Paulo Sierra é o novo diretor geral para o Brasil das operações Plantronics e Polycom

A Polycom, agora parte da Plantronics, anuncia a indicação do executivo Paulo Sierra para a direção geral das operações brasileiras das companhias[1]. A partir de agora, Sierra assume a liderança da empresa resultante da junção da Plantronics e Polycom, sendo responsável pela condução unificada dos negócios, envolvendo as unidades de áudio, vídeo, Cloud Services e headsets, aproveitando este momento de integração para ofertar um moderno e complementar portfólio de soluções a clientes e parceiros, além de uma proposta aderente a novas parcerias e novos negócios.

“Ampliaremos o apoio e a oferta aos parceiros e canais existentes da Plantronics e Polycom, bem como agregaremos aos novos parceiros soluções integradas e complementares”, reforça Sierra. “A partir de um cenário econômico favorável para os próximos meses, apresentaremos aos clientes e parceiros como agregar ainda mais valor aos negócios, à produtividade e otimização de custos com as soluções de colaboração que ofertamos”, completa ele.

O executivo atuava como diretor de Distribuição e Canais para América Latina e Caribe desde 2017 e, anterior a isto, foi diretor de canais para o Brasil por dois anos. Ingressou na empresa em maio de 2011. “Paulo Sierra traz em sua bagagem as melhores práticas de gestão e a experiência vivenciada nos países da região para, agora, conduzir um novo momento das operações das companhias no Brasil”, relata Pierre Rodriguez, vice-presidente para América Latina e Caribe das operações Plantronics e Polycom.

Enquanto ocupou a posição regional para distribuição e canais, Sierra buscou transformar a instabilidade política e econômica que atingia a maioria dos países da América Latina em oportunidade para impulsionar o mercado de colaboração. Os resultados obtidos se refletem na consolidação de negócios com provedores e consumidores em mercados mais maduros como México e Chile; crescimento de distribuição por volume e capilaridade na Colômbia; expansão no Peru; superação das dificuldades econômicas na Argentina com avanço da operação naquele país; e a retomada de um cenário favorável ao crescimento econômico e mais estável aos negócios no Brasil.

Anterior ao seu ingresso na Polycom, Sierra construiu sua carreira obtendo ampla experiência no segmento de distribuição e canais como Gestor de Negócios na Tech Data Brasil. Iniciou sua atuação na área em importantes distribuidoras e integradoras brasileiras no início dos anos 2000.



Cinco iniciativas que fazem o mundo da tecnologia mais acolhedor para as mulheres

Neste ponto, não há segredos: há uma notável falta de mulheres que trabalhem no que é conhecido como indústrias STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática). Mesmo entre as principais empresas de tecnologia mais avançadas dos Estados Unidos, como Apple e Google, a pequena porcentagem de mulheres engenheiras é um grande problema. Sim, ele está ganhando cada vez mais atenção a nível nacional e internacional, mas muitas pessoas ainda estão alarmadas porque a situação de seus colegas não está melhorando na velocidade desejada.

No entanto, a notícia não é de todo ruim. Felizmente, há uma série de programas e iniciativas que estão cientes deste problema e estão trabalhando para criar um impacto real e concreto, com foco na oferta de melhores e mais tentadoras oportunidades para as mulheres nos sectores STEM. Aqui estão as cinco grandes iniciativas que se esforçam para fazer o mundo da tecnologia mais acolhedor para as mulheres.

1- Rede de ex Alunas “Girls Who Code”
Girls Who Code é um grupo de mulheres que em todos os Estados Unidos estão trabalhando duro, defendendo e lutando para eliminar todos os fatores que possam desencorajar  engenheiras em prosseguir com seus objetivos de carreira no mercado de trabalho. Começando desde o ensino médio,  GWC visa educar as mulheres sobre a essência da codificação e incentivá-las por meio de palestras e outros programas, E que sua paixão pela codificação seja levada em conta desde á escola para o mundo do trabalho.

Girls Who Code anunciou recentemente um novo recurso em sues trabalhos: GWC Hire Me Campaign. Esta iniciativa oferece criar meios de contato entre as graduadas dos programas GWC com ex-alunas que já estão trabalhando em grandes empresas de tecnologia, com a intenção de criar um canal para as programadoras, que no mundo da tecnologia não têm acesso prioritário. Para mencionar apenas alguns dos grandes nomes que apoiam  a campanha Hire Me, estão IBM, Microsoft, Adobe, e LinkedIn.

2-Bolsas de Estudo Toptal para Mulheres Programadoras
– Enquanto Toptal ganhou as manchetes por ser uma empresa que opera completamente de forma remota, as mais recentes ondas da empresa a este respeito têm a ver com o lançamento das Bolsas de Estudo Toptal para Mulheres Programadores, a última parcela em seus esforços em curso para expandir a diversidade na tecnologia.

A bolsa está aberta a todas as mulheres em todo o mundo e concede u$ 5.000 em dinheiro para as selecionadas a serem usados para fins educacionais e profissionais com o intuito de alcançar as suas aspirações em indústrias STEM. As bolsas também fornecem um ano de orientação personalizada semanal com…[MAIS]



Resource contrata executivo e cria unidade para IoT, cloud e analytics

A Resource, multinacional brasileira de serviços de TI, anunciou q criação de nova unidade de negócios denominada Infra Technology & Solutions, que fornecerá soluções de Digital, Cloud & IOT, integradas às atuais ofertas da companhia. Para liderar o novo negócio, a empresa anuncia a chegada de um dos principais profissionais do mercado de TI do Brasil, André Scatolini, que assume a área como Vice-Presidente e irá liderar 400 profissionais e mais de 50 projetos já existentes.

“A infraestrutura convergente ao portfólio de aplicações e associada à estratégia do negócio tem um papel fundamental na digitalização da economia”, afirma Paulo Marcelo, CEO da Resource. “Os objetivos dessa nova unidade contemplam o foco em inovação e na eficiência operacional por meio de soluções digitais e modelos em Nuvem (Cloud Services, Conectividade e Segurança) que proporcionam simplicidade, disponibilidade e velocidade de uso, além de automação de processos com gestão eficiente de dados (IoT, Analytics e BigData)”, comenta Scatolini.

A estimativa é que o negócio seja responsável por 20% da receita da Resource até 2019, subindo para 30% até 2021. A criação da nova unidade faz parte do plano global de crescimento da Resource, anunciado no final de 2016, que contempla o amadurecimento do processo de inovação conectado ao desenvolvimento de soluções feito pela empresa no Vale do Silício, aquisição de novas empresas e a aceleração da internacionalização da companhia. O objetivo é dobrar o faturamento em três anos, realizar a abertura de capital e atingir cerca de R$ 1 bilhão de receita anual até 2021.

Experiência para comandar
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), André Scatolini é considerado um dos profissionais com mais expertise do setor. “A Resource, certamente, é uma das maiores e mais importantes integradoras de transformação digital do Brasil. Chego com uma expectativa muito positiva por participar deste importante momento da companhia e contribuir com o desenvolvimento de um portfólio mais abrangente”, comenta o executivo.

Formado em Engenharia de Computação pela UFSCAR, Scatolini tem MBA em formação de Diretores e Executivos pela FGV-SP. Antes de ingressar na Resource, o executivo foi Vice-Presidente da Unidade de Negócios de Infra Technologies da Capgemini. Também foi Diretor Sênior de Serviços e Infraestrutura na CPM Braxis e Gerente de Operações de TI na Embratel/Brasilcenter.

