Tech Data tem nova executiva para comandar a América Latina

A Tech Data Corporation nomeou Deena LaMarque Piquion para ser sua vice-presidente e gerente-geral na América Latina e Caribe (LAC). Nesta função, Deena supervisionará a direção e a execução estratégica de todas as funções de vendas, marketing e operações para a organização LAC da empresa, inclusive a divisão de exportação da América Latina com sede em Miami. Ela se reportará a Jeff Bawol, vice-presidente sênior de Soluções Empresariais.

“A experiência de Deena na região LAC, bem como sua abordagem centrada em soluções para gerar sucesso aos nossos parceiros fornecedores e clientes, fazem dela a pessoa ideal para essa função”, disse Joe Quaglia, presidente da Tech Data para a região das Américas. “Nossa nova organização LAC foi criada para capturar as oportunidades de ponta a ponta existentes para nossos fornecedores e clientes da região, combinando os pontos fortes da missão da Tech Data e Technology Solutions em uma equipe nova, coesa e focada em impulsionar o crescimento lucrativo para os nossos parceiros. Estamos muito entusiasmados com as oportunidades futuras na região LAC e confiantes na capacidade de Deena em conduzir o negócio a outros níveis.”

Deena uniu-se à Tech Data em setembro de 2000 como MBA Rotational Associate, trabalhando em projetos estratégicos em toda a região da América Latina. Durante o seu contrato com a empresa, ocupou cargos de crescente responsabilidade, atuando recentemente como vice-presidente da divisão de exportação da América Latina desde junho de 2016. Deena foi homenageada com o prêmio Glass Ceiling do National Diversity Council (Conselho Nacional de Diversidade), em 2016, e foi indicada para a lista Women of the Channel no início deste ano. Ela tem bacharelado em Ciência Política pela Vassar College e mestrado em Serviços Diplomáticos pela Georgetown University.

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Lenovo Brasil tem novo diretor de Data Center

A Lenovo anuncia a promoção de Leonardo Camara como novo diretor de Data Center no Brasil. O executivo, que há pouco mais de um ano ocupava o cargo de gerente sênior de vendas para Canais dentro da companhia, passa a ser responsável pela gestão das operações de Data Center no país.

Na nova posição, irá liderar o planejamento de vendas, canais, produto e fabricação local do portfólio de DCG (Data Center Group). “É com entusiasmo que começo esse novo desafio e tenho muita confiança no potencial da Lenovo para crescer dentro do setor de Data Center no Brasil”, explica Camara. “Temos o que é preciso para se destacar nesse segmento competitivo, com um portfólio completo e uma equipe excelente”.

Camara é formado em engenharia elétrica pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI). Atuou por mais de 16 anos na HP, onde passou por diferentes áreas dentro do setor de Enterprise da empresa, incluindo gerente de negócios para Integradores de Sistemas.

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O que as empresas buscam no profissional do futuro?

As transformações tecnológicas evoluem a todo instante e, nesse cenário, os empregos constituídos por tarefas fáceis de automação entram em declínio. Com o aumento de vagas de emprego que exigem maior habilidade cognitiva, o desafio dos estudantes é acompanhar o processo de aperfeiçoamento, estar atento às mudanças que o mercado exige e aplicar na capacitação.

Desenvolvimento de aplicativo, gestores de projetos, coordenadores de redes sociais e analistas de dados são algumas apostas feitas por especialistas para o mercado de 2020. Acompanhando a era da transformação digital, estão listadas, também, a robótica, inteligência artificial e big data, que prometem ser destaque no cenário tecnológico.

O diploma acadêmico é um passo importante para garantir uma boa qualificação no mercado de trabalho, mas os profissionais terão de mostrar diferenciais competitivos e grande capacidade de desenvolver-se junto à empresa. “O interesse dos jovens em buscar uma oportunidade e recolocação no mercado já mostra um grande diferencial e um ponto positivo para conquistar uma vaga no mercado”, comenta o CEO da TOTVS Curitiba, Márcio Viana.

Networking
Esta semana, a empresa participou da Feira de Negócios, Empregos e Estágios da ESIC Business & Marketing School, que, além de ofertar oportunidades e recolocação no mercado de trabalho, permitiu networking e palestras sobre temas relacionados à carreira. “Muitos jovens que iniciaram a vida profissional na TOTVS atualmente ocupam posições estratégicas. Por isso participamos desses eventos: para selecionar novos talentos, criar um banco de dados e oferecer uma grande oportunidade”, conta Viana.

As mudanças tecnológicas exigem ligações mais fortes e contínuas entre educação e emprego, o que significa que a evolução tecnológica acontece de forma tão acelerada que os profissionais tendem a seguir essa transformação e atualizar-se durante a carreira, para que seus conhecimentos não fiquem obsoletos.

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Ex-Uber comandará crescimento da OLX no Brasil

A OLX, plataforma de compra e venda online no Brasil, anuncia o novo diretor de crescimento (CGO), Phillip Klien. O executivo, ex-Uber, Predicta e Twitter, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento estratégico da OLX no Brasil.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui grande experiência em empresas internacionais. Antes da OLX, o executivo foi gerente geral da Uber São Paulo, diretor de crescimento do Twitter Brasil e co-fundador da Predicta. Na OLX, seu objetivo é propagar a cultura do “desapega” no País. “A OLX já é a referência de economia compartilhada no Brasil. Agora o desafio é fomentar essa realidade para os 84% da população que ainda não usaram a OLX para vender algo online. Também existe grande oportunidade de aproximação por meio de relacionamentos com outras marcas”, afirma o CGO.

A OLX conecta pessoas para que possam comprar e vender de forma fácil e rápida. Maior marketplace do Brasil, a empresa é uma das que mais se desenvolve tecnologicamente no País, e a contratação colabora com esse crescimento. “Klien teve a oportunidade de trabalhar com as gigantes do Vale do Silício e, quando chegou na OLX, logo identificou a tecnologia empregada e visualizou a oportunidade de ajudar a colocar o País no mapa como um grande desenvolvedor de ponta”, reforça Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

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Airbnb tem nova executiva e adia IPO

A empresa do app de compartilhamento de vagas de hospedagem Airbnb anunciou ontem, 2 de fevereiro a nomeação de uma executiva para um cargo de responsabilidade crítica na companhia. Belinda Johnson assumirá como Chief Operation Officer (COO) e cuidará do jurídico, políticas públicas e comunicação do Airbnb.

