os profissionais devem se preparar da forma correta para garantir uma vaga. Um dos erros comuns apontados pela especialista – e que tem aparecido muito durante a pandemia – está logo na descrição: não citar o objetivo de trabalho na empresa para qual está se candidatando.

“É importante para o recrutador entender qual é o cargo que esse candidato deseja. Não adianta o profissional citar diversos cargos como objetivo, porque isso pode demonstrar que ele não tem foco e que para ele qualquer vaga estaria valendo a pena”, explica.

Outra informação importante que o candidato não pode deixar de ficar atento é no que está exposto nas redes sociais. Muitos acreditam que a internet é uma terra sem lei, mas é justamente no meio online onde ocorrem os erros mais graves.

A reformulação do currículo deve ser feita e revisada com frequência. Para cada vaga que a pessoa for se candidatar, é importante que ela se lembre de olhar o currículo com muito cuidado e até mesmo direcionar suas qualificações principais e experiências que têm mais a ver com a vaga.

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Veja cinco passos para uma empresa ficar pronta para a LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados, que deveria entrar em vigor nesse mês de agosto, em função da Pandemia, foi transferida para maio de 2021. Com isso, as empresas ganham mais tempo para definir as estratégias, implementar os processos necessários e superar os desafios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Segundo o Índice LGPD ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), cerca 60% das empresas brasileiras não estão prontas para a LGPD. Dado o tamanho do país, há uma grande necessidade de ação em relação a dados uniformes. As empresas devem aproveitar a oportunidade de implementar a LGPD o mais rápido possível, com a ajuda de sistemas digitalizados, o que pode lhes proporcionar uma importante vantagem competitiva, inclusive para manter negócios com empresas da União Europeia, onde já foi implementada a GDPR”, Jens Bothe, especialista em segurança do Grupo OTRS.

Com isso, veja cinco recomendações para ajudar as empresas a se adequar as normas:

 Comece pequeno
A maioria das grandes empresas possui processos já definidos e as chamadas equipes de defesa cibernética em uso. No entanto, muitas pequenas e médias empresas ainda precisam elaborar suas estratégias.

Para isso, é aconselhável começar “pequeno”: criar um Gabinete de Comunicação de Incidentes de Segurança é útil e é fundamental dedicar uma pessoa ou equipe de contato responsável por eventos relacionados à segurança. Isso pode criar documentação centralizada que mantém todos cientes do que está acontecendo.

Consulte especialistas experientes
As empresas nem sempre têm tempo para verificar todos os regulamentos para determinar se são relevantes para seus negócios. Portanto, não hesite em consultar especialistas externos experientes com perguntas sobre diretrizes e padrões aceitos.

Defina claramente os processos de segurança de TI
É importante que todas as empresas estabeleçam processos e responsabilidades claros para lidar com eventos relacionados à segurança. As seguintes perguntas devem estar entre as consideradas:

– Como você define um incidente de segurança?
– Quando exatamente um incidente precisa ser relatado?
– Quais dados ou processos devem ser protegidos?
– Qual é o impacto potencial do incidente?
– Quem deve ou pode ser informado de um incidente?
– Em que ordem e em que prazo a comunicação deve ocorrer?

Crie processos digitais centralizados
Para documentar os eventos de segurança e as etapas correspondentes tomadas para mitigar a situação de maneira segura, estão disponíveis sistemas que agem como a espinha dorsal técnica dos processos de segurança de TI, suportam a comunicação relacionada a incidentes e armazenam a documentação em caso de auditorias posteriores.

Eles possibilitam definir processos específicos para cenários de ameaças, conceder aos usuários acesso baseado em função e habilitar a comunicação criptografada entre usuários claramente autenticados, para que os ataques sejam tratados rapidamente e a documentação adequada seja capturada.

Enxergue a segurança de TI como um processo contínuo
Uma vez estabelecidos, os processos de segurança de TI se tornam uma parte cotidiana de suas atividades de negócios. No entanto, deve-se considerar que os regulamentos, processos e requisitos podem mudar repetidamente.

É por isso que as empresas devem se manter atualizadas. Se você deseja desenvolver seu know-how de segurança e desenvolver uma equipe de segurança de TI em sua organização, deve se conectar com outros agentes de segurança e ficar a par das mudanças no setor.