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Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br



Compras online: a tecnologia como aliada na prevenção ao coronavírus

Por Rafael Martins *

As medidas de isolamento e distanciamento social implementadas para conter o avanço do novo Coronavírus (Covid-19) mudaram o comportamento do consumidor. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Seguindo essas recomendações, as pessoas recorreram às compras online para o abastecimento diário de alimentos e outros produtos de consumo individual. Apesar do cenário crítico e preocupante, a migração do hábito de compra para as plataformas virtuais está provando ser um benefício e, ao mesmo tempo, um desafio para varejistas e atacadistas distribuidores.

É possível que, com este movimento, o comércio eletrônico se consolide como um dos alicerces da economia mundial nos próximos anos.

De acordo com o estudo ‘Impacto nos Hábitos de Compra e Consumo – Como a pandemia mundial está transformando o comportamento do consumidor brasileiro’ realizado pela Opinion Box, as categorias de serviços que mais conquistaram novos usuários foram supermercado online (25%), plataformas de ensino à distância (18%) e farmácia online (17%). Tal crescimento pode representar uma abertura para novas formas de consumo que podem se estabelecer também em períodos não emergenciais.

No gigante de marketplace Mercado Livre, por exemplo, as categorias de alimentos e bebidas, saúde e cuidado pessoal registraram, em março, um crescimento de 15% quando comparado a mês todo de fevereiro deste ano e de 65% se comparado à primeira quinzena de março do ano passado.

Varejistas e atacadistas já lidavam com as fortes mudanças para o ambiente on-line  nos últimos anos e o coronavírus impulsionou ainda mais todo esse processo de transição, impactando  nos relacionamentos entre empresas destes segmentos, que geralmente estão alinhados com questões de fornecimento, planejamento de demanda e etc.

Atualmente, muitas negociações ocorrem no universo online com apoio de chamadas de vídeo ou de voz, tornando-se ainda mais dinâmicas. Diante disso, a conectividade e os dados em tempo real passam a ser essenciais para visualizar a cadeia de suprimentos de ponta a ponta e fazer as alterações necessárias ao processo de negócios on-line.

Neste cenário, os atacadistas desempenham um papel extremamente importante no ciclo de vida do produto, porém, historicamente, têm sido atrasados ​​quando se trata de adotar avanços tecnológicos mais recentes.

Avaliar e investir em tecnologia que permita uma percepção em tempo real e a adaptabilidade às mudanças deve ser uma prioridade. Aqueles que são ágeis o suficiente para antecipar e executar alterações na cadeia de suprimentos estarão mais aptos a absorver as restrições globais de disponibilidade de produtos e obter maior sucesso em longo prazo.

As mudanças operacionais específicas exigidas são vastas, englobando questões urgentes e abrangentes de continuidade do fornecimento, distribuição e logística, evolução do relacionamento com os clientes, entre outras.

O surto também destaca a importância da preparação, resposta rápida, aprendizado contínuo, adaptação e comunicação no planejamento de contingência. E, acima de tudo, a segurança dos funcionários, clientes e parceiros de negócios é e continuará sendo a maior prioridade.

Aprender com essa pandemia tornará as empresas mais resilientes após choques externos futuros, como crises econômicas e desastres naturais.

 

* Rafael Martins é CEO do Grupo Máxima

 

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O desafio do ensino superior frente as restrições de atividades presenciais

Por Richard Vasconcelos *

Com os casos confirmados do coronavírus ainda crescentes no Brasil e a severa restrição do funcionamento de negócios que provocam a aglomeração de pessoas, o setor da educação será um dos que precisarão se reinventar como modelo de negócios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A incerteza de como e quando se dará o desfecho desta pandemia coloca em xeque o ensino presencial e, cada vez mais, as instituições precisarão agregar valor ao ensino a distância para justificar, e conseguir manter, o valor das mensalidades.

Enquanto os cursos EAD conseguem manter uma mensalidade mais baixa, devido a ausência de custos fixos relacionados a uma estrutura presencial – como aluguel, manutenção, limpeza e contas de luz, água e gás – os negócios presenciais enfrentam um grande desafio para agregar valor ao aluno que optou por esta modalidade e paga a mais por isso.

Sem a possibilidade de oferecer a relação olho no olho com o professor e os colegas, a saída para evitar as solicitações de descontos na mensalidade, a transferência para um curso originalmente online ou até mesmo o interrompimento temporário da matrícula vai muito além do que digitalizar o presencial e investir em recursos tecnológicos.

Agora é hora de inovar para conseguir agregar valor ao conteúdo. Mas como fazer isso? A resposta está na mudança na metodologia de ensino e no investimento no sucesso do aluno.

Uma pesquisa realizada pela UCLA com 800 mil calouros indicou que 88% deles estavam na universidade para conseguir um emprego melhor. Isso indica que é  hora das instituições desenvolverem cursos que vão além de apenas entregar diploma, mas que entreguem, principalmente, o desenvolvimento profissional e a empregabilidade.

Se a instituição de ensino não tiver uma visão clara de seu valor e não oferecer extras aos alunos em tempos de pandemia, ela vai perder a sua renda do presencial para as opções online. Também é preciso assumir um olhar diferente para o novo ensinar.

Muitas vezes o aluno assiste a uma aula feita em estúdio, com duração entre duas e três horas, e depois responde a uma pergunta no fórum só para dizer que teve uma aprendizagem colaborativa. Este EAD como vemos hoje ainda é muito passivo. O ideal é desenvolver tarefas que estimulem o senso crítico do estudante, pois o maior desafio do ensino moderno é gerar raciocínio.

É hora de pensar não só na utilização de ferramentas que criem uma aproximação e colaboração entre alunos e professor, mas também incluir na grade curricular o desenvolvimento de soft skills, como a criatividade, o raciocínio crítico e a inteligência emocional, além de trazer conteúdos práticos que o mercado está demandando a partir do desenvolvimento de seminários voltados para o desenvolvimento de carreira, lives com profissionais de peso mostrando o seu conhecimento prático do mercado, conexão com empresas para a oferta de estágios e empregos bem como orientações sobre técnicas de entrevista e busca de oportunidades.

O fato é que a guinada nos formatos é fundamental para o aquecimento da economia e do fortalecimento do Brasil como player no cenário global. O momento atual é propício para repensar o formato de ensino e oferecer diferenciais que vão além do diploma.

Apesar do grande trabalho que esta mudança repentina provoca, os frutos podem ser permanentes, pois se continuarmos ensinando das mesmas formas do passado, teremos uma grande dificuldade em nos manter competitivos como país e os brasileiros terão mais dificuldades em conseguir emprego no futuro.

É hora de mudar, não só para reinventar os negócios em tempos de pandemia, mas para fazê-los crescer quando a crise passar.

 

* Richard Vasconcelos CEO da LEO Learning Brasil

 

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SAP nomeia Cristina Palmaka como presidente regional da empresa para América Latina e Caribe

A SAP nomeou Cristina Palmaka como nova presidente da SAP para América Latina e Caribe (LAC). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A executiva vai substituir Claudio Muruzabal, que se tornará presidente da SAP para a parte sul da região EMEA, que compreende as regiões sul da Europa, Oriente Médio e África, e também se manterá conectado a clientes e parceiros da SAP como chairman para América Latina e Caribe.