A empresa do app também anunciou o adiamento dos planos de lançar-se na bolsa de valores com uma oferta inicial de ações (IPO). De acordo com o comunicado, a companhia ainda não está completamente confiável nas condições de mercado para tornar-se pública. O IPO ocorrerá após 2018, mas ainda sem data definida.

A Airbnb pontuou que está mais preocupada no momento de ser uma “empresa do século XXI”. Para isso, a nomeação de uma mulher para um dos cargos mais críticos da cúpula de comando é algo essencial.

Johnson era anteriormente a chefe de negócios e diretora jurídico da empresa. Em sua nova posição ela ficará responsável pela imagem da companhia e pelo contato com setores públicos. Apps de negócios envolvendo compartilhamento de serviços estão como alvo de várias críticas. O Airbnb abalou o negócio de hospedagem no mundo, promovendo contato direto dos turistas com o detentor das vagas. Isso atrapalhou principalmente o ramo de hotéis e agências de turismo, que intermediavam esse negócio.

Confiança
“Belinda tem um histórico de fazer o Airbnb funcionar melhor. Ela protege ferozmente a nossa cultura e praticamente definiu a maneira como nos associamos com líderes comunitários e políticos em todo o mundo”, afirmou o presidente da Airbnb, Brian Chesky, em um comunicado.

Na semana passada, ao dar sinais sobre os novos planos de IPO para mais adiante, Chesky havia reforçado a nova imagem da cúpula da empresa . Anteriormente, o executivo havia nomeado o ex-CEO da American Express, Ken Chenault, para ser o primeiro membro do conselho não afiliado da Airbnb.

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Stefanini abre estágio para jovens talentos

A Stefanini, provedora global de soluções TI para negócios, promove programa de estágio para jovens talentos que estão começando a atuar no mercado de trabalho. A iniciativa recebeu o nome de Potenciais Stefanini e existe há quatro anos.

O Potenciais Stefanini é destinado a universitários, já no último ano de faculdade, de cursos voltados a TI, Administração de Empresas, RH, Marketing e Engenharia para estagiar nas seguintes áreas: Técnica, Comercial, Inovação, Consultoria, Financeiro, Recursos Humanos e Marketing. Além disso, outro pré-requisito é dominar a língua inglesa ou espanhola.

O programa tem duração de dois anos, sendo o primeiro ano para estágio e o segundo para trainee. Depois desse período, o estudante é efetivado na área de atuação. “O programa será oferecido em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG) e tem como objetivo buscar os melhores talentos do mercado para capacitá-los, além de proporcionar a construção de uma carreira sólida com o intuito de prepará-los para assumir cargos estratégicos na Stefanini”, afirma Marcia Mazzetto, diretora de RH da Stefanini.

Como funciona
A gestão do programa de estágio é feita pela própria equipe de Recursos Humanos da Stefanini, que faz as seleções, avaliações periódicas, planos de desenvolvimento composto por treinamentos e palestras para o aprimoramento das ferramentas de trabalho, comportamento corporativo, visão de negócios e acompanhamento de projetos.

O programa de estágio é monitorado por gestores qualificados que apoiarão os jovens no seu desenvolvimento contínuo, por meio de orientação e envolvimento com a prática.

“Contribuímos com o intercâmbio entre empresa e Universidade, com o intuito de facilitar a integração do estudante no mercado de trabalho, auxiliando o desenvolvimento profissional, pessoal e acadêmico”, diz Marcia. Ela acrescenta que a iniciativa é fundamental para construir uma empresa sólida com a preocupação de formar talentos dentro da cultura da Stefanini. “Afinal, eles serão os futuros executivos que conduzirão a empresa”, finaliza a executiva.

As inscrições já estão abertas e serão finalizadas no dia 28 de fevereiro de 2015. Os interessados devem enviar o currículo para talentos@stefanini.com .

 

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CPqD tem novo presidente

O CPqD acaba de nomear Sebastião Sahão Junior como presidente da instituição. O executivo ocupava a vice-presidência de Administração e Finanças do CPqD e foi escolhido pelo Conselho Curador para substituir Hélio Graciosa.

“Graciosa construiu uma base sólida para essa transição, que tem como foco a manutenção da essência e das diretrizes estratégicas que vêm orientando a atuação do CPqD ao longo de seus 38 anos de existência”, afirma o novo presidente.

Segundo ele, a meta é levar ao mercado a inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação, contribuindo para a competitividade do País e a inclusão digital da sociedade brasileira. “É isso que pretendemos garantir nesse novo capítulo da história do CPqD. Para tanto, contamos com uma excelente equipe de profissionais, talentos da instituição​, que continuaremos a valorizar”, acrescenta.

Engenheiro e Mestre em Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Sahão possui pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e especialização em Gestão Estratégica para Dirigentes Empresariais pelo INSEAD, uma das principais escolas de negócios para executivos do mundo.

O novo presidente atua no CPqD desde 1986, tendo exercido diversas funções e cargos, em áreas diferentes. Foi gerente de divisão, diretor da área de Comunicações Ópticas e Infraestrutura de Redes e, posteriormente, diretor de Laboratórios e Infraestrutura de Redes. Em julho de 2013, assumiu o cargo de vice-presidente de Administração e Finanças do CPqD – função que acumulará com a presidência até o dia 26 de junho, quando será escolhido o novo executivo para o posto.

 

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SAS tem nova Gerente de Alianças

O SAS, empresa de analytics, anuncia a chegada de Daniela Fontolan para o cargo de Gerente de Alianças da empresa no Brasil. Com mais de 16 anos de experiência em TI, a executiva será responsável pelo desenvolvimento do programa de revendas da marca.

A expectativa da companhia é de estruturar um programa rentável para os canais e investir fortemente em capacitação. Para 2016, a nova gerente afirma que expandir a oferta de venda indireta de softwares e aplicar um plano intensivo de treinamentos estão entre as suas principais metas. “Meu maior desafio será o…[MAIS]



Tim Cook nomeia executivo para seu antigo lugar, na Apple

Na quinta-feira de manhã, 17 de dezembro, a Apple anunciou Jeff Williams, como Chief Operating Officer (COO). O lugar estava acumulado pelo CEO Tim Cook desde que assumiu o cargo principal da empresa no lugar de Steve Jobs. Williams era vice-presidente de operações e entrou para a Apple em 1998. Coube a ele supervisionar a gigantesca cadeia de suprimento global da empresa desde 2010.

O anúncio, feito em um comunicado à imprensa, trouxe outras novidades na equipe executiva. Johny Srouji, que ingressou na empresa em 2008 para liderar um novo esforço de design de chips, foi promovido a vice-presidente sênior de Tecnologias de Hardware. Phil Schiller, diretor de Marketing Global, vai também cuidar da App Store e “todas as funções relacionadas com programadores” que recaiam sobre essa responsabilidade.