“Nem todas as empresas estão preparadas para isso”, diz Luciano Alves de Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil. “O Covid-19, por exemplo, foi o tema mais explorado para ataques cibernéticos durante o primeiro semestre de 2020, que atingiram organizações em todos os setores de atividade, incluindo governos, indústria, saúde, prestadores de serviços, infraestruturas críticas e consumidores. Na América Latina, durante o primeiro trimestre, foram registradas mais de 9,7 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, sendo 1,6 bilhão somente no Brasil”.

“O número coincide com o aumento exponencial de profissionais que adotaram o home office nos últimos meses. A LGPD responde a isso e exige relatórios oportunos de incidentes de segurança. É por isso que é essencial que as empresas registrem os incidentes de TI e documentando-os legalmente”, complementa Oliveira.

 

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Neobpo divulga 245 novas oportunidades de emprego

A Neobpo abriu 245 vagas para profissionais de contact center neste mês de setembro. Segundo Ana Alice Limongi, diretora de desenvolvimento humano e organizacional da empresa, a abertura das vagas visa suportar a estratégia de crescimento da empresa.

“Trata-se de um grande indicador do nosso potencial e dos nossos esforços para manter o ritmo normal das atividades. Mesmo com o isolamento provocado pela pandemia, seguimos contratando, expandindo operações, renovando contratos e prospectando novos clientes”, declara.

As oportunidades estão distribuídas em seis cidades brasileiras onde a empresa mantém operações: Jaboatão dos Guararapes/PE; Mogi das Cruzes/SP; Rio de Janeiro/RJ; Santos/SP; São José dos Campos/SP; e São Paulo.

Para participar do processo seletivo da Neobpo, basta acessar a plataforma de recrutamento da empresa no site, preencher o formulário e enviar os documentos solicitados.

É necessário ter idade mínima de 18 anos e conhecimentos em informática básica (tais como digitação e preenchimento de dados no sistema). O número de vagas está sujeito a alteração, sem aviso prévio.

Após a contratação, a Neobpo oferece como benefícios além do salário, vale alimentação ou refeição, convênio médico e odontológico, vale transporte e auxílio creche/babá. A empresa possui ainda parcerias de estudos com diversas faculdades e cursos de inglês, para auxiliar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores.

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Atenção: Golpistas exploram pré-cadastro no PIX para roubar credenciais

O Pix – sistema de pagamentos eletrônicos do Banco Central – sequer começou a funcionar e os cibercriminosos já se aproveitaram do anúncio da ferramenta para lançar iscas pela internet.

Especialistas da Kaspersky identificaram, nesta semana, uma campanha de phishing solicitando o pré-cadastro para o sistema. De acordo com Fabio Assolini, analista da empresa de cibersegurança, o objetivo seria coletar dados bancários e pessoais (como senhas de conta, celular e CPF), para que os golpistas possam ter acesso a uma futura conta Pix da vítima e, assim, efetuar transações em seu nome.

“O e-mail que identificamos usava o nome de um banco popular e trazia um link para que o usuário fizesse o cadastro na conta Pix. O link em questão era direcionado a um site falso que simulava o banco e pedia que a vítima inserisse a sua senha bancária, além do número do celular e do CPF, que serão usados como chaves de identificação dentro do PIX”, explica o analista sênior de cibersegurança.

Com previsão de entrar em funcionamento a partir do final de outubro, a nova ferramenta de pagamentos do BC tem o objetivo de trazer mais agilidade nas transações bancárias.  Para isso, permitirá que clientes dos principais bancos do País utilizem chaves para pagamentos e transferências (não sendo mais necessário informar números do banco, da agência e da conta, por exemplo).

Entre as chaves possíveis estão o CPF (ou CNPJ) e o número de telefone. Por isso, o interesse dos criminosos em coletar os dados.

“Recomendamos que as pessoas que queiram cadastrar as suas chaves procurem diretamente a página da instituição. Tenham cuidado com os convites de pré-cadastro recebidos, pois eles podem ser falsos”, alerta Assolini.

Brasileiros entre as maiores vítimas de phishing
De acordo com o relatório recente publicado pela Kaspersky, os brasileiros estão entre os principais alvos de phishing no mundo.

Cerca de um a cada oito usuários de internet do País (13%) acessaram, de abril a junho deste ano, ao menos um link que direcionava a páginas maliciosas. O índice está bem acima da média mundial – 8,26%, no mesmo período – e coloca o Brasil como o quinto país com maior proporção de usuários atacados.