“Claudio Muruzabal contribuiu para que coisas excepcionais acontecessem na região da América Latina e Caribe – para nossos clientes, parceiros e a própria SAP”, afirma Adaire Fox-Martin, membro do conselho executivo da SAP e diretora da organização Customer Success, destacando que a liderança do executivo está fundamentada no desenvolvimento de equipes diversificadas e relacionamentos sólidos, capazes de produzir resultados valiosos e experiências excepcionais para os clientes.

“Estou muito satisfeita em poder contar com Cristina, uma de nossas executivas de mais alto desempenho, para liderar nossos negócios na América Latina, dando sequência à sua trajetória de muito sucesso como presidente da SAP Brasil. O impacto que Cristina tem produzido em nossos negócios no Brasil possui um enorme alcance, e espero ter agora sua marca inspiradora de liderança e engajamento em toda a região”, completa Fox-Martin.

Cristina Palmaka assumirá a nova função como presidente da SAP para América Latina e Caribe a partir de 1º de agosto. Cristina comanda a SAP Brasil desde 2013, depois de ter ocupado vários importantes cargos executivos em grandes empresas de tecnologia no mercado brasileiro. Durante seu trabalho na SAP Brasil, transformou a subsidiária brasileira em uma das que apresentaram melhores resultados mundialmente, sempre com foco no trabalho em equipe e desenvolvimento.

É uma grande defensora da diversidade e da inclusão no local de trabalho, tendo recebido importantes prêmios e sido nomeada pela revista Forbes como uma das principais CEOs no Brasil. Recebeu vários reconhecimentos como líder de TI e influenciadora na área de tecnologia voltada para empresas e crescimento econômico.

Sob a liderança de Cristina, a SAP Brasil conquistou uma certificação EDGE para Igualdade de Gênero e foi destacada em vários rankings que cobrem temas de local de trabalho e diversidade. Cristina seguirá supervisionando as operações da SAP Brasil até que um substituto seja nomeado.

“É uma grande honra assumir a função de presidente da SAP LAC e me juntar a uma equipe de 5 mil funcionários na América Latina e Caribe. Espero poder apoiar nossos 48.500 clientes na região, proporcionado uma excelente experiência, independentemente das circunstâncias”, afirma Cristina Palmaka. “Também quero poder ampliar o impressionante legado que Claudio deixou, com sólidas relações, profunda expertise e confiança. E, finalmente, espero ansiosa por esta nova fase, na qual poderemos continuar contando com seu valioso apoio como chairman para SAP LAC”, conclui a executiva.

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Pesquisa mostra que admissões cresceram 36% em junho, melhor registro durante a pandemia

O mês de junho começou mais animador para quem está em busca de emprego. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Um levantamento feito pela empresa de tecnologia para RH Pontomais mostrou que o número de novos colaboradores cadastrados na plataforma de ponto digital cresceu 36% em todo o país, se comparado ao mês de maio.

Numa base de dados com mais de 10 mil empresas cadastradas e 300 mil funcionários ativos, os setores que registraram maior aumento de contratação foram varejo com 133,5% de novos colaboradores, agronegócio com 105,2% e telecomunicações com 57,8%.

No setor transporte (50,2%), RH (43,9%) e construção (37,3%) também houve aumento de admissões, mostrando um movimento de recuperação da crise ocasionada pela quarentena do coronavírus. A Pontomais, que é líder em registro de ponto digital no Brasil e América Latina, contabilizou no fim de junho o maior registro de admissões durante a quarentena.

Novos empregos, novas exigências
Mesmo com a crise econômica gerada devido à pandemia, a reabertura gradual e as novas tendências de mercado fizeram surgir oportunidades de trabalho. Por conta disso, os profissionais devem estar atentos às necessidades que o momento exige, isso inclui se preparar e adequar suas qualificações e habilidades para o novo momento.

Segundo a psicóloga Aline Santos, responsável pelo recrutamento na Pontomais, os profissionais devem se preparar da forma correta para garantir uma vaga. Um dos erros comuns apontados pela especialista – e que tem aparecido muito durante a pandemia – está logo na descrição: não citar o objetivo de trabalho na empresa para qual está se candidatando.

“É importante para o recrutador entender qual é o cargo que esse candidato deseja. Não adianta o profissional citar diversos cargos como objetivo, porque isso pode demonstrar que ele não tem foco e que para ele qualquer vaga estaria valendo a pena”, explica.

Outra informação importante que o candidato não pode deixar de ficar atento é no que está exposto nas redes sociais. Muitos acreditam que a internet é uma terra sem lei, mas é justamente no meio online onde ocorrem os erros mais graves.

A reformulação do currículo deve ser feita e revisada com frequência. Para cada vaga que a pessoa for se candidatar, é importante que ela se lembre de olhar o currículo com muito cuidado e até mesmo direcionar suas qualificações principais e experiências que têm mais a ver com a vaga.

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Os novos desafios de cibersegurança apontam para a nuvem

Por Felipe Canale *

Não é segredo para ninguém que as pessoas ampliaram ainda mais os limites geográficos de seus locais de trabalho por conta da pandemia do novo coronavírus.

Esse era um movimento natural e contínuo, mas que foi apressado quando as empresas começaram a liberar todos os seus funcionários para trabalharem em casa, na segurança de seus lares.

Obviamente isso impacta diretamente o controle das informações confidenciais dos negócios, o que acelerou a adoção do modelo SASE (Secure Access Service Edge – SASE), proposto pelo Gartner em 2019.

SASE nada mais é que um conceito, um modelo emergente de arquitetura de segurança e redes, que recomenda convergir capacidades de redes e segurança em um serviço unificado e nativo da nuvem, o que torna mais fácil e menos caro para as empresas conectar pessoas e escritórios com segurança no mundo inteiro.

Com organizações cada vez mais distribuídas, manter dispositivos em todos os locais ou usar produtos diferentes para trabalhadores remotos cria inúmeras brechas de segurança, além de custar muito e sobrecarregar os recursos de TI.

Soluções baseadas em SASE fornecem um método tudo-em-um para entregar segurança avançada para web, redes e aplicativos como um serviço na nuvem.

A necessidade do SASE, que é essencialmente uma inversão dos padrões de projeto de pilha de segurança e redes tradicionais, emergiu com a evolução da transformação digital. Os dados dos negócios estão rapidamente migrando para a nuvem, o que muda como os profissionais se conectam com eles.

Isso por si só já inviabiliza as abordagens antigas de segurança. Essa evolução no acesso a redes e à nuvem requer uma nova abordagem para segurança da informação, que possa funcionar em todos os lugares onde os usuários precisam acessar e interagir com dados.

As equipes de rede agora têm novas oportunidades para aprimorar o desempenho, consolidar o número de dispositivos que têm implementados e permitir que as equipes de segurança possam reconquistar a visibilidade e o controle dos dados em nível dos usuários.

O modelo SASE foi projetado para ajudar os líderes de segurança e gestão de riscos a abordar as mudanças geradas pela transformação digital e oferecer aos líderes de segurança e TI uma forma de reduzir a complexidade em seus ambientes, garantindo segurança e conectividade para as equipes.

O caminho para a segurança é a nuvem!

* Felipe Canale é Country Manager da Forcepoint no Brasil

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Samsung Ocean oferece nova onda de cursos gratuitos em outubro

Samsung Ocean

Ocorrerá ao longo de todo o mês de outubro a sétima onda de cursos gratuitos e online do Samsung Ocean, programa de inovação e capacitação tecnológica da Samsung Brasil. Entre os dias 1 e 30, está prevista uma série de 44 atividades. As inscrições podem ser feitas no site ou via aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

Já estão abertas as inscrições para atividades que serão realizadas até o dia 15. A partir do dia 13, será possível se inscrever para acompanhar os conteúdos da segunda quinzena de outubro.