“Como chegamos ao final do ano, nós estamos reconhecendo as contribuições que já foram feitas por dois executivos-chave”, disse Cook nocomunicado. “Jeff é certamente o melhor executivo de operações que…[MAIS]



Dois terços dos CIOs estão focados em trazer receitas

O executivo principal de tecnologia das empresas está mudando seu papel no mundo dos negócios. Não é de hoje que se fala em mais objetividade e menos glamour. Esses líderes viveram uma época dourada na qual tinham orçamentos infinitos e poucas explicações a dar. Atualmente, dois terços deles têm como meta trazer receitas para a companhia. Essa é uma constatação da pesquisa anual 2016 Harvey Nash/KPMG CIO Survey.

O estudo aponta que o executivo de tecnologia não está mais em um pedestal num departamento que poucos entendem. O CIO de hoje é mais criativo, ou está sendo exigido isso dele, e tem um papel importante nos negócios. Nada de comprar um pacote de software por milhões e dizer que isso irá trazer benefícios intangíveis ao longo de anos. A ordem é trazer receita em tudo.

De acordo com os resultados obtidos pela KPMG, quase dois terços (63%) estão concentrados em trazer dinheiro para a empresa. Somente 37% estão focados em economizar. A tal da “eficiência operacional”, que era um mantra por vários anos, agora caiu na escala de urgência. Somente 16% citam isso como prioridade. Entregar uma TI estável, que também foi algo forte há algum tempo, caiu quase um terço e somente 27% têm isso como objetivo principal.

Diante do CEO
As mudanças do executivo de tecnologia também o trouxeram para outro patamar na hierarquia corporativa. Com mais afazeres, ele está se reportando diretamente ao presidente da empresa (CEO). E isso tem contribuído em seu desempenho e retenção. Essa relação foi apontada já por 87% dos entrevistados, que disseram estar mais felizes produtivos por reportarem-se ao CEO.

Por outro lado, os problemas também são outros. “O CIO está desfrutando de influência sem precedentes, mas também seu papel está sendo estendido em muitas direções”, disse Albert Ellis, CEO, Harvey Nash Grupo. Segurança cibernética, inovação e transformação digital, especialmente essa última, são cobranças duras nas mesas dos CIOs. É muito mais do que era a TI que conhecíamos. Outro grande obstáculo, o maior na pesquisa, é a falta de mão-de-obra qualificada. Desde a recessão de 2008, não se acha trabalhador tão facilmente ou – ao menos – pelo salário disponível. E com novas habilidades a serem coordenadas, a situação só piora na instabilidade do cenário mundial.

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China: 5G continua sendo implantado

Por Vivaldo José Breternitz *

Já em operação em algumas áreas da China, Estados Unidos, Coreia do Sul e Reino Unido, a rede 5G permitirá transportar dados com velocidade até 20 vezes maior do que a 4G atual, com diminuição da latência (atrasos) nas conexões e o tempo de download de arquivos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Espera-se também que o 5G facilite a conexão de máquinas e dispositivos via internet e que isso resulte no aumento do uso de internet das coisas (IoT), inteligência artificial e robótica.

Para o público leigo, o lado mais visível de 5G estará nas transmissões de vídeos via streaming, mas os impactos mais positivos da tecnologia deverão ser na indústria e na saúde, ao permitir agilizar os processos e tornar as fábricas mais inteligentes e monitorar pacientes constantemente, à distância.

Home office e educação à distância, que ganharam visibilidade na pandemia, também podem ser muito beneficiados.

A China está à frente na implantação de 5G, em todos os sentidos, inclusive no tecnológico: os Estados Unidos vêm tentando bloquear a venda de equipamentos chineses a outros países, temendo que esses acabem se tornando um padrão que dificultaria a venda de equipamentos americanos.

Internamente, o uso de 5G cresce na China: até o final deste ano, pretendem ter 550 mil estações rádio base (ERBs, as torres de celular) 5G em operação, que permitirão que as cidades de maior porte tenham esse serviço disponível já neste ano, devendo a expansão continuar, permitindo que todo o país utilize a tecnologia.

São investimentos de bilhões de dólares, mas que, entre outros benefícios, permitirão que até 2025 sejam criados na China 3 milhões de empregos diretos na área.

No Brasil, falava-se que teríamos 5G operando ainda neste ano, mas a lentidão com que o processo vem sendo conduzido leva a acreditar que, com muito otimismo, começaremos a utilizar 5G em escala muito pequena em 2021.

Ainda está em consulta pública o edital que permitirá o leilão das faixas de frequência 5G; depois do leilão será preciso implementar toda a estrutura necessária, como as ERBs, computadores, softwares etc.

 

* Vivaldo José Breternitz é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 

 

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Empresa abre 380 vagas e reforça apoio a campanha nacional “Não Demita”

Mesmo com o cenário desfavorável para novas contratações em decorrência da pandemia do COVID-19, a Digisystem anuncia a abertura de 380 novas vagas relacionadas à área de tecnologia para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A iniciativa reforça o apoio da empresa à campanha nacional “Não Demita”, criada pela Ânima Educação. Com 700 colaboradores contemplando a equipe atualmente, a expectativa da Digisystem é que as novas contratações sejam concluídas remotamente até 1 de junho próximo.

De acordo com o CEO da Digisystem, Marcos Antônio Perez, a companhia aderiu ao abaixo assinado “Não Demita” para enfatizar a importância de manter os funcionários empregados neste momento de pandemia, para preservá-los e ainda garantir a entrega dos serviços contratados e fortalecer dos negócios quando o mercado retomar o crescimento.

“Muito antes da pandemia e das estratégias, estão os nossos valores corporativos. Dentre eles, o que temos de mais relevante é a valorização das pessoas e do conhecimento, base fundamental do nosso negócio e nosso diferencial de mercado”, esclarece.

O Diretor Executivo da Digisystem, João Paulo Nieto esclarece que além das novas contratações, a companhia pretende abrir, ainda em 2020, novas filiais físicas no Rio de Janeiro e Brasília.

“Atualmente, 90% da equipe está trabalhando em regime de home office e vem entregando ótimos resultados. Optamos por esta modalidade para preservar a saúde de nossos colaboradores. É extremamente importante investir em projetos de atração e de retenção de talentos, especialmente neste momento”, explica.