Para se proteger dos ataques de phishing financeiros, os especialistas da Kaspersky aconselham que os usuários tomem algumas precauções:

– Sempre verifiquem o endereço do site para onde foi redirecionado, endereço do link e o e-mail do remetente para garantir que são genuínos antes de clicar neles, além de verificar se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink;

– Não cliquem em links contidos em e-mails, SMS, mensagens instantâneas ou postagens em mídias sociais vindos de pessoas ou organizações desconhecidos, que têm endereços suspeitos ou estranhos. Verifiquem ainda se são legítimos e, mesmo que comecem com ‘https‘, é necessário duvidar, pois muitos sites falsos podem exibir o cadeado de segurança;

– Se não tiver certeza de que o site da empresa é real e seguro, não inserir informações pessoais;

– Analisem cuidadosamente as URLs das páginas com formulários que solicitam dados confidenciais. Se o endereço consiste em um conjunto de caracteres sem sentido ou a URL parece suspeita, não finalizar o pagamento.

– Usem uma solução de segurança comprovada com tecnologias antiphishing baseadas em comportamento. Ela permitirá a identificação até dos golpes de phishing mais recentes, que ainda não foram incluídos nos bancos de dados antiphishing.

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Demanda por soluções de segurança em nuvem impulsiona Forcepoint no Brasil

O ano de 2020 tem sido muito desafiador para todas as empresas, não só no Brasil, como no Mundo inteiro. A pandemia do novo coronavírus acelerou a migração do ambiente de escritório para o modelo home office, o que criou uma necessidade imediata de CIOs e CISOs reverem os modelos de segurança de suas empresas.

No cenário do Brasil há ainda um outro fator que faz com que os principais gestores se atentem para a segurança de seus dados: a Lei Geral de Proteção de Dados, LGPD.

Diante deste cenário, a Forcepoint anuncia crescimento de 15% em vendas no território nacional durante o primeiro semestre de 2020. Felipe Canale, country manager da companhia no Brasil, prevê crescimento entre 40 e 50% no comparativo ano a ano. “Com esse resultado já temos conversado internamente sobre o aumento da nossa equipe no Brasil e esperamos adicionar mais 30% de novos colaboradores para 2021”, afirma.

Atualmente a companhia tem mais de 400 clientes ativos no Brasil de todos os segmentos, como por exemplo algumas das principais instituições financeiras da América Latina e alguns órgãos públicos.

“Definitivamente a LGPD (recentemente confirmada para este ano) ajudou a impulsionar investimentos em segurança, em especial proteção de dados, onde a Forcepoint se destaca mundialmente há mais de 10 anos. A pandemia, por sua vez, prejudicou algumas empresas forçando o adiamento de investimentos ou troca de plataforma previstos, porém a necessidade de trabalho remoto do dia para a noite trouxe novas oportunidades pois, além da conectividade, é necessário que esse trabalho remoto seja seguro. Um bom exemplo positivo foi a flexibilidade que nossos clientes tiveram em simplesmente mudar a licença antes 100% on premise para uma licença hibrida ou 100% Cloud sem custo adicional suportando essas mudanças”, diz Canale.  

O executivo acredita que, de maneira geral, as empresas brasileiras estão preparadas para garantir a segurança de seus dados. “As empresas que sempre tiveram maturidade em segurança passaram estes últimos dois anos, antes da lei entrar em vigor, de forma mais suave. Aquelas com maturidade mais baixa, sofreram no início, mas estão avançando significativamente. A Pandemia fez com que a o resultado da transformação digital esperada para os próximos 3 anos acontecesse em 3 meses, e segurança da informação aproveitou a onda”, destaca Canale.

A Forcepoint é conhecida por este nome há apenas 4 anos (anteriormente era conhecida como Websense ou Raytheon|Websense), mas tem uma presença no Brasil há mais de 15, suportando clientes e canais. 

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F5 adquirirá a Volterra por US$ 440 milhões

A F5 e a Volterra anunciaram um acordo definitivo sob o qual a F5 adquirirá todas as ações emitidas e a emitir da empresa privada Volterra por aproximadamente US$ 440 milhões em dinheiro e aproximadamente US$ 60 milhões em remuneração diferida e compensação por incentivos não concedidos presumidos, para fundadores e funcionários.

Com a adição da plataforma tecnológica da Volterra, a F5 está criando uma plataforma edge construída para empresas e provedores de serviços, que terá prioridade para a segurança e será app-driven com escala ilimitada.