Até abril, as aulas eram presenciais, nas sedes do Samsung Ocean de Manaus e São Paulo. Desde então, com o formato remoto, foram unificados os conteúdos regionais, ampliando a oferta para todo o território brasileiro.

Um dos principais focos em outubro é Python, linguagem de programação que virou tendência no Brasil e, por isso, será tema de 13 atividades no mês. Também serão ministrados oito trabalhos no sistema operacional Android, com atenção especial ainda para Bixby (assistente virtual criada pela Samsung e disponível em dispositivos como smartphones), Internet das Coisas, Jogos Digitais, o sistema operacional Tizen, UX (focado na experiência do usuário), entre outros.

“O Samsung Ocean reforça sua missão de capacitar profissionais mantendo um olhar atualizado para as demandas do mercado de trabalho. Python é uma tendência mundial e, por isso, será bastante trabalhado nesta sétima onda ao lado de tecnologias desenvolvidas pela própria Samsung. Inovação está no DNA da companhia e, assim, iniciamos mais um mês dando ferramentas para que estudantes e professores criem ou aprimorem ideias”, disse Eduardo Conejo, Gerente Sênior de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

O cronograma da sexta onda está disponível abaixo. Os cursos são ministrados por professores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e parceiros, e dão direito a certificados de participação.

Confira a programação dos cursos e atividades confirmados, no horário de Brasília:

1/10
17h – Palestra: Introdução ao Tizen

2/10
14h – Desenvolvimento Ágil – DevOps Docker
18h – Palestra: Tópicos de UX para Realidade Virtual

5/10
14h – Android: GPS com Google Maps
17h – Realidade Aumentada: Laboratório com Unity e AR Foundation
20h – Workshop de Contratos

6/10
18h – Palestra: Tópicos de UX para IoT

7/10
14h – Android: WebServices com Retrofit e Imagens com Glide
18h30 – Android: Listas com RecyclerView e Multithread

8/10
17h – Oficina: Tizen: Ferramenta e Ambiente de Desenvolvimento
18h30 – Android: Banco de Dados com Android Room

9/10
14h – Desenvolvimento Ágil: DevOps GIT
17h – Jogos Digitais: Introdução

13/10
11h – Oficina: Modelagem 3D para Jogos PARTE 1
15h – Web Scraping com Python PARTE 1
18h – Tópicos de UX para IA: Experiências Ominicanal

14/10
11h – Oficina: Modelagem 3D para Jogos. PARTE 2
15h – Web Scraping com Python TIRA DÚVIDAS
17h – Oficina: Tizen: Desenvolvimento de aplicação para ambiente Tizen

15/10
11h – Oficina: Modelagem 3D para Jogos. PARTE 3
15h – Web Scraping com Python PARTE 2

16/10
14h – Linguagem Python: conhecendo a linguagem

19/10
13h – Android: Push Notification com Firebase
16h – Curso: Desenvolvimento de Aplicação de Voz no Bixby Studio TIRA DÚVIDAS

20/10
13h – Introdução ao Frontend Web com React
16h – Palestra: Assistente Virtual de Voz em Bixby – Trazendo Inteligência à Interface
19h – Introdução ao Deep Learning com Python e Keras PARTE 1

21/10
13h – Laboratório de Frontend Web com React
16h – Curso: Desenvolvimento de Aplicação de Voz no Bixby Studio
19h – Introdução ao Deep Learning com Python e Keras TIRA DÚVIDAS

22/10
13h – Introdução ao Backend com NodeJs e Express
16h – Curso de Manipulação e Análise de Dados com Pandas e Python
19h – Introdução ao Deep Learning com Python e Keras PARTE 02

23/10
14h – Linguagem Python: avançando na linguagem

26/10
14h – Laboratório de IoT com Raspberry Pi
19h – Ciência de Dados: Visualização de Dados com Python PARTE 1 – Ambientação

27/10
14h – Laboratório de Backend com NodeJs e Express
18h – Laboratório de Banco de Dados com MongoDB

28/10
14h – Laboratório de IoT em Cloud
19h – Ciência de Dados: Visualização de Dados com Python PARTE 2

29/10
14h – Integrando os serviços de backend na nuvem

30/10
14h – Programando para web com Python, CSS e HTML
19h – Ciência de Dados: Visualização de Dados com Python PARTE 3

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Empresas já são o principal alvo de ciberataques na América Latina, mostra relatório da Kaspersky

Na edição de 2020 do Panorama de Ameaças na América Latina, a Kaspersky identificou que dois em cada três ataques na região são contra empresas, e apenas um em três é direcionado a pessoas comuns. 

O relatório mostra que a empresa de segurança bloqueou mais de 20,5 milhões de ameaças contra consumidores, enquanto ataques contra organizações superaram 37,2 milhões. Os dados consideram as 30 ameaças mais comuns na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, no período de janeiro a setembro de 2020. 

O Brasil é líder absoluto como o país que mais recebeu ataques (56%); em seguida, aparecem México (28%), Colômbia (7,3%), Peru (5,4%), Argentina (1,9%) e Chile (1,6%). No entanto, de acordo com Dmitry Bestuzhev, chefe da Equipe GReAT na América Latina, mais importante é verificar o coeficiente de risco de cada país – a proporção do total de ataques sobre o total de alvos atacados.

“O índice mostra a probabilidade de uma pessoa ser vítima de um ataque em determinado país. Com base nele, podemos ver que há mais probabilidade de um argentino ser vítima de um ciberataque do que um chileno”, explica. 

Já no cenário corporativo, o Brasil continua com a liderança isolada, concentrando 56% dos ataques na região de janeiro a setembro deste ano, seguido por México (23%), Colômbia (10%), Peru (4,2%), Chile (3,2%) e Argentina (3,2%).

Ao considerar o coeficiente de risco, a lista é encabeçada novamente por Argentina e México – o Brasil aparece na terceira colocação entre os países com maior possibilidade de uma empresa ser infectada por um ataque de malware.  Em contraste, o Peru é o país onde as empresas correm menos risco de ataque.

Segundo Bestuzhev, um dos vetores de infecção mais usados contra empresas neste ano é o comprometimento do sistema por meio do protocolo de desktop remoto (RDP, sigla em inglês).

Nesse tipo de ataque, o invasor tenta localizar os servidores e computadores conectados à internet com o protocolo RDP habilitado e utiliza métodos como força bruta (adivinhação de senhas, tanto fracas quanto fortes) e a exploração de diferentes vulnerabilidades.

As estatísticas da Kaspersky mostram a tendência e o número de ataques RDP bloqueados na América Latina:

O total de ataques desse tipo registrados no Brasil, Argentina, Peru, Colômbia, Chile, México, Equador, Guatemala e Venezuela chega a 517.107.456, ou cerca de 58 mil ataques por mês. “A adoção do trabalho remoto, uma modalidade que muitas empresas tiveram que adotar devido à pandemia, tornou mais fácil para os cibercriminosos atacarem sistemas que antes não estavam acessíveis pela internet”, afirma Bestuzhev.

Outro aspecto interessante do Panorama de Ameaças da Kaspersky para a América Latina são os ataques contra smartphones. Entre janeiro e setembro, as tecnologias da Kaspersky bloquearam mais de 1,2 milhão ataques neste ano na região – média de 140 mil ataques por mês. Novamente, o Brasil concentra a maior parte dos ataques, com 63%, e o México aparece com 24,7%. A lista segue com Colômbia (4,2%), Peru (3%), Chile (2,5%) e Argentina (2,4%). 