Vagas em aberto
Atualmente, a empresa conta com os seguintes cargos, para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro: Administrador de infraestrutura Pleno, Administrador de infraestrutura Sênior, Supervisor e Gestor de Service Desk, Gestor de 3º Nível, Coordenador de Suporte Técnico, Auxiliar de Suporte Técnico, Técnico de Suporte Júnior, Técnico de Suporte Pleno, Técnico de Suporte Sênior, Técnico de Suporte de Campo (Field), Analista de Suporte Pleno, Analista de Projetos, Analista de ITSM, Analista de Infraestrutura, Analista de Monitoramento Júnior, Analista de Processo Pleno, Analista de Suporte Bilíngue, Analista de Teste Pleno, Analista de Teste Sênior, Consultor BMC Sênior- TAS, Consultor BMC- TO, Consultor de Segurança e Cyber Risk, Consultor Funcional, Consultor de ServiveNow, Consultor Tasy, Desenvolvedor de BI- Analytics, Desenvolvedor, Desenvolvedor Full Stack, Desenvolvedor Java Júnior, Desenvolvedor Java Pleno, Desenvolvedor PeopleSoft, Especialista BPM e ODM.

A divulgação das vagas será realizada pelo site da companhia e as contratações ocorrerão 100% remotas. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente.

Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. O exame admissional por exemplo, será realizado por meio do recurso de telemedicina e a abertura de conta também de maneira online. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

Para mais informações, acesse o site.

 

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Saiba como transformar a sala da sua casa em um cinema

Com o crescimento do home office, cada vez mais as pessoas buscam maneiras para deixar suas casas mais modernas e tecnológicas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

E quando pensamos em tela gigantes, para ter um cinema em casa, uma das opções que está no mercado são os painéis modulares de LED. Atualmente, a Samsung possui a série IF, que reúne alta definição de imagem, desempenho operacional e design.

Você já deve ter visto os painéis de LED em ambientes corporativos ou comerciais. Mas muita gente ainda não sabe que esse tipo de produto também pode ser usado em casa.

Outra dúvida fica por conta da qualidade da imagem. Atualmente é possível fornecer alta qualidade de imagem, assegurada graças à tecnologia HDR que proporciona cores mais vivas e maior nível de contraste. Não são geradas distorções na imagem e o recurso de pico dinâmico ajusta o brilho dos painéis para evitar interferência da iluminação externa.

Além da imagem em alta definição, a série IF da Samsung também entrega performance técnica. A vida útil dos painéis modulares de LED é impressionante e uma das explicações para isso são os recursos avançados de gestão de temperatura e ventilação, garantindo performance ininterrupta mesmo diante das mais adversas condições de utilização.

Outra dúvida comum sobre esse tipo de painel envolve a praticidade. E novamente não há motivos para preocupação. Para controlar o que vai ser exibido na tela, a Samsung tem o player externo S-Box, que transmite os conteúdos em UHD, sem a necessidade de processadores ou splitters. Um único aparelho resolve todas as questões de comando e conectividade.

A praticidade também é elevada no processo de instalação e manutenção. Não é preciso remover ou desmontar módulos para acessar componentes, que podem ser verificados pelas partes frontal e posterior dos painéis. E a instalação, com o Kit Direct Mount, permite que cada painel seja colocado de forma individual e depois o encaixe entre eles seja feito sem a necessidade de pregos ou parafusos.

“Com os painéis modulares de LED, a Samsung oferece ao consumidor a possibilidade de ter uma tela de cinema, com grandes dimensões e alta qualidade de imagem. A experiência gerada pela série IF é incomparável e isso está representado pelo design e pela inovação tecnológica que atraem os consumidores mais exigentes”, diz Kauê Melo, Diretor da Divisão de B2B e Monitores da Samsung Brasil.

 

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Varejista, é a hora de proclamar a sua própria Independência Digital

Por Claudio Roca *

Há algumas décadas, para se montar uma operação varejista bem sucedida eram necessários, entre outras coisas, algum capital, tino comercial, um ótimo ponto, bons produtos e serviços, além de muitos tijolos, cimento e massa corrida. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Colocar uma operação de varejo no ar era, de longe, muito mais difícil e diferente de nossa atual e mais confortável realidade tecnológica.

Muitos anos de varejo se passaram e, ainda naquele tempo, já viviam-se alguns processos de inovação compatíveis com o momento.

As lojas de rua, por exemplo, foram pouco a pouco perdendo sua independência e um importante espaço para os grandes shoppings — os “marketplaces” da época que, de maneira física, passaram a facilitar a vida das pessoas de uma determinada região, reunindo toda as suas necessidades de consumo em um único local.

A ascensão dos preparados
Em seu primeiro grande “boom” nos anos 90, a internet, sob uma ótica comercial, foi vista como uma grande oportunidade para a criação de um novo canal de vendas diretas ao consumidor.

Quem não se lembra do conceito “On Demand” criado pela IBM e reconhecido como um dos primeiros movimentos orientados à transformação digital?

Acertando em cheio e agradando aos simpatizantes do desenvolvimento sustentável, a interessante promessa naquele momento era o da criação de uma nova versão digital de negócios já existentes, os chamados “e-Business”, pela própria IBM.

O conceito demonstrou-se oportuno, porém limitado a algumas poucas empresas realmente preparadas para tal transformação.

As que possuíam um viés mais tecnológico ou melhor se prepararam, criaram diferentes soluções próprias e respostas de mercado, tirando proveito dessa oportunidade e inicializando a sua independência digital.

Vale lembrar que, quem não se preparou, depende até hoje da utilização de serviços oferecidos por empresas terceiras intermediadoras que estavam melhor preparadas na época. Fato este que permitiu o surgimento de alguns gigantes tecnológicos, oferecendo diferentes serviços digitais também para a cadeia varejista, a exemplo dos grandes marketplaces que temos no país e pelo mundo a fora.

Estes, não limitando-se a questões de infraestrutura tecnológica, desenvolveram-se também em outras competências necessárias para a sua independência no novo varejo digital — “trust by design”, tecnologia da informação, logística e marketing digital foram aprimorados, chegando a uma efetividade operacional ímpar, independentemente de suas atuais pequenas margens de contribuição.

O mercado das intermediações digitais
Com enorme crescimento nas últimas duas décadas, as operações mais preparadas, passaram a oferecer sua efetividade ao mercado concorrente. Obtendo em troca um “cut” das vendas de seus oponentes menos preparados, consolidaram assim o conceito dos ‘marketplaces digitais’.

Em tempos de surgimento da primeira empresa privada da história a alcançar um trilhão de dólares em valor de mercado (Apple Inc. em 2018), outras operações foram igualmente bem sucedidas repetindo a metodologia da intermediação efetiva.