“As atuais soluções edge são simplesmente inadequadas para os atuais clientes empresariais. É tempo de nos libertarmos de sistemas edge fechados que só perpetuam a dor de desenvolver, executar e dar segurança a apps”, disse François Locoh-Donou, Presidente e CEO da F5.

“Com a Volterra, nós fazemos progredir nossa visão de Aplicações Adaptativas com uma plataforma Edge 2.0 que resolve a complexa realidade multinuvem confrontada pelos clientes empresariais. Nossa plataforma criará uma solução SaaS que resolve os problemas mais críticos dos nossos clientes. O sucesso da transformação de software da F5 nos colocou em uma posição de entregar no potencial do Edge 2.0 e redefinir a nossa posição competitiva”.

“Estou empolgado por trabalhar em contato direto com François e a equipe da F5 para ajudá-los a ser pioneiros na evolução do edge para entregar experiências de aplicações mais adaptativas e dinâmicas para todos os nossos clientes”, disse Ankur Singla, Fundador e CEO da Volterra. “Com a nossa plataforma, estenderemos ao edge a liderança da F5 em segurança de aplicações, expandindo assim nossa penetração combinada no segmento de mais rápido crescimento do mercado total atingível da F5, de USD 28 bilhões em 2023.”

A Volterra permite uma nova plataforma Edge 2.0 open edge, que transformará a posição de liderança da F5 em segurança e distribuição de aplicações empresariais, atacando os desafios inerentes com soluções edge de primeira geração. A plataforma Edge 2.0 da F5 terá as seguintes características:

– Prioridade para a segurança: Entregando segurança líder da indústria em vez de segurança commodity acrescentada a uma CDN ou nuvem.

– App-driven: Fornecendo entrega de apps universal, “desenvolva uma vez, implemente globalmente”. Este edge definido por software, baseado em containers padrão da indústria e APIs, elimina a complexidade da multinuvem.

– Ilimitada em escala: O Edge 2.0 liberta os apps da “prisão da CDN” das plataformas edge fechadas, executando todos os serviços em qualquer servidor, em todas as nuvens e data centers.

As diretorias da F5 e da Volterra aprovaram a transação, que está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições habituais de concretização do negócio. Espera-se que a transação se concretize no primeiro trimestre do ano-calendário 2021.

Na concretização da transação, Ankur Singla e a equipe de liderança da Volterra ocuparão cargos elevados na F5. A Volterra permanecerá em sua atual sede em Santa Clara.

Resultados preliminares do primeiro trimestre do ano fiscal 2021
A F5 liberou também uma previsão dos resultados financeiros do seu primeiro trimestre do ano fiscal 2021. Com base nas informações disponíveis no momento, a empresa estima os resultados abaixo para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2020.

– Receita GAAP e não-GAAP entre USD 623 e USD 626 milhões, representando um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao período do ano anterior

– Crescimento da receita GAAP e não-GAAP referente a software de aproximadamente 68% e 70%, respectivamente

– Crescimento da receita de sistemas de aproximadamente 5%

– Crescimento da receita GAAP e não-GAAP referente a produtos entre aproximadamente 22% e 23%

– Crescimento da receita serviços globais pouco acima de zero

– EPS não-GAAP acima do topo de sua orientação anterior de USD 2.26 a USD 2.381

“Estamos em vias de apresentar o nosso melhor resultado trimestral desde que embarcamos em nossa transformação, com um crescimento das receitas de aproximadamente 10% impulsionado por uma forte demanda contínua de software, juntamente com resiliência em nosso negócio de sistemas”, acrescentou Locoh-Donou.

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Medidas de saúde, econômicas e tecnológicas devem alavancar o transporte de cargas no Brasil

Curitiba – PR 27/1/2021 – O principal objetivo da logística de suprimentos é reduzir os custos de produção e comercialização, considerando desde as cargas que serão transportadasEmpresários do setor portuário e do agronegócio desenvolveram um sistema eletrônico de gestão e cotação de frete que oferece uma economia de até 30% nos custos com o transporte de cargas para todo o Brasil.

A inclusão dos profissionais do transporte no grupo prioritário da campanha nacional de vacinação contra a covid-19 e a notícia de que os pneus para transporte de cargas entrarão no Brasil sem pagar Imposto de Importação – decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com o objetivo de reduzir os custos operacionais do transporte rodoviário de cargas – demostram a relevância do setor para o país.