No coeficiente de risco das plataformas móveis, os brasileiros são os que apresentam a maior possibilidade de serem vítimas de um ciberataque, seguidos pelos peruanos e colombianos, respectivamente. Outra curiosidade é o país com menos probabilidade de ter o celular infectado: o México.

“Entre as ameaças mais comuns estão os falsos Adblockers, que mostram mais publicidade em vez de escondê-las, o trojan bancário Cerberus e o trojan Boogr, que instalam outros apps e registram a vítima em serviços premium – ambas formas diretas ou indiretas de monetizar o ataque”, explica o diretor da equipe de segurança da Kaspersky na América Latina. 

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Como a tecnologia de gestão pode melhorar a performance e rentabilidade no agronegócio brasileiro?

Por Cíntia Leitão de Souza *

O Brasil vive um excelente momento no agronegócio. Está diante de uma super safra de grãos, principalmente de soja, o que alçou o país à posição de líder global da produção desta commodittie. As previsões para a safra 2020/2021, que se iniciaram em setembro, são extremamente positivas.

Dados da USDA preveem que o país produza 131 milhões de toneladas de soja e 107 milhões de toneladas de milho, superando a grande marca da safra 2019/2020 (ante 124,8 milhões de toneladas de soja, por exemplo, da safra 2019/2020). É um momento muito animador e vários agricultores pensam em expandir suas áreas de cultivo, principalmente de soja.

Entretanto não podemos deixar de lado a crise sanitária que vivemos e as questões político econômicas que influenciam na oscilação das taxas de juros, nos impostos e variação cambial. O agronegócio é direcionado pelo dólar de ponta a ponta: desde a compra de insumos e, ao final, nas negociações e venda das commodities.

Neste momento positivo, é essencial que o agricultor foque em se tornar melhor e mais eficiente em produtividade e gestão e não apenas pensem em se tornar “maior”. Este é um excelente momento para organizar processos, pagar dívidas anteriores e reorganizar a casa.

A tecnologia torna-se imprescindível neste contexto. É uma decisão crucial para que se tenha a eficiência em gestão e se busque a melhoria continua de performance, não apenas em desenvolvimento de cultivos, mas dos negócios. Com a adoção de tecnologias de gestão de campo o agricultor consegue ter o controle dos gastos de insumos, de máquinas e mãos de obra.

Consegue também, através da integração destas informações em um sistema de gestão, avaliar não só a performance de custos de produção, mas acompanhar as tendências de produtividade, de preços de vendas, de gestão de contratos de grãos e assim por diante. Além disso, permite ao agricultor fazer gestão de forma organizada e eficiente, em tempo real e na palma de sua mão, de maneira que ele possa controlar todas as informações da sua lavoura e tomar as decisões certas, no momento certo.

Entre os principais benefícios do uso de tecnologia para o campo estão: organização dos processos agrícolas (e das empresas), diminuição do desperdício, controle das operações, redução de custos, identificação de desvios e problemas (incluindo o ataque de pragas e doenças), decisões corretivas e/ou preventivas tomadas em empo real, monitoramento de todos os processos e operações agrícolas (controle de mão de obra e máquinas, aplicação de insumos e fertilizantes, entre outros.

Existem soluções específicas para cada necessidade de gestão no agronegócio:

ERP (Enterprise Resource Planning)
Ajuda a estruturar e descentralizar processos, coletar e integrar dados, fazer a gestão do negócio através de uma solução especialista, eficiente e segura. Tudo em conformidade com a legislação brasileira.

HCM (Human Capital Management)
Garante ganho de tempo, redução de custos e dá autonomia à equipe. Através da solução, você também é possível antecipar tendências utilizando análise de dados para criar a melhor estratégia para o desenvolvimento da equipe.

CRM (Customer Relationship Management)
Permite gerenciar de forma fácil e ágil o ciclo de vida de clientes, da prospecção ao pós-vendas.

WMS (Warehouse Management System)
Aumenta a eficiência e produtividade da gestão de armazéns. Do recebimento à expedição dos produtos, é possível reduzir custos, mapear produtos de risco, otimizar processos e evitar desvios de mercadoria.

TMS (Transport Management System)
Monitora a frota em tempo real, reduz o consumo de gasolina e aumenta a vida útil dos pneus através do planejamento de entregas. A solução possibilita a automação de negociações de fretes, emissão de CT-es e análises de rentabilidade.

Acesso e Segurança
Gerencia a entrada e saída de pessoas na empresa ou fazenda, através de credenciais com diferentes permissões. Ajuda a reduzir custos com horas extras indevidas e controla a ronda de vigilantes.

Performance Corporativa
Potencializa os resultados através de uma solução completa para coleta de dados.

* Cíntia Leitão de Souza é Head do Segmento de Agronegócio da Senior Sistemas

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TeamViewer anuncia nova Presidente para América Latina

A TeamViewer anuncia a veterana da indústria de softwares corporativos Patricia Nagle como a nova Presidente da TeamViewer Américas. A executiva será responsável pela liderança de vendas, desenvolvimento de novos canais e de rotas para o mercado e para o sucesso do cliente, acelerando o crescimento do faturamento da TeamViewer por meio da expansão de sua presença nas Américas.

Patricia integrará a equipe de liderança sênior global da TeamViewer, em substituição a Finnegan Faldi, que buscará novas oportunidades fora da empresa.

Patricia Nagle é uma executiva sênior com vasta experiência em liderança de equipes de alto desempenho, além de vendas, desenvolvimento de negócios e geração de demanda go-to-market nos setores de software empresarial, assinatura e serviços profissionais, com forte foco na construção de um ecossistema de parceiros estratégicos de crescimento. Patrícia foi por 13 anos responsável pelo Marketing Corporativo e desenvolvimento de negócios globais da gigante canadense de software OpenText, na qual respondeu também pelas vendas de canais, OEM e desenvolveu funções de vendas internas, apoiando uma comunidade de mais de 28 mil parceiros.

A executiva também gerenciou alianças estratégicas globais com parceiros-chave, entre eles SAP, Google, AWS, Microsoft e Salesforce, que contribuíram substancialmente para a receita da empresa. Antes de sua passagem pela OpenText, Patrícia obteve reconhecimento e sucesso em várias funções de vendas, marketing e operações em empresas líderes globais de software e consultoria.

“Com seu extraordinário histórico de crescimento significativo de vendas no setor de software empresarial e suas comprovadas habilidades globais de gerenciamento, ela desempenhará um papel fundamental para levar ao próximo nível a nossa estratégia de go-to-market em nosso maior mercado, os Estados Unidos, a um maior desenvolvimento também na América Latina. Sua capacidade de construir parcerias de vendas estratégicas em todos os canais é extremamente valiosa para nós. Também gostaríamos de agradecer a Finn Faldi, que desenvolveu e consolidou nossa organização nas Américas nos últimos anos e contribuiu enormemente para um fantástico crescimento de faturamento”, diz Oliver Steil, CEO da TeamViewer.

Patricia Nagle também comemora sua chegada à TeamViewer. “Me sinto honrada por ingressar em uma empresa líder global no setor de TI que está entrando em uma nova fase de crescimento à medida que se expande para moldar a Transformação Digital com base em Realidade Aumentada, Internet das Coisas e Inteligência Artificial”, afirma.

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Quais os cuidados com os cães no verão?