A Microsoft dominou seu mercado atingindo a marca de mais de 900 milhões de dispositivos rodando seu sistema operacional, o Google conquistou uma enorme fatia da verba de publicidade mundial antes investida em veículos ditos mais tradicionais e a própria Apple, que intermediou desenvolvedores de aplicativos e consumidores criando uma das primeiras e mais lucrativas “app stores” do mundo.

Temos ainda, alguns interessantes exemplos tupiniquins que também chacoalharam seus mercados.

O Buscapé, que intermediou precocemente o mercado digital do e-commerce brasileiro, gerando tráfego e efetividade a grandes e pequenos varejistas desde junho de 1999, a Easy Táxi, precursora brasileira na intermediação de corridas de táxis e o iFood intermediando as vendas e os serviços de delivery do mercado de restaurantes, entre muitos outros possíveis exemplos.

A importante conclusão aqui, é que coletar e aprender com os dados de seus mercados, permitiu que essas operações tirassem proveito das ineficiências de seus segmentos.

Assim entenderam como atuar de forma mais independente e eficiente que seus concorrentes, passando também a oferecer e a abrir seus serviços a todo o ecossistema, inclusive aos seus competidores.

A democratização das tecnologias
Devido a constante ‘comoditização’ da tecnologia, as barreiras para a evolução tecnológica das empresas tornaram-se cada vez menores, e uma revolução na democratização das mesmas começou a acontecer em todo o universo digital.

Há 21 anos, a tecnologia que construiu o primeiro site de e-commerce expressivo do Brasil, o Submarino, custou mais de 1 milhão de dólares, sendo que hoje, por conta desta mesma ‘comoditização’, pode-se comprar tecnologia infinitamente superior por módicos 10 dólares.

Estamos vivendo agora uma nova era, onde a independência destas intermediações, não somente é possível como também necessária.

O desequilíbrio causado pelo abuso de alguns players do mercado digital varejista que, não somente começaram a intermediar as vendas de seus clientes como também passaram a tentar se apropriar de outros momentos das cadeias produtivas, tornaram esta, uma relação tóxica e insustentável para muitos de seus supostos aliados.

Seduzidos pelo conhecimento adquirido, muitos destes players passaram a atuar em outras etapas adicionais à venda como, na segurança e infraestrutura, nos meios de pagamento, na logística e entrega e, em alguns casos mais extremos, na criação de marcas próprias nos mesmos segmentos de seus parceiros, a exemplo de plataformas de ‘delivery’ que criaram suas próprias cozinhas ou até mesmo a Amazon que domina hoje 1/3 do mercado online global de pilhas por meio de sua marca própria.

Alguém sabe melhor do que ela, como, quando, por quanto e quantas pilhas serão vendidas no próximo par de horas?

A Independência Digital
Independência ou morte! Quando em 7 de setembro de 1822, as margens do Riacho do Ipiranga, D. Pedro I proferiu esta famosa frase, já profetizava a iminente necessidade de independência que o varejo viveria quase dois séculos depois.

Posicionar a presença digital de seu negócio, sua divulgação e suas vendas de forma 100% dependente de terceiros intermediadores, parece trazer a, médio e longo prazos, a morte financeira de sua operação, ainda mais em tempos de consumidores cada vez mais digitais.

Se observamos sua nova jornada mais digital e os dados gerados por seus novos comportamentos de consumo, estes mesmos consumidores, indicaram e continuarão indicando as constantes necessidade de aprimoramento dos canais varejistas — a exemplo da atual “guerra” pelas lideranças nos diferentes nichos de ‘delivery’.

Vale ainda lembrar que, assim como diferentes consultorias globais já constataram, o real potencial dos serviços de entrega só será descoberto quando as startups deste mercado esgotarem os subsídios dados ao consumidor por meio do dinheiro de seus investidores.

Não caberia aqui a oportunidade de nossa autorreflexão quanto a importância da independência do mercado varejista na geração de seus próprios canais de vendas diretas e de seus serviços de entrega?

Como “nasci” como uma operação física de tijolos, cimento e massa corrida devo insistir em uma baixa auto-estima digital e continuar terceirizando as tendências “irrevogáveis” de meu mercado às novas empresas do setor ou devo buscar a minha independência digital?

Os questionamentos são inúmeros, mas o novo comportamento já está aí, uma infinidade de atuais estatísticas demonstram que cerca de 97% de todas as compras do varejo físico são precedidas por uma busca em diferentes canais digitais.

Independente digital ou não, afinal, quem você deseja ser? O Dono de seu negócio ou o fornecedor de seu concorrente?

* Claudio Roca é diretor-geral da NerdMonster Digital Retail

 

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Bots inteligentes assumirão papel importante na vida das pessoas até 2030, aponta estudo

Uso de bot

Para 91% dos paulistanos ouvidos no estudo Hot Consumer Trends 2020, apresentado hoje pelo Ericsson ConsumerLab, os smartphones serão capazes de alertar sobre temporais ou rajadas de calor, compartilhando dados com dispositivos pessoais de outras pessoas.

O estudo, que ouviu ao todo mais de 15 mil pessoas, entre 15 e 69 anos, em 15 grandes cidades do mundo, incluindo São Paulo, mapeou os 10 papeis principais que os consumidores esperam que as máquinas inteligentes conectadas assumam em seu dia a dia, na próxima década.

Em São Paulo, especificamente, 86% dos respondentes apostam num serviço de vigilância eletrônica que protejam suas casas e que possam alertar outros sistemas de segurança da vizinhança, a fim de coibir invasores. Além disso, 87% acreditam em sistemas automatizados de gestão financeira que consigam explicar como seus investimentos estão sendo administrados.

Para outros 87%, na próxima década será possível ter pontos de acesso domésticos que conectarão automaticamente seus dispositivos a fibra, cabo, Wi-fi, sem que seja necessário realizar qualquer configuração. E para 80% dos paulistanos ouvidos, até 2030, teremos medidores de eletricidade inteligente que calcularão a eletricidade usada para realização do home office.

Chama a atenção ainda a menção de 51% dos moradores da capital paulista sobre a expectativa de terem em seu corpo nanobots que vivem em sua corrente sanguínea e aprendem como combater o câncer e lutar contra novos vírus trocando dados com bots de outras pessoas.

Michael Björn, Head de Pesquisa do Ericsson Consumer & IndustryLab e autor do relatório, disse ter ficado surpreso ao ver que as expectativas dos consumidores por conectividade mais inteligente são maiores do que para qualquer outro tipo de máquina inteligente conectada.