A redução de impostos passa a valer já nos próximos dias com a publicação no Diário Oficial da União. Já o cronograma de vacinação está sendo definido pelo Ministério da Saúde. A Confederação Nacional de Transporte (CNT) colocou à disposição do Governo Federal as 157 unidades operacionais do SEST SENAT como pontos de vacinação. 

Importância – As medidas têm como objetivo a manutenção da economia, uma vez que as redes logísticas integradas auxiliam no fortalecimento dos níveis de comércio em todo o mundo e protegem as fontes de sustento dos cidadãos.

“Por serem considerados essenciais para o desenvolvimento do Brasil, o Ministério da Saúde atendeu a reivindicação da Confederação Nacional de Transporte (CNT). Esse é um reconhecimento da importância do trabalho que vem sendo desempenhado pelo setor, essencial para a manutenção das atividades de todo o país”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa, em entrevista recente.

O transporte pelas estradas é o modal mais utilizado no país. Consequentemente, devido às condições das rodovias brasileiras, os custos logísticos representam 12,1% do PIB – segundo estudo realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD/UFRJ) – e podem comprometer até metade do orçamento das transportadoras.

Para que se tenha ideia, a logística no agronegócio se firmou como um diferencial competitivo de peso.

Segundo o empresário Valdécio Bombonatto, que tem mais de 30 anos de atuação no setor de logística portuária, um dos maiores desafios do agronegócio é fazer a gestão dos insumos necessários para a produção agrícola e agropecuária, com eficiência e economia. “O principal objetivo da logística de suprimentos é reduzir os custos de produção e comercialização, considerando desde as cargas que serão transportadas até os prazos exigidos pelas empresas agropecuárias para manter a produtividade em alta”, afirma Valdécio.

Conforme estudos do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Embrapa, se o Brasil solucionasse os problemas no escoamento de produtos do agronegócio, produtores teriam um ganho 35% superior ao atual.

Evolução tecnológica – Pensando neste mercado, empresários do setor portuário e do agronegócio desenvolveram um sistema eletrônico de gestão e cotação de frete que oferece uma economia de até 30% nos custos com o transporte de cargas para todo o Brasil.

A plataforma FastFrete possibilita a realização de cotações e a integração entre embarcadores e transportadoras – principais atores no cenário da logística brasileira. Ao todo  são mais de  300 transportadoras cadastradas para grãos e granel em todo o país.

“O mercado de transportes e logística está atravessando uma rápida revolução tecnológica – especialmente neste momento em que estamos vivendo – que está conectando toda cadeia, do motorista de caminhão aos transportadores e embarcadores, da indústria ao varejo”, conta o diretor comercial da FastFrete, João Bombonatto Neto .

Ele ressalta que, por meio da tecnologia, empresas e profissionais da estrada obtêm maior eficiência no planejamento das viagens e redução de custos.

Segundo a NTC & Logística, o Brasil tem cerca de 2 milhões de caminhões em atividade com uma ociosidade de 60%, o que resulta num excesso de 300.000 caminhões nas estradas.

Novidade  – O próximo passo da Fastfrete agora é lançar o aplicativo para o caminhoneiro.“Conectados, os caminhões trocam dados em tempo real com as transportadoras e entre si sobre riscos potenciais, como eventos meteorológicos, roubos, interrupções de rotas, motoristas com comportamentos de direção perigosa ou trechos com alto índice de acidentes”, menciona o diretor operacional da Fastfrete, Paulo Henrique Tonello.

Como funciona – Acessando www.fastfrete.com.br  ou baixando o aplicativo FastFrete os usuários realizam o cadastro da carga a ser transportada e inserem os dados que serão utilizados pela plataforma para operacionalizar a cotação. As transportadoras recebem um aviso de cadastro por email e mensagem de texto, gerando um maior número de propostas feitas. Ao término da cotação, levará a carga o transportador com a proposta de menor valor de frete.

Além da praticidade, economia e agilidade, a FastFrete apresenta a opção de acompanhamento de todos os lances em tempo real, informações sobre a quantidade de cargas aprovadas fretadas por transportadoras e o custo de frete.

Website: http://www.fastfrete.com.br 



Senior Sistemas adquire empresa paulista de software WMS e se consolida no segmento de logística

A Senior Sistemas acaba de anunciar mais um investimento. A companhia, que tem como expectativa fechar o ano de 2021 com um faturamento superior a R$ 500 milhões, comprou a Alcis, empresa de software para logística (WMS), de São Paulo. A partir desta aquisição a empresa alcança a liderança no fornecimento de solução WMS no Brasil.