OpenText potencializa o trabalho moderno com o “Content Cloud”

A empresa anuncia atualização mais abrangente para o OpenText Content Cloud como parte do lançamento do Cloud Editions (CE) 21.4 no OpenText World. O destaque do lançamento é a expansão do Core Content, uma plataforma de serviços de conteúdo SaaS completa que agora terá integrações mais profundas com Salesforce e Microsoft 365.

“Agora ele integra-se aos aplicativos que os funcionários usam todos os dias, tornando mais fácil acessar e editar informações de qualquer lugar da organização, melhorando a produtividade, permitindo a automação e fortalecendo a governança”, explica Mark J. Barrenechea, CEO e CTO da OpenText.

A plataforma conecta informações de toda a empresa com as pessoas e sistemas que precisam delas. Da captura à colaboração, gerenciamento de conteúdo e arquivamento, o Content Cloud fornece as ferramentas necessárias para dar suporte a uma força de trabalho distribuída, integrada aos aplicativos de negócios que os colaboradores usam todos os dias.

As novas inovações no CE 21.4 fornecem integrações de aplicativos de negócios mais profundas, novo suporte de colaboração, assinatura eletrônica aprimorada, extração de informações conduzida por IA e gerenciamento de risco, e novos recursos de descoberta eletrônica.

Integração de aplicativos de negócios
Com o CE 21.4, o Core Content agora se integra ao SAP S / 4HANA, Salesforce, Microsoft 365 e OpenText Core Case Management. Isso fornece às organizações uma plataforma de serviços de conteúdo SaaS ágil que capacita os funcionários a gerenciar, acessar e compartilhar os documentos de que precisam nos aplicativos que usam todos os dias.

Os usuários do OpenText Documentum agora podem se beneficiar da integração com o Salesforce Sales and Service Cloud. O Extended ECM Documentum for Salesforce apresenta acesso contínuo da interface do usuário do Salesforce ao conteúdo do Documentum, garantindo a conformidade regulatória ao mesmo tempo em que impulsiona as oportunidades de vendas e melhora o atendimento ao cliente.

Metadados e pesquisa
A OpenText está potencializando o Intelligent Capture ao adicionar o machine learning do Information Extraction Engine (IEE) de última geração. Ele reduz drasticamente os custos de configuração e fornece classificação de documentos e extração de dados mais precisas, enriquecendo metadados para melhorar a qualidade e valorizar o conteúdo conforme ele entra no negócio. Os clientes também se beneficiam de uma pesquisa de texto mais profunda e redação automatizada no OpenText ™ Intelligent Viewing, que extrai mais dados do conteúdo de imagem.

Risk Guard
O OpenText Magellan Risk Guard aproveita recursos avançados de IA para descobrir e agir sobre dados arriscados ou inadequados potencialmente armazenados em seus sistemas. Ele pode detectar e classificar conteúdo impróprio em grandes volumes de dados, incluindo arquivos de imagem, áudio e vídeo. O CE 21.4 torna mais fácil do que nunca descobrir novas informações.

– A interface do usuário agora exibe PIIs integrados e modelos e classificações de PII confidenciais

– O Intelligent Viewer agora oferece recursos de visualização avançados para que os usuários possam revisar o conteúdo na íntegra e decidir sobre a ação necessária

– Identifique e conserte arquivos criptografados e protegidos, como PDFs protegidos por senha, que impedem a análise automatizada

Assinatura Eletrônica
O OpenText Core Signature permite que funcionários e terceiros assinem cotações, contratos e outros documentos de maneira rápida, compatível e sem complicações. Com CE 21.4:

OpenText Core for SAP SuccessFactors se integra com o Core Signature, permitindo que profissionais de RH enviem documentos com segurança a candidatos externos para assinatura digital

OpenText Extended ECM permite que os usuários solicitem assinatura digital de qualquer documento no sistema por qualquer pessoa – interna ou externa – economizando tempo e agilizando processos, como pedidos de empréstimo

Novas Soluções
O CE 21.4 adiciona novas soluções para apoiar projetos de capital e ajudar as organizações a se prepararem para o retorno ao escritório ou trabalho híbrido.

A nova solução State Flow para OpenText Extended ECM for Engineering automatiza e controla ainda mais os processos de trabalho de engenharia para manter projetos e tarefas sob controle.

O OpenText Return-to-Work Playbook Management ajuda as organizações a criar, aprovar e distribuir rapidamente seus planos e procedimentos operacionais de reinício.

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


Ex-Lenovo, Marcelo Schunck é novo Diretor de Negócios Corporativos da CertiSign

A CertiSign anuncia a contratação de Marcelo Schunck para reforçar a unidade de negócios corporativos e ampliar atuação da empresa em outros segmentos de mercados, como agronegócio, educação, saúde e financeiro.

Schunck terá o desafio de diversificar a carteira de clientes por meio das verticais e implementar um novo modelo de negócios oferecendo os serviços com a possibilidade de pagamento por consumo, (pay-as-you-go). 

“Estamos em um setor que cresce significativamente a cada dia. Por isso, reposicionamos recentemente nossa marca e reformulamos o portfólio para atender nossos clientes de maneira segmentada, dedicando a cada um deles maior eficiência e valor na entrega de nossos serviços” diz, Schunck.

De acordo com o executivo, outro ponto importante é que a partir desta reformulação e segmentação por verticais, sua equipe terá um maior nível de profundidade no core business de cada cliente. “Neste novo formato poderemos entender o que cada cliente precisa e então oferecer soluções que garantam a redução de fricção nas transações digitais e aumentem o seu nível de segurança, além de reforçar não só para nossos clientes, mas também para o mercado que a CertiSign vai muito além da certificação digital”, destaca.

No mercado há 25 anos, o novo diretor acumula experiências em grandes empresas, como Lenovo, F5 Networks, Hewlett Packard Enterprise, Aceco TI e Samsung.

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


Micro e pequenas empresas são as que mais investem em tecnologia no país

As micro e pequenas empresas representam 82% das organizações que mais aderem recursos tecnológicos para ajudar no avanço da empresa. Esse levantamento, realizado pela Cortex, no portal Acontecendo Aqui, investigou 1,2 milhão de empresas e acompanhou, aproximadamente, 10 mil ferramentas de tecnologia, dentre as quais estão: Cloud Providers, Business Email Hosting, CRM, Marketing Automation, AI Services, Blog, E-commerce, Security. De todas, 295 mil foram identificadas com elevado índice de adoção tecnológica; 66,8% são microempresas; 15,1% são de grande porte; 13,4% dão de pequeno e 2,8% são de médio. Os números mostram o quanto as empresas de menor porte inserem tecnologias para auxiliar e otimizar as demandas do dia a dia.

Além disso, também foram investigados os setores que mais investem em tecnologia. Varejo e serviços estiveram na liderança. Na sequência, financeiro, indústria e logística. No varejo, que aparece na frente quando o quesito é adoção tecnológica, os que mais possuem proeminência são vestuário e acessórios e produtos alimentícios e farmacêuticos.

O diretor de inovação da Cortex explica que a transformação digital não é mais um diferencial competitivo, mas algo necessário. “O investimento em tecnologia precisa fazer parte da estratégia de qualquer companhia, para que ela possa evoluir e se destacar. Para além do benefício de facilitar processos e otimizar o tempo, a tecnologia, junto à inteligência de dados, também é uma excelente fonte de insights e apoio às tomadas de decisões estratégicas para o negócio”.