“A tendência do Connectivity Gofers inclui previsões de que os dispositivos se adaptarão de forma inteligente a qualquer sinal, usando celular, Wi-Fi e conectividade fixa, bem como localizadores de sinais inteligentes que orientam os usuários a locais com cobertura. ideal mesmo em áreas movimentadas. Isso indica oportunidades para os provedores de serviço 5G expandirem gradualmente as redes inteligentes para cobrir uma ampla gama de novos serviços para seus clientes, e cada uma das funções da máquina que apresentamos neste relatório pode ser vista como uma área de serviço. completamente novo”, diz o executivo.

“A tendência de Community Bots, por exemplo, destaca o papel que a inteligência artificial pode desempenhar no fornecimento de serviços comunitários tão necessários. The Explainers apresenta a ideia de que todos os dispositivos conectados devem poder ser explicados aos usuários, e os bots de sustentabilidade estão focados na necessidade crescente de conselhos climáticos inteligentes localizados no futuro. O que todos esses potenciais serviços têm em comum é que se baseiam na comunicação inteligente entre dispositivos e, portanto, colocam o aspecto das redes em um lugar mais importante do que hoje”, conclui.

Veja abaixo os resultados completos do estudo global:

01. Body bots: 76% dos consumidores preveem que haverá roupas inteligentes que ajudam inclusive na adequação postural.

02. Anjos da guarda: três quartos das pessoas acreditam que os guardiões da privacidade ajudarão a enganar as câmeras de vigilância e a bloquear a espionagem eletrônica.

03. Bots comunitários: 78% acreditam que os serviços de vigilância eletrônica alertarão os aliados da vizinhança sobre qualquer invasor.

04. Bots de sustentabilidade: o clima futuro será extremo – 82% acreditam que os dispositivos compartilharão dados e alertarão sobre torrentes de chuva locais ou rajadas de calor.

05. Home Officers: 79% dizem que os alto-falantes inteligentes projetarão abafadores de ruído nas paredes ao redor dos escritórios em casa, permitindo mais concentração no trabalho e estudo nos lares.

06. Esclarecedores: Mais de 8 em cada 10 entrevistados preveem sistemas automatizados de gestão financeira que expliquem como seus investimentos são tratados. No setor automotivo 87% veem no futuro carros que só circulam de forma autônoma quando o trânsito está calmo.

07. Gofers de conectividade: 83% dos consumidores utilizariam localizadores de sinais inteligentes capazes de guiá-los até os pontos de conectividade com cobertura ideal mesmo em áreas lotadas.

08. Bots vilões: Um bot vilão que pode ser treinado para realizar roubos ou atacar outras pessoas é esperado por 37% dos usuários de AR / VR.

09. Criadores de conteúdo: As máquinas farão a curadoria do conteúdo. 62% dos usuários no mundo acham que os consoles de jogos farão jogos originais com base em seu jogo.

10. Bots mandões: cerca de 7 em cada 10 acreditam que IAs de redes sociais entenderão sua personalidade e construirão um círculo de amigos que contribuem com seu bem-estar físico e mental.

Para ler o estudo completo (em inglês), clique aqui.

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Proteção de Dados: empresa promove webinar sobre o que fazer para estar em Compliance com a LGPD

27/1/2021 – Durante o evento, o Grupo Daryus oferecerá bolsas de estudo de até 100% em comemoração ao Dia Internacional da Proteção de Dados

No dia 28 de janeiro é comemorado o Dia Internacional da Proteção de Dados. A data, que é pouco conhecida ainda pelos brasileiros, foi criada em 2006 pelo Conselho Europeu com o objetivo de aumentar a consciência da sociedade sobre a importância da privacidade na internet, além de promover a proteção de dados pessoais no mundo digital.

Em uma sociedade cada vez mais conectada, o compartilhamento de dados pessoais aumentou muito. Com isso, surge a necessidade das pessoas e das empresas de proteger essas informações em razão do crescente risco de manipulação e utilização desses dados. Em setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) entrou em vigor no Brasil com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, a qual estabeleceu direitos e obrigações no tratamento de dados, sejam eles digitais ou materiais.

Webinar e Bolsas de estudos

Para celebrar o Dia Internacional da Proteção de Dados, o Grupo Daryus, referência na prestação de serviços de Consultoria e Educação, preparou diversas ações. O especialista em segurança e privacidade de dados há mais de 20 anos, Cláudio Dodt, comandará o webinar “Como ficar em Compliance com a LGPD”, no dia 28 de janeiro, às 14h30. As inscrições devem ser realizadas pelo link e são gratuitas.

“Estamos em um período de adaptação à LGPD, muitas empresas não estavam preparadas para lei que entrou em vigor recentemente no Brasil. Com isso, Compliance é uma das áreas que precisa de mais atenção. O profissional que trabalha na área precisará ter uma integração maior com os departamentos de tecnologia e de negócios da empresa para superar os desafios impostos pela lei”, explica Cláudio Dodt.

Durante o webinar, serão sorteadas duas bolsas de estudos para quem quer seguir a carreira de Data Protection Officer (DPO), profissional encarregado pelo tratamento de dados pessoais. Uma bolsa terá 100% de desconto, enquanto a outra contará com 30%. O resultado será revelado ao vivo no evento.

Para dar um ar mais descontraído ao assunto, o Grupo Daryus também preparou uma paródia sobre a LGPD. O vídeo está disponível no canal do YouTube da empresa: https://www.youtube.com/watch?v=YaI85nsGiX8

Website: https://www.daryus.com.br/



Burguer King Brasil anuncia novo Diretor de Tecnologia

A BK Brasil, detentora das marcas Burger King e Popeyes no país, anuncia a chegada de seu novo Diretor de Tecnologia e Transformação Digital, Fernando Schneider, dando mais um passo rumo à aceleração digital da companhia.

Com mais de 15 anos de carreira, o executivo acumula em sua trajetória profissional passagem por grandes empresas, como McKinsey, Microsoft, Google, Dell e UOL. Schneider assumiu o cargo em janeiro e tem como principal objetivo liderar a transformação digital da BK Brasil, ao lado de Ariel Grunkraut, CMTO da companhia.

Formado em administração na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Schneider tem em seu currículo um MBA pela Tuck School of Business at Dartmouth e extensões voltadas para o universo de tecnologia, gestão e negócios. Com sua vasta experiência, o executivo chega com grandes responsabilidades, entre elas tornar o BK uma marca de fast-food ainda mais conectada com seus consumidores no país e no mundo.