A empresa se consolida no mercado de logística, onde já opera com Gestão de Armazenagem (WMS) e Gestão de Transportes (TMS), participando de forma relevante das vendas do e-commerce varejista do Brasil.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) junto a Fundação Dom Cabral, o faturamento anual das empresas operadoras de logística cresceu 23,8% em 2020. Os dados reforçam o crescimento do setor, que foi diretamente impactado pela jornada da transformação digital e também pelo alto volume de novos mercados, especialmente no e-commerce.

Este resultado positivo no setor logístico deve se manter em 2021. Segundo a Ebit|Nielsen, o e-commerce no Brasil deve ter um aumento de 26%, atingindo um faturamento de R$110 bilhões. Um cenário que pede cada vez mais atenção com a experiência do cliente, algo que exige suporte e gestão logística.

A Alcis traz para a Senior clientes importantes da indústria, incluindo nomes como Premier Pet, Eucatex, Profarma, TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá), Multilog, Lojas Lebes, Mash, Canetas Compactor, Amanco, Krona Tubos e Conexões, Tigre Tubos e Conexões – com atuação nos Estados Unidos e na América Latina – entre outros grandes players.

Além de ampliar a carteira de clientes com empresas de alta representatividade e atuação no mercado interno e externo, esta nova aquisição consolida o market share da Senior com as indústrias, fármacos e também com os operadores logísticos.

“A Alcis possui uma atuação homologada pela Receita Federal em Portos e Recintos Alfandegários, trazendo novas oportunidades de expansão onde já atuamos com outras soluções. Com a união das duas empresas, além de consolidar a Senior no mercado de soluções para armazéns logísticos da indústria e varejo, também ampliamos o portfólio da nossa empresa, já que armazenagem frigorificada é uma das expertises deles”, destaca o CEO da Senior Sistemas, Carlênio Castelo Branco.

“A união das duas empresas visa ampliar a proposta do negócio, somando uma expertise única hoje no mercado brasileiro quando o assunto é WMS. Com isso podemos afirmar que é impossível falar em solução de gestão logística de armazenagem, e não falar de Senior Sistemas”, afirma o Sócio Fundador da Alcis, Luiz Antônio Rêgo.

Esta é a 22ª empresa adquirida pela Senior Sistemas, e a segunda operação realizada neste ano de 2021. Isso porque, em janeiro, a companhia anunciou a compra da colombiana Novasoft, o primeiro passo da empresa no mercado internacional.

Estratégia
As empresas hoje estão cada vez mais atentas às questões de produtividade, um assunto que impulsionou a transformação digital em muitas companhias no ano anterior. Junto a esse assunto surgiram também novas tendências tecnológicas que influenciam os hábitos das pessoas e, consequentemente, todo o mercado.

A Senior foi pioneira em acompanhar esse cenário, e hoje conquista mercado por oferecer soluções de gestão integradas a inovações como Internet das Coisas, Machine Learning, BI, Inteligência Artificial, etc. É com esta proposta que a companhia tem se posicionado ano a ano e se consolida com uma forte atuação nos segmentos de Agronegócio, Logística, Construção e Manufatura, buscando investimentos em soluções que otimizam processos de forma estratégica para esses negócios.

“Pensando também no alto movimento econômico desses segmentos criamos em 2020 a Wiipo, startup capaz de integrar toda a inteligência dos negócios com as demandas financeiras dessas empresas”, finaliza o CEO da Senior Sistemas.


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Fraudes em transações de e-commerce sobem, e custos para empresas aumentam

São Paulo, SP 31/3/2021 – Algumas tendências para 2021 são pagamentos digitais sem contato, cartões de crédito biométricos e um maior foco das fintechs em transações B2BPesquisa sobre fraude e controle de pagamentos da verificou que 81% das organizações participantes foram alvos de fraudes de pagamentos em 2019

A fraude transacional no comércio eletrônico explodiu à medida que as empresas processam mais e mais transações on-line e, em seus esforços para combater o aumento dessas fraudes, os comerciantes muitas vezes rejeitam transações legítimas na tentativa de bloquear movimentos fraudulentos. Esse tipo de ação, rejeitando vendas legítimas, está se tornando um problema mais caro do que a própria fraude, pois, de acordo com a Vesta, especialista mundial em prevenção de fraudes digitais e melhorias na aprovação de transações, o vendedor de e-commerce médio gasta quase US$ 4 lutando contra fraudes para cada dólar perdido por fraude direta.