Pequenas empresas investiram mais em transformação digital no segundo tri

Ainda sobre tecnologia, o que envolve o uso de banco de dados por exemplo, segundo a Sondagem Trimestral da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, realizada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), pelo portal Terra, 23% das empresas do Brasil aumentaram o investimento em digitalização no segundo trimestre deste ano. O crescimento foi mais elevado entre as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), e 14,1% advém das organizações desse porte, ante 9,2% registrado no primeiro trimestre do ano.

A análise, feita a cada três meses, tem como foco investigar a jornada das empresas, essencialmente MPEs, no caminho da economia digital, além de localizar tendências para curtos e médios prazos. Entre a primeira e a segunda jornadas do ano, foi evidenciado crescimento de 3,6 pontos, de 117,5 para 121,1, no indicador que analisa os investimentos realizados em digitalização. Dentre as micro e pequenas empresas, o avanço foi de 6,2 pontos: de 105,0 para 111,2 pontos.



Sonda IT nomeia diretora de RH

A Sonda IT, companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, contratou Gisele Scalo como diretora de Recursos Humanos (RH). Alinhada às políticas da matriz chilena, a executiva chega com a missão de liderar as estratégias de recursos humanos no Brasil à luz da missão global de fortalecimento da identidade do Grupo Sonda, movimento que vem sendo implantado em todos os países onde a companhia está presente.

Entre as diretrizes, Gisele tem como meta implementar uma visão integrada dos processos da Sonda, bem como desenvolver, engajar, atrair e reter talentos, tudo isso alinhado aos valores da companhia. O desafio é garantir a atuação de um RH mais voltado para o negócio. “Tenho como meta dar suporte ao business da Sonda, buscando resultados eficientes através de desenvolvimento de pessoas”, acrescenta ela.

Com mais de 20 anos de experiência na área, Gisele trabalhou em grandes empresas como Grupo Vicunha, Bayer e Magneti Marelli. A profissional é formada em administração de empresas, com MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

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Brasileiro ex-Xiaomi é novo chefe da realidade virtual do Facebook

O brasileiro Hugo Barra é o novo executivo de realidade virtual do Facebook. O comunicado apareceu de forma oficial no perfil do CEO da rede social, Mark Zuckerberg e ocorre menos de uma semana após barra ter anunciado sua saída da Xiaomi, onde era o executivo encarregado de fazer a marca chinesa crescer no ocidente.

A notícia pegou de surpresa o mercado. Em seu texto de despedida, Barra dava a entender que passaria um tempo afastado para se dedicar à família e recuperar-se do estresse de seus três anos e meio fazendo a Xiaomi consolidar uma linha de smartphones e ganhar mercado em países fora da Ásia. O brasileiro tem ainda em seu currículo o cargo de chefe de produtos Android, do Google.

Barra é considerado um dos principais executivos de mobilidade da tecnologia. No Facebook, cuidará das estratégias de algo completamente novo e desafiador. A realidade virtual vem crescendo consistentemente, mas ainda é uma incógnita. Tanto consumidores finais como empresas mostram expectativas de usá-la como entretenimento, relacionamento, comunicação e processos de negócios. Contudo, há receios de como ela afetará nosso organismo, cognição e comportamento.

Por exemplo, na última CES (feira mundial de lançamentos de eletroeletrônicos), em Las Vegas, a demo de realidade virtual da Intel para jornalistas foi antecedida pela distribuição de saquinhos de vômito, caso alguém passasse mal durante a exibição.

Grandes poderes
A realidade virtual do Facebook impressionou ao ser lançada em outubro. A ideia da empresa é transformar o próprio negócio com as pessoas criando avatares e mundos paralelos. Barra será o encarregado de colocar as ideias no papel e transformá-las em algo concreto.

Ele também coordenará os negócios da Occulus, empresa comprada pelo Facebook em 2014 e que fabrica o visor de realidade virtual Occulus Rift.

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Na era pós-Dell, SonicWall apresenta nova operação para o Brasil e AL

A SonicWall anuncia nesta terça-feira, dia 21, Arley Brogiato como líder da operação de vendas no Brasil e Simone Oliveira, como líder de marketing para o país. A estratégia da companhia é expandir sua consolidação local, e focar numa maior aproximação com parceiros e clientes.

Engenheiro de Sistemas formado pela UNIESP e especialização em Gestão de TI voltada a Negócios pela FASP, Brogiato iniciou sua carreira em 1992. Desde seu ingresso na SonicWall, há dez anos, atuou como engenheiro de pré-vendas e posteriormente gerenciando o time de engenheiros de sistemas da SonicWall na América Latina. “Estou entusiasmado com as oportunidades do mercado brasileiro, uma vez que existe grande potencial ainda não explorado para a companhia desde quando anunciou a sua independência da Dell, no último mês de Novembro, que somado ao lançamento do nosso novo programa de parcerias e maior suporte do time corporativo em nossa região, nos trará com certeza importantes vantagens”.

Este anúncio é parte da reestruturação regional, aonde a operação na América Latina passa a responder para a operação de Américas, que conta com a liderança de Chris Auger, Vice Presidente de Vendas para Américas na SonicWall. “O Brasil é estratégico entre os países latino-americanos, pela sua dimensão econômica e pelo potencial entre grandes, médias e pequenas organizações em mercados-alvo tradicionais para a SonicWall no mundo, como é o caso de educação, varejo e saúde”, declara Auger.

Parcerias
Diante das novas perspectivas, a SonicWall recém-lançou um exclusivo programa de canais com objetivo primário de aprofundar o relacionamento com parceiros e avançar agressiva na busca de novos parceiros que ampliem ainda mais a cobertura em territórios-chave dentro do Brasil. Atualmente, o país possui mais da metade dos equipamentos vendidos na América Latina e o foco é aumentar esta contribuição em termos globais.

Segundo Brogiato, o novo programa de canais contará com todo o suporte corporativo, mas muitos dos benefícios serão desenvolvidos localmente, para garantir total alinhamento com as necessidades dos parceiros e clientes desta região. Além disto, contará com o suporte e a infraestrutura de distribuição de dois dos principais distribuidores do país, que são a Network1/Scansource e a Westcon, empresas com portfolio bastante especializado em segurança da informação.

“Para tanto, entre os dias 4 a 5 de abril, será realizado no Brasil o SonicWall Forum, marco em nossa nova etapa da empresa, que cobrirá atividades com foco em clientes finais e parceiros”, explica Simone Oliveira.

Simone Oliveira é formada pela PUC-RS em Administração com ênfase em Análise de Sistemas e MBA em Finanças pela ESPM. Possui 18 anos de experiência no mercado de TI, sendo os últimos 16 anos na Dell, aonde desenvolveu boa parte de sua trajetória como gerente de projetos e mais recentemente em Dell Software, como Gerente de Produtos de Data Protection para América Latina. Na SonicWall deixa a liderança regional de Operações de Marketing para assumir novo desafio como líder de Marketing no Brasil.

“Talvez não exista paralelo na indústria de segurança de redes para o momento positivo em que se encontra a SonicWall, que conta com um portfólio de soluções robusto e revigorado e programa de parceiros com total foco em segurança; aspectos que apontam o potencial da marca, especialmente frente aos desafios que enfrentam ainda as empresas em nosso país quando o tema é segurança de rede”, finalizam, Brogiato e Oliveira.

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O código para ingressar nas grandes empresas de tecnologia

O estudante Henrique Silveira tem apenas 23 anos, mas já tem muita história para contar. Uma plateia escuta atenta seu relato: são cerca de 130 jovens que lotam dois dos maiores laboratórios de informática do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. “No ano passado, eu estava aí no lugar de vocês”, diz ele, revelando que chegou dos Estados Unidos há menos de uma semana, depois de passar três meses em estágio na sede da Microsoft, em Redmond, Washington.