“Esse é um momento incrível na história da companhia. Estamos acelerando ainda mais nossa jornada de digitalização e transformação. Queremos continuar a evoluir oferecendo experiências únicas para nossos consumidores enquanto criamos um ambiente interno ímpar para talentos digitais. Nossa ambição é liderar o setor no que diz respeito a inovação e no uso de tecnologia para alavancar os resultados da organização. Fico muito feliz de fazer parte desse momento”, ressalta Schneider.

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Quais os cuidados com os cães no verão?


Inbound marketing como caminho para aumentar a geração de leads para empresas B2B

São Bernardo do Campo – SP 7/4/2021 – O inboung marketing cresce no Brasil e as empresas do segmento B2B encontram nesta estratégia uma nova oportunidade de sucesso para as vendas.

O inboung marketing cresce no Brasil e as empresas do segmento B2B encontram nesta estratégia uma nova oportunidade de sucesso para as vendas, principalmente neste momento, em que as organizações foram, de certa forma, “obrigadas” a entrar no mundo da transformação digital.

E dentro deste cenário a produção de conteúdo constante e relevante é o que faz a diferença na hora de alcançar o sucesso. Desde um segmento mais complexo (como uma indústria de automação) até um mais simples, como uma fábrica que produz embalagens plásticas é possível fazer a diferença.

Os famosos conteúdos ricos focados na <a target=”_blank” href=’https://incandescente.com.br/blog/por-que-criar-uma-persona/’ rel=”nofollow noopener”>persona definida para cada organização são o que farão a diferença. O conhecimento do público ideal é o ponto de assertividade para que o conteúdo produzido tenha engajamento e atraia pessoas para a conversão.

“Sempre comento que o digital deve ser uma das formas de gerar negócios, junto das indicações, da prospecção ativa, entre outras. Ter uma fonte frequente de leads chegando ao time de vendas é o primeiro ponto em que o inbound marketing implantado na estratégia das empresas pode contribuir significativamente, gerando assim mais previsibilidade no funil de vendas”, afirma Vinícius Lúcio, CEO da Agência Incandescente.
Vinícius também comenta que as vendas para o mercado B2B é um processo mais longo e necessita de um atendimento mais consultivo, e é neste ponto que o inbound entra em cena para que haja uma educação e aperfeiçoamento do prospect.

O conteúdo como caminho para o sucesso

É claro que todo esse resultado faz parte de um trabalho em conjunto, no qual a produção de conteúdo é feita para diversos canais de comunicação visando trazer cada vez mais autoridade de mercado para uma empresa.
E o resultado de produções frequentes é nítido, por exemplo, uma indústria de automação iniciou o seu processo de inbound marketing há um tempo e com isso alcançou a autoridade não só no mercado, mas também no Google. Assim, cada conteúdo publicado no blog leva menos de uma semana para estar nas primeiras posições do Google.

Essa construção de referência por meio do conteúdo traz resultados em números. Em 12 meses a mesma indústria que apostou no <a target=”_blank” href=’https://incandescente.com.br/blog/estrategias-de-inbound-marketing/’ rel=”nofollow noopener”>inbound marketing conseguiu captar mais de 34 mil leads, tudo envolvendo mídia paga e grande parte de conteúdo orgânico para divulgações de webinars, e-books e quiz. As conversões geraram R$ 2.866.810,43 em vendas, apenas no primeiro trimestre de 2020.

Inbound marketing entrega o que o consumidor precisa

Se bem-feito os resultados que o inbound marketing oferece são imensos, além das vendas, há também a conquista e fidelização de clientes. O conteúdo abre fronteira, foi que aconteceu com a indústria de embalagens que apesar de recente o trabalho, soube gerar muitos leads com um conteúdo certeiro.
Uma planilha de cálculo de custo de receita era tudo o que os clientes desta empresa precisavam, uma ajuda em forma de conteúdo que, enquanto fornecia uma ferramenta importante ao consumidor gerava cada vez mais resultados para a indústria de itens plásticos.

As conversões de leads foram assertivas (71,7%) de acordo com uma das personas definida, em menos de uma semana houve um recorde de leads gerando 63% de conversão. Todo o trabalho de divulgação foi feito de forma orgânica e mídia paga, principalmente, blog, e-mails e redes sociais. Tudo com base em um conteúdo estruturado.

Website: https://www.incandescente.com.br/



Stefanini: o brilho de um homem comum

Engana-se quem pensa encontrar no pulso de Marco Stefanini um Rolex de ouro, ou a última versão de um dos carros mais cobiçados do mundo em sua garagem. Tão pouco irá vê-lo desfilando pelos corredores da empresa trajando um Armani acompanhado de uma gravata de seda italiana feita sob medida.

“A indústria de consumo, decididamente, não me atrai. Não tenho barco e nem helicóptero”, surpreende o empresário, fundador e CEO global da Stefanini, uma das empresas de TI (100% brasileira) mais bem-sucedidas do mercado nacional e que já se estendeu para 34 países do planeta. Sua bandeira, portanto, é a “simplicidade”, acredite.

E também não o veja como um atleta obstinado, que joga tênis todas as manhãs, salta de asa-delta e surfa em águas havaianas. “Corro duas a três vezes por semana. Sem dias e horas marcados. Não gosto de rotinas”. Muito menos é adepto de dietas da moda. Ao contrário. “Aprecio uma boa culinária, como de tudo, glúten, lactose…sem exageros”, relata o executivo, fiel aos hábitos tradicionais, e incólume ao glamour que costuma modificar celebridades.

Vale dizer que mesmo com a proximidade construída ao longo de inúmeras entrevistas realizadas em coletivas de imprensa, esse executivo de 54 anos surpreendeu-me. Imaginava que, ao abordá-lo em seu habitat profissional, algum detalhe poderia revelar seus verdadeiros contornos.

Mas ele é, de fato, um homem comum, em uma sala comum, integrada a um espaço com inúmeros colaboradores, que, nem de longe, concede o benefício do isolamento. Uma arquitetura distante do imperioso conceito geopolítico, tão próprio de um CEO desse porte, sabemos. Foi nesse espaço que o executivo pendurou temporariamente os escudos e deixou brotar os ecos da alma.

Não, não nos prendemos à notória trajetória profissional do Stefanini, nem tão somente aos bons resultados que a empresa obteve no ano passado com faturamento de mais de 2 bilhões de reais, na contramão da crise macroeconômica. E que, apesar do cenário nebuloso, não descarta para este ano crescimento, de, no mínimo, igual aos 11%, contabilizados em 2014.

Toda performance positiva traz bons frutos… então, em 2013, arrebatou o prêmio da Ernest & Young  de Empreendedor do Ano. Ele, que mesmo antes de completar 27 anos, se aventurou a criar a Stefanini.