Qualquer empresa que aceite pagamentos on-line corre o risco de fraude. Por exemplo, a Pesquisa de Fraude e Controle de Pagamentos 2020 da AFP (Association for Financial Professionals) descobriu que 81% das organizações foram alvos de fraudes de pagamentos em 2019. Além disso, de acordo com a Review 42, a fraude com cartão não presente (CNP) aumentará 14% até 2023 e a expectativa de perdas para os varejistas chegará a 130 bilhões de dólares. Além disso, as transações com cartão e on-line aumentaram durante a pandemia de COVID-19; os especialistas preveem que essa tendência aumentará 21% em 2021.

No Brasil, os comerciantes convivem com desafios adicionais, como a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que define regras para coleta e armazenamento de dados sobre os clientes, e também os grandes vazamentos de dados divulgados no início de 2020 – no maior deles foram mais de 220 milhões de cidadãos atingidos, inclusive muitos já falecidos. Mas o hábito de realizar compras pela internet cresceu muito no país em 2020, e o movimento ascendente deve se manter este ano – pesquisa da Ebit|Nielsen, realizada no quarto trimestre, constatou que 95% dos consumidores que realizaram compras on-line não só aprovaram suas experiências como pretendem seguir comprando pela internet.

Embora as compras on-line sejam muito populares, esse formato aumenta significativamente o risco de fraude. Somente em 2020, a fraude com CNP custou às empresas US$ 35,54 bilhões em todo o mundo. Aumentos significativos nos ataques de fraude estão causando grandes perdas para empresas de médio porte, e esses tipos de ataques ocorrem até mesmo com pequenas empresas on-line.

Na América Latina, as empresas têm a possibilidade de contar com serviços empresariais de Inteligência Artificial que proporcionam a infraestrutura necessária para se protegerem de transações fraudulentas e economizar os grandes custos que elas geram. Uma das plataformas líderes é a Vesta, que começou a atuar em 1995 como pioneira no processamento de transações de pagamento CNP totalmente garantidas para o setor de telecomunicações. Desde então, expandiu sua posição como líder em pagamentos digitais seguros.

A Vesta é a única plataforma de combate a fraudes com aprendizado de máquina (machine learning) construída em 25 anos de fornecimento global de dados nas maiores redes móveis do mundo. Seu gráfico proprietário de detecção de fraude faz conexões em tempo real entre 2 trilhões de pontos de dados para realizar uma avaliação de risco precisa em milissegundos. Os modelos da Vesta são tão precisos que aprovam mais de 97% de todas as transações e arcam com 100% do custo de fraude de qualquer transação aprovada. Como resultado, a Vesta reduz o custo da fraude a zero.

Não se pode evitar a evolução das soluções de pagamento on-line, as tendências de pagamento digital prometem transações mais seguras e rápidas e os cartões bancários estão lutando para manter o controle do mercado de pagamentos em 2021, mas enfrentam concorrência crescente de empresas de tecnologia que estão adicionando cada vez mais soluções de pagamento às suas plataformas.

Nesse sentido, algumas tendências de pagamento on-line para 2021 são pagamentos digitais sem contato, cartões de crédito biométricos e um maior foco das fintechs em transações B2B.

Para todas essas formas de pagamento on-line, as soluções de inteligência artificial se concentram na detecção de fraudes antes de concluir as transações, o que reduz seus custos operacionais e oferece benefícios como:
• Identificação de cobranças fraudulentas: a inteligência artificial torna possível distinguir entre transações fraudulentas e legítimas;
• Prevenção de roubo de identidade: a verificação do cliente ajuda a evitar a divulgação inadvertida de informações pessoais e transações fraudulentas;
• Prevenção de golpes de marketing fraudulento: os criminosos podem sequestrar a publicidade da empresa e usá-la em seus golpes. Mais uma vez, a inteligência artificial pode monitorar essas táticas e proteger o espaço publicitário da empresa;
• Diminuição de falsos positivos: se os sistemas de detecção de fraude das empresas não tiverem a sensibilidade adequada, elas correm o risco de rejeitar clientes legítimos.

Website: https://trustvesta.com/



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