Nesses laboratórios, Henrique deu os primeiros passos rumos a Redmond. Foi aqui que, no ano passado, ele participou de uma competição de programação organizada pela Microsoft e entregou seu currículo a Elisabeth Arredón, recrutadora da empresa na América Latina. Naquele momento, ele não podia imaginar que, no dia 31 de março, um ano depois, estaria novamente no mesmo local, contando para aquela plateia como foi sua experiência.

No telão, as imagens de Henrique em Seattle parecem reluzir os olhos daqueles jovens. Muitos deles têm o sonho de, um dia, atuar em uma grande empresa de tecnologia como a Microsoft. “O que descobri lá é que nós somos muito bem preparados aqui na USP. É claro que a gente precisa aprender muita coisa quando começa a trabalhar em uma empresa, mas todos os fundamentos de que precisamos já temos”, explica Henrique, que está cursando o último ano de Engenharia de Computação, curso oferecido pelo ICMC em parceria com a Escola de Engenharia de São Carlos.

“Eu tive todo o apoio da empresa para desenvolver meu projeto, contei com a supervisão de um mentor e de um gerente. O mais interessante é que tive a chance de ser avaliado pelo que eu fiz lá e consegui provar meu valor”, conta o estudante. No final da apresentação, ele revela que recebeu um convite para voltar a Redmond e que, assim que finalizar seu trabalho de conclusão de curso, trabalhará como engenheiro de software na Microsoft.

A trajetória de sucesso de Henrique não é um caso isolado. Muitos outros estudantes do ICMC têm uma história parecida para contar. Danilo Tedeschi também participou da competição de programação da Microsoft no ano passado e, tal como Henrique, contou para a plateia como foi sua experiência de estágio na empresa: “Não pense que é algo difícil, que você não poderá conseguir porque todos que estão aqui têm capacidade para estagiar lá”. Danilo está cursando o último ano de Ciências de Computação no ICMC e, logo depois, continuará seus estudos fazendo mestrado no Instituto.

Por isso, apesar de ser convidado para trabalhar na Microsoft em tempo integral, optou por fazer um segundo período de estágio de três meses no final deste ano para que possa retornar ao ICMC em 2018.
No ano passado, na competição de programação da Microsoft, Danilo conquistou o terceiro lugar no pódio junto com seu time, do qual fizeram parte Tomás Fonseca e Bruno Sanches. Essa equipe representou o ICMC na última edição da Maratona de Programação e se consagrou como a terceira melhor da América Latina. Em maio do ano passado, eles embarcaram para a Tailândia, com o apoio do Google, e disputaram o mundial de programação (ICPC) na ilha de Phuket. Tomás e Bruno também foram contratados pela Microsoft e aguardam apenas a emissão dos últimos documentos para fazer parte da equipe da empresa, que contabiliza 192 mil funcionários no mundo.

Grupo de estudos – Os bons resultados alcançados por Danilo, Tomás e Bruno se devem a um intenso trabalho de preparação que vem sendo realizado pelo Grupo de Estudos para a Maratona de Programação (GEMA). Criado em 2007, o grupo organiza treinamentos em laboratório e reuniões semanais para preparar os estudantes para as competições de programação. Não é à toa que, no desafio proposto pela Microsoft dia 31 de março, das 10 equipes melhor classificadas, sete eram compostas por membros do GEMA.

O estudante Victor Forbes e seu time, todos integrantes do GEMA, conquistaram a primeira colocação na competição. “Eu me interesso muito pela área de aprendizado de máquina e, se receber uma oferta, com certeza vou estagiar na Microsoft. Eles desenvolvem muitas tecnologias interessantes na área de reconhecimento de imagens e de processamento de linguagem natural”, diz Victor, que faz Ciências de Computação no ICMC. No ano passado, ele também fez parte do time que conquistou o primeiro lugar no desafio organizado pela Microsoft.

Este ano, além de Victor, o time vencedor contou com a participação de Cezar Guimaraes e de Nicolas Oe. O sobrenome de Nicolas já é conhecido pela comunidade do ICMC. A irmã dele, Bianca Oe, fez parte do time que trouxe para o ICMC, pela primeira vez, a medalha de ouro da Maratona Brasileira de Programação em 2013. Por causa de Bianca, que está trabalhando na Microsoft, Nicolas começou a fazer mestrado no ICMC e a participar do GEMA, seguindo os passos da irmã. Formado em Ciências de Computação pela Universidade Federal de São Carlos, ele tem 24 anos e está aberto para possibilidades de carreira no futuro, trabalhar em uma grande empresa de tecnologia pode ser uma delas ou atuar na área de animação, um campo que, segundo Nicolas, está em franca expansão no Brasil.

Raciocínio lógico
Já os caminhos que levaram Cezar para o GEMA começaram a ser percorridos quando ele tinha apenas 10 anos e começou a programar: “Meu pai, formado em engenharia elétrica, estimulava aquele hobby porque conhecia um pouco sobre programação”. Antes de ingressar no curso de Ciências de Computação no ICMC, em 2016, Cezar nunca havia ouvido falar sobre competições de programação. Durante a semana de recepção aos calouros, descobriu que o GEMA existia e entrou para o grupo. “Muita gente critica quem participa das competições de programação dizendo que isso não tem aplicação prática porque, na vida real, os problemas não vêm prontos para a gente resolver. O que essas pessoas esquecem é que, resolvendo esses problemas, a gente desenvolve o nosso raciocínio lógico”, explica Cezar. Nicolas completa: “É assim que aprendemos estratégias para resolver problemas, um conhecimento que podemos aplicar em todas as áreas da nossa vida”.

Outro aprendizado relevante destacado pelos dois estudantes está relacionado ao trabalho em equipe. “Na maratona de programação, você precisa confiar muito na sua equipe porque o erro de um poderá derrubar todo o time. Por isso, a gente deve ser capaz de dar suporte aos colegas e suprir os possíveis erros que cometerem”, ensina Nicolas. Com certeza, esse é um aprendizado que contará muitos pontos na hora que esses estudantes se tornarem profissionais, não importa se optem por trabalhar em uma grande, média ou pequena empresa.

Mais informações
Grupo de Estudos para a Maratona de Programação: www.facebook.com/groups/gemaicmc

FOTO: Da esquerda para a direita: Henrique, Danilo e Bruno são alunos do ICMC e foram selecionados para atuar na Microsoft (Crédito: Denise Casatti)

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Mercado Livre apresenta nova diretora de marketplace no Brasil

Cristina Farjallat é a nova diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil. Com 22 anos de experiência em Bens de Consumo, Varejo e Consultoria Estratégica, Cristina já ocupou cargos de gestão em grandes empresas como Procter & Gamble, McKinsey & Co. e Hypermarcas, e em startups.

A executiva é Engenheira Química formada pela Poli/USP e possui MBA pela Harvard Business School.

No Mercado Livre, a Cristina terá o desafio de manter o crescimento das vendas e da receita na área, além de ampliar o mix de ofertas nas categorias do marketplace.

Leandro Leite Soares – que ocupou este cargo nos últimos 5 anos – foi promovido a Diretor de Mercado Envios para a América Latina e terá como missão desenvolver a ferramenta de Mercado Envios – a área de logística do Mercado Livre – nos países em que já está presente (Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia) e criar soluções para os demais países em que o Mercado Livre atua.

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