Filho de peixe…o talento para o empreendedorismo, segundo ele, herdou dos pais, que construíram uma pequena fábrica de utilidade doméstica. “Minha mãe trabalha até hoje. Não falta energia”. E é justamente essa energia que Stefanini busca nos profissionais que pretendem compor o seu time. “Além de transparência, visão positiva, dedicação e determinação”, completa.

Enquanto alguns se prendem ao jargão “brilho nos olhos” dos colaboradores, ele o traduz em comportamento e garra, que fazem toda a diferença, diz. Podem facilitar o ingresso nesse império, que já derrubou as fronteiras e hoje está posicionado entre as quatro empresas brasileiras que mais se internacionalizaram em 2014, de acordo com o ranking da Fundação Dom Cabral.

Certo é que não vale, apenas, tirar da manga o certificado dourado de formação em Harvard, ou exibir a etiqueta de uma boa grife para despertar o interesse desse executivo. Vale sim a ambição produtiva, e, acima de tudo, a humildade. E ele dá a dica: “O importante é sempre saber ouvir. Esse é o princípio da humildade. Você pode até mesmo não concordar com o que está sendo dito, mas é preciso ouvir”, sugere Stefanini, para quem a melhor definição de ética é “agir como se fala”.

Mas esse não é somente o princípio da humildade é, certamente, a essência para ter-se transformado em perito na arte de lidar com pessoas, seu maior patrimônio, ele diz. “Afinal, a empresa é feita por pessoas.” Por gostar de lidar com “gente”, o executivo diz não ter muita dificuldade por ser desprovido de preconceitos. “Gosto da diversidade. Não me importam sexo, religião, raça…não sou muito de padrões.” E para um bom relacionamento, ele indica a transparência. “Usar de franqueza requer uma habilidade que tive de desenvolver para não ser grosseiro. Tudo é a forma como você fala. Os extremos são ruins, temos de buscar o equilíbrio”, alerta.

A ribalta sempre desperta o interesse em saber como se chega ao topo. Quais são as dicas, os atalhos, o pulo do gato? Como se existisse uma receita de bolo para o sucesso… Mas, se você pensa assim, teria de ser geólogo! Sim, esse  empreendedor optou por geologia na década de 80, e formou-se na Universidade de São Paulo (USP).

Mas o embrião da Stefanini e o gosto pela TI começaram a se desenvolver quando agarrou a oportunidade de tornar-se trainee do Bradesco, onde adquiriu conhecimentos em processamento de dados, moldando habilidades de analista de sistemas. “Agradeço até hoje ao Bradesco.”

Estar entre as cem maiores empresas de TI do mundo, segundo a BBC News, não é por acaso. O mercado brasileiro – com tantas oscilações econômicas, cenários mutantes, muitas vezes sem explicações lógicas, que impactam o mais sólido dos planejamentos – foi e é a melhor escola para Stefanini enfrentar situações adversas e delas sair com ganhos imensuráveis no bolso e no perfil.

Dar a volta por cima, diga-se, não está apoiada em nenhum amuleto ou pajelança. “Sou absolutamente pragmático, não acredito em magia, ou em gurus esotéricos. Acredito em trabalho e na percepção por meio de muitas conversas com as pessoas”, revela Stefanini que dedica diariamente entre 12h a 14h ao trabalho. “Na verdade, uso um mix de números e feeling para guiar minhas decisões”, diz.

A jornada pesada interfere, claro, na proximidade com a família, mas o executivo não abre mão dos finais de semana, quando escolhe desfrutar com a mulher e com os dois filhos de lugares ao ar livre.  E também reserva 30 dias no ano para as férias. “Nunca sequenciais, infelizmente”, faz questão de notificar. “Mas adoro viajar com a família. É uma das minhas maiores paixões. Arrisco dizer que é o que mais gosto de fazer”, revela-se, estimando já conhecer mais de cem países pelo mundo, quando teve o presente de ter contato estreito com diferentes culturas, e lugares fora da rota hollywoodiana. “Myanmar (Birmânia, depois da independência), por exemplo,  é muito interessante. Um país do sul da Ásia Continental, que tem ao nordeste o Laos, que também já visitei”, relata.

Questionado sobre fontes de inspiração para melhor realizar o seu comando, Stefanini diz não se apegar aos chamados “Papas”, sejam de quais segmentos forem. Contudo, é um aficionado confesso por biografias. Gosta de ler sobre líderes e de conhecer a trajetória de cada um deles, em especial sobre superação. Sonho Grande, de Cristiane Correa (Saraiva), Antônio Ermírio de Moraes, de José Pastore (Planeta) e Steve Jobs, de Walter Isaacson, foram algumas destacadas por ele. E filmes no mesmo estilo como À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness – no título em inglês), dirigido por Gabriele Muccino. Mas senti que no coração dele mora a admiração por Nelson Mandela e, então, os filmes que envolvem o líder estão na sua lista de preferência como Mandela (Long Walk to Freedom – no título em inglês), dirigido por Justin Chadwick, e Invictus, dirigido por Clint Eastwood.

Caso pretenda presenteá-lo com livros de autoajuda, esqueça. Ele não gosta. Mas respeita quem os use para o bem. “São cansativos e repetitivos”, sentencia.

Marco Stefanin é esse executivo de hábitos comuns que faz questão de dizer que não estudou administração e que aprendeu muito do que sabe lendo sobre pessoas e ouvindo pessoas. E mesmo sem barco, jatinho ou helicóptero, certamente, ainda vai muito longe, porque, como diz um provérbio africano: “Quer ir rápido, vá sozinho, quer ir longe, vá em grupo [pessoas…]”.



Samuel dos Reis é o novo vice-presidente para AL da Informatica LLC

Samuel dos Reis acaba de assumir a vice-presidência para a região América Latina da Informatica LLC –companhia especializada no fornecimento de software para integração de dados. Uma de suas principais metas será aproveitar mais de 15 anos de experiência acumulada em países da Europa, EUA e América Latina para aumentar a eficiência operacional e melhor aproveitar a rede de canais e alianças da empresa.

Seus objetivos incluem o uso de um portfólio mais amplo e integrado de produtos e serviços Informatica LLC, ajudando as empresas clientes a tratar de forma mais eficaz de análise de dados. Para isso, a missão de Samuel é alinhar a estratégia da Informatica LLC na América Latina, oferecendo soluções end-to-end em serviços, processos, tecnologia, organização e governança.

Samuel assume a liderança regional após alcançar resultados significativos na…[MAIS]